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Projeto Barco Hospital desenvolvido na Itália é apresentado em Manaus

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30/abril/2013

Projeto Barco Hospital desenvolvido na Itália é apresentado em Manaus A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SECTI-AM) promoveu, na tarde desta segunda-feira (29), apresentação do projeto de tecnologia naval Barco Hospital, desenvolvido na Itália. A proposta de transporte naval para ações em saúde foi detalhada pelo Engenheiro Massimo Magrini, da Ship Service Management (SSM), empresa com sede na Itália, especializada em projeto naval, gestão técnica, avaliações e consultoria. O projeto foi mostrado a representantes de instituições de saúde e profissionais da área técnica do Polo Naval do Amazonas para que pudessem conhecer e avaliar a proposta. “A participação dos técnicos da saúde foi importante para definir qual o nosso cenário e a nossa demanda diante da proposta, iniciando um diálogo. Por outro lado, mostrou de forma nítida a eficiência e expertise que a Itália tem no desenvolvimento e execução de obras voltadas ao fortalecimento da área naval. É importante que esses laços sejam fortalecidos para que possamos desenvolver um projeto de modernização do nosso Polo Naval e estreitar as relações no campo da pesquisa e inovação tecnológica”, disse o Secretário Executivo Adjunto da SECTI-AM, Eduardo Taveira. DESDOBRAMENTOS Nesta terça-feira (30), como desdobramento do encontro articulado pela SECTI-AM, o representante da Ship Service Management vai realizar visita aos estaleiros e conhecer a capacidade produtiva atual do setor naval. A partir das 15h, também participará de reunião na Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico (Seplan) para conhecer o projeto do Polo Naval do Amazonas. “Este é um momento em que iniciamos uma discussão, aproveitando a proximidade com um polo produtor de tecnologia de ponta nessa área, que é a Itália. Dessa forma, há a possibilidade de uma empresa desse porte se interessar em instalar uma unidade no Amazonas ou de realizar outros tipos


de relação, para que possam dar suporte ao desenvolvimento do projeto do polo Naval do estado”, disse Taveira. PROJETO BARCO HOSPITAL De acordo com o engenheiro Massimo Magrini, o Barco Hospital oferece, numa estrutura de 7 andares, condições para a realização de serviços hospitalares com autonomia e adaptação à realidade local. O barco possui uma largura de aproximadamente 140 metros e um calado pequeno, que permite ao barco navegar quando o nível do rio estiver baixo. O projeto do barco, desenvolvido no ano passado na Itália, tem o formato de um catamarã com duas bases e capacidade para oferecer serviços como pronto-socorro para 250 pessoas por dia, atendimento ambulatorial para 450 pessoas ao dia, e abrigar especialidades como dermatologia, odontologia, cardiologia, ginecologia, pediatria, obstetrícia e pneumologia, capacidade de realizar 8 operações em 6 horas, 8 leitos de UTI, 110 leitos masculinos,110 leitos femininos e 2 heliportos entre outros. Além disso, a embarcação tem instalações para hospedagem e lazer dos profissionais de saúde, autonomia no tratamento de resíduos, estação de tratamento de água, armazenamento de insumos e alimentos, entre outros projetos que pudesse instigar o interesse das instituições por essa tecnologia de construção naval de ponta, em que as embarcações são construídas a partir de blocos grandes e altíssima produtividade, a partir de estrutura complexas e modernização constante do modo de construção”, afirmou o engenheiro Massimo Magrini. Ele destacou a rede de benefícios que o Estado pode obter com o desenvolvimento da tecnologia naval, que envolve a criação de estruturas adequadas para construção e manutenção das embarcações, formação de mão-de-obra especializada e geração de startups de tecnologia moderna. Magrini apresentou a proposta para profissionais do Exército, Secretaria de Estado da Saúde (Susam), Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Fundação Alfredo da Matta (Fuam), Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico (Seplan), Fiocruz Amazônia e Serviço de Apoio a Micro e Pequenas Empresas no Amazonas (Sebrae-AM). ARTICULAÇÃO A apresentação do projeto de tecnologia do Barco Hospital é fruto dos debates realizados durante o VI Seminário de Tecnologias Estratégicas Brasil-Itália, promovido pela SECTI-AM em maio de 2012, na cidade de Manaus. A realização do seminário teve a parceria do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti), da Embaixada da Itália e do Serviço de Apoio a Micro e Pequenas Empresas no Amazonas (Sebrae-AM). Com o objetivo de estreitar relações entre os dois países na área de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), o evento teve como eixos temáticos a “Construção Naval” e a “Telemedicina”, onde foram evidenciadas as principais características, novas tendências e impactos da utilização estratégica destas tecnologias adaptadas à realidade em âmbito nacional e internacional. A tecnologia do Barco Hospital foi apresentanda durante o seminário, gerando interesse dos participantes. “A SECTI-AM retomou às discussões, aproveitando a visita do embaixador da Itália no Brasil, Raffaele Spandre, ao governador do Amazonas, Omar Aziz. O projeto Barco Hospital trouxe vários desdobramentos em demandas importantes para o Estado, relacionados à troca de experiências em obras navais com a Itália e também em relação às particularidades do Amazonas para obras desse porte”, destacou Taveira. Fonte: Secti-AM

http://www.consecti.org.br/2013/04/30/projeto-barco-hospital-desenvolvido-na-italia-eapresentado-em-manaus/


Editoria: Portal Amazônia.com Assunto: Futuros engenheiros visitam obras da Arena da Amazônia

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Programa: Pró-Engenharias

Não Data: 30/04/2013

Futuros engenheiros visitam obras da Arena da Amazônia Grupo formado por 53 professores e alunos dos programas pró-engenharias do IEA visitou a obra pela primeira vez. Portal Amazônia, com informações do Amazon Sat MANAUS - Com a Copa do Mundo de Futebol 2014 cada vez mais próxima, a curiosidade sobre como será o palco dos jogos em Manaus aumenta. O Complexo Arena da Amazônia recebeu durante a quarta visita do ano mais de 350 pessoas. Entre eles, um grupo formado por 53 professores e alunos dos programas pró-engenharias e RH-TI/Depre do Instituto de Educação do Amazonas (IEA) visitou a obra pela primeira vez. Na opinião do acadêmico Bartolomeu Silva é importante inserir a comunidade no processo de transformação da cidade e levar o aluno a valorizar a oportunidade. A parceria é resultado da Fundação de Amparo e Pesquisa do Amazonas (Fapeam ) com o governo estadual. De acordo com a presidente da Fapeam, Maria Simão, o programa visa a formação de engenheiros. “Nós levamos jovens de escolas públicas em conjunto com engenheiros, que fazem um trabalho de informação complementar e visita técnica”, explicou Maria. Leia mais: Complexo da Arena da Amazônia terá 300 antenas de telefonia móvel A visita desses estudantes é resultado de um ano de aulas teóricas realizadas dentro do programa.


Para secretário-executivo adjunto de ciência, tecnologia e inovação do Amazonas, Eduardo Costa Taveira, é uma oportunidade desses alunos que almejam a engenharia, verem como está o desenvolvimento de grandes obras dentro do Estado. Obras Cerca de 180 peças metálicas que irão compor a cobertura da Arena da Amazônia estão a caminho da capital amazonense, vindas de Portugal em navios, cada uma com tamanho e média de 22 metros de comprimento e com peso de 17 toneladas. Com previsão de entrega para dezembro deste ano, as obras daArena já atingiram 58% de conclusão. http://www.portalamazonia.com.br/editoria/esporte/futuros-engenheiros-visitam-obras-da-arena-daamazonia/


Editoria: Pag: Blog PCE Amazonas Assunto: “Minha mãe foi meu exemplo para começar na docência”, diz professora.

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Programa: Programa Ciência na Escola (PCE)

Data: 30/04/2013

“Minha mãe foi meu exemplo para começar na docência”, diz professora. Telma Santos do Nascimento é formada em Geografia pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), com mestrado em Geografia, com área de concentração Domínios da Natureza na Amazônia, pela mesma instituição. A coordenadora do Programa Ciência na Escola (PCE) atuou no projeto anterior com o tem “Caracterização da temperatura relativa do ar na zona Leste de Manaus, Amazonas”, na escola Professor Samuel Isaac Benchimol. Telma não decidiu ser professora, e sim seguiu o maior exemplo de profissional na educação que foi a mãe. O gosto pela docência veio de ver a dedicação pelo qual a mãe realizava os trabalhos de alfabetização infantil. Por vezes, enquanto esperava a mãe terminar o turno de trabalho, ficava na escola observando o modo de ensinar. O brilho nos olhos das crianças em querer descobrir o fim de cada história, era observado pela futura professora. Ela conta que “por alguns minutinhos cheguei a ficar com a turma dela, enquanto ela iria tomar uma água foi um verdadeiro encantamento. Eu tentando explicar sobre os dias e as noites e como isso acontecia e as crianças tão curiosas perguntando com tanto entusiasmo. Fiquei muito feliz em perceber que a curiosidade delas era motivação para eu continuar conversando sobre o tema”, afirma. Nesta hora vamos navegar no universo da professora Telma e saber um pouco mais sobre de que maneira ela faz a diferença na educação amazonense. Professora, qual seu incentivo no dia a dia para continuar na vida docente? Infelizmente, temos enfrentado novos desafios em um mundo onde tecnologias atraem mais a atenção dos alunos, além do fato que certos valores estarem sendo transferidos diretamente para a escola, muitos pais pensam que a escola é o lugar para desenvolver toda e qualquer educação com seus filhos, mas não é assim que funciona. Nesse sentido, sem mesmo querer generalizar,


atualmente temos enfrentado desafios com certos alunos que não respeitam os professores, noticiando fatos de agressão de alunos contra os professores. Enfim, nesse contexto, o incentivo para continuar nesta profissão é a possibilidade de estudar. Quando eu repasso conhecimento eu preciso estudar para permitir um diálogo crítico com meus alunos, além de utilizar os recursos tecnológicos ao nosso favor, já que muitos jovens passam mais tempo no celular e no computador do que conversando pessoalmente com alguém. Perceber que ainda precisamos educar e formar alunos para uma sociedade mais justa é ajudá-los a saírem da caverna, como alusão ao mito da caverna do filósofo grego chamado Platão para que eles se percebam seres ou atores em um cenário local, nacional e mundial e possam atuar e/ou agir em prol de melhorias pessoais e coletivas. Como ficou conhecendo o Programa Ciência na Escola? Não lembro ao certo, mas acho que foi por meio de pesquisa na internet. Escrevi um projeto em 2010, intitulado “Caracterização microclimática no bairro de São José Operário, zona leste da cidade de Manaus”, mas por falta de atenção deixei de entregar documentos em certos prazos não sendo aprovado este projeto. Fiquei triste pelo fato, mas não desisti do feito. Quando passou a fazer parte do PCE? Em 2011 escrevi o projeto intitulado “Caracterização da temperatura relativa do ar na zona leste de Manaus, Amazonas”, pelo Centro Municipal de Educação de Jovens e Adultos (Cemeja) Prof. Samuel Isaac Benchimol. Eu li mais atentamente o edital, não perdi nenhum prazo, além do mais tive o apoio na revisão do projeto por uma amiga do trabalho que já havia participado do processo de efetivação dos projetos submetidos, enfim, dessa vez estava mais confiante e esperançosa com a aprovação do projeto. Como a edição de 2011 se estendeu até 2012 foi bom para que os alunos estudassem mais a temática. Fiquei muito feliz com a execução do projeto, sendo dado mérito aos alunos, ao apoio técnico prof. Jean Moreira, à direção do centro Prof. João Picanço e a todos que participaram direta e indiretamente para que o projeto tivesse êxito. Para o ano de 2013 acabei mudando o foco da pesquisa. Saí do campo da Geografia Física – com a ênfase em microclimatologia para a Geografia Humana – com destaque para a Geografia Econômica, enfim, o projeto encaminhado para a avaliação e aprovação na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) foi “O perfil socioeconômico dos alunos do Centro Municipal de Educação de Jovens e Adultos Prof. Samuel Isaac Benchimol”. Nesse último, somaram-se as preocupações de diversos professores do centro quanto à questão: quem é o aluno do Cemeja? Aproveitei a indagação para a construção dessa pesquisa e daí representarmos por meio de amostra populacional escolar o perfil socioeconômico de nossos alunos. Qual a importância do programa na difusão de ciência na Amazonas? É de grande importância o Programa Ciência na Escola (PCE), visto que é um incentivo para difundir a prática da ciência em escolas da rede pública de ensino, tanto a nível fundamental, quanto médio. Nesse sentido, alfabetizar para a ciência é possibilitar que jovens e adultos, já que também está inserida a modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA) possam pesquisar temas interessantes, aprendendo os processos de construção de metodologias de pesquisa: introdução, desenvolvimento do trabalho, métodos de execução, análises e discussão de resultados, enfim, todos os processos de desenvolvimento de uma pesquisa, desde o levantamento bibliográfico, realização de fichamentos, etc. É uma preparação para se pensar em futuros pesquisadores na faculdade – 3º grau. E quanto mais pesquisa for desenvolvida, a tendência é que os aspectos econômicos, sociais, culturais, políticos também melhorem. Teremos cidadãos participativos, críticos e responsáveis pelo progresso em âmbito local, nacional até internacional. Tudo depende do interesse e do incentivo. Como foi feita a escolha dos alunos para fazer parte do projeto? Na primeira vez que eu participei a seleção foi aleatória, buscando o interesse de alunos que queriam participar de pesquisa científica.


Para o edital nº 013/2012 que será executado a partir de maio de 2013 a seleção dos alunos foi mais criteriosa. Realizamos um processo seletivo no Cemeja com duas etapas. Na 1ª etapa foram solicitadas apenas as documentações necessárias. O aluno deveria apresentar a comprovação de documentos exigidos no edital. E na 2ª etapa foi realizada uma apresentação em slides do tema da pesquisa. Como no CEMEJA foram aprovados três projetos pelo PCE os alunos escolhiam o tema de sua preferência, entre: • Sujeitos da EJA e seu perfil socioeconômico; • Gravidez na adolescência; • Participação das mulheres de EJA no mercado de trabalho. Mesmo com o incentivo pelas coordenadoras, ainda sentimos dificuldade em adicionar a quantidade necessária para a efetivação do processo. Os principais empecilhos eram a falta de documentação e a não-participação da família para ajudar o aluno a abrir a conta bancária; quanto aos adultos, a dificuldade era de deixar o(s) filho(s) sozinho (s) em casa para participar do projeto. Eu ainda consegui a participação de quatro alunos. Qual foi a receptividade dos alunos referente ao programa? No primeiro projeto, os alunos relataram que o projeto ajudou no desempenho escolar, eles ficaram mais responsáveis e comprometidos com os estudos. Para este segundo projeto, antes mesmo de iniciarmos os trabalhos, os alunos aprovados na seletiva demonstraram total interesse, motivação e boas expectativas para iniciar a pesquisa. O que mudou nos alunos a partir das atividades desenvolvidas pelo projeto? As mudanças foram proveitosas. Aquisição de novos conhecimentos, organização nos estudos, metodologias para organizar a vida estudantil, enfim, os alunos conseguiram dar prosseguimento nos estudos e alguns já estão pensando na participação do PCE no Ensino Médio, ou seja, continuar o trabalho de pesquisa científica. O que acha que significa para o aluno a figura do professor? Para os alunos que estão envolvidos com a pesquisa pensar na figura do professor é possibilitar novas oportunidades de aprendizado além da sala de aula. Permitir que o mundo da leitura, da escrita e da pesquisa ultrapassem as fronteiras do CEMEJA e atinjam outras escolas por meio da apresentação da pesquisa. O professor torna-se um elo entre o que o aluno pensa e aquilo que é possível de ser concretizado, com considerações a respeito da realidade pesquisada e repensando maneiras de olhar o mundo. Como o professor faz a diferença na escola? A diferença está na atitude, no compromisso, na vontade do professor em querer ajudar o aluno. Continuar os estudos por meio da pesquisa e incentivar que alunos também tenham esse compromisso. Com a execução do projeto na escola houve mudanças? Quais? Sim. As mudanças foram nos alunos, quando mencionei acima sobre o senso de responsabilidade e mesmo de autoestima que eles resgataram. Perceberam que são capazes de concretizar uma atividade mais sistemática e melhoraram o interesse pelos estudos. Quanto ao professor, eu tive novas oportunidades, foi gratificante de ver os alunos apresentarem o resultado da pesquisa que eles executaram para a comunidade escolar e até na apresentação final. Para a escola, a inserção de novas tecnologias adquiridas pelo projeto (notebook, datashow etc) foi somada aos equipamentos que o centro já possuía e a instituição acrescentou no plano de atividades da escola mais um trabalho pedagógico importante para referendar as práticas de incentivo aos estudos. É tanto, que para 2013 mais duas professoras inscreveram seus projetos e foram aprovados. A ideia é que ano a


ano, a participação e o interesse de inscrever novos projetos tenham mais motivação pelos professores e alunos. Em resumo como seu trabalho passou a ser significativo na escola além do papel do educador e orientador. O trabalho de pesquisa que nós desenvolvemos foi importante para o centro porque foi reflexo do trabalho em sala de aula. Pensar nas atividades voltadas para entender a geografia física, a microclimatologia, o fenômeno de ilhas de calor, conceitos estes que são mais fáceis de serem entendidos quando exemplificados e demonstrado com o uso do aparelho termohigrômetro, enfim, a teoria não está distante da prática e ao demonstrar na realidade como ocorrem certas mudanças na atmosfera foi importante para o processo de ensino-aprendizagem dos alunos. Qual a mensagem que você passa ao PCE? O PCE está sendo um incentivador nas práticas de ensino-aprendizagem, porque muito do que se tem demonstrado nas diversas escolas, dos resultados alcançados já eram realizados com parcos recursos por professores que faziam e ainda fazem a diferença no ambiente escolar. Agora com este incentivo, recursos para aquisição de materiais, bolsa de auxílio à pesquisa para os envolvidos, oficinas para elaboração de projetos, eventos em congressos, simpósios que estimulam a participação dos envolvidos, enfim, o PCE está sendo uma alternativa com acesso para novas possibilidades de desenvolver a pesquisa, ou seja, a alfabetização científica em escolas públicas das redes municipais e estaduais.

http://blog.pceamazonas.com.br/2013/04/30/minha-mae-foi-meu-exemplo-para-comecar-nadocencia-diz-professora/


Editoria: Portal UEA Assunto: Simpósio Nacional de Geografia Política inicia no dia 7 de maio

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Não Data: 30/04/2013

Simpósio Nacional de Geografia Política inicia no dia 7 de maio 30/04/2013 17:06 O 3º Simpósio Nacional de Geografia Política realiza discussões na área da geografia e organização política, entre os dias 7 e 10 de Maio, em Manaus. O evento conta com programação que inclui palestras, apresentação de trabalhos científicos, conferências e atividades culturais. O simpósio acontecerá nos horários de 8h30 às 19h, na Universidade Federal do Amazonas (Ufam). A ação é realizada em conjunto pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e tem como financiadores o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Governo do Amazonas e Governo Federal. O simpósio propõe discutir a necessidade de compreender as mudanças na organização política do mundo e criar caminhos que possibilitem uma atuação na relação espaço e poder. Durante o evento, serão realizados debates em mesas redondas, palestras e conferências com professores e pesquisadores de renome nacional e internacional, além de espaços destinados à apresentação de trabalhos de Iniciação Científica e pós-graduação. Objetivo


Segundo o site do evento, espera-se que a ação possa contribuir com reflexões que tenham como resultados avanços nas relações de poder entre os mais diversos agentes sociais, reduzindo assimetrias a assegurando participação de amplos segmentos sociais na gestão do Estado. O simpósio tem como público principal estudantes de Geografia, Ciências Sociais, História, Relações Internacionais, Direito, Turismo;pesquisadores e professores de todos os níveis de ensino, além de políticos. As inscrições estão abertas no site do simpósio. Mais informações, acesse: http://geosimposio.wordpress.com http://www3.uea.edu.br/noticia.php?notId=26206


Editoria: Blog Flagr@nte Assunto: 7° Encontro de Jornalismo e Ciência no Martha Falcão

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7° Encontro de Jornalismo e Ciência no Martha Falcão terça-feira, 30 de abril de 2013

12º Congresso de Ciências da Comunicação na Região Norte (Intercom Norte) 2013 terá um momento destinado à interação entre jornalistas e cientistas. No dia 2 de maio, das 8h30 às 12h, no auditório Nelson Falcão da Faculdade Martha Falcão (avenida Mário Ypiranga, Adrianópolis, zona centro-sul), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) promove o 7º Encontro de Jornalismo e Ciência. As inscrições para a mesa-redonda são gratuitas e podem ser feitas pelo sitewww.fapeam.am.gov.br. O encontro, intitulado “A Ciência da Telinha: A Cobertura Telejornalística da Pauta de CT&I e Uso Sustentável dos Mananciais Amazônicos”, será mediado pela diretora de jornalismo da TV Em Tempo, jornalista Marcela Rosa. Com o intuito de fortalecer a cultura da divulgação da ciência, tecnologia e inovação no Amazonas, o evento virou tradição entre os comunicadores e pesquisadores por abordar temáticas voltadas à difusão da ciência e facilitar a integração entre os profissionais. A sétima edição traz convidados como a doutora na área de Gestão Educação e Difusão em Biociências pela Universidade Federal do Rio de Janeiro(UFRJ), Luíza Medeiros Massarani; a pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e também doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Química da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Maria do Socorro Rocha; e o mestre em Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), professor da Faculdade La Salle e titular da Secretaria de Estado de Mineração Geodiversidade e Recursos Hídricos (Semgrh), Daniel Nava. Outras informações sobre o encontro podem ser obtidas por meio do e-mail decon@fapeam.am.gov.br ou dos telefones (92) 3878-4011/40-52. http://www.portalflagranteam.com.br/2013/04/7-encontro-de-jornalismo-e-ciencia-no.html


Editoria: Pag: Site – Ciência em Pauta Assunto: Rosa Helena Dias, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam)

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Data: 30/04/2013

Rosa Helena Dias, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) CIÊNCIAEMPAUTA, POR MIRINÉIA NASCIMENTO

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Postado em 30/04/2013

Rosa Helena Dias da Silva é pedagoga pela Universidade Metodista de Piracicaba e doutora em Educação pela Universidade de São Paulo (USP). No Brasil é muito recente a política de uma escola indígena com um quadro de docentes composto pelos próprios indígenas. Em 1996, pela primeira vez na história, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBN) tratou sobre o direito dos índios em terem sua própria escola que ficasse nas mãos deles próprios. Diante desse cenário, as secretarias de educação de todos os estados brasileiros se responsabilizaram em oferecer um curso de ensino médio chamado Magistério Indígena. Em 2005, o Ministério da Educação e Cultura (MEC ) lançou o Edital do Programa de Apoio à Formação Superior e Licenciaturas Indígenas (Prolind), tomando para si a responsabilidade de iniciar uma política de educação para os índios. Para comentar mais sobre este assunto, o portal CIÊNCIAemPAUTAentrevistou a professora doutora Rosa Helena Dias da Silva, coordenadora do curso de Licenciatura para Formação de Professores Indígenas da Universidade Federal do Amazonas (Ufam ). A pesquisadora atua na área de Educação, com ênfase em Educação Escolar Indígena e movimento de professores indígenas. CIÊNCIAemPAUTA: Por que a Ufam criou o curso de licenciatura indígena? Rosa Helena: A Universidade já vinha trabalhando com os indígenas da etnia Mura enquanto pesquisadores. Inclusive a primeira pesquisa jovem cientista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam ) foi com o grupo Mura e com os coordenadores deste curso. Esses índios, ao se formarem no Magistério Indígena – curso Mura Peara, solicitaram que a Ufam os ajudassem a construir um curso superior, uma vez que a formação no Magistério Indígena só permitia que eles lecionassem para alunos de 1ª a 4ª série do ensino fundamental. Eles queriam dar


continuidade à sua formação e com isso construírem uma escola indígena completa na aldeia. Esse anseio se cruzou com a trajetória do grupo de pesquisa “Formação do educador frente aos desafios amazônicos”, que desde 2002, vem desenvolvendo pesquisa e formação continuada junto aos professores Mura do município de Autazes-AM CIÊNCIAemPAUTA: Como as turmas são formadas? RH: Mesmo agora que a licenciatura indígena já é um curso regular da Ufam, um curso oficial da Faculdade de Educação, temos que esperar a formação das turmas da Secretaria de Estado de Educação do Amazonas (Seduc/AM). Em 2012, esse processo deu mais um salto ao passar a receber os recursos financeiros direto no orçamento das universidades, por meio da Secretaria de Ensino Superior (Sesu), evitando-se processos burocráticos como a elaboração de projetos, licitações, prestação de contas, liberação de verba, etc. CIÊNCIAemPAUTA: De que forma o curso é realizado? RH: O curso é feito da seguinte forma: os professores da Ufam deslocam-se aos municípios, lembrando que a Ufam disponibiliza o professor com a carga horária dele próprio, diferente de outros projetos onde os professores possuem ajuda de custo. O vestibular é simplificado no mesmo formato do vestibular de interiorização, aplicando-se uma prova de redação. No caso dos Mura, eles iam até Autazes, o MEC custeava a alimentação e a Secretaria Municipal de Autazes elaborava um calendário de forma a permitir que a escola parasse no período de realização do curso, no caso três meses. Trata-se de uma política ampla, articulada entre prefeituras, Ufam e MEC. Outras mudanças aconteceram e a partir de agora a Ufam recebe o dinheiro para custear a alimentação e hospedagem dos alunos, além de continuar disponibilizando os professores, ficando sob a responsabilidade das prefeituras fazer o deslocamento dos alunos no período do curso. CIÊNCIAemPAUTA: Quais os requisitos para participar do curso? RH: Dentre os requisitos descrito no edital, o aluno tem que ser professor em aldeias indígenas, ter concluído o curso de Magistério Indígena da Seduc e apresentar uma carta da aldeia reforçando o compromisso social do indígena. Vale ressaltar que esse último requisito foi indicado pelos próprios índios. CIÊNCIAemPAUTA: O que mudará com a criação do Centro de Formação de Professores Indígenas? RH: Recebemos do MEC uma verba de 1.5 milhão e conseguimos construir um Centro de Formação com o objetivo de fazermos uma política afirmativa. A partir do momento que a Ufam construiu este Centro ela passa a oportunizar ao aluno estar mais perto da própria universidade como qualquer outro, podendo circular nos laboratórios, nas bibliotecas e conviver com alunos de outras licenciaturas. Esse processo inicia no dia 1ª de maio, quando a prefeitura de Maués ficará responsável em trazer os alunos/professores da aldeia Sateré-Mawé até o porto de Manaus, onde estará um ônibus da Ufam esperando-os para levá-los ao Centro de Formação, localizado no KM 39 da BR 174, no Amazonas. CIÊNCIAemPAUTA: Que turmas estão em andamento? RH: A formatura da turma Mura acontecerá daqui há dois meses em Autazes. A turma Mundurukú, que acontece no município de Borba, já está na metade do curso. A turma Sateré-Mawé tem um ano e meio de curso. Em 2014, no lugar da turma Mura, está prevista a entrada dos indígenas de diversas etnias do Médio Solimões. CIÊNCIAemPAUTA, por Mirinéia Nascimento http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/04/rosa-helena-dias-da-universidade-federal-doamazonas-ufam/


Editoria: Pag: Site – Ciência em Pauta Assunto: Homens foram os mais acometidos por Aids no Amazonas de 2000 a 2010,

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Não Data: 30/04/2013

Homens foram os mais acometidos por Aids no Amazonas de 2000 a 2010, diz estudo Postado em 30/04/2013 Um estudo realizado na Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD ) indicou que os homens foram os mais acometidos por Aids e tuberculose no período de 2000 a 2010. O resultado foi obtido ao final do projeto de pesquisa intitulado ‘Análise histórica dos casos de dengue, Aids e tuberculose registrados na Fundação. O estudo foi realizado no período de 2011 a 2012 pelo acadêmico do curso de Medicina da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Marcos da Conceição de Castro. Ele informou que o objetivo foi analisar os aspectos epidemiológicos e clínicos de Aids e tuberculose entre os anos de 2000 a 2010, e de dengue no período de 1998 a 2010, registrados no Serviço de Vigilância Epidemiológica da FMT-HVD. “Os registros denotam que, com exceção da dengue, para os demais agravos houve um aumento das notificações com maior número de acometimentos na população masculina”, disse Castro. Diante dos resultados encontrados, o pesquisador alertou para a necessidade de intensificar as estratégias de prevenção e controle da Aids e da tuberculose, especialmente para homens. A pesquisa contou com financiamento do Governo do Estado, via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam ), por meio do Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic). NÚMERO DE CASOS Castro informou que após analisar os registros de atendimentos da FMT-HVD e dos casos de bancos de dados secundários, como os da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), foi realizada uma estratificação da frequência de casos por mês e ano, além de gênero, faixa etária, municípios e


evolução da doença. ”Foram achados 55.705 casos de dengue de 1998 a 2000, 2.908 diagnósticos de tuberculose e 4.324 registros de Aids de 2000 a 2010”, disse o pesquisador. Dos 55.705 casos de dengue, 40.786 foram no primeiro semestre do biênio 1998/1999. “A partir de então, houve um controle maior e estratégias preventivas bem traçadas”, salientou. Dos 2.908 diagnósticos de tuberculose, 1.784 eram de tuberculose pulmonar; 843 extrapulmonar e 281 pulmonar e extrapulmonar com 1.958 registros em homens da faixa etária entre 20 e 34 anos. No mesmo período – 2000 a 2010 – foram registrados 4.324 diagnósticos de Aids com 1.945 óbitos. Do total de diagnosticados, 3.851 são homens na faixa etária de 20 a 49 anos. Fonte: Fapeam http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/04/homens-foram-os-mais-acometidos-por-aids-etuberculose-no-amazonas-de-2000-a-2010-diz-estudo/


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UEA realiza 1º Congresso Internacional em Biomecânica e Ergonomia em maio Postado em 30/04/2013 A Escola de Artes e Turismo (Esat) da Universidade do Estado do Amazonas (UEA ) realiza o 1º Congresso Internacional de Biomecânica e Ergonomia no período de 30 de maio a 2 de junho deste ano. O evento conta com a parceria da Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam ) e Centro Universitário do Norte (Uninorte). As inscrições para o congresso seguem o próximo dia 10. A programação terá a participação de profissionais qualificados de várias partes do mundo e referências na área de Ergonomia e Biomecânica. Segundo os organizadores, o evento já conta com 150 pessoas inscritas. Além dos congressistas de Manaus, há participantes de outras localidades, entre elas Porto Alegre (RS), Santa Maria (RS), Florianópolis (SC), Curitiba (PR), Ouro Preto (MG), Uberlândia (MG), Aracaju (SE), Fortaleza (CE), Recife (PE) e Boa Vista (RR). O Bioergonomics recebeu quase 100 trabalhos científicos que serão apresentados nas sessões científicas em forma de banner e apresentação oral. Além disso, haverá a realização de minicursos e palestras. Conforme o coordenador do Congresso, professor Jansen Estrázulas, o evento está com boas expectativas e promete ser recorde de público. “Vamos realizar um evento de qualidade e com os melhores profissionais vindos de diferentes partes do mundo e do Brasil, que vão mostrar, em quatro dias, um universo pouco explorado no Amazonas”, informou. Para a primeira edição foram convidados professores dos Estados Unidos, Argentina, Canadá e, também, de outras regiões do Brasil. Professores locais também estão na programação. O encontro


será realizado no Uninorte, unidade 1, localizada na Avenida Joaquim Nabuco, Centro. Profissionais e estudantes de Medicina, Fisioterapia, Educação Física, Enfermagem, Segurança do Trabalho, Engenharias e profissionais em Ergonomia ainda podem fazer as inscrições online no site do evento. Fonte: UEA http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/04/uea-realiza-1o-congresso-internacional-embiomecanica-e-ergonomia-em-maio/


Pag: Site –Portal do Governo do Estado do Amazonas Editoria: Assunto: Fundação Alfredo da Matta realiza pesquisa para diagnóstico de casos

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Fundação Alfredo da Matta realiza pesquisa para diagnóstico de casos difíceis de hanseníase 18:11 - 30/04/2013 Detectar precocemente a hanseníase, através de métodos e ferramentas de alta sensibilidade, e aumentar a resolutividade dos casos de difícil diagnóstico da doença e daqueles em que o paciente apresente algum tipo de resistência medicamentosa são os objetivos de um projeto de pesquisa que começa a ser executado no próximo mês pela Fundação Alfredo da Matta (Fuam), órgão do Governo do Estado, que é referência no tratamento da doença. De acordo com o secretário de Saúde, Wilson Alecrim, o projeto foi aprovado no Programa Pesquisa para o Sistema Único de Saúde – Amazonas (PPSUSAM) e será realizada com o apoio da estrutura do Laboratório de Biologia Molecular, da própria Fuam. Com o título “Utilização de técnicas moleculares para suporte ao diagnóstico de casos difíceis de hanseníase, monitoramento de contatos e discriminação entre recidivas e reação e detecção de mutações associadas à resistência medicamentosa”, o projeto de pesquisa foi aprovado em fevereiro deste ano, na Chamada Pública nº 002/2012 lançada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Secretaria de Saúde do Estado do Amazonas (Susam). O projeto será


executado pelo período de dois anos, com um orçamento de R$ 300 mil. Uma das grandes dificuldades para eliminação dos casos de hanseníase é o diagnóstico clínico precoce da doença, o que permite o início rápido do tratamento e, consequentemente, diminui as chances de maiores danos, como as incapacidades e deformidades. As reações medicamentosas também são um desafio e podem prejudicar o tratamento. De 20% a 50% dos pacientes apresentam algum tipo de reação, normalmente no início do tratamento, à poliquimioterapia (tratamento a base de múltiplas drogas). Com o projeto, os pesquisadores esperam reduzir estas dificuldades, além de obter dados estratégicos para a implantação desta metodologia na Fuam. A técnica – Coordenado pela diretora de Ensino e Pesquisa da Fuam, médica Carolina Talhari Cortez, juntamente com pesquisadores do Núcleo de Pesquisa em Hanseníase da Fundação, o estudo visa implantar na rotina ambulatorial da instituição a chamada “reação de polimerase em cadeia quantitativa” (qPCR). A técnica é utilizada em laboratório de biologia molecular, para pesquisas médicas e biológicas, e permite tarefas como o sequenciamento de genes e diagnósticos mais eficazes. Os pesquisadores acreditam que a técnica seja fundamental, pois permite diagnósticos rápidos e precisos, atendendo a necessidade de confirmação de casos de difícil diagnóstico da hanseníase, como a forma paucibacilar da doença. Por outro lado, também permite maior segurança no monitoramento dos pacientes e de seus contatos, ou seja, familiares ou pessoas que mantém contato diário e prolongado com um paciente de portador da doença. Outra vantagem é que com o qPCR é possível realizar pesquisa e sequenciamento de DNA do Mycobacterium leprae (bacilo responsável pela hanseníase), permitindo a identificação de mutações associadas à resistência medicamentosa que alguns pacientes de hanseníase possam apresentar ao longo do tratamento. http://www.amazonas.am.gov.br/2013/04/fundacao-alfredo-da-matta-realiza-pesquisa-paradiagnostico-de-casos-dificeis-de-hanseniase/


Site – dialog Assunto: Uninorte entra em contagem regressiva para o Intercom Norte Veículo:

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Uninorte entra em contagem regressiva para o Intercom Norte 30.04.2013 Depois de trabalho árduo e muita ansiedade, chegou o dia tão esperado! Nesta quarta-feira (01.05), começará o Intercom Norte, que se estenderá pelos dias 2 e 3 de maio, na Faculdade Martha Falcão. A programação prevê palestras, minicursos, a presença garantida e, é claro, a caprichada do Uninorte. No primeiro dia do evento, de 8 as 12h e de 14 as 18h, acontecerá o credenciamento para os inscritos e também o primeiro painel, que terá na mesa o coordenador do Curso de Comunicação Social do Uninorte, Gustavo Soranz, junto com outros profissionais renomados participando, abordando o tema ‘Século XXI: Comunicação e Diálogo com as práticas de um mundo em transformação’. De 13h às 17h iniciará os minicuros e oficinas. A primeira mesa abordará o tema “Jovem e consumo midiático: resultados iniciais de pesquisa no Norte do Brasil” com participação de palestrantes e especialistas de várias áreas do Brasil. Já no segundo dia, ocorrerá o “Encontro Fapeam de Jornalismo e Ciência” às 9h. No início da tarde, às 14h acontecerá “Divisões Temáticas, Expocom, Intercom Jr.” onde o Uninorte conta com 17 trabalhos aprovados nas categorias de Jornalismo, Cinema e Audivisual e Publicidade e Propaganda.


Confira:aqui. Além da continuação dos Minicursos e Oficinas em seus respectivos horários, a segunda mesa redonda trará o tema: “Comunicação em redes de afetos e emoções” com os participantes Regina Lima (UFPA), Maria Cristina Gobbi (Unesp) e como Mediadora Edna Melo (UFT). Na manhã do último dia de evento, as Mesas 3 e 4 discutem respectivamente os temas “50 anos de Comunicação e o cenário da pós-graduação na Região Norte” e “Século XXI e o Ensino de Comunicação: caminhos e perspectivas “. A finalização dos Minicursos e das apresentações de projetos na ““Divisões Temáticas, Expocom, Intercom Jr.” também se encontram nesse dia. O encerramento também contará com a “Palestra Globo Universidade” com o palestrante supervisor executivo de Mídias Sociais da Rede Globo, Carlos Alberto Ferreira que fará um bate-papo sobre as Mídias Sociais (“Globo nas Redes Sociais”). Confira mais sobre essa programação: Aqui Então tá confirmado, esperamos você nesses três dias torcendo pelo Uninorte na Faculdade Martha Falcão. Não perca! Texto: Isabelle Marques Foto: Arte Dialog http://dialog.blog.br/index.php/2013/04/uninorte-entra-em-contagem-regressiva-para-o-intercomnorte/


Editoria: Site – Jornal da Ciência Assunto: Cientistas criam 'pele inteligente' que sente pressão

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Cientistas criam 'pele inteligente' que sente pressão Sensores seriam capazes de sentir pressão como a ponta dos dedos Uma equipe de cientistas dos Estados Unidos e da China criou um dispositivo semelhante a uma película que pode sentir pressão da mesma forma que a ponta de um dedo e que pode acelerar o desenvolvimento de uma pele artificial mais parecida com a humana. Os pesquisadores construíram uma série de 8 mil transístores usando feixes de nanofios de óxido de zinco. Cada um dos transístores pode, de forma independente, produzir um sinal eletrônico quando submetido à pressão mecânica. Os transístores sensíveis ao toque, chamados de taxels, têm uma sensibilidade comparável à da ponta de um dedo humano. "Qualquer movimento, como o movimento dos braços ou dos dedos de um robô, pode ser traduzido para sinais de controle", afirmou Zhong Lin Wang, professor no Instituto de Tecnologia do Estado americano da Geórgia, a Georgia Tech. "Isto pode tornar a película mais inteligente e mais parecida com a pele humana. Vai permitir que a película sinta a atividade em sua superfície", acrescentou. Fenômeno diferente Cientistas têm tentado imitar o tato humano medindo mudanças na resistência provocadas por toque mecânico. Os dispositivos desenvolvidos pelos pesquisadores na Georgia Tech se baseiam em um fenômeno físico diferente, minúsculas mudanças na polarização quando materiais chamados piezoelétricos como o óxido de zinco são mudados de lugar ou colocados


sob pressão. A piezoeletricidade está relacionada essencialmente à corrente acumulada em certos materiais sólidos em resposta a estresse mecânico aplicado nestes materiais. A técnica só funciona em materiais que têm propriedades piezoelétricas e semicondutoras. Estas propriedades são observadas em nanofios e em certas películas finas. "Esta é, fundamentalmente, uma nova tecnologia que nos permite controlar os dispositivos eletrônicos diretamente usando agitação mecânica", afirmou Wang. "Isto pode ser usado em uma grande variedade de áreas, incluindo robótica, interface entre humanos e computadores e outras áreas que envolvem deformação mecânica", acrescentou. A pesquisa foi publicada na revista especializada Science. (BBC Brasil.Com)

http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=86873


Editoria: Pag: Site – Jornal da Ciência Assunto: Centro de Estudos Estratégicos ouve pesquisador do INPE sobre clima

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Centro de Estudos Estratégicos ouve pesquisador do INPE sobre clima Pesquisador do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos, Caio Augusto dos Santos Coelho participa hoje de reunião de trabalho na Câmara dos Deputados O Centro de Estudos e Debates Estratégicos promove hoje reunião de trabalho com o pesquisador do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) Caio Augusto dos Santos Coelho. A reunião faz parte dos preparativos para a comissão geral sobre a seca, que será realizada em 8 de maio no Plenário Ulysses Guimarães. O debate, que será realizada às 15 horas na sala de reuniões da Mesa Diretora da Câmara, é público e aberto aos interessados. O pesquisador Caio Coelho é especialista em monitoramento de desastres naturais, é graduado em Meteorologia pela Universidade de São Paulo (USP), mestre em Meteorologia também pela USP e doutor neste mesmo campo científico pela University of Reading da Inglaterra. (Agência Câmara Notícias)

http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=86863


Editoria: Pag: Site – Jornal da Ciência Assunto: Governo vai enviar nova proposta para royalties na educação, diz Dilma

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Governo vai enviar nova proposta para royalties na educação, diz Dilma Na semana passada, Congresso decidiu paralisar tramitação da MP 595. 'Somos teimosos, somos insistentes', disse Dilma em Mato Grosso do Sul. A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (29), em Campo Grande, que o governo deve enviar para o Congresso uma nova proposta para destinar à educação recursos obtidos com os royalites pagos ao governo pela extração de petróleo. Na semana passada, parlamentares decidiram suspender no Congresso tramitação da medida provisória enviada pelo Executivo em dezembro que aplica os royalties na área, já que ela perderia a validade no dia 12 de maio. "Nós, nessa questão da educação, somos teimosos, nós somos insistentes. E nós vamos enviar uma nova proposta para uso dos recursos, royalites e participações especiais, e o recurso do pré-sal para chegar exclusivamente na educação [...] Nós iremos insistir, teimar, o Brasil tem que destinar essa grande riqueza para ser gasta em educação", afirmou a presidente. A MP 595/2012, enviada em dezembro, destina para a educação 100% dos royalties recolhidos da produção de petróleo em contratos de concessão (em geral, incidente sobre áreas fora da camada pré-sal), além de 50% dos rendimentos do Fundo Social, uma espécie de poupança formada por recursos que a União recebe na produção do petróleo da camada pré-sal. Procurados pelo G1, o Ministério da Educação e a Casa Civil da Presidência não souberam detalhar se a "nova proposta" mencionada por Dilma contemplaria recursos adicionais para a educação ou apenas reeditaria o teor da medida provisória já enviada ao Congresso. No Congresso, a comissão que analisa a MP decidiu suspender o andamento da proposta para


aguardar decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre uma medida cautelar (decisão provisória), concedida pela ministra Cármén Lúcia, que suspendeu os efeitos da lei promulgada em março sobre a redistribuição dos royalties. A presidente enfatizou em seu discurso que, além de vontade política, a educação no Brasil precisa de recursos. "O Brasil precisa de duas coisas para melhorar a educação: vontade de todos nós, vontade política do governo, paixão das famílias, mas precisa também de recursos", concluiu Dilma. (G1)

http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=86860


Editoria: Pag: Site – Jornal da Ciência Assunto: Pelo menos 4 mil estudantes participaram da Reunião Especial da SBPC em

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Pelo menos 4 mil estudantes participaram da Reunião Especial da SBPC em Alcântara Encontro levou conhecimento, promoveu a atualização educacional e serviu para despertar vocações científicas em crianças da região Cerca de quatro mil crianças e mais de 100 professores do ensino fundamental, além de dezenas agentes comunitários de saúde, participaram das atividades da Reunião Especial da SBPC em Alcântara, realizada na semana passada. De segunda a sexta-feira, eles puderam assistir às aulas e palestras, sobre diversos temas científicos, educacionais e de saúde, ministradas por professores e alunos de doutorado e pós-doutorado de várias universidades federais e outras instituições de ensino. Também tiveram acesso a microscópios, telescópios e a um planetário digital móvel. As ações foram realizadas em escolas municipais nos polos educacionais de Marudá, Oitiua, Raimundo Su e Arehengaua, todos no interior de Alcântara. Na avaliação da presidente da SBPC, Helena Nader, a reunião foi um sucesso. "Foi uma reunião de parceria", disse. "Tivemos muitos parceiros e juntos realizamos um evento, que atingiu os alunos, professores e agentes de saúde e a comunidade como um todo. Pudemos vivenciar de fato a Alcântara dos diferentes povos, das diversidades e das diferentes condições sociais. Acho que isso foi muito importante." Helena também ressaltou a boa acolhida que a SBPC recebeu no município. "Fomos muito bem recebidos e, mais ainda, homenageados com uma festa das comunidades tradicionais, dando um show para nós com suas manifestações culturais", declarou. "Foi uma das melhores reuniões da SBPC, se não a melhor, de que tive o privilégio de participar." O evento também serviu para mostrar que de fato uma escola é o reflexo de seu diretor. A


presidente da SBPC diz que pôde ver muitas demonstrações disso em Alcântara. "Aqui eu vi diretor e vice diretor carregando balde de água para limpar banheiros e uma diretora que providencia merenda, lava banheiro e ainda organiza a biblioteca", contou. "Vi um Brasil que precisa cada vez mais da SBPC. Deveríamos nos envolver cada vez mais nesse novo foco para a divulgação científica, que são os locais aonde nada chega, à exceção da televisão." Para a secretária geral da SBPC, Rute Maria Gonçalves de Andrade, a reunião também foi muito positiva. "Conseguimos chegar nos polos, receber as crianças e contar com a mobilização dos professores e da prefeitura", disse. "Conseguimos também, apesar de estar havendo a campanha de vacinação, a participação dos agentes de saúde nos cursos que foram oferecidos a eles. Tivemos um retorno extremamente positivo da parte deles, que solicitaram que esse tipo atualização e interação com profissionais da saúde aconteça outras vezes."Não foram apenas os habitantes do município que se beneficiaram do evento. Para Rute, todas as pessoas que participaram, os professores e os estudantes de pós-graduação que deram as oficinas, saíram de Alcântara levando uma lição de vida, que é a realidade do Brasil. A secretária geral da SBPC lembrou que todos têm seus cursos na faculdade, atuam nas suas instituições, mas precisam levar isso que aprendem, financiado com público, para fora de seus muros. "Acredito que essa lição de vida de como é o Brasil realmente, quais são os seus poblemas, foi um ganho para todo mundo que participou", afirmou. "Para a população de Alcântara, por sua vez, é um despertar para que ela possa ver que existe coisas que pode aprender, pode fazer, que existem oportunidades aí fora que ela não está tendo conhecimento. Para a SBPC, é mais um tipo de atividade de divulgação científica, de extrema importância, que é levar realmente a ciência para a população diretamente, sem intermediário." O conhecimento e a atualização científica e educacional não foram os únicos legados da Reunião Especial da SBPC em Alcântara. O evento também serviu para despertar ou reforçar vocações científicas. Foi o caso de Gilciléia Pereira Ribeiro, de 15 anos, aluna do 9º ano da Escola Municipal D. Pedro II, do povoado de Arenhengaua, a cerca de 45 quilômetros da cidade de Alcântara. Ela saiu encantada das aulas e palestras de que participou, que serviram para firmar sua convicção sobre o que ela quer ser no futuro: cientista. "Sempre pensei nisso, mas agora, depois de ver o que vi aqui, não tenho mais dúvidas, vou ser pesquisadora", garantiu. "Só não sei ainda de que área, mas provavelmente será na de Química." (Evanildo da Silveira, de Alcântara)

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Editoria: Pag: Site – Confap Assunto: Porto Alegre sedia 6º encontro preparatório do Fórum Mundial de Ciência

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Porto Alegre sedia 6º encontro preparatório do Fórum Mundial de Ciência O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em conjunto com a Secretaria da Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico (SCIT) do Rio Grande do Sul, a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), está organizando o 6º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013. Com o tema “Clima, saúde e alimentos: Desafios da ciência na América do Sul”, o evento ocorre nos dias 13 e 14 de maio, em Porto Alegre, na sala 2 do salão de Atos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Os debates terão como foco o papel da ciência, tecnologia e inovação nas questões relacionadas ao clima e ao manejo sustentável dos biomas, as contribuições científicas e tecnológicas sobre a questão e sua relação com a perspectiva do desenvolvimento sustentável. A programação contempla palestras com representantes de universidades, instituições de pesquisa e órgãos governamentais que atuam na área de ciência, inovação e tecnologia, clima, produção agrícola, saúde, educação, dentre outras. Temas como mudanças climáticas e inovação para a produção de grãos; neurociência, novas tecnologias e seus limites; e desafios na cooperação da América Latina fazem parte das discussões. Para acessar a programação, clique aqui. O encontro de Porto Alegre é o penúltimo antes da realização do fórum internacional. Nos dias 15 e 16 de abri, Recife recebeu o 5º Encontro Preparatório. O último será realizado em Brasília, no mês de junho, em data a ser definida.


O Fórum Mundial de Ciência será realizado nos dias 25 e 26 de novembro, no Rio de Janeiro. Esta é a primeira vez que um país fora da Europa irá sediar o encontro, que tradicionalmente acontece em Budapeste. Histórico O MCTI, em colaboração com as principais instituições científicas e tecnológicas brasileiras e governos da América Latina e Caribe, iniciou em 2009 um conjunto de ações com vistas à elaboração de uma estratégia regional do setor de CT&I para as próximas décadas. O principal resultado foi a formalização de uma Declaração Regional sobre o tema, cujo eixo principal é o estabelecimento de um plano estratégico regional orientado à resolução de problemas comuns que afetam esses países e à necessidade de introdução da temática da inclusão social nas políticas nacionais de CT&I. Essa iniciativa resultou na indicação da cidade do Rio de Janeiro para sediar a edição 2013 do Fórum Mundial de Ciência, que terá como tema central “Ciência para o desenvolvimento global”. Ao final de 2011, com a participação de um conjunto de agentes que compõem o sistema nacional de CT&I, foi criada a Comissão Executiva Nacional do Fórum Mundial de Ciência 2013, formada por representantes de 12 entidades do setor, que tem como missão a preparação, programação temática e coordenação institucional do Fórum Mundial a ser realizado em novembro de 2013. São elas: MCTI, Ministério das Relações Exteriores (MRE), Ministério da Educação – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC), Conselho Nacional Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCTI), Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE/MCTI), Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Conselho Nacional de Secretários para Assuntos Estaduais de CT&I (Consecti), Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap), Academia Brasileira de Ciências (ABC) e escritório da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil. Pela importância do Fórum Mundial de Ciência, as entidades decidiram realizar sete encontros preparatórios ao evento internacional em diferentes capitais brasileiras. Durante os eventos, ocorre o debate de temas relacionados aos principais desafios da ciência no século XXI, no contexto nacional e internacional. Quatro temas transversais são comuns a todos os encontros: “Educação em ciência”; “Difusão e acesso ao conhecimento e interesse social”; “Ética na ciência”; e “Ciência para o desenvolvimento sustentável e inclusivo”. Fonte: Ascom do MCTI, com informações da Ascom da SCIT

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Editoria: Site – Confap Assunto: [Intercom Norte 2013] O universo dos blogs acadêmicos

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29 abril 2013 [Intercom Norte 2013] O universo dos blogs acadêmicos Esta semana, entre os dias 1 a 3 de maio, ocorre o Intercom Norte 2013, a edição regional de um dos principais congressos de comunicação do país. Com o tema “Comunicação em tempo de redes sociais: afeto, emoções e subjetividade”, o evento é sediado este ano em Manaus, na Faculdade Martha Falcão, e deve reunir centenas de alunos de comunicação da região Norte. Dentro da programação oferecida pelo Intercom, um dos destaques é o Expocom (Exposição da Pesquisa Experimental em Comunicação), no qual os alunos têm a oportunidade de apresentar trabalhos desenvolvidos em sala de aula no ano anterior. Este ano, a Universidade Federal do Amazonas (UFAM) possui 32 competidores inscritos em diversas categorias. Para te deixar por dentro de alguns dos trabalhos mais interessantes que passarão pelo congresso, o Blog PETCOM começa nessa segunda-feira o nosso Especial Intercom Norte 2013, mostrando o que você não pode deixar de ver no evento. A universidade em bytes O tema do congresso já abre um campo de discussão amplo, especialmente quando lembramos que, por mais repetida que seja essa afirmação, vivemos em um mundo cada vez mais ligado à dimensão virtual. Nesse universo digital, a academia também encontra lugar para respirar, através de redes sociais onde pesquisadores, alunos e curiosos em geral podem traçar reflexões e interagir uns com os outros a fim de enriquecer discussões. Basta saber usar as ferramentas comunicacionais que a


internet oferece: Twitter, Facebook, fóruns e comunidades virtuais, e, claro, os blogs. É nesse sentido que surgem os blogs acadêmicos, espaços que se baseiam na experimentação dessa ferramenta como um instrumento com fins educacionais. Assim, é possível valer-se de atributos potencializados pelos blogs, como a capacidade de interação e colaboração, a multimidialidade e a hipertextualidade. Uma pesquisa que poderia ser considerada concluída apenas para seu autor se torna constantemente em processo com a colaboração de outras pessoas. Tomemos por exemplo o caso do professor Tarcízio Silva, mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela linha de Cibercultura pela Universidade Federal da Bahia. Ele mantém um blog em seu nome, no qual busca tecer reflexões sobre vários temas, desde pesquisa e mídias sociais a cibercultura, marketing e interações sociais ("e outras coisas divertidas", como o mesmo descreve). Em uma de suas postagens, o próprio Tarcízio comenta que não só blogs, mas também redes sociais, são ferramentas imprescindíveis para divulgação científica e discussão, transpondo o espaço físico da universidade. O professor faz uma lista rica de sugestões de pesquisadores e veículos constantemente atualizados, e que desempenham esse papel acadêmico na blogosfera. Um desses casos de experimentação na academia é o nosso pr��prio Blog PETCOM, produzido por alunos de Relações Públicas e Jornalismo, e que se propõe a ser um espaço de comunicação colaborativa. A fim de discutir seu papel como blog acadêmico, o PETCOM marca presença no Intercom nessa sexta-feira (3/5), a partir das 11h, ao lado de outros blogs como Os Apocalípticos, da Universidade Federal do Pará. É uma boa oportunidade pra conferir um pouco mais sobre o papel dessas ferramentas de comunicação digital na universidade. Quer saber um pouco mais sobre as experiências de blogs acadêmicos? Confira alguns links: • A ferramenta blog no processo de produção científica: uma experiência positiva, de Ana Lúcia de Medeiros Batista e Antônio Marcos Nogueira da Costa (Universidade de Brasília); • To blog or not to blog, projeto de Maria Rosa Ravelli Abreu, Raquel Moraes e outros professores da Universidade de Brasília; • O papel dos blogs acadêmicos, reflexão de Carlos Nepomuceno. Por Gabriel Oliveira http://www.petcomufam.com.br/2013/04/especial-intercom-norte-2013-o-universo.html


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Após vista ao Inpa, embaixador da Itália fala em potencial para futuras parcerias 2013-04-30 - 21:32:19 A visita ocorreu na tarde desta terça-feira (30), no Bosque da Ciência do Instituto Da redação da Ascom O embaixador da Itália no Brasil, Rafael Trombetta, afirmou que é possível parcerias futuras entre o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) com instituições Italianas. A declaração foi feita após a visita ao Bosque da Ciência na tarde desta terça-feira (30). “A impressão é excelente sobre todos os pontos de vista. As atividades desenvolvidas no Inpa são importantes não apenas para o Amazonas, mas para o Brasil e todos os países. As pesquisas interessam a todos. Há um potencial para as parcerias, que espero que ocorram. Primeiramente quis conhecer o Inpa, aprender como funcionam as atividades. Esse é o primeiro motivo da visita e para ver da possibilidade de cooperação com os Institutos de pesquisas Italianos”, disse. Antes de visitar o Inpa o embaixador conversou com autoridades estaduais e do município. De acordo com o coordenador de extensão do Inpa, Carlos Bueno, visitas como essa são importantes para fortalecer relações para possíveis parcerias. “Nós temos uma parceria com a Itália na questão do empreendedorismo. O Inpa tem um conjunto e resultados que podem ser transformados em


parcerias entre Brasil e Itália”, afirmou. Em fevereiro o Inpa e a comitiva italiana do Pólo Tecnológico de Navacchio iniciaram o processo de cooperação em um reunião que promoveu intercâmbio entre as empresas incubadas do Inpa com as empresas de Navacchio. Foto da chamada: Eduardo Gomes http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=2761


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Copo descartável: item ganha status de ‘vilão’ da sustentabilidade em Manaus Manaus produz mais de 8 milhões de copos diariamente, mas não há mercado de reciclagem ou incineradores no Estado. Izinha Toscano - jornalismo@portalamazonia.com MANAUS - Mensalmente, cada um dos mais de 1,8 milhão de moradores de Manaus produz cerca de 45 quilos de resíduos sólidos. Deste total, 54% é reciclável, de acordo com o último levantamento da composição do lixo domiciliar, realizado pela Secretaria Municipal de Limpeza e Serviços Públicos (Semulsp) em 2006. No entanto, menos de 1% desse montante tem como fim as sete associações e três cooperativas que fazem a triagem dos produtos recicláveis na cidade. Entre os materiais que lotam o aterro sanitário da capital está um item aparentemente inofensivo: o copo descartável. Apenas uma empresa fabrica copos descartáveis em Manaus. Sozinha, ela é responsável por uma produção de 8 milhões de unidades diárias. De acordo com o coordenador de qualidade da empresa, Marcos Antônio, o montante representa 11 toneladas de copos. O volume ajuda a “engordar” as estatísticas da Prefeitura da capital, que estima que 29,3% do lixo é composto por materiais plásticos. No primeiro levantamento, feito em 1984, o material representava apenas 2,8% da composição. Para a gerente da Comissão Especial de Divulgação e Orientação da Política de Limpeza


Pública (Cedolp) da Semulsp, Elisa Muller, os copos descartáveis são um dos “grandes vilões” da sociedade sustentável. Compostos 50% de poliestireno, matéria-prima extrativa e não sustentável, e por aditivos que dão cor e maleabilidade, os materiais ficam no ambiente por mais de 100 anos. Assim, o acúmulo deste material de difícil decomposição tornou-se um grave problema ambiental. “Em Manaus, não há mercado de reciclagem deste produto. Ao mesmo tempo que são utilizados em qualquer ambiente, os catadores e empresas não trabalham com o material”, destacou Elisa. Isso acontece porque as cooperativas dão preferência para outros tipos de plástico, como polietileno tereftalato (PET), usado na fabricação de garrafas; polietileno de alta densidade (PEAD), encontrado em sacolas; e polipropileno (PP), comum em embalagens industriais. As cooperativas revenderiam o quilo do copo reciclado ao valor de R$ 0,10 e seriam necessários tanques de lavagem para o processo. “Para fazer a triagem dos copos, os catadores precisam lavar e secar cada um deles, já que muitas vezes há contaminação com lixo orgânico. A empresas de reciclagem só aceitam se os copos estiverem limpos”, explicou a gerente do Cedolp. “Além do empecilho, a participação do poliestireno reciclado na obtenção de copos novos é mínima”, completou. Elisa apontou ainda a responsabilidade das empresas em dar destinação correta para o resíduo. As alternativas são incinerar ou reciclar o material. O que não é reciclado é levado para o único aterro sanitário da cidade, no quilômetro 19 da rodovia AM-010, local de destinação de resíduos de Manaus, desde 1986. Os materiais que chegam ao aterro são variados e juntam-se às toneladas de papel, borracha, lixo orgânico, metais, madeira e vidro que poderiam ser reciclados, mas que acabam tratados igualmente como lixo domiciliar por não chegarem aos oito Pontos de Entrega Voluntária da capital. De acordo com o Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas (Ipaam), quando não são destinados a empresas de reciclagem, por via de regra, os resíduos gerados em Manaus são inseridos na coleta domiciliar como resíduos sólidos urbanos e levados ao aterro municipal. O Ipaam afirma que apenas um incinerador é licenciado pelo órgão e para ele são destinados os resíduos Classe II do Polo Industrial de Manaus. Reciclagem e incineração Na capital amazonense, apenas uma empresa faz a reciclagem de copos descartáveis. Em 2012, 205 toneladas do item plásticos foram reciclados na Coplast. Este ano, a quantidade no primeiro trimestre chega a 49 mil kg. Após separação, os recipientes são moídos e misturados ao poliestireno de alto impacto, para ser transformação em grânulos plásticos por extrusão. O produto final é vendido a empresas do sul do País, para fabricação de salto de sapatos. Estima-se que, no processo, há perda de 35% do material por conta de contaminação com outras substâncias, incluindo lixo orgânico. A outra alternativa à reciclagem é a incineração. No entanto, o proprietário da empresa Manaus Limpa, Hanover Leite, acredita que o processo não é utilizado é por seu custo. “As empresas acham que a incineração é um processo muito caro”, relatou. O preço do procedimento chega a R$5 por quilo. Do universo de 100 empresas atendidas pela Manaus Limpa, cerca de 10 enviam copos plásticos. A incineração reduz o material que é incinerado a 2%. Após processadas, as cinzas são transformadas em aditivo para asfalto. A saída apontada pelo proprietário é levar o material para o aterro municipal. Para evitar poluição do ar, são utilizados filtros especiais que impedem a emissão de gases tóxicos. A qualidade da fumaça é medida diariamente e um laudo de análise é enviado ao Ipaam trimestralmente.


Alternativas Para reduzir danos ao meio ambiente, empresas tem tomado medidas que diminuem o consumo de copos descartáveis. Entre as ações estão a ‘adoção’ de canecas para funcionários e utilização do chamado Ecopo na substituição do utensílio essencial. O item é feito de 87% de celulose de fibras provenientes de madeira de reflorestamento e 13% de polietileno biodegradável, que impermeabiliza o recipiente por dentro. O Ecopo é uma espécie de envelope com nove centímetros de altura. Sua capacidade, 65 mililitros, evita o desperdício de água. Além de diminuírem consideravelmente a quantidade de lixo produzida e de ocuparem menos espaço para armazenamento e transporte, o Ecopo pode ser utilizado até 30 vezes. A alternativa custa R$ 0,016 enquanto o tradicional copo de plástico custa R$ 0,018, o copo de papel leva apenas 3 meses até a decomposição total. A economia financeira parece pequena, mas em larga escala, representa uma diminuição nos gastos. Com a utilização de canecas para funcionários, a economia para o canal televisivo Amazon Sat foi de 96,8%. Dos 150 mil copos que eram usados por ano, hoje são apenas 4,8 mil. O gasto anual passou de R$ 2.820 para R$ 90. Os copos descartáveis, hoje, são utilizados apenas por visitantes. “Com a aquisição do Ecopo, vamos reduzir para zero”, afirmou o gestor do Núcleo Socioambiental do canal, Menderson Coelho. O gestor acredita que a falta de mercado de reciclagem de copos plásticos é um problema para a cidade. “Para recolher o material a empresa que recicla cobra R$ 7 por quilo e ainda temos que entregar os copos limpos”, contou. O investimento em canecas e copos de papel vai além da economia financeira, ressaltou Coelho. “Adotamos as medidas porque somos sustentáveis e promovemos a conservação ambiental”, justificou. Na loja Ferragens Brito, de Parintins, o gasto com copos plásticos caiu 70%. A empresa já utiliza o Ecopo há 2 anos e estima ter economizado mais de R$ 1 mil no período. “A preservação do meio ambiente foi essencial na decisão, já que os copos são biodegradáveis e reutilizáveis”, defendeu o proprietário da loja, Alírio Bentes Filho. Pontos de Entrega Voluntária em Manaus PEV Praça de Alimentação do D. Pedro Av. Pedro Texeira, s/nº, Conj. D. Pedro Em funcionamento diário das 8h as 17h, de segunda-feira a sábado PEV Lagoa do Japiim Av. General Rodrigo Otávio, s/nº, Japiim, próximo a administração do parque Lagoa do Japiim Em funcionamento diário das 8h as 17h, de segunda-feira a sábado PEV Parque dos Bilhares Av. Constantino Nery, s/nº, Chapada. Segunda etapa do Parque Ponte dos Bilhares Em funcionamento de segunda-feira à sexta-feira das 8h as 17h e nos sábados até o meio dia PEV Parque do Mindú Rua Perimetral, s/nº, Parque Dez. Em funcionamento de segunda-feira à sexta-feira das 8h as 17 horas PEV Cidade Nova Av. Noel Nutels, próximo ao centro de obras da Prefeitura, Cidade Nova Em funcionamento de segunda-feira à sexta-feira das 8h as 17 horas


PEV do Fórum Henock Reis Av. Paraíba, s/nº, São Francisco Em funcionamento de segunda-feira à sexta-feira das 8h as 17 horas PEV São Sebastião Comunidade São Sebastião, atrás do Fórum (data para inauguração em aberto) Em funcionamento de segunda-feira à sexta-feira das 8h as 17 horas PEV Supermercado Makro Av. Lourenço da Silva Braga, nº. 1640, Centro Posto Inativo http://www.portalamazonia.com.br/editoria/meio-ambiente/copo-descartavel-item-ganha-status-devilao-da-sustentabilidade-em-manaus/


Site – Consecti Assunto: Tecnologia na nuvem promove inclusão digital Veículo:

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Tecnologia na nuvem promove inclusão digital A popularidade de aplicativos de uso pessoal e as novas ofertas de fornecedoras especializadas estão colocando as pequenas e médias empresas (PMEs) na nuvem. No ano passado, pesquisa da Microsoft em parceria com a Edge apontou que um terço das 250 PMEs entrevistadas já se utilizavam da cloud e, em dois anos, a participação deverá alcançar 45% do total. A tecnologia cai bem para organizações de menor porte, com pouca capacidade de investimento em equipamentos e equipes. Foi a saída para a Rovest, distribuidora carioca de moda masculina social, adotar solução de catálogo virtual integrado ao seu sistema de gestão para atender seus cerca de 30 representantes espalhados pelo país. A plataforma de força de vendas CatalogTouch, desenvolvida pela Vertigo para rodar em nuvem, permitiu evitar despesas com servidores, softwares, sistemas operacionais ou internet dedicada de alta performance, encolhendo o orçamento em 70%. Os catálogos físicos foram trocadas por tablets. As informações estão nas mãos dos vendedores. “Com o sucesso, a tendência é usar mais a nuvem quando precisar de crescimento”, diz o coordenador de TI Alberto Felipe. A Nusa, focada em desenvolvimento de aplicativos, também foi buscar na nuvem suporte para sua solução de gestão de vendas. O uso intenso de bancos de dados provoca picos de operação quando clientes como a Claro enviam a agenda semanal da equipe, por exemplo. A estrutura de 12 servidores foi substituída pelo serviço em nuvem da Oi. “Antes tínhamos de dimensionar pelo pico”, diz o CEO Ivan Bertazzo Junior. “Se precisar de reforço emergencial posso colocar no ar em duas horas.” “Além da redução do custo inicial, o sistema permite às pequenas escalar em momentos de pico”,


diz Luiz Henrique Costa, diretor da Oi, que oferece desde planos básicos com capacidade de processamento, memória, HD de 60 GB, custo de IP e link de internet por menos de R$ 1.000 mensais até pacotes personalizados. Além de fornecer serviços de cloud e construir nuvens privadas, a NEC quer implementar nuvens para entidades e empresas com grandes massas de relações com PMEs. “Operadoras de telecom, entidades de classes, bancos, varejistas e governo podem oferecer e-mail, marketing, CRM e contabilidade”, diz a gerente de marketing e serviços Denise Yadoya. A Locaweb tem mais de 6 mil clientes de cloud, 70% deles com até dez funcionários. “A nuvem é uma segunda onda de inclusão digital. As pequenas deixam de ser consumidoras de informações na internet para incluírem recursos de TI ativamente em seu negócio”, diz o CEO Gilberto Mautiner. A empresa oferece soluções que vão de ERP a serviço de disparo de e-mail e PABX virtual. Um de seus clientes é o portal Veduca, que disponibiliza videoaulas de universidades como Harvard, Yale e Stanford por meio da solução de cloud gerenciado, para suportar picos de acesso. A CentralServer oferece pacotes com capacidade a partir de 300 MB de memória, com custo de R$ 69 mensais e possibilidade de expansão para até 32 GB de memória. Segundo o diretor de tecnologia Juliano Simões, um perfil de cliente que faz uso intensivo da solução é o das empresa de desenvolvimento de software. Fonte: Valor Econômico http://www.consecti.org.br/2013/04/30/tecnologia-na-nuvem-promove-inclusao-digital/


Editoria: Pag: Site – Consecti Assunto: Através de parcerias, Ciência sem Fronteiras oferece bolsas de doutorado

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Através de parcerias, Ciência sem Fronteiras oferece bolsas de doutorado pleno na França; as inscrições estão abertas Estão abertas as inscrições para concessão de bolsas de doutorado pleno para brasileiros na França. A nova parceria foi firmada pelo Convênio Industrial de Formação através da Pesquisa (Cifre), entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) e a ANRT, agência de fomento à pesquisa e inovação do Ministério do Ensino Superior e da Pesquisa da França. A chamada, do programa Ciência sem Fronteiras (CsF), destina-se a formar doutores em instituições francesas de reconhecido nível de excelência, em áreas do conhecimento consideradas de vanguarda científico-tecnológica. Esse modelo de doutorado industrial, já executado há alguns anos pela França, traz uma novidade na modalidade que alia o laboratório às empresas. O aluno de doutorado faz o curso vinculado a uma empresa e em um tema de inovação que tem direta aplicação para a instituição. Dessa forma, o bolsista dividirá seu período de doutoramento entre a pesquisa em laboratório e em empresas. A bolsa terá duração de até 36 meses e o candidato precisa ter obtido seu diploma de mestrado há menos de três anos da data de submissão da candidatura. Além disso, é necessário comprovar proficiência em francês. Modelo inovador Para o presidente do CNPq, Glaucius Oliva, a França tem tido resultados interessantes por meio


dessa modalidade de doutorado. “É um modelo inovador, que nós queremos explorar”, destacou. “É uma experiência muito importante para o Brasil, que tem, por meio do programa Ciência sem Fronteiras, do CNPq e de todos os envolvidos, a missão de sinalizar para os nossos jovens e pesquisadores que a sua qualificação, sua formação voltada para a inovação, para o empreendedorismo e para a criação de valor e riqueza é realmente o pano de fundo e o que motiva o Brasil a investir nestas parcerias.” O embaixador do país europeu no Brasil, Bruno Delaye, afirmou estar muito orgulhoso de ser parceiro do Brasil no desafio da formação de pessoal. “É uma honra poder compartilhar um instrumento que permite à França, há mais de 30 anos, desenvolver a pesquisa e inovação em suas empresas e formar mais de 3 mil pesquisadores, que é o programa Cifre”, ressaltou. Acesse a chamada pública. e o formulário eletrônico para envio da proposta. Fonte: assesssoria de comunicação do CNPq http://www.confap.org.br/atraves-de-parcerias-ciencia-sem-fronteiras-oferece-bolsas-de-doutoradopleno-na-franca-as-inscricoes-estao-abertas/


Editoria: Pag: Site – Agência Brasil Assunto: CMN reduz juros para financiamento de projetos de inovação tecnológica

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CMN reduz juros para financiamento de projetos de inovação tecnológica 30/04/2013 - 20h39 Wellton Máximo Repórter da Agência Brasil Brasília – O Conselho Monetário Nacional (CMN) diminuiu, de 5% para 3,5% ao ano, os juros das linhas de crédito para projetos de inovação tecnológica do Programa de Sustentação do Investimento (PSI). A medida beneficiará dois subprogramas com orçamento de R$ 4 bilhões, voltados para o financiamento de processos de pesquisa e desenvolvimento e para a aquisição de máquinas com baixo consumo de energia. Com recursos de R$ 3,5 bilhões, o Subprograma Inovação financia planos de negócios, processos de pesquisa e desenvolvimento e inovações em produtos, processos e marketing. Com orçamento de R$ 500 milhões, o Subprograma Máquinas e Equipamentos financia a compra, o aluguel e a produção de máquinas e equipamentos com maior eficiência energética. Nos dois subprogramas, os financiamentos podem ser parcelados até 144 meses (12 anos), sendo que o principal da dívida só começará a ser pago depois de 48 meses (dois anos). Edição: Aécio Amado Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. É necessário apenas dar crédito à Agência Brasil http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-04-30/cmn-reduz-juros-para-financiamento-deprojetos-de-inovacao-tecnologica


Editoria: Site – CONFAP Assunto: Secretaria defende C&T para proteção do saber tradicional

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Secretaria defende C&T para proteção do saber tradicional Representantes de países latino-americanos reunidos no seminário internacional O Desafio do Diálogo de Saberes nos Estados Multinacionais discutiram iniciativas para favorecer a manutenção dos conhecimentos das comunidades tradicionais – a exemplo dos grupos indígenas, quilombolas e populações ribeirinhas. Para a coordenadora-geral de Acompanhamento da Execução de Projetos de Inclusão Social da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis/MCTI), Valéria Grilanda, a ideia é que esses saberes não se percam com o tempo e se solidifiquem de maneira que possam ser repassados às futuras gerações. “Nesse sentido, a ciência e a tecnologia podem servir de instrumento para ajudar as comunidades a se apropriarem de seu próprio conhecimento”, disse a representante do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação no evento. “As tecnologias podem ajudar as comunidades tanto no registro e proteção de seus conhecimentos como na promoção, qualificação e divulgação desses saberes”. O evento, realizado entre os dias 15 e 19 de abril, em Quito, foi promovido pela Secretaria Nacional de Educação Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (Senescyt) do governo equatoriano, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Participaram do encontro representantes do México e de e países da América do Sul, como Argentina, Colômbia e Peru, além do Equador e do Brasil. Na avaliação de Valéria, o seminário permitiu o intercâmbio de experiências e a integração dos participantes em torno de ações concretas pela mobilização diante da expectativa de favorecer a


manutenção dos conhecimentos tradicionais. Secis Durante o encontro, Valéria apresentou um panorama da Secis e dos projetos do MCTIque têm interface com as comunidades tradicionais, com destaque para a área de segurança alimentar e para o Plano de Desenvolvimento da Amazônia. A iniciativa está em fase de elaboração e deverá incluir o conhecimento tradicional da região em um programa piloto. De acordo com a coordenadora, o evento também permitiu conhecer o trabalho de diferentes países latino-americanos na área de ciência e tecnologia para inclusão social. A estrutura brasileira, disse Valéria, chamou a atenção dos gestores argentinos. “Eles estão montando a secretaria deles e levaram todas as informações sobre a forma de funcionamento da Secis para referência”. Um dos avanços destacados por Valéria foi a articulação do grupo para incluir a discussão na agenda do Fórum Mundial de Ciência, a ser realizado em novembro no Rio de Janeiro. “A ideia é produzirmos um documento com solicitação à organização do fórum para que o tema tenha um espaço específico no evento”. Fonte: Portal MCTI |Por: Denise Coelho http://www.confap.org.br/secretaria-defende-ct-para-protecao-do-saber-tradicional/


Jornal – A Crítica Assunto: Editais somam R$ 40,7 mi

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Editoria: Economia Pag: 12 Jornal – Diário do Amazonas Assunto: (Rápidas) Terminar hoje prazo para inscrição em competição de planos de

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Editoria: Opinião Jornal – Diário do Amazonas Assunto: (Notas) Investimentos – Aposta na ousadia

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CLIPPING FAPEAM - 30.04.2013