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Veículo: Site – Blog do Pavulo Editoria: Pag: Assunto: Oportunidade: Fapeam oferece qualificação para engenheiro naval Cita a FAPEAM: ✘

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Oportunidade: Fapeam oferece qualificação para engenheiro naval 27/08/2013 Blog do Pávulo A escassez de profissionais na área do setor naval motivou a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (Secti) a buscar soluções para estimular a qualificação de engenheiros que desejam ingressar nesse setor. De acordo com o edital 023/2013 de fomento ao Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos Pós-Graduados em Engenharia Naval do Estado do Amazonas (RH-Naval), mais de R$ 3 milhões serão destinados para atender à demanda de mão de obra do setor naval, através de programas de pós-graduação Stricto Sensu no Brasil, reconhecidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Serão oferecidas 20 bolsas de mestrado e 10 de doutorado. A ação pretende alavancar os esforços para o Polo Naval amazonense, e assim tornar o mercado local mais competitivo. Os resultados da iniciativa são para médio e longo prazo. Como Participar Para concorrer às bolsas, os candidatos precisam atender a requisitos básicos como ser brasileiro ou


naturalizado. Quando estrangeiro, ter visto permanente e residir há mais de cinco anos no Estado. Além de estar cadastrado no sistema de Currículo Lattes do CNPq e no Cadastro de Pesquisadores da Fapeam. O candidato precisa estar regularmente matriculado ou ter sido selecionado em curso de PósGraduação stricto sensu, credenciado pela Capes para realização de curso na área de Engenharia Naval. Mais informações estão disponíveis no edital, no site da Fapeam (www.fapeam.am.gov.br). http://blogdopavulo.blogspot.com.br/2013/08/oportunidade-fapeam-oferece.html


Veículo: Site – Correio da Amazônia Editoria: Assunto: Inpa discute criação de museus naturais no Amazonas Cita a FAPEAM: ✘

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Inpa discute criação de museus naturais no Amazonas Publicado em Terça, 27 Agosto 2013 18:20 Durante esta semana representantes do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) e da Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) debaterão os detalhes técnicos finais de uma cooperação internacional para a criação de três museus naturais para a biodiversidade no Amazonas (AM). A ideia é fazer com que o Bosque da Ciência, Jardim Botânico Adolpho Ducke (ambos em ManausAM) e a área de pesquisa do Inpa localizada na BR-174, a ZF 2 (km 60), façam parte do projeto. De acordo com a pesquisadora do Laboratório de Mamíferos Aquáticos (LMA) do Inpa e responsável pela parceria, Vera Silva, o objetivo é trazer um novo conceito de museu. “O museu é a própria floresta, é o estudo da biodiversidade. Nós vamos trabalhar com as áreas de reserva do Inpa e também no Bosque da Ciência e no Jardim Botânico Adolpho Ducke em parceria com o Museu da Amazônia. Será montada uma infraestrutura para buscar informações, imagens e sons do que existe na floresta para o público de maneira interativa com mais tecnologia”, explica. De acordo com a pesquisadora, torres serão instaladas nas três áreas para a captação dessas imagens e sons da floresta. Silva afirma ainda que os museus ajudarão os pesquisadores a obter informações sobre a dinâmica florestal. “Ao invés de você ter o acervo em uma sala fechada, nosso acervo estará na floresta e isso faz com que essas áreas sejam conservadas porque vamos passar a conhecer mais cada aspecto que envolve essa região”, disse. Ontem (26) os representantes da Jica participaram de uma reunião com a direção do Inpa e, segundo


o diretor substituto do Instituto Estevão Monteiro, o acordo prevê capacitação de pessoas para o ecoturismo. “Nossa expectativa é contribuir mais com a sociedade capacitando as pessoas em relação ao sistema amazônico. Nessa fase há a discussão de detalhes técnicos, mas o caminho já está consolidado”, afirmou.(Fapeam) – See more at: http://www.correiodaamazonia.com.br/index.php/amazonas-cidades/5545-inpadiscute-cria%C3%A7%C3%A3o-de-museus-naturais-no-amazonas#sthash.Yl0kEHh1.dpuf http://www.correiodaamazonia.com.br/index.php/amazonas-cidades/5545-inpa-discute-cria %C3%A7%C3%A3o-de-museus-naturais-no-amazonas


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Pag: Assunto: SiON ganha nova versão e amplia indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação Cita a FAPEAM: ✘

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SiON ganha nova versão e amplia indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação CIÊNCIA EM PAUTA, POR CLEIDIMAR PEDROSO Postado em 27/08/2013 O SiON oferece ao usuário geral uma série de filtros que permite uma desagregação dos dados para uma visualização e análise mais detalhada. (Foto: CIÊNCIAemPAUTA). O SiON oferece ao usuário geral uma série de filtros que permite uma desagregação dos dados para uma visualização e análise mais detalhada. (Foto: CIÊNCIAemPAUTA). O Sistema de Indicadores Online de Ciência, Tecnologia e Inovação (SiON) ganhou novas ferramentas para dar mais transparência e ampliar o número de indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) do Amazonas. Gerenciado pela Secretaria de Estado de CT&I (SECTI-AM) e financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam), o SiON passou a contar com menu mais interativo, notas técnicas mais completas, revisão e inclusão de novos indicadores. As novidades estão disponíveis desde 14 de agosto. O SiON é uma plataforma de informações que permite avaliar a atuação das agências de fomento, das instituições de CT&I e acompanhar os investimentos e a utilização dos recursos públicos no Estado do Amazonas nessa área. O sistema é pioneiro no País e foi desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam). As informações são disponibilizadas na forma de gráficos e tabelas que possibilitam a análise da alocação de recursos, bem como monitorar o desempenho do sistema público estadual de ciência, tecnologia e inovação.


MÓDULO Moisés Coelho, chefe do Departamento de Relações Interinstitucionais e Indicadores de CT&I, da Secretaria, explicou que os novos indicadores e os revistos estão agrupados em quatro módulos. Um sobre a Fapeam com 17 indicadores como despesas com bolsas, número de bolsas concedidas e propostas contratadas e pagas. Outro módulo é chamado de CNPq, sigla para indicar Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Nesse segundo módulo, são seis indicadores, entre eles número de artigos completos publicados em periódicos, número de livros publicados e número de capítulos de livro publicados. Há um terceiro módulo chamado indicadores compostos. Nele, há a comparação entre diferentes indicadores como a relação entre propostas qualificadas e propostas submetidas. Ao todo, nesse módulo, há dez indicadores. O quarto módulo é sobre os dispêndios em C&T. Segundo Moisés, esse é o único da nova versão do SiON que ainda não está disponível. “O lançamento dos dados é manual e necessitará de mais um tempo”, justifica. A maioria dos indicadores é gerada a partir de informações de sistemas automatizados de procura e captura em banco de dados de outras plataformas. As fontes dos dados do SiON são o Sistema de Gestão da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Sigfapeam) e informações disponibilizadas na internet por outras instituições de gestão da CT&I (CNPq, CAPES, INPI e IBGE). “Com esses indicadores o SiON se torna um sistema mais completo de indicadores de CT&I. Esses novos indicadores aliados aos anteriores dão uma visão mais completa do Sistema Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas”, declarou Moisés. O SiON reúne dados de toda a década de 2000 e parte da década de 2010 (até 2012). “No caso dos dados da Fapeam, o sistema já apresenta dados de 2013 das atividades da fundação. Quanto à produção científica e tecnológica, o SiON apresenta dados desde 1959 a partir da extração das informações dos pesquisadores cadastrados no Sigfapeam e na Base Lattes do CNPq”, explicou. CIÊNCIAemPAUTA, por Cleidimar Pedroso http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/08/sion-e-atualizado-para-dar-mais-transparencia-aosinvestimentos-em-cti/


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Programa quer aprimorar a formação de engenheiros para o setor naval no AM Publicado em Terça, 27 Agosto 2013 08:39 (Fonte: Ciência em Pauta) Atualmente, cerca de 400 engenheiros são formados nas instituições de ensino do Amazonas, mas quase nenhum ingressa na área naval. Segundo o site http://engenhariadata.com.br, que traz indicadores de todo o Brasil na área de engenharias, o Estado possui apenas um mestre no segmento naval. Essa escassez de profissionais motivou o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (Secti-AM), a buscar soluções para estimular a qualificação de engenheiros que desejam ingressar nesse setor. Para contribuir na melhoria desses indicadores, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) recebe até o dia 16 de outubro inscrições de engenheiros que queiram dar continuidade aos estudos na área naval. O edital 023/2013 de fomento ao Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos Pós-Graduados em Engenharia Naval do Estado do Amazonas (RH-NAVAL) foi lançado neste mês. Os resultados da iniciativa são para médio e longo prazo. Bolsas - De acordo com o edital, mais de R$ 3 milhões serão destinados para atender a demanda de mão de obra do setor naval, através de programas de pós-graduação stricto sensu no Brasil,


reconhecidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Serão oferecidas 20 bolsas de mestrado e 10 de doutorado. A ação pretende alavancar os esforços para o Polo Naval amazonense, e assim tornar o mercado local mais competitivo. O secretário de CT&I, Odenildo Sena, ressaltou a importância do investimento para a região em virtude dos fluxos fluviais existentes e da ampliação do conhecimento, necessidade crucial para o desenvolvimento do Estado. “Não temos aqui no Amazonas nenhum doutor em engenharia naval, o que é um paradoxo, porque as nossas estradas são os rios, nossa principal fonte de comunicação com o interior. Tivemos a ideia de fazer um investimento de futuro não tão distante com formação de mestres e doutores que possam multiplicar seus conhecimentos e ampliar o universo de pessoas nessa atuação, isso vai fazer com que a gente ganhe autonomia nessa área”, afirmou Sena. O esforço feito pelo Governo do Estado, por meio do Sistema Estadual de CT&I, é também uma estratégia para estimular o crescimento de novas áreas de atuação no Estado. Como participar - Para concorrer às bolsas, os candidatos precisam atender a requisitos básicos como ser brasileiro ou naturalizado. Quando estrangeiro, ter visto permanente e residir há mais de cinco anos no Estado. Além de estar cadastrado no sistema de Currículo Lattes do CNPq e no Cadastro de Pesquisadores da Fapeam. O candidato precisa estar regularmente matriculado ou ter sido selecionado em curso de PósGraduação stricto sensu, credenciado pela Capes para realização de curso na área de Engenharia Naval. Mais informações estão disponíveis no edital, no site da Fapeam (www.fapeam.am.gov.br). Engenheiro naval - Muito procurado, o profissional do setor naval é valorizado nas diversas funções que pode exercer como controlar serviços em estaleiros, projetar embarcações, plataformas e tecnologias para os serviços de construção de apoio à navegação. Em Manaus, apenas a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) oferece a graduação em Engenharia Naval. “Este é o primeiro vestibular em que disponibilizamos vagas para formar turmas para o curso”, disse o coordenador, Eduardo Boreda. A graduação em Engenharia Naval foi criada este ano, mas desde 2008, a UEA oferece o curso de tecnologia em construção naval. http://www.amazonianarede.com.br/amazonas/7716-programa-quer-aprimorar-a-forma %C3%A7%C3%A3o-de-engenheiros-para-o-setor-naval-no-am


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Governo do Amazonas quer aprimorar a formação de engenheiros Atualizada em 27/08/2013 - 14:01h Atualmente cerca de 400 engenheiros são formados nas instituições de ensino do Amazonas, mas quase nenhum ingressa na área naval. Segundo o site engenhariadata, que traz indicadores de todo o Brasil na área de engenharias, o Estado possui apenas um mestre no segmento naval. Os dados do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Amazonas (CREA-AM) mostram que, atualmente, existem 67 profissionais cadastrados sendo 63 com visto e 4 com registro do CREA-AM. Destes, os engenheiros navais com registro no Amazonas, 3 formaram-se no Rio de Janeiro e 1 em São Paulo, o que é legalmente permitido. Essa escassez de profissionais motivou o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SECTI-AM), a buscar soluções para estimular a qualificação de engenheiros que desejam ingressar nesse setor. Para contribuir na melhoria desses indicadores a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) recebe até o dia 16 de outubro inscrições de engenheiros que queiram dar continuidade aos estudos na área naval. O edital 023/2013 de fomento ao Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos PósGraduados em Engenharia Naval do Estado do Amazonas (RH-NAVAL) foi lançado neste mês. Os resultados da iniciativa são para médio e longo prazo. De acordo com o edital, mais de R$ 3 milhões serão destinados para atender à demanda de mão de obra do setor naval, através de programas de pós-graduação stricto sensu no Brasil, reconhecidos pela Coordenação de


Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Serão oferecidas 20 bolsas de Mestrado e 10 de Doutorado. A ação pretende alavancar os esforços para o Polo Naval amazonense, e assim tornar o mercado local mais competitivo. O secretário de CT&I, Odenildo Sena, ressaltou a importância do investimento para a região em virtude dos fluxos fluviais existentes e da ampliação do conhecimento, necessidade crucial para o desenvolvimento do Estado. “Não temos aqui no Amazonas nenhum doutor em engenharia naval, o que é um paradoxo, porque as nossas estradas são os rios, nossa principal fonte de comunicação com o interior. Tivemos a ideia de fazer um investimento de futuro não tão distante com formação de mestres e doutores que possam multiplicar seus conhecimentos e ampliar o universo de pessoas nessa atuação, isso vai fazer com que a gente ganhe autonomia nessa área”, afirmou Sena. O esforço feito pelo Governo do Estado, por meio do Sistema Estadual de CT&I, é também uma estratégia para estimular o crescimento de novas áreas de atuação no Estado. O acordo de cooperação foi assinado pelos titulares da SECTI-AM, Odenildo Sena, e da Fapeam, Maria Olívia Simão, durante a 4ª Reunião Extraordinária do Fórum Estadual de Gestores de Instituições de Ensino e Pesquisa conjunta com o Fórum de Inovação do Estado do Amazonas, no último dia 14. COMO PARTICIPAR Para concorrer às bolsas, os candidatos precisam atender a requisitos básicos como ser brasileiro ou naturalizado. Quando estrangeiro, ter visto permanente e residir há mais de cinco anos no Estado. Além de estar cadastrado no sistema de Currículo Lattes do CNPq e no Cadastro de Pesquisadores da Fapeam. O candidato precisa estar regularmente matriculado ou ter sido selecionado em curso de Pós-Graduação stricto sensu, credenciado pela Capes para realização de curso na área de Engenharia Naval. Mais informações estão disponíveis no edital, no site da Fapeam. ENGENHEIRO NAVAL Muito procurado, o profissional do setor naval é valorizado nas diversas funções que pode exercer como controlar serviços em estaleiros, projetar embarcações, plataformas e tecnologias para os serviços de construção de apoio à navegação. Em Manaus, apenas a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) oferece a graduação em Engenharia Naval.“Este é o primeiro vestibular em que disponibilizamos vagas para formar turmas para o curso”, disse o coordenador, Eduardo Boreda. A graduação em Engenharia Naval foi criada este ano, mas desde 2008, a UEA oferece o curso de tecnologia em construção naval. Fonte: Ciência em pauta http://www.crea-am.org.br/src/site/noticia.php?id=3149


Veículo: Site – UEA Editoria: Pag: Assunto: UEA divulga resultado de homologação de inscrições na seleção da IN-UEA Cita a FAPEAM: ✘

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UEA divulga resultado de homologação de inscrições na seleção da IN-UEA 27/08/2013 09:52 A UEA divulga o resultado da homologação das inscrições de empresas candidatas na seleção no programa Incubadora de Empresas, conforme previsto no edital 53/2013. O edital da incubadora foi lançado no dia 13 de agosto. A IN-UEA é a primeira incubadora de empresas da instituição e vai oferecer suporte técnico, financeiro e estrutural para 15 projetos de empresários e empresas de base tecnológica que atuem com ações de inovação. As empresas que forem aprovadas vão receber além de apoio financeiro e estrutural, assessoria técnica, auxílio na captação de recursos e de mercado, consultorias e treinamento. A incubadora atenderá empresas e projetos mistos, que tratem tanto de desenvolvimento tecnológico, quanto para o comércio em geral, que poderão ficar incubadas por até três anos. A incubadora da UEA conta com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e apoio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SectiAM). O resultado da homologação de inscrições está disponível em anexo. A divulgação do resultado final da seleção está prevista para o dia 17 de setembro. http://www3.uea.edu.br/noticia.php?notId=27884


Veículo: Site – Protec Editoria: Assunto:Empresas amazonenses terão R$ 13,5 milhões pelo Tecnova Cita a FAPEAM: ✘

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Empresas amazonenses terão R$ 13,5 milhões pelo Tecnova 27/08/2013 O Governo do Amazonas lançará, em breve, o edital do Programa de Subvenção Econômica à Inovação Tecnológica em Micro e Pequenas Empresas (Tecnova). Ao todo, serão ofertados R$ 13,5 milhões a micro e pequenas empresas com projetos inovadores nas áreas de gás e petróleo, energias alternativas, tecnologias da informação e comunicação (TICs), construção naval, produtos florestais e biotecnológicos entre outras. A subvenção econômica é um investimento público federal que não precisa ser devolvido porque o retorno para a União são os benefícios que o processo ou o produto inovador trará para a sociedade. Dos R$ 13,5 milhões que serão investidos, R$ 4,5 milhões são da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), e os outros R$ 9 milhões da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). “Essa é a maior ação referente a investimentos de subvenção econômica já realizada no Estado. A cada edição, os valores aumentam e isso tem estimulado as empresas a concorrerem a esses recursos. Uma empresa lança um produto no mercado e, por consequência, gera emprego, renda e riqueza para o Estado ”, explica o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas, Odenildo Sena. A meta, nessa primeira fase, é captar 200 empresas para concorrerem à chamada pública do Tecnova no Amazonas. As empresas serão selecionadas levando em conta o grau de inovação do projeto em relação a outras propostas ou soluções existentes, a abrangência na solução de problemas; o impacto do produto ou serviço no mercado. As empresas terão que a apresentar contrapartida de 5% do valor recebido. (Fonte: Agência CT&I – 26/08/2013) http://site.protec.org.br/noticias/pagina/29608/Empresas-amazonenses-terao-R-135-milhoes-peloTecnova


Veículo: Site – IASB Editoria: Assunto:Jogo infantil traz informações sobre anfíbios Cita a FAPEAM: ✘

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Jogo infantil traz informações sobre anfíbios Game, com fotos e vídeos de pesquisadores do Inpa, mostra as principais características dos sapos O projeto Pesquisa Ecológica de Longa Duração-Floresta Amazônica (PELD), vinculado ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) e ao Museu da Amazônia (Musa), acaba de lançar o Jogo do Cururu. O game on-line tem caráter educativo e foi criado com o objetivo de levar informações sobre anfíbios para crianças. Pedro Ivo, do Programa de Capacitação Institucional (PCI) do Inpa, conta que o jogo pretende ensinar as principais características dos sapos de uma maneira lúdica. “As pessoas em geral não possuem muito contato com os anfíbios, mas as crianças estão mais abertas em aprender sobre os sapos, pois são bastante curiosas, principalmente as que moram em áreas mais rurais”, diz. A ideia do jogo é disponibilizar o conteúdo científico, reunido ao longo de décadas pelos pesquisadores do PELD, de uma forma divertida para crianças e jovens. A estudante Larissa Viana, de 10 anos, testou o jogo na Escola Municipal Ivone Maria Barbosa e Silva, em Manaus (AM). Segundo ela, o Jogo do Cururu está aprovado. “Eu tenho medo de sapo, mais achei super legal o joguinho de adivinhar os sons que eles fazem. No começo é bem difícil saber, mas depois conseguimos acertar”, afirmou a estudante. A professora Socorro Ferreira, que leciona na escola de Larissa, conta que é importante que a cultura de conservação da natureza, presente no Jogo do Cururu, seja repassada para as crianças. Ela sugere que professores utilizem o jogo para falar sobre o assunto nas salas de aula. “Hoje em dia vemos várias situações desagradáveis que o planeta vem sofrendo, justamente por


conta da falta de educação ambiental para as pessoas. Por isso, as escolas têm que ensinar os estudantes a cuidar do seu próprio futuro”, destaca. As fotos e os vídeos apresentados no jogo foram cedidos pelos pesquisadores do Inpa, Willian Magnussum e Albertina Lima. O financiamento foi feito a partir do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Fundação de Amparo a Pesquisado do Estado do Amazonas (Fapeam) e da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). O Jogo do Cururu é o primeiro produto de uma parceria entre o projeto Pesquisa Ecológica de Longa Duração – Floresta Amazônica (PELD/Sítio 1) e o Musa para a divulgação científica. Fonte: Portal Terra da Gente http://www.iasb.org.br/noticia/jogo-infantil-traz-informacoes-sobre-anfibios


Veículo: Site – G1.Globo Editoria: Pag: Assunto:Pesquisadores britânicos acreditam que o brócolis pode reduzir o avanço da artrose Cita a FAPEAM:

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Pesquisadores britânicos acreditam que o brócolis pode reduzir o avanço da artrose Um composto encontrado no vegetal pode bloquear uma enzima que causa danos à cartilagem. Pesquisadores britânicos acreditam que comer uma grande quantidade de brócolis pode diminuir, e até mesmo prevenir, a artrose. Depois do sucesso de estudos feitos em laboratórios, uma equipe da Universidade de East Anglia, no leste da Inglaterra, está iniciando os testes em humanos. Testes feitos em células e em ratos mostraram que um composto encontrado no brócolis - que os seres humanos também podem obter a partir da couve de bruxelas e do repolho - bloquearam uma enzima fundamental destrutiva, que causa danos à cartilagem. Os pesquisadores estão pedindo a 20 pacientes para comer uma dose diária de um brócolis 'supercarregado' de nutrientes, conhecido como Beneforte - criado a partir do cruzamento entre o brócolis padrão e um parente selvagem da Sicília. Super-dose O corpo humano pega esse composto encontrado no vegetal, o glucoraphanin, e o transforma em outro, chamado sulforafano, que parece proteger as articulações. Os voluntários farão a dieta por duas semanas antes de se submeterem a cirurgia para ter seus


joelhos artríticos reparados. Rose Davidson e sua equipe vão examinar o tecido que for removido para ver o impacto, se houver, que o brócolis teve. Ela disse: 'Nós estamos pedindo aos pacientes para comer uma dose diária de 100g do brócolis durante duas semanas. Essa é uma dose normal, de bom tamanho - cerca de um punhado - e é uma quantidade que a maioria das pessoas ficaria feliz em comer todos os dias.' Embora seja altamente improvável que essa quantidade seja o suficiente para causar qualquer grande mudança em duas semanas, Davidson espera que seja o suficiente para oferecer alguma evidência de como o 'super' brócolis pode beneficiar os seres humanos. 'Eu não acredito que vá reparar ou reverter a artrose ... mas pode ser uma maneira de previni-la', disse ela. Sua equipe quer verificar se o sulforafano chegou até a articulação, e se está causando mudanças benéficas nas células. Dieta especial Outros 20 pacientes, que também serão submetidos à cirurgia de joelho, e que não estão fazendo a dieta, serão utilizados como um grupo de comparação. Alan Silman, da Arthritis Research UK, que está financiando o trabalho de Davidson, disse: 'Até agora, pesquisas não conseguiram demonstrar que alimentos ou dietas podem desempenhar qualquer papel em reduzir a progressão da artrose, por isso, se estes resultados puderem ser replicados em humanos , seria um enorme avanço.' 'Nós sabemos que praticar exercício, e manter um peso saudável, podem melhorar os sintomas e reduzir as chances da doença progredir, mas a pesquisa adiciona uma nova informação, que diz como uma dieta especial pode desempenhar um papel.' Os resultados dos testes feitos em animais encontrados por Davidson estão na publicação científica Arthritis & Rheumatism. Mais de 8,5 milhões de pessoas na Grã-Betanha têm artrose, uma doença degenerativa que afeta em particular as mãos, os pés, a coluna, os quadris e os joelhos. http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/08/pesquisadores-britanicos-acreditam-que-obrocolis-pode-reduzir-o-avanco-da-artrose.html


Veículo: Site – Ciência em pauta Editoria: Pag: Assunto:UEA promove conferência internacional de educação de ciência Cita a FAPEAM: ✘

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UEA promove conferência internacional de educação de ciência Postado em 27/08/2013 O encontro tem o objetivo de reunir professores e investigadores latino-americanos que lidam com o ensino de ciência. Imagem: Divulgação O encontro tem o objetivo de reunir professores e investigadores latino-americanos que lidam com o ensino de ciência. Imagem: Divulgação De 22 a 25 de outubro, Manaus sediará a primeira edição da Conferência da Associação LatinoAmericana de Investigação em Educação de Ciências (Lasera). O evento tem como tema ‘Aprendizagem Ativa na Educação de Ciências‘ e contará com várias atividades, entre elas palestras, debates e apresentações de trabalhos acadêmicos. O evento terá a participação de 300 participantes de vários países, entre eles Chile, Venezuela, Equador, México, Colômbia, Cuba, Costa Rica, Espanha, França e Portugal, e deverá acontecer no auditório da Assembleia Legislativa do Estado. As inscrições poderão ser feitas pelo site www.la-sera.org. De acordo com a presidente da Lasera 2013, Josefina Barrera Kalhil, a ideia da conferência surgiu após conversa da pesquisadora, professora da Escola Normal Superior da Universidade do Estado do Amazonas (ENS-UEA), com o coordenador da Sociedade de Ciência do México, Cezar Eduardo Mora Ley. “A América Latina não possui uma rede de pesquisadores organizada. Apenas a Europa tem essa organização e nós percebemos a necessidade de criá-la”, explicou Kalhil. A pesquisadora informou que o evento está sendo organizado pela UEA em parceria com a Universidade Nilton Lins; o Instituto Politécnico Nacional (IPN) e o Instituto de Educação em Ciências (IEC), ambos do México; a Universidade Pedagógica da Colômbia; a Rede Latino-


Americana de Educação em Física (Lapen); a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam); e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (Capes). Kalhil destacou que o encontro tem o objetivo de reunir professores e investigadores latinoamericanos que lidam com o ensino de ciência em todos os níveis escolares para trabalhar em projetos acadêmicos internacionais. “O intuito é desenvolver a educação das ciências na América Latina”, ressaltou a professara. PROJETOS DE PESQUISA Até a última sexta-feira, 23 de agosto, a coordenação do evento já havia recebido 100 projetos de pesquisa em educação de ciência nas áreas de Física, Química, Biologia e Matemática, de participantes de vários países como Chile, Venezuela, Equador, México, Colômbia, Cuba, Costa Rica, Espanha, França e Portugal. LANÇAMENTO DO CENTRO VIRTUAL Segundo Josefina, os melhores trabalhos serão publicados na revista latino-americana de pesquisadores em ciência. Além das atividades acadêmicas, durante a Lasera 2013 será feito o lançamento oficial do Centro Virtual de Investigação em Educação de Ciências. Os detalhes do lançamento serão definidos durante o evento. Fonte: UEA http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/08/uea-promove-conferencia-internacional-deeducacao-de-ciencia/


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Governo do Amazonas quer aprimorar a formação de engenheiros CIÊNCIAemPAUTA, por Laize Minelli Postado em 27/08/2013 Atualmente cerca de 400 engenheiros são formados nas instituições de ensino do Amazonas, mas quase nenhum ingressa na área naval. Segundo o site engenhariadata, que traz indicadores de todo o Brasil na área de engenharias, o Estado possui apenas um mestre no segmento naval. Os dados do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Amazonas (CREA-AM) mostram que, atualmente, existem 67 profissionais cadastrados sendo 63 com visto e 4 com registro do CREA-AM. Destes, os engenheiros navais com registro no Amazonas, 3 formaram-se no Rio de Janeiro e 1 em São Paulo, o que é legalmente permitido. Essa escassez de profissionais motivou o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SECTI-AM), a buscar soluções para estimular a qualificação de engenheiros que desejam ingressar nesse setor. Para contribuir na melhoria desses indicadores a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) recebe até o dia 16 de outubro inscrições de engenheiros que queiram dar continuidade aos estudos na área naval. O edital 023/2013 de fomento ao Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos Pós-Graduados em Engenharia Naval do Estado do Amazonas (RH-NAVAL) foi lançado neste mês. Os resultados da iniciativa são para médio e longo prazo.


De acordo com o edital, mais de R$ 3 milhões serão destinados para atender à demanda de mão de obra do setor naval, através de programas de pós-graduação stricto sensu no Brasil, reconhecidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Serão oferecidas 20 bolsas de Mestrado e 10 de Doutorado. A ação pretende alavancar os esforços para o Polo Naval amazonense, e assim tornar o mercado local mais competitivo. O secretário de CT&I, Odenildo Sena, ressaltou a importância do investimento para a região em virtude dos fluxos fluviais existentes e da ampliação do conhecimento, necessidade crucial para o desenvolvimento do Estado. “Não temos aqui no Amazonas nenhum doutor em engenharia naval, o que é um paradoxo, porque as nossas estradas são os rios, nossa principal fonte de comunicação com o interior. Tivemos a ideia de fazer um investimento de futuro não tão distante com formação de mestres e doutores que possam multiplicar seus conhecimentos e ampliar o universo de pessoas nessa atuação, isso vai fazer com que a gente ganhe autonomia nessa área”, afirmou Sena. O esforço feito pelo Governo do Estado, por meio do Sistema Estadual de CT&I, é também uma estratégia para estimular o crescimento de novas áreas de atuação no Estado. O acordo de cooperação foi assinado pelos titulares da SECTI-AM, Odenildo Sena, e da Fapeam, Maria Olívia Simão, durante a 4ª Reunião Extraordinária do Fórum Estadual de Gestores de Instituições de Ensino e Pesquisa conjunta com o Fórum de Inovação do Estado do Amazonas, no último dia 14. COMO PARTICIPAR Para concorrer às bolsas, os candidatos precisam atender a requisitos básicos como ser brasileiro ou naturalizado. Quando estrangeiro, ter visto permanente e residir há mais de cinco anos no Estado. Além de estar cadastrado no sistema de Currículo Lattes do CNPq e no Cadastro de Pesquisadores da Fapeam. O candidato precisa estar regularmente matriculado ou ter sido selecionado em curso de Pós-Graduação stricto sensu, credenciado pela Capes para realização de curso na área de Engenharia Naval. Mais informações estão disponíveis no edital, no site da Fapeam. ENGENHEIRO NAVAL Muito procurado, o profissional do setor naval é valorizado nas diversas funções que pode exercer como controlar serviços em estaleiros, projetar embarcações, plataformas e tecnologias para os serviços de construção de apoio à navegação. Em Manaus, apenas a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) oferece a graduação em Engenharia Naval. “Este é o primeiro vestibular em que disponibilizamos vagas para formar turmas para o curso”, disse o coordenador, Eduardo Boreda. A graduação em Engenharia Naval foi criada este ano, mas desde 2008, a UEA oferece o curso de tecnologia em construção naval. CIÊNCIAemPAUTA, por Laize Minelli http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/08/governo-quer-aprimorar-a-formacao-deengenheiros-no-setor-naval/


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Pesquisadores desenvolvem dispositivo que aumenta precisão da expansão da pele Postado em 27/08/2013 A expansão da pele é uma técnica da cirurgia plástica reparadora usada em casos de queimaduras e retiradas de marcas e manchas. Ela consiste na implantação de uma bolsa de silicone próximo à área afetada e na sua expansão por meio da injeção de soro fisiológico. É um procedimento doloroso e demorado. O aparelho desenvolvido no Laboratório de Membranas e Biomembranas da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) pretende tornar esse processo mais rápido e preciso. Apresentado na Mostra PUC-Rio, realizada entre os dias 13 e 16 de agosto, o dispositivo monitora o processo de expansão com base em dados sobre o volume e a pressão no interior da bolsa, viabilizando o controle sobre a área a ser expandida. Com o aparelho, o médico pode medir a tensão a qual a pele está sendo submetida e seu grau de elasticidade; assim, sabe quanto pode expandir “Quando um médico faz uma expansão, não há como avaliar o que está acontecendo com a pele”, explica a engenheira Djenane Cordeiro Pamplona, coordenadora do estudo. “Com esse aparelho, ele pode medir a tensão a qual a pele está sendo submetida e seu grau de elasticidade; assim, sabe quanto pode expandir. Antes, era o paciente que dava o limite comunicando dor.” A pesquisadora e sua equipe pretendem monitorar o uso do dispositivo em diversos pacientes e, com isso, caracterizar a elasticidade da pele em regiões diferentes do corpo e em pessoas de


diferentes idades e gênero. ACELERANDO O PROCESSO Um inconveniente da técnica tradicional de expansão da pele é que, durante todo o tratamento, que pode demorar cerca de três meses –, o paciente precisa ir com frequência ao hospital; e ainda são poucos os que oferecem o tratamento. Para aqueles que moram longe ou até mesmo em outra cidade, essa dependência pode levar à interrupção do tratamento. Por isso, um dos objetivos dos pesquisadores é fazer com que o dispositivo, além de medir a pressão, possa também operar a bomba de soro fisiológico. Combinando as duas funções, o sistema se tornaria autônomo e permitiria que os pacientes o levassem para casa. “Eles só precisariam ir ao hospital no início do tratamento, para a implantação do expansor; o resto do procedimento poderia ser feito ambulatoriamente próximo à sua residência”, ressalta o graduando em engenharia mecânica José Carlos Lobo Santiago Neto, um dos integrantes do grupo de pesquisa. Além da comodidade para o paciente, o sistema autônomo traz outra vantagem. Normalmente, a pressão gerada pela bolsa de silicone diminui com o tempo, pois a pele, um tecido viscoelástico, acaba se adaptando. É por isso que as pessoas que se submetem ao tratamento precisam fazer visitas frequentes ao hospital, elas precisam infiltrar periodicamente a bolsa de silicone até chegar ao volume apropriado. O sistema autônomo poderia ser usado 24 horas por dia e manteria uma pressão constante, dentro dos limites tolerados pelo paciente O sistema autônomo poderia ser usado 24 horas por dia e manteria uma pressão constante, dentro dos limites tolerados pelo paciente. “Segundo especialistas que colaboram com a pesquisa, há a possibilidade de reduzirmos o tempo do tratamento para aproximadamente duas semanas”, afirma Santiago Neto. Mais estudos ainda são necessários para a implementação do sistema autônomo, mas o grupo está para patentear o dispositivo em sua função de medidor de pressão e, se tudo funcionar, o aparelho pode estar disponível comercialmente em um ano. Fonte: Ciência Hoje, por Fred Furtado http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/08/pesquisadores-desenvolvem-dispositivo-queaumenta-precisao-da-expansao-da-pele/


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América Latina terá documento com ações para o setor de CT&I Postado em 27/08/2013 Elias afirma que Brasil organizará um documento para ressaltar o papel da ciência como instrumento fundamental para a correção das desigualdades sociais e do desenvolvimento econômico. Foto: Giba/MCTI Elias afirma que Brasil organizará um documento para ressaltar o papel da ciência como instrumento fundamental para a correção das desigualdades sociais e do desenvolvimento econômico. Foto: Giba/MCTI O secretário executivo do ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luiz Antonio Elias, destacou que o Brasil, em conjunto com países da América Latina e Caribe, elaborará um documento a ser apresentado no Fórum Mundial da Ciência (FMC), em novembro, no Rio de Janeiro. O objetivo da proposta é ressaltar o papel da ciência como instrumento fundamental para a correção das desigualdades sociais e do desenvolvimento econômico. “Queremos mostrar que fazemos ciência de muita qualidade. A ideia é que a gente consiga capturar a percepção da importância da ciência e dos impactos que ela têm na região. Por isso, levaremos para o Fórum Mundial uma proposição latino-americana”, afirmou Elias. O documento será redigido em cooperação com a Comissão Econômica para América Latina e o Caribe (Cepal) e a Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura. Segundo Elias, a proposta focará na educação em ciência, na formação de recursos humanos, no acesso ao conhecimento e na garantia da sustentabilidade e da produtividade da economia.


Além da proposição internacional, o Brasil também apresentará um texto próprio no FMC. Ele será elaborado por um grupo formado por pesquisadores com destaque nacional. A proposta é fruto dos sete encontros preparatórios. Sobre este texto, o secretário executivo do MCTI explicou que a expectativa é que ele funcione como um instrumento renovador das ações governamentais para a ciência, tecnologia e inovação do País. “A ideia é aprimorar as políticas públicas. As críticas sobre elas fazem parte de um processo constante de aperfeiçoamento e de correção de rumo. Na realidade, o governo quer exatamente isso: ouvir a sociedade e corrigir o caminho das nossas políticas. Esperamos que o documento traduza os anseios da sociedade brasileira por maior capacidade, maior inclusão, maior progresso”. Apesar de estar em fase de desenvolvimento, o presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Jacob Palis, adiantou algumas questões que estará no texto. Segundo ele, a proposta defenderá mais recursos para o setor, a aproximação entre o cientista e empresas e a descentralização das atividades de CT&I do eixo Rio-São Paulo. “Sabemos que uma das prioridades do País é o investimento em inovação. Esta para nós será resultado de novas descobertas. Para tanto, é imprescindível o fomento para as atividades de pesquisa e desenvolvimento”. O presidente da ABC ainda salientou que caso as ações a serem propostas pelo documento sejam implementadas, a ciência brasileira poderá mudar de patamar nos próximos anos. Fonte: Agência Gestão CT&I, por Leandro Duarte http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/08/america-latina-tera-documento-com-acoes-para-osetor-de-cti/


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Inpa discute cooperação internacional para criação de museus naturais no AM Postado em 27/08/2013 Durante esta semana representantes do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) e da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) debaterão os detalhes técnicos finais de uma cooperação internacional para a criação de três museus naturais para a biodiversidade no Amazonas (AM). A ideia é fazer com que o Bosque da Ciência, Jardim Botânico Adolpho Ducke (ambos em Manaus/AM) e a área de pesquisa do Inpa localizada na BR 174, a ZF 2 (km 60), façam parte do projeto. De acordo com a pesquisadora do Laboratório de Mamíferos Aquáticos (LMA) do Inpa e responsável pela parceria, Vera Silva, o objetivo é trazer um novo conceito de museu. “O museu é a própria floresta, é o estudo da biodiversidade. Nós vamos trabalhar com as áreas de reserva do Inpa e também no Bosque da Ciência e no jardim botânico Adolpho Ducke em parceria com o Museu da Amazônia. Será montada uma infraestrutura para buscar informações, imagens e sons do que existe na floresta para o público de maneira interativa com mais tecnologia”, explica. De acordo com a pesquisadora, torres serão instaladas nas três áreas para a captação dessas imagens e sons da floresta. Silva afirma ainda que os museus ajudarão os pesquisadores a obter informações sobre a dinâmica florestal. “Ao invés de você ter o acervo em uma sala fechada, nosso acervo estará na floresta e isso faz com que essas áreas sejam conservadas porque vamos passar a conhecer mais cada aspecto que envolve essa região”, disse.


Nesta segunda-feira (26) os representantes da Jica participaram de uma reunião com a direção do Inpa e, segundo o diretor substituto do Instituto Estevão Monteiro, o acordo prevê capacitação de pessoas para o ecoturismo. “Nossa expectativa é contribuir mais com a sociedade capacitando as pessoas em relação ao sistema amazônico. Nessa fase há a discussão de detalhes técnicos, mas o caminho já está consolidado”, afirmou. Fonte: Inpa http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/08/inpa-discute-cooperacao-internacional-para-criacaode-museus-naturais-no-am/


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América Latina terá documento com ações para o setor no Fórum Mundial de Ciência forum 27 O secretário executivo do ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luiz Antonio Elias, destacou que o Brasil, em conjunto com países da América Latina e Caribe, elaborará um documento a ser apresentado no Fórum Mundial da Ciência (FMC), em novembro, no Rio de Janeiro. O objetivo da proposta é ressaltar o papel da ciência como instrumento fundamental para a correção das desigualdades sociais e do desenvolvimento econômico. “Queremos mostrar que fazemos ciência de muita qualidade. A ideia é que a gente consiga capturar a percepção da importância da ciência e dos impactos que ela têm na região. Por isso, levaremos para o Fórum Mundial uma proposição latino-americana”, afirmou Elias em entrevista à Agência Gestão CT&I, durante o 7° Encontro preparatório para o FMC, realizado nos dias 21 e 22 de novembro, em Brasília. O documento será redigido em cooperação com a Comissão Econômica para América Latina e o Caribe (Cepal) e a Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura. Segundo Elias, a proposta focará na educação em ciência, na formação de recursos humanos, no acesso ao conhecimento e na garantia da sustentabilidade e da produtividade da economia. Além da proposição internacional, o Brasil também apresentará um texto próprio no FMC. Ele será elaborado por um grupo formado por pesquisadores com destaque nacional. A proposta é fruto dos


sete encontros preparatórios. Sobre este texto, o secretário executivo do MCTI explicou que a expectativa é que ele funcione como um instrumento renovador das ações governamentais para a ciência, tecnologia e inovação do País. “A ideia é aprimorar as políticas públicas. As críticas sobre elas fazem parte de um processo constante de aperfeiçoamento e de correção de rumo. Na realidade, o governo quer exatamente isso: ouvir a sociedade e corrigir o caminho das nossas políticas. Esperamos que o documento traduza os anseios da sociedade brasileira por maior capacidade, maior inclusão, maior progresso”. Apesar de estar em fase de desenvolvimento, o presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Jacob Palis, adiantou algumas questões que estará no texto. Segundo ele, a proposta defenderá mais recursos para o setor, a aproximação entre o cientista e empresas e a descentralização das atividades de CT&I do eixo Rio-São Paulo. “Sabemos que uma das prioridades do País é o investimento em inovação. Esta para nós será resultado de novas descobertas. Para tanto, é imprescindível o fomento para as atividades de pesquisa e desenvolvimento”. O presidente da ABC ainda salientou que caso as ações a serem propostas pelo documento sejam implementadas, a ciência brasileira poderá mudar de patamar nos próximos anos. Fonte: Agência Gestão CT&I de Notícias http://www.confap.org.br/america-latina-tera-documento-com-acoes-para-o-setor-no-forummundial-de-ciencia/


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Ciência com ginga Recebemos na semana passada, na nossa redação-estúdio, o biólogo-músico – ou seria músicobiólogo? – Pavel Popoff para mais uma gravação da video-coluna Bioconexões, mantida por Stevens Rehen. Divertimo-nos bastante com o papo dos dois biólogos-músicos – seja qual for a ordem. A conversa sobre ciência e arte, música e criatividade, com direito a uma canja – com Stevens no bongô – será divulgada em breve aqui na CH On-line. Mas a diversão não parou por ali. Fizemos todos os membros da redação assistirem ao maior sucesso de Pavel na internet: Piruvato. O vídeo, em que um grupo de biólogos (muito animados) explica de maneira pouco ortodoxa – é melhor ver, pois é difícil descrever – o composto orgânico, contabiliza quase 140 mil visualizações no YouTube, sem levar em conta os compartilhamentos. O vídeo virou o hit da redação por uns dias. A descoberta de que um dos ‘atores’ mais empolgados é nosso futuro estagiário também causou comoção. Voltaremos ao Pavel e ao Piruvato em breve, na Bioconexões. Mas sua ideia de unir música, ciência e, digamos, diversão – que não se limita ao vídeo do piruvato – nos fez lembrar de outra iniciativa interessante que divulgamos aqui no Bússola em 2011, o concurso Dance your PhD, em que cientistas, professores e estudantes são desafiados a transformar suas pesquisas em dança. A questão que se levantou foi: por que não há coisas desse tipo no Brasil? Para a nossa surpresa, descobrimos esta semana que haverá, sim, algo parecido por aqui. Estão abertas até o dia 1º de setembro as inscrições para o concurso Euraxess Science Slam Brazil 2013, que desafia jovens pesquisadores de todas as áreas – estudantes de doutorado ou pós-doutorado em curso ou concluído há menos de dois anos – a mostrar seu talento artístico.


Quem sabe faz ao vivo Para quem aceita o desafio, o primeiro passo é pensar em uma forma original de apresentar seu projeto de pesquisa. São diversas possibilidades: dança, música, teatro, desenho… vale tudo! O segundo passo é gravar um vídeo de três minutos explicando sua ideia. Esse vídeo pode ser bem simples – a gravação não vai ser julgada –; a única exigência é que seja em inglês. Ele deve ser postado na plataforma de upload do Euraxess Links Brazil ou enviado diretamente para o e-mailbrazil@euraxess.net. Mas o que conta mesmo nesse concurso é o desempenho ao vivo. A partir dos vídeos inscritos, serão escolhidos seis finalistas para participar da etapa brasileira do concurso, que acontecerá no dia 24 de setembro, no Casarão Ameno Resedá, no Rio de Janeiro. ciência 27 postPassagem e estadia serão bancadas pela Euraxess, organização europeia que auxilia pesquisadores interessados em seguir carreira científica na Europa. O mesmo acontecerá em outros países, como Estados Unidos e Cingapura. Nesse dia, os pesquisadores deverão exibir toda a sua criatividade e talento em uma apresentação de até dez minutos sobre seu trabalho científico, em inglês, para uma plateia de não especialistas. A apresentação pode ser apoiada por vídeos, áudios,slides de powerpoint ou qualquer outro tipo de mídia disponível. A performance dos candidatos será avaliada pelo público e por um júri composto por representantes da Euraxess Links Brazil e de instituições e empresas de pesquisa europeias e brasileiras. O primeiro colocado viajará para Bruxelas com tudo pago para participar da final internacional na Euraxess Voice of the Researchers Conference, que será nos dias 21 e 22 de novembro. Por trás de tanta diversão e criatividade – e talvez um pouco de constrangimento, é verdade – está o desejo da Comissão Europeia, que financia o concurso, de promover a mobilidade internacional de cientistas e a colaboração em pesquisa entre Brasil e União Europeia. O Euraxess Science Slam Brazil 2013 já conta com uma página no Facebook, onde há mais informações. De novo: as inscrições vão até o dia 1º de setembro. Para participar do evento no Rio de Janeiro como membro da plateia, a inscrição vai até o dia 15 de setembro, pelo e-mail brazil@euraxess.net. E aí, Pavel, se anima? Já reservei meu lugar na plateia! Fonte: Ciência Hoje On-line | Por: Carla Almeida http://www.confap.org.br/ciencia-com-ginga/


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MCTI lança edital para projetos voltados a parques tecnológicos e incubadoras O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação abriu na última sexta-feira, 23, junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), chamada pública para projetos voltados para a pesquisa de parques tecnológicos e incubadoras de empresas. O financiamento das propostas será de R$ 12 milhões e se dividirá em três faixas. A primeira faixa será de apoio à infraestrutura de incubadoras de empresas em estágio de operação para prestação de serviços às empresas de base tecnológica, com aporte de R$ 8 milhões. A segunda consiste na elaboração de Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica (EVTE) para incubadoras de empresas, cujo valor estimado é de R$ 2 milhões. Por fim, os projetos de apoio à elaboração de Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica (EVTE) para parques tecnológicos receberão investimento de R$ 2 milhões. Segundo o MCTI, a chamada tem por objetivo selecionar propostas para apoio financeiro, com recursos não reembolsáveis, a projetos de apoio a inovação e asmesmas devem ser cadastradas até o dia 7 de outubro na Plataforma Carlos Chagas, dentro do site do CNPq. A divulgação dos resultados ocorrerá a partir de outubro e o início do apoio às propostas será em novembro. Fonte: TI Inside http://www.consecti.org.br/destaques/mcti-lanca-edital-projetos-voltados-parques-tecnologicosincubadoras/


Veículo: Site – Ministério da Ciência, Tecnologia Editoria: e Inovação

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Embaixada do Brasil e Austrália fazem parceria para estágios no país 27/08/2013 - 12:57 A embaixada brasileira na Austrália firmou parceria com a Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation (CSIRO) para estágios de verão no país. São 21 ofertas para os bolsistas do programa Ciência sem Fronteiras (CsF). O prazo para se candidatar segue até o dia 9 de setembro. Os estágios têm duração de 10 a 12 semanas e serão realizados entre novembro de 2013 e fevereiro de 2014. As datas exatas de início e término devem ser negociadas com cada supervisor da universidade em que o estudante cursa a bolsa de graduação. Além das vagas descritas, os bolsistas brasileiros também poderão concorrer a outras oportunidades, anunciadas para o público em geral. Confira clicando aqui. Para saber mais sobre a CSIRO, acesse: http://www.csiro.au/. Texto: Ascom do CNPq http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/349359/Embaixada_do_Brasil_e_Australia_fazem_ parceria_para_estagios_no_pais.html


Veículo: Site – Agência Gestão CT&I Editoria: Pag: Assunto:Instituto de Pesquisas Eldorado muda o comando de sua superintendência Cita a FAPEAM:

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Instituto de Pesquisas Eldorado muda o comando de sua superintendência Ter, 27 de Agosto de 2013 16:05 O Instituto de Pesquisas Eldorado trocou nesta semana o comando de sua superintendência. Arthur João Catto, que esteve à frente da entidade por cerca de 14 anos, dará lugar a Jaylton Moura Ferreira. O novo superintendente ocupava o cargo de executivo de Operações e Tecnologia. Catto continuará no Eldorado na área de pesquisa e inovação, dedicando-se integralmente a um projeto inovador de formação de recursos humanos, em parceria com uma multinacional, cujo nome ainda é mantido sob sigilo. Para nomear Jaylton Ferreira, o Conselho de Administração, levou em consideração o fato de ele ser um executivo com uma longa trajetória no gerenciamento de projetos de alta complexidade, envolvendo equipes multidisciplinares com profissionais de diversos países e fornecedores. Ele dará seguimento aos planos de crescimento e diversificação das atividades do Eldorado. O novo superintendente assume o cargo com a missão de diminuir a dependência do Eldorado dos projetos realizados no âmbito da Lei de Informática. “Estamos preparados para entrar em novos mercados, como as áreas de energia, saúde e automotiva, que demandam as tecnologias que dominamos”, detalha.


A estratégia está sendo montada também com base em ferramentas de inteligência de negócios. “A meta é mantermos um crescimento de 8 a 10% ao ano nos próximos cinco anos”, afirma Ferreira. O Instituto Eldorado é considerado o segundo maior centro de pesquisa e desenvolvimento (P&D) na área de tecnologia da informação e comunicação (TIC) do país, no âmbito da Lei de Informática. “Só em 2012, foram investidos recursos próprios em torno de R$ 1 milhão em pesquisas de novas tecnologias. Dominar o conhecimento de fronteira é fundamental para nossa expansão”, acrescenta. Legado A gestão de Arthur João Catto será, de acordo com a instituição, a base do plano de expansão. Durante o período em que esteve à frente do Instituto Eldorado, Catto se concentrou em dar reconhecimento mundial ao centro de pesquisa com independência e equilíbrio financeiro. Ao assumir a superintendência do Eldorado, em 1999, ele tinha a missão de mostrar ao mercado que o Instituto poderia fazer P&D em TIC em nível equivalente ao de centros de pesquisas estrangeiros. Hoje, além de uma carteira com mais de 50 clientes, o Eldorado atua em áreas bem diversificadas. A informática representa hoje 51% dos seus negócios; seguido por telecomunicação (14%), energia (12%), eletrodomésticos (5%) e eletromédicos (4%). Sua gama de atuação vai de software, hardware e microeletrônica, até testes e ensaios para homologação de celulares e rastreabilidade. (Agência Gestão CT&I com informações do Instituto Eldorado) http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4419:instituto-depesquisas-eldorado-muda-o-comando-de-sua-superintendencia&catid=1:latest-news


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8. Código Nacional de CTI em debate hoje na Câmara Encontro discutirá a PEC 290 que altera e adiciona dispositivos na Constituição Federal, informa a Agência Câmara A Comissão Especial do PL 2177/2011, que trata do Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, se reuni nesta terça-feira, 27/8 com a Frente Parlamentar da Ciência, Tecnologia, Pesquisa e Inovação para debater a PEC 290/2013, que "altera e adiciona dispositivos na Constituição Federal para atualizar o tratamento das atividades de ciência, tecnologia e inovação", de autoria da Deputada Margarida Salomão e que foi elaborada pela Comissão Especial. Os expositores serão os deputados Margarida Salomão (PT/MG), autora da PEC 290/13; Izalci (PSDB/DF), 1º Vice-Presidente da Comissão Especial Código Nacional de Ciência e Tecnologia, Presidente da Frente Parlamentar de Ciência, Tecnologia, Pesquisa e Inovação e futuro relator na Comissão Especial que analisará a PEC 290/13; e Sibá Machado (PT/AC) - Relator da Comissão Especial que analisa o PL 2177/2011 (Agência Câmara) http://www.camara.leg.br/internet/ordemdodia/ordemDetalheReuniaoCom.asp?codReuniao=33193


Veículo: Site – Jornal da Ciência Editoria: Pag: Assunto:12. Inscrições para prêmio Jovem Cientista terminam esta semana Cita a FAPEAM:

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12. Inscrições para prêmio Jovem Cientista terminam esta semana Candidatos podem se concorrer nas categorias Ensino Médio, Ensino Superior, Mestre/Doutor e Mérito Institucional Terminam nesta sexta-feira (3), às 18 horas, as inscrições para o 27º prêmio Jovem Cientista, atribuído a quatro categorias: mestre e doutor; estudante do ensino superior; estudante do ensino médio; e mérito institucional. O tema este ano é "Água: desafios da sociedade". A inscrição é de caráter individual e deverá ser efetuada exclusivamente no endereço:www.jovemcientista.cnpq.br - para as categorias "mestre e doutor" e "estudante do ensino superior". Para a categoria "estudante de ensino médio", a inscrição poderá ser efetuada, preferencialmente, pelo portal, seção Ensino Médio, ou pelos Correios, para o endereço: Fundação Roberto Marinho Rua Santa Alexandrina, 336 "1º andar", Rio Comprido (Rio de Janeiro/RJ), CEP 20261-232. A inscrição será eliminada se for feira pelo site e pelos Correios simultaneamente. Na premiação para mérito institucional, serão contempladas uma instituição de ensino superior e outra de ensino médio às quais estiver vinculado o maior número de trabalhos com mérito científico, oriundo de candidatos inscritos em todas as categorias. A divulgação dos resultados ocorrerá em novembro, pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI). Mais informações no endereço:


http://www.jovemcientista.cnpq.br/ Sobre O Jovem Cientista é uma parceria do CNPq com a Fundação Roberto Marinho, Gerdau e GE. O objetivo é, a partir de assuntos de relevância nacional, permitir que cientistas possam lançar mão de seu conhecimento para responder aos problemas sociais mais críticos e emergenciais do país. (Ascom do MCTI) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=88952


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14. Chamada apoia projetos de parques e incubadoras Financiamento será no valor de 12 milhões de reais Projetos voltados para a pesquisa de parques tecnológicos e incubadoras de empresas recebem apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Financiamento das propostas será no valor global de R$12 milhões, e seguirá três faixas: A, B e C. Faixa A: Apoio à infraestrutura de incubadoras de empresas em estágio de operação, para prestação de serviços às empresas de base tecnológica. Valor estimado R$ 8 milhões. Faixa B: Apoio à elaboração de EVTE - Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica para Incubadoras de Empresas. Valor estimado R$ 2 milhões. Faixa C: Apoio à elaboração de EVTE - Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica para Parques Tecnológicos. Valor estimado R$2 milhões. A Chamada tem por objetivo selecionar propostas para apoio financeiro, com recursos não reembolsáveis, a projetos de apoio a inovação, caracterizados como habitats de inovação, os quais compreendem as Incubadoras de Empresas de Base Tecnológica e os Parques Tecnológicos existentes no país. As propostas devem ser cadastradas até o dia 07 de outubro, na Plataforma Carlos Chagas, na página do CNPq. A divulgação dos resultados ocorrerá a partir do mês de outubro e o início do apoio às propostas a partir de novembro. Edital da chamada: clique aqui http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=88954


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Bolsistas do Programa Ciência sem Fronteiras relatam experiência de estudos no exterior 27 Ago 2013 12:10:00 -0300 Bolsistas de doutorado e graduação sanduíche na Universidade de Alberta, no Canadá, compartilham, em depoimentos relatados pelos próprios estudantes, as experiências de estudos no exterior por meio do Programa Ciência sem Fronteiras. Em uma revista eletrônica “Brasileiros sem Fronteiras na Universidade de Alberta”, produzida pela própria instituição de ensino, os bolsistas descrevem a boa adaptação aos estudos no país canadense. Seus relatos revelam um pouco da preparação e experiência acadêmica dos estudantes da pós-graduação que recebem bolsas do doutorado pleno e sanduíche, além de bolsistas da graduação sanduíche. Para a estudante de doutorado na área de Educação Física/Neurofisiologia, Priscila Marques Dias Corrêa, apesar do Brasil estar se desenvolvendo na área e possuir pesquisadores de renome, ainda não chegou ao nível de pesquisa dos países de primeiro mundo, como o Canadá. “Pesquisadores aqui possuem maior acesso a recursos financeiros e tecnológicos, além das universidades proporcionarem mais oportunidades de freqüentar palestras ou encontros com outros pesquisadores de ponta da área. Outra vantagem que vejo no Canadá é o constante incentivo à colaboração entre diferentes laboratórios”, destaca a pesquisadora. Outra diferença destacada pelos bolsistas é o clima. Muitos estudantes que decidem estudar na Universidade de Alberta chegam com um certo receio em relação ao inverno que pode ser um desafio para os brasileiros. A cidade de Edmonton é considerada uma das mais frias capitais


canadenses, com variações climáticas drásticas. As temperaturas podem oscilar entre 35 C no verão a -40 C no inverno. Os estudantes também deixam dicas de como se inscrever para as oportunidades de bolsas e como se adaptar à estadia em um novo país. Pesquisar mais sobre a cidade escolhida, como clima, comida, moradias, cultura, universidade e custo de vida, organização para cumprir os prazos, e estabelecer contatos com outras pessoas que fazem parte de um programa da pós-graduação na universidade para qual queira ir, são algumas das dicas que os bolsistas relatam. Iniciativa - A revista eletrônica “Brasileiros sem Fronteiras na Universidade de Alberta” é produto de uma iniciativa do Serviço para Estudantes Internacional (International Student Services) da Universidade de Alberta para relatar as experiências dos estudantes brasileiros que têm bolsas da graduação ou pós-graduação administradas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Coordenação de Comunicação Social do CNPq http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/-/journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/1204 839


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Ipen comemora 57 anos com Semana de Ciência e Tecnologia 27/08/2013 Terça-Feira, Dia 27 de Agosto de 2013 as 15 O Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), unidade da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen/MCTI) em São Paulo, completa 57 anos de existência. A comemoração ocorre desta segunda-feira (26) a sexta (30), com a Semana de Ciência e Tecnologia do Ipen. A programação, centrada em atividades científicas, também reservou espaço para música e teatro. E inclui a entrega do título de pesquisador emérito ao especialista em proteção radiológica GianMaria Agostino A. Sordi. A homenagem marca a parte solene da programação, na quinta-feira (29), data da sessão comemorativa pelo 57º aniversário. Sordi ingressou no instituto no início da década de 60 e se aposentou em 1996. Permanece como assessor técnico científico da Diretoria de Segurança Nuclear e professor nos cursos de pós-graduação. Considerado um dos maiores especialistas em proteção radiológica, orientou 46 dissertações e teses de doutorado e pós-doutorado. Atualmente orienta quatro doutorandos e um mestrando. A saudação ao cientista caberá ao pesquisador emérito Claudio Rodrigues, ex-superintendente do Ipen. Na mesma cerimônia, servidores recém-aposentados receberão menção honrosa.


Na sexta-feira (30), a Semana de Ciência e Tecnologia se encerrará com o Dia da Convivência no Ipen. A atividade visa incentivar os servidores, bolsistas e estagiários a visitarem os diversos centros de pesquisa da instituição. No período da tarde haverá o Encontro da Direção, ocasião para servidores, gerentes e representantes da diretoria avaliarem o primeiro semestre da nova gestão. *Com informaçõs do Ipe Fonte: Ascom do MCTI* http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=100892&nome=Ipen %20comemora%2057%20anos%20com%20Semana%20de%20Ci%EAncia%20e%20Tecnologia


Veículo: Site – Agência Fapesp Editoria: Assunto:Ribeirão Preto ganha grupo de estudos sobre neurociência Cita a FAPEAM:

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Ribeirão Preto ganha grupo de estudos sobre neurociência 27/08/2013 Agência FAPESP – O Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA/USP) obteve a aprovação para a criação do grupo de estudo Reflexões em Neurociência Contemporânea, que terá base em Ribeirão Preto. O grupo será coordenado pelo neurofisiologista Norberto Garcia Cairasco, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e pesquisador responsável do Projeto Temático “Neurociências, epilepsia e arte. Caracterização interdisciplinar da cepa WAR e modelos de epilepsia correlacionados. As oficinas Da Vinci, divulgação científica e quebras de estigmas da epilepsia”, apoiado pela FAPESP. O propósito do grupo é discutir as funções e disfunções do cérebro a partir de uma visão integrada e transdisciplinar. Serão levados em conta aspectos subjacentes às análises de vários campos do conhecimento, conceitos filosóficos e características do comportamento humano, entre os quais: história da arte, história da ciência, consciência, livre-arbítrio, moralidade, violência e tomada de decisão. As discussões serão baseadas nas abordagens de autores como o biólogo americano Edward O. Wilson, o neurocientista britânico Francis Click (1916-2004), o físico americano Thomas S. Kuhn (1922-1996), o biólogo britânico Denis Noble, o professor de neuroestética Semir Zeki, da University College London, e a escritora americana Anne Fadiman. Entre as atividades já definidas para o grupo estão o simpósio internacional NEWroscience 2013 –


Epilepsies: Complexity and Comorbidities, que ocorrerá entre 18 e 21 de setembro na FMRP, a organização de mesas-redondas sobre assuntos polêmicos relacionados à neurociência na contemporaneidade e a divulgação da 3ª Semana Nacional Cérebro, prevista para março de 2014. Mais informações: www.iea.usp.br/noticias/criado-grupo-de-estudos-sobre-neurociencia-no-poloribeirao-preto http://agencia.fapesp.br/17775


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Veículo: Site – Jornal do Brasil Editoria: Assunto:Descobertas provas de água em partículas minerais na Lua Cita a FAPEAM:

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Descobertas provas de água em partículas minerais na Lua Agência Brasil A Nasa, agência espacial norte-americana, anunciou hoje (27) que foram encontradas provas da existência de água em partículas minerais da superfície da Lua e que esta provém de fontes desconhecidas situadas nas profundezas do satélite da Terra. Os investigadores usaram dados recolhidos pelo Instrumento de Mineralogia (M3) da Nasa, colocado a bordo da sonda Chandrayaan 1, da Organização de Investigação Espacial da Índia, e detectaram água magmática, isto é, que tem origem nas profundezas lunares. Foi aprimeira vez que essa forma de água foi detectada através de uma sonda que orbita a Lua. Descobertas anteriores mostraram a existência de água magmática em amostras lunares recolhidas pelos astronautas do programa Apolo. O instrumento M3 captou imagens da cratera Bullialdus, causada por uma explosão próxima da linha equatorial da Lua. A Nasa explicou que essa área interessa aos cientistas porque poderão quantificar melhor o volume de água existente dentro das rochas devido à localização da cratera e ao tipo de rochas que contém. A parte central da cratera é composta por um tipo de rochas que se forma profundamente dentro da crosta e do manto lunares. Em 2009, o M3 forneceu seu primeiro mapa mineralógico da superfície lunar e descobriu moléculas de água nas regiões polares da Lua.Acreditou-se, então, que essa água seria uma capa fina formada pelo impacto do vento solar sobre a superfície lunar. Mas a cratera Bullialdus está numa região pouco propícia para que o vento solar produza quantidades significativas de água na superfície.


“As missões da Nasa, como o Prospector Nuclear e o Satélite de Observação e Sensores de Crateras Lunares, e instrumentos como o M3 recolheram dados importantes que alteraram fundamentalmente nossa ideia da existência de água na superfície da Lua”, disse Pete Worden, diretor do Centro Ames de Investigação da Nasa, em Moffett Field, Califórnia. A detecção de água do interior da Lua a partir de uma observação orbital significa que os cientistas podem provar algumas das conclusões de estudos sobre amostras num contexto mais amplo, incluindo regiões distantes das analisadas nas missões Apolo. http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2013/08/27/descobertas-provas-de-agua-emparticulas-minerais-na-lua/

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