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Veículo: Site – Fucapi Editoria: Assunto: Rede Bionorte destina R$ 9 milhões para pesquisa Cita a FAPEAM: ✘

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Data: 27/09/2013

Rede Bionorte destina R$ 9 milhões para pesquisa Com o objetivo de apoiar projetos de pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação que contribuam para o desenvolvimento do Brasil e consolidação das redes regionais de pesquisa em biodiversidade e biotecnologia das regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançou o edital nº 79/2013: ‘Ação Transversal – Redes Regionais de Pesquisa em Biodiversidade e Biotecnologia. Os interessados devem encaminhar os seus projetos ao CNPq, exclusivamente pela internet, por meio do formulário de propostas online. O documento está disponível na Plataforma Carlos Chagas. As propostas podem ser submetidas até às 23h59 (horário de Brasília) do dia 04 de novembro. Os resultados serão divulgados no Diário Oficial da União e no portal do CNPq a partir do mês de novembro. A partir de dezembro, as propostas aprovadas serão financiadas com recursos no valor estimado de R$ 24 milhões. Sendo que, para a Rede Bionorte, serão destinados R$ 9 milhões. Para a Rede Bionorte, as propostas deverão contemplar pelo menos uma das seguintes linhas de pesquisa: conhecimento, conservação e uso sustentável da biodiversidade amazônica; bioprospecção e desenvolvimento de bioprodutos e bioprocessos. SOBRE A REDE BIONORTE Diante do desafio de descobrir, descrever, caracterizar e usar bem os produtos derivados da enorme diversidade biológica brasileira é necessário a expansão e a consolidação das redes regionais de pesquisa em biodiversidade e biotecnologia. Elas visam contribuir significativamente para a formação de mestres e doutores nessas áreas e a produção de ciência, tecnologia e inovação, promovendo o desenvolvimento social e econômico sustentável das regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste.


Uma dessas redes regionais de pesquisa é a Rede de Biodiversidade e Biotecnologia da Amazônia Legal (Bionorte) instituída por meio da Portaria MCT nº 901, de 04 de dezembro de 2008. O seu objetivo é integrar competências para o desenvolvimento de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação e formação de doutores, com foco na biodiversidade e biotecnologia, visando gerar conhecimentos, processos e produtos que contribuam para o desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal, formada pelos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Maranhão e Mato Grosso. Uma das principais motivações da criação da Rede Bionorte é o grande número de espécies florestais, frutíferas e pesqueiras existentes na Amazônia que ainda não foram estudadas, principalmente devido ao número reduzido de doutores atuantes na região. A Rede Bionorte é integrada por instituições de ensino e pesquisa da Amazônia Legal, cujos projetos de pesquisa visam produzir impactos socioeconômicos e melhorar a qualidade de vida da população da Amazônia brasileira. Fonte: Agência Fapeam http://www.fucapi.br/blog/2013/09/rede-bionorte-destina-r-9-milhoes-para-pesquisa/


Veículo: Site – Confap Editoria: Pag: Assunto: Divulgado resultado dos contemplados no Programa de Apoio à Participação em eventos científicos Cita a FAPEAM: ✘

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Divulgado resultado dos contemplados no Programa de Apoio à Participação em eventos científicos A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) divulgou, na última segundafeira (23), o resultado do Programa de Apoio à Participação em Eventos Científicos e Tecnológicos (Pape), Edital 001/2013. O mesmo tem como objetivo apoiar a participação de pesquisador/professor/estudante em eventos científicos e tecnológicos no País e no exterior. Ao todo, foram aprovados 44 trabalhos, sendo 41 para participação em eventos nacionais e três internacionais. A lista de contemplados se refere à sétima chamada do Edital, uma vez que a Fapeam oferece a oportunidade para intercâmbio de conhecimento ao longo do ano. O calendário com o período em que os eventos serão realizados para a inscrição do trabalho e a data de divulgação das propostas submetidas está disponível no Portal da Fundação. São 12 chamadas durante 2013. O auxílio é concedido na forma de passagens aéreas, terrestres e fluviais em território nacional e internacional. As passagens são concedidas por meio de empresa definida pela Fundação. A alteração do trecho originalmente aprovado só poderá ser feita mediante apresentação de motivo justificável, a ser comprovado no ato da prestação de contas. Ainda assim, os eventuais custos da alteração, bem como a própria alteração, serão de exclusiva responsabilidade do beneficiário. Requisitos O interessado deve ser brasileiro ou naturalizado; quando estrangeiro, ter visto permanente. Ter vínculo com Instituição de Pesquisa e/ou Ensino Superior (Ipes), órgão público ou Organização Não


Governamental (ONG) sediado ou com unidade permanente no Estado do Amazonas. Se o evento for realizado fora do País, o interessado deve ter título de doutor, com vínculo empregatício em Instituição de Pesquisa e/ou Ensino Superior (Ipes), com experiência em CT&I ou ser Doutor bolsista do Programa de Desenvolvimento Científico Regional (DCR) ou de Programa de Pós-Doutorado em instituições do Estado. Estar cadastrado no sistema de Currículo Lattes do CNPq, no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq e no Banco de Pesquisadores da Fapeam. Quando estudante, apresentar anuência formal do orientador ou do coordenador do curso de graduação/pós-graduação para participar do evento. Ter trabalho como primeiro autor, formalmente aceito para apresentação em evento nacional. No caso de eventos internacionais, o solicitante não precisa ser o primeiro autor, no entanto, deverá apresentar declaração explicitando a condição de apresentador do trabalho. Não estar inadimplente e/ou com pendências de natureza financeira ou técnica com a Fapeam. Fonte: Agência Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas – Fapeam http://www.confap.org.br/divulgado-resultado-dos-contemplados-no-programa-de-apoio-aparticipacao-em-eventos-cientificos/


Veículo: Site – D24 Am Editoria: Assunto:Inpa realiza 7ª edição do ano do projeto Circuito da Ciência Cita a FAPEAM:

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Inpa realiza 7ª edição do ano do projeto Circuito da Ciência 26 Set 2013 . 15:13 h . Com informações da assessoria . portal@d24am.com Na programação constam oficinas educativas e exposições de malária e dengue, leishmaniose, invertebrados terrestres vivos entre outros [ i ] Projeto que utiliza oficinas, exposições científicas e jogos educativos para socializar com a comunidade a informação científica produzida no Inpa Manaus - O Bosque da Ciência, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), é uma opção divertida e educativa neste fim de semana. Na manhã deste sábado (27), o espaço oferece O espaço oferece gratuitamente a 7ª edição do ano do Circuito da Ciência, projeto que utiliza oficinas, exposições científicas e jogos educativos para socializar com a comunidade a informação científica produzida no Instituto. O projeto existe há 14 anos e nesse período mais de 180 escolas da rede pública de ensino, englobando aproximadamente 50 mil pessoas entre crianças, jovens e adultos, conheceram o espaço físico e as produções científicas do Inpa, desenvolvidas com o caráter sociocientífico e cultural. Cerca de 300 estudantes de quatro escolas públicas de Manaus já estão agendados para participar. Nesta edição participam os alunos das escolas municipais Ana Maria de Souza Barros (Mauzinho) e Aristóteles Comte de Alencar (Armando Mendes), além de duas escolas estaduais: professor Reinaldo Thompson (Coroado I) e Mestre Otílio (Colônia Oliveira Machado).


De acordo com o coordenador do Bosque da Ciência, Jorge Lobato, as portas do Bosque da Ciência ficarão abertas das 8h às 17h. “Independente de ser mais um evento de portas abertas, a instituição está aberta para toda a população, sendo uma ótima opção para a família de turismo científico, entretenimento e lazer”, disse Lobato. Atividades Na programação constam oficinas educativas e exposições de malária e dengue, leishmaniose, invertebrados terrestres vivos, abelhas das orquídeas, insetos aquáticos, jogos educativos do Laboratório de Psicologia e Educação Ambiental (Lapsea), Herbário e Carpoteca (local onde se guardam frutos) – A Floresta em uma Biblioteca. Parceiros do Inpa no projeto também desenvolverão outras atividades demonstrativas, como recursos hídricos, saúde bucal – parceria Universidade Federal do Amazonas (UEA) e Universidade Federal do Amazonas (Ufam) -, Clube de Ciências (Ufam), Sala de Ciências (Sesc), gestão de resíduos (Moto Honda), com Posição Certa (UniniltonLins), Com Postura e workshop sobre turismo no Amazonas (Fametro), Exposição de Produtos Reaproveitáveis e Jogos Ambientais (Semmas), Coleta Seletiva (Semulsp), Manaus Ambiental. Além dos projetos Despertando a Consciência (Uninorte), Pirogravuras em Papel Reciclado, Grupo de Escoteiro Amazonas, “As Funções dos Parques Urbanos da Cidade de Manaus” (E.M. Carolina Perolina Raimunda Almeida - São José Operário, PCE). O Bosque da Ciência do Inpa está localizado na rua Otávio Cabral, Petrópolis, via ao lado da Avenida André Araújo, Aleixo, zona centro sul de Manaus (AM). http://www.d24am.com/amazonia/ciencia/inpa-realiza-7-edicao-do-ano-do-projeto-circuito-daciencia/96599


Veículo: Site – G1.Globo Editoria: Pag: Assunto:Cientistas identificam neurônios que fazem camundongo comer demais Cita a FAPEAM:

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Cientistas identificam neurônios que fazem camundongo comer demais Ao ter circuito alterado, animais ficaram ávidos por alimentos calóricos. Autores esperam que descoberta ajude a tratar transtornos e obesidade. Cientistas americanos identificaram em camundongos um circuito de neurônios específico que faz com que os animais devorem alimentos, mesmo quando não estão com fome, ou deixem de comer, ainda que estejam famintos. Os resultados estão publicados na revista "Science" desta sexta-feira (27). Esse circuito, chamado núcleo leito da estria terminal (NLET), age sobre o hipotálamo lateral, região do tamanho de uma ervilha localizada no meio do cérebro e responsável por controlar funções como fome e saciedade. O NLET é ativado durante a alimentação e inibe a atividade do hipotálamo lateral. Para manipular esse grupo de neurônios, os pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte implantaram fibras ópticas no cérebro de roedores vivos e usaram uma combinação de óptica com genética – conhecida como optogenética – para ativá-las, uma de cada vez. Os autores, liderados por Joshua Jennings, descobriram que, depois disso, os neurônios NLET suprimiram a atividade de células especializadas do hipotálamo lateral, chamadas neurônios glutamatérgicos. Essa interferência fez com que os camundongos procurassem por comidas


altamente calĂłricas, mesmo nĂŁo estando com fome. Segundo os cientistas, os resultados ajudam a explicar como uma ruptura ao longo desse caminho cerebral pode levar a comportamentos alimentares inadequados. Na opiniĂŁo deles, a descoberta tambĂŠm pode contribuir no futuro para novos tratamentos de transtornos alimentares e obesidade em seres humanos. http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/09/cientistas-identificam-neuronios-que-fazemcamundongo-comer-demais.html


Veículo: Site – G1.Globo Editoria: Pag: Assunto:Fóssil de peixe encontrado na China preenche lacuna evolutiva Cita a FAPEAM:

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Fóssil de peixe encontrado na China preenche lacuna evolutiva Peixe de 419 milhões de anos é primeira criatura a ter um rosto distinguível. Rosto inclui mandíbula moderna, incluindo o osso da arcada dentária. Uma equipe científica internacional descobriu na China um peixe fossilizado com 419 milhões de anos, que pode ser a mais antiga criatura conhecida a ter um rosto distinguível, possivelmente representando um elo perdido no desenvolvimento dos vertebrados. A descoberta aconteceu na represa de Xiaoxiang e foi noticiada nesta quinta-feira (27) pela revista "Nature". É o mais primitivo vertebrado já descoberto a ter uma mandíbula moderna, incluindo o osso da arcada dentária encontrado em humanos. "Isso finalmente resolve o antigo problema sobre a origem dos peixes modernos", disse John Long, professor de paleontologia na Universidade Flinders, na Austrália. O animal, batizado de Entelognathus primordialis, tem uma forte carapaça e pertence à extinta família dos placodermos, com um crânio complexo e pequeno, e ossos na mandíbula. A descoberta parece desautorizar teorias anteriores de que os vertebrados modernos com esqueletos ósseos, da classe dos osteichthyes, haviam evoluído a partir de criaturas semelhantes ao tubarão, com esqueleto cartilaginoso. http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/09/fossil-de-peixe-encontrado-na-china-preenchelacuna-evolutiva.html


Veículo: Site – G1.Globo Editoria: Pag: Assunto:Diretor do Inpa receberá premiação da Ordem Nacional do Mérito Científico Cita a FAPEAM:

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Diretor do Inpa receberá premiação da Ordem Nacional do Mérito Científico 2013-09-26 – 13:46:29 Adalberto Val, pesquisador de carreira e diretor do Inpa, será homenageado em Brasília, no mês de outubro pelas suas contribuições prestadas à ciência e a tecnologia Por Daniel Jordano O pesquisador de carreira e diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), Adalberto Val, que já havia sido admitido como comendador, receberá no dia 21 de outubro, em Brasília, a promoção para a classe Grã-Cruz na Ordem Nacional do Mérito Científico, cerimônia organizada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). A homenagem foi instituída em 1993 e premia personalidades nacionais e estrangeiras que se distinguiram por relevantes contribuições à ciência e à tecnologia. De acordo com o decreto nº 4.115/2002, que dispõe sobre a Ordem, ela possui duas classes: GrãCruz e Comendador. Para a classe Grã-Cruz são fixados o quantitativo de 200 vagas e de 500 para a de Comendador. Ainda conforme o decreto, para ingresso na Ordem é primordial o candidato ter prestado relevantes serviços à ciência e tecnologia, distinguindo-se dentre seus pares por suas qualidades intelectuais, acadêmicas e morais. Já quanto à promoção de uma classe para outra, ela só pode acontecer quando o candidato tiver cumprido o período de mais de dois anos na classe e tiver prestado novas contribuições à área da ciência e tecnologia. Carreira científica


Adalberto Val é pesquisador do Inpa onde estuda, desde 1981, a respiração e as adaptações dos peixes da Amazônia às modificações do meio ambiente, tanto aquelas de origem natural como aquelas causadas pelo homem. Val realizou pós-doutorado na Universidade da Columbia Britânica, no Canadá, e tem mantido intensa cooperação técnico-científica. Ele é autor de mais de 100 trabalhos em periódicos nacionais e estrangeiros; mais de 20 capítulos de livros e livros, entre os quais se destacam as publicações “Peixes da Amazônia e seu ambiente (Fishes of the Amazon and their Environment)” pela editora Springer Verlag (1995) e “A fisiologia de peixes tropicais (The Physiology of Tropical Fishes)” publicado pela Academic Press (2006). Val é associado a várias sociedades científicas nacionais e estrangeiras, no âmbito das quais organizou 13 eventos, sendo nove internacionais. Ele orientou mais de 60 alunos de Iniciação Científica e mais de 50 profissionais em nível de mestrado, doutorado e pós-doutorado. Em 2002, recebeu a Comenda da Ordem Nacional do Mérito Científico e, em 2004, recebeu o Prêmio Excelência da mesma Sociedade Americana de Pesca em decorrência de sua contribuição científica na área de fisiologia e bioquímica de peixes. É bolsista de produtividade 1A do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Em 2005 foi eleito membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC). Em maio de 2006, assumiu a direção do Inpa. Em 2007, foi eleito Conselheiro da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e vice-presidente da ABC para a Região Norte. Em 2008 recebeu a Grande Ordem do Mérito Legislativo do Estado do Amazonas. Foto da chamada: Eduardo Gomes http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=2947


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Pag: Assunto:Pesquisa analisa ação do ácido kójico contra envelhecimento da pele Cita a FAPEAM: ✘

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Pesquisa analisa ação do ácido kójico contra envelhecimento da pele Postado em 26/09/2013 As enzimas que atuam no envelhecimento, estudadas na dissertação, atuam em processos degenerativos como a artrite. Foto: Reprodução As enzimas que atuam no envelhecimento, estudadas na dissertação, atuam em processos degenerativos como a artrite. Foto: Reprodução “Espelho, espelho meu: existe alguém mais bela do que eu?”. A frase dita pela madrasta da Branca de Neve, no filme ‘Branca de Neve e os Sete Anões’, retrata a preocupação de muitas mulheres em relação à aparência e o desejo de retardar o aparecimento dos primeiros sinais do tempo: as rugas. Os cuidados com a beleza têm movimentado bilhões no País. Nos últimos 17 anos, o setor de cosméticos apresentou um crescimento médio composto de 10% ao ano no Brasil. A indústria brasileira, em 2012, faturou R$ 34 bilhões, líquidos de impostos sobre as vendas. Para atender a indústria de cosméticos, ávida por novidades, pesquisadores têm buscado novas enzimas que atenuem a ação do tempo sobre a pele. Foi o caso da doutoranda em Farmácia pela Universidade de São Paulo (USP), Tatiana do Nascimento Pedrosa. Com o apoio do Governo do Estado, via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Pedrosa analisou a ação do ácido kójico (AK), o qual é usado como despigmentante no mercado cosmético. Denominada ‘Avaliação do Potencial de Derivados do Ácido Kójico sobre a melanogênese e o envelhecimento cutâneo’, a dissertação foi desenvolvida no âmbito da Faculdade de Ciências Farmacêuticas, da Universidade Federal do Amazonas (FCF/Ufam), sob a orientação dos professores Marne Vasconcellos e co-orientação do Prof. Dr. Emerson Lima. O projeto recebeu o apoio do Governo do Estado, via Programa RH Mestrado, e foi concluído em fevereiro deste ano.


Conforme Pedrosa, a pesquisa mostrou-se promissora ao conseguir identificar três derivados do AK, dentre os nove estudados, capazes de inibir a tironase (responsável pela formação de manchas na pele). “Nos testes em células, eles apresentaram atividades extremamente satisfatórias, inibindo a atividade da tirosinase em mais de 90%”, explicou. Os três derivados estudados apresentaram atividades despigmentantes e antioxidantes muito superiores as do ácido kójico, segundo Pedrosa. Tanto o AK quanto os derivados estudados, no entanto, não apresentaram atividade nas enzimas que atuam na matriz extracelular (elastase, colagenase e hialuronidase) e que são responsáveis por rugas e flacidez. Todavia, conforme a pesquisadora, estudos dessa natureza são importantes porque a atividade antioxidante é importância em produtos cosméticos, uma vez que os radicais livreis são responsáveis pelo o aumento da expressão dessas enzimas que degradam a derme e aumento das manchas, rugas e da flacidez. “A busca por agentes despigmentantes se faz necessária devido ao impacto social e psicológico que manchas na pele acarretam no indivíduo, além do fator estético. Eles também podem ser usados na indústria de alimentos, pois evitam o escurecimento enzimático dos alimentos, contribuindo assim para o aumento do tempo de prateleira”, enfatizou Pedrosa. As enzimas que atuam no envelhecimento, estudadas na dissertação, atuam em processos degenerativos como a artrite. Por isso, a descobertas de inibidores dessas enzimas podem ter um apelo além do cosmético. Sabe-se do papel dessas enzimas, por exemplo, na progressão tumoral. APOIO DA FAPEAM O apoio da Fapeam, conforme Pedrosa, permitiu-lhe dedicar-se integralmente ao mestrado e publicar trabalhos, em colaboração com outros pesquisadores, um dos quais foi publicado este ano na revista Química Nova. “O auxílio também possibilitou a realização de um estágio de cinco meses em um laboratório da USP, coordenado pela professora Silvya Stuchi Maria-Engler, e a cooperação do Programa de Mestrado da FCF/Ufam com instituições como o conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)”, pontuou. Fonte: Fapeam, por Luís Mansuêto http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/09/pesquisa-analisa-acao-do-acido-kojico-contraenvelhecimento-da-pele/


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Pag: Assunto:Pesquisa analisa qualidade de vida de pacientes com câncer de próstata Cita a FAPEAM: ✘

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Pesquisa analisa qualidade de vida de pacientes com câncer de próstata Postado em 26/09/2013 Com o objetivo de analisar a qualidade de vida de pacientes portadores de câncer de próstata foi desenvolvido o projeto intitulado ‘Avaliação da qualidade de vida em pacientes com câncer de próstata em tratamento paliativo na clínica da dor da FCecon’. A pesquisa foi realizada pelo estudante de medicina da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Jerocílio Maciel de Oliveira Júnior, sob orientação da professora doutora em Farmacologia, Mirlane Guimarães de Melo Cardoso. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), no Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens. Em valores absolutos, é o sexto tipo mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, representando cerca de 10% do total de cânceres. O trabalho de Oliveira Júnior foi apresentado na 2ª Jornada Científica FCecon que marcou o encerramento da segunda edição do Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic) 2012-2013 e o início da terceira edição 2013-2014. Jerocílio de Oliveira foi bolsista do Paic, uma iniciativa do Governo do Estado, via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). SOBRE O PAIC Esse programa consiste em apoiar, com recursos financeiros e bolsas institucionais, estudantes de graduação interessados no desenvolvimento de pesquisa em instituições públicas e privadas do Amazonas. Fonte: Agência Fapeam, por Manoela Moura http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/09/pesquisa-analisa-qualidade-de-vida-de-pacientescom-cancer-de-prostata/


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Pag: Assunto:Mais da metade das invenções são feitas por pessoas independentes no Brasil Cita a FAPEAM:

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Data: 27/09/2013

Mais da metade das invenções são feitas por pessoas independentes no Brasil Postado em 26/09/2013 O Brasil é conhecido por ser um país de pessoas criativas, que ao longo de seus 513 anos criou invenções que mudaram o mundo – radiografia, soro antiofídico, avião, bina, cartão telefônico, balão, discagem direta a cobrar. Quase 60% desses produtos não foram idealizados por pessoas diretamente ligadas a empresas ou a institutos de pesquisa, mas sim, por inventores “isolados”, segundo dados da Associação Nacional dos Inventores (ANI). Apesar da importância e benefícios que essas inovações trazem para a sociedade, os profissionais autônomos, que são milhares no País, sofrem com a burocracia e a falta de incentivos. Para o inventor brasileiro, o processo de depósito de patente é demorado e dispendioso, e pode chegar a custar, apenas em honorários com advogados, por volta de 50 mil reais. “O inventor brasileiro conta com poucas opções de auxílio, seja para a pesquisa e desenvolvimento de suas ideas ou até mesmo, posteriormente, para a realização do pedido de patente”, lamenta o fundador e presidente da Associação Nacional dos Inventores, Carlos Mazzei. Para melhorar a situação desses profissionais, a Frente Parlamentar de Ciência, Tecnologia, Pesquisa e Inovação (FPCTPI) se reuniu com os alguns inventores autônomos, representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Centro de Apoio ao Desenvolvimento da Universidade de Brasília (UnB), para debater o tema. O encontro ocorreu nesta terça-feira (24), na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF). De acordo com Adenor Martins de Araújo, inventor da discagem direta a cobrar, as dificuldades no


processo de inovação são de todos os tipos, desde o desenvolvimento da ideia até o registro e patente no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). “A tarefa não é fácil e os custos de desenvolvimento de um novo produto são sempre elevados. Além disto, existem os enormes gastos em relação à patente. Mas as despesas não param aí: é preciso ainda construir um modelo atraente e investir na promoção do artigo patenteado”, descreveu. Para o inventor, um dos maiores problemas é a falta de recursos para inovadores independentes. Ele explicou que as boas ideias deixam de ser alavancadas por dificuldades financeiras, quer seja na compra de insumos, como também com o tempo necessário da formação do objetivo. “ Nós gastamos do nosso dinheiro. Não temos apoio de universidades e institutos de pesquisa. Carecemos de apoio laboratorial, com instrumentos adequados para análise de nosso produto”. E acrescentou “Para piorar a situação, esperamos um longo tempo para análise do INPI”. O inventor do bina de telefone, Nélio José Nicolai, observa também que além de todos os problemas citados pelo companheiro de profissão, ainda tem a questão da perda da patente. “Se não prestarmos atenção às taxas impostas ao longo da espera pela marca, podemos perder a autonomia do produto e ter que buscá-la na justiça, que é morosa”. O pesquisador sente-se injustiçado pelas recorrentes ações, acatadas pela justiça, das empresas de telefonia que utilizam o Bina, que não pagam os royalties sob o pretexto de que a patente já expirou, que é de domínio público ou que os produtos, batizados com nomes diferentes, não são similares ao conteúdo do depósito de patente em nome de Nicolai. Ele foi obrigado inclusive, a arcar com os custos para a comprovação de que o produto era similar ao amparado pela patente em seu nome e mesmo assim perdeu a causa. “As causas envolvendo propriedade industrial [patentes] sejam designadas a juízes especializados com conhecimentos da Lei de Patente nº 9.279/96. Atualmente são julgadas como uma causa civil”. Ambos os profissionais frisaram o fato que tanto as leis de propriedade intelectual vigentes quanto o marco regulatório de CT&I proposto não ajudam os inventores. “Precisamos melhorar a legislação. Todos os recursos previstos na lei são acareados por pesquisadores , empresas e acadêmicos”, disse Nicolai. “Para se inventar no Brasil que tem que estar conveniado com as universidades e institutos de pesquisa. Como vamos doar a essas entidades um produto nosso?”, questionou Adenor Martins. A coordenadora de propriedade intelectual do MCTI, Fernanda Magalhães, concorda com os inventores e observou que ambas as leis tratam de forma simples o questionamento. “O marco regulatório não trouxe alteração significativa, praticamente se repete a Lei de Inovação (Lei n° 10.973/2004) que fala da possibilidade de adoção da intenção do núcleo de inovação tecnológica se isso for de interesse da instituição de pesquisa e for de interesse do inventor”. Ela frisou que muitas vezes o inventor não tem condições de trabalhar sua inovação de forma que se torne um produto de mercado e que o caminho entre a invenção e o produto no mercado é longo e penoso. “O MCTI acredita que umas das alternativas para melhorar o trabalho desse profissional é lançar concursos de invenções e fundos privados de investimento”, ressaltou. APOIO O Centro de Apoio ao Desenvolvimento (CDT) da Universidade de Brasília (UnB), opera com alguns inventores autônomos capacitando os projetos. A gerente de inovação e transferência tecnológica do CDT/UnB, Grace Ferreira Ghesti, explicou que o órgão pode buscar empresas que estejam interessadas em investir em tecnologia e avalia a aplicação tecnológica no âmbito comercial. “Pegamos a demanda, identificamos o que eles precisam, onde e de que forma a gente


pode atuar. Assim damos uma consultoria”. Ela ressaltou que o Centro conta hoje com mais de dois mil professores que estão dispostos a prestar essa consultoria e mais de oito mil alunos de mestrado e doutorado que auxiliam todo o processo. “Nosso objetivo é ajudar os profissionais a patentear sem ter a intervenção da universidade. O invento é dele, só prestamos apenas o serviço do registro de marca”, observou. PATENTE É um título de propriedade temporária sobre uma invenção ou modelo de utilidade, outorgado pelo Estado aos inventores de direitos sobre a criação. O pedido inicial, em papel, custa R$ 235. Não havendo obstáculos processuais como exigência e subsídios ao exame, deverão ser pagas outras taxas, como pedido de exame, expedição de Carta-Patente e as anuidades. O tempo entre o depósito de um pedido de patentes e a concessão do privilégio leva, em média, 5,4 anos. Fonte: Agência Gestão, por Camila Cotta http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/09/mais-da-metade-das-invencoes-sao-feitas-porpessoas-independentes-no-brasil/


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Pag: Assunto:Ministério publica normas sobre cuidados com animais em pesquisas e ensino Cita a FAPEAM:

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Ministério publica normas sobre cuidados com animais em pesquisas e ensino Postado em 26/09/2013 Segundo a normatização, as atividades científicas ou didáticas devem considerar a substituição do uso dos animais, a redução do número de cobaias utilizadas, além do refinamento das técnicas que permitam reduzir o impacto negativo sobre o bem-estar deles. Foto: Reprodução Segundo a normatização, as atividades científicas ou didáticas devem considerar a substituição do uso dos animais, a redução do número de cobaias utilizadas, além do refinamento das técnicas que permitam reduzir o impacto negativo sobre o bem-estar deles. Foto: Reprodução O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) divulgou na quarta-feira (25), no Diário Oficial da União a Diretriz Brasileira para o Cuidado e a Utilização de Animais para Fins Científicos e Didáticos (DBCA). Segundo a pasta, é a primeira norma no país que trata com detalhes dos cuidados que devem ser seguidos por pesquisadores e instituições para que sejam assegurados a ética e bem-estar com animais em pesquisas e ensino. Entre as responsabilidades apontadas pela norma está a necessidade de garantir que a utilização de animais seja justificada, levando em consideração os benefícios científicos ou educacionais e os potenciais efeitos sobre o bem-estar dos animais. Além disso, o texto destaca que se deve promover o desenvolvimento e o uso de técnicas que substituam o uso de animais em atividades científicas ou didáticas. Segundo a normatização, as atividades científicas ou didáticas devem considerar a substituição do uso dos animais, a redução do número de cobaias utilizadas, além do refinamento das técnicas que permitam reduzir o impacto negativo sobre o bem-estar deles.


As atividades científicas ou didáticas com uso de animais devem ser feitas apenas quando forem essenciais para obter informações relevantes para a compreensão da biologia humana e de outros animais ou, por exemplo, para atingir objetivos educacionais que não podem ser alcançados utilizando nenhuma outra prática que não inclua o uso de animais. De acordo com a diretriz, projetos ou protocolos envolvendo o uso de animais somente poderão ser feitos após a avaliação da proposta e de seu valor científico ou educacional em relação aos potenciais efeitos negativos sobre o bem-estar dos animais. A norma aponta que a “dor e o distresse [estresse excessivo] não são avaliados facilmente em animais” e, portanto, pesquisadores e professores devem considerar que cobaias sentem dor de forma similar a humanos, portanto, as decisões relacionadas ao bem-estar dos animais devem ser baseadas nessa premissa. Dessa forma, os profissionais devem escolher métodos humanitários para a conduta do projeto, verificar e avaliar os animais regularmente para observar evidências de dor ou distresse durante o curso do projeto e utilizar agentes tranquilizantes, analgésicos e anestésicos adequados para a espécie animal e para os objetivos científicos ou didáticos. Além disso, a pesquisadores devem utilizar métodos apropriados para a eutanásia animal. Como regra geral, os mesmos animais não devem ser utilizados em mais de uma atividade científica ou didática, ou em projetos ou protocolos diferentes, após alcançado o objetivo principal do projeto. A íntegra da diretriz pode ser acessada no Diário Oficial. Fonte: Agência Brasil, por Heloisa Cristaldo http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/09/ministerio-publica-normas-sobre-cuidados-comanimais-em-pesquisas-e-ensino/


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Seminário no Inpa discute tecnologias de alimentos Postado em 26/09/2013 Discutir temas atuais com os estudantes e avaliar o Programa de Pós-Graduação em Ciência de Alimentos da Universidade Federal do Amazonas (PPG-CAL/ Ufam), realizado em parceria com Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa/MCTI), foram os objetivos do Seminário de Ciência de Alimento 2013 (SCAL), promovido pelas duas instituições, nesta quarta-feira (25), no Auditório da Ciência, campus I do Instituto, em Manaus (AM). Segundo o pesquisador do Inpa, Rogério de Jesus, em quase 30 anos, o programa contribuiu com a formação de recursos humanos e ajudou a desenvolver estudos que posteriormente se transformaram em processos e produtos, alguns deles disponíveis ao consumidor. É o caso do picadinho de peixe, que faz parte da merenda escolar do Amazonas, e o pirarucu defumado, encontrado nas feirinhas regionais, como a que acontece no Centro de Instruções de Guerra na Selva (CIGS). Para o pesquisador, os entraves para as tecnologias elaboradas na academia chegarem às prateleiras dos supermercados não estão no desenvolvimento de produto, mas na interação entre a produção das instituições com o setor empresarial. “O problema residente nessa transferência, que ainda não conseguimos otimizar”, afirmou. BUSCA DE MELHORIAS Avaliado com conceito 3 – numa escala que vai até 7- pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o PPG-CAL busca ainda estimular professores e estudantes para a publicação em periódicos científicos, além de elaborar uma ata que será encaminhada à Ufam, solicitando inclusive melhorias nos equipamentos.


A discussão sobre a avaliação do programa foi reservada a uma mesa redonda com a participação de representantes discente, Anna Carolina, e o docente, o professor Antônio José Inhamuns. “Precisamos discutir nossos gargalos para podermos avançar, já que temos de melhorar nossa avaliação na Capes”, disse a coordenadora do PPG-CAL e a professora da Ufam, Ariane Kluczkovski. Para fomentar a inserção e interação internacional e nacional com outros pesquisadores, o Seminário contou com a presença do professor Armando Venâncio, do Departamento de Engenharia Biológica, da Universidade do Minho (Portugal), para falar sobre as normas para exportação de alimentos para a Europa, e do professor Massami Shimokomaki, da Universidade Estadual de Londrina (UEL/ PR), para falar sobre manejo e qualidade da carne de frango. “Queremos abrir as portas e ter parcerias futuras entre o Inpa e Universidade do Minho”, disse Vanâncio. MANEJO E QUALIDADE DE CARNE DE FRANGO Massami Shimokomaki estuda o que está provocando o endurecimento da carne do peito frango, que é um fenômeno semelhante ao que acontece ao lombo de porco. Além dos aspectos genéticos, o professor investiga o manejo das aves, desde como é criada, passando pelo transporte até chegar ao abate. Segundo o pesquisador, vários aspectos – como tonalidade de luz, banho nas aves antes do transporte durante o verão e estresse térmico – influenciam na formação de diferentes cores do peito de frango. E se carne vai ficar mais dura e menos suculenta, o valor de mercado também reduz. Estima-se um prejuízo de aproximadamente U$ 50 milhões por ano. “Eu acredito que esse tipo de problema também possa ter no pescado, mas não sei de que maneira e quais comportamentos apresentam”, disse Shimokomaki. O Brasil é o maior exportador e o terceiro maior produtor de carne de frango do mundo, com 13,05 milhões de toneladas em 2011, de acordo com dados da União Brasileira de Avicultura. O Paraná lidera a produção nacional de carne de frango com 28,63%, seguido de Santa Catarina (17,98%), Rio Grande do Sul (15,19%) e São Paulo (14,49%). No Amazonas, a produção de frango é muito incipiente e basicamente para a produção de ovos, com 1,69% da produção nacional. São Paulo lidera (35,8%). Fonte: Inpa, por Cimone Barro http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/09/seminario-no-inpa-discute-tecnologias-dealimentos/


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MCTI lança edital de estímulo a criação e desenvolvimento de centros e museus de C&T Postado em 27/09/2013 A Secretaria de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social (Secis) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) destinará R$ 20 milhões para apoiar a criação e o desenvolvimento de centros e museus de Ciência e Tecnologia (C&T). As propostas podem ser submetidas até 31 de outubro. Os proponentes deverão ter vínculo formal com uma instituição executora do projeto que poderá ser de ensino e/ou pesquisa, pública ou privada sem fins lucrativos; empresa pública que execute atividades de C&T; ou instituições que promovam atividades de museus e de exploração de lugares e prédios históricos e atrações similares, relacionadas à ciência, saúde, esporte e áreas. É necessário ainda que ele tenha currículo cadastrado na Plataforma Lattes. Os recursos previstos no edital são destinados ao financiamento de itens de custeio, capital e bolsas. Os valores mínimos e máximos de financiamento para cada projeto variam de R$ 200 mil a R$ 1 milhão. Mais informações pelo edital completo disponível neste link ou pelo e-mail: museus2013@cnpq.br . Fonte: Agência Gestão CT&I com informações do MCTI http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/09/mcti-lanca-edital-de-estimulo-a-criacao-edesenvolvimento-de-centros-e-museus-de-ct/


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Divulgado resultado dos contemplados no Programa de Apoio à Participação em Eventos Científicos Postado em 26/09/2013 - 18:03 A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM) divulgou, na última segunda-feira (23), o resultado do Programa de Apoio à Participação em Eventos Científicos e Tecnológicos (Pape), Edital 001/2013. O mesmo tem como objetivo apoiar a participação de pesquisador/professor/estudante em eventos científicos e tecnológicos no País e no exterior. Ao todo, foram aprovados 44 trabalhos, sendo 41 para participação em eventos nacionais e três internacionais. A lista de contemplados se refere à sétima chamada do Edital, uma vez que a FAPEAM oferece a oportunidade para intercâmbio de conhecimento ao longo do ano. O calendário com o período em que os eventos serão realizados para a inscrição do trabalho e a data de divulgação das propostas submetidas está disponível no Portal da Fundação. São 12 chamadas durante 2013. O auxílio é concedido na forma de passagens aéreas, terrestres e fluviais em território nacional e internacional. As passagens são concedidas por meio de empresa definida pela Fundação. A alteração do trecho originalmente aprovado só poderá ser feita mediante apresentação de motivo justificável, a ser comprovado no ato da prestação de contas. Ainda assim, os eventuais custos da alteração, bem como a própria alteração, serão de exclusiva responsabilidade do beneficiário. Requisitos


O interessado deve ser brasileiro ou naturalizado; quando estrangeiro, ter visto permanente. Ter vínculo com Instituição de Pesquisa e/ou Ensino Superior (Ipes), órgão público ou Organização Não Governamental (ONG) sediado ou com unidade permanente no Estado do Amazonas. Se o evento for realizado fora do País, o interessado deve ter título de doutor, com vínculo empregatício em Instituição de Pesquisa e/ou Ensino Superior (Ipes), com experiência em CT&I ou ser Doutor bolsista do Programa de Desenvolvimento Científico Regional (DCR) ou de Programa de Pós-Doutorado em instituições do Estado. Estar cadastrado no sistema de Currículo Lattes do CNPq, no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq e no Banco de Pesquisadores da FAPEAM. Quando estudante, apresentar anuência formal do orientador ou do coordenador do curso de graduação/pós-graduação para participar do evento. Ter trabalho como primeiro autor, formalmente aceito para apresentação em evento nacional. No caso de eventos internacionais, o solicitante não precisa ser o primeiro autor, no entanto, deverá apresentar declaração explicitando a condição de apresentador do trabalho. Não estar inadimplente e/ou com pendências de natureza financeira ou técnica com a FAPEAM. http://www.blogmarcossantos.com.br/2013/09/26/divulgado-resultado-dos-contemplados-noprograma-de-apoio-a-participacao-em-eventos-cientificos/


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Segunda edição do Projeto Espiral da Ciência acontece nesta sexta, no Parque do Mindu Publicado: Sexta, 27 Setembro 2013 08:12 Garantir a excelência do processo de alfabetização científica no Amazonas é a principal missão do Programa Ciência na Escola (PCE) e, por isso, nesta sexta-feira (27), apresenta para a comunidade mais uma edição do projeto ‘Espiral da Ciência’. O evento será realizado no Parque Municipal do Mindu e tem como objetivo aproximar estudantes da educação básica de escolas públicas e cientistas que atuam nas mais distintas linhas de pesquisa. Em sua segunda edição, o espiral terá como tema A Ciência e suas Multidisciplinaridades, abordando diversas disciplinas e mostrando que a ciência está em tudo. Segundo a coordenadora do PCE, Maria de Fátima Nowak, o projeto é uma quebra de paradigmas e fronteiras, a expectativa do evento é que ele seja avassalador. “Estamos colocando a ciência dentro daquilo que é popular. Ninguém entra em um espiral e sai da mesma forma. Todos saem diferentes. Compare o projeto a um espiral de vento, que chega e vai arrebentando tudo”, destaca a coordenadora. O evento funcionará como um intercâmbio de conhecimento. Haverão “conversas” entre pesquisadores profissionais e os jovens cientistas integrantes do PCE, que ainda são iniciantes no universo cientifico. Os convidados levarão aos jovens cientistas alguns assuntos inseridos no dia a dia de suas pesquisas e o poder que a ciência tem de se misturar a tudo.


Além disso, dentro do Espiral, serão realizadas, pelos próprios jovens pesquisadores, apresentações sobre os trabalhos científicos que vem sendo desenvolvidos ao longo de suas participações no projeto. O PCE é uma iniciativa do Governo do Estado, através da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e a Secretaria Municipal de Educação (Semed). http://www.amazonasnoticias.com.br/not%C3%ADcias/4742-segunda-edi%C3%A7%C3%A3o-doprojeto-espiral-da-ci%C3%AAncia-acontece-nesta-sexta,-no-parque-do-mindu.html


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Divulgado resultado dos contemplados no Programa de Apoio à Participação em Eventos Científicos Publicado: Quinta, 26 Setembro 2013 18:47 A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM) divulgou, na última segunda-feira (23), o resultado do Programa de Apoio à Participação em Eventos Científicos e Tecnológicos (Pape), Edital 001/2013. O mesmo tem como objetivo apoiar a participação de pesquisador/professor/estudante em eventos científicos e tecnológicos no País e no exterior. Ao todo, foram aprovados 44 trabalhos, sendo 41 para participação em eventos nacionais e três internacionais. A lista de contemplados se refere à sétima chamada do Edital, uma vez que a FAPEAM oferece a oportunidade para intercâmbio de conhecimento ao longo do ano. O calendário com o período em que os eventos serão realizados para a inscrição do trabalho e a data de divulgação das propostas submetidas está disponível no Portal da Fundação. São 12 chamadas durante 2013. O auxílio é concedido na forma de passagens aéreas, terrestres e fluviais em território nacional e internacional. As passagens são concedidas por meio de empresa definida pela Fundação. A alteração do trecho originalmente aprovado só poderá ser feita mediante apresentação de motivo justificável, a ser comprovado no ato da prestação de contas. Ainda assim, os eventuais custos da alteração, bem como a própria alteração, serão de exclusiva responsabilidade do beneficiário. Requisitos


O interessado deve ser brasileiro ou naturalizado; quando estrangeiro, ter visto permanente. Ter vínculo com Instituição de Pesquisa e/ou Ensino Superior (Ipes), órgão público ou Organização Não Governamental (ONG) sediado ou com unidade permanente no Estado do Amazonas. Se o evento for realizado fora do País, o interessado deve ter título de doutor, com vínculo empregatício em Instituição de Pesquisa e/ou Ensino Superior (Ipes), com experiência em CT&I ou ser Doutor bolsista do Programa de Desenvolvimento Científico Regional (DCR) ou de Programa de Pós-Doutorado em instituições do Estado. Estar cadastrado no sistema de Currículo Lattes do CNPq, no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq e no Banco de Pesquisadores da FAPEAM. Quando estudante, apresentar anuência formal do orientador ou do coordenador do curso de graduação/pós-graduação para participar do evento. Ter trabalho como primeiro autor, formalmente aceito para apresentação em evento nacional. No caso de eventos internacionais, o solicitante não precisa ser o primeiro autor, no entanto, deverá apresentar declaração explicitando a condição de apresentador do trabalho. Não estar inadimplente e/ou com pendências de natureza financeira ou técnica com a FAPEAM. http://www.amazonasnoticias.com.br/not%C3%ADcias/4730-divulgado-resultado-doscontemplados-no-programa-de-apoio-%C3%A0-participa%C3%A7%C3%A3o-em-eventos-cient %C3%ADficos.html


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Quatro propostas são selecionadas para o Salão de Negócios Criativos Publicado: Quinta, 26 Setembro 2013 18:46 | Imprimir | E-mail Quatro planos de negócios foram aprovados para participar do Salão de Negócios Criativos, que será realizado durante a 7ª Feira Internacional da Amazônia (Fiam 2013), no período de 27 a 30 de novembro, em Manaus. A relação com os nomes dos contemplados foi divulgado, na última segunda-feira (23), pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM). Os projetos foram submetidos ao Programa de Apoio para o Salão de Negócios Criativos – Criação de Ativos da Amazônia (Edital 021/2013), cujo objetivo era transformar projetos científicos em um bom negócio. As propostas tinham que ter caráter inovador e ser de interesse para o desenvolvimento sustentável da Região Norte. A meta é fazer com que haja a transferência de capital empreendedor para empreendimentos que aliem rentabilidade e impactos positivos ao desenvolvimento regional. O Programa é uma iniciativa da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), em parceria com o Governo do Amazonas, via FAPEAM, para possibilitar a participação de empreendedores, pesquisadores e inventores dos Estados da Amazônia Legal (Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins) durante a Fiam 2013. As propostas tinham que se enquadrar em uma das seguintes linhas de interesse: produtos regionais (frutas, sementes, óleos essenciais, fibras e peixes); produção (bioindústria, biocosméticos, fitoterápicos, fitocosméticos, artefatos, móveis de madeira e biojoias); turismo e outros segmentos na área de biotecnologia.


Contemplados: Diego Oliveira Brandão – ‘Escritório de elaboração e gerenciamento de empreendimento sociais e ambientais realizados na Amazônia’; Stefan Friedrich Keppler – ‘Melhoria Logística através do Balão de Carga’; Waltair Vieira Machado – ‘Remanufatura de dispositivo de cristal liquido’; Monique Guerreiro Bastos – ‘Diversão como antigamente – Ludotheka’. http://www.amazonasnoticias.com.br/not%C3%ADcias/4729-quatro-propostas-s%C3%A3oselecionadas-para-o-sal%C3%A3o-de-neg%C3%B3cios-criativos.html


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Inclusão digital é caminho para inovar e crescer mais, afirma secretário Um Brasil digital está em construção nas três esferas da Nação. No Executivo, que faz uso maciço dos recursos da Tecnologia da Informação (TI); no Legislativo, ao discutir o Marco Civil da Internet e a proteção de dados dos cidadãos; e no Judiciário, que frequentemente tem que julgar as novas questões oriundas do avanço da tecnologia digital no dia a dia das pessoas, do governo e do setor privado. “É nesse Brasil digital que vamos conseguir aumentar a produtividade e a inovação que o país precisa. É onde irão surgir as novas oportunidades de trabalho e as possibilidades para competirmos mais internacionalmente”, disse nesta quinta-feira (26) o secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Virgilio Almeida, durante o 13º Encontro Nacional de Estudos Estratégicos (ENEE), no Rio de Janeiro. Promovida pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE/PR) e pelo Ministério da Defesa, a edição tem como tema “Setor cibernético brasileiro: contexto atual e perspectivas”. Almeida reforçou a importância de se ter uma força de trabalho altamente qualificada para criar e desenvolver tecnologias da informação e suas aplicações para todos os setores da sociedade. Assim será possível ampliar a capacidade científica e tecnológica para gerar conhecimento, produtos e tecnologias de competitividade mundial. Além disso, criar infraestrutura para que a sociedade e a economia operem em ambientes digitais seguros e que garantam a liberdade e a privacidade dos brasileiros. “Temos que criar políticas inclusivas e não que dividam a sociedade. Isso garantirá cidadãos


confiantes e habilitados a usarem os recursos e os serviços digitais, de modo a aumentar a qualidade de vida e as possibilidades de trabalho”, ponderou o secretário. “Queremos que esse Brasil digital leve um crescimento sustentável, inteligente e inclusivo para todos os cidadãos”. Propostas O evento pretende produzir insumos para a formulação de políticas públicas mais eficazes no setor, além de analisar a proposição da SAE/PR lançada em 2010: a criação um comitê gestor de atividades cibernéticas no Brasil. Para isso, estarão reunidos até amanhã (27) autoridades, especialistas, servidores públicos, acadêmicos, membros da comunidade científica, militares, representantes de organizações não governamentais e do setor privado, além de estudantes que tenham interesse no setor cibernético. Nesta manhã, o ministro-chefe interino da SAE/PR e presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcelo Neri, participou da conferência de abertura e destacou o discurso da presidente Dilma Rousseff na 68ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). “Temos que aproveitar que o tema deste evento está, mais do que nunca, em voga para discutir os desafios que temos pela frente”, disse. “A oitava meta para o milênio da ONU fala justamente sobre a governança para a internet. Por isso, é muito importante a criação de um comitê gestor de atividades cibernéticas no Brasil”. Fonte: Agência MCTI http://www.confap.org.br/inclusao-digital-e-caminho-para-inovar-e-crescer-mais-afirma-secretario/


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Brasil e Reino Unido avançam em pesquisas conjuntas sobre clima Pesquisadores brasileiros e britânicos têm sobrevoado a Amazônia desde setembro de 2012, usando equipamentos avançados para investigar como as queimadas na região alteram o clima local e de todo o planeta. Eles participam do projeto South American Biomass Burning Analysis (Sambba), uma das iniciativas da Rede Brasil-Reino Unido de Investigação da Composição da Atmosfera da Amazônia apresentadas pelos professores Paulo Artaxo, do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), e Gordon McFiggans, da University of Manchester, no painel sobre mudanças climáticas da Fapesp Week London 2013. “A Amazônia oferece uma oportunidade única de pesquisa e, do ponto de vista científico, é muito interessante tentar entender a complexa rede de interações entre clima, biologia, atmosfera, química, física, além de fatores socioeconômicos e aspectos da biodiversidade”, disse Artaxo. Durante a sessão, foram apresentados vários projetos conjuntos desenvolvidos por pesquisadores do Reino Unido e do Brasil com foco nos fenômenos resultantes da relação biosfera-atmosfera na Amazônia. O painel também teve a participação dos pesquisadores Luciana Gatti, do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), associado à USP, e Hartmut Boesch, da Universidade de Leicester, no Reino Unido.


Os participantes do Sambba usam os equipamentos avançados para coletar dados sobre a composição química e as propriedades físicas da fumaça emitida nas queimadas. Eles também investigam como as partículas sólidas e os gases lançados na atmosfera em decorrência do fogo e do metabolismo da vegetação modificam a composição das nuvens, alteram a química da atmosfera e interagem com a radiação solar. O Sambba é desenvolvido por meio de parceria entre a USP, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a University of Manchester e o serviço meteorológico britânico (UK-Met-Office). O projeto tem apoio da FAPESP e do Natural Environment Research Council (Nerc), um dos sete conselhos de pesquisa do Reino Unido, que financiou parte do custo de um avião usado em sobrevoos na Amazônia. A cooperação com pesquisadores da University of Manchester estabelece uma rede de estudos sobre os ciclos de aerossóis e a formação de nuvens. O efeito da queima de biomassa, das precipitações e as relações entre radiação também estão entre os tópicos focados pela rede. Outras vertentes de estudos que interessam à rede são a expansão da agricultura, as mudanças climáticas e processos que podem provocar perda de biodiversidade e afetar o funcionamento de ecossistemas, disse Artaxo. “A colaboração que mantemos há muitos anos com pesquisadores brasileiros tem sido bastante produtiva, mas a estrutura dos acordos, agora mais numerosos com o Reino Unido, nos permite atividades únicas para aumentar o conhecimento sobre os recursos ambientais no Brasil e aproveitar ainda mais a capacidade de pesquisa de cientistas brasileiros e britânicos em projetos conjuntos”, disse McFiggans. Projeto Amazonica Desde janeiro de 2000, a equipe da professora Luciana Gatti realiza medições para estabelecer o ciclo de carbono na região de Santarém, no Pará. Ampliado em 2010 com a formação do consórcioAmazonica, o projeto apoiado pela FAPESP e pelo Nerc passou a incluir as regiões das estações meteorológicas de Rio Branco e Tabatinga entre as áreas de coleta de dados para aumentar a compreensão sobre o balanço de emissões. Situadas no oeste do Estado do Amazonas, essas áreas podem oferecer informações mais completas sobre grande parte da Bacia Amazônica. “Os dados atmosféricos coletados nessas duas estações agregam informações sobre absorção e emissão de carbono e outros gases levados pela massa de ar que percorre todo o estado, desde a costa”, explicou Gatti. Segundo a pesquisadora, ainda são necessárias coletas e análises por períodos mais longos, porque, além das variações climáticas em curso, as observações devem considerar as influências de diferentes ecossistemas e as características específicas da vegetação e do solo nas áreas de coleta, entre outros parâmetros. Medições por satélites Harmut Boesch, da Universidade de Leicester, participa do projeto “The UK-Brazil Reseach Network for an Amazonian Carbon Observatory”, iniciado há um ano em São Paulo. A hipótese central da colaboração com o Ipen, com apoio do Nerc e da Fapesp, é descobrir se satélites podem ajudar a entender o funcionamento do ciclo de carbono e o fluxo de gases de efeito estufa na


Amazônia, levantando dados sobre a composição da atmosfera levando em conta a grande variabilidade da região. “Essa linha de pesquisa ainda é muito nova, mas oferece grande potencial”, disse o pesquisador. “Queremos usar os dados coletados em sobrevoos realizados no âmbito do projeto coordenado por Luciana Gatti e estabelecer a possibilidade de comparar as observações de satélites com esses dados. Se isso for confirmado, pretendemos preencher as lacunas existentes nas atuais medições”, disse. Os dados obtidos em voos são coletados em três pontos diferentes, duas vezes por mês, e os satélites podem observar toda a região. Com o uso dos dois métodos, segundo Boesch, as emissões e a absorção de carbono poderão ser quantificadas com muita precisão em todo o território. O grande reservatório de carbono existente no solo da Amazônia tem um importante papel no ciclo de carbono global. Entretanto, ainda há poucos dados para integrar análises sobre os ciclos de carbono na região. “Os dados produzidos poderão ser usados para o monitoramento do fluxo de gases de efeito estufa sobre a Amazônia e para a adaptação de modelos que poderão ser utilizados para previsão de cenários futuros”, disse Boesch. Realizada pela Fapesp, de 25 a 27 de setembro, em Londres, com apoio da Royal Society e do British Council, a Fapesp Week London discute temas avançados de pesquisa e busca ampliar oportunidades de colaboração entre cientistas brasileiros e europeus nos campos da Biodiversidade, Mudanças Climáticas, Ciências da Saúde, Bioenergia e Nanotecnologia. Fonte: Agência Fapesp http://www.confap.org.br/brasil-e-reino-unido-avancam-em-pesquisas-conjuntas-sobre-clima/


Veículo: Site – Confap Editoria: Pag: Assunto:PCE Amazonas promove intercâmbio de conhecimentos científicos para alunos da educação básica Cita a FAPEAM: ✘

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PCE Amazonas promove intercâmbio de conhecimentos científicos para alunos da educação básica Garantir a excelência do processo de alfabetização científica no Amazonas é a principal missão do Programa Ciência na Escola (PCE) e, por isso, nesta sexta-feira (27), apresenta para a comunidade mais uma edição do projeto ‘Espiral da Ciência’. O evento será realizado no Parque Municipal do Mindu e tem como objetivo aproximar estudantes da educação básica de escolas públicas e cientistas que atuam nas mais distintas linhas de pesquisa. Em sua segunda edição, o espiral terá como tema A Ciência e suas Multidisciplinaridades, abordando diversas disciplinas e mostrando que a ciência está em tudo. Segundo a coordenadora do PCE, Maria de Fátima Nowak, o projeto é uma quebra de paradigmas e fronteiras, a expectativa do evento é que ele seja avassalador. “Estamos colocando a ciência dentro daquilo que é popular. Ninguém entra em um espiral e sai da mesma forma. Todos saem diferentes. Compare o projeto a um espiral de vento, que chega e vai arrebentando tudo”, destaca a coordenadora. O evento funcionará como um intercâmbio de conhecimento. Haverão “conversas” entre pesquisadores profissionais e os jovens cientistas integrantes do PCE, que ainda são iniciantes no universo cientifico. Os convidados levarão aos jovens cientistas alguns assuntos inseridos no dia a dia de suas pesquisas e o poder que a ciência tem de se misturar a tudo. Além disso, dentro do Espiral, serão realizadas, pelos próprios jovens pesquisadores, apresentações


sobre os trabalhos científicos que vem sendo desenvolvidos ao longo de suas participações no projeto. O PCE é uma iniciativa do Governo do Estado, através da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e a Secretaria Municipal de Educação (Semed). Fonte: assessoria de comunicação do PCE Amazonas http://www.confap.org.br/pce-amazonas-promove-intercambio-de-conhecimentos-cientificos-paraalunos-da-educacao-basica/


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3 pensamentos que matam ideias inovadoras Embora a inovação já seja, há muitos anos, uma realidade tentadora para as empresas, pensá-la não é missão das mais fáceis. Para cada porta que se abre, uma segunda se fecha, na tensão constante entre a mudança e o conservadorismo. Conservar é um ativo importante, mas não quando o que se conserva é uma postura receosa, míope e ultrapassada frente ao mercado. Certas formas de pensar podem ser fatais para a inovação. Veja abaixo: 1. Insegurança Inovação de fato só existe com uma boa dose de coragem. O medo é positivo, traz razão, maturidade, consciência, mas é preciso ir além dele, experimentando abrir mão da previsibilidade do dia a dia para dar asas ao que foge do lugar comum. Ideias inovadoras já nascem com um DNA transformador. 2. Visão de curto-prazo Uma sociedade e um mercado cada vez mais imediatistas e apegados a métricas rasas de sucesso fizeram com que as empresas aderissem a sistemas e metas absolutamente não sintonizadas com a natureza orgânica das pessoas e do meio ambiente. A lei do dia seguinte, disposta a apenas engordar planilhas e cifras, faz com que grande parte das inovações que chegam ao mercado não sobreviva. 3. Lógica cartesiana O método cartesiano defende que o homem alcançará a verdade apenas com base no que é certo e irrefutável, desprezando abstrações e controvérsias. Mas o que é inovar se não sentir, propor, mudar, arriscar, prototipar. As melhores inovações virão certamente das mentes a serviço dos corações. Fonte: Exame http://www.consecti.org.br/destaques/3-pensamentos-matam-ideias-inovadoras/


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Cientistas criam computador de nanotubos Em um grande passo para um futuro de aparelhos eletrônicos menores, mais rápidos e mais poderosos, pesquisadores da Universidade de Stanford, na Califórnia, apresentaram ontem o primeiro computador funcional inteiramente fabricado com transistores de nanotubos de carbono. Esses cilindros inteiriços de carbono ultrapuro estão entre os muitos materiais exóticos que os cientistas vêm pesquisando – incluindo as partículas quânticas que existem dentro de cada átomo e o DNA dentro de cada célula – agora que os desenvolvedores de eletrônicos estão chegando no limite da capacidade dos transistores de silício convencionais. Embora primitiva, a invenção prova que os transistores feitos com essas fibras de carbono não convencionais, um dos materiais mais fortes já descobertos, podem ser montados em um computador de uso geral. O equipamento pode rodar um sistema operacional básico, fazer cálculos e alternar entre diferentes processos em execução simultânea, disseram os cientistas. “É realmente um computador em todos os sentidos da palavra”, disse o engenheiro elétrico Max Shulaker, da Universidade de Stanford, que chefiou a fabricação do dispositivo. “Isso mostra que é possível construir circuitos funcionais e úteis com nanotubos de carbono e que eles podem ser fabricados de forma confiável.” A pesquisa de Stanford foi publicada ontem na revista “Nature”. “Eles domesticaram os nanotubos”, disse Franz Kreupl, especialista em eletrônica de carbono do Instituto Técnico de Munique, na Alemanha, que não participou do projeto. Mihail Roco, conselheiro sênior para nanotecnologia na Fundação Nacional de Ciências dos


Estados Unidos, que ajudou a financiar o trabalho, qualificou o computador de nanotubos de “um importante passo científico”. Quando for aperfeiçoado, disse ele, “isso permitirá a um computador trabalhar mais rápido, com componentes menores e consumindo cerca de um décimo da energia”. Os pesquisadores estão entusiasmados com o potencial dos nanotubos de carbono para aparelhos digitais, pois são materiais excepcionais para a condução de eletricidade e calor e para a absorção ou emissão de luz. Os nanotubos, que há muito já eram uma curiosidade de laboratório, são feitos a partir de folhas de carbono com apenas um átomo de espessura e enrolados em tubos cerca de 10 mil vezes mais finos que um fio de cabelo. “De todos os candidatos que já foram considerados os sucessores do silício, os nanotubos de carbono continuam sendo os mais promissores”, disse Supratik Guha, diretor de ciências físicas do Centro de Pesquisas Thomas J. Watson, da IBM, em Yorktown Heights, Estado de Nova York. O primeiro transistor de nanotubos, uma versão da chave digital tipo liga-desliga que é a base de quase todos os eletrônicos comerciais, foi inventado em 1998. Até recentemente, porém, os pesquisadores achavam quase impossível fabricar lotes desses minúsculos tubinhos com o alinhamento perfeito, a regularidade e a pureza necessárias para os complexos circuitos integrados de um computador. Os nanotubos são cultivados, tais como os cristais. Eles se encaixam de forma aleatória, como quando se solta um feixe de varetas do jogo pega-varetas, o que pode provocar conexões cruzadas. Cerca de 30% apresentam impurezas metálicas imprevisíveis. Qualquer imperfeição pode causar um curto-circuito. “As pessoas diziam que nós nunca conseguiríamos fabricar esse material”, disse Subhasish Mitra, engenheiro elétrico de Stanford que participou do projeto. Os pesquisadores desenvolveram um desenho especial para os circuitos e uma poderosa técnica de depuração para eliminar as impurezas. De olho nas possibilidades comerciais, os pesquisadores estão numa corrida para aproveitar as promissoras propriedades elétricas do material. No ano passado, pesquisadores da IBM apresentaram transistores de nanotubos de carbono que funcionam três vezes mais rápido e consomem um terço da energia dos transistores de silício convencionais. Em outubro passado, cientistas do Centro de Pesquisas Watson, da IBM, anunciaram uma maneira de criar lotes de 10 mil ou mais transistores de nanotubos de carbono dispostos sobre um único “wafer”, como são chamadas as fatias de material semicondutor. Eles ainda terão que conectá-los de maneira a montar um circuito funcional. Na semana passada, na Universidade de Cambridge, no Reino Unido, cientistas anunciaram ter inventado uma maneira simples de cultivar o mais denso conjunto de nanotubos de carbono obtido até hoje – cerca de cinco vezes mais compacto que com os métodos anteriores – enquanto os pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia encontraram recentemente uma maneira de customizar a estrutura atômica dos nanotubos. O computador experimental desenvolvido em Stanford contém 178 transistores feitos de “dezenas de milhares de nanotubos de carbono”, disse Shulaker. Hoje, um chip de silício convencional pode conter dois bilhões de transistores numa área do tamanho da unha do dedo polegar. O sistema de Stanford contém tantos transistores como os primeiros computadores baseados em transistores, fabricados nos anos 50. Os pesquisadores usaram um projeto lógico semelhante ao dos computadores da década de 60.


Os cientistas de Stanford montaram 985 processadores de nanotubos – cada um deles com 178 transistores – sobre um único ‘wafer”, utilizando técnicas padronizadas de fabricação de chips e ferramentas de design comuns. “O que nós apresentamos é um computador muito simples”, disse Philip Wong, professor de engenharia de Stanford que trabalhou no dispositivo. “Existe uma grande distância entre o que realizamos e o que seria um produto final.” Fonte: Valor http://www.consecti.org.br/destaques/cientistas-criam-computador-nanotubos/


Veículo: Site – Ministério da Ciência, Tecnologia Editoria: e Inovação

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Assunto:Inclusão digital é caminho para inovar e crescer mais, diz secretário Cita a FAPEAM:

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Inclusão digital é caminho para inovar e crescer mais, diz secretário 26/09/2013 - 17:14 Um Brasil digital está em construção nas três esferas da Nação. No Executivo, que faz uso maciço dos recursos da Tecnologia da Informação (TI); no Legislativo, ao discutir o Marco Civil da Internet e a proteção de dados dos cidadãos; e no Judiciário, que frequentemente tem que julgar as novas questões oriundas do avanço da tecnologia digital no dia a dia das pessoas, do governo e do setor privado. “É nesse Brasil digital que vamos conseguir aumentar a produtividade e a inovação que o país precisa. É onde irão surgir as novas oportunidades de trabalho e as possibilidades para competirmos mais internacionalmente”, disse nesta quinta-feira (26) o secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Virgilio Almeida, durante o 13º Encontro Nacional de Estudos Estratégicos (ENEE), no Rio de Janeiro. Promovida pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE/PR) e pelo Ministério da Defesa, a edição tem como tema “Setor cibernético brasileiro: contexto atual e perspectivas”. Almeida reforçou a importância de se ter uma força de trabalho altamente qualificada para criar e desenvolver tecnologias da informação e suas aplicações para todos os setores da sociedade. Assim será possível ampliar a capacidade científica e tecnológica para gerar conhecimento, produtos e tecnologias de competitividade mundial. Além disso, criar infraestrutura para que a sociedade e a economia operem em ambientes digitais seguros e que garantam a liberdade e a privacidade dos brasileiros. “Temos que criar políticas inclusivas e não que dividam a sociedade. Isso garantirá cidadãos


confiantes e habilitados a usarem os recursos e os serviços digitais, de modo a aumentar a qualidade de vida e as possibilidades de trabalho”, ponderou o secretário. “Queremos que esse Brasil digital leve um crescimento sustentável, inteligente e inclusivo para todos os cidadãos”. Propostas O evento pretende produzir insumos para a formulação de políticas públicas mais eficazes no setor, além de analisar a proposição da SAE/PR lançada em 2010: a criação um comitê gestor de atividades cibernéticas no Brasil. Para isso, estarão reunidos até amanhã (27) autoridades, especialistas, servidores públicos, acadêmicos, membros da comunidade científica, militares, representantes de organizações não governamentais e do setor privado, além de estudantes que tenham interesse no setor cibernético. Nesta manhã, o ministro-chefe interino da SAE/PR e presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcelo Neri, participou da conferência de abertura e destacou o discurso da presidente Dilma Rousseff na 68ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). “Temos que aproveitar que o tema deste evento está, mais do que nunca, em voga para discutir os desafios que temos pela frente”, disse. “A oitava meta para o milênio da ONU fala justamente sobre a governança para a internet. Por isso, é muito importante a criação de um comitê gestor de atividades cibernéticas no Brasil”. Texto: Juliana Leite – Ascom do MCTI http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/350068/Inclusao_digital_e_caminho_para_inovar_e _crescer_mais_diz_secretario.html


Veículo: Site – Agência Gestão CT&I Editoria: Assunto:Parlamentares concluem análise da PEC da inovação Cita a FAPEAM:

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Parlamentares concluem análise da PEC da inovação Qui, 26 de Setembro de 2013 16:24 Escrito por Felipe Linhares Deputado Izalci Lucas (PSDB-DF) acredita que texto final da PEC deve ser votado nas primeiras semanas de outubro. Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos DeputadosDeputado Izalci Lucas (PSDB-DF) acredita que texto final da PEC deve ser votado nas primeiras semanas de outubro. Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos DeputadosOs deputados membros da Comissão especial que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) n° 290/2013 finalizaram, nesta quarta-feira (25), as rodadas de discussão sobre o texto. Na última audiência pública, o relator da PEC, deputado Izalci Lucas (PSDB-DF), afirmou que o texto final estará pronto para ser levado ao plenário nas primeiras semanas de outubro. “Esse texto vem sendo debatido desde quando ainda era parte do Projeto de Lei [PL] n° 2.177/2011. Há poucos ajustes a serem feitos”, garantiu Izalci. O PL n° 2.177, antes de ser dividido, era a proposta de criação de um Código Nacional de ciência, tecnologia e inovação (CT&I). Devido à complexidade para aprovação, os parlamentares decidiram dividir o projeto em quatro partes. A primeira é a PEC da Inovação, como ficou conhecida a proposta n° 290/2013. Ela vai ajustar a Constituição Federal para dar validade às ações que serão propostas pelos outros três mecanismos. “A PEC é estratégica para o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. Em 1988 [quando foi criada a Constituição] tínhamos um cenário totalmente distinto do que temos hoje. Àquela época incluíram palavras como inovação. Hoje esses termos são fundamentais para o desenvolvimento industrial, científico e tecnológico do País”, afirmou a chefe da Assessoria de Coordenação dos Fundos Setoriais do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Ana Lúcia Assad. Além de garantir que as unidades federativas, municípios e União estimulem a inovação, a PEC acrescentará termos para que seja possível pesquisadores de universidades participarem de


atividades de pesquisa e desenvolvimento [P&D] em empresas. O PL 2.177 adotará, caso aprovado, mudanças na Lei da Inovação e na Lei do Bem. Outros dois temas que foram separados do projeto inicial ainda serão finalizados: o Regime Diferenciado de Contratações (RDC), para definir as regras de uso de recursos públicos para atividades de P&D, e o projeto de lei de acesso à biodiversidade. O primeiro deverá ser enviado ao Congresso Nacional em até dez dias. Já o projeto que trata sobre o uso de informações genéticas da flora e fauna brasileiras em pesquisas não tem data para ser finalizado pelo Ministério do Meio Ambiente. Na opinião do secretário de Inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Nelson Fujimoto, as mudanças propostas são fundamentais para impulsionar o crescimento do Brasil. “A economia brasileira é diversificada, porém o nível de utilização de tecnologia está entre média e baixa. Essas mudanças propostas são ótimas para o Plano Brasil Maior que veio para adensar valor à cadeia produtiva e dar mais competitividade internacional”, disse. Após a PEC ir a plenário, o RDC será discutido com entidades de classe. O relatório final do Regime Diferenciado de Contratações será apresentado simultaneamente com o do PL n° 2.177 para que sejam votados juntos. A ideia é que eles sejam apreciados no plenário ainda neste ano. http://www.agenciacti.com.br/index.php? option=com_content&view=article&id=4592:parlamentares-concluem-analise-da-pec-dainovacao&catid=3:newsflash


Veículo: Site – Agência Gestão CT&I Editoria: Pag: Assunto:MCTI lança edital de estímulo a criação e desenvolvimento de centros e museus de C&T Cita a FAPEAM:

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MCTI lança edital de estímulo a criação e desenvolvimento de centros e museus de C&T Qui, 26 de Setembro de 2013 16:15 A Secretaria de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social (Secis) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) destinará R$ 20 milhões para apoiar a criação e o desenvolvimento de centros e museus de Ciência e Tecnologia (C&T). As propostas podem ser submetidas até 31 de outubro. Os proponentes deverão ter vínculo formal com uma instituição executora do projeto que poderá ser de ensino e/ou pesquisa, pública ou privada sem fins lucrativos; empresa pública que execute atividades de C&T; ou instituições que promovam atividades de museus e de exploração de lugares e prédios históricos e atrações similares, relacionadas à ciência, saúde, esporte e áreas. É necessário ainda que ele tenha currículo cadastrado na Plataforma Lattes. Os recursos previstos no edital são destinados ao financiamento de itens de custeio, capital e bolsas. Os valores mínimos e máximos de financiamento para cada projeto variam de R$ 200 mil a R$ 1 milhão. Mais informações pelo edital completo disponível neste link ou pelo e-mail: museus2013@cnpq.br . (Agência Gestão CT&I com informações do MCTI) http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4591:mcti-lancaedital-de-estimulo-a-criacao-e-desenvolvimento-de-centros-e-museus-de-cat&catid=1:latest-news


Veículo: Site – Agência Gestão CT&I Editoria: Pag: Assunto:Inpa organiza evento para melhorar e ampliar divulgação científica Cita a FAPEAM:

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Inpa organiza evento para melhorar e ampliar divulgação científica Qui, 26 de Setembro de 2013 15:47 O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) promoverá na próxima segunda-feira (30) o oitavo Encontro Consciência. A iniciativa tem como objetivo promover a interação entre estudantes, jornalistas, pesquisadores e empresários em torno da ciência, tecnologia e inovação para ampliar a divulgação científica. O encontro será realizado das 8h30 às 12h, no auditório da biblioteca do Inpa. Interessados têm até sexta-feira (27) para se inscrever. Segundo a coordenadora de extensão tecnológica e inovação (CETI) do Inpa, Rosângela Bentes, o encontro será uma oportunidade para dialogar sobre a inovação na Amazônia. “Faremos com que os presentes contribuam para as perspectivas de construção de um modelo ideal de inovação para a região”. A programação contará com palestras sobre diversos temas como o papel das Instituições Científicas e tecnológicas (ICTs) na inovação e a gestão da propriedade intelectual em biotecnologia. Para mais informações sobre inscrição e a programação acesse este link. (Agência Gestão CT&I com informações do Inpa) http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4588:inpaorganiza-evento-para-melhorar-e-ampliar-divulgacao-cientifica&catid=1:latest-news


Veículo: Site – Jornal da Ciência Editoria: Pag: Assunto:14. Ministério publica normas sobre cuidados com animais em pesquisas e ensino Cita a FAPEAM:

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14. Ministério publica normas sobre cuidados com animais em pesquisas e ensino O texto destaca que se deve promover o desenvolvimento e o uso de técnicas que substituam o uso de animais em atividades científicas ou didáticas O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) divulgou hoje (25) no Diário Oficial da União a Diretriz Brasileira para o Cuidado e a Utilização de Animais para Fins Científicos e Didáticos (DBCA). Segundo a pasta, é a primeira norma no país que trata com detalhes dos cuidados que devem ser seguidos por pesquisadores e instituições para que sejam assegurados a ética e bem-estar com animais em pesquisas e ensino. Entre as responsabilidades apontadas pela norma está a necessidade de garantir que a utilização de animais seja justificada, levando em consideração os benefícios científicos ou educacionais e os potenciais efeitos sobre o bem-estar dos animais. Além disso, o texto destaca que se deve promover o desenvolvimento e o uso de técnicas que substituam o uso de animais em atividades científicas ou didáticas. Segundo a normatização, as atividades científicas ou didáticas devem considerar a substituição do uso dos animais, a redução do número de cobaias utilizadas, além do refinamento das técnicas que permitam reduzir o impacto negativo sobre o bem-estar deles. As atividades científicas ou didáticas com uso de animais devem ser feitas apenas quando forem essenciais para obter informações relevantes para a compreensão da biologia humana e de outros animais ou, por exemplo, para atingir objetivos educacionais que não podem ser alcançados


utilizando nenhuma outra prática que não inclua o uso de animais. De acordo com a diretriz, projetos ou protocolos envolvendo o uso de animais somente poderão ser feitos após a avaliação da proposta e de seu valor científico ou educacional em relação aos potenciais efeitos negativos sobre o bem-estar dos animais. A norma aponta que a "dor e o distresse [estresse excessivo] não são avaliados facilmente em animais" e, portanto, pesquisadores e professores devem considerar que cobaias sentem dor de forma similar a humanos, portanto, as decisões relacionadas ao bem-estar dos animais devem ser baseadas nessa premissa. Dessa forma, os profissionais devem escolher métodos humanitários para a conduta do projeto, verificar e avaliar os animais regularmente para observar evidências de dor ou distresse durante o curso do projeto e utilizar agentes tranquilizantes, analgésicos e anestésicos adequados para a espécie animal e para os objetivos científicos ou didáticos. Além disso, a pesquisadores devem utilizar métodos apropriados para a eutanásia animal. Como regra geral, os mesmos animais não devem ser utilizados em mais de uma atividade científica ou didática, ou em projetos ou protocolos diferentes, após alcançado o objetivo principal do projeto. A íntegra da diretriz pode ser acessada na edição de hoje do Diário Oficial. (Heloisa Cristaldo - Agência Brasil) http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-25/ministerio-publica-normas-sobre-cuidados-comanimais-em-pesquisas-e-ensino http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=89554


Veículo: Site – Jornal da Ciência Editoria: Pag: Assunto:19. Inpa vai reunir jornalistas, pesquisadores e empresários para discutir Inovação na Amazônia Cita a FAPEAM:

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19. Inpa vai reunir jornalistas, pesquisadores e empresários para discutir Inovação na Amazônia A VIII edição do Encontro ConsCiência acontece na próxima segunda-feira (30), no auditório da biblioteca do Inpa. Inscrições estão abertas O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) vai reunir estudantes de comunicação, jornalistas, pesquisadores, empresários e microempreendedores para discutirem a "Inovação na Amazônia", na próxima segunda-feira (30), das 8h30 às 12h, no auditório da biblioteca do Instituto. A proposta do VIII Encontro Consciência é promover a interação desses agentes em torno da ciência, tecnologia e inovação com foco na divulgação e no jornalismo científico. "No encontro vamos debater a inovação na Amazônia e fazer com que os presentes contribuam para as perspectivas de construção de um modelo ideal de inovação para a Amazônia", disse a coordenadora de extensão tecnológica e inovação (CETI) do Inpa, Rosângela Bentes, que vai dar uma palestra sobre as ações do Inpa na área de inovação. O Consciência é um encontro periódico que busca facilitar a comunicação entre quem faz ciência e produz notícias. Ele é organizado pela Assessoria de Comunicação (Ascom) do Inpa e nesta edição conta com apoio da Coordenação de Extensão Tecnológica e Inovação (CETI). "Em sua rotina de eventos para a popularização da ciência na Amazônia, a Ascom vem discutindo temas atuais e a inovação é um deles", disse o assessor de comunicação do Inpa, Daniel Jordano. Para participar, o interessado deve preencher a ficha de inscrição online até o dia 27 de setembro. Para mais informações é só entrar em contato com a Ascom do Inpa, pelos telefones 3643-3100/


3643-3104. O encontro terá certificado de participação. Temas abordados Nesta rodada, o desenvolvimento de produtos, processos, patentes, a incubação de empresas, o papel das Instituições Científicas e tecnológicas (ICTs) na inovação e a gestão da propriedade intelectual e inovação em biotecnologia estarão na pauta do evento que reunirá palestrantes como o consultor que presta serviços para o Inpa na área de propriedade intelectual e assessoria jurídica Ricardo Remmer e o jornalista Rafael Nobre, que abordará o papel da imprensa na divulgação da inovação no Estado. Em sua palestra, Bentes falará sobre como o Inpa trabalha a inovação dentro do instituto e para a região, procurando disseminar a cultura da inovação para pesquisadores, estudantes e empreendedores. Ela também apresentará as ações e avanços do instituto nas diversas áreas, como patrimônio genético, prospecção tecnológica e prestação de serviços. "Atualmente temos 64 patentes, cerca de 80 produtos e sete empresas incubadas. Isso significa que o que estamos fazendo está dando certo", afirmou a coordenadora da CETI. Programação Dia 30/09/2013 08:30 - Credenciamento 09:00 -Abertura com o Diretor do Inpa, Adalberto Val 09:15 - Palestra 01 - Papel das ICTs na inovação - Ricardo Remer Consultores 09: 45 - Palestra 02 -As ações do Inpa na área de Inovação - Rosangela Bentes. 10: 00 - Jornalista convidado. O papel da imprensa na Inovação - Rafael Nobre. 10: 15 às 11:30 - Debate (Cimone Barros/Assessoria de Cominicação do Inpa) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=89559


Veículo: Site – CNPq Editoria: Pag: Assunto:Pesquisadores recebem apoio do CNPq para estudos sobre a Amazônia Cita a FAPEAM:

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Pesquisadores recebem apoio do CNPq para estudos sobre a Amazônia 26 Set 2013 17:37:00 -0300 Até o dia 30 de outubro, o CNPq recebe propostas de pesquisas no âmbito da Chamada MCTI/CNPq/FNDCT - Ação Transversal Nº 68/2013, que visa promover o avanço do conhecimento sobre o funcionamento dos ecossistemas da Amazônia e de áreas de transição com o Cerrado. A Chamada foi lançada no dia 16 de setembro e está dividida em três linhas de investimento: 1. O ambiente amazônico em transformação: interações entre o meio físico e biótico, as práticas e mudanças de uso da terra e impactos sociais e ambientais das alterações climáticas; 2. Sustentabilidade dos serviços ambientais e os sistemas de produção terrestres e aquáticos; 3. Variabilidade Climática e hidrológica. No total serão investidos R$ 11 milhões de reais do Fundo nacional para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT/Ação Transversal). Os recursos previstos no edital destinam-se ao financiamento de itens de custeio, capital e bolsas. O CNPq recebe propostas por intermédio do Formulário On line disponível na Plataforma Carlos Chagas. Edital da chamada aqui. Coordenação de Comunicação Social do CNPq http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/-/journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/1262 104


Veículo: Site – CNPq Editoria: Pag: Assunto:CNPq e Capes apoiam projetos das Ciências Humanas e Sociais, editoração e eventos científicos Cita a FAPEAM:

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CNPq e Capes apoiam projetos das Ciências Humanas e Sociais, editoração e eventos científicos 26 Set 2013 17:31:00 -0300 O Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq/MCTI) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC) divulgam quatro chamadas para as áreas de ciências humanas e sociais, editoração e realização de eventos, com inscrições até novembro. A Chamada nº 43 abre seleção de propostas de pesquisas nas áreas de Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico e para a inovação do país. Os projetos aprovados serão financiadas com recursos no valor global estimado de R$ 8 milhões. A Chamada nº 44 objetiva dar aporte financeiro aos projetos que incentivem a editoração e a publicação de periódicos científicos nacionais de todas as áreas de conhecimento. Serão destinados R$ 6 milhões sendo, R$ 3 milhões do CNPq e R$ 3 milhões da CAPES, para os projetos aprovados. As olimpíadas Cientificas são o foco da Chamada nº 45. O objetivo é estimular jovens talentos dos ensinos fundamental e médio a seguir carreiras técnico-científicas, contribuindo, assim, de forma concreta, para o desenvolvimento do Brasil. As propostas aprovadas serão financiadas com recursos no valor global estimado de R$ 3,46 milhões. Para finalizar, a Chamada nº 46 destinará R$ 8,9 milhões para a realização de Feiras de Ciências e Mostras Científicas de âmbito nacional , estadual e municipal/distrital, que são instrumentos para a


melhoria dos ensinos fundamental, médio e técnico. Inscrições – As chamadas 43, 45 e 46 recebem inscrições até o dia 9 de novembro. Para a chamada 44 o prazo final é 11 de novembro de 2013. Para mais informações acesse os editais das chamadas no Portal do CNPq. Coordenação de Comunicação Social do CNPq http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/-/journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/1262 089


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MCTI promove encontro do Start-up Brasil 26/09/2013 Quinta-Feira, Dia 26 de Setembro de 2013 as 15 O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação promove nos dias 26 e 27, no Rio de Janeiro, o evento Welcome Aboard Start-up Brasil. O secretário de Política de Informática do MCTI, Virgilio Almeida, e o diretor operacional do programa, Felipe Matos, participam da abertura, a ser realizada na quinta-feira, a partir das 14 horas. O primeiro dia do encontro será dedicado à apresentação do Start-up Brasil, dos parceiros e da dinâmica de funcionamento do programa, além das empresas e aceleradoras que integram a iniciativa do governo federal. No segundo dia a programação começa às 8h30 e se estende até às 19h30. Na ocasião, haverá a palestra Métricas para Startups, debate com as aceleradoras e mesas de orientação. “Nós já fizemos a seleção e a divulgação das empresas aprovadas. Agora é o início do programa de aceleração do Start-up Brasil”, diz Matos. “O momento em que as empresas irão para as aceleradoras, inclusive fisicamente, e receberão todo o apoio para o desenvolvimento de seus projetos”. Criado no âmbito do TI Maior, o Start-up Brasil tem como objetivo apoiar as empresas nascentes de base tecnológica, as startups e sua ligação a aceleradoras. Em julho deste ano, o MCTI anunciou os 45 projetos brasileiros e os 11 internacionais que farão parte do programa de aceleração a ser desempenhado por uma das nove aceleradoras habilitadas pelo programa. O encontro é realizado em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI). Conta com o apoio do AirBnb, da Softex Nacional e do Serviço


Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Nacional e do Rio de Janeiro. Serviço O quê: Welcome Aboard Star Up Brasil Cerimônia de abertura: 26/9/2013 Horário: 14 horas Local: Centro de Convenções Bolsa do Rio Praça XV de Novembro, n. 20 - Centro - Rio de Janeiro – RJ Fonte: Ascom do MCTI http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=105092&nome=MCTI %20promove%20encontro%20do%20Start-up%20Brasil


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FAPESP e BG Brasil investirão US$ 20 milhões em pesquisas sobre gás natural 26/09/2013 Quinta-Feira, Dia 26 de Setembro de 2013 as 9 FAPESP e BG Brasil investirão US$ 20 milhões em pesquisas sobre gás natural A FAPESP e a BG Brasil (membro do BG Group, sediado no Reino Unido) assinaram na quartafeira (25/09), em Londres, um acordo de cooperação que prevê investimentos de até US$ 20 milhões em pesquisas sobre produção e consumo de energia limpa. Os resultados esperados poderão ajudar o Brasil a utilizar de forma sustentável seu potencial de produção de óleo e gás natural. O documento foi assinado na Embaixada Brasileira em Londres por Celso Lafer, presidente da FAPESP, e John Grant, vice-presidente-executivo do BG Group. A cerimônia ocorreu durante o evento de inauguração da Brazilian Nature: Mystery and Destiny, no primeiro dia de atividades da FAPESP Week London, simpósio realizado pela FAPESP entre 25 e 27 de setembro, com apoio do British Council e da Royal Society. O objetivo do acordo entre a FAPESP e a BG Brasil é a criação de um Centro de Pesquisa para Inovação em Gás, no Estado de São Paulo, por meio da seleção de propostas voltadas para os seguintes temas: consumo de energia limpa para a redução da emissão de gases de efeito estufa; desenvolvimento de gás natural como combustível para transporte marítimo; melhoria das técnicas de engenharia para a produção de gás natural; e a conversão de gás em matérias-primas para a indústria química, incluindo hidrogênio. Cada um dos parceiros investirá US$ 10 milhões ao longo de um período de cinco anos.


Para Celso Lafer, “os projetos de pesquisa apoiados no âmbito do acordo irão contribuir para a criação de competências e novos conhecimentos em área estratégica, além de gerar resultados com grande potencial de aplicação no setor energético”. De acordo com ele, a colaboração é importante por tratar de temas de interesse da empresa e de uma instituição de financiamento à pesquisa e porque lida com uma grande preocupação da FAPESP, que é contribuir para estimular a inovação tecnológica e aumentar a competitividade da indústria no Brasil. "À medida que o Brasil emerge como um produtor global de energia, o centro ajudará a fortalecer a reputação do país em relação a práticas responsáveis de consumo de energia", acrescentou Lafer. John Grant destacou que a BG tem o compromisso de não ser uma empresa britânica no Brasil e sim uma empresa brasileira. “Pesquisa e desenvolvimento é uma parte extremamente importante do trabalho que buscamos desenvolver no Brasil. Já somos muito ativos nessa área e estou muito contente de termos a sorte de contar com a parceria de uma organização com a reputação e o sucesso da FAPESP.” “A parceria com a BG Brasil passa a integrar o forte portfólio de apoio à investigação conjunta universidade-empresa da FAPESP. A ação de longo prazo do Centro de Pesquisa para Inovação em Gás, a ser constituído por meio de chamada pública, permite estabelecer objetivos ousados na criação de novos conhecimentos e suas aplicações, bem como a formação de cientistas e engenheiros”, destacou o diretor científico da FAPESP, Carlos Henrique de Brito Cruz. A seleção de projetos será feita por meio de chamadas de propostas de pesquisa, preparadas pelo Comitê Gestor da Cooperação, composto por quatro representantes, sendo dois nomeados pela FAPESP e dois pela empresa. Os projetos de pesquisa terão a participação de pesquisadores de instituições de ensino superior e pesquisa no Estado de São Paulo, pesquisadores de outros países e cientistas e engenheiros da BG Brasil. Os temas de interesse das chamadas estarão agrupados em três núcleos. O primeiro trata da geração e arrefecimento de gás natural e combustível de hidrogênio para transporte e desenvolvimentos associados. Outro núcleo, em físico-química, envolve a combustão avançada e mais limpa de gás natural; desenvolvimento de células a combustível; e conversão de gás em produtos químicos. No terceiro, os temas são políticas para desenvolvimento de gás em sistemas de energia e desenvolvimento de uma cadeia de fornecimento de gás em áreas remotas. Fonte: Agência FAPESP http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=105039&nome=FAPESP%20e %20BG%20Brasil%20investir%E3o%20US$%2020%20milh%F5es%20em%20pesquisas %20sobre%20g%E1s%20natural


Veículo: Jornal – Jornal do Commercio Editoria: Negócios Assunto:Tecnologia do Amazonas para o mundo Cita a FAPEAM: ✘

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Veículo: Jornal – Jornal do Commercio Editoria: Negócios Assunto:Manaus ganha laboratório de capacitação tecnológica Cita a FAPEAM:

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Veículo: Jornal – A Crítica Assunto:Feira só para estudantes Cita a FAPEAM: ✘

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CLIPPING FAPEAM - 27.09.2013