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PECTI-AM/FAPEAM FHAJ recebe pesquisador visitante, especialista em cirurgias de fígado e pâncreas Assunto:

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PECTI-AM/FAPEAM FHAJ recebe pesquisador visitante, especialista em cirurgias de fígado e pâncreas Postado em 22/03/2013 PECTI-AM / FAPEAM FHAJ recebe pesquisador visitante, especialista em cirurgias de fígado e pâncreas A Fundação Hospital Adriano Jorge (FHAJ), órgão do Governo do Estado, recebeu nesta sexta-feira (22) a visita do professor doutor Antonio Nocchi Kalil, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O professor foi selecionado para a bolsa de Pesquisador Visitante Sênior (PVS),da Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam), concedida ao Hospital, dentro do Programa Estratégico de Ciência, Tecnologia & Inovação nas Fundações Estaduais de Saúde (PECTI-AM /Saúde). O Doutor Antonio Kalil conheceu a estrutura física e funcional da Fundação. A parceria tem como objetivo fortalecer e fomentar os Grupos e Linhas de Pesquisa da FHAJ, em especial nas áreas de Transplantes de Fígado, Tireóide e Diabetes Mellitus, Doenças Ocupacionais Auditivas, Nutrologia


e Fisioterapia. O médico Antonio Kalil possui graduação em Medicina pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (1985), mestrado em Medicina: Ciências Médicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1990) e doutorado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1995). Nos anos de 1992-1993 foi fellow do Centro Hepato-Biliar da Universidade de Paris e, através de concurso, obteve o Diploma Universitário de Cirurgia Hepato-Biliar e Transplante Hepático pela Faculdade de Medicina Paris-Sud/Université de Paris XI. Atualmente é membro do conselho superior da Sociedade de Cirurgia Videoendoscópica do RS, Vice-Presidente do Diretório Nacional do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, membro ativo e ex-presidente do Brazilian Chapter of International Hepato-Pancreato-Biliary Association. É professor associado da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre e Chefe do Serviço de Cirurgia Oncológica da Santa Casa. Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Cirurgia Hepatobiliar e Pancreática, atuando principalmente nos seguintes temas: tumores do fígado, hepatectomia por videolaparoscopia, reperfusão e isquemia hepática e câncer de pâncreas. http://www.fhaj.am.gov.br/detalhar/id/125


Veículo: SITE – Jornal Brasil

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Assunto: Qualidade no atendimento de pacientes com câncer é foco de pesquisas da FCecon Cita a FAPEAM:

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Qualidade no atendimento de pacientes com câncer é foco de pesquisas da FCecon Postado em 24/03/2013, 20h

Resultados de pesquisas de iniciação científica voltadas para a melhoria no tratamento de pacientes com câncer no Amazonas estão sendo apresentados até esta sexta-feira (21/03), na sede da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon), em Manaus. Os trabalhos foram desenvolvidos por acadêmicos da área da saúde que receberam financiamento por meio do Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado doAmazonas (FAPEAM). Ao todo, estão sendo avaliados 36 projetos. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), a avaliação conta com a presença do pesquisador sênior e professor da Universidade de São Paulo (USP), José Eduardo Levi.


Segundo o pesquisador, que participa da banca avaliadora, junto aos orientadores e pesquisadores da instituição, estão sendo levados em consideração os critérios de excelência e qualidade dos trabalhos acadêmicos desenvolvidos na FCecon. “É uma iniciativa muito interessante, pois o número de trabalhos apresentados já reflete um volume de produções científicas muito grande, oriundas de uma Fundação do porte do Cecon. E o fato de você ter 36 alunos engajados na iniciação científica é um fator super positivo para a instituição, sendo que todas as pesquisas têm retorno direto para os pacientes atendidos pela FCecon”, frisou. A diretora de ensino e pesquisa da FCecon, doutora Kátia Torres, destacou que o programa financiado pela FAPEAM tem como principal objetivo fortalecer a integração entre alunos e professores na iniciação científica. “O Paic dentro da FCecon é de extrema relevância, justamente porque ele já está cumprindo esse papel. A partir do programa, verdadeiras linhas de pesquisas passaram a ser constituídas dentro da Fundação, no contexto de pesquisas voltadas a oncologia”, afirmou a titular. A gestora ainda salientou que 100% das pesquisas desenvolvidas por meio do Paic visam à qualidade no atendimento a pacientes oncológicos.“A qualidade de vida do paciente ou a melhor técnica cirúrgica, são pesquisas que realmente vão trazer conhecimento para imediatamente oferecer benefícios ao paciente”, disse. As apresentações iniciaram nesta quinta-feira (21/03) e nesta sexta-feira (22/03), na FCecon, localizada na Rua Francisco Orellana, Dom Pedro. A programação completa está disponível no site da FCecon (www.fcecon.am.gov.br). Sobre o Paic O Programa de Apoio à Iniciação Científica do Amazonas (Paic), financiado pela FAPEAM, consiste em apoiar, com recursos financeiros e bolsas institucionais, estudantes de graduação interessados no desenvolvimento de pesquisa em instituições públicas e privadas do Amazonas Fonte: Agência FAPEAM http://www.jornalbrasil.com.br/?pg=desc-noticias&id=77797&nome=Qualidade no atendimento de pacientes com c%E2ncer %E9 foco de pesquisas da Fcecon


Veículo: SITE – Rede Amazonica

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Assunto: Quem Somos Cita a FAPEAM:

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Não Data: 25/03/2013

Quem Somos Postado em 25/03/2013 A Rádio Amazonas FM é uma emissora que faz parte do grupo Rede Amazônica de Rádio e Televisão, a maior empresa de comunicação da Região Norte do Brasil. Com uma programação eclética e popular, tem como meta satisfazer o gosto do ouvinte que busca informação e entretenimento de qualidade. A emissora conta com redação composta por jornalistas experientes, incluindo setor de webjornalismo, o que pode ser atestado por meio do site www.amazonasfm.com.br A extensa programação busca mostrar o conceito de trabalho: “Para ouvir a música que você gosta, sintonize na Amazonas FM e se quiser ficar bem informado, a Rádio Amazonas também é a melhor opção”. A excelência da Rádio Amazonas FM pode ser atestada por meio de diversos prêmios e conquistas, como o Prêmio Fapeam de Jornalismo, medalhas e condecorações concedidas pela Câmara Municipal e Assembleia Legislativa do Amazonas e reconhecimento do Instituto de Pesquisa da Amazônia (INPA), como rádio apoiadora do jornalismo científico. Como empresa que também apoia o empreendedorismo, recebeu reconhecimento por parte do Serviço de Apoio a Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE). Já no âmbito da responsabilidade sócio-ambiental, destaca-se pela


criação do projeto Consciência Limpa, voltado para o saneamento dos igarapés de Manaus, atualmente um projeto que faz parte de todo o grupo Rede Amazônica. Com o objetivo de melhor atender ao público ouvinte, a Rádio Amazonas FM, amplia sua participação no segmento Internet. Por meio do website www.amazonasfm.com.br, disponibiliza notícias em podcasts e a programação da emissora em áudio e textos. A interação com o ouvinte é promovida por meio de ferramentas como chat, fale-conosco e divulgação de conteúdos em redes sociais. A cada 30 minutos, a equipe de jornalismo leva ao ar um flash de notícias, mantendo o ouvinte sempre bem informado, enquanto se diverte ouvindo a programação musical. A Rádio Amazonas FM, transmite o seu sinal num raio de 100 km em torno de Manaus, com uma população de aproximadamente 2 milhões de habitantes, atingindo, além da capital, os municípios de Careiro do Castanho, Cacau Pireira, Iranduba, Rio Preto da Eva, Autazes, Presidente Figueiredo, Balbina, Cambixe, Terra Nova e Ilha do Baixio. Parte da programação é retransmitida para os estados do Acre e Amapá. A emissora atinge também o município de Manacapuru e grande parte do interior do Amazonas por meio da Rádio Princesa do Solimões (AM). A programação da Amazonas FM é cuidadosamente elaborada para atingir ao ouvinte predominante em cada horário, identificado por meio de pesquisa qualitativa em termos de classe social, idade, gênero, renda, grau de instrução e local onde costuma ouvir a programação de rádio preferida. Canais de interação: www.amazonasfm.com.br Gerência Executiva: fernando.paraiso@redeamazonica.com.br Coordenador administrativo de Operações Comerciais: alex.benarroch@redeamazonica.com.br Jornalismo: patrick.motta@redeamazonica.com.br e emcimadanoticia@redeamazonica.com.br Webjornalismo: glaucia.chair@redeamazonica.com.br e radar10@redeamazonica.com.br Produção: Sandro Abecassis – prod.amfm@redeamazonica.com.br Administração: yara.malcher@redeamazonica.com.br Redes Sociais: Siga-nos pelo twitter: amazonas_fm Facebook: www.facebook.com/radioamazonas Telefones: Departamento Comercial: (092) 3216-5537 e (092) 3236-1816 Departamento de Jornalismo (092) 3216-5536 Website: (092) 3632-2679 Departamento de Produção: (092) 3216-5504 Radar 10 – O Portal de Rádios da Rede Amazônica: (092) 3632-2679 http://www.redeamazonica.com.br/amazonasfm/quem-somos/


Veículo: BLOG – Territórios Livres do Baixo Parnaiba

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Assunto: Pesquisa aponta potencial do fruto tucumã para a produção de energia Cita a FAPEAM:

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Pesquisa aponta potencial do fruto tucumã para a produção de energia Postado em 23/03/2013 Manaus - O crescimento acelerado do consumo mundial de energia e as incertezas em relação ao fornecimento de combustíveis fósseis intensificam a busca por fontes renováveis. A região amazônica, que abrange 60% do território brasileiro, apresenta diversidade de fontes renováveis, principalmente resíduos de biomassas vegetais como: caroço do açaí, caroço do fruto do tucumã, caroço do bacuri, ouriço de castanha-do-Brasil, ouriço de sapucaia e casca de cupuaçu. Em busca de uma solução para a utilização de resíduos de biomassas vegetais para a produção de energia, o doutorando em Engenharia Química pela Universidade de Campinas (Unicamp), Vicente Franco Nascimento, comprovou que o fruto do tucumã (Astrocarym aculeatum) tem potencial para gerar energia por meio da termoconversão. O resultado foi obtido durante o projeto de pesquisa ‘Caracterização de biomassas amazônicas – ouriço de castanha-do-brasil, ouriço de sapucaia e caroço do fruto do tucumã visando sua utilização como insumo energético em processos de termoconversão’, realizado de 2010 a 2012 na Unicamp. O estudo foi financiado pelo Governo do Estado via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), por meio do Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos PósGraduados do Amazonas (RH-Interinstitucional). “Na análise morfológica, foram identificadas duas estruturas do tecido de sustentação dos vegetais que conferem às biomassas estudadas uma alta rigidez, principalmente para o caroço do


fruto do tucumã”, disse Nascimento. Ele esclareceu que a pesquisa comparou o ouriço da castanha-do-Brasil (Bertholletia excelsa), ouriço da sapucaia (Lecythis pisonis) e o caroço do fruto do tucumã (Astrocarym aculeatum) para analisar qual matéria-prima tinha maior potencial energético em processo de termoconversão. “Fiz a caracterização das propriedades físicas, químicas e térmicas, bem como a análise cinética da reação da degradação controlada para avaliar se os insumos eram suficientes para produzir energia”, explicou o pesquisador. Nascimento informou que os resíduos das sementes da castanheira e sapucaia e do fruto do tucumã foram coletados no perímetro urbano e rural do município de Parintins, distante 369 quilômetros de Manaus. Fonte: Agência Fapeam http://territorioslivresdobaixoparnaiba.blogspot.com.br/2013/03/pesquisa-aponta-potencial-dofruto.html


Veículo: SITE - Progresso

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Assunto: Vida de quelônios será monitorada no Amazonas Cita a FAPEAM:

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Vida de quelônios será monitorada no Amazonas Postado em 23/03/2013, 08:30 O Programa Pé-de-pincha de Manejo Comunitário de Quelônios retorna as atividades com o projeto de recapturar os animais marcados para estimar a taxa de sobrevivência e crescimento dos quelônios. Ao longo de 13 anos de existência, o Programa marcou mais de 24 mil quelônios no Médio Amazonas e Juruá, no Amazonas. O levantamento de dados será feito na região do médio rio Amazonas e médio rio Juruá, em áreas de programas de manejo comunitário nos municípios de Carauari, Parintins e Nhamundá. O programa também trabalhará com escolas rurais na sensibilização de professores e alunos, por meio da educação ambiental, para a conservação desses animais. O Programa Jovem Cientista Amazônida (JCA) avaliará os parâmetros de dinâmica populacional, migração e sobrevivência, de tartarugas e tracajás. O coordenador da proposta e professor da Ufam, Paulo César Machado Andrade, informou que o monitoramento a longo prazo de filhotes e adultos de quelônios permitirá elaborar modelos populacionais. E ainda, obter mais dados sobre as diferentes fases de crescimento e suas rotas migratórias anuais. “Será utilizada a técnica de captura-marcação-recaptura para estimativas de taxas de sobrevivência, mortalidade, por exemplo”, informou. Andrade explicou que a meta é fazer os registros dos ninhos de tartarugas e tracajás nas áreas de postura (número de ninhos, número de ovos, taxa de eclosão). Os dados serão utilizados para analisar o padrão de movimentação e estimar a área de vida nas áreas manejadas.


Segundo o pesquisador, já foram instalados 17 radiotransmissores em nove espécimes adultas de tartaruga e oito de tracajás. “Serão instalados mais um rádio via satélite em P. expansa e seis em P. unifilis, completando o total de 24 rádios via satélite”, afirmou Andrade. As informações geradas pelo estudo subsidiarão o Centro Estadual de Unidades de Conservação da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável (CEUC/SDS) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) na gestão e conservação de quelônios na Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Uacari, Reserva Extrativista do Médio Juruá e Área de Proteção Ambiental de Nhamundá. “Em novembro de 2011, o governo federal repassou a responsabilidade sobre a fauna para os Estados, o que reforça a importância e a urgência de que os sistemas de conservação e manejo de populações de quelônios existentes no Amazonas sejam melhor compreendidos”, disse o pesquisador, acrescentando que para dar continuidade ao projeto aguarda a liberação dos recursos, os quais estão previstos para o mês de maio. http://www.progresso.com.br/caderno-a/brasil-mundo/vida-de-quelonios-sera-monitorada-noamazonas


Veículo: SITE - Isaúde

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Assunto: Videolaparoscopia reduz disfunção erétil em pacientes com câncer de próstata Cita a FAPEAM:

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Videolaparoscopia reduz disfunção erétil em pacientes com câncer de próstata Postado em 24/03/2013, 09:15 Procedimento feito a partir de pinças e uma microcâmera é mais indicado para retirada da próstata em pacientes com câncer tamanho da letra AA+ Entre os benefícios da cirurgia videolaparoscópica (procedimento minimamente invasivo feito a partir de pinças e uma microcâmera) para a retirada da próstata em pacientes com câncer nessa região, está a redução das chances de o portador sofrer, futuramente, com problemas de disfunção erétil, um dos maiores temores dos homens que passam pelo tratamento contra a doença. A constatação foi feita pela acadêmica de medicina Larissa Pires de Oliveira, que comparou o método convencional, de cirurgia por via aberta, com a videolaparoscopia. O trabalho está inserido no Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic-2013), desenvolvido pela Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon). O Paic é desenvolvido pelo


Departamento de Ensino e Pesquisa da FCecon e financiado pela Fundação Pesquisa do Amazonas (Fapeam).

de Amparo à

Na comparação entre a cirurgia retropública - cuja abertura para a retirada da próstata é maior - e a laparoscópica - onde o procedimento é feito por três incisões de um centímetro cada e utilizando microcâmera -, conforme o resultado preliminar, esta última opção resulta, ainda, na redução do sangramento durante o procedimento, além de menor tempo de hospitalização e redução das chances de contrair infecções. Já em outro trabalho sobre o mesmo tema, a acadêmica Tyane de Almeida mostrou que a utilização da lupa no procedimento diminui, por exemplo, as chances de lesões no nervo durante a cirurgia. Ela também destacou que no procedimento por via aberta, ou seja, pelo método convencional, as chances de resultar na disfunção erétil são maiores. Entre os dados considerados no estudo está o aumento no número de casos de câncer de próstata nos últimos 20 anos no país além de dados internacionais sobre a doença. A bolsista Thaís Caroline Sales Raposo, que também desenvolve pesquisa sobre este tema dentro do Paic, apontou em seu resultado preliminar que a cirurgia com a utilização de câmeras é menos invasiva para a retirada de linfonodos (gânglios que fazem parte do sistema linfático, o qual atua na defesa do organismo) produz melhores resultados aos pacientes, já que, entre os casos analisados, 20% apenas das linfanedectomias inguinais (retiradas dos gânglios) apresentaram complicações contra 50% nos casos das cirurgias convencionais. Neste caso, o sangramento e o tempo de internação também foram menores. Publicação Os três acadêmicos são orientados pelo urologista Cristiano Paiva, médico da FCecon. As cirurgias videolaparoscópicas são realizadas desde 2012 na fundação e, na maioria dos casos, apresentaram resultados positivos, como rápida recuperação do paciente e diminuição da dor no pós-cirúrgico se comparado aos procedimentos convencionais. Os estudos realizados pelos acadêmicos têm como base dados estatísticos da FCecon e procedimentos práticos realizados no Centro Cirúrgico do hospital, bem como, informações sobre a evolução do tratamento fornecidas por vários setores da instituição. Os trabalhos desta edição do Paic serão concluídos em julho, quando passarão pela avaliação final de uma banca de doutores e, posteriormente, terão os resultados publicados. Fonte: Com informações da Fcecon http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/34216/geral/videolaparoscopia-reduz-disfuncao-eretil-empacientes-com-cancer-de-prostata


Veículo: SITE – Mato Grosso Notícias

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Assunto: Programa 'Pé-De-Pincha' começa soltura de quelônios Cita a FAPEAM:

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Programa 'Pé-De-Pincha' começa soltura de quelônios Postado em 23/03/2013 Criado há 14 anos, o projeto Pé-de-Pincha começou a cumprir o cronograma de soltura de quelônios nos dois maiores estados da região Norte: Amazonas e Pará. O programa desenvolve treinamentos junto às comunidades ribeirinhas visando o manejo racional e sustentável de quelônios, em áreas abertas. Segundo informações dos coordenadores do projeto, professores Paulo César Machado Andrade e Aldeniza Cardoso de Lima, a atividade começou a partir do Médio Rio Amazonas, Madeira e Negro, nos municípios de Nhamundá, Barcelos, Itacoatiara, Parintins e Barreirinha/AM, Terra Santa, Juruti e Oriximiná/PA. Os professores informaram, ainda, que por meio do programa, 1,3 mil famílias, em 118 comunidades recebem noções de educação ambiental e passam a executar um programa de manejo sustentável da população de quelônios em suas áreas. Com base no cronograma serão devolvidos à natureza 81173 filhotes de tracajá (Podocnemis unifilis), 101.643 filhotes de tartaruga (P. expansa), 8.445 filhotes de iaçá ou pitiu (P. sextuberculata), 6845 filhotes de irapuca ou calalumã (P.erytrocephala) e 23 filhotes de cabeçudo (Peltocephalus dumerilianus) totalizando 198.130 filhotes de quelônios.


Durante os meses de fevereiro e março, as ações do 'Pé-de-Pincha' passaram pelas comunidades Marau; Barreirinha; Uaicupará; Borba; Careiro Castanho; Barcelos;Terra Santa, no estado do Pará. Em Parintins, entre os dias 1° e 14 de abril. Fonte: G1 http://www.matogrossonoticias.com.br/noticias/exibir.asp?noticia=Programa_Pe-DePincha_comeca_soltura_de_quelonios&id=63939


Veículo: SITE – Racismo Ambiental

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Pesquisa aponta potencial do fruto tucumã para a produção de energia Postado em 23/03/2013, 15:30 Manaus - O crescimento acelerado do consumo mundial de energia e as incertezas em relação ao fornecimento de combustíveis fósseis intensificam a busca por fontes renováveis. A região amazônica, que abrange 60% do território brasileiro, apresenta diversidade de fontes renováveis, principalmente resíduos de biomassas vegetais como: caroço do açaí, caroço do fruto do tucumã, caroço do bacuri, ouriço de castanha-do-Brasil, ouriço de sapucaia e casca de cupuaçu. Em busca de uma solução para a utilização de resíduos de biomassas vegetais para a produção de energia, o doutorando em Engenharia Química pela Universidade de Campinas (Unicamp), Vicente Franco Nascimento, comprovou que o fruto do tucumã (Astrocarym aculeatum) tem potencial para gerar energia por meio da termoconversão. O resultado foi obtido durante o projeto de pesquisa ‘Caracterização de biomassas amazônicas – ouriço de castanha-do-brasil, ouriço de sapucaia e caroço do fruto do tucumã visando sua utilização como insumo energético em processos de termoconversão’, realizado de 2010 a 2012 na Unicamp.


O estudo foi financiado pelo Governo do Estado via Fundação de Amparo à Pesquisa Estado do Amazonas (FAPEAM), por meio do Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos Pós-Graduados do Amazonas (RH-Interinstitucional).

do

“Na análise morfológica, foram identificadas duas estruturas do tecido de sustentação dos vegetais que conferem às biomassas estudadas uma alta rigidez, principalmente para o caroço do fruto do tucumã”, disse Nascimento. Ele esclareceu que a pesquisa comparou o ouriço da castanha-do-Brasil (Bertholletia excelsa), ouriço da sapucaia (Lecythis pisonis) e o caroço do fruto do tucumã (Astrocarym aculeatum) para analisar qual matéria-prima tinha maior potencial energético em processo de termoconversão. “Fiz a caracterização das propriedades físicas, químicas e térmicas, bem como a análise cinética da reação da degradação controlada para avaliar se os insumos eram suficientes para produzir energia”, explicou o pesquisador. Nascimento informou que os resíduos das sementes da castanheira e sapucaia e do fruto do tucumã foram coletados no perímetro urbano e rural do município de Parintins, distante 369 quilômetros de Manaus. Fonte: Agência Fapeam http://racismoambiental.net.br/2013/03/pesquisa-aponta-potencial-do-fruto-tucuma-para-aproducao-de-energia/


Veículo: SITE – d24am

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Assunto: Comunidades do Rio Negro, no Amazonas, mais expostas ao mercúrio Cita a FAPEAM:

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Comunidades do Rio Negro, no Amazonas, mais expostas ao mercúrio Postado em 25/03/2013, 03:01 Manaus - Pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) buscam entender como ocorre o processo de produção da versão mais perigosa do mercúrio à saúde humana na bacia do Rio Negro. A preocupação dos pesquisadores é que as populações ribeirinhas que vivem ao longo dos rios que formam essa bacia estão mais expostos à versão potencialmente perigosa do mercúrio, o metilmercúrio (C2H6Hg). O motivo é que as águas pretas produzem muito mais mercúrio que as águas brancas. A pesquisa é coordenada pelo cientista Bruce Forsberg. A alta concentração de mercúrio causa uma síndrome neurológica e os sintomas incluem distúrbios sensoriais nas mãos e pés, danos à visão e audição, fraqueza e, em casos extremos, paralisia e morte. “A bacia de rios de águas pretas é o lugar que mais me preocupa porque ainda não foi feito um estudo aprofundado. Em outros locais do mundo, pesquisas registraram que em águas mais pretas há uma maior concentração de mercúrio nos peixes. E a contaminação dos caboclos ocorre pelo consumo desses peixes que também são contaminados pelo mercúrio. O peixe é a principal fonte de proteína do ribeirinho”, disse ele.


O estudo está em fase de coleta de materiais e dados e o próximo passo é a análise da concentração do metilmercúrio. Foram coletadas mechas de cabelos de ribeirinhos para indicar a concentração de metilmercúrio no organismo e espécimes de dois peixes bastante consumidos: tucunaré e traíra. “Trabalhamos com o tucunaré e a traíra que são peixes que não migram. Vivendo sempre no mesmo lugar, eles acumulam o mercúrio exatamente no rio onde o estudo é realizado”, explicou. Os equipamentos para medir a concentração de mercúrio foram adquiridos com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisas do Estado do Amazonas (Fapeam). Cadeia alimentar Os solos da Amazônia, principalmente os de cor vermelha, são excepcionalmente ricos em mercúrio. A chuva leva esse mercúrio para os rios e lagos. E nos ambientes de pouco oxigênio e matéria orgânica encontra o ambiente ideal para a transformação do metilmercúrio. O mercúrio se torna bioacumulativo e acaba se concentrando em maiores quantidades nos organismos no topo da cadeia alimentar, no caso o homem. O Rio Negro apresenta um elevado grau de acidez, com pH 3,8 a 4,9 devido à grande quantidade de ácidos orgânicos provenientes da decomposição da vegetação. Por isso, a água apresenta uma coloração escura. “Sabemos que quanto maior o grau de acidezmaior a produção de metilmercúrio”, disse ele. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera tolerável uma taxa de mercúrio de 50 ppm para a população em geral e 10 ppm para grávidas. “Nas grávidas, a concentração a partir de dez passa a ter feitos congênitos e muito mais graves. Durante a gestação, a mãe pode até repassar o mercúrio para o feto e isso pode afetar o desenvolvimento neurológico do bebê. Pode haver caso até de malformação de membros e órgãos”, disse. Segundo Bruce, há casos de adultos que apresentaram tremores até os ossos quebrarem. “Mas é importante citar que nesses dois casos, do bebê com deformações e do adulto que tremeu até seus ossos quebrarem, não foram registrados na Amazônia”, completou. Nos anos 1980, quando começaram as pesquisas sobre mercúrio na Amazônia, achava-se que a principal fonte de mercúrio era o homem que usava o mercúrio nos garimpos. Nos anos 1990 começaram a ser feitos estudos em áreas longe dos garimpos e foram encontrados níveis de mercúrio muito maiores. No Amazonas, a população que vive às margens dos rios Tapajós e Madeira onde há muitos garimpos apresentam, em média, níveis de mercúrio que não passam de dez. Porém, nos anos 90, estudos no Alto Rio Negro realizados pela equipe do pesquisador identificaram ribeirinhos com média de concentração de mercúrio igual a 70. Bruce lembra um caso no Japão como o mais emblemático de pessoas que morreram contaminadas com alta concentração de mercúrio. O fato ocorreu em 1956, quando mais de 900 pessoas morreram na cidade de Minamata e em aldeias pesqueiras próximas a essa localidade. Eles foram envenenados porque consumiram peixes contaminados com mercúrio. Na localidade havia uma fábrica da Corporação Chisso que produzia fertilizantes químicos. No processo de produção, a empresa lançava dejetos contendo mercúrio que, por consequência, contaminaram os peixes da região. A Doença de Minamata é uma síndrome neurológica. Os sintomas incluem distúrbios sensoriais nas


mãos e pés, danos à visão e audição, fraqueza e, em casos extremos, paralisia e morte. Em 2001, uma pesquisa indicou que cerca de 2 milhões de pessoas podem ter sido afetadas por comer peixe contaminado. No mesmo período de tempo, foi reconhecido que 2.955 pessoas sofreram da doença de Minamata. Destas, 2.265 viveram na costa do mar de Yatsushiro. http://www.d24am.com/amazonia/meio-ambiente/comunidades-do-rio-negro-no-amazonas-maisexpostas-ao-mercurio/82942


Veículo: SITE – Parceiro da Saúde

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Assunto: Videolaparoscopia reduz disfunção erétil em pacientes com câncer de próstata Cita a FAPEAM:

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Videolaparoscopia reduz disfunção erétil em pacientes com câncer de próstata Postado em 24/03/2013, 07:39 Fonte: R7 Entre os benefícios da cirurgia videolaparoscópica (procedimento minimamente invasivo feito a partir de pinças e uma microcâmera) para a retirada da próstata em pacientes com câncer nessa região, está a redução das chances de o portador sofrer, futuramente, com problemas de disfunção erétil, um dos maiores temores dos homens que passam pelo tratamento contra a doença. A constatação foi feita pela acadêmica de medicina Larissa Pires de Oliveira, que comparou o método convencional, de cirurgia por via aberta, com a videolaparoscopia. O trabalho está inserido no Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic-2013), desenvolvido pela Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon). O Paic é desenvolvido pelo Departamento de Ensino e Pesquisa da FCecon e financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam). Na comparação entre a cirurgia retropública – cuja abertura para a retirada da próstata é maior – e a laparoscópica – onde o procedimento é feito por três incisões de um centímetro cada e utilizando


microcâmera -, conforme o resultado preliminar, esta última opção resulta, ainda, na redução do sangramento durante o procedimento, além de menor tempo de hospitalização e redução das chances de contrair infecções. Já em outro trabalho sobre o mesmo tema, a acadêmica Tyane de Almeida mostrou que a utilização da lupa no procedimento diminui, por exemplo, as chances de lesões no nervo durante a cirurgia. Ela também destacou que no procedimento por via aberta, ou seja, pelo método convencional, as chances de resultar na disfunção erétil são maiores. Entre os dados considerados no estudo está o aumento no número de casos de câncer de próstata nos últimos 20 anos no país além de dados internacionais sobre a doença. A bolsista Thaís Caroline Sales Raposo, que também desenvolve pesquisa sobre este tema dentro do Paic, apontou em seu resultado preliminar que a cirurgia com a utilização de câmeras é menos invasiva para a retirada de linfonodos (gânglios que fazem parte do sistema linfático, o qual atua na defesa do organismo) produz melhores resultados aos pacientes, já que, entre os casos analisados, 20% apenas das linfanedectomias inguinais (retiradas dos gânglios) apresentaram complicações contra 50% nos casos das cirurgias convencionais. Neste caso, o sangramento e o tempo de internação também foram menores. Publicação Os três acadêmicos são orientados pelo urologista Cristiano Paiva, médico da FCecon. As cirurgias videolaparoscópicas são realizadas desde 2012 na fundação e, na maioria dos casos, apresentaram resultados positivos, como rápida recuperação do paciente e diminuição da dor no pós-cirúrgico se comparado aos procedimentos convencionais. Os estudos realizados pelos acadêmicos têm como base dados estatísticos da FCecon e procedimentos práticos realizados no Centro Cirúrgico do hospital, bem como, informações sobre a evolução do tratamento fornecidas por vários setores da instituição. Os trabalhos desta edição do Paic serão concluídos em julho, quando passarão pela avaliação final de uma banca de doutores e, posteriormente, terão os resultados publicados. http://parceirodasaude.com.br/?cat=13


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Pesquisa aponta potencial do fruto tucumã para a produção de energia Postado em 23/03/2013 Manaus - O crescimento acelerado do consumo mundial de energia e as incertezas em relação ao fornecimento de combustíveis fósseis intensificam a busca por fontes renováveis. A região amazônica, que abrange 60% do território brasileiro, apresenta diversidade de fontes renováveis, principalmente resíduos de biomassas vegetais como: caroço do açaí, caroço do fruto do tucumã, caroço do bacuri, ouriço de castanha-do-Brasil, ouriço de sapucaia e casca de cupuaçu. Em busca de uma solução para a utilização de resíduos de biomassas vegetais para a produção de energia, o doutorando em Engenharia Química pela Universidade de Campinas (Unicamp), Vicente Franco Nascimento, comprovou que o fruto do tucumã (Astrocarym aculeatum) tem potencial para gerar energia por meio da termoconversão. O resultado foi obtido durante o projeto de pesquisa ‘Caracterização de biomassas amazônicas – ouriço de castanha-do-brasil, ouriço de sapucaia e caroço do fruto do tucumã visando sua utilização como insumo energético em processos de termoconversão’, realizado de 2010 a 2012 na Unicamp. O estudo foi financiado pelo Governo do Estado via Fundação

de Amparo à Pesquisa do


Estado do Amazonas (FAPEAM), por meio do Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos Pós-Graduados do Amazonas (RH-Interinstitucional). “Na análise morfológica, foram identificadas duas estruturas do tecido de sustentação dos vegetais que conferem às biomassas estudadas uma alta rigidez, principalmente para o caroço do fruto do tucumã”, disse Nascimento. Ele esclareceu que a pesquisa comparou o ouriço da castanha-do-Brasil (Bertholletia excelsa), ouriço da sapucaia (Lecythis pisonis) e o caroço do fruto do tucumã (Astrocarym aculeatum) para analisar qual matéria-prima tinha maior potencial energético em processo de termoconversão. “Fiz a caracterização das propriedades físicas, químicas e térmicas, bem como a análise cinética da reação da degradação controlada para avaliar se os insumos eram suficientes para produzir energia”, explicou o pesquisador. Nascimento informou que os resíduos das sementes da castanheira e sapucaia e do fruto do tucumã foram coletados no perímetro urbano e rural do município de Parintins, distante 369 quilômetros de Manaus. Fonte: Agência Fapeam Enviada por Mayron Régis para Combate ao Racismo Ambiental. Fonte: racismoambiental http://africas.com.br/portal/pesquisa-aponta-potencial-do-fruto-tucuma-para-a-producao-de-energia/


Veículo: SITE – Ciência em Pauta

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Assunto: Iniciativas do Amazonas em Ciência, Tecnologia e Inovação ganham amplitude no MCTI Cita a FAPEAM:

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Iniciativas do Amazonas em Ciência, Tecnologia e Inovação ganham amplitude no MCTI Postado em 25/03/2013 As ações do estado em promover iniciativas que possam colaborar com o desenvolvimento de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no País estão ganhando destaque junto à pasta do Ministério (MCTI), em Brasília-DF. O exemplo ocorreu na última semana, quando o Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti), iniciou uma articulação com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) para transformar o Sistema de Indicadores do Amazonas (SION-AM) em uma plataforma nacional. O encontro entre as instituições aconteceu durante visita ao MCTI para a apresentação do novo presidente do Consecti, Jair Péla ao Ministro Marco Antonio Raupp. Na ocasião, o secretário de CT&I do Amazonas, Odenildo Sena, reuniu-se com o presidente da RNP, Nelson Simões, que se mostrou bastante interessado em transformar o Sion-AM – projeto desenvolvido pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e Secretaria de Estado de CT&I (SECTI-AM) – num sistema de indicadores nacional, denominado de SION-BR. Após o interesse, Sena levou a boa notícia ao ministro Raupp e ao secretario executivo do MCTI,


Luiz Antonio Elias, que também demonstrou bastante interesse e afirmou que o MCTI irá financiar a montagem de um SION nacional. A RNP será a executora e responsável por adequar a plataforma, e o trabalho será realizado em parceria com os pesquisadores da Ufam e coordenadores do projeto. “O Sion nacional é uma vitória do Amazonas. Isso é uma demonstração que, mais uma vez, ações desenvolvidas no estado estão saindo na frente”, afirmou Sena. PCTI/AMAZÔNIA TAMBÉM FOI TEMA DA REUNIÃO Durante a visita ao MCTI, Sena também comentou com o Ministro Raupp sobre a elaboração do Plano de Ação em CT&I para a Amazônia (PCTI/Amazônia) para os próximos 20 anos. Na ocasião, foi dito que o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) tem feito visitas aos estados participantes e que no Amazonas, a reunião está prevista para o dia 05 de abril. O Ministro Raupp solicitou urgência na elaboração do PCTI. “O plano é uma coisa inédita. Nunca houve uma ação desta natureza, um plano com perspectiva de 20 anos. Paralelo à confecção do projeto, já estamos reunindo bancos interessados em ouvir as propostas, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o da Amazônia (Basa) e o de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)”. IDEIA É FAZER O LANÇAMENTO SIMBÓLICO NA SBPC A ideia do ministro Raupp é fazer o lançamento simbólico do SION-BR e do PCTI/Amazônia na 65ª reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que acontece de 21 a 26 de julho, em Recife-PE. VANTAGENS DE UM SISTEMA DE INDICADORES NACIONAL Com o Sistema de Indicadores OnLine nacional, todos os estados poderão dispor de informações sobre ações e investimentos feitos pela política pública de CT&I no Brasil. Sena destaca a economia de recursos com a expansão para uma plataforma nacional. “Diminui-se tanto os custos quanto o trabalho, pois os estados terão que se adaptar ao sistema. Os estados tabulam os seus dados e os enviam para alimentar o sistema nacional”. Fonte: CIÊNCIAemPAUTA, por Laize Minelli e Carlos Fábio Guimarães http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/03/iniciativas-do-amazonas-em-ciencia-tecnologia-einovacao-ganham-amplitude-no-mcti/


Editoria: Pag: Veículo: SITE – a Crítica Assunto: Videolaparoscopia reduz as chances de paciente com câncer de próstata ter problemas de disfunção erétil Cita a FAPEAM:

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Videolaparoscopia reduz as chances de paciente com câncer de próstata ter problemas de disfunção erétil Postado em 21/03/2013 Pesquisa compara o método convencional, de cirurgia por via aberta, com a videolaparoscopia Entre os benefícios da cirurgia videolaparoscópica (procedimento minimamente invasivo feito a partir de pinças e uma microcâmera) para a retirada da próstata em pacientes com câncer nessa região, está a redução das chances de o portador sofrer, futuramente, com problemas de disfunção erétil, um dos maiores temores dos homens que passam pelo tratamento contra a doença. A constatação foi feita pela acadêmica de medicina Larissa Pires de Oliveira, a partir da pesquisa ‘Estudo prospectivo randomizado comparando as técnicas de prostatectomia radical retropúbica e laparoscópica’. A pesquisa compara o método convencional, de cirurgia por via aberta, com a videolaparoscopia. Este e outros 35 trabalhos de bolsistas inseridos no Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic2013), desenvolvido pela Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon), órgão do Governo do Estado, estão sendo avaliados, entre esta quinta-feira e a próxima sexta-feira (22/03), por uma banca formada pelo pesquisador sênior da FCecon e membro da


Universidade de São Paulo (USP), José Eduardo Levi, e pela doutora Maria Paula Mourão, pesquisadora da Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado, órgão que também faz parte da rede estadual de saúde. O Paic é desenvolvido pelo Departamento de Ensino e Pesquisa da FCecon e financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam). No caso da acadêmica Larissa Peres, a comparação entre a cirurgia retropública - cuja abertura para a retirada da próstata é maior - e a laparoscópica - onde o procedimento é feito por três incisões de um centímetro cada e utilizando microcâmera -, conforme o resultado preliminar, esta última opção resulta, ainda, na redução do sangramento durante o procedimento, além de menor tempo de hospitalização e redução das chances de contrair infecções. Já a acadêmica Tyane de Almeida abordou o seguinte questionamento: ‘Há melhora da função erétil em pacientes com câncer de próstata localizado submetidos à prostatectomia radical retropúbica utilizando lupa cirúrgica?’. De acordo com ela, a utilização da lupa no procedimento diminui, por exemplo, as chances de lesões no nervo durante a cirurgia. Ela também destacou que no procedimento por via aberta, ou seja, pelo método convencional, as chances de resultar na disfunção erétil são maiores. Entre os dados considerados no estudo está o aumento no número de casos de câncer de próstata nos últimos 20 anos no País além de dados internacionais sobre a doença. A bolsista Thaís Caroline Sales Raposo, que aborda em sua pesquisa o tema ‘Estudo prospectivo randomizado comparando linfadenectomia inguinal convencional versus linfadenectomia inguinal vídeo endoscópica no tratamento de tumor de pênis invasivo’, apontou em seu resultado preliminar que a cirurgia com a utilização de câmeras e menos invasiva para a retirada de linfonodos (gânglios que fazem parte do sistema linfático, o qual atua na defesa do organismo) produz melhores resultados aos pacientes, já que, entre os casos analisados, 20% apenas das linfanedectomias inguinais (retiradas dos gânglios) apresentaram complicações contra 50% nos casos das cirurgias convencionais. Neste caso, o sangramento e o tempo de internação também foram menores. Os três acadêmicos são orientados pelo urologista Cristiano Paiva, médico da FCecon. As cirurgias videolaparoscópicas são realizadas desde 2012 na Fundação e, na maioria dos casos, apresentaram resultados positivos, como rápida recuperação do paciente e diminuição da dor no pós-cirúrgico se comparado aos procedimentos convencionais. Avaliação Para o pesquisador da USP, José Eduardo Levi, que acompanhou a avaliou os projetos, o saldo foi positivo, uma vez que o número de acadêmicos ingressando na área científica a partir do Paic na FCecon reflete um aumento significativo na produção desses estudos. “Alguns projetos visam à melhoria da infraestrutura das instituições, o que é positivo”, disse. Ele lembrou que as pesquisas poderão sem ampliadas com a implantação do Laboratório de Oncologia Molecular, projeto em fase de desenvolvimento na FCecon. A diretora de Ensino e Pesquisa da Fundação, Kátia Luz Torres, disse que o Paic, implantado em 2011 na instituição, tem como principal objetivo fortalecer e constituir novas linhas de pesquisa no hospital. “Cem por cento dos trabalhos são voltados à melhoria de vida do paciente oncológico, já que abordam temas como fatores de risco e tratamentos”, destacou.


Os estudos realizados pelos acadêmicos têm como base dados estatísticos da FCecon e procedimentos práticos realizados no Centro Cirúrgico do hospital, bem como, informações sobre a evolução do tratamento fornecidas por vários setores da instituição. Os trabalhos desta edição do Paic serão concluídos em julho, quando passarão pela avaliação final de uma banca de doutores e, posteriormente, terão os resultados publicados. Fonte: Assessoria http://acritica.uol.com.br/vida/Videolaparoscopia-paciente-prostata-problemasdisfuncao_0_886711384.html


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Assunto: Resíduos de frango geram eletricidade de forma contínua Cita a FAPEAM:

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Resíduos de frango geram eletricidade de forma contínua Com informações da Agência Brasil – 24/03/2013 Resíduos de frango geram eletricidade de forma contínua Com o biodigestor de fluxo contínuo, a chamada "cama de frango" de cada ave produz 1,245 m3 de biogás por ave, o que equivale a 1,556 quilowatt-hora (kWh) por ave[Imagem: Airon Magno Aires] Biodigestor de fluxo contínuo Resíduos de frango que seriam descartados por granjas podem ser utilizados para gerar energia elétrica por meio da produção de biogás. Um equipamento desenvolvido na Universidade Estadual Paulista (UNESP), campus de Jaboticabal, separa os dejetos em partes líquidas e sólidas, melhorando o desempenho dos biodigestores. "A proposta é transformar a criação de animais em sistemas sustentáveis de produção", declarou o pesquisador Airon Magno Aires, que desenvolveu o equipamento. Segundo Aires, o produtor de frangos de corte necessita, em média, de 26,5 quilowatt-hora de


potência por cada galpão avícola. Com seu biodigestor de fluxo contínuo, a chamada "cama de frango" de cada ave produz 1,245 m3 de biogás por ave, o que equivale a 1,556 quilowatt-hora (kWh) por ave. Assim, um pequeno galpão, com 20.000 frangos, geraria 24.900 m3, que equivale a 31 Megawatthora(MWh). As avícolas também costumam utilizar lenha para aquecer os galpões durante os primeiros 15 dias de vida das aves. "Com a substituição da energia da lenha pela do biogás, a redução de gases de efeito estufa pode chegar a 8 toneladas de gás carbônico equivalente ao ano por galpão", destacou. Compostagem sem cheiro A geração de biogás ocorre pela utilização de microrganismos para degradação da matéria orgânica contida nos resíduos. Esse processo gera um composto de gases que pode ser convertido em energia. De acordo com o pesquisador, a novidade desse trabalho é que, antes de colocar os dejetos no biodigestor, é feito um pré-processamento, separando-os em líquido e sólido. A separação é importante porque a parte líquida concentra grande volume de nutrientes e essa separação melhora o desempenho do biodigestor. "[Além disso] o biogás tem a vantagem de ser um combustível renovável e limpo, quando comparado à energia de combustíveis fósseis e lenha", destacou. Aires explica que a proposta da pesquisa teve origem quando foi identificado que os produtores tinham dificuldades para utilizar as tecnologias disponíveis para produção de biogás, principalmente devido à variação das características químicas e físicas dos compostos. Isso provocava, por exemplo, a diminuição do volume útil do equipamento e entupimentos na tubulação. A pesquisa também propõe que a fração sólida resultante do processamento seja utilizada em um sistema de compostagem chamada in vessel (envazada) para produção de adubos orgânicos. "O processo tradicional de compostagem desagrada aos produtores, porque gera um odor muito forte", relatou Aires. Outro avanço é que o processo envazado demora cerca de 30 dias, enquanto o tradicional leva entre 120 e 150 dias. http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=residuos-frango-gerameletricidade-forma-continua&id=010115130324


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Assunto: Terá a inovação tecnológica atingido sua fronteira final? Cita a FAPEAM:

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Não Data: 25/03/2013

Terá a inovação tecnológica atingido sua fronteira final? Fabrizio Carmignani (Griffith University) - The Conversation – 25/03/2013 Tecnologia e crescimento econômico Os economistas ainda não contam com uma teoria unificada do crescimento econômico. Livros e revistas acadêmicas contêm uma infinidade de modelos e paradigmas que geram diferentes (e por vezes contraditórias) previsões sobre a mecânica do processo de crescimento. Em meio a essa confusão intelectual, um elemento em comum na maioria dos modelos de crescimento modernos da Teoria Neoclássica do Crescimento, desde sua elaboração por Solow, em 1956, está o papel central das melhorias "tecnológicas" para a promoção e manutenção da expansão do PIB a longo prazo. Em economia, tecnologia refere-se ao modo como entradas - como matérias-primas - para o processo de produção são transformadas em saídas - eventualmente produtos. Melhorias tecnológicas aumentam a produtividade das entradas, o que significa que se pode obter mais saídas a partir da mesma quantidade de entradas. Por isso, um país não pode sustentar o crescimento do PIB se sua tecnologia não melhorar.


O que está por trás das melhorias tecnológicas são novas ideias e descobertas. A descoberta da eletricidade e o desenvolvimento do motor de combustão interna são apenas duas das várias inovações tecnológicas do século 19 que permitiram que a economia mundial crescesse tão rápido nos primeiros 70 anos do século 20. É claro, as ideias não precisam ser limitadas a feitos de engenharia. A decisão de Henry Ford, em 1914, de pagar salários bem acima do mercado (hoje chamamos isso de "salário de eficiência") foi uma ideia que impulsionou a produtividade tanto quanto outras técnicas inovadoras de produção em massa de Ford. Por mais de dois séculos e meio, desde a Primeira Revolução Industrial (1760-1830), os avanços tecnológicos têm estado na origem de um aumento sem precedentes na renda per capita na história humana. • Ambientalistas pregam decrescimento econômico Crescimento econômico não é para sempre Mas será possível que estejamos chegando no final desta era de crescimento econômico rápido? Em agosto de 2012, o professor Robert J. Gordon, da Universidade Northwestern (EUA), publicou um artigo para desafiar o quase universal pressuposto de que o crescimento econômico é um processo contínuo que vai durar para sempre. O argumento de Gordon é preocupantemente simples: se não formos capazes de gerar uma nova revolução industrial (ou melhor, uma sequência de novas revoluções industriais), o crescimento econômico nas economias avançadas inevitavelmente se aproximará de zero até o final deste século, e vai ficar lá por um tempo indeterminado. Este argumento baseia-se na observação de que o crescimento econômico foi efetivamente próximo de zero ao longo da história humana, até por volta de 1750. Então aconteceram as revoluções industriais. A Primeira Revolução Industrial (das máquinas a vapor e das ferrovias) provocou uma aceleração inicial de crescimento nos países (particularmente no Reino Unido) que adotaram as novas tecnologias. Mas foi a Segunda Revolução Industrial (eletricidade, motor a combustão interna, produtos químicos, petróleo) e invenções derivadas (aviões, rodovias interestaduais, etc) que foram realmente responsáveis por quase um século de aumento rápido de produtividade entre o final de 1800 e o início dos anos 1970. Foi durante essa fase que o crescimento do PIB atingiu seu pico em economias tecnologicamente avançadas. • Internet física pode aumentar eficiência da economia Estamos vivendo atualmente a Terceira Revolução Industrial (computadores, web, comunicação móvel). De acordo com os dados de Gordon, no entanto, esta gerou um impulso mais suave e mais efêmero na produtividade do que a Segunda Revolução Industrial. Consequentemente, o crescimento econômico começou a diminuir. No seu ritmo atual de declínio, o crescimento econômico vai retornar ao seu nível pré-1750 em 2100. Novo impulso tecnológico É claro que um novo impulso tecnológico poderia deter o declínio e iniciar uma nova fase de alta produtividade e crescimento do PIB. Mas Gordon argumenta que não é provável que isso aconteça. Com certeza nós vivemos em um


mundo onde novos produtos tecnológicos tornam-se disponíveis quase continuamente. Mas nem todas as invenções são iguais. Uma forte aceleração do crescimento seguiu-se à Segunda Revolução Industrial, mas não à Terceira, cujos efeitos parecem ter sido bastante limitados. Mas, nas palavras de Gordon, a Segunda Revolução Industrial consistiu de invenções que "só podem acontecer uma única vez". Por isso, é difícil que novas revoluções industriais como a segunda aconteçam de novo no futuro. Ou, em outras palavras, a tecnologia vai continuar a melhorar, mas estas melhorias não serão do tipo necessário para dar um novo impulso à produtividade e ao crescimento do PIB. O recuo da inovação acabará por levar a um futuro de estagnação. Vida e morte das profecias O tempo provou que a Profecia Maia estava errada. Mas e quanto à Profecia de Gordon? Um futuro de crescimento econômico quase zero, com renda per capita estagnada, é algo que a maioria (embora não todos) temeria. Sem crescimento econômico é difícil melhorar os padrões de vida, reduzir a pobreza e promover o desenvolvimento social e humano. Mas pode haver razões para não se desesperar. Em primeiro lugar, a análise de Gordon é limitada em vários aspectos. Ele explicitamente se concentra em países na fronteira da inovação tecnológica, isto é, o Reino Unido até 1906 e os EUA depois disso. Então, o que ele prevê é que o crescimento econômico nos EUA, e, por extensão, nas outras economias tecnologicamente mais avançadas, vai cair para zero em 2100. • Buscas no Google revelam quais países olham mais para o futuro Entretanto, o mundo é composto de muitos países que não estão na fronteira. Para esses países, o crescimento positivo irá persistir para além de 2100, até que eles se equiparem aos EUA. Nesse ponto, o crescimento será provavelmente zero para todos os países, mas pelo menos as disparidades de renda per capita entre os países terão sido reduzidas significativamente. Em segundo lugar, é muito difícil fazer previsões de longo prazo. Isto é particularmente verdadeiro em economia. Independentemente da qualidade dos dados e quão razoável seja a intuição subjacente, qualquer previsão sobre com o que a dinâmica econômica poderá se parecer em 2100 é, necessariamente altamente especulativa. Por isso, não é surpreendente que o próprio Gordon apresente sua teoria como "deliberadamente provocadora". Terceiro, argumentar hoje que uma onda de progresso tecnológico de amplitude e relevância comparáveis às da Segunda Revolução Industrial não vai acontecer no futuro distante é, novamente, uma mera especulação. Algumas inovações podem ser menos potencializadoras do crescimento econômico do que outras. Mas nos sistemas econômicos dinâmicos e altamente interligados da atualidade, os empresários buscam continuamente oportunidades de inovar a fim de se ajustar a choques e ambientes em constante mudança. É por causa dessa "resiliência empresarial" que o progresso tecnológico ocorre e não há razões para acreditar que isso não vai eventualmente evoluir para uma nova revolução industrial. • 10 tecnologias que podem salvar a economia mundial http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=inovacao-tecnologica-fronteirafinal&id=010150130325


Veículo: SITE – Inovação Tecnológica

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Assunto: Sensor magnético traduz efeitos quânticos em vibrações Cita a FAPEAM:

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Sensor magnético traduz efeitos quânticos em vibrações Redação do Site Inovação Tecnológica – 25/03/2013 Sensor magnético traduz efeitos quânticos em vibrações mecânicas O spin de uma molécula altera e deforma o nanotubo, permitindo a medição de efeitos quânticos por meio de vibrações mecânicas.[Imagem: C. Grupe/KIT] Menor sensor do mundo quântico As nanobalanças, capazes de pesar moléculas individuais, já estão por aí há algum tempo. Recentemente, pesquisadores chineses propuseram construir a balança mais precisa do mundo, capaz de medir um zeptograma. Marc Ganzhorn e seus colegas do Instituto Tecnológico Karlsruhe, na Alemanha, no entanto, queriam um sensor mais versátil. Para isso, Ganzhorn inseriu um átomo metálico em uma molécula orgânica, dando-lhe um spin magnético, e colocou tudo sobre um nanotubo de carbono, montado sobre dois eletrodos metálicos, distantes 1 micrômetro um do outro.


O resultado foi muito mais radical do que esperado, criando um sensor inédito, capaz de traduzir os efeitos quânticos em vibrações mecânicas diretamente mensuráveis. Isso tornou o sensor capaz de fazer uma série de medições - além das vibrações, ele pode medir massa e campos magnéticos muito tênues, em regime molecular. Qubit ou memória quântica No uso típico proposto pelos pesquisadores, o campo magnético de um único átomo induz uma alteração no spin do átomo metálico preso na molécula do sensor, fazendo-o alternar entre paralelo ou antiparalelo ao campo magnético que se quer medir. Essa mudança no spin gera alterações na molécula que são transmitidas para o nanotubo na forma de vibrações. Essas vibrações, por sua vez, induzem alterações nas distâncias atômicas no nanotubo, que podem ser detectadas por sua condutância elétrica, medida a partir dos dois eletrodos. Essa forte conexão entre um spin magnético de um único átomo e as vibrações mecânicas, abre uma série de possíveis aplicações, que vão além dos experimentos quânticos, ou seja, na faixa de energias discretas e efeitos túnel. A possibilidade mais promissora, segundo os pesquisadores, está na exploração dos efeitos quânticos para aplicações em escala macroscópica, eventualmente ajudando a esclarecer os limites da mecânica quântica - se é que ela os tem. Além disso, o aparato tem tudo o que é necessário para definir um qubit, um bit dos computadores quânticos, com o spin do átomo metálico podendo ser usado tanto para cálculos, quanto como memória. http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=sensor-magnetico-efeitosquanticos-vibracoes-mecanicas&id=010165130325


Veículo: Jornal a Crítica

Editoria:Cidades

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Assunto: Resgate histórico Cita a FAPEAM:

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Veículo: Jornal Diário do Amazonas

Editoria: Mundo

Pag: 30

Assunto: Tratamento genético contra leucemia tem resultados satisfatórios Cita a FAPEAM:

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Veículo: Jornal Diário do Amazonas

Editoria: Mundo

Pag: 30

Assunto: Maioria dos norte-americanos apoia casmento gay Cita a FAPEAM:

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Não Data: 25/03/2013


Veículo: Jornal Diário do Amazonas

Editoria: Cidades

Pag: 15

Assunto: Ação ambiental na nascente do Mindu marca Dia Mundial da Água na Capital Cita a FAPEAM:

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Veículo: Jornal do Commercio

Editoria: Opnião

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Assunto: UEA, um gigante quase indomável Cita a FAPEAM:

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Veículo: Jornal do Commercio

Editoria: Ciência & Inovação

Pag: B5

Assunto: Fcecon faz escolha de projetos Cita a FAPEAM:

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Não Data: 25/03/2013


Veículo: Jornal do Commercio

Editoria: Ciência & Inovação

Pag: B5

Assunto: Brasileiros modernizam lares com televisores Cita a FAPEAM:

Sim Não

Matéria articulada pela assessoria

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Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Conteúdo: - Positivo

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Publicado no site da FAPEAM:

Sim

- Negativo

Não Data: 25/03/2013


Veículo: Jornal em Tempo

Editoria: Dia a Dia

Pag: C3

Assunto: Amazonas entra na elite da ciência e da tecnologia Cita a FAPEAM:

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