Page 1


Veículo: Site – UEA Editoria: Pag: Assunto:UEA apresenta trabalho sobre resultados de ações de extensão no Amazonas Cita a FAPEAM: ✘

Sim Não

Conteúdo:

Release da assessoria

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Publicado no site da FAPEAM:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

UEA apresenta trabalho sobre resultados de ações de extensão no Amazonas 19/08/2013 16:50 A UEA, por meio da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (Proex) e apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e Secretaria de Estado de Educação (Seduc), apresentará os resultados finais do trabalho “A Extensão Universitária na Universidade do Estado do Amazonas: Um Panorama no período de 2011 a 2013”. A apresentação acontecerá no dia 23 de agosto de 2013 e será feita pela representante da Proex, professora Joelma Monteiro de Carvalho – única representante da Regional Norte no Curso de Especialização em Extensão Universitária, promovido pelo Fórum de Pró-Reitores das Universidades Federais, Estaduais e Comunitárias. A ação é realizada em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas), que disponibilizou vagas para todo o território nacional, através de edital. A pesquisa contou com as orientações da professora Edite Cunha da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), uma das Universidades do Brasil que apresenta excelentes conceitos no Sistema Nacional de Avaliação da Educação do Ensino Superior (Sinaes). “Todos os aportes teóricos constituíram momentos de aprendizagem, mas um dos que mais


marcaram foram as aulas do professor Michel Jean Marie Tiollent, um dos grandes nomes da pesquisação no Brasil”, afirmou a professora e pesquisadora Joelma Carvalho. Resumo do trabalho O trabalho traça um panorama da extensão universitária da UEA em processo de institucionalização, visando avaliar a participação dos Centros de Estudos Superiores do interior do Amazonas, sede de Parintins e de Tabatinga, nos programas e projetos de extensão. Um dos objetivos é verificar a atuação dos docentes e discentes nos projetos e programas. http://www3.uea.edu.br/noticia.php?notId=27769


Veículo: Site – Ecoem Editoria: Assunto:FCecon desenvolve estudo sobre câncer de pele Cita a FAPEAM: ✘

Sim Não

Release da assessoria Release de outra instituição

Pesquisa financiada pela FAPEAM

Pag: Conteúdo:

Matéria articulada pela assessoria

✘ - Positivo

Iniciativa do próprio veículo de comunicação Publicado no site da FAPEAM:

Sim

Programa:

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

FCecon desenvolve estudo sobre câncer de pele Notícias — 19 agosto 2013 Manaus - Com o intuito de contribuir para melhoria do tratamento e prevenção do câncer de pele foi desenvolvido o projeto intitulado ‘Taxa de infecção secundária no Carcinoma Basocelular Ulcerado: infecção rara ou negligenciada?’. A pesquisa foi realizada pela estudante de medicina da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Larissa Eva dos Santos Lob, sob orientação da professora doutora em Doenças Infecciosas e Parasitárias, Kátia Luz Torres. O trabalho descreve a frequência de infecção secundária e suas características clínicas na superfície de lesões ulceradas oriundas de Carcinoma Basocelular Ulcerado. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca) o carcinoma basocelular é o câncer não melanoma mais frequente, responsável por 70% dos diagnósticos. O tipo não melanoma é o de maior incidência e mais baixa mortalidade. O trabalho foi apresentado na 2ª Jornada Científica FCecon que marcou o encerramento da segunda edição do Paic 2012-2013 e o início da terceira edição 2013-2014. Larissa Lobo foi bolsista do Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic), uma iniciativa do Governo do Estado via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM). Sobre o Paic Esse programa consiste em apoiar, com recursos financeiros e bolsas institucionais, estudantes de graduação interessados no desenvolvimento de pesquisa em instituições públicas e privadas do Amazonas. Fonte: Agência FAPEAM http://ecoem.ufam.edu.br/fcecon-desenvolve-estudo-sobre-cancer-de-pele/


Veículo: Site – Rede Amazônica Editoria: Pag: Assunto:Farinha da casca de pupunha gera macarrão caseiro rico em fibras Cita a FAPEAM: ✘

Sim Não

Conteúdo:

Release da assessoria

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Publicado no site da FAPEAM:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

Farinha da casca de pupunha gera macarrão caseiro rico em fibras O produto não concentra aditivos, conservantes, é altamente nutritivo, rico em fibras e fonte de vitamina por CIÊNCIAemPAUTA, por Rosilene Correa radar10@redeamazonica.com.br Cascas, sementes e peles são ‘resíduos’ que geralmente vão parar no lixo por serem considerados inutilizáveis para consumo. Mas que tal provar um macarrão caseiro à base de farinha da casca de pupunha? O produto, saborosíssimo, não concentra aditivos, conservantes, é altamente nutritivo, rico em fibras e vitamina A. A pesquisa desenvolvida pelo estudante de gastronomia Bruno Leitão recebe apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A massa caseira também é uma boa fonte de lipídios e carboidratos e é resultado de um projeto de reaproveitamento de resíduos realizado pelo estudante, por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Assista ao vídeo: Videorreportagem: Felipe Augusto “Muitas pessoas desconhecem o valor nutritivo desses resíduos e jogam fora uma ampla fonte de


alimento de grande valor nutricional. O consumo da pupunha na região é diverso, do fruto são aproveitados a polpa, a semente, o óleo e a casca. O resultado obtido é um macarrão sem aditivos, sem conservantes e mais saboroso do que o macarrão comum”, afirma. Por ser um produto artesanal, a massa não pode ser conservada por muito tempo. E, apesar de ter em sua elaboração 10% de farinha da casca de pupunha para cada 100g de farinha de trigo, o produto não adquire o gosto do fruto como explica o acadêmico. “Esse macarrão tem restrições no que se refere à conservação. Por se tratar de uma massa caseira ele não pode ser conservado por muito tempo depois de pronto. A validade dele é de uma semana ou no máximo dez dias, além disso, a massa não adquire o gosto da pupunha e é altamente rica em fibras.”, explicou Leitão. O estudo intitulado ‘Utilização da farinha da casca da pupunha (Bactris gasipaes Kunth) no preparo de macarrão caseiro’ foi coordenado pelos pesquisadores Francisca Souza e Jaime Aguiar da Coordenação de Sociedade, Ambiente e Saúde (CSAS) do Inpa. A perspectiva dos pesquisadores é que o produto desperte o interesse da indústria alimentícia e seja disponibilizado para a população, em escala industrial. De acordo com Souza, a farinha da casca de pupunha revelou-se um produto com elevado potencial mercadológico em função das suas propriedades nutricionais. “As avaliações demonstram boa qualidade nutricional do produto. A farinha da casca da pupunha também se mostrou viável para o enriquecimento de alimentos ou a substituição parcial da farinha de trigo, podendo ser utilizada na panificação, confeitaria, alimentos infantis e produtos dietéticos”, frisou. Entre 2003 e 2012 a Fapeam concedeu 9.608 bolsas de iniciação científica para alunos de graduação no Estado do Amazonas. Em 2012 foram concedidas 1.464 bolsas, crescimento superior a 460% no período em relação às 260 bolsas concedidas em 2003. Matéria originalmente publicada no Portal Ciência em Pauta, da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas. http://www.redeamazonica.com.br/amazonasfm/noticias/farinha-da-casca-de-pupunha-geramacarrao-caseiro-rico-em-fibras/


Veículo: Site – Jornal da Ciência Editoria: Pag: Assunto:28. Inpa e Musa lançam jogo educativo com conteúdo científico Cita a FAPEAM: ✘

Sim Não

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Conteúdo:

Release da assessoria

Publicado no site da FAPEAM:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

28. Inpa e Musa lançam jogo educativo com conteúdo científico De acordo com os organizadores, a ideia do jogo é disponibilizar o conteúdo científico reunido ao longo de décadas pelos pesquisadores do Peld de uma forma divertida para as crianças e jovens aprenderem com mais facilidade e interesse O projeto Pesquisa Ecológica de Longa Duração-Floresta Amazônica (PELD), vinculado ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), e o Museu da Amazônia (Musa), lançaram na manhã desta sexta-feira (16) o Jogo do Cururu no Centro de Visitação do Musa no Jardim Botânico Adolpho Ducke, localizado no bairro Cidade de Deus, zona norte de Manaus (AM). O evento contou com a palestra do bolsista do Programa de Capacitação Institucional (PCI) do Inpa, Pedro Ivo, que explicou de maneira lúdica sobre as características dos sapos para os estudantes da Escola Municipal Ivone Maria Barbosa e Silva, localizada próximo ao Musa, na zona norte da capital. "As pessoas em geral não possuem muito contato com os anfíbios, mas as crianças estão mais abertas em aprender sobre os sapos, pois são bastante curiosas, principalmente as que moram em áreas mais rurais", comentou Ivo. Para a professora da escola, Socorro Ferreira, é importante que seja repassada a cultura de conservação da natureza para as crianças nas escolas. "Hoje em dia vemos várias situações desagradáveis que o planeta vem sofrendo, justamente por conta da falta de educação ambiental para as pessoas, por isso as escolas têm que ensinar os estudantes a cuidar do seu próprio futuro", destacou.


Jogo do Cururu O Jogo do Cururu é o primeiro produto de uma parceria entre o projeto Pesquisa Ecológica de Longa Duração - Floresta Amazônica (PELD/Sítio 1) e o Musa para a divulgação científica, o primeiro jogo virtual produzido pelas instituições. A ideia do jogo é disponibilizar o conteúdo científico reunido ao longo de décadas pelos pesquisadores do Peld de uma forma divertida para as crianças e jovens aprenderem com mais facilidade e interesse. "Eu tenho medo de sapo, mais achei super legal o joguinho de adivinhar os sons que eles fazem, no começo é bem difícil saber, mas depois conseguimos acertar", afirmou a estudante Larissa Viana, 10. As fotos e os vídeos apresentados no jogo foram cedidos por pesquisadores experientes na área, como Willian Magnussum e Albertina Lima, ambos do Inpa. O financiamento veio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Fundação de Amparo à Pesquisado do Estado do Amazonas (Fapeam) e da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). (Assessoria de Comunicação do Inpa) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=88810


Veículo: Site – Cieam Assunto:CBA, chega de pedir licença ! Cita a FAPEAM: ✘

Sim Não

Editoria:

Pag: Conteúdo:

Release da assessoria

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM

Publicado no site da FAPEAM:

Programa:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

CBA, chega de pedir licença ! 19/08/2013 Quando o superintendente da Suframa, Thomaz Nogueira, assumiu a autarquia, em janeiro de 2012, ele pronunciou o mote auspicioso de sua gestão: "O primeiro passo, diante dos múltiplos desafios que temos, será dialogar com a sociedade já que ela faz parte do desenvolvimento". A frase espalhou euforia e confiança entre os atores e interlocutores do cotidiano do desenvolvimento, onde as entidades costumam se movimentar. E assim tem sido nos momentos de grandes abalos e tomadas de decisão, um diálogo proativo e fecundo, como na elaboração da Nota Técnica de defesa do modelo ZFM, na discussão das verbas de P&D e outras querelas do dia-a-dia. A eventual discordância nesse ensaio dialogal e permanente – troca de propostas e proposições em pauta – faz parte do exercício saudável e promissor da Democracia onde ninguém de bom senso, se atribui o monopólio da intuição e definição final de qualquer matéria. E é nesse clima de reciprocidade e discussão que se insere os rumos que precisam ser dados ao CBA, o Centro de Biotecnologia da Amazônia, e seu aguardado e adiado modelo de gestão. A quem interessa o CBA? Em debate com os empresários, o superintendente Thomaz Nogueira anunciou a iminência de uma solução para o CBA, ponderando mais uma vez a multiplicidade de órgãos e ministérios interessados em apadrinhar a instituição. E que dessa vez a presidente Dilma havia entrado na discussão. Algo muito frequente essa tentativa da paternidade absolutamente equivocada em torno da instituição. Por que seguir esperando por uma definição que depende de um acerto – que se arrasta e se protela indefinidamente – entre entidades e organismos públicos que não acompanham o cotidiano, expectativas e demandas de uma Amazônia que tem pressa em formular saídas? Que insano impor soluções que recomendam a intocabilidade da floresta e descuidam da inovação em torno do banco genético para gerar mecanismos de oportunidade e produção de matrizes de novos negócios. O CBA, embrião do polo de bioindústria que pode transformar potencialidades naturais em prosperidade social, interessa às novas gerações, aos jovens


que vagueiam entre o ócio, o tráfico e a delinquência – a chamada geração nem-nem, multidões de moças e rapazes, que nem trabalham nem estudam, – no beiradão amazônico por absoluta ausência de opções. No início de agosto, as entidades do setor produtivo, CIEAM/FIEAM, promoveram um seminário sobre Pioneirismo e o Futuro da economia regional. Empresas locais como a Cupuama, Bombons Finos, Oiram, na área de alimentos com a utilização de insumos e tecnologia regional, da Pentop, tecnologia da informação e Fucapi, na área de ensino e inovação tecnológica, mostraram que é necessário priorizar qualificação técnica, investir em pesquisa e desenvolvimento, tendo em vista agregar valor à indústria existente e à imensidade do potencial de negócios na fruticultura, fitoterápicos, cosméticos, agroindústria de alimentos. As empresas padecem suporte de inovação tecnológica, de infraestrutura de transporte, energia e comunicação, e apontam a dificuldade de acesso ao crédito. Todas elas contaram com apoio da Fapeam e Finepe. No debate sobre Bioindústria, onde o CBA foi lembrado e cobrado, com UFAM e CIEAM, o diretor da Embrapa Marcelo Rossi destacou a empresa como instituição geradora de conhecimento e inovação e sua visão estratégica frente aos desafios do futuro. Suas linhas de pesquisa na Amazônia Ocidental são: óleo de palma, guaraná, seringueira, banana, manejos florestais e silvicultura, cupuaçu, mandioca, aquicultura, sistemas agroflorestais, fruticultura, integração Lavoura-PecuáriaFloresta (ILPF), plantas medicinais, grãos e olericultura e fibras vegetais. E biotecnologia para controle de pragas e doenças, propagação de espécies, e melhoramento genético. São 40 anos de estrada e presença em 21 países e respaldo ao bem sucedido agronegócio nacional. Ao retomar o assunto CBA-Centro de Biotecnologia da Amazônia, no Seminário sobre Pioneirismo e Futuro, o professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), José Alberto Costa Machado, e o presidente do CIEAM, Wilson Périco, reiteraram uma recomendação já encaminhada pela Assembleia Legislativa do Estado, e pelo Conselho de Desenvolvimento do Amazonas CODAM, para estabelecer alternativas urgentes de efetividade funcional do CBA, sugerindo que a Embrapa Amazônia Ocidental assuma sua gestão. Na discussão do planejamento estratégico da Suframa, 2008, já foi sugerida simples transferência do CBA para o âmbito da Embrapa. Périco destacou a necessidade do Amazonas constituir novas matrizes econômicas, embasadas na biodiversidade e nas riquezas da floresta amazônica. "O CBA deve cumprir um papel fundamental neste processo e a Embrapa está anos-luz à frente deste caminho em termos de desenvolvimento. Nada se faz sem capital intelectual. Para você formar pessoas para desenvolver novas matrizes econômicas são necessários, no mínimo, 15 anos. Essas pessoas já existem e estão dentro da Embrapa." Chega de pedir licença para decidir o benefício do interesse público. É preciso louvar o trabalho da Suframa, até aqui, em apostar no polo de bioindústria que o CBA, há tempos, deveria propiciar. Foram os recursos pagos pelas empresas, para as taxas administrativas da Suframa, que propiciaram a maior parcela dos R$ 120 milhões investidos no CBA. É preciso, também, atentar para a atribuição essencial da autarquia, na gestão do modelo ZFM. Não cabe à Suframa fazer pesquisa e desenvolvimento, apenas estimular e gerir os recursos, como tem feito. Ela não tem especialistas, muito menos experiência no objeto institucional do CBA. E os poucos, contratados precariamente, foram compulsoriamente demitidos. Isso não impede sua presença na instância que deve gerir o CBA, assim como a presença do INPA, cuja atribuição institucional é muito próxima à da Embrapa. O que o modelo ZFM precisa é de novas matrizes econômicas de borracha, genética do guaraná, da mandioca, da s resinas e fibras de uso industrial, tudo aquilo que a Embrapa tem feito com denodo e talento. O CBA é fruto do trabalho local, das verbas aqui recolhidas, da expectativa geral de adensamento e interiorização do Polo Industrial de Manaus, com a utilização dos insumos naturais, essa inesgotável biodiversidade. E disso, os ministérios e seus colaboradores


precisam entender um pouco mais e saber que cabe aos atores locais a palavra final. Não é preciso pedir benção apenas reciprocidade, compreensão e resguardo na condução do interesse local e nacional. Afinal, quem aqui vive sabe onde o sapato aperta e o rumo que, nesse banzeiro, a catraia deve tomar. (*) Alfredo é filósofo e ensaísta Fonte: Blog do Sarafa http://www.cieam.com.br/?u=cba_-chega-de-pedir-licenca-


Veículo: Site – Portal do Governo do Estado do Amazonas

Editoria:

Pag:

Assunto:Pesquisa apoiada pela Fapeam resulta em criação de macarrão feito com farinha da casca de pupunha Cita a FAPEAM: ✘

Sim Não

Conteúdo:

Release da assessoria

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Publicado no site da FAPEAM:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

Pesquisa apoiada pela Fapeam resulta em criação de macarrão feito com farinha da casca de pupunha 17:17 - 19/08/2013 O alimento produzido a partir de resíduos de pupunha é rico em fibras e vitamina A e é considerado pelo seu criador como mais saboroso do que a massa comum O Governo do Amazonas concedeu, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), uma bolsa para a realização da pesquisa “Utilização da farinha da casca da pupunha (Bactris gasipaes Kunth) no preparo de macarrão caseiro”, do estudante Bruno Leitão, que cursa gastronomia no Centro Universitário de Ensino Superior do Amazonas (Ciesa). A pesquisa foi desenvolvida por meio do Programa Institucional de bolsas de Iniciação Científica (Pibic), no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, e conta também com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O universitário disse que a sua pesquisa foi produzida como um projeto de reaproveitamento de resíduos, pois cascas, sementes e peles de frutos geralmente são considerados inutilizáveis para consumo. “Muitas pessoas desconhecem o valor nutritivo desses resíduos e jogam fora uma ampla fonte de alimento de grande valor nutricional. O consumo da pupunha na região é diverso. Do fruto são aproveitados a polpa, a semente, o óleo e a casca. O resultado obtido é um macarrão sem aditivos, sem conservantes e mais saboroso do que o macarrão comum”, afirma.


A massa caseira também é uma boa fonte de lipídios e carboidratos, segundo Leitão. Ele explica que, por ser um produto artesanal, a massa não pode ser conservada por muito tempo. “Por se tratar de uma massa caseira, ela não pode ser conservada por mais de dez dias”, informa. Ele ressalta que, apesar de ter em sua elaboração 10% de farinha da casca de pupunha para cada 100g de farinha de trigo, o produto não adquire o gosto do fruto. “A massa não adquire o gosto da pupunha, mas é altamente rica em fibras”, esclarece. Potencial para comercialização – O estudo foi coordenado pelos pesquisadores Francisca Souza e Jaime Aguiar da Coordenação de Sociedade, Ambiente e Saúde (CSAS) do Inpa. A perspectiva dos pesquisadores é que o produto desperte o interesse da indústria alimentícia e seja disponibilizado para a população, em escala industrial. De acordo com Souza, a farinha da casca de pupunha revelou-se um produto com elevado potencial mercadológico em função das suas propriedades nutricionais. “As avaliações demonstram boa qualidade nutricional do produto. A farinha da casca da pupunha também se mostrou viável para o enriquecimento de alimentos ou a substituição parcial da farinha de trigo, podendo ser utilizada na panificação, confeitaria, alimentos infantis e produtos dietéticos”, frisou. Estatísticas – Entre 2003 e 2012, a Fapeam concedeu 9.608 bolsas de iniciação científica para alunos de graduação no Estado do Amazonas. Em 2012, foram concedidas 1.464 bolsas, representando um crescimento superior a 460% no período em relação às 260 bolsas concedidas em 2003. http://www.amazonas.am.gov.br/2013/08/pesquisa-apoiada-pela-fapeam-resulta-em-criacao-demacarrao-feito-com-farinha-da-casca-de-pupunha/


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Pag: Assunto:Alterações nos “cantos” de rãs indicam formação de novas espécies Cita a FAPEAM: ✘

Sim Não

Release da assessoria Release de outra instituição

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Conteúdo:

Matéria articulada pela assessoria

✘ - Positivo

Iniciativa do próprio veículo de comunicação Publicado no site da FAPEAM:

Sim

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

Alterações nos “cantos” de rãs indicam formação de novas espécies Postado em 19/08/2013 As rãs eram expostas a vocalizações gravadas de machos de populações e/ou localidades diferentes da sua. Foto: Reprodução As rãs eram expostas a vocalizações gravadas de machos de populações e/ou localidades diferentes da sua. Foto: Reprodução Um estudo desenvolvido com os machos da rã amazônica Allobates femoralis revelou que populações da mesma espécie apresentam características diferentes em suas vocalizações. O resultado é fruto da pesquisa de Emerson Pontes da Silva, finalista do curso de Ciências Biológicas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (Ifam). As informações fazem parte do trabalho ‘O Comportamento territorial de Allobates femoralis em resposta a estímulos sonoros de um novo fenótipo acústico da Amazônia Central’, desenvolvido sob a orientação do doutor em Biologia, Pedro Ivo Simões. O resultado será apresentado no Congresso Internacional de Bioacústica, que será realizado de 8 a 13 de setembro em Pirenópolis (GO). O pesquisador participará do evento com recursos do Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapeam). Silva foi contemplado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Eventos Científicos e Tecnológicos (Pape). O estudo teve duração de um ano e consistiu em entender o comportamento de machos da espécie Allobates femoralis. As rãs eram expostas a vocalizações gravadas de machos de populações e/ou localidades diferentes da sua. Silva disse que alguns cantos de rãs da região de Altamira,


potencialmente, não são reconhecidos por todos os machos testados na região amazônica. Seria como se as rãs de Altamira estivessem ‘falando’ outro idioma. Isso indica que está ocorrendo um processo de especiação, ou seja, a formação de novas espécies biológicas com vocalizações distintas. Parte da pesquisa foi realizada na Reserva Florestal Adolpho Ducke, localizada no quilômetro 26, na estrada Manaus – Itacoatiara (AM-010). Em 2009, uma nova população de Allobates femoralis, com padrão acústico diferente dos demais grupos, foi descoberta em áreas inundadas pela Hidrelétrica de Belo Monte, localizada no município de Altamira, no Pará. O trabalho foi financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). APOIO DA FAPEAM Para Silva, o apoio da Fapeam viabiliza a divulgação de sua pesquisa no Congresso. “Esta experiência possibilita um grande aprendizado pelo estabelecimento de contato com outras linhas de pesquisas e pessoas e permite a troca de experiências com pesquisadores do mundo inteiro”, afirmou. Para ouvir o canto da espécie Allobates femoralis, clique aqui. SOBRE O PAPE O programa visa apoiar a participação de pesquisador/professor/estudante qualificado em eventos científicos e tecnológicos relevantes no País e no exterior, para apresentação de trabalho científico e/ou tecnológico de sua autoria, não publicado, resultante de pesquisa desenvolvida no Estado do Amazonas. Fonte: Agência Fapeam, por Jessica Fernandes http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/08/alteracoes-nos-cantos-de-ras-de-altamira-indicamformacao-de-novas-especies/


Veículo: Site – G1.Globo Editoria: Pag: Assunto:Cientistas querem provocar sistema imunológico a atacar câncer Cita a FAPEAM:

Sim ✘

Não

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Conteúdo:

Release da assessoria

Publicado no site da FAPEAM:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

Cientistas querem provocar sistema imunológico a atacar câncer 19/08/2013 07h05 - Atualizado em 19/08/2013 07h30 O desafio dos cientistas é encontrar uma maneira de permitir que células tenham uma função antitumoral e, ao mesmo tempo, não apresentem reações autoimunes. Da BBC Uma equipe de cientistas americanos do Hospital Infantil da Filadélfia descobriu uma forma de provocar o sistema imunológico a atacar células de tecidos do corpo e ajudar no combate ao câncer. O sistema imunológico é delicadamente equilibrado para atacar invasores e não combater os próprios tecidos do corpo. Assim, existem muitas doenças autoimunes, tais como a diabetes do tipo 1 e a esclerose múltipla, que ocorrem quando o sistema imunológico ataca e destrói tecidos saudáveis do corpo por engano. Imunoterapia Pesquisas feitas com células T, que ajudam na produção de anticorpos no organismo, têm sido bastante populares na área de estudos do câncer e de doenças autoimunes. As células T fazem parte do sistema imunológico, e ajudam a equilibrá-lo impedindo que ataque o próprio corpo.


Os pesquisadores procuraram interromper a função da célula T, com a intenção de deixar o sistema imunológico atacar células cancerígenas. Wayne Hancock, um dos pesquisadores envolvidos no estudo, disse: 'Nós precisamos encontrar uma maneira de reduzir a função da célula T de forma que ela permita uma atividade antitumoral, mas sem reações autoimunes.' Pesquisa promissora Os pesquisadores criaram camundongos que não tinham a química necessária para fazer as células T trabalharem de forma eficaz - e por isso elas não impediam um ataque do sistema imunológico a tecidos do corpo. Para confirmar o experimento, os cientistas usaram uma droga que produziu o mesmo efeito em ratos normais. Em ambos os testes, a mudança no sistema imunológico restringiu o crescimento de um tipo de câncer de pulmão. 'O estudo abre as portas para uma nova forma de imunoterapia para o combate ao câncer', disse Hancock. No entanto, ainda há um longo caminho a ser percorrido para o tratamento de pacientes com câncer. Outros testes serão necessários para ver se os mesmos procedimentos podem ser usados no sistema imunológico humano, antes de testes clínicos. Emma Smith, do Cancer Research UK, disse: 'Colocar o poder do nosso sistema imunológico contra o câncer é um campo promissor de pesquisa, e algo que cientistas do mundo todos estão estudando.' 'Estes resultados são mais um passo para o desenvolvimento de novos tratamentos que agem dessa forma, mas a pesquisa ainda está em fase inicial, e ainda não sabemos se essa abordagem será segura ou eficaz em humanos,' concluiu Smith. http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/08/cientistas-querem-provocar-sistemaimunologico-a-atacar-cancer.html


Veículo: Site – Inpa Editoria: Pag: Assunto:Participação popular é tema de oficina no II Workshop de tecnologias sociais do Inpa Cita a FAPEAM:

Sim ✘

Não

Conteúdo:

Release da assessoria

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Publicado no site da FAPEAM:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

Participação popular é tema de oficina no II Workshop de tecnologias sociais do Inpa 2013-08-19 – 17:07:33 A necessidade de oferecer oficinas de capacitação nesta edição do evento surgiu após a troca de experiências durante o primeiro workshop Por Josiane Santos Com a proposta de capacitar para inovar e promover a inclusão social, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) iniciou na manhã desta segunda-feira (19) as atividades do II Workshop de Tecnologias Sociais. De acordo com a coordenadora de tecnologia social do Inpa, Denise Gutierrez, as atividades dessa segunda edição do workshop surgiram mediante as demandas do primeiro, em que reuniu 40 experiências de diálogos com a comunidade nos dias 21 e 22 de agosto do ano passado. “Essa primeira experiência no workshop trouxe algumas solicitações. Algumas dessas solicitações e sugestões de encaminhamento foram elaboradas nesse segundo workshop. Especialmente nos foi pedido que trouxéssemos tópicos para capacitar”, comenta. Mediante a necessidade, o workshop trará na tarde desta segunda-feira (19) e na manhã de terçafeira (20) oficinas de capacitação como: metodologias participativas; economia solidária; captação de fomentos socioambientais e avaliação de projetos; e construção de indicadores sociais.


“Precisamos discutir mais economia solidária – o conceito, quais as experiências, o que nós temos a ver com o tema e como podemos nos envolver -, como avaliar projetos e desenvolver indicadores sociais que possam nos ajudar até a colocar esses projetos e seus resultados para outros espaços em que a gente solicite fomento e parceiros para utilidade e ampliação, onde estão as agencias de fomentos – como elas trabalham, quais são seus eixos principais que contemplam as tecnologias sociais - e como aliar pesquisa com intervenção – como elas dialogam, a partir de quais perspectivas e paradigmas elas surgem”, explicou Gutierrez. Tecnologia a serviço de projetos sociais A tecnologia social é todo produto, processo ou metodologia desenvolvida ou replicada de modo interativo com comunicadores que produzam maior saúde, qualidade de vida, melhor educação e bem estar, podendo ser aplicada na alimentação, educação, acesso à água, energia, habitação, renda e ambiente. Adalberto Val, diretor do Inpa, destacou dois pontos essenciais sobre a prática da ciência na região amazônica: “Nós temos que pensar em dois pontos cruciais: primeiro isso aqui não é um vazio demográfico. São cerca de 25 milhões de pessoas vivendo na Amazônia brasileira. Segundo: sem a floresta em pé nós nem mantemos a qualidade do ambiente nem temos as possibilidades de inclusão social e a geração de renda para esta população”. Na cerimônia de abertura, o professor adjunto da Universidade do Grande Rio (UniGranRio), Michel Jean Marie Thiollent, palestrou sobre tecnologia social e metodologia participativa, abordando pontos como contemporaneidade da ciência e da informação, desafios no conhecimento, o que é tecnologia social, e ênfase no conhecimento e na produção. Thiollent ressaltou que a pesquisa precisa envolver os atores sociais, precisa haver uma interação entre o observador e o observado (sujeito do processo). “Você tem milhares de projetos fantásticos, mas que não deram em nada. São soluções de projeto, sem consulta popular, sem participação, sem consideração da vida do outro”, destacou. Foto da chamada: Eduardo Gomes http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=2894


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Pag: Assunto:Farinha da casca de pupunha gera macarrão caseiro rico em fibras Cita a FAPEAM: ✘

Sim Não

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Conteúdo:

Release da assessoria

Publicado no site da FAPEAM:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

Farinha da casca de pupunha gera macarrão caseiro rico em fibras CIÊNCIAemPAUTA. por Rosilene Correa Postado em 19/08/2013 Cascas, sementes e peles são ‘resíduos’ que geralmente vão parar no lixo por serem considerados inutilizáveis para consumo. Mas que tal provar um macarrão caseiro à base de farinha da casca de pupunha? O produto, saborosíssimo, não concentra aditivos, conservantes, é altamente nutritivo, rico em fibras e vitamina A. A pesquisa desenvolvida pelo estudante de gastronomia Bruno Leitão recebe apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A massa caseira também é uma boa fonte de lipídios e carboidratos e é resultado de um projeto de reaproveitamento de resíduos realizado pelo estudante, por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). “Muitas pessoas desconhecem o valor nutritivo desses resíduos e jogam fora uma ampla fonte de alimento de grande valor nutricional. O consumo da pupunha na região é diverso, do fruto são aproveitados a polpa, a semente, o óleo e a casca. O resultado obtido é um macarrão sem aditivos, sem conservantes e mais saboroso do que o macarrão comum”, afirma. Por ser um produto artesanal, a massa não pode ser conservada por muito tempo. E, apesar de ter em sua elaboração 10% de farinha da casca de pupunha para cada 100g de farinha de trigo, o


produto não adquire o gosto do fruto como explica o acadêmico. Produto artesanal tem em sua elaboração 10% de farinha da casca de pupunha para cada 100 g de farinha de trigo. Foto: CIENCIAemPAUTA, Filipe Augusto Produto artesanal tem em sua elaboração 10% de farinha da casca de pupunha para cada 100 g de farinha de trigo. Foto: CIÊNCIAemPAUTA/Filipe Augusto “Esse macarrão tem restrições no que se refere à conservação. Por se tratar de uma massa caseira ele não pode ser conservado por muito tempo depois de pronto. A validade dele é de uma semana ou no máximo dez dias, além disso, a massa não adquire o gosto da pupunha e é altamente rica em fibras.”, explicou Leitão. O estudo intitulado ‘Utilização da farinha da casca da pupunha (Bactris gasipaes Kunth) no preparo de macarrão caseiro’ foi coordenado pelos pesquisadores Francisca Souza e Jaime Aguiar da Coordenação de Sociedade, Ambiente e Saúde (CSAS) do Inpa. A perspectiva dos pesquisadores é que o produto desperte o interesse da indústria alimentícia e seja disponibilizado para a população, em escala industrial. De acordo com Souza, a farinha da casca de pupunha revelou-se um produto com elevado potencial mercadológico em função das suas propriedades nutricionais. “As avaliações demonstram boa qualidade nutricional do produto. A farinha da casca da pupunha também se mostrou viável para o enriquecimento de alimentos ou a substituição parcial da farinha de trigo, podendo ser utilizada na panificação, confeitaria, alimentos infantis e produtos dietéticos”, frisou. Entre 2003 e 2012 a Fapeam concedeu 9.608 bolsas de iniciação científica para alunos de graduação no Estado do Amazonas. Em 2012 foram concedidas 1.464 bolsas, crescimento superior a 460% no período em relação às 260 bolsas concedidas em 2003. CIÊNCIAemPAUTA, por Rosilene Correa Videorreportagem, Filipe Augusto http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/08/farinha-da-casca-de-pupunha-gera-macarraocaseiro-rico-em-fibras/


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Assunto:Inpa e Musa lançam jogo educativo com conteúdo científico Cita a FAPEAM: ✘

Sim Não

Programa:

Conteúdo:

Release da assessoria

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM

Publicado no site da FAPEAM:

Sim

Pag:

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

Inpa e Musa lançam jogo educativo com conteúdo científico Postado em 19/08/2013 O design foi realizado pela empresa Outline Interactive. Nos créditos, uma pequena surpresa: as informações são acompanhadas de uma música gentilmente cedida pelo poeta Celdo Braga. Foto: Josiane Santos O design foi realizado pela empresa Outline Interactive. Nos créditos, uma pequena surpresa: as informações são acompanhadas de uma música gentilmente cedida pelo poeta Celdo Braga. Foto: Josiane Santos O projeto Pesquisa Ecológica de Longa Duração-Floresta Amazônica (Peld), vinculado ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) e o Museu da Amazônia (Musa), lançaram na sexta-feira (16) o Jogo do Cururu no Centro de Visitação do Musa no Jardim Botânico Adolpho Ducke, localizado no bairro Cidade de Deus, zona norte de Manaus (AM). O evento contou com a palestra do bolsista do Programa de Capacitação Institucional (PCI) do Inpa, Pedro Ivo, que explicou de maneira lúdica sobre as características dos sapos para os estudantes da Escola Municipal Ivone Maria Barbosa e Silva, localizada próximo ao Musa, na zona norte da capital. “As pessoas em geral não possuem muito contato com os anfíbios, mas as crianças estão mais abertas em aprender sobre os sapos, pois são bastante curiosas, principalmente as que moram em áreas mais rurais”, comentou Ivo. Para a professora da escola, Socorro Ferreira, é importante que seja repassada a cultura de conservação da natureza para as crianças nas escolas. “Hoje em dia vemos várias situações desagradáveis que o planeta vem sofrendo, justamente por conta da falta de educação ambiental para as pessoas, por isso as escolas têm que ensinar os estudantes a cuidar do seu próprio futuro”, destacou.


JOGO DO CURURU O Jogo do Cururu é o primeiro produto de uma parceria entre o projeto Pesquisa Ecológica de Longa Duração – Floresta Amazônica (PELD/Sítio 1) e o Musa para a divulgação científica, o primeiro jogo virtual produzido pelas instituições. A ideia do jogo é disponibilizar o conteúdo científico reunido ao longo de décadas pelos pesquisadores do Peld de uma forma divertida para as crianças e jovens aprenderem com mais facilidade e interesse. “Eu tenho medo de sapo, mais achei super legal o joguinho de adivinhar os sons que eles fazem, no começo é bem difícil saber, mas depois conseguimos acertar”, afirmou a estudante Larissa Viana, 10. As fotos e os vídeos apresentados no jogo foram cedidos por pesquisadores experientes na área, como Willian Magnussum e Albertina Lima, ambos do Inpa. O financiamento veio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Fundação de Amparo à Pesquisado do Estado do Amazonas (Fapeam) e da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Fonte: Fernanda Farias / Inpa http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/08/inpa-e-musa-lancam-jogo-educativo-com-conteudocientifico/


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Pag: Assunto:Participação popular é tema de oficina no II Workshop de tecnologias sociais Cita a FAPEAM:

Sim ✘

Não

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Conteúdo:

Release da assessoria

Publicado no site da FAPEAM:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

Participação popular é tema de oficina no II Workshop de tecnologias sociais Postado em 19/08/2013 Michel Jean Marie Thiollent, da Universidade do Grande Rio (UniGranRio), palestrou sobre tecnologia social e metodologia participativa. Foto: Inpa/ Eduardo Gomes Michel Jean Marie Thiollent, da Universidade do Grande Rio (UniGranRio), palestrou sobre tecnologia social e metodologia participativa. Foto: Inpa/ Eduardo Gomes Com a proposta de capacitar para inovar e promover a inclusão social, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) iniciou na nesta segunda-feira (19) as atividades do II Workshop de Tecnologias Sociais. De acordo com a coordenadora de tecnologia social do Inpa, Denise Gutierrez, as atividades dessa segunda edição do workshop surgiram mediante as demandas do primeiro, em que reuniu 40 experiências de diálogos com a comunidade nos dias 21 e 22 de agosto do ano passado. “Essa primeira experiência no workshop trouxe algumas solicitações. Algumas dessas solicitações e sugestões de encaminhamento foram elaboradas nesse segundo workshop. Especialmente nos foi pedido que trouxéssemos tópicos para capacitar”, comenta. Mediante a necessidade, o workshop trará na tarde desta segunda-feira (19) e na manhã de terçafeira (20) oficinas de capacitação como: metodologias participativas; economia solidária; captação de fomentos socioambientais e avaliação de projetos; e construção de indicadores sociais.


“Precisamos discutir mais economia solidária, o conceito, quais as experiências, o que nós temos a ver com o tema e como podemos nos envolver, como avaliar projetos e desenvolver indicadores sociais que possam nos ajudar até a colocar esses projetos e seus resultados para outros espaços em que a gente solicite fomento e parceiros para utilidade e ampliação, onde estão as agencias de fomentos, como elas trabalham, quais são seus eixos principais que contemplam as tecnologias sociais – e como aliar pesquisa com intervenção, como elas dialogam, a partir de quais perspectivas e paradigmas elas surgem”, explicou Gutierrez. TECNOLOGIA A SERVIÇO DE PROJETOS SOCIAIS A tecnologia social é todo produto, processo ou metodologia desenvolvida ou replicada de modo interativo com comunicadores que produzam maior saúde, qualidade de vida, melhor educação e bem estar, podendo ser aplicada na alimentação, educação, acesso à água, energia, habitação, renda e ambiente. Adalberto Val, diretor do Inpa, destacou dois pontos essenciais sobre a prática da ciência na região amazônica: “Nós temos que pensar em dois pontos cruciais: primeiro isso aqui não é um vazio demográfico. São cerca de 25 milhões de pessoas vivendo na Amazônia brasileira. Segundo: sem a floresta em pé nós nem mantemos a qualidade do ambiente nem temos as possibilidades de inclusão social e a geração de renda para esta população”. Na cerimônia de abertura, o professor adjunto da Universidade do Grande Rio (UniGranRio), Michel Jean Marie Thiollent, palestrou sobre tecnologia social e metodologia participativa, abordando pontos como contemporaneidade da ciência e da informação, desafios no conhecimento, o que é tecnologia social, e ênfase no conhecimento e na produção. Thiollent ressaltou que a pesquisa precisa envolver os atores sociais, precisa haver uma interação entre o observador e o observado (sujeito do processo). “Você tem milhares de projetos fantásticos, mas que não deram em nada. São soluções de projeto, sem consulta popular, sem participação, sem consideração da vida do outro”, destacou. Fonte: Ascom Inpa, por Josiane Santos http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/08/participacao-popular-e-tema-de-oficina-no-iiworkshop-de-tecnologias-sociais-do-inpa/


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Pag: Assunto:Cientistas querem provocar sistema imunológico para atacar câncer Cita a FAPEAM:

Sim ✘

Não

Conteúdo:

Release da assessoria

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Publicado no site da FAPEAM:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

Cientistas querem provocar sistema imunológico para atacar câncer Postado em 19/08/2013 A pesquisa mostrou resultados em um determinado tipo de câncer de pulmão. Imagem: BBC A pesquisa mostrou resultados em um determinado tipo de câncer de pulmão. Imagem: BBC Uma equipe de cientistas americanos do Hospital Infantil da Filadélfia descobriu uma forma de provocar o sistema imunológico a atacar células de tecidos do corpo e ajudar no combate ao câncer. O sistema imunológico é delicadamente equilibrado para atacar invasores e não combater os próprios tecidos do corpo. Assim, existem muitas doenças autoimunes, tais como a diabetes do tipo 1 e a esclerose múltipla, que ocorrem quando o sistema imunológico ataca e destrói tecidos saudáveis do corpo por engano. IMUNOTERAPIA Pesquisas feitas com células T, que ajudam na produção de anticorpos no organismo, têm sido bastante populares na área de estudos do câncer e de doenças autoimunes. As células T fazem parte do sistema imunológico, e ajudam a equilibrá-lo impedindo que ataque o próprio corpo. Os pesquisadores procuraram interromper a função da célula T, com a intenção de deixar o sistema imunológico atacar células cancerígenas. Wayne Hancock é um dos pesquisadores envolvidos no estudo. “Nós precisamos encontrar uma


maneira de reduzir a função da célula T de forma que ela permita uma atividade antitumoral, mas sem reações autoimunes”, disse. PESQUISA PROMISSORA Os pesquisadores criaram camundongos que não tinham a química necessária para fazer as células trabalharem de forma eficaz – e por isso elas não impediam um ataque do sistema imunológico a tecidos do corpo. Para confirmar o experimento, os cientistas usaram uma droga que produziu o mesmo efeito em ratos normais. Em ambos os testes, a mudança no sistema imunológico restringiu o crescimento de um tipo de câncer de pulmão. “O estudo abre as portas para uma nova forma de imunoterapia para o combate ao câncer”, disse Hancock. No entanto, ainda há um longo caminho a ser percorrido para o tratamento de pacientes com câncer. Outros testes serão necessários para ver se os mesmos procedimentos podem ser usados no sistema imunológico humano, antes de testes clínicos. “Colocar o poder do nosso sistema imunológico contra o câncer é um campo promissor de pesquisa, e algo que cientistas do mundo todos estão estudando”, disse Emma Smith, do Cancer Research UK. “Estes resultados são mais um passo para o desenvolvimento de novos tratamentos que agem dessa forma, mas a pesquisa ainda está em fase inicial, e ainda não sabemos se essa abordagem será segura ou eficaz em humanos”, concluiu Smith. Fonte: BBC http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/08/cientistas-querem-provocar-sistema-imunologicopara-atacar-cancer/


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Pag: Assunto:Faculdade de Psicologia realiza seminário sobre práticas e pesquisas no AM Cita a FAPEAM:

Sim ✘

Não

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Conteúdo:

Release da assessoria

Publicado no site da FAPEAM:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

Faculdade de Psicologia realiza seminário sobre práticas e pesquisas no AM Postado em 19/08/2013 Evento discute a atuação da Psicologia no âmbito da Assistência Social no interior do Amazonas. Com o objetivo de desenvolver o debate na área de Psicologia Social no Estado a Faculdade de Psicologia, em parceria com outras instituições e entidades, realiza o I Seminário de Práticas e Pesquisas em Psicologia no Amazonas com o tema: “Contribuições da Psicologia Social no Contexto Amazônico”, que será realizado na próxima sexta-feira (23), a partir de 8h, no auditório Rio Amazonas da Faculdade de Estudos Sociais (Setor Norte do Campus Universitário). Comunidade acadêmica e profissionais se reúnem na Universidade Federal do Amazonas (Ufam) para discutir e fomentar conhecimentos na área da Psicologia Social. O I Seminário de Práticas e Pesquisas em Psicologia no Amazonas é desenvolvido através de uma ação conjunta da Faculdade de Psicologia da Ufam, Conselho Regional de Psicologia, Laboratório de Psicologia de Educação ambiental (Inpa), Centro de estudos e pesquisas em Psicologia do Amazonas (Ceppam) e Associação Brasileira de Psicologia Social (Abrapso). Durante o encontro serão realizadas palestras que abordam temas como as possibilidades de atuação do psicólogo no contexto amazônico e em conjunto com a assistência social no interior do Estado. O evento ocorre de 8h às 12h e de 14h às 18h no auditório Rio Amazonas da FES. As vagas são limitadas e os participantes receberão certificado de participação. O investimento é de R$ 20,00 para estudante e R$ 40,00 para profissionais. Mais informações pelo e-mail: abrapsomanaus@gmail.com Fonte: Ufam http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/08/faculdade-de-psicologia-realiza-seminario-sobrepraticas-e-pesquisas-no-amazonas/


Veículo: Site – Amazonas Notícias Editoria: Pag: Assunto:Pesquisa apoiada pela Fapeam resulta em criação de macarrão feito com farinha da casca de pupunha Cita a FAPEAM: ✘

Sim Não

Conteúdo:

Release da assessoria

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM

Publicado no site da FAPEAM:

Programa:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

Pesquisa apoiada pela Fapeam resulta em criação de macarrão feito com farinha da casca de pupunha Publicado: Segunda, 19 Agosto 2013 17:17 O alimento produzido a partir de resíduos de pupunha é rico em fibras e vitamina A e é considerado pelo seu criador como mais saboroso do que a massa comum O Governo do Amazonas concedeu, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), uma bolsa para a realização da pesquisa “Utilização da farinha da casca da pupunha (Bactris gasipaes Kunth) no preparo de macarrão caseiro”, do estudante Bruno Leitão, que cursa gastronomia no Centro Universitário de Ensino Superior do Amazonas (Ciesa). A pesquisa foi desenvolvida por meio do Programa Institucional de bolsas de Iniciação Científica (Pibic), no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, e conta também com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O universitário disse que a sua pesquisa foi produzida como um projeto de reaproveitamento de resíduos, pois cascas, sementes e peles de frutos geralmente são considerados inutilizáveis para consumo. “Muitas pessoas desconhecem o valor nutritivo desses resíduos e jogam fora uma ampla fonte de alimento de grande valor nutricional. O consumo da pupunha na região é diverso. Do fruto são aproveitados a polpa, a semente, o óleo e a casca. O resultado obtido é um macarrão sem aditivos, sem conservantes e mais saboroso do que o macarrão comum”, afirma. A massa caseira também é uma boa fonte de lipídios e carboidratos, segundo Leitão. Ele explica que, por ser um produto artesanal, a massa não pode ser conservada por muito tempo. “Por se tratar de uma massa caseira, ela não pode ser conservada por mais de dez dias”, informa. Ele ressalta que, apesar de ter em sua elaboração 10% de farinha da casca de pupunha para cada 100g de farinha de


trigo, o produto não adquire o gosto do fruto. “A massa não adquire o gosto da pupunha, mas é altamente rica em fibras”, esclarece. Potencial para comercialização – O estudo foi coordenado pelos pesquisadores Francisca Souza e Jaime Aguiar da Coordenação de Sociedade, Ambiente e Saúde (CSAS) do Inpa. A perspectiva dos pesquisadores é que o produto desperte o interesse da indústria alimentícia e seja disponibilizado para a população, em escala industrial. De acordo com Souza, a farinha da casca de pupunha revelou-se um produto com elevado potencial mercadológico em função das suas propriedades nutricionais. “As avaliações demonstram boa qualidade nutricional do produto. A farinha da casca da pupunha também se mostrou viável para o enriquecimento de alimentos ou a substituição parcial da farinha de trigo, podendo ser utilizada na panificação, confeitaria, alimentos infantis e produtos dietéticos”, frisou. Estatísticas – Entre 2003 e 2012, a Fapeam concedeu 9.608 bolsas de iniciação científica para alunos de graduação no Estado do Amazonas. Em 2012, foram concedidas 1.464 bolsas, representando um crescimento superior a 460% no período em relação às 260 bolsas concedidas em 2003. http://www.amazonasnoticias.com.br/not%C3%ADcias/2564-pesquisa-apoiada-pela-fapeamresulta-em-cria%C3%A7%C3%A3o-de-macarr%C3%A3o-feito-com-farinha-da-casca-depupunha.html


Veículo: Site – Confap Editoria: Pag: Assunto:Jovens pesquisadores do Amazonas palestram sobre a utilização do dinheiro na vida moderna Cita a FAPEAM: ✘

Sim Não

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Conteúdo:

Release da assessoria

Publicado no site da FAPEAM:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

Jovens pesquisadores do Amazonas palestram sobre a utilização do dinheiro na vida moderna pce dinheiro 2 Dinheiro traz felicidade? Ele é capaz de comprar o amor de uma família? O sorriso sincero de uma criança? Algumas respostas são obtidas através de experiências vividas com o tempo. Atualmente a humanidade está presa na falta de tempo para si, prendem-se no interesse ao capital, aos problemas financeiros do dia a dia. O ser humano perde aos poucos as dádivas simples que a vida pode proporcionar. Com um olhar filosófico na atualidade que as pessoas vivem, e na falta de administração sensata ao dinheiro, uma equipe de jovens pesquisadores do Programa Ciência na Escola (PCE), junto ao Coordenador Paulo Antony, desenvolvem o projeto “A utilização do dinheiro na vida moderna: Os primeiros procedimentos para autonomia financeira”. Os jovens cientistas aprendem de maneira racional o valor do dinheiro, como investi-lo e o melhor modo de economizar. A partir do projeto, os jovens pesquisadores tem o prazer em passar aos colegas de classe tudo que aprendem. “Antes eu sempre gastava todo o dinheiro que eu tinha em coisas que não eram importantes. Gastava por gastar. Com o projeto eu aprendi a melhor forma de economizar, assim no meu futuro eu serei mais consciente”, relatou o jovem pesquisador Marcílio Guimarães Neto. O coordenador PCE conta como surgiu o interesse em fazer pesquisas e ampliar o conhecimento.


“Os alunos me auxiliam em pesquisas, divulgando no grupo que temos no facebook. Tudo que eles encontram é válido para eles, até suas famílias aprendem junto”, afirma o professor. Com informações obtidas em sites e livros, os alunos conseguem ter uma ampla visão de todo conhecimento adquirido. “O PCE é para mim um aprendizado a mais, já que nos incentiva à pesquisa além da sala de aula. Hoje eu sei coisas que antes não era possível. É uma educação diferenciada a partir do estudo científico” disse a pesquisadora júnior Barbara Magno Bentes. Interessados em descobrir o surgimento do dinheiro, os alunos pretendem fazer uma visita ao museu da Numismática – casa da moeda, para melhor entendimento financeiro e histórico, e ainda garantir que outros colegas tenham essa possibilidade quando fizerem o evento de amostra na escola. A geração interessada em investimentos e economias não vê o projeto como algo que os ajudará pessoalmente, mas em dar valor maior a outras coisas – a vida. Os alunos entendem agora que dinheiro não é tudo. “Hoje eu sei que a vida vale mais do que qualquer bem material, minha família, amigos são coisas que o ‘real’ não compra” disse o jovem Andres de Souza. Conscientes de que o dinheiro é “uma mal necessário”, os jovens cantam o que há de importante a ser vivido. Fonte: Núcleo de Comunicação Programa Ciencia na Escola – PCE Amazonas / Fapeam | Por: Luana Moura http://www.confap.org.br/jovens-pesquisadores-do-amazonas-palestram-sobre-a-utilizacao-dodinheiro-na-vida-moderna/


Veículo: Site – Confap Editoria: Pag: Assunto:Facepe lança edital de apoio a atividades de monitoria em divulgação científica nos museus e centros de ciência de Pernambuco Cita a FAPEAM:

Sim ✘

Não

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Conteúdo:

Release da assessoria

Publicado no site da FAPEAM:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

Facepe lança edital de apoio a atividades de monitoria em divulgação científica nos museus e centros de ciência de Pernambuco A Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe), em parceria com a Secretaria de Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Sectec), abriu edital incentivando os Centros e Museus de Ciência que realizam exposições e outras atividades de divulgação e difusão das ciências a apresentarem propostas visando à sua qualificação para obtenção de apoio a atividades de monitoria. Os Centros e Museus vinculados a instituições públicas e privadas sem fins lucrativos de Pernambuco, federais, estaduais ou municipais, podem concorrer a quotas de bolsas da modalidade Bolsa de Cooperação Técnica (BCT), a serem oferecidas pela Fundação. As propostas deverão ser submetidas exclusivamente através do preenchimento e envio do Formulário de Solicitação de Auxílio à Realização de Cursos e Reuniões Científicas (modalidade ARC) disponível no sistema AgilFAP (http://agil.facepe.br), até o dia 16 de setembro de 2013. Um dos objetivos norteadores da Facepe é ampliar a percepção social do valor da ciência, da tecnologia e da inovação para o desenvolvimento sustentável, promovendo a divulgação e a popularização da ciência. Por isso, a Fundação apoia atividades de monitoria realizadas por estudantes de graduação em espaços científico-culturais do Estado, como centros e museus de ciência, planetários, jardins zoobotânicos, parques de ciência e instituições similares,contribuindo para o ensino informal das ciências e para a divulgação científica para o público em geral. Fonte: Assessoria de Comunicação da Facepe | Por: Sebastião Câmara http://www.confap.org.br/facepe-lanca-edital-de-apoio-a-atividades-de-monitoria-em-divulgacaocientifica-nos-museus-e-centros-de-ciencia-de-pernambuco/


Veículo: Site – Ministério da Ciência, Tecnologia Editoria: e Inovação

Pag:

Assunto:Finep e Embrapa têm R$ 20 milhões para infraestrutura de pesquisa Cita a FAPEAM:

Sim ✘

Não

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Conteúdo:

Release da assessoria

Publicado no site da FAPEAM:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

Finep e Embrapa têm R$ 20 milhões para infraestrutura de pesquisa 19/08/2013 - 16:44 Uma carta-convite recém-lançada disponibiliza R$ 20 milhões para recuperação e ampliação da infraestrutura de organizações estaduais de pesquisa agropecuária (Oepas). O objetivo é reforçar a capacidade de execução de pesquisa e desenvolvimento tecnológico da área. O apoio financeiro será usado para disponibilizar infraestrutura laboratorial, predial e de campos experimentais; fortalecer a capacidade das Oepas de atender às demandas agropecuárias estaduais, com foco nas oportunidades econômicas e demandas das cadeias produtivas regionais; e apoiar o desenvolvimento de tecnologias que possam ser transferidas aos produtores rurais, melhorando as condições de produção no campo. As propostas podem ser enviadas até 16 de setembro. Os recursos, não reembolsáveis (que não precisam ser devolvidos), provêm da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa/Mapa) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCTI)/Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT)/Fundos Setoriais, em partes iguais. Pelo menos 30% deverão ser aplicados nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Caso o valor total das propostas dessas regiões selecionadas para aprovação seja inferior a esse percentual, os recursos não aplicados serão transferidos às propostas com melhor classificação de outras regiões. O resultado final tem divulgação prevista para o fim de novembro. Acesse a carta. Texto: Ascom da Finep http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/348978/Finep_e_Embrapa_tem_R_20_milhoes_par a_infraestrutura_de_pesquisa.html


Veículo: Site – Ministério da Ciência, Tecnologia Editoria: e Inovação

Pag:

Assunto:Iniciativa Brasileira de Nanotecnologia estimula inovação em empresas Cita a FAPEAM:

Sim ✘

Não

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Conteúdo:

Release da assessoria

Publicado no site da FAPEAM:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

Iniciativa Brasileira de Nanotecnologia estimula inovação em empresas Clique para ver todas as fotos de Iniciativa Brasileira de Nanotecnologia estimula inovação em empresas 19/08/2013 - 20:40 O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) lançou nesta segunda-feira (19) a Iniciativa Brasileira de Nanotecnologia (IBN), um conjunto de ações que tem por objetivo criar, integrar e fortalecer as atividades governamentais e os agentes ancorados na nanociência e nanotecnologia, para promover o desenvolvimento científico e tecnológico do setor, com foco na inovação. “Este é um programa de política pública composto de várias ações estratégias para que a nanotecnologia torne a indústria brasileira mais inovadora. E, portanto, mais forte e mais competitiva, de modo também a fortalecer e aumentar a competitividade da economia nacional”, disse o ministro Marco Antonio Raupp, durante a cerimônia, que ocorreu no hotel Macksoud Plaza, em São Paulo. Segundo o secretário do Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTI, Alvaro Prata, estão previstos investimentos de aproximadamente R$ 440 milhões em 2013 e 2014. A IBN visa aproximar a infraestrutura acadêmica e as empresas, fortalecendo os laços entre pesquisa, conhecimento e setor privado. “A iniciativa está alinhada com a Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação [Encti], de autoria do nosso ministério. O objetivo central da Encti é colocar ciência, tecnologia e inovação como eixo do desenvolvimento do país”, disse o ministro. Raupp ressaltou ainda que o MCTI dedica atenção especial a três áreas consideradas fundamentais


para o fortalecimento da base científica brasileira, para o incremento do desenvolvimento tecnológico e para a geração de produtos, serviços e processos inovadores. São elas: tecnologias da informação, biotecnologia e nanotecnologia. “Estamos colocando a inovação no centro da economia brasileira, de modo a termos uma produção majoritária de bens com alto valor agregado. Estamos também construindo um modelo de desenvolvimento que seja sustentado não só em termos econômicos, mas também em termos ambientais, sociais e culturais”, destacou o ministro. O evento foi acompanhado por representantes do setor empresarial, da comunidade acadêmica e de institutos de pesquisas. O secretário executivo do MCTI, Luiz Antonio Elias, a presidenta da Sociedade Brasileira para a Ciência e o Progresso (SBPC), Helena Nader, o presidente do instituto Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Jesualdo Farias, e o vice-presidente da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei), Guilherme Marco de Lima, participaram da cerimônia. SisNano Durante o lançamento, também foram anunciadas as unidades que irão compor o Sistema de Laboratórios em Nanotecnologias (SisNano), uma das principais ações da Iniciativa Brasileira de Nanotecnologia (IBN). Os laboratórios terão prioridade nas políticas públicas de apoio à infraestrutura e formação de recursos humanos. Das 50 propostas apresentadas por instituições e universidades de todo o país, 26 foram selecionadas para integrar o sistema. Uso compartilhado Instituído pela Portaria 245, de 5 de abril de 2012, o SisNano é composto por unidades especializadas e multiusuárias de laboratórios, direcionadas a PD&I em nanociências e nanotecnologias. O sistema visa mobilizar as empresas instaladas no Brasil e apoiar suas atividades, além de reforçar a infraestrutura existente e universalizar esse acesso à comunidade científica do país. O SisNano é formado por duas categorias. Os laboratórios estratégicos, ligados ao MCTI e aos órgãos públicos, nas quais 50% do tempo de uso dos equipamentos deverá ser disponibilizado a usuários externos. E os laboratórios associados, localizados em universidades e em institutos de pesquisa, deverão oferecer 15% do tempo a pesquisadores e empresas de fora da instituição. Os laboratórios terão liberdade na operação do processo, mas as atividades seguirão diretrizes do Comitê Interministerial de Nanotecnologia (CIN). Criado pela portaria 510, de 10 de julho de 2012, o CIN é integrado por representantes dez ministérios e coordenado pelo MCTI. O grupo atua na assessoria de integração da gestão e no aprimoramento das políticas e ações voltadas ao desenvolvimento das nanotecnologias no Brasil. Setor privado O empresário Tarik Mohallem, sócio diretor da Nanum, foi um dos que participaram do lançamento da Iniciativa Brasileira de Nanotecnologia. Ele conta que fundou a empresa em 2003 com a ideia de aproximar pesquisadores e empresários.


Hoje, a Nanum comercializa uma tecnologia nacional – a tinta magnética inkjet, usada em impressões bancárias e por empresas de cartões de crédito - para grandes grupos internacionais, entre eles, a norte-americana HP. “Para conseguir uma resposta magnética grande o suficiente, tivemos que fazer uma dispersão superconcentrada, uma dispersão nanoparticular”, conta. “Criamos [a tinta] primeiro em um laboratório e agora exportamos toneladas do produto para diversas empresas”. Na avaliação dele, o incentivo do governo brasileiro irá auxiliar a criação de inovadoras tecnologias. “Nosso desenvolvimento foi caríssimo, pois, ao longo do tempo, usamos muitos equipamentos e estruturas do exterior”, diz o empresário. “Com este incentivo, será possível diminuir muito o custo de desenvolvimento tecnológico. E outras empresas que estão começando não vão precisar passar pelo que a gente passou”. Texto: Denise Coelho, Isadora Grespan e Fernanda Leão – Ascom do MCTI http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/348986/Iniciativa_Brasileira_de_Nanotecnologia_e stimula_inovacao_em_empresas.html


Veículo: Site – Agência Gestão CT&I Editoria: Pag: Assunto:Precisamos nos preocupar com a produção nacional, afirma dirigente do CNPq Cita a FAPEAM:

Sim ✘

Não

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Conteúdo:

Release da assessoria

Publicado no site da FAPEAM:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

Precisamos nos preocupar com a produção nacional, afirma dirigente do CNPq Seg, 19 de Agosto de 2013 14:24 Segundo Marcos Formiga, países asiáticos elegeram a tecnologia como eixo central, o que propiciou o aumento de indicadores socioeconômicos. Crédito: Centro Celso FurtadoSegundo Marcos Formiga, países asiáticos elegeram a tecnologia como eixo central, o que propiciou o aumento de indicadores socioeconômicos. Crédito: Centro Celso FurtadoO diretor da Coordenação Geral de Cooperação Internacional do Conselho Nacional de Desenvolvimento CIentífico e Tecnológico (CNPq), Marcos Formiga, defendeu na semanda passada, mais investimentos na área de ciência, tencologia e inovação (CT&I) para o setor privado brasileiro. Ao citar o exemplo de países asiáticos, ele destacou que a atividade exerce um papel de liderança no mundo. “O índice de crescimento econômico das nações asiáticas chega a 70% do total global, e relativo ao Produto Interno Bruto (PIB), chega a 45% do mundo. Isso ocorreu, principalmente, por conta do alto investimento em ciência e tecnologia, onde também ocupam papel central no cenário mundial”, explicou Formiga durante o Painel Internacional da Ásia e Oceania, realizado na sede do CNPq, em Brasília (DF). De acordo com o dirigente, a tecnologia foi eleita como eixo central de investimentos dos países asiáticos, fator que propiciou o aumento de indicadores socioeconômicos. "Há alguns anos, eles resolveram pegar um atalho para o crescimento e adotaram esse segmento como propulsor. A China, a Coréia do Sul e o Japão são referências. Apesar de darmos importância a CT&I, ainda estamos muito voltados às publicações", avaliou.


Para reforçar o discurso, Formiga citou dados da revista Fortune que detalham o impacto do setor privado na economia global. A publicação mostrou que se a 500 maiores empresas do mundo fossem um país, elas seriam a segunda maior economia do mundo com US$ 12 trilhões por ano. (Agência Gestão CT&I com informações do CNPq) http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4377:precisamosnos-preocupar-com-a-producao-nacional-afirma-dirigente-do-cnpq&catid=3:newsflash


Veículo: Site – Jornal da Ciência Editoria: Pag: Assunto:24. Doutorado de bolsista do CsF pode contribuir na eficiência de aviões não tripulados Cita a FAPEAM:

Sim ✘

Não

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Conteúdo:

Release da assessoria

Publicado no site da FAPEAM:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

24. Doutorado de bolsista do CsF pode contribuir na eficiência de aviões não tripulados O objetivo da tese de doutorado é subsidiar o sistema com informações, utilizando a arquitetura especifica para esse tipo de aeronave O trabalho intitulado "Arquitetura Orientada a Serviços para Sistemas Embarcados Críticos Complexos - Um estudo de caso focado em aviônicos", conduzido por Douglas Rodrigues, pode auxiliar os Veículos Aéreos Não-Tripulados (VANTs) durante suas missões. O bolsista do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF), aluno de doutorado do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, defende sua tese inspirada no tema central do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Sistemas Embarcados Críticos (INCT SEC), na modalidade Doutorado Sanduíche no Exterior (SWE), na Universidade de Lancaster, na Inglaterra, até março de 2014. O doutorado conta com a orientação da Dra. Kalinka R. L. J. Castelo Branco, diretora administrativa do INCT-SEC e professora do ICMC, no Brasil, e do Professor Dr. Geoffrey Coulson, diretor da School of Computing and Communications (SCC), da Universidade de Lancaster, na Inglaterra. No Brasil, os VANTs tem sido utilizados no combate a crimes ambientais e no monitoramento de fronteiras, atividades onde são considerados fundamentais. O avião guiado através do piloto automático, percorre o percurso necessário para a realização de determinada missão utilizando um


sistema embarcado crítico - conjunto de dados de computação ou eletrônica que fazem parte de um sistema que o controla. Rodrigues alerta que desenvolver toda essa ferramenta e combinar com a arquitetura orientada a serviços dos VANT no país ainda é um desafio por exigir recursos computacionais que são escassos. "Esse tipo de arquitetura geralmente demanda um grande custo computacional e alguns VANTs possuem recursos computacionais, como memória e poder de processamento, limitados. Uma vez que a informação for adicionada, o piloto automático poderá realizar a missão tomando as melhores decisões e cumpri-las com êxito", explica Rodrigues. Rodrigues acredita que estudar no exterior pode contribuir para o desenvolvimento desta engenharia. Ele lembra também sobre outros benefícios agregados a oportunidade, como o fato de obter mais experiência ao vivenciar e entender como ocorre a pesquisa científica em outros países, além de manter contato com pesquisadores renomados para aprender e utilizar suas experiências no desenvolvimento de outros projetos nesta área do conhecimento e outras de interesse.

Doutorado- O objetivo central da tese de doutorado de Douglas é subsidiar o sistema dos VANTs com informações, utilizando a arquitetura especifica para esse tipo de aeronave e agregar informação ao piloto automático de forma dinâmica, para contribuir na tomada de decisão conforme cada missão, melhorando seu desempenho. "Para que os sistemas estejam alinhados e sua comunicação bem estabelecida é possível utilizar a arquitetura orientada para serviços, proposta que trata as aplicações distribuídas como um conjunto de funcionalidades bem definidas em forma de serviços, disponibilizados por meio de uma rede de computadores como a internet", explica Douglas. VANTs- Os Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs) são aviões controlados remotamente ou de forma autônoma, que foram idealizados para operar em situações de risco ou de difícil acesso para o ser humano. Inicialmente produzido apenas para aplicações militares, o VANT pode ser empregado também em diversas outras ações civis, como no monitoramento de tráfego, inspeção de rodovias e pontes, inspeção de linhas de transmissão de energia e monitoramento de eventos em estádios, como os que serão utilizados na Copa do Mundo e Jogos Olímpicos do Brasil, em 2014 e 2016, respectivamente. "Vigilância policial em áreas urbanas, aplicações em agricultura de precisão, inspeção em áreas remotas, monitoramento de desastres naturais ou de áreas em conflito e o transporte de cargas, também integram o conjunto de situações onde os aviões podem ser utilizados", sugere Douglas. (Ascom do CNPq) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=88806


Veículo: Site – Jornal da Ciência Editoria: Pag: Assunto:26. 13ª Conferência Internacional sobre Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia Cita a FAPEAM:

Sim ✘

Não

Conteúdo:

Release da assessoria

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM

Publicado no site da FAPEAM:

Programa:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

26. 13ª Conferência Internacional sobre Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia Inscrições vão até 1º de setembro. Evento será realizado entre 5 e 8 de maio de 2014 em Salvador Falta apenas 12 dias para o encerramento das inscrições para propostas de mesas e workshops, bem como de envio de trabalhos individuais, para a 13ª Conferência Internacional sobre Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia (PCST, na sigla em inglês), que será realizada em Salvador, Bahia, Brasil, de 5 a 8 de maio de 2014. O prazo final é dia é 23:59 (GMT) do dia 1º de setembro de 2013. Esta é a primeira vez que esta conferência - um dos mais importantes fóruns de divulgação científica do mundo - ocorrerá na América Latina. A Conferência PCST 2014 é organizada pela Rede Internacional PCST e sediada pelo Museu da Vida, museu de ciência interativo ligado à Casa de Oswaldo Cruz/Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com a parceria de diversas outras organizações e apoio do CNPq, Departamento de Popularização e da Difusão da Ciência e da Tecnologia do MCTI, da Fapesb, da Fapesp e da Fapemig, e do SciDev.Net como media partner. As propostas de trabalho podem estar relacionadas à prática ou à pesquisa acadêmica na área da divulgação científica, da interface ciência e sociedade, do jornalismo científico, dos museus de ciência e de engajamento público em ciência e tecnologia. Mais informações: www.pcst-2014.org http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=88808


Veículo: Site – CNPq Editoria: Assunto:Pesquisadores de INCT alertam sobre tipologia do Dendê Cita a FAPEAM:

Sim ✘

Não

Conteúdo:

Release da assessoria

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Pag:

Publicado no site da FAPEAM:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

Pesquisadores de INCT alertam sobre tipologia do Dendê 19 Ago 2013 16:55:00 -0300 Os pesquisadores Ima Vieira e Alex Lees, ambos vinculados ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) em Biodiversidade e Uso da Terra na Amazônia, coordenado pelo Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), acreditam que a falta de detalhamento sobre as culturas consideradas de baixo impacto ambiental, pode se tornar um problema posterior para o meio ambiente. Segundo relatam, aresolução N º 107 de 2013/08/03 do Coema Pará define critérios para enquadramento de obra ou atividades de baixo potencial poluidor e impacto ambiental, passíveis de Dispensa de Licenciamento Ambiental. Dentre as tipologias e empreendimento considerados de baixo impacto, estão as culturas de ciclo longo associados a atividades agrosilvopastoris da agricultura familiar. “A falta de detalhamento sobre quais espécies de ciclo longo podem ser consideradas de baixo impacto na resolução, pode gerar um erro caro para o ambiente e o sistema produtivo da agricultura familiar no Brasil, especialmente na Amazônia”, alerta Ima. A pesquisadora refere-se às plantações de espécies exóticas (mesmo misturadas com espécies nativas) que estariam entre as medidas em discussão nos Coemas estaduais. “O cultivo do dendê, que tem sido proposto como uma opção potencial sustentável, pode passar a ser considerado de baixo impacto para uso em agroecossistemas familiares e, portanto, também para a restauração das Áreas de Preservação Permanente (APP)”, explica. Ela informaque um grupo crescente de pesquisadores de todo o trópico tem recolhido dados demonstrativos onde afirmam que as plantações de dendê não podem ser consideradas como tendo um baixo impacto ambiental, pois eles hospedam poucas espécies nativas da flora e fauna e exigem


a utilização de agroquímicos substanciais, além de enorme quantidade de água. Para adotar uma resolução mais segura, Vieira e Lees recomendam que osconselhos estaduais e o Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) solicitem uma investigação completa dos impactos biológicos e sociais da utilização do dendezeiro em agroecossistemas, antes de designar o cultivo do dendê como uso da terra de baixo impacto. De imediato, os cientistas do INCT alertam que o dendezeiro não seja considerado como alternativa à restauração de APPs, para garantir que sua ‘função biológica’, exigida por lei, não seja comprometida. “Existem amplas áreas para a expansão do dendê no Brasil, particularmente em áreas degradadas onde os impactos à biodiversidade poderiam ser mínimos”, destaca Lees. “Essa expansão não deve comprometer a integridade das áreas ecologicamente sensíveis, como as APPs”, conclui. Os pesquisadores publicaram recentemente uma nota técnica sobre o assunto na revista Nature, alertando para uma possível falha de detalhamento nas resoluções dos Coemas estaduais. Leia a nota completa na Revista Nature: Coordenação de Comunicação do CNPQ http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/-/journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/1190 703


Veículo: Site – Jornal Brasil Editoria: Pag: Assunto:Curso sobre desenvolvimento de projetos para captação de recursos em CT&I Cita a FAPEAM:

Sim ✘

Não

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Conteúdo:

Release da assessoria

Publicado no site da FAPEAM:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

Curso sobre desenvolvimento de projetos para captação de recursos em CT&I 20/08/2013 Terça-Feira, Dia 20 de Agosto de 2013 as 10 A Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (Abipti) promove, entre 5 e 8 de novembro, o curso “Elaboração de Projetos para Captação de Recursos em Ciência, Tecnologia e Inovação: da Teoria à Prática”. Em sua 5ª edição, o curso é direcionado a empresários de micro e pequenas empresas, analistas, pesquisadores e gestores de políticas públicas da área de ciência, tecnologia e inovação (CT&I) interessados em conhecer formas de desenvolver e gerir projetos para a captação de recursos financeiros aos seus negócios. A carga horária total do curso é de 40 horas, que serão divididas em atividades práticas e teóricas. Na primeira etapa os alunos terão o conteúdo teórico (conceitos e métodos) e depois participarão de oficinas de trabalho em grupo, nas quais poderão desenvolver projetos de acordo com o conhecimento obtido. A segunda etapa inclui um suporte a distância – via internet – de oito horas. Os alunos poderão contar com o acompanhamento de um instrutor para esclarecer possíveis dúvidas na finalização dos projetos. O curso será realizado na sede da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), situada no Parque Estação Biológica – PqEB s/n°, em Brasília, Distrito Federal.


As inscrições serão abertas no início de setembro e a confirmação da realização do curso está sujeita a quórum mínimo. Informações complementares no site www.abipti.org.br Fonte: Agência FAPESP http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=99717


Veículo: Jornal – Diário do Amazonas Editoria: Sociedade Assunto:Estudo desvenda os mistérios de quase morte Cita a FAPEAM:

Sim ✘

Não

Conteúdo:

Release da assessoria

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Pag: 16

Publicado no site da FAPEAM:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013


Veículo: Jornal – Jornal do Commercio Assunto:Casca da Fruta vira massa artesanal Cita a FAPEAM: ✘

Sim Não

Pag: B1 Conteúdo:

Release da assessoria

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Editoria: Negócios

Publicado no site da FAPEAM:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013


Veículo: Jornal – Jornal do Commercio Editoria: Negócios Assunto:Pesquisas do Inpa viram jogos virtuais Cita a FAPEAM: ✘

Sim Não

Conteúdo:

Release da assessoria

Matéria articulada pela assessoria

Release de outra instituição

Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Pag: B4

Publicado no site da FAPEAM:

Sim

✘ - Positivo

- Negativo

Não Data: 20/08/2013

CLIPPING FAPEAM - 20.08.2013  

Clipping de notícias selecionadas com assuntos sobre CT&I no Estado do Amazonas.

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you