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Veículo: Site – UEA Editoria: Pag: Assunto: Programa de iniciação científica na FUAM tem inscrições prorrogadas Cita a FAPEAM: ✘

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Programa de iniciação científica na FUAM tem inscrições prorrogadas 17/07/2013 14:11 A Comissão Institucional de Iniciação Científica da Fundação Alfredo da Matta (Fuam), informa que foram prorrogadas as inscrições para a seleção de bolsistas, projetos e orientadores para o Programa de Apoio à Iniciação Científica Paic/Fuam 2013-2014. A nova data de encerramento das inscrições é 26 de julho de 2013. O prazo de divulgação do resultado também mudou: os selecionados serão conhecidos no dia 5 de agosto, podendo recorrer da decisão nos dias 5 e 6 do mesmo mês. O resultado final será conhecido no dia 8 de agosto. As inscrições continuam sendo realizadas no Departamento de Ensino e Pesquisa, sede da Fuam, no horário de 8 às 12 horas e de 14 às 17 horas. COMO SE INSCREVER Os interessados devem apresentar a documentação necessária, conforme o Edital 006/2013 – PAIC/FUAM, disponível no site da instituição (sessão Downloads). Para os candidatos às vagas de bolsistas, é necessário ainda, apresentar duas cópias impressas do Projeto de Pesquisa, conforme modelo disponível no site da FUAM (sessão downloads) acompanhadas de uma cópia digital, salva em CD. Serão oferecidas 15 bolsas de iniciação científica, fomentadas pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), por um período de 12 meses, para estudantes regularmente


matriculados em curso de graduação reconhecido pelo MEC, no Estado do Amazonas, em área relacionada ao projeto ao qual pretende se vincular. O bolsista deverá dedicar 20 horas semanais às atividades de pesquisa, não possuir vínculo empregatício nem ser beneficiário de bolsa concedida por qualquer instituição de fomento, além de já ter cursado o 1º período de seu curso e não estar estudando nos dois últimos períodos na data de ingresso no Paic/Fuam. O candidato também precisa possuir currículo na plataforma Lattes e cadastro atualizado no Banco de Pesquisadores da Fapeam. SOBRE OS PROJETOS Para concorrer à bolsa, o estudante deve inscrever projeto de pesquisa que apresente viabilidade técnica e econômica e que tenha mérito técnico-científico; critérios que serão julgados pela comissão institucional do Paic/Fuam. Além disso, caso envolva pesquisa com seres humanos, o projeto precisa ter sido submetido à apreciação do Comitê de Ética e Pesquisa da Fundação. Os projetos podem estar em fase inicial ou até mesmo em andamento. SELEÇÃO DE ORIENTADORES Além de bolsistas, também serão selecionados orientadores para o Paic. Os interessados precisam ser funcionários do quadro efetivo ou suplementar da Fundação Alfredo da Matta e estar desenvolvendo atividade de pesquisa na instituição. Os pesquisadores que não pertencerem ao quadro, mas que possuírem bolsa vinculada à Fundação como orientador, também podem concorrer desde que o seu período de permanência na instituição seja igual ou superior ao da vigência da bolsa de Iniciação Científica. O candidato a orientador deve ter título de mestre ou doutor, experiência na atividade, além de ter coordenado ou ter participação efetiva em projeto de pesquisa aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Fuam. SOBRE O PAIC O Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic) foi implantado na Fuam com o apoio do Governo do Amazonas, através da Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam). O convênio entre as instituições prevê a concessão de bolsas de iniciação científica para estudantes por um período de 12 meses. Os principais objetivos do Programa é despertar a vocação científica e incentivar talentos entre estudantes de graduação; fortalecer os grupos de pesquisa da Fuam; estimular pesquisadores a envolverem alunos de graduação nas atividades científicas; proporcionar ao bolsista a aprendizagem de técnicas e métodos de pesquisa e promover a cooperação científica entre a Fuam e instituições de Ensino Superior do Amazonas. Fonte: Fuam http://www2.uea.edu.br/noticia.php?notId=27285


Veículo: Site – D24Am Editoria: Assunto: Alunos do Amazonas desenvolvem pomada cicatrizante Cita a FAPEAM: ✘

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Alunos do Amazonas desenvolvem pomada cicatrizante 18 Jul 2013 . 02:00 h . Redação . portal@d24am.com Extraída de enzima do mamão, pomada cicatrizante será apresentada por estudantes de escola da rede estadual em encontro anual da SBPC. [ i ] Professora Valéria Andrade e o estudante Allan Marques Moreira participaram do projeto que desenvolveu a pomada. Manaus - A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) representará o Amazonas na 65ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) com um projeto de pesquisa para a produção de pomada cicatrizante a partir de uma enzima extraída do mamão e, ainda, com o Exame Supletivo Eletrônico, pioneiro no País. A reunião anual da SBPC será realizada de 21 a 26 de julho de 2013, no campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Recife (PE). Nesta edição o tema será ‘Ciência para o Novo Brasil’. A reunião da SBPC é um espaço de difusão dos avanços da ciência nas diversas áreas do conhecimento e um fórum de debates de políticas públicas para a ciência e tecnologia. O projeto para produzir uma pomada para tratar ferimentos causados por queimaduras foi elaborado na Escola Estadual Ondina de Paula Ribeiro, localizada na Rua Jorge Bivagua, no bairro Japiim, zona centro-sul de Manaus. Segundo a professora Valéria Andrade, que conduz o trabalho científico, a ideia de estudar os efeitos fitoterápicos do mamão partiu dos próprios alunos da unidade de escolar.


Formada em Farmácia e Química, Valéria aceitou o desafio dos alunos e inscreveu o projeto no Programa Ciência na Escola (PCE). “Iniciamos com pesquisas bibliográficas e encontramos estudos que apontavam mesmo as potencialidades de uma enzima (papaína) encontrada no mamão na reorganização de células do tecido humano”, conta ela. Voluntários Com a ajuda voluntária de pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), a professora e os alunos avançaram na pesquisa, que hoje se encontra em fase de testes fitoquímicos. “Estamos fazendo a análise para identificarmos a concentração exata para ser aplicada em seres humanos”, explica Valéria. A pesquisadora acredita que até o final deste ano a pesquisa esteja concluída. No decorrer dos estudos, Valéria disse que o grupo viu que, além da pomada, é possível também produzir o remédio em forma de gel. “Até facilita o tratamento (o uso em gel), pois a pomada, dependendo da gravidade da queimadura, pode causar desconforto ao paciente, por alguma dificuldade de removê-la durante a limpeza do ferimento. O gel não teria esse problema”, disse ela. Atualmente, Valéria é professora de nível superior em uma faculdade particular de Manaus. Por conta disso, ela agora atua na pesquisa como pesquisadora voluntária. Segundo a educadora, durante o período em que lecionou em escolas públicas, sempre procurou trabalhar em laboratórios e aproximar seus alunos da prática científica. “Se o professor é capacitado para usar laboratório e tem disposição para usar metodologias que aproximem a prática da teoria, ele tem mais é que explorar isso. Foi o que eu fiz. Fica muito melhor o trabalho e melhora significativamente a compreensão do conteúdo pelos alunos”, ensina a professora Valéria Andrade. De acordo com a professora, os programas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapeam) e a ação da Seduc de manter as escolas informadas sobre os projetos facilitam muito o desenvolvimento de pesquisas dentro das escolas no Amazonas. “Hoje melhorou bastante trabalhar com pesquisa”, elogiou. Parcerias O PCE é um programa do Governo do Amazonas realizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapeam), em parceria com a Seduc, Secretaria Municipal de Educação (Semed) e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). O trabalho incentiva o desenvolvimento de projetos de pesquisas em escolas públicas com a oferta de recursos financeiros e bolsas a alunos e professores do Ensino Fundamental e Médio. Segundo a instituição, as reuniões anuais da SBPC têm hoje como um de seus objetivos principais popularizar e valorizar a produção científica nacional e, ao mesmo tempo, inseri-la no cotidiano dos cidadãos brasileiros. Ao mesmo tempo em que ocorre a reunião anual, será realizada a SBPC Jovem, que conta com oficinas, apresentações culturais e uma feira para a qual foram selecionados 50 trabalhos científicos enviados por estudantes e professores do ensino básico. http://www.d24am.com/noticias/saude/alunos-do-amazonas-desenvolvem-pomadacicatrizante/91445


Veículo: Site – DIGnow Editoria: Pag: Assunto: Braga recebe menção honrosa pelos 10 anos de criação da Fapeam positivo negativo Cita a FAPEAM: ✘

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Braga recebe menção honrosa pelos 10 anos de criação da Fapeam O senador Eduardo Braga (PMDB/AM) se reuniu nesta terça-feira (16) a diretora-presidenta da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Maria Olívia Simão, de quem recebeu diploma de menção honrosa pela contribuição na criação e no funcionamento da entidade, que completou 10 anos neste mês. A comemoração pela criação do Sistema Público Estadual de Ciência e Tecnologia (CT&I ) do estado, onde se inclui a Fapeam, instituído durante a gestão de Eduardo Braga à frente [...] 17/07/2013 | EM DESTAQUE - BLOG DO DANIEL MACIEL - COARI EM DESTAQUE AMAZONAS | http://www.dignow.org/post/braga-recebe-men%C3%A7%C3%A3o-honrosa-pelos-10-anos-de-cria %C3%A7%C3%A3o-da-fapeam-5797312-66764.html


Veículo: Site – ClipTvNews Editoria: Pag: Assunto: Palestra "Peixes da Amazônia e Mudanças climáticas" inicia ll Congresso de Iniciação Científica do Inpa Cita a FAPEAM: ✘

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Palestra "Peixes da Amazônia e Mudanças climáticas" inicia ll Congresso de Iniciação Científica do Inpa O programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do Inpa forma mão-de-obra e gera aperfeiçoamento a jovens cientistas 17 de Julho de 2013 Começou nesta segunda-feira (15) o II Congresso de Iniciação Científica (CONIC) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI). O evento, que tem como objetivo promover a troca de conhecimento e experiências nas áreas de Ciência, Tecnologia e Inovação, contou com a palestram de abertura do diretor e pesquisador Adalberto Val, "Peixes da Amazônia e Mudanças Climáticas". Val destacou o processo evolutivo de algumas espécies de peixes, que já experimentaram níveis altos de gás carbônico (CO2) e baixa de oxigênio (O2). "É provável que essas espécies tenham conservado em seu genoma adaptações para sobreviverem hoje, isso é importante porque as variações estão acontecendo numa grande velocidade, e por isso é necessário irmos além dos fatores climáticos nas pesquisas, é preciso considerar a história evolutiva e adaptativa das espécies e também considerar as condições ambientais regionais, além de assumir a distribuição espacial das espécies estudadas", explicou. A pesquisa é realizada pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT), Centro de Estudos de Adaptações da Biota Aquática da Amazônia (Adapta), e do Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular (LEEM) do Inpa e visa analisar os efeitos das condições ambientais a partir das


previsões do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) para 2100. Val destacou ainda a importância das pesquisas sobre peixes na região. "A história evolutiva dos peixes, incluindo as estratégias para enfrentar os constrangimentos ambientais e biológicos vividos no passado, está escondida no DNA dos animais que estão nos rios e lagos de hoje". Cooperação pela água A palestra deu início a uma semana de atividades que ocorrem até a próxima sexta-feira (19).. Além da direção do Inpa participaram da solenidade de abertura a coordenadora de Capacitação do Instituto e coordenadora Institucional do Pibic/Inpa, Beatriz Ronchi Telles; representando a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Edilson de Souza Soares, e representando oConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Paulo pimenta. O II CONIC, este ano com o tema "Ano internacional de cooperação pela água", título baseado no assunto que a Organização das Nações Unidas (ONU) estabelece como tema do ano, traz trabalhos produzidos por alunos e orientadores de diversas áreas de pesquisas do Programa de Iniciação Científica (Pibic) do Inpa. "A Iniciação Científica é um instrumento de apoio teórico e metodológico à realização de um projeto científico que contribua na formação profissional do estudante e tem a finalidade de despertar vocação científica e incentivar talentos potenciais entre estudantes universitários, mediante participação em projeto de pesquisa, orientados por pesquisador qualificado", disse. Confira a programação completa. (Assessoria de Comunicação do Inpa) http://www.cliptvnews.com.br/mma/intranet/amplia.php?id_noticia=17762


Veículo: Site – Eadbox Editoria: Assunto:Estudo mostra impacto da tecnologia nas universidades Cita a FAPEAM: ✘

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Estudo mostra impacto da tecnologia nas universidades Postado em 17 de Julho By admin Tagged ead, tecnologia e universidades Smartphones, tablets e outras mídias móveis estão mudando o cenário da educação. Especialistas já proclamaram que o celular, por exemplo, não deve ser visto como um inimigo, além de defenderem seu acesso dentro e fora da escola. Para entender mudanças como essas, o Education Dive, portal especializado em notícias sobre o ensino superior, nos Estados Unidos, realizou a pesquisa Mobility in Higher Education. Foram entrevistados 50 CIOs (chefes dos departamentos de TI, em tradução livre) de universidades norte-americanas para entender como a mobilidade está impactando seus campi. De acordo com o estudo, 68% dos CIOs são favoráveis ao uso das mídias móveis em suas universidades. Eles acreditam que os tablets, por exemplo, são fundamentais para o futuro das instituições. Ao contrário dos 28%, que discordaram da eficácia desses aparelhos. Já 4% dos entrevistados afirmam que os dispositivos móveis não são considerados tão fundamentais, embora sinalizem sua importância mais significativa a longo prazo. A partir das entrevistas com os chefes dos departamentos de TI, o estudo abarcou três grandes discussões sobre o mobile no Ensino Superior: 1) quais são os dispositivos e apps mais usados pelos CIOs no trabalho e em casa; 2) o que mais preocupa os CIOs quanto à mobilidade no campus e quais as prioridades para o Ensino Superior na área de TI para o próximo ano; e 3) o que a universidade planeja para a implementação BYOD – (Bring Your Own Device) – movimento permite que os alunos e funcionários levem para o ambiente de trabalho seus próprios aparelhos portáteis. fonte: www.fapeam.am.gov.br http://www.eadbox.com/blog/posts/estudo-mostra-impacto-da-tecnologia-nas-universidades


Veículo: Site – Noodls Editoria: Pag: Assunto:Bolsistas apresentam resultado de pesquisas em congresso do Inpa Cita a FAPEAM: ✘

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Bolsistas apresentam resultado de pesquisas em congresso do Inpa 17/07/2013 - 17:55 No segundo dia do 2º Congresso de Iniciação Científica (Conic) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), realizado nesta terça-feira (16), bolsistas apresentaram os resultados de seus trabalhos nas diversas áreas de pesquisas do instituto. No Auditório da Ciência, no Inpa, foram apresentadas as pesquisas da área de saúde. Os estudantes William Lima, Jackeline Farias e Jackeline Vieira, da Faculdade Literatus (UniCel), fazem parte de um subprojeto, em parceria ao projeto Saúde, nutrição e sobrevivência do homem no contexto amazônico, do pesquisador do Inpa Fernando Helio Alencar. Os bolsistas de iniciação científica destacaram em suas pesquisas a relação do idoso com o meio em que vivem, em seus aspectos sociais, econômicos e nutricionais. No artigo "Ocorrência de anemia em idosos na zona sul de Manaus", o estudante Wiliam Lima detectou baixa incidência da doença, se comparado à literatura anterior. "Isso se dá, provavelmente, por causa de programas governamentais voltados ao cuidado da saúde, que fornecem um atendimento bom e rápido, pois os resultados dos exames saíam no tempo máximo de dez minutos", explicou Lima. A bolsista Jackeline Vieira, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), falou sobre "Avaliação antropométrica dos idosos não institucionalizados residentes na área urbana


de Manaus". "Em 2050 a população de idosos irá se equiparar à população de jovens aqui no Brasil. A população de idosos vem crescendo e tendo maior acesso ao conhecimento, e com o aperfeiçoamento das vacinas aumentou a expectativa de vida das pessoas", disse Jackeline, que cursa Nutrição na Faculdade Literatus, orientada também por Fernando Helio Alencar, do Inpa. O resultado da análise foi entregue a especialistas de unidades básicas de Saúde (UBSs) para os devidos cuidados. As apresentações do 2º Conic seguem até sexta-feira (19). O evento é realizado pelo Inpa em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) e a Fapeam. http://www.noodls.com/view/95C1C290793E1ED04B516EBCD2586B58D09949AA


Veículo: Site – Portal Ufam Editoria: Pag: Assunto:Marcelo Gleiser ministra palestra inédita na UFAM e atrai público de mais de 800 pessoas Cita a FAPEAM: ✘

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Marcelo Gleiser ministra palestra inédita na UFAM e atrai público de mais de 800 pessoas Publicado em 17 Julho 2013 | Imprimir | E-mail A UFAM recebeu um dos cientistas brasileiros de maior renome na área da Astronomia e da Física. Marcelo Gleiser proferiu a palestra “Ciência e Sociedade”, inédita em Manaus, numa parceria com a Secretaria do Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas – SECTI AM. O evento faz parte das comemorações dos 10 anos da FAPEAM e foi realizada no Eulálio Chaves nesta segundafeira (15). Marcelo Gleiser é professor na Dartmouth College nos EUA, além de colunista do jornal Folha de S. Paulo e vencedor do Prêmio Jabuti em 1998 e 2002. Na palestra proferida, abordou desde as características das estrelas e galáxias até hipóteses sobre a vida em outros planetas e contou com um público de mais de 800 pessoas. Apesar da aparente complexidade do assunto, o público, composto por professores e alunos da UFAM e de outras instituições, manteve-se atento ao discurso do renomado cientista. “Foi realmente bem interessante. O professor explicou os conceitos básicos da astronomia de forma que mesmo aqueles que nunca tiveram contato com essa área poderiam entender bem. Sem dúvida ajudou a desmistificar um pouco a pesquisa científica”, comentou o estudante Carlos Peres. Em sua primeira visita a Manaus, Marcelo Gleiser analisou a Região sob o ponto de vista dos estudos astronômicos: “Para observações telescópicas, a Amazônia talvez não seja um lugar muito bom, pois a umidade distorce as imagens. Mas telescópios não são obrigatoriamente necessários


para se fazer astronomia hoje em dia. Os pesquisadores da Amazônia podem desfrutar da astronomia vista em outros pontos, como através dos observatórios chilenos”, disse. Gleiser ressaltou também a importância da região para a ciência. “A Amazônia é uma preciosidade do planeta, principalmente pela riqueza e biodiversidade. É um laboratório de vida que precisa ser estudado com muito carinho para que saibamos preservá-la da melhor maneira possível”, afirmou. Conhecido principalmente por seu papel expressivo na divulgação da ciência, o cientista atraiu até mesmo pessoas que ainda não atuam na área. Esse é o caso de João Victor Pereira, de 11 anos, que conheceu o trabalho de Gleiser e desde então é um entusiasta da ciência. “Para mim, encontrá-lo na UFAM é uma oportunidade única e ficar em casa não era uma opção. Eu tinha de vir e conhecer o Marcelo Gleiser. Sou fã dele desde o início desse ano quando comecei a ler o livro A Dança do Universo”, comentou. Após responder perguntas do público, o professor finalizou destacando a importância da divulgação científica no Brasil: “Nos EUA, onde moro, tem muita gente que faz o que eu faço. Aqui não. Isso me deixa feliz, porque eu sinto que tenho um papel importante na divulgação de ciência pelo país. É ótimo porque percebo que isso tem incentivado outros a fazerem o mesmo”, finalizou. http://portal.ufam.edu.br/index.php/orgao-suplementar-2/comissao-permanente-de-concurso-2/59ufam/comunicacao/noticias-bloco-esquerdo/1028-marcelo-gleiser-atrai-publico-de-800-pessoas-empalestra-inedita-na-ufam


Veículo: Site – Jornal da Ciência Editoria: Pag: Assunto:23. Palestra "Peixes da Amazônia e Mudanças climáticas" inicia ll Congresso de Iniciação Científica do Inpa Cita a FAPEAM: ✘

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23. Palestra "Peixes da Amazônia e Mudanças climáticas" inicia ll Congresso de Iniciação Científica do Inpa O programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do Inpa forma mão-de-obra e gera aperfeiçoamento a jovens cientistas Começou nesta segunda-feira (15) o II Congresso de Iniciação Científica (CONIC) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI). O evento, que tem como objetivo promover a troca de conhecimento e experiências nas áreas de Ciência, Tecnologia e Inovação, contou com a palestram de abertura do diretor e pesquisador Adalberto Val, "Peixes da Amazônia e mudanças climáticas". Val destacou o processo evolutivo de algumas espécies de peixes, que já experimentaram níveis altos de gás carbônico (CO2) e baixa de oxigênio (O2). "É provável que essas espécies tenham conservado em seu genoma adaptações para sobreviverem hoje, isso é importante porque as variações estão acontecendo numa grande velocidade, e por isso é necessário irmos além dos fatores climáticos nas pesquisas, é preciso considerar a história evolutiva e adaptativa das espécies e também considerar as condições ambientais regionais, além de assumir a distribuição espacial das espécies estudadas", explicou. A pesquisa é realizada pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT), Centro de Estudos de Adaptações da Biota Aquática da Amazônia (Adapta), e do Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular (LEEM) do Inpa e visa analisar os efeitos das condições ambientais a partir das


previsões do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) para 2100. Val destacou ainda a importância das pesquisas sobre peixes na região. "A história evolutiva dos peixes, incluindo as estratégias para enfrentar os constrangimentos ambientais e biológicos vividos no passado, está escondida no DNA dos animais que estão nos rios e lagos de hoje". Cooperação pela água A palestra deu início a uma semana de atividades que ocorrem até a próxima sexta-feira (19).. Além da direção do Inpa participaram da solenidade de abertura a coordenadora de Capacitação do Instituto e coordenadora Institucional do Pibic/Inpa, Beatriz Ronchi Telles; representando a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Edilson de Souza Soares, e representando oConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Paulo pimenta. O II CONIC, este ano com o tema "Ano internacional de cooperação pela água", título baseado no assunto que a Organização das Nações Unidas (ONU) estabelece como tema do ano, traz trabalhos produzidos por alunos e orientadores de diversas áreas de pesquisas do Programa de Iniciação Científica (Pibic) do Inpa. "A Iniciação Científica é um instrumento de apoio teórico e metodológico à realização de um projeto científico que contribua na formação profissional do estudante e tem a finalidade de despertar vocação científica e incentivar talentos potenciais entre estudantes universitários, mediante participação em projeto de pesquisa, orientados por pesquisador qualificado", disse. Confira a programação completa. (Assessoria de Comunicação do Inpa) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=88197


Veículo: Site – JusClip Editoria: Pag: Assunto:Escola estadual apresentará na SBPC pomada cicatrizante feita a partir de enzima de mamão Cita a FAPEAM: ✘

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Escola estadual apresentará na SBPC pomada cicatrizante feita a partir de enzima de mamão 16:36 – 17/07/2013Foto: Divulgação A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) vai representar o Amazonas na 65ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), com projeto de pesquisa para produção de pomada cicatrizante a partir de uma enzima extraída do mamão e com o Exame Supletivo Eletrônico, pioneiro no País. A reunião da SBPC, será realizada de 21 a 26 de julho, no campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Recife (PE). Nesta edição o tema será “Ciência para o Novo Brasil”. A reunião é um espaço de difusão dos avanços da ciência nas diversas áreas do conhecimento e um fórum de debates de políticas públicas para a ciência e tecnologia. O projeto para produzir uma pomada para queimaduras foi elaborado na escola estadual Ondina de Paula Ribeiro, localizada na rua Jorge Bivagua, no bairro Japiim, zona centro-sul. Segundo a professora que conduz o trabalho como pesquisadora voluntária, Valéria Andrade, a ideia de estudar os efeitos fitoterápicos do mamão partiu dos próprios alunos da unidade de escolar. Formada em Farmácia e Química, Valéria, aceitou o desafio dos alunos, e inscreveu o projeto no Programa Ciência na Escola (PCE). “Iniciamos com pesquisas bibliográficas e encontramos estudos que apontavam mesmo as potencialidades de uma enzima (Papaína) encontrada no mamão na reorganização de células do tecido humano”, conta a professora.


Com a ajuda voluntária de pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), a professora e os alunos avançaram na pesquisa, que hoje se encontra em fase de testes fitoquímicos. “Estamos fazendo a análise para identificarmos a concentração exata para ser aplicada em seres humanos”, explica Valéria. A pesquisadora acredita que até o final deste ano a pesquisa esteja concluída. Gel – No decorrer dos estudos, Valéria disse que o grupo viu que além da pomada, é possível também produzir o remédio em forma de gel. “Até facilita o tratamento (o uso em gel), pois a pomada, dependendo da gravidade da queimadura, pode causar desconforto ao paciente, por alguma dificuldade de removê-la durante a limpeza do ferimento. O gel não teria esse problema”, disse a professora. Valéria disse que os programas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapeam) e a ação da Seduc de manter as escolas informadas sobre os projetos facilitam muito o desenvolvimento de pesquisas dentro das escolas. O PCE é um programa do Governo do Amazonas realizado pela Fapeam, em parceria com a Seduc, Secretaria Municipal de Educação (Semed) e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). O trabalho incentiva o desenvolvimento de projetos de pesquisas em escolas públicas com a oferta de recursos financeiros e bolsas a alunos e professores do ensino fundamental e médio. Supletivo Eletrônico também será apresentado – A Seduc foi convidada para apresentar na 65ª Reunião Anual SBPC o Exame Supletivo Eletrônico, prova aplicada a jovens e adultos para fins de conclusão do ensino fundamental ou médio, com o uso de computador. O Exame Supletivo Eletrônico foi criado em 2009. Atualmente, uma média de 230 pessoas realiza as provas, diariamente. Conforme registro de atendimento 112.913 candidatos já se cadastraram para participar da prova desde o ano da criação do projeto. O Amazonas é pioneiro nesse tipo de prova, e a ideia tem chamado a atenção de outros Estados, conta a gerente de Educação de Jovens e Adultos, Tereza Praia. “Recebemos visitas de outros estados, e alguns já começaram implantar programas similares em suas secretarias de Educação”, afirma a gerente. Com o objetivo de ampliar o atendimento, uma vez por mês, a Seduc tem levado a aplicação do exame supletivo para laboratórios de escolas localizadas em todas as zonas geográficas de Manaus. O programa utilizado para aplicar as provas eletrônicas (on-line ou off-line) foi desenvolvido pela empresa de Processamento de Dados Amazonas S/A (Prodam), que recebeu prêmios nacionais e internacionais pelo produto, dentre os quais: “Prêmio E-GOV 2011” recebido em Recife na Categoria e-serviços públicos; Prêmio “CONIP 2012”, recebido em São Paulo na categoria Serviços Públicos e Prêmio “TI & Governo 2012/2013”, recebido também em São Paulo na Categoria Serviços públicos. No dia-a-dia, as provas são aplicadas em um laboratório com 34 computadores na sede da Seduc, localizada na avenida Waldomiro Lustoza, 250, no bairro Japiim. No exame eletrônico on-line, o resultado da prova do candidato é processado em tempo real pela Prodam e enviado ao banco de dados da Seduc. Já no exame eletrônico offline, que é o aplicado no interior, por conta das limitações de Internet, os dados são armazenados e levados até a Prodam, em Manaus, para só então serem inseridos no sistema da Seduc.


Por meio do Exame Supletivo Eletrônico, a Seduc oferece aos candidatos provas para disciplinas do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano) e do ensino médio. Cada prova de uma disciplina contém 20 questões, com três alternativas de resposta cada uma. O candidato tem 50 minutos para realizar o exame e fica sabendo na tela do próprio computador se foi aprovado. Segundo Tereza Praia, a Seduc prepara novas instalações que permitirão ampliar o laboratório existente na sede da secretaria e construir um novo. “Concluído esse trabalho, cada laboratório terá 61 computadores”, conta a gerente. Tereza Praia disse que o projeto hoje está consolidado. “Um exemplo é a fase de inscrição dessas ações que realizamos nas escolas em Manaus. As inscrições abrem às 8h e, devido a procura, quase sempre ao meio-dia as vagas estão esgotadas”, disse a gerente. “Em janeiro, o site mais acessado na secretaria não foi o da matrícula, foi o do exame”, completou Tereza. O site na Internet para inscrição e agendamento das provas do Exame Supletivo Eletrônico é examesupletivo.seduc.am.gov.br. De 5 a 9 de agosto, estará aberto o período de inscrição para a realização do exame no Centro de Educação de Tempo Integral (Ceti) Elisa Bessa Freire, (avenida Itaúba, s/nº bairro Jorge Teixeira, zona leste). SBPC – A SBPC é realizada desde 1948, com a participação de representantes de sociedades científicas, autoridades e gestores do sistema nacional de ciência e tecnologia. A programação científica da SBPC é, geralmente, composta por conferências, simpósios, mesas-redondas, encontros, sessões especiais, minicursos e sessões de pôsteres. Acontecem também, durante a Reunião Anual, eventos paralelos, como a SBPC Jovem (programação voltada para estudantes do ensino básico), a ExpoT&C (mostra de ciência e tecnologia) e a SBPC Cultural (apresentação de atividades artísticas regionais e discussões sobre temas relacionados à cultura). A cada ano, a reunião da SBPC é realizada em um estado brasileiro, sempre em universidade pública. O evento reúne cientistas, professores e estudantes de todos os níveis, profissionais liberais e visitantes. Em 2009, a SBPC foi realizada em Manaus e recebeu a inscrição de 6.215 pessoas. http://jusclip.com.br/escola-estadual-apresentara-na-sbpc-pomada-cicatrizante-feita-a-partir-deenzima-de-mamao/


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Pomada cicatrizante formulada a partir de enzima de mamão será apresentada por escola estadual em encontro da SBPC Publicado: Quarta, 17 Julho 2013 15:34 | Imprimir | E-mail Juntamente com o Exame Supletivo Eletrônico desenvolvido pela Seduc, projeto de pesquisa da escola estadual Ondina de Paula representará o Amazonas na reunião anual da SBPC. A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) vai representar o Amazonas na 65ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) com projeto de pesquisa para produção de pomada cicatrizante a partir de uma enzima extraída do mamão e com o Exame Supletivo Eletrônico, pioneiro no País. A reunião anual da SBPC será realizada de 21 a 26 de julho de 2013, no campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Recife (PE). Nesta edição o tema será “Ciência para o Novo Brasil”. A reunião é um espaço de difusão dos avanços da ciência nas diversas áreas do conhecimento e um fórum de debates de políticas públicas para a ciência e tecnologia. O projeto para produzir uma pomada para tratar ferimentos causados por queimaduras foi elaborado na escola estadual Ondina de Paula Ribeiro, localizada à rua Jorge Bivagua, no bairro Japiim, Zona Centro-Sul de Manaus. Segundo a professora que conduz o trabalho, Valéria Andrade, a ideia de estudar os efeitos fitoterápicos do mamão partiu dos próprios alunos da unidade de escolar. Formada em Farmácia e Química, Valéria aceitou o desafio dos alunos, e inscreveu o projeto no Programa Ciência na Escola (PCE). “Iniciamos com pesquisas bibliográficas e encontramos estudos


que apontavam mesmo as potencialidades de uma enzima (Papaína) encontrada no mamão na reorganização de células do tecido humano”, conta a professora. Com a ajuda voluntária de pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), a professora e os alunos avançaram na pesquisa, que hoje se encontra em fase de testes fitoquímicos. “Estamos fazendo a análise para identificarmos a concentração exata para ser aplicada em seres humanos”, explica Valéria. A pesquisadora acredita que até o final deste ano a pesquisa esteja concluída. No decorrer dos estudos, Valéria disse que o grupo viu que além da pomada, é possível também produzir o remédio em forma de gel. “Até facilita o tratamento (o uso em gel), pois a pomada, dependendo da gravidade da queimadura, pode causar desconforto ao paciente, por alguma dificuldade de removê-la durante a limpeza do ferimento. O gel não teria esse problema”, disse a professora. Atualmente, Valéria é professora de nível superior, em uma faculdade particular de Manaus. Por conta disso, ela agora atua na pesquisa como pesquisadora voluntária. Segundo a educadora, durante o período em que lecionou em escolas públicas, sempre procurou trabalhar em laboratórios e aproximar seus alunos da prática. “Se o professor é capacitado para usar laboratório e tem disposição para usar metodologias que aproximem a prática da teoria, ele tem mais é que explorar isso. Foi o que eu fiz. Fica muito melhor o trabalho e melhora significativamente a compreensão do conteúdo pelos alunos”, ensina a professora. Valéria disse que os programas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapeam) e a ação da Seduc de manter as escolas informadas sobre os projetos facilitam muito o desenvolvimento de pesquisas dentro das escolas. “Hoje melhorou bastante trabalhar com pesquisa”, elogiou a professora. O PCE é um programa do Governo do Amazonas realizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapeam), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Secretaria Municipal de Educação (Semed) e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). O trabalho incentiva o desenvolvimento de projetos de pesquisas em escolas públicas com a oferta de recursos financeiros e bolsas a alunos e professores do ensino fundamental e médio. Allan Marques Moreira, de 18 anos, estudante de Administração, era aluno de Valéria quando o projeto iniciou na escola Ondina de Paula Ribeiro. O jovem conta que sempre gostou de Química. E lembra o quanto ele e outros colegas ficaram empolgados em participar da pesquisa com mamão. “Eu amo Química, e a professora conseguiu reunir todo mundo e começamos preparar o laboratório da escola para a gente estudar. No início, achei a proposta do projeto um pouco ousada. Mas quando conheci melhor, vi que era um estudo muito importante”, lembra Allan. O universitário afirma que apesar de cursar Administração, não esquece da paixão que tem pela Química. Por isso, se mantém como pesquisador voluntário do projeto. A participação de Valéria e Allan na 65ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) é custeada pela Seduc. Supletivo Eletrônico também será apresentado


A Seduc foi convidada para apresentar na 65ª Reunião Anual SBPC o Exame Supletivo Eletrônico, o “Provão”, como é conhecida a prova aplicada a jovens e adultos para fins de conclusão do ensino fundamental ou médio, com o uso de computador. O Amazonas é pioneiro nesse tipo de prova, e a ideia tem chamado a atenção de outros Estados, conta a gerente de Educação de Jovens e Adultos, Tereza Praia. “Recebemos visitas de outros estados, e alguns já começaram implantar programas similares em suas secretarias de Educação”, afirma a gerente. O programa utilizado para aplicar as provas eletrônicas (online ou offline) foi desenvolvido pela empresa de Processamento de Dados Amazonas S/A (Prodam), que recebeu prêmios nacionais e internacionais pelo produto, dentre os quais: “Prêmio E-GOV 2011” recebido em Recife na Categoria e-serviços públicos; Prêmio “CONIP 2012”, recebido em São Paulo na categoria Serviços Públicos e Prêmio “TI & Governo 2012/2013”, recebido também em São Paulo na Categoria Serviços públicos. O Exame Supletivo Eletrônico foi criado em 2009. Atualmente, uma média de 230 pessoas realiza as provas, diariamente. Conforme registro de atendimento 112.913 candidatos já se cadastraram para participar da prova desde o ano da criação do projeto. Com o objetivo de ampliar o atendimento, uma vez por mês, a Seduc tem levado a aplicação do provão para laboratórios de escolas localizadas em todas as zonas geográficas de Manaus. No dia-a-dia, as provas são aplicadas em um laboratório com 34 computadores na sede da Seduc, localizada na avenida Waldomiro Lustoza, 250, no bairro Japiim. Segundo Tereza Praia, as ações de descentralizar a aplicação do provão iniciaram na gestão do atual secretário de Educação, Rossieli Soares da Silva. “Esse ano, no mês de janeiro, a Seduc realizou uma ação que levou o provão para 70 escolas, 10 em cada Coordenadoria Distrital de Educação. O trabalho alcançou 16 mil pessoas, durante a manhã, tarde e noite”, contou Tereza Praia. O mesmo trabalho tem sido realizado no interior do Estado, disse a gerente. No provão eletrônico online, o resultado da prova do candidato é processado em tempo real pela Prodam e enviado ao banco de dados da Seduc. Já no provão eletrônico offline, que é o aplicado no interior, por conta das limitações de Internet, os dados são armazenados e levados até a Prodam, em Manaus, para só então serem inseridos no sistema da Seduc. Por meio do Exame Supletivo Eletrônico, a Seduc oferece aos candidatos provas para disciplinas do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano) e do ensino médio. Cada prova de uma disciplina contém 20 questões, com três alternativas de resposta cada uma. O candidato tem 50 minutos para realizar o exame e fica sabendo na tela do próprio computador se foi aprovado. Segundo Tereza Praia, a Seduc prepara novas instalações que permitirão ampliar o laboratório existente na sede da secretaria e construir um novo. “Concluído esse trabalho, cada laboratório terá 61 computadores”, conta a gerente.


Tereza Praia disse que o projeto hoje está consolidado. “Um exemplo é a fase de inscrição dessas ações que realizamos nas escolas em Manaus. As inscrições abrem às 8h e, devido a procura, quase sempre ao meio-dia as vagas estão esgotadas”, disse a gerente. “Para se ter ideia, em janeiro, o site mais acessado na secretaria não foi o da matrícula, foi o do provão”, completou Tereza. O site na Internet para inscrição e agendamento das provas do Exame Supletivo Eletrônico é examesupletivo.seduc.am.gov.br. De 5 a 9 de agosto, estará aberto o período de inscrição para a realização do exame no Ceti Elisa Bessa Freire, na Zona Leste de Manaus. SBPC A SBPC é realizada desde 1948, com a participação de representantes de sociedades científicas, autoridades e gestores do sistema nacional de ciência e tecnologia. A programação científica da SBPC é, geralmente, composta por conferências, simpósios, mesasredondas, encontros, sessões especiais, minicursos e sessões de pôsteres. Acontecem também, durante a Reunião Anual, eventos paralelos, como a SBPC Jovem (programação voltada para estudantes do ensino básico), a ExpoT&C (mostra de ciência e tecnologia) e a SBPC Cultural (apresentação de atividades artísticas regionais e discussões sobre temas relacionados à cultura). A cada ano, a Reunião Anual da SBPC é realizada em um estado brasileiro, sempre em universidade pública. O evento reúne milhares de pessoas - cientistas, professores e estudantes de todos os níveis, profissionais liberais e visitantes. Em 2009, a SBPC foi realizada em Manaus e recebeu a inscrição de 6.215 pessoas. http://www.amazonasnoticias.com.br/amazonas/692-pomada-cicatrizante-formulada-a-partir-deenzima-de-mam%C3%A3o-ser%C3%A1-apresentada-por-escola-estadual-em-encontro-dasbpc.html


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Projeto deverá quadruplicar produção de borracha no Amazonas Tendo como uma das linhas temáticas a heveicultura, a ação busca quadruplicar a produção anual de borracha natural, passando das atuais 1,2 mil toneladas produzidas para cinco mil toneladas, atendendo a um número de seis mil heveicultores amazonenses. No total, 20 municípios vão ser selecionados para receber o projeto no Amazonas na área de heveicultura, durante um período de 36 meses. Através de assistência técnica e extensão rural diferenciadas, o trabalho pretende fortalecer a atividade no Estado, tendo como consequência a melhoria da qualidade de vida dos heveicultores e a oferta de borracha natural em quantidade suficiente para atender a demanda das indústrias locais. Paralelamente à assistência técnica que será prestada aos produtores, que atualmente produzem por meio do extrativismo, os extensionistas rurais também vão levar aos heveicultores, através da instalação de Unidades Demonstrativas, a nova tecnologia de árvores tricompostas disponibilizada pela Embrapa Amazônia Ocidental. O material -- desenvolvido após 30 anos de pesquisas -apresenta boa produção de látex e resistência ao fungo Microcyclus ulei, causador do mal das folhas e, até então, o principal limitador para o cultivo racional de seringueiras na região amazônica. De acordo com a gerente de florestas da Secretaria de Produção Rural do Amazonas (Sepror), Marilane Irmão, o projeto vai permitir o acesso dos heveicultores a novas tecnologias para produção de borracha. "O principal objetivo do projeto é aumentar a produção com qualidade. Nós vamos continuar trabalhando com a borracha extrativa, através dos seringais nativos, e vamos buscar adensar estes seringais a novas tecnologias", disse. Segundo o pesquisador que está à frente das pesquisas com seringueira na Embrapa Amazônia


Ocidental, Everton Rabelo Cordeiro, o programa está sendo implantado no mesmo momento em que a tecnologia de árvores tricompostas é disponibilizada para o Estado e para a região amazônica. "O programa vai ser um facilitador para que esta tecnologia chegue ao homem do campo em um momento em que o Estado está carente de borracha natural", destacou o pesquisador, que completou: "com a implementação destes materiais nessas comunidades, podemos dizer que em alguns anos o Estado pode tornar-se autossuficiente em borracha". Treinamento Uma das etapas para implantação do projeto aconteceu nos dias 5 e 6 de junho de 2013, quando técnicos que irão atuar na área de heveicultura foram capacitados na Embrapa Amazônia Ocidental, através do curso A Cultura da Seringueira. Na ocasião, os extensionistas puderam ter contato na prática com diversas temáticas relacionadas à seringueira, como o preparo das sementeiras, preparo do jardim clonal, noções de enxertia e a forma de sangria e coleta do látex. "A perspectiva é que estas técnicas possam ser repassadas aos produtores e que eles possam ampliar a produção de borracha do Estado", afirmou a engenheira florestal que vai atuar no projeto, Dulcilene Oliveira. Árvores Tricompostas As árvores tricompostas de seringueira são formadas a partir da composição de três plantas: o plantio inicial é feito por meio de sementes de uma seringueira comum, que depois recebe a enxertia de outra planta de seringueira selecionada pelas suas características de boa produção e qualidade de látex, que irá formar o tronco ou painel; quando a planta atinge o tamanho adequado recebe a enxertia de um clone de seringueira que possui copa resistente ao fungo causador do mal das folhas. Com isso a árvore resultante dessa combinação consegue sobreviver e manter produção nas áreas onde há a presença do fungo Microcyclus ulei. Pró-Rural O Pró-Rural é coordenado pela Secretaria de Produção Rural do Amazonas e conta com a parceria da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (Secti). Os técnicos que irão trabalhar no projeto vão receber tecnologias desenvolvidas em instituições de pesquisa -- como a Embrapa, Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e Instituto Federal do Amazonas (IFAM) -- e terão a missão de tornar essas tecnologias acessíveis aos produtores do interior Estado. Além da borracha, outras linhas temáticas integram o projeto: juta e malva, pecuária sustentável, piscicultura, manejo madeireiro, avicultura, fruticultura e olericultura. Os 62 municípios do Estado serão abrangidos pelo projeto, que possibilitará a geração de renda e a absorção de novas tecnologias, ainda não utilizadas pelos produtores. Fonte: Embrapa Amazônia Ocidental http://florestaemfoco.blogspot.com.br/2013/07/projeto-devera-quadruplicar-producao-de.html


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Braga recebe menção honrosa pelos 10 anos da criação da Fapeam ACS/Eduardo Braga 17 de julho de 2013 Brasília (DF) - O senador Eduardo Braga (AM) se reuniu nesta terça-feira (16) a diretora-presidenta da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Maria Olívia Simão, de quem recebeu diploma de menção honrosa pela contribuição na criação e no funcionamento da entidade, que completou 10 anos neste mês. A comemoração pela criação do Sistema Público Estadual de Ciência e Tecnologia (CT&I) do estado, onde se inclui a Fapeam, instituído durante a gestão de Eduardo Braga à frente do governo do estado (2003-2010), ocorreu no último dia 10. Por conta de compromissos em Brasília, Braga não pôde receber a homenagem em Manaus. Maria Olívia Simão destacou a importância da Fundação nesta década e disse que após a criação da Fapeam aumentou a capacidade do estado em conseguir recursos federais para investimento em CT&I. “Temos a convicção de que só se faz desenvolvimento sustentável com ciência e inovação e esperamos que no futuro possamos manter e aumentar cada vez mais a estrutura que construímos no Amazonas”, disse a diretora-presidenta após a visita ao senador. Fapeam


A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) é responsável pelo fomento das pesquisas básicas e aplicadas no estado. Durante o governo de Eduardo Braga, a Fundação investiu, no período de 2003 a 2009, R$ 188 milhões em desenvolvimento de pesquisas básicas e aplicadas na formação de recursos humanos e em programas de inovações tecnológicas e empreendedorismo, beneficiando mais de 100 instituições públicas e privadas do Amazonas. Desse total, R$ 85 milhões foram executados no pagamento de bolsas para estudantes, a partir da 5ª série do ensino fundamental até o nível de doutorado e pós-doutorado. O aumento contínuo dos investimentos possibilitou o crescimento das ações de CT&I no estado, resultando na oferta de 67 programas de fomento. Contratação de doutores no AM Considerado setor estratégico durante a gestão de Eduardo Braga à frente do governo do Amazonas, o Sistema Estadual de Ciência, Tecnologia, Pesquisa e Informação recebeu, entre 2003 e 2009, incentivos da ordem de R$ 1,39 bilhão. O investimento anual passou de R$ 68,4 milhões, em 2003, para R$ 268,1 milhões, em 2009. Neste mesmo período, o número de doutores formados pelo estado aumentou em quase quatro vezes: foi de 270 doutores, em 2003, para 1.068, em 2009. O mesmo ocorreu com o número de pesquisadores, que passou de 531, no início da gestão de Braga, para 2.321, no fim de 2009. Além disso, por meio da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia, o governo investiu R$ 23,5 milhões em programas, ações e atividades de incentivo, popularização e desenvolvimento da política de ciência e tecnologia, criando novas articulações institucionais dessa Secretaria com as demais políticas públicas do estado. http://pmdb.org.br/noticias/braga-recebe-mencao-honrosa-pelos-10-anos-da-criacao-da-fapeam/


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Braga recebe menção honrosa pelos 10 anos de criação da Fapeam O senador Eduardo Braga (PMDB/AM) se reuniu nesta terça-feira (16) a diretora-presidenta da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Maria Olívia Simão, de quem recebeu diploma de menção honrosa pela contribuição na criação e no funcionamento da entidade, que completou 10 anos neste mês. A comemoração pela criação do Sistema Público Estadual de Ciência e Tecnologia (CT&I ) do estado, onde se inclui a Fapeam, instituído durante a gestão de Eduardo Braga à frente do governo do estado (2003-2010), ocorreu no último dia 10. Por conta de compromissos em Brasília, Braga não pôde receber a homenagem em Manaus. Maria Olívia Simão destacou a importância da Fundação nesta década e disse que após a criação da Fapeam aumentou a capacidade do estado em conseguir recursos federais para investimento em CT&I. "Temos a convicção de que só se faz desenvolvimento sustentável com ciência e inovação e esperamos que no futuro possamos manter e aumentar cada vez mais a estrutura que construímos no Amazonas", disse a diretora-presidenta após a visita ao senador. Fapeam A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) é responsável pelo fomento das pesquisas básicas e aplicadas no estado. Durante o governo de Eduardo Braga, a Fundação investiu, no período de 2003 a 2009, R$ 188 milhões em desenvolvimento de pesquisas básicas e


aplicadas na formação de recursos humanos e em programas de inovações tecnológicas e empreendedorismo, beneficiando mais de 100 instituições públicas e privadas do Amazonas. Desse total, R$ 85 milhões foram executados no pagamento de bolsas para estudantes, a partir da 5ª série do ensino fundamental até o nível de doutorado e pós-doutorado. O aumento contínuo dos investimentos possibilitou o crescimento das ações de CT&I no estado, resultando na oferta de 67 programas de fomento. Contratação de doutores no AM Considerado setor estratégico durante a gestão de Eduardo Braga à frente do governo do Amazonas, o Sistema Estadual de Ciência, Tecnologia, Pesquisa e Informação recebeu, entre 2003 e 2009, incentivos da ordem de R$ 1,39 bilhão. O investimento anual passou de R$ 68,4 milhões, em 2003, para R$ 268,1 milhões, em 2009. Neste mesmo período, o número de doutores formados pelo estado aumentou em quase quatro vezes: foi de 270 doutores, em 2003, para 1.068, em 2009. O mesmo ocorreu com o número de pesquisadores, que passou de 531, no início da gestão de Braga, para 2.321, no fim de 2009. Além disso, por meio da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia, o governo investiu R$ 23,5 milhões em programas, ações e atividades de incentivo, popularização e desenvolvimento da política de ciência e tecnologia, criando novas articulações institucionais dessa Secretaria com as demais políticas públicas do estado. http://coariemdestaque.blogspot.com.br/2013/07/braga-recebe-mencao-honrosa-pelos-10.html


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Cientistas 'silenciam' cromossomo que causa síndrome de Down Resultado foi obtido em cultura de células-tronco, informa a 'Nature'. Método pode ajudar pesquisa de formas de tratamento para sintomas. Em pesquisa publicada na "Nature", nesta quarta-feira (17), cientistas afirmam ter encontrado uma maneira de "silenciar" o cromossomo que provoca a síndrome de Down. Jeanne Lawrence e seus colegas da Escola Médica da Universidade de Massachusetts usaram uma enzima para introduzir um gene RNA chamado XIST em células-tronco derivadas de pessoas portadoras da síndrome. O procedimento foi feito numa cultura de células, em laboratório, e não em pessoas. O XIST "encobriu" o terceiro exemplar do cromossomo 21, cuja existência origina a síndrome de Down, fazendo com que seus genes deixassem de atuar. A existência de três cromossos 21 caracteriza síndrome, também conhecida como "trissomia do cromossomo 21". Ao comparar células com e sem o cromossomo "silenciado", os autores da pesquisa observaram que o XIST ajudou a corrigir padrões incomuns de crescimento e diferenciação observados nas células que têm Down. Esse método pode ajudar a definir as mudanças moleculares envolvidas na síndrome. A pesquisa se baseou em um fenômeno ocorre naturalmente: durante o desenvolvimento do bebê, o XIST "desliga" um dos dois cromossomos X presentes em embriões femininos, garantindo que as


meninas não tenham uma "dose dupla" da ação desses cromossomos. A equipe de Lawrence entrelaçou o XIST sobre uma das três cópias do cromossomo 21 em células de pessoa com Down. Eles também criaram uma “chave” genética que lhes permite ligar e desligar o XIST por meio da aplicação de um antibiótico. Com isso, conseguiram neutralizar a expressão dos genes que se consideram ser causadores de problemas de desenvolvimento associados com a síndrome. Como os cientistas usaram células-tronco pluripotentes, ou seja, que podem se transformar em células de diversos tecidos do corpo, os autores esperam que futuramente serão capazes de estudar em nível celular como a síndrome de Down se manifesta em cada parte do corpo. Com isso, o estudo pode contribuir para o desenvolvimento de tratamentos para os diferentes sintomas degenerativos da síndrome. Um problema da técnica apresentada é que o XIST não silencia por completo o cromossomo 21. Isso pode comprometer os resultados dos estudos que comparam células com e sem o gene “silenciador” ativado. http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/07/cientistas-silenciam-gene-que-causa-sindrome-dedown.html


Veículo: Site – G1.Globo Editoria: Pag: Assunto: Cientistas desenvolvem técnica que recarrega bateria de celular com urina Cita a FAPEAM:

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Cientistas desenvolvem técnica que recarrega bateria de celular com urina Artigo diz que energia é suficiente para enviar SMS e fazer ligação rápida. Pesquisadores querem criar agora bateria com combustível microbiano. Uma equipe de cientistas britânicos afirma ter conseguido desenvolver um mecanismo que permite recarregar parcialmente a bateria de um telefone celular usando apenas urina. Em um artigo publicado pela revista da Real Academia de Química, os cientistas afirmam que já é possível produzir energia elétrica suficiente para enviar mensagens de texto, usar a internet e fazer uma rápida ligação telefônica. De acordo com o artigo, os especialistas agora esperam poder desenvolver a tecnologia das baterias com combustível microbiano que permitam recarregar totalmente um celular. "Utilizar um produto de dejeto como fonte de eletricidade é notável. Estamos muito entusiasmados porque se trata da primeira vez que se consegue isso", afirmou o cientista Ioannis Ieropoulos, que participou nos estudos conjuntos entre as Universidades de Bristol e do Oeste da Inglaterra, além do Laboratório de Robótica de Bristol. "A beleza disso tudo é que não estamos nos apoiando na natureza errática do vento ou do sol: a urina é uma fonte sem fim", afirmou Ieropoulos, especialista em eletricidade microbiana. A tecnologia das baterias de combustível microbiano permite produzir eletricidade diretamente através da degradação da matéria orgânica, abrindo assim o caminho para o desenvolvimento


combustíveis de muito baixo custo e, inclusive, gratuitos, como a urina. Neste caso, a urina permite estimular os micróbios que geram eletricidade. "Fazer uma ligação é a operação que exige mais energia de um telefone celular, mas chegaremos ao ponto em que poderemos carregar a bateria para períodos longos", afirmou Ieropoulos. Veja o vídeo do trabalho científico aqui. http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/07/cientistas-desenvolvem-tecnica-que-recarregabateria-de-celular-com-urina.html


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Pesquisa sobre aleitamento materno é destaque em congresso no Inpa 2013-07-17 - 22:44:12 O resultado do estudo tem o objetivo de determinar o nível de acidez do leite humano Por Eduardo Gomes Pesquisa que destaca a importância do aleitamento materno foi um dos trabalhos apresentados nesta quarta-feira (17) durante o II Congresso de Iniciação Cientifica (Conic) realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI). O objetivo foi avaliar a qualidade do leite humano doado e retirado das mães que é oferecido aos recém-nascidos internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal da maternidade do Instituto da Mulher Dona Lindu, localizada em Manaus (AM). Para a acadêmica do curso de nutrição do Centro Universitário do Norte (UNINORTE) e bolsista do Programa de Iniciação Científica (Pibic) do Inpa, Mariana Cavalcante, o estudo proposto e defendido por ela ajuda a esclarecer uma das principais dúvidas das mães que passam pelo período do aleitamento. “Trabalhei com amostra de 50 mães. De 100% do material analisado, 74% era de gordura. O que acontece muitas vezes nas maternidades é que as mães acreditam que o leite delas é fraco ou não apresenta um bom percentual de gordura”, explicou. Além disso, o resultado do estudo visa determinar o nível de acidez do leite humano ordenhado e utilizado na Maternidade Instituto da Mulher, apontar o valor calórico do leite coletado e oferecido aos recém-nascidos, além de avaliar o estado nutricional das doadoras. Por se tratar de uma pesquisa envolvendo seres humanos, o estudo foi submetido e aprovado pelo Comitê de Ética em


Pesquisa (CEP) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Conhecimento A estudante alerta que com esses resultados é possível que se faça melhores esclarecimentos as mães. “Acredito que precisa ser feito todo um trabalho da equipe médica, assim como de todos os profissionais da saúde para que seja disseminado que o aleitamento materno sem adição de nada consegue suprir as necessidades da criança”, enfatizou. Ainda durante a manhã, o congresso contou com apresentações das áreas de recursos florestais, genética, engenharias e químicas de produtos naturais. O CONIC, que é realizado pelo Inpa, conta com a parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM). O evento ocorrerá até a próxima sexta (19). Confira a programação completa. Foto da chamada Eduardo Gomes http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=2841


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Pesquisa de fitoterápicos no tratamento da leishmaniose é apresentada no II CONIC do Inpa 2013-07-17 - 22:56:42 Os resultados dos trabalhos de iniciação científica serão apresentados até esta sexta-feira (19) Por Fernanda Farias Dando prosseguimento nas apresentações dos trabalhos científicos do II Congresso de Iniciação Científica (Conic) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), os alunos do 5º período do curso de farmácia da Faculdade Literatus (Unicel) apresentaram nesta quarta-feira (17) os resultados de seus estudos, orientados pela pesquisadora responsável pelo Laboratório de Leishmaniose e Chagas do Inpa, Antônia Maria Ramos Franco. O objeto de estudo dos estudantes foi a leishmaniose tegumentar americana, uma doença que ocupa o segundo lugar de doenças causadas por protozoários no Amazonas, ficando atrás apenas da malária. “A leishmaniose ainda é uma doença negligenciada pela sociedade, e seus medicamentos padrões apresentam reações adversas, por isso muitos pacientes acabam desistindo de se tratar”, explicou o estudante Bruno Jansen. Devido aos efeitos colaterais, após uso da medicação padrão, vem sendo realizadas pesquisas que utilizam fitoterápicos no tratamento da leishmaniose, para que os pacientes recebam maior eficácia no seu tratamento com produtos naturais e ainda com menores sintomas desconfortáveis. “Foi possível testar em animais uma solução feita com a folha Caesalpinia férrea, conhecida popularmente como jucá, muito utilizado já como anti-inflamatório, diurético e cicatrizante. E


durante nossa avaliação percebemos que essa solução será, futuramente, um promissor medicamento natural no tratamento da doença”, explicou Jansen. Para a estudante Ângela Barros, devido os resultados promissores é preciso prosseguir os estudos para poder apresentar alternativas de tratamento para população. “Precisamos continuar com as pesquisas para quem sabe no futuro próximo essa solução feita com a planta de Jucá, agregada a algum composto ativo, venha auxiliar ou até mesmo substituir as medicações hoje utilizadas no tratamento da leishmaniose”, enfatizou. Programação Na quinta-feira (18), as apresentações continuam abordando pesquisas nas áreas de ecologia, botânica, zoologia e agronomia. O II Conic é realizado pelo Inpa em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Foto da chamada: Daniel Jordano http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=2842


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Mudanças climáticas é tônica de Congresso de Iniciação Científica Postado em 17/07/2013 Nos últimos 20 anos, 17 foram os mais quentes já registrados. Nos períodos de 1991 a 2000, o nível do Rio Negro se manteve regular com picos de cheia e estiagem dentro do que era esperado. Todavia, nos anos seguintes, as variações ligaram o sinal de alerta, uma vez que medidas elevadas foram registradas tanto no Rio Negro quanto no Solimões. Foi o que explicou o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Adalberto Luis Val, durante o 2º Congresso de Iniciação Científica do Inpa (Conic). Realizado pelo Inpa, o Congresso conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). As declarações de Val, por ocasião da palestra magna ‘Mudanças Climáticas e Peixes de Água Doce’, abriu o evento voltado para estudantes de graduação que irão apresentar trabalhos nas áreas de Ciências Biológicas, Agrárias, Exatas, da Terra, Engenharias, Sociais, Humanas e Aplicadas. As apresentações ocorrem até a próxima sexta-feira (19/07), no Bosque da Ciência. “Gostaria de agradecer a Fapeam e ao CNPq que nos ajudaram nesse processo para que vocês, jovens pesquisadores, possam ter o apoio necessário para seus trabalhos”, disse Val. Durante o Conic, o diretor do Instituto apresentou uma linha do tempo sobre a evolução dos extremos de cheias e secas no Amazonas. Ele disse, por exemplo, que, em 2005, o Lago do Manaquiri se transformou em um córrego, com cerca de oito metros de profundidade. “Na seca de 2005, toneladas de peixes morreram pela falta de oxigênio. Em 2009, tivemos uma


grande cheia que afetou os municípios amazonenses. No ano seguinte, mais um período de seca extremo e, em 2012, uma cheia também acima do esperado para o Estado do Amazonas”, lembrou. MUDANÇAS CLIMÁTICAS E PEIXES AMAZÔNICOS Com base em sua experiência de 30 anos sobre espécies de peixes amazônicos, Val apresentou a atuação situação das mesmas devido às variações climáticas e as intervenções humanas em seus habitats. O pesquisador explicou que onde há desmatamento algumas espécies de peixes, que se alimentam de sementes que caem das árvores, costumam migrar para outros locais em busca de alimento. Outras espécies de pescados, como o tambaqui, têm sofrido com a alta concentração de CO2 na água, conforme Val. Ele explicou que o tambaqui se sente obrigado a procurar oxigênio próximo a superfície ficando, consequentemente, mais exposto à radiação solar. O resultado são alterações no DNA do referido peixe. “Até o transporte de petróleo pelos rios amazônicos oferecem risco de contaminação aos peixes. Algumas pesquisas sobre o assunto sugerem que partículas de petróleo podem ser encontradas no organismo de alguns peixes no Solimões”, alertou. Durante a palestra, o pesquisador disse que as concentrações de oxigênio e carbono, hoje na atmosfera, são semelhantes aos encontrados em períodos mais remotos do planeta. A diferença está em quanto tempo foi preciso para tais fenômenos. No passado foram necessários milhões de anos e, hoje, os níveis aumentaram nos últimos quarenta anos. Fonte: Agência Fapeam http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/07/mudancas-climaticas-e-tonica-de-congresso-deiniciacao-cientifica/


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Projeto da área de Farmácia é primeiro lugar no prêmio BITEC 2012 Postado em 17/07/2013 A pesquisa “Controle de Qualidade Físico-Químico e Microbiológico de Produtos da Água” da aluna Gabriela Amanne Ribeiro, do nono período do curso de Farmácia da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), orientada pelo professor Adley Antonini, líder do grupo de pesquisa Tecnologia Farmacêutica, foi premiada em primeiro lugar na categoria Tecnologia da 3ª edição do Programa de Iniciação Científica e Tecnológica para Micro e Pequenas Empresas (Bitec) 2012. O Programa Bitec consiste na inserção de estudantes de graduação nas empresas, sob a orientação de professores universitários para a execução de projetos que visem à criação e ao aperfeiçoamento de produtos ou serviços. Cada empresa investe um valor mensal para o custeio da pesquisa. O Bitec tem duração de seis meses e é uma parceria entre a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), o Instituto Euvaldo Lodi (IEL/AM), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai/AM), o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/AM) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A pesquisa foi colocada em prática na empresa Pronatus do Amazonas Indústria e Comércio de Produtos Fármaco-Cosméticos e objetivou a otimizar os processos de controle da qualidade de alguns produtos e da água utilizada para fabricar os cosméticos. “Desenvolvo trabalhos voltados às indústrias farmacêuticas e cosméticas regionais e nacionais, assim, achei interessante enviar uma proposta para participar do edital Bitec, pois contemplava a inserção de pesquisadores em empresas para auxiliar nos processos e no desenvolvimento de


produtos”, frisou o coordenador, professor Adley Antonini, que leciona na UFAM as disciplinas Farmacotécnicas, Operações Unitárias e Controle da Qualidade de Medicamentos e Cosméticos, as quais foram pré-requisito para a inscrição no Prêmio Bitec. Segundo a aluna Gabriela Ribeiro, o Programa além de incentivar às pesquisas, estimula o bolsista a aplicar os conteúdos aprendidos na Universidade. “Ter contato com uma indústria mostra o que vamos enfrentar no futuro. Descobri que tenho mais afinidade com o processo de desenvolver novos produtos do que com a produção de linhas existentes. Destaco também a disponibilidade do diretor da Pronatus e professor da Faculdade de Farmácia da UFAM, Evandro Araújo, que se mostrou bastante participativo no desenvolvimento da pesquisa”, disse. METODOLOGIA APLICADA Realizou-se na empresa a análise diária de controle da água potável e da água purificada, o que não era feito anteriormente. Foi utilizado o viscosímetro digital, equipamento que avaliou a viscosidade ideal para três produtos: o xampu, cremes e géis, conforme o parâmetro de qualidade da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O professor Adley Antonini foi premiado com a quantia de R$ 500 reais e a aluna Gabriela Amanne com mil reais, além de ganhar um curso para desenvolvimento de projetos em empresas oferecido pelo IEL. CURSO DE FARMÁCIA DA UFAM ESTÁ ENTRE OS MELHORES NO AM Em 2011, o curso de Farmácia da Ufam obteve o conceito 4 no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), que tem como objetivo acompanhar o processo de aprendizagem e o desempenho acadêmico dos estudantes em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares do respectivo curso de graduação. O conceito máximo é 5. FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS ESCOLHERÁ LOGOTIPO EM CONCURSO CULTURAL Neste ano, a Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) realiza a XI Semana de Farmácia da Ufam, no período de 7 a 9 de agosto. Temas como inovações na área de alimentos, indústrias, análises clínicas e tecnologia farmacêutica serão abordados. Na ocasião, será escolhido o logotipo da FCF, levando em consideração o histórico da unidade acadêmica. Os interessados podem se inscrever no concurso cultural até o dia 20 de julho. O autor do trabalho classificado em primeiro lugar será premiado com menção honrosa e um notebook. O regulamento de participação está disponível no site da Ufam. Fonte: Ufam http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/07/projeto-da-area-de-farmacia-e-contemplado-com-oprimeiro-lugar-no-premio-bitec-2012/


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Bolsistas do Inpa apresentam resultados de pesquisas Postado em 17/07/2013 No segundo dia do II Congresso de Iniciação Científica (Conic) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), realizado na terça-feira (16), bolsistas de iniciação científica apresentaram os resultados de seus trabalhos, nas diversas áreas de pesquisas do Instituto. No Auditório da Ciência, no Inpa, aconteceu as apresentações das pesquisas relacionadas à área de saúde. Os estudantes William Lima, Jackeline Farias e Jackeline Vieira da Faculdade Literatus (UniCel) fazem parte de um subprojeto, em parceria ao projeto “Saúde, nutrição e sobrevivência do homem no contexto amazônico”, do pesquisador do Inpa, Fernando Helio Alencar. Os bolsistas destacaram em suas pesquisas a relação do idoso com o meio em que vivem, em seus vários aspectos, sociais, econômicos e nutricionais. O estudante Wiliam Lima destacou no seu artigo “Ocorrência de anemia em idosos na zona sul de Manaus”, detectou baixo nível de anemia dos idosos, se comparado a literatura anterior, que apresentava níveis maiores de anemia. “Em comparação aos demais estudos consideramos baixo o nível de anemia dos idosos que participaram do estudo. Isso se dá, provavelmente, por causa de programas governamentais voltado para o cuidado da saúde, que fornece um atendimento bom e rápido, pois os resultados dos exames saiam no tempo máximo de 10 minutos”, esclarece Lima. A bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Jackeline vieira, cursa Nutrição na Faculdade Literatus, orientada também pelo pesquisador do Inpa, Fernando Helio Alencar, falou sobre “Avaliação antropométrica dos idosos não institucionalizados residentes na área urbana de Manaus”, que avaliou o estado nutricional dos idosos residentes da zona sul de


Manaus. “Em 2050 a população de idosos irá equiparar a população de jovens aqui no Brasil. E hoje podemos observar que a população de idosos vem crescendo e tendo maior acesso ao conhecimento e com o aperfeiçoamento das vacinas aumentou a expectativa de vida das pessoas”, disse Vieira. A estudante destacou em seu artigo algumas doenças que podem afetar os idosos de Manaus, e de toda região norte, pois segundo sua pesquisa, em 2025, pelo menos 85% da população vai apresentar uma doença crônica degenerativa. “Podemos citar o diabetes mellitus, a hipertensão e o reumatismo como as principais doenças dos idosos daqui da região”, informou. Após as pesquisas realizadas pelos bolsistas foi entregue o resultado da analise dos idosos aos especialistas das Unidade Básica de Saúde (USB) mais próximas de suas residências para os devidos cuidados. As apresentações do II CONIC acontecem até sexta-feira (19). O evento é realizado pelo Inpa em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Fonte: Inpa http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/07/bolsistas-do-inpa-apresentam-resultados-depesquisas/


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Pesquisas mostram os benefícios da parte externa da jabuticaba Postado em 17/07/2013 A equipe chegou à composição de uma farinha e de um extrato da casca da jabuticaba. Foto: Reprodução A equipe chegou à composição de uma farinha e de um extrato da casca da jabuticaba. Foto: Reprodução Rica em antioxidantes, a casca da jabuticaba é objeto de uma série de pesquisas voltadas para a exploração cada vez mais efetiva dos benefícios nutritivos dela. Na Universidade Federal de Lavras (Ufla), no sul de Minas Gerais, uma equipe de pesquisadores do Departamento de Química reforça os estudos sobre o fruto nativo do Brasil com avanços importantes, inclusive uma patente no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). A equipe chegou à composição de uma farinha e de um extrato da casca da jabuticaba que serão usados não apenas como corante, mas também como aditivos para enriquecer alimentos. Até agora, já foram realizados testes com iogurtes e apresuntados, mas já há outros produtos na lista de experimentos. Angelita Duarte Corrêa, professora e integrante do grupo de pesquisas, conta que o detalhamento sobre a composição nutricional da jabuticaba começou há mais de sete anos. “Uma aluna de doutorado fez a caracterização química do fruto e de suas frações (casca, poupa e semente). Constatamos, a partir daí, que a casca era rica em compostos fenólicos, fibras, especialmente as solúveis, e também minerais”, detalha a estudiosa.


Os compostos fenólicos são aqueles que concentram grupos de antioxidantes, responsáveis principalmente pelo combate de radicais livres, agentes no processo de envelhecimento celular. As fibras, por sua vez, auxiliam no trato digestório, sendo que as solúveis atuam na redução do colesterol e na absorção de glicose. Quanto aos minerais, as concentrações mais expressivas registradas foram de ferro, potássio, magnésio e manganês. Fonte: Correio Braziliense http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/07/pesquisas-mostram-os-beneficios-da-parte-externada-jabuticaba/


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Assunto: Computação de DNA chega às células vivas Cita a FAPEAM:

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Computação de DNA chega às células vivas Postado em 17/07/2013 Cientistas eles conseguiram programar as células para que elas reagissem a determinadas entradas biológicas . Foto : Reprodução Cientistas eles conseguiram programar as células para que elas reagissem a determinadas entradas biológicas . Foto : Reprodução Em 2011, uma equipe de cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos Estados Unidos, conseguiu programar células de DNA para realizar cálculos operacionais, de maneira parecida com o que acontece dentro de computadores. No entanto, este método só tinha obtido sucesso dentro de tubos de ensaio. Contudo, dois cientistas da Universidade da Carolina do Norte, chamados James Hemphill e Alexander Deiters, conseguiram levar a Computação de DNA para outro patamar — e estamos falando de trabalhos realizados dentro de células vivas de mamíferos, sem a necessidade de sacrificar o animal ou de levar o material para fora do organismo. Dessa maneira, eles conseguiram programar as células para que elas reagissem a determinadas entradas biológicas — neste caso, são dois microRNAs específicos, que fazem parte do material genético que compõem o DNA. Toda vez que esses elementos “apareciam”, o circuito todo liberava uma molécula fluorescente. PARA QUE ISSO É IMPORTANTE ? Apesar de essa pesquisa parecer pequena e os resultados serem lentos, ela mostra que é possível operar com a Computação de DNA em mamíferos vivos de maneira eficaz, sendo que isso inclui seres humanos. Portanto, as portas para que novos tipos de tratamentos e diagnósticos de doenças


sérias sejam criados estão abertas. Por conta disso, espera-se que uma maneira realmente eficiente de tratar e identificar o câncer, por exemplo, surjam. Uma possibilidade é a de que o resultado da pesquisa de Hemphill e Deiters seja modificado para que o marcador fluorescente identifique células cancerígenas, com o anexo de tratamento específico nessas áreas. Contudo, as possibilidades não se restringem a isso. Tudo o que sabemos é que essa área de atuação da computação está apenas no início — ou seja, somos obrigados a esperar para saber tudo o que pode ser feito dentro das nossas moléculas. Fonte: Inovação Tecnológica http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/07/computacao-de-dna-chega-as-celulas-vivas/


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Descoberta nova forma de carbono Postado em 17/07/2013 Você pode chamar o novo material de nanocarbono, nanografeno, ou simplesmente C80H30. Foto: Nature Chemistry Você pode chamar o novo material de nanocarbono, nanografeno, ou simplesmente C80H30. Foto: Nature Chemistry Químicos das universidades de Boston (EUA) e Nagoya (Japão) descobriram uma nova forma de carbono. Até o final do século passado, as duas únicas formas conhecidas de carbono eram o diamante e o grafite. A descoberta rendeu o Prêmio Nobel de Química de 1996, enquanto a sintetização do grafeno foi premiada com o Prêmio Nobel de Física em 2010. Isso deve estar deixando entusiasmados Katsuaki Kawasumi e seus colegas, que descobriram uma nova forma de carbono que eles ainda não sabem se chamam de nanocarbono ou de nanografeno. Por via das dúvidas, é melhor a notação mais precisa da nova molécula: C80H30. O novo material é composto por vários segmentos idênticos de grafeno fortemente distorcidos, cada um contendo exatamente 80 átomos de carbono unidos em uma rede de 26 anéis, com 30 átomos de hidrogênio decorando as bordas. Como medem pouco mais de um nanômetro de diâmetro, estas moléculas individuais são chamadas genericamente de “nanocarbonos”, ou mais especificamente, neste caso, como “nanografenos grosseiramente deformados”. REFORÇO DO GRAFENO


Desafiando a planaridade do grafeno, o aspecto contorcido dessas moléculas altera as propriedades físicas, ópticas e eletrônicas do nanocarbono, o que o define como um novo material. Por exemplo, as moléculas de nanografeno são altamente solúveis, muito mais do que o grafeno. “E os dois diferem significativamente na cor também. Medições eletroquímicas revelaram que os nanografenos planares e contorcidos são igualmente oxidáveis, mas o nanografeno contorcido é muito mais difícil de reduzir,” disse o Dr. Lawrence Scott, membro da equipe que descobriu a nova forma de carbono. Este novo material tem tudo para ampliar ainda mais as potencialidades do grafeno, já que é uma demonstração clara de que as interessantes propriedades eletrônicas e ópticas das folhas planas de carbono podem ser modificadas de maneira previsível através da síntese química. Se os cientistas puderem, por exemplo, controlar o grau de distorção das folhas de grafeno variando o número de anéis na molécula, isso permitirá o desenvolvimento de segmentos de grafeno com propriedades precisamente controladas, o que seria muito útil para a fabricação de componentes optoeletrônicos. Fonte: Inovação Tecnológica http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/07/descoberta-nova-forma-de-carbono/


Veículo: Site – Portal do Governo do Estado do Amazonas

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Assunto: Escola estadual apresentará na SBPC pomada cicatrizante feita a partir de enzima de mamão Cita a FAPEAM: ✘

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Escola estadual apresentará na SBPC pomada cicatrizante feita a partir de enzima de mamão 16:36 - 17/07/2013 A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) vai representar o Amazonas na 65ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), com projeto de pesquisa para produção de pomada cicatrizante a partir de uma enzima extraída do mamão e com o Exame Supletivo Eletrônico, pioneiro no País. A reunião da SBPC, será realizada de 21 a 26 de julho, no campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Recife (PE). Nesta edição o tema será “Ciência para o Novo Brasil”. A reunião é um espaço de difusão dos avanços da ciência nas diversas áreas do conhecimento e um fórum de debates de políticas públicas para a ciência e tecnologia. O projeto para produzir uma pomada para queimaduras foi elaborado na escola estadual Ondina de Paula Ribeiro, localizada na rua Jorge Bivagua, no bairro Japiim, zona centro-sul. Segundo a professora que conduz o trabalho como pesquisadora voluntária, Valéria Andrade, a ideia de estudar os efeitos fitoterápicos do mamão partiu dos próprios alunos da unidade de escolar. Formada em Farmácia e Química, Valéria, aceitou o desafio dos alunos, e inscreveu o projeto no Programa Ciência na Escola (PCE). “Iniciamos com pesquisas bibliográficas e encontramos estudos que apontavam mesmo as potencialidades de uma enzima (Papaína) encontrada no mamão na reorganização de células do tecido humano”, conta a professora.


Com a ajuda voluntária de pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), a professora e os alunos avançaram na pesquisa, que hoje se encontra em fase de testes fitoquímicos. “Estamos fazendo a análise para identificarmos a concentração exata para ser aplicada em seres humanos”, explica Valéria. A pesquisadora acredita que até o final deste ano a pesquisa esteja concluída. Gel - No decorrer dos estudos, Valéria disse que o grupo viu que além da pomada, é possível também produzir o remédio em forma de gel. “Até facilita o tratamento (o uso em gel), pois a pomada, dependendo da gravidade da queimadura, pode causar desconforto ao paciente, por alguma dificuldade de removê-la durante a limpeza do ferimento. O gel não teria esse problema”, disse a professora. Valéria disse que os programas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapeam) e a ação da Seduc de manter as escolas informadas sobre os projetos facilitam muito o desenvolvimento de pesquisas dentro das escolas. O PCE é um programa do Governo do Amazonas realizado pela Fapeam, em parceria com a Seduc, Secretaria Municipal de Educação (Semed) e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). O trabalho incentiva o desenvolvimento de projetos de pesquisas em escolas públicas com a oferta de recursos financeiros e bolsas a alunos e professores do ensino fundamental e médio. Supletivo Eletrônico também será apresentado – A Seduc foi convidada para apresentar na 65ª Reunião Anual SBPC o Exame Supletivo Eletrônico, prova aplicada a jovens e adultos para fins de conclusão do ensino fundamental ou médio, com o uso de computador. O Exame Supletivo Eletrônico foi criado em 2009. Atualmente, uma média de 230 pessoas realiza as provas, diariamente. Conforme registro de atendimento 112.913 candidatos já se cadastraram para participar da prova desde o ano da criação do projeto. O Amazonas é pioneiro nesse tipo de prova, e a ideia tem chamado a atenção de outros Estados, conta a gerente de Educação de Jovens e Adultos, Tereza Praia. “Recebemos visitas de outros estados, e alguns já começaram implantar programas similares em suas secretarias de Educação”, afirma a gerente. Com o objetivo de ampliar o atendimento, uma vez por mês, a Seduc tem levado a aplicação do exame supletivo para laboratórios de escolas localizadas em todas as zonas geográficas de Manaus. O programa utilizado para aplicar as provas eletrônicas (on-line ou off-line) foi desenvolvido pela empresa de Processamento de Dados Amazonas S/A (Prodam), que recebeu prêmios nacionais e internacionais pelo produto, dentre os quais: “Prêmio E-GOV 2011” recebido em Recife na Categoria e-serviços públicos; Prêmio “CONIP 2012”, recebido em São Paulo na categoria Serviços Públicos e Prêmio “TI & Governo 2012/2013”, recebido também em São Paulo na Categoria Serviços públicos. No dia-a-dia, as provas são aplicadas em um laboratório com 34 computadores na sede da Seduc, localizada na avenida Waldomiro Lustoza, 250, no bairro Japiim. No exame eletrônico on-line, o resultado da prova do candidato é processado em tempo real pela Prodam e enviado ao banco de dados da Seduc. Já no exame eletrônico offline, que é o aplicado no


interior, por conta das limitações de Internet, os dados são armazenados e levados até a Prodam, em Manaus, para só então serem inseridos no sistema da Seduc. Por meio do Exame Supletivo Eletrônico, a Seduc oferece aos candidatos provas para disciplinas do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano) e do ensino médio. Cada prova de uma disciplina contém 20 questões, com três alternativas de resposta cada uma. O candidato tem 50 minutos para realizar o exame e fica sabendo na tela do próprio computador se foi aprovado. Segundo Tereza Praia, a Seduc prepara novas instalações que permitirão ampliar o laboratório existente na sede da secretaria e construir um novo. “Concluído esse trabalho, cada laboratório terá 61 computadores”, conta a gerente. Tereza Praia disse que o projeto hoje está consolidado. “Um exemplo é a fase de inscrição dessas ações que realizamos nas escolas em Manaus. As inscrições abrem às 8h e, devido a procura, quase sempre ao meio-dia as vagas estão esgotadas”, disse a gerente. “Em janeiro, o site mais acessado na secretaria não foi o da matrícula, foi o do exame”, completou Tereza. O site na Internet para inscrição e agendamento das provas do Exame Supletivo Eletrônico é examesupletivo.seduc.am.gov.br. De 5 a 9 de agosto, estará aberto o período de inscrição para a realização do exame no Centro de Educação de Tempo Integral (Ceti) Elisa Bessa Freire, (avenida Itaúba, s/nº bairro Jorge Teixeira, zona leste). SBPC – A SBPC é realizada desde 1948, com a participação de representantes de sociedades científicas, autoridades e gestores do sistema nacional de ciência e tecnologia. A programação científica da SBPC é, geralmente, composta por conferências, simpósios, mesas-redondas, encontros, sessões especiais, minicursos e sessões de pôsteres. Acontecem também, durante a Reunião Anual, eventos paralelos, como a SBPC Jovem (programação voltada para estudantes do ensino básico), a ExpoT&C (mostra de ciência e tecnologia) e a SBPC Cultural (apresentação de atividades artísticas regionais e discussões sobre temas relacionados à cultura). A cada ano, a reunião da SBPC é realizada em um estado brasileiro, sempre em universidade pública. O evento reúne cientistas, professores e estudantes de todos os níveis, profissionais liberais e visitantes. Em 2009, a SBPC foi realizada em Manaus e recebeu a inscrição de 6.215 pessoas. http://www.amazonas.am.gov.br/2013/07/escola-estadual-apresentara-na-sbpc-pomada-cicatrizantefeita-a-partir-de-enzima-de-mamao/


Veículo: Site – Blog do Marcos Santos Editoria: Pag: Assunto: Pomada cicatrizante formulada a partir de enzima de mamão será apresentada por escola estadual em encontro da SBPC Cita a FAPEAM: ✘

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Pomada cicatrizante formulada a partir de enzima de mamão será apresentada por escola estadual em encontro da SBPC Postado em 17/07/2013 - 19:01 A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) vai representar o Amazonas na 65ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) com projeto de pesquisa para produção de pomada cicatrizante a partir de uma enzima extraída do mamão e com o Exame Supletivo Eletrônico, pioneiro no País. A reunião anual da SBPC será realizada de 21 a 26 de julho de 2013, no campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Recife (PE). Nesta edição o tema será “Ciência para o Novo Brasil”. A reunião é um espaço de difusão dos avanços da ciência nas diversas áreas do conhecimento e um fórum de debates de políticas públicas para a ciência e tecnologia. O projeto para produzir uma pomada para tratar ferimentos causados por queimaduras foi elaborado na escola estadual Ondina de Paula Ribeiro, localizada à rua Jorge Bivagua, no bairro Japiim, Zona Centro-Sul de Manaus. Segundo a professora que conduz o trabalho, Valéria Andrade, a ideia de estudar os efeitos fitoterápicos do mamão partiu dos próprios alunos da unidade de escolar. Formada em Farmácia e Química, Valéria aceitou o desafio dos alunos, e inscreveu o projeto no Programa Ciência na Escola (PCE). “Iniciamos com pesquisas bibliográficas e encontramos estudos que apontavam mesmo as potencialidades de uma enzima (Papaína) encontrada no mamão na reorganização de células do tecido humano”, conta a professora.


Com a ajuda voluntária de pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), a professora e os alunos avançaram na pesquisa, que hoje se encontra em fase de testes fitoquímicos. “Estamos fazendo a análise para identificarmos a concentração exata para ser aplicada em seres humanos”, explica Valéria. A pesquisadora acredita que até o final deste ano a pesquisa esteja concluída. No decorrer dos estudos, Valéria disse que o grupo viu que além da pomada, é possível também produzir o remédio em forma de gel. “Até facilita o tratamento (o uso em gel), pois a pomada, dependendo da gravidade da queimadura, pode causar desconforto ao paciente, por alguma dificuldade de removê-la durante a limpeza do ferimento. O gel não teria esse problema”, disse a professora. Atualmente, Valéria é professora de nível superior, em uma faculdade particular de Manaus. Por conta disso, ela agora atua na pesquisa como pesquisadora voluntária. Segundo a educadora, durante o período em que lecionou em escolas públicas, sempre procurou trabalhar em laboratórios e aproximar seus alunos da prática. “Se o professor é capacitado para usar laboratório e tem disposição para usar metodologias que aproximem a prática da teoria, ele tem mais é que explorar isso. Foi o que eu fiz. Fica muito melhor o trabalho e melhora significativamente a compreensão do conteúdo pelos alunos”, ensina a professora. Valéria disse que os programas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapeam) e a ação da Seduc de manter as escolas informadas sobre os projetos facilitam muito o desenvolvimento de pesquisas dentro das escolas. “Hoje melhorou bastante trabalhar com pesquisa”, elogiou a professora. O PCE é um programa do Governo do Amazonas realizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapeam), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Secretaria Municipal de Educação (Semed) e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). O trabalho incentiva o desenvolvimento de projetos de pesquisas em escolas públicas com a oferta de recursos financeiros e bolsas a alunos e professores do ensino fundamental e médio. Allan Marques Moreira, de 18 anos, estudante de Administração, era aluno de Valéria quando o projeto iniciou na escola Ondina de Paula Ribeiro. O jovem conta que sempre gostou de Química. E lembra o quanto ele e outros colegas ficaram empolgados em participar da pesquisa com mamão. “Eu amo Química, e a professora conseguiu reunir todo mundo e começamos preparar o laboratório da escola para a gente estudar. No início, achei a proposta do projeto um pouco ousada. Mas quando conheci melhor, vi que era um estudo muito importante”, lembra Allan. O universitário afirma que apesar de cursar Administração, não esquece da paixão que tem pela Química. Por isso, se mantém como pesquisador voluntário do projeto. A participação de Valéria e Allan na 65ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) é custeada pela Seduc. Supletivo Eletrônico também será apresentado A Seduc foi convidada para apresentar na 65ª Reunião Anual SBPC o Exame Supletivo Eletrônico, o “Provão”, como é conhecida a prova aplicada a jovens e adultos para fins de conclusão do ensino fundamental ou médio, com o uso de computador.


O Amazonas é pioneiro nesse tipo de prova, e a ideia tem chamado a atenção de outros Estados, conta a gerente de Educação de Jovens e Adultos, Tereza Praia. “Recebemos visitas de outros estados, e alguns já começaram implantar programas similares em suas secretarias de Educação”, afirma a gerente. O programa utilizado para aplicar as provas eletrônicas (online ou offline) foi desenvolvido pela empresa de Processamento de Dados Amazonas S/A (Prodam), que recebeu prêmios nacionais e internacionais pelo produto, dentre os quais: “Prêmio E-GOV 2011” recebido em Recife na Categoria e-serviços públicos; Prêmio “CONIP 2012”, recebido em São Paulo na categoria Serviços Públicos e Prêmio “TI & Governo 2012/2013”, recebido também em São Paulo na Categoria Serviços públicos. O Exame Supletivo Eletrônico foi criado em 2009. Atualmente, uma média de 230 pessoas realiza as provas, diariamente. Conforme registro de atendimento 112.913 candidatos já se cadastraram para participar da prova desde o ano da criação do projeto. Com o objetivo de ampliar o atendimento, uma vez por mês, a Seduc tem levado a aplicação do provão para laboratórios de escolas localizadas em todas as zonas geográficas de Manaus. No dia-a-dia, as provas são aplicadas em um laboratório com 34 computadores na sede da Seduc, localizada na avenida Waldomiro Lustoza, 250, no bairro Japiim. Segundo Tereza Praia, as ações de descentralizar a aplicação do provão iniciaram na gestão do atual secretário de Educação, Rossieli Soares da Silva. “Esse ano, no mês de janeiro, a Seduc realizou uma ação que levou o provão para 70 escolas, 10 em cada Coordenadoria Distrital de Educação. O trabalho alcançou 16 mil pessoas, durante a manhã, tarde e noite”, contou Tereza Praia. O mesmo trabalho tem sido realizado no interior do Estado, disse a gerente. No provão eletrônico online, o resultado da prova do candidato é processado em tempo real pela Prodam e enviado ao banco de dados da Seduc. Já no provão eletrônico offline, que é o aplicado no interior, por conta das limitações de Internet, os dados são armazenados e levados até a Prodam, em Manaus, para só então serem inseridos no sistema da Seduc. Por meio do Exame Supletivo Eletrônico, a Seduc oferece aos candidatos provas para disciplinas do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano) e do ensino médio. Cada prova de uma disciplina contém 20 questões, com três alternativas de resposta cada uma. O candidato tem 50 minutos para realizar o exame e fica sabendo na tela do próprio computador se foi aprovado. Segundo Tereza Praia, a Seduc prepara novas instalações que permitirão ampliar o laboratório existente na sede da secretaria e construir um novo. “Concluído esse trabalho, cada laboratório terá 61 computadores”, conta a gerente. Tereza Praia disse que o projeto hoje está consolidado. “Um exemplo é a fase de inscrição dessas ações que realizamos nas escolas em Manaus. As inscrições abrem às 8h e, devido a procura, quase sempre ao meio-dia as vagas estão esgotadas”, disse a gerente. “Para se ter ideia, em janeiro, o site


mais acessado na secretaria não foi o da matrícula, foi o do provão”, completou Tereza. O site na Internet para inscrição e agendamento das provas do Exame Supletivo Eletrônico é examesupletivo.seduc.am.gov.br. De 5 a 9 de agosto, estará aberto o período de inscrição para a realização do exame no Ceti Elisa Bessa Freire, na Zona Leste de Manaus. SBPC A SBPC é realizada desde 1948, com a participação de representantes de sociedades científicas, autoridades e gestores do sistema nacional de ciência e tecnologia. A programação científica da SBPC é, geralmente, composta por conferências, simpósios, mesasredondas, encontros, sessões especiais, minicursos e sessões de pôsteres. Acontecem também, durante a Reunião Anual, eventos paralelos, como a SBPC Jovem (programação voltada para estudantes do ensino básico), a ExpoT&C (mostra de ciência e tecnologia) e a SBPC Cultural (apresentação de atividades artísticas regionais e discussões sobre temas relacionados à cultura). A cada ano, a Reunião Anual da SBPC é realizada em um estado brasileiro, sempre em universidade pública. O evento reúne milhares de pessoas – cientistas, professores e estudantes de todos os níveis, profissionais liberais e visitantes. Em 2009, a SBPC foi realizada em Manaus e recebeu a inscrição de 6.215 pessoas. http://www.blogmarcossantos.com.br/2013/07/17/pomada-cicatrizante-formulada-a-partir-deenzima-de-mamao-sera-apresentada-por-escola-estadual-em-encontro-da-sbpc/


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Chamadas para o programa de bolsas Ciência sem Fronteiras seguem até o dia 19 O programa do governo Ciências sem Fronteiras, que concede bolsas de estudo para estudantes que queiram fazer intercâmbio no exterior, segue com inscrições abertas para as chamadas para graduação sanduíche em Austrália, Canadá, Coreia do Sul, Finlândia e Reino Unido até a próxima sexta-feira, dia 19 de julho. A chamada para graduação sanduíche na Nova Zelândia fica aberta até o próximo dia 26 e a seleção para outros países, como Áustria, Irlanda e Suécia, deve ser aberta em breve. Para se candidatar às bolsas de graduação sanduíche, o estudante precisa preencher o formulário de inscrição no site do programa (http://www.cienciasemfronteiras.gov.br) e deve ter alcançado a nota mínima de 600 no ENEM, além de ter realizado o teste depois de 2009. Em alguns casos, a aceitação prévia da universidade no exterior é pré-requisito para a solicitação da bolsa de estudos e pode ser obtida via contato do candidato com a instituição ou através dos parceiros do Ciência sem Fronteiras no país. O programa, iniciativa dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC), oferece oportunidade de intercâmbio para graduação, doutorado e pósdoutorado em diversos cursos, mas principalmente para estudantes e pesquisadores das áreas de engenharia, biologia e tecnologias da informação.


O CsF busca consolidar e expandir a ciência, a tecnologia e a competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional e prevê a utilização de 101 mil bolsas em quatro anos, sendo que 75 mil deverão ser financiadas com recursos do governo federal e as outras 26 mil, concedidas com recursos da iniciativa privada, segundo o site do programa. Fonte: Portal Uol | Via Jornal da Ciência http://www.confap.org.br/chamadas-para-o-programa-de-bolsas-ciencia-sem-fronteiras-seguem-ateo-dia-19/


Veículo: Site – Confap Editoria: Pag: Assunto: Representantes das Fundações de Amparo à Pesquisa do país se reúnem com a Capes Cita a FAPEAM:

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Representantes das Fundações de Amparo à Pesquisa do país se reúnem com a Capes “Nossa intenção é interagir cada vez mais com quem está na ponta do sistema de ciência, tecnologia e inovação no país”. Foi com esse objetivo que o presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Almeida Guimarães, abriu a reunião da agência com representantes de 22 fundações de amparo à pesquisa (FAPs) de todo o Brasil. O encontro ocorreu na última terça-feira (16) na sede da Capes em Brasília. Hoje a Capes mantem acordos firmados com 19 Fundações de todo o Brasil. As modalidades de apoio se dão em formas de bolsas de estudo, da iniciação científica ao pós-doutorado, e recursos de custeio e capital. O investimento total desses acordos é da ordem de R$ 760 milhões. Jorge Guimarães destacou a importância desses órgãos no desenvolvimento científico do país. “As FAPs são um grande instrumento para potencializar a ciência e tecnologia no Brasil. O número e o alcance das nossas fundações é fator inédito em qualquer país em desenvolvimento semelhante ao nosso. Agora, queremos aumentar nossas articulações com todos os Estados e assim avançar mais”, definiu. Durante o encontro foi assinada uma portaria para instituir o Programa de Apoio e Parceria da Capes com as Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa – Programa Capes/FAP. Para o coordenador-geral de Programas Estratégicos da Capes, Manoel Santana, trata-se de um avanço significativo. “Hoje estamos institucionalizando nossa parceria com as FAPs. É um grande passo


pois a partir de agora essa cooperação passa a ser uma ação de Estado, não apenas de governo, o que garante recursos, representa um apoio mais estável e cria procedimentos padronizados”, concluiu. Na próxima semana acontece reunião do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) na Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) em Recife. Fonte: Assessoria de Comunicação da Capes. Fotos Guilherme Feijó – CCS/Capes http://www.confap.org.br/representantes-das-fundacoes-de-amparo-a-pesquisa-do-pais-se-reunemcom-a-capes/


Veículo: Site – Consecti Editoria: Assunto:Companhias novatas terão mais recursos do BNDES Cita a FAPEAM:

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Companhias novatas terão mais recursos do BNDES O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai lançar neste ano dois novos fundos Criatec, de investimento em capital semente, que têm como alvos empresas emergentes consideradas inovadoras. Com patrimônio total de R$ 340 milhões no mínimo, os novos fundos serão direcionados a companhias novatas de biotecnologia, saúde e agronegócio. O primeiro fundo Criatec foi criado pelo BNDES em 2007, sendo gerido por um consórcio de prestadores de serviços formado pela Antera Gestão de Recursos e pelo Grupo Instituto Inovação. Pelo fato de as empresas de tecnologia da informação (TI) já receberem atenção dos investidores anjos, que ingressam nas fases iniciais de negócio, e das empresas de capital de risco, os alvos dos novos fundos são empresas dos demais setores da economia, disse ao Valor o gerente da área de capital empreendedor do BNDES, Filipe Borsato. A previsão é que o Criatec 2, com patrimônio de R$ 170 milhões, comece a investir neste ano. O início dos aportes do Criatec 3, de mesmo patrimônio mínimo, está programado para 2014. Cada fundo investirá em pelo menos 36 empresas, pré-operacionais ou não, com faturamento anual de até R$ 10 milhões. Vinte e cinco por cento dos recursos serão destinados a empresas com faturamento de até R$ 2,5 milhões. O BNDES será o principal cotista dos fundos, que também contarão com recursos de bancos de fomento regionais. O gestor nacional do Criatec 2 será a Ícone Investimentos, responsável por escolher as empresas investidas. A expectativa é que o gestor do Criatec 3 seja selecionado ainda neste ano. “Verificamos que ainda existe no Brasil demanda reprimida por capital semente”, disse Borsato. “O banco tem hoje um esforço maior em trabalhar a média empresa e a inovação. O Criatec tenta quebrar a barreira existente entre a academia e o mercado”, afirmou o gerente do BNDES. No


Brasil, disse ele, apesar do grande número de estudos acadêmicos, há poucas patentes registradas. O primeiro fundo Criatec, com patrimônio de R$ 100 milhões, está concluindo a fase de investimentos. Com prazo de 10 anos, o fundo investiu em 36 empresas – quatro já saíram do portfólio: três foram vendidas ao controlador, após discordâncias de gerenciamento, e uma foi adquirida por outra companhia. O BNDES não informa o retorno do investimento. Até o momento, os investimentos do Criatec 1 geraram mais de 20 patentes em biotecnologia, agronegócio, eletrônica e TI. Oitenta por cento desse patrimônio é do BNDES. “A nossa participação é grande porque temos dificuldade em encontrar investidores para nos acompanhar, dados os riscos e as dificuldades de investir em empresas nascentes”, disse Borsato. No Criatec 1, cada empresa recebeu R$ 1,5 milhão na primeira etapa de investimentos, montante que poderia chegar a R$ 5 milhões nas demais fases. Nos fundos dois e três, a primeira rodada será de R$ 2,5 milhões, podendo chegar a R$ 6 milhões. No primeiro fundo, houve empresas que receberam aportes de outros investidores, como a Geofusion, de sistemas de geolocalização, que recebeu recursos da Intel Capital, braço de investimentos da fabricante de chip Intel. Uma das empresas que recebeu recursos do Criatec foi a Nanovetores, companhia com sede em Florianópolis (SC) e desenvolvedora de insumos industriais de alta tecnologia para os setores cosmético, alimentício, odontológico e veterinário. Criada em 2008, a empresa recebeu R$ 1,5 milhão do fundo em janeiro de 2012, e usou os recursos nas áreas de produção e distribuição, segundo o presidente da empresa, Ricardo Henrique Ramos. Após o aporte, a produção passou dos 200 quilos de insumo industrial em 2011 para 1,2 mil quilos no ano passado, com a perspectiva de atingir 17 mil quilos ao fim de 2013. O movimento teve fortes reflexos no faturamento da empresa, que saltou de R$ 100 mil em 2011 para R$ 700 mil no ano seguinte. “Nossa expectativa é atingir R$ 4 milhões em vendas neste ano”, disse Ramos. Agora, a Nanovetores está em negociação com o Criatec 2 para novo aporte, que pode chegar a R$ 5 milhões. “Os recursos são de suma importância para uma empresa como a nossa, que tem como característica ser de base tecnológica, pequena, conduzida por empreendedores, normalmente com poucos funcionários”, afirmou. Outra empresa que recebeu recursos do Criatec 1 foi a BUG, de produtos de controle biológico contra pragas agrícolas. Com sede em Piracicaba (SP), a companhia obteve uma receita de R$ 3 milhões em 2012 e espera atingir R$ 4,5 milhões neste ano, disse Francisco Jardim, gestor regional do Criatec em São Paulo. “É um setor relativamente novo [o de controle biológico], e substitui produtos agroquímicos”, afirmou. Fonte: Valor Econômico http://www.consecti.org.br/destaques/companhias-novatas-terao-mais-recursos-do-bndes/


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Assunto:Bolsistas apresentam resultado de pesquisas em congresso do Inpa Cita a FAPEAM: ✘

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Bolsistas apresentam resultado de pesquisas em congresso do Inpa 17/07/2013 - 17:55 No segundo dia do 2º Congresso de Iniciação Científica (Conic) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), realizado nesta terça-feira (16), bolsistas apresentaram os resultados de seus trabalhos nas diversas áreas de pesquisas do instituto. No Auditório da Ciência, no Inpa, foram apresentadas as pesquisas da área de saúde. Os estudantes William Lima, Jackeline Farias e Jackeline Vieira, da Faculdade Literatus (UniCel), fazem parte de um subprojeto, em parceria ao projeto Saúde, nutrição e sobrevivência do homem no contexto amazônico, do pesquisador do Inpa Fernando Helio Alencar. Os bolsistas de iniciação científica destacaram em suas pesquisas a relação do idoso com o meio em que vivem, em seus aspectos sociais, econômicos e nutricionais. No artigo “Ocorrência de anemia em idosos na zona sul de Manaus”, o estudante Wiliam Lima detectou baixa incidência da doença, se comparado à literatura anterior. “Isso se dá, provavelmente, por causa de programas governamentais voltados ao cuidado da saúde, que fornecem um atendimento bom e rápido, pois os resultados dos exames saíam no tempo máximo de dez minutos”, explicou Lima. A bolsista Jackeline Vieira, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), falou sobre “Avaliação antropométrica dos idosos não institucionalizados residentes na área urbana de Manaus”.


“Em 2050 a população de idosos irá se equiparar à população de jovens aqui no Brasil. A população de idosos vem crescendo e tendo maior acesso ao conhecimento, e com o aperfeiçoamento das vacinas aumentou a expectativa de vida das pessoas”, disse Jackeline, que cursa Nutrição na Faculdade Literatus, orientada também por Fernando Helio Alencar, do Inpa. O resultado da análise foi entregue a especialistas de unidades básicas de Saúde (UBSs) para os devidos cuidados. As apresentações do 2º Conic seguem até sexta-feira (19). O evento é realizado pelo Inpa em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) e a Fapeam. Texto: Fernanda Farias – Ascom do Inpa http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/348041/Bolsistas_apresentam_resultado_de_pesqui sas_em_congresso_do_Inpa.html


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Assunto:Ibict lança cartilha para identificação digital de publicações científicas Cita a FAPEAM:

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Ibict lança cartilha para identificação digital de publicações científicas 17/07/2013 - 17:10 O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict/MCTI) lançou a cartilha de Atribuição de Identificadores Digitais para Publicações Científicas (DOI). O objetivo é disseminar e facilitar a adesão ao Digital Object Identifier (DOI) como identificador eletrônico para auxiliar a localização, recuperação e referências cruzadas de artigos. Com isso, o instituto busca fortalecer a comunicação científica com a oferta de informações aos editores que utilizam a ferramenta Seer e já aderiram ou vão aderir ao uso do DOI. A cartilha está disponível no Portal do Livro Aberto. Resulta de parceria entre Ibict, CrossRef e Associação Brasileira de Editores Científicos (Abec). De autoria de Ronnie Fagundes de Brito, Mariana Giubertti Guedes e Milton Shintaku, é mais uma realização da Coordenação Geral de Pesquisa e Manutenção de Produtos Consolidados do instituto. A publicação foi lançada no 25º Congresso Brasileiro de Biblioteconomia (CBBD), realizado de 7 a 10 de julho em Florianópolis. Texto: Ascom do Ibict http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/348032/Ibict_lanca_cartilha_para_identificacao_dig ital_de_publicacoes_cientificas.html


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Assunto:CNPq lança Prêmio Jovem Cientista na UnB Cita a FAPEAM:

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CNPq lança Prêmio Jovem Cientista na UnB 17/07/2013 - 15:09 O diretor de Engenharia, Ciências Exatas, Humanas e Sociais do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), Guilherme Sales Melo, participou nesta terça-feira (16), do lançamento regional do Prêmio Jovem Cientista (PJC), na Universidade de Brasília (UnB). O tema definido para a edição 2013 é "Água: desafios da sociedade". A meta da iniciativa é detalhar a premiação ao seu público alvo visando incentivar a maior participação e esclarecer dúvidas relacionadas às inscrições e projetos. Em sua apresentação, Melo lembrou que o primeiro premiado do Jovem Cientista era estudante da universidade. "O estreante no CNPq foi Henrique Malvar, ex-aluno da UnB. Hoje, ele é o cientistachefe da Microsoft", informou. "Se serve de estímulo, é o empenho de vocês que determinará o futuro. Uma das funções do prêmio é estimular essa perspectiva no estudante." Segundo dados apresentados pelo diretor, o Distrito Federal já teve seis ganhadores do Jovem Cientista, sendo quatro da UnB. Ao final da apresentação, o diretor falou sobre os programas de fomento à pesquisa e outras iniciativas do CNPq, com destaque para o Curriculum Lattes. "Recentemente, a organização equivalente ao CNPq na Alemanha veio nos consultar sobre o funcionamento, para construir uma ferramenta semelhante em seu país", comentou. O decano de Pesquisa e Pós-Graduação da UnB, Jaime Martins Santana, esteve presente na abertura do evento e lembrou que a universidade já tem um grupo na engenharia civil que estuda problemas relacionados à água. "Queremos chamar a atenção dos alunos da instituição para as necessidades brasileiras. Ainda lembramos do desastre de Caruaru [PE], onde 80 pessoas morreram durante o tratamento de hemodiálise, por conta da qualidade da água. O Brasil é um dos maiores reservatórios


naturais do planeta. Precisamos nos envolver e criar alternativas", disse. Testemunho Primeiro lugar na categoria Graduado, em 2001, o professor e ex-aluno Gilberto Lacerda Santos deu seu depoimento aos estudantes. "Submeti meu projeto sobre metodologia de engenharia de sistemas, que é utilizado até hoje, logo após voltar de um período de estudos no exterior. Esta premiação foi muito importante, pois angariou frutos no início da carreira", ressaltou. "Até hoje recebo convites por conta do Jovem Cientista", informou Santos, que lidera um grupo de pesquisadores brasileiros e estrangeiros, envolvidos no desenvolvimento de sistemas educativos. O professor Oscar de Moraes Cordeiro Netto, doutor em ciências e técnicas ambientais, foi convidado a falar sobre os desafios nacionais em relação ao tema. Ele pontuou a situação dos recursos hídricos atualmente. "A América do Sul concentra em média, grande parte da água potável do mundo. Cerca de 12% da água doce utilizável circula no Brasil, o que nos dá uma responsabilidade enorme", disse. "Neste cenário, ainda devemos considerar que a esfera da Região Norte concentra as bacias do Amazonas e Tocantins/Araguaia. Grande parte da água está localizada onde o número populacional do país é menor. Não é só a quantidade que conta, e sim, a relação da disponibilidade de água por habitante", destacou. Texto: Ascom do CNPq http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/348029/CNPq_lanca_Premio_Jovem_Cientista_na_ UnB.html


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São Paulo sedia o 1º Seminário de Incentivo à Inovação, Pesquisa e Desenvolvimento Qua, 17 de Julho de 2013 18:19 O 1º Seminário Nacional de Incentivo à Inovação, Pesquisa e Desenvolvimento ocorre nesta quintafeira (18), no hotel WTC Sheraton, em São Paulo. No encontro estarão especialistas do País e do mundo, discutindo o uso estruturado dos recursos público e privado em prol da inovação e os impactos na economia brasileira. O objetivo é esclarecer dúvidas sobre a Lei de Incentivo à Inovação e demonstrar que o investimento em pesquisa e desenvolvimento não é um processo burocrático. Haverá ainda orientação sobre quais são as áreas com grande potencial de retorno, apresentação de cases bemsucedidos de grandes empresas, entre outros. Dois grandes paineis – Financiamento da Inovação e Negócios da Inovação – terão como palestrante o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Glauco Arbix; do superintendente da Área de Projetos Estratégicos, Luiz Martins de Melo; e o diretor da Fundação Certi, Carlos Alberto Schneider. (Agência Gestão CT&I com informações da Finep) http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4229:sao-paulosedia-o-1o-seminario-de-incentivo-a-inovacao-pesquisa-e-desenvolvimento&catid=1:latest-news


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Grupo sela acordo para tramitação mais rápida da PEC da Inovação Qua, 17 de Julho de 2013 18:25 Escrito por Leandro Duarte A presidência da Câmara dos Deputados deu sinal verde para a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que dará segurança jurídica ao novo marco legal da ciência, tecnologia e inovação do Brasil. A PEC é de autoria da deputada Margarida Salomão (PT-MG) com relatoria do deputado Izalci Lucas (PSDB-DF). Encontro reuniu parlamentares e comunidade científica. Crédito: Rodolfo StuckertEncontro reuniu parlamentares e comunidade científica. Crédito: Rodolfo StuckertNesta terça-feira (16), a comissão especial que analisa o Projeto de Lei (PL) N° 2.177/2011 se reuniu com os presidentes da Câmara Federal, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Décio Lima (PT-SC), para agilizar a tramitação da PEC. “Assim que recebermos a proposta, em 15 dias aprovaremos a sua constitucionalidade”, explicou Décio Lima. Os parlamentares da comissão especial correm para coletar as 171 assinaturas para que o projeto seja criado oficialmente. Após este processo, a PEC é enviada para a presidência da Câmara, que a despachará para a CCJ. Com receio de que a burocracia atrapalhe o trâmite da medida, o relator do PL 2.177, o deputado Sibá Machado (PT-AC), solicitou que a comissão especial da PEC seja formada pelos mesmos membros do grupo que discute a proposta com alterações do marco legal da ciência, tecnologia e inovação (CT&I).


De acordo com o relator, existirão situações em que o PL 2.177 precisará de respaldo da Constituição. “Por isso precisamos de pressa. Essa proposta é para pavimentar e tirar qualquer dúvida que possa ser colocada”, afirmou Sibá. Paralelo à PEC, tramitarão outras ferramentas para regular as atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D). Serão pelo menos um Regime Diferenciado de Contratação (RDC), um projeto de lei para tratar sobre o acesso à biodiversidade e o próprio PL 2.177. O governo estuda ainda enviar uma proposta para tratar sobre as fundações de apoio à pesquisa das universidades. O deputado Sibá Machado acredita que a PEC tramitará rapidamente. “Ela será aprovada em agosto. Será uma PEC-relâmpago”, garantiu. Presente nos encontros desta terça-feira (16), a comunidade científica destacou a importância de se alterar o marco legal da inovação. “Esse é um tema suprapartidário. Nenhum país se desenvolve sem o pilar da CT&I, que é o suporte do desenvolvimento social e econômico. É urgente para o Brasil”, avaliou o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), Mário Borges Neto. Tramitação Com as 171 assinaturas e aprovação da CCJ, a PEC será analisa por uma comissão especial. O grupo terá até 40 sessões no plenário para ler o parecer final. A proposta precisa ser aprovada em dois turnos na Câmara e dois no Senado. http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4232:grupo-selaacordo-para-tramitacao-mais-rapida-da-pec-da-inovacao&catid=1:latest-news


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23. Palestra "Peixes da Amazônia e Mudanças climáticas" inicia ll Congresso de Iniciação Científica do Inpa O programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do Inpa forma mão-de-obra e gera aperfeiçoamento a jovens cientistas Começou nesta segunda-feira (15) o II Congresso de Iniciação Científica (CONIC) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI). O evento, que tem como objetivo promover a troca de conhecimento e experiências nas áreas de Ciência, Tecnologia e Inovação, contou com a palestram de abertura do diretor e pesquisador Adalberto Val, "Peixes da Amazônia e mudanças climáticas". Val destacou o processo evolutivo de algumas espécies de peixes, que já experimentaram níveis altos de gás carbônico (CO2) e baixa de oxigênio (O2). "É provável que essas espécies tenham conservado em seu genoma adaptações para sobreviverem hoje, isso é importante porque as variações estão acontecendo numa grande velocidade, e por isso é necessário irmos além dos fatores climáticos nas pesquisas, é preciso considerar a história evolutiva e adaptativa das espécies e também considerar as condições ambientais regionais, além de assumir a distribuição espacial das espécies estudadas", explicou. A pesquisa é realizada pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT), Centro de Estudos de Adaptações da Biota Aquática da Amazônia (Adapta), e do Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular (LEEM) do Inpa e visa analisar os efeitos das condições ambientais a partir das


previsões do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) para 2100. Val destacou ainda a importância das pesquisas sobre peixes na região. "A história evolutiva dos peixes, incluindo as estratégias para enfrentar os constrangimentos ambientais e biológicos vividos no passado, está escondida no DNA dos animais que estão nos rios e lagos de hoje". Cooperação pela água A palestra deu início a uma semana de atividades que ocorrem até a próxima sexta-feira (19).. Além da direção do Inpa participaram da solenidade de abertura a coordenadora de Capacitação do Instituto e coordenadora Institucional do Pibic/Inpa, Beatriz Ronchi Telles; representando a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Edilson de Souza Soares, e representando oConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Paulo pimenta. O II CONIC, este ano com o tema "Ano internacional de cooperação pela água", título baseado no assunto que a Organização das Nações Unidas (ONU) estabelece como tema do ano, traz trabalhos produzidos por alunos e orientadores de diversas áreas de pesquisas do Programa de Iniciação Científica (Pibic) do Inpa. "A Iniciação Científica é um instrumento de apoio teórico e metodológico à realização de um projeto científico que contribua na formação profissional do estudante e tem a finalidade de despertar vocação científica e incentivar talentos potenciais entre estudantes universitários, mediante participação em projeto de pesquisa, orientados por pesquisador qualificado", disse. Confira a programação completa. (Assessoria de Comunicação do Inpa) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=88197


Veículo: Site – Jornal Brasil Editoria: Assunto:Minuto Ciência está aberto a inscrições até 30 de agosto Cita a FAPEAM:

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Minuto Ciência está aberto a inscrições até 30 de agosto 18/07/2013 Quinta-Feira, Dia 18 de Julho de 2013 as 10 O Minuto Ciência 2013, realizado pelo Festival do Minuto com apoio da FAPESP, está aberto a inscrições até o dia 30 de agosto. São oferecidos três prêmios de R$ 2 mil aos autores dos melhores trabalhos e um prêmio especial de R$ 4 mil, além de um troféu, para o vencedor, que será escolhido por voto popular ao final do concurso. A premiação será conferida pelos organizadores. Vários candidatos já enviaram vídeos, que www.festivaldominuto.com.br/contests/326?locale=pt-BR.

podem

ser

assistidos

em

O objetivo da iniciativa é despertar a curiosidade e incentivar o interesse em ciência na população. Podem ser inscritos vídeos com temas científicos em todas as áreas do conhecimento e em qualquer formato: de filmes de animação a vídeos feitos com câmeras digitais, celulares ou iPad. Para aumentar o interesse sobre o tema tanto em quem produz como em quem assiste aos filmes do festival, a proposta é dar espaço a trabalhos que retratem diferentes visões do que é ciência, ajudando a modificar a forma estereotipada com que muitos ainda a veem. Em 2012, quando o festival propôs aos participantes retratar em apenas um minuto diferentes maneiras de ver a Ciência, surgiram ideias criativas, traduzidas em imagens instigantes, de gravações em vídeo a animações mais elaboradas.


Na primeira edição do festival com o tema Ciência participaram professores e estudantes do ensino médio, universitários, pós-graduandos e pesquisadores, que expressaram, com recursos variados, diferentes percepções sobre o tema proposto. Ao todo, o Minuto Ciência 2012 teve 264 vídeos concorrentes, dos quais 87 competiram na categoria “Minuto na Escola Ciência”, voltada para alunos do ensino fundamental e médio, matriculados em escolas públicas estaduais de São Paulo. Em 2012 a categoria “Minuto Ciência”, direcionada ao público em geral, recebeu 177 inscrições. Após serem vistos pela curadoria, os vídeos selecionados ficam disponíveis no site do festival. Para José Arana Varela, diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da FAPESP, a missão da Fundação é apoiar tanto a produção da ciência – e a pesquisa de modo geral –, como a sua divulgação para o público, o que justifica o apoio ao concurso. “O campo da ciência oferece espaço para a criatividade e o uso de diferentes mídias é muito propício para a sua divulgação, sobretudo aos mais jovens, que podem ter em festivais como esse um estímulo para a busca de soluções para diferentes questões. O festival do Minuto Ciência pode inspirar não apenas o surgimento de novos cineastas, mas também de novos cientistas”, disse. Mais informações: www.festivaldominuto.com.br. http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=95424&nome=Minuto%20Ci %EAncia%20est%E1%20aberto%20a%20inscri%E7%F5es%20at%E9%2030%20de%20agosto


Veículo: Site – CNPq Editoria: Assunto:INCTs apresentarão projetos de pesquisa na SBPC Cita a FAPEAM:

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Data: 18/07/2013

INCTs apresentarão projetos de pesquisa na SBPC 18 Jul 2013 09:16:00 -0300 Os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) contarão com um estande do programa coordenado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), destinado à apresentação dos projetos na 65° Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. O público da Expotec poderá conhecer, por meio de protótipos, publicações e vídeos, as pesquisas desenvolvidos pelos institutos que representarão o Programa INCT na SBPC. O INCT de Tecnologias Analíticas Avançadas terá duas atividades interativas. A Instrumentação Analítica apresentará de forma didática e simples, os teores de açúcar inseridos em diversas bebidas, como caldo de cana-de-açúcar e refrigerantes. A segunda atividade denominada Contaminantes Emergentes fará a demonstração de um programa que fornece conhecimentos básicos sobre uma nova classe de contaminante, que requer maior atenção no processo de tratamento de água utilizada pela população. O INCT de Ciências dos Materiais em Nanotecnologia lançará um jogo educativo voltado para a prática da alimentação saudável destinado às crianças. Os visitantes do estande poderão conhecer os jogos desenvolvidos pelo projeto Ludo Educativo. Outros dois projetos do instituto ligados à nanotecnologia e novos produtos de cosméticos também estarão disponíveis no estande. Já o INCT de Inclusão no Ensino Superior e na Pesquisa levará projetos como o Encontro de Saberes, que tem como meta propiciar um espaço de experimentação pedagógica e epistêmica capaz de inspirar resgates de saberes e inovações, beneficiando a todos os envolvidos, estudantes, mestres e professores.


Atividades desenvolvidas pelos grupos de trabalho Robôs Táticos para Ambientes Internos, Veículos Terrestres Autônomos, Sistemas Aéreos Não-Tripulados, Aplicações Integradoras e Veículos Aquáticos, serão apresentados na Expotec pelo INCT em Sistema Embarcados Críticos. O espaço do INCT de Nanodispositivos Semicondutores contará com um vídeo do infra-vermelho desenvolvido em seu projeto de pesquisa, além de um kit experimental que permite interação com o público. Um vídeo institucional e o equipamento de detecção de CO2, compõem o espaço destinado ao instituto. Iniciativas produzidas e confeccionadas a partir dos levantamentos efetuados junto à biodiversidade e bioprospecção pelo INCT da Biodiversidade Amazônica, como filmes, livros e guias de identificação impressos e virtuais, estarão disponíveis ao público no estande do programa. Uma exposição de novos fungos (espécies de cogumelos) destinados à composição de pratos sofisticados na alta gastronomia, completa o rol de projetos do instituto. O INCT de Investigação em Imunologia exibirá um curta-metragem de cinco minutos sobre o desenvolvimento da vacina contra febre reumática, atualmente, na fase de ensaios clínicos com humanos. Inserido nas atividades, o jogo de tabuleiro Rota da Pesquisa possibilita aos visitantes competir em um percurso composto por projetos científicos. Já os representantes do INCT de Arqueologia, Paleontologia e Ambiente do Semi Árido farão demonstrações de atividades desenvolvidas em seu cotidiano, como os procedimentos aplicados na investigação de vestígios arqueológicos. Alguns vestígios serão exibidos para o público. Coordenação de Comunicação Social do CNPq http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/-/journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/1135 177


Veículo: Jornal – Diário do Amazonas Editoria: Sociedades Assunto:Alunos do Amazonas desenvolvem remédio Cita a FAPEAM: ✘

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Veículo: Jornal – Jornal do Commercio Editoria:Negócios Assunto:Empresas amazonenses são destaque de reunião Cita a FAPEAM: ✘

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Veículo: Jornal – Jornal do Commercio Editoria:Negócios Assunto:CBA vai virar empresa público – privada Cita a FAPEAM:

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Veículo: Jornal – Jornal do Commercio Assunto:Embrapa tem banco de sementes Cita a FAPEAM:

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Veículo: Jornal – A Crítica Editoria:Bem viver Assunto: Revisitando ''Berna'' Livro relata vida e obra da artista Cita a FAPEAM: ✘

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CLIPPING FAPEAM - 18.07.2013