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Veículo: Site – UEA Editoria: Pag: Assunto: Projeto para construção de veículo de competição recebe patrocínio de empresa do PIM Cita a FAPEAM: ✘

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Projeto para construção de veículo de competição recebe patrocínio de empresa do PIM O projeto Mini-BAJA, desenvolvido por estudantes de engenharias da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), receberá patrocínio formal da empresa do Polo Industrial de Manaus do setor de duas rodas, a Yamaha. O mini-BAJA, veículo projetado por 23 acadêmicos, será desenvolvido para participar de competições off-road (fora de estrada). O patrocínio da empresa Yamaha acontecerá em forma de parceria para a doação de peças utilizadas na construção do veículo, bem como a utilização dos laboratórios de metrologia e usinagem por parte dos acadêmicos. Além disso, Os alunos participantes do projeto também receberão cursos para o aperfeiçoamento na construção do veículo. De acordo com o aluno do curso de Engenharia Mecânica e capitão da equipe BAJA-UEA, Flávio Barrozo, a intenção também é fazer a integração com os participantes do projeto. “A parceria visa à fabricação de peças e também uso de laboratórios. Oito alunos já fizeram integração dentro da empresa e foram disponibilizados três engenheiros para nos fornecer orientações”, afirmou ele. Segundo Barrozo, o contrato com a empresa Yamaha deve ser firmado ainda no mês de setembro. “Eles solicitaram uma carta assinada pelo reitor para que o contrato de patrocínio fosse firmado. A empresa já fez outras parcerias com a UEA, e por isso foram bem receptivos. Além disso, também vamos procurar firmar parcerias com empresas de outros setores para a construção do carro”, disse. O projeto Mini-BAJA iniciou em 2012, a partir da submissão da proposta junto à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). “O projeto permanecerá para os próximos alunos, para que eles dêem continuidade às ações desenvolvidas. Para competição, o carro tem a


vida útil em torno de dois anos, mas para uso cotidiano, ele pode durar de 15 a 20 anos, além de servir como experimento para análises em aulas”, destacou. A partir do mês de outubro, a equipe do projeto começará a trabalhar na construção do carro, com serviços de montagem e soldagem. O mini-BAJA está sendo construído para participar da 20ª edição do desafio lançado pela SAE Brasil (Society of Automotive Engineers), filiada à SAE Internacional. Desde 2003, a disputa é realizada em Piracicaba (SP). Em 2013, 81 equipes de 68 Instituições de Ensino Superior de 17 estados brasileiros e Distrito Federal (DF) se inscreveram para a disputa. Na competição, entre as provas estáticas e dinâmicas estão avaliações de projeto, testes de tração, aceleração, velocidade máxima e o esperado enduro de resistência, que tem quatro horas de duração e é feito em pista de terra de condições severas. Apoio O projeto conta com a participação de 23 alunos dos cursos de Engenharia Mecânica, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia Elétrica e Engenharia de Produção, sob a orientação do professor Eduardo Rafael Barreda. A maior parte dos recursos é oriunda de financiamento da Fapeam, destinados ao custeio da infraestrutura necessária para o processo de montagem do miniBAJA. Por Vanessa Brito. http://www2.uea.edu.br/noticia.php?notId=28066


Veículo: Site – UEA Editoria: Pag: Assunto: Encontro é oportunidade para ampliar mercado de bionegócios Cita a FAPEAM: ✘

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Encontro é oportunidade para ampliar mercado de bionegócios O Encontro de Bionegócios Amazonas-França será uma excelente oportunidade para empreendedores locais mostrarem seus produtos e discutirem inovações que podem melhorar os processos fabris e ampliar mercados. A opinião é do empresário Jorge Alberto da Silva, da Bombons Finos da Amazônia. O evento promovido pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI-AM), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado Amazonas (Fapeam) e Embaixada da França no Brasil, será realizado amanhã, 12, de 8h30 às 17h, no Salão Boto Vermelho, no Hotel Quality Manaus, localizado no bairro Adrianópolis. Participam do Encontro empresários e investidores do ramo de bionegócios, gestores de ciência, tecnologia e inovação de instituições do Estado e da França, além de pesquisadores e estudantes de biotecnologia. Segundo Jorge Alberto, o grande diferencial dos produtos fabricados na região é a utilização de insumos da Amazônia. “Utilizamos produtos regionais não só na produção, mas também nas embalagens artesanais”, justifica, lembrando que sua empresa usa material de artesãos de Manaus, área ribeirinha e de 11 etnias indígenas. O evento tem como objetivos contribuir para o crescimento do setor de bionegócios no Estado e promover a interação entre empreendedores, investidores e pesquisadores na área de biotecnologia


aplicada à produção de fármacos, cosméticos e alimentos. Programação Durante o evento também serão apresentadas estratégias e ações de pesquisa e desenvolvimento (P&D) de empresas locais e de instituições francesas. A programação também inclui palestras e painéis sobre biotecnologia, inovação tecnológica e competitividade do mercado mundial de biocosméticos, biofármacos e de alimentos. SiON Na oportunidade, os governos estaduais do Amazonas e do Acre assinam um Acordo de Cooperação Técnica para ampliar a divulgação sobre o fomento e o apoio às atividades de ciência, tecnologia e inovação. A cooperação consiste na cessão de informações pela SECTI-AM à Secretaria de Ciência e Tecnologia do Acre (Sect-AC) para a criação de uma base de dados pelo governo do Acre, semelhante ao Sistema de Indicadores Online de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SiON-AM). O SiON-AM recentemente sofreu alterações com a inserção de novas ferramentas para dar mais transparência e ampliar o número de indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I). O sistema é gerenciado pela SECTI-AM, financiado pela Fapeam e desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Bombons finos da Amazônia A empresa está no mercado há mais de 10 anos. Sua especialidade são bombons e trufas com recheio de frutas regionais, dentre essas cupuaçu, castanha-da-amazônia, açaí etc. Seus produtos são embalados com material orgânico que tem como base casca frutos, sementes e resíduos de madeira. Inscrições As inscrições para o evento podem ser feitas pelo telefone (92) 4009-8110 ou pelo e-mail dat@secti.am.gov.br. As vagas são limitadas. O Encontro de Bionegócios Amazonas França conta ainda com o apoio do Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) e do Institut de Recherche pour le Développement (IRD) – Instituto Francês de Pesquisa para o Desenvolvimento. CIÊNCIAemPAUTA, por Marlúcia Seixas http://www2.uea.edu.br/noticia.php?notId=28070


Veículo: Site – Tn Sustentavel Editoria: Assunto: Abertas as inscrições para o 4º Ciência na Serra Cita a FAPEAM: ✘

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Abertas as inscrições para o 4º Ciência na Serra Data: 11/09/2013 09:40 Por De Redação TN/Fapeam De acordo com o coordenador do evento, o professor Jackson Pantoja, o encontro tem como proposta principal popularizar a Ciência entre os amazonenses. Ele explicou que é preciso mostrar que ela não pode ser tão complexa quanto parece. A programação faz parte da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que acontece no período de 21 a 27 de outubro, cujo tema é ‘Ciência, Saúde e Esporte’. O evento é voltado para um público variado, que vai desde a comunidade em geral até estudantes de nível médio e superior. “Esperamos sensibilizar os estudantes do Ifam, de escolas municipais e estaduais, além de professores de todos os níveis de ensino”, pontuou. Programação O 4º Ciência na Serra acontece no auditório do Ifam e na Praça da Vitória, em Presidente Figueiredo, com uma vasta programação. Entre as atividades programadas, estão: palestras; apresentação de projetos dos bolsistas do Programa de Iniciação Científica (Paic); exposição de banners, oficina do projeto Química na Praça e Casa da Física (Ufam); além da promoção de atividades físicas ao ar livre com os professores de Educação Física do Ifam; avaliação física e nutricional da população; competição esportiva e o momento cultural com apresentação da banda


do Ifam. Sobre o apoio da FAPEAM, o coordenador ressaltou que a instituição desenvolve um papel essencial no processo de popularização e valorização da ciência no Amazonas. Ele salientou que o Edital POP CT&I veio responder aos anseios das instituições de ensino e pesquisa do interior do Estado. “Faltavam recursos para organizar eventos de grande porte para a divulgação da ciência para o público menos assistido de oportunidades”, finalizou. Sobre o POP CT&I O Programa tem como objetivo financiar a produção e distribuição de materiais educativos de CT&I e a realização de eventos de popularização da ciência, prioritariamente no interior do Estado do Amazonas durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). Sobre SNCT A SNCT é realizada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). No Amazonas, é coordenada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti/AM), com o apoio da FAPEAM, com o objetivo de estimular e promover atividades voltadas para a popularização da ciência por meio da divulgação científica e tecnológica em todo o País.O tema da SNCT foi escolhido em virtude dos eventos esportivos previstos para acontecer no Brasil, como a Copa do Mundo (2014), Jogos Olímpicos (2016) e Jogos Paraolímpicos (2016). http://www.tnsustentavel.com.br/noticia/9143/abertas-as-inscricoes-para-o-4-ciencia-na-serra


Veículo: Site – Amazonas Notícias Editoria: Pag: Assunto: Encontro Amazonas-França é oportunidade para ampliar mercado de bionegócios Cita a FAPEAM: ✘

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Encontro Amazonas-França é oportunidade para ampliar mercado de bionegócios Publicado: Quarta, 11 Setembro 2013 18:42 O Encontro de Bionegócios Amazonas-França será uma excelente oportunidade para empreendedores locais mostrarem seus produtos e discutirem inovações que podem melhorar os processos fabris e ampliar mercados. A opinião é do empresário Jorge Alberto da Silva, da Bombons Finos da Amazônia. O evento promovido pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-AM), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado Amazonas (Fapeam) e Embaixada da França no Brasil, será realizado nesta quinta-feira, 12 de setembro, das 8h30 às 17h, no Salão Boto Vermelho, no Hotel Quality Manaus, localizado no bairro Adrianópolis, zona centro-sul. Participam do encontro empresários e investidores do ramo de bionegócios, gestores de ciência, tecnologia e inovação de instituições do Estado e da França, além de pesquisadores e estudantes de biotecnologia. Segundo Jorge Alberto, o grande diferencial dos produtos fabricados na região é a utilização de insumos da Amazônia. “Utilizamos produtos regionais não só na produção, mas também nas embalagens artesanais”, justifica, lembrando que sua empresa usa material de artesãos de Manaus,


área ribeirinha e de 11 etnias indígenas. O evento tem como objetivos contribuir para o crescimento do setor de bionegócios no Estado e promover a interação entre empreendedores, investidores e pesquisadores na área de biotecnologia aplicada à produção de fármacos, cosméticos e alimentos. Programação - Durante o evento também serão apresentadas estratégias e ações de pesquisa e desenvolvimento (P&D) de empresas locais e de instituições francesas. A programação também inclui palestras e painéis sobre biotecnologia, inovação tecnológica e competitividade do mercado mundial de biocosméticos, biofármacos e de alimentos. Confira aqui a programação. SiON Na oportunidade, os governos estaduais do Amazonas e do Acre assinam Acordo de Cooperação Técnica para ampliar a divulgação sobre o fomento e o apoio às atividades de ciência, tecnologia e inovação. A cooperação consiste na cessão de informações pela SECTI-AM à Secretaria de Ciência e Tecnologia do Acre (Sect-AC) para a criação de uma base de dados pelo governo do Acre, semelhante ao Sistema de Indicadores Online de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SiON-AM). O SiON-AM recentemente sofreu alterações com a inserção de novas ferramentas para dar mais transparência e ampliar o número de indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I). O sistema é gerenciado pela SECTI-AM, financiado pela Fapeam e desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Bombons Finos da Amazônia - A empresa está no mercado há mais de 10 anos. Sua especialidade são bombons e trufas com recheio de frutas regionais, dentre essas cupuaçu, castanha-da-amazônia, açaí etc. Seus produtos são embalados com material orgânico que tem como base casca frutos, sementes e resíduos de madeira. Inscrições - As inscrições para o evento podem ser feitas pelo telefone (92) 4009-8110 ou pelo email dat@secti.am.gov.br. As vagas são limitadas. O Encontro de Bionegócios Amazonas França conta ainda com o apoio do Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) e do Institut de Recherche pour le Développement (IRD) – Instituto Francês de Pesquisa para o Desenvolvimento. http://www.amazonasnoticias.com.br/not%C3%ADcias/3808-encontro-amazonas-fran%C3%A7a%C3%A9-oportunidade-para-ampliar-mercado-de-bioneg%C3%B3cios.html


Veículo: Site – Ifam Editoria: Pag: Assunto: Fapeam realiza lançamento do Programa de financiamento de pequenas empresas no Campus Manaus Centro Cita a FAPEAM: ✘

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Fapeam realiza lançamento do Programa de financiamento de pequenas empresas no Campus Manaus Centro 11/09/2013 - A Incubadora de Empresas (AYTY) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (IFAM) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), realizarão no IFAM Campus Manaus Centro, o Lançamento do Programa de Subvenção Econômica à inovação Tecnológica em Microempresas e empresas de pequeno porte no Estado do Amazonas (TECNOVA/AM), afim de apresentar o edital do programa para seleção de propostas empresariais para subvenção econômica à pesquisa e desenvolvimento de processos e/ou produtos inovadores. Em vista da ampliação e o adensamento das atividades de inovação no universo empresarial brasileiro, o evento ocorrerá no dia 13 de setembro, às 16h, no Auditório Jorge Alberto Furtado, e é destinado a empreendedores e comunidade em geral. Sobre o Programa: O TECNOVA/AM visa apoiar projetos de inovação que envolvam significativo risco tecnológico, associado a oportunidades de mercado, buscando o desenvolvimento de produtos (bens ou serviços) e/ou processos inovadores que sejam novos ou significativamente aprimorados (pelo menos para o mercado nacional) para o desenvolvimento dos setores econômicos considerados estratégicos nas políticas públicas federais e aderentes à política pública de inovação do estado do Amazonas, promovendo um significativo aumento das atividades de inovação e o incremento da competitividade das empresas.


As oportunidades de mercado são para os seguintes temas: Petróleo e gás; Energias alternativas; Tecnologias da Informação e comunicação – TIC’s; Construção Naval; Biotecnologia; biofármacos e biocosméticos; Produtos e serviços ambientais; Produtos alimentícios com insumos amazônicos; e Produtos florestais madeireiros e não madeireiros. Confira o edital aqui Clique aqui e veja o banner do evento http://www.ifam.edu.br/portal/component/content/article/3-noticias-reitoria/1982-fapeam-realizalancamento-do-programa-de-financiamento-de-pequenas-empresas-no-campus-manaus-centro-


Veículo: Site – UEA Editoria: Pag: Assunto: Confira o resultado da seleção de empresas para a Incubadora da UEA Cita a FAPEAM: ✘

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Confira o resultado da seleção de empresas para a Incubadora da UEA A Agência de Inovação da UEA divulga, nesta quarta-feira (11), o resultado da seleção das empresas para a Incubadora da Universidade (IN-UEA). No total, seis empresas foram classificadas nas categorias Associada e Hotel de Projetos e receberão apoio financeiro e estrutural, assessoria técnica, auxílio na captação de recursos e de mercado, consultorias e treinamento. As empresas classificadas atendem ao quantitativo de vagas estabelecido no edital. Já as empresas selecionadas serão chamadas conforme o surgimento de vagas para a modalidade hotel de projetos. As cinco vagas restantes para as modalidades Associadas e as outras quatro para Residentes também serão preenchidas a medida que houverem interessados e que sejam avaliados, conforme prevê o edital em vigor, até o limite estabelecido no mesmo. O resultado está disponível no link abaixo. Sobre a Incubadora A IN-UEA é a primeira incubadora de empresas da instituição e vai oferecer suporte técnico, financeiro e estrutural para 15 projetos de empresários e empresas de base tecnológica que atuem com ações de inovação. A incubadora atenderá empresas e projetos mistos, que tratem tanto de desenvolvimento tecnológico, quanto para o comércio em geral, que poderão ficar incubadas por até três anos. A incubadora da UEA conta com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e apoio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SectiAM). http://www2.uea.edu.br/noticia.php?notId=28064


Veículo: Site – G1.Globo Editoria: Pag: Assunto: Butantan começa a substituir roedores por peixes em pesquisas Cita a FAPEAM:

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Butantan começa a substituir roedores por peixes em pesquisas Paulistinha, ou zebrafish, passará a servir como modelo experimental. Em outros países, espécie já faz parte de estudos há mais de 30 anos. O peixe paulistinha, ou zebrafish, já é utilizado há 30 anos como modelo experimental ao redor do mundo, substituindo os roedores. No Brasil, o uso dessa alternativa ainda é raro. Agora, pesquisadores do Laboratório Especial de Toxinologia Aplicada (Leta), do Instituto Butantan, preparam-se para introduzir a prática em áreas como imunologia e farmacologia. Segundo a pesquisadora Mônica Lopes Ferreira, do Leta, mundialmente, cerca de 2 mil artigos publicados anualmente utilizam o paulistinha como modelo experimental. No Brasil, esse índice é de apenas 40 artigos por ano. “Pouquíssimos brasileiros estão usando essa técnica, estamos atrasados em relação ao mundo”, afirma. O peixe pode substituir camundongos ou ratos na maioria dos estudos, segundo Mônica. “O único limite é que, como o camundongo vem sendo usado há muito tempo, temos muitos reagentes específicos para camundongos”, diz a pesquisadora. Além disso, algumas pesquisas demandam a coleta de sangue em maior quantidade, por exemplo, situações nas quais os roedores ainda são os mais indicados. Entre as vantagens do uso do peixe está o custo. Se a manutenção de um camundongo custa, em média, R$ 8, o preço cai para R$ 0,50 com o zebrafish. Além disso, o ciclo de vida do peixe é mais rápido, o que também acelera as pesquisas. Imagine que


o pesquisador queira, por exemplo, avaliar o efeito de determinada substância na reprodução do animal. O processo que poderia demorar até três meses com o camundongo pode levar apenas 72 horas com o peixe. É possível também trabalhar com o paulistinha sem sacrificá-lo, já que seu corpo transparente permite que as estruturas internas sejam observadas sem que seja necessário cortá-lo. O projeto para introduzir o peixe nas pesquisas do Instituto Butantan começou há um ano. Mônica visitou laboratórios da Universidade do Chile, da Universidade de Lisboa e da PUC do Rio Grande do Sul, que já têm experiência com a técnica. Com o apoio da Fapesp, seu laboratório já comprou e instalou os equipamentos necessários para a criação do paulistinha. Em seis meses, os peixes começarão a ser utilizados nas pesquisas do Leta. A ideia é que, em breve, o laboratório estabeleça parcerias com outros centros do Instituto Butantan e até de outras instituições para trocar experiências sobre pesquisas com o zebrafish. Mas os mais tradicionais camundongos ainda não vão se "aposentar". Segundo Mônica, o uso do zebrafish será um complemento ao uso dos roedores, mas não pretende substituí-los totalmente. Parecidos com o homem Para os leigos, pode parecer que os peixes estão muito mais distantes do homem do que os roedores. Mas a diferença não é tão grande. Mônica conta que o sequenciamento genômico dos camundongos revela que eles têm 80% de genes em comum com o homem. Já os peixes paulistinhas têm 70% de semelhança. “Somos muito parecidos. O que eu testar no zebrafish, posso transpor para o humano, guardadas as devidas limitações que são as mesmas em relação aos camundongos”, diz a pesquisadora. http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/09/butantan-comeca-substituir-roedores-porpeixes-em-pesquisas.html


Veículo: Site – G1.Globo Editoria: Pag: Assunto: Ciência busca causa de colapso das colônias de abelha no mundo Cita a FAPEAM:

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Ciência busca causa de colapso das colônias de abelha no mundo Uma das possibilidades é que pesticida esteja matando as abelhas. Diminuição das abelhas pode ter forte impacto no cultivo de frutas. Mesmo após anos de intensa pesquisa, os cientistas ainda não conseguiram determinar o que está matando as abelhas ao redor do mundo, segundo um relatório apresentado nesta terça-feira (10) na reunião anual da Sociedade Química Americana. "Deixando de lado que são os primos das abelhas - vespas, marimbondos e besouros - os responsáveis pela maioria das picadas, nós deveríamos nos preocupar mais com as abelhas", disse o professor de entomologia da Universidade Técnica da Virgínia, Richard Fell, em sua apresentação durante a reunião em Indianápolis, nos Estados Unidos. "Alguns cálculos estimam o valor das abelhas na polinização dos cultivos de frutas e outros vegetais em quase US$ 15 bilhões por ano", acrescentou. Sem as abelhas para fazer a polinização, os frutos não se desenvolvem e 'isso terá um enorme impacto sobre os consumidores, já que afeta o preço de alguns dos alimentos mais saudáveis e desejados', continuou. Os agricultores usam as abelhas para polinizar mais de 100 tipos de cultivos de frutas e vegetais e o fazem através da instalação de colmeias de abelhas nos campos quando as plantas estão prontas para a polinização.


O maior impacto da diminuição da população de abelhas será sentido nas fazendas que produzem cultivos que necessitam da polinização, como as amêndoas. Fell afirmou que a diminuição das populações de abelhas nos Estados Unidos e em outros países acontece devido a uma condição denominada de "transtorno de colapso das colônias". Apesar de as abelhas terem experimentado uma melhora nos últimos anos, alguma coisa continua matando uma em cada três por ano. "Há bastante informação errada na imprensa popular sobre a decadência das colônias, especialmente no que se refere aos pesticidas", disse Fell. "É importante enfatizar que não conhecemos as causas da decadência das colônias e que, provavelmente, são vários os fatores envolvidos", explicou. Algumas das teorias mais aceitas sobre a razão da decadência das colmeias mencionam o uso de certos pesticidas, a presença de parasitas, doenças e a nutrição geral das colmeias. Os apicultores defendem a suspensão do uso de certos neonicotinoides, um tipo de inseticida que alguns consideram como a causa principal da destruição das colônias. Entretanto, Fell disse ser prematuro afirmar que este é o motivo da decadência das abelhas: a Agência de Proteção Ambiental dos EUA estudou recentemente a situação e não encontrou provas científicas de que os neonicotinoides causam problemas graves nas colônias de abelhas. http://g1.globo.com/natureza/noticia/2013/09/ciencia-busca-causa-de-colapso-das-colonias-deabelha-no-mundo.html


Veículo: Site – Inpa Editoria: Pag: Assunto: Programas de pós-graduação do Inpa incentivam a fixação de pesquisadores na Amazônia Cita a FAPEAM:

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Programas de pós-graduação do Inpa incentivam a fixação de pesquisadores na Amazônia 2013-09-11 – 17:28:09 “São muitas oportunidades que uma pós traz ao profissional, desde o aperfeiçoamento, formação e interação com pesquisadores de diversas instituições de pesquisa a nível nacional e internacional”, afirma Júlio Tota, egresso do PPG Cliamb do Inpa Por Raiza Lucena O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) já formou mais de 1.800 pesquisadores que contribuíram e ainda contribuem com trabalhos que auxiliam a conservação e preservação da região amazônica. Trabalhar na floresta amazônica como laboratório natural é um dos pontos que atraem graduados de várias partes do país a fazer os Programas de Pós-Graduação do Inpa e se manterem na região. O pesquisador Júlio Tota concluiu seu doutorado no Programa de Pós-Graduação em Clima e Ambiente (PPG CLIAMB), na linha de pesquisa sobre “Micrometerologia e Interação entre biosfera-atmosfera na Amazônia”. “A oportunidade de um novo curso de pós-graduação com enfoque na área de clima na Amazônia foi o que me levou a optar pelo Inpa, além da infraestrutura oferecida pelo Instituto em termos de pesquisa”, explica Tota, que atualmente trabalha como professor doutor adjunto na Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA). “A pós me ajudou bastante, possibilitando o melhor nível de formação e favorecendo a participação


em concursos públicos com o nível de doutorado. Portanto, importante passo na minha carreira acadêmica”, afirma o pesquisador. Há ainda egressos que compõe o quadro profissional do Instituto, como a coordenadora de capacitação (COCP), Beatriz Ronchi Teles. “O que faz os pesquisadores se manterem aqui é a região amazônica, geralmente esses mestres e doutores preferem ficar, pois sua especialização é na região. Eu vim para ficar apenas dois anos para estudar insetos e terminei ficando, pois aqui é o lugar onde encontrei a fauna que eu gostaria de trabalhar. Nesses 40 anos formamos mais de 1.800 pesquisadores e temos mestres e doutores trabalhando em diversos órgãos na região”, afirma a coordenadora, natural do Rio Grande do Sul (RS). Programas Os programas de pós-graduação do Inpa se dividem em: Agricultura no Trópico Úmido; Biologia de Água Doce e Pesca Interior; Botânica; Biologia (Ecologia); Ciências de Florestas Tropicais; Clima e Ambiente (em ampla associação com a Universidade do Estado do Amazonas); Entomologia; Genética, Conservação e Biologia Evolutiva; e o Mestrado Profissional em Gestão de Áreas Protegidas na Amazônia, cada um com suas linhas de pesquisa. O Inpa também participa em ampla associação com o programa de Pós-graduação em Aquicultura da Universidade Nilton Lins. Até o dia 30 de junho de 2013 o Inpa titulou um total de 1.823 pesquisadores, sendo 1.446 mestres e 377 doutores. Foto da chamada: Alberto França http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=2919


Veículo: Site – Inpa Editoria: Pag: Assunto: Estudo do Inpa amplia para 35 dias vida útil de tambaqui refrigerado Cita a FAPEAM:

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Estudo do Inpa amplia para 35 dias vida útil de tambaqui refrigerado 2013-09-11 - 13:00:28 Tratamento do pescado em atmosfera modificada (a partir de gases) e a vácuo (sem oxigênio) com uso de ácido cítrico comercial irá possibilitar maior tempo de armazenamento do pescado e facilitar o transporte para outros mercados consumidores Por Cimone Barros O resultado da dissertação do professor licenciado de Ciências Agrícolas, Hellienay Souza, intitulada “Utilização de atmosfera modificada e de refrigeração na conservação de cortes de tambaqui de piscicultura”, desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Agricultura no Trópico Úmido (PPG ATU) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/ MCTI) - orientado pelo pesquisador Rogério de Jesus, líder na área de tecnologia do pescado no Instituto -, possibilitou a conservação de cortes de tambaqui (Colossoma macropomum) oriundo da piscicultura e a extensão da vida útil do pescado refrigerado para 35 dias em condição corrente de consumo. Com espaço garantido na mesa do amazonense e bem apreciado em outras regiões brasileiras, o tambaqui refrigerado, fresco via refrigeração mecânica, é uma alternativa para ampliar o mercado e criar um novo nicho, tendo em vista que atualmente é comum apenas o peixe congelado ou salgado. De acordo com o pesquisador Rogério de Jesus, o aumento do tempo de prateleira do pescado refrigerado, a partir de um processamento mínimo, é um ganho importante para a indústria pesqueira por possibilitar maior tempo de armazenamento e facilitar o transporte para outros mercados consumidores. A situação proporciona ainda ao consumidor produtos de valor agregado,


dentro da linha de conveniência (de fácil preparo ou pré-pronto para ir para a panela ou microondas) atendendo às necessidades da vida moderna. Sem tratamento acidificado, o pescado embalado apenas em saco durou somente cinco dias nas mesmas condições de consumo. Métodos e resultados Segundo Hellienay Souza, o estudo avaliou o efeito das embalagens em atmosfera modificada em cortes de tambaqui (costela, lombo e posta) a fim de obter um produto alimentício de conveniência proveniente da aquicultura. Para isso, as amostras foram submetidas a sete tratamentos: 100% CO2 (gás carbônico), 60% CO2 e 40% N2 (nitrogênio) e a vácuo; os três nas condições acidificada (ácido cítrico comercial 1%) e não acidificada, além da amostra controle (saco). Todas foram mantidas sob refrigeração a 2°C, variando um grau para mais ou menos. Souza explica que o estudo utilizou métodos de avaliação baseados em uma ficha de classificação, a qual se observou parâmetros sensoriais dos cortes, como rachadura, odor e sabor; físico-químicas (pH, nitrogênio de bases voláteis totais – N-BVT); estabilidade lipídica (TBARS – substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico); composição centesimal e contagens microbiológicas, dentro de uma análises nos tempos (1, 7, 14, 21, 28 e 35 dias) de armazenamento em refrigerador. No processo são avaliadas as perdas de qualidade do pescado conforme as características que ele apresenta. De acordo com os pesquisadores, o pescado alcançou os 35 dias de refrigeração em atmosfera acidificada com uma qualidade de consumo corrente (28 dias em boa qualidade e 14 dias em condições excelentes) e chegou a 21 dias em atmosfera modificada não acidificada, o que representa uma ampliação de 14 dias de vida sob refrigeração. Segundo Souza, eles esperavam chegar apenas a 25 dias, baseado em pesquisas realizadas em outros institutos com outros peixes. “Outro resultado interessante é que embalagens em atmosfera modificada (gases) não demonstraram diferença significativa de qualidade comparada com as embalagens a vácuo, que é uma tecnologia muito mais barata e acessível. Portanto, a vácuo é o tratamento mais indicado para ser utilizado pelos pequenos empresários”, afirma Rogério de Jesus. Já é comum encontrar nos supermercados embalagens a vácuo de carne e café, por exemplo. A ideia agora é que o resultado da pesquisa esteja disponível aos produtores e empresários interessados em investir em uma planta industrial de processamento mínimo de pescado sob refrigeração – em alguns casos ficam até dentro do próprio supermercado – possibilitando a ampliação de mercado e um nicho de mercado disposto a pagar mais pelo tambaqui fresco e em condições sanitárias adequadas. Produção de Tambaqui Nativo da Amazônia, o tambaqui pode chegar a um metro de comprimento e 30 kg e tem despertado interesse para a piscicultura no Amazonas em função da preferência do consumidor, preço acessível (nos supermercados o preço do tambaqui roelo de até 3 kg varia de R$ 7 a R$ 9) e maior conhecimento dos produtores sobre biologia e desempenho do peixe em cativeiro. De acordo com dados do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama/2007), o tambaqui é espécie mais cultivada no Norte do Brasil. Em relação ao Amazonas, a produção de tambaqui é estimada em 20 mil toneladas por ano, segundo a Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror), e meta a chegar a 100 mil anualmente com a utilização do Parque Aquícola de Balbina, a partir do fim do ano de 2013. Boa parte do tambaqui consumido em Manaus (Am) é oriundo da piscicultura e vindo de estados com Rondônia (RO) e Roraima (RR). Foto da chamada: Hellienay Souza (Acervo pesquisador) http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=2917


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Encontro é oportunidade para ampliar mercado de bionegócios CIÊNCIAemPAUTA, por Marlúcia Seixas Postado em 11/09/2013 O Encontro de Bionegócios Amazonas-França é uma excelente oportunidade para empreendedores locais mostrarem seus produtos e discutirem inovações que podem melhorar os processos fabris e ampliar mercados. A opinião é do empresário Jorge Alberto da Silva, da Bombons Finos da Amazônia. O evento promovido pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI-AM), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado Amazonas (Fapeam) e Embaixada da França no Brasil, está sendo realizado hoje (12), de 8h30 às 17h, no Salão Boto Vermelho, no Hotel Quality Manaus, localizado no bairro Adrianópolis. Participam do Encontro empresários e investidores do ramo de bionegócios, gestores de ciência, tecnologia e inovação de instituições do Estado e da França, além de pesquisadores e estudantes de biotecnologia. Segundo Jorge Alberto, o grande diferencial dos produtos fabricados na região é a utilização de insumos da Amazônia. “Utilizamos produtos regionais não só na produção, mas também nas embalagens artesanais”, justifica, lembrando que sua empresa usa material de artesãos de Manaus, área ribeirinha e de 11 etnias indígenas. O evento tem como objetivos contribuir para o crescimento do setor de bionegócios no Estado e promover a interação entre empreendedores, investidores e pesquisadores na área de biotecnologia


aplicada à produção de fármacos, cosméticos e alimentos. PROGRAMAÇÃO Durante o evento também serão apresentadas estratégias e ações de pesquisa e desenvolvimento (P&D) de empresas locais e de instituições francesas. A programação também inclui palestras e painéis sobre biotecnologia, inovação tecnológica e competitividade do mercado mundial de biocosméticos, biofármacos e de alimentos. Confira aqui a programação. SiON Na oportunidade, os governos estaduais do Amazonas e do Acre assinam um Acordo de Cooperação Técnica para ampliar a divulgação sobre o fomento e o apoio às atividades de ciência, tecnologia e inovação. A cooperação consiste na cessão de informações pela SECTI-AM à Secretaria de Ciência e Tecnologia do Acre (Sect-AC) para a criação de uma base de dados pelo governo do Acre, semelhante ao Sistema de Indicadores Online de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SiON-AM). O SiON-AM recentemente sofreu alterações com a inserção de novas ferramentas para dar mais transparência e ampliar o número de indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I). O sistema é gerenciado pela SECTI-AM, financiado pela Fapeam e desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam). BOMBONS FINOS DA AMAZÔNIA Imagem: Bombons Finos da Amazônia Imagem: Bombons Finos da Amazônia A empresa está no mercado há mais de 10 anos. Sua especialidade são bombons e trufas com recheio de frutas regionais, dentre essas cupuaçu, castanha-da-amazônia, açaí etc. Seus produtos são embalados com material orgânico que tem como base casca frutos, sementes e resíduos de madeira. INSCRIÇÕES As inscrições para o evento podem ser feitas pelo telefone (92) 4009-8110 ou pelo e-mail dat@secti.am.gov.br. As vagas são limitadas. O Encontro de Bionegócios Amazonas França conta ainda com o apoio do Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) e do Institut de Recherche pour le Développement (IRD) – Instituto Francês de Pesquisa para o Desenvolvimento. CIÊNCIAemPAUTA, por Marlúcia Seixas http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/09/encontro-e-oportunidade-para-ampliar-mercado-debionegocios/


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Confap e Consecti reivindicam mais apoio durante fórum nacional Postado em 11/09/2013 A abertura foi marcada pela assinatura do acordo de cooperação da Rede Pró-Centro-Oeste, que viabiliza a instalação do sistema de gestão da Rede na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Ao fazer a abertura oficial do Fórum do Conselho Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e do Fórum Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de MCTI (Consecti), que acontece nos dias 10 e 11 de setembro em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, o presidente do Confap, Sérgio Gargioni, ressaltou que as fundações estaduais recebem 1% do orçamento dos respectivos governos estaduais, resultando em um investimento global de R$ 2,5 bilhões por ano, mas que o valor ainda atende as demandas do setor. Gargioni reivindicou mais apoio e acrescentou que algumas autoridades estaduais e federais ainda não se sensibilizaram que o excesso de controle gera custos e que investir em ciência, tecnologia e inovação vale a pena. O presidente do Consecti, Jadir Péla, complementou que é preciso dar mais liberdade à execução das ações das instituições da área. Também destacou algumas realizações do Consecti como a aproximação com o setor empresarial, a elaboração do Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação e a integração com outros países no setor de tecnologia. A abertura foi marcada ainda pela assinatura do acordo de cooperação da Rede Pró-Centro-Oeste, que viabiliza a instalação do sistema de gestão da Rede na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Assinaram o documento, o secretário executivo do MCTI, Luiz Antônio Elias; o governador André Puccinelli; o presidente da Fundect, Marcelo Turine; a reitora da UFMS, Célia Maria Oliveira; e o coordenador da Rede, professor Ruy Caldas.


Foram assinados ainda o convênio com a empresa 3M, com a participação da Fundect, e o acordo de cooperação técnica entre a Capes, Fundect, Fapemate (MT), Fapeg (GO) e a Fap do Distrito Federal para viabilizar a implementação do doutorado no rede em Biotecnologia e Biodiversidade. O reitor da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), padre José Marinoni, falou em nome dos reitores, e aumentou o coro de reivindicações às autoridades estaduais e federais. Embora considerasse que as autoridades estejam olhando com carinho as demandas do setor, assinalou que a Fundect está pedindo encarecidamente algum gesto concreto que marque esta gestão e este aniversário. O secretário executivo do MCT&I, Luiz Antônio Elias, em nome do ministro Marco Antônio Raupp, parabenizou a Fundect pelos 15 anos e ao governador pelo apoio dado a Fundect. Dirigiu cumprimentos especiais ao jovem pesquisador Gabriel Galdino e elogiou a publicação da revista Corumbella e da história em quadrinhos que visa estimular o interesse dos jovens pela pesquisa, publicações lançadas pela Fundect durante o evento. Do ministro, trouxe a mensagem sobre a importância e necessidade de integração através do sistema de pesquisa rede. Último a falar, o governador André Puccinelli destacou que o recurso estabelecido a Fundect é de 1,5%, mas que em razão dos parcos recursos ainda não foi possível atingir este índice, porém, o fará no próximo ano. Cobrou também que o MCT&I viabilize mais recursos. Participam do evento o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas, Odenildo Sena, vice-presidente do Consecti e a diretora presidenta da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) Maria Olívia Simão, diretora regional do Confap. Fonte: Mídia Ciência http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/09/confap-e-consecti-reivindicam-mais-apoio-duranteforum-nacional/


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Estudo compara associação entre macaco-prego e macacos-decheiro Postado em 12/09/2013 A associação entre animais de espécies diferentes pode trazer benefícios como a diminuição do risco de predação e a melhoria na busca por alimentos. Um estudo conduzido pelos pesquisadores Rafael Rabelo e Fernanda Paim, do Instituto Mamirauá, analisou o compartilhamento de área de uso e recursos alimentares entre macaco-prego e duas espécies de macacos-de-cheiro (macaco-decheiro-comum e macaco-de-cheiro-de-cabeça-preta). A conclusão é de que o compartilhamento acontece entre macaco-prego e macaco-de-cheiro-de-cabeça-preta (espécie endêmica da Reserva Mamirauá). Foram instaladas nove estações na área de ocorrência do macaco-de-cheiro-comum e oito estações na área do macaco-de-cheiro-de-cabeça-preta. Ambas as áreas também são de ocorrência do macaco-prego. “Diariamente, as estações foram iscadas com bananas para atrair os primatas, representando uma fonte constante de recursos na estação seca. Os eventos de visitas dos primatas nas estações foram utilizados para determinar a ocupação das espécies nas áreas ao longo do monitoramento”, informou o biólogo Rafael Rabelo. Cada estação foi monitorada por 34 dias. Apesar da proporção de estações ocupadas pelos primatas ter sido semelhante nas duas áreas amostradas, os primatas ocuparam mais tempo as estações da área de macaco-de-cheiro-de-cabeça-preta. Outro resultado encontrado foi que macaco-de-cheirode-cabeça-preta compartilhou mais as estações com macaco-prego, comparado a macaco-de-cheirocomum.


Os resultados do estudo apontam que a oferta constante de recursos em uma escala local, especialmente na estação de menor disponibilidade de frutos, parece contribuir para uma maior estabilidade nessas associações entre as espécies. “Futuros estudos são necessários para investigar os diferentes padrões de associações encontrados e avaliar como mudanças nas condições ecológicas, geradas pelas alterações nos ciclos sazonais, podem afetar o tamanho da área de vida dos primatas e, consequentemente, a estabilidade e as consequências das associações”, afirmou Rafael. ARMADILHAS FOTOGRÁFICAS Além do estudo que discutiu as associações entre espécies de primatas, Rafael também avaliou a eficiência de armadilhas fotográficas para amostragem da fauna arborícola da Reserva Mamirauá. As 17 estações de captura foram instaladas em pontos distantes, a cerca de dois quilômetros uma da outra, em ambientes de várzea alta e baixa. Cada estação consistia em uma plataforma construída a uma altura de 4 a 6 metros. Todas as estações receberam iscas diárias de bananas. “As estações possuíram essa disposição e foram iscadas somente com bananas, pois foram construídas para fins de monitoramento da ceva e da captura de macacos-de-cheiro”, explicou Rafael. Os grupos mais representados foram os primatas e os roedores, ambos com quatro espécies. O animal mais registrado foi a mucura, com 188 registros, seguido pelo macaco-prego, com 102 registros, e pela mucura-chichica, com 70 registros. Dentre as outras espécies registradas destacamse o endêmico macaco-de-cheiro-de-cabeça-preta, o quatipuru, o ouriço, o guariba e o gatomaracajá. Segundo Rafael, ainda que uma amostragem ideal para a metodologia deva ser mais bem distribuída, abrangendo todos os tipos fisionômicos da floresta, esses resultados sugerem que armadilhas fotográficas têm potencial para estimativas de riqueza de mamíferos arborícolas, ou seja, que vivem nas copas das árvores, da várzea amazônica. Futuros estudos, com um desenho amostral adequado e com o uso de outros tipos de iscas, devem incrementar a lista de mamíferos arborícolas da Reserva registrados por armadilhas fotográficas. Fonte: Instituto Mamirauá http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/09/estudo-compara-associacao-entre-macaco-prego-emacacos-de-cheiro/


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Transformando a comunicação científica Postado em 11/09/2013 Tornar os resultados das pesquisas realizadas acessíveis ao maior número de pessoas – no menor tempo possível – e deixar a comunidade científica julgar a relevância do artigo após sua publicação. Essa ideia inovadora norteou a criação da revista PLoS One, em 2006, e vem transformando a comunicação científica em todo o mundo. A avaliação foi feita por Eric Martens, editor sênior do periódico, durante conferência apresentada na 28ª Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), realizada em Caxambu (MG) entre os dias 21 e 24 de agosto. De acordo com Martens, em 2012 a PLoS One publicou 24 mil artigos, com uma taxa de aceitação de 70%. Em média, 200 submissões são recebidas e 140 trabalhos são publicados diariamente. “Enquanto muitas revistas rejeitam até 90% dos artigos submetidos para elevar seu fator de impacto, a PLoS One tem uma filosofia única: todas as pesquisas consistentes do ponto de vista ético e científico, que contribuem de alguma forma para o conhecimento de uma determinada área, devem ser publicadas e ter acesso livre. Não rejeitamos um artigo com base em seu suposto impacto”, disse Martens. Como a PLoS One se propõe a divulgar pesquisas de todos os campos da ciência e da medicina, não há risco de um artigo, fruto de trabalho interdisciplinar, ser rejeitado por não se encaixar no escopo de uma determinada área de estudo. Também são bem-vindas as pesquisas com resultados negativos, ou seja, que não comprovam a hipótese inicialmente proposta. “Há áreas com poucas opções de periódicos de acesso livre, como Paleontologia. A PLoS One é


uma boa opção nesses casos”, disse Martens. O editor, no entanto, ressalta que há critérios que precisam ser atendidos para o trabalho ser aceito. Além de não ter sido publicado anteriormente e de apresentar um conhecimento novo para a área, precisa contar com experimentos, estatísticas e análises de alto nível técnico. Todos os dados devem ser descritos com um grau de detalhamento que permita sua reprodução por qualquer interessado. As conclusões devem estar apresentadas de forma adequada e serem amparadas pelos dados obtidos nos experimentos e análises. O artigo precisa estar escrito de forma inteligível, de acordo com o padrão da língua inglesa. A pesquisa deve seguir o padrão internacional de ética e de integridade em pesquisa. Segundo Martens, os motivos para a rejeição de um artigo na PLoS One geralmente estão relacionados a problemas fundamentais de metodologia ou de interpretação dos resultados. “Fatores como experimentos mal desenhados, amostras insuficientes, falta de força estatística nos resultados ou técnica inapropriada de análise”, exemplificou. Além da equipe da revista, participam do processo de revisão – que dura em média 40 dias – os chamados editores acadêmicos, especialistas de diversas áreas que atuam como colaboradores fixos. Eles decidem se há ou não necessidade de revisores externos. “Para garantir a transparência do processo, a carta de aceitação ou rejeição de um artigo é sempre assinada pelo editor acadêmico responsável e essa informação também é publicada. Os revisores externos também são encorajados a assinar a avaliação”, contou Martens. O modelo de julgamento com base na consistência da pesquisa e não no seu impacto tem se mostrado bem-sucedido, na avaliação de Martens. Mas há, segundo ele, uma série de ferramentas cruciais para que funcione. O site da revista oferece, por exemplo, uma seção de comentários e uma série de indicadores que revelam quantas vezes o artigo foi acessado e citado, com gráficos que mostram sua evolução ao longo do tempo. Além disso, o alcance do trabalho entre o público geral é medido pelo número de vezes que ele foi compartilhado em blogs e redes sociais. “Acreditamos que esse modelo de métrica individual seja uma boa alternativa ao modelo de fator de impacto baseado na revista. Isso está mudando a forma como as pessoas pensam e avaliam a pesquisa científica”, avaliou. O problema com o conceito de fator de impacto, segundo Martens, é o fato de estar baseado na média do número de citações que os artigos de uma revista receberam em um determinado período – o que mascara as variações existentes dentro de cada periódico. “A Nature, por exemplo, tem um fator de impacto superior a 30. Mas se você analisa a distribuição das citações da revista verá que é altamente variável. Há alguns artigos que tiveram muito impacto e são citados até hoje, como o do Projeto Genoma Humano. E há outros que foram citados apenas uma ou duas vezes ao longo de sua história”, afirmou. MODELO DE SUCESSO Para que um periódico seja considerado verdadeiramente de acesso livre (open access), dois


critérios precisam ser atendidos: o conteúdo precisa estar disponível gratuitamente na internet, sem exigência de cadastro ou assinatura, e os leitores devem ter permissão do copyright para republicar ou reusar o conteúdo como quiserem. A única condição é a atribuição do trabalho aos autores e editores. Na avaliação de Martens, esse modelo tem se mostrado bem-sucedido e está crescendo rapidamente, impulsionado principalmente por instituições como a Comissão Europeia, os Conselhos de Pesquisa do Reino Unido, o National Institutes of Health (NIH), dos Estados Unidos, e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). “Esses órgãos determinaram que toda a pesquisa que financiam deve ser de acesso livre. Algumas importantes universidades também já adotaram políticas para incentivar a prática, como Harvard, Columbia, Duke, Princeton, Stanford e MIT [Massachusetts Institute of Technology]”, disse. Martens, no entanto, reconhece que atualmente o custo de publicação para os que optam pelo modelo “open acess” recai sobre o pesquisador. No caso da PLoS One, é preciso desembolsar cerca de US$ 1,3 mil para cada artigo. Nas revistas em que a taxa de rejeição é maior, o custo de publicação também costuma ser mais elevado. “Queremos chegar ao ponto em que as instituições que financiam as pesquisas entendam que tornar seus resultados acessíveis de forma livre é parte essencial do processo e assumam esse custo”, defendeu. Fonte: Fapesp, por Karina Toledo http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/09/transformando-a-comunicacao-cientifica/


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Encontro Amazonas-França é oportunidade para ampliar mercado de bionegócios 18:13 - 11/09/2013 O Encontro de Bionegócios Amazonas-França será uma excelente oportunidade para empreendedores locais mostrarem seus produtos e discutirem inovações que podem melhorar os processos fabris e ampliar mercados. A opinião é do empresário Jorge Alberto da Silva, da Bombons Finos da Amazônia. O evento promovido pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-AM), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado Amazonas (Fapeam) e Embaixada da França no Brasil, será realizado nesta quinta-feira, 12 de setembro, das 8h30 às 17h, no Salão Boto Vermelho, no Hotel Quality Manaus, localizado no bairro Adrianópolis, zona centro-sul. Participam do encontro empresários e investidores do ramo de bionegócios, gestores de ciência, tecnologia e inovação de instituições do Estado e da França, além de pesquisadores e estudantes de biotecnologia. Segundo Jorge Alberto, o grande diferencial dos produtos fabricados na região é a utilização de insumos da Amazônia. “Utilizamos produtos regionais não só na produção, mas também nas embalagens artesanais”, justifica, lembrando que sua empresa usa material de artesãos de Manaus,


área ribeirinha e de 11 etnias indígenas. O evento tem como objetivos contribuir para o crescimento do setor de bionegócios no Estado e promover a interação entre empreendedores, investidores e pesquisadores na área de biotecnologia aplicada à produção de fármacos, cosméticos e alimentos. Programação – Durante o evento também serão apresentadas estratégias e ações de pesquisa e desenvolvimento (P&D) de empresas locais e de instituições francesas. A programação também inclui palestras e painéis sobre biotecnologia, inovação tecnológica e competitividade do mercado mundial de biocosméticos, biofármacos e de alimentos. Confira aqui a programação. SiON Na oportunidade, os governos estaduais do Amazonas e do Acre assinam Acordo de Cooperação Técnica para ampliar a divulgação sobre o fomento e o apoio às atividades de ciência, tecnologia e inovação. A cooperação consiste na cessão de informações pela SECTI-AM à Secretaria de Ciência e Tecnologia do Acre (Sect-AC) para a criação de uma base de dados pelo governo do Acre, semelhante ao Sistema de Indicadores Online de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SiON-AM). O SiON-AM recentemente sofreu alterações com a inserção de novas ferramentas para dar mais transparência e ampliar o número de indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I). O sistema é gerenciado pela SECTI-AM, financiado pela Fapeam e desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Bombons Finos da Amazônia – A empresa está no mercado há mais de 10 anos. Sua especialidade são bombons e trufas com recheio de frutas regionais, dentre essas cupuaçu, castanha-da-amazônia, açaí etc. Seus produtos são embalados com material orgânico que tem como base casca frutos, sementes e resíduos de madeira. Inscrições – As inscrições para o evento podem ser feitas pelo telefone (92) 4009-8110 ou pelo email dat@secti.am.gov.br. As vagas são limitadas. O Encontro de Bionegócios Amazonas França conta ainda com o apoio do Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) e do Institut de Recherche pour le Développement (IRD) – Instituto Francês de Pesquisa para o Desenvolvimento. http://www.amazonas.am.gov.br/2013/09/encontro-amazonas-franca-e-oportunidade-para-ampliarmercado-de-bionegocios/


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Encontro Amazonas-França é oportunidade para ampliar mercado de bionegócios Postado em 11/09/2013 - 19:46 O Encontro de Bionegócios Amazonas-França será uma excelente oportunidade para empreendedores locais mostrarem seus produtos e discutirem inovações que podem melhorar os processos fabris e ampliar mercados. A opinião é do empresário Jorge Alberto da Silva, da Bombons Finos da Amazônia, empresa especializada em bombons e trufas com recheio de frutas regionais. O evento promovido pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-AM), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado Amazonas (Fapeam) e Embaixada da França no Brasil, será realizado nesta quinta-feira, 12 de setembro, das 8h30 às 17h, no Salão Boto Vermelho, no Hotel Quality Manaus, localizado no bairro Adrianópolis, zona centro-sul. Participam do encontro empresários e investidores do ramo de bionegócios, gestores de ciência, tecnologia e inovação de instituições do Estado e da França, além de pesquisadores e estudantes de biotecnologia. Segundo Jorge Alberto, o grande diferencial dos produtos fabricados na região é a utilização de insumos da Amazônia. “Utilizamos produtos regionais não só na produção, mas também nas embalagens artesanais”, justifica, lembrando que sua empresa usa material de artesãos de Manaus,


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Hospital Adriano Jorge abre inscrições para Jornada Científica e Jornada de Urgências em Otorrino Postado em 11/09/2013 - 16:25 A Fundação Hospital Adriano Jorge (FHAJ), do Governo do Amazonas, através da Diretoria de Ensino e Pesquisa (DEP), está com inscrições abertas para a 5ª edição de sua Jornada Científica. O evento será realizado no período de 18 a 23 de outubro, no Auditório Dr. Juarez Klinger do Areal Souto, na Fundação, com palestras de professores convidados de Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e Goiânia. No dia 22 de outubro acontece a IV Jornada de Urgências em Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial. As vagas são limitadas. Para a exposição de temas livres em pôster, as inscrições são até o dia 30 de setembro. Os eventos contam com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). No dia 18 de outubro estão sendo oferecidos três cursos pré-jornada, no valor de R$ 30,00 cada. O primeiro curso, na área de medicina, é sobre Manejo Avançado das vias Aéreas. Na área de enfermagem são dois cursos: Ações Básicas no Suporte de Vida e Insulinoterapia na Prática da Enfermagem. Para participar da Jornada Científica, o investimento é no valor de R$ 50,00. A IV Jornada de Otorrinolaringologia está com inscrições no valor de R$ 30,00. Esta jornada está oferecendo o Curso Teórico-Prático de Epistaxe, com vagas limitadas, ao valor de R$ 30,00. A programação abordará temas diversos, a exemplo dos Novos Rumos Acadêmicos e Assistenciais da FHAJ; Antibiótico no Paciente Grave; O Coração na Emergência; Discutindo o Fígado e


Transplante Hepático; Tuberculose; Urgências em Otorrinolaringologia; Epistaxe; Medicina de Família e Comunidade (Visão e Futuro); Urgências e Emergências Clínicas, Cirúrgicas e em Enfermagem. A Jornada também estará debatendo a Obesidade na Fórmula Multiprofissional. Entre os palestrantes convidados estão Dr. Antonio Nacchi Kalil (Porto Alegre), Dr. Marcelo Tepedino (SERJ/Rio de Janeiro), Dr. Marcelo Tepedino Junior (SERJ/Rio de Janeiro), Dr. Arthur Castilho (Unicamp/São Paulo) e Dr. Lívio Teixeira (Goiânia). Mais informações na Diretoria de Ensino e Pesquisa (DEP) da Fundação Hospital Adriano Jorge, localizada na Avenida Carvalho Leal, 1778, Cachoeirinha, pelo email dirensinopesquisafhaj@gmail.com, no site www.fhaj.am.gov.br ou ainda nos telefones (92) 36122296, 3612-2604 ou 3612-2231. A FHAJ, vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (Susam), é referência para internação de pacientes oriundos dos Prontos Socorros da capital, interior do Amazonas e rede básica de saúde. Tem como finalidade a assistência à saúde, ao ensino e à pesquisa. http://www.blogmarcossantos.com.br/2013/09/11/hospital-adriano-jorge-abre-inscricoes-parajornada-cientifica-e-jornada-de-urgencias-em-otorrino/


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Rede Pró-Centro-Oeste lança livro digital no Fórum ConfapConsecti rede centro oeste valendo A Rede Pró-Centro-Oeste lançou nessa terça-feira (10), um livro digital contendo informações como contextualização, conquistas, impactos, desafios e perspectivas das redes de pesquisas. O lançamento ocorreu no primeiro dia do Fórum Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e Fórum Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de MCT&I (Consecti), no Grand Park Hotel, no auditório de eventos Flamingos, em Campo Grande (MS). Além da visão geral sobre as redes de pesquisa contempladas, o leitor encontrará informações a respeito do recémlançado Programa de Pós-Graduação de Doutorado em Biodiversidade e Biotecnologia, que se consolida como ação estratégica elaborada pela Rede Pró-Centro-Oeste com vistas à formação e à capacitação de pessoal nas respectivas áreas de interesse da região. O livro está hospedado no portal issuu.com e pode ser acessado clicando aqui. O lançamento contou com a presença de diversas autoridades, dentre elas, o secretário executivo do MCTI, Luiz Antônio Rodrigues Elias, o presidente do CNPq, Glaucius Oliva, o presidente da CAPES, Jorge de Almeida Guimarães, o secretário executivo da Rede Pró-Centro-Oeste, Ruy de Araújo Caldas, além de presidentes das FAPs da região Centro-Oeste. O Fórum Confap-Consecti acontece até hoje, 11/09, e sua programação, bem como releases e matérias sobre o evento podem ser acessados no portal da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul – Fundect e no Portal Confap. Fonte: Fernanda Athas – Jornalista Rede Pró-Centro-Oeste http://www.confap.org.br/rede-pro-centro-oeste-lanca-livro-digital-no-forum-confap-consecti/


Veículo: Site – Confap Editoria: Pag: Assunto: “Inovação é a aplicação prática da criatividade”, afirma Luíz Serafim, gerente de marketing corporativo da 3M, durante o Fórum Confap-Consecti Cita a FAPEAM:

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“Inovação é a aplicação prática da criatividade”, afirma Luíz Serafim, gerente de marketing corporativo da 3M, durante o Fórum Confap-Consecti inovação e criatividade 2 “Como desenvolver o país por meio da Inovação” foi o tema abordado pelo gerente de marketing corporativo da 3M, Luíz Eduardo Serafim. A palestra faz parte da programação do Fórum Nacional Consecti e Confap, que acontece em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. A 3M é uma empresa global de tecnologia que apresenta soluções inovadoras para as necessidades do dia a dia. “Inovação para a 3M é a aplicação prática da criatividade”, destaca Serafim. De acordo com o gerente de marketing corporativo, criatividade é pensar em coisas novas, invenção é transformar em realidade e inovação é tornar comercialmente viável e dar retorno a todos, criando valor. “Em geral, ofertas são o que as empresas querem e sabem fazer, não o que os clientes precisam, por isso, elas declinam”, afirma Serafim. Para ele, o grande desafio de se manter em contínua evolução é gerar valor, ou seja, inovar sempre. Priorizar segmentos e entender o mercado e os clientes é fundamental. Segundo Serafim, para inovar é preciso ter foco, priorizar o que é realmente importante, ter disciplina na Execução de Projetos e Competências Multidisciplinares. As parcerias também são fundamentais para o processo, por isso Governo, empresas, academia e entidades formam Redes de Colaboração, tão importantes para que a inovação seja uma realidade. Fonte: Equipe Mídia Ciência – Fundect | Por: Bianca Iglesias http://www.confap.org.br/inovacao-e-a-aplicacao-pratica-da-criatividade-afirma-luiz-serafimgerente-de-marketing-corporativo-da-3m-durante-o-forum-confap-consecti/


Veículo: Site – Confap Editoria: Pag: Assunto: Fórum Confap-Consecti: Faps passam a utilizar o sistema SIGFAP que gerencia as ações de CT&I Cita a FAPEAM:

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Fórum Confap-Consecti: Faps passam a utilizar o sistema SIGFAP que gerencia as ações de CT&I O Diretor Presidente, da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado do Mato Grosso do Sul (FUNDECT), Marcelo Turine, assinou nesta quarta-feira (11) termo de cooperação técnica e financeira para criação, implantação e execução do Sistema de Informação e Gestão de Projetos de Pesquisa (SIGFAP) com cinco Fundações de Amparo à Pesquisa. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Acre (FAPAC), Fundação Rondônia de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e a Pesquisa do Estado de Rondônia (FAPERO), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas (FAPEAL), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo (FAPES) e a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) passam a utilizar o SIGFAP. Assinam os termos o Diretor Presidente da Fundect, Marcelo Turine, e os diretores e presidentes das Faps. O Diretor Geral da FAPAC, Pascoal Torres Muniz; o Diretor Presidente da FAPDF, Alexandre Donikian Gouveia; a Diretora da FAPEAL, Janesmar Cavalcanti; o Diretor Presidente da FAPES, Anilton Salles Garcia; e o Presidente da FAPERO, Francisco Elder Souza de Oliveira. O Sistema de Informação e Gestão de Projetos de Pesquisa (SIGFAP) tem o objetivo de automatizar a gestão de investimentos em Ciência, Tecnologia e Inovação por meio de uma plataforma de software que permite o planejamento, acompanhamento e avaliação dos projetos pela internet.


sigO SIGFAP tem como principal função agilizar a execução de procedimentos técnicos, científicos e administrativos. A agilidade da gestão traz vários benefícios para a comunidade acadêmicocientífica e apoia a tomada de decisões estratégicas no contexto de CT&I nos governos estaduais. A Rede SIGFAP foi criada em 2010 e o Comitê Gestor da Rede (CGE) foi constituído em reunião do Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap) em 2011. O CGE planeja, coordena e executa as ações técnicas e financeiras definidas pela rede. Fonte: Equipe Mídia Ciência – Fundect | Por: Bianca Iglesias http://www.confap.org.br/forum-confap-consecti-faps-passam-a-utilizar-o-sistema-sigfap-quegerencia-as-acoes-de-cti/


Veículo: Site – Ministério da Ciência, Tecnologia Editoria: e Inovação

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Assunto: Rede Pró-Centro-Oeste lança livro sobre pesquisas apoiadas Cita a FAPEAM:

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Rede Pró-Centro-Oeste lança livro sobre pesquisas apoiadas 11/09/2013 - 17:54 A Rede Centro-Oeste de Pós-Graduação, Pesquisa e Inovação (Pró-Centro-Oeste) lançou um livro digital com informações como contextualização, conquistas, impactos, desafios e perspectivas das suas redes de pesquisas. Nele, o leitor também encontra informações a respeito do recém-lançado Programa de PósGraduação de Doutorado em Biodiversidade e Biotecnologia, ação elaborada com vistas à formação e à capacitação de pessoal nas áreas de interesse da região. Rede Pró-Centro-Oeste: Construindo o Futuro das Novas Gerações foi lançado nesta terça-feira (10), durante o Fórum Nacional Consecti-Confap, que se encerra nesta quarta em Campo Grande. Participaram do lançamento o secretário executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luiz Antonio Elias, o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), Glaucius Oliva, o presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC), Jorge de Almeida Guimarães, o secretário executivo da Rede Pró-Centro-Oeste, Ruy de Araújo Caldas, e presidentes das fundações de amparo à pesquisa (FAPs) da Região Centro-Oeste, entre outras autoridades. Texto: Ascom do MCTI, com informações da Rede Pró-Centro-Oeste http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/349702/Rede_Pro_Centro_Oeste_lanca_livro_sobre _pesquisas_apoiadas.html


Veículo: Site – Ministério da Ciência, Tecnologia Editoria: e Inovação

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Assunto: Pesquisa aponta efeitos da poluição na biodiversidade de Recife Cita a FAPEAM:

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Pesquisa aponta efeitos da poluição na biodiversidade de Recife 11/09/2013 - 10:16 Durante avaliação do impacto da poluição nos rios que atravessam Recife, os pesquisadores do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Ambientes Marinhos Tropicais (INCT AmbTropic) detectaram que a biodiversidade local está sendo prejudicada diretamente. Crustáceos como o guaiamum, amplamente usados na culinária local, sofrem até alteração de DNA devido ao conteúdo despejado na via fluvial por esgotos, resíduos industriais, lixo doméstico e demais ativos tóxicos. A coordenadora do projeto, a bióloga da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Mônica Adam, alerta que os poluentes podem afetar qualquer espécie, causando inclusive alterações genéticas. “Nas regiões abordadas em nosso estudo, as principais fontes são provavelmente as antrópicas [causadas pela atividade humana]: esgotos, resíduos industriais, lixo doméstico, entre outros, e aquelas associadas à agricultura como o pesticida, principalmente, com relação ao cultivo de cana-de-açúcar. Existe uma grande extensão desse cultivo no estado”, explica. Cinco rios da região metropolitana da capital pernambucana estão servindo como parâmetro para a pesquisa: Capibaribe, Goiana, Jaguaribe, Sirinhaém e Formoso. O estudo utiliza células da hemolinfa dos animais para a avaliação dos danos genéticos por meio das técnicas denominadas ensaio micronúcleo e ensaio cometa. “Essa disfunção ocasionada pela poluição pode também gerar interferência no processo reprodutivo das espécies”, ressalta Mônica. A coordenadora cita, entre as medidas que poderiam contribuir para minimizar os efeitos danosos


da poluição às espécies, a educação ambiental, o planejamento da aplicação de pesticidas e a ampliação do acesso, principalmente da população ribeirinha, ao saneamento básico. “A importância do nosso estudo é a disponibilização dos resultados obtidos não só para o meio científico, mas também para o âmbito governamental. Informar a sociedade sobre o problema também é uma das metas”, observa. Texto: Ascom do CNPq http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/349677/Pesquisa_aponta_efeitos_da_poluicao_na_ biodiversidade_de_Recife.html


Veículo: Site – Agência Gestão CT&I Editoria: Assunto: Parlamentares definem cronograma da PEC da inovação Cita a FAPEAM:

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Parlamentares definem cronograma da PEC da inovação Qua, 11 de Setembro de 2013 16:13 Escrito por Felipe Linhares Deputada Margarida Salomão afirmaque se a PEC não for aprovada as propostas de aperfeiçoamento do marco legal da inovação ficam comprometidas. Foto: Alexandra Martins/Câmara dos DeputadosDeputada Margarida Salomão afirmaque se a PEC não for aprovada as propostas de aperfeiçoamento do marco legal da inovação ficam comprometidas. Foto: Alexandra Martins/Câmara dos DeputadosA Comissão Especial destinada a proferir parecer à Proposta de Emenda à Constituição nº 290/2013 promoverá três audiências públicas antes de submeter o texto ao plenário da Câmara dos Deputados. A primeira audiência ocorre já na próxima terça-feira (17). Para esta sessão, serão convidados membros da Financiadora de Estudos e projetos (Finep), da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), da Academia Brasileira de Ciências (ABC), da Associação Brasileira das Instituições de Pesquisas tecnológicas e Inovação (ABIPTI), do Serviço Brasileirao de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). De acordo com a autora da PEC, deputada Margarida Salomão (PT-MG), alterar a Constituição Federal é fundamental para aperfeiçoar o marco legal das atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D). “Estamos trabalhando a alteração do marco regulatório, mas se a PEC não for aprovada as propostas, que estão sendo finalizadas, ficam comprometidas”, afirmou a deputada. A PEC acrescenta à Carta Magna termos para estimular a inovação e a parceria científica entre entes públicos e privados. “A PEC vai flexibilizar um pouco a questão da atividade do pesquisador nas empresas e a parceria entre o público e o privado. Esse trabalho conjunto não estava claro na Constituição e ciência, tecnologia e inovação [CT&I] só se faz com a participação do setor


empresarial, do governo e do setor acadêmico”, defendeu o relator da proposta, deputado Izalci Lucas (PSDB-DF). Nas duas últimas audiências públicas, devem estar presentes os ministérios da Educação (MEC), da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e associações ligadas a universidades públicas e privadas. Na avaliação de Izalci Lucas, o texto final da PEC deve ser votado até o fim deste mês. “Essa alteração na Constituição já vinha sendo discutida há algum tempo. As entidades todas já conhecem e concordam com a propostas. Aguardamos algumas sugestões de alteração, mas não devemos ter problemas”, explicou em entrevista à Agência Gestão CT&I. Alteração no marco A Proposta de Emenda Constitucional é fruto de um desmembramento do Projeto de Lei (PL nº 2.177/2011), que previa a criação de um Código Nacional de CT&I. Devido à dificuldade que o projeto enfrentaria para ser aprovado por causa dos temas polêmicos tratados nele, foi decidido dividir o texto em quatro partes. O PL nº 2.177/2011 está praticamente fechado. Nele estarão aperfeiçoamentos na Lei do Bem, na Lei de Inovação e na Medida Provisória n° 614, que trata sobre a atuação das fundações de apoio à pesquisa das universidades. A ideia é que o PL tramite em conjunto com o Regime Diferenciado de Contratações (RDC), uma norma para criar um mecanismo de utilização de recursos públicos para pesquisa. Os parlamentares Izalci Lucas e Margarida Salomão acreditam que tanto a PEC quanto o PL 2.177 e o RDC serão aprovados na Câmara dos Deputados neste ano e que, havendo um esforço, podem ser apreciados também no Senado. “Se ficar para 2014 será um atraso. Essas são alterações que já deveriam ter sido aprovadas há muito tempo. A aprovação desses mecanismos significa uma revolução muito grande na competitividade do País”, lamentou Izalci. Para Margarida Salomão, não há problema caso a aprovação fique para 2014. “Esse tema é consenso na academia, no governo e no parlamento. Quando temos um texto fortemente consensual eu não antecipo nenhum empecilho”, avaliou a petista. Além dessas propostas, o Ministério do Meio Ambiente trabalha num texto para regular o acesso à biodiversidade para atividades de P&D. No entanto, não há previsão para que a matéria seja aproveitada. http://www.agenciacti.com.br/index.php? option=com_content&view=article&id=4504:parlamentares-definem-cronograma-da-pec-dainovacao&catid=3:newsflash


Veículo: Site – Jornal da Ciência Editoria: Pag: Assunto: 1. CBPF divulga manifesto em defesa das unidades de pesquisa Cita a FAPEAM:

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1. CBPF divulga manifesto em defesa das unidades de pesquisa O documento ressalta que cortes orçamentários anunciados pelo MCTI tiveram conseqüências drásticas para a entidade e ameaçam outras instituições Pesquisadores do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) encaminham esta semana ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) um manifesto em defesa das unidades de pesquisa (UPs). A redação do documento foi motivada pelo corte de 20% no orçamento de 2013. De acordo com o texto, a medida corresponde a um corte de cerca de 70% dos recursos restantes até o final do ano e teve conseqüências drásticas para o CBPF, como a suspensão de compras, cancelamento de eventos e restrições ao uso de energia. De acordo com o texto, ao cortar despesas em seu orçamento, o governo tomou a decisão acertada de poupar a educação e a saúde do cortes, mas não deu igual prioridade à pesquisa. O manifesto foi assinado por 115 pessoas, entre pesquisadores, técnicos, servidores e pós-graduandos. "Nos últimos 15 anos não presenciamos tamanha mobilização", avaliou Martin Makler, pesquisador do CBPF. Nas duas últimas semanas, a diretoria da unidade conseguiu alguns avanços junto ao MCTI. "A situação foi um pouco aliviada. Os diretores conseguiram a garantia para o pagamento da conta da energia, que ameaçava gerar o completo colapso no funcionamento. Entretanto, continuamos submetidos a severas restrições", lamentou Makler. Leia o manifesto na íntegra: http://www.jornaldaciencia.org.br/links/defesaUPs.pdf (Jornal da Ciência) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=89244


Veículo: Site – Jornal da Ciência Editoria: Pag: Assunto: 26. Fórum Regional de Biotecnologia acontece na próxima semana em Sorocaba Cita a FAPEAM:

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26. Fórum Regional de Biotecnologia acontece na próxima semana em Sorocaba Evento é promovido pela UFSCar e apresenta trabalhos de pesquisa e inovação tecnológica desenvolvidos por pesquisadores de várias instituições O Campus Sorocaba da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) recebe o "II Fórum Regional de Biotecnologia: Tecnologias de Monitoramento Biológico e Ambiental" entre os dia 18 e 20 setembro. O evento é organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia e Monitoramento Ambiental da Universidade com o objetivo de divulgar os trabalhos de pesquisa e inovação tecnológica desenvolvidos pelos grupos da UFSCar, PUC, USP, Unesp, Universidade de Sorocaba (Uniso) e institutos de ensino e pesquisa regionais. O foco de interesse dos trabalhos do Fórum está nas novas tecnologias voltadas ao monitoramento de processos biológicos (nível molecular e celular) e ao monitoramento ambiental envolvendo parâmetros normalizados e em desenvolvimento físico-químico e bioindicadores. Na programação do evento estão previstas apresentações de docentes e pesquisadores, minissimpósios, exposições, apresentação em sessão de painéis com estudantes vinculados a programas de pós-graduação e apresentação de equipamentos de última geração voltados a tecnologias biofotônicas. No dia 18/9, por exemplo, o professor Vadim Viviani, do Departamento de Física, Química e Matemática (DFQM) da UFSCar, apresenta o minissimpósio sobre Bioluminescência. Junto com o grupo de pesquisa "Bioluminescência e Biofotônica", Viviani


desenvolveu recentemente uma enzima bioluminescente por meio de técnica pioneira. A programação completa está disponível no site do evento, em http://eventobiotecnologia.webnode.com. O evento ocorre entre os dias 18 e 20 de setembro, no Auditório do edifício ATLab do Campus Sorocaba da UFSCar, localizado na Rodovia João Leme dos Santos km 110, Bairro Itinga. Mais informações pelo telefone (15) 3229-5969. (Ascom da UFSCar) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=89269


Veículo: Site – Jornal da Ciência Editoria: Pag: Assunto:27. Espaço Ciência conta os segredos dos perigos que vêm do céu Cita a FAPEAM:

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27. Espaço Ciência conta os segredos dos perigos que vêm do céu Evento em Pernambuco terá oficinas para estudantes, lançamento de foguetes, minicursos e concurso de astrofotografia "Os perigos que vêm do céu" é o tema da Semana da Astronomia, que acontecerá de 16 a 20 de setembro, no Espaço Ciência, situado entre as cidades de Recife e Olinda (PE). A escolha do tema se deu principalmente por conta da passagem do cometa ISON que deverá ficar visível em meados de novembro e também por acontecimentos recentes como o meteorito que caiu na Rússia e a reentrada de lixo espacial na Terra. A programação atenderá a todos os públicos e conta com muitas novidades: Serão 10 oficinas voltadas para estudantes do Fundamental I até o Ensino Médio, lançamento de foguetes e as atividades ioiô humano e giroscópio. Grupo acima de 10 pessoas deverá agendar visita no (81) 3241-3226 ou 3301-6140. Nos dias 21 e 22 de setembro, o Observatório Astronômico do Alto da Sé também estará com programação voltada para a Semana da Astronomia. Cursos Para quem quer ir mais a fundo no tema, a programação também contará com dois minicursos: "Uma Breve História da Astronomia" e "Fundamentos da Mecânica Celeste". Ambos são introdutórios em suas temáticas e abertos a todos os públicos, mas recomendado a estudantes a partir do ensino médio. Os cursos terão carga horária de 8 h e 12 h respectivamente e serão


ministrados pela equipe de Astronomia do Espaço Ciência. Serão 20 vagas no período da manhã e 20 no período da tarde para cada curso, os participantes que concluírem receberão um certificado de participação. Faça sua inscrição aqui. Também será ofertado um curso de Introdução à Astronomia, com duração de 10 semanas, em todos os sábados a partir de 28 de setembro, coordenado pelo astrofísico Antonio Carlos Miranda (Espaço Ciência/UFRPE). Outra novidade será a sala temática "Perdidos no Espaço" dentro da sala haverá um desafio para o participante ou equipe resolverem e para isso eles não poderão contar com todos os sentidos. CONCURSO Quem curte fotografia e astronomia, poderá participar do Concurso Carlos Omena de Oliveira de Astrofotografia. A inscrição estará aberta a partir de 12 de setembro de 2013 e deverá ser feita exclusivamente através do e-mail semanadeastronomiaec2013@gmail.com. Os interessados deverão enviar fotos de acordo com as categorias: Céu diurno; Céu noturno; Pôr do sol; Lua e Astrofotografia profissional. A divulgação do resultado ocorrerá até 20 de setembro de 2013 no site do Espaço Ciência. Leia o regulamento completo. O concurso é uma homenagem a Carlos Omena de Oliveira, um grande entusiasta da astrofografia no estado de Pernambuco. Confira aqui a lista de oficinas. (Comunicação Espaço Ciência) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=89270


Veículo: Site – Jornal da Ciência Editoria: Pag: Assunto:30. Cientistas usam nanotecnologia para criar teia de aranha três vezes mais resistente Cita a FAPEAM:

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30. Cientistas usam nanotecnologia para criar teia de aranha três vezes mais resistente Protótipo se contrai como um músculo e pode ter aplicações médicas Cientistas dos Estados Unidos afirmaram nesta terça-feira que haviam coberto uma teia de aranha com nanotubos de carbono, criando uma fibra que não apenas é superforte, mas também conduz eletricidade. A nova linha é três vezes mais forte do que a teia de aranha sem tratamento, que já é uma das substâncias mais fortes da natureza, indicaram. A primeira aplicação possível seria para dispositivos médicos em nano-escala. Em testes, os protótipos foram usados como um monitor cardíaco e como um êmbolo, capaz de erguer uma carga relativamente grande de 35 miligramas, usando corrente elétrica e umidade para fazer o fio se contrair como um músculo. O estudo, publicado na revista científica Nature Communications, foi conduzido por Eden Steven, do Laboratório Nacional de Alto Campo Magnético em Tallahassee, Flórida. (Zero Hora com informações da AFP) http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/planeta-ciencia/noticia/2013/09/cientistas-usamnanotecnologia-para-criar-teia-de-aranha-tres-vezes-mais-resistente-4265170.html http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=89273


Veículo: Site – Jornal Brasil Editoria: Pag: Assunto:Empreendimentos de base tecnológica podem concorrer a vagas para incubação Cita a FAPEAM:

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Empreendimentos de base tecnológica podem concorrer a vagas para incubação 11/09/2013 Quarta-Feira, Dia 11 de Setembro de 2013 as 20 Estão abertas até 9 de outubro as inscrições para o processo de seleção de novos empreendimentos de base tecnológica que farão parte do Programa de Incubação de Empresas da Inova-UFMG. De acordo com o edital, podem se candidatar empreendedores e/ou pesquisadores interessados em desenvolver produtos, processos ou serviços inovadores, com ou sem vínculo com a UFMG. Serão selecionados até cinco projetos. Os candidatos devem preencher o formulário de inscrição e enviá-lo para o email selecao@inova.ufmg.br, além de observar os demais procedimentos do edital. Mais informações pelo telefone (31) 3409-6783. Fonte: UFMG http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=102857&nome=Empreendimentos %20de%20base%20tecnol%F3gica%20podem%20concorrer%20a%20vagas%20para%20incuba %E7%E3o


Veículo: Jornal – Diário do Amazonas Editoria: Sociedade Pag:17 Assunto:Pesquisas destacam metodologias para o ensino da Astronomia Cita a FAPEAM:

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Veículo: Jornal – Jornal do Commercio Editoria: Negócios Assunto:Inpa apresenta resultados de projeto em fronteira Cita a FAPEAM:

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Veículo: Jornal – A Crítica Assunto:Tecnova tem R$13,5 milhões Cita a FAPEAM: ✘

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CLIPPING FAPEAM - 04.08.2013