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Veículo: Site – Jornal da Ciência Editoria: Pag: Assunto: 24. Entomologia para todos: Inpa debate estudos sobre insetos na Amazônia Cita a FAPEAM: ✘

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24. Entomologia para todos: Inpa debate estudos sobre insetos na Amazônia A quinta edição do Puxirum Entomológico reúne estudantes e pesquisadores. O evento conta com debates, apresentação de trabalhos dos alunos e o concurso de fotografia A Entomologia (estudo dos insetos) será a pauta principal durante três dias da quinta edição do Puxirum Entomológico. A abertura do evento ocorreu na manhã desta segunda-feira (4) no Auditório da Ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) e tem a finalidade de promover discussões sobre entomologia na região. Até a próxima quarta-feira (6) pesquisadores e estudantes de graduação na área irão debater os principais avanços e desafios da entomologia na Amazônia. De acordo com a organizadora do evento, a pesquisadora do Inpa Ruth Keppler, o evento também colabora para um intercâmbio entre pesquisadores. "Nossa intenção é trazer o debate. Os insetos possuem uma relação com a sociedade, por exemplo, as abelhas. Vamos reunir estudantes e pesquisadores e trazer informações do que tem sido feito com insetos aqui na Amazônia", disse Keppler. Durante o evento serão ministrados dois minicursos práticos, um referente a técnicas de coletas de insetos e outro sobre entomologia forense, além de palestras, mesas-redondas, mesas de discussão. Haverá ainda apresentações de trabalhos dos alunos e o concurso de fotografia está aberto ao público.


Nesta segunda-feira, foco principal dos debates foi a entomologia médica com uma mesa redonda formada pelo pesquisador do Inpa Wanderli Tadei, na área de malária e dengue, e os pesquisadores Jansen Medeiros e Ricardo Passos. Também houve um debate sobre insetos na alimentação com o pesquisador Eraldo Medeiros, da Universidade Estadual de Feira de Santana (BA), Victor Py-Daniel e Beatriz Ronchi Teles, esses últimos do Inpa. Teles, que na solenidade de abertura representou a direção do Inpa, destacou a importância do encontro. "Esse evento é importante, pois, além dos debates, reúne muitos egressos da nossa pósgraduação (do Inpa). O quinto Puxirum Entomológico é um marco do nosso programa de PósGraduação de Entomologia", ressaltou. Para a presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Maria Olívia, que esteve presente na abertura, os debates colaboram para novas pesquisas. "O evento científico sempre proporciona a possibilidade de intercâmbio e debate. É isso o que eu vejo aqui, na pauta deste evento, a entomologia forense e a Etnoentomologia. Sendo assim, o Estado cumpre seu papel de intercâmbio de ideias e o evento divulga para sociedade o que tem sido feito". Puxirum Puxirum é uma palavra nheengatu, língua falada no Brasil colonial resultante da mistura entre o tupi, o português e o espanhol, que significa reunião de esforços em prol de um objetivo comum. Consulte programação completa aqui. (Assessoria de Comunicação do Inpa) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=90442


Veículo: Site – Programa Ciência na Escola Editoria: Pag: Assunto: Parceiro do PCE, o professor Claudemilson Oliveira conta como foi seu início na docência e o que te motivou. Cita a FAPEAM: ✘

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Parceiro do PCE, o professor Claudemilson Oliveira conta como foi seu início na docência e o que te motivou. Desde o início, sempre gostei de educação Parceiro do PCE, o professor Claudemilson Oliveira conta como foi seu início na docência e o que te motivou. PCE: Como tudo começou? Seu ingresso no mundo acadêmico? Desde o inicio do meu aprendizado tive gosto pela educação constantemente, do ensino básico ao final do ensino médio participava de vários eventos, feiras e encontros ligadas ao incentivo da educação em minha escola. Logo após vim para Manaus cursar Sociedade e Cultura da Amazônia pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e mais dois anos para conclusão do mestrado, em seguida retornei para Itacoatiara e fui convidado a exercer a função de Secretário de Educação do Município por três anos com intuito de contribuir na minha cidade para evolução da educação naquela época. Conseguimos implantar o Programa Ciência na Escola (PCE) nas escolas municipais que antes não podiam participar, graças à parceria proposta pela Prefeitura Municipal de Itacoatiara com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), que viabilizou na época 10 projetos e até hoje os incentivos ao programa não pararam e continuam a todo vapor no município. Estimulando os estudantes a criarem gosto pela pesquisa, criando um novo patamar na


educação.

PCE: O que lhe motivou a escolher a docência e que experiência você obtém dela? Na realidade eu nasci e me criei praticamente dentro da escola porque minha mãe era professora e sempre me levava para acompanha-la, e desde o ensino médio sempre tive a vontade pesquisar sobre a história de Itacoatiara e através de uma professora que me estimulou junto com meus colegas a escrever um livro sobre este assunto pouco falado. O livro se chama “Itacoatiara, seus bairros e suas histórias” e até hoje tem repercussão na cidade, sendo bastante utilizado nas escolas do município. Com a docência tenho a experiência de lecionar na Universidade do Estado do Amazonas (UEA) com pedagogia intercultural em Itapiranga/AM e atualmente na Universidade Federal do Amazonas (UFAM) de Itacoatiara ministrando aulas para a graduação de Pedagogia e demais áreas sempre ligada às Ciências Humanas e, sobretudo na formação continuada de professores, colaborando para educação do município. No ano 2000 prestei concurso para Secretaria de Estado de Educação do Amazonas (SEDUC), e até hoje estou trabalhando na área com a visão de acreditar que a educação pode mudar as pessoas, trazer autonomia para a sociedade não somente no aspecto de geração de renda, mas que ela possa trazer liberdade para as pessoas. Sou participante de grupos de pesquisas em conjunto com outros professores da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) de Itacoatiara e Manaus como o Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Cidades da Amazônia Brasileira (NEPCAB) com a coordenação do Profº Dr. José Aldemir de Oliveira, e estou recentemente vinculado ao grupo de pesquisas da Dra. Fátima Vieira Nowak. Meu mais novo projeto para meu doutorado será o estudo mais aprofundado sobre a história da cidade de Itacoatiara desde a década de 20, que nesta época foi bastante influenciada na arquitetura em suas praças e ruas da “Belle Epóque” das capitais Manaus e Belém no auge da riqueza da borracha. Eliminando a ausência de estudos históricos sobre os municípios do Amazonas que atualmente não tratam de suas historias dentro das salas de aula.

PCE: Em sua opinião, o que significa para o aluno a figura do professor? A figura de ‘bons professores’, esses sim são de extrema importância, sobretudo na boa formação que eles precisam, pois um professor bem capacitado faz a diferença onde for sua atuação. Sempre me recordo de situações que acontecem em cidades que a educação é escassa e de longe e dificultoso acesso e que vemos ganhando prêmios e chegando a primeiro lugar em competições, olimpíadas e demais merecimentos que eles obtêm mesmo com toda dificuldade que eles possuem. Exemplos de professores como estes devem ser parabenizados e seguidos pelos demais, é esse mérito que o professor deve ter de deixar sua herança de conhecimento as futuras gerações, em nosso estado isso se torna bastante recorrente porque vivemos numa localização afastada dos grandes centros urbanos, não temos estradas que interliguem ao resto do país exceto pelos rios, nossa tecnologia em comunicações precisa ser melhorada, por isso o papel do professor é de extrema importante em levar educação de qualidade aos mais lugares distantes da Amazônia.


PCE: De que forma o Programa Ciência na Escola (PCE) chegou a você? Bem o PCE eu já conhecia desde a época de meu secretariado, e logo de inicio achei a ideia do programa superinteressante, tanto que em minha gestão fiz de tudo para o programa viesse para as escolas de Itacoatiara, então depois com bastante dedicação conseguimos articular e assinar convênio com a Fapeam para essa inédita iniciação do programa nas escolas municipais do interior e graças a Deus até hoje esta parceria existe e vem dando certo trazendo ótimos resultados. Para mim é uma honra o programa ter se estabelecido aqui em nossa cidade, porque graças a ele, os próprios jovens pesquisadores podem desbravar a Amazônia em suas pesquisas não necessitando que outros pesquisadores de países diferentes venham fazê-lo. O PCE vem romper de certa forma certas carências que a Amazônia tem por conta das pesquisas que devem surgir no seu bojo, ou até mesmo para formação de futuros pesquisadores que irão dar grande contribuição para o desenvolvimento de nossa região.

PCE: Você acredita que o PCE pode gerar mudanças por onde passa? Quais? Tenho certeza que o programa gera mudanças porque no momento que você deixa somente de contemplar a natureza e passa a pesquisa-lá, isso já se torna bastante importante, porque da nossa biodiversidade pode sair uma série de produtos inovadores, como por exemplo um extrato, um fármaco que possa a ser utilizado para a cura da AIDS, do câncer, da pressão alta. Então o observar é uma coisa agora o estudar, você fazer com que a natureza possa gerar produtos em beneficio da humanidade gerando outro patamar, outro nível, e o PCE vem levar os professores, os alunos, a questionar qual seu papel no meio em que ele está inserido, e através desses questionamentos poderá surgir estudos e pesquisas capazes de viabilizar novos cientistas e pesquisadores. Infelizmente temos vários exemplos de empresas multinacionais que vem para cá e dispõe de muitos recursos, mas que deixam tão pouco para nossa região, porém temos a felicidade de o PCE ir à contramão desse pensamento. Já tivemos exemplos ruins como a exploração da borracha, então o programa veio para romper barreiras sobre o domínio de conhecimento maior para população sobre a natureza, dificultando com que aconteçam casos como o da biopirataria. ‘O PCE é a luz no fim do túnel para o desenvolvimento da Amazônia de diversas formas’. PCE: Em quais pontos é necessária à melhoria da qualidade da ciência nas escolas publicas do estado do Amazonas? Necessitam-se mais equipamentos para pesquisas dentro das escolas, porque a pesquisa começa realmente na educação básica, o que acontece é que o aluno sai do ensino médio sem nenhuma experiência com a pesquisa e quando vai para a universidade ele sente muitas dificuldades. Seria interessantes que as escolas disponibilizam-se horários e profissionais ligados à pesquisa, assim gerando alunos capacitados para o futuro, e nisso o PCE mais uma vez sai na frente inserindo a pesquisa cientifica desde já no currículo dos jovens pesquisadores. Além de claro capacitando os profissionais que trabalham com educação, os professores que participam do programa se sobressaem com uma diferente visão inovadora para aplicar em seus alunos. PCE: O que falta para que a ciência seja alvo de discussão dentro da sociedade escolar juvenil? Eu acho que deveria haver um olhar mais atencioso para a ciência na escola, essa possa ser a grande lacuna que nós temos, eu conheço o PCE aqui do nosso estado que está dando grande contribuição,


porém não tenho conhecimento dos outros estados. Se o PCE se tornar uma política publica nacional de incentivo a pesquisa na educação básica, com toda certeza mudamos de patamar bem maior dentro da educação, se o governo federal adotar o programa a nível nacional, o país dará um salto qualitativo bem significante, criando uma cultura de jovens e crianças com altas capacidades, isso já aconteceu em outro países que incentivaram o desenvolvimento da pesquisa através de suas políticas públicas.

PCE: Deixe uma mensagem de apoio e convite para os demais professores Bem eu me sinto honrado e feliz por participar de um programa tão inovador e de grande excelência como o PCE, porque certamente é algo que tem transformado a educação básica em nosso estado, porque se tem se emergido através do PCE varias discussões com relação à pesquisa na educação que não tinham antes, como falei o Amazonas larga na frente pela criação desse programa, não tenho conhecimento dessa inovação em outros estados, então é louvável esta iniciativa e vem somar com o desenvolvimento sustentável da Amazônia, sobretudo. Eu gostaria de convidar todos os professores e alunos da rede pública que não participam do programa, a se interessarem mais por essa iniciativa que estabelece um novo rumo e parâmetro na visão de quem participa. Muito obrigado PCE! http://pceamazonas.com.br/2013/11/05/parceiro-do-pce-o-professor-claudemilson-oliveira-contacomo-foi-seu-inicio-na-docencia-e-o-que-te-motivou/


Veículo: Site – Fucapi Editoria: Pag: Assunto: Inscrições abertas para ‘pós’ gratuita em Agente de Inovação e Difusão Tecnológica Cita a FAPEAM: ✘

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Inscrições abertas para ‘pós’ gratuita em Agente de Inovação e Difusão Tecnológica 05/11/13 – Estão abertas as inscrições para a pós-graduação lato sensu Agente de Inovação e Difusão Tecnológica (Agintec), promovida pela Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi) e pela Associação Brasileira de Instituições de Pesquisa Tecnológica (Abipti). Interessados podem se inscrever até 11/11, no site da FUCAPI. O curso, realizado em Manaus (AM), será gratuito e disponibilizará 80 vagas. A pós-graduação lato sensu é financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), com apoio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-AM). Segundo a presidente da ABIPTI e da FUCAPI, Isa Assef, a capacitação proporcionará um amplo entendimento sobre a relevância do ambiente inovador. “Ele vai dar essa visão e formação para as pessoas sobre a importância desse cenário. Assim vamos nos colocar em ponto de igualdade com outros países desenvolvidos”, destacou. Siga a FUCAPI no Twitter e acompanhe no Facebook A formação terá a duração de um ano, dos quais nove meses serão destinados a disciplinas obrigatórias e três voltados à aplicação técnica. O curso terá duas turmas. A primeira começa no dia 4 de dezembro deste ano e, a segunda, dia 11 de março de 2014. O processo de seleção será realizado por meio de prova, com questões de múltipla escolha, que abordarão temas ligados à ciência, tecnologia e inovação; qualidade e inovação; empreendedorismo;


economia; administração; e raciocínio lógico matemático. A avaliação ocorrerá no dia 14 de novembro, das 19h às 21h. A taxa de inscrição custa R$ 80 e pode ser paga em qualquer agência bancária. Os estudantes aprovados serão contemplados com uma bolsa mensal de R$ 1,5 mil durante os últimos três meses do curso. O recurso será destinado à elaboração de um estudo de caso ou aplicação técnica relacionada às empresas e/ou institutos em que o estudante tenha vínculo empregatício. Portal FUCAPI http://www.fucapi.br/tecnologia/2013/11/05/inscricoes-abertas-para-pos-gratuita-em-agente-deinovacao-e-difusao-tecnologica/


Veículo: Site – Blog do Marcos Santos Editoria: Pag: Assunto: Especialização gratuita em Inovação e Difusão Tecnológica está com inscrições abertas Cita a FAPEAM: ✘

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Especialização gratuita em Inovação e Difusão Tecnológica está com inscrições abertas Postado em 05/11/2013 - 19:53 Candidatos interessados em concorrer a vagas para o curso de pós-graduação lato sensu em Agente de Inovação e Difusão Tecnológica (Agintec) têm até o próximo dia 11 para se inscreverem. O curso é destinado aos profissionais de nível superior, analistas, pesquisadores, tecnólogos, gestores de instituições de pesquisa públicas ou privadas que atuam com políticas públicas de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), e empreendedores envolvidos em projetos com foco na inovação. Estão sendo oferecidas 60 vagas distribuídas em duas turmas que iniciam em dezembro e março de 2014, respectivamente. O curso é gratuito, e o estudante ainda receberá uma bolsa de estudo, ao concluir a carga horária de disciplinas obrigatórias. Financiada pelo Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), com apoio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SectiAM), a especialização será realizada pela Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica (Abipti) e desenvolvida pela Fundação Centro de Análise Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi). O investimento está orçado em R$ 778,4 mil, já inclusos o custeio do curso, a contrapartida e as bolsas de estudo. Pré-inscrição – Para se candidatar é necessário fazer pré-inscrição pelo portal da Fucapi, realizar pagamento de boleto e entregar os documentos que estão listados em edital. Após essa etapa haverá


processo seletivo que se dará por meio de prova escrita composta de 15 questões de múltipla escolha, tendo como base os seguintes conteúdos programáticos: CT&I, Qualidade e Inovação, Empreendedorismo, Economia, Administração e Raciocínio Lógico Matemático. A prova será realizada no dia 14 de novembro, às 19h e terá duração de duas horas. O resultado será divulgado no portal da Fucapi, pela Secretaria do Centro de Pós-Graduação e Extensão (CPGE). A carga horária é de 410 horas/aula, divididas em duas fases, sendo a primeira de 380 horas/aula, dentro de um período de 9 meses, e a segunda de 30 horas, no período de 3 meses, onde será realizada a aplicação técnica e apresentação da versão final do trabalho de conclusão de curso, de acordo com os critérios e normas estabelecidos pela Fucapi. A duração de cada turma é de 12 meses. Agintec – O objetivo do Agintec é contribuir com a formação de recursos humanos qualificados no agenciamento dos processos de inovação, difusão tecnológica e na capacitação do sistema de CT&I, além de negociar os processos de apropriação econômica e social do conhecimento. Para o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Odenildo Sena, a importância do curso ganha uma dimensão ainda maior com a oportunidade da aproximação do setor produtivo e institutos de pesquisas. Para ele, “a maior virtude do curso está no fato de, ao lado de uma série de outras ações, que se tem desenvolvido para aproximar o setor produtivo dos institutos de pesquisa, é que o Agintec vai formar pessoas e sensibilizar outras para fazer essa ponte”. Odenildo Sena considera que o Amazonas precisa ainda ser capaz de converter suas pesquisas em produtos e assim gerar empregos, impostos e riquezas. “O nosso maior desafio hoje não é produzir conhecimento, nem produzir pesquisas, continua sendo transformar pesquisa, como alguém já dizia um dia desses, em código de barras, com isso daremos uma contribuição muito grande para a formação de pessoas sensibilizadas para essa articulação”. A matrícula dos candidatos selecionados para o Agintec será realizada no período de 26 a 29 de novembro, na Secretaria do CPGE, situada no boulevard Álvaro Botelho Maia, nº 1.400, Praça 14, zona sul. http://www.blogmarcossantos.com.br/2013/11/05/especializacao-gratuita-em-inovacao-e-difusaotecnologica-esta-com-inscricoes-abertas/


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Pag: Assunto: Pesquisadores do AM se dedicam ao estudo dos insetos aquáticos Cita a FAPEAM: ✘

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Pesquisadores do AM se dedicam ao estudo dos insetos aquáticos CIÊNCIAEMPAUTA, POR LAIZE MINELLI Postado em 05/11/2013 A maioria das pessoas cresce acreditando que insetos só podem viver na terra e voando. Mas não é bem assim, uma parte das espécies vive também na água, são os insetos aquáticos. De acordo com a entomologista do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Neusa Hamada, essas espécies passam pelo menos uma das fases de sua vida na água, areia, pedras ou troncos submersos. E têm dois tipos de desenvolvimento, podendo ser holometábolos, no qual todos os estágios são vividos na água; ou hemimetábolos, que passam pela chamada ‘metamorfose incompleta’, quando apenas os estágios iniciais são na água. Hamada estuda os insetos há quase 30 anos e conta que passou a gostar de trabalhar nesta área quando organizava as coleções ainda durante a faculdade. Ao longo da vida acadêmica, a pesquisadora passou pelo mestrado e doutorado em entomologia, sempre trabalhando dentro e fora do Brasil. Seus estudos se concentram no Pium também chamado de borrachudo, por considerar uma família ‘pequena’, de cerca de 100 espécies no Brasil e quase três mil no mundo. “O borrachudo é uma família considerada não tão rica comparada a outras que em um igarapé podem ter 100 espécies”,


justifica. Contando agora com uma equipe de aproximadamente 10 pessoas, incluindo bolsistas graduados, mestres, e estudantes com pós-doutorado, conseguiu e ampliou as espécies estudadas. “O acervo que temos hoje só foi possível por causa dos alunos, se estivesse sozinha estaria trabalhando só com o Pium, não tenho condições de abraçar isso tudo sozinha. Com esses alunos eu ampliei a área com libélulas e mariposas, os mais conhecidos das pessoas, mas o trabalho também é feito com colaborações de especialistas de outros Estados” contou. Neusa Hamada se dedica aos insetos aquáticos há quase 30 anos. Foto: Laize Minelli Neusa Hamada se dedica aos insetos aquáticos há quase 30 anos. Foto: Laize Minelli O PROCESSO DA CAPTAÇÃO Existem duas maneiras de iniciar uma pesquisa neste campo. Segundo Hamada, o mais comum é o pesquisador já chegar interessado em determinada espécie, ir para o campo e voltar para o laboratório. Então, do material coletado, uma família é escolhida, ou seja, um grupo específico. O material que não for usado fica na coleção para futuras análises. A pesquisadora já consegue mensurar a quantidade de espécies catalogadas. “Não trabalhamos somente no Amazonas, trabalhamos fora daqui nos outros Estados da Amazônia e do Brasil também. Quem trabalha com taxonomia não fica muito restrito a um local, porque o importante é ampliar a área de estudos”, disse. PROJETOS EM ANDAMENTOS Demonstrando a importância do estudo dos insetos, Hamada conta que existem dois projetos em andamento, um deles recebe recursos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), por ser um programa realizado em todo o País. Este estudo é sobre as variações populacionais do Pium, buscando identificar as espécies muito próximas para separar e diferenciar os que podem transmitir doenças, pois cerca de 10% das espécies do Pium picam o homem e podem transmitir doenças como a Onconcercose, também conhecida como ‘cegueira dos rios’. Além disso, por meio do edital de popularização da ciência da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), a equipe ganhou recursos para produzir um novo livro educativo infantil intitulado ‘Insetos radiais’, por conta do tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, ‘Ciência, Saúde e Esporte”. CiênciaemPauta, por Laize Minelli http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/11/pesquisadores-do-am-se-dedicam-ao-estudo-dosinsetos-aquaticos/


Veículo: Site – G1.Globo Editoria: Assunto: ONU elogia novo passo do Brasil no tratamento da Aids Cita a FAPEAM:

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ONU elogia novo passo do Brasil no tratamento da Aids Para Unaids, Brasil reafirma 'liderança' ao oferecer terapia antirretroviral para todos os soropositivos, independentemente do estágio da doença. O Brasil mantém o pioneirismo na luta contra a Aids ao anunciar que oferecerá tratamento a todos os portadores do vírus HIV, independentemente do estágio da doença. Soropositivos passarão a receber medicamentos antirretrovirais assim que a doença tiver sido diagnosticada. Até agora, o país vinha oferecendo tratamento antirretroviral pela sua rede pública apenas quando a contagem das células de defesa (CD4) do paciente caía para o patamar abaixo de 500 células por milímetro cúbico de sangue. Em junho, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou que os países oferecessem tratamento a pacientes com Aids a partir do momento em que o sistema imunitário apresentasse esse patamar. O Brasil já vinha oferecendo tratamento nesse nível desde agosto do ano passado. 'Liderança' Mas agora, com o anúncio do Ministério da Saúde, o Brasil passa a ser o primeiro país em desenvolvimento a oferecer terapia com retrovirais a todos os pacientes assim que a doença for diagnosticada. Na prática, o Brasil será o terceiro país do mundo a deixar de condicionar o tratamento gratuito ao número de células de defesa do paciente. Programas semelhantes de tratamento independentemente do estágio da doença existem também na França e nos Estados Unidos, segundo o Unaids.


'O Brasil vai além da recomendação atual da Organização Mundial da Saúde', disse à BBC Brasil Georgiana Braga-Orillard, coordenadora do Unaids, no Brasil. 'Novamente o Brasil prova sua liderança na luta contra a Aids', diz ela. 'Muitas pessoas fazem o teste, são diagnosticadas soropositivas e não voltam para fazer o tratamento. Quando retornam à rede de saúde, já estão com o número de CD4 muito baixo e começam o tratamento muito tarde. Isso deixa sequelas', diz Braga-Orillard. 'O tratamento antirretroviral em um estágio mais precoce da doença permite que as pessoas vivam por mais tempo e em melhor saúde, e reduz substancialmente os riscos de transmissão do vírus', afirma a OMS. 'Estudos demonstraram que o tratamento antirretroviral precoce pode reduzir o risco de transmissão do vírus em 96%' afirma a Unaids. Protocolo De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 100 mil pessoas deverão ser beneficiadas com a expansão da oferta de tratamento. Atualmente, 313 mil recebem remédios. Em outubro, o governo brasileiro submeteu a consulta pública o protocolo clínico que prevê o tratamento Aids logo após o diagnóstico da doença, qualquer que seja o nível de células de defesa do organismo. Os detalhes do protocolo clínico serão concluídos até o final do ano, mas o Ministério da Saúde já anunciou que o tratamento precoce será oferecido em qualquer nível da doença. Segundo a coordenadora da Unaids, ainda não é possível estimar o custo da ampliação do programa de tratamento da Aids no Brasil. Atualmente, R$ 770 milhões são destinados aos medicamentos contra a Aids, do total de R$ 1,2 bilhão do orçamento para lutar contra a doença. Existem no Brasil, segundo estimativas da Unaids e do ministério da Saúde, entre 490 mil e 530 mil pessoas infectadas pelo vírus HIV, sendo que cerca de 135 mil delas não sabem que têm a doença ou nunca fizeram o teste. Por ano, é registrada uma média de 36 mil novos casos, sendo que praticamente a metade deles se refere a homens jovens homossexuais. De acordo com o ministério da Saúde, a taxa de prevalência de portadores de HIV no Brasil é de 0,4% da população geral. Entre os homens homossexuais, esse número sobe para 10,5%. A taxa de prevalência chega a 15% da população geral no caso de jovens homossexuais com idade entre 15 e 27 anos no Estado de São Paulo. O novo protocolo clínico anunciado pelo Brasil também prevê simplificar o coquetel de triterapia com um 'medicamento três em um'. O tratamento em um único comprimido, que já existe na França, deverá estar disponível no Brasil em 2014 http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/11/onu-elogia-novo-passo-do-brasil-no-tratamento-daaids.html


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Especialização em Inovação e Difusão Tecnológica abre inscrições CIÊNCIAEMPAUTA, POR MARLÚCIA SEIXAS Postado em 05/11/2013 Candidatos interessados em concorrer a vagas para o curso de pós-graduação lato sensu em Agente de Inovação e Difusão Tecnológica (Agintec) têm até o próximo dia 11 para se inscreverem. O curso é destinado a profissionais de nível superior, analistas, pesquisadores, tecnólogos, gestores de instituições de pesquisa públicas ou privadas que atuam com políticas públicas de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), e empreendedores envolvidos em projetos com foco na inovação. Estão sendo oferecidas 60 vagas distribuídas em duas turmas que iniciam em dezembro e março de 2014, respectivamente. O curso é gratuito, e o estudante ainda receberá uma bolsa de estudo, ao concluir a carga horária de disciplinas obrigatórias. Financiada pelo Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), com apoio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI-AM), a especialização será realizada pela Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica (Abipti) e desenvolvida pela Fundação Centro de Análise Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi). O investimento está orçado em R$ 778,4 mil, já inclusos o custeio do curso, a contrapartida e as bolsas de estudo.


PRÉ-INSCRIÇÃO Para se candidatar é necessário fazer pré-inscrição pelo portal da Fucapi, realizar pagamento de boleto e entregar os documentos que estão listados em edital. Após essa etapa haverá processo seletivo que se dará por meio de prova escrita composta de 15 questões de múltipla escolha, tendo como base os seguintes conteúdos programáticos: CT&I, Qualidade e Inovação, Empreendedorismo, Economia, Administração e Raciocínio Lógico Matemático. A prova será realizada no dia 14 de novembro, às 19h e terá duração de duas horas. O resultado será divulgado no portal da Fucapi, pela Secretaria do Centro de Pós-Graduação e Extensão (CPGE). A carga horária é de 410 horas/aula, divididas em duas fases, sendo a primeira de 380 horas/aula, dentro de um período de 9 meses, e a segunda de 30 horas, no período de 3 meses, onde será realizada a aplicação técnica e apresentação da versão final do trabalho de conclusão de curso, de acordo com os critérios e normas estabelecidos pela Fucapi. A duração de cada turma é de 12 meses. AGINTEC O objetivo do Agintec é contribuir com a formação de recursos humanos qualificados no agenciamento dos processos de inovação, difusão tecnológica e na capacitação do sistema de CT&I, além de negociar os processos de apropriação econômica e social do conhecimento. Para o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Odenildo Sena, a importância do curso ganha uma dimensão ainda maior com a oportunidade da aproximação do setor produtivo e institutos de pesquisas. Para ele, “a maior virtude do curso está no fato de, ao lado de uma série de outras ações, que se tem desenvolvido para aproximar o setor produtivo dos institutos de pesquisa, é que o Agintec vai formar pessoas e sensibilizar outras para fazer essa ponte”. O secretário considera que o Amazonas precisa ainda ser capaz de converter suas pesquisas em produtos e assim gerar empregos, impostos e riquezas. “O nosso maior desafio hoje não é produzir conhecimento, nem produzir pesquisas, continua sendo transformar pesquisa, como alguém já dizia um dia desses, em código de barras, com isso daremos uma contribuição muito grande para a formação de pessoas sensibilizadas para essa articulação”. A matrícula dos candidatos selecionados para o Agintec será realizada no período de 26 a 29 de novembro, na Secretaria do CPGE, situada à Avenida Boulevard Álvaro Botelho Maia, nº 1.400, Praça 14. CIÊNCIAemPAUTA, por Marlúcia Seixas http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/11/agintec-ja-esta-com-inscricoes-abertas/


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Pag: Assunto: Viver Melhor viabiliza dispositivo sonoro para identificar ônibus em Manaus Cita a FAPEAM: ✘

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Viver Melhor viabiliza dispositivo sonoro para identificar ônibus em Manaus Postado em 05/11/2013 Um dispositivo sonoro voltado para melhorar a qualidade de vida de pessoas com deficiências visuais que utilizam o transporte público na cidade será produzido em breve no Amazonas. O projeto foi apresentado pelo inventor José Erivaldo Zane Ferreira e busca solucionar as dificuldades do deficiente visual ao utilizar o meio de transporte urbano. De acordo com a proposta, o dispositivo de áudio será implantado nas paradas ou dentro dos ônibus. Ele deve ser acionado automaticamente pela aproximação dos ônibus, identificando a linha tanto para os deficientes quanto para a comunidade em geral. Conforme Ferreira, há inúmeros portadores de deficiência visual que utilizam os meios de transportes públicos em Manaus e essas pessoas enfrentam muitas dificuldades para identificar as linhas de ônibus, principalmente à noite. “Os deficientes visuais sofrem nas paradas por não conseguirem identificar a numeração dos ônibus e, muitas vezes, perdem o transporte”, afirmou. O projeto será viabilizado por meio do projeto “Sistema de Áudio para Identificação do Transporte Coletivo Urbano”, contemplado no Programa Estadual de Atenção à Pessoa com Deficiência – Viver Melhor/Edital de Apoio à Pesquisa para o Desenvolvimento de Tecnologia Assistiva (Viver Melhor/Pró-Assistir), financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI-AM) e Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Seped).


Ao todo, a Fapeam por meio do Programa Viver Melhor/Pró-Assistir contemplou oito projetos voltados para tecnologias assistivas. O programa tem como finalidade apoiar a realização de pesquisas que visem ao desenvolvimento de produto ou protótipo de produto de tecnologia assistiva, para promoção de funcionalidade relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, objetivando a sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social. Oito projetos serão desenvolvidos em quatro linhas temáticas nas áreas de deficiência visual, deficiência auditiva, deficiência física e deficiências múltiplas. As propostas aprovadas serão financiadas com recursos da ordem de R$ 2,5 milhões em bolsas. Fonte: Portal Amazônia http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/11/viver-melhor-viabiliza-dispositivo-sonoro-paraidentificar-onibus-em-manaus/


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Ciência sem Fronteiras abre chamada para estudos no Canadá Postado em 05/11/2013 O Canadá recebe anualmente mais de 265 mil alunos internacionais e está entre os destinos preferidos dos estudantes beneficiados pelo programa Ciência sem Fronteiras. Cerca de 4.000 estudantes brasileiros escolheram o Canadá como seu destino de estudos para oCiência sem Fronteiras, com expectativa de 7 mil alunos até janeiro, fazendo do Canadá o segundo maior parceiro no programa. A qualidade das instituições de ensino, o forte investimento em pesquisas e a possibilidade de estudar em inglês ou francês, estão entre os fatores que fazem do intercâmbio científico no Canadá uma experiência inesquecível. Os estudantes brasileiros terão oportunidade de uma experiência única em um país bilíngue, que oferece elevado padrão de educação com inovadoras e abundantes instalações para a realização de pesquisas. O programa Ciência sem Fronteiras abre inscrições, até 29 de novembro, para graduação-sanduíche no Canadá. Nessa modalidade, o estudante começa e termina o curso no Brasil, mas passa um período intermediário de até 18 meses no Canadá, para aperfeiçoamento. As chamadas para o Canadá serão para as universidades vinculadas ao Escritório Canadense para Educação Internacional (CBIE) ou ao consórcio Consórcio das Universidades de Alberta, Laval, Dalhousie e Ottawa (Caldo). Estas instituições assinaram acordos com o Governo do Brasil e lançaram chamadas para receberem estudantes brasileiros em programas que incluem até três componentes – formação em línguas (inglês ou francês), estudos acadêmicos ou de pesquisa em uma instituição canadense e estágios em laboratórios de pesquisa ou no setor privado. Fonte: Embaixada do Canadá http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/11/ciencia-sem-fronteiras-abre-chamada-para-estudosno-canada/


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Pag: Assunto: Um quarto da população brasileira tem hipertensão, mostra estudo Cita a FAPEAM:

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Um quarto da população brasileira tem hipertensão, mostra estudo Postado em 05/11/2013 De acordo com os dados da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2012), um quarto da população brasileira tem hipertensão arterial. Os dados fornecidos pelo Ministério da Saúde, nesta terça-feira (05), mostram que o índice de 24,3%, obtido em 2012, é superior ao da pesquisa realizada em 2006, que era de 22,5% da população. A pequisa revelou que a doença afeta 26,9% das mulheres e 21,3% dos homens. De acordo com análise do Ministério, esse dado não reflete que as mulheres são mais suscetíveis à doença, mas sim que elas procuram mais os serviços de saúde em comparação aos homens. Como a hipertensão também está ligada ao envelhecimento, a pesquisa verificou que quase 60% da população com mais de 65 anos afirma ter a doença. A maior escolaridade é um fator de proteção contra a hipertensão. “Mulheres que têm até oito anos de estudo tem três vezes mais risco de hipertensão em comparação às mulheres que têm mais de 12 anos de escolaridade”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. De acordo com os dados, a capital com maior prevalência de indivíduos com hipertensão é o Rio de Janeiro. Enquanto os locais com menores índices de prevalência da doença são Boa Vista, Palmas, Belém e São Luís. O inquérito por telefone foi realizado com 54 mil adultos acima de 18 anos nas capitais brasileiras. Como o consumo de sal é um fator de risco para a hipertensão, o ministro da Saúde, Alexandre


Padilha, firmou com a Associação Brasileira de Indústrias de Alimentação (Abia), nesta terça-feira (05), o quarto pacto para a redução de sódio nos alimentos industrializados. Os alimentos que passarão por essa redução são empanados, hambúrgueres, três tipos de linguiças, mortadela, itens de presuntaria, queijo muçarela, requeijão e sopas instantâneas. Fonte: UOL http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/11/um-quarto-da-populacao-brasileira-tem-hipertensaomostra-estudo/


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Pag: Assunto: I Workshop Óleos Essenciais da Amazônia acontece nos dias 07 e 08 de novembro Cita a FAPEAM:

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I Workshop Óleos Essenciais da Amazônia acontece nos dias 07 e 08 de novembro Postado em 05/11/2013 Acontece nos dias 07 e 08 de novembro no auditório da Biotecnologia, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), o I Workshop Óleos Essenciais da Amazônia. O evento é realizado pelo Programa de Educação Tutorial (PET) de Biologia com o apoio da Próreitoria de Extensão e Interiorização (Proexti). Segundo a coordenadora do PET de Biologia, professora Rosany Piccolotto, a necessidade de organizar um workshop específico sobre óleos essenciais da Amazônia surge da diversidade que podemos encontrar em plantas que possuem uma riqueza imensa para extração de medicamentos, cosméticos, alimentos e produção de semi-jóias. Entre os palestrantes convidados está o Dr. Adrian Martin Pohlit, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), que falará sobre “Substâncias antimaláricas a partir de plantas amazônicas” e da Dra. Maria das Graças Bichara Zoghdi, da Universidade Federal do Pará (UFPA), que conduzirá o minicurso sobre “A influência da técnica de extração na composição química volátil”. As inscrições para os minicursos podem ser feitas até esta quarta-feira (06), pelo site do Programa de Educação Tutorial. Mais informações pelos telefones: 3305-4038 e 8237-4052. Fonte: Ufam http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/11/i-workshop-oleos-essenciais-da-amazonia-acontecenos-dias-07-e-08-de-novembro/


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Cientistas identificam ornitorrinco extinto a partir de dente fossilizado Postado em 05/11/2013 Uma espécie extinta de ornitorrinco gigante, com uma potente dentadura, foi identificada a partir de um dente fossilizado, anunciaram cientistas australianos e americanos no Journal of Vertebrate Palaeontology. Com o mesmo bico de pato característico de seus parentes atuais, mas dotado de dentes, com uma pele grossa e patas que lembram as de um castor, este ornitorrinco carnívoro, batizado Obdurodon tharalkooschild, viveu entre 5 e 15 milhões de anos. Os cientistas acreditam que ele media cerca de um metro, ou seja, o dobro do ornitorrinco atual. Esta nova espécie foi identificada a partir de um único molar descoberto por Rebecca Pian, da Universidade Columbia de Nova York, no sítio de Riversleigh, no estado australiano de Queensland (nordeste). O Obdurodon tharalkooschild viveu em uma época em que se pensava que os ornitorrincos eram menores e sem dentes explica Michael Archer, da Universidade de Nova Gales del Sul. ”A nova espécie era um animal essencialmente aquático, como seu primo contemporâneo, e habitava nas imediações de pontos de água nas florestas que então cobriam a região”, acrescenta Suzanne Hand, também da Universidade de Nova Gales do Sul. Ele se alimentava provavelmente de crustáceos e de pequenos vertebrados como rãs e tartarugas, cujos fósseis foram achado no mesmo lugar. Os ornitorrincos, que são ovíparos, só são encontrados agora no leste da Austrália. Fonte: France Presse http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/11/cientistas-identificam-ornitorrinco-extinto-a-partirde-dente-fossilizado/


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Assunto: Especialização gratuita em Inovação e Difusão Tecnológica está com inscrições abertas Cita a FAPEAM: ✘

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Especialização gratuita em Inovação e Difusão Tecnológica está com inscrições abertas 17:32 - 05/11/2013 Candidatos interessados em concorrer a vagas para o curso de pós-graduação lato sensu em Agente de Inovação e Difusão Tecnológica (Agintec) têm até o próximo dia 11 para se inscreverem. O curso é destinado aos profissionais de nível superior, analistas, pesquisadores, tecnólogos, gestores de instituições de pesquisa públicas ou privadas que atuam com políticas públicas de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), e empreendedores envolvidos em projetos com foco na inovação. Estão sendo oferecidas 60 vagas distribuídas em duas turmas que iniciam em dezembro e março de 2014, respectivamente. O curso é gratuito, e o estudante ainda receberá uma bolsa de estudo, ao concluir a carga horária de disciplinas obrigatórias. Financiada pelo Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), com apoio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SectiAM), a especialização será realizada pela Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica (Abipti) e desenvolvida pela Fundação Centro de Análise Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi). O investimento está orçado em R$ 778,4 mil, já inclusos o custeio do curso, a contrapartida e as bolsas de estudo. Pré-inscrição – Para se candidatar é necessário fazer pré-inscrição pelo portal da Fucapi, realizar pagamento de boleto e entregar os documentos que estão listados em edital. Após essa etapa haverá processo seletivo que se dará por meio de prova escrita composta de 15 questões de múltipla escolha, tendo como base os seguintes conteúdos programáticos: CT&I, Qualidade e Inovação,


Empreendedorismo, Economia, Administração e Raciocínio Lógico Matemático. A prova será realizada no dia 14 de novembro, às 19h e terá duração de duas horas. O resultado será divulgado no portal da Fucapi, pela Secretaria do Centro de Pós-Graduação e Extensão (CPGE). A carga horária é de 410 horas/aula, divididas em duas fases, sendo a primeira de 380 horas/aula, dentro de um período de 9 meses, e a segunda de 30 horas, no período de 3 meses, onde será realizada a aplicação técnica e apresentação da versão final do trabalho de conclusão de curso, de acordo com os critérios e normas estabelecidos pela Fucapi. A duração de cada turma é de 12 meses. Agintec – O objetivo do Agintec é contribuir com a formação de recursos humanos qualificados no agenciamento dos processos de inovação, difusão tecnológica e na capacitação do sistema de CT&I, além de negociar os processos de apropriação econômica e social do conhecimento. Para o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Odenildo Sena, a importância do curso ganha uma dimensão ainda maior com a oportunidade da aproximação do setor produtivo e institutos de pesquisas. Para ele, “a maior virtude do curso está no fato de, ao lado de uma série de outras ações, que se tem desenvolvido para aproximar o setor produtivo dos institutos de pesquisa, é que o Agintec vai formar pessoas e sensibilizar outras para fazer essa ponte”. Odenildo Sena considera que o Amazonas precisa ainda ser capaz de converter suas pesquisas em produtos e assim gerar empregos, impostos e riquezas. “O nosso maior desafio hoje não é produzir conhecimento, nem produzir pesquisas, continua sendo transformar pesquisa, como alguém já dizia um dia desses, em código de barras, com isso daremos uma contribuição muito grande para a formação de pessoas sensibilizadas para essa articulação”. A matrícula dos candidatos selecionados para o Agintec será realizada no período de 26 a 29 de novembro, na Secretaria do CPGE, situada no boulevard Álvaro Botelho Maia, nº 1.400, Praça 14, zona sul. http://www.amazonas.am.gov.br/2013/11/especializacao-gratuita-em-inovacao-e-difusaotecnologica-esta-com-inscricoes-abertas/


Veículo: Site – Portal Amazônia Editoria: Pag: Assunto: Estudantes de universidades públicas do Amazonas ganham prêmio em campeonato do MIT Cita a FAPEAM:

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Estudantes de universidades públicas do Amazonas ganham prêmio em campeonato do MIT Alunos da Ufam e UEA levam bronze em campeonato internacional de biologia sintética realizado no Chile Enviar a um amigo MANAUS - Estudantes e professores dos cursos de biotecnologia e ciências biológicas da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e da Universidade Estadual do Amazonas (UEA) participaram de uma competição internacional de biologia sintética da Fundação iGem, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês). Eles conquistaram a medalha de bronze e o troféu de melhor apresentação na etapa latino-americana, realizada em Santiago, no Chile. A competição é para colocar equipes de universidades de todo o mundo para resolverem problemas com aplicação de técnicas de biologia sintética. Os alunos amazonenses destacaram-se com o projeto 'Electrobacter: transformando óleo residual de fritura em energia elétrica'. O projeto utilizou uma bactéria do gênero Shewanella, comum em nossa região, para degradar óleo residual de fritura. A bactéria foi modificada geneticamente para degradar gordura e liberar elétrons em meio de cultivo, os quais podem ser 'capturados' pelo dispositivo denominado Célula Microbiana de Combustível (MFC) e utilizados como fonte de energia elétrica. “Nossos alunos agora possuem network internacional e trouxeram na bagagem uma experiência inesquecível. Esse resultado é o combustível pra participarmos das edições vindouras”, disse o coordenador da equipe, Carlos Gustavo Nunes da Silva.


O grupo prepara-se para a próxima edição do evento, que será realizada em Boston, nos Estados Unidos, como disse a aluna do sétimo período do curso de biotecnologia, Jennifer Salgado, uma das integrantes da equipe. “Como no próximo ano o iGem completa 10 anos, eles querem fazer uma competição só. Não vai ter regional e todos os times inscritos vão participar em Boston. Já começamos a estruturar quais serão os projetos que vamos levar para o ano que vem”. http://www.portalamazonia.com/noticias/ciencia-e-tecnologia/20131104/estudantes-universidadespublicas-amazonas-ganham-premio-campeonato-mit/3060.shtml


Veículo: Site – Amazonas Notícias Editoria: Pag: Assunto: Especialização gratuita em Inovação e Difusão Tecnológica está com inscrições abertas Cita a FAPEAM: ✘

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Especialização gratuita em Inovação e Difusão Tecnológica está com inscrições abertas Publicado: Terça, 05 Novembro 2013 18:16 Candidatos interessados em concorrer a vagas para o curso de pós-graduação lato sensu em Agente de Inovação e Difusão Tecnológica (Agintec) têm até o próximo dia 11 para se inscreverem. O curso é destinado aos profissionais de nível superior, analistas, pesquisadores, tecnólogos, gestores de instituições de pesquisa públicas ou privadas que atuam com políticas públicas de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), e empreendedores envolvidos em projetos com foco na inovação. Estão sendo oferecidas 60 vagas distribuídas em duas turmas que iniciam em dezembro e março de 2014, respectivamente. O curso é gratuito, e o estudante ainda receberá uma bolsa de estudo, ao concluir a carga horária de disciplinas obrigatórias. Financiada pelo Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), com apoio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SectiAM), a especialização será realizada pela Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica (Abipti) e desenvolvida pela Fundação Centro de Análise Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi). O investimento está orçado em R$ 778,4 mil, já inclusos o custeio do curso, a contrapartida e as bolsas de estudo. Pré-inscrição – Para se candidatar é necessário fazer pré-inscrição pelo portal da Fucapi, realizar


pagamento de boleto e entregar os documentos que estão listados em edital. Após essa etapa haverá processo seletivo que se dará por meio de prova escrita composta de 15 questões de múltipla escolha, tendo como base os seguintes conteúdos programáticos: CT&I, Qualidade e Inovação, Empreendedorismo, Economia, Administração e Raciocínio Lógico Matemático. A prova será realizada no dia 14 de novembro, às 19h e terá duração de duas horas. O resultado será divulgado no portal da Fucapi, pela Secretaria do Centro de Pós-Graduação e Extensão (CPGE). A carga horária é de 410 horas/aula, divididas em duas fases, sendo a primeira de 380 horas/aula, dentro de um período de 9 meses, e a segunda de 30 horas, no período de 3 meses, onde será realizada a aplicação técnica e apresentação da versão final do trabalho de conclusão de curso, de acordo com os critérios e normas estabelecidos pela Fucapi. A duração de cada turma é de 12 meses. Agintec – O objetivo do Agintec é contribuir com a formação de recursos humanos qualificados no agenciamento dos processos de inovação, difusão tecnológica e na capacitação do sistema de CT&I, além de negociar os processos de apropriação econômica e social do conhecimento. Para o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Odenildo Sena, a importância do curso ganha uma dimensão ainda maior com a oportunidade da aproximação do setor produtivo e institutos de pesquisas. Para ele, “a maior virtude do curso está no fato de, ao lado de uma série de outras ações, que se tem desenvolvido para aproximar o setor produtivo dos institutos de pesquisa, é que o Agintec vai formar pessoas e sensibilizar outras para fazer essa ponte”. Odenildo Sena considera que o Amazonas precisa ainda ser capaz de converter suas pesquisas em produtos e assim gerar empregos, impostos e riquezas. “O nosso maior desafio hoje não é produzir conhecimento, nem produzir pesquisas, continua sendo transformar pesquisa, como alguém já dizia um dia desses, em código de barras, com isso daremos uma contribuição muito grande para a formação de pessoas sensibilizadas para essa articulação”. A matrícula dos candidatos selecionados para o Agintec será realizada no período de 26 a 29 de novembro, na Secretaria do CPGE, situada no boulevard Álvaro Botelho Maia, nº 1.400, Praça 14, zona sul. http://www.amazonasnoticias.com.br/not%C3%ADcias/6830-especializa%C3%A7%C3%A3ogratuita-em-inova%C3%A7%C3%A3o-e-difus%C3%A3o-tecnol%C3%B3gica-est%C3%A1-cominscri%C3%A7%C3%B5es-abertas.html


Veículo: Site – Confap Editoria: Pag: Assunto: PEC que incentiva ciência, tecnologia e inovação será votada na quarta Cita a FAPEAM:

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PEC que incentiva ciência, tecnologia e inovação será votada na quarta A comissão especial que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 290/13 votará na quarta-feira (6), às 14h30, o parecer do deputado Izalci, apresentado no último dia 23. O parecer é favorável à PEC, que acrescenta as expressões ciência, tecnologia, pesquisa e inovação em diversos artigos da Constituição, de forma a ampliar a competência legislativa, as políticas públicas e a concessão de estímulos da União, dos estados e dos municípios para essas áreas. gargioni-no-fala-congresso No capítulo da Constituição destinado à Ciência e Tecnologia, a proposta insere também o termo “inovação”, de modo a dar a esta atividade um tratamento prioritário pelo Estado, como já ocorre para a ciência e a tecnologia. A PEC prevê que o Estado deverá promover e incentivar a inovação por meio do estímulo à articulação entre entes, seja públicos ou privados. Atualmente, o texto constitucional prevê que somente a pesquisa científica básica receberá tratamento prioritário do Estado. A proposta também cria o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, em regime de colaboração entre os setores público e privado e com funcionamento a ser regulado em lei federal. O sistema já foi instituído, mas agora passa a estar previsto na Constituição. http://www.confap.org.br/pec-que-incentiva-ciencia-tecnologia-e-inovacao-sera-votada-na-quarta/


Veículo: Site – Confap Editoria: Pag: Assunto: Inscrições abertas para especialização gratuita em Agente de Inovação e Difusão Tecnológica em Manaus Cita a FAPEAM: ✘

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Inscrições abertas para especialização gratuita em Agente de Inovação e Difusão Tecnológica em Manaus A especialização em Agente de Inovação e Difusão Tecnológica (Agintec), realizada pela Fucapi, está com as pré-inscrições abertas para 80 vagas até o próximo dia 11 de novembro. A pósgraduação lato sensu é gratuita e financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e Associação Brasileira de Instituições de Pesquisa Tecnológica (Abipti), com apoio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-AM). “Esse curso vai dar essa visão e formação para as pessoas sobre a importância desse cenário e assim vamos nos colocar em ponto de igualdade com outros países desenvolvidos”, destacou a diretorapresidente da Fucapi e da Abipti, Isa Assef. O candidato deverá realizar a impressão do boleto no ato da pré-inscrição via Portal FUCAPI (www.fucapi.br), no valor de R$ 80, cujo pagamento poderá ser efetuado em qualquer agência bancária, até o vencimento. Para participar, é importante que o candidato leia atentamente a Chamada Pública para analisar se está enquadrado no perfil de alunos. A entrega de documentos da pré-inscrição ocorre no mesmo período na secretaria do Centro de PósGraduação e Extensão (CPGE), localizada na Av. Boulevard Álvaro Botelho Maia, 1.400, Praça 14. Processo seletivo


As provas serão realizadas no dia 14/11, das 19h às 21h e no dia 19/11 sai a divulgação do resultado final no portal da FUCAPI. O início das aulas está previsto para o dia 04/12 para a primeira turma e 11/03 do próximo ano para a segunda turma, no horário das 18h30 às 22h. Vagas O curso terá aulas ministradas por professores especializados do Amazonas e de outros Estados. A seleção será feita por meio de um processo seletivo, com questões de múltipla escolha, tendo como base os seguintes conteúdos programáticos: ciência, tecnologia e inovação; qualidade e inovação; empreendedorismo; economia; administração; e raciocínio lógico matemático. A especialização terá a duração total de 12 meses, destes 9 meses voltados a disciplinas obrigatórias e 3 meses para os alunos desenvolverem o período de aplicação técnica. Nesta edição, os alunos receberão uma bolsa de R$ 1,5 mil por mês durante o último trimestre para desenvolverem um estudo de caso ou aplicação técnica relacionada às empresas e/ou institutos onde têm vínculo empregatício, sendo acompanhados por um professor orientador. http://www.confap.org.br/inscricoes-abertas-para-especializacao-gratuita-em-agente-de-inovacao-edifusao-tecnologica-em-manaus/


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Assunto: Convite a jornalistas - Fórum Mundial de Ciências 2013 Cita a FAPEAM:

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Convite a jornalistas - Fórum Mundial de Ciências 2013 06/11/2013 - 11:09 A Academia Brasileira de Ciências (ABC) convida os jornalistas interessados na cobertura do Fórum Mundial de Ciências 2013 (WSF), que ocorrerá no Rio de Janeiro entre 24 e 27 de novembro, para um café da manhã, no dia 19, terça-feira, às 10 horas. Na ocasião, serão distribuídos: material de pauta, minibiografia dos palestrantes em português, com palavras-chave e os seus contatos para o agendamento de entrevistas. Estarão presentes os organizadores do evento no Brasil e na Hungria, além de dois grandes cientistas que comentarão os principais temas debatidos no WSF. O encontro será na sede da ABC, Rua Anfilófio de Carvalho, 29 - 30 andar - Centro - Rio de Janeiro (entre a Rua Debret e a Rua Graça Aranha, próximo ao metrô Cinelândia). Favor confirmar sua presença pelo e-mail abc@abc.org.br, até o dia 12/11/2013. Contatos com Elisa Oswaldo-Cruz Marinho Chefe da Assessoria de Comunicação ABC Tel.: +55 (21) 3907-8115 / 8132-2520 e-mail: elisa@abc.org.br skype: elisa.oswaldo.cruz Texto: Ascom da ABC http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/350981/Convite_a_jornalistas___Forum_Mundial_ de_Ciencias_2013.html


Veículo: Site – Ministério da Ciência, Tecnológia Editoria: e Inovação

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Assunto: Artigo de pesquisadores do ON é destaque em revista internacional Cita a FAPEAM:

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Artigo de pesquisadores do ON é destaque em revista internacional 06/11/2013 - 10:00 A edição de novembro do The Astronomical Journal traz na capa um artigo dos pesquisadores Claudio Pereira e Nobar Baella, do Observatório Nacional (ON), juntamente com o pesquisador Luis Miranda, da Universidad de Vigo, na Espanha. O trabalho publicado é sobre os resultados das pesquisas sobre as raras estrelas simbióticas, especialmente as do tipo amarelo, encontradas em pouquíssima quantidade na Galáxia. As estrelas simbióticas são consideradas como sistemas binários - nos quais um dos membros é uma gigante vermelha, geralmente do tipo Mira, e o outro é uma estrela quente e de alta gravidade superficial. Uma das características desse sistema binário é a transferência de massa entre os objetos por meio de um vento estelar. Existem cerca de 200 estrelas simbióticas conhecidas, embora o número previsto possa chegar a 2 mil. Dessas, somente 12 são do tipo amarelo. O artigo aborda a descoberta e as propriedades físicas das simbióticas amarelas, que podem ser formadoras de supernovas, ou seja, podem provocar uma grande explosão quando chegam ao fim. "[Os dados] são bastante importantes para análise de processos de transferência de massa e diagnóstico químico em sistemas binários com alta abundância de elementos mais pesados do que o ferro", explica o pesquisador Claudio Pereira. A capa da publicação apresenta o diagrama cor-cor obtido com os filtros fotométricos. A


expectativa é que novas estrelas simbióticas amarelas sejam descobertas com o início da operação do Observatório Astronômico de Javalambre (OAJ), na Espanha, previsto para março de 2014, no âmbito da colaboração Javalambre Physics of the Accelerating Universe Astrophysical Survey (JPAS), da qual o Observatório Nacional participa por meio do projeto PAU-BRASIL. Para acessar o "The Astronomical Journal", clique aqui. Texto: Ascom do Observatório Nacional http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/350959/Artigo_de_pesquisadores_do_ON_e_destaq ue_em_revista_internacional.html


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SNCT em Campina Grande tem público estimado em 10 mil pessoas 05/11/2013 - 15:03 O encerramento da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia na Paraíba ocorreu na sexta-feira (25), no auditório do Museu Assis Chateaubriand (MAC), em Campina Grande, com a presença do coordenador nacional da semana, Douglas Falcão, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O evento alcançou um público estimado de 10 mil pessoas, com destaque para a participação de professores e alunos de escolas públicas e privadas e para a repercussão nos meios de comunicação. No encerramento, uma mesa-redonda com profissionais, esportistas e gestores de políticas públicas debateu as perspectivas de ações para a educação, saúde, ciência e esporte, resultado das oficinas realizadas no durante o evento com cerca de 200 professores das redes municipal e estadual. Diversos participantes envolvidos com a realização das atividades ao longo da semana e outros interessados estiveram presentes no debate sobre as demandas da educação para importantes temas como a ciência, a saúde e o esporte. “O estado mostrou um exemplo muito interessante de parceria com instituições municipais e governo federal, participação de escolas, universidades, Institutos de pesquisa”, disse Douglas Falcão, que é diretor de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia. “O que a gente viu aqui acontecendo é realmente o espírito da semana nacional: instituições de diversas naturezas integradas num esforço orquestrado, olhando para o público, para o estudante, para a escola, levando ciência e tecnologia em um esforço de promover a cultura científica.” A secretária executiva da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado da Paraíba, Francilene


Procópio, destacou a integração de diversas instituições locais. “Isso foi fundamental para que tivéssemos uma grande massa de pessoas participando aqui em Campina Grande”, avaliou. “Podemos dizer que essa integração irá repercutir para que possamos organizar uma edição de 2014 muito melhor e que possamos integrar não só as escolas municipais, mas todas as instituições do entorno naquilo que é a difusão da ciência e tecnologia nas diferentes temáticas.” Texto: Catarina Buriti – Ascom do Insa http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/350952/SNCT_em_Campina_Grande_tem_publico _estimado_em_10_mil_pessoas.html


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MCTI lança análise do perfil de parques tecnológicos brasileiros Qua, 06 de Novembro de 2013 10:34 Escrito por Agência Gestão CT&I O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) lança uma análise do cenário atual dos parques tecnológicos brasileiros. Intitulado Estudo de Projetos de Alta Complexidade - Indicadores de Parques Tecnológicos, o documento avaliou dados de 80 iniciativas em diversos estágios, a partir de consulta a gestores das unidades em diversas localidades do País. O estudo foi realizado pelo Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico (CDT) da Universidade de Brasília (UnB) e pode ser visto na íntegra aqui. De acordo com o secretário da Secretaria Nacional de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Setec) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Alvaro Prata, os parques tecnológicos e as incubadoras de empresas têm demonstrado eficiência na transferência de conhecimento de instituições de ciência e tecnologia para o setor empresarial. "Os resultados do estudo são importantes para o direcionamento das estratégias do Programa Nacional de Apoio às Incubadoras de Empresas e aos Parques Tecnológicos [PNI] em futuras ações", ressaltou o secretário. A pesquisa avaliou os parques pelos critérios de distribuição geográfica, estágio atual de desenvolvimento, quantidade de empresas instaladas, número de empregos gerados, fontes de recursos e áreas de atuação.


Segundo o estudo, 39,7% das 939 empresas instaladas nos parques que responderam ao questionário estão situadas na região Sul (373), enquanto 32,3% ficam na região Nordeste (303) e 24,5% no Sudeste (230). Juntas, as regiões Centro-Oeste e Norte abrigam 33 empresas (3,5% do total). Até junho de 2013, essas iniciativas geraram 32.237 empregos, distribuídos entre institutos de pesquisa (1.797), gestão das próprias estruturas (531) e iniciativa privada (29.909). Do total de empregos nas empresas, aproximadamente 13,5% envolvem mestres (2.950) e doutores (1.098). Para o secretário Prata, o indicativo contrasta com o universo empresarial brasileiro, cujo quadro de colaboradores tem participação menos expressiva de profissionais desse nível educacional. Recursos O esforço conjunto das três esferas do governo e da iniciativa privada se faz presente nas três fases de desenvolvimento, embora a contribuição de cada fonte varie de acordo com o momento. O governo federal investiu 54% do total durante a etapa de projeto. No período de implantação, as esferas estadual e municipal se responsabilizaram por 92% dos recursos. Quando os parques entraram em operação, a iniciativa privada tomou frente, com 55% dos recursos. Se somados os valores gastos nas três fases, o aporte federal de R$ 1,2 bilhão levou estados e municípios a fornecerem R$ 2,4 bilhões e empresas a aplicarem R$ 2,1 bilhões. "Esse resultado é altamente significativo, com clara demonstração de que o governo atua corretamente no seu papel de indutor no desenvolvimento desses habitats de inovação", avalia Prata. Quanto às áreas de atuação, o maior número de citações recaiu sobre tecnologias da informação e da comunicação (TICs), energia, biotecnologia, saúde, petróleo e gás natural e telecomunicações. Segundo o relatório, a diversidade se associa a características específicas de cada região, como indústria aeronáutica e espacial, agronegócio e meio ambiente. (Agência Gestão CT&I com informações do MCTI) http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4787:mcti-lancaanalise-do-perfil-de-parques-tecnologicos-brasileiros&catid=1:latest-news


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Diário britânico diz que Brasil é criativo e empreendedor, mas constrangedor em inovação Qua, 06 de Novembro de 2013 10:34 Escrito por Agência Gestão CT&I Um artigo de opinião publicado na quarta-feira (25) passada, no diário britânico Financial Times, diz que o Brasil mostra "abundância em criatividade e empreendedorismo", mas, ao mesmo tempo, tem um desempenho "constrangedor" na área de inovação tecnológica. "Os brasileiros têm orgulho do que sua criatividade conquistou nas artes, arquitetura e futebol pense na Bossa Nova, Oscar Niemeyer e Neymar," escreveu o diretor do BRICLab, da Universidade de Columbia (EUA), Marcos Troyjo, Troyjo afirma que essa mesma criatividade é aplicada com sucesso em produtos de empresas como Embraer, Natura e Alpargatas (sandálias Havaianas), e lembra que o Brasil foi saudado como o mais empreendedor de todos os países do G20 pelo relatório Global Entrepreneurship de 2010. "Mas por que nós não vemos (no Brasil) mais startups buscando se tornar Googles, Teslas ou Twitters?" indaga o autor do texto. "Por que o País vai tão mal quando se trata de abrir empresas inovadoras com foco em tecnologia?", acrescenta. O ator diz que é "constrangedor" quando se considera o número de pedidos de patentes feitos por empresas brasileiras na Organização Mundial de Propriedade Intelectual: "Em 2012, os Estados Unidos entraram com 50 mil pedidos; a China, com 17 mil; e o Brasil só com 600", observa o autor. "O País precisa mudar para desabrochar", diz o texto e alerta para a necessidade de Brasil encorajar


avanços no setor, dizendo que, no mundo de hoje, "não é suficiente ser apenas um exportador de commodities," diz o artigo. O texto está em um caderno especial do Financial Times dedicado ao Brasil e focado nos desafios que o País enfrenta no setor de inovação e pesquisa. Publicações Troyjo reconhece que o País cresce em publicações científicas, mas nota que não são trabalhos "com foco em produtos inovadores". Ele diz que iniciativas do governo como o Ciência sem Fronteiras (CsF) são bem-vindas, mas que o programa nem chega perto de uma pesquisa e desenvolvimento (P&D) voltada para o mercado, que "requer uma abordagem mais simpática a negócios". O texto avalia que o setor privado deve ter um papel mais atuante para mudar este cenário e que sem reformas econômicas vai ser difícil para o País gerar produtividade e prosperidade para seu setor de pesquisa e desenvolvimento de inovações. "Inovação geralmente brota de uma interação entre capital, conhecimento, espírito empreendedor e um ambiente apropriado," escreve Troyjo. "É possível criar um ambiente desses quando o Brasil investe apenas 1% do Produto Interno Bruto (PIB) em pesquisa e desenvolvimento, contra uma média de 2,3% (dos países) da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)?", pergunta ele. Troyjo aponta essa situação - falta de foco e investimento em inovação tecnológica - como causa da "desindustrialização da pauta de exportações do Brasil", ao lado do apetite da China por commodities da agricultura e da mineração. "As exportações dos setores de agricultura e mineração do Brasil ultrapassaram as de bens manufaturados no ano passado. Isto não acontecia desde 1978", finaliza Troyjo. (Agência Gestão CT&I com informações do Financial Times) http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4786:diariobritanico-diz-que-brasil-e-criativo-e-empreendedor-mas-constrangedor-eminovacao&catid=1:latest-news


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Nova legislação na área de biotecnologia quer desburocratizar pesquisas Ter, 05 de Novembro de 2013 17:13 Escrito por Camila Cotta A polêmica acerca das patentes em biotecnologia divide opiniões. O assunto foi tratado na última quinta-feira (31), em audiência pública, na Câmara dos Deputados, em Brasília. Especialistas que participaram do debate frisaram a importância de uma revisão na legislação atual (MP 218616/2001) a respeito do acesso e da proteção ao patrimônio genético e à repartição de benefícios. De acordo com o secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Roberto Brandão Cavalcanti, o sistema atual é problemático porque restringe o acesso e inibe a repartição de benefícios. “Queremos desonerá-lo e fazer um estímulo explícito à bioprospecção (busca por recursos genéticos que possam levar ao desenvolvimento de um produto), a fim de construir um modelo de compartilhamento de vantagens que seja ágil e funcione para todas as partes envolvidas", disse. Da mesma opinião compartilha o diretor de Patentes do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), Júlio César Reis Moreira. Ele ressaltou que o principal entrave da norma atual é a necessidade de o requerente comunicar ao órgão que acessou o patrimônio genético e a obrigação, por lei, de apresentar um contrato de repartição de benefícios. O diretor frisou ainda que são esses entraves que impedem o processamento de um pedido de patente de forma eficiente. “Muitas vezes temos de negar o pedido porque o requerente não teve tempo hábil ou não soube dar uma resposta sobre o que ele pretende fazer. Isso causa indefinição no processo e acaba atrapalhando o processamento interno no INPI", sustentou Moreira.


Para o secretário do MMA, uma das soluções é criar uma nova legislação objetivando desburocratizar o sistema, por meio da eliminação da autorização prévia, que hoje é exigida para iniciar uma pesquisa sobre biotecnologia. “A autorização seria trocada pelo cadastramento, de modo que grande parte da burocracia seja transferida para o fim do processo”, opiniou Cavalcanti. O Ministério do Meio Ambiente estuda uma nova legislação sobre proteção de patentes em biotecnologia. O anteprojeto ainda vai passar pela Casa Civil, mas deve ser enviado à Câmara nos próximos meses. “O texto já está na fase de ajustes, no entanto, o ministério ainda pode receber sugestões do setor produtivo e das comunidades tradicionais”, observou Cavalcanti. Segundo o líder do PV, deputado Sarney Filho (PV-MA), que sugeriu a audiência pública, esse debate sobre o novo marco regulatório é extremamente urgente e necessário nesta Casa. “Se o mercado reclama das limitações impostas pela legislação atual e propõe uma liberação geral para as patentes, nós entendemos que determinados bens da natureza são coletivos, e daí inegociáveis, não se permitindo sua propriedade”, disse. Sarney Filhou informou que vai apresentar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para assegurar à Nação a propriedade sobre o patrimônio genético brasileiro. http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4784:novalegislacao-na-area-de-biotecnologia-quer-desburocratizar-pesquisas&catid=3:newsflash


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1. SBPC anuncia novidades para reunião do Acre Informações foram apresentadas por Helena Nader na primeira reunião da comissão de programação do evento que será realizado em julho de 2014 A SBPC prepara um conjunto de novidades para a próxima Reunião Anual da instituição, a ser realizada em julho de 2014, na Universidade Federal do Acre (UFAC), em Rio Branco. Pela primeira vez, a SBPC reunirá os principais órgãos científicos da China, da Europa, da Índia e dos Estados Unidos, além de cientistas renomados da América Latina. Na lista de participação, estão a Associação Chinesa para a Ciência e a Tecnologia (CAST, na sigla em inglês), a Associação Européia para Ciência (EuroScience), o Congresso de Associações de Ciência da Índia (ISCA) e a Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS). A proposta é de que essas instituições participem de debates sobre um determinado tema de impacto em política científica. As informações foram antecipadas, nesta segunda-feira (04/11), pela presidente da SBPC, Helena Nader, na primeira reunião da comissão de programação da 66ª Reunião Anual da SBPC, realizada na sede da instituição em SP. "A reunião no Acre vai ser totalmente inovadora", disse Helena. Dia da Família na Ciência Outro evento inédito previsto para a Reunião Anual, segundo Helena, é a programação batizada de "Dia da Família na Ciência", a qual passará a fazer parte das reuniões anuais da SBPC. Tradicionalmente, elas começavam no domingo e encerravam na sexta-feira, da mesma semana. A de Rio Branco será a primeira que coemçará numa terça-feira, com encerramento no domingo, da mesma semana. A intenção é atrair as famílias e a população de forma geral para o maior evento


científico do Brasil. Na ocasião, serão realizados eventos dedicados à família em programas como a SBPC Jovem e ExpoT&C, uma mostra de ciência, tecnologia e inovação (C,T&I) que reúne centenas de expositores, como universidades, institutos de pesquisa, agências de fomento, entidades governamentais e outras organizações interessadas em apresentar novas tecnologias, produtos e serviços. Participação regional Participaram da primeira reunião da comissão de programação da 66ª Reunião Anual da SBPC, via teleconferência, representantes de órgãos científicos de sete estados brasileiros, como São Paulo, Pernambuco, Rio de Janeiro, Bahia, Amazonas e Acre, além do governo federal, representado pelo chefe de divisão de ciência e tecnologia do Ministério de Relações Exteriores, Ademar Cruz. Pelo fato de ser realizada na região Norte do país, ele sugeriu incluir a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), como parceira na próxima Reunião Anual da SBPC. A ideia seria incorporar as atividades do evento bianual da OTCA nas reuniões anuais da SBPC.

Além de Helena e Ademar, participaram da reunião o secretário geral da SBPC, Aldo Malavasi, que intermediou o encontro, Regina Markus, secretária da SBPC e José Aleixo, Segundo Tesoureiro da instituição. Participaram também os vice-presidentes da SBPC, Dora Fix Ventura e Ennio Candotti, Adalberto Luis Val, diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Jailson Bittencourt de Andrade, da Universidade Federal da Bahia (UFBA); Guida Aquino, da UFAC, coordenadora local da Reunião Anual, e Otavio Velho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). (Jornal da Ciência) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=90419


Veículo: Site – Jornal da Ciência Editoria: Pag: Assunto: 2. Membro da diretoria SBPC fala sobre alimentos transgênicos no programa Matéria de Capa da TV Cultura Cita a FAPEAM:

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2. Membro da diretoria SBPC fala sobre alimentos transgênicos no programa Matéria de Capa da TV Cultura Entre os avanços da ciência nessa área, Walter Colli citou a produção de um arroz que pode ajudar a combater a cegueira Em entrevista concedida a uma edição especial do programa Matéria de Capa, da TV Cultura, o primeiro tesoureiro da SBPC, Walter Colli, falou sobre os dez anos dos transgênicos. Logo na abertura do programa o apresentador informou que quando foram lançados no mercado, há mais de dez anos, os transgênicos eram apontados como a encarnação de todos os males. Mas até hoje não há qualquer comprovação de que façam mal à saúde. Esta edição especial falou sobre muitos outros avanços da ciência. Colli, que também é professor da Universidade de São Paulo, falou sobre diversos avanços da ciência, entre eles, a produção de um arroz que pode ajudar a combater a cegueira. "Existe o arroz dourado", disse. "Colocou-se nesse arroz um gene que faz betacaroteno, que é o que dá cor a cenoura e ao tomate, por exemplo." Colli explicou ainda que o betacaroteno é o precursor da vitamina A. Na África e Ásia há muita cegueira em crianças, porque há uma deficiência dessa vitamina, também conhecida como retinol. Como o arroz é um alimento barato, se essas pessoas consumissem esse alimento enriquecido com betacaroteno evitariam problemas visuais e a cegueira. Colli também comentou sobre o feijão ultrarresistente a pragas. "Existe uma praga do mosaico


dourado, que é uma doença que dá no feijão", explica. "O vírus é trazido por uma mosca." Ele também explicou que se conseguiu fazer um feijão transgênico que resiste a este vírus. Outro assunto discutido no programa é que toda a insulina consumida no mundo é transgênica. Colli explicou que antes a insulina era extraída de porcos ou boi. "A insulina é uma proteína pequena e tem uma diferença em relação a humana, que é um aminoácido diferente", disse. "Mas na medida que se injetava no paciente, o corpo humano criava anticorpos." Colli explicou ainda que hoje, para produzi-la, se pega o gene humano e coloca numa bactéria que cria a insulina pura. A íntegra da entrevista do primeiro tesoureiro da SBPC está disponível na internet e pode ser assistida no endereço: http://tvcultura.cmais.com.br/materiadecapa/videos/materia-de-capa-dez-anos-dos-transgenicos.


Veículo: Site – Jornal da Ciência Editoria: Pag: Assunto: 20. Ciência sem Fronteiras abre chamada para estudos no Canadá Cita a FAPEAM:

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20. Ciência sem Fronteiras abre chamada para estudos no Canadá Candidatos a bolsas de graduação sanduíche têm até 29 de novembro para se inscrever O Canadá recebe anualmente mais de 265.000 alunos internacionais e está entre os destinos preferidos dos estudantes beneficiados pelo programa Ciência sem Fronteiras. Cerca de 4.000 estudantes brasileiros escolheram o Canadá como seu destino de estudos para o Ciência sem Fronteiras, com expectativa de 7.000 alunos até janeiro, fazendo do Canadá o segundo maior parceiro no programa. A qualidade das instituições de ensino, o forte investimento em pesquisas e a possibilidade de estudar em inglês ou francês, estão entre os fatores que fazem do intercâmbio científico no Canadá uma experiência inesquecível. Os estudantes brasileiros terão oportunidade de uma experiência única em um país bilíngue, que oferece elevado padrão de educação com inovadoras e abundantes instalações para a realização de pesquisas. O programa Ciência sem Fronteiras abre inscrições, até 29 de novembro, para graduação-sanduíche no Canadá. Na graduação-sanduíche, o estudante começa e termina o curso no Brasil, mas passa um período intermediário de até 18 meses no Canadá, para aperfeiçoamento. As chamadas para o Canadá serão para as universidades vinculadas ao CBIE ou ao consórcio CALDO. Estas instituições assinaram acordos com o Governo do Brasil e lançaram chamadas para


receberem estudantes brasileiros em programas que incluem até três componentes - formação em línguas (inglês ou francês), estudos acadêmicos ou de pesquisa em uma instituição canadense e estágios em laboratórios de pesquisa ou no setor privado. O Consórcio das Universidades de Alberta, Laval, Dalhousie e Ottawa - CALDO é composto por quatro das principais universidades de pesquisa canadenses que compartilham um compromisso com a educação internacional e com a mobilidade acadêmica. O consórcio abrange 160 centros de pesquisa, 85 institutos e 6.000 professores reconhecidos internacionalmente, que possuem mais de 500 programas de pesquisa no Canadá, com opções de ensino em todos os níveis, da graduação ao pós-doutorado. O Escritório Canadense para Educação Internacional - CBIE é uma associação sem fins lucrativos dedicada à promoção das relações internacionais do Canadá, por meio da educação internacional e da livre circulação de ideias e estudantes pelas fronteiras nacionais. Sofia Rodrigues, bolsista do programa Ciência sem Fronteiras, estuda ciências da saúde na Universidade Politécnica Kwantlen, e descreve sua colocação na Genesis Fertility Centre em Vancouver, "Como estagiária de enfermagem, eu aprendi muito. Minhas responsabilidades incluíam apoiar os médicos, ajudando com ultra-som e exames obstétricos e realizando orientações de exames. Mas o mais importante, eu aprendi a ter orgulho da minha profissão."

A estudante Anna Maria G. C. Lyra que estuda gestão ambiental relata, "Em abril eu comecei o meu estágio na Facultyof Natural Resourcesna Universidade Lakehead, onde eu dava assistência em quatro projetos de doutorado e realizava pesquisas em gestão florestal. Durante o meu estágio, eu adquiri um conhecimento mais amplo sobre preservação florestal e projetos de desenvolvimento econômico. Foi uma experiência maravilhosa aprender como um país como o Canadá usa a inovação e a cooperação entre representantes, governo e comunidades para superar os desafios do mercado e as mudanças climáticas. O Canadá continua a me surpreender; é impossível não se apaixonar por este país. Sou imensamente grata ao programa Ciência sem Fronteiras que melhorou minha carreira e minha vida para sempre". O Canadá no Ciência sem Fronteiras Ciência sem Fronteiras (Embaixada do Canadá) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=90438


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Bolsista do Ciência sem Fronteiras recebe premiação internacional em Paris 05 Nov 2013 16:46:00 -0200 A estudante da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Clarissa Debiazi Zomer, finalizou seu período de doutorado sanduíche no Solar Energy Research Institute of Singapore (SERIS), vinculado à National University of Singapore (NUS), pelo Programa Ciência sem Fronteiras (CSF), com seu trabalho premiado na 28ª European Photovoltaic Solar Energy Confere and Exhibition (EU PVSEC 2013), ocorrida nos dias 30 de setembro a 4 de outubro em Paris. A fim de encorajar trabalhos de alta qualidade entre jovens pesquisadores, a EU PVSEC 2013 selecionou seis trabalhos enviados por estudantes, um de cada tema da conferência, considerados os estudos mais notáveis e proeminentes no campo da energia solar fotovoltaica. O trabalho de Clarissa, eleito o melhor da categoria “Sistemas Fotovoltaicos”, intitula-se “The Balance between Aestherics and Performance in Building-integrated Photovoltaics in the Tropics”. Clarissa é arquiteta e atua no Grupo Fotovoltaica/UFSC desde 2003 com integração de sistemas fotovoltaicos em edificações. A estudante apresentou sua pesquisa durante a seção “PV and Architecture: Wolrdwide Experience and Issues” e recebeu a premiação na cerimônia de encerramento da conferência. Além da premiação estudantil, este trabalho foi selecionado pelo Comitê Científico da conferência como um dos 20 melhores entre os 1.752 trabalhos recebdos, sendo convidado a ser submetido à revista Progress in Photovoltaics. O artigo está previsto para ser publicado ainda este ano. Coordenação de Comunicação Social (Com informações do Solar Energy Research Institute of Singapore) Foto: Divulgação http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/-/journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/1335 581


Veículo: Site – Jornal Brasil Editoria: Assunto: Abertas as inscrições para a Agintec, em Manaus (AM) Cita a FAPEAM: ✘

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Abertas as inscrições para a Agintec, em Manaus (AM) 06/11/2013 Quarta-Feira, Dia 06 de Novembro de 2013 as 11 Estão abertas as inscrições para a pós-graduação lato sensu Agente de Inovação e Difusão Tecnológica (Agintec), promovida pela Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi) e pela Associação Brasileira de Instituições de Pesquisa Tecnológica (Abipti). Interessados podem se inscrever até 11 de novembro no site www.fucapi.br. O curso, realizado em Manaus (AM), será gratuito e disponibilizará 80 vagas. A pós-graduação lato sensu é financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), com apoio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-AM). Segundo a presidente da ABIPTI e da Fucapi, Isa Assef, a capacitação proporcionará um amplo entendimento sobre a relevância do ambiente inovador. “Ele vai dar essa visão e formação para as pessoas sobre a importância desse cenário. Assim vamos nos colocar em ponto de igualdade com outros países desenvolvidos”, destacou. A formação terá a duração de um ano, dos quais nove meses serão destinados a disciplinas obrigatórias e três voltados à aplicação técnica. O curso terá duas turmas. A primeira começa no dia 4 de dezembro deste ano e, a segunda, dia 11 de março de 2014. O processo de seleção será realizado por meio de prova, com questões de múltipla escolha, que abordarão temas ligados à ciência, tecnologia e inovação; qualidade e inovação; empreendedorismo;


economia; administração; e raciocínio lógico matemático. A avaliação ocorrerá no dia 14 de novembro, das 19h às 21h. A taxa de inscrição custa R$ 80 e pode ser paga em qualquer agência bancária. Os estudantes aprovados serão contemplados com uma bolsa mensal de R$ 1,5 mil durante os últimos três meses do curso. O recurso será destinado à elaboração de um estudo de caso ou aplicação técnica relacionada às empresas e/ou institutos em que o estudante tenha vínculo empregatício. *(Com informações da Fucapi) Fonte: Agência Gestão CT&I* http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=111046&nome=Abertas%20as %20inscri%E7%F5es%20para%20a%20Agintec,%20em%20Manaus%20%28AM%29


Veículo: jornal – Em Tempo Editoria:Economia Assunto: Omar cobra investimentos em pesquisas e tecnologia Cita a FAPEAM:

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