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UEA vai inaugurar incubadora de empresas para apoiar iniciativas inovadoras 05/08/2013 16:05 A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) vai inaugurar no próximo dia 13, às 17h, a IN-UEA - incubadora de empresas que vai atuar no apoio a iniciativas inovadoras de empreendedorismo na Universidade. Serão disponibilizadas 15 vagas para projetos de empresários e empresas de base tecnológica que atuem com ações de inovação. O projeto foi concebido há dois anos e beneficiará quatro empresas residentes – que contarão com o apoio e estrutura da incubadora; oito empresas associadas – que já estão em funcionamento e contarão com o apoio da incubadora; e três empresas na categoria hotel de projetos – que não estão formalizadas, mas já possuem ideias concebidas. Segundo o autor da proposta da incubadora, professor Wlademir Leite, a incubadora servirá para transformar ideias inovadoras em negócios. “Vamos cuidar das empresas, dar o suporte necessário na área de consultoria e treinamento, além de auxiliar na participação em eventos. Atenderemos prioritariamente o público da UEA, composto de docentes, discentes, servidores e técnicosadministrativos”, afirmou. O edital da incubadora também será lançado no próximo dia 13 de agosto, às 17h. De acordo com Wlademir Leite, as empresas de todas as categorias terão o prazo de dois anos, prorrogável por mais um ano, para incubação e posterior inserção no mercado de forma independente. O processo de seleção dos projetos deve durar 30 dias, desde a apresentação das propostas, dos documentos e análise do plano de negócios. A incubadora da UEA conta com financiamento da


Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e apoio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-AM). “A UEA era a única Universidade da região Norte que não possuía uma incubadora. A proposta é um fator positivo para a Universidade e até critério de análise do Ministério da Educação na qualificação da instituição. Também será possível conseguir outros investimentos para a UEA a partir da atuação da incubadora”, afirmou O edital de chamamento de propostas de empresas será publicado no portal da UEA (www.uea.edu.br) também no dia 13 de agosto. A inauguração da incubadora acontecerá no auditório da Escola Superior de Ciências Sociais (ESO), localizada na Avenida Castelo Branco, nº 504, bairro Cachoeirinha, em Manaus. Mais informações podem ser obtidas por meio do endereço eletrônico wfilho@uea.edu.br. Por Vanessa Brito. http://www2.uea.edu.br/noticia.php?notId=27563


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Prêmios que valorizam projetos para a Amazônia são lançados no Acre Evento de 2013 será realizado na cidade de Boa Vista, capital de Roraima. Rio Branco vai sediar edição do próximo ano, segundo coordenação. O 'Espaço Sebrae' instalado na Expoacre, em Rio Branco, capital do Acre, sediou no sábado (3) o lançamento dos prêmios Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendorismo Consciente, que este ano serão realizados na cidade de Boa Vista, capital do estado de Roraima. A proposta principal da realização é incentivar projetos de pesquisa científica de sustentabilidade ambiental para o desenvolvimento da Amazônia. Os prêmios foram instituídos pelo Ministério Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e Banco da Amazônia, com o apoio da Confederação Nacional de Indústria (CNI), Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Amazonas (SECTI/AM), Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam) e do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae). saiba mais Acre sedia lançamento de prêmios para projetos voltados à Amazônia A edição de 2013 é comemorativa de dez anos do Prêmio Professor Samuel Benchimol e de seis anos Banco da Amazônia de Empreendorismo Consciente. Segundo o coordenador regional do evento, José Rincon Ferreira, a premiação busca abranger todos os tipos de públicos interessados no assunto. Ele ressalta que o Acre vai sediar a edição do próximo ano.


"É um prêmio que busca inteligências, e não estamos falando apenas da grandeza do pesquisador, da grandeza do acadêmico, mas do caboclo também. Ele já aconteceu no Acre em 2007 e volta em 2014", afirma. As inscrições para os prêmios vão até o dia 28 de agosto e o julgamento dos trabalhos participantes está programado para 17 de outubro deste ano. Os interessados em se inscrever podem fazer pelo site www.amazonia.mdic.gov.br. "É um momento importante, em que estamos divulgando a edição de 2013 na Feira e tivemos a felicidade porque é um prêmio itinerante e anual e a Federação das Indústrias do Estado do Acre (Fieac) vai coordenar o evento a premiação no ano de 2014. Estamos nesse momento nos preparando, junto com uma comissão organizadora, para cuidar da versão do próximo ano", destaca o diretor regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial no Acre (Senai-AC), João César Dotto. Colaborou Aline Vieira, da TV Acre. http://g1.globo.com/ac/acre/noticia/2013/08/premios-que-valorizam-projetos-para-amazonia-saolancados-no-acre.html


Veículo: Site – Jornal da Ciência Editoria: Pag: Assunto: 3. "É preciso buscar maior impacto da ciência que é feita no Brasil." Cita a FAPEAM: ✘

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3. "É preciso buscar maior impacto da ciência que é feita no Brasil." Entrevista exclusiva de Carlos Henrique Brito Cruz para o site da SBPC O engenheiro eletrônico e físico Carlos Henrique de Brito Cruz, professor titular do Instituto de Física Gleb Wataghin da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), é um estudioso das políticas públicas de ciência e tecnologia. Nesta entrevista exclusiva para o Jornal da Ciência, ele analisa os avanços e desafios da ciência feita no Brasil nos últimos anos. Para Brito Cruz, ex-reitor da Unicamp, a ciência tem crescido no país e vive hoje "uma situação um pouco mais confortável, do ponto de vista do financiamento, do que viveu nos anos 1980". Mas ele também aponta gargalos. "Atualmente, eu tenho a impressão que está faltando incluir na agenda da política para ciência no Brasil a questão da busca de maior impacto da ciência que é feita aqui", diz. Na entrevista a seguir, ele detalha essas questões e vai além, abordando, entre outros assuntos, o programa Ciência sem Fronteiras e o papel dos estados no financiamento e incentivo às pesquisas. Como está hoje a ciência brasileira em relação aos últimos anos? Quais são os gargalos, os avanços? A ciência no Brasil tem crescido e eu acho que vive atualmente uma situação, ou vivia até uns dois anos, um pouco mais confortável, do ponto de vista do financiamento, do que viveu nos anos 1980. O número de artigos científicos com autores do Brasil vem crescendo, embora a uma taxa menor nos últimos três anos. O número de cientistas no país também cresceu nesse período, mas ainda precisa crescer mais, na academia e nas empresas. De modo que, com a consolidação dos fundos


setoriais e dos recursos que eles proporcionam para o financiamento da pesquisas, nós poderíamos pensar agora em alguns outros desafios. Mas aí algumas coisas andaram para trás, quando se derrubou no Congresso o fundo setorial do petróleo, que corresponde a metade dos fundos setoriais e, na sequência, o Ministério da Educação acabou conseguindo a eliminação da dedicação de parte, mesmo que menor, dos recursos para a pesquisa. Não se sabe como terminará esse debate. Depois, os cortes de orçamento de 2011/2012 também afetaram o sistema, especialmente o acadêmico. Atualmente, eu tenho a impressão que está faltando - o que eu tenho defendido, inclusive fiz isso na reunião do CONFAP na Fapesp há dois meses e na 65ª Reunião Anual da SBPC na semana passada - incluir na agenda da política para ciência no Brasil a questão da busca de maior impacto da ciência que é feita aqui. Com a evolução que houve nos últimos 20 anos, nós precisamos incluir na agenda do desenvolvimento científico outras coisas, além da questão do financiamento. Uma delas é a busca de mais impacto da ciência. Quais são esses impactos e como buscar isso? Acho que um país ao usar os recursos do contribuinte para apoiar a ciência deve buscar três coisas: uma é ter/produzir um impacto intelectual no mundo da ciência. Ou seja, criar ideias que geram outras ideias no mundo da ciência. Fazer descobertas científicas novas. A ideia em si e não pelas consequências dessa ideia. Por exemplo, pode ser um impacto como o que se deu quando descobriram as ruínas da civilização andina no Peru, em Machu Pichu. Houve um impacto intelectual, por sabermos como foi o desenvolvimento dessa civilização na América. Outro exemplo é a descoberta da expansão do universo. Então, nós gostaríamos de ter ideias como essas sendo criadas por pesquisadores no Brasil. É o impacto intelectual da ideia em si. O segundo, muito importante também, é o impacto social das ideias. São ideias que trazem modificações positivas na sociedade. O programa BIOTA da Fapesp ilustra isso: há várias leis e decretos sobre conservação ambiental em São Paulo baseados em resultados desse programa. Temos que buscar sempre esse tipo de impacto da ciência. O terceiro, também muito importante, é o impacto econômico, ou seja, aquelas consequências que trazem desenvolvimento econômico, com a criação de mais emprego, competitividade das empresas, entre outras. Não existe essa preocupação no Brasil com os impactos da ciência? Eu acho que na agenda da política de ciência do Brasil há pouca preocupação com isso. O debate sobre a política para ciência ficou muito dominado por questões relevantes, mas que não são as únicas, como financiamento. E, no lado dos resultados, há uma predominância da visão quantitativista. Mais recentemente, intensificou-se uma espécie de utilitarismo, considerando-se que a ciência só serve se ajudar a indústria. Inovação é muito relevante, como também é relevante haver ideias seminais. Os órgãos de financiamento do governo se preocupam mais com o impacto social e econômico do que a com o intelectual? Parece-me que há um excesso de ênfase, nos órgãos federais, no lado econômico, um pouco menos com o social e quase nada do intelectual. Exemplifica isso o Ciência sem Fronteiras vetar a participação das ciências humanas e sociais. Mas note que não é só nos órgãos de financiamento que se deve atentar mais ao impacto intelectual. A comunidade científica como um todo, também olha pouco para essa questão, e eu acho que o assunto merece mais atenção. Como isso entra na agenda da política para a ciência? Entra de diversas maneiras, como, por exemplo, por meio das agências de financiamento à pesquisa que podem trabalhar com seu corpo de assessores e analistas para incluir impacto científico em seus critérios. Eu acho que as agências precisariam prestar mais atenção nas questões ao impacto intelectual, social e econômico quando estão fazendo avaliação. E


dar menos atenção ao quantitativismo. Há uma certa negligência com a pesquisa básica? Não, é mais complicado do que isso. Eu digo que a avaliação das agência olha demais quantos papers o pesquisador publicou e olha de menos o conteúdo. Então, esse exagero quantitativista está nos afastando de olhar a substância da ciência. Quais foram as ideias fundamentais criadas? Que descobertas seminais os cientistas brasileiros fizeram? Acho que pra gente conseguir reincluir esse impacto na agenda é preciso um pacto entre lideranças de universidades, agências, e em alguns, casos do setor empresarial e governamental, para prestar mais atenção ao conteúdo dos trabalhos do que na quantidade deles, sejam estes artigos, patentes, ou outros itens contáveis. Antigamente se reclamava que o Brasil avançava em pesquisas, mas não criava patentes. E agora há uma inversão, hoje se dá mais atenção em inovação... É possível. Não acho que seja errado que tenha um caso de destaque como é o caso da inovação. Mas isso tem que estar na agenda de uma maneira mais sólida e substantiva. Quando se tem uma política de inovação, tem que ter uma medida para ver se ela está sendo certo. Que medida temos pra medir se a política para incentivar a inovação está dando certo? Não tem. A última vez que houve PINTEC [Pesquisa de Inovação] em 2008, quando se verificou que havia menos pesquisadores em empresas do que em 2005. De lá para cá aumentou ou diminuiu? Ninguém no Brasil sabe responder a isso, estamos em voo cego. A política fica imcompleta, porque não há verificação do resultado. Também aí falta um compromisso com o impacto. Aí começam a contar patentes, porque é fácil. Mas o número de patentes sozinho não diz tudo. Esta faltando determinar certos objetivos mensuráveis, como quantos cientistas têm nas empresas? Quantos cientistas haverá daqui a cinco anos? Qual a porcentagem das exportações do Brasil que é de alto conteúdo tecnológico? Quais as patentes que foram licenciadas e que sucesso houve nisso? Tem que saber quantas eram, quantas são, quantas vão ser daqui a cinco anos. Esses seriam alguns indicadores para medirmos o impacto das políticas para inovação. Então faltam indicadores? Não faltam indicadores. Falta haver um sistema de medida frequente dos indicadores. Falta consequência às políticas. É preciso mais esforço para se medir se está dando certo. Praticamente a única coisa que se contabiliza é quanto se gastou. Por outro lado, a equipe do ministério conhece o sistema e se esforça muito, mas parece que lhes falta apoio. Projetos importantes e de potencial impacto estão sem recursos: o novo síncrotron Sirius, o reator multipropósito, o programa de lançadores e o de satélites. Ou apoio na operação, para se fazer uma PINTEC a cada ano ou a cada dois anos, para termos uma ideia melhor da evolução do sistema. O senhor disse que a ciência vinha bem, mas que parou nos últimos dois anos. O que aconteceu de lá para cá? Não é que tenha parado. Eu disse que a taxa de crescimento do número de artigos internacionais caiu. Em 2010 e 2011 teve cortes importantes no orçamento do MCTI [Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação]. Houve um importante decréscimo na capacidade cientifica e tecnológica no Brasil, por causa da crise de 2009 e dos erros na política econômica, como câmbio, que resultaram na assim chamada desindustrialização. Quando a indústria fica mais fraca, diminui a capacidade de ter pesquisa na indústria, o que se reflete de imediato na baixa produtividade e baixa competitividade.


Quais os principais avanços e gargalos na ciência brasileira? Uma das políticas mais bem sucedidas, que não é recente e sim dos anos 1960, é a política de formação de cientistas com o sistema de pós-graduação. A partir da institucionalização do sistema se desenvolveu, graças à contribuição de diversas instituições, como por exemplo, CNPq, Capes e as FAPs. As universidades públicas, têm conseguido manter um padrão razoável de formação de doutores, com quantidades que vem crescendo e com qualidade competitiva, e algumas universidades particulares têm contribuído também. É um exemplo de "política de Estado" no país. Tem também, de positivo, um item que acaba de favorecer o Brasil no ranking OMPI/INSEAD de capacidade inovadora, que é a quantidade de universidades bem ranqueadas internacionalmente. Em algumas situações, nas quais o Brasil conseguiu fazer uma convergências de interesses e oportunidades para desenvolver certos temas em P&D conseguiu-se fazer coisas que são invejadas em todo o mundo e são resultados de ciência e tecnologia. O Brasil conseguiu fazer o programa de bioenergia que é o mais bem sucedido no mundo. Embora ultimamente o governo federal tenha atrapalhado o programa, subsidiando o preço da gasolina, causando problemas para a Petrobrás e incentivando o aumento de emissões. Mesmo assim, a tecnologia de fazer etanol é invejada no mundo. O Brasil fez resultados apoiados por P&D em empresas, como a Petrobras, Embraer, Braskem, Natura, entre outras. São bons exemplos. Quanto aos gargalos? A política de ciência e de tecnologia trata mal a heterogeneidade que existe no Brasil. É um objetivo mais que legítimo no país espalhar e difundir a atividade científica. Mas a política precisa ser heterogênea também, com instrumentos adequados a diferentes realidades. Esse é um elemento fraco para a política de C&T. Em boa parte do país há uma dificuldade na intensidade de pesquisa nas empresas, e em consequência da relação entre as empresas e as universidades em pesquisa. Note que tenho insistido que para que seja possível a universidade fazer pesquisa junto com a empresa, é necessário haver pesquisa dentro da empresa. Veja a heterogeneidade: em São Paulo, onde 60% do gasto de pesquisa é feito por empresas, a intensidade da relação entre empresa e universidade é similar a que se vê em universidades dos Estados Unidos. Basta olhar UFSCar, USP, Unicamp o percentual de financiamento que recebem em pesquisa com empresas é análogo ao que se vê em universidades dos EUA. Já fora do estado de São Paulo, onde a pesquisa por empresas é apenas 30% do total, a relação fica fraca. Essa heterogeneidade tem que ser mais compreendida e levada em conta. A SBPC tem brigado para que parte dos royalties vá para a ciência. Mas recentemente foi aprovado a destinação dos recursos para educação e saúde. O senhor acredita que deva ir uma parte para a ciência? Acredito que deva haver uma reserva de recursos para a ciência. Inclusive para, de alguma maneira, compensar a perda do Fundo do Petróleo. Para o governo na educação já está implícito que vai financiar as universidades. Não se sabe. Esse dinheiro irá para quem? Não vai para o MEC e sim para as prefeituras. E prefeituras não financiam universidades, com raríssimas exceções. É interessante que do ponto de vista do financiamento, um dos acontecimentos mais positivos, e o mais negativo, aconteceram nos fundos setoriais. O mais positivo é que eles foram criados no final dos anos 90, gerando uma fonte de receita para a ciência, especialmente depois que foram reduzidos os contingenciamentos nos anos 2006-2007. O fato mais negativo foi esse da mudança na legislação do Petróleo, que derrubou boa parte dos recursos para a ciência.


E a sua opinião sobre o programa Ciência sem Fronteiras? Qual o impacto que ele terá? O programa Ciência sem Fronteiras tem aspectos negativos e positivos, sendo que os positivos superam os negativos. O ponto positivo é aumentar a interação do sistema universitário brasileiro com o mundo. Isso é bom. O que me parece estar no lado negativo é que o programa busca realizar números muito grandes e isso faz com que os critérios de qualidade seja reduzidos. Isso vai fazer que o impacto do programa seja menor e o custo maior. Eu acho também que o programa reedita uma ideia que foi boa pra o Brasil, que é enviar estudantes para fora, mas o programa esquece que o ensino superior e a ciência no Brasil mudaram. E hoje em dia, tão importante quanto enviar pessoas é receber pessoas muito qualificadas. Um programa de internacionalização precisa reconhecer que em muitas áreas o Brasil é um endereço atraente para pesquisadores estrangeiros. E a volta desse pessoal do Ciência sem Fronteiras? O Brasil está se preparando para quando eles voltaram? Não sei. Mas muitos dos que vão se formarão melhor. Um aluno de doutorado com estágio no exterior vai ter melhor formação. Isso vai impactar a qualidade e será positivo.

Quanto à heterogeneidade. Como fazer isso, se o país é desigual economicamente? A ciência não é homogênea em nenhum lugar do mundo. Nos EUA, país com muito menos desigualdade social do que o Brasil, não há homogeneidade. É um objetivo muito legítimo para um nação buscar ter cada vez mais homonegeidade nas atividades científicas no país. É uma coisa que o Brasil deve fazer. Mas é preciso entender que isso não depende somente das diferenças de renda regional. Há um papel essencial das prioridades regionais. São Paulo investe em pesquisa, com dinheiro do contribuinte estadual, 20 vezes mais que Minas Gerais, 10 vezes mais que o Rio de Janeiro. Mas a renda per capita do Rio de Janeiro é praticamente igual à de São Paulo, e a de Minas Gerais é a metade da paulista. Logo não é questão de riqueza - é questão da prioridade que as políticas estaduais dão à pesquisa e ao ensino superior. É bem mais complicado do que dizer que o estado mais rico investirá mais. Seria bom para o Brasil se mais estados construíssem instrumentos de desenvolvimento baseados em ciência e pesquisa, do jeito que São Paulo fez quando criou a USP, a Unicamp, a UNESP, os 19 institutos estaduais de pesquisa, a Fapesp, as FATECs, a Univesp. E a questão da Amazônia? O Brasil precisa de uma legislação especifica de levar mais cientista para lá, de levar mais ciência para lá? Eu acho que o Brasil precisa estudar mais a Amazônia. Mas não acho que os cientistas tenham necessariamente que morar na Amazônia. É claro que se tiver condições, instituições com valores acadêmicos, isso vai ser bom para a região, e recentemente o estado do Amazonas tem feito um esforço enorme nessa direção. Mas o desafio real para o Brasil é ter mais brasileiros fazendo pesquisas sobre a Amazônia. A Fapesp, por exemplo, se associou com o departamento de energia dos EUA e a Fapeam para financiar conjuntamente projetos de pesquisa sobre a Amazônia. Não tem nenhuma agencia do governo federal nisso. O Amazonas, por meio da Fapeam, considerou que era importante e pôs os recursos no programa. Falando da Fapeam, não são todos os estados que cumprem a lei e investem em suas fundações de amparo à pesquisa (FAPs) como deveriam. Isso revela uma falta de prioridade? Revela sim, entretanto, neste dispêndio em pesquisa dos estados, é um erro restringir a discussão de quanto que cada estado investe na FAP, porque a maior parte do dispêndio em pesquisa que se faz


nunca é o dispêndio que se faz com agências de financiamento a pesquisa. É o dispêndio que se faz mantendo as instituições de pesquisa e universidades qualificadas. O estado de São Paulo investiu em pesquisa, em 2011, cerca de R$ 6,3 bilhões, a Fapesp representa apenas R$ 1 bilhão, R$ 5 bilhões são em instituições estaduais e universidades. Não se pode reduzir essa discussão às Faps. Os estados brasileiros precisariam criar mais universidade estaduais, dotadas de autonomia. Isso falta no Brasil. Tem muitos estados que não tem outras instituições além das FAPs. Sim, infelizmente há. A própria agenda do debate sobre o esforço regional em pesquisa no Brasil, pautado pela SBPC e ABC, precisa ir além das Faps. O senhor quer ressaltar alguma coisa? Eu reforçaria que precisamos buscar os três impactos da ciência: intelectual, social e econômico. Buscar esses impactos implica algumas ações das organizações ligadas a pesquisas no Brasil. Primeiro, as universidade e as organizações de pesquisa no Brasil precisam fazer um esforço muito mais efetivo para proteger o tempo dos pesquisadores contra tarefas extra-científicas. Há uma discussão sobre desburocratizar, que é importante, mas um pouco ilusória. Não vai acabar a burocracia, basta ver que no mundo todo há prestação de contas quando se usam recursos do contribuinte. Acontece que no Brasil, as universidades não ajudam os pesquisadores, e o cientista tem que fazer a prestação de contas, a gestão do projeto de pesquisa, reservar hotel para os visitantes, buscar no aeroporto, achar como obter o visto para os estrangeiros, preencher o formulário de importação, etc... Ao contrário do que acontece nos EUA, Inglaterra, entre outros países, onde a universidade tem um escritório que faz esse serviço para o pesquisador, protegendo o seu tempo de pesquisador contra as tarefas burocráticas, nas verdade escondendo a burocracia do pesquisador. Se o Brasil quiser ter uma ciência competitiva mundialmente as instituições brasileiras precisam proteger o tempo dos pesquisadores. No Brasil precisamos também recuperar a intensidade da colaboração internacional, que caiu desde 2003 para cá. Já há instrumentos importantes para isso - Ciência sem Fronteiras, as bolsas estágio e a vinda de pos-docs estrangeiros que estamos promovendo na Fapesp. Veja que em Física, 36% das bolsas de pos-docs concedidas pela Fapesp em 2012 foram para estrangeiros virem para São Paulo. A terceira coisa é que o Brasil tem revistas cientificas que são editadas no Brasil e que são internacionais. Os órgãos precisam trabalhar juntos para ajudar algumas dessas revistas a ser tornaram revistas de grande impacto mundial. O quarto ponto é aperfeiçoar o sistema de analise de carreira de professores nas melhores universidades e o de seleção de projetos de pesquisa nas agências para enfatizar a qualidade da ciência que foi feita pelo pesquisador, bem além de contabilizar o número de papers publicados. É preciso popularização da ciência? É essencial ter o cidadão incluído na ciência, e por isso os esforços de divulgação científica são muito importantes. A Fapesp faz um importante esforço nesse sentido com a Revista Pesquisa Fapesp, a Agência Fapesp e, mais recentemente, com um esforço de divulgação internacional. Acesse a apresentação sobre o tema que o professor Carlos Henrique de Brito Cruz mostrou durante a 65ª Reunião Anual da SBPC no link: http://sbpcnet.org.br/site/arquivos/apresentacao.pdf (Evanildo da Silveira / Site da SBPC) http://www.sbpcnet.org.br/site/home/home.php?id=1896


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Município de Humaitá realiza Seminário de Avaliação Final do PCE 05 Agosto 2013 01aadançaApós o período de desenvolvimento das pesquisas no âmbito do Programa Ciência na Escola (PCE), que recebe incentivos do Governo do Amazonas, via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), municípios do interior apresentam o resultado dos trabalhos desenvolvidos por meio do Seminário de Avaliação Final. Desta vez, o evento acontece no município de Humaitá (a 591 km de Manaus). O seminário acontece hoje (6) na Escola Estadual Álvaro Maia, onde será apresentado o resultado de um trabalho voltado para a dança na escola. A avaliação final do programa tem por objetivo dar um retorno positivo aos pesquisadores, entre professores e estudantes dos ensinos Fundamental e Médio, e também à sociedade sobre as atividades de pesquisas desenvolvidas nas escolas municipais e estaduais tanto do interior quanto da capital. O evento conta ainda com a colaboração da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). Redação:folhadamangaba.com http://www.folhadamangaba.com/geral


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Prêmios que valorizam projetos para a Amazônia são lançados no Acre O 'Espaço Sebrae' instalado na Expoacre, em Rio Branco[1], capital do Acre, sediou no sábado (3) o lançamento dos prêmios Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendorismo Consciente, que este ano serão realizados na cidade de Boa Vista[2], capital do estado de Roraima[3]. A proposta principal da realização é incentivar projetos de pesquisa científica de sustentabilidade ambiental para o desenvolvimento da Amazônia. Os prêmios foram instituídos pelo Ministério Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e Banco da Amazônia, com o apoio da Confederação Nacional de Indústria (CNI), Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Amazonas (SECTI/AM), Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam) e do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae). A edição de 2013 é comemorativa de dez anos do Prêmio Professor Samuel Benchimol e de seis anos Banco da Amazônia de Empreendorismo Consciente. Segundo o coordenador regional do evento, José Rincon Ferreira, a premiação busca abranger todos os tipos de públicos interessados no assunto. Ele ressalta que o Acre vai sediar a edição do próximo ano. "É um prêmio que busca inteligências, e não estamos falando apenas da grandeza do pesquisador, da grandeza do acadêmico, mas do caboclo também. Ele já aconteceu no Acre em 2007 e volta em 2014", afirma.


As inscrições para os prêmios vão até o dia 28 de agosto e o julgamento dos trabalhos participantes está programado para 17 de outubro deste ano. Os interessados em se inscrever podem fazer pelo site www.amazonia.mdic.gov.br[4]. "É um momento importante, em que estamos divulgando a edição de 2013 na Feira e tivemos a felicidade porque é um prêmio itinerante e anual e a Federação das Indústrias do Estado do Acre (Fieac) vai coordenar o evento a premiação no ano de 2014. Estamos nesse momento nos preparando, junto com uma comissão organizadora, para cuidar da versão do próximo ano", destaca o diretor regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial no Acre (Senai-AC), João César Dotto. Colaborou Aline Vieira, da TV Acre. http://www.minaspirotecnica.com.br/index.php/noticias/notiscias-gerais/60301-pr%C3%AAmiosque-valorizam-projetos-para-a-amaz%C3%B4nia-s%C3%A3o-lan%C3%A7ados-no-acre


Veículo: Site – G1.Globo Editoria: Pag: Assunto:Pesquisadores da USP descobrem anticorpo para tratar dores crônicas Cita a FAPEAM:

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Pesquisadores da USP descobrem anticorpo para tratar dores crônicas Substância inibe a ação de proteína que estimula a sensação de dor. Grupo testou medicamento em ratos e desenvolve molécula para humanos. Um grupo de estudiosos do Centro de Pesquisas de Doenças Inflamatórias da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto (SP) descobriu uma substância que pode ser um grande passo rumo à cura de dores crônicas. Os pesquisadores decobriram um anticorpo capaz de inibir a ação da fractalcina, proteína responsável pelo estímulo contínuo do sistema nervoso central quando há inflamação no organismo. A substância já foi testada em ratos, e o desenvolvimento de um medicamento voltado exclusivamente para humanos deve ser apresentado nos próximos quatro anos. De acordo com o professor e pesquisador envolvido no estudo, Thiago Mattar, a pesquisa analisou o processo da dor no organismo. Em pacientes que apresentam problemas de dores crônicas, segundo Mattar, a sensação de dor permanece mesmo após o fim da inflamação - devido à ação da fractalcina. "O que a gente observou nesses testes em animais é que administrando o anticorpo que bloqueia essa proteína houve uma redução na sensibilidade que esses ratos têm no local da inflamação, principalmente em tempos mais tardios dessa inflamação", explica. Os ratos apresentavam problemas inflamatórios na articulação das patas. Ainda segundo o pesquisador, o uso do anticorpo é benéfico porque não apresenta tantos efeitos


colaterais quanto os medicamentos analgésicos e antiinflamatórios. "Existem antiinflamatórios capazes de diminuir esse processo inflamatório. Só que a nossa ideia é entender melhor o processo de dor crônica para que a gente possa então desenvolver novas moléculas que tenham efeitos analgésicos, mas que tenham menos efeitos colaterais ou adversos como esses antiinflamatórios têm", explica. Tratamento futuro Os testes em laboratório foram feito especificamente com ratos. Para que o tratamento seja eficiente com humanos, é preciso desenvolver uma nova molécula com o anticorpo que tenha os mesmos efeitos de bloqueio da dor. Segundo Mattar, a previsão é de que os primeiros resultados sejam apresentados em quatro anos. " http://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2013/08/pesquisadores-da-usp-descobremanticorpo-para-tratar-dores-cronicas.html


Veículo: Site – G1.Globo Editoria: Pag: Assunto:Pesquisadores vão testar vacina brasileira contra Aids em macacos Cita a FAPEAM:

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Pesquisadores vão testar vacina brasileira contra Aids em macacos Previsão é que teste ocorra no segundo semestre, diz nota da Fapesp. Estudo é desenvolvido por cientistas da Faculdade de Medicina da USP. Pesquisadores vão testar em macacos uma vacina brasileira contra o vírus HIV, a partir do segundo semestre, informou uma nota da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), nesta segunda-feira (5). A previsão é que os experimentos durem 24 meses, e o objetivo é encontrar um método de imunização mais eficaz contra a Aids para ser usado em seres humanos. O imunizante contido na vacina foi desenvolvido e patenteado por cientistas da Faculdade de Medicina da USP, e batizado de HIVBr18. O projeto teve início em 2001 e foi desenvolvido por três pesquisadores - Edecio Cunha Neto, Jorge Kalil e Simone Fonseca. Vantagens A atual etapa do teste pré-clínico, a ser realizada no segundo semestre, vai ser feita em uma colônia de macacos rhesus mantida pelo Instituto Butantan. A vantagem de fazer os testes, é a similaridade entre o sistema imunológico humano e o dos macacos, e o fato de eles serem suscetíveis ao vírus SIV, que deu origem ao HIV. Os cientistas avaliam que, no atual estágio de desenvolvimento, a vacina não deve eliminar totalmente o HIV do organismo, mas poderia manter a carga dos vírus reduzida ao ponto um infectado não desenvolver a imunodeficiência e não transmitir o vírus. A vacina também pode vir a ser usada para fortalecer o efeito de outras contra a Aids, como uma


que está sendo desenvolvida por cientistas da Universidade Rockfeller, em Nova York, nos UEA, criada com uma proteína do vírus chamada gp140. "Em um experimento conduzido pela pesquisadora Daniela Rosa, observamos que a pré-imunização com a HIVBr18 melhora a resposta à vacina feita com a proteína recombinante do envelope do HIV gp140, que é a responsável pela entrada do vírus nas células", disse Cunha Neto, em entrevista à Fapesp. "Uma vacina capaz de induzir a produção de anticorpos contra essa proteína [gp140] poderia bloquear a infecção contra o HIV", completou Cunha Neto. O projeto é atualmente conduzido no ambito do Instituto de Investigação em Imunologia, considerado um dos institutos nacionais de ciência e tecnologia (INCT) vinculados ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação com apoio da Fapesp. Início da pesquisa O projeto teve início a partir da análise do sistema imunológico de um grupo especial de portadores do HIV, que mantinham o vírus sob controle por mais tempo que o normal e apresentavam demora para adoecer. Nestes pacientes, a quantidade de linfócitos T do tipo CD4 (TCD4), tipo de glóbulo branco que é alvo do vírus HIV, permaneciam em níveis mais elevados do que o normal. Naquela época, os pesquisadores isolaram peptídeos (pequenos pedaços de proteínas) do vírus HIV entre os mais estáveis (que se mantém presentes em quase todas as cepas) e testaram com a ajuda de um programa de computador. A ideia foi selecionar os peptídeos com mais chances de serem reconhecidos pelas células TCD4 do sistema imunológico dos pacientes infectados com o HIV. Foram escolhidos 18 entre os peptídeos testados. Os 18 peptídeos foram recriados em laboratório e codificados em uma molécula circular de DNA, chamada de plasmídeo. Os resultados foram publicados em 2006 na revista científica "Aids". Testes em laboratório feitos com amostras de sangue de 32 pessoas com HIV com diferentes condições imunológicas e genéticas mostraram que, em mais de 90% dos casos, ao menos um dos peptídeos era reconhecido pelas células imunológicas. Os processos foram aperfeiçoados e novos testes foram feitos, inclusive um novo experimento com camundongos geneticamente modificados para expressar moléculas do sistema imunológico humano, cujas conclusões saíram na revista científica "PLoS One", em 2010. Para pesquisas recentes, o grupo desenvolveu uma nova versão da vacina, com elementos conservados de todos os subtipos do grupo principal do HIV, chamado de grupo M. A vacina foi capaz de induzir respostas do sistema imunológico contra fragmentos de todos os subtipos testados do vírus até o momento. "Os resultados sugerem que uma única vacina poderia, em tese, ser usada em diversas regiões do mundo, onde diferentes subtipos do HIV são prevalentes", afirmou Cunha Neto. http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/08/pesquisadores-vao-testar-vacina-brasileira-contraaids-em-macacos.html


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Inpa participará de projeto que avaliará o resultado de fertilização por CO2 em floresta tropical 2013-08-05 - 11:57:20 A ideia é avaliar até que ponto a emissão de CO2, em maior quantidade afetará a floresta amazônica Por Fernanda Farias O projeto Amazon FACE (Free Air CO2 Enrichiment), a ser implantado na Reserva Biológica do Cuieiras (ZF2), do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), avaliará o potencial de fertilização de gás carbônico (CO2) no possível aumento na produção de fotossíntese, eficiência do uso da água, o destino do carbono adicional nas folhas, troncos e raízes, mudanças na composição da comunidade biológica e impactos nos estoques de carbono e outros nutrientes do solo. O projeto Amazon FACE será composto de quatro áreas de controle – de tamanho aproximado de 700 m² - isoladas por tubulações que irão borrifar gás carbônico para o interior das áreas circulares de floresta natural da Reserva Biológica do Cuieiras (BR174 Manaus – Boa Vista, Km 50) onde será verificadas todas as reações da floresta ao aumento da concentração desse gás. Além do Inpa, a Universidade Estadual Paulista (Unesp), o Oak Ridge National Laboratory (ORNL) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) participarão do projeto que tem previsão de implantação em 2015. O projeto


De acordo com o pesquisador do Inpa e um dos responsáveis pelo planejamento do projeto, Antonio Manzi, esse tipo de experimento já vem sendo realizado nas regiões temperadas. “Agora queremos avaliar quais serão os efeitos nesta região onde o clima é equatorial. Pretendemos aumentar a concentração de gás carbônico atmosférico em 40%, 50% da concentração atmosférica atual, em quatro áreas de mais ou menos 700 m², e assim verificar de que forma a floresta vai reagir a estas condições”, avaliou Manzi. “Nos experimentos vamos simular até que ponto a floresta amazônica consegue absorver o excesso de gás carbônico emitido pelas atividades humanas, e assim verificar os efeitos que podem ser benéficos, como maior produção de biomassa e menor perda de água das folhas. Agora se o efeito for fraco, significará que a floresta estará mais suscetível ao aumento de temperatura e a maior variabilidade interanual dos regimes de chuvas previstos pelos modelos climáticos”, explicou o pesquisador da Unesp, David Lapola. De acordo com os pesquisadores envolvidos no projeto, essa quantidade excessiva de gás carbônico na atmosfera pode ser benéfica para a floresta no processo de fotossíntese. “Em geral quanto mais gás carbônico na atmosfera menos os estômatos - estrutura da epiderme de parte aéreas das plantas responsável pelas trocas gasosas entre a planta e ar atmosférico - precisam abrir para capturá-lo, e portanto perde menos água por transpiração, o que significa uma melhora na eficiência do uso da água, e isso pode ser um fator muito importante nos cenários futuros de mudanças climáticas”, explica Manzi Efeito estufa Hoje em dia o gás carbônico é o gás que é liberado em maior quantidade pelas atividades humanas, principalmente pela utilização de combustíveis fósseis, e tem a propriedade de absorver a radiação emitida pela superfície da Terra, segundo Manzi. Os pesquisadores alertam que o aumento da concentração desse gás na atmosfera intensifica o efeito estufa natural da atmosfera. “O que esta provocando as mudanças climáticas globais são as emissões de gases do efeito estufa, como vemos frequentemente na mídia. O homem vem retirando uma grande quantidade de carvão mineral, de petróleo, de gás natural do subsolo, e quando queima esses combustíveis para gerar energia acaba produzindo e liberando esses gases para atmosfera, e o de maior quantidade é o gás carbônico”, alerta Manzi. Decorrente da queima de combustíveis fósseis desde o início da era industrial e mudança de uso da terra, principalmente dos desmatamentos das regiões tropicais, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera aumentou cerca de 40%, segundo dados de monitoramento global de CO2. “E aqui na Amazônia esse processo de intensificação do efeito estufa, devido todos esses gases emitidos desde o século 18, pode prejudicar o processo de fotossíntese por conta do aumento de temperatura que provoca, que pode tornar esse processo menos eficiente. Por outro lado o aumento da concentração de CO2 pode beneficiar o processo de fotossíntese, que é um dos principais aspectos a ser quantificado no experimento”, explanou o pesquisador do Inpa. Foto da chamada: Tabajara Moreno (Acervo Ascom/Inpa) http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=2883


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Pesquisador avalia solos da fronteira agrícola na Amazônia Postado em 05/08/2013 As pesquisas resultaram em tabelas que listam os elementos químicos, e suas respectivas quantidades, encontrados em cada estado. Foto: Amazonia-z As pesquisas resultaram em tabelas que listam os elementos químicos, e suas respectivas quantidades, encontrados em cada estado. Foto: Amazonia-z Estudos realizados na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP), em Piracicaba, apresentam um levantamento inédito sobre os elementos potencialmente tóxicos encontrados em áreas de florestas nativas na fronteira agrícola da Amazônia, nos estados do Pará, Mato Grosso e Rondônia. As pesquisas resultaram em tabelas que listam os elementos químicos, e suas respectivas quantidades, encontrados em cada estado. “Alguns elementos podem ser considerados mais ou menos prejudiciais às plantas, aos animais e ao homem”, explica o professor Luís Reynaldo Ferracciú Alleoni, do Departamento de Ciência do Solo da Esalq, coordenador da pesquisa. Segundo ele, alguns elementos são nutrientes naturais e importantes para plantas e para o homem, mas que, em excesso, tornam-se prejudiciais. “Os dados coletados poderão servir de base para os órgãos ambientais dos respectivos estados comporem as tabelas de valores orientadores”, conta Alleoni, lembrando que a medida atende a uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), do Ministério do Meio Ambiente. “O objetivo, em alguns anos, é que todos os estados brasileiros tenham suas tabelas que indiquem as informações sobre os elementos químicos encontrados em seus solos nativos”, informa. “No estado de São Paulo há uma tabela que já chegou a ser utilizada como referência em outros estados, o que não é uma medida acertada”, adverte o pesquisador.


Os valores indicados a partir das pesquisas poderão servir de base para ações dos respectivos governos estaduais no que diz respeito a planejamentos de culturas agrícolas e atividades agropecuárias. “É o que denominamos valores naturais ou de referência”, explica o docente. A partir destas informações é que os órgãos ambientais e de pesquisa poderão realizar ensaios ecotoxicológicos para adotarem os “valores de prevenção” ou “alerta”. “Uma terceira medida seria então estabelecer os ‘valores de investigação ou de intervenção’, obtidos a partir da modelagem de risco à saúde humana, que teriam como objetivo definir valores máximos permitidos para implantação de projetos residenciais, industriais ou agrícolas, com objetivo de impedir ações que viessem a prejudicar o homem e a própria natureza”. O professor informa ainda que os estudos integram um projeto de cooperação cientifica do Programa de Pós-Gradução (PPG) em Solos e Nutrição de Plantas da escola, com o PPG em Agronomia da Universidade Federal Rural da Amazônia, com apoio da Capes (Procad Novas Fronteiras/2007). COLETA DAS AMOSTRAS As áreas de coleta nos estados do Mato Grosso e Rondônia foram realizadas em 2008 e divididas em 11 regiões. Já no Pará, foram entre 80 e 90 pontos de coleta das amostras de solo. Todo o material foi analisado nos laboratórios da Esalq. As amostras foram retiradas de camadas superficiais de solo, entre 0 e 20 centímetros (cm) de profundidade para determinar os níveis naturais de elementos químicos como cádmio, cobre, manganês, cromo, níquel e zinco, entre outros. “Elementos como ferro, cobre, manganês, molibdênio e zinco são nutrientes para as plantas”, explica o pesquisador. “Mas podem ser tóxicos se a quantidade for muito superior à necessária para adequada nutrição das plantas”, explica. Para que todas as jornadas de campo fossem realizadas, foi necessário mais de um ano devido às dificuldades de acesso entre os pontos de coleta. Parte dos resultados atuais acaba de ser publicada na revista Enviromental Monitoring and Assessment, em sua edição de julho de 2013. Alleoni orientou uma dissertação de mestrado sobre o tema, de Sabrina Novaes dos Santos, doutoranda em Solos e Nutrição de Plantas na Esalq e que também assina o artigo, juntamente com o professor Antonio Rodrigues Fernandes, professor associado II, do Instituto de Ciências Agrárias, Setor de Solos, Universidade Federal Rural da Amazônia, que cumpriu estágio de Pós-Doutoramento na Esalq sob supervisão de Alleoni. Ele lembra ainda a participação de mestrandos e doutorandos da Esalq que utilizaram resultados laboratoriais para estudos de modelagem em institutos de pesquisa do exterior, como a Holanda. “É importante que a USP estenda suas pesquisas para além do estado de São Paulo”, ressalta. Fonte: Agência USP de Notícias http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/08/pesquisador-avalia-solos-da-fronteira-agricola-naamazonia/


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Conscientização ambiental marcaram edição do Circuito da Ciência do Inpa Postado em 05/08/2013 Alunos de quatro escolas participaram das atividades neste sábado (3). Além das trilhas e palestras os alunos também participaram de aulas de escalada e da estreia do planetário na Casa da Ciência. Foto: Eduardo Gomes/ Inpa Alunos de quatro escolas participaram das atividades neste sábado (3). Além das trilhas e palestras os alunos também participaram de aulas de escalada e da estreia do planetário na Casa da Ciência. Foto: Eduardo Gomes/ Inpa Aproximadamente 300 alunos de quatro escolas públicas, participaram neste sábado (3) da quinta edição do projeto Circuito da Ciência promovido pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI). Além das 22 oficinas e palestras os alunos também participaram de atividade esportiva, a escalada em árvores, feita pelo grupo Escoteiro do Amazonas. Para a pesquisadora do Inpa e membro do Grupo Escoteiro Amazonas, Raquel Telles, ciência e atividade física se complementam.“Dentre as atividades do escoteiro há a preocupação ambiental, social e cidadania. Então o nosso trabalho no circuito também é divulgar ciência a partir de atividades saudáveis”, disse. O estudante Rodrigo Monteiro (14), que participou da palestra sobre a reciclagem de papel, disse que irá repassar o conhecimento adiante e afirmou. “Agora eu sei como faz a reciclagem, vou tentar fazer em casa”. Para o professor da Escola Municipal Francinete Rocha Brasil, Jones Costa, o Circuito da Ciência gera um efeito multiplicador do conhecimento. “A parti do momento que eles tem o contato com o


projeto, vai despertar a questão científica. Este mês vamos ter na escola a feira de ciência, então as atividades de hoje servirão para quem esteve aqui hoje repassar o que aprenderam para ou outros alunos e até para os pais em casa”, afirmou. PLANETÁRIO Além da atividade esportiva, os mais de 300 alunos também participaram de oficinas sobre reciclagem de papel, saúde bucal, oficinas de prevenção de doenças como malária, dengue e leishmaniose além das exposições sobre a fauna da Amazônia e a estreia do planetário na Casa da Ciência. O coordenador do Circuito da Ciência, Jorge Lobato, afirmou que a estreia do planetário em Manaus irá gerar mais visita ao Bosque da Ciência, pois chama a atenção das escolas. “Hoje é o ponta pé em Manaus já que inauguramos o planetário em Itapiranga nos Show das Águas. O planetário é uma parceria do Inpa com acadêmicos e mestrandos do Clube de Ciências da Ufam principalmente da Casa da Física. Essa ação é a nova identidade Institucional do Inpa de estar próximo à sociedade”, disse. O projeto Circuito da Ciência é uma realização do Inpa e conta com o patrocínio das empresas Petrobras e a Moto Honda da Amazônia e o apoio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Secretaria Municipal de Educação (Semed), Secretaria Municipal de Limpeza e Serviços Públicos (Semulsp), Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), Laboratório de Psicologia e Educação Ambiental (Lapsea/Inpa), Serviço Social do Comércio (Sesc), Associação de Servidores do Inpa (Assinpa), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Centro Universitário Nilton Lins (UniNiltonLins), Faculdade Metropolitana de Manaus (Fametro), Centro Universitário do Norte (Uninorte), Faculdade Literatus (Unicel) e as empresas Magistral e Brothers. Fonte: Daniel Jordano/ Inpa http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/08/conscientizacao-ambiental-marcaram-edicao-docircuito-da-ciencia-do-inpa/


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Coppe inaugura Centro de Pesquisa para otimizar produção do pré-sal Postado em 05/08/2013 O Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) inaugurou sexta-feira, (2) o Centro de Excelência em Gás Natural. A unidade começa as atividades na próxima semana com a missão de otimizar o processamento de gás e a produção de petróleo na camada pré-sal. “A concentração do CO2 é maior em reservatórios mais profundos, como o do pré-sal. Esse CO2 pode ser separado do gás e reinjetado no poço, facilitando a produção de petróleo”, explicou o professor do programa de Engenharia Química Cristiano Borges, um dos coordenadores do centro de excelência. Os pesquisadores terão duas formas de separar o gás carbônico do gás natural: por absorção e adsorção, que usam equipamentos mais pesados e robustos, e a por membrana, uma espécie de filtragem do gás em nível molecular, semelhante a que é feita na respiração humana. Com o aprimoramento dessas técnicas, há ganhos financeiros e ambientais, destaca Borges. “A separação por membrana permite equipamentos até três vezes menores e até quatro vezes mais leves, o que reduz o custo de capital, eliminando material. Com a separação do CO2 e a injeção dele de volta no poço para melhorar a produção, evitamos que ele seja lançado na atmosfera”. Cerca de 80 pesquisadores da Coppe e da Escola de Química da UFRJ vão trabalhar no centro de pesquisa, que ocupa 2,2 mil metros quadrados em um prédio no parque tecnológico da universidade, na Ilha do Fundão, zona norte do Rio. A Petrobras investiu R$ 30 milhões no CEGN para os estudos da utilização de membranas na separação do gás natural. Fonte: EBC http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/08/coppe-inaugura-centro-de-pesquisa-para-otimizarproducao-do-pre-sal/


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Traduções de pesquisas científicas aproximam academia da gestão da saúde Postado em 05/08/2013 Publicações divulgadas em importantes periódicos internacionais receberão a tradução para o português. Imagem: divulgação Publicações divulgadas em importantes periódicos internacionais receberão a tradução para o português. Imagem: divulgação Os gestores e profissionais da área da saúde já contam, desde o mês de junho deste ano, com traduções e resumos de pesquisas científicas realizadas por professores e especialistas brasileiros em diversos segmentos. O projeto vem sendo desenvolvido pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Avaliação de Tecnologias em Saúde (IATS) com o objetivo de facilitar a transferência do conhecimento. “São mais de 40 publicações acadêmicas de diferentes nichos da saúde divulgadas em importantes periódicos internacionais em 2012 e que receberão o serviço de tradução para o português”, explica o coordenador do IATS, Flávio Fuchs. A meta é que através das traduções, os profissionais absorvam mais conhecimento e ampliem sua capacidade para lidar com tratamentos de diversas doenças, podendo assim realizar atendimentos e ações mais eficazes na prática. “O foco está em auxiliar na tomada de decisão do melhor custo benefício dentro do sistema de saúde”, destaca Fuchs. A primeira tradução divulgada no formato de resenha foi a ‘Eficácia da aferição domiciliar da pressão arterial para o controle de hipertensão arterial: resultados de um ensaio clínico randomizado


– estudo Monitor’. Segundo o coordenador, com base nesse estudo, a disponibilização em larga escala de programas de Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA) tem o potencial de melhorar as taxas de controle da hipertensão arterial e assim contribuir na prevenção das doenças cardiovascular e cerebrovascular associadas. A previsão inicial é que as resenhas sejam publicadas mensalmente no informativo digital (newsletter) do IATS. As mesmas também estarão disponíveis no site do Instituto (www.iats.com.br), o qual possui interação com redes sociais, como Twitter e Facebook. “O IATS tem ações que abrangem a pesquisa, ensino e assistência em saúde de diferentes formas, tendo a área da educação como um forte pilar de ação”, ressalta Fuchs. Outro exemplo deste engajamento citado foi à realização da 1ª edição do curso de Ensino à Distância (EAD) sobre ATS para gestores de saúde, que ocorreu em 2012. A 2º edição do evento está prevista para ocorrer no segundo semestre de 2013. INCT O INCT IATS vem desenvolvendo sua atuação na produção de orientações e avaliações críticas de tecnologias em saúde no Brasil. Os resultados se situam na área da pesquisa científica e tecnológica, na formação de recursos humanos e na disseminação do conhecimento, de modo a atender interesses do Sistema Único de Saúde (SUS), medicina suplementar e sociedade como um todo. Com um grupo de mais de oitenta pesquisadores, o IATS tem representatividade nas universidades Federal de São Paulo (Unifesp) e Estadual de São Paulo (Unesp), universidades Federal de Pernambuco (UFPE) e Estadual de Pernambuco (UEPE), Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Universidade de Brasília (UnB), Hospital do Coração (Incor), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRG). O Instituto é coordenado pelos professores Flávio DanniFuchs e Carisi Anne Polanczyk e sua sede está localizada no Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Fonte: Ascom do CNPq http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/08/traducoes-de-pesquisas-cientificas-aproximamacademia-da-pratica-em-gestao-da-saude/


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Pesquisa avalia soluções de preservação de tecido pulmonar 05/08/2013 11:23 O transplante de pulmão é um procedimento estabelecido para pacientes pulmonares terminais. No entanto, a mortalidade e a morbidade relacionadas a esse tipo de transplante continuam sendo significativas. Uma das causas mais importantes que influenciam na mortalidade do paciente transplantado é a não preservação do órgão doado. Nesse sentido, o cirurgião torácico Arteiro Queiroz Menezes , professor da Escola Superior de Saúde da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), realizou um estudo que avaliou os resultados obtidos com a preservação de pulmões de ratos, utilizando duas soluções empregadas em transplante, o Perfadex e o Celsior. A pesquisa foi realizada no Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), por meio do Programa de Pós-graduação em Cirurgia Torácica e Cardiovascular da Faculdade de Medicina da USP para obtenção do título de doutorado, defendido em maio deste ano. De acordo com o pesquisador, quanto melhor a manutenção deste órgão após a retirada do corpo do doador, menores serão os efeitos nocivos após o transplante. Um dos fatores responsáveis por essa manutenção são as soluções de preservação de tecido pulmonar. “A pesquisa comparou as duas soluções mais utilizadas em todo o mundo (Perfadex e Celsior). A conclusão do trabalho foi que ambas ofereceram preservação satisfatória dos pulmões, principalmente no tempo de armazenamento mais curto, sendo que a solução Celsior, em algumas variáveis analisadas, sem significância estatística, evidenciou tendência a oferecer melhores resultados do que a Perfadex”, explicou o cirurgião torácico que acredita serem necessários estudos futuros, inclusive em modelos maiores, como em porcos para comprovar essas hipóteses.


Segundo o pesquisador, a maioria dos serviços de transplantes nas Américas do Sul e do Norte utiliza a solução Perfadex. Já a solução Celsior é mais utilizada na Europa, justamente por ser uma solução francesa. “Um dos fatos históricos dessas duas soluções é que a Celsior foi criada para preservação do coração e a Perfadex foi a única das soluções criada especificamente para preservação do pulmão”, destacou Menezes. PIONEIRISMO O estudo foi pioneiro na utilização de um modelo experimental adquirido pelo Incor, que é o modelo de perfusão isolada de pulmões (IL-2), que permite realizar a circulação sanguínea e a oxigenação dos pulmões de animais, após retirados do corpo e mantidos armazenados em ambiente frio, simulando o comportamento do órgão após o transplante. “Esse aparelho de perfusão e ventilação faz com que o sangue circule no pulmão, como se o transplante tivesse sido realizado. A técnica permite a realização de análises laboratoriais e de troca de oxigênio e gás carbônico para avaliar como ficou a preservação do órgão durante o tempo em que o pulmão ficou sem receber sangue”, disse o pesquisador. METODOLOGIA As soluções de preservação pulmonar são utilizadas durante o período em que o órgão fica sem irrigação sanguínea (espaço de tempo entre a retirada do pulmão do doador e a realização do transplante), chamado de isquemia. Para preservar o órgão é necessário que a solução passe pelas artérias e veias do pulmão. A pesquisa comparou o desempenho das soluções em dois tempos de isquemia (6 e 12 horas). Na prática, o aceitável é que o pulmão seja transplantado em até 6 horas, sendo este mais susceptível à isquemia do que outros órgãos, como por exemplo, o fígado que pode ser transplantado em até 24 horas e o rim em até 48 horas. “Foram registradas muitas diferenças entre os pulmões devido ao tempo de isquemia. Um órgão que fica sem irrigação por 12 horas vai se comportar diferente do que ficou menos tempo. Percebemos destruição do tecido celular e uma resposta inflamatória. Pulmões submetidos a mais tempo em isquemia sofrem mais”, explicou Menezes. CIÊNCIAemPAUTA, por Anália Barbosa http://www1.uea.edu.br/noticia.php?notId=27564


Veículo: Site – Confap Assunto:Os horizontes da biotecnologia Cita a FAPEAM:

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Os horizontes da biotecnologia Da saúde humana à animal, passando pelo Meio Ambiente e agroindústria, a biotecnologia está mais presente em nossa vida do que normalmente se imagina. O setor vem se desenvolvendo a passos largos e o Brasil, conseguindo destaque em algumas áreas. Fundamentado em pesquisa e carente de recursos, o segmento tem nas parcerias os maiores aliados. Em Minas Gerais, grandes, médias e microempresas que atuam nos mais distintos ramos de atividade compartilham os efeitos benéficos dessa força desde a fundação da Associação Mineira de Empresas de Biotecnologia e Ciências da Vida (Ambiotec), em 2010. A formalização da entidade e o apoio do governo estadual possibilitaram diversos tipos de intercâmbios – regionais, nacionais e internacionais –viabilizando, em conjunto, o desenvolvimento individual de cada uma das empresas. As atuais 40 associadas ganham destaque em suas áreas de atuação. Uma delas é a Labtest, que produz e comercializa reagentes e equipamentos para auxílio no diagnóstico de exames. A mais recente e importante novidade da empresa, ainda em fase de divulgação ao segmento médico, é o NGAL, um marcador que acusa lesões renais precocemente, por meio de exame de sangue ou de urina, possibilitando o tratamento de doenças que, se descobertas mais tarde, não teriam chance de cura. Ou seja, é a possibilidade de antecipação de diagnóstico de problemas renais graves, evitando que a doença persista pelo resto da vida do paciente. O desenvolvimento do marcador é fruto de parceria com uma empresa da Dinamarca e mesmo no exterior ainda é considerado uma novidade. No Brasil, além da Labtest, apenas mais uma empresa (multinacional) tem o produto. O NGAL ou lipocalina associada com gelatinase de neutrófilos humanos é uma substância química sintetizada pelo organismo. “A lipocalina é uma proteína que, se alterada, aparece no sangue quando há uma lesão renal”, explica o farmacêutico e bioquímico Fúlvio César Facco, gerente de


inovação da Labtest. “O processo acontece da seguinte forma: o rim tem células que fazem a filtração dos elementos químicos do sangue. Mas essas células podem ir morrendo aos poucos e o rim vai perdendo a função. E quando há lesão dessas células, existe a liberação do NGAL no sangue. Esse marcador que desenvolvemos tem a função de quantificar a quantidade de NGAL liberada, que é um indício de que o rim foi lesionado”, completa. “E isso pode ser diagnosticado tanto pelo exame de sangue como pelo de urina”, acrescenta. A revolução do NGAL está no fato de que os marcadores existentes até hoje – o mais comum é a creatinina –somente conseguirem diagnosticar a doença quando ela está em estágio avançado. “Quando há uma alta concentração de creatinina, que também indica lesão renal, o problema já está agravado. Com o NGAL, é possível tomar conhecimento da situação quando há uma lesão mínima, em estágio bem inicial. O paciente pode ser tratado e deixar de ter o problema, ou seja, ficar curado”, compara Facco. O problema é que o marcador tem valor agregado muito alto, o que torna o exame caro. Para exemplificar, o gerente de inovação da Labtest explica que o custo para o laboratório que vai fazer o exame é cerca de 50 vezes maior do que de um exame de glicose, por exemplo, o que dificulta o acesso do produto ao mercado como um todo. Por enquanto, ele revela que a empresa está em negociação para comercializar o produto com grandes hospitais do Brasil como o Albert Einstein e o Hospital das Clínicas, ambos de São Paulo, além de algumas clínicas de nefrologia. Já para o paciente, considerando que o NGAL ainda não foi assimilado pelos planos de saúde, ele estima que o exame custaria entre R$ 75 e R$ 100. “É um exame caro se comparado ao de glicose, que custa em torno de R$ 5 a R$ 8, mas se a comparação é com o teste de DNA, que sai em torno de R$ 300, não é tão caro”, pondera. Para o presidente do Departamento de Nefrologia da Associação Médica de Minas Gerais, Fernando das Mercês de Lucas Júnior, o marcador de NGAL tem sua importância, principalmente nos casos de insuficiência renal aguda, exatamente pela descoberta da doença precocemente. Ele avalia, porém, que o exame não é para todos os pacientes com problema renal. “É uma técnica muito recente. Não é para ser usado indiscriminadamente. É mais para casos de insuficiência renal aguda e nesse cenário o custo-benefício vale a pena. Por exemplo: um paciente idoso que acabou de sair de uma cirurgia cardíaca. Essa é uma doença que tem grandes chances de se desenvolver no pósoperatório. E se você ficar esperando, perde a chance de um diagnóstico precoce. Então é um caso em que esse exame se aplica”, diz Fernando Lucas Júnior. Sem sacrifício labtestDe grandes empresas como a Labtest a pequeninas como a Bios, que atua na área de consultoria, associados da Ambiotec colhem os mais variados frutos. “A Bios é uma empresa que surgiu da necessidade do mercado. Eu e uma amiga trabalhamos seis anos na indústria produtora de vacina. E tínhamos o conhecimento amplo desde o desenvolvimento do produto na bancada até o registro no Ministério da Agricultura, seu Licenciamento e comercialização. E quando saímos dessa empresa, o mercado nos procurou para a prestação de serviços de consultoria”, conta a proprietária da Bios, Luciana Aramuni Gonçalves. Mas a grande visibilidade da empresa veio depois de trabalho desenvolvido por demanda da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) em que a Bios fez o desenho da cadeia de valor do setor de biotecnologia da Região Metropolitana de Belo Horizonte. “Esse trabalho virou um documento usado por todos os setores de negócio do país, pois essa cadeia de valor divide os passos para a produção de cada tipo de produto relacionado ao setor de biotecnologia”, conta com orgulho a proprietária da Bios, que atualmente é doutoranda em veterinária na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).


E é exatamente nesse doutorado que deverá ser desenvolvido outro importante produto da área de biotecnologia. Em parceria com o Ministério da Agricultura, Luciana desenvolve um projeto cujo objetivo é “substituir os testes de potência de vacina in vivo” ou seja criar testes sorológicos in vitro que permitam acabar com o uso de cobaias (animais vivos) para a produção de vacinas veterinárias. Sem poder entrar em detalhes, já que o doutorado está previsto para terminar em janeiro de 2016 e só então poderá ser revelada qual é exatamente a vacina (ou as vacinas) que está sendo desenvolvida, a futura doutora exemplifica: “Posso dar um exemplo que não faz parte do projeto. A vacina contra a raiva é testada em camundongos. É um teste muito cruel porque são usados bebês e a inoculação é intracerebral. O projeto que desenvolvo é para que os testes sejam feitos sem que se usem animais para ver seus resultados”. Visibilidade internacional O intercâmbio de informações, além da possibilidade de convênios, com especialistas de todo o mundo que atuam em uma mesma área é uma importante ferramenta de desenvolvimento quando o assunto é tecnologia. Fazer parte da Ambiotec vem possibilitando às empresas da área de biotecnologia e ciências da vida maior participação em importantes feiras internacionais e a visibilidade do setor vem sendo cada vez maior. Um dos próximos passos da entidade visa a Associação das Empresas de Biotecnologia da Espanha (ACBio). Até o fim do mês que vem, as duas associações devem firmar um convênio de cooperação permitindo que empresas de ambos os países façam negócios entre si. “E não é só questão de fazer negócios. A Espanha é o portão de entrada da Europa para projetos da União Europeia”, lembra a coordenadora executiva da Ambiotec, Vanessa Silva da Silva. Já para o fim do ano, está prevista a participação da Ambiotec na Biolatin, um evento realizado em Bogotá, voltado para a promoção de rodadas de negócios entre empresas da Europa e da América Latina. Fonte: Jornal Estado de Minas, edição de 3 de agosto de 2013. Por: Paula Carolina http://www.confap.org.br/os-horizontes-da-biotecnologia/


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Brasil: bom de pesquisa, ruim de inovação inovação e pesquisa Com 2,8% da produção científica do mundo, o que coloca o Brasil na décima terceira posição entre os países com maior número de artigos científicos publicados, o registro de patentes brasileiras ainda é quase irrisório no cenário internacional, respondendo por 0,2% do total global. O desafio que se apresenta é o de transformar o conhecimento adquirido em novas tecnologias, o que exige uma ampla reforma no sistema e na política educacional. De todo o universo de pessoas que entram nas escolas no Brasil, apenas 12,2% concluem o ensino superior e 27%, o ensino médio. Apenas 0,2% concluem o mestrado e 0,1%, o doutorado. As informações foram apresentadas pelo presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), Mario Neto Borges, durante o painel “Formação de profissionais e a competitividade”, no 68º Congresso Internacional da Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM), que ocorreu na semana passada, em Belo Horizonte. O presidente da Fapemig apontou como maléfica a concentração da formação profissional em carreiras pouco ligadas à inovação. São cerca de 40% das formaturas em três áreas de conhecimento: Administração, Pedagogia e Direito. As engenharias respondem por 4,2%. “Nenhum país é desenvolvido com este percentual. Formamos em 2010 41 mil engenheiros. É pouco. A Coreia tem um quarto da população brasileira e forma 80 mil ao ano”, afirmou. Empreendedorismo


A disseminação do empreendedorismo dentro das universidades é apontada como uma das ferramentas mais importantes para viabilizar a passagem do conhecimento para inovação. “É isso que garantirá ao país agregar valor à pauta de exportações, mesmo sem deixar de ser um fornecedor global de matérias-primas”, afirmou. Mario Neto dividiu o mundo em três para indicar a potencialidade do Brasil. Um grupo é formado por países com grandes extensões territoriais, onde estão os recursos naturais. Outro é formado por grandes populações, de onde virão as demandas. Um terceiro é integrado por economias ricas. “Os Brics estão na interseção, pois têm todas essas características, com um diferencial positivo para o Brasil, que possui o chamado bônus populacional, com a maioria dos habitantes na faixa entre 25 e 60 anos, o que significa maior força de trabalho”, observou. Investimento em ciência e tecnologia é de 1,1% do PIB A responsabilidade pela falta de investimentos em ciência e tecnologia é dividida entre o governo e a iniciativa privada. No Brasil, são aportados nesse segmento o equivalente a 1,13% do Produto Interno Bruto (PIB), sendo 0,54% pelo setro privado e 0,59% pelo poder público. Na Coreia, por exemplo, essa relação é de 4% do PIB. Uma das formas mais eficazes para mudar esse cenário é extamente a parceria entre o poder público e a iniciativa privada. Fapemig Em Minas, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) possui contratos com empresas como Embraer, Algar, Fiat, Vale, Cemig e Whirpool. Sõa projetos em que o governo injeta 50% e as empresas, a outra metade. Segundo o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em 2011 o investimento em ciência e tecnologia no Brasil foi de R$ 35,3 bilhões, uma alta de 7,9% em relação ao ano anterior. Fonte: Jornal Hoje em Dia, edição de 5 de agosto de 2013 http://www.confap.org.br/brasil-bom-de-pesquisa-ruim-de-inovacao/


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CNPq e Ministério da Cultura acertam cooperação em pesquisa 05/08/2013 - 20:01 A execução de estudos e pesquisas aplicadas sobre economia criativa é o que prevê termo de cooperação assinado nesta segunda-feira (5)pelo presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), Glaucius Oliva, e pela secretária da Economia Criativa do Ministério da Cultura (MinC), Claudia Sousa Leitão. A iniciativa tem como objetivo consolidar e expandir a temática no país e difundi-la por intermédio do Observatório Brasileiro da Economia Criativa (Obec) e dos observatórios estaduais, que comporão a Rede Brasileira de Informação e Monitoramento sobre Economia Criativa. A secretaria do MinC será responsável pelo financiamento dos R$ 2,5 milhões, que serão aplicados pelo CNPq. A meta é produzir relatórios, pesquisas e documentos técnicos, previstos no plano de trabalho pactuado, para posterior contratação de pesquisadores. O período de vigência do termo de cooperação vai até 1º de julho de 2015. Cabe ao CNPq lançar uma chamada pública para seleção de projetos de pesquisa na área, considerando os seis temas definidos. Os projetos selecionados contarão com o valor máximo de R$ 50 mil e terão 12 meses para execução da proposta inicial. O lançamento da chamada está previsto para agosto ou setembro deste ano. Texto: Ascom do MCTI, com informações do CNPq http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/348603/CNPq_e_Ministerio_da_Cultura_acertam_c ooperacao_em_pesquisa.html


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Workshop do CsF reúne estudantes brasileiros e coreanos 05/08/2013 - 19:35 Foi realizado na cidade histórica de Gyeongju, a 370 quilômetros de Seul, o 2º Workshop BrasilCoreia de Estudantes. O encontro reuniu estudantes brasileiros do programa Ciência sem Fronteiras e estudantes sul-coreanos interessados em língua portuguesa e cultura brasileira. Também foram convidados para o evento os representantes de todas as empresas que recebem estagiários brasileiros. O evento, entre 25 e 27 de julho, foi patrocinada pela Embaixada do Brasil em Seul e pela empresa Hana Micron, com a atuação conjunta de diversas outras entidades apoiadoras. O workshop foi ampliado para todos os estudantes e empresários parceiros do programa na Coreia do Sul. O objetivo era reunir os bolsistas do CsF dispersos em diversas universidades em um único local para estreitar relacionamentos, compartilhar experiências e interagir com profissionais e jovens coreanos. A escolha da cidade de Gyeongju – primeira capital da Coreia, unificada pela dinastia Shilla – proporcionou uma oportunidade especial de imersão cultural. A organização do encontro ficou a cargo do grupo de dez estudantes do CsF Coreia que realizam estágio na Hana Micron. A equipe responsável foi composta pelos estudantes Giovane Dutra Ribeiro, Guilherme Lopes, João Pedro Cerqueira, Jonas Tiago Martins da Silva, Luisa Simon, Luiz Eduardo Kochhann, Pedro Augusto Pinho Ferraz, Thiago Amaral Teixeira, Wagno Alves Braganca Junior e William Kramer Scariot. Também participaram ativamente do evento representantes de empresas, como Sita (Smart Mobile


Convergence Industry and Technology Association), Hyundai Motor Group, ICT and Future Planning, Kongju University, Kita (Korea International Trade Association) e Genesen. Texto: Ascom do CsF, com informaçþes da Embaixada do Brasil em Seul http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/348602/Workshop_do_CsF_reune_estudantes_brasi leiros_e_coreanos.html


Veículo: Site – Agência Gestão CT&I Editoria: Pag: Assunto:Países que investiram em inovação durante crise serão diferenciados, avalia BNDES Cita a FAPEAM:

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Países que investiram em inovação durante crise serão diferenciados, avalia BNDES Seg, 05 de Agosto de 2013 16:07 Durante a crise econômica mundial, a inovação não perdeu o status de prioridade entre os países desenvolvidos e parte dos emergentes. A avaliação é do presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho. Ele acredita que o investimento em pesquisa e desenvolvimento durante a turbulência no mercado internacional elevará essas nações a um patamar diferenciado. "Está nascendo um processo de transformação que ainda não é evidente e que vai diferenciar um conjunto de países que têm perseverado no apoio e no avanço da inovação", destacou Coutinho no lançamento da pesquisa Barômetro da Inovação, na semana passada, feita pela multinacional General Eletric (GE). Na visão dele, o Brasil organizou o sistema de ciência e tecnologia, com a Lei do Bem e a Lei da Inovação, e dispõe dos mesmos instrumentos de apoio à inovação que os países desenvolvidos. Apesar disso, Coutinho disse que o Brasil é um caso de país atrasado na inovação, por ter uma estabilização da economia recente. "Foram 30 anos de uma altíssima instabilidade em que era impossível para o setor privado enxergar além de um ou dois anos". Para avançar ele destacou que é preciso dobrar o esforço de inovação do setor privado, que em outros países corresponde de dois terços a 80% dos investimentos. "O sistema brasileiro está muito encapsulado. Ele precisa disponibilizar mais recursos diretos que façam o papel catalisador da


energia privada. É insubstituível a liderança do setor privado". De acordo com a pesquisa realizada pela GE, com 3,1 mil executivos das maiores empresas de 25 países, 95% dos entrevistados brasileiros disseram que a inovação é uma prioridade estratégica para suas empresas. O Brasil foi apontado como ambiente positivo para a inovação por 30% dos entrevistados, o 17º melhor resultado. Os dez países mais bem avaliados globalmente foram: Alemanha (85%), Estados Unidos (84%), Japão (81%), Coreia do Sul (70%), Reino Unido (69%), Suécia (66%), China (66%), Cingapura (63%) e Suíça (60%). A Índia aparece na lista em 12º, com (55%), a Rússia, em 18º, com 29%, e a África do Sul, em 23º, com 20%. A Nigéria, com 5%, foi a última colocada. (Agência Gestão CT&I com informações da Agência Brasil) http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4318:paises-queinvestiram-em-inovacao-durante-crise-serao-diferenciados-avalia-bndes&catid=1:latest-news


Veículo: Site – Agência Gestão CT&I Editoria: Pag: Assunto:Instituição europeia organizará evento científico no Rio de Janeiro Cita a FAPEAM:

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Instituição europeia organizará evento científico no Rio de Janeiro Seg, 05 de Agosto de 2013 16:04 A Comissão Europeia promoverá no dia 24 de setembro o Science Slam Brazil. Realizado no Rio de Janeiro, a iniciativa reunirá cientistas de todas as nacionalidades e áreas do conhecimento para mostrar o trabalho realizado no seu campo de pesquisa. Interessados têm até 1° de setembro para se inscrever. Podem participar jovens pesquisadores radicados no Brasil com doutorado ou pós-doutorado em curso. Eles deverão produzir um vídeo com até três minutos com relatos sobre como será a apresentação no evento. Os seis melhores candidatos serão custeados com passagens e diárias para participar das finais do Euraxess Science Slam Brazil 2013. No evento, os finalistas terão em torno de dez minutos para expor o trabalho, em inglês, na frente de membros da comunidade científica, de empresários e da plateia. O vencedor ganhará uma viagem a Bruxelas para participar da conferência "Euraxess Voice of the Researchers" organizada pela Comissão Europeia em 21 e 22 de novembro de 2013. O prêmio inclui passagem de avião de ida e volta e hospedagem no local. Para informação adicional, veja o vídeo de divulgação (http://bit.ly/18aZXVD) e consulte o site do evento: http://scienceslambrazil.euraxess.org. http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4316:instituicaoeuropeia-organizara-evento-cientifico-no-rio-de-janeiro&catid=1:latest-news


Veículo: Site – Jornal da Ciência Editoria: Pag: Assunto:1. Jornal da Ciência com a cobertura da 65ª Reunião Anual da SBPC está disponível para download Cita a FAPEAM:

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1. Jornal da Ciência com a cobertura da 65ª Reunião Anual da SBPC está disponível para download A edição de 2 de agosto traz reportagens de Recife, e pode ser acessada em PDF Veja alguns dos assuntos abordados: Recife ferve e entra em ebulição científica 65ª Reunião Anual da SBPC fez com que a capital pernambucana recebesse o melhor da ciência brasileira em uma semana. (Página 6) Pontos polêmicos do Código Florestal Em conferência, biólogo e advogado apontam falhas nas regras da nova legislação ambiental. (Página 2) Mesa-redonda debate o CNCT Durante debate em Recife, assessora da Fapesp afirma que os órgãos de controle não têm o real entendimento do que é C&T e não conseguem julgar o setor como deveriam. (Página 2) Helena Nader e os rumos da ciência


Ariano Suassuna é lembrado pela presidente da SBPC na abertura da 65ª Reunião Anual, em Recife. (Página 3) Ciência e arte têm mesma raiz humana Ildeu de Castro Moreira listou dez mandamentos para a popularização da ciência no Brasil. (Página 4) Espaço sem fronteiras AEB e CNPq lançam Ciência sem Fronteiras Espacial para conceder 300 bolsas para formar especialistas em questões espaciais. (Página 9) Manifestações populares Especialistas lembram fatos ocorridos há 20 anos para tentar explicar eventos de agora, mas não há conclusões definidas. (Página 8) Desafios: ciências e matemática Para educador, aulas deveriam discutir em sala as questões do noticiário, como as manifestações das ruas e os ataques de tubarão, mostrando que há ciência em tudo. (Página 8) A permanência no ensino superior O papel das Ifes na educação superior no Brasil foi tema de debate. (Página 8) As 12 páginas estão disponíveis pelo link: http://www.jornaldaciencia.org.br/impresso/JC742.pdf http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=88514


Veículo: Site – Jornal da Ciência Editoria: Pag: Assunto:26. INT prepara projeto de pesquisa antropométrica 3D da população Cita a FAPEAM:

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26. INT prepara projeto de pesquisa antropométrica 3D da população Trabalho realizado em parceria com a Petrobras permite a simulação da atividade humana em cenários virtuais Medidas antropométricas são dados essenciais para projetar produtos adequados aos usuários. Responsável pela única base de medidas da população brasileira, realizada há 40 anos, o Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCTI) trabalha para atualizar esses dados da população adulta e infanto-juvenil, superando uma falta que tem levado ao projeto incorreto de produtos como roupas, móveis, carteiras escolares, meios de transporte, equipamentos e postos de trabalho. Entre 2010 e 2012, o instituto realizou a primeira pesquisa antropométrica 3D da América Latina, identificando as medidas específicas dos trabalhadores da indústria do petróleo com auxílio de um scanner 3D a laser - único equipamento desse tipo na região latino-americana -, que coleta não só as medidas como o volume preciso do corpo humano. Realizado em parceria com a Petrobras e com recursos do Fundo Setorial de Petróleo e Gás (CTPetro), o trabalho permite inclusive a simulação da atividade humana em cenários virtuais, como em um videogame. Com esse recurso, foi possível analisar com precisão as condições de uso de equipamentos e ambientes de trabalho, gerando dados para identificar riscos, melhorar a produtividade e a segurança dos trabalhadores do setor. "Agora o instituto pretende estender a antropometria 3D a toda a população brasileira, reeditando a antiga pesquisa com os novos recursos desenvolvidos", explica a chefe do Laboratório de


Ergonomia do INT, Maria Cristina Zamberlan. "A competitividade em âmbito nacional e internacional só poderá ser alcançada fabricando-se produtos que levem em consideração as características dos usuários", diz a doutora em engenharia de produção. "Por isso, nas sociedades tecnologicamente modernas, verifica-se a importância de pesquisas antropométricas como fonte de insumos técnicos para o correto dimensionamento de seus produtos. Países industrializados vêm, cada vez mais, buscando dados antropométricos confiáveis de suas populações." Nova base O projeto de pesquisa antropométrica 3D da população brasileira tem como proposta levantar dados antropométricos dos brasileiros por meio de levantamentos 1D e 3D de amostra representativa da nossa população adulta. Esses dados serão a base para o correto dimensionamento dos produtos com os quais a nossa população interage cotidianamente, trazendo melhorias para a qualidade, conforto e segurança para o usuário.

Os dados gerados também possibilitarão o desenvolvimento de modelos humanos digitais 3D representativos da nossa população, com o objetivo de simular com precisão milimétrica situações de trabalho, avaliar a adequação de produtos, postos e ambientes de trabalho e propor soluções de projeto que os tornem adequados à população usuária. Em médio prazo, a repetição periódica do trabalho possibilita também monitorar a evolução do crescimento da população, identificando, por exemplo, regiões de baixa nutrição. O trabalho do INT se integra ainda ao grupo World EngineeringAnthropometryResource (Wear), que visa criar uma base mundial de dados antropométricos. A organização, que tem o INT como seu representante na América Latina, agrega ainda Estados Unidos, África do Sul, Japão, França, Holanda, Taiwan, Coreia do Sul, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Espanha. Outro laboratório do instituto, o de Modelos Tridimensionais, transforma projetos em três dimensões em objetoscom o uso de máquinas de prototipagem rápida. (Ascom do INT) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=88538


Veículo: Site – CNPq Editoria: Pag: Assunto:CNPq recebe projetos de agrobiodiversidade vegetal a base de frutas Cita a FAPEAM:

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CNPq recebe projetos de agrobiodiversidade vegetal a base de frutas 05 Ago 2013 13:52:00 -0300 O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) recebem até o dia 10 de setembro, projetos de pesquisa voltados à agregação de valores para agrobiodiversidade vegetal (agrobiodiversidade nativa negligenciada) por rota biotecnológica. A meta da chamada é promover ações de biotecnologia direcionadas para a melhoria da qualidade, uniformidade e durabilidade do produto in natura e desenvolvimento de novos produtos dos segmentos de alimentação, cosmético, fármacos ou outras aplicações industriais, relacionadas às seguintes espécies frutíferas: Caju; Guaraná; Açaí e Juçara; Umbu e Jabuticaba. A Chamada MCTI/CNPq/CT-Biotec Nº 29/2013 destinará R$ 8 milhões, oriundos do Fundo Setorial CT-BIOTEC, para financiamento das propostas aprovadas. O valor mínimo de financiamento para cada projeto é de R$ 400 mil e o máximo de R$ 1 milhão. A divulgação do resultado está prevista para o dia 10 de outubro, assim como o financiamento das propostas. Coordenação de Comunicação Social do CNPq http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/-/journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/1163 845


Veículo: Site – Jornal Brasil Editoria: Pag: Assunto:Fundação Araucária e instituto francês divulgam edital para financiamento de pesquisas Cita a FAPEAM:

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Fundação Araucária e instituto francês divulgam edital para financiamento de pesquisas 05/08/2013 Segunda-Feira, Dia 05 de Agosto de 2013 as 9 A Fundação Araucária de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico e o Instituto Francês de Pesquisa em Informática e Automação (Inria) vão apoiar pesquisas em ciência e tecnologia da informação e comunicação (TICs). A chamada pública n°17/2013 tem inscrições abertas até 17 de setembro. Equipes de pesquisadores interessadas em participar da concorrência devem ser lideradas por um doutor com experiência em projetos de cooperação internacional com vínculo empregatício a uma instituição de ensino e/ou pesquisa sem fins lucrativos com sede no Paraná. A fundação irá custear projetos de até R$ 240 mil reais. “Além de passagens e diárias, serão concedidas bolsas para estágios de pós-graduação na França, sendo até dois estágios de três meses cada, compreendendo até três mensalidades pagas no Brasil. Para os alunos de mestrado no valor de R$ 2 mil e de R$ 2,5 mil para alunos de doutorado”, explica a diretora científica da Fundação Araucária, Janesca Alban Roman. Os franceses serão subsidiados pelo Inria e desenvolverão seus projetos nas universidades estaduais do Paraná. Podem ser agregadas ainda aos projetos de pesquisas equipes de outras Unidades da Federação cujas fundações estaduais de amparo à pesquisa (FAPs) sejam copartícipes a esta


chamada. São elas dos estados de Pernambuco, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Bahia, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo. Mais informações no edital completo disponível neste link. *(Com informações da Fundação Araucária) Fonte: Agência Gestão CT&I* http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=97673&nome=Funda%E7%E3o %20Arauc%E1ria%20e%20instituto%20franc%EAs%20divulgam%20edital%20para %20financiamento%20de%20pesquisas


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CNPq e Ministério da Cultura acertam cooperação em pesquisa 05/08/2013 Segunda-Feira, Dia 05 de Agosto de 2013 as 20 Atualizada dia: 05/08/2013 A execução de estudos e pesquisas aplicadas sobre economia criativa é o que prevê termo de cooperação assinado nesta segunda-feira (5)pelo presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), Glaucius Oliva, e pela secretária da Economia Criativa do Ministério da Cultura (MinC), Claudia Sousa Leitão. A iniciativa tem como objetivo consolidar e expandir a temática no país e difundi-la por intermédio do Observatório Brasileiro da Economia Criativa (Obec) e dos observatórios estaduais, que comporão a Rede Brasileira de Informação e Monitoramento sobre Economia Criativa. A secretaria do MinC será responsável pelo financiamento dos R$ 2,5 milhões, que serão aplicados pelo CNPq. A meta é produzir relatórios, pesquisas e documentos técnicos, previstos no plano de trabalho pactuado, para posterior contratação de pesquisadores. O período de vigência do termo de cooperação vai até 1º de julho de 2015. Cabe ao CNPq lançar uma chamada pública para seleção de projetos de pesquisa na área, considerando os seis temas definidos. Os projetos selecionados contarão com o valor máximo de R$ 50 mil e terão 12 meses para execução da proposta inicial. O lançamento da chamada está previsto para agosto ou setembro deste ano. *Com informações do CNPq http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=97789&nome=CNPq%20e %20Minist%E9rio%20da%20Cultura%20acertam%20coopera%E7%E3o%20em%20pesquisa


Veículo: Jornal – Diário do Amazonas Editoria:Sociedade Assunto:Vacina brasileira contra aids vai ser testada em macacos Cita a FAPEAM:

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Matéria articulada pela assessoria

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Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Pag: 16/17

Publicado no site da FAPEAM:

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Veículo: Jornal – Jornal do Commercio Assunto:Empresas assinam contrato com Inpa Cita a FAPEAM:

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Pag: B2 Conteúdo:

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Iniciativa do próprio veículo de comunicação

Pesquisa financiada pela FAPEAM Programa:

Editoria:Negócios

Publicado no site da FAPEAM:

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CLIPPING FAPEAM - 06.08.2013  

Clipping de notícias selecionadas com assuntos sobre CT&I no Estado do Amazonas.

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