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Pag: Editoria: Site – Agência Gestão CT&I Assunto: Fapeam apoia projeto de preservação de coleções biológicas do Amazonas

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Fapeam apoia projeto de preservação de coleções biológicas do Amazonas C&T & Sistemas Estaduais - Norte A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) destina R$ 1,2 milhão para apoiar projetos que visem o fortalecimento e dinamização de programas institucionais para manutenção, ampliação, preservação e divulgação das coleções biológicas do estado. Interessados têm até 29 de maio para enviar propostas. Para participar o candidato deve ter título de doutor ou mestre e ter vínculo com instituições de pesquisa e ou ensino superior com sede no estado do Amazonas. O proponente ainda tem que ser o responsável pela coleção biológica da instituição e ter currículo atualizado na Plataforma Lattes do CNPq. Cada projeto aprovado poderá ter valor máximo de até R$ 300 mil. As propostas devem ser executadas em um prazo máximo de dois anos. A divulgação dos resultados, assim como o início da implementação dos benefícios, acontecerá em agosto. http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3834:fapeamapoia-projeto-de-preservacao-de-colecoes-biologicas-do-amazonas&catid=144:noticias


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Universidade do Estado do Amazonas realiza o 1º Congresso Internacional de Biomecânica e Ergonomia 05 Maio 2013 Posted in Últimas Notícias De 30 de maio a 2 de junho, o Governo do Amazonas realiza, por meio da Universidade do Estado do Amazonas, via Escola de Artes e Turismo (Esat), o 1º Congresso Internacional de Biomecânica e Ergonomia. O evento conta com a parceria da Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam) e do Centro Universitário do Norte (Uninorte). A programação terá a participação de profissionais qualificados de várias partes do mundo e referências na área de Ergonomia e Biomecânica. Segundo os organizadores, o congresso já conta com 150 pessoas inscritas. Além dos congressistas de Manaus, há participantes de outras localidades, entre elas Porto Alegre (RS), Santa Maria (RS), Florianópolis (SC), Curitiba (PR), Ouro Preto (MG), Uberlândia (MG), Aracaju (SE), Fortaleza (CE), Recife (PE) e Boa Vista (RR). O Bioergonomics recebeu quase 100 trabalhos científicos que serão apresentados nas sessões científicas em forma de banner e apresentação oral. Além disso, haverá a realização de minicursos e palestras. Conforme o coordenador do Congresso, professor JansenEstrázulas, o evento está com boas expectativas e promete ser recorde de público. O evento acontecerá no Centro Universitário do Norte (Uninorte), unidade 1, localizada na avenida Joaquim Nabuco, Centro, zona sul. Dia 30 de maio, a programação inicia às 17h. Nos dias 31 de maio e 1º e 2 de junho, será das 8h às 12. http://www.amazonasnoticias.com.br/mais-noticias/31555-universidade-do-estado-do-amazonasrealiza-o-1o-congresso-internacional-de-biomecanica-e-ergonomia.html


Pag: Editoria: Site – O Segundo Registro Assunto: Jornalista lança documentário sobre videorreportagem no Amazonas

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Jornalista lança documentário sobre videorreportagem no Amazonas por Rômulo Araújo em mai 5, 2013 • 12:35 pm Sem comentários “Caminhos da videorreportagem no Amazonas: O ponto de vista de quem pensa, produz e divulga” é tema do artigo científico que foi apresentado, na noite de quinta-feira (02/05) como trabalho de conclusão de curso da pós-graduação em Design, Comunicação e Multimídia da Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica – FUCAPI, feito pelo jornalista Rômulo Araújo – autor deste site – orientado pelo Doutor em Design (PUC-Rio), Alexandre de Oliveira. O trabalho gerou um subproduto: um videodocumentário e foi aprovado pela banca de avaliadores composta pelo Relações públicas e videomaker, Danilo Egle e a Designer, Evany Nascimento, proporcionando a seu autor o título de especialista. Histórico No meio da comunicação, mais especificamente, os grupos que produzem materiais para as TV’s, é comum uma equipe executar todo o trabalho, tendo cada um sua função, como cinegrafista, produtor, assistente e repórter. Mas com o avanço dos equipamentos, agora digitais, como câmeras, computadores e microfones, um profissional surgiu sendo capaz de realizar sozinho, essas funções: o videorrepórter. O formato de um repórter com uma câmera, um microfone e uma história para ser registrada e divulgada, vem se popularizando entre os veículos de comunicação, principalmente na web. A proposta desse trabalho foi de esclarecer os caminhos dessas produções no Amazonas, da TV à web, a partir da contribuição de profissionais que atuam ou tiveram algum envolvimento nessa área. O estilo surgiu no Brasil na década de 80 e desde lá já ganhou muitas adaptações a partir dos profissionais e do estilo das empresas de comunicação. No Amazonas


No estado do Amazonas, a videorreportagem configura-se ainda como uma produção recente no jornalismo local, embora já utilizada na Rede Amazônica de televisão, no portal de notícias D24am.com (do grupo Diário do Amazonas) e no site da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas – Fapeam. “Após minha saída do Portal D24am, em Abril de 2011, quando fui para um órgão público de comunicação trabalhar com minha outra paixão: rádio, usei a videorreportagem no meu projeto paralelo intitulado ‘O Segundo Registro’ e na pós-graduação resolvi fazer um estudo sobre o tema e me veio a ideia do documentário.”, destacou Rômulo Araújo. O estudo conta, principalmente, com o auxílio de entrevistas de profissionais envolvidos com a videorreportagem, sobretudo com o conhecimento prévio deste autor, que também trabalhou/trabalha com o tema, tornar-se-á mais produtivo e eficiente o levantamento de informações importantes para o projeto. Outra pesquisa feita também é a documental, ou seja, a partir de fontes primárias, como por meio de filmes disponíveis na web ou em acervo pessoal que contém entrevistas importantes para o estudo. Metodologia Ao todo foram consultados 15 profissionais, entre Abril de 2012 e Fevereiro de 2013. São eles, por ordem de relação, tempo, veículo o qual atua/atuava com o tema: - Arnoldo Santos (jornalista e gerente de jornalismo no AmazonSat durante a primeira experiência oficial de videorreportagem na emissora); - Orlando Júnior (Cinegrafista e jornalista que executou essa primeira videorreportagem da TV citada, quando na oportunidade houve a medição oficial do Pico da Neblina, em 2002); - Luís Augusto Pires Batista (Gerente de jornalismo da Rede Amazônica de televisão, responsável pela capacitação dos correspondentes no interior do Amazonas, que atuam como videorrepórteres); - Fábio Melo (Jornalista da Rede Amazônica que ajudou na capacitação dos correspondentes no interior e que também produz videorreportagem para a emissora e sua empresa particular); - Emanoel Cardoso (Jornalista ex-correspondente, em 2005, da Rede Amazônica no município de Parintins. Depois começou a trabalhar para a TV A Crítica); - Regiandro Albuquerque (Atual correspondente da Rede Amazônica no município de Santa Isabel do Rio Negro); - Gustavo Soranz (Radialista e doutorando em Cinema, implantou e atuou na implantação de videocumentários para o site da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas – Fapeam, em 2009, rotulado pela chefia de comunicação como videorreportagem); - Márcio Noronha (Jornalista. Então diretor executivo do grupo Diário do Amazonas, quando gerenciou a implantação do portal de notícias d24am.com, que implantou a videorreportagem como conteúdo multimídia, em 2010); - Danilo Egle (Relações Públicas, especialista em cinema e mídias digitais, atuou como videorrepórter e editor multimídia ajudando na criação do formato para a web, no portal d24am, em 2010) - Caio Pimenta (Jornalista e um dos primeiros videorrepórteres do portal d24am que depois se tornou editor multimídia, em 2011.) - Patrícia Correia (Jornalista e primeira videorrepórter mulher no estado. Atuou pelo portal d24am e depois se tornou editora multimídia, em 2012); - Wilson Reis (Jornalista e presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Amazonas – SJPAM, que tentam mediar junto aos empresários a valorização desse profissional multimídia)’ - Paulo Castilho (Videojornalista. Via web, falou sobre o profissional e o que acompanha do trabalho feito no Amazonas); - Flávio Fachel (Jornalista e repórter correspondente da Rede Globo de Televisão em Nova York. Estudou e trabalhou no Amazonas); Técnica e documentário


Todas as entrevistas foram gravadas em áudio e vídeo, com equipamento próprio do pesquisador, com as devidas autorizações de quem as concedeu e objetivam entender como a videorreportagem é vista pelos profissionais da área de comunicação do estado do Amazonas, além de traçar uma linha cronológica dos principais fatos com o tema e seus respectivos profissionais que são referências com o tema. “Outra observação que faço é a respeito das próprias universidades de Manaus, onde o tema já desperta a curiosidade tanto dos acadêmicos de comunicação quanto de professores, que até pouco tempo, costumavam passar batido quanto ao formato nas aulas de telejornalismo e agora não, já há uma discussão maior sobre o assunto.”, finalizou Rômulo Araújo que pretende disponibilizar uma cópia do trabalho para as faculdades de comunicação, além de uma versão para a web, a fim de esclarecer o uso do formato e despertar o interesse de mais pessoas pelo assunto e a produção. http://www.osegundoregistro.com.br/jornalista-lanca-documentario-sobre-videorreportagem-noamazonas/


Pag: Editoria: Site – Portal UEA Assunto: Mais de 100 servidores públicos do Amazonas participam de aula inaugural

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06/05/2013 09:29

Mais de 100 servidores públicos do Amazonas participam de aula inaugural na UEA A noite dessa quinta-feira (2) foi especial para cerca de 150 servidores públicos que iniciaram as atividades acadêmicas dos cursos de especialização em Gestão Pública e em Planejamento Governamental e Orçamento Público. A aula inaugural, realizada no auditório da reitoria da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), contou com a participação de representantes da UEA, Secretaria de Estado de Administração e Gestão (Sead) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Na ocasião, o professor Randolpho Bittencourt ministrou sobre “A Pós-Graduação Lato Sensu como aporte teórico-prático na ressignificação da Administração Pública no Estado do Amazonas”. Para tratar sobre o tema, Bittencourt segmentou a palestra em duas etapas: o papel da significância e o valor da Pós-Graduação Lato Sensu no Brasil e o processo de Pós-Graduação dentro das necessidades do Estado do Amazonas, passando pelo histórico do Ensino Superior de nosso País. “No começo, nós tivemos um Ensino Superior de herança europeia - principalmente francesa, que permeou a construção das nossas universidades. Depois, deixou-se um pouco da imitação do europeu para passar a imitação do norte-americano. O certo é que nenhum deles respondeu às efetivas, necessárias e essenciais necessidades que nós temos no Ensino de nosso País”, destaca o professor. Randolpho Bittencourt é bacharel em Direito e especialista em Administração Pública. Também foi diretor da Escola Superior de Ciências Sociais (ESO) da UEA e professor da Universidade Federal


do Amazonas (Ufam). A servidora, Cláudia Lima, atua há quatro anos na Comissão Geral de Licitação do Amazonas. Cláudia acompanhou com atenção os ensinamentos do palestrante e considera valiosa a oportunidade de qualificação oferecida pelo Governo do Estado. “É a minha primeira especialização e acho extremamente importante o interesse pelo aprimoramento da Gestão Pública no Amazonas e investimento no pessoal que atua na área. Estou ansiosa pela oportunidade de aplicar os conhecimentos adquiridos em minhas atividades diárias”, comenta. A oferta dos cursos de especialização faz parte do Programa de Capacitação e Valorização do Servidor Público da Secretaria de Estado de Administração e Gestão (Sead) e visa qualificar os servidores para atender ao modelo de gestão administrativa do estado, caracterizado fundamentalmente na modernização dos processos de gestão, melhoria de gastos públicos, implantação de modernas soluções tecnológicas e transparência nas ações do Governo. Texto e fotos: Lívya Braga http://www2.uea.edu.br/noticia.php?notId=26245


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Site – Edy Lima Radialista

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O 12º Congresso de Ciências da Comunicação na Região Norte 2013 terá um

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Publicado em: domingo, 5 de maio de 2013 Postado por edy

Encontro de jornalismo e ciência O 12º Congresso de Ciências da Comunicação na Região Norte 2013 terá um momento destinado A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) sediará o Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação em 2013 Manaus receberá professores, pesquisadores e estudantes de comunicação de todo o país de 4 a 8 de setembro em seu campus universitário. O trabalho de planejamento e organização do evento começou em 2011 com a participação de todos os cursos de comunicação do Amazonas na comissão organizadora. O grande diferencial do Intercom 2013 será o legado deixado pelo trabalho em conjunto dos professores e alunos de comunicação do Amazonas e de outros Estados da Região Norte. O principal objetivo da comissão organizadora é fortalecer a produção científica e experimental da região e realizar um evento que fique marcado pela eficiência e pelo calor humano.


Cerca de 4 mil pessoa são esperadas em Manaus durante o congresso. Encontro de jornalismo e ciência O 12º Congresso de Ciências da Comunicação na Região Norte 2013 terá um momento destinado à interação entre jornalistas e cientistas. No próximo dia 2 de maio, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) promove o 7º Encontro de Jornalismo e Ciência. O encontro já virou tradição entre comunicadores e pesquisadores por abortar temáticas voltadas à difusão da ciência e facilitar a integração entre os profissionais. O evento está marcado para acontecer das 9h às 12h, no auditório Nelson Falcão da Faculdade Martha Falcão, localizada na Zona Centro-Sul de Manaus. Reportagem: Willian D'Ângelo http://www.edylimaradialista.com/2013/05/encontro-de-jornalismo-e-ciencia.html


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Site – Consecti

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Universidade britânica dará bolsas de estudo a brasileiros

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Universidade britânica dará bolsas de estudo a brasileiros A universidade britânica de Northampton e o Santander Universidades selaram um acordo nesta semana que prevê a concessão de bolsas de estudo para estudantes brasileiros que estão fazendo mestrado na área de engenharia. “Para este ano nós vamos oferecer uma bolsa de estudo na área de engenharia para vermos se há interesse. Esperamos que ótimos estudantes se inscrevam e para o ano que vem a previsão é de oferecer mais”, diz Nick Petford, vice-reitor da Universidade de Northampton. Para o ano que vem o interesse da universidade é conceder bolsas também em áreas de estudo como gestão de resíduos, e tecnologia em couro. “Nós temos programas muitos fortes nestas áreas e no Brasil há uma indústria de couro forte e grandes companhias vendendo artigos de couro, então temos o interesse que brasileiros venham estudar esses assuntos conosco”, explica Petford. Por enquanto a oferta é para estudantes de mestrado. “Mas no futuro a ideia é também recebermos estudantes interessados em fazer pesquisas”. Para se candidatar à bolsa, o estudante deve entrar em contato com a equipe do Santander Universidades e verificar se a sua universidade é elegível para o programa. “A Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, é uma das nossas parceiras”, diz Nick Petford.As bolsas de estudo concedidas pelo programa serão custeadas pela universidade juntamente com o Santander Universidades.


Mas este não é o único meio de conseguir uma bolsa na universidade, de acordo com Petford. “Nós também fazemos parte do programa Ciência Sem Fronteiras, promovido pelo governo brasileiro, que é um projeto muito maior e aberto a outras universidades”, explica. Serviço: Mais informações no site do Santander Universidades e no site da Universidade de Northampton http://www.consecti.org.br/2013/05/06/universidade-britanica-dara-bolsas-de-estudo-a-brasileiros/


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Site – Consecti

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Brasil renova equipe que negociará acordo climático de 2015

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6/maio/2013

Brasil renova equipe que negociará acordo climático de 2015 O Brasil iniciará as negociações do novo acordo global do clima, que deve ser concluído em 2015 para vigorar em 2020, com uma nova equipe de negociadores. Segundo o Valor apurou, o novo chefe dos negociadores será José Antônio Marcondes de Carvalho, atual embaixador do Brasil na Venezuela. Seu braço direito deve ser Benedicto Fonseca Filho, diretor-geral do Departamento de Cooperação Científica, Técnica e Tecnológica do Ministério das Relações Exteriores. A troca da equipe ocorre em uma nova e delicada fase da negociação climática. A meta é o novo acordo, que inclua todos os países e seja fechado em 2015, mas a perspectiva não é boa. A crise econômica jogou o tema para segundo plano na política europeia, enfraquecendo as posições de vanguarda do bloco. O indício mais forte disso é a fragilidade do mercado de créditos de carbono europeu, o único que, até agora, fazia diferença no cenário de redução de emissões de gases-estufa. As negociações internacionais avançaram pouco nas últimas rodadas. Garantiu-se a continuidade do Protocolo de Kyoto, o único instrumento internacional que existe hoje sobre o assunto. Mas Kyoto é um acordo enfraquecido e de eficácia discutível diante do impacto das mudanças climáticas. Na semana passada, em Bonn, na Alemanha, delegações de vários países estiveram reunidos pela primeira vez para discutirem novos elementos para o acordo futuro. O encontro não tinha caráter deliberativo. Em setembro sairá a primeira parte do 5º relatório do IPCC, o braço científico das Nações Unidas, sobre o estado atual da mudança do clima e os cenários futuros – já se sabe que limitar o aquecimento da temperatura da Terra a 2º até 2100, o que poderia diminuir os impactos do fenômeno, é meta que não deverá mais ser atingida. As negociações não acompanham o ritmo de


urgência que os cientistas imprimem ao tema. Por enquanto, o único avanço foi criar dois grupos de negociação. Um deles negocia o novo acordo, o chamado pós-2020 enquanto o outro busca o que os países podem fazer até 2020. No fim do ano, uma nova rodada de negociações acontece em Varsóvia, na Polônia. Não se esperam grandes decisões. Marcondes de Carvalho deve substituir o embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado, subsecretário-geral de Meio Ambiente, Energia, Ciência e Tecnologia do MRE e negociador-chefe do Brasil nos processos de mudança do clima desde 2005. Figueiredo será o próximo representante do Brasil nas Nações Unidas, em Nova York. Marcondes de Carvalho é gaúcho, cursou Direito e é diplomata de carreira desde 1976. Foi diretorgeral de Integração Latino-Americana do Itamaraty e se ocupou de assuntos do Mercosul. Serviu nas embaixadas do Brasil em Washington e Havana e na Missão do Brasil junto às Nações Unidas em NY. Trabalhou nas áreas econômica, de integração e de ambiente. Foi o embaixador do Brasil na agência da ONU para agricultura e alimentação (FAO). Já o carioca Fonseca Filho, por seu turno, ocupará o lugar do embaixador André Aranha Corrêa do Lago. Fonte: Valor http://www.consecti.org.br/2013/05/06/brasil-renova-equipe-que-negociara-acordo-climatico-de2015/


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Brasil renova equipe que negociará acordo climático de 2015

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6/maio/2013

Brasil deve adotar posição liberal em direitos autorais, diz diretor de laboratório do MIT Para se tornar um dos líderes globais em inovação, o Brasil precisa de menos burocracia e de mais investimento em um modelo de educação não formal, voltada para a criatividade e para o empreendedorismo –o tipo que gera start-ups como o Facebook, o Google e o Twitter. Essa é a visão do japonês Joichiro “Joi” Ito, 46, diretor do influente laboratório digital do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, na sigla em inglês), que dá palestra hoje no Rio de Janeiro (na Fundação Getúlio Vargas) e amanhã em São Paulo, durante o evento “Challenge of Innovation”. Reconhecido como um dos principais pensadores sobre inovação, políticas digitais e o papel da internet na transformação da sociedade, Ito é um autodidata que nunca completou uma graduação. Investidor de primeira hora em start-ups como o Twitter, presidiu o Creative Commons e é membro do conselho da Fundação Mozilla. Em entrevista à Folha por telefone, Ito disse que o Brasil deveria se valer de uma posição “liberal” em relação aos direitos autorais para criar novos modelos de negócios e conteúdos -como aconteceu com o tecnobrega paraense. “Isso deve ser tratado como uma questão de competitividade do país.” Folha – O sr. defende que a internet reduziu o custo da inovação. Isso também é verdade em países como o Brasil? Joichiro Ito - Com certeza. É um impacto diferente do que aconteceu nos EUA, mas há uma tremenda oportunidade. A internet está conectando a produção às redes de distribuição, permitindo que as pessoas se conectem sem passar por governos ou grandes companhias.


Como o custo da computação está caindo, isso reduz o custo da distribuição, da colaboração e da inovação. Com isso, a inovação sai dos grandes centros de pesquisa rumo às start-ups e empresas do gênero. O Facebook, o Google, o Yahoo!, todos começaram com pouquíssimo dinheiro, sem pedir permissão. Eram trabalhos de um bando de estudantes. Quais os desafios do Brasil em termos de inovação? O Brasil tem uma mistura interessante. No caso do Creative Commons, por exemplo, foi um paíschave, o terceiro a adotar a licença. Vocês têm algumas estrelas como o Gilberto Gil pressionando o país à frente. Há muitos países que estão no mapa por causa de poucas empresas, como a Finlândia com a Nokia e o Linux. Não é preciso que toda a sociedade mude de uma vez, o que é preciso é que algumas poucas pessoas tenham os meios para começar a mudança. O Brasil tem gente com criatividade, vontade e energia suficiente. As dificuldades são que o sistema educacional precisa se tornar mais flexível e o empreendedorismo precisa ser incentivado. O custo e o tempo para abrir uma empresa no Brasil são muito altos. Como o sr. vê o Marco Civil da Internet, o projeto brasileiro de regulação da rede? Pelo que eu soube, as empresas de telecomunicação são contra, mas muita gente, incluindo as principais emissoras, estão a favor da neutralidade da rede. Na questão dos direitos autorais, o debate oscila em todos os países, de acordo com o pêndulo político. Acho que o Brasil deveria se aproveitar de uma postura liberal em termos de copyright para inovar e tentar usar isso como uma vantagem competitiva, com modelos de negócios que não seriam possíveis em países desenvolvidos por causa do sistema de copyright. Como o sr. vê a relação entre educação e desenvolvimento? Não quero diminuir a importância de construir escolas e universidades, para certos tipos de emprego é importante, mas você pode fazer muito sem essas instituições, criando “hackerspaces” e “makerspaces”, criando uma cultura de inovação. A maior parte das pessoas que estão em start-ups de tecnologia não tem um diploma formal. Como o sr. vê o estágio atual da privacidade e da segurança na internet? A segurança é um problema, mas usá-la como desculpa para reduzir as liberdades é uma má ideia. As tecnologias de segurança vão melhorar eventualmente. Já a privacidade é um problema como a poluição: chegou a um ponto muito ruim, em que não é mais possível desfazer algumas das ações feitas. Vai piorar antes de melhorar e, até que sintamos dor de verdade, não vai mudar. Pessoas vão ter suas identidades roubadas, vão se machucar, vão morrer, mas, uma vez que comecemos a sentir essa dor, a sociedade vai passar a se preocupar com a privacidade, e aí vai haver uma necessidade comercial de lidar com isso. Fonte: Folha de São Paulo http://www.consecti.org.br/2013/05/06/brasil-deve-adotar-posicao-liberal-em-direitos-autorais-dizdiretor-de-laboratorio-do-mit/


Editoria: Site – Blog da Floresta Assunto: Simpósio alerta para o aumento da hipertensão nos brasileiros

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Simpósio alerta para o aumento da hipertensão nos brasileiros Publicado em Sábado, 04 Maio 2013 10:44 O I Simpósio Brasileiro de Ciências Fisiológicas que termina hoje (4) no auditório da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) aproximou as ciências básicas dos estudantes de graduação e apresentou pesquisas interessantes como a hipertensão, doença quem vem aumento entre os brasileiros e que tem o primeiro lugar na atualidade. Segundo o Dr. José Wilson do Nascimento Correia, o evento organizado pelo Departamento de Ciências Fisiológicas da UFAM tem a finalidade também de unificar os alunos de graduação e pósgraduação para um debate aberto sobre as ciências básicas e assim criar uma ponte do conhecimento básico importante para os profissionais de saúde. A hipertensão em primeiro lugar de doença nos brasileiros A palestra apresentada pela Dra Luciana V. Rossoni indica que “que a hipertensão representa a doença de maior prevalência entre as enfermidades cardiovasculares. Cerca de 20% da população de países desenvolvidos, e mais de 500 milhões de pessoas em todo o mundo, apresentam ou apresentarão pressão arterial elevada. No Brasil, as doenças cardiovasculares, dentre elas a hipertensão arterial, representam a maior causa de mortalidade (~30%) e são responsáveis por aproximadamente 11% de todas as internações realizadas em hospitais do SUS (Datasus do Ministério da Saúde). Palestrantes Treze conferencistas de todo o Brasil foram convidados e abordaram temas relevantes para o quotidiano como a hipertensão, as plantas medicinais que chegam a serem medicamentos, a diabetes. Ainda foram disponibilizados para os acadêmicos 15 minicursos nessa área.


Os palestrantes são especialistas em terapia celular, fisiologia renal, biofísica e Farmacologia vascular e doenças neurológicas, professores das Universidades de São Paulo, Ceará entre outras. O evento contou com apoio da Fapeam, da Secti e do Governo do Amazonas entre outros. ///Mercedes Guzmán http://www.blogdafloresta.com.br/index.php/cidades/3140-i-simp%C3%B3sio-brasileiro-de-ci %C3%AAncias-fisiol%C3%B3gicas-alerta-para-o-aumento-da-hipertens%C3%A3o-nos-brasileiros


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Projeto de lei quer regulamentar exercício profissional de trabalhadores em informática Um projeto de lei proposto esta semana pelo deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP) pretende regulamentar o exercício profissional de trabalhadores na área de informática. O PL 5487/2013 determina que uma série de ocupações como analista de sistemas, programador, técnico de informática se tornem uma profissão reconhecida formalmente como informata, cujo exercício seja restrito. Caso seja aprovada a nova lei, apenas pessoas com diplomas e certificados de nível técnico ou superior em áreas como Sistemas de Informação, Análises de Sistemas, Ciência da Computação e cursos correlatos, ou com certificações profissionais conferidas por grandes empresas do setor poderiam exercer a profissão de informata. A proposta garante, contudo, que os profissionais que hoje exercem atividades nessa área, mesmo sem formação específica, podem permanecer trabalhando. Profissionais formados em qualquer área e que tenham mestrado ou doutorado em TI também poderiam solicitar o reconhecimento profissional na nova categoria. O projeto enumera ainda treze atividades que seriam atribuições da nova profissão regulamentada. Elas vão desde programação, modelagem de dados, desenvolvimento de software, estudos de viabilidade de implantação de projetos de TI, fiscalização e controle de sistemas até o ensino técnico e superior na área. A norma, se aprovada, reservará com exclusividade aos informatas a tarefa de assumir a


responsabilidade técnica de “projetos e sistemas para processamento de dados, informática e automação, assim como a emissão de laudos, relatórios, documentação técnica ou pareceres técnicos”. Justificativa do PL O objetivo do autor do projeto é dar mais segurança ao setor no país. “Entendemos que a atividade profissional dos informatas, por oferecer riscos às empresas e usuários, não pode ser entregue a qualquer interessado, desprovido de qualificação”, justifica Thame. “A exigência de qualificação técnica e o estabelecimento de algumas restrições ao exercício profissional de leigos certamente são necessários”, completa. A ideia é que, em um mundo onde há o acesso a ferramentas de criação tecnológica, o Estado deve proteger e promover aqueles profissionais com formação formal na área. “Com a proposta, pretendemos compatibilizar a legislação com a realidade tecnológica em que vivemos, na qual o usuário do computador pode desenvolver seus próprios programas e se conectar com o mundo, com todas as implicações daí decorrentes. “Para tanto, a regulamentação do exercício da profissão é fundamental para que possamos fomentar o reconhecimento da Informática para, assim esperamos, incentivar a educação formal no setor e alavancar o crescimento econômico com profissionais de qualidade”, completa Thame. Fonte: TI Inside http://www.consecti.org.br/2013/05/06/projeto-de-lei-quer-regulamentar-exercicio-profissional-detrabalhadores-em-informatica/


Pag: Editoria: Site – Consecti Assunto: Portaria traz as regras para reconhecimento de produtos de tecnologia

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6/maio/2013

Portaria traz as regras para reconhecimento de produtos de tecnologia nacional na área de TICs Portaria Interministerial publicada nesta sexta, 3, estabelece os critérios para a caracterização de um produto com tecnologia nacional na área de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC), que será beneficiado pela margem de preferência de 25% nas compras públicas, conforme Decreto 7903 de fevereiro de 2013. O decreto cria a margem de preferência de 15% para produtos fabricados no Brasil com PPB e cria uma margem de preferência adicional de outros 10% para aqueles produzidos com tecnologia nacional, totalizando o limite estabelecido em lei de 25%. A Portaria Interministerial desta sexta, 3, diz que a empresa interessada em obter a certificação de produto com tecnologia nacional deverá submeter requerimento ao Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI), nos termos dispostos na Portaria 950/2006. A análise do requerimento será realizada em conjunto pela Secretaria de Política de Informática (Sepin) do MCTI e pela Secretaria de Desenvolvimento da Produção (SPD) do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as duas pastas que assinam a portaria desta sexta. Caso o pleito seja indeferido, o interessado tem até 20 dias para recorrer da decisão. Fonte: Teletime (adaptado) http://www.consecti.org.br/2013/05/06/portaria-traz-as-regras-para-reconhecimento-de-produtos-detecnologia-nacional-na-area-de-tics/


Editoria: Site – Jornal do Brasil Assunto: Experiência na Amazônia vira modelo mundial para pesquisas

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Experiência na Amazônia vira modelo mundial para pesquisas Jornal do Brasil Tamanho do Texto: Publicidade

Um projeto científico iniciado há 35 anos em plena Floresta Amazônica gera frutos ao redor do planeta. Um experimento milionário desenvolvido por uma equipe internacional na ilha de Bornéu, na Ásia, é a mais recente pesquisa que replica e expande o Projeto Dinâmica Biológica de Fragmentos Florestais (PDBFF), resultado de uma cooperação do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e do Smithsonian Institution, dos Estados Unidos. A história do experimento na Amazônia concebido pelo ecólogo americano Thomas Lovejoy e dos projetos “herdeiros” está detalhada em uma reportagem de quatro páginas na edição de 18 de abril da revista Nature, assinada pelo jornalista Jeff Tollefson. “Trata-se de um panorama admirável do trabalho com os fragmentos florestais e de seus vários benefícios, como por exemplo o treinamento de estudantes de pós-graduação e a inspiração para outros projetos de pesquisa sobre fragmentação”, disse Lovejoy à Agência FAPESP. Professor da Universidade George Mason, nos Estados Unidos, Lovejoy recebeu em 2012 o Blue Planet Prize de 2012, considerado o “Nobel do Meio Ambiente”. Ele foi o responsável pela introdução do termo “diversidade biológica” na comunidade científica. De acordo com o Inpa, o PDBFF, que continua em andamento, tem uma dupla missão: “determinar


as consequências ecológicas do desmatamento e da fragmentação de florestas sobre a fauna e a flora na Amazônia e transferir a informação gerada a diferentes setores da sociedade para favorecer a conservação e o uso racional dos recursos florestais”. A reportagem na Nature detalha como Lovejoy montou o experimento em uma área de aproximadamente mil quilômetros quadrados ao norte de Manaus, com a colaboração de pecuaristas da região. Dentro desse perímetro, ele e sua equipe e um grupo de pesquisadores brasileiros delimitaram 11 trechos de floresta de 1, 10 e 100 hectares. O WWF também apoiou a pesquisa, que hoje recebe verba da National Science Foundation, dos Estados Unidos. Após a análise da fauna e da flora dos locais demarcados, entraram em cena as serras elétricas e o fogo. Tudo o que estava de fora dos quadrados foi abaixo. Dentro deles, a floresta permaneceu intacta. Com isso, os cientistas puderam estudar no curto e no longo prazo o que acontece com os animais e as plantas quando as florestas são isoladas. “Os efeitos se espalharam como um câncer para dentro da área não cortada”, lê-se no artigo. “Grandes árvores morreram. Os macacos-aranha foram embora, assim como as colônias de formigas-de-correição e muitos dos pássaros que delas dependem.” “Ao documentar mudanças generalizadas nos fragmentos de floresta, Lovejoy e seus colegas forneceram os primeiros dados brutos que os conservacionistas precisavam para promover a preservação de áreas extensas de floresta intacta”, continua a reportagem. Na década de 1970, os ecologistas debatiam se era melhor proteger grandes áreas contínuas ou hotspots de biodiversidade menores. Em 1996, o pesquisador americano Bill Laurance, então cientista no Smithsonian, foi convocado por Lovejoy para trabalhar com os dados produzidos pelo experimento. No ano seguinte, Laurence e sua equipe relataram perda de até 36% da biomassa nos primeiros 100 metros dos fragmentos de floresta intacta em um período de isolamento de 10 a 17 anos. Os cálculos sugeriam que a perda de biomassa ao redor dos limites das florestas decorrente da fragmentação poderia produzir até 150 milhões de toneladas de emissões de carbono anualmente. A experiência, segundo a revista, também apontou para uma possível solução: a criação de corredores selvagens a partir florestas secundárias, crescidas nas regiões em que os pastos foram abandonados, permitindo a circulação dos animais. As pesquisas não pararam e continuam até hoje. Quantas espécies nas ilhas de floresta intacta estão fadadas à extinção? As variações rápidas nas populações de insetos e outros animais provocam mudanças no longo prazo na dispersão de sementes e na diversidade da fauna? Qual papel o aquecimento global terá? – são algumas perguntas que, segundo a reportagem, permanecem sem resposta. Agência Fapesp http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2013/05/06/experiencia-na-amazonia-viramodelo-mundial-para-pesquisas/


Pag: Editoria: Site – Jornal do Brasil Assunto: Material descoberto por cientistas brasileiros é destaque de revista britânica

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Material descoberto por cientistas brasileiros é destaque de revista britânica Jornal do Brasil Tamanho do Texto: Publicidade

Um novo material, criado artificialmente, por um grupo de pesquisadores da Unesp e UFSCar é destaque da edição desta semana da revista britânica Scientific Reports - Nature, uma das mais importantes publicações científicas do mundo. Em função deste fato, o Departamento de Química da UFSCar realizou uma homenagem aos autores: Elson Longo, Laécio Cavalcante, Diogo Volanti, Amanda Gouveia, Valéria Longo, José Varela, Marcelo Orlandi e Juan Andrés. Na oportunidade foi ressaltada a importância das publicações nacionais em revista com grande penetração na comunidade científica internacional. Novo material descoberto por cientistas brasileiros é destaque de revista britânica Analisando amostras de tungstato de prata, por intermédio dos microscópios eletrônico de varredura de alta resolução e de transmissão, os pesquisadores brasileiros descobriram o crescimento de prata metálica na superfície dos cristais de tungstato. Este fenômeno, inédito na literatura científica, resulta da interação dos elétrons gerados pelos microscópios com os íons prata, reduzindo-os para prata metálica. “Este novo material é criado


artificialmente por meio de efeito eletronsíntese, ou seja, através da interação elétrons (partículas) que bate nos íons de prata (partículas), que se reduz e obtêm-se o crescimento de prata metálica (partículas). Vimos a prata metálica crescendo de forma clara, numa sequência curta de fotos.Quando maior o tempo de duração da interação, maior é o crescimento da prata metálica, e há condição de ver o fenômeno a olho nu por intermédio de microscópio de varredura ou de transmissão”, comenta Elson Longo, um dos autores do artigo científico publicado pela Scientific Reports - Nature. Elson também é diretor geral do Centro Multidisciplinar para o Desenvolvimento de Materiais Cerâmicos (CMDMC) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Materiais em Nanotecnologia (INCTMN), ambos com sede no Instituto de Química (IQ) da Unesp, campus de Araraquara, e financiados pela Fapesp e CNPq. O novo material, que tem propriedades fotoluminescente, fotodegradante e bactericida, trará avanços nas áreas de interesse de cerâmica, propriedades eletrônicas de materiais, estrutura eletrônica e química coordenada. O tratamento com elétrons também melhora a propriedade fotoluminescente. “Um exemplo é a presença de compósitos prejudiciais ao ser humano na água, que podem ser fotodegradados com a aplicação deste novo material”, comenta Longo. Para Longo, a publicação na Scientific Reports - Nature mostra a qualidade da ciência brasileira e a sua valorização internacional. “A publicação deste artigo numa revista do porte da Scientific Reports - Nature é motivo de orgulho para nós, pois é raro a revista, de grande impacto internacional, publicar resultados de pesquisas brasileiras”, diz ele. O artigo está disponível no site da revista. http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2013/05/04/material-descoberto-por-cientistasbrasileiros-e-destaque-de-revista-britanica/


Pag: Editoria: Site – Jornal do Brasil Assunto: Academia de Ciências dos Estados Unidos elege pela primeira vez uma

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Academia de Ciências dos Estados Unidos elege pela primeira vez uma brasileira Jornal do Brasil A médica Ruth Nussenzweig, professora na Universidade de Nova York, é a primeira cientista brasileira a ser eleita como membro da Academia de Ciências dos Estados Unidos (NAS, na sigla em inglês), em 150 anos de história da consagrada instituição. Ruth junta-se agora na NAS a outros três pesquisadores e professores brasileiros: seu filho Michel Nussenzweig, da Universidade Rockfeller, José Nelson Onuchic, da Universidade Rice, e José Scheinkman, da Universidade Princeton. Na categoria Associado Estrangeiro, o Brasil teve como representante eleito este ano Vanderlei Bagnato, professor titular no Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Centro de Ciências Ópticas e Fotônica (CePOF), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP. Em setembro de 2012, Bagnato foi eleito membro da Pontifícia Academia de Ciências, no Vaticano. Bagnato junta-se a Aloisio Araujo, Luiz Davidovich, Sérgio Henrique Ferreira, Ivan Izquierdo, Warwick Kerr, Jacob Palis e Francisco Mauro Salzano. Incluindo Max Birnstiel, nascido no Brasil e agora cidadão suíço, a representação brasileira na NAS chega atualmente a 13 cientistas. Nova pesquisa no Brasil Professora no Departamento de Parasitologia da Escola de Medicina da Universidade de Nova York, Ruth trabalha com seu marido, o também pesquisador Victor Nussenzweig, desde os tempos


de estudante na Faculdade de Medicina da USP. "Naquele tempo éramos só amigos e trabalhávamos em projeto de moléstia de Chagas. Cabulávamos muita aula", contou. Reconhecida mundialmente por suas pesquisas pioneiras em malária, doença transmitida por mosquitos Anopheles infectados com parasitas Plasmodium, Ruth começou desenvolvendo um modelo experimental para estudo da imunidade contra o parasita. "Ela foi a primeira a mostrar imunidade contra o esporozoíto do Plasmodium, um dos estágios de desenvolvimento do parasita", disse Momtchilo Russo, professor no Departamento de Imunologia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP. Em trabalho publicado na década de 1960, Ruth imunizou camundongos com esporozoíto irradiado, incapaz de se multiplicar, e em seguida infectou os mesmos animais com esporozoíto normal, retirado da glândula salivar do mosquito, mostrando que os animais não desenvolviam a malária. Foi sua primeira grande contribuição na pesquisa por vacinas contra malária. Em seguida, isolou o antígeno responsável por proteger os animais da doença, e a partir daí passou a trabalhar em vacinas e tratamentos. "O modelo experimental robusto que desenvolveu serviu como base para o desenvolvimento da vacina contra malária que está mais avançada no momento e que já foi testada em humanos, usando o antígeno CSP (circumsporozoite protein), isolado por ela", explicou Ricardo Gazzinelli, professor na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Por seu pioneirismo, Ruth tem grande influência em diversas áreas da biologia experimental incluindo imunologia, biologia parasitária e desenvolvimento de vacinas. "Seus trabalhos na área de imunologia servem como guia para o desenvolvimento de uma nova geração de vacinas recombinantes", disse Rodrigues. Sempre usando técnicas de fronteira, Ruth e seu grupo foram os primeiros a clonar um antígeno de parasita e produziram o primeiro anticorpo monoclonal contra o antígeno de parasita, segundo Gazzinelli. Outro legado do casal Nussenzweig para a ciência, em especial a brasileira, tem sido o treinamento de vários estudantes e pós-doutores que hoje são importantes líderes na área de imunologia, vacinologia e parasitologia. Questionada sobre como reagiu ao receber a notícia da eleição, Ruth, perto de completar 85 anos, disse à Agência FAPESP que a distinção veio “um pouco tarde para mim, mas tomara mesmo que anime as cientistas mais jovens”. "A indicação deveria ter ocorrido há 20 anos, mas certamente é um momento ímpar para o Brasil", destacou Maurício Martins Rodrigues, professor da Universidade Federal de São Paulo que fez o pós-doutorado na Universidade de Nova York com Ruth Nussenzweig. Agora o casal Ruth e Victor se prepara para voltar a pesquisar no Brasil, após décadas radicados no exterior, em um projeto apoiado por meio do São Paulo Excellence Chairs (Spec), programa-piloto da FAPESP que busca estabelecer colaborações entre instituições do Estado de São Paulo e pesquisadores de alto nível radicados no exterior. "A FAPESP tem sido muito generosa e temos tido facilidade para trabalhar em colaboração com colegas mais jovens. Hoje em dia não fazemos mais a pesquisa, discutimos, e é dessa maneira que temos uma certa influência", disse Ruth. Rodrigues, um dos professores que irá trabalhar com o casal Nussenzweig no Brasil, afirma que eles são sempre uma grande fonte de estímulo para os cientistas mais jovens. "Nunca param de querer saber mais e descobrir novas coisas”, disse. Agência Fapesp http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2013/05/06/academia-de-ciencias-dos-estadosunidos-elege-pela-primeira-vez-uma-brasileira/


Editoria: Site – Jornal do Brasil Assunto: Pesquisadores da USP desenvolvem cimento ecoeficiente

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04/05 às 20h11 - Atualizada em 04/05 às 20h15

Pesquisadores da USP desenvolvem cimento ecoeficiente Jornal do Brasil Uma tecnologia desenvolvida por pesquisadores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) pode auxiliar a indústria cimenteira a atingir dois objetivos: dobrar a produção de cimento para atender a demanda mundial e diminuir a pegada de carbono, uma vez que o setor é um dos que mais emitem dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. Os pesquisadores criaram uma formulação que substitui grande parte do material responsável pela emissão de CO2 na fabricação do produto, diminuindo a concentração de material reativo produzido a altas temperaturas na composição de cimentos e, consequentemente, na de concretos e argamassas de revestimento, mantendo a resistência dos materiais. A tecnologia foi testada em laboratório e despertou o interesse de empresas, que analisam a viabilidade do uso em escala na fabricação do material – o segundo mais produzido e consumido no mundo, atrás apenas dos alimentos. “Em alguns experimentos em laboratório conseguimos reduzir em mais de 70% a quantidade de ligante [fração do cimento com capacidade de reagir com água] em concretos de alta resistência com um produto feito com a formulação”, disse Vanderley Moacyr John, professor do Departamento de Engenharia de Construção Civil da Escola Politécnica da USP e um dos coordenadores do projeto. “Recentemente, conseguimos adaptar a formulação para concretos de


mais baixa resistência com metade do ligante usado em um produto convencional.” De acordo com o pesquisador, que conduziu um projeto com apoio da FAPESP, o cimento tradicional – chamado Portland – é composto basicamente por argila e calcário – materiais extraídos de jazidas, posteriormente moídos e que, quando fundidos em fornos a 1,5 mil graus Celsius, se transformam em pequenas bolotas de clínquer. Esses grãos de clínquer são misturados e moídos com gipsita – a matéria-prima do gesso – até virarem cimento. Para produzir uma tonelada de clínquer, no entanto, a indústria cimenteira emite entre 800 e mil quilos de dióxido de carbono, incluindo aí o CO2 gerado pela decomposição do calcário e pela queima do combustível fóssil para manter os fornos em funcionamento. A fim de diminuir as emissões de CO2 na produção de clínquer, nas últimas décadas as indústrias cimenteiras começaram a substituir parte do material por escória de alto-forno – um resíduo da siderurgia – e, mais recentemente, por cinza volante – resíduo de termelétricas a carvão. O problema dessas duas soluções, contudo, é que a indústria do aço – também altamente emissora de CO2 – e a geração de cinza volante não crescem na mesma velocidade das cimenteiras, inviabilizando as estratégias no longo prazo. “As estratégias utilizadas hoje para mitigar as emissões de CO2 pela indústria cimenteira são insuficientes”, avaliou John. “Como a escala de produção de cimento é de 3,5 bilhões de toneladas por ano e estima-se que a produção global desse material chegará a 5,5 bilhões anuais até 2050, as indústrias cimenteiras poderão ser responsáveis por até 30% do total das emissões mundiais de CO2, superando muitos países isoladamente”, disse. Pó de calcário Segundo o professor da Poli-USP, por causa dessas limitações, a indústria cimenteira também usa desde a década de 1970 outro material candidato a substituir parcialmente o clínquer na formulação de cimento: o filler de calcário cru (pó de calcário). O filler é uma matéria-prima que dispensa tratamento térmico (calcinação) – processo que, na fabricação de cimento, é responsável por mais de 80% do consumo energético e 90% das emissões de CO2. A quantidade de filler na fórmula do cimento, contudo, era limitada a, no máximo, 10% no Brasil e em até 30%, em algumas situações, na Europa. Isso porque o calcário é moído junto com o cimento e, como não há controle do tamanho das partículas do material, seu limite de adição é baixo. Por meio de tecnologias de controle de granulometria de partículas, já usadas em indústrias como a alimentícia e farmacêutica, os pesquisadores da Poli demonstraram em laboratório que combinando granulometrias de pó de calcário é possível aumentar para 70% a proporção do material e diminuir para 30% a quantidade de clínquer na composição do cimento. “Atualmente, o teor de filler no cimento comercializado no mundo é de 6% e, no Brasil chega, no máximo, a 10%. Já na Europa, em algumas situações, uma tonelada de cimento tem 700 quilos de clínquer e 300 quilos de filler [incluindo outros tipos de filler, além do de calcário cru]”, comparou Bruno Damineli, um dos autores da pesquisa e que realiza pós-doutorado na Poli no âmbito do projeto. “Demonstramos que é possível inverter essa composição e produzir uma tonelada de cimento com 300 quilos de clínquer e 700 quilos de pó de calcário”, disse. Além de um padrão controlado do tamanho de grãos, segundo o pesquisador, as partículas de filler de pó de calcário e clínquer precisam receber aditivos químicos dispersantes, como policarboxilatos, que impedem que elas se aglomerem e formem grumos na água. Como consequência disso, o dispersante reduz a quantidade de água e de cimento necessário para


misturar à areia e pedra para produzir e desempenhar o papel de “cola” no concreto usado na indústria da construção civil. “Os cimentos menos eficientes de modo geral apresentam grumos. Por causa disso são menos reativos e eficientes e requerem uma quantidade muito maior de água para fluir, porque são mais porosos”, explicou Rafael Pileggi, professor da Poli e um dos autores do projeto. “Como o cimento com mais filler moído precisa de pouca água para fluir, é possível fazer um concreto pouco poroso e mais resistente do que o convencional”, disse Pileggi. Os pesquisadores também obtiveram resultados semelhantes com outros produtos à base de cimento. Por meio do projeto realizado atualmente com apoio da FAPESP, o grupo de pesquisadores da Poli observou que também se pode reduzir o teor de cimento em argamassa de revestimento (reboco), mantendo a resistência de aderência do material. “Constatamos que é possível reduzir a quantidade de cimento de argamassa pelo cimento com maior teor de filler moído e que a resistência do material não cai. Estamos demonstrando que a resistência não depende do cimento”, disse John. Viabilidade técnica A nova formulação de filler com granulometria controlada, combinada com o uso de dispersantes, abre a janela para produção de cimento com até 70% do material em sua composição, sem perder e até mesmo aumentar a confiabilidade do produto. Dessa forma, a tecnologia permitiria à indústria dobrar a produção de cimento, sem a necessidade de construir mais fornos ou produzir mais clínquer. O grande desafio, no entanto, é viabilizar a tecnologia na escala da indústria cimenteira e de forma competitiva. “A tecnologia para moer partículas com granulometria controlada já existe, mas nunca ninguém a operou na escala da indústria cimenteira”, afirmou John. “Será preciso produzir entre 2 e 3 bilhões de toneladas de filler com partículas com tamanho controlado e mais finas do que talco”, comparou. Segundo os pesquisadores, vários materiais podem ser usados para produzir filler. O pó de calcário, no entanto, atualmente é o melhor candidato para substituir parcialmente o clínquer na formulação de cimento porque oferece menores riscos à saúde do que outros fillers biopersistentes. Há outros grupos tentando utilizar quartzo finamente moído para essa finalidade. Entretanto, se usado de forma descontrolada, o material pode ser aspirado e causar silicose. “Não é qualquer material finamente moído que pode ser utilizado para esse fim. É preciso levar em conta questões como a segurança do trabalhador da indústria da construção”, disse Damineli. A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores da USP despertou o interesse de empresas como a InterCement, a holding para negócios de cimento do grupo Camargo Corrêa. A empresa financia a reforma de um prédio no Departamento de Construção Civil da Poli para sediar um centro de pesquisa em construção sustentável. Coordenado pelos professores John e Pileggi, o centro de pesquisa deverá iniciar suas atividades ainda este ano e, entre outras atividades, deverá avançar no desenvolvimento do cimento ecoeficiente. Fonte: Agência Fapesp de notícias. http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2013/05/04/pesquisadores-da-usp-desenvolvemcimento-ecoeficiente/


Pag: Editoria: Site – Jornal do Brasil Assunto: Manaus terá primeira ONG indígena de apoio a portadores de hepatites virais

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06/05 às 07h40 - Atualizada em 06/05 às 07h44

Manaus terá primeira ONG indígena de apoio a portadores de hepatites virais A organização não governamental (ONG) Yura-ná - que significa algo pertencente aos povos indígenas, na língua Marubo - será criada hoje (6) em Manaus. O objetivo principal é discutir as políticas públicas de saúde, com foco nas hepatites virais. O representante dos povos indígenas do Vale do Javari Eliésio Marubo, que vai liderar a ONG, explica que a criação da Yura-ná não vai substituir a atuação de outras organizações indígenas, mas contribuir para a melhoria da qualidade no atendimento de saúde no país. “A Yura-Ná tem esse papel, essa bandeira central que é o controle social das políticas públicas. Estamos dando ênfase à política de saúde e, dentro desse debate, à hepatite viral, um problema pouco discutido nas organizações. A questão tem sido, eu acho, o calcanhar de Aquiles [ponto mais vulnerável de uma pessoa ou organização] do governo federal". De acordo com Marubo, mais de 80% da população da Terra Indígena Vale do Javari, no extremo oeste do Amazonas, estão em contato com a hepatite viral. Ele diz que as lideranças buscaram, sem sucesso, todas as instâncias de governo para tratar do problema. “A hepatite viral é o grande mal de que o Brasil vai ser acometido daqui a poucos anos. Eu vejo que a hepatite viral é tão ou mais nociva do que a aids, e a sociedade não tem dado importância à discussão”. Segundo o Ministério da Saúde, a Secretaria Especial de Saúde Indígena e o Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais desenvolvem ações relacionadas a


essas doenças na população indígena desde 2009. O órgão informou que, no ano passado, foram feitas reuniões com representantes da população indígena, profissionais de saúde, coordenações e secretarias de Saúde estaduais e municipais, que resultaram nos planos de ação para os 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dsei). Entre as ações, foram distribuídos cerca de 2 milhões de preservativos e capacitados 270 profissionais para trabalhar na prevenção e realização de testes rápidos. O ministério informou que também foram enviados quase 100 mil testes rápidos para hepatites B e C aos Dsei.. O balanço da pasta mostra que, em 2010, foram registrados 98 casos de hepatite A, 64 de hepatite B e oito casos de hepatite C em indígenas em todo o país. O índios estão entre os grupos de maior vulnerabilidade às hepatites virais e podem ser vacinados gratuitamente contra a hepatite B. O protocolo de criação da ONG será assinado nesta segunda-feira e a Yura-ná já conta com 16 voluntários. Quem puder fazer doações ou quiser participar do trabalho voluntário pode entrar em contato pelo e-mailvaledojavari-am@hotmail.com. Todas as informações sobre as doenças, como sintomas, formas de contágio e prevenção, estão disponíveis no site www.hepatitesvirais.com.br, do Ministério da Saúde. http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2013/05/06/manaus-tera-primeira-ong-indigenade-apoio-a-portadores-de-hepatites-virais/


Site – Jornal do Brasil Assunto: O jeito de falar de borba. Veículo:

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Jornal Diário do Amazonas Assunto: (NOTA) CBA – Busca de 'identidade' Veículo:

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Editoria: Pag: Jornal da Ciência Assunto: Projeto que destina recursos do petróleo à educação é recebido com cautela

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Projeto que destina recursos do petróleo à educação é recebido com cautela Para o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), o projeto é positivo, mas insuficiente para promover uma revolução no atual no sistema educacional brasileiro O teor da nova proposta do governo que destina recursos dos royalties do petróleo para investimentos em educação foi recebido com cautela por alguns senadores. A mensagem da presidente Dilma Rousseff encaminhando o texto do Projeto de Lei 5500/2013 foi publicada na quinta-feira (3) em edição extra do Diário Oficial da União.

Pela proposta, serão destinadas exclusivamente à educação as receitas provenientes dos royalties e da participação especial relativas aos contratos fechados a partir de 3 de dezembro de 2012, sob os regimes de concessão e de partilha de produção. A educação também receberá a metade dos recursos resultantes do retorno sobre o capital do Fundo Social do PréSal (Lei 12.351/10).

Para o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), o projeto é positivo, mas insuficiente para promover uma revolução no atual no sistema educacional brasileiro. O parlamentar é um dos autores do PLS 594/11, que também destina recursos do petróleo para a educação.


- Eu vejo com muito entusiasmo porque essa é uma luta minha junto com outros senadores, mas me preocupo porque dizem que é 100%, mas não é 100%. Na verdade é 100% de uma parcela pequena dos recursos, aqueles que vão para a União e recursos do que se chama concessão, que é a parte menor. Então não vão ser nem 20% - disse o senador nesta sextafeira (3), em entrevista à Agência Senado. Assinado pelos ministros da Educação, Aloizio Mercadante, e de Minas e Energia, Edison Lobão, o projeto do governo substitui a MP 592/2012, que perde a validade em 12 de maio. A comissão mista destinada a examinar a medida provisória decidiu aguardar um posicionamento do Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito de ações que questionam a nova distribuição dos royalties. O governo argumenta, na justificativa da proposta, que os recursos do pré-sal são necessários para o cumprimento dos projetos e programas previstos no Plano Nacional de Educação (PNE), que está em análise no Senado. O texto cita como exemplo a necessidade de expansão da pré-escola e do número de creches, a implantação da educação integral e a valorização dos professores. Cristovam reiterou, contudo, que os recursos da camada pré-sal são incertos e deveriam ser utilizados apenas como um complemento para o cumprimento das metas do PNE. - Estamos achando que o pré-sal vai resolver todos os problemas do Brasil, mas não vai. Ninguém pode ter certeza que esses recursos que serão explorados serão rentáveis. Precisamos reservar agora no Orçamento da União os recursos necessários para pagar bem aos professores, construir boas escolas e implantar horário integral em todo o pais - ressaltou Cristovam. Mistificação Em pronunciamento nesta quinta-feira (2), o líder do PSDB, senador Aloysio Nunes Ferreira (SP), apontou uma "mistificação" no apelo de Dilma Rousseff pela aprovação de projeto que destina recursos do pré-sal à educação. Ele observou que a maior parte do petróleo da camada pré-sal vai obedecer a um novo regime jurídico (partilha), caso o governo consiga fazer as futuras licitações Se Dilma quer favorecer a educação, disse Aloysio Nunes, deveria defender a aprovação do PLS 268/2008, que destina recursos futuros da exploração do petróleo a um fundo para investimentos em educação básica e inovação.

- O grosso desses recursos vai começar realmente a ser extraído em 2020. E, a esta altura, a parte que diz respeito aos contratos de concessão, que é essa parte destinada à educação pela medida provisória da presidente Dilma, não é mais do que 2% do conjunto - acrescentou o parlamentar.

(Rodrigo Baptista / Agência Senado)

http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=86926


Editoria: Pag: Jornal da Ciência Assunto: CE debate na quarta-feira 'exercício social' da medicina por recém-formados

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CE debate na quarta-feira 'exercício social' da medicina por recém-formados Audiência Pública vai debater projeto que obriga formados com recursos públicos a exercerem a profissão em comunidades carentes A Comissão de Educação, Esporte e Cultura (CE) realiza nesta quarta-feira (8) audiência pública para debater o Projeto de Lei do Senado (PLS) 168/2012, do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que obriga os médicos recém-formados que tiveram seus cursos custeados com recursos públicos a exercerem a profissão, por dois anos, em municípios com menos de 30 mil habitantes ou em comunidades carentes de regiões metropolitanas. A audiência foi pedida pelo senador Paulo Paim (PT-RS), relator da proposta CE. Depois, a proposta segue para decisão terminativa na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

A obrigatoriedade é chamada, no projeto, de "exercício social da profissão", que deverá ser feito imediatamente após a conclusão do curso, tenha sido este concluído em instituições públicas ou privadas. A proposta prevê que o exercício social da profissão será cumprido em jornada integral e exclusiva de 40 horas semanais, com contrato regular de trabalho, financiado pela rede de saúde à qual o médico recém-formado estiver vinculado. O médico gozará de todos os direitos trabalhistas e previdenciários, com a contagem do referido tempo para a aposentadoria.


Na justificação da proposta, Cristovam Buarque argumenta que a carência de médicos e outros profissionais de saúde em cidades pequenas e médias sobrecarrega as instituições de saúde das grandes cidades, "problema que se arrasta há décadas e cresce a cada ano". Para o autor, o exercício social da medicina servirá como catalisador de políticas públicas que, em médio prazo, "reduzirão as desigualdades e socializarão tanto as boas experiências públicas quanto as iniciativas privadas, de forma a superar o atual abismo do tratamento de saúde entre ricos e pobres em nosso país".

Foram convidados para a audiência Carlos Vital Tavares Corrêa Lima, vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM); Fernando Antonio Menezes da Silva, diretor da Secretaria de Gestão do Trabalho e de Educação na Saúde do Ministério da Saúde; Beatriz Rodrigues Abreu da Costa, presidente da Associação Nacional dos Médicos Residentes; José Luiz Bonamigo Filho, tesoureiro da Associação Médica Brasileira; Geraldo Ferreira Filho, presidente da Federação Nacional dos Médicos; e Maria do Patrocínio Tenório Nunes, secretária-executiva da Comissão Nacional de Residência Médica do Ministério da Educação.

(Agência Senado)

http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=86927


Editoria: Pag: Jornal da Ciência Assunto: Bolsistas do CsF participam de competição de engenharia automotiva

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Bolsistas do CsF participam de competição de engenharia automotiva O Desafio Único Feup é promovido pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (Feup) com o apoio da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK) Bolsistas do programa Ciência sem Fronteiras (CsF) foram selecionados para participar de uma competição automobilística, o Desafio Único Feup, promovido pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (Feup) com o apoio da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK). As provas são realizadas em diversas cidades portuguesas, como Lisboa, Braga e Algarve.

Os estudantes do curso de engenharia automotiva Rafael Rodrigues e João Pedro Lottermann são responsáveis pela gestão dos automóveis nas corridas. A equipe precisa garantir que o carro esteja em perfeitas condições de funcionamento de acordo com cada circuito, levando em consideração a distribuição do peso do veículo, o melhor ângulo de camber e o ajuste de suspensão, além de dar manutenção quando há algum tipo de dano nas provas.

Segundo o bolsista Rafael Rodrigues, a atividade extracurricular é uma oportunidade única de colocar em prática os conhecimentos adquiridos e aprender com o trabalho realizado. "Além de desenvolver o lado profissional na minha área de atuação devido à estrutura oferecida pela


universidade, a experiĂŞncia de estudar no exterior me permitiu enxergar o Brasil por uma nova perspectiva, e perceber o quanto somos capacitados - na maioria das vezes mais do que outras nacionalidades - e o quanto somos respeitados", destaca o estudante.

(Assessoria de Comunicação CsF)

http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=8693


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