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Veículo: Site – Ifam Editoria: Assunto: Ayty participa de debates no InovAmazonas Cita a FAPEAM: ✘

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Ayty participa de debates no InovAmazonas 02/12/2013 - Coordenando a mesa de debates durante o 4⁰ Workshop Internacional de Inovação do Amazonas (InovAmazonas 2013), a gerente da incubadora de empresas, Ayty, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (IFAM), Maria Goretti Falcão de Araújo, coordenou as discussões com o tema "Estratégias de interação Universidade - Empresa para promoção da inovação no Estado do Amazonas". O evento foi realizado entre os dias 27 e 28 de novembro, no auditório da Faculdade de Educação Física e Fisioterapia, da Universidade Federal do Amazonas. O objetivo do InovAmazonas é divulgar as formas existentes de aproximação entre a academia e o setor produtivo, os desafios e soluções para a ampliação da inovação. InovAmazonas O encontro é promovido anualmente pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI–AM), em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi), Rede Amazônica de Instituições em Prol do Empreendedorismo e da Inovação (Rami) e Instituto Federal do Amazonas (IFAM). Além do apoio da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). http://www.ifam.edu.br/portal/component/content/article/51-destaques/2204-ayty-participa-dedabates-no-inovamazonas-


Veículo: Site – Jornal da Ciência Editoria: Pag: Assunto: 18. Empresas incubadas do Inpa apresentam produtos e processos a partir de pesquisas durante a FIAM Cita a FAPEAM: ✘

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18. Empresas incubadas do Inpa apresentam produtos e processos a partir de pesquisas durante a FIAM Uma das empresas, composta por ex-alunos de pós-graduação do Inpa, mostrou trabalhos na área de projetos ambientais para investidores internacionais durante a feira O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) mantém durante a Vll Feira Internacional da Amazônia (FIAM) o espaço para que a população conheça iniciativas de desenvolvimento baseado em pesquisa científica. A farinha de pupunha, cosméticos e medicamentos gerados a partir de plantas da Amazônia, além de projetos ambientais estão em exposição no estande Inovação do Inpa. As empresas incubadas no Instituto, Nectar, CiaFlor, Amazônia Socioambietal, Biozer, Delicatessem e Aodhdon Serviços Ambientais participam até este sábado (30) da FIAM e mostram como é possível aliar empreendedorismo ao uso racional dos recursos naturais. Uma das empresas incubadas do Inpa, a Amazônia Socioambiental, participou duram a feira do lll Fórum de Investidores na Amazônia que reuniu apenas outras três empresas em uma rodada de negócios com investidores internacionais. Para o diretor executivo da Amazônia Socioambiental, Diego Brandão, que é ex-aluno de pósgraduação do Inpa, a atividade ressalta o papel da ciência no desenvolvimento regional. "A empresa gerencia projetos socioambientais com iniciativas participativas com cooperativas, por exemplo. Nós auxiliamos na captação de recursos para essas cooperativas e prestamos apoio no gerenciamento. Nosso plano de negócios foi avaliando pela Fapeam, Finep, BNDES e Suframa e considerado inovador. Todo esse projeto é forte, pois temos o Inpa que dá o respaldo", disse.


Para o pesquisador do Inpa e proprietário da empresa Biozer, Carlos Cleomir, a ciência tem muito a colaborar para desenvolvimento da Amazônia e já há resultados. "São mais de 15 anos de trabalho e nós conseguimos fazer a gestão de conhecimento. Na pesquisa incorporamos os marcadores químicos em alimentos, cosméticos e medicamentos para ter uma aplicação em várias doenças como câncer, úlcera e também conseguimos desenvolver cicatrizantes", explica. Também neste sábado o Inpa fará uma degustação de produtos como a farinha de pupunha. Hoje sete empresas estão incubadas pelo Inpa e já fazem parte do processo de transferência de tecnologia. (Assessoria de Comunicação do Inpa) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=90974


Veículo: Site – D24Am Editoria: Pag: Assunto: No Amazonas, prefeitos de Iranduba e Manaquiri multados por falta de transparência Cita a FAPEAM: ✘

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No Amazonas, prefeitos de Iranduba e Manaquiri multados por falta de transparência 02 Dez 2013 . 23:30 h . Redação . portal@d24am.com Os gestores foram multados em R$ 8.768,25 cada, por descumprimento à Lei Complementar 131/2009 (Lei da Transparência). Manaus - O pleno do Tribunal de Contas do Estado (TCE) julgou, nesta segunda-feira, representação do Ministério Público de Contas (MPC) contra os atuais prefeitos de Iranduba e Manaquiri, Xinaik Silva de Medeiros (PTB) e Aguinaldo Martins (PTRB), pela não atualização dos dados nos portais de transparência dos seus municípios. Os gestores foram multados em R$ 8.768,25 cada, por descumprimento à Lei Complementar 131/2009 (Lei da Transparência). Xinaik e Aguinaldo deverão pagar a multa no prazo de 30 dias. O relator das duas representações, o conselheiro substituto Mário José Filho, destacou nos seus votos que “através de uma simples consulta nos portais, é possível perceber que os dados sobre receitas e despesas da prefeitura não estão atualizados. Apenas a criação de um portal não é suficiente. É preciso possuir dados atualizados, links que funcionem e sejam devidamente alimentados com informações em tempo real”. O relator pede que as Câmaras sejam informadas sobre as irregularidades. Ainda na sessão, as contas do exercício de 2005 do ex-presidente da Fundação Televisão e Rádio Cultura do Amazonas (Funtec), Álvaro dos Santos Melo Filho, foram julgadas irregulares pelo


TCE. Álvaro terá que pagar uma multa de R$ 8.768,25 ao Estado e terá o prazo de 30 dias para isso. As contas do exercício de 2011 da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) também foram apreciadas e julgadas com ressalvas pela corte. http://www.d24am.com/noticias/politica/no-amazonas-prefeitos-de-iranduba-e-manaquiri-multadospor-falta-de-transparencia/101442


Veículo: Site – Blog do Marcos Santos Editoria: Pag: Assunto: Em audiência pública, Assembleia faz debate sobre recursos do Orçamento Estadual de 2014 Cita a FAPEAM: ✘

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Em audiência pública, Assembleia faz debate sobre recursos do Orçamento Estadual de 2014 Postado em 02/12/2013 - 20:38 A Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação, Informática e Inovação da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) realizou, nesta segunda-feira (02/12), uma Audiência Pública para debater os recursos do Orçamento Estadual de 2014 voltados para a área de ciência e tecnologia. A reunião, presidida pelo presidente da Comissão, deputado estadual José Ricardo (PT), contou com a participação do secretário executivo de ciência e tecnologia, Eduardo Taveira; da diretora presidente da Fundação de Amparo à pesquisa do Amazonas (Fapeam), Maria Olívia Simão; do chefe geral da Embrapa no Amazonas, Luiz Marcelo Rossi; e de pesquisadores e representantes de instituições voltadas ao ensino e pesquisa. Em seu pronunciamento, José Ricardo apresentou um gráfico do orçamento destinado à ciência e tecnologia nos últimos cinco anos especificando a quantia prevista e aquela executada, e questionou o porquê de os recursos previstos não serem totalmente utilizados. O parlamentar também disse serem recorrentes os relatos oriundos das instituições de pesquisa sobre a falta de recursos para o desenvolvimento de projetos. “A gente pretende nesta reunião apresentar qual é a proposta orçamentária do governo, saber os montantes que estão previstos de gastos para o ano que vem e, por outro lado, fazer uma avaliação, se esses recursos são suficientes para a grande demanda que nós temos aqui no Amazonas para investir em pesquisas. Outra observação é de que o Estado não está investindo todo o valor orçado,


então nós queremos saber o que está acontecendo, se é a Secretaria de Fazenda que não libera, se é falta de projetos”, afirmou. O deputado estadual lembrou ainda ter um Projeto de Emenda à Constituição (PEC) em tramitação na Assembleia, propondo que o valor mínimo destinado no orçamento para a área de ciência e tecnologia passe dos atuais 1% para 2% do orçamento líquido do Estado. “Estou com um projeto nesta Casa para dobrar este percentual e, com isso, a gente ter uma projeção de R$ 160 a R$ 190 milhões todo ano em ciência e tecnologia. Esse é um desafio, dobrar o recurso, por outro lado o desafio também é fazer com que esse recurso orçado seja realmente executado, seja transformado em pesquisa, que por sua vez se transforme em beneficio para a população”, declarou. O secretário executivo de Ciência e Tecnologia, Eduardo Taveira, destacou o empenho do governador Omar Aziz (PSD) em ampliar o orçamento da pasta nos últimos anos e disse que esse aumento de recursos tem proporcionado também uma maior quantidade de ações das instituições que compõe o sistema público estadual de ciência e tecnologia, que são a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Fapeam e Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam). Dentre as ações prioritárias para 2014, Taveira citou as que vem sendo realizadas no interior do Estado, pela Fapeam, com o programa “Ciência na Escola”, que destina bolsas de pesquisa para alunos da educação básica, além dos cursos oferecidos pelo Cetam. “Quando a gente fala de ciência, tecnologia e inovação, estamos falando da universidade, mas também do apoio à população de maneira geral. Às vezes é difícil você ver o resultado no investimento quando ele é feito para mestrado, doutorado, para pesquisa -que geralmente são resultados a longo prazo- mas o sistema público estadual de ciência e tecnologia também gera oportunidades de qualificação para que a população possa ter renda, trabalho, possa se qualificar, então essa é uma perspectiva muito importante para a discussão do orçamento”, disse. http://www.blogmarcossantos.com.br/2013/12/02/em-audiencia-publica-assembleia-faz-debatesobre-recursos-do-orcamento-estadual-de-2014/


Veículo: Site – SEDUC Editoria: Pag: Assunto: Seminário de avaliação do Programa Ciência na Escola é realizado em Manaus Cita a FAPEAM: ✘

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Seminário de avaliação do Programa Ciência na Escola é realizado em Manaus 12:49 - 02/12/2013 Na última semana, nos dias 28 e 29 de novembro foi realizado em Manaus o seminário de avaliação final do Programa Ciência na Escola edição 2013. O evento foi promovido na Divisão de Desenvolvimento Profissional do Magistério (DDPM), localizada na Avenida Mário Ypiranga Monteiro, Parque 10, zona Centro-Sul da capital. O seminário teve como objetivo consolidar o conhecimento adquirido no âmbito do programa para contribuir e promover a socialização do saber científico na comunidade escolar. As apresentações ocorreram nos turno da manhã e da tarde. Além de contar com a participação de 190 projetos divididos entre escolas públicas estaduais e municipais de ensino de Manaus e Rio Preto da Eva. Sobre o PCE O Programa Ciência na Escola (PCE), criado em 2004 pelo Governo do Estado via Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) é uma ação de alfabetização científica e tecnológica, destinada aos professores e estudantes dos ensinos Fundamental, Médio que desenvolvem projetos de pesquisa em escolas públicas municipais e estaduais do Amazonas. O projeto conta com parceria da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e Secretaria Municipal de Educação (Semed-Manaus) http://www.educacao.am.gov.br/2013/12/seminario-de-avaliacao-do-programa-ciencia-na-escola-erealizado-em-manaus/


Veículo: Site – G1.Globo Editoria: Pag: Assunto: Estudo nos EUA diz que homens e mulheres pensam diferente Cita a FAPEAM:

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Estudo nos EUA diz que homens e mulheres pensam diferente Pesquisadora da Universidade da Pensilvânia analisou cérebro humano. Homens aprendem uma tarefa, mulheres têm memória superior, diz estudo. Homens e mulheres têm conexões cerebrais muito diferentes, revela um estudo publicado nesta segunda-feira (3), que parece confirmar estereótipos sobre atitudes e comportamentos próprios de cada sexo. "Estes mapas da conectividade cerebral revelam diferenças impactantes, mas também complementares, na arquitetura do cérebro humano, que ajudam a elaborar uma potencial base neuronal para explicar por que motivo os homens são melhores em algumas tarefas e as mulheres, em outras", destacou Ragini Verma, professora de radiologia da faculdade de medicina da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, e principal autora do estudo, publicado nos Anais da Academia Americana de Ciências (PNAS). O estudo, realizado com 949 pessoas (521 mulheres e 428 homens) de entre 9 e 22 anos, revela no homem uma maior quantidade de conexões na parte frontal do cérebro - centro de coordenação das ações - e na parte de trás, onde se encontra o cerebelo, importante para a intuição. As imagens também mostram grande quantidade de conexões dentro de cada um dos hemisférios do cérebro. Tais conexões sugerem que o cérebro masculino está estruturado para facilitar a troca de informações entre os centros da percepção e da ação, segundo Ragini Verma. Já nas mulheres, há mais conexões entre o hemisfério direito - onde se situa a capacidade de análise


e tratamento da informação - e o hemisfério esquerdo, centro da intuição. Verma explica que os homens são geralmente mais aptos para aprender e executar apenas uma tarefa, como andar de bicicleta, esquiar ou navegar, enquanto as mulheres têm uma memória superior e uma maior inteligência social, o que as torna mais aptas a executar tarefas múltiplas e encontrar soluções para o grupo. Cérebros 'realmente complementares' Estudos realizados no passado já haviam mostrado diferenças entre os cérebros masculino e feminino, mas esta conectividade neuronal de regiões no conjunto do cérebro jamais tinha sido vinculada a aptidões cognitivas em um grupo tão grande. "É também impactante constatar o quanto os cérebros da mulher e do homem são realmente complementares", disse Ruben Gur, professor de psicologia da faculdade de medicina da Universidade da Pensilvânia e coautor do trabalho. O 'mapa detalhado' das conexões cerebrais "não apenas vai nos ajudar a entender melhor as diferenças de como homens e mulheres pensam, mas também ajudará a entender as causas de distúrbios neurológicos vinculados ao sexo da pessoa". "As próximas investigações deverão identificar com mais precisão que conexões neuronais são próprias de apenas um sexo e quais são compartilhadas", explicou o psicólogo. Os autores observaram poucas diferenças de conectividade cerebral entre meninos e meninas com menos de 13 anos, mas foram claras entre adolescentes de 14 a 17 anos e entre jovens adultos. O estudo concluiu que as mulheres são superiores em atenção, na memorização de palavras e rostos, e nos desafios de inteligência social, mas os homens são mais rápidos para absorver e tratar a informação. http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/12/estudo-nos-eua-diz-que-homens-e-mulherespensam-diferente.html


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Pag: Assunto: Manaus encerra atividades com 6° seminário final de avaliação Cita a FAPEAM: ✘

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Manaus encerra atividades com 6° seminário final de avaliação Postado em 02/12/2013 Encerrou na última sexta-feira (29), o 6º Seminário Final de Avaliação do Programa Ciência na Escola (PCE). O evento que é realizado pela Fundação de Amparo à Pesquisas do Estado do Amazonas (Fapeam) contou com a participação direta de 300 alunos da rede pública de ensino. O seminário compõe as atividades de encerramento do PCE no ano de 2013, e tem como objetivo estabelecer uma mostra de projetos científicos sobre a educação básica. Para a coordenadora PCE da Secretaria Municipal de Educação (Semed), Socorro Freitas, o evento vem para consolidar tudo o que foi exercitado ao longo dos seis meses de pesquisa. “Eles passaram seis meses trabalhando, pesquisando, buscando informações e maneiras de executarem seus planos. O seminário vem para fechar com chave de ouro tudo o que foi produzido”. A coordenadora afirma ainda que apesar do encerramento das atividades, a maioria dos coordenadores não irão abandonar a pesquisa. “Eles se sentem tão motivados ao produzirem artigos e ao perceberem a mudança na vida dos estudantes que muitos já garantiram que vão continuar trabalhando no projeto mesmo depois que a Fapeam der por encerrado”. Para a jovem cientista, Alice Medeiros, o PCE agregou ao seu currículo imenso valor uma vez que ela já decidiu ser pesquisadora e acredita que o projeto foi só o primeiro passo “Eu sempre achei que essa coisa de ser cientistas era coisa de maluco, mas não é, eu sou jovem cientista, não sou maluca e tenho orgulho de querer mudar as coisas na educação do meu País”.


Para avaliar os projetos foram convidados mestres e doutores em educação do Estado, que afirmaram estar honrados com o convite e falaram sobre a enorme satisfação em conhecer o programa e poder avaliar trabalhos dignos de academia. Apesar de terem desenvolvido os projetos, alguns jovens pesquisadores se sentiram tímidos ao apresentar para tantos colegas seus resultados, dificuldades essas que foram vencidas e premiadas como é o caso da coordenadora Dieynne Gomes, que apresentou mais de uma vez o trabalho e foi premiada durante a 1º Feira Científica da Amazônia com uma passagem para o Rio Grande do Sul, onde irá concorrer a Amostrec. A professora de Educação Artística, Daniele Almeida que desde 2009 participa do programa destacou a relevância de um programa como este para a valorização da cultura amazonense, que por sinal foi o seu tema de pesquisa “Este ano quis trabalhar sobre a valorização da musica regional do nosso estado, participei de todos e Puxiruns e todos me ajudaram bastante na solução de duvidas que tinha, durante nosso projeto ensinamos aos jovens pesquisadores a tocar novos instrumentos como flauta doce, violão, estudo de letras de musica e reconhecimento de artistas amazonenses“ avalia a coordenadora. Ao final do seminário houve também a última Oficina de prestação de contas que na oportunidade foi ministrada pelo técnico contábil da Fapeam, Edson Silva, que falou aos coordenadores dos projetos presentes sobre os métodos corretos para as apresentações de prestações de contas, e sanou as dúvidas relacionadas às questões financeiras e burocráticas que iam surgindo ao longo da oficina. Fonte: PCE http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/12/manaus-encerra-atividades-com-6-seminario-finalde-avaliacao/


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Pag: Assunto: Emoção toma conta do encerramento da Feira de Ciências da Amazônia Cita a FAPEAM: ✘

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Emoção toma conta do encerramento da Feira de Ciências da Amazônia CIÊNCIAEMPAUTA, POR MARLÚCIA SEIXAS Postado em 02/12/2013 Ansiedade, tensão, alegria e satisfação foram os sentimentos registrados na ocasião da premiação dos projetos apresentados durante a 1ª Feira Competitiva & Temática do Brasil e da Feira de Ciências da Amazônia (FCA). Durante dois dias (27 e 28) estudantes dos ensinos fundamental e médio de escolas públicas e particulares, fundações e institutos, apresentaram ao público e avaliadores, pesquisas, experimentos e trabalhos desenvolvidos sobre o tema Sustentabilidade Social e Ambiental. Ao todo 40 projetos concorreram. PREMIAÇÃO A expectativa era grande e os prêmios mais cobiçados foram as credenciais para a participação em eventos nacionais e internacionais nas áreas de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I). A avaliação dos projetos foi feita com base nos critério de criatividade, metodologia científica adotada, apresentação dos pôsteres, diário de bordo e relatórios. Os estudantes Mario Mansour, Edilson dos Santos e Roberta Fontes participaram da disputa. Alunos do Centro Educacional Adalberto Valle, eles têm em comum o gosto pela disciplina Química, e entraram na competição com o projeto Noharcell, orientados pelo professor Everson Apolinário, que visa reduzir a incidência de irradiação eletromagnética do celular. “Queremos que as empresas


de telefonia celular adotem nossas ideias, pois acreditamos que elas podem evitar doenças causadas por radiações emitidas por esses aparelhos”, disse Edilson. Cientes da importância de seus projetos, os competidores não escondiam a ansiedade pelos resultados. O reconhecimento dos trabalhos apresentados foi feito pela Associação Brasileira de Incentivo à Ciência (Abric) e Humanitare Foundation que premiaram as instituições de ensino, os professoresorientadores e os estudantes. Confira aqui a lista dos agraciados. A 1ª Feira Competitiva & Temática do Brasil e a FCA foram promovidas pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI-AM) em parceria com a Abric, Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Programa Ciência na Escola (PCE) e Humanitary Foundation. Dentre os trabalhos premiados destaques para os projetos dos estudantes das escolas estaduais Sebastião Augusto Loureiro Filho, Senador Petrônio Portela, Lucinda Félix de Azevedo, Tiradentes, Ana Neire Marques da Silva, Colégio Brasileiro Pedro Silvestre, e Ceti Garcitylzo do Lago e Silva. Acesse aqui as fotos do evento. A competição ocorreu em quatro categorias: Engenharias para a Sociedade, Engenharias para o Meio Ambiente, Ciências para a Sociedade, e Ciências para o Meio Ambiente. CiênciaEmPauta, por Marlúcia Seixas http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/12/emocao-toma-conta-do-encerramento-da-feira-deciencias-da-amazonia/


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Pag: Assunto: Ciência sem Fronteiras passa a oferecer bolsas para mestrado Cita a FAPEAM:

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Ciência sem Fronteiras passa a oferecer bolsas para mestrado Postado em 02/12/2013 O Programa Ciência sem Fronteiras passa a oferecer a partir desta segunda-feira (02) bolsas de estudo no exterior para mestrado profissional, anunciou a presidente Dilma Rousseff, em seu programa de rádio “Café com a Presidenta”. “O mestrado profissional é aquele curso de até dois anos que oferece, para o aluno, uma formação muito especializada, voltada para o mercado de trabalho. Ele é perfeito para quem já concluiu o curso superior e precisa desenvolver ou aperfeiçoar seu conhecimento”, afirmou Dilma. Segundo a presidente, as bolsas serão oferecidas, por exemplo, nas faculdades americanas de Harvard, Columbia, MIT, Illinois, Stanford, Carnegie Mellon e Yale. De acordo com Dilma, as bolsas são para as seguintes áreas: Engenharia; Ciências Exatas, como Matemática, Química, Física; Biologia; Ciências Médicas; Ciências da Computação; Ciências da Área de Energia; e Ciências da Natureza. “Precisamos desse tipo de profissional para que a ciência desenvolvida nas universidades e nos centros de pesquisa seja transformada e rapidamente aplicada, melhorando os nossos produtos e serviços, gerando mais tecnologia, mais riqueza para o nosso País”, acrescentou. Em dois anos, o programa concedeu 60 mil bolsas para a graduação. “Nossa meta é oferecer 101 mil bolsas do Ciência sem Fronteiras até o final do ano que vem, são 75 mil oferecidas pelo Governo Federal e 26 mil oferecidas pelas empresas, nós vamos acelerar o nosso passo rumo à economia do conhecimento”, concluiu a presidente. Fonte: G1 http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/12/ciencia-sem-fronteiras-passa-a-oferecer-bolsas-paramestrado/


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Assunto: Cientistas descobrem variação mais agressiva do HIV Cita a FAPEAM:

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Cientistas descobrem variação mais agressiva do HIV Postado em 02/12/2013 Uma variação mais agressiva do vírus HIV foi identificada na Guiné-Bissau, na costa ocidental africana, por pesquisadores da Universidade de Lund, na Suécia. A nova cepa se manifesta cerca de dois anos mais cedo do que as anteriores no corpo dos infectados. Chamada A3/02, a variação foi descoberta em 2011 e faz parte de um estudo sobre a Aids. Desde então, só foi encontrada na Guiné-Bissau e é uma fusão das duas formas mais comuns do vírus na região. “As pessoas que estão infectadas com a nova forma desenvolvem Aids dentro de cinco anos. Isso é cerca de dois a dois anos e meio mais rápido do que a outra variação do vírus da qual ela se originou”, disse Angélica Palma, uma das pesquisadoras do estudo. A pesquisa aponta que linhagens recombinantes, criadas a partir da troca de material genético durante a divisão das células, são um motivo de preocupação. ‘Alguns estudos indicam que os vírus recombinantes são mais agressivos do que as cepas parentais”, completou. Existem dois tipos principais do vírus HIV: HIV-1 e HIV-2, com o primeiro sendo mais comum. Mas dentro dessas duas categorias existem inúmeros subtipos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o vírus pode sofrer mutações dentro de uma pessoa infectada. Apesar do alerta, os cientistas afirmam que os medicamentos existentes ainda são efetivos contra as novas variações, independentemente da velocidade com que a Aids se manifeste.


“A boa notícia é que os medicamentos que estão disponíveis hoje são igualmente funcionais em todos os subtipos variantes”, ressaltou Angélica. A OMS estima que, atualmente, 35.3 milhões de pessoas estão infectadas com HIV em todo mundo. A doença ataca o sistema imunológico e a Aids se manifesta quando o nível de células brancas, responsável por combater as infecções, fica abaixo de 200. Muitas vezes gera complicações como pneumonia , tuberculose, diarreia e tumores. Além da nova variação do vírus encontrada na África, os cientistas apontam que provavelmente existem cepas mais agressivas em regiões como a Europa e os EUA, onde há altos níveis de imigração. Fonte: O Globo http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/12/cientistas-descobrem-variacao-mais-agressiva-dohiv/


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Pag: Assunto: Pesquisa estuda efeito da erva-de-passarinho no tratamento do câncer Cita a FAPEAM:

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Pesquisa estuda efeito da erva-de-passarinho no tratamento do câncer Postado em 02/12/2013 Os resultados de um estudo realizado desde o ano de 2002, no Amazonas, com erva-de passarinho (Struthantus flexicaulis), vêm sendo considerados promissores no combate ao câncer, segundo a Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon). A pesquisa é realizada pelo doutor em química de produtos naturais e professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Anderson Guimarães e foi divulgada nesta sexta-feira (29). Os primeiros resultados do estudo apontaram indícios de atividade antineoplásica, o que pode se transformar numa alternativa no tratamento da doença. A novidade foi apresentada durante 2º Congresso Pan Amazônico de Oncologia, realizado em Manaus. Na oportunidade, foi destacado que um teste realizado em 2012, in vitro, a partir de células, apontou atividade antitumoral para metástase no caso de melanoma, tipo de câncer que atinge a pele. Apesar dos resultados otimistas, ainda será necessário realizar uma série de testes para garantir a segurança do uso do medicamento em pacientes oncológicos. É necessário, por exemplo, saber se a planta não é tóxica. De acordo com informações da FCecon, a ideia da pesquisa surgiu quando Anderson Guimarães trabalhava na instituição, nos anos 1990, durante a coleta de relatos de pacientes que afirmaram ter utilizado ervas e obtido bons resultados. O estudo é realizado com o apoio da Ufam e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Fonte: G1 http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/12/pesquisa-estuda-efeito-da-erva-de-passarinho-notratamento-do-cancer/


Veículo: Site – Amazonas Notícias Editoria: Pag: Assunto: José Ricardo propõe transferência de recursos do FTI para Ciência e Tecnologia Cita a FAPEAM: ✘

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José Ricardo propõe transferência de recursos do FTI para Ciência e Tecnologia 02 dezembro, 2013

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O presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia (C&T), deputado José Ricardo Wendling propôs, na reunião da comissão, transferir pelo menos 10% dos recursos do Fundo de Fomento ao Turismo, Infra-Estrutura, Serviço e Interiorização do Desenvolvimento do Estado do Amazonas (FTI) para investimentos em ciência, tecnologia e inovação por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). A reunião proposta pelo deputado visou discutir sugestões ao orçamento do Estado para 2014 relacionadas aos temas da comissão. A previsão da Lei Orçamentária Anual (LOA) para o ano que vem é de R$14,6 bilhões, sendo que deste montante R$800 milhões é para o FTI, e R$120,4 milhões estão destinados à C&T, valor que representa 0,89% do total do orçamento. “Um maior investimento nos órgãos de fomento de pesquisas pode suscitar mais projetos, como por exemplo, os que envolvam produção de peixes. Porque boa parte do peixe utilizado pelos restaurantes é de outros Estados”, expôs. José Ricardo também ratificou seu apoio a reestruturação e ampliação do quadro de pessoal da Fapeam, visto que a fundação tem trabalhado com apenas 29 cargos comissionados desde sua criação, há 10 anos. A proposta de ampliação de pessoal de 29 para 37 está em análise na Casa Civil e deve ser encaminhada à Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) no prazo de duas semanas. Já o projeto de Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) da Fundação, que contempla 191 vagas, das quais cerca de 75 são para os cargos de analista de ciência, tecnologia e inovação, ainda tramita na Secretaria de Estado de Administração e Gestão (Sead).


A diretora-presidenta da Fapeam, Maria Olívia Simão, apontou a carência de pessoal como um dos fatores da baixa execução orçamentária em C&T. Em 2009, o orçamento foi de 0,94%, ou seja, R$75 milhões, mas executou-se somente R$42 milhões; no ano de 2010, o montante chegou a R$72 milhões, e a execução de R$47 milhões. Nos anos de 2011, 2012 e 2013 a falta de recursos executados se repetiu. Além da Fapeam, participaram da discussão os representantes da Secti-AM, a Embrapa, Fiocruz, CMA, CDL Jovem entre outros. http://amazonasnoticias.com.br/jose-ricardo-propoe-transferencia-de-recursos-do-fti-para-ciencia-etecnologia/


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Aumenta o número de 'Programas Prioritários' para pesquisa e desenvolvimento na Amazônia Publicado em Terça, 03 Dezembro 2013 06:46 Os projetos “Parque Tecnológico de Software Japiim” e o “Caboclo Sem Fronteiras” tiveram sua inclusão aprovada pelo Comitê das Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento na Amazônia (CAPDA) entre os Programas Prioritários, considerados estratégicos para o desenvolvimento da Amazônia Ocidental. A aprovação ocorreu na 43ª reunião (e última do ano) do CAPDA, realizada nesta segunda-feira (2), na sede da SUFRAMA, sob a presidência do secretário de Inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Nelson Fujimoto. Com a inclusão, aumenta de sete para nove os projetos componentes dos Programas Prioritários, o que permite vantagens no recebimento de investimentos provenientes de pesquisa e desenvolvimento (P&D) das empresas incentivadas. O Parque Tecnológico de Software Japiim vai funcionar num espaço previsto de cinco mil metros quadrados como uma espécie de condomínio de empresas de desenvolvimento de software. “Vai ser igual a um shopping. Só que em vez de lojas serão abrigadas empresas de base tecnológica, que também pagarão aluguel para custear a organização do local”, explicou Edileno Moura, professor do Instituto de Computação da Universidade Federal do Amazonas (Icomp/Ufam), ressaltando vantagens de compartilhamento de custos das empresas.


Moura frisou ainda que um parque tecnológico é um ambiente mundialmente conhecido como indutor de desenvolvimento de ciência, tecnologia e inovação, cujo exemplo mais conhecido é o Vale do Silício, na Califórnia (EUA). “O nome Japiim se deve ao fato de ser um pássaro que mora em ninhos que lembram condomínios e em lugares que podem prosperar no alto das árvores de grande porte e perto de enxames de cabas e vespeiros”, esmiuçou. O secretário de ciência, tecnologia e inovação do Amazonas, Odenildo Sena, afirmou que veio à reunião do CAPDA, especialmente para defender a aprovação do Parque Japiim. “É um projeto essencial de união do setor produtivo com o de desenvolvimento tecnológico. Não existe uma empresa que prescinda de software. Além de ser uma atividade limpa - que não polui - exige pouco investimentos de estrutura e logística e gera mais empregos indiretos, na ponta”, ressaltou. Edileno Moura citou três empresas criadas em Manaus como exemplos de que a cidade tem vocação para sediar um parque de criação de softwares e que se torne difusor de inovação para a Amazônia: A Neemu, que criou os softwares mais usados no Brasil no processo de consultas de comércio eletrônico e tem clientes como Americanas, Submarino e Shoptime; a TAP4, que faz aplicativos para telefones celulares; e a Petit Fabrik, que desenvolve jogos para videogames. “A SUFRAMA apoia o Parque Japiim. Inclusive o local onde irá funcionar, no Distrito Industrial, será doado pela Autarquia”, frisou o superintendente-adjunto de Planejamento e Desenvolvimento Regional, José Nagib Lima. De início, o gestor do projeto será o Icomp/Ufam, mas o planejamento prevê que, após se tornar autosustentável, o local seja gerido por meio de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP). Caboclo sem Fronteiras Já o projeto Caboclo sem Fronteiras, que será gerido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas, é um programa para formação de pessoal e mobilidade regional. O projeto tem, dentre outras metas, a de formar ou fixar na Amazônia Ocidental 500 doutores e 1000 mestres em 20 anos, em áreas consideradas estratégicas como engenharia; computação e tecnologias da informação; biotecnologia; pesca; fármacos, entre outros. Programas prioritários Conforme a Lei de Informática, de nº 11.077, de 30 de dezembro de 2004 (que altera a 8.387, de 30 de dezembro de 1991), as indústrias incentivadas devem destinar, no mínimo, 5% da sua receita para P&D. Desse total, 2,7% podem ser investidos conforme os critérios das indústrias; 1% deve ser aplicado em convênios com instituições credenciadas pelo CAPDA e 0,5%, destinado ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). Os 0,8% restantes podem ser aplicados ou no FNDCT ou em convênios. Os programas prioritários podem receber recursos do percentual que é destinado à realização de convênios ou, ainda, dos 2,7% que são aplicados a critério das próprias empresas. Uma das principais vantagem desses investimentos é que a prestação de contas torna-se mais prática e ágil para as empresas, pois o gestor de cada Programa é quem irá comprovar a efetiva execução das atividades realizadas no âmbito dos recursos a eles destinados. Cabe observar que, ao investirem nesses Programas e Projetos Prioritários, as empresas estarão fortalecendo áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento da região. http://www.amazonianarede.com.br/mais-noticias/ci%C3%AAncia-e-tecnologia/9864-aumenta-o-n %C3%BAmero-de-programas-priorit%C3%A1rios-para-pesquisa-e-desenvolvimento-na-amaz %C3%B4nia


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Conselho Consultivo da FINEP se reúne pela última vez neste ano Sergio Gargioni, presidente do CONFAP (Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa), participa, no dia 2 de dezembro, da reunião do Conselho Consultivo da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos). OLYMPUS DIGITAL CAMERA As deliberações do Conselho Consultivo da FINEP são tomadas por maioria de votos, cabendo ao presidente do Conselho voto comum e de desempate. A FINEP é uma empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, dotada de personalidade jurídica de direito privado e patrimônio próprio, tendo em sua estrutura o Conselho Consultivo que é o órgão de assessoramento estratégico do Conselho de Administração. Os membros do Conselho Consultivo se reúnem geralmente a cada trimestre. http://www.confap.org.br/conselho-consultivo-da-finep-se-reune-pela-ultima-vez-neste-ano/


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Paraíba se destaca no 4º Prêmio Ciser de Inovação Tecnológica A noite de quinta-feira foi dos paraibanos na cerimônia de entrega do 4º Prêmio Ciser de Inovação Tecnológica. David da Silva da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), foi o grande vencedor na categoria Ensino Superior, com o projeto “Dispositivo dinâmico de varredura magnética para caracterização do grau da corrosão sob tensão em parafusos”, e na terceira colocação ficou Mickael Messias da Silva, da mesma instituição. O segundo lugar foi conquistado por Giuliano Bergamin, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. A cerimônia de premiação reuniu executivos e imprensa na Sociedade Harmonia-Lyra, em Joinville. premio-ciser Os projetos desenvolvidos pelos contemplados apresentam pesquisas para novos produtos e processos relacionados a fixadores, itens de grande importância para segurança e bom funcionamento de diversos objetos utilizados no dia a dia. Estudantes do Ensino Técnico também foram reconhecidos, com o primeiro lugar paraElivelton Scheuermann, do Senai de Luzerna (SC), com o projeto “Grampo Fixação Contêiner”, seguido por Aline Amaral Madeira, da Fundação de Ensino de Contagem (Funec), de Contagem (MG), e Thiago Luchtenberg Sehnem, do Senai de Rio do Sul (SC). “Com novos projetos de pesquisa, fortalecemos as parcerias com importantes universidades e empresas de alta tecnologia, que nos auxiliam no desenvolvimento de novos produtos para o futuro. Como resultado, a Ciser se mantém na vanguarda tecnológica do seu segmento, além de continuar formando interlocutores nos ambientes acadêmico, empresarial e nas instituições científicas e tecnológicas”, comentou Carlos Rodolfo Schneider, presidente da Ciser, em seu discurso no evento, em que também fez lançamento da 5ª edição do Prêmio Ciser de Inovação Tecnológica.


Schneider ainda sinalizou o resultado prático das pesquisas desenvolvidas pelos estudantes. Neste ano, um dos projetos inscritos na primeira edição do concurso, orientado pelo professor Marcio Andrade, da Universidade Federal do Mato Grosso, deu início a uma nova pesquisa nos grupos de inovação da empresa e resultou no lançamento do Parafuso Correia Elevadora com Ponta Piloto, especialmente aplicado no segmento agrícola. As premiações variam de R$ 2 mil até R$ 12 mil para o primeiro lugar do Ensino Superior, além de incentivos aos professores-orientadores e às instituições de ensino, totalizando R$ 72,5 mil em prêmios. A escolha dos contemplados foi realizada em apresentação dos projetos finalistas na tarde de quarta-feira. Em Joinville, os estudantes também conheceram as instalações da Ciser e frequentaram palestra sobre inovação, além de interagir com os executivos da empresa. O prêmio é uma realização da Ciser e seus parceiros, como Gerdau Aços Brasil, SAP Brasil e HSBC Bank Brasil. E conta com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento de Empresas Inovadoras (Anpei). Fonte: Assessoria de Imprensa Ciser Parafusos e Porcas. Mercado de Comunicação. http://www.confap.org.br/paraiba-se-destaca-no-4o-premio-ciser-de-inovacao-tecnologica/


Veículo: Site – Agência Gestão CT&I Editoria: Assunto: Aberto edital para criação de novo centro de pesquisa Cita a FAPEAM:

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Aberto edital para criação de novo centro de pesquisa Seg, 02 de Dezembro de 2013 10:22 Escrito por Agência Gestão CT&I A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e a Natura se uniram para criar um centro de pesquisa multidisciplinar, que será chamado Centro de Pesquisa Aplicada em BemEstar e Comportamento Humano. O projeto irá englobar as áreas de neurociência, psicologia positiva, psicologia social, neuroimagem, neuropsicofisiologia, psicometria, estudos populacionais e longitudinais, modelagem e construção de indicadores matemáticos. O período inicial de financiamento é de dois anos, renováveis quatro vezes por igual período de tempo. O prazo final para a apresentação de propostas é 14 de março de 2014. Por ano, cada uma das instituições oferecerá aportes a pesquisas de R$ 1 milhão. O empreendimento ainda combinará práticas dos programas Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) e Apoio à Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (Pite). Uma meta buscada pelo centro é a criação de meios efetivos para transferência de tecnologia, educação e disseminação do conhecimento produzido na instituição. Pré-requisitos


Os pesquisadores interessados em participar do Centro de Pesquisa Aplicada em Bem-Estar e Comportamento devem preencher os seguintes requisitos para poderem participar da seleção: título de doutor ou qualificação equivalente; vínculo formal com uma instituição de pesquisa no estado de São Paulo; expressiva produção científica ou tecnológica e liderança demonstrada em projetos de pesquisa de grande porte e ousadia; experiência e competência comprovadas na área do projeto. O edital está disponível neste liink. (Agência CT&I, com informações da Fapesp) http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4897:abertoedital-para-criacao-de-novo-centro-de-pesquisa&catid=1:latest-news


Veículo: Site – Agência Gestão CT&I Editoria: Pag: Assunto: Câmara aprova dedução do imposto de renda de doações a C&T Cita a FAPEAM:

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Câmara aprova dedução do imposto de renda de doações a C&T Seg, 02 de Dezembro de 2013 10:24 Escrito por Agência Gestão CT&I A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira (27) o projeto (5049/13) que permite a pessoas físicas ou jurídicas deduzir do Imposto de Renda doações para o desenvolvimento científico e tecnológico. O projeto segue para análise das comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Pelo texto, do deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), o contribuinte poderá optar por aportar o dinheiro ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico (FNDTC) ou a projetos de fundações, universidades, instituições de ensino ou de pesquisas, públicas e privadas. Na concepção do relator, deputado Antonio Imbassahy (PSDB-BA), por se tratar de setores estratégicos para o desenvolvimento do País, a ciência e a tecnologia merecem receber o aporte de mais recursos. Um dos instrumentos para isso, segundo ele, pode ser exatamente a aplicação de parcelas do imposto de renda. O relator acolheu também três emendas ao texto, todas da deputada Liliam Sá (Pros-RJ). Uma delas determina que caberá à da Receita Federal fixar o valor das deduções previstas. Conforme a proposta original, o valor máximo das deduções será fixado anualmente pelo presidente da República. A segunda alteração prevê que os beneficiários dos incentivos deverão prestar contas da aplicação


dos recursos recebidos. Já a terceira obriga os beneficiados a publicar informações referentes aos recursos arrecadados na internet. A proposta de Azeredo determina que as entidades beneficiárias deverão prestar informações sobre os programas de pesquisa conforme o regulamento. Pelo texto, se no ano-base o montante das doações for superior ao permitido, será facultado ao contribuinte abater o excedente nos cinco anos seguintes. Ainda de acordo com o texto, no caso de doações diretas a instituições, os projetos deverão ser aprovados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), nos termos e condições estabelecidos pelo Executivo. O projeto estabelece ainda penalidades para o caso de infrações às medidas estabelecidas pela lei; para o caso de descumprimento de qualquer obrigação assumida para obtenção dos incentivos; ou para a utilização indevida dos incentivos, sem prejuízo das sanções legais e penais cabíveis. No caso de irregularidades cometidas pelo doador, ele deverá pagar o valor atualizado do IR devido no exercício financeiro, com as multas e acréscimos previstos na legislação setorial. Nas cometidas pela fundação, universidade, instituição de ensino ou de pesquisa, ela deverá restituir o valor atualizado do incentivo fiscal recebido, acrescido de multa de 25% e juros de mora de 1% ao mês. Além disso, haverá perda do direito aos incentivos ainda não utilizados. Na hipótese de dolo, fraude ou simulação, será aplicada multa correspondente a duas vezes o valor da vantagem recebida indevidamente. (Agência Gestão CT&I com informações da Agência Câmara) http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4898:camaraaprova-deducao-do-imposto-de-renda-de-doacoes-a-cat&catid=1:latest-news


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Ciência sem Fronteiras abre inscrições para mestrado profissional no exterior Seg, 02 de Dezembro de 2013 10:29 Escrito por Agência Gestão CT&I O Programa Ciência sem Fronteiras (CsF) oferece bolsas de estudo no exterior para mestrado profissional. Anunciado em outubro pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, esse tipo de curso – diferentemente do mestrado acadêmico – prevê formação mais específica, voltada para o mercado de trabalho. O curso tem duração aproximada de dois anos. "Ele é perfeito para quem já concluiu o curso superior e precisa desenvolver ou aperfeiçoar seu conhecimento para aplicá-lo na sua vida profissional, na empresa ou na indústria onde trabalha. Nós precisamos desse tipo de profissional para que a ciência desenvolvida nas universidades e nos centros de pesquisa seja transformada e rapidamente aplicada, melhorando os nossos produtos e serviços, gerando mais tecnologia, mais riqueza para o nosso País", disse a presidente Dilma Rousseff, ao participar nesta segunda-feira (2) do programa de rádio semanal Café com a Presidenta. Ela explicou que as bolsas oferecidas inicialmente serão para importantes universidades dos Estados Unidos, como Harvard, Columbia, Stanford e Yale, e para as mesmas áreas prioritárias do Ciência sem Fronteiras, como engenharia, matemática, química, física, ciências médicas e da computação. Informações sobre o programa, incluindo as inscrições, podem ser obtidas no site www.cienciasemfronteiras.gov.br. Durante o programa, Dilma Rousseff lembrou que os estudantes interessados em concorrer a uma


vaga para graduação sanduíche – em que parte do curso é feita no exterior – têm até a esta sextafeira (6) para se inscrever. Há parcerias com universidades de 20 países: Estados Unidos, Alemanha, França, Japão, China, Coreia do Sul, Canadá, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Áustria, Noruega, Suécia, Finlândia, Holanda, Bélgica, Itália, Espanha, Hungria e Irlanda. A data foi prorrogada no fim do mês passado. Para participar do Ciência sem Fronteiras, o estudante precisa ter feito, pelo menos, 600 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e ter um bom desempenho na universidade brasileira onde estuda, que pode ser pública ou privada. O governo federal paga todos os custos da viagem, a mensalidade da universidade lá fora, o alojamento, a alimentação e também um curso para quem precisa melhorar o domínio do idioma do país onde está. Ao todo, o programa concedeu 60 mil bolsas em dois anos, sendo 48 mil para estudantes de graduação. Ainda segundo a presidenta, 14,6 mil estudantes já terminaram os estudos no exterior e voltaram para o Brasil para continuar o curso superior. Ela lembrou que a meta é oferecer 101 mil bolsas do Ciência sem Fronteiras até o final do ano que vem, sendo 75 mil pelo governo federal e 26 mil por empresas. "Os jovens do Ciência sem Fronteiras estão voltando com novas ideias, buscando melhorar o processo de ensino da sua própria universidade. Eles têm acesso às últimas novidades em suas áreas de conhecimento e se preparam para o mercado de trabalho cada vez mais competitivo. O Ciência sem Fronteiras é o começo de uma grande transformação nas nossas universidades, nas nossas empresas, na produção científica e tecnológica de nosso País", acrescentou. (Agência Gestão CT&I com informações da Agência Brasil) http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4901:ciencia-semfronteiras-abre-inscricoes-para-mestrado-profissional-no-exterior&catid=1:latest-news


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2. Na ciência, um acordo de paz entre Israel e Palestina Pesquisador palestino Hasan Dweik e o historiador israelense Dan Bitan dirigem, juntos, a Organização Israelense-Palestina para a Ciência Se, no plano político, as negociações de paz entre Israel e Palestina encontram inúmeros obstáculos para se concretizarem, no âmbito científico a relação é pacífica - ou pelo menos tenta ser, na maior parte das vezes. O químico e pesquisador palestino Hasan Dweik e o historiador israelense Dan Bitan dirigem, juntos, a Organização Israelense-Palestina para a Ciência (IPSO, na sigla em inglês), fundada em 2004, cujo foco é desenvolver a ciência e educação nessas duas comunidades, promovendo o diálogo e a diplomacia. Mais do que parceiros profissionais, os dois são amigos, mesmo discordando um do outro em vários assuntos. Ainda assim, Dweik e Bitan encaram as diferenças com bom humor e de forma respeitosa, mostrando que, apesar dos desacordos, a convivência é possível, e servindo de exemplo para seus respectivos povos. "Nós somos como um casal, brigamos o tempo todo", brinca Dan Bitan (na foto à esquerda), censurado diversas vezes durante a entrevista pelo colega, que alega que ele está falando demais. "Esse é o problema de historiador, não consegue focar. Nós, cientistas, vamos direto ao ponto", provoca Dweik. Além do IPSO, os dois têm um projeto de educação científica que visa a capacitação de recursos humanos nessa área, de modo a melhorar a qualidade do ensino de ciências. "Faltam especialistas em educação científica na Palestina", afirma o químico. "O que acontece é que, ou se ensina educação, ou se ensina ciência, e nós queremos mesclar os dois." O projeto inclui um museu interativo de ciência que utiliza o método "mão na massa", instalado em 2003 na Universidade palestina de Al-Quds, em Jerusalém. A cooperação acadêmica entre Israel e Palestina sempre esteve ligada à situação política da região. Segundo Dan Bitan, ela surgiu após as negociações de paz de 1991, mediadas pelos Estados


Unidos. Essas relações, no entanto, se limitavam ao campo político, econômico e de saúde. Somente entre 1994 e 1995, após o acordo de Oslo, assinado em 1993, é que a cooperação científica começou a se estabelecer. Um dos líderes dessa nova interação foi o professor palestino Sari Nusseibeh, atual presidente da Universidade de Al-Quds. "Foi aí que surgiu a relação entre Israel e Palestina no sentido de ciência pela ciência, e não ciência pela política", conta Bitan. Ainda assim, a resistência é forte, principalmente entre os palestinos. "Eles só querem trabalhar juntos se a ocupação israelense na Palestina acabar", explica Bitan, que apoia a causa da comunidade de seu colega. Tanto o historiador quanto Dweik acreditam que uma grande parte dos acadêmicos continuará relutante enquanto uma solução de paz não for estabelecida entre as duas comunidades. Limitações territoriais As barreiras para uma cooperação científica eficaz também são territoriais. Israel limita a entrada de palestinos no país e, se um cientista da Palestina quiser atravessar a fronteira para ir a uma universidade em Jerusalém, por exemplo, uma permissão deve ser requerida por um israelense. "Se ele pretende ficar 12 horas em Israel é um processo, se quer passar a noite, é outro", relata Bitan. "O ministro da Educação israelense defende que, se os palestinos tiverem livre circulação, não haverá mais resistência", completa Dweik (na foto à direita). A complicada situação territorial da região é um dos pontos de maior discordância entre os dois colegas. Em 1967, Israel ocupou os territórios não contíguos da Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental, reivindicados pela Palestina, provocando divisões na região. Dweik, por exemplo, mora na parte leste de Jerusalém e não tem limitações de circulação, mas não participa das votações para o Parlamento de Israel. O compromisso de mais uma negociação de paz, estabelecido com os Estados Unidos, termina em abril de 2014, e Dweik e Bitan estão incertos sobre sua conclusão. "Eu sou otimista e meu amigo é pessimista. Geralmente ele está certo", disse o israelense, que também reconheceu as complicações: "Israel considera Jerusalém sua capital, e a Palestina também. Se você pergunta a um israelense se ele confia em um palestino, ele dirá que não. Eles querem uma solução pacífica com os palestinos atrás do muro." Dweik encara a situação de forma realista. "O acordo de paz de Oslo deveria durar cinco anos, mas estamos há 20 ainda tentando negociar." A água da região, que já é escassa, também é um problema, uma vez que é controlada por Israel. Por isso, esse é um tema trabalhado pelos diretores do IPSO, que agora estão preparando uma proposta de um grande projeto sobre hidrologia. "Estamos tentando levantar fundos - não recebemos recursos governamentais para não sofrer interferência -, mas já temos metade do dinheiro", informa Bitan. "Não temos dinheiro nenhum", contradiz Dweik. E, enquanto Israel e Palestina não avançam nas negociações, seus dois representantes científicos já chegaram a um acordo de paz - porém turbulento. (Repórter especial Clarice Cudischevitch para Notícias da ABC) http://www.abc.org.br/article.php3?id_article=3015 http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=90957


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9. Cientistas descobrem variação mais agressiva do HIV Pacientes infectados com nova forma do vírus desenvolvem Aids dois anos mais cedo. Recombinação genética do vírus preocupa especialistas Uma variação mais agressiva do vírus HIV foi identificada na Guiné-Bissau, na costa ocidental africana, por pesquisadores da Universidade de Lund, na Suécia. A nova cepa se manifesta cerca de dois anos mais cedo do que as anteriores no corpo dos infectados. Chamada A3/02, a variação foi descoberta em 2011 e faz parte de um estudo sobre a Aids. Desde então, só foi encontrada na Guiné-Bissau e é uma fusão das duas formas mais comuns do vírus na região. - As pessoas que estão infectadas com a nova forma desenvolvem Aids dentro de cinco anos afirmou Angélica Palma, uma das pesquisadoras do estudo ao "Al Jazeera". - Isso é cerca de dois a dois anos e meio mais rápido do que a outra variação do vírus da qual ela se originou. A pesquisa aponta que linhagens recombinantes, criadas a partir da troca de material genético durante a divisão das células, são um motivo de preocupação. - Alguns estudos indicam que os vírus recombinantes são mais agressivos do que as cepas parentais - disse Angélica. Existem dois tipos principais do vírus HIV: HIV-1 e HIV-2, com o primeiro sendo mais comum. Mas dentro dessas duas categorias existem inúmeros subtipos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o vírus pode sofrer mutações dentro de uma pessoa infectada.


Apesar do alerta, os cientistas afirmam que os medicamentos existentes ainda são efetivos contra as novas variações, independentemente da velocidade com que a Aids se manifeste. - A boa notícia é que os medicamentos que estão disponíveis hoje são igualmente funcionais em todos os subtipos variantes - ressaltou Angélica. A OMS estima que, atualmente, 35.3 milhões de pessoas estão infectadas com HIV em todo mundo. A doença ataca o sistema imunológico e a Aids se manifesta quando o nível de células brancas, responsável por combater as infecções, fica abaixo de 200. Muitas vezes gera complicações como pneumonia , tuberculose, diarreia e tumores. Além da nova variação do vírus encontrada na África, os cientistas apontam que provavelmente existem cepas mais agressivas em regiões como a Europa e os EUA, onde há altos níveis de imigração.

- É altamente provável que haja um grande número de recombinantes circulando de que sabemos pouco ou nada - alertou Patrik Medstrand, professor de virologia clínica da Universidade de Lund. (O Globo) http://oglobo.globo.com/saude/cientistas-descobrem-variacao-mais-agressiva-do-hiv10923202#ixzz2mKL6vFz4 http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=90965


Veículo: Site – Jornal da Ciência Editoria: Pag: Assunto: 18. Empresas incubadas do Inpa apresentam produtos e processos a partir de pesquisas durante a FIAM Cita a FAPEAM: ✘

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18. Empresas incubadas do Inpa apresentam produtos e processos a partir de pesquisas durante a FIAM Uma das empresas, composta por ex-alunos de pós-graduação do Inpa, mostrou trabalhos na área de projetos ambientais para investidores internacionais durante a feira O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) mantém durante a Vll Feira Internacional da Amazônia (FIAM) o espaço para que a população conheça iniciativas de desenvolvimento baseado em pesquisa científica. A farinha de pupunha, cosméticos e medicamentos gerados a partir de plantas da Amazônia, além de projetos ambientais estão em exposição no estande Inovação do Inpa. As empresas incubadas no Instituto, Nectar, CiaFlor, Amazônia Socioambietal, Biozer, Delicatessem e Aodhdon Serviços Ambientais participam até este sábado (30) da FIAM e mostram como é possível aliar empreendedorismo ao uso racional dos recursos naturais. Uma das empresas incubadas do Inpa, a Amazônia Socioambiental, participou duram a feira do lll Fórum de Investidores na Amazônia que reuniu apenas outras três empresas em uma rodada de negócios com investidores internacionais. Para o diretor executivo da Amazônia Socioambiental, Diego Brandão, que é ex-aluno de pósgraduação do Inpa, a atividade ressalta o papel da ciência no desenvolvimento regional. "A empresa gerencia projetos socioambientais com iniciativas participativas com cooperativas, por exemplo. Nós auxiliamos na captação de recursos para essas cooperativas e prestamos apoio no gerenciamento. Nosso plano de negócios foi avaliando pela Fapeam, Finep, BNDES e Suframa e


considerado inovador. Todo esse projeto é forte, pois temos o Inpa que dá o respaldo", disse. Para o pesquisador do Inpa e proprietário da empresa Biozer, Carlos Cleomir, a ciência tem muito a colaborar para desenvolvimento da Amazônia e já há resultados. "São mais de 15 anos de trabalho e nós conseguimos fazer a gestão de conhecimento. Na pesquisa incorporamos os marcadores químicos em alimentos, cosméticos e medicamentos para ter uma aplicação em várias doenças como câncer, úlcera e também conseguimos desenvolver cicatrizantes", explica. Também neste sábado o Inpa fará uma degustação de produtos como a farinha de pupunha. Hoje sete empresas estão incubadas pelo Inpa e já fazem parte do processo de transferência de tecnologia. (Assessoria de Comunicação do Inpa) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=90974


Veículo: Site – Jornal da Ciência Editoria: Pag: Assunto: 24. Pesquisadores do Instituto Butantan encontram substâncias em lagartas capazes de neutralizar o vírus H1N1 Cita a FAPEAM:

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24. Pesquisadores do Instituto Butantan encontram substâncias em lagartas capazes de neutralizar o vírus H1N1 Os estudiosos estão interessados em conhecer os elementos que compõe a hemolinfa, fluido que exerce, nos insetos, a função similar à do sangue em humanos Pesquisadores do Instituto Butantan, na capital paulista, identificaram substâncias promissoras em lagartas que podem ser usadas no combate a vírus, bactérias e fungos. Um dos estudos, coordenado pelo virologista Ronaldo Zucatelli Mendonça, descobriu uma alta potência antiviral em lagartas da família Megalopygidae. Apesar de a pesquisa ainda estar em curso, já se comprovou que a substância encontrada conseguiu neutralizar o vírus Influenza H1N1, além de tornar 2 mil vezes menor a replicação do picornavírus (parente do vírus da poliomielite) e 750 vezes menor a do vírus do sarampo. Zucatelli destaca que esses resultados surpreenderam os pesquisadores. "Com essa potência sim [foi uma surpresa]", declarou. Ele explica que já se imaginava que esses organismos, mesmo com sistema imunológico pouco desenvolvido, poderiam ser utilizadas no controle de infecções humanas ou animais. "Os insetos são um dos seres mais primitivos existentes. Para sobreviverem tanto tempo em ambientes tão hostis, tiveram que desenvolver substâncias para se defender de agressões externas", informou. Os estudiosos estão interessados em conhecer os elementos que compõe a hemolinfa, fluido que exerce, nos insetos, a função similar à do sangue em humanos. Nas lagartas, eles têm a capacidade de combater vírus, bactérias e fungos. De acordo com os pesquisadores, desvendar essas substâncias


e o mecanismo de ação deles é um passo importante para o desenvolvimento de novos medicamentos. "Existem poucos trabalhos na literatura que buscam estas substâncias em insetos. Os principais estudos estão relacionados ao própolis de abelhas", acrescentou o virologista. A pesquisa com a família Megalopygidaedá sequência a um estudo anterior com a lagarta Lonomiaobliqua, da família Saturniidae. A proteína encontrada nesse caso tornou a replicação do vírus da herpes 1 milhão de vezes menor e a do vírus da rubéola, dez mil vezes menor. Os dois trabalhos têm como foco substâncias que apresentem ações antivirais e apoptóticas, que é um processo importante para controle do câncer. Neste momento, a equipe estuda a viabilidade de produção dessas substâncias, encontradas na Lonomia, em maior escala, além de verificar a estabilidade do produto, a determinação das doses efetivas e a atividade em seres vivos. As substâncias da família Megalopygidae, por outro lado, ainda estão sendo caracterizadas. As lagartas estudadas liberam veneno capaz de levar à morte. A escolha delas para a pesquisa se deveu ao acúmulo de centenas de carcaças no instituto após a retirada do veneno para a produção de soros contra queimaduras. Zucatelli aposta que esses trabalhos abrem uma porta importante de novas pesquisas, tendo em vista que o Brasil tem uma megabiodiversidade em insetos. A família Megalopygidae, por exemplo, engloba mais de 200 espécies, entre elas a Megalopygelanata e a Megalopygealbicollis. (Camila Maciel/ Agência Brasil) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=90980


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Ciência sem Fronteiras prorroga inscrições para 20 países até o dia 6 de dezembro 02 Dez 2013 14:03:00 -0200 O programa Ciência sem Fronteiras anunciou, na sexta-feira (29/11), a prorrogação do prazo de inscrições das novas chamadas para graduação-sanduíche. São 20 países de destino: Reino Unido, Bélgica, Canadá, Holanda, Finlândia, Austrália, Nova Zelândia, Coréia do Sul, Espanha, EUA, Alemanha, França, Itália, Suécia, Noruega, Irlanda, China, Hungria, Japão, Áustria. O novo prazo para inscrições vai até 6 de dezembro. A bolsa concedida aos candidatos selecionados custeará a permanência do aluno pelo período de até doze meses para realização de estudos em tempo integral. Além da mensalidade na moeda local, são concedidos auxílio instalação, seguro-saúde, auxílio deslocamento para aquisição de passagens aéreas e auxílio material didático. O edital completo, com suas alterações, encontra-se disponível na página do programa Ciência sem Fronteiras. Coordenação de Comunicação Social http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/-/journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/1617 958


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Pesquisadora da FCFRP recruta voluntárias para estudo sobre vitamina 02/12/2013 Segunda-Feira, Dia 02 de Dezembro de 2013 as 20 Atualizada dia: 02/12/2013 A Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP precisa de voluntárias para uma pesquisa que analisará a eficácia clínica de uma vitamina para melhorar a hidratação da pele. O estudo selecionará dez mulheres com idade entre 40 e 60 anos. O trabalho dura 28 dias, mas as voluntárias deverão comparecer somente a três visitas ao laboratório da FCFRP, com duração de 20 a 30 minutos cada, agendadas em dias e horários variados. Durante o estudo, a vitamina será testada na pele do braço. A pesquisa será realizada pela aluna Maísa Melo, sob orientação da professora Patrícia Maia Campos e possui apoio de equipe médica responsável e aprovação do comitê de ética. Para o agendamento, as voluntárias devem entrar em contato com a pesquisadora por telefone ou email. Mais informações: (16) 3602-4307 ou email maisa_17@hotmail.com Fonte: Agência USP de Notícias http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=114501&nome=Pesquisadora %20da%20FCFRP%20recruta%20volunt%E1rias%20para%20estudo%20sobre%20vitamina


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BNDES amplia recursos para empresas inovadoras 02/12/2013 Segunda-Feira, Dia 02 de Dezembro de 2013 as 12 O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, assinou o termo de compromisso para o investimento no Fundo Criatec II. Destinado a apoiar empresas nascentes voltadas para inovação, o fundo terá capital comprometido de R$ 186 milhões, que será aportado na participação acionária de 36 companhias. O lançamento do Criatec II é conseqüência do bom desempenho do Criatec I, que entrou em operação em 2007. O Banco, por meio da BNDESPAR, investirá R$ 124 milhões no fundo. Os R$ 62 milhões restantes virão do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), R$ 30 milhões; Banco de Desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul (Badesul), R$ 10 milhões; Banco de Brasília (BRB), R$ 10 milhões; Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), R$ 10 milhões. O Bozano Investimentos, gestor nacional do fundo, aplicará R$ 2 milhões. A participação dos quatro bancos de desenvolvimento no Criatec II visa atingir uma maior pulverização dos investimentos no País e incentivar a inovação em diferentes regiões. A capilaridade regional de quotistas busca criar um compromisso do fundo em investir nas suas respectivas áreas de atuação um montante igual ao capital comprometido por esses investidores. O Criatec I tinha como quotista, além do BNDES, apenas o BNB. “Inovação é uma das prioridades do BNDES, assim como o trabalho de ampliar o acesso das pequenas empresas ao mercado de capitais. O Criatec II é um passo nessa direção e estamos fazendo isso com um arco de aliança com bancos de desenvolvimento muito expressivo”, disse Luciano Coutinho. Criatec II


Terá duração prevista de 10 anos. Nos quatro primeiros, os gestores selecionarão e investirão em empresas inovadoras com faturamento líquido anual de até R$ 10 milhões, obtidos no ano imediatamente anterior à aprovação do investimento pelo Fundo. O Bozano Investimentos será responsável pela escolha de seis gestores regionais, que terão como meta implementar boas práticas de administração e de governança corporativa nas empresas investidas, de modo que desenvolvam produtos e processos inovadores capazes de competir no mercado nacional e internacional. Os gestores regionais atuarão nos seguintes polos: Sul (Porto Alegre); Sudeste (SP, RJ e MG); Centro-Oeste (Brasília); e Nordeste (CE). Os setores alvo do Criatec II são: tecnologia de informação e comunicação (TIC); agronegócios, nanotecnologia, biotecnologia e novos materiais. Cada empresa poderá receber, no máximo, R$ 2,5 milhões no primeiro investimento, podendo ainda receber investimentos subsequentes de até R$ 3,5 milhões em outras rodadas de investimento. No entanto, o valor máximo por empresa investida não poderá exceder R$ 6 milhões. Além do gestor nacional, o Criatec II contará a Triaxis Capital, que atuará como assessor operacional do fundo. A Triaxis será responsável, em conjunto com o Bozano, pela seleção, contratação, treinamento e supervisão dos gestores regionais, bem como, por assessorar o gestor nacional, ao longo de todo o período de operação do fundo, em todos os processos de investimento, monitoramento e desinvestimento, em conjunto com os gestores regionais. Histórico O Criatec I, fundo com perfil pioneiro concebido pelo BNDES, apresenta resultados positivos, seis anos após seu lançamento. Cinco das companhias do Criatec I estão entre as Micro, Pequenas e Médias que mais crescem no país. Além disso, várias das 36 empresas do fundo, distribuídas em sete regiões, lançaram mais de 700 produtos inovadores e de tecnologia de ponta no mercado e registraram cerca de 20 pedidos de patentes. Infomações pelo site http://www.bndes.gov.br. *(Com informações do BNDES) Fonte: Agência CT&I* http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=114426&nome=BNDES %20amplia%20recursos%20para%20empresas%20inovadoras


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Pesquisadores do Instituto Butantan encontram substâncias em lagartas capazes de neutralizar o vírus H1N1 02/12/2013 Segunda-Feira, Dia 02 de Dezembro de 2013 as 11 São Paulo – Pesquisadores do Instituto Butantan, na capital paulista, identificaram substâncias promissoras em lagartas que podem ser usadas no combate a vírus, bactérias e fungos. Um dos estudos, coordenado pelo virologista Ronaldo Zucatelli Mendonça, descobriu uma alta potência antiviral em lagartas da família Megalopygidae. Apesar de a pesquisa ainda estar em curso, já se comprovou que a substância encontrada conseguiu neutralizar o vírus Influenza H1N1, além de tornar 2 mil vezes menor a replicação do picornavírus (parente do vírus da poliomielite) e 750 vezes menor a do vírus do sarampo. Zucatelli destaca que esses resultados surpreenderam os pesquisadores. “Com essa potência sim [foi uma surpresa]”, declarou. Ele explica que já se imaginava que esses organismos, mesmo com sistema imunológico pouco desenvolvido, poderiam ser utilizadas no controle de infecções humanas ou animais. “Os insetos são um dos seres mais primitivos existentes. Para sobreviverem tanto tempo em ambientes tão hostis, tiveram que desenvolver substâncias para se defender de agressões externas”, informou. Os estudiosos estão interessados em conhecer os elementos que compõe a hemolinfa, fluido que exerce, nos insetos, a função similar à do sangue em humanos. Nas lagartas, eles têm a capacidade de combater vírus, bactérias e fungos. De acordo com os pesquisadores, desvendar essas substâncias e o mecanismo de ação deles é um passo importante para o desenvolvimento de novos medicamentos. “Existem poucos trabalhos na literatura que buscam estas substâncias em insetos. Os


principais estudos estão relacionados ao própolis de abelhas”, acrescentou o virologista. A pesquisa com a família Megalopygidae dá sequência a um estudo anterior com a lagarta Lonomia obliqua, da família Saturniidae. A proteína encontrada nesse caso tornou a replicação do vírus da herpes 1 milhão de vezes menor e a do vírus da rubéola, dez mil vezes menor. Os dois trabalhos têm como foco substâncias que apresentem ações antivirais e apoptóticas, que é um processo importante para controle do câncer. Neste momento, a equipe estuda a viabilidade de produção dessas substâncias, encontradas na Lonomia, em maior escala, além de verificar a estabilidade do produto, a determinação das doses efetivas e a atividade em seres vivos. As substâncias da família Megalopygidae, por outro lado, ainda estão sendo caracterizadas. As lagartas estudadas liberam veneno capaz de levar à morte. A escolha delas para a pesquisa se deveu ao acúmulo de centenas de carcaças no instituto após a retirada do veneno para a produção de soros contra queimaduras. Zucatelli aposta que esses trabalhos abrem uma porta importante de novas pesquisas, tendo em vista que o Brasil tem uma megabiodiversidade em insetos. A família Megalopygidae, por exemplo, engloba mais de 200 espécies, entre elas a Megalopyge lanata e a Megalopyge albicollis. Fonte: Agência Brasil http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=114384&nome=Pesquisadores %20do%20Instituto%20Butantan%20encontram%20subst%E2ncias%20em%20lagartas %20capazes%20de%20neutralizar%20o%20v%EDrus%20H1N1


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Abertas inscrições para mestrado no exterior pelo Ciência sem Fronteiras Brasília – O Programa Ciência sem Fronteiras começa a oferecer, a partir de hoje (2), bolsas de estudo no exterior para mestrado profissional, conforme informou a presidenta Dilma Rousseff. Anunciado em outubro pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, esse tipo de curso – diferentemente do mestrado acadêmico – prevê formação mais específica, voltada para o mercado de trabalho. O curso tem duração aproximada de dois anos. "Ele é perfeito para quem já concluiu o curso superior e precisa desenvolver ou aperfeiçoar seu conhecimento para aplicá-lo na sua vida profissional, na empresa ou na indústria onde trabalha. Nós precisamos desse tipo de profissional para que a ciência desenvolvida nas universidades e nos centros de pesquisa seja transformada e rapidamente aplicada, melhorando os nossos produtos e serviços, gerando mais tecnologia, mais riqueza para o nosso país", disse Dilma, ao participar nesta segunda-feira do programa semanal Café com a Presidenta, produzido pela EBC Serviços, em parceria com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República. Ela explicou que as bolsas oferecidas inicialmente serão para importantes universidades dos Estados Unidos, como Harvard, Columbia, Stanford e Yale, e para as mesmas áreas prioritárias do Ciência sem Fronteiras, como engenharia, matemática, química, física, ciências médicas e da computação. Informações sobre o programa, incluindo as inscrições, podem ser obtidas no site www.cienciasemfronteiras.gov.br. Durante o programa, Dilma Rousseff lembrou que os estudantes interessados em concorrer a uma vaga para graduação sanduíche – em que parte do curso é feita no exterior – têm até a próxima sexta-feira (6) para se inscrever. Há parcerias com universidades de 20 países: Estados Unidos, Alemanha, França, Japão, China, Coreia do Sul, Canadá, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia,


Áustria, Noruega, Suécia, Finlândia, Holanda, Bélgica, Itália, Espanha, Hungria e Irlanda. A data foi prorrogada no fim do mês passado. Para participar do Ciência sem Fronteiras, o estudante precisa ter feito, pelo menos, 600 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e ter um bom desempenho na universidade brasileira onde estuda, que pode ser pública ou privada. O governo federal paga todos os custos da viagem, a mensalidade da universidade lá fora, o alojamento, a alimentação e também um curso para quem precisa melhorar o domínio do idioma do país onde está. Ao todo, o programa concedeu 60 mil bolsas em dois anos, sendo 48 mil para estudantes de graduação. Ainda segundo a presidenta, 14,6 mil estudantes já terminaram os estudos no exterior e voltaram para o Brasil para continuar o curso superior. Ela lembrou que a meta é oferecer 101 mil bolsas do Ciência sem Fronteiras até o final do ano que vem, sendo 75 mil pelo governo federal e 26 mil por empresas. "Os jovens do Ciência sem Fronteiras estão voltando com novas ideias, buscando melhorar o processo de ensino da sua própria universidade. Eles têm acesso às últimas novidades em suas áreas de conhecimento e se preparam para o mercado de trabalho cada vez mais competitivo. O Ciência sem Fronteiras é o começo de uma grande transformação nas nossas universidades, nas nossas empresas, na produção científica e tecnológica de nosso país", acrescentou. http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2013/12/02/abertas-inscricoes-para-mestradono-exterior-pelo-ciencia-sem-fronteiras/


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Ciência brasileira tem de ser mais ousada, diz editora-chefe da Science 03/12/2013 Agência FAPESP – A ciência brasileira precisa ser mais corajosa e mais ousada se quiser crescer em relevância no cenário internacional. A afirmação foi feita por Marcia McNutt, editora-chefe da revista Science, em entrevista ao O Estado de S.Paulo. Segundo McNutt, é preciso arriscar para fazer grandes descobertas. Correr riscos e aceitar a possibilidade de fracasso devem ser encarados como parte natural do processo científico. “Quando as pessoas são penalizadas pelo fracasso, ou são ensinadas que fracassar não é um resultado aceitável, elas deixam de arriscar”, disse McNutt. E quem não arrisca produz apenas ciência incremental, de baixo impacto. Leia a seguir a entrevista: ‘A ciência brasileira tem de ser mais ousada’ Responsável por uma das maiores revistas científicas do mundo diz que é preciso arriscar para fazer grandes descobertas 29 de novembro de 2013 Herton Escobar, enviado especial/Rio - O Estado de S.Paulo


A ciência brasileira precisa ser mais corajosa e mais ousada se quiser crescer em relevância no cenário internacional, segundo Marcia McNutt, editora-chefe da Science, uma das maiores revistas científicas do mundo. Para criar essa coragem, diz ela, é preciso aprender a correr riscos e aceitar a possibilidade de fracasso como parte natural do processo científico. “Quando as pessoas são penalizadas pelo fracasso, ou são ensinadas que fracassar não é um resultado aceitável, elas deixam de arriscar”, argumenta Marcia. E quem não arrisca, diz ela, não produz grandes descobertas – produz apenas ciência incremental, de baixo impacto, que é o perfil geral da ciência brasileira atualmente. Marcia conversou com o Estado no Fórum Mundial de Ciência, que terminou anteontem no Rio. O que os cientistas brasileiros precisam fazer para publicar mais trabalhos em revistas de alto impacto, como a Science? A mesma coisa que todo mundo faz. A Science só publica uma fração muita pequena, em torno de 5%, dos trabalhos que são submetidos à revista; então, é um desafio para qualquer cientista. O que eu costumo dizer é que nem todo trabalho científico é adequado para publicação na Science. O trabalho tem de ser original e revolucionário (groundbreaking) dentro de sua própria área, mas também tem de ser interessante para outras áreas do conhecimento. Uma autocrítica que é feita pelos pesquisadores brasileiros é que nossa cultura científica e nosso sistema acadêmico estimulam as pessoas a produzir trabalhos mais simples e “seguros”, no sentido de garantir um resultado para publicação ao final de cada projeto ou de cada bolsa. Esse tipo de estratégia não produz grandes resultados científicos. É uma estratégia segura, incremental, que vai avançar a ciência do país pouco a pouco, mas não vai influenciar radicalmente o panorama da ciência global, porque é muito conservadora, não é ousada. É possível ser ousado com pouco dinheiro? Não dá para colocar um preço em ousadia. É mais um estado de espírito, uma forma de questionar, elaborar perguntas e conduzir experimentos. Você pode gastar muito dinheiro num trabalho puramente incremental ou pode gastar pouco para conseguir fazer um experimento revolucionário. Como é que se cultiva essa ousadia científica? Ser ousado implica assumir riscos, e assumir riscos implica aceitar a possibilidade de fracasso. É importante que a sociedade reconheça o valor de pessoas que já falharam uma vez, falharam de novo, e talvez de novo, até conseguirem chegar ao sucesso. Então, as instituições e agências de fomento têm de aceitar o fracasso como um componente intrínseco do processo científico? Sim, é assim que a ciência avança. Você apresenta suas ideias e os outros tentam derrubá-las. É só porque somos capazes de descartar hipóteses que sabemos que algo está errado e que outra coisa deve estar certa. O fracasso, portanto, é um componente importante do avanço da ciência, porque mostrar que algo está errado faz parte do processo científico de determinar o que está certo. E como trabalhar isso dentro da academia? É importante que os mentores (orientadores) ajudem os jovens pesquisadores a avaliar quando vale a pena arriscar, e que tipo de risco vale a pena correr. Você não quer que alguém invista cinco anos numa pesquisa de doutorado e não tenha uma publicação no final para defender sua tese. O que você quer é que eles comecem a assumir pequenos riscos ao longo da pós-graduação, de modo que eles aprendam com essa experiência e se sintam confiantes para assumir riscos maiores no futuro. http://agencia.fapesp.br/18309


Veículo: Jornal – Diário do Amazonas Editoria: Sociedade Assunto: Sensores que agem na pele monitoram sinais vitais Cita a FAPEAM:

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Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Assunto: Congresso Abipti 2014 recebe trabalhos até 10 de janeiro Cita a FAPEAM:

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Congresso Abipti 2014 recebe trabalhos até 10 de janeiro Postado em 03/12/2013 Estão abertas as inscrições para a oitava edição de um dos principais eventos da Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (Abipti). O Congresso Abipti 2014 será em Brasília (DF), entre os dias 06 e 08 de maio, com o tema “Ambiente Inovador no Brasil: Desafios para o Desenvolvimento Socioeconômico”. As inscrições podem ser feitas no link. TRABALHOS Pesquisadores, gestores, técnicos e dirigentes atuantes nos setores público ou privado têm até 10 de janeiro para enviar propostas de trabalhos que serão apresentados no evento. As propostas podem ser apresentadas nos formatos de trabalhos acadêmicos (monografias, dissertações e teses), além de modelos de relatos de experiências ou projetos executados. Trabalhos cujo conteúdo trate de experiências exitosas na implementação de projetos fruto da interação entre academia, institutos de pesquisa tecnológica e empresa, tendo a inovação como foco, terão atenção especial da comissão julgadora. Os trabalhos deverão se enquadrar em um dos quatro subtemas propostos no Congresso Abipti 2014: contribuição das instituições científicas e tecnológicas (ICTs) para a competitividade das empresas; a proteção do conhecimento no âmbito das ICTs; o uso das tecnologias sociais para o desenvolvimento regional e sustentável; e inovação em saúde para o bem-estar social. O conteúdo dos trabalhos inscritos deve relatar e expor os esforços e resultados alcançados nos últimos cinco anos.


VALOR DAS INSCRIÇÕES Até 31 de março de 2014, a taxa de inscrição para participar do evento custa R$ 350 para estudantes e associados à Abipti e R$ 700 para não associados. A partir de 1° de abril, o investimento será de R$ 440 e R$ 880, respectivamente. Outras informações no site do Congresso. Fonte: Agência CT&I http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/12/congresso-abipti-2014-recebe-trabalhos-ate-10-dejaneiro/


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