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Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Pag: Assunto: Fapeam divulga selecionados da 8ª chamada do RH-Doutorado Cita a FAPEAM: ✘

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Fapeam divulga selecionados da 8ª chamada do RHDoutorado Postado em 31/10/2013 O Programa RH-Doutorado é uma ação em fluxo contínuo, ou seja, as bolsas são disponibilizadas enquanto há recursos financeiros. Foto: Reprodução O Programa RH-Doutorado é uma ação em fluxo contínuo, ou seja, as bolsas são disponibilizadas enquanto há recursos financeiros. Foto: Reprodução Com o objetivo de apoiar a formação de recursos humanos de alto nível para o Amazonas, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) divulgou, nesta quarta-feira (30), a relação dos seis candidatos aprovados na 8ª chamada do Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos Pós-graduados do Estado do Amazonas (RH-Doutorado – Fluxo Contínuo), referente ao Edital 004/2013. O Governo do Estado irá investir cerca de R$ 670.512 mil na iniciativa. O Programa RH-Doutorado é uma ação em fluxo contínuo, ou seja, as bolsas são disponibilizadas enquanto há recursos financeiros. Para esse edital específico, houve uma suplementação financeira no valor de R$ 2.500.000,00, voltada para as próximas três chamadas. Ao longo do ano, estão previstas 11 chamadas. Entre os aprovados estão pesquisadores das Universidades Federal (Ufam) e Estadual (UEA) do


Amazonas, dos Institutos Leônidas e Maria Deane (Fiocruz/ILMD) e de Tecnologia da Amazônia (Itegam). Foi o caso de Edinilza Ribeiro dos Santos (UEA), que irá realizar o projeto “Prevalência de Depressão nas Áreas de Abrangência da Estratégia Saúde da Família em dois Municípios do Amazonas” na Universidade de São Paulo (USP), na área de medicina preventiva. Da Ufam, a pesquisadora Selma Maria Silva do Nascimento irá desenvolver o projeto, na área de Educação, sobre “A Formação Continuada de Professores na Modalidade a Distância: Arquitetura e Design Instrucional Requeridos pelo Uso das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação frente aos Desafios do Contexto Amazônico”. Ela dará andamento ao trabalho na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Para fortalecer ainda mais o campo da Medicina Tropical no Amazonas, a pesquisadora Kátia Maria da Silva Lima (Fiocruz/AM) viajará para a Fiocruz/RJ, onde realizará o projeto “Investigação da Infecção Subclínica por Neisseria Miningitidis e Streptococcus Pneumonia em Populações Indígenas do Amazonas”. Na área de Engenharia Elétrica, os pesquisadores Eliton Smith dos Santos (Itegam) e Renam Castro Silva desenvolverão os projetos “Análise Integral das Medições Fasoriais Aplicando Algoritmo Genético Visando à Tomada de Decisões’ e ‘Compressão de Imagens e Vídeos Usando Predição e Aproximações Polinomiais”, respectivamente. Santos irá para a Universidade Federal do Pará (UFPA) e Silva para a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ/COPPE). Na área de Clínica Odontológica, a pesquisadora Andrezza Lauria de Moura irá para a Universidade de Campinas (Unicamp) para realizar o projeto “Estudo Comparativo da Resistência de Placas de Titânio Para Avanço Maxilar Pré-Dobradas e Dobradas Manualmente Para Cirurgia Ortognática”. SOBRE O PROGRAMA Concede bolsas de doutorado a profissionais interessados em realizar curso de pós-graduação stricto sensu, em Programa de Pós-Graduação recomendado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) em outros Estados da Federação ou no Estado do Amazonas, desde que o Programa de Pós-Graduação não tenha sido atendido pelo Programa de Apoio à PósGraduação Stricto Sensu – Posgrad. Fonte: Agência Fapeam, por Luís Mansuêto http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/10/fapeam-divulga-selecionados-da-8a-chamada-do-rhdoutorado/


Veículo: Site – Rede Tiradentes Editoria: Pag: Assunto: Inscrições para Programa de Apoio à Participação em Eventos Científicos e Tecnológicos da FAPEAM começam nesta quinta (31) Cita a FAPEAM: ✘

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Inscrições para Programa de Apoio à Participação em Eventos Científicos e Tecnológicos da FAPEAM começam nesta quinta (31) 31/10/2013 - 09h59 É a 12ª e última chamada para o Programa de Apoio à Participação em Eventos Científicos e Tecnológicos (Pape), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), em 2013. Os interessados podem se inscrever a partir desta sexta-feira (1º/11), até 29 de novembro. O objetivo é apoiar a participação de pesquisadores, professores e estudantes amazonenses em eventos científicos e tecnológicos realizados no Brasil e no exterior, para a apresentação de trabalho não publicado, resultante de pesquisa desenvolvida no Amazonas. De acordo com a presidente da FAPEAM, Maria Olívia Simão, todas as informações sobre inscrições estão disponíveis no endereço eletrônico: www.fapeam.am.gov.br. O Pape oferece auxílio na forma de passagens aéreas, terrestres e fluviais, em território nacional e internacional. As passagens são concedidas por meio de empresa definida pela Fundação. A lista com os nomes dos contemplados está prevista para ser divulgada a partir do dia 15 de janeiro de 2014. http://www.redetiradentes.com.br/inscricoes-programa-apoio-participacao-eventos-cientificostecnologicos-fapeam-comecam-nesta-quinta-31/


Veículo: Site – Fucapi Editoria: Pag: Assunto: “Sustentabilidade das Cidades Digitais” é discutida em Brasília Cita a FAPEAM: ✘

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“Sustentabilidade das Cidades Digitais” é discutida em Brasília cidadedigital31/10/13 – “Sustentabilidade das Cidades Digitais” foi o tema do painel promovido pela Secretaria de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações no evento que aconteceu nesta quarta-feira, 30/10, em Brasília. O painel teve como objetivo principal aprofundar as discussões sobre a manutenção das Cidades Digitais, projeto que está sendo implantado pelo Governo Federal. Para o debate sobre “Gestão e Compartilhamento de Infraestrutura” foram convidados o titular da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI-AM), Odenildo Sena, o diretorpresidente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Marcos Mazoni, o presidente da Associação Brasileira de Internet( Abranet), Eduardo Neger, e o diretor-geral da Rede Nacional de Pesquisa (RNP), Nelson Simões. CIDADES DIGITAIS O programa Cidades Digitais tem o objetivo de modernizar a gestão e o acesso aos serviços públicos nos municípios brasileiros. Em 2013, o Cidades Digitais foi incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal, o que assegurou um reforço de R$ 100 milhões no orçamento de 2013, segundo dados do Ministério das Comunicações. Nesta segunda etapa, foram inscritas cidades de até 50 mil habitantes, distantes até 50 km do backbone (rede principal) da Telebrás ou que assumiram compromisso firmado com operadoras privadas para conexão à internet. A rede das Cidades Digitais é composta por um anel de fibra óptica que interliga os órgãos públicos locais. Empresas integradoras são responsáveis pelo


fornecimento de equipamentos, serviços de instalação, suporte técnico e capacitação da administração municipal. AMAZONAS Seis municípios no Amazonas foram selecionados pelo Ministério das Comunicações, conforme a portaria Nº 302, de 11 de outubro de 2013, para receber investimentos para a implantação de Cidades Digitais. As cidades a serem beneficiadas são Autazes, Benjamin Constant, Maraã, Codajás, Iranduba e Careiro. O Governo do Amazonas, por meio da SECTI, já vem trabalhando na implantação das cidades digitais, e no mês de agosto promoveu a assinatura de um Acordo de Cooperação Técnica que viabiliza com recursos do Estado, projeto orçado em pouco mais de R$ 9 milhões. Essa parceria foi estabelecida entre a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico (Seplan), Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam), Processamento de Dados do Amazonas S/A (Prodam), prefeituras e SECTI. Fonte: Ciência em Pauta, por Danyelle Soares http://www.fucapi.br/blog/2013/10/sustentabilidade-das-cidades-digitais-e-discutida-em-brasilia/


Veículo: Site – Anastácio News Editoria: Pag: Assunto: Professora da UFPR/ITTI participa de Conferência Latino-americana de Ciências Cita a FAPEAM: ✘

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Professora da UFPR/ITTI participa de Conferência Latinoamericana de Ciências Regional | 01/11/2013 Durante o evento, Cristiane Gioppo apresentou as atividades que realiza com os professores da Aldeia Lagoinha, em Aquidauana Entre os dias 22 e 25 de outubro foi realizada em Manaus (AM) a primeira edição da Conferência Lasera 2013 – Conferência da Associação Latino-Americana de Investigação em Educação em Ciências. A professora e pós-doutora em Educação, Cristiane Gioppo, participou do evento representando o ITTI (Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura), da UFPR (Universidade Federal do Paraná), e teve a oportunidade de apresentar as atividades que desenvolve no Programa de Educação Ambiental da BR-262, no trecho Anastácio/Corumbá, e na formação continuada de professores indígenas da Aldeia Lagoinha, em Aquidauana. Na mesa redonda “Formação de professores em ciências”, a professora Cristiane apresentou o projeto de alfabetização desenvolvido pelo ITTI com professores da Aldeia Lagoinha das séries iniciais nas línguas Terena e Portuguesa. Nesse trabalho, está sendo elaborado o livro “Lições ambientais dos Terena”, com a colaboração dos professores Terena, para que os próprios indígenas produzam seu acervo para a educação das crianças. Com o tema “Aprendizagem Ativa na Educação de Ciências”, o evento debateu a formação de professores em Ciências e contou com várias atividades, entre elas, palestras, discussões e apresentações de trabalhos acadêmicos. Cerca de 300 pessoas de vários países, como Chile, Venezuela, México, França, Espanha e Portugal, participaram da conferência, que teve como objetivo construir uma rede de professores e pesquisadores latino-americanos em Educação em Ciências de todos os níveis educativos para trabalhar em projetos acadêmicos internacionais para


melhoria da Educação em Ciências e para Revista Latino-Americana de Educação em Ciências. O evento foi organizado pela UEA (Universidade do Estado do Amazonas) em parceria com a Universidade Nilton Lins; o IPN (Instituto Politécnico Nacional) e o IEC (Instituto de Educação em Ciências), ambos do México; a Universidade Pedagógica da Colômbia; a Lapen (Rede LatinoAmericana de Educação em Física); a Fapeam (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas); e a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior). BR-262 – Faço Parte deste Caminho O Projeto de Gestão Ambiental das Obras de duplicação na rodovia BR-262/MS, entre Anastácio e Corumbá, é realizado pela Universidade Federal do Paraná por meio do Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura através de cooperação com o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes). As atividades têm o objetivo de cumprir as condicionantes para a emissão e/ou manutenção das licenças requeridas por órgãos ambientais. Fonte: redação http://www.anastacionews.com.br/noticias-detalhes/professora-da-ufpr-itti-participa-de-conferencialatino-americana-de-ciencias/1005/


Veículo: Site – D24Am Editoria: Pag: Assunto: Projeto de horta escolar incentiva educação ambiental em Rio Preto da Eva Cita a FAPEAM: ✘

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Projeto de horta escolar incentiva educação ambiental em Rio Preto da Eva 31 Out 2013 . 11:50 h . Com informações de assessoria . portal@d24am.com O município de Rio Preto da Eva possui hoje três projetos na única escola estadual do município, financiados pela Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). São 15 bolsistas e mais de 40 voluntários que juntos aprendem mais sobre como construir uma horta e a importância de comer alimentos saudáveis. Manaus - Colocar a mão na terra, manusear sementes e mudas de hortaliças. Aprender sobre o processo de germinação, a importância de minhocas e composição de adubo, e claro desenvolver valores relacionados às questões ambientais se tornaram rotina na vida dos jovens participantes do Programa Ciência na Escola (PCE), no município de Rio Preto da Eva (município a 80 km de Manaus). Idealizado pela mestre em Agricultura no Trópico Úmido, do programa de pós-graduação do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), Bianca Galúcio, em parceria com a coordenadora Francisca Pereira, o tema ‘Escola Verde: educação com os pés na terra’ tem como objetivo despertar os alunos para a vocação científica com temas de interesse próprio como a merenda escolar, uma vez que os produtos cultivados sem agrotóxicos enriquecem a alimentação na escola. “O objetivo é o despertar científico, proporcionar a visão sobre o que é ciência e pesquisa, mostrar que essa ciência está perto deles, no dia-a-dia”, ressaltou Galúcio.


Conhecido por ser a 'terra da laranja' e de cafés regionais, o município vem se destacando também na educação. O tema ‘Escola Verde: educação com os pés na terra’ foi o primeiro abordado pelos alunos de ensino fundamental e médio da cidade, isso quase dez anos atrás. De lá pra cá, muitos alunos já passaram por essa escola, entre eles os pais, amigos e demais familiares dos estudantes que aprovaram e apoiaram a iniciativa. Mais de 500 alunos e voluntários passaram pelo projeto, de acordo com a coordenadora Francisca Pereira. Apesar de o município possuir três temas aprovados, o diferencial está na união entre jovens e coordenadores que tem como assunto central a horta orgânica da Escola Rio Preto da Eva. São 15 bolsistas e mais de 40 voluntários que juntos pesquisam, investem e aprendem mais sobre como construir uma horta e a importância de comer alimentos saudáveis tanto na escola quanto em casa. Os jovens conseguiram transpor os muros da escola e virar referência em qualidade de vida e alimentação saudável. Realizaram oficinas e palestras sobre reaproveitamento de alimentos e técnicas de elaboração de receitas saudáveis para merenda escolar. Participando pela segunda vez do Escola Verde, o estudante Luan Viana começou como voluntário e conta a importância do projeto para a educação escolar e sua experiência na participação. “No início eu não sabia nem regar, tenho planta em casa, mas elas sempre morriam e eu não sabia o motivo. Participei dos cursos e hoje eu sei para que servem os fertilizantes, o melhor jeito de plantar. Ajudar os outros e passar o conhecimento que eu aprendi com o Escola Verde está sendo muito bom, eu consigo transmitir o que eu aprendo”, descreve Viana. O professor de biologia Mateus Gonçalves aprovou pela primeira vez o projeto Minhocultura e Compostagem, trabalhando com os demais coordenadores a Horta Orgânica da Escola Estadual Rio Preto da Eva. Apesar de ser o primeiro ano coordenando projetos, o professor da rede pública teve o primeiro contato com o PCE anos atrás. “Tive a satisfação de ter um filho bolsista do PCE ainda na primeira edição do Escola Verde aqui no município, hoje ele é estudante de gastronomia”. http://www.d24am.com/amazonia/meio-ambiente/projeto-de-horta-escolar-incentiva-educacaoambiental-em-rio-preto-da-eva/99026


Veículo: Site – G1.Globo Editoria: Pag: Assunto: Vírus 'primo' do HIV é suprimido em estudos com macacos nos EUA Cita a FAPEAM:

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Vírus 'primo' do HIV é suprimido em estudos com macacos nos EUA Pesquisadores injetaram anticorpos no sangue de animais. Níveis de SIV nos primatas foram reduzidos significativamente. Injetar partes de anticorpos em um indivíduo com o vírus da Aids poderia ser uma forma de ajudar combater o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) no futuro, apontam dois novos estudos publicados na revista "Nature" de quarta-feira (30). Cientistas fizeram esse teste em macacos rhesus, que tiveram seus níveis do Vírus da Imunodeficiência Símia (SIV) – "primo" do HIV – reduzidos significativamente. A tática também poderia contribuir para destruir o vírus da Aids em seus "esconderijos" dentro do corpo, algo que os medicamentos atuais ainda não conseguem fazer. Os anticorpos são proteínas no sangue que se agarram a micro-organismos específicos e os marcam para que sejam eliminados. Pessoas infectadas com o HIV produzem naturalmente anticorpos para combater o vírus, mas eles geralmente são ineficazes. Nessas pesquisas, porém, foram usadas versões de anticorpos raros, com grande potencial de destruição. Um dos trabalhos – liderado por Dan Barouch, da Faculdade de Medicina da Universidade Harvard e do Centro Médico Beth Israel, em Boston – mostrou um profundo efeito a partir de uma única injeção de anticorpos. Ao todo, 18 macacos foram infectados com o SIV e, após uma semana de tratamento, 13 deles tiveram os níveis do vírus no sangue praticamente indetectáveis pelos testes padrões. HIV cresce em células imunes humanas, que o vírus infecta e usa para se replicar (Foto:


NIAID/AP)HIV cresce em células imunes humanas, que o vírus infecta e usa para se replicar (Foto: NIAID/AP) Após os anticorpos terem se esgotado, porém, o vírus voltou. Isso ocorreu em um a três meses depois do tratamento. Apesar disso, em três animais que tinham os níveis mais baixos de SIV antes da terapia, o vírus não reincidiu durante um período de observação de até oito meses. Segundo Barouch, os macacos não foram "curados", mas o tratamento aparentemente melhorou o sistema imunológico dos bichos o suficiente para manter o vírus sob controle. Dois outros macacos que tinham os maiores níveis de SIV ao começarem a receber cuidados tiveram a quantidade de vírus reduzida, mas não a ponto de se tornar indetectável. De acordo com a pesquisa, os níveis de SIV caíram mais rápido nos macacos do que faria o HIV em humanos. Além disso, quando o vírus voltou, ele geralmente não retornou ao patamar prétratamento. Barouch também encontrou taxas mais baixas de SIV em células e tecidos após a terapia. O outro estudo, coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde dos EUA, mostrou resultados animadores em um pequeno grupo de macacos. Para o pesquisador Steven Deeks – da Universidade da Califórnia, em San Francisco –, que comentou os trabalhos na "Nature", os resultados dos dois estudos são "provocativos" em relação às perspectivas para atacar os esconderijos do HIV. "Esses estudos levantaram mais perguntas do que responderam. Mas é assim que a ciência avança", disse. http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/10/virus-primo-do-hiv-e-suprimido-em-estudos-commacacos-nos-eua.html


Veículo: Site – Inpa Editoria: Pag: Assunto: Escola Verde se destaca e vira referência em Rio Preto da Eva Cita a FAPEAM: ✘

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Escola Verde se destaca e vira referência em Rio Preto da Eva 2013-10-31 - 12:12:05 O município de Rio Preto da Eva possui hoje três projetos na única escola estadual do município, financiados pela Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). A ação conta com pesquisadores do Inpa Por Jamyly Macêdo Colocar a mão na terra, manusear sementes e mudas de hortaliças. Aprender sobre o processo de germinação, a importância de minhocas e composição de adubo, e claro desenvolver valores relacionados às questões ambientais se tornaram rotina na vida dos jovens participantes do Programa Ciência na Escola (PCE), no município de Rio Preto da Eva, município distante 80 km da de Manaus (AM). Idealizado pela mestre em Agricultura no Trópico Úmido do programa de pós-graduação do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) Bianca Galúcio, em parceria com a coordenadora Francisca Pereira, o tema‘Escola Verde: educação com os pés na terra’ tem como objetivo despertar os alunos para a vocação científica com temas de interesse próprio como a merenda escolar, uma vez que os produtos cultivados sem agrotóxicos enriquecem a alimentação na escola. “O objetivo é o despertar científico, proporcionar a visão sobre o que é ciência e pesquisa, mostrar que essa ciência está perto deles, no dia-a-dia”, ressaltou Galúcio. Famoso por ser a terra da laranja e detentor de famosos cafés regionais, o município vem se destacando também na educação. O tema ‘Escola Verde: educação com os pés na terra’ foi o primeiro abordado pelos alunos de ensino fundamental e médio da cidade, isso quase dez anos atrás. De lá pra cá muitos alunos já passaram por essa escola, entre eles os pais, amigos e demais familiares dos estudantes que aprovaram e apoiaram a iniciativa. Quando questionada sobre o


número de alunos e voluntários que já passaram pelo projeto, a coordenadora Francisca Pereira responde enfática“mais de 500”. Apesar de o município possuir três temas aprovados, o diferencial está na união entre jovens e coordenadores que tem como assunto central a horta orgânica da Escola Rio Preto da Eva. São 15 bolsistas e mais de 40 voluntários que juntos pesquisam, investem e aprendem mais sobre como construir uma horta e a importância de comer alimentos saudáveis tanto na escola quanto em casa. Os jovens conseguiram transpor os muros da escola e virar referência em qualidade de vida e alimentação saudável. Realizaram oficinas e palestras sobre reaproveitamento de alimentos e técnicas de elaboração de receitas saudáveis para merenda escolar. Mas não foram apenas os jovens que viraram referência, a ideia que tem como líder a professora Francisca, passou a ser cobiçada também nas escolas municipais e hoje está presente nas 10 escolas da prefeitura. Participando pela segunda vez do Escola Verde, o estudante Luan Viana começou como voluntário e conta a importância do projeto para a educação escolare sua experiência na participação. “No início eu não sabia nem regar, tenho planta em casa, mas elas sempre morriam e eu não sabia o motivo. Participei dos cursos e hoje eu sei para que servem os fertilizantes, o melhor jeito de plantar. Ajudar os outros e passar o conhecimento que eu aprendi com o Escola Verde está sendo muito bom, eu consigo transmitir o que eu aprendo”, descreve Viana. O professor de biologia Mateus Gonçalves aprovou pela primeira vez o projeto Minhocultura e Compostagem, trabalhando com os demais coordenadores a Horta Orgânica da Escola Estadual Rio Preto da Eva. Apesar de ser o primeiro ano coordenando projetos, o professor da rede pública já teve o seu primeiro contato com o PCE anos atrás.“Tive a satisfação de ter um filho bolsista do PCE ainda na primeira edição do Escola Verde aqui no município, hoje ele é estudante de gastronomia”. Foto da chamada: Jamily Macedo http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=3028


Veículo: Site – Inpa Editoria: Pag: Assunto: Projetos do Inpa são certificados pela Fundação Banco do Brasil como Tecnologias Sociais Cita a FAPEAM:

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Projetos do Inpa são certificados pela Fundação Banco do Brasil como Tecnologias Sociais 2013-10-31 - 11:10:40 Cravo-da-índia no combate à dengue e a farinha de buriti para a indústria de cosmético são dois dos sete projetos do Amazonas reconhecidos pela Fundação Por Cimone Barros Dois projetos desenvolvidos no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) receberam nesta quarta-feira (30) o certificado de Tecnologias Sociais da Fundação Banco do Brasil, na sede da superintendência do banco em Manaus (AM). O “Óleo de buriti para a indústria de cosmético a partir da produção da farinha” e “Solução de cravo-da-índia para o controle do mosquito da dengue” agora integram a base de dados do banco de tecnologias sociais da Fundação, possibilitando uma disseminação muito mais ampla. Os dois projetos se inscreveram no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2013, ferramenta que identifica, certifica, premia e difunde tecnologias sociais já aplicadas. A Fundação entende tecnologias sociais como “produtos, técnicas ou metodologias reaplicáveis, desenvolvidas na interação com a comunidade e que representem efetivas soluções de transformação social”. “Uma novidade deste ano é que essas tecnologias sociais certificadas serão disponibilizadas em outros três idiomas (inglês, francês e espanhol), indo além da fronteira Brasil”, revelou o gerente de Mercado e Agronegócios do Banco do Brasil no Amazonas,Paulo Afonso Pena. Segundo a coordenadora de Tecnologia Social do Inpa, Denise Gutierrez, essa certificação tem um


grande significado social porque há um reconhecimento público de que os projetos se constituem em verdadeiras tecnologias sociais. “A certificação se constitui ainda em incentivo para os grupos de pesquisa, que começam a ver que seus produtos e resultados não têm só resultados científicos, mas também um significado de apropriação social”, disse Gutierrez. Criado em 2001, o prêmio Banco do Brasil de Tecnologia Social ocorre a cada dois anos e está em sua 7ª edição. Em 2013, foram inscritas 1.011 tecnologias e 192 foram certificadas, sendo sete do Amazonas. “Para a grande final, 30 projetos foram escolhidos, nenhum do Amazonas. Farinha de buriti A partir de uma demanda induzida pela indústria de cosméticos que precisava de óleo de buriti, o Inpa desenvolveu em duas comunidades de Silves, interior do Amazonas, uma tecnologia de baixo custo e fácil acesso para atender o mercado: a farinha de buriti. O produto foi um complemento de renda para 50 famílias das comunidades São João Batista e Nossa Senhora Aparecida, que nem sequer utilizavam o buriti para o consumo alimentício, a forma mais comum de uso do fruto rico em vitamina A. Nas localidades, os animais eram os maiores beneficiários dos frutos de buriti. Para se chegar à farinha, o Inpa fez um plano de manejo, o que inclui o mapeamento das palmeiras, guia de boas práticas de coleta e manejo, estimativas de produção, calendário da safra (maio a julho), padrão dos frutos e secagem e os testes. “Tínhamos regras rígidas para preservar a espécie e manter os animais de caça, como a cada quatro cachos maduros, um tinha que ser mantido na palmeira”, contou a coordenadora do projeto, a engenheira florestal Claudia Blair. A tecnologia social é simples, segundo a coordenadora do projeto, que também contou com a participação dos pesquisadores Paulo Sampaio e João Matos. Depois da coleta, é feita a seleção de frutos, daí são colocados de molho até a escama soltar da polpa. Após, retira-se as escamas, raspa a massa dentro de uma vasilha, depois põe para secar ao sol de três a quatro dias e está pronta a farinha. Depois da farinha embalada em sacos plásticos, era só esperar o comprador na porta de casa que a embarcava para Belém (PA). Na fábrica, o processo seguinte é prensar o produto para a obtenção do óleo, utilizado em sabonetes, óleos corporais, hidratantes e até em película de óculos escuros, embora este último item não tenha sido o fim dado a matéria-prima extraída em Silves. O projeto funcionou de 2005 a 2007, e após esse período foi replicado pela indústria no interior do Piauí. Na safra, as famílias conseguiram atingir 15 toneladas de farinha de pupunha sem usar todo o potencial disponível. O quilo dessa farinha foi vendido a R$ 17, enquanto a farinha de mandioca era comercializada a R$ 1,30. “A gente se sente valorizado com esse trabalho, de levar qualidade de vida para as comunidades através da melhoria de renda”, disse Blair, que faz parte da Coordenação de Tecnologia e Inovação (COTI/ INPA). Cravinho-da-índia Uma solução caseira para controlar o mosquito da dengue feita a partir do cravinho-da-índia é o outro projeto do Inpa certificado como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil. Durante a


pesquisa de mestrado, a bióloga Eunice Moreira, descobriu que uma substância presente na especiaria, chamada eugenol, tem a capacidade de matar as larvas do Aedes Egypti em 24 horas. O uso do eugenol como um inseticida não é uma novidade na literatura científica, mas sim a sua eficiência contra o mosquito da dengue. Depois dos testes em laboratório, a pesquisa foi testada em campo, tanto nos campi I e II do Inpa quanto em casas de três bairros de Manaus (Petrópolis, Coroado e Ouro Verde), mostrando-se um poderoso larvicida biológico. “O Eugenol age durante sete dias, depois disso tem de aplicar novamente a solução. Agora, no Doutorado, vamos usar a nanotecnologia para melhorar a solução, visando o prolongamento do efeito do eugenol e a sua liberação de forma gradativa”, adiantou Eunice Moreira, que passou recentemente um mês de intercâmbio na Finlândia, de onde trouxe uma série de produtos para testes durante a pesquisa. A solução do cravo-da-índia pode ser usada nos reservatórios de água, como os pratinhos de vasos de plantas. Para prepará-la são necessários 60 botões de cravo-da-índia e uma xícara e meia de água. Depois é só bater todos os ingredientes no liquidificador, armazenar em frasco plástico e guardar na geladeira por até um ano. A dose para aparadores pequenos é de três colheres, para o médio é quatro colheres e o grande é de 5 colheres. É possível encontrar no folder todo o processo de preparo (veja aqui). “A divulgação e a participação da população com o uso do eugenol pode refletir o efeito ou não em massa dessa metodologia, embora uma única metodologia seja difícil de alcançar grandes índices de redução, mas o cravinho-da-índia é uma arma poderosa para o controle da dengue”, disse a pesquisadora do Inpa, Ilea Brandão Rodrigues, que foi orientadora do trabalho junto com o pesquisador do Inpa Wanderli Tadei. Foto da chamada: Eduardo Gomes http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=3027


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“Sustentabilidade das Cidades Digitais” é discutida em Brasília CIÊNCIAEMPAUTA, POR DANYELLE SOARES Postado em 31/10/2013 “Sustentabilidade das Cidades Digitais” é o tema do painel promovido pela Secretaria de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações. O painel tem como objetivo aprofundar as discussões sobre a manutenção das Cidades Digitais, projeto que está sendo implantado pelo Governo Federal. Para o debate sobre “Gestão e Compartilhamento de Infraestrutura” foram convidados o titular da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI-AM), Odenildo Sena, o diretorpresidente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Marcos Mazoni, o presidente da Associação Brasileira de Internet( Abranet), Eduardo Neger, e o diretor-geral da Rede Nacional de Pesquisa (RNP), Nelson Simões. O evento acontece nesta quarta-feira (30) em Brasília. CIDADES DIGITAIS O programa Cidades Digitais tem o objetivo de modernizar a gestão e o acesso aos serviços públicos nos municípios brasileiros. Em 2013, o Cidades Digitais foi incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal, o que assegurou um reforço de R$ 100 milhões no orçamento de 2013, segundo dados do Ministério das Comunicações. Nesta segunda etapa, foram inscritas cidades de até 50 mil habitantes, distantes até 50 km do backbone (rede principal) da Telebrás ou que assumiram compromisso firmado com operadoras


privadas para conexão à internet. A rede das Cidades Digitais é composta por um anel de fibra óptica que interliga os órgãos públicos locais. Empresas integradoras são responsáveis pelo fornecimento de equipamentos, serviços de instalação, suporte técnico e capacitação da administração municipal. AMAZONAS Seis municípios no Amazonas foram selecionados pelo Ministério das Comunicações, conforme a portaria Nº 302, de 11 de outubro de 2013, para receber investimentos para a implantação de Cidades Digitais. As cidades a serem beneficiadas são Autazes, Benjamin Constant, Maraã, Codajás, Iranduba e Careiro. O Governo do Amazonas, por meio da SECTI, já vem trabalhando na implantação das cidades digitais, e no mês de agosto promoveu a assinatura de um Acordo de Cooperação Técnica que viabiliza com recursos do Estado, projeto orçado em pouco mais de R$ 9 milhões. Essa parceria foi estabelecida entre a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico (Seplan), Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam), Processamento de Dados do Amazonas S/A (Prodam), prefeituras e SECTI. Ciência em Pauta, por Danyelle Soares http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/10/sustentabilidade-das-cidades-digitais-e-discutidaem-brasilia/


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Brasil e Finlândia discutem ampliações de parcerias Postado em 31/10/2013 O secretário nacional de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Setec/MCTI), Alvaro Prata, recebeu nesta quarta-feira (30), em Brasília, a ministra da Educação e Ciência da Finlândia, Krista Kiuru. O encontro tratou sobre as relações bilaterais de parceria em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), regidas pelo “Acordo de Cooperação Cultural, Educacional e Científica”, de junho de 1988. Prata apresentou à comissão finlandesa ações do Governo Federal com foco no desenvolvimento tecnológico e cientifico. Entre eles, o programa Ciência sem Fronteiras (CsF), no qual a Finlândia é parceira e já recebeu mais de 100 estudantes. “Nossos estudantes vão para a Finlândia no CsF e, além de passar um tempo na universidade, também realizam estágios nas empresas locais”, destacou o secretário. “Nós também precisamos trazer estudantes e pesquisadores finlandeses para o Brasil”. Na opinião de Krista, o programa é uma boa iniciativa porque favorece o intercâmbio de alunos. “Poderíamos aumentar o número de estudantes no nosso país e vice-versa”, disse, acrescentando que o Brasil é um “país prioritário” para a Finlândia. O programa Start-Up Brasil, que visa acelerar empresas nascentes de base tecnológica, também foi discutido. Segundo o titular da Setec, um dos objetivos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) é que empresas brasileiras possam se estabelecer na Finlândia, assim como as empresas finlandesas se estabeleçam no país. “Temos muito a ganhar com os finlandeses nessas parcerias, porque eles são muito inovadores e lidam muito bem com a questão do desenvolvimento tecnológico, além de harmonizar muito bem a relação entre as universidades e o meio industrial”, observou. Fonte: MCTI http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/10/brasil-e-finlandia-discutem-ampliacoes-deparcerias/


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Projeto inovador da Fiocruz recebe financiamento internacional Postado em 31/10/2013 Apresentação do Projeto ‘Plataforma automatizada para triagem de fármacos contra helmintos’. Foto: Reprodução Apresentação do Projeto ‘Plataforma automatizada para triagem de fármacos contra helmintos’. Foto: Reprodução Os estudos para triagem de novos fármacos contra helmintos são realizados predominantemente por meio da inspeção visual do parasito. Essa avaliação costuma demandar tempo e comporta o risco da subjetividade do observador – características como o padrão de movimentação e o formato do parasito precisam ser consideradas para que se tenha certeza sobre o funcionamento do fármaco em teste. Este tipo de análise, embora muito utilizada, é sujeita a erros. Com o objetivo de minimizar este desafio científico, o Laboratório de Bioquímica de Proteínas e Peptídeos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), chefiado pelo pesquisador Floriano Paes Silva Junior, elaborou o projeto “Plataforma automatizada para triagem de fármacos contra helmintos”, que acaba de ser contemplado com recursos da Bill and Melinda Gates Foundation. O projeto, que receberá recursos da ordem de US$ 100 mil, foi escolhido por apresentar grande potencial de inovação no âmbito dos desafios de saúde, tendo sido selecionado entre três mil projetos avaliados pela Fundação no edital Grand Challenges Exploration. Esta é a primeira em vez que a Fiocruz é contemplada com o financiamento. O pesquisador, que também coordenada a Plataforma Bioensaios e Triagem de Fármacos do IOC, conta que o projeto irá desenvolver uma metodologia automatizada inovadora para identificação de


moléculas ativas contra o Schistosoma mansoni, parasito causador da esquistossomose. Com esta metodologia, será possível capturar imagens em larga escala por meio de microscópio automatizado, sem que seja necessário realizar qualquer tipo de marcação química no parasito – um procedimento normalmente necessário em métodos de larga escala atuais usando formas larvais do parasito. “O equipamento poderá coletar de forma automática dados de imagens de mais de noventa amostras de uma única vez”, explica o pesquisador. A análise será realizada por meio de um algoritmo a ser desenvolvido pela equipe do projeto, capaz de interpretar as alterações morfológicas e de mobilidade que os fármacos podem causar nos helmintos. Assim, serão gerados dados que vão quantificar a ação dos fármacos em teste. Segundo o pesquisador, a nova metodologia é menos suscetível a erros quando comparada às técnicas atuais. “Esta metodologia é interessante porque supera a estratégia tradicional, mais sujeita a erros, e parte para uma nova metodologia que tem maior confiabilidade nos resultados”, esclarece Floriano. “Além de analisar se e como o fármaco funciona, esse método vai apontar a dose necessária para matar os parasitos na fase adulta, a mais nociva ao organismo humano. Pretendemos testar inicialmente 640 moléculas aprovadas pelo Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos para um estudo de reposicionamento de fármacos”, ressalta. O pesquisador revela, ainda, que outro ponto de destaque da metodologia é a possibilidade de os dados analisados originarem um banco de dados com informações sobre como fármacos já conhecidos funcionam podendo-se correlacionar estes dados com o padrão de atuação de novas moléculas para gerar hipóteses sobre o mecanismo de ação destas últimas. O trabalho será desenvolvido no equipamento de análise de alto conteúdo (HCA), que tem os recursos aprovados para sua aquisição por meio de edital da Agência Brasileira de Inovação (Finep). Fonte: Agência Fiocruz de Notícias http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/10/projeto-inovador-da-fiocruz-recebe-financiamentointernacional/


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Centros de Convivência promovem atividades físicas durante a 10ª SNCT CIÊNCIAEMPAUTA, POR SÉFORA LITAIFF Postado em 31/10/2013 Desenvolver exercícios físicos e desportivos visando a melhoria da qualidade de vida das pessoas, principalmente dos idosos, é o intuito de uma das atividades realizadas nos Centros de Convivência do Estado (CECF/CECI), durante 10ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). As ações vão até esta sexta-feira (01) e fazem parte de uma parceria entre os Centros e as Secretarias de Estado da Assistência Social e Cidadania (Seas) e da Juventude, Desporto e Lazer (Sejel). De acordo com a chefe do Departamento de Proteção Social Básica da Seas, Silvia Severiano, as atividades esportivas como futebol, capoeira, musculação, ginástica, hidroginástica e caminhada orientada vão acontecer em diversos horários nos CECF’s Magdalena Arce Daou, no bairro Sto Antônio; Pe. Pedro Vignola – Cidade Nova; André Araújo – Raiz; 31 de Março – Japiim; Profª. Teonízia Lobo de Carvalho – Amazonino Mendes; Maria de Miranda – Alvorada e o CECI de Aparecida, no bairro Aparecida. “Os Centros buscam trabalhar a convivência social de modo a fortalecer vínculos familiares e comunitários, construindo relações, sentimento de identidade, a fim de contribuir no processo de conhecimento e desenvolvimento das famílias e dos indivíduos na sociedade”, disse Severiano. Para a Supervisora Técnica do CECF Pe. Pedro Vignola da Cidade Nova, Fabiola Rodrigues, as expectativas são que as atividades promovam a saúde das crianças, jovens, adultos e idosos.


“Diariamente recebemos cerca de 3 mil pessoas no Centro para praticar diversos exercícios, nas áreas de cultura, prática esportiva, técnicas dentre outras, com objetivo de integrar pessoas e comunidades”, concluiu. ATIVIDADES DA 10ª SNCT Segundo dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a SNCT 2013 registra até o momento 28.035 atividades, que estão sendo realizadas em 642 cidades brasileiras, oferecidas por 961 instituições ligadas à SNCT. No Amazonas todos os 62 municípios estão participando da SNCT. O Estado já inscreveu 9.096 atividades e continua na liderança. Esse quantitativo, que superou as expectativas, tem sido possível graças a parcerias que envolvem 54 instituições. Entre as atividades oferecidas estão o “Portas abertas”, “Café Científico” e o “Papo Ciência”, que visam debater a ciência, a tecnologia, a saúde e o esporte, estimular e promover a pratica esportiva para a melhoria da qualidade de vida em escolas, universidades, comunidades e locais públicos. CIÊNCIAemPAUTA, por Séfora Litaiff http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/10/centros-de-convivencia-promovem-atividadesfisicas-durante-a-10a-snct/


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CNPq ajusta valor de diárias pagas a cientistas em atividade no exterior Postado em 30/10/2013 O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), órgão federal de fomento de pesquisas ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) ajustou os valores das diárias pagas a cientistas em atividades no exterior. Uma resolução publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (30) determina que pesquisadores em atividades científicas em outros países poderão receber uma bolsa diária com valor entre US$ 180 (R$ 393) e US$ 370 (R$ 809), de acordo com o custo de vida do país de destino. A última atualização desses valores, que ocorreu em junho, determinava que os valores poderiam variar entre US$ 150 (R$ 328) e US$ 250 (R$ 546). As diárias para pesquisadores em atividades no Brasil permanecem com o valor de R$ 320, mesma quantia estabelecida em junho. Já pesquisadores do exterior convidados a participarem de atividades científicas no Brasil passarão a ter bolsa diária no valor de US$ 260 (R$ 568). Fonte: G1 http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/10/cnpq-ajusta-valor-de-diarias-pagas-a-cientistas-ematividade-no-exterior/


Veículo: Site – Confap Editoria: Pag: Assunto: Grand Challenges mantém parceria com FAPs, CNPq e Ministério da Saúde Cita a FAPEAM:

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Grand Challenges mantém parceria com FAPs, CNPq e Ministério da Saúde Terminou ontem (30), no Rio de Janeiro, o Grand Challenges Meeting. O evento gira em torno do Grand Challenges – ou Grandes Desafios em português – , entendido como uma família de programas da Fundação Bill & Melinda Gates cujo objetivo é financiar pesquisas inovadoras para solucionar problemas mundiais de saúde e desenvolvimento. A iniciativa se divide em duas linhas de financiamento: o Grand Challenges in Global Health e o Grand Challenges Explorations. Bill Gates apoia projetos na área de saúde. Bill Gates apoia projetos na área de saúde. Lançado em 2003, o Grand Challenges in Global Health surgiu da parceria entre quatro instituições: Fundação Bill & Melinda Gates, Foundation for the National Institutes of Health (FNIH), Wellcome Trust, e Canadian Institutes of Health Research (CIHR). A principal meta do programa é atrair mentes criativas ao redor do mundo na busca por soluções de impacto para os principais problemas de países em desenvolvimento. A iniciativa começou distribuindo mais de US$450 milhões a 45 projetos de 33 países. A partir de 2011, novas iniciativas em temas específicos foram lançadas pelo programa, buscando inovações na área de biomarcadores de saúde e doença e em estratégias para garantir nascimentos, crescimento e desenvolvimento infantil saudáveis. No Brasil, o programa Grand Challenges mantém parceria com o Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e 17 Fundações Estaduais de


Amparo à Pesquisa (FAPs). Já o Grand Challenges Explorations, criado em 2007, é um programa de financiamento mais ágil, de 100 mil dólares por projeto, que requer apenas duas páginas de inscrição e dispensa dados preliminares. Qualquer pessoa – incluindo estudantes, jovens pesquisadores e empreendedores – que tenha uma ideia ousada pode enviar seu projeto. As chamadas acontecem duas vezes por ano e a cada edição são propostos novos desafios em diferentes temas. Se forem bem-sucedidas, as pesquisas selecionadas podem concorrer a um financiamento adicional de até US$ 1 milhão. Até hoje, o programa já investiu em 800 projetos em mais de 50 países. http://www.confap.org.br/grand-challenges-mantem-parceria-com-faps-cnpq-e-ministerio-da-saude/


Veículo: Site – Consecti Editoria: Pag: Assunto: Plataforma aproxima ambientes de inovação de vários países Cita a FAPEAM:

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Plataforma aproxima ambientes de inovação de vários países Aproximar ambientes de inovação, como parques tecnológicos e incubadoras de empreendimentos inovadores nascidos no Brasil e no mundo. Essa é a proposta da plataforma Land2Land, nascida da parceria entre a Anprotec e a Apex-Brasil, que selecionaram empresas e ambientes de inovação nacionais e internacionais para criar uma rede colaborativa. Por meio da plataforma, empresas interessadas em atuar em outros países terão acesso aos serviços oferecidos pelos ambientes de inovação, entre eles, apoio à infraestrutura (uso permanente ou temporário), informações de mercado e sobre programas de financiamento, estratégias de entrada no mercado, aculturamento (apoio para obtenção de visto, formação cultural e acomodação) além dos requisitos legais de cada país. Lançada oficialmente neste mês, a Land2Land conta atualmente com 32 ambientes de inovação cadastrados, sendo 11 nacionais (Incubadora de Empresas de Base Tecnológica Fumsoft-BH; Fundação ParqTec- PB, Porto Digital-PE; Coppe-RJ; Tecnopuc-RS; Celta-SC: Inovaparq-SC; Sapiens Parque-SC; Cietec-SP; Supera-SP; Incubadora Tecnológica Agende Guarulhos-SP) e 21 estrangeiros, distribuídos pelos Estados Unidos, Espanha, Inglaterra, Alemanha, Itália, Bélgica, Portugal, México, Índia, Tunísia e Coreia do Sul. Segundo Tony Chierghini, diretor da Anprotec, além de promover a internacionalização de empreendimentos inovadores, a plataforma garantirá que as empresas integrem ambientes que realmente garantirão condições favoráveis ao seu desenvolvimento. “A plataforma oferece em um só ambiente a facilidade de acesso a uma rede confiável, com possibilidades de buscas rápidas para informações de acordo com o setor de interesse, os serviços prestados para cada ambiente e diferenciais mercadológicos”, reforça o executivo.


Qualquer pessoa pode navegar pelos ambientes de inovação, basta acessar o endereço www.land2land.com.br e clicar em cada ícone do mapa para ler mais sobre as características de cada um. Quem desejar interagir com os habitats de inovação, porém, precisa de um login, que pode ser solicitado mediante preenchimento e envio de um formulário de dados. As empresas nacionais e estrangeiras que procurarem a plataforma serão direcionadas aos centros de inovação mais adequados ao seu perfil de negócio. Na visão do diretor do Cietec, Sérgio Rizzola, a plataforma facilitará o intercâmbio de informações entre os principais centros de inovação do mundo, algo ainda pouco praticado por boa parte dos ambientes brasileiros. “Apesar de aberto e receptivo a novos integrantes, os parques e incubadoras terão de aplicar um processo seletivo criterioso para avaliar as empresas candidatas já que, pelo menos no Brasil, expandir as áreas físicas dos parques já instalados é um desafio que cresce a cada dia”, afirma. Roberto Moschetta, diretor do parque Tecnopuc, de Porto Alegre, vê a plataforma como uma grande oportunidade para a formação de joint ventures e aponta como principal desafio convencer as pequenas a apostarem em novos mercados. “As startups de tecnologia já nascem com essa visão global, nas demais áreas ainda é preciso aplicar um processo de aculturação”, diz. Fonte: Valor Econômico http://www.consecti.org.br/destaques/plataforma-aproxima-ambientes-de-inovacao-de-variospaises/


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Cresce número de artigos científicos ‘despublicados’ por fraude ou erro Nunca tantos artigos científicos foram publicados e nunca foi tão fácil ter acesso a eles de graça. São notícias aparentemente ótimas, mas dois levantamentos recentes indicam que o efeito colateral desses avanços é uma explosão no número de estudos fraudados, plagiados ou simplesmente muito ruins. Uma das maneiras de medir isso é a análise das “retratações”, nome dado às pesquisas “despublicadas” por problemas éticos ou erros. Em artigo na revista científica “PLoS ONE”, pesquisadores nos EUA apontam que, de 2003 a 2012, o número de artigos retratados (1.333 numa das principais bases de dados do setor, a PubMed) foi quase o dobro do que se viu entre 1973 e 2002 (só 714). Dos anos 1970 para cá, a produção científica cadastrada na PubMed praticamente quadruplicou, mas os artigos “retratados” cresceram em ritmo ainda mais forte, chegando perto de ficar seis vezes mais comuns. O outro levantamento foi feito de forma mais rocambolesca. O jornalista americano John Bohannon, da “Science” (um dos periódicos científicos mais respeitados do mundo), enviou diversas versões de um estudo fajuto para mais de 300 revistas de acesso livre (que não cobram pela leitura de seus artigos). Resultado: metade delas topou publicar a pseudopesquisa. Entre essas revistas está uma publicação


brasileira, a “Genetics and Molecular Research”, cujo editor-chefe diz ter havido erro de interpretação. Alex Argozino/Editoria de Arte/Folhapress FÓRMULA Os estudos enviados por Bohannon seguiam uma fórmula simples, mas crível: a molécula X, extraída de um líquen Y, inibe o crescimento de células de câncer do tipo Z (um programa de computador foi usado para criar variações desse tema). O objetivo do “trote”, segundo a “Science”, foi mostrar que existe um submundo de revistas científicas de acesso livre “predatórias”. Em geral sediadas fora da Europa e dos EUA, essas revistas usariam o pretexto do acesso livre para ganhar dinheiro. Nesse tipo de publicação, o cientista paga os custos de impressão do artigo, diferentemente das revistas tradicionais, que cobram assinatura dos leitores. Além de identificar o crescimento dos artigos “despublicados”, a pesquisa na “PLoS ONE”, liderada pelo neurofisiologista americano Grant Steen, identificou outras tendências significativas. O perfil de quem tem artigos retratados mudou. Até os anos 1990, a maioria era gente que fazia isso várias vezes, espécie de mentirosos contumazes. Hoje, mais de 60% das “retratações” está ligada a pesquisadores que nunca tinham sofrido isso antes. “Cientistas mais jovens podem não ter sido integrados corretamente à maneira como a ciência funciona, seja por falta de mentores cuidadosos, seja por excesso de pressão para publicar. Mas não conseguiria provar essa ideia”, ressalta ele. Um ponto que pode ser positivo, segundo ele, é que o tempo para que um artigo seja retratado encolheu: de mais de quatro anos antes de 2002 para dois anos hoje. “Isso pode ser visto como um sinal de saúde do sistema científico. Temos de esperar para ver se a taxa de retratações vai aumentar mais. Se isso acontecer, é o caso de ficarmos mais preocupados.” Fonte: Folha de São Paulo http://www.consecti.org.br/destaques/cresce-numero-de-artigos-cientificos-despublicados-porfraude-ou-erro/


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Assunto: Mais uma empresa se torna parceira do Ciência sem Fronteiras Cita a FAPEAM:

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Mais uma empresa se torna parceira do Ciência sem Fronteiras 31/10/2013 - 14:16 Foi oficializado um acordo de cooperação entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) e a empresa do ramo da nutrição Herbalyfe, que se tornou parceira do programa Ciência sem Fronteiras (CsF). A iniciativa visa ao cofinanciamento do intercâmbio de estudantes de doutorado para as áreas de biologia, ciências biomédicas e da saúde, biotecnologia, engenharia de alimentos e formação de tecnólogos. A assinatura foi na tarde desta quarta-feira (30), na sede do CNPq. “A inovação acontece no ambiente das empresas e é fundamental esse processo de estabelecimento de parcerias para estimular o desenvolvimento científico e tecnológico e da inovação”, disse o presidente do CNPq, Glaucius Oliva. “Uma das vocações do programa Ciência sem Fronteiras é a formação de pesquisadores em ambiente empresarial. A parceria com as empresas é um dos seus diferenciais.” O diretor-geral da Herbalife do Brasil, Gioji Okuhara, afirmou que o interesse da empresa ao estabelecer a parceria “é fomentar a pesquisas e formar pesquisadores para trabalhar em empresas, além de participar do processo de desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil”. “Temos feito muitas parcerias com foco em problemas de saúde e nutrição no país”, completou. Texto: Ascom do CNPq http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/350870/Mais_uma_empresa_se_torna_parceira_do _Ciencia_sem_Fronteiras.html


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Assunto: Dois projetos do Inpa obtêm certificação como tecnologias sociais Cita a FAPEAM:

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Dois projetos do Inpa obtêm certificação como tecnologias sociais 31/10/2013 - 17:14 Dois projetos desenvolvidos no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) receberam o certificado de Tecnologias Sociais da Fundação Banco do Brasil, na sede da superintendência do banco em Manaus. O Óleo de Buriti para a Indústria de Cosmético a partir da Produção da Farinha e a Solução de Cravo-da-Índia para o Controle do Mosquito da Dengue agora integram a base de dados do banco de tecnologias sociais da Fundação, possibilitando uma disseminação muito mais ampla. Os dois projetos se inscreveram no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2013, ferramenta que identifica, certifica, premia e difunde tecnologias sociais já aplicadas. A fundação entende tecnologias sociais como “produtos, técnicas ou metodologias reaplicáveis, desenvolvidas na interação com a comunidade e que representem efetivas soluções de transformação social”. A certificação foi oficializada nesta quarta-feira (30). A farinha de buriti foi desenvolvida em duas comunidades de Silves, interior do estado, a partir de uma demanda induzida pela indústria de cosméticos, que precisava de óleo dessa palmeira. O produto foi um complemento de renda para 50 famílias das comunidades São João Batista e Nossa Senhora Aparecida. Já a solução caseira para controlar o mosquito da dengue a partir do cravinho-da-índia resulta de pesquisa de mestrado da bióloga Eunice Moreira. Ela descobriu que uma substância presente na especiaria, chamada eugenol, tem a capacidade de matar as larvas do Aedes aegypti em 24 horas.


Expansão “Uma novidade deste ano é que essas tecnologias sociais certificadas serão disponibilizadas em outros três idiomas – inglês, francês e espanhol –, indo além da fronteira do Brasil”, destacou o gerente de Mercado e Agronegócios do Banco do Brasil no Amazonas, Paulo Afonso Pena. Segundo a coordenadora de Tecnologia Social do Inpa, Denise Gutierrez, essa certificação tem um grande significado social porque há um reconhecimento público de que os projetos se constituem em verdadeiras tecnologias sociais. “A certificação se constitui ainda em incentivo para os grupos de pesquisa, que começam a ver que seus produtos e resultados não têm só resultados científicos, mas também um significado de apropriação social”, disse. Criado em 2001, o prêmio ocorre a cada dois anos e está em sua sétima edição. Em 2013, foram inscritas 1.011 tecnologias e 192 foram certificadas, sendo sete do Amazonas. http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/350874/Dois_projetos_do_Inpa_obtem_certificacao _como_tecnologias_sociais.html Texto: Cimone Barros – Ascom do Inpa


Veículo: Site – Agência Gestão CT&I Editoria: Pag: Assunto: Secretário do MCTI diz que é necessário disseminar a cultura da inovação no Brasil Cita a FAPEAM:

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Secretário do MCTI diz que é necessário disseminar a cultura da inovação no Brasil Qui, 31 de Outubro de 2013 15:19 Escrito por Agência Gestão CT&I O secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Setec/MCTI), Alvaro Prata, destacou que as atividades de CT&I no Brasil são parte estratégica do governo federal. Para consolidar o posicionamento, o dirigente lembrou que a pasta possui diversas ações dentro das 13 diretrizes propostas pela presidente Dilma Rousseff no seu primeiro dia de mandato. “O Brasil tem despertado para situações voltadas ao setor. É um esforço grande e diversificado por parte de agências de financiamento, seja na ampliação do sistema de ensino superior, seja no estabelecimento de secretarias estaduais e fundações de apoio à pesquisa”, explicou Prata durante o seminário “Diplomacia da inovação para a competitividade”, nesta quarta-feira (30), no Palácio do Itamaraty, em Brasília (DF). Apesar da preocupação do Estado com a CT&I, Prata alertou que é necessário sensibilizar a população em relação as vantagens da inovação tecnológica. Segundo ele, as novas tecnologias ainda não fazem parte do cotidiano do brasileiro. “Se nós observarmos, a sociedade brasileira não gosta tanto de tecnologia e inovação como o cidadão comum de países que estão conseguindo investir mais em pesquisa e desenvolvimento, como Israel, Finlândia, Suécia, Estados Unidos, Alemanha, França e Coreia do Sul”, disse.


A solução apontada pelo secretário do MCTI é a priorização do assunto e a sua maior disseminação, para tanto, Prata ressalta que é fundamental o apoio e estímulo a empresas inovadoras. (Agência Gestão CT&I com informações da Finep) http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4757:secretariodo-mcti-diz-que-e-necessario-disseminar-a-cultura-da-inovacao-no-brasil&catid=1:latest-news


Veículo: Site – Agência Gestão CT&I Editoria: Pag: Assunto: CNPq firma acordo com empresa de nutrição para financiamento de bolsas pelo CsF Cita a FAPEAM:

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CNPq firma acordo com empresa de nutrição para financiamento de bolsas pelo CsF Qui, 31 de Outubro de 2013 15:21 Escrito por Agência Gestão CT&I A empresa do ramo da nutrição, Herbalife, é a nova parceria do programa Ciência sem Fronteiras (CsF). O acordo de cooperação entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a companhia foi na tarde desta quarta-feira (30), em Brasília (DF). A iniciativa visa o cofinanciamento do intercâmbio de estudantes de doutorado para as áreas de biologia, ciências biomédicas e da saúde, biotecnologia, engenharia de alimentos e formação de tecnólogos. Para o presidente do CNPq, Glaucius Oliva, as bolsas são fundamentais para o processo de estímulo ao desenvolvimento científico e tecnológico e da inovação. “Uma das vocações do Ciência sem Fronteiras é a formação de pesquisadores em ambiente empresarial. A parceria com as empresas é um dos diferenciais do Programa”, completou o presidente do CNPq. Gioji Okuhara, diretor geral da Herbalife do Brasil, afirmou que o interesse da organização é fomentar as pesquisas e formar pesquisadores para trabalhar em empresas. “Queremos participar do processo de desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil. Temos feito muitas parcerias com foco em problemas de saúde e nutrição no País”, destacou. O Ciência sem Fronteiras é um programa que busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do


intercâmbio e da mobilidade internacional. A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC). Para concorrer a uma das bolsas de Ciência sem Fronteiras, o candidato deve acessar o site http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/. (Agência Gestão CT&I com informaçõe do CNPq) http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4758:cnpq-firmaacordo-com-empresa-de-nutricao-para-financiamento-de-bolsas-pelo-csf&catid=1:latest-news


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17. UFBA realiza 4º Encontro de Jovens Cientistas Evento é destinado a estudantes da educação básica para apresentação de trabalhos de iniciação científica A Universidade Federal da Bahia (UFBA), por meio do Programa Social de Educação, Vocação e Divulgação Científica da Bahia, promove mais uma edição do Encontro de Jovens Cientistas, evento destinado a estudantes da educação básica para apresentação de trabalhos de Iniciação Científica. Este ano, o evento que inicia hoje, dia 30 de outubro e segue até 1º de novembro, é realizado no Campus Ondina da UFBA, em Salvador. Entre as categorias para a inscrição de trabalhos estão: Vida de Jovem Cientista, para apresentação oral das pesquisas; Gabinete de Curiosidades Científicas, para apresentação de experimentos com pôster; Ciência Lúdica, para apresentação de jogos eletrônicos ou de tabuleiro; Jovens Cientistas em Cena, para apresentação de peças teatrais com conteúdo científico e Jovens Repórteres Científicos, para exibição de vídeos científicos produzidos com celulares e câmeras digitais. O 4° Encontro de Jovens Cientistas receberá a conselheira estadual de Educação, Alda Pepe e os professores da Faculdade de Educação da UFBA, Iracy Picanço e Nelson Pretto. Além destes, participarão também os membros da Academia de Ciências da Bahia, Eliane Azevedo e o médico Roberto Santos. As edições anteriores do Encontro, realizadas em 2006, 2009 e 2012, reuniram estudantes para apresentação de trabalhos de pesquisa em diversas áreas do conhecimento. Em 2013, a ideia do 4° Encontro é que estudantes de qualquer parte do Brasil possam participar, como forma de compartilhar o conhecimento científico.


PREMIAÇÃO - Este ano o Encontro promoverá mais uma edição do Prêmio Jovem na Ciência, que será atribuído aos melhores trabalhos de comunicação oral e experimento em quatro categorias diferentes: Educação Infantil, Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II e Ensino Médio. Interessados em participar do evento devem consultar as informações disponíveis no blog encontrodejovenscientistas.wordpress.com. Para maiores informações e esclarecimentos de dúvidas, ligar para o telefone (71) 3283-6564 e (71) 8803-1724. (Assessoria de Comunicação da UFBA) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=90342


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1. Ciência para a inclusão social A Secis é um órgão do MCTI que trabalha na difusão de conhecimentos e tecnologias assistivas entre a população mais carente A ciência é o grande caminho para se fazer o desenvolvimento, reduzindo a desigualdade. Ela é fundamental para áreas como saúde e educação. A opinião é de Oswaldo Baptista Duarte Filho, secretário de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social. Em um país como o Brasil, com graves deficiências em serviços públicos básicos, o trabalho de Duarte tem papel fundamental. Ele comanda a Secretaria de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social (Secis), órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) voltado para a difusão de pesquisas e tecnologias entre a população mais carente. Criada em 2003, a Secis está comemorando dez anos na coordenação de projetos como a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) e os Centros Vocacionais Tecnológicos (CVTs). "Pegamos um conhecimento e o transformamos em programa que possa melhorar a qualidade de vida das pessoas", explica o secretário. Tecnologia assistiva - Segundo Oswaldo Baptista, estimular o desenvolvimento de tecnologias para pessoas com necessidades especiais é uma das principais linhas de trabalho da secretaria. O Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência prevê, até 2014, o apoio de R$ 60 milhões e crédito de R$ 90 milhões para o Programa Nacional de Inovação. "Nosso trabalho é levar recursos para as universidades e empresas criarem produtos novos. Também montamos um centro de referência em tecnologia assistiva que funciona em Campinas e coordena as atividades dos núcleos nas universidades", contou o secretário. Parte desses recursos é destinada a projetos por meio de editais. O mais recente foi publicado no dia 10 de outubro e ainda está aberto para a submissão de propostas, que serão financiadas com o valor


total de R$ 13 milhões. Ele vaiapoiar a implantação de núcleos de tecnologia assistiva. "Essas inovações são muito caras. Hoje, por exemplo, uma cadeira motorizada pode custar em torno de dez mil reais. Nosso papel é destinar recursos para desenvolver tecnologia brasileira, e a expectativa é que elas sejam disponibilizadas para a população a um custo muito baixo", presume Oswaldo. Centros Vocacionais Tecnológicos - Presente em 21 dos estados brasileiros, os CVTs (Centros Vocacionais Tecnológicos) começaram a ser implantados antes da criação da Secis. "O objetivo é capacitar a parte mais carente da população para que ela possa ingressar ou até ser empreendedora das cadeias produtivas locais", explicou o secretário do MCTI. Segundo ele, os CVTs são voltados para comunidades que não têm acesso às universidades. "Nós temos 255 centros vocacionais no Brasil nas mais variadas regiões. Estamos trabalhando para montar um no Xingu", acrescentou. A atuação dos CVTs leva em consideração o perfil econômico e a vocação de cada região. Por isso, cada centro é direcionado para um tipo de atividade, inserindo conhecimentos e tecnologias no seu processo produtivo. Enquanto a unidade da cidade de Abaetuba, no Pará, é voltada para a fruticultura, a de Diamantina, em Minas Gerais, tem foco no turismo. OBMEP - Desmistificar o aprendizado de matemática é o principal objetivo da Olimpíada Brasileira das Escolas Públicas. Realizada desde 2005, a competição reuniu 5.524 municípios na edição 2013, que terá seu resultado divulgado no dia 29 de novembro. "Somente 36 pequenos municípios brasileiros não estão participando. Nós já mapeamos e vamos conversar com eles, para atingir 100%", afirmou Oswaldo Baptista. Além de alunos, o evento também premia professores, escolas e secretarias de educação que se destacam. Eles recebem a condecoração das mãos da presidente Dilma Rousseff e bolsas de estudos. Através de outro edital, aberto até 9 de novembro, a secretaria espera destinar mais de três milhões de reais para outros projetos de olimpíadas científicas de âmbito nacional para ensino fundamental e médio. (Paloma Barreto / Jornal da Ciência) Este texto foi publicado na página 8 do http://www.jornaldaciencia.org.br/impresso/JC748.pdf http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=90326

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2. "A burocracia emperra pesquisas no Brasil" Entrevista exclusiva com Sergio Luiz Gargioni, presidente do Confap, para o portal da SBPC O engenheiro mecânico Sergio Luiz Gargioni, presidente do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) tem larga experiência na gestão da ciência e inovação. Além de ter sido professor da Universidade de Brasília, ele já exerceu diversos cargos de governo, entre os quais o de superintendente de Desenvolvimento Industrial e Infraestrutura e Secretário de Órgãos Colegiados e do CNPq e o de Secretário Executivo do Conselho Nacional da PósGraduação da (Capes). Além do Confap, atualmente preside a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc). Nesta entrevista exclusiva para o portal da SBPC, Gargioni fala dos avanços da ciência e da inovação no Brasil nos últimos anos, aponta os gargalos e ressalta o papel das fundações estaduais de amparo à pesquisa (FAPs). De acordo com ele, o volume de recursos tem aumentado quando somadas todas as fontes. Entre elas, o presidente do Confap destaca as FAPs, cujo orçamento global das 26 unidades soma mais de R$ 2,5 bilhões em 2013. Mas também há obstáculos. "Transformar a ciência em inovação, isto é, incorporá-la nos produtos e processos que possam melhorar o desempenho econômico das empresas, coisa muito natural e destacada em outros países, no Brasil ainda é cercado de desconfiança dos órgãos de controle e de burocracia por parte do poder executivo", critica. Como está hoje a ciência feita no Brasil em relação aos últimos 10 ou 20 anos? Evoluiu muito quando medida pelo número de publicações em revistas de qualidade. De fato, o cientista brasileiro tem padrão internacional. Se as condições lhe são dadas, o resultado aparece. O volume de recursos disponibilizados tem aumentado quando somamos todas as fontes, e aqui incluo as FAPs, fundações estaduais cujo orçamento global das 26 unidades soma mais de R$ 2,5 bilhões em 2013. Todavia, podemos fazer muito mais. Transformar a ciência em inovação, isto é, incorporálo nos produtos e processos que possam melhorado desempenho econômico das empresas, coisa muito natural e destacada em outros países, no Brasil ainda cercado de desconfiança dos órgãos de controle e de burocracia por parte do poder executivo.


Quais os principais avanços da ciência no Brasil? A lei federal de inovação abriu caminho para que cada estado brasileiro criasse sua lei estadual e assim abordasse a inovação com mais seriedade. Talvez por ser algo relativamente novo, nem todas as leis estão surtindo os efeitos desejados e são necessários ajustes, mas pelo menos o processo foi deslanchado. Mais recursos financeiros, maior cooperação internacional, maior produção de pesquisadores foram os elementos alavancadores do avanço da ciência brasileira. E os principais gargalos e desafios? Sem dúvida, um dos gargalos é a burocracia que emperra pesquisas e parcerias público-privadas, motivo pelo qual o Confap estimulou a revisão da legislação brasileira para CT&I e acompanha cada passo dado na direção da criação deste novo marco legal no Congresso.

Em relação ao Confap, o que senhor destacaria na atuação do órgão nos últimos anos? Estados que ainda não tinham sua Fundação de Amparo à Pesquisa criaram-na nos últimos anos. Em 2011, por exemplo, Rondônia passou a ter a Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia, e assim está conseguindo organizar o sistema de CT&I no Estado. Pois o Confap articula as 26 Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa de forma crescente, facilitando o intercâmbio de experiências entre elas. Atualmente só Roraima ainda não tem sua FAP. Também tem aumentado a participação do Confap em órgãos colegiados do governo federal, responsáveis pela definição de políticas, estratégias e programas. Na condição de presidente do Conselho, sou membro efetivo do Conselho Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, instância máxima para a definição das grandes linhas de atuação das áreas, dirigido pela presidente Dilma Rousseff. Autoridades como o Ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antônio Raupp, têm participado cada vez mais dos fóruns nacionais promovidos pelo Confap e Consecti [Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação]. Ele esteve no Fórum promovido em São Paulo, neste ano, e confirmou presença no próximo, em Brasília. Ainda em 2013, firmamos acordo entre o Confap e a Capes [Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior] para consolidar a parceria; antes, cada FAP fazia convênios com a Capes individualmente. Mais importante talvez tenha sido a mobilização do Confap e do Consecti para propor um Código Nacional de C&T. Isso teve muitos desdobramentos e um deles, a PEC 290/2013, está sendo analisada na Câmara dos Deputados. E quais as perspectivas e planos para o futuro próximo? Vamos manter a mobilização junto ao poder executivo e, especialmente no Congresso Nacional, para aprovar a PEC 290/2013 o quanto antes. Ela deve dar início ao processo de simplificação da burocracia nas atividades de CTI, particularmente em licitações para aquisições de equipamentos e importação dos mesmos. Colocar todos os recursos da pesquisa em rubrica única de investimento e ampliação dos incentivos seriam avanços adicionais. Consolidar o SIFAP, um sistema de indicadores de esforço e performance das FAPs, aumentar a cooperação entre elas e difundir as melhores práticas de gestão são também metas do Confap, Vale


lembrar que os orçamentos de todas as FAPs, somados, ultrapassam o montante de 2 bilhões de reais e vem crescendo de forma acelerada, seja porque seus recursos próprios ganham musculatura sejam porque as parcerias com CNPq, FINEP, Ministério da Saúde, MCTI e outras agências já são uma realidade consolidada. Qual tem sido o papel das FAPs para o a ciência feita no Brasil? Identificar as especificidades locais, conceber soluções e mobilizar recursos financeiros, materiais e humanos para a execução de projetos que possam atender os interesses, as necessidades da sua comunidade e vocações locais. O que é bom para São Paulo pode não ser prioridade na Amazônia e vice-versa. Também procuraremos alertar, conscientizar e mobilizar os diferentes formadores de opinião para o grande alcance estratégico de uma boa política de Ciência, Tecnologia e Inovação implantada de forma competente e eficaz.

A maior e mais antiga FAP é a Fapesp, de São Paulo, que já completou 50 anos em 2012. Seu orçamento anual ultrapassa 1 bilhão de reais. As FAPs do Rio de Janeiro (Faperj) e de Minas Gerais (Fapemig) também têm seus orçamentos executados conforme determinado em lei, isto é, recebem no mínimo 1 % da receita do seu estado. Por outro lado, várias FAPs de estados menores como Amapá, Acre e Tocantins foram criadas há menos de 10 anos e ainda se ressentem de ter sua gestão estabilizada com regularidade de recursos. A maioria delas pode ser considerada de tamanho médio, seja por pertencer a estados de economia mediana, seja porque os governos estaduais não aportam os recursos que lhe são devidos. Independentemente dos tamanhos das FAPs, o Confap consideramos cada uma com a mesma importância estratégica. Hoje o Brasil é responsável por 2,7% da produção científica mundial, o que o coloca como 14º colocado no mundo. Essa é uma boa produção e boa colocação? Ou poderia estar melhor? Sempre pode ser melhor e será na medida em que estímulos vão sendo criados e gargalos eliminados. A questão a ser analisada não é exclusivamente esse indicador, isto é, o percentual de pesquisa, mas se essa pesquisa está alinhada com os desafios da sociedade brasileira. Pesquisa na área nuclear, embora alguns defendam como relevante, quando comparada com as que geram mais alimentos ou colocam nossa produção de software em um estágio de maior competitividade, tem prioridade menor. Hoje destacamos o sucesso da Coreia do Sul, por exemplo, mas lá houve um plano estratégico nacional que alinhou todos os interesses em linhas bem estreitas. Uma delas foi de produzir eletrônica de entretenimento e automóveis. O que falta para estar melhor? Ter mais recursos. De outra ponta, melhorar o processo com pessoas mais qualificadas, burocracias minimizadas e uma definição estratégica mais focada. Fazemos de tudo um pouco, também importante que seja assim, caso tenhamos fôlego para tudo. Melhor seria focar em áreas estratégicas e levar o resultado da pesquisa até o final, modelo Embrapa. Difícil definir áreas. Veja o exemplo dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia: deveria contemplar poucos grupos, mas hoje são 126 e alguns deles têm pouca eficácia. Há pessoas na comunidade científica que acham que a ciência feita no Brasil tem pouco impacto no mundo? O senhor concorda? Em caso afirmativo, por que não ocorre impacto? Como aumenta-lo? De fato não é impactante, a menos que nos concentremos, conforme argumento colocado na


resposta acima. Particularmente, preferia medir o impacto na economia baseada em conhecimento. Quantos empregos criamos com a ciência? Quantas novas empresas foram criadas, quantos problemas sociais resolvidos? Nosso conhecimento está disperso, enquanto que em outros países não. Observem o que as universidades do Reino Unido, por exemplo, estão fazendo na direção de um programa estruturado como o Low Carbon. Parte da comunidade científica também reclama que há certo descaso dos órgãos financiadores com a ciência básica. Eles estariam mais focados na inovação, na ciência aplicada. Como o senhor vê esta questão? O conceito de ciência básica parece não ter relevância. Existe a boa ciência que se transforma e a ciência que não passa de uma publicação isolada. Se observarmos as grandes invenções no mundo decorrem da chamada ciência básica da Matemática, da Física e da Química. Nanotecnologia é exemplo de ciência aplicada diretamente a produtos. Os setores de embalagens, cosméticos, têxteis e tantos outros têm revolucionado seus produtos com inclusão de componentes nanoestruturados. O segmento de TIC também é clássico. Qual sua opinião sobre o programa Ciência sem Fronteiras? Qual o impacto que ele terá? Sou favorável. A meta é arrojada e talvez não precisasse ser essa. Houve aprendizado no processo de gestão até aqui, hoje conseguimos administrar melhor. Os países receptores estão muito contentes com o programa, afinal o Brasil passou a ser um bom mercado para suas universidades. Resta saber qual lado aproveita melhor o investimento de preparar melhor o brasileiro. Em tamanho menor, Brasil já fez isto formando quase todos os doutores da década de 70 no exterior. E a volta desse pessoal do Ciência sem Fronteiras? O Brasil está se preparando para quando eles voltaram? Não temos programa consistente de médio e longo prazo. Sem isso, o resultado será incerto, meio que por acaso. Teremos bons exemplos isolados para justificar o programa, politicamente, todavia sem um projeto estratégico de Brasil, não teremos impacto significativo. Vale a pena ver programas semelhantes que Coreia, China e Singapura têm realizado. Certamente, são muito mais estruturados. O senhor gostaria de acrescentar alguma coisa? Apesar da falta de um plano estruturado, o investimento em capacitação será sempre necessário e valoroso. Mesmo com menor eficácia do que poderia ser, o efeito multiplicador é enorme. Pena que quase só a comunidade técnica-científica defende. Isto deveria ser convicção de todos os dirigentes, legisladores, e controladores públicos. Mais ainda, de toda a sociedade a ponto de se convencer de uma vez por todas, a necessidade de fortalecer a pesquisa e a inovação não deixando faltar recursos, afinal são tão poucos, basta ver os orçamentos de MCTI e de todas as suas agências, comparados com outros orçamentos públicos cujo valor agregado é incomparavelmente menor. Por isso, entidades como Confap, SBPC [Sociedades Brasileira para o Progresso da Ciência], ABC [Academia Brasileira de Ciências], Abipti [Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica], Anpei [Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras] têm convergência de opiniões e convicções. (Evanildo da Silveira) http://www.sbpcnet.org.br/site/noticias/materias/detalhe.php?id=2051 http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=90327


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Pesquisa comprova envolvimento das mulheres nas atividades da pesca no Brasil 31 Out 2013 11:04:00 -0200 Foram 13 meses de trabalho em campo vivenciando o cotidiano de 22 pescadoras em Santa Catarina. Deste projeto de pesquisa surgiu à tese de doutorado "Mulheres e o Mar", que comprova a participação direta das mesmas nas atividades da pesca artesanal embarcada no Brasil. A pesquisa realizada por Rose Mary Gerber no âmbito de sua formação acadêmica na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), sob a orientação da professora Sônia Maluf, também faz parte dos projetos do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Brasil Plural (INCT IBP), integrante do Programa coordenado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Em seu projeto, Rose incluiu categorias como corpos e corporalidade, reconhecimento, invisibilidade e (a)sujeitamentos. Especificamente, a primeira categoria é referente à exigência central para ser e permanecer pescadora. Ter corpo para a pesca significa lidar com um trabalho extremamente exigente que envolve habilidade e força, mas, também com as próprias limitações, como o controle do enjôo e da bexiga, horas seguidas no sol, no frio ou na umidade. Já corporalidade na pesca refere-se ao quanto este corpo vai se 'moldando' à medida que o tempo passa. Assim como outras profissões, a pesca influencia o jeito de ser, sentar, andar, vestir e conviver com o mundo. "Minha tese 'Mulheres e o mar' é uma etnografia sobre pescadoras embarcadas na pesca artesanal no litoral de Santa Catarina. O objetivo central foi descobrir se existiam pescadoras embarcadas na pesca artesanal", lembrou. "O trabalho acabou por evidenciar o que considero ser um dos principais desafios dessas pescadoras, ou seja, serem reconhecidas como profissionais da pesca. No decorrer da minha pesquisa foi possível perceber que as pescadoras são vistas, e me detive em destacar o INSS devido à temática aposentadoria, mas não se trata de uma postura exclusiva deste Instituto, a partir de um homem", constatou. Pela legislação atual vigente no país, para conseguir a aposentaria com a denominação pescadora, a mulher deve estar inserida dentro do chamado grupo familiar. "Mas não porque aí estando é vista como uma pescadora daquela família. É aposentada como pescadora quando prova que é filha ou esposa de pescador", descreve Rose. Caso queira requerer o benefício, mas não esteja inserida no formato de grupo reconhecido, ela precisa constituir provas para tentar obter o direito no INSS.


A Lei 11.959 da Presidência da República, de 29 de junho de 2009, classifica pesca como Comercial: a) Artesanal: praticada diretamente por pescador profissional, de forma autônoma ou em regime de economia familiar, com meios de produção próprios ou mediante contrato de parceria, podendo utilizar embarcações de pequeno porte; b) Industrial: praticada por pessoa física ou jurídica, ou envolver pescadores profissionais, empregados ou em regime de parceria por cotaspartes, utilizando embarcações de pequeno, médio ou grande porte, com finalidade comercial. Segundo a pesquisadora, a Marinha do Brasil define duas formas de pescadores. O amador e o profissional, sendo que a última abrange duas categorias: POP (Pescador Profissional), que se refere a quem faz o curso básico de pesca, e PEP (Pescador Especializado), título recebido a partir da participação em cursos junto à Capitania dos Portos e à Marinha do Brasil, considerados especializados, como de motorista ou de mestre. "A sessão II da Lei 11.959, considera como atividade pesqueira artesanal, os trabalhos de confecção e de reparos de artes e apetrechos de pesca, os reparos realizados em embarcações de pequeno porte e o processamento do produto da pesca artesanal", observa a pesquisadora. "Embora a Marinha divida os pescadores em POP e PEP, a expressão ¿pesca artesanal' é usada pelos pequenos pescadores para se diferenciarem da pesca industrial", diz. A pesca artesanal é realizada em pequenas embarcações, como botes, bateras ou baleeiras. Já a industrial também apresenta uma diversidade de embarcações, como barco camaroeiro, traineira e parelha, entre outras. Para exercer a pesca artesanal é necessário possuir a Carteira de Pescador Profissional (CPP) e a inscrição na colônia de pesca ou sindicato, e participar de cursos previstos pela Capitania de Portos e Marinha, além de pagar as contribuições previstas periodicamente. "Podemos definir pesca artesanal como pequena pesca. Ou seja, no caso com o qual me detive, trata-se da pesca em que atuam profissionais com embarcações pequenas, entre três e nove metros, sendo que acompanhei pescadoras de camarão e peixes diversos", explica Rose. "De forma geral, temos na pesca artesanal em Santa Catarina, entre outras possibilidades, pesca de camarão sete barbas. Em relação aos peixes, podemos citar linguado, corvina, robalo, espada, anchova, além da pesca de siri, lula e berbigão", relata. Reconhecimento - A pesquisadora define na sua etnografia, três formas de envolvimento das mulheres nos trabalhos considerados de pesca: Em terra - nas atividades como descasque de camarão, evisceração de peixe, limpeza, beneficiamento e venda; Beira d'água - na coleta de berbigão; e Embarcadas - que vão para o mar todos os dias, incluindo as denominadas pela pesquisadora como stand by - sigla em inglês que define prontidão, sobreaviso, aguardando. "As observações que fiz no decorrer do meu trabalho de campo apontaram subsídios para afirmar que a denominada invisibilidade feminina na pesca se dá de duas formas. Uma, por parte de quem olha de fora, sejam órgãos públicos, acadêmicos, seja a população de forma mais ampla, que não conhece ou que não consegue supor que existam mulheres pescadoras", ressalta. "Outra, diz respeito ao contexto interno em que as famílias e elas próprias, com ênfase nas que atuam em terra, muitas vezes não se dão conta de que sem elas, a pesca não se reproduz. As mulheres com as quais convivi estavam em, praticamente, todas as etapas e formas em que a pesca ocorre, seja pesca de cerco, de espera, de fundo, de anzol, de gaiola, de espinhel, de peixe, de camarão, de siri e de berbigão", conclui. Coordenação de Comunicação Social do CNPq http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/-/journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/1326 869


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BNDES incentiva cooperação entre empresas britânicas e brasileiras na área de inovação e sustentabilidade 31/10/2013 Quinta-Feira, Dia 31 de Outubro de 2013 as 21 Rio de Janeiro - Até o fim deste ano, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pretende concluir o Criatec 2, fundo de investimentos de capital semente (seed capital), destinado à aplicação em empresas emergentes que se caracterizem pelo aspecto inovador. No início de 2014, deverá ser lançado o Criatec 3, disse hoje (31) o presidente do banco, Luciano Coutinho, após abrir o primeiro dia de trabalhos do evento Clean and Cool Mission Brazil 2013, no Rio, cujo objetivo é promover o intercâmbio entre empresas brasileiras e britânicas nas áreas de inovação e sustentabilidade. O primeiro fundo Criatec, lançado em 2007, com patrimônio de R$ 100 milhões, dos quais R$ 80 milhões do BNDES, está concluindo a fase de investimentos. Em dez anos, o fundo investiu em 36 empresas. Coutinho destacou, em sua palestra aos empresários estrangeiros, que o banco tem como “prioridade máxima” a inovação e, também, a inovação relacionada à sustentabilidade social e ambiental. Para apoiar pequenas empresas que se distinguem pela inovação e por novos conceitos voltados para a sustentabilidade, O BNDES dispõe de várias ferramentas. Entre elas, citou o fundo de capital semente Criatec 1, “que já foi bem-sucedido”. Segundo ele, o banco pretende investir nessas empresas iniciantes, por meio de fundos de seed capital, pelo menos US$ 200 milhões nos próximos três a quatro anos. “O número de oportunidades está se multiplicado rapidamente”, disse.


O presidente do BNDES não tem dúvidas que a tecnologia inovadora adotada pelas empresas britânicas poderá ser transferida para as empresas nascentes brasileiras, por meio de cooperação e parceria, em setores como tratamento de efluentes e resíduos sólidos, construções inteligentes, redução de emissão de carbono, em especial nos centros urbanos, além da área da agricultura. “Precisamos olhar com inovação para tornar a nossa agricultura mais competitiva e sustentável em baixo carbono. Isso tem a ver com gestão e otimização de equipamentos”, declarou. Coutinho espera que as empresas do Brasil possam vir a trabalhar junto com as companhias britânicas nesse sentido, em um estágio mais adiante. “Espero que esse seja o início de uma cooperação de longo prazo”, declarou. Por meio de vários mecanismos de financiamento, o BNDES apoia mais de 32 fundos ativos no país, disse. “Nós esperamos que esses jovens brilhantes inovadores empresários possam conhecer bem o Brasil, travar relacionamento com gestores e empresas brasileiras, conhecer as linhas de apoio que o BNDES tem para inovação, associada à sustentabilidade, e trazer tecnologia com cooperação. Hoje, os processos de inovação no mundo não são solitários”. Para Coutinho, a complexidade da inovação tecnológica exige o aporte de muitos conhecimentos de várias disciplinas científicas. “E isso é feito em cooperação”. O presidente do BNDES informou aos jornalistas que da primeira leva de capital semente, algumas empresas nascentes já mostram condições de serem aceleradas, isto é, de se transformarem em médias empresas. “Sair da escala de uma empresa micro para uma empresa maior”. Coutinho lembrou que o Criatec é um fundo formado pelo BNDES com gestores privados, sob a supervisão do banco de fomento federal. “A busca aqui é apoiar mais uma geração de empresas inovadoras”. Ressaltou que a instituição deseja fazer isso dentro de um padrão de inovação de classe mundial. “Queremos inovação que esteja articulada a outros grandes centros de inovação”. Nesse sentido, avaliou que a interação com empresas inglesas que estejam no mesmo estágio “é muito salutar e enriquecedor”. Fonte: Agência Brasil http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=110221&nome=BNDES %20incentiva%20coopera%E7%E3o%20entre%20empresas%20brit%E2nicas%20e%20brasileiras %20na%20%E1rea%20de%20inova%E7%E3o%20e%20sustentabilidade


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Brasil precisa estimular interesse pela inovação, diz secretário 31/10/2013 Quinta-Feira, Dia 31 de Outubro de 2013 as 11 Para o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Setec/MCTI), Alvaro Prata, o Brasil pode se transformar quando novas tecnologias entrarem de vez no gosto da população. Ele abordou a ideia nesta quarta-feira (30), em mesa redonda durante o seminário “Diplomacia da inovação para a competitividade”, no Palácio Itamaraty. “Se nós observarmos, a sociedade brasileira não gosta tanto de tecnologia e inovação como o cidadão comum de países que estão conseguindo investir mais em pesquisa e desenvolvimento, como Israel, Finlândia, Suécia, Estados Unidos, Alemanha, França e Coreia do Sul”, disse. “Então, mais do que nunca, precisamos priorizar esses assuntos para que o nosso povo conheça nossos bons exemplos e aprenda a valorizar isso. As empresas inovadoras têm que ser estimuladas e apoiadas”. O secretário destacou a atual agenda nacional para ciência, tecnologia e inovação (CT&I). “O Brasil tem se despertado muito para esses aspectos, que estão na linha de frente das nossas prioridades desde que se tornaram uma das 13 diretrizes do governo federal”, afirmou, ao acrescentar que o esforço é “grande e diversificado”. “Seja por parte de agências de financiamento, seja na ampliação do sistema de ensino superior, seja no estabelecimento de secretarias estaduais e fundações de apoio à pesquisa”. Reflexão O Ministério das Relações Exteriores (MRE) em conjunto com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), em busca de elementos para ampliar sua capacidade de articulação e coordenação com os atores dos sistemas de inovação de outros países, como forma de facilitar a transferência, a


absorção, o aprendizado e o intercâmbio tecnológico. Segundo o diretor do departamento de Temas Científicos e Tecnológicos do MRE, Benedicto Fonseca Filho, diversos países com os quais o Brasil mantém cooperação na área de CT&I “encontram-se neste momento em intensa atividade do ponto de vista conceitual e teórico da inovação, estabelecendo boas práticas e definindo arcabouços legal e institucional para lidar com a questão”. O chefe da divisão de Ciência e Tecnologia do MRE, Ademar Seabra, comparou o formato do seminário com o das reuniões do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia. “A discussão é livre no CCT, que tem uma dinâmica muito grande, crítica, franca, aberta, de contribuições muito valiosas para se pensar, de um modo geral, a política nacional de ciência, tecnologia e inovação. Já o seminário tem escopo mais modesto, quase um brainstorming para recolher elementos e ajudar a melhorar a atuação do Itamaraty”, explicou. A presidenta da GE do Brasil, Adriana Machado, elogiou o apoio do governo federal no processo de convencimento para a companhia norte-americana instalar no Brasil seu quinto centro de pesquisa global. “Para retribuir, a gente deve compartilhar a nossa experiência para ajudar, não só o governo na elaboração de políticas públicas adequadas para continuar atraindo [centros globais], mas também outras empresas que queiram fazer o mesmo que nós.” Também participaram das discussões o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCTI), Glauco Arbix, o diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES/MDIC) João Carlos Ferraz, e o diretor de Inovação da CNI, Paulo Mol Júnior, entre outros representantes de instituições públicas e privadas, além de empresas nacionais e estrangeiras. Fonte: Ascom do MCTI http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=110147&nome=Brasil%20precisa %20estimular%20interesse%20pela%20inova%E7%E3o,%20diz%20secret%E1rio


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Brasil precisa estimular interesse pela inovação, diz secretário 31/10/2013 Quinta-Feira, Dia 31 de Outubro de 2013 as 11 Para o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Setec/MCTI), Alvaro Prata, o Brasil pode se transformar quando novas tecnologias entrarem de vez no gosto da população. Ele abordou a ideia nesta quarta-feira (30), em mesa redonda durante o seminário “Diplomacia da inovação para a competitividade”, no Palácio Itamaraty. “Se nós observarmos, a sociedade brasileira não gosta tanto de tecnologia e inovação como o cidadão comum de países que estão conseguindo investir mais em pesquisa e desenvolvimento, como Israel, Finlândia, Suécia, Estados Unidos, Alemanha, França e Coreia do Sul”, disse. “Então, mais do que nunca, precisamos priorizar esses assuntos para que o nosso povo conheça nossos bons exemplos e aprenda a valorizar isso. As empresas inovadoras têm que ser estimuladas e apoiadas”. O secretário destacou a atual agenda nacional para ciência, tecnologia e inovação (CT&I). “O Brasil tem se despertado muito para esses aspectos, que estão na linha de frente das nossas prioridades desde que se tornaram uma das 13 diretrizes do governo federal”, afirmou, ao acrescentar que o esforço é “grande e diversificado”. “Seja por parte de agências de financiamento, seja na ampliação do sistema de ensino superior, seja no estabelecimento de secretarias estaduais e fundações de apoio à pesquisa”. Reflexão O Ministério das Relações Exteriores (MRE) em conjunto com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), em busca de elementos para ampliar sua capacidade de articulação e coordenação com os atores dos sistemas de inovação de outros países, como forma de facilitar a transferência, a


absorção, o aprendizado e o intercâmbio tecnológico. Segundo o diretor do departamento de Temas Científicos e Tecnológicos do MRE, Benedicto Fonseca Filho, diversos países com os quais o Brasil mantém cooperação na área de CT&I “encontram-se neste momento em intensa atividade do ponto de vista conceitual e teórico da inovação, estabelecendo boas práticas e definindo arcabouços legal e institucional para lidar com a questão”. O chefe da divisão de Ciência e Tecnologia do MRE, Ademar Seabra, comparou o formato do seminário com o das reuniões do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia. “A discussão é livre no CCT, que tem uma dinâmica muito grande, crítica, franca, aberta, de contribuições muito valiosas para se pensar, de um modo geral, a política nacional de ciência, tecnologia e inovação. Já o seminário tem escopo mais modesto, quase um brainstorming para recolher elementos e ajudar a melhorar a atuação do Itamaraty”, explicou. A presidenta da GE do Brasil, Adriana Machado, elogiou o apoio do governo federal no processo de convencimento para a companhia norte-americana instalar no Brasil seu quinto centro de pesquisa global. “Para retribuir, a gente deve compartilhar a nossa experiência para ajudar, não só o governo na elaboração de políticas públicas adequadas para continuar atraindo [centros globais], mas também outras empresas que queiram fazer o mesmo que nós.” Também participaram das discussões o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCTI), Glauco Arbix, o diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES/MDIC) João Carlos Ferraz, e o diretor de Inovação da CNI, Paulo Mol Júnior, entre outros representantes de instituições públicas e privadas, além de empresas nacionais e estrangeiras. http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=110147&nome=Brasil%20precisa %20estimular%20interesse%20pela%20inova%E7%E3o,%20diz%20secret%E1rio


Veículo: Jornal – Jornal do Commercio Assunto: Controles em ciência e Tecnologia Cita a FAPEAM:

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Clipping de notícias selecionadas com assuntos sobre CT&I no Estado do Amazonas.

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