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Editoria: Pag: em Pauta Assunto:Projeto de lei define novas regras para acesso ao patrimônio genético. Cita a FAPEAM:

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Projeto de lei define novas regras para acesso ao patrimônio genético Conhecer a biodiversidade brasileira para protegê-la; estimular a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação; regularizar o acesso ao patrimônio genético; valorizar o conhecimento tradicional e a excelência das instituições científicas, fomentar a bioindústria nacional, efetivar a repartição de benefícios e combater a biopirataria. Essas são as prioridades do Governo Federal com projeto de lei encaminhado, no último dia 20, ao Congresso Nacional. Pontos do anteprojeto e o impacto esperado com a nova legislação foram apresentados e comentados a jornalistas, no Palácio do Planalto, pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e pelos ministros da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clélio Campolina Diniz, e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges. Como explicou a ministra Izabella, o novo arcabouço legal vem sendo construído, há três anos, entre MCTI, MDIC e MMA, além de outras pastas e diversos setores envolvidos. Entre as principais mudanças em relação à legislação vigente está a substituição da autorização prévia pelo cadastro no Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (CGEN) para se ter acesso à biodiversidade. O dispositivo propõe criar uma política de acesso ao recurso genético e instituir o Fundo Nacional de Repartição de Benefícios, com a participação de indígenas e comunidades tradicionais. Também estabelece regras para assegurar essa repartição e a regularização de processos pendentes. De acordo com o PL, a repartição de benefício (RB) incidirá apenas sobre o desenvolvimento e o produto final e não sobre a pesquisa, com parâmetros definidos previamente, sendo de até 1% da receita líquida. As regras de regularização e transição terão por base um termo de ajustamento de conduta, com incentivo para que usuários venham ao sistema, conversão de multas administrativas, com 100% de desconto para pesquisa e 90% de desconto para as demais atividades envolvendo conversão para repartição (CTA) e, desde já, assegurar a repartição de benefícios


dos últimos cinco anos. Segundo Izabella Teixeira, como segue em regime de urgência no Congresso Nacional, o projeto deve ser votado em 90 dias e, a partir da aprovação da lei, os usuários terão o prazo de um ano para adequação e regularização. “Estamos mudando o patamar de fiscalização sobre esse assunto, particularmente, quanto à biopirataria”, disse a titular do MMA. “A expectativa é termos uma aliança em torno da aprovação”, acrescentou. IMPACTO O objetivo com as alterações foi superar entraves legais que criam barreiras à pesquisa e obstáculos à inovação, com elevada judicialização de processos, além de descriminalizar a pesquisa. “Hoje temos várias instituições científicas no Brasil criminalizadas, multadas e respondendo a crime ambiental porque a legislação atual é extremamente confusa e complexa para o pesquisador”, afirmou a ministra. Na coletiva, o ministro do MCTI destacou a importância da regulamentação ao facilitar o trabalho do pesquisador que poderá, simplesmente, declarar a pesquisa, além de possibilitar benefícios e o reconhecimento às populações tradicionais e o melhor aproveitamento do patrimônio genético nacional. “Essa nova lei permitirá ampliar, facilitar e regularizar a pesquisa e aproveitar esse potencial em benefício da sociedade brasileira e, em especial, da Amazônia, – onde está o nosso maior patrimônio genético – para podermos gerar emprego, renda, preservando a sustentabilidade ambiental da região”, comentou. O ministro reforçou, ainda, a relevância da temática da bioeconomia e da biotecnologia como uma das grandes fronteiras tecnológicas, com grande potencial a ser explorado. “O Brasil não pode perder a oportunidade de fazer isso de uma maneira legal, com flexibilidade para a pesquisa nacional. Caso contrário, não se aproveita o potencial que o país tem e ainda se criam mecanismos para facilitar a biopirataria – e isso o país tem que evitar, ter controle e domínio”, ressaltou Campolina. “A nova legislação vai representar um salto de qualidade na pesquisa brasileira e em resultados econômicos e sociais para o País”, concluiu. O ministro do Desenvolvimento, Mauro Borges, ressaltou a importância do impacto econômico das medidas, já que os setores cobertos pela lei de acesso à biodiversidade (químico, farmacêutico e cosmético) representam 25% do Produto Interno Bruto da indústria de transformação e os investimentos relacionados à biodiversidade do Brasil giram em torno de R$ 20 a 30 bilhões ao ano. “Uma vez que se tem segurança jurídica esse acesso à biodiversidade será mais intenso”, avalia. Fonte: MCTI http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/06/projeto-de-lei-define-novas-regras-paraacesso-ao-patrimonio-genetico/


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Editoria: Pag: em Pauta Assunto:Cientistas analisam novos resultados obtidos no Grande Colisor de Hádrons. Cita a FAPEAM:

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Cientistas analisam novos resultados obtidos no Grande Colisor de Hádrons Físicos anunciaram no domingo (22) ter aprendido mais sobre o bóson de Higgs, partícula subatômica que torna a existência de massa possível e por esta razão é apelidada de “partícula de Deus”, descoberta considerada revolucionária anunciada há quase dois anos. Experimentos feitos no Grande Colisor de Hádrons (LHC) – o acelerador de partículas situado na fronteira franco-suíça, onde a descoberta foi feita – responderam a antigas questões sobre como o Higgs se comporta, afirmaram. A teoria sobre a existência do bóson de Higgs foi levantada nos anos 1960. Ele seria a partícula subatômica que dá massa a outras partículas. Sem ele, não haveria massa. Décadas de trabalho se seguiram para explorar a ideia até que, em 4 de julho de 2012, duas equipes concorrentes no LHC anunciaram ter descoberto de forma independente uma partícula consistente com o bóson de Higgs. Mas outras pesquisas foram necessárias para dar corpo a esta descoberta e ver como ela se encaixava no Modelo Padrão, o quadro conceitual utilizado para explicar a matéria visível no universo. Em estudo publicado na revista Nature Physics, uma das equipes do LHC anunciou que o bóson se comporta conforme o previsto e que não é como um “impostor que se parece com ele”. AVANÇOS A análise da montanha de dados de colisões no LHC mostra que o bóson se decompõe em um grupo de sub-partículas denominado férmions, em linha com a teoria do Modelo Padrão, destacou o estudo. “É um avanço enorme”, disse Markus Klute, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), que chefiou a pesquisa no Solenoide de Múon Compacto (CMS), um dos detectores de


partículas construídos no LHC. “Agora nós sabemos que partículas como os elétrons obtêm sua massa graças ao campo de Higgs, o que é muito empolgante”, afirmou. Descobrir o bóson de Higgs só foi possível com a construção do LHC, o maior laboratório do mundo, construído em um túnel de 27 quilômetros em forma de anel. Um exército de físicos de todo o mundo analisou cuidadosamente os vestígios deixados por bilhões de colisões de prótons, em busca de uma assinatura indicativa de uma partícula fugaz. A descoberta inicial situou a massa do bóson de Higgs entre 125 e 126 Gigaelétron-volts, uma unidade de medida padrão em nível subatômico. Análises de dados posteriores destes experimentos também revelaram que o bóson não tem spin e decai rapidamente em pares de fótons (partículas de luz), os chamados bósons W ou Z. “Agora, estabelecemos as principais características desta nova partícula”, afirmou Klute em um comunicado publicado pelo MIT. “Todas estas coisas são consistentes com o Modelo Padrão”, acrescentou. MODERNIZAÇÃO DO LHC Experimentos no LHC estão suspensos momentaneamente, enquanto o colisor passa por uma modernização, mas os cientistas ainda vasculham montanhas de dados gerados de colisões antes do desligamento. As operações devem ser retomadas em 2015, com um programa de três anos no qual os cientistas usarão colisões mais potentes para explorar fenômenos teóricos, como a ‘supersimetria’, que pode vir a explicar a matéria escura, substância que compõe a maior parte do universo. O bóson recebeu o nome de Peter Higgs, físico britânico coganhador do Nobel no ano passado, juntamente com o belga François Englert. Outros físicos que deram grandes contribuições à teoria foram Robert Brout, também belga, falecido em 2011, e a equipe americana-britânica integrada por Dick Hagen, Gerald Guralnik e Tom Kibble. Fonte: France Presse http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/06/cientistas-analisam-novos-resultados-obtidosno-grande-colisor-de-hadrons/


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Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador abre inscrições Estão abertas, até o dia 21 de julho, as inscrições para o Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador. A premiação reconhece e prestigia projetos, incubadoras de empresas, parques tecnológicos e empresas graduadas e incubadas que, por meio de suas ações, serviços e produtos, fortalecem o movimento do empreendedorismo inovador no País. Em sua 18ª edição neste ano, o concurso será realizado em duas etapas – uma regional, classificatória, e outra nacional. O objetivo é prestigiar e dar mais oportunidade de destaque aos agentes do movimento de todo o Brasil. Na primeira fase, a premiação reconhecerá nas seis categorias, os parques, incubadoras, projetos e empresas das diferentes regiões do País, que foram divididas em três: Sul; Sudeste; e Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Os vencedores da primeira etapa estarão, portanto, classificados para a fase nacional da premiação. O resultado da etapa regional será conhecido em 25 de setembro, durante o 24º Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas, em Belém. Os vencedores da primeira fase receberão um certificado de premiação e o custeio para participação no seminário. Já os vencedores da etapa nacional serão revelados no dia 3 de dezembro. Os premiados na etapa nacional receberão troféus, certificados, passagens aéreas para viagens de estudos e negócios, além de R$ 60 mil em dinheiro (total distribuído entre os vencedores das seis categorias). O prêmio é promovido pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Fonte: MCTI http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/06/premio-nacional-de-empreendedorismoinovador-abre-inscricoes/


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Editoria: Pag: em Pauta Assunto:Cientistas modificam HIV e conseguem causar Aids em macacos. Cita a FAPEAM:

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Cientistas modificam HIV e conseguem causar Aids em macacos Um desafio crucial enfrentado por pesquisas que desenvolvem drogas contra a Aids é a impossibilidade de testá-las em cobaias. Os únicos animais que contraem o HIV e desenvolvem uma doença são os humanos. Uma versão alterada do vírus criada nos EUA, porém, infecta macacos, e traz a esperança de acelerar ensaios clínicos. Para tornar o HIV capaz de infectar os animais da espécie asiática Maccaca nemestrina, os cientistas inseriram nele uma pequena parte do código genético do SIV (vírus de imunodeficiência símia) que infecta macacos na natureza e é um parente relativamente distante do patógeno causador da Aids. Em estudo na revista Science, cientistas de uma colaboração que envolveu seis laboratórios descrevem como construíram o vírus, um trabalho de oito anos. A ideia era fazer com que as proteínas que o patógeno exibe em sua superfície fossem capazes de se conectar às proteínas das células TCD4+ do sistema imune dos macacos e desativar seu sistema de defesa. Essas são as células que, nos humanos, são atacadas pelo HIV. Cientistas começaram o trabalho equipando o HIV com uma proteína de defesa do SIV que lhe permitiu infectar macacos. Ao ser transferido de macaco para macaco quatro vezes, o vírus ganhou adaptações por conta própria, e aprendeu a se conectar melhor a proteínas de superfície das TCD4+ de macacos. Com as alterações artificiais e mutações induzidas pelo experimento, o HIV já era capaz de adotar macacos como hospedeiros, mas ainda não os deixava com o sistema imune fraco o suficiente para causar Aids. Cientistas viram que isso estava acontecendo porque, mesmo podendo atacar as TCD4+ dos macacos, o HIV alterado estava sendo atacado pelas TCD8+, uma segunda linha de defesa do sistema imune. Para criar nos macacos um ambiente o mais similar possível ao organismo humano, os cientistas trataram os animais com anticorpos que diminuíam sua população de células TCD8+.


Feito isso, os macacos começaram a exibir –pela primeira vez na história da biologia experimental– sintomas da Aids. SINTOMAS CLÁSSICOS “Com o sistema imune debilitado, nossos macacos contraíram, por exemplo, a Pneumocystis, uma infecção por fungo que está em livros-texto sobre Aids”, disse Theodora Hatziioannou, do Centro de Pesquisas Aaron Diamond, de Nova York, primeira autora do artigo que descreve o trabalho. Segundo ela, o modelo animal apresentado está pronto para ser usado como plataforma de teste de eficácia de novas drogas antirretrovirais. “É de fato um grande avanço poder infectar macacos com o HIV, mesmo que modificado”, diz Edecio Cunha-Neto, cientista que também usa macacos para testar o protótipo de vacina que a USP desenvolveu. Em seus testes, porém, o desempenho da vacina só pode ser avaliado de maneira indireta nos animais, que não chegam a desenvolver doença nenhuma. Uma limitação na pesquisa americana é a dependência de inibir células CD8+ artificialmente. Isso impede que o vírus alterado seja usado em testes de vacinas, além de drogas antivirais. “Mas estamos trabalhando para torná-lo patogênico mesmo na presença das CD8+”, diz a cientista. “Esperamos conseguir algo dentro de poucos anos”. Fonte: Folha de São Paulo http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/06/cientistas-modificam-hiv-e-conseguemcausar-aids-em-macacos/


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Assunto:Micróbios Cita a FAPEAM:

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devoradores de plástico ajudam a reduzir lixo no mar.

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Micróbios devoradores de plástico ajudam a reduzir lixo no mar Micróbios podem estar contribuindo para reduzir a quantidade de lixo no mar, “comendo” o plástico que contamina as águas do planeta, informaram cientistas australianos. Essas criaturas microscópicas parecem estar biodegradando toneladas de rejeitos que flutuam no mar, segundo estudo de oceanógrafos da University of Western Australia, publicado no periódico científico Plos One. Os pesquisadores analisaram mais de mil imagens de dejetos em frente ao litoral australiano e documentaram pela primeira vez as comunidades biológicas que vivem nestas pequenas partículas de lixo, conhecidas como microplásticos. “Parece que a degradação do plástico está acontecendo no mar”, explicou Julia Reisser, uma das encarregadas do estudo. “Estou entusiasmada porque os micróbios comedores de plástico poderiam ser uma solução para melhorar os sistemas de tratamento de lixo no continente”, assegurou. Embora já tenha sido observada a existência de micróbios que comem plástico em depósitos de lixo, o estudo destaca que seus equivalentes no mar poderiam ser igualmente eficazes. “Os micróbios terrestres precisam de água para crescer e o processo é muito caro. Mas os micróbios marinhos crescem na água salgada e poderiam ser uma foma mais barata” de reduzir o volume de lixo, afirmou Reisser. A ação destes micróbios também poderia explicar porque o aumento de rejeitos plásticos nos oceanos não é tão importante quanto previam os cientistas, segundo a pesquisadora. Os cientistas têm advertido reiteradamente para a ameaça dos microplásticos – partículas de plástico com menos de cinco milímetros – para os oceanos e em 2012 o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) estimou em cerca de 13.000 os pedaços de


micropl谩sticos por quil么metro quadrado de mar, um fen么meno que se intensifica no Pac铆fico Norte. Fonte: AFP http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/06/microbios-devoradores-de-plastico-ajudam-areduzir-lixo-no-mar/


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do Commercio Editoria: Negócios Pag: B4 Assunto:Micróbios devoradores de plástico ajudam a reduzir lixo no mar. Cita a FAPEAM:

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A Critica Assunto:Como o estresse provoca o AVC. Cita a FAPEAM:

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Pag: em Pauta Editoria: Assunto:Amazonas é medalha de ouro em feira de iniciação científica nos EUA. Cita a FAPEAM:

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Amazonas é medalha de ouro em feira de iniciação científica nos EUA Os universitários amazonenses, Tainá Gonçalves e Valdeson Dantas, conquistaram a medalha de ouro da categoria Ciências da Genius Olympiad, evento mundial de iniciação científica que está sendo realizado na Universidade de Nova York (EUA). A dupla concorreu com o Projeto Harpia, um sistema que reconhece e monitora o canto de filhotes do Gavião Real em reservas florestais, algo fundamental para o trabalho dos biólogos. O Harpia foi desenvolvido pelos alunos durante o último ano de Ensino Médio Técnico na Fundação Nokia, sob a orientação do professor, Marcelo Ribeiro. O projeto foi credenciado para a Genius Olympiad após receber o primeiro lugar da última edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), realizada este ano, em São Paulo. A premiação da Genius Olympiad aconteceu na tarde da quinta-feira (19) e os desenvolvedores do Harpia concorreram com mais de 300 projetos de iniciação científica do mundo inteiro. Eles foram premiados com medalhas, certificados e tablets. Fonte: D24am http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/06/amazonas-e-medalha-de-ouro-em-feira-deiniciacao-cientifica-nos-eua/


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em Pauta Editoria: Assunto:Editais financiam pesquisas sobre classificação indicativa. Cita a FAPEAM:

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Data: 23/06/2014

Editais financiam pesquisas sobre classificação indicativa A Secretaria Nacional de Justiça (SNJ), em parceria com a Unesco, seleciona instituições para fomentar a pesquisa em temas relacionados à classificação indicativa. Cinco editais irão financiar projetos para nortear atividades na área. A data limite para inscrição do primeiro tema terminou no dia 18. Outros quatro temas, no entanto, recebem inscrições até 24/6, 3/7, 8/7 e 10/7. “Esses editais buscam fortalecer a produção de conhecimento no campo de classificação indicativa e estimular o envolvimento de universidades e centros na pesquisa desta matéria”, diz Paulo Abrão, secretário Nacional de Justiça. O prazo para execução das pesquisas é de seis meses. Os produtos apresentados devem ter um orçamento compatível com o tempo de trabalho e a metodologia adotada. Os eixos temáticos e respectivos prazos de inscrição são: 1. Aperfeiçoamento da política pública de classificação indicativa. Até 18 de junho de 2014 2. Revisão bibliográfica, coleta, diagnóstico e análise de dados para ampliação e orientação da política da classificação indicativa coordenada pela Secretaria Nacional de Justiça – SNJ. Até 24 de junho de 2014 3. Redes de governança colaborativa, accountability e transparência. Até 3 de julho de 2014 4. Impactos biopsicossociais dos conteúdos audiovisuais na população infanto-juvenil e a percepção dos alertas da classificação indicativa em crianças, adolescentes e pais. Até 8 de julho de 2014 5. A classificação indicativa nos tribunais: elementos jurídicos da política. Até 10 de julho de 2014


Veja os editais no link. Fonte: Jornal da CiĂŞncia http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/06/editais-financiam-pesquisas-sobreclassificacao-indicativa/


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Pag: em Pauta Editoria: Assunto:Remédio para reumatismo faz nascer cabelos e pelos em paciente. Cita a FAPEAM:

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Remédio para reumatismo faz nascer cabelos e pelos em paciente Cientistas da Universidade Yale, nos Estados Unidos, descobriram que um medicamento criado para tratar reumatismo pode estimular o crescimento de cabelo e pelos em pessoas que sofrem de alopecia universal, quando há perda de todos os pelos do corpo. De acordo com a pesquisa, publicada no Journal of Investigative Dermatology, do grupo Nature, uma grande quantidade de cabelo após um tratamento proposto pelos médicos. Atualmente, não há cura ou tratamento de longo prazo para este tipo de alopecia, enfermidade que deixou careca o paciente voluntário aos 25 anos. Segundo os investigadores, foi o primeiro caso de tratamento bem sucedido para esta enfermidade. Além do cabelo, cresceram ainda os pelos das sobrancelhas e cílios, além do rosto e axila, todos afetados pela alopecia. “Os resultados foram exatamente o que esperávamos”, disse Brett King, professor assistente de dermatologia da Escola de Medicina da Universidade Yale e autor principal do artigo científico. “É um enorme passo para o tratamento de pacientes com esta condição”, disse ele, em comunicado. O CASO O paciente havia sido previamente diagnosticado com alopécia universal e psoríase em placas, condição caracterizada por áreas vermelhas escamosas na pele. Os médicos decidiram usar o medicamento que tem o nome comercial Xeljanz (Tofacitinib Citrate), da empresa Pfizer. Com comercialização autorizada nos EUA, experimentos anteriores feitos com o remédio em camundongos tiveram bons resultados na reversão da psoríase — mas não da alopecia. O homem utilizou a droga por dois meses, consumindo 10 mg por dia. Durante esse período, a psoríase teve leve melhora, mas foi registrado crescimento de cabelo e pelos faciais.


Houve mais três meses de tratamento, com 15 mg por dia, e, ao longo desse tempo o voluntário recuperou grande parte dos cabelos e suas sobrancelhas já eram bem visíveis, além dos pelos faciais e da axila. “O paciente relatou não sentir qualquer efeito colateral e não detectamos anormalidades nos testes laboratoriais”, disse Brittany Craiglow, coautora do estudo. De acordo com os cientistas, haverá novos experimentos para se obter um creme com a droga. No entanto, eles dizem que os princípios ativos podem não ajudar em todos os casos. Fonte: G1 http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/06/remedio-para-reumatismo-faz-nascercabelos-e-pelos-em-paciente/


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Pag: em Pauta Editoria: Assunto:Inpa lança versão impressa de Guia de Cobras e Guia de Biodiversidade. Cita a FAPEAM:

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Inpa lança versão impressa de Guia de Cobras e Guia de Biodiversidade Na sexta-feira (20), o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) lança dois livros: o Guia de Cobras da Região de Manaus – Amazônia Central e o Guia de Biodiversidade e Monitoramento Ambiental Integrado, no Auditório da Ciência. Os guias são publicações do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio) com financiamento do Centro de Estudos Integrados da Biodiversidade da Amazônia (Cenbam). As publicações já possuem edição online no site do PPBio. O Guia de Cobras teve sua edição disponibilizada na internet em março deste ano e o Guia de Biodiversidade, em junho de 2013. Agora, serão lançadas as versões impressas para serem distribuídas gratuitamente em escolas, institutos de pesquisa, bibliotecas entre outros espaços. Foram impressos mil exemplares de cada guia. Os livros podem ser adquiridos através de solicitação feita, via ofício, para o e-mail do Cenbam. Os guias são fruto do trabalho de pesquisadores sobre a biodiversidade da Floresta Amazônica. Ambas as publicações são bilíngues (português e inglês) e contam com ilustrações e tabelas que ajudam o leitor a entender melhor o tema. No caso do Guia de Cobras, a biodiversidade é focada para as cobras encontradas na região de Manaus, para ajudar a população a conhecer espécies de cobras como jiboias (Boa constrictor), jararacas (Bothrops atrox) e sucuris (Eunectes murinus). Ele traz o registro de 65 espécies em detalhes fotográficos e textos que permitem a identificação e diferenciação entre as espécies. A obra é de autoria de Rafael de Fraga (estudante de doutorado do Inpa), Ana Lúcia da Costa Prudente (pesquisadora do Museu Emílio Goeldi) e Albertina Pimentel Lima e William Magnusson, ambos pesquisadores do Inpa. “Nossa proposta é que o guia sirva para as pessoas identificarem as cobras peçonhentas,


conhecerem os hábitos delas, o modo de vida e a beleza desses animais”, disse Fraga. Já o livro Biodiversidade e Monitoramento Integrado da Amazônia tem como foco a coleta de dados em campo, situando-a em um contexto científico mais amplo e discutindo o próprio PPBio. É bem ilustrado e escrito em linguagem simples, embora acadêmica. A obra foi produzida com base na experiência de mais de uma década de implementação do sistema Rapeld na Amazônia brasileira. O Rapeld é um sistema próprio adotado pelo programa que aborda a padronização especial, ponto crucial para responder a maior parte das questões levantadas pelos tomadores de decisão, permitindo a flexibilidade e a inovação. A obra conta com a participação de 29 autores liderados pelo pesquisador do Inpa William Magnusson. Também são autores:Ricardo Braga Neto, Flávia Pezzini, Fabrício Baccaro, Helena Bergallo, Jerry Penha, Domingos Rodrigues, Luciano M. Verdade, Albertina Lima, Ana Luíza Albernaz, Jean-Marc Hero, Ben Alwson, Carolina Castilho, Débora Drucker, Elisabeth Franklin, Fernando Mendonça, Flávia Costa, Graciliano Galdino, Guy Castley, Jansen Zuanon, Julio do Vale, José Laurindo Campos dos Santos, Regina Luizão, Renato Cintra, Reinaldo I. Barbosa, Antonio Lisboa, Rodrigo V. Koblitz, Cátia Nunes da Cunha, Antonio R. Mendes Pontes. Fonte: Inpa http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/06/inpa-lanca-versao-impressa-de-guia-decobras-e-guia-de-biodiversidade/


Veículo:MCTI Assunto:CsF

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prorroga chamadas para atração de pesquisadores.

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CsF prorroga chamadas para atração de pesquisadores Foram prorrogadas até sexta-feira (27) as inscrições para o segundo cronograma das chamadas Atração de Jovens Talentos (BJT) e Pesquisador Visitante Especial (PVE) do programa Ciência sem Fronteiras (CsF). As chamadas têm por objetivo oferecer apoio financeiro a projetos de pesquisa científicos, inovadores e tecnológicos, bem como conceder bolsas para atração de jovens pesquisadores com destacada produção científica e para o intercâmbio de pesquisadores seniores com reconhecida liderança internacional. O objetivo principal é promover, por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional de pesquisadores, a consolidação, a expansão e a internacionalização da ciência, inovação e tecnologia, bem como da competitividade do país, com enfoque nas áreas contempladas pelo programa do governo federal. Para mais informações, acesse a página de cada modalidade de bolsa – BJT e PVE.

Texto: Ascom do MCTI, com informações do CsF http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/355178/CsF_prorroga_chamadas_para_atraca o_de_pesquisadores.html


Veículo:MCTI

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Assunto:Seminário Cita a FAPEAM:

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apresentará indicadores do patrimônio natural na Amazônia.

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Seminário apresentará indicadores do patrimônio natural na Amazônia No extremo norte do país, os impactos da exploração de recursos naturais ameaçam o patrimônio transfronteiriço entre os estados brasileiros do Pará e Amapá e a Guiana Francesa. Para identificar o estado atual desta parte da Amazônia, estudos diversos, incluindo análises de imagens de satélite feitas durante o período de 2007 a 2014, serão apresentados no Seminário Final do Projeto OSE Guyamapá, em Belém, na próxima segunda-feira (23). Promovido pelo Museu Paraense Emilio Goeldi (MPEG/MCTI), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e Empresa brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Amazônia Oriental, objetivo do evento é apresentar os indicadores do patrimônio natural na região e promover trocas entre a comunidade científica e gestores do meio ambiente. Será apresentado ainda o Geo-Portal Guyamapá e os principais resultados das áreas de atuação: Geomática; Complexo Água-Solo-Floresta; Espaço Litoral; entre outras. Também durante o seminário o MPEG assina acordo de cooperação com o Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento (IRD- FR) para viabilizar pesquisas em parceria. Na fronteira entre o Pará e o Amapá com a Guiana Francesa está localizada a Bacia do Oiapoque. O local encontra-se sob a influência da descarga sedimentária do Rio Amazonas e das forças oceânicas regionais. As águas, ricas em nutrientes e em recursos pesqueiros, são protegidas pelo Parque Natural Regional da Guiana Francesa e do Parque Nacional do Cabo Orange, no Amapá. Há também duas áreas que abrangem florestas tropicais: o Parque Amazônico, na Guiana Francesa, e o Parque de Tumucumaque, no Brasil. As principais ameaças à natureza são a extração mineral ilegal, especialmente o garimpo de ouro, extração ilegal de madeira e produtos não-madeireiros, além da ocupação irregular na calha do Rio Oiapoque. Através do Programa Operacional Amazônia, a Guiana Francesa e o Amapá buscam desenvolver abordagens integradas como bases de gestão coerente dos espaços fronteiriços.


Ação conjunta O Projeto OSE Guyamapá é coordenado pelo colegiado franco-brasileiro IRD, Inpe e Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (IEPA). As ações visam propor métodos e ferramentas comuns para a caracterização do patrimônio natural transfronteiriço para subsidiar a gestão ambiental. Entre os indicadores gerados pelo projeto estão: o estado das coberturas florestais; o estado e natureza dos agrosistemas e suas evoluções; e o estado e evolução das paisagens litorâneas.

Texto: Ascom do MCTI, com informações da Agência Museu Goeldi http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/355161/Seminario_apresentara_indicadores_ do_patrimonio_natural_na_Amazonia.html


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CsF prorroga chamadas para atração de pesquisadores Foram prorrogadas até sexta-feira (27) as inscrições para o segundo cronograma das chamadas Atração de Jovens Talentos (BJT) e Pesquisador Visitante Especial (PVE) do programa Ciência sem Fronteiras (CsF). As chamadas têm por objetivo oferecer apoio financeiro a projetos de pesquisa científicos, inovadores e tecnológicos, bem como conceder bolsas para atração de jovens pesquisadores com destacada produção científica e para o intercâmbio de pesquisadores seniores com reconhecida liderança internacional. O objetivo principal é promover, por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional de pesquisadores, a consolidação, a expansão e a internacionalização da ciência, inovação e tecnologia, bem como da competitividade do país, com enfoque nas áreas contempladas pelo programa do governo federal. Para mais informações, acesse a página de cada modalidade de bolsa – BJT e PVE.

*Com informações do CsF Fonte: Ascom do MCTI* http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=138471&nome=CsF %20prorroga%20chamadas%20para%20atra%E7%E3o%20de%20pesquisadores


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Projeto de lei define novas regras para acesso ao patrimônio genético Conhecer a biodiversidade brasileira para protegê-la; estimular a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação; regularizar o acesso ao patrimônio genético; valorizar o conhecimento tradicional e a excelência das instituições científicas, fomentar a bioindústria nacional, efetivar a repartição de benefícios e combater a biopirataria. Essas são as prioridades do governo federal com projeto de lei encaminhado, nesta sexta-feira (20), ao Congresso Nacional. Pontos do anteprojeto e o impacto esperado com a nova legislação foram apresentados e comentados a jornalistas, no Palácio do Planalto, pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e pelos ministros da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina Diniz, e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges. Como explicou a ministra Izabella, o novo arcabouço legal vem sendo construído, há três anos, entre MCTI, MDIC e MMA, além de outras pastas e diversos setores envolvidos. Entre as principais mudanças em relação à legislação vigente está a substituição da autorização prévia pelo cadastro no Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (CGEN) para se ter acesso à biodiversidade. O dispositivo propõe criar uma política de acesso ao recurso genético e instituir o Fundo Nacional de Repartição de Benefícios, com a participação de indígenas e comunidades tradicionais. Também estabelece regras para assegurar essa repartição e a regularização de processos pendentes. De acordo com o PL, a repartição de benefício (RB) incidirá apenas sobre o desenvolvimento e o produto final e não sobre a pesquisa, com parâmetros definidos previamente, sendo de até 1% da receita líquida. As regras de regularização e transição terão por base um termo de ajustamento de conduta, com incentivo para que usuários venham ao sistema, conversão de multas administrativas, com 100% de desconto para pesquisa e 90% de desconto para as demais atividades envolvendo conversão para repartição (CTA) e, desde já, assegurar a repartição de benefícios dos últimos cinco anos.


Segundo Izabella Teixeira, como segue em regime de urgência no Congresso Nacional, o projeto deve ser votado em 90 dias e, a partir da aprovação da lei, os usuários terão o prazo de um ano para adequação e regularização. “Estamos mudando o patamar de fiscalização sobre esse assunto, particularmente, quanto à biopirataria”, disse a titular do MMA. “A expectativa é termos uma aliança em torno da aprovação”, acrescentou. Impacto O objetivo com as alterações foi superar entraves legais que criam barreiras à pesquisa e obstáculos à inovação, com elevada judicialização de processos, além de descriminalizar a pesquisa. “Hoje temos várias instituições científicas no Brasil criminalizadas, multadas e respondendo a crime ambiental porque a legislação atual é extremamente confusa e complexa para o pesquisador”, afirmou a ministra. Na coletiva, o ministro do MCTI destacou a importância da regulamentação ao facilitar o trabalho do pesquisador que poderá, simplesmente, declarar a pesquisa, além de possibilitar benefícios e o reconhecimento às populações tradicionais e o melhor aproveitamento do patrimônio genético nacional. “Essa nova lei permitirá ampliar, facilitar e regularizar a pesquisa e aproveitar esse potencial em benefício da sociedade brasileira e, em especial, da Amazônia, – onde está o nosso maior patrimônio genético – para podermos gerar emprego, renda, preservando a sustentabilidade ambiental da região”, comentou. O ministro reforçou, ainda, a relevância da temática da bioeconomia e da biotecnologia como uma das grandes fronteiras tecnológicas, com grande potencial a ser explorado. “O Brasil não pode perder a oportunidade de fazer isso de uma maneira legal, com flexibilidade para a pesquisa nacional. Caso contrário, não se aproveita o potencial que o país tem e ainda se criam mecanismos para facilitar a biopirataria – e isso o país tem que evitar, ter controle e domínio”, ressaltou Campolina. “A nova legislação vai representar um salto de qualidade na pesquisa brasileira e em resultados econômicos e sociais para o país”, concluiu. O ministro do Desenvolvimento, Mauro Borges, ressaltou a importância do impacto econômico das medidas, já que os setores cobertos pela lei de acesso à biodiversidade (químico, farmacêutico e cosmético) representam 25% do Produto Interno Bruto da indústria de transformação e os investimentos relacionados à biodiversidade do Brasil giram em torno de R$ 20 a 30 bilhões ao ano. “Uma vez que se tem segurança jurídica esse acesso à biodiversidade será mais intenso”, avalia. Fonte: Ascom do MCTI http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=138470&nome=Projeto%20de %20lei%20define%20novas%20regras%20para%20acesso%20ao%20patrim%F4nio%20gen %E9tico


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Competição de inovação entre estudantes resulta em 200 modelos de negócios O desenvolvimento de 200 modelos de negócios é um dos principais resultados do Desafio Unicamp de Inovação Tecnológica, competição entre estudantes de graduação e pós-graduação de todo o Brasil realizada pela Agência de Inovação Inova Unicamp desde 2011. Também foram criados três spin-offs – empresas originadas de pesquisas acadêmicas. Os resultados foram apresentados na tese de doutorado de Virgílio Marques dos Santos, da Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com orientação de Antonio Batocchio. Santos é coordenador técnico do Desafio e vicepresidente da Unicamp Ventures, rede de ex-alunos empreendedores da Unicamp. O objetivo do Desafio Unicamp de Inovação Tecnológica é estimular a criação de negócios de base tecnológica a partir de patentes e programas de computador da própria Unicamp. As equipes participantes podem escolher qualquer tecnologia do banco de patentes ou do banco de softwares da universidade para, nos três meses de competição, desenvolver novos modelos de negócios a partir da escolha feita. Ao longo do período são realizados workshops, palestras e mentorias para orientar as equipes. Ao final os vencedores são premiados com troféu e quantia em dinheiro. Entre 2011 e 2013, 70 tecnologias da Unicamp foram utilizadas pelos mais de 500 estudantes que participaram da competição. A edição de 2014 será finalizada no dia 2 de julho, no auditório do Conselho Universitário da Unicamp. Mais informações em www.inova.unicamp.br/desafio e www.unicamp.br/unicamp/ju/597/um-


modelo-para-o-empreendedorismo. Fonte: AgĂŞncia FAPESP http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=138580&nome=Competi %E7%E3o%20de%20inova%E7%E3o%20entre%20estudantes%20resulta%20em %20200%20modelos%20de%20neg%F3cios


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Brasil Editoria: Assunto:Empresa aprimora produção in vitro de embriões bovinos. Cita a FAPEAM:

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Data: 23/06/2014

Empresa aprimora produção in vitro de embriões bovinos Nos últimos anos foi introduzida em rebanhos de gado de leite em diferentes regiões do Brasil uma vaca com alta produção leiteira, como o gado Holandês, e ao mesmo tempo resistente a doenças, a alterações climáticas e a escassez de água e de alimento, como o gado Gir. Resultado do cruzamento genético entre essas duas raças, esse tipo de gado híbrido vem aumentando a presença em fazendas produtoras de leite de estados como Pará e Alagoas graças a uma técnica de produção in vitro de embriões (PIVE) aprimorada pela empresa In Vitro Brasil. Sediada em Mogi Mirim, no interior de São Paulo, a empresa brasileira de biotecnologia de reprodução animal tem pesquisas apoiadas pelo Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) desde 2007. Com a crescente demanda por embriões mais eficientes, a empresa começou nessa época a direcionar recursos para consolidar seu departamento de pesquisa, desenvolvimento e inovação (P, D&I). “Detemos mais de 45% do mercado mundial de produção in vitro de embriões bovinos”, disse Andrea Cristina Basso, diretora de pesquisa da In Vitro Brasil, à Agência FAPESP. “Em 2013, produzimos cerca de 266 mil embriões bovinos e estimamos que nossa participação nesse mercado, em que o Brasil lidera, tenha aumentado ainda mais.” A empresa foi fundada em 2002, em um momento em que a técnica de PIVE começou a despontar como negócio no Brasil, o primeiro país a aplicá-la comercialmente. A técnica apresentava na época algumas limitações, como o tempo restrito para coleta e envio ao laboratório dos oócitos (células sexuais produzidas nos ovários dos animais), além da impossibilidade de congelar e estocar os embriões. Além disso, a produção de embriões era baixa, as taxas de gestação eram insatisfatórias e havia muitos problemas no nascimento. Por essas razões, os embriões produzidos por meio dessa técnica eram muito caros para os pecuaristas e, portanto, aplicados, em sua maioria, apenas em animais de alto valor genético –


chamados de “gado de elite” –, especialmente em gado de corte da raça Nelore, contou Basso. “A produção in vitro de embriões bovinos não era eficiente a ponto de ser transformada em um negócio, nem apresentava resultados significativos porque ainda estava pouco desenvolvida. Foi necessário torná-la aplicável comercialmente”, avaliou a pesquisadora. Investimento em pesquisa A fim de melhorar a tecnologia, aumentar a produtividade e viabilizar o uso de embriões não só em “animais de elite”, mas em todo o rebanho – de modo a reduzir o intervalo entre as gerações e acelerar o processo de melhoramento genético –, a empresa decidiu realizar esforços de pesquisa para mudar os conceitos da técnica de PIVE até então existentes. Graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Jaboticabal, e com mestrado e doutorado realizados na Universidade de São Paulo (USP), com Bolsa da FAPESP, Basso foi contratada em 2007, quando a empresa iniciou seu primeiro projeto de pesquisa. Realizado com apoio do Programa PIPE da FAPESP, o projetou possibilitou à empresa certificar a validade de seus meios de cultura – meios líquidos utilizados na produção in vitro de embriões. “Para assegurar que os meios de cultura apresentassem condições adequadas aos embriões, nós os preparávamos diariamente, antes da saída dos técnicos para as fazendas para coletar os oócitos das vacas doadoras”, contou Basso. “À medida que conquistamos mais clientes, em diferentes regiões do Brasil e aumentamos o número de laboratórios, esse processo diário se tornou inviável”, disse a pesquisadora. Por meio de análises realizadas com recursos do projeto no Laboratório Thomson de Espectrometria de Massas do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), foi possível comprovar que os meios de cultivo embrionários produzidos pela empresa mantinham a estabilidade por até 90 dias. Com isso, a empresa passou a produzir e armazenar meios de cultura em grandes quantidades e eles se tornaram o principal produto em termos de diferencial de mercado da empresa. “Hoje temos uma flexibilidade muito grande para manipular os meios de cultura embrionários. Enviamos esse material para nossos laboratórios e temos a segurança de trabalhar com eles durante bastante tempo, porque têm validade longa e são enviados apenas após passarem por um rigoroso controle de qualidade”, contou Basso. Já com um segundo projeto, realizado com Bolsa de Pós-doutorado da FAPESP e em colaboração com a Colorado State University, dos Estados Unidos, a empresa passou a utilizar um método de congelamento ultrarrápido de embriões. Aprimorado com ferramentas desenvolvidas durante o projeto, o método mostrou ser tão eficiente que logo se tornou mais um produto comercial da empresa. Hoje, cerca de 20% dos embriões produzidos pela empresa são congelados e armazenados, segundo Basso. “Essa técnica mudou o conceito da fertilização in vitro em bovinos no Brasil e possibilitou maior flexibilidade para administrar os embriões, o transporte a diferentes regiões do Brasil e até mesmo a exportação”, afirmou. Obstáculo à exportação De acordo com Basso, um dos principais obstáculos para exportar os embriões produzidos in vitro é a falta de um protocolo sanitário entre os países.


Há um protocolo sanitário válido apenas para embriões produzidos in vivo, no útero da vaca, e submetidos a alguns tipos de tratamento após serem extraídos para eliminar eventuais patógenos presentes neles provenientes do sêmen do touro doador ou da própria doadora. No caso dos embriões produzidos in vitro, estudos mostraram que procedimentos utilizados em embriões in vivo não são efetivos, uma vez que foram encontrados patógenos nestes embriões, mesmo após o tratamento, contou a pesquisadora. “Temos uma demanda enorme para exportar embriões congelados de vacas que se adaptam bem ao clima de outros países e não temos condições de fazer isso em razão da falta de um protocolo sanitário para esse tipo de embrião”, disse Basso. A empresa pretende agora desenvolver um protocolo para atestar aos órgãos de defesa sanitária do Brasil e do exterior que os embriões in vitro estão livres de patógenos. “Precisamos colocar não só nossos embriões, mas também a genética da pecuária brasileira disponível ao restante do mundo”, indicou Basso. “Pretendemos desenvolver uma metodologia que comprove que nosso sistema de produção de embriões está livre de vírus e protozoários, que possa ser reconhecido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no Brasil e pelas entidades responsáveis em potenciais países compradores”, afirmou. A empresa brasileira já está presente na África do Sul, Rússia, Colômbia, Argentina, Austrália, Paraguai, Panamá, Uruguai e Venezuela e, mais recentemente, nos Estados Unidos, por meio de joint ventures com empresas de biotecnologia de reprodução animal. No Brasil, além da sede em Mogi Mirim, possui um centro de referência em reprodução animal em Uberaba, em Minas Gerais, e um laboratório em Xinguara, no Pará. Desde 2010, começou a oferecer a tecnologia de produção de embriões in vitro para diversos laboratórios afiliados, situados em diferentes regiões do país, contou Basso. “Esses laboratórios afiliados são empresas que tinham uma tecnologia de produção in vitro de embriões já desenvolvida ou que tiveram resultados insatisfatórios”, afirmou Basso. “Eles compram nossos meios de cultura e damos total assistência para eles montarem seus laboratórios e treinarem os técnicos na metodologia de congelamento dos embriões”, detalhou. Segundo Basso, a empresa cresce entre 20% e 25% por ano desde que começou a investir em pesquisa e desenvolvimento e a modificar seu plano de negócios para agregar valor aos embriões que produzem e comercializam e, dessa forma, aumentar a margem de lucro. “Começamos a nos desenvolver a partir do momento que passamos a fazer pesquisa por meio de programas, como o PIPE da FAPESP, para aprimorar nossos produtos”, afirmou a pesquisadora, que se tornou sócia da empresa. “Hoje temos um doutor, um mestre e dois graduados e estamos ampliando nosso departamento de pesquisa, desenvolvimento e inovação introduzindo bolsistas”, contou Basso. Atualmente, a empresa desenvolve dois projetos com apoio do Programa PIPE da FAPESP. Um deles, em parceria com a Unesp, campus de Araçatuba, e em fase de finalização, pretende dar origem a marcadores genéticos do tipo SNP (sigla em inglês de Single Nucleotide Polymorphism) em vacas Gir e Girolando de alta e baixa produção de oócitos. Já por meio de outro projeto recém-iniciado, realizado em parceria com a USP, a empresa pretende desenvolver ferramentas para a produção in vitro de embriões a partir de bezerras nelore e holandesas de 3 a 5 meses de idade e em novilhas pré-púberes.


“Isso contribuiria para uma redução ainda mais significativa do intervalo entre as gerações e aceleraria drasticamente o melhoramento genético do rebanho”, avaliou Basso. Chamada aberta O Programa PIPE está com chamada de propostas aberta para o 3º Ciclo de Análises em 2014. Estão reservados até R$ 15 milhões para atendimento às propostas selecionadas. A data-limite para apresentação das propostas na FAPESP (ou data de postagem) é 21 de julho de 2014. As propostas de financiamento devem conter projetos de pesquisa que possam ser desenvolvidos em duas fases: 1) demonstração da viabilidade tecnológica de produto ou processo, com duração máxima de nove meses e recursos de até R$ 200 mil; 2) desenvolvimento do produto ou processo inovador, com duração máxima de 24 meses e recursos de até R$ 1 milhão. Podem apresentar propostas pesquisadores vinculados a empresas de pequeno porte (com até 250 empregados) com unidade de pesquisa em desenvolvimento no Estado de São Paulo. A FAPESP divulgará o resultado enviando a cada proponente os pareceres técnicos dos avaliadores. Os pareceres podem ser úteis para o aperfeiçoamento da proposta, seja ela aprovada ou não. Em caso de não aprovação, o proponente poderá aperfeiçoar a proposta corrigindo as falhas apontadas e submeter nova solicitação em edital subsequente. “Os projetos apoiados pelo PIPE têm que acontecer nas empresas e apontar para uma inovação tecnológica em produtos ou processos que podem ser radicais ou incrementais, contanto que sejam inovadores”, disse Sérgio Queiroz, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenador adjunto da área de Pesquisa para Inovação da FAPESP, durante o evento “Diálogo sobre Apoio à Pesquisa para Inovação na Pequena Empresa”, realizado no dia 11 de junho, na FAPESP. Promovido em parceria com o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), o evento teve o objetivo de oferecer às empresas que apresentaram ou têm interesse em apresentar projeto ao PIPE-FAPESP a oportunidade de resolver dúvidas antes do dia 21 de julho, fim do prazo para apresentar propostas para o 3º Ciclo de Análise de Propostas do programa em 2014. Fonte: Agência FAPESP http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=138572&nome=Empresa %20aprimora%20produ%E7%E3o%20in%20vitro%20de%20embri%F5es%20bovinos


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em Pauta Editoria: Assunto:Com especialização, jornalismo científico avança no Amazonas Cita a FAPEAM: ✘

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Data: 23/06/2014

Com especialização, jornalismo científico avança no Amazonas Em meados do século XVII, o alemão Henry Oldeburg criou o periódico científico Philosophical Transactions que dava caráter informal aos textos de cartas expedidas por cientistas sobre suas ideias e novas descobertas. Assim, era dado o primeiro passo para um novo modelo de jornalismo especializado, o Jornalismo Científico. A I Guerra Mundial, com suas novidades armamentistas, foi o estopim para o surgimento de profissionais ávidos por informações sobre as descobertas científicas. Nessa época foram criadas as primeiras associações de jornalismo científico como a Associação Britânica dos Escritores da Ciência e a Associação Nacional de Escritores da Ciência, nos Estados Unidos. Segundo o professor da Universidade Metodista de São Paulo, Wilson Bueno, um País como o Brasil, que se caracteriza por um índice elevado de analfabetismo científico, não pode prescindir da contribuição de cientistas, professores e comunicadores sociais no processo de democratização do conhecimento. O Brasil hoje é o 18º maior produtor de conhecimento do mundo, fazendo parte do IDC (Innovative Developing Countries), que são os países com capacidade de pesquisa bastante desenvolvida, muito embora não sejam (ainda) líderes econômicos mundiais. Pesquisa publicada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) afirma que os jornalistas são considerados a melhor fonte de informação quando se quer saber de temas de ciência. Em entrevista ao site Dissertação sobre Divulgação Científica, o editor do caderno de Ciência da Folha de São Paulo, Reinaldo José Lopes, afirmou que o campo do jornalismo científico evolui bastante no Brasil. “Os profissionais estão mais qualificados e atentos. Infelizmente a editoria de ciência sempre foi uma espécie de cereja no bolo, nunca ocupou um espaço privilegiado no noticiário”.


Na opinião do jornalista, a televisão vem dando mais espaço às pautas científicas, mesmo que a maioria seja de programas “enlatados”. Apesar disso, ainda há espaço para o jornalismo especializado. “O jornalista de ciência deve ser interessado, curioso, ter muita vontade de aprender e um texto agradável. Também é necessário o domínio do inglês, pois é este o idioma que predomina no sistema científico, mesmo em algumas publicações nacionais”, destacou Lopes. AMAZONAS NO CENÁRIO De acordo com o Secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI-AM), Odenildo Sena, a comunicação científica está em ascensão. “As instituições de pesquisas também demonstram esse interesse pela profissionalização da divulgação das pesquisas”, afirma. Uma das ações para estimular a capacitação dos jornalistas na área de CT&I é a especialização em Divulgação e Jornalismo Científico em Saúde e Ambiente na Amazônia. O curso é uma parceria entre a SECTI-AM, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), o Instituto Leônidas e Maria Deane – Fiocruz Amazônia (ILMD) e o Instituto de Comunicação e Informação Científica em Saúde (ICICT) da Fiocruz Nacional, sediado no Rio de Janeiro. Segundo o biólogo, Sérgio Luz, diretor do ILMD, todos estamos no centro da ciência, visto que ela está em tudo que temos e usamos. Tudo é fruto de pesquisas, sejam as câmeras fotográficas e os celulares que usamos todos os dias, os remédios e as vacinas, as estratégias de saúde para o nosso bem estar e o controle do meio ambiente. “Cabe a nós passarmos isso para a população de forma bem clara, porque é necessário valorizar a ciência e seus benefícios. É um desafio para o Amazonas cumprir esse papel de forma objetiva, a fim de que a sociedade entenda o valor da ciência. A especialização possui grande importância por formar comunicadores que transmitam o valor real do conhecimento científico”, explicou o pesquisador. O curso forma a segunda turma em agosto de 2014, e a expectativa é que novas turmas sejam oferecidas. O professor da Universidade de São Paulo (USP), Ricardo Alexino, é um dos docentes do curso. Para ele, a promoção de uma especialização sobre Divulgação e Jornalismo Científico, na Amazônia, inova porque procura direcionar a Ciência à realidade amazônica. “Ou seja, cria uma identidade de Ciência e capacita os profissionais de Comunicação nessa perspectiva. Isso representa um grande avanço em relação às demais regiões do País que ainda estão muito presas ao ideal da Ciência universal, que se presta mais aos interesses eurocêntricos e norteamericano”. Alexino diz que na Região Sudeste, especificamente em São Paulo, é comum ver universidades de ponta, como a própria USP, falarem em pesquisa de cunho universal e não propor soluções urbanísticas localizadas. “Só para exemplificar, a USP é vizinha de uma favela, São Remo, que é separada dela por um muro. Pouquíssimo se faz por essa população. A maior preocupação da USP é como se proteger dessa população. Aplicar o conhecimento científico ali, pouco se fala”, avalia. Segunda turma da especialização em Divulgação e Jornalismo Científico em Saúde e Ambiente na Amazônia. Foto: Rômulo Araujo Segunda turma da especialização em Divulgação e Jornalismo Científico em Saúde e Ambiente na Amazônia. Foto: Rômulo Araújo Conforme o professor, esse investimento é muito válido, “quando vejo o Amazonas preocupado em capacitar profissionais de Comunicação para aprender a lidar com as realidades local e regional é muito inovador. O curso basicamente procura agregar os valores científicos aos valores culturais e isso é muito incentivador”, ressalta.


A assessora de comunicação da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Ana Carla Santos, é uma das formandas e se diz muito satisfeita com tudo que vem aprendendo nesses 15 meses de curso. Para ela, muitos dos módulos oferecidos poderiam ter durado mais de tão interessantes e proveitosos. “Atuo como profissional de comunicação numa instituição de ensino, pesquisa e extensão. O curso ampliou as possibilidades sobre como abordar a temática científica para contribuir com a divulgação daquilo que pode interferir direta ou indiretamente na vida das pessoas, foi uma experiência gratificante”, finalizou. CIÊNCIAemPAUTA, por Fabrício Ângelo http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/06/com-especializacao-jornalismo-cientificoavanca-no-amazonas/


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Em Tempo Assunto:Inovação Regional. Cita a FAPEAM:

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Data: 23/06/2014


Clipping 23 06  

Clipping de notícias selecionadas com assuntos sobre CT&I no Estado do Amazonas.

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