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Editoria: Pag: do Governo Assunto:Atividade na Vila Olímpica integra programação da 12ª Semana Nacional de

Ciência e Tecnologia no Amazonas Cita a FAPEAM: ✘

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Data: 17/09/2015

Atividade na Vila Olímpica integra programação da 12ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia no Amazonas Na última terça-feira, 15 de setembro, o Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Seplancti), realizou o evento “Conheça a Vila Olímpica”, direcionado para estudantes das redes pública e privada de Manaus. A ação faz parte da programação oficial da 12ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia no Amazonas (SNCT), cujas atividades iniciaram no último dia 2 de setembro. Durante o evento, foi apresentado um histórico sobre os programas e atividades desenvolvidas na Fundação Vila Olímpica (FVO). “Eu sempre tive a curiosidade de conhecer a Vila Olímpica de Manaus. Está sendo muito interessante e enriquecedor estar aqui. Adorei conhecer a pista de corridas, já que um dos meus hobbies é correr”, ressaltou a estudante Andreia Maria. SNCT - A Semana Nacional da Ciência e Tecnologia é um evento científico anual do Governo Federal, por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), realizado em todo o território nacional. No Amazonas, o evento está em sua 12ª edição, sob a coordenação da Seplancti, com a parceria da Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado do Amazonas (Fapeam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc). http://www.amazonas.am.gov.br/2015/09/atividade-na-vila-olimpica-integra-programacao-da12a-semana-nacional-de-ciencia-e-tecnologia-no-amazonas/


Veículo:Cascavilha Assunto:Fabricante Cita a FAPEAM: ✘

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de bombom cria embalagens com casca de cupuaçu

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Data: 17/09/2015

Fabricante de bombom cria embalagens com casca de cupuaçu Fruto típico da região amazônica, o cupuaçu é a matéria-prima essencial para a produção de doces da empresa Bombons Finos da Amazônia. Entretanto, apenas 20% do fruto é utilizado – o restante é perdido ou transformado em adubo orgânico. Agora, a companhia quer aproveitar desde a polpa, para a produção dos bombons, até a finalização, com a confecção das embalagens. Para fazer os invólucros, as cascas e os resíduos do cupuaçu são moídos e misturados a uma resina natural à base de óleo de mamona que não prejudica o ambiente. “Com a mistura é possível produzir painéis ecológicos e após isso transformá-los em caixas. Atualmente a empresa utiliza, na produção de caixas, madeiras caídas ou algumas espécies de cipó para essa confecção”, explica Raimundo Vasconcelos, coordenador do estudo e professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Foto: Lana Santos/Agência FAPEAM Fonte: Ciclo Vivo http://cidadedecoari.blogspot.com.br/


Veículo:Cidade

Editoria: Pag: de Coari Assunto:Governador José Melo promete construir mais 23 escolas de tempo integral

ainda em 2015 Cita a FAPEAM: ✘

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Data: 14/09/2015

Governador José Melo promete construir mais 23 escolas de tempo integral ainda em 2015 Estado em 2015. Essa é a promessa feita pelo governador José Melo durante solenidade de reinauguração da Escola Estadual Senador Petrônio Portella, na Zona Centro-Oeste de Manaus, nesta segunda-feira (14).O objetivo é melhorar os indicadores da qualidade do ensino no Estado, afirmou o governador José Melo. Segundo ele, foram feitos investimentos de R$ 8 milhões para as obras da nova Escola Petrônio Portela.“Com os investimentos em infraestrutura escolar, estamos construindo só esse ano 24 escolas de tempo integral. Essa aqui era uma delas, e temos mais 23 em obras. Se Deus nos permitir, queremos chegar até o final do governo com pelo menos uma dessas escolas no interior do Amazonas e pelo menos 40 na cidade de Manaus. Isso representará uma melhoria da qualidade de educação, e isso significa futuro para os nossos filhos”, afirmou o governador. Em todo o Estado, o Governo do Amazonas programa a inauguração de 30 escolas até o início do ano letivo de 2016. O cronograma de abertura das unidades de ensino, que envolve escolas padrão e de tempo integral, vai até o mês de fevereiro. Defendendo o pacote de investimentos na educação, que este ano é da ordem de R$ 425 milhões, José Melo destacou que a meta é ampliar o ensino em tempo integral e instalar escolas no modelo em cada um dos municípios do interior nos próximos quatro anos. O Governo do Estado contabiliza 120 obras de infraestrutura educacional que trarão melhorias na rede estadual de ensino na capital e em 30 municípios do interior. As ações envolvem reformas, ampliações e construção de novas escolas, como as escolas de tempo integral, e quadras poliesportivas. As obras incluem 12 novos Centros Educacionais de Tempo Integral (Cetis), sendo duas em Manaus e 10 no interior. Quatro escolas estão sofrendo reforma total e ampliação, cujas estruturas estão ganhando piscina semi-olímpica, auditório e quadra poliesportiva, sendo adaptadas para o modelo de escola de tempo integral. “Temos nesse momento 120 obras em andamento, investimento robusto para melhorar a educação. Temos ampliação, construção de ginásios cobertos e muitas obras espalhadas em todo o Amazonas. Mesmo com a crise, nosso governo priorizou aquilo que considero mais importante que é a educação”, destacou o governador.


E. E. Petrônio Portella Localizada no bairro Dom Pedro, a Escola Estadual Senador Petrônio Portella foi reformada e ampliada e vai funcionar na modalidade de tempo integral. A escola está equipada com 20 salas de aula climatizadas, quadra poliesportiva, academia, piscina, auditório para 300 lugares, secretaria, sala de professores, administração, sala de artes e mídias, dentre outros espaços. A escola, que registrou média 6,2 no último Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) em 2013, é responsável pelo atendimento a 658 alunos do ensino médio em tempo integral e 80 estudantes que integram os Programas Estratégicos de Indução à Formação de Recursos Humanos em Engenharias (Pró-Engenharias) e em Tecnologia da Informação (RH-TI), coordenado pela Fundação de Amparo à Pesquisa no Amazonas (Fapeam) em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc). Contando com um corpo docente formado por 52 professores e 14 servidores em seu quadro administrativo, a unidade é referência na qualidade do ensino, desenvolvendo projetos direcionados à preparação dos estudantes para as provas de ingresso ao ensino superior, como aulas de reforço nas disciplinas de Matemática, Língua Portuguesa, Química e Física. Além disso, a escola é reconhecida nacionalmente por sua banda marcial, criada em 2003 através do projeto “Fanfarras Escolares” da Seduc e que recentemente recebeu uma homenagem na Câmara Municipal de Manaus (CMM) pela conquistada medalha de bronze no último Campeonato Mundial de Bandas de Marcha e Show – World Championship of Marching Show Bands (WAMSB), realizado em Bragança Paulista, no interior de São Paulo, em 2014. fonte: http://acritica.uol.com.br/noticias/Governador-Jose-Melo-construirintegral_0_1430856929.html


Veículo:FHAAJ Assunto:DIA

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28/09 - FHAJ inicia inscrições para VI Jornada Científica

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Data: 16/09/2015

DIA 28/09 - FHAJ inicia inscrições para VI Jornada Científica A Fundação Hospital Adriano Jorge (FHAJ), vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (Susam), inicia no dia 28 deste mês as inscrições para a 6ª. edição de sua Jornada Científica. O evento será realizado no período de 04 a 06 de novembro, no auditório Dr. Juarez Klinger do Areal Souto, na sede da Fundação, e no auditório da Escola Superior de Ciências da Saúde (ESA), da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), com palestrantes nacionais e três cursos pré-jornada. As vagas são limitadas. A programação abordará temas nas áreas de Medicina, Enfermagem, Psicologia, Nutrição, Fisioterapia, Serviço Social e Odontologia.As inscrições poderão ser feitas diretamente na Diretoria de Ensino e Pesquisa (DEP) da Fundação Hospital Adriano Jorge, localizada na Avenida Carvalho Leal, 1778, Cachoeirinha, no horário de 8 às 12h e de 14 às 17h. Mais informações nos telefones (92) 3612-2242 e 3612-2296. De 28 de setembro a 14 de outubro, o valor da inscrição para participação na VI Jornada Científica é de R$ 80, para profissionais; e R$ 40 para estudantes. Após 14 de outubro até o dia do evento (04 de novembro) o valor será de R$ 100 (profissionais) e R$ 50 (estudantes).A VI Jornada Científica da FHAJ será realizada em conjunto com a I Mostra do Programa de Iniciação Científica (PAIC). Os eventos contam com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e da UEA. A FHAJ estará recebendo trabalhos científicos para publicação em anais e apresentação de banners até o dia 30 deste mês. O edital de Chamada de Trabalhos e demais informações estão disponíveis no site www.fhaj.am.gov.br. No dia 04 de novembro estão sendo oferecidos três cursos pré-jornada. O primeiro curso, na área de medicina, é sobre Diabetes Mellitus Insulinoterapia para o Clínico. O segundo curso é Terapia Nutricional na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Os dois primeiros cursos têm valor de inscrição de R$ 80. A temática Ventilação Mecânica será abordada no terceiro curso, a inscrição é de R$ 150. http://www.fhaj.am.gov.br/detalhar/id/206


Veículo:Ufam Assunto:PPGE

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promove II Simpósio Amazônico sobre Políticas Públicas e Educação

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Data: 17/09/2015

PPGE promove II Simpósio Amazônico sobre Políticas Públicas e Educação Com o tema "O Plano Nacional de Educação: Avanços e Perspectivas", o Grupo de Estudos e Pesquisas em Políticas Públicas e Educação do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Amazonas (GPPE/PPGE/UFAM) promove, nos dias 17 e 18 de novembro, o II Simpósio Amazônico Sobre Políticas Públicas em Educação. A realização do II Simpósio pretende proporcionar aos professores, pesquisadores e estudantes o debate, a interlocução e a troca de experiências dos conhecimentos produzidos no âmbito da realidade amazônica. Assim sendo, o evento tem como pressuposto principal estimular a difusão de novos saberes. A conferência de abertura do evento será feita pelo Prof. Dr. Dermerval Saviani, e versará sobre: “Os desafios da Educação Básica no Brasil: limites e perspectivas diante do PNE – 20142024”. A palestra acontecerá no dia 17 de novembro, a partir das 9h da manhã, no Auditório Eulálio Chaves, localizado no Setor Sul do Campus Universitário Senador Arthur Virgílio Filho. No evento serão apresentados trabalhos nas modalidades de Comunicação Oral e Pôster, os quais devem estar relacionados a um dos três Eixos Temáticos: EIXO 1 – Estado, Sociedade e Políticas Educacionais; EIXO 2 – Plano Nacional de Educação – PNE: Acesso, Permanência e Qualidade do Ensino; EIXO 3 – Cidadania, Educação, Inclusão Social e Direitos Humanos. As normas gerais para a submissão dos trabalhos e a programação completa do evento podem ser conferidas no site https://2simposioamazonico.wordpress.com. Confira, abaixo, a tabela de valores e prazos de inscrição e submissão de trabalhos. http://www.ufam.edu.br/index.php/noticias-bloco-esquerdo/4385-ppge-promove-ii-simposioamazonico-sobre-politicas-publicas-e-educacao


Veículo:Ufam

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Assunto:Calouros

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de Ciências Econômicas ficam em 4° lugar na 5ª Gincana Nacional

de Economia Cita a FAPEAM:

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Data: 16/09/2015

Calouros de Ciências Econômicas ficam em 4° lugar na 5ª Gincana Nacional de Economia Dois alunos da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) ganharam destaque na 5ª Gincana Nacional de Economia, ocorrida em Curitiba (PR), na última sexta-feira (11). Daniel Shinoda e Marcelo Canuto, do curso de Ciências Econômicas, ganharam o 4° lugar na competição, que contou com a presença de diversas instituições brasileiras. Canuto e Shinoda, representantes da UFAM, mesmo inexperientes e ainda sem ter cursado boa parte das disciplinas que constam na competição, estudaram bastante nas suas casas para a Gincana. Os alunos precisaram encontrar soluções de problemas econômicos envolvendo conteúdos como aumento da taxa de juros, inflação, valorização da moeda e outros assuntos, tomando decisões para ajustar o cenário econômico fictício. A professora Denise Kassama, uma das organizadoras da Gincana Nacional de Economia, parabenizou o trabalho dos alunos e dos professores. "Mesmo sem ter tido as disciplinas fundamentais para o processo da competição, eles conquistaram um honroso 4° lugar! Um trabalho mais do que primoroso!" De acordo com a professora Dra. Michele Aracaty, orientadora dos dois alunos, os dois foram destaque da Gincana pela pouca idade, animação e vontade de vencer. "O evento só convida os três primeiros colocados para subir ao pódio e receber as premiações e aplausos. A organização pediu a presença dos meninos, frisando que eles são novatos na competição e alunos calouros. Eles ganharam livros como premiação, e ainda foram aplaudidos de pé por todos!", finalizou a orientadora. http://www.ufam.edu.br/index.php/noticias-bloco-esquerdo/4380-calouros-de-economiaparticipam-de-competicao-nacional-da-area-em-curitiba


Veículo:Inpa

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Assunto:Grupo

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de Estudos do Inpa debate o uso de plantas medicinais e viabilidade de

hospital de medicina alternativa em Manaus Cita a FAPEAM:

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Data: 17/09/2015

Grupo de Estudos do Inpa debate o uso de plantas medicinais e viabilidade de hospital de medicina alternativa em Manaus Plantas medicinais foi o tema da 37ª reunião do Grupo de Estudos Estratégicos Amazônicos (GEEA), nesta quarta-feira (16). O tema foi discutido por um dos maiores especialistas da área na Amazônia, o pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), o botânico Juan Revilla. O pesquisador falou dentre outros assuntos sobre a ideia de implantação de um hospital de medicina alternativa em Manaus mantido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Normalmente, as pessoas que são acometidas de doenças procuram a medicina alopática e começam o tratamento. Quando percebem que não está dando certo saem atrás de pessoas ou de feiras procurando plantas para se curarem”, diz Revilla, que no fim de semana realiza trabalho paralelo ao de pesquisador na orientação do uso de ervas. Revilla conta que em muitos casos a maioria das pessoas prefere tomar medicamentos naturais ao invés dos alopáticos (convencionais). “E para poder administrar esta demanda, o ideal é que tivesse um local apropriado onde as pessoas pudessem ter uma orientação e medicamentos adequados para cada tratamento”, explica o pesquisador. Segundo Revilla, que é doutor em Botânica Econômica, a necessidade de se ter um hospital no mesmo modelo do Hospital de Medicina Alternativa (HMA) de Goiânia, é importante, principalmente, para o tratamento de pessoas que não estão obtendo sucesso com a medicina alopática. “Com esse hospital, os pacientes teriam a oportunidade de se tratar com a medicina alternativa e com isso superar um problema que os afligem”. O assunto foi tema de discussão na Câmara Municipal de Manaus, no último mês de agosto, quando a coordenadora de Ensino e Pesquisa do HMA, Mara Rubia Ferreira, esteve na capital amazonense para falar da experiência do hospital que é mantido pelo SUS. Desde 2006, a medicina alternativa, também chamada de complementar ou tradicional, é uma política do


Ministério da Saúde. Na ocasião, o assunto foi encaminhado para a Prefeitura de Manaus para estudar a viabilidade de se implantar um hospital desse tipo em Manaus. Revilla explica que o hospital de medicina alternativa de Manaus funcionaria nos mesmos moldes de uma de unidade básica de saúde, com uma equipe de profissionais de saúde capacitados (médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem) e que tivessem afinidades com esse tipo de medicina para cuidar dos pacientes. Também contaria com uma farmácia para a dispensação dos medicamentos naturais. “O importante é se ter um local como esse onde se possa recepcionar, acompanhar o tratamento e dispensar o medicamento”, ressalta o pesquisador. “Com a implantação de um hospital nesse modelo teríamos várias conquistas. A população estaria ganhando em ter uma saúde com qualidade à base de medicamentos naturais e os benefícios seriam fantásticos”, completa Revilla. Segundo o pesquisador, a equipe de profissionais de saúde do hospital alternativo de Manaus seria capacitada por especialistas que já trabalham com esse tipo de terapia, a exemplo do hospital de Goiânia, da Argentina e do Peru, onde também fazem uso desse tipo de terapia. O pesquisador do Inpa desenvolve, desde 2004, o projeto do Centro de Treinamento de Produtores Rurais em Negócios Sustentáveis em Manaquiri (município a 60 quilômetros em linha reta de Manaus), que poderá servir de polo de distribuição da matéria-prima – plantas com uso medicinais como uxi amarelo, unha de gato, jucá, andiroba, capim limão, ambrosia – para os fitoterápicos dispensados na farmácia do hospital de medicina alternativa. “O Centro de Treinamento de Manaquiri já está dando frutos com a produção de matéria-prima e que poderá abastecer o hospital”, diz. Pesquisadores, professores de instituições de ensino e pesquisa, médicos e empreendedores de produtos naturais e demais interessados no assunto participaram da reunião do GEEA, que acontece, normalmente, a cada dois meses, e reúne a comunidade acadêmica, gestores, executivos e demais interessados em aprender e compartilhar experiência e visões sobre a Amazônia. O diretor do Inpa, Luiz Renato de França, também participou da reunião. “Uma das coisas mais importantes do nosso trabalho é a escolha do tema, o que fazemos com muito critério. São temas de relevância para a Amazônia e com interesse econômico, científico, social e político”, diz o secretário-executivo do GEEA, o pesquisador Geraldo Mendes. Em novembro acontecerá um workshop, no Auditório da Ciência, onde especialistas de diversas instituições do Brasil e do exterior discutirão a proposta de implantar o hospital de medicina alternativa de Manaus. “Esses profissionais vão nos dar a confiabilidade de que esse hospital é possível ser implantado em Manaus, porque já existe um conhecimento científico, já existem medicamentos e já foram superados todas as barreiras fitossanitárias”, enfatiza Revilla. Dentre os palestrantes convidados para o workshop, estão programadas a vinda de profissionais do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmaguinhos/Ficocruz) e da RedesFito, também da Fiocruz.

http://portal.inpa.gov.br/index.php/ultimas-noticias/2266-grupo-de-estudos-do-inpa-debateo-uso-de-plantas-medicinais-e-viabilidade-de-hospital-de-medicina-alternativa-em-manaus


Veículo:MCTI

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Assunto:Museu Cita a FAPEAM:

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Goeldi inicia curso de pós-graduação em biodiversidade e evolução Release da assessoria

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Data: 18/09/2015

Museu Goeldi inicia curso de pós-graduação em biodiversidade e evolução O pontapé inicial do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade e Evolução (PPGBE) do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCTI) foi dado nesta semana, com a aula inaugural do curso. O diretor da instituição, Nelson Gabas Jr., destacou o papel estratégico dos institutos de pesquisa na formação de recursos humanos na região amazônica. "O Museu Goeldi é um instituto estratégico na Amazônia, sendo necessário pensar também na formação em um sentido mais catedrático", afirmou Gabas Jr. Para o coordenador do curso, Alexandre Aleixo, a criação de uma pós-graduação de maneira autônoma no Museu Goeldi – o segundo museu de história natural mais antigo do Brasil e a instituição de pesquisa mais antiga da Amazônia –, tem a ver com a tendência mundial de os museus do mundo todo também participarem da qualificação de recursos humanos, com a disponibilização do seu acervo centenário. "Ao longo das últimas décadas, os museus de história natural passaram a ganhar um status diferente. Ferramentas tecnológicas como o sensoriamento remoto e técnicas de estudo ligadas ao DNA acrescentaram mais valor científico a eles [espécimes estudados]. Os museus de história natural, instituições como o Museu Goeldi, que detêm coleções bastante significativas, passaram a ter importância central na pesquisa ligada à biodiversidade, ao colocar os seus espécimes centenários à disposição da sociedade", ressaltou Aleixo. Impacto regional O novo curso também tem potencial para ampliar o número de pós-graduados na região. Segundo dados do site Observatório PNE divulgados pelo Museu Goeldi, a região Norte formou 257 (1,68%) doutores em 2013, ante 15.287 de todo o Brasil. Já a obtenção de mestrados na região ficou em 1.921 doutores (4,26%), contra 45.067 do País.


Aprovada para o doutorado no PPGBE, a pesquisadora Eliane Furtado, de Macapá (AP), considera o Museu Goeldi é o local ideal para dar prosseguimento aos seus estudos. "O Museu é uma instituição de renome e como meu mestrado foi em biologia tropical, considerei que o foco evolutivo poderia oferecer mais abrangência a essas investigações. É uma linha nova para pensar a Amazônia", ponderou a mestra pela Universidade Federal do Amapá (Unifap). Para mais informações, acesse este link: http://www.museu-goeldi.br/portal/content/o-papeldos-museus-de-hist-ria-natural-na-forma-o-de-especialistas-para-amaz-nia. Fonte: MPEG http://www.mcti.gov.br/noticia/-/asset_publisher/epbV0pr6eIS0/content/museu-goeldi-iniciacurso-de-pos-graduacao-em-biodiversidade-e-evolucao


Veículo:MCTI

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Assunto:Ex-aluna Cita a FAPEAM:

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do Ciência sem Fronteiras ganha olimpíada nuclear internacional

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Data: 17/09/2015

Ex-aluna do Ciência sem Fronteiras ganha olimpíada nuclear internacional A estudante da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Alice Cunha da Silva, foi a vencedora da Nuclear Olympiad, organizada pela World Nuclear University (WNU) e pela Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea). O resultado da competição internacional foi anunciado nesta quinta-feira (17) na sede da Aiea, em Viena (Áustria). Autoridades da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen/MCTI), que estão em Viena em razão da Conferência Geral da Aiea, participaram da cerimônia de premiação. Sob o tema "Técnicas Nucleares para o Desenvolvimento Global", a competição reuniu estudantes de graduação e pós-graduação de diversos países, que foram instigados a produzir vídeos de 60 segundos sobre alguma aplicação da energia nuclear que não fosse relativa à geração de eletricidade ou ao ciclo de produção do combustível nuclear. Alice, aluna do Curso de Engenharia Nuclear da UFRJ, produziu um vídeo intitulado "Nuclear Save Lives" (Nuclear Salva Vidas). Ela abordou a Medicina Nuclear e suas técnicas de diagnóstico e tratamento de doenças. A qualidade do vídeo e a grande quantidade de visualizações do conteúdo na internet fizeram a estudante brasileira chegar à etapa final da competição. Alice foi a única finalista brasileira e também dos países americanos. Clique aqui e assista ao vídeo. "Todas as apresentações foram ótimas. Fomos julgados, os pontos foram contados e eu ganhei. Recebi o troféu das mãos do diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica, Yukiya Amano", relatou a estudante. Ela concorreu com quatro estudantes selecionados em duas etapas eliminatórias. Na primeira, os juízes avaliaram os vídeos enviados pelos participantes considerando a criatividade de cada um, a relevância e a adequação ao tema "Técnicas nucleares para o desenvolvimento global". Os trabalhos selecionados para a segunda fase foram divulgados na internet para apreciação do público. Os cinco vídeos que receberam o maior número de avaliações positivas no Youtube seguiram na disputa.


Na manha desta quinta-feira, na sede da Aiea, os cinco finalistas realizaram apresentações orais sobre tecnologia nuclear. A apresentação de Alice foi considerada "excelente" por muitos dos presentes, e foi o que a fez vencer a Nuclear Olympiad. Alice, agora, faz planos para o futuro. Conta que pretende seguir carreira na área de produção de energia. "Nós temos em mãos uma das chaves para a produção de energia de base limpa, confiável, barata e, ao contrário do que muitos pensam, segura", afirma. Ciência sem Fronteiras Pelo Programa Ciência sem Fronteiras, Alice estudou por um ano nos Estados Unidos (EUA). A estudante também já teve a oportunidade de apresentar seu trabalho em um congresso organizado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos EUA. (MIT, na sigla em inglês). No Brasil, Alice chegou a participar da fundação da Seção Estudantil de Engenharia Nuclear da UFRJ, a qual foi presidente. Em 2013, a estudante foi uma das coordenadoras da Semana de Engenharia Nuclear, evento que tem o patrocínio de algumas empresas – entre elas as Indústrias Nucleares do Brasil (INB) –, com o propósito de estimular alunos de graduação no desenvolvimento de pesquisas e projetos na área. Fonte: INB http://www.mcti.gov.br/noticia/-/asset_publisher/epbV0pr6eIS0/content/ex-aluna-do-cienciasem-fronteiras-ganha-olimpiada-nuclear-internacional


Veículo:Jornal

Editoria: Pag: da Ciência Assunto:Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência manifesta-se em favor

da manutenção de programas de educação e cultura científica Cita a FAPEAM:

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Data: 17/09/2015

Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência manifesta-se em favor da manutenção de programas de educação e cultura científica A Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência (ABCMC) enviou ao ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, ao presidente da Capes, Carlos Afonso Nobre, e à Carmen Moreira de Castro Neves, da Diretoria de Educação Básica, uma moção em defesa do “Programa Nova Talentos” e das chamadas públicas MCTI/CNPq/MEC/Capes para as Feiras de Ciências e Olimpíadas Científicas. Segundo a associação, tais programas têm fundamental importância para a educação e para a presença da cultura científica na sociedade. Produzido a partir de discussões realizadas na 67ª Reunião Anual da SBPC, em julho de 2015, na UFSCar, durante a mesa redonda “O Papel das Feiras de Ciências”, o documento foi aprovado em assembleia e aponta a preocupação da ABCMC com as dificuldades de manutenção de programas importantes da Capes, especialmente os da Diretoria de Educação Básica (DEB). A moção destaca os resultados da Pesquisa de Percepção Pública da Ciência e Tecnologia no Brasil, publicadas pelo MCTI recentemente, que demonstra que a participação em feiras e olimpíadas científicas subiu de 13% em 2006 para 21% em 2015. Segundo a ABCMC, tais programas têm papéis fundamentais para a educação científica e tecnológica junto a estudantes e professores, para “despertar e identificar nas crianças e jovens da Educação Básica o interesse pelas Ciências e Engenharias e induzir a adoção nas escolas de práticas pedagógicas baseadas na aprendizagem ativa e na investigação científica e tecnológica”. Veja a carta na íntegra aqui. (Jornal da Ciência) http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/3-associacao-brasileira-de-centros-e-museus-deciencia-manifesta-se-em-favor-da-manutencao-de-programas-de-educacao-e-culturacientifica/


Veículo:Jornal

da Ciência

Assunto:Pesquisadores Cita a FAPEAM:

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descobrem pulmão de peixe '‘pre- histórico'

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Data: 17/09/2015

Pesquisadores descobrem pulmão de peixe '‘pre- histórico’' Estudo liderado por pesquisadores da UERJ mostra presença do órgão vestigial no celacanto

Quando o primeiro celacanto foi apresentado à ciência, em 1938, os pesquisadores ficaram chocados. O imenso peixe, remanescente de épocas passadas quando os dinossauros habitavam o planeta, ainda existia. Já eram conhecidos fósseis de centenas de milhões de anos, e até aquele dia, todos acreditavam que eles estavam extintos desde o fim do cretáceo. Duas espécies sobreviveram e, desde então, pesquisadores estudam a fundo o estranho animal. Eles são encontrados em águas profundas do Oceano Índico, na costa leste do continente africano e na Indonésia, se alimentam de lulas e polvos e têm mandíbulas articuladas. Agora, os cientistas descobriram outra característica surpreendente: eles possuem pulmões.

Veja texto na íntegra: O Globo

http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/8-pesquisadores-descobrem-pulmao-em-peixe-prehistorico/


Veículo:Jornal

Editoria: Pag: da Ciência Assunto:Redução do desmate na Amazônia pode ser salvo até 1.700 vidas Cita a FAPEAM:

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Data: 17/09/2015

Redução do desmate na Amazônia pode ser salvo até 1.700 vidas Primeiro estudo a mostrar relação entre queimadas e saúde estima que fumaça diminuiu 30% nos últimos anos. O estudo foi publicado ontem na revista Nature Geosciences Além de proteger a biodiversidade e conter a emissão de gases de efeito estufa, a forte redução do desmatamento que ocorreu na Amazônia nos últimos dez anos teve efeito positivo também na saúde. É o que aponta estudo realizado por pesquisadores da Inglaterra, dos Estados Unidos e Brasil publicado nesta quarta-feira, 16. Leia texto na íntegra: Estado de S. Paulo Leia também: Nature Geosciences – “Air quality and human health improvements from reductions in deforestation-related fires in Brazil” Instituto Socioambiental – Congresso Florestal Mundial destaca papel das florestas para enfrentar mudança climática

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Workshop internacional reúne especialistas para discutir as mudanças climáticas na América Latina O Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EAESP) e a Fundação alemã Konrad Adenauer (KAS) promovem, nos dias 23 e 24 de setembro, na capital paulista, workshop internacional com a participação de especialistas brasileiros e estrangeiros que discutirão os diferentes aspectos das mudanças climáticas a partir do ponto de vista da economia e das finanças, as necessidades dos setores energético e agrícola – listados como os de maior impacto mundial – e dos mercados de carbono. O Workshop Internacional sobre Economia e Finanças das Mudanças Climáticas será realizado no dia 23 na FGV/EAESP, e o Workshop Internacional sobre Mercados de Carbono acontecerá no dia 24 no Hotel InterContinental. Em ambos, haverá tradução simultânea em inglês, espanhol e português. Entre os participantes, destacam-se o coordenador do GVces/FGV/EAESP, Aron Belinky; o diretor do Programa Regional de Segurança Energética e Mudanças Climáticas para a América Latina da KAS, Christian Hübner; o professor da Pontifícia Universidade Católica do Chile JuanPablo Montero; o chefe de Gabinete da Subsecretaria de Finanças do Chile e membro da Agência Chilena para a Eficiência Energética (Achee), Jorge Valverder Carbonell; o coordenador do Centro de Agronegócios da FGV, Angelo Gurgel; o chefe do Departamento de Meio Ambiente do BNDES, José Guilherme Cardoso; o coordenador geral de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas da Secretaria de Política Econômica do Mistério da Fazenda, Aloisio Melo, e o especialista em finanças para o clima e carbono do Banco Mundial, Alexandre Kossoy entre outros. Veja a programação: FGV

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‘O Brasil é líder em produção científica e disseminação em acesso aberto na América Latina’ Dominque Babini é coordenadora do Programa de Acesso Aberto do Conselho LatinoAmericano de Ciências Sociais (Clacso). Pós-graduada em documentação, ciências da computação e informação pela Universidade de Buenos Aires (Argentina), ela participa de diversos projetos na área de acesso aberto, tais como: Sistema Nacional de Repositórios Digitais da Argentina, Public Knowledge Project (Universidade de Stanford) e o Portal Global de Acesso Aberto (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura – UNESCO). Com grande experiência em redes de comunicação e indicadores, principalmente na América Latina, no Caribe, Dominique conversou com o Portal de Periódicos Fiocruz, sobre a importância dos portais/indexadores nas regiões em desenvolvimento. Leia entrevista na íntegra: História, Ciências, Saúde — Manguinhos http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/24-o-brasil-e-lider-em-producao-cientifica-edisseminacao-em-acesso-aberto-na-america-latina/


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