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Veículo:Jornal

A Crítica Assunto:História em dois lançamentos. Cita a FAPEAM: ✘

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Editoria: em Pauta Assunto:Wilson Coury, da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa. Cita a FAPEAM: ✘

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Data: 14/05/2014

Wilson Coury, da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa Criada em 1989 pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) é uma instituição sem fins lucrativos e a primeira rede de acesso à internet no Brasil

que interliga

instituições e

comunidade acadêmica.De passagem por

Manaus para participar da cerimônia de inauguração do primeiro Centro de Dados Compartilhados (CDC) do Brasil, instalado no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), no dia 8, o diretor de Gestão da RNP, Wilson Coury falou sobre o papel da Rede para o armazenamento de dados de grandes coleções do conhecimento no País e dos esforços que a RNP vem fazendo para romper as barreiras da comunicação existentes na região amazônica. CIÊNCIAemPAUTA: O que a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) faz? Wilson Coury: A RNP, uma das maiores redes do mundo atualmente, oferece conexão gratuita de internet para instituições federais de ensino superior ligadas ao Ministério da Educação (MEC), para unidades de pesquisa federais ligadas ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e para outras instituições de ensino e pesquisa públicas e privadas. CIÊNCIAemPAUTA: Que ações a RNP desenvolve na Região Amazônica? WC: A RNP está concentrando um esforço especial nesta região, onde estamos implantando nas capitais da Amazônia Legal salas de telepresença, tentando diminuir a distância e a grande barreira natural que anda com própria floresta. A RNP, por meio da comunicação a distância, atua para que os interessados pelo desenvolvimento científico, tecnológico e educação possam


estar compartilhando informações. Outro grande projeto, que embora seja em nível nacional contempla essa região é o chamado Veredas Novas, que visa ampliar a infraestrutura de acesso a redes de educação e pesquisa para o Brasil e levar a comunicação à distância para todos, fazendo com que a integração nacional efetivamente aconteça. Além disso, temos agora a coordenação e operacionalização do Centro de Dados Compartilhados (CDC) de Manaus, onde os recursos de armazenamento e processamento do datacenter estarão disponíveis às universidades e institutos de pesquisa de todo o País. A rede também está com uma infraestrutura de cabos subfluviais que vai integrar os ribeirinhos a partir do rio Amazonas e a ampliação da capacidade satelital da região. CIÊNCIAemPAUTA: Na sua opinião, qual o maior desafio da RNP nessa região? WC: Montar uma infraestrutura de cabos subfluviais com cerca de 3 mil quilômetros para ligar todas as localidades ribeirinhas do rio Amazonas é, na minha opinião, um projeto desafiador no campo científico, tecnológico e de engenharia que está sendo buscado em parceria com a financiadora de estudos e projetos do MCTI e da iniciativa privada. CIÊNCIAemPAUTA: A partir de quando o interior do Amazonas poderá contar com essa infraestrutura? WC: A previsão é para 2016, mas já este ano o cabo subfluvial começa a ser estudado e desenhado. O aumento da capacidade satelital envolve cerca de 60 localidades do interior do Amazonas. O progresso que está ocorrendo por meio das operadoras de telecomunicações que estão chegando com fibra ótica, vinda por meio da Venezuela e interligando o cabo submarino entre Fortaleza e Caracas irá nos favorecer de tal maneira que poderemos usufruir dessa comunicação, ampliando também do lado oeste para leste, em direção ao interior da Amazônia Legal. CIÊNCIAemPAUTA, por Mirinéia Nascimento

http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/05/wilson-coury-da-rede-nacional-de-ensino-epesquisa/


Veículo:Ciência

Editoria: Pag: em Pauta Assunto:Estudo analisa relação entre saberes tracionais e científicos em sala de aula. Cita a FAPEAM: ✘

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Data: 14/05/2014

Estudo analisa relação entre saberes tracionais e científicos em sala de aula O conhecimento sobre o meio em que se vive é fundamental para a construção da cultura de um povo. Nesse contexto, as relações entre os saberes tradicionais e os científicos se complementam na construção da formação cultural da sociedade.Na busca por um diálogo entre o saber tradicional dos indígenas da etnia Ticuna (ou Tikuna) e o conhecimento científico de Química, a doutoranda em Educação para a Ciência pela Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho (Unesp), Ercila Pinto Monteiro, está desenvolvendo um projeto de pesquisa no qual propõe estratégias didáticas no campo da educação indígena. O projeto relaciona os saberes científicos com os tradicionais durante as aulas de Química de escolas indígenas na região do Alto Solimões, no Amazonas.“O ensino que o professor propõe em sala de aula é o tradicional, que o indígena combateu por muito tempo. Em contrapartida, os indígenas também buscaram a interculturalidade e, por isso, meu objetivo é compreender a relação entre os saberes tradicionais, próprios da etnia Ticuna, com os ensinos de Química ministrados por professos indígenas nas escolas desta região”, disse. Intitulado

‘Desenvolvimento de

estratégias didáticas etnocientíficas para o ensino da Química nas escolas indígenas Ticuna do Alto Solimões’, o estudo está sendo desenvolvido desde março deste ano. O projeto de pesquisa conta com aporte financeiro do Governo do Estado, via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos PósGraduados do Estado do Amazonas (RH-Doutorado/Fluxo Contínuo).


DIALÓGO CIENTÍFICO De acordo com a pesquisadora, é necessário o diálogo entre os conhecimentos tradicionais e científicos para que os indígenas compreendam que também praticam a Química.Monteiro informou que pretende ir a sete escolas indígenas situadas na região do Alto Solimões e que, para isso, já solicitou autorização da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e da Fundação Nacional do Índio (Funai) para ter acesso às áreas indígenas.Segundo a pesquisadora, ao final do estudo, além de estabelecer o diálogo entre a cultura indígena e o conhecimento científico, serão mapeadas as práticas pedagógicas utilizadas pelos professores indígenas Ticuna da área de Química, cuja tentativa é buscar melhorias para o ensino da disciplina no território indígena. SOBRE O RH DOUTORADO Por meio do Programa, o Governo do Estado via Fapeam concede bolsas de doutorado a profissionais interessados em realizar curso de pós-graduação stricto sensu em programa de pós-graduação recomendado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) em outros Estados ou no Amazonas, desde que o programa não tenha sido atendido pelo Programa de Apoio à Pós-Graduação Stricto Sensu (Posgrad). Fonte: Agência Fapeam, por Camila Carvalho http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/05/estudo-analisa-relacao-entre-saberestracionais-e-cientificos-em-aulas-de-quimica/


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Editoria: Pag: em Pauta Assunto:Edital do Paic 2014/2015, da Fundação Hospital Adriano Jorge, oferece

bolsas em várias áreas. Cita a FAPEAM: ✘

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Data: 14/05/2014

Edital do Paic 2014/2015, da Fundação Hospital Adriano Jorge, oferece bolsas em várias áreas Candidatos

que pretendem participar da seleção para concorrer a uma das 70 bolsas do

Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic), da Fundação Hospital Adriano Jorge (FHAJ), têm até o dia 23 de junho para se inscrever e entregar a documentação requerida.As bolsas são para estudantes dos seguintes cursos de graduação Medicina, Epidemiologia/Estatística, Farmácia, Fisioterapia, Psicologia, Biblioteconomia, História da Saúde, Enfermagem, Nutrição e Serviço Social. Os benefícios terão vigência de 1º de agosto deste ano a 31 de julho de 2015 O

Governo do Amazonas, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) disponibiliza para o Paic/Edição 2014-2015, R$ 1,4 milhão em auxílio-pesquisa e cerca de R$ 543,9 mil mensais para o pagamento das bolsas, conforme Decisão 033/2014, do Conselho Diretor da Fapeam. O auxílio-pesquisa é destinado à aquisição de material de expediente,

de

consumo

e

ao

pagamento

de

serviços

de

uso

comum

durante

o

desenvolvimento das pesquisas.O período de inscrição e entrega de documentação para o FHAJ vai de 02 a 23 de junho. Acesse as informações sobre o edital Nº 01/FHAJ/PAIC. De acordo com a Diretoria de Ensino e Pesquisa (DEP/FHAJ), os interessados nas bolsas devem estar cursando a partir do segundo período, não possuir vínculo empregatício de qualquer natureza, e dedicar-se integralmente às atividades acadêmicas e de pesquisa. Para saber mais sobre os requisitos acesse o edital.


PAIC O Programa de Apoio à Iniciação Científica visa disseminar o conhecimento científico através do envolvimento das instituições, pesquisadores e estudantes de graduação em todo o processo de investigação, proporcionando principalmente aos alunos a experiência prática e o desenvolvimento de habilidades em pesquisas. O apoio se dá por meio da liberação de recursos financeiros às instituições e bolsas aos interessados em desenvolver pesquisas.As instituições que participam do programa do Paic neste ano são: Fundação de Medicina Tropical Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), Fundação Centro de Controle de Oncologia do Amazonas (FCecon), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Fundação Alfredo da Matta (Fuam), Instituto Leônidas e Maria Deane/Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz),

Gestor Operacional do

Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Embrapa Amazônia Ocidental (Embrapa), Fundação Hospital Adriano Jorge (FHAJ), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (FHemoam), e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifam).Os períodos de inscrições variam de acordo com cada instituição. Mais informações sobre o Edital Nº 01/FHAJ/PAIC (2014/2015) podem ser obtidas pelo telefone (92) 3612-2296 ou pelo email: paic_fhaj@hotmail.com. CIÊNCIAemPAUTA, por Marlúcia Seixas – com informações da FHAJ http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/05/edital-do-paic-20142015-da-fundacaohospital-adriano-jorge-oferece-bolsas-em-varias-areas/


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Editoria: Pag: Amazonas Assunto:No AM, AADES publica 3ª chamada de aprovados em processo seletivo. Cita a FAPEAM: ✘

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Data: 14/05/2014

No AM, AADES publica 3ª chamada de aprovados em processo seletivo A Agência Amazonense de Desenvolvimento Econômico e Social (AADES) publicou a 3ª chamada do Processo Seletivo Simplificado (PSS) do Projeto de Implantação dos Sistemas de Monitoramento e Avaliação das Linhas de Ação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). A relação dos classificados está disponível no Diário Oficial do Estado (DOE) e no site da instituição. A lista dos classificados no processo seletivo, respeita a proporção de até 10 vezes o número de vagas, ficando os demais classificados em cadastro de reserva, para suprimento de outras vagas que vierem a surgir dentro do prazo de validade do PSS.Os candidatos classificados nesta chamada, ficam convocados para apresentarem os documentos exigidos para a contratação na sede da AADES, localizada na Rua Major Gabriel, nº 1721, Centro, no dia 15 de maio , no horário de 09h às 11h30 e de 14h às 16h30 http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2014/05/no-am-aades-publica-3-chamada-deaprovados-em-processo-seletivo.html


Editoria: Brasil Noticia Assunto:FCecon realiza 8ª Semana de Enfermagem.

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Data: 14/05/2014

FCecon realiza 8ª Semana de Enfermagem A Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Saúde (Susam), realiza, entre os dias 13 e 15 de maio, a 18ª Semana de Enfermagem da FCecon, evento voltado a acadêmicos da área da saúde em geral e que terá como tema ‘A Interdisciplinaridade e Transculturalidade no cuidar da pessoa com câncer”.Serão ofertadas 200 vagas para o evento, que acontece na própria instituição, localizada na rua Francisco Orellana, Dom Pedro, zona centro-oeste. A atividade recebe o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam). De acordo com a coordenadora do evento e chefe do Departamento de Ensino e Pesquisa da FCecon, enfermeira Júlia Mônica Benevides, as inscrições foram feitas no próprio departamento, e também poderão ser realizadas na hora e local do evento até o preenchimento de todas as vagas.“O objetivo do evento é promover a troca de experiências, atualização e qualificação dos profissionais acerca das práticas aplicadas nos serviços de enfermagem oncológica no Amazonas e fora dele”, explicou. Serão discutidas, na ocasião, novas técnicas de assistência, bem como colocadas em pauta as repercussões acerca do cuidar do paciente com câncer, além de temas relacionados ao ensino e pesquisa na enfermagem. O evento faz parte das Semanas Brasileira e Amazonense de Enfermagem, que acontecem há 75 e 64 anos, respectivamente, promovidas pela Associação Brasileira de Enfermagem (Aben).No caso da FCecon, a programação prevê a realização do curso ‘ Liderança e gerência no processo do cuidar em enfermagem na atenção oncológica’, que terá a duração de três dias e será aplicado pela Dra. Marléa Chagas Moreira, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro – UERJ, e autora de cinco livros sobre enfermagem oncológica.

Fonte: Governo do Amazonas. http://www.brasilnoticia.com.br/saude/fcecon-realiza-8-semana-de-enfermagem/8113


Editoria: Portal Brasil Assunto:Inpa recebe prêmio na área de comunicação.

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Data: 14/05/2014

Inpa recebe prêmio na área de comunicação O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) venceu a 5ª edição do Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico em cinco categorias, todas na modalidade 'Comunicação Institucional'. Quatro premiações vieram das categorias Impresso/Jornal e Revista, com os estudantes Juan Costa e Raíza Lucena, e com as profissionais Cimone Barros e Josiane Santos. A Ascom do Inpa liderada pelo Jornalista Daniel Jordano também faturou o prêmio de melhor assessoria de comunicação institucional.O Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico é pioneiro na premiação de profissionais e estudantes de Comunicação Social que se destacam na divulgação da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I).A cerimônia de premiação aconteceu nessa quinta-feira (8), no Dulcila Festas e Convenções, localizado no bairro de Ponta Negra, em Manaus (AM). No local, estiveram presentes o secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Virgilio Almeida, o diretor do Inpa, Adalberto Val, o do presidente da Associação Brasileira de Divulgação Científica, Osmir Nunes; da diretora-presidenta da Fapeam, Maria Olívia Simão; do titular da Secretaria de Estado de CT&I, Odenildo Sena, além de autoridades locais.Para o diretor do Inpa, a premiação vem “coroar” todo o trabalho desenvolvido pelo órgão na área da comunicação. “Ninguém está mais feliz do que eu. Desenhamos dois rumos principais para a nossa instituição e um deles foi a socialização da informação. Os prêmios recebidos pelo Inpa coroam todo o nosso trabalho e demonstram que trabalhamos corretamente. As atividades foram avaliadas por uma comissão externa, de altíssimo nível, o que prova que fazemos um bom trabalho aqui no instituto”, destacou Adalberto Val.


O secretário Virgilio Almeida ressaltou que a região Norte possui pesquisas importantes para todo o país. “E o prêmio é uma ação que aproxima a ciência da sociedade”, disse. Premiados A jornalista do Inpa, Cimone Barros, ganhou o prêmio com a matéria “Inpa e institutos internacionais desenvolvem novas pomadas para o tratamento de leishmaniose cutânea”, cujas fontes principais foram a pesquisadora do Inpa Antonia Franco, o Ministério da Saúde e a pesquisadora Iryna Grafova, da Universidade de Helsinki, na Finlândia. A matéria foi escrita em parceria com a então estagiária da Ascom Raíza Lucena. “Quero agradecer aos pesquisadores do Inpa que são nossos parceiros e nos ajudam no trabalho de divulgar a Ciência, Tecnologia e a Inovação em uma linguagem simples e acessível para população”, disse.

A jornalista do

Portal Amazônia Clarissa Bacellar, que fez parte da equipe da Assessoria de Comunicação do Inpa, também foi premiada, na modalidade Comunicação de Massa categoria Internet Profissional, com a matéria “Pesquisa com planta da Amazônia gera repelente e inseticida naturais contra dengue e malária”, a partir de entrevista com pesquisadores do Inpa. Leia a matéria completa neste link.

Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia http://www.brasil.gov.br/ciencia-e-tecnologia/2014/05/inpa-recebe-premio-na-area-decomunicacao


Editoria: Blog da Floresta Assunto:Lei de Acesso à informação completa dois anos!

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Data: 14/05/2014

Lei de Acesso à informação completa dois anos! Na próxima sexta-feira (16), a Lei de Acesso às Informações Públicas: Lei Nacional nº 12.527/2011 completa dois anos de vigência. A lei busca regulamentar o direito de acesso à informação disposto na Constituição Federal de 1988, mas há grande resistência à sua implantação. Mesmo com todos esses entraves, o número de pedidos de informação fundados na LAI tem crescido.De acordo com os gestores públicos que divulgam a lei, a transparência e o acesso à informação pública não devem vir de maneira fácil, porque se há a inércia que obstaculiza a transformação de uma cultura de segredo em cultura de acesso, há também os melindrosos egos de servidores que se acham donos da coisa pública.No Amazonas, o Ministério Público de Contas (MPC) chamou à si a incumbência de levar as bandeiras de TRANSPARÊNCIA (Lei Complementar n° 131/2009) e ACESSO (Lei no 12.527/2011), através de palestras, cartilhas, visitas de esclarecimento a órgãos públicos e pedidos de admoestação, através de representações junto ao TCE/Am, contra gestores em mora.A maioria dos órgãos estaduais no Amazonas entendeu a importância da aplicação das leis de transparência e acesso. Os municípios responderam melhor à pressão feita pelo MPC e todos implantaram portais de acesso e transparência, contudo, raros mantêm os portais atualizados.De acordo com o procurador-geral do MPC, Carlos Alberto Souza de Almeida, os mexicanos ainda lutam para implantar uma cultura de acesso, mesmo depois de mais de uma década de vigência de sua lei. “Creio que aqui não será tão penoso, até porque no Brasil, e em especial no Amazonas, os maiores parceiros são os jornais, as rádios, os canais de televisão, ou seja, formadores de opinião”, afirmou.


O procurador-geral faz questão de agradecer aos parceiros. “Agora o momento oportuno para mencionar e outorgar uma “comenda” àqueles que tanto contribuiram, e foram parceiros do MPC, nestes dois anos na aplicação da Lei de Acesso às informações Públicas: JORNAIS IMPRESSOS – A CRÍTICA; AMAZONAS EM TEMPO; DIÁRIO DO AMAZONAS; CANAIS DE TV: TV A CRÍTICA; TV AMAZONAS; TV TIRADENTES; TV AMAZONSAT; RÁDIOS: RÁDIO DIFUSORA; RÁDIO AMAZONAS FM; RÁDIO TIRADENTES (CBN/MANAUS); BLOGS E PORTAIS: PORTAL DO HOLANDA; BLOG DA FLORESTA; O OUTRO LADO DA MOEDA; D24AM; A CRÍTICA DIGITAL; PORTAL G1; RADAR AMAZÔNICO; BLOG DO SIDOCA; BLOG DO RONALDO; BLOG DO MARCOS SANTOS; GESTORES PÚBLICOS: SILVESTRE DE CASTRO FILHO (AMAZONPREV); ODENILDO TEIXEIRA SENA (SECTI); AIRTON ÂNGELO CLAUDINO (SEPLAN); TIAGO MONTEIRO DE PAIVA (PRODAM); MARIA OLÍVIA A. RIBEIRO SIMÃO (FAPEAM); SERVIDORES ENGAJADOS: AMARO JUNIOR (TCE/AM); CIDADÃO VIGILANTE: LÚCIO DE SÁ BARBOSA”.

Carlos Alberto Souza de Almeida http://www.blogdafloresta.com.br/lei-de-acesso-informacao-completa-dois-anos/


Editoria: Pag: Jornal da Ciência Assunto:Com apoio do Inpa, incubadora Mamirauá avaliará potencial para economia

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sustentável em Tefé. Cita a FAPEAM: ✘

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Data: 14/05/2014

Com apoio do Inpa, incubadora Mamirauá avaliará potencial para economia sustentável em Tefé A inauguração da incubadora Mamirauá ocorreu na noite desta quarta-feira (23) e faz parte de uma ação que envolve Inpa, Instituto Mamirauá, FAS, Cide e Fapeam-Com a coordenação do Projeto Aliança, liderado pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), a incubadora do Instituto Mamirauá fará um levantamento do potencial de negócios sustentáveis de Tefé. A incubadora foi inaugurada na noite da última quarta-feira (23) durante a solenidade dos 15 anos de Instituto Mamirauá.Participaram do evento pesquisadores, membros da sociedade civil e representantes de cooperativas da região. De acordo com o coordenador do Núcleo de Inovação e Tecnologias Sustentáveis do Instituto Mamirauá, Josivaldo Modesto, após a inauguração, o passo seguinte é identificar novas possibilidades de negócios sustentáveis no município. "Vamos fazer a avaliação desse potencial. Haverá um planejamento estratégico para identificar essas demanda da região para que a incubadora possa agir efetivamente para o que foi criada", disse.A inauguração da incubadora em Tefé faz parte das ações do Projeto Aliança e envolve Inpa, Instituto Mamirauá, Fundação Amazonas Sustentável (FAS), Centro de Incubação de Empresas e Desenvolvimento Empresarial (Cide) e conta com o financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Para a coordenadora geral do Projeto Aliança e coordenadora de Inovação Tecnológica do Inpa, Rosângela Bentes, a implementação de uma incubadora no médio rio Solimões colabora para a interiorização mo modelo de inovação.


"Uma incubadora em Tefé representa um passo importante para a consolidação da política de inovação no Amazonas. Com ela, empreendedores e empresários locais interessados terão capacitação e assessoria para identificar oportunidades de negócios. Isso é colaborar para o desenvolvimento regional a partir do conhecimento", afirmou.Ainda de acordo com Bentes, estar a frente desta iniciativa mostra a experiência do Inpa no setor de Inovação. O Instituto possui 64 pedidos de patente que incluem produtos e processos gerados a partir da pesquisa científica além de sete empresas incubadas e quatro transferências de tecnologia, sendo elas: farinha de pupunha, água Box, composições e processos de obtenção de produtos oriundos do gengibre amargo.O diretor geral do Instituto Mamirauá, Helder Queiroz, resaltou a integração das instituições em torno da inovação. "Tefé ganha e muito com uma incubadora. Pois a introdução de uma tecnologia dentro do conceito de empreendedorismo pode aperfeiçoar bastante as iniciativas locais de produção do empresariado local, mas principalmente das associações comunitárias e outros tipos de organizações de base. Isso gera aumento de rentabilidade e melhoria da qualidade de vida de todos", disse.Ainda segundo Queiroz, a parceria com o Inpa e demais instituições é fundamental neste processo, não só pelo conhecimento que eles possuem, mas também pela larga experiência que o Inpa e as instituições parceiras possuem.Os interessados em desenvolver negócios sustentáveis em Tefé podem procurar o Instituto Mamirauá localizado na estrada do Bexiga, número 2594, bairro Fonte Boa. Mais informações pelo número (97) 3343-9704. Rede Aliança O Projeto Aliança proporciona, dentre outras coisas, um estímulo ao empreendedorismo no interior e leva a experiência e a implantação de novas incubadoras estimulando o negócio sustentável naquelas localidades. O projeto também permite a elaboração do planejamento estratégico da rede, a avaliação do diagnóstico empreendedor, dinamização da cultura empreendedora na região, além de articular ações de interação e acesso às tecnologias dos parceiros.

(Daniel Jordano / Ascom Inpa) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=92927


Editoria: Pag: Portal do Governo Assunto:Aades torna pública 3ª Chamada do Processo Seletivo Simplificado – Projeto

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de Implantação dos Sistemas de Monitoramento e Avaliação das Linhas de Ação da Fapeam Cita a FAPEAM: ✘

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Data: 14/05/2014

Aades torna pública 3ª Chamada do Processo Seletivo Simplificado – Projeto de Implantação dos Sistemas de Monitoramento e Avaliação das Linhas de Ação da Fapeam A Agência Amazonense de Desenvolvimento Econômico e Social (Aades) torna pública a 3ª Chamada do Processo Seletivo Simplificado – Edital nº 009/2013 do Projeto de Implantação dos Sistemas de Monitoramento e Avaliação das Linhas de Ação da Fapeam. A relação dos classificados está disponível no Diário Oficial do Estado (DOE) e no endereço eletrônico www.aades.am.gov.br.A relação dos classificados no Processo Seletivo Simplificado, respeita a proporção de até dez vezes o número de vagas, ficando os demais classificados em Cadastro de Reserva, para suprimento de outras vagas que vierem a existir dentro do prazo de validade do presente Processo Seletivo.Os candidatos classificados nesta 3ª Chamada ficam convocados para apresentarem os documentos exigidos para a contratação, nos termos do item 8.1. do Edital, na sede da Aades, localizada na Rua Major Gabriel, nº 1721, Centro, no dia 15/05/2014, no horário das 9h às 11h30 e das 14h às 16h30.Confira a lista dos candidatos do edital 009/2013. http://www.amazonas.am.gov.br/2014/05/aades-torna-publica-3a-chamada-do-processoseletivo-simplificado-projeto-de-implantacao-dos-sistemas-de-monitoramento-e-avaliacao-daslinhas-de-acao-da-fapeam/


Editoria: Pag: Ciência em Pauta Assunto:Polo UEA comemora primeiras defesas de doutorado na Reamec.

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Polo UEA comemora primeiras defesas de doutorado na Reamec Estão sendo realizadas, nesta semana, as primeiras defesas de doutorado do Polo UEA na Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática (Reamec).Os doutorandos, Marco Aurélio Nicolato Peixoto e Rosa Oliveira, são do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifam) e foram orientados pelos professores, Ierecê Barbosa e Amarildo Gonzaga, respectivamente.Na avaliação da coordenadora do Polo Acadêmico Amazonas – UEA, professora Josefina Barrera Kalhil, a formação qualificada de professores nas áreas de Ciências e Matemática é uma necessidade que precisa ser emergencialmente sanada na região Norte do País, onde a falta de professores nestas áreas do conhecimento é uma realidade. Ela lembra que a Reamec tem como objetivo formar 200 professores doutores nas áreas de Ciências e Matemática até 2020.“Essa Rede tem um papel fundamental para a formação e fixação de doutores na Amazônia Legal com qualificação nas áreas de Física, Química, Biologia e Matemática. Essa carência precisa ser sanada para que não haja prejuízo do ensino na região”, considera.Os interessados em participar da Reamec têm duas opções de linha de pesquisa: a primeira voltada para formação de professores para a Educação em Ciências e Matemática e a segunda aborda os fundamentos e metodologias para a Educação em Ciências e Matemática. SOBRE A REAMEC A Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática (Reamec) é um programa de doutorado que visa à formação de doutores em toda a Amazônia Legal até 2020. O programa abrange Instituições de Ensino Superior do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará,


Rondônia, Roraima, Tocantins e Maranhão. Coordenado pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), o Reamec possui polo no Pará, gerenciado pela Universidade Federal do Pará (UFPA), e ainda um polo no Amazonas que abrange os Estados de Acre e Roraima com coordenação da UEA.

Fonte: UEA, por Amanda Mota http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/05/polo-uea-comemora-primeiras-defesas-dedoutorado-na-reamec/


Editoria: Pag: Ciência em Pauta Assunto:BNDES aumentou para R$ 5,3 bilhões o financiamento de projetos de

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inovação. Cita a FAPEAM:

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BNDES aumentou para R$ 5,3 bilhões o financiamento de projetos de inovação O financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em projetos de inovação no País aumentou de R$ 563 milhões, em 2009, para R$ 5,3 bilhões, em 2013. O balanço foi apresentado pelo gerente do Departamento de Relações com o Governo do BNDES, Victor Burns, durante o segundo dia do Fórum do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), realizado na terça-feira (13), em Brasília.“Esse é um compromisso robusto em inovação, porque essa é uma área estratégica para o banco. Qualquer projeto a partir de R$ 1 milhão, por exemplo, pode chegar ao BNDES (para ser financiado). Para isso, via de regra, a empresa precisa ter um patrimônio orçado nesse valor, e seguir os critérios de elegibilidade, que nessa área estão sendo facilitados”, informou Burns, em palestra de abertura na sede do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).Os critérios usados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social para investir em instituições inovadoras são: se os itens são apoiáveis; se tem algum marco legal; se tem garantias; e se possuem saúde financeira.Segundo o gerente, para que entidades como as fundações de amparo à pesquisa (FAPs) consigam fazer progredir o crédito que receberam precisam, principalmente, saber como trabalhar em rede. Isto é,

levar em

consideração que os programas desenvolvidos fazem parte de uma cadeia produtiva.“Quem financia os primeiros passos de um projeto inovador tem que ter critérios que convergem com quem vai apoiar os passos seguintes desse projeto. De pouco adianta ter um projeto inovador apoiado, se na hora de dar o passo seguinte na inovação, como por exemplo começar uma


industrialização, a empresa não conseguir reunir os critérios para fazer isso. A inovação acaba morrendo”, explicou Burns. MPME INOVADORA Micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) que pretendam investir em inovação podem solicitar o Cartão BNDES, pelo projeto MPME Inovadora. Com ele, é possível financiar a contratação de serviços de pesquisa aplicada, desenvolvimento e inovação (PD&I) voltados ao desenvolvimento de produtos e processos.“O objetivo é facilitar o acesso as linhas de inovação do BNDES. Ele vê se a empresa reúne uma situação que a caracteriza como inovadora. Se ela tiver, por exemplo, patentes com no mínimo dois anos,

isso já permite a ela passar nos

critérios de elegibilidade do banco (para receber o financiamento)”, destacou o gerente do BNDES. Fonte: Agência Gestão CT&I http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/05/bndes-aumentou-para-r-53-bilhoes-ofinanciamento-de-projetos-de-inovacao/


Editoria: Pag: Ciência em Pauta Assunto:Para prevenir câncer de mama, mulheres devem evitar substâncias químicas.

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Para prevenir câncer de mama, mulheres devem evitar substâncias químicas Cientistas americanos identificaram as substâncias químicas mais cancerígenas presentes no ambiente cotidiano que as mulheres devem evitar para diminuir o risco de câncer de mama, uma pista importante para a prevenção da doença.O estudo, publicado

na revista

Environmental Health Perspectives, também confirma que os produtos químicos que provocam tumores cancerígenos nas glândulas mamárias dos ratos também estão vinculados ao câncer de mama nos humanos.O estudo elaborou uma lista de substâncias cancerígenas prioritárias porque

provocam

tumores mamários nos

animais,

às

quais

muitas

mulheres estão

expostas.São produtos cancerígenos presentes na gasolina, no diesel e em outras substâncias que emanam dos veículos, assim como ignífugos, solventes, corrosivos de pinturas e derivados de desinfetantes usados no tratamento de água potável, entre outros.“Esta pesquisa fornece elementos para prevenir o câncer de mama identificando produtos químicos prioritários aos quais as mulheres estão expostas com mais frequência e mostra também como controlar esta exposição”, explica o médico Ruthann Ruden, diretor de pesquisa no Instituto Silent Spring de Newton (Massachusetts, nordeste), co-autor da pesquisa.“Estas informações guiarão os esforços para diminuir o contato com estas substâncias ligadas ao câncer de mama e ajudarão os pesquisadores a estudar como as mulheres são afetadas”, acrescenta. As pesquisas realizadas até agora sobre o câncer de mama não levavam em conta a exposição de mulheres a uma grande quantidade de produtos químicos, sobretudo pela falta de informação sobre os produtos que deveriam ser analisados.


Segundo estes pesquisadores, os grupos de consulta de especialistas da Casa Branca, o Instituto Americano de Medicina e o Comitê de coordenação para a pesquisa ambiental e o câncer de mama ressaltaram que as substâncias químicas presentes no ambiente cotidiano eram uma pista promissora para a prevenção de tumores malignos mamários. Leia mais…

Fonte: AFP http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/05/para-prevenir-cancer-de-mama-mulheresdevem-evitar-substancias-quimicas/


Editoria: Ciência em Pauta Assunto:Membros do CNPq prestigiam Fórum do Confap.

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Membros do CNPq prestigiam Fórum do Confap Glaucius Oliva, presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), abriu a programação vespertina do Fórum Confap em Brasília, no dia 12 de maio. No evento, ele apresentou novos diretores do órgão e outros membros da equipe, para facilitar a busca de soluções conjuntas por parte do CNPq e do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap).Oliva anunciou que está pronta a minuta da chamada pública 2014/2018 para Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) e que dentro dele foi inserido o quadro proposto pelas FAPs. “A ideia é lançar o edital até o final deste mês, dando 90 dias para apresentação de propostas e 6 meses para o julgamento,” adiantou o presidente do CNPq. “Teremos 4 consultores ad hoc para cada proposta, atendendo sugestão da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).” Além dos R$ 300 milhões a serem aportados pelo CNPq , Capes e FNDCT, R$ 331 mil devem vir das FAPs, sendo que 13 delas já confirmaram participação no edital dos INCTs.Por sua vez, Ana Paula Reche, coordenadora geral de Cooperação Nacional do CNPq, falou sobre a II Oficina de Gestão de Convênios e a operacionalização do Siconv-OBTV, e garantiu que há R$ 6,2 milhões disponíveis para pagamento de convênios com FAPs.Saiba mais, clique aqui. Fonte: Confap http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/05/membros-do-cnpq-prestigiam-forum-doconfap/


Editoria: Ciência em Pauta Assunto:Realidade aumentada permite ver próprio cérebro em ação.

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Realidade aumentada permite ver próprio cérebro em ação Olhar no espelho para observar, em tempo real, a atividade do próprio cérebro através do crânio. Esta cena, digna de um filme de ficção científica, virou realidade no laboratório de pesquisadores franceses, ao combinar um eletroencefalograma (EEG) clássico com técnicas de realidade aumentada.Denominado “Mind Mirror” (Espelho da Mente), este protótipo capta a atividade elétrica do cérebro, com a ajuda de um capacete de eletrodos, como o utilizado em um EEG médico, e a retranscreve sob a forma de imagens. Esta cartografia cerebral “é, em seguida, projetada numa tela, em superposição com o rosto do indivíduo”, resumiu Anatole Lécuyer, diretor científico do Instituto Nacional de Pesquisas em Informática e Automática da França (Inria).“A ideia inicial foi muito simples, porque as tecnologias já existem, mas desenvolver a técnica, sobretudo para a visualização, exigiu tempo”, afirmou.Patenteado dentro de alguns meses, o dispositivo precisa apenas de um equipamento leve e de custo relativamente baixo: um capacete com eletrodos, uma tela de computador equipada com uma webcam (ou melhor ainda, um filme semitransparente posicionado sobre a tela, que permite obter um verdadeiro “efeito espelho” ao se olhar nos olhos) e uma câmera 3D, do mesmo tipo que a utilizada por alguns consoles de videogame para acompanhar a orientação do rosto do indivíduo.“Podemos virar a cabeça para a esquerda ou para a direita para ver melhor as zonas cerebrais que estão ativas. E para a parte de trás do crânio, colocamos um ‘retrovisor’”, que retransmite a imagem filmada por uma segunda câmera, destacou Lécuyer.


Atualmente, o dispositivo é capaz de analisar os picos de atividade elétrica gerados pelos neurônios e afixá-los em degradês de cor segundo sua intensidade. Após a calibragem, pode, também, distinguir se o indivíduo está relaxado ou em esforço, mental ou muscular.Mas qual seria a aplicação deste espelho cerebral virtual, desenvolvido pelo INRIA e o Instituto Nacional de Ciências Aplicadas (Insa) de Rennes?Os cientistas veem aplicações destinadas ao ensino de ciências, às atividades lúdicas. Porém, a mais longo prazo, eles querem aplicá-lo no domínio médico, onde poderia contribuir a tratar certos problemas neurológicos, graças, por exemplo, ao “neurofeedback” ou “retorno neuronal”.Esta técnica consiste em visualizar em tempo real para o paciente sua atividade cerebral para melhor conscientizá-lo e, em alguns casos, modificá-la. Ela já é utilizada para tratar problemas de atenção, do sono ou na restauração motora após acidentes vasculares cerebrais.Segundo os criadores do “Mind Mirror”, o efeito espelho dado pela realidade aumentada poderia impulsionar o aprendizado por neurofeedback, ao dar uma melhor visualização da atividade do cérebro, um pouco como um esportista observa seu corpo em funcionamento. Fonte: AFP http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/05/realidade-aumentada-permite-ver-propriocerebro-em-acao/


Editoria: Pag: Ciência em Pauta Assunto:Depressão é a doença mais frequente na adolescência, alerta a OMS.

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Depressão é a doença mais frequente na adolescência, alerta a OMS A depressão é a principal causa de doença e de inaptidão entre os adolescentes com idades entre 10 e 19 anos, anunciou a Organização Mundial da Saúde (OMS) em um documento que destaca que os três principais motivos de morte no mundo nesta faixa de idade: acidentes de trânsito, a Aids e o suicídio. Em 2012, 1,3 milhão de adolescentes morreram no mundo.Esta é a primeira vez que a agência das Nações Unidas publica um relatório completo sobre os problemas de saúde dos adolescentes. Para elaborar o documento, a organização utilizou dados fornecidos por 109 países.Os problemas nesta faixa de idade estão relacionados, com o cigarro, o consumo de drogas e bebidas alcoólicas, a Aids, os transtornos mentais, a nutrição, a sexualidade e a violência. “O mundo não dedica atenção suficiente à saúde dos adolescentes”, declarou a médica Flavia Bustreo, subdiretora geral para a saúde das mulheres e das crianças na OMS.Os homens sofrem mais acidentes de trânsito que as mulheres, com uma taxa de mortalidade três vezes superior. A morte durante o parto é a segunda maior causa de mortalidade entre as jovens com idades entre 15 e 19 anos, depois do suicídio, segundo a OMS.Entre 10 e 14 anos, a diarreia e as infecções pulmonares representam a segunda e quarta causas de falecimento. O documento destaca ainda que pelo menos um adolescente em cada quatro não realizam exercícios físicos suficientes, pelo menos uma hora por dia, e que em alguns países um em cada três é obeso.Fonte: France Presse http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/05/depressao-e-a-doenca-mais-frequente-naadolescencia-alerta-a-oms/


Editoria: Ciência em Pauta Assunto:Cientistas criam “árvores moles” para indústria do papel.

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Cientistas criam “árvores moles” para indústria do papel Cientistas introduziram modificações genéticas em árvores para tornar mais fácil a produção de papel e de biocombustíveis.Segundo eles, isso significa que será necessário usar menos produtos químicos e menos energia, além do que essas indústrias produzirão menos poluentes ambientais.Por outro lado, ativistas do meio ambiente lançaram preocupações sobre o cruzamento dessas “árvores moles” com espécies nativas, o que poderia ser desastroso para o meio ambiente. ÁRVORES GENETICAMENTE MODIFICADAS “Um dos maiores obstáculos para a indústria de papel e celulose, bem como para a indústria de biocombustíveis, é um polímero encontrado na madeira, conhecido como lignina,” explica Shawn Mansfield, da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá.A lignina é uma parte substancial da parede celular da maioria das plantas e dificulta o processamento da madeira para a fabricação de celulose, papel e biocombustíveis.Atualmente, a lignina precisa ser removida, um processo que emprega produtos químicos, energia e gera uma porção de poluentes.A solução apresentada pelo Dr. Mansfield e sua equipe consiste em utilizar a engenharia genética para modificar a lignina, tornando-a mais fácil de quebrar.Eles descobriram um gene em uma planta chamada angélica chinesa que muda a consistência da lignina, tornando-a mais fácil de quebrar, e introduziram esse gene em álamos, uma das árvores mais exploradas comercialmente no hemisfério norte.


Seus resultados indicaram que é possível extrair quase o dobro da quantidade de açúcar das plantas geneticamente modificadas em comparação com o álamo natural. ÁRVORES RAQUÍTICAS Outros pesquisadores já haviam tentado resolver o problema da lignina reduzindo sua quantidade nas árvores introduzindo genes supressores.No entanto, o que eles obtiveram foram árvores raquíticas ou suscetíveis ao vento, neve, pragas e patógenos – em uma palavra, árvores mais fracas.Segundo o Dr. Mansfield, a modificação genética é de fato uma questão controversa, mas, no caso das árvores, é possível inibir a proliferação dos genes nas florestas naturais.Suas propostas, porém, parecem ser tão frágeis quanto as árvores que ele está produzindo: cortar as árvores antes que elas atinjam a maturidade sexual, não cultivá-las próximo às florestas naturais ou tentar tornar as árvores estéreis. Fonte: Inovação Tecnológica http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/05/cientistas-criam-arvores-moles-paraindustria-do-papel/


Editoria: Ciência em Pauta Assunto:Embrapa desenvolve embalagem nanotecnológica comestível.

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Embrapa desenvolve embalagem nanotecnológica comestível O acúmulo de embalagens de plástico nos lixões brasileiros e pelo mundo afora tem se transformado em um problema ambiental, devido à demora secular para este tipo de material se decompor na natureza. Pensando nesta problemática, o Laboratório de Embalagens de Alimentos da Embrapa Agroindústria Tropical, braço da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), instalada em Fortaleza (CE), vem desenvolvendo um novo tipo de embalagem para alimentos que pode ser ingerida pelo homem.O princípio é simples: ao invés de utilizar polímeros artificiais – como os plásticos –, os pesquisadores utilizam polímeros naturais, como amido, alginato, cera de carnaúba, goma de cajueiro, gelatina de peixe, e até mesmo polpas de frutas. Criadas, as macromoléculas são transformadas em camadas de filmes e revestimentos biodegradáveis para alimentos e utilizadas para fazer as embalagens. Algumas até com sabor.Entretanto, esta tecnologia ainda não se mostra financeiramente competitiva no mercado frente aos plásticos e carecem de um maior desenvolvimento. Algumas “fraquezas” apontadas por estudos são que alguns tipos são de composição mais frágil, outros não permitem uma troca de gases eficiente com o ambiente e também há uma sensibilidade alta destes materiais à umidade.Dentro da unidade, os pesquisadores vêm trabalhando com o uso da nanotecnologia para melhorar a resistência e a barreira de gases destes compostos. São utilizados nanocristais de celulose, extraído de várias fontes, na composição (na faixa de 5%).


“Já testamos nanocelulose para filmes de polpas de frutas, quitosa [polissacarídeo encontrado em crustáceos], gelatina, entre outros. Os resultados têm sido geralmente muito bons. O material adquire um melhor desempenho na proteção ao alimento a ser acondicionado”, explica a pesquisadora Henriette Azeredo. EMBALAGENS ATIVAS A Embrapa Agroindústria Tropical trabalha também no desenvolvimento de outros tipos de embalagem que interajam com os produtos acondicionados, as chamadas embalagens ativas. Elas trabalham absorvendo compostos indesejáveis dos alimentos ou liberando substâncias que favorecem o aumento da estabilidade do produto. Há estudos também para desenvolver uma embalagem que indique, por exemplo, se o alimento está próprio para o consumo.

Fonte: Agência Gestão CT&I, com informações da Embrapa http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/05/braco-da-embrapa-desenvolve-embalagemnanotecnologica-comestivel/


Editoria: Confap Assunto:Membros do CNPq prestigiam Fórum do CONFAP.

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Membros do CNPq prestigiam Fórum do CONFAP Glaucius Oliva, presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), abriu a programação vespertina do Fórum CONFAP em Brasília, no dia 12 de maio. No evento, ele apresentou novos diretores do órgão e outros membros da equipe, para facilitar a busca de soluções conjuntas por parte do CNPq e do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP).Oliva anunciou que está pronta a minuta da chamada pública 2014/2018 para Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) e que dentro dele foi colocado o quadro proposto pelas FAPs. “A ideia é lançar o edital até o final deste mês, dando 90 dias para apresentação de propostas e 6 meses para o julgamento,” adiantou o presidente do CNPq. “Teremos 4 consultores ad hoc para cada proposta, atendendo sugestão da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).” Além dos R$300 milhões a serem aportados pelo CNPq , CAPES e FNDCT, R$ 331 mil devem vir das FAPs, sendo que 13 delas já confirmaram participação no edital dos INCTs.Por sua vez, Ana Paula Reche, coordenadora geral de Cooperação Nacional do CNPq, falou sobre a II Oficina de Gestão de Convênios e a operacionalização do SICONV-OBTV, e garantiu que há R$ 6,2 milhões

disponíveis

para

pagamento

de

convênios

com

FAPs.Saiba

http://confap.org.br/news/foruns/forum-nacional-do-confap-em-brasilia/. Fonte: Assessoria do CONFAP http://confap.org.br/news/membros-do-cnpq-prestigiam-forum-do-confap/

mais

em


Editoria: MCTI Assunto:MCTI e BID firmam convênio para projeto na Amazônia.

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MCTI e BID firmam convênio para projeto na Amazônia O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina, e a representante do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) no Brasil, Daniela Carrera Marquis, participam nesta quarta-feira (14), às 15 horas, do lançamento do Programa Amazon FACE.Na ocasião, será assinado o convênio entre MCTI e o BID para avaliar os efeitos do aumento de CO2 atmosférico sobre a ecologia e a resiliência da floresta Amazônica. Serviço Evento: Lançamento do Programa Amazon FACE Data: 14/05/2014 Horário: 15 horas Local: CNPq - Sala Almirante Álvaro Alberto SHIS, QI 1, Conjunto B, Bloco B – Térreo Lago Sul – Brasília Contatos para a imprensa: Luciana Farias (Ascom do MCTI): 61-2033-7515 Janaína Goulart (Ascom do BID): 61-3317-4285 http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/354515/MCTI_e_BID_firmam_convenio_para_ projeto_na_Amazonia.html


Jornal Brasil Assunto:Atraentes e repelentes biológicos. Veículo:

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Atraentes e repelentes biológicos Uma visita de férias do então estudante de agronomia José Maurício Simões Bento a uma fazenda produtora de cana-de-açúcar em Olímpia, no interior paulista, no início da década de 1990, resultou alguns anos depois no lançamento do primeiro feromônio comercial brasileiro, uma substância química identificada na fêmea do besouro Migdolus fryanus usada para atrair os machos para o acasalamento.Sintetizada em laboratório, ela é usada para combater o inseto no canavial. “Fui visitar um colega da universidade que era gerente agrícola da fazenda e, na época, estava ocorrendo uma revoada dos besouros”, diz Bento, que hoje é o responsável pelo laboratório do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) de Semioquímicos na Agricultura na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP) em Piracicaba.Até aquele momento não existia nenhum tipo de controle efetivo sobre a praga que atinge até 5 metros de profundidade, ataca as raízes da cana e causa graves prejuízos à cultura. As condições ambientais que Bento encontrou na visita foram propícias, porque os machos só saem em revoada para acasalar durante uma semana no início do período das chuvas.Para minimizar os danos à plantação, os boias-frias da fazenda andavam pelo campo coletando os besouros. Mas um deles tinha uma tática bem particular. “Seu Geraldo sentava debaixo de uma sombra, colocava as fêmeas no bolso e ficava esperando os machos chegarem perto. Quando se aproximavam, eram recolhidos e jogados em um balde”, relata.De volta à Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais, onde estudava, começou a trabalhar na identificação do feromônio de atração sexual do besouro sob orientação da professora Terezinha Della Lucia e do professor Evaldo Vilela, pioneiros nos estudos de sinais químicos no Brasil.“Após a extração do feromônio do Migdolus, mandamos as amostras para o químico brasileiro Walter Leal, que na época trabalhava no Instituto Nacional de Sericultura e Ciência Entomológica [Nises, na sigla em inglês] no Japão, e lá ele conseguiu identificar o composto natural e sintetizá-lo.”Até hoje ele é utilizado em armadilhas nas plantações brasileiras. Como na época não se discutiu a propriedade intelectual da inovação, a empresa japonesa que fez a identificação e síntese, chamada Fuji Flavor, passou a produzir o feromônio sintético. Mais tarde essa mesma empresa fez uma doação em dinheiro para a construção da fase incial


do prédio que viria a abrigar os laboratórios e instalações do INCT na Esalq, instituição-sede da rede de pesquisa em ecologia química composta também pela UFV, universidades Federal do Paraná (UFPR) e Federal de Alagoas (Ufal). A coordenação geral é do professor José Roberto Postali Parra, da Esalq.Bento está à frente de uma equipe composta por 25 pessoas, entre alunos de iniciação científica, mestrado, doutorado e pós-doutorado, além de receber pesquisadores de países como Colômbia, Equador, Espanha e Estados Unidos em seus laboratórios.As duas grandes linhas de pesquisa do INCT de Semioquímicos são a obtenção de novos feromônios de insetos e estudos envolvendo substâncias voláteis de plantas – que engloba os compostos químicos produzidos por elas e suas interações com insetos nocivos à agricultura e inimigos naturais.Uma das pesquisas recentes com voláteis vegetais resultou, após manipulação genética, em uma planta repelente para a Diaphorina citri, um inseto do tamanho de um grão de arroz que suga os ramos de laranjeiras e é o vetor do greening, atualmente a mais devastadora doença dos citros, grupo que abrange laranjas, limões, tangerinas e limas.Na Ásia ela é chamada de huanglongbing, ou HLB, que significa doença do dragão amarelo, por deixar as folhas amareladas. “Um composto repelente encontrado na goiabeira foi inserido nos genes de uma linhagem de laranjeira que está em testes em uma casa de vegetação no Fundo de Defesa da Citricultura, o Fundecitrus”, explica Bento.O início da descoberta remonta a uma visita feita em 2004 por pesquisadores brasileiros a países asiáticos produtores de citros, época em que se descobriu que a praga havia chegado ao Brasil. Como ela já estava espalhada na Ásia havia algum tempo, muitos produtores plantavam goiabeiras intercaladas com pés de laranja, para substituir os citros. Leia a reportagem completa em: http://revistapesquisa.fapesp.br/2014/04/24/atraentes-erepelentes-biologicos/ Fonte: Revista Pesquisa FAPESP http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=133427&nome=Atraentes %20e%20repelentes%20biol%F3gicos


Editoria: Jornal Brasil Assunto:Seminário reúne 150 pessoas para debater preservação digital.

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Seminário reúne 150 pessoas para debater preservação digital Diretora do Ibict, Cecília Leite Oliveira, acredita que intercâmbio entre países é importante, pois permite fortalecimento do tema.Especialistas brasileiros e internacionais estiveram na cidade para discutir a preservação digital e difundir o uso de tecnologias para arquivamento de documentos eletrônicos na internet a longo prazo. O 1º Seminário Internacional de Preservação Digital (Sinpred), promovido pela Rede Brasileira de Preservação Digital, a Rede Cariniana, ligada ao Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict/MCTI), reuniu mais de 150 participantes, em Brasília.Para o representante da Rede Lockss (sigla em inglês para “muitas cópias mantêm as coisas seguras”), situada nos Estados Unidos, ThibGuicherd-Callin, o Ibict assumiu uma posição de liderança no Brasil na promoção e incentivo de iniciativas de preservação digital. “Este é um esforço único no mundo, um instituto governamental ter interesse nos esforços de preservação digital. Vejo o Ibict em uma posição de liderança no mundo nessa área em um futuro próximo”, disse. O especialista citou também a importância de iniciativas como o Sinpred. “Quando as pessoas se reúnem com o mesmo objetivo têm a oportunidade de trabalhar um monte de ideias de forma conjunta. Encontros assim são de suma importância para que possamos formar parcerias e discutir novas iniciativas entre nós”, ressaltou Guicherd-Callin no evento, encerrado na sexta-feira (9).O diretor-geral da Universidade Nacional Autônoma do México (Unam), Daniel Villanueva, comentou a importância de eventos que possibilitem a informação acerca da preservação de documentos, como o Sinpred: “Soluções bibliotecárias de resgate, digitalização e classificação, além da inserção de documentos em formato eletrônico, são as ações mais importantes que um país deve fazer por si mesmo, pois estamos falando de sua produção científica e nacional”.Já para Mark Jordan, da Simon Fraser University Library, especialista canadense em Public Knowledge Project, é muito importante a introdução das pessoas na ferramenta mundial Archivematica. “O Ibict está liderando a preservação digital de conteúdos digitais brasileiros. Ou seja, com relação ao conteúdo de revistas, teses e jornais digitais é o Ibict que ajuda as pessoas a aprender como fazer isso”, frisou Jordan.O professor Guilherme Dias, do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), participou de toda a programação do evento e avaliou que no Brasil ainda não havia sido feito nada nesse sentido. “Esse evento ímpar realizado pelo Ibict reforça o seu papel institucional, que é promover a informação. Eu acho que sem o Ibict essa iniciativa de preservação digital não


teria sido alavancada no Brasil”, comentou. Intercâmbio Na abertura do seminário, a diretora do Ibict, Cecília Leite Oliveira, disse acreditar que esse intercâmbio entre diferentes países é muito importante, pois permite o fortalecimento do tema não somente no Brasil, mas em todo o mundo. “Esperamos que essa iniciativa se fortaleça e que os próximos eventos possam contribuir ainda mais para salvaguardar o patrimônio científico, tecnológico e cultural existente na internet”, disse ela.Também presente na abertura, o diretor da Biblioteca da Universidade de Brasília, Emir Suaiden, ressaltou a importância da globalização a respeito do tema. “A internacionalização é que dá força a esse processo, porque representa a memória do nosso patrimônio histórico, cultural e artístico. Sempre que viajo para o exterior ouço elogios à iniciativa do Ibict de preservação digital. Isso promove não somente a instituição, mas o Brasil também”, destacou Suaiden.O coordenador da Rede Cariniana, Miguel Arellano, moderador das palestras técnicas, comentou que o evento teve muitos pontos positivos porque permitiu acesso a novas informações. “A minha impressão foi que o Ibict conseguiu, com a realização desse evento, repassar algo novo, além de consolidar novas parcerias. O nosso objetivo foi oferecer esse serviço com qualidade e propiciar a preservação de periódicos eletrônicos, de repositórios e cursos de capacitação na área de preservação digital”, explicou Arellano. Fonte: MCTI http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=133413&nome=Semin%E1rio %20re%FAne%20150%20pessoas%20para%20debater%20preserva%E7%E3o%20digital


Editoria: Jornal Brasil Assunto:Agrobalsas 2014 destaca contribuição da Embrapa.

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Agrobalsas 2014 destaca contribuição da Embrapa Evento é considerado a maior feira tecnológica de agronegócio da região sul do Maranhão.-A Embrapa fez a entrega de uma nova variedade de soja, a BRS Sambaíba RR, durante a abertura do Agrobalsas 2014, que é considerada a maior feira tecnológica de agronegócio da região sul do Maranhão. O evento teve início nesta segunda-feira (12), na Fazenda Sol Nascente, em Balsas, no Maranhã (MA) e prosseguirá até o próximo sábado (17), com várias atrações para o público em geral.Durante a solenidade de abertura, o presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa Corredor de Exportação do Norte (Fapcen), José Antônio Gorgen, ressaltou a importância da Embrapa para o desenvolvimento da cultura de soja na região do cerrado maranhense.Em seu discurso, Gorgen também lembrou o trágico acidente de avião que aconteceu há 30 anos, no aeroporto Imperatriz-MA, vitimando, entre outros passageiros, quatro pesquisadores da Embrapa Soja: Irineu Alcides Bays, da equipe de melhoramento; João Batista Palhano, da equipe de manejo do solo; Luiz Antonio Geraldo Pereira, da equipe de sementes; e Edilson Bassoli de Oliveira, da equipe de entomologia. Na fatídica viagem, os pesquisadores retornavam do Estado do Piauí, onde haviam ministrado um treinamento em produção de soja a técnicos de extensão rural.O presidente da Fapcen, entidade que organiza o Agrobalsas, lembrou ainda que a instituição hoje carrega em seu nome a homenagem a Irineu, sendo batizada Fundação de Apoio à Pesquisa Corredor de Exportação do Norte "Irineu Alcides Bays"."A Embrapa é a grande responsável por toda a conquista de Balsas, pois Irineu trouxe a soja para a região", disse Gorgen.Participaram da abertura do evento vários representantes de instituições e autoridades, entre elas o chefe-geral da Embrapa Cocais, Valdemício Ferreira de Sousa e o chefe-adjunto de Administração da Embrapa Soja (LondrinaPR), Fábio Álvares de Oliveira, que fez a entrega da nova variedade da Embrapa. Fonte: Embrapa http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=133410&nome=Agrobalsas %202014%20destaca%20contribui%E7%E3o%20da%20Embrapa


Editoria: Passei Aki Assunto:Inpa recebe prêmio na área de comunicação.

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Inpa recebe prêmio na área de comunicação O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) venceu a 5ª edição do Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico em cinco categorias, todas na modalidade 'Comunicação Institucional'. Quatro premiações vieram das categorias Impresso/Jornal e Revista, com os estudantes Juan Costa e Raíza Lucena, e com as profissionais Cimone Barros e Josiane Santos. A Ascom do Inpa liderada pelo Jornalista Daniel Jordano também faturou o prêmio de melhor assessoria de comunicação institucional. Premiados A jornalista do Inpa, Cimone Barros, ganhou o prêmio com a matéria "Inpa e institutos internacionais desenvolvem novas pomadas para o tratamento de leishmaniose cutânea", cujas fontes principais foram a pesquisadora do Inpa Antonia Franco, o Ministério da Saúde e a pesquisadora Iryna Grafova, da Universidade de Helsinki, na Finlândia. A matéria foi escrita em parceria com a então estagiária da Ascom Raíza Lucena. "Quero agradecer aos pesquisadores do Inpa que são nossos parceiros e nos ajudam no trabalho de divulgar a Ciência, Tecnologia e a Inovação em uma linguagem simples e acessível para população", disse. Fonte:Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia http://www.passeiaki.com/noticias/inpa-recebe-premio-area-comunicacao


Veículo:

Agência Gestão CT&I

Assunto:Investimentos

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para reduzir emissão de gases na agricultura podem ajudar

Brasil no combate a mudanças climáticas radicais Cita a FAPEAM:

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Investimentos para reduzir emissão de gases na agricultura podem ajudar Brasil no combate a mudanças climáticas radicais A interferência humana no meio ambiente acelera as alterações climáticas pelas quais passa o planeta. Nos últimos 20 anos, especialmente, esta intervenção vem mostrando sua faceta mais agressiva, com longos períodos de seca e chuvas torrenciais acontecendo seguidamente em curtos espaços de tempo. O que antes só se repetia em décadas, agora ocorre em anos consecutivos.Estas alterações no clima terrestre foram tema de uma audiência pública da Comissão Mista de Mudanças Climáticas (CMMC) do Congresso Nacional nesta terça-feira (15).O tema agricultura foi abordado. Apontado como o setor mais diretamente relacionado às alterações do clima, ele gera preocupações. Segundo especialistas, será preciso conciliar o aumento da produtividade com a adaptação de técnicas e novas tecnologias para enfrentar as alterações climáticas. E estudos nesta área já estão sendo desenvolvidos pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Desde 2005, a instituição já investiu cerca de R$ 30 milhões em seis grandes projetos de abragência nacional e outros complementares. “Isso é um trabalho contínuo, que foca um planejamento de longo prazo. Há a necessidade de se identificar vulnerabilidades e traçar linhas de projetos para o desenvolvimento tecnológico. A gente está falando em ciência de base, às vezes estamos falando de conversão de ciência em produto final. [O volume de investimentos] Vai depender do objeto que está sendo pesquisado”, explica o pesquisador da Secretaria de Relações Internacional da Embrapa, Gustavo Mozzer.Virada no jogo Uma das vantagens da indústria agrícola é que ela pode se transformar de emissora de gases de efeito estufa em absorvedor deles. Gustavo Mozzer reitera que o volume de emissão destes gases depende das alterações climáticas que se apresentarem. Entretanto, um bom uso de tecnologias já desenvolvidas é capaz de reduzir os impactos desta atividade no ecossistema do planeta.


“No uso de práticas inadequadas, um sistema agrícola é emissor de gases. Mas, dependendo do manejo, com tecnologias que já temos prontas para a aplicação. Nós temos o Plano ABC [Plano de Agricultura de Baixo Carbono do Brasil] operacional para o uso dessas tecnologias. Assim, você reverte um sistema emissor em um sistema que captura emissões. Na verdade, você inverte a situação. É o único setor da economia que você pode dizer que, se bem manejado, pode sair de uma situação para situação de emissor para absorvedor de carbono. É possível fazer, a tecnologia está aí. Depende do manejo”, conta Mozzer. (Vicente Melo, da Agência Gestão CT&I) http://www.agenciacti.com.br/index.php? option=com_content&view=article&id=5615:investimentos-na-reducao-da-emissao-de-gasesna-agricultura-podem-ajudar-brasil-no-combate-a-mudancas-climaticasradicais&catid=3:newsflash


Veículo:

Jornal do Commercio

Assunto:CNI

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B5

debate meio ambiente na FIEAM.

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Clipping de notícias selecionadas com assuntos sobre CT&I no Estado do Amazonas.