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Veículo:PCE

Editoria: Pag: Amazonas Assunto:Oficina de redação científica motiva produção entre coordenadores de

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Oficina de redação científica motiva produção entre coordenadores de projetos do PCE Qual a importância da redação científica na formação do professor? Considerando o desenvolvimento de produções científicas, a redação deve ser apontada como ferramenta fundamental. Com esse conhecimento, o professor poderá apropria-se das diversas normas envolvidas na elaboração de textos científicos, tais como: desenvolvimento e estrutura do trabalho, padrões de redação, procedimentos para se fazer pesquisas bibliográficas, seleção e organização da leitura das obras, construção de citações diretas e indiretas, além de aprender também sobre o propósito de incluí-las no corpo do próprio texto. Com o intuito de auxiliar os professores, coordenadores de projetos do Programa Ciência na Escola (PCE) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), o Grupo de Pesquisa “Alfabetização Científica e Agroecologia na Amazônia” realizou durante a última terça (11) a oficina de “Redação do trabalho científico”, que visa contribuir com o aprimoramento na execução das redações científicas, referentes aos projetos de pesquisa desenvolvido no âmbito dos projetos do PCE. A construção, redação e apresentação de trabalhos científicos, engloba uma série de questões técnicas e estéticas que precisam ser seguidas, dentre as quais, podem-se destacar a disciplina, criatividade na seleção da bibliografia, leitura organizada e ordenada, rigor na abordagem do assunto, além da obediência a critérios e normas de redação e apresentação do texto final.Fernando Vitor, 13, é estudante do 9º ano, na Escola Estadual Cacilda Braule Pinto, localizada no bairro Coroado, e já conhece muito bem a experiência de investir nas produções científicas. Para ele que já teve artigo publicado nos anais do PCE, as informações adquiridas na oficina servirão também para serem utilizadas futuramente. “Em todo projeto que desenvolvemos, temos o relatório final. Essa capacitação é importante para nós aprendermos a produzir melhor nossos artigos científicos. Não só agora para o projeto do PCE, mas eu penso que esse informação deverá ser levada a diante, quem sabe quando eu resolver desenvolver


outros projetos”, ressaltou. A Redação Científica pode proporcionar uma leitura e escrita mais eficientes, por meio da pesquisa e redação com base científica elaborada segundo normas científicas vigentes. Essa oficina pode ser mais um instrumento que auxiliará o professor a ter uma forma de comunicação escrita mais acessível às pessoas interessadas em entrar em contato com determinada área do conhecimento. Para a agroecóloga, Jucimara Santos, “a oficina de redação científica é de suma importância na formação dos coordenadores de projetos, especialmente no que diz respeito a orientação que será dada por esses professores aos cientistas juniores, pois é por meio dessas ferramentas, como por exemplo a estrutura de um artigo científico, que o grupo poderá trazer os resultados da pesquisa realizada, facilitando a forma de divulgação para o público interessado e até mesmo para a sociedade em geral”, explicou.

http://pceamazonas.com.br/2015/08/12/oficina-de-redacao-cientifica-motiva-producao-entrecoordenadores-de-projetos-do-pce/


Veículo:Amazônia

na Rede Assunto:A floresta que não conhecemos Cita a FAPEAM: ✘

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A floresta que não conhecemos O desmatamento da Floresta Amazônica é um dos principais problemas ambientais do mundo em função de sua importância para o Meio Ambiente. Este desmatamento causa extinção de espécies vegetais ou animais, trazendo danos irreparáveis ao ecossistema. Bacharel em Zoologia; mestre em Ecologia e doutor PhD em Antropologia Biológica pela RoehamptonUniversity, no Reino Unido Pesquisador do Programa de Capacitação Institucional do CNPq e pesquisador colaborador da Roehampton University, Co-fundador e membro do comitê executivo – Pitheciine Action Group (PAG). Fundador do projeto de pesquisas ‘Igapó Study Project’ (ISP). Professor credenciado na coordenação de Ecologia e docente permanente no setor de botânica do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Adrian Paul Ashton Barnett, recebeu a Agência FAPEAM de notícias para explicar mais sobre a Amazônia. “É comum pensar que a Amazônia é uma entidade que nunca mudou, persistindo por milênios sem trocas. Mas sabemos agora que, durante os milhões de anos, a Amazônia enfrentou muitas mudanças no clima, extensão e na composição de sua fauna e flora”, disse. Confira a entrevista completa com pesquisador Adrian Barnett Agência FAPEAM – Como o senhor avalia a ecologia tropical da Amazônia de antes e de hoje? Adrian Barnett – Ao longo dos anos, algumas espécies enfrentaram enormes mudanças: no clima, na comida disponível, seus predadores, competidores, e em vários casos no tamanho de sua população. A maioria das espécies que podemos ver na Amazônia de hoje, são sobreviventes de inúmeros eventos catastróficos. Só que como bem sabemos, eles puderam sobreviver a todas as mudanças no Mioceno e Pleistoceno, mas agora no Antropoceno, as coisas são muito mais incertas. Não por causa da universalidade das mudanças, claro o clima


sempre vai dar efeitos amplos, mas por causa de sua velocidade. É assustador para mim, pensar que se fosse possível colocar alguns dos exploradores do século passado como, Humboldt, la Condamine, Bates, Spruce e Wallace aqui na Amazônia, as mudanças, com certeza dariam muito susto a eles. É importante lembrar que a maioria das mudanças, com a redução da extensão da floresta na Amazônia, aconteceu ao longo das últimas seis décadas, e isso em termos ecológicos é muito rápido. Isso não quer dizer que anteriormente não houve mudanças, porque sabemos que tivemos impactos enormes de caça com as populações de tartarugas e de macacos, em algumas áreas por exemplo, e também a exploração predatória de árvores de pau rosa. Mas, no mínimo essas explorações deixaram intactos os habitats atuais. problema agora é a velocidade e extensão de trocas, que tiram totalmente a cobertura natural da vegetação amazônica. Mas, quando muitas das árvores podem viver por séculos, é preciso 100 anos para chegar à maturidade reprodutiva, os 60 anos que durante essas mudanças acontecem, parece como um piscar de olhos. As espécies adaptadas à floresta, não tem como mudar com a velocidade requerida. Claro que naturalmente existem clareiras na floresta – mas a escala agora é fora do normal para a natureza. Por isso é que agora os ornitólogos estão registrando pela primeira vez muitas espécies de pássaros que antes estiveram vivendo só no sul, em habitats mais abertos e secos. Estamos criando agora novas oportunidades para eles aqui. AF – Quais os estudos realizados atualmente pelo senhor e sua equipe sobre os processos e interações ecológicas na estrutura da floresta Amazônica? Adrian Barnett – Estamos investigando os igapós no Rio Negro. Na terra firme, a maioria de árvores usam pássaros e mamíferos, como os macacos, para dispersar suas sementes, mas no igapó, a maioria das espécies de árvores usam água ou peixes para isso. Isso é porque as florestas de igapó recebem esse pulso anual de inundações, e eles usam isso como adaptações únicas e especiais. Consequentemente, eles também têm um pulso concentrado na produção de frutos. Lá estamos investigando a ecologia de mamíferos e pássaros. Como eles comem os frutos, porque eles escolhem alguns e rejeitam outros, mesmo quando os que não estão sendo comidos são muito mais comuns do que os que os animais escolhem para se alimentarem. Estamos fazendo isso por alguns anos agora e, trabalhando especialmente com o uacari-decostas-douradas (Cacajao ouakary). Descobrimos muitas coisas fascinantes, por exemplo, por que eles preferencialmente escolhem frutos infestados com larvas de besouros, porque é uma fonte de proteína, e frutos não têm muitas proteínas; como quando eles estão mordendo as superfícies de frutos duros, eles sempre mordem as partes mais frágeis para salvar energia e para não correr o risco de quebrar seus dentes. Ao contrario da maioria de macacos que funcionam como bons dispersadores de sementes, comendo a parte mole de um fruto maduro e jogando fora a semente, os uacaris-de-costasdouradas são famosos por seu consumo de sementes imaduras, eles são predadores de sementes, matadores dos bebês de árvores. Ecólogos sempre os consideraram assim, mas agora descobrimos que eles também são dispersadores de sementes, não nas fezes, mas por causa de sementes que caem fora dos frutos imaduros que eles estão comendo e, depois chegando ao chão, vão madurecer e depois germinar. Isso é novo. Também descobrimos que a presença de formigas em algumas árvores vai desencorajar os macacos e papagaios a visitálos. Isso quer dizer que, se você vir uma árvore cheia de frutos, isso não está indicando que é um banquete esperando os convidados chegarem e os macacos tem muita comida disponível, mas que essa árvore não está disponível para ser usada. É exatamente esse tipo de coisa não intuitivo que para mim é uma parte da grande fascinação com ecologia. AF – O senhor tem algum interesse especial na Floresta Amazônica?


Adrian Barnett – Eu tenho um interesse especial nas interações entre plantas e animais, especialmente nas florestas de igapó. Florestas tropicais sazonalmente inundadas por água doce existem em outras partes do mundo, mas elas chegam a sua extensão máxima na Amazônia. As florestas inundadas, a várzea e igapó, são habitats mágicos em muitos aspectos. As flutuações em níveis de agua ao longo do ano dificultam trabalhos científicos, deixando-os difíceis de aplicar as metodologias feitas em terra firme. Porem, eles ainda são comparativamente pouco conhecidos cientificamente e isso é preocupante, porque eles são importantes para pescaria (muitas espécies vivem nesse habitat como adultos e se criam lá no estado juvenil) e para peixes ornamentais. Também eles servem bem para a preservação das margens contra a erosão. Juntos, as várzeas e igapós constituem 20% da superfície da Amazônia, mas eles recebem menos de 20% do esforço da pesquisa. AF – Qual ou quais os temas mais abordados e mais preocupantes, referentes à ecologia da floresta tropical? Adrian Barnett – A maioria das espécies de plantas e animais da Amazônia já sobreviveram há vários ciclos de mudanças climáticas, porém e bem provável que eles tenham as capacidades fisiológicas e comportamentais adequadas para adaptarem-se a mudanças de novo, mas depende de sua velocidade e extensão. Temos bons exemplos, com as árvores em igapó. Nos últimos anos, quase não tivemos uma enchente. Ecólogos estiveram preocupados que muitas árvores que vivem na parte do igapó mais próximo da terra firme morreriam por causa do estresse associado com a ausência de água. Mas isso não aconteceu. Porque toda a espécie de árvores em igapós tem suas origens evolutivas em terra firme. Porém, quando chegou uma ausência de água, elas simplesmente se ligam a série de genes ancestrais e conseguem se adaptar as novas condições temporárias. AF – O que aconteceria se nunca mais tivesse inundações sazonais? Adrian Barnett – No igapó, as partes mais próximas da terra firme podem ser inundadas por 4 ou 5 meses. Mas nas partes, mas próximas dos rios, as árvores podem ficar inundadas por até nove meses a cada ano. O fato de serem inundadas por tanto tempo, é extraordinariamente estressante para uma árvore, e elas crescem somente durante a época do ano em que elas não têm seus pés encobertos pela água. Elas crescem muito lentamente, e é possível registrar isso com amostras da madeira, perfurando o tronco e olhando as linhas na madeira, que vai indicar os crescimentos anuais dos indivíduos. Usando isso é possível condizer o crescimento com os níveis e durações de inundação ao longo dos anos. As analises mostraram que, se chegar uma enchente prolongada por 10, 11 meses, às árvores sobreviverão, mas precisarão de três ou quatro anos para se recuperarem. AF – Há algum estudo ou pesquisa relacionada à prevenção, para não se abolir tais árvores já castigadas por tantas inundações? Fato que ocorre todos os anos na Amazônia! Adrian Barnett – A coisa interessante e preocupante também é que agora pesquisadores no Inpa estão registrando mortes simultâneas de árvores de uma variedade de idades. Porque elas não têm capacidade de enfrentar duas ou três enchentes prolongadas acontecendo tão rapidamente, uma atrás da outra como vivenciamos na ultima década. Árvores de araparí ou macacaricuia, que já enfrentou tudo o que a natureza jogou neles por 500 ou mil anos (eles tem vida muito prolongada), agora estão morrendo por causa de eventos concentrados em três ou quatro anos que nunca aconteceu antes em suas longas vidas. E essas árvores são enormes, parecem tão fortes e são espécies chaves para seus ecossistemas, fornecendo alimentos para vários animais, via pólen e néctar em suas flores e via sementes, abrigos e


dormitórios para morcegos e muitas outras espécies. AF – Quais suas impressões sobre este processo? Adrian Barnett – Ainda somos ignorantes sobre qual vai ser o efeito dominó se essas espécies desaparecerem ou ficarem criticamente reduzidas em população. Estamos certos que os efeitos acontecerão, mas especialmente no igapó, não estamos certo como eles funcionarão. Mas também é preocupante que a situação no igapó não é especial. Temos vários habitats onde nossa ignorância é vasta, e isso é especialmente a verdade em áreas não tão visíveis, como nos ecossistemas aquáticos. A Amazônia tem a fauna de peixes de água doce a mais complexa e rica do mundo inteiro. Em um igarapé perto de Manaus, os pesquisadores do INPA descobriram novas espécies de peixes, um número bem maior do que os peixes que existem em todos os rios da Europa. No Tapajós, tem espécies de peixes que vivem em uma cachoeira, somente numa pequena área de rochas 100m x 10m. Nas árvores existem comunidades complexas e fascinantes nas fitotelmatas (habitats naturais em tronco de árvores que acumulam água e servem de criadouro para uma diversificada fauna e flora), e quase não sabemos nada sobre a ecologia deles, nem sobre a copa em geral. Algumas pontes, torres e guindastes estão nos permitindo ganhar vislumbres da ecologia, mas nada a permitir uma visão geral necessária para falar sobre o que é necessário para sua conservação efetiva. E a coisa pior, que é bem provável que a maioria das interações serão igualmente complexas do que as que registramos com os uacaris-de-costasdouradas, ou talvez mais complexas e sutis. AF – Com vasta experiência na área, o senhor já esteve em várias florestas pelo mundo, o que a floresta amazônica tem em especial quanto ao ecossistema e campo de estudo? Adrian Barnett – Se você for para outras florestas tropicais, você vai perceber rapidamente que a Amazônia é notavelmente rica em pássaros, em todas as partes da floresta e epífitas na copa das árvores, especialmente de bromélias e cactos, grupos que com a exceção de duas espécies de cactos na África oeste, não existe longe das florestas neotropicais. Também há um grande número de espécies de plantas usando beija-flores como seus polinizadores. Beija-flores também não existem longe das Américas e eles são muito importantes ecologicamente. Também, claro, por causa das preferencias desses pássaros das cores de laranja e vermelho, nos beneficiaríamos esteticamente. Temos outros habitats únicos e especiais também, as campinas, por exemplo, áreas ricas que sobrevivem nos solos mais pobres imagináveis. Com tantas espécies endêmicas e com adaptações fisiológicas que podem ser usadas para os benefícios da agricultura em muitos lugares do mundo. As plantas e os animais associados que moram em solos acima de rochas ricas em minérios de ferro. Eles são super – especializados, e muito ameaçados pela mineração em algumas áreas. Sempre celebramos a onça ou tucano como espécies emblemáticas da Amazônia. Mas a onça pode ser encontrada do México até a Argentina, mas na Amazônia temos a maior diversidade de peixes de água doce no mundo inteiro, e é bem comum ter espécies que existe somente em um lugar, em um lago, abaixo das folhas molhadas em um igarapé ou entre as rochas na corrente feroz de uma cachoeira. Muitos deles têm morfologias, comportamentos e ecologias extraordinários e precisamos celebrar isso também ao lado dos animais nobres e simbolicamente potentes, como a onça. Amazonianarede- Maxcilene Azevedo – Agência FAPEAM http://www.amazonianarede.com.br/a-floresta-que-nao-conhecemos/#more-61047


Veículo:Ecrau.com

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Assunto:SAÚDE

E SACANAGEM NA FLORESTA

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SAÚDE E SACANAGEM NA FLORESTA CRIMINOSOS USAM CARBURETO PARA AMADURECER TUCUMÃ Depois do açaí e do guaraná, a nova descoberta do Brasil,e, em breve, do mundo, a ser exportada da Amazônia, atende pelo nome de X Caboquinho. Esse é o apelido regional de nossa merenda mais saudável, um sanduíche feito na chapa com pão, queijo e lascas de polpa de tucumã. Há numerosas variações no recheio: tem gente que acrescenta presunto ou carne, que nojo!, tem a versão salada e tem aqueles que preferem fatias de banana da terra,a pacovã, mas em nenhuma hipótese pode faltar o tucumã, a verdadeira alma desse novo lanche. Demonizar essa iguaria nutricional é crime de lesa-pátria. O gerontóloga Euler Ribeiro, o maior especialista no assunto, diz categoricamente. “ Quero alertar toda a população do Amazonas para um perigo de morte iminente. Ultimamente alguns vendedores e atravessadores de venda de Tucumã podem estar cometendo um crime contra a população desavisada ao retirarem os frutos da palmeira ainda verdes e, para maturação rápida, fazerem uso de carbureto de cálcio (CaC2) ou carbureto, usado como combustível nos candeeiros para iluminação das ruas e das residências durante muito tempo.” E está é a razão de mais uma “epidemia” de tucumã envenenado em Parintins. “Abençoada por Deus” A palmeira de tucumã-do-Amazonas (Astrocaryum aculeatum) nasce em solos pobres ou degradados e resiste bem ao fogo das queimadas. Mas seu fruto não resiste ao CaC2 para amadurecer o fruto e detonar a saúde Humana. Tucumã é praticamente uma planta invasora, porém de grande utilidade para os ribeirinhos, pois suas fibras dão uma corda de alta qualidade; suas folhas servem para cobrir as casas; seus espinhos são usados para fazer renda de bilro; seus frutos servem para comer e as cascas do fruto, com um pouquinho de design e habilidade, transformam-se em biojoias e renda extra.


Riscos e perversidade De acordo com o alerta de Euler Ribeiro, “ …o carbureto é usado criminosamente em grau de toxidade de O a 4 um grau 3, logo pode provocar infecção tóxica intestinal com diarreia, desidratação, hemorragia gastro-intestinal, arritmia, edema cerebral e coma. Tal quadro é de difícil reversão por conta da insuficiência renal aguda, pois sem filtração glomerular ocorre a parada dos rins e o aumento da intoxicação. Vejam bem: não é o fruto em si, mas o carbureto que pode ser o responsável por todos estes eventos que quase sempre levam as famílias ao luto!”

Contra o câncer e leucemia Portanto, continue comendo Tucumã, tendo o cuidado de verificar a procedência da fruta. O consumo na rua, onde o descasque é feito daquele jeito, se transforma em risco múltiplo. Entretanto, o Tucumã é nossa melhor notícia, pois além do nível de subsistência: o Tucumã é um excelente antioxidante e também ajuda a controlar o câncer de mama, além de ter potencial contra leucemia e no controle de bactérias e fungos causadores de infecções hospitalares, como as cepas de Candida albicans que ameaçam a vida de quem fez cateterismo e está na UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Todas essas atividades estão em avaliação no outro extremo do Brasil, na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul

Doutores em Tucumã As pesquisas com o tucumã são orientadas, lá no Sul, pela bióloga Ivana Beatrice Mânica da Cruz, mestre e doutora em Genética e Biologia Molecular e professora na Farmacologia e na Bioquímica Toxicológica. Ela conta com a parceria à longa distância do médico especialista em Gerontologia e Saúde do Idoso da Universidade Estadual do Amazonas (UEA), Euler Esteves Ribeiro. Os dois coordenam esses estudos, realizados com uma equipe de 4 outros pesquisadores – dois em fase de mestrado e dois doutorandos – com recursos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), das Fundações de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Sul e do Amazonas (Fapergs e Fapeam) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Euler alerta!!!! “ Chamo aqui a atenção para que os responsáveis pela saúde pública, tanto do Estado como do Município, possam investigar tal prática, para que se tomem todas as providências necessárias para evitar possíveis mortes. Gostaria também que imprensa também tomasse providências no sentido de mostrar os riscos desta desastrosa prática de amadurecimento dos frutos do tucumã. Por outro lado, as pesquisas mostram que o tucumã é um dos frutos prediletos do povo da floresta. É riquíssimo em pro-caroteno, antioxidante por excelência que evita a morte celular e mais, com ação comprovada como anticancerígeno. Portanto, não confundam esta possível intoxicação como sendo causada por esta fruta maravilhosa, mas somente pela forma equivocada de tentar o amadurecimento acelerado dá fruta ao se utilizar indevidamente o carbureto (substância sólida azulada escura que afunda na água, assim que o gás azulado inflamável é produzido) que pode provocar morte por intoxicação.” http://www.ecrau.com/saude-e-sacanagem-na-floresta/


Veículo:Correio

Editoria: da Amazônia Assunto:Dia de Campo aborda citricultura no Amazonas, em Iranduba Cita a FAPEAM: ✘

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Data: 13/08/2015

Dia de Campo aborda citricultura no Amazonas, em Iranduba Os benefícios do uso de coberturas vegetais e novos porta-enxertos para a citricultura amazonense são o tema de um Dia de Campo que acontece hoje, quarta-feira, no município de Iranduba (AM). O evento, intitulado Coberturas Vegetais e Novos Porta-Enxertos na Citricultura do Amazonas, é promovido pela Embrapa Amazônia Ocidental, Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas (Idam) e Universidade Federal do Amazonas (Ufam). O objetivo do Dia de Campo é divulgar, entre técnicos, extensionistas e agricultores, alternativas para o manejo de plantas daninhas, os benefícios do uso de coberturas vegetais e os novos porta-enxertos para a citricultura do Amazonas, que podem promover a preservação do solo, a redução dos custos e o aumento da produtividade dos pomares de laranja, limão e tangerina no Estado. Conforme o pesquisador da Embrapa e um dos coordenadores do evento, Marcos Garcia, a citricultura amazonense tem papel estratégico no abastecimento do crescente mercado local e contribui para a redução dos preços desses alimentos, que têm seus valores acrescidos devido às longas distâncias existentes entre Manaus e os principais polos produtores de citros. Conforme Garcia, a atividade citrícola na região é favorecida pelas condições climáticas adequadas para a produção ao longo do ano, com excelente regime de pluviosidade. No entanto, os cultivos no Estado ainda carecem de tecnologias importantes para o aumento da produtividade. “Dentre as demandas tecnológicas destacam-se os plantios estabelecidos com poucas variedades de porta-enxertos e copas; o uso de mudas sem garantia fitossanitária; o alto custo dos insumos; e a utilização excessiva de herbicidas para o controle do mato, assim como a ocorrência de pragas e doenças. Além disso, faz-se necessário o uso de técnicas de manejo de espécies de cobertura vegetal em pomares de citros visando à supressão de plantas infestantes e conservação do solo”, destacou o pesquisador. Durante o Dia de Campo acontecem visitas às Unidades Demonstrativas (UD) onde o manejo de coberturas vegetais e os novos porta-enxertos estão sendo avaliados, na Fazenda Santa Rosa e no Campo Experimental do Caldeirão, em Iranduba. Os porta-enxertos avaliados


vieram da Embrapa Mandioca e Fruticultura (Cruz das Almas/BA) e foram trabalhados nos últimos 20 anos. “São ótimos materiais para a região tropical, que conferem uma qualidade de fruto e uma produtividade da planta razoável. Nosso propósito aqui (na UD instalada no Caldeirão) é testar nas nossas condições e deixar aqui como uma vitrine para os produtores”, ressaltou Garcia. O Dia de Campo é atividade do projeto Pesquisa e Transferência de Tecnologias para o Desenvolvimento da Citricultura no Estado do Amazonas. O evento – coordenado pelos pesquisadores da Embrapa, Marcos Garcia e Terezinha Garcia – conta com apoio da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf) e patrocínio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Programação 08h30 – Recepção e credenciamento; 08h45 – Abertura; 9h – Visita à Unidade Demonstrativa: Estação 1 – Fazenda Santa Rosa: Implantação e manejo de coberturas vegetais em pomares de citros no Amazonas, com José Eduardo Borges de Carvalho e Cícero Cartaxo de Lucena, da Embrapa Mandioca e Fruticultura; Estação 2 – Fazenda Santa Rosa: Período crítico de interferência de plantas infestantes na citricultura do Amazonas, com José Ferreira da Silva e Gerlandio Suassuna Gonçalves, da Universidade Federal do Amazonas; Estação 3 – Campo Experimental do Caldeirão: Avaliação de porta-enxertos para citricultura do Amazonas, com Terezinha Batista Garcia, da Embrapa Amazônia Ocidental, e Cláudio Luiz Leone Azevedo, da Embrapa Mandioca e Fruticultura; http://www.correiodaamazonia.com.br/dia-de-campo-aborda-citricultura-no-amazonas-emiranduba/


Veículo:Mamirauá

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Assunto:Manejo

de abelhas para produção de mel é tema de pesquisa

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Data: 13/08/2015

Manejo de abelhas para produção de mel é tema de pesquisa Uma expedição realizada entre os dias 16 e 26 de julho para a Reserva Amanã, no Amazonas, procurou registrar a prática do manejo de abelhas para produção de mel por comunitários da região. A atividade é parte do projeto intitulado “A percepção das abelhas nativas da Amazônia e práticas sociais associadas: criando, colhendo mel e capturando enxames”, desenvolvido pelo pesquisador Samuel Le Rouzic, da Universidade de Rennes 2, da França, e conta com apoio do Programa de Manejo de Agroecossistemas do Instituto Mamirauá. Durante a atividade, foram realizadas visitas a 17 criadores, de nove comunidades da Reserva Amanã. A relação entre os criadores e a atividade é um dos registros que será feito pela pesquisa. Segundo o pesquisador, o importante é dimensionar o potencial da criação de abelhas na Amazônia: “Acredito que sejam mais de 30 espécies de abelhas na reserva, em torno de 12 espécies que podem ser domesticadas, e talvez 10 que têm um valor econômico para a produção de mel”. A metodologia utilizada é em forma de “conversa informal” em que o criador narra sua percepção sobre a relação entre as abelhas e as atividades, conforme explicou o técnico do Instituto Mamirauá, Jacson Rodrigues: “O pesquisador tenta encontrar respostas para como o primeiro contato com as abelhas, porque se interessou em criar e o que mudou nos métodos de extração de mel, com o passar do tempo. É uma forma de aprimorar as informações para entender essa relação da população local com as abelhas”. De acordo com o planejamento do estudo, será feita uma investigação etnozoológica em três distintos contextos: onde a criação tradicional de várias espécies de abelhas nativas é substituída gradualmente pela apicultura intensiva para exportação, onde é desenvolvida atividade semiprofissional com a aclimatação de espécies exógenas, e onde a criação de abelhas permanece ancorada em uma tradição familiar. A pesquisa também está sendo desenvolvida em outros países da América Latina tais como: Cuba, Equador e Peru. O pesquisador conheceu os trabalhos realizados na região Amazônica por meio da publicação "Guia Ilustrado das Abelhas Sem-Ferrão das Reservas Amanã e Mamirauá, Amazonas, Brasil"


do Instituto Mamirauá, que trata sobre os trabalhos relacionados ao manejo de abelhas. Assessoria técnica do Instituto Mamirauá Desde 2009, o Instituto Mamirauá, unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, presta assessoria técnica aos criadores de abelhas da região. Durante alguns cursos ministrados pelos técnicos do Instituto, o modelo da 'Caixa Colmeia' foi apresentado aos comunitários, o que facilitou a criação das abelhas integrada com os agroecossistemas e consequentemente a forma de coleta do mel. “Eles conseguem ter, as suas necessidades atendidas, em relação aos produtos das abelhas sempre que precisam, mesmo que seja para consumo próprio da família. Hoje com a apropriação das práticas eles já visam aumentar e melhorar a sua criação estrategicamente realizando as divisões de colmeias, a partir daquelas presentes no meliponário, além do uso de boas práticas de coletas e armazenamento, melhorando a qualidade e aumentando a produção do mel e pólen, para vender e ter retorno econômico", afirmou Jacson. Maria Erly das Chagas de Oliveira, moradora da comunidade de São João do Ipecaçú, ressalta os avanços da atividade, o que vem sendo acompanhado por técnicos do Programa de Manejo de Agroecossistemas do Instituto Mamirauá. "Quando o curso chegou aqui na comunidade, nós conversamos muito sobre como as abelhas são importantes para a natureza, porque elas ajudam as árvores a darem frutos e ajudam a gente com a produção do mel, que é bom para ter em casa e acaba também sendo uma renda extra", afirmou a moradora. As espécies de abelhas trabalhadas pelos comunitários na Reserva Amanã são chamadas localmente de Jandaíras entre elas se destacam; Uruçú-Boca-de-renda (Melipona seminigra merrillae), Jandaíra preta (Melipona seminigra pernigra), Uruçú amarela (Melipona paraensis) e Uruçú vermelha (Melipona crinita). Conforme observações e percepções dos criadores de abelhas, essas espécies apresentam fácil adaptação ao modelo de "caixa colmeia" sugerido para o manejo. Além disso, essas espécies têm dado retorno positivo em relação à produção de mel e pólen no modelo de caixa. Texto: Aline Fidelix http://www.mamiraua.org.br/pt-br/comunicacao/noticias/2015/8/10/manejo-de-abelhas-paraproducao-de-mel-e-tema-de-pesquisa/


Veículo:Agência

Editoria: Pag: Gestão CT&I Assunto:Inscrições para o Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador são

prorrogadas até 24 de agosto Cita a FAPEAM:

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Inscrições para o Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador são prorrogadas até 24 de agosto A Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) adiou até o dia 24 de agosto o período de inscrições para a 19ª edição do Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador. Instituições e empresas tem a possibilidade de participar da premiação, podendo se inscrever neste link. O prêmio será dividido em seis categorias: melhor incubadora de empresas orientada para a geração e uso intenso de tecnologias (PIT); melhor incubadora de empresas orientada para o desenvolvimento local e setorial (DLS); melhor parque tecnológico (PTH); melhor projeto de promoção da cultura do empreendedorismo inovador (CEI); melhor empresa incubada (EI); e melhor empresa graduada (EG). Os vencedores serão conhecidos em 3 de dezembro, em Brasília (DF). O premiados receberão troféus, certificados, passagens aéreas para viagens de estudos e negócios, além de R$ 60 mil em dinheiro, distribuídos entre todos os ganhadores. Para conferir o regulamento da premiação, acesse este link. (Agência Gestão CT&I, com informações da Anprotec) http://www.agenciacti.com.br/index.php? option=com_content&view=article&id=7789:inscricoes-para-o-premio-nacional-deempreendedorismo-inovador-sao-prorrogadas-ate-24-de-agosto&catid=1:latest-news


Veículo:Agência

Editoria: Pag: Gestão CT&I Assunto:Especialistas destacam uso de luz síncroton para soluções na área de ciências

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Especialistas destacam uso de luz síncroton para soluções na área de ciências do solo As aplicações possíveis da luz síncroton podem ser inúmeras, entre elas, no campo das geociências. O diretor científico do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), Harry Westfahl, em apresentação no Congresso Brasileiro de Ciências do Solo (CBCS), realizado em Natal (RN), afirmou que já existem técnicas de análise com a radiação na área de ciências do solo que podem detectar, por exemplo, contaminação da terra. A técnica de fluorescência por raios X em 2D e 3D pode ser usada para a detecção dos sinais associados aos diferentes elementos químicos presentes na amostra analisada, como explicou o diretor científico. Como exemplo, Westfahl citou um estudo realizado pelo pesquisador Carlos Perez, do LNLS, que analisou os efeitos de contaminação associados à queda de balas de caça no solo. No estudo, a fluorescência de raios X permitiu identificar a presença no local dos diferentes metais que compõem a munição, como ferro, chumbo e timônio. De acordo com Westahl, o objetivo principal de apontar essas soluções é motivar os pesquisadores da área a usar a tecnologia da luz síncrotron por meio da infraestrutura disponível no Brasil. "Além disso, queremos motivar os pesquisadores com a apresentação do projeto de um novo acelerador, que vai permitir que sejam feitos aqui experimentos que quase ninguém hoje faz nas ciências do solo", completou. Harry Westfahl também explicou porque o projeto Sirius é classificado como um síncrotron de quarta geração, com base em parâmetros como o seu brilho. Falou brevemente, ainda, sobre as 13 primeiras estações experimentais (linhas de luz) previstas para a nova fonte de luz e o seu potencial científico. "A área de ciências do solo tem sido um dos focos do planejamento do Sirius. A bola está na mão de vocês: se preparem porque, dentro de alguns anos, sua comunidade de pesquisa terá à disposição a melhor ferramenta científica do País", afirmou.


O pesquisador Dean Hesterberg, da North Carolina State University, dos Estados Unidos, destacou as oportunidades de novas descobertas no campo da agricultura e das ciências ambientais com o auxílio das fontes de raio X baseadas em luz síncrotron. Segundo ele, essa ferramenta, aplicada às ciências do solo, tem potencial para solucionar problemas nas áreas de segurança alimentar, produção de energia, manejo de resíduos animais, saúde humana, captura de carbono, proteção da qualidade da água e outras. O LNLS é responsável pela operação da única fonte de luz síncrotron da América Latina, aberta ao uso das comunidades acadêmica e industrial. O síncrotron brasileiro possui hoje 18 estações experimentais – chamadas linhas de luz –, voltadas ao estudo de materiais orgânicos e inorgânicos por meio de técnicas que empregam radiação eletromagnética desde o infravermelho até os raios X. (Agência Gestão CT&I, com informações do CNPEM e MCTI) http://www.agenciacti.com.br/index.php? option=com_content&view=article&id=7796:especialistas-destacam-uso-de-luz-sincrotonpara-solucoes-na-area-de-ciencias-do-solo&catid=1:latest-news


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Acre trabalha para entrar na agenda nacional de ciência e tecnologia Após sediar a 66ª edição da Reunião Anual da SBPC em 2014, o Acre deu um importante passo para entrar na agenda nacional de ciência, tecnologia e inovação. Além de atores locais que trabalham diretamente na produção e na educação científica do estado, os acrianos contam com uma voz muito atuante em prol do desenvolvimento científico da região, o Deputado Sibá Machado, relator do projeto que cria Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, aprovado no mês de julho na Câmara dos Deputados e encaminhado ao Senado Federal para apreciação. Nesse propósito de estimular a ciência acriana, Sibá Machado esteve no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) na última quinta-feira, dia 6, na companhia da reitora do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Acre (IFAC), Rosana Cavalcante dos Santos, para um encontro com o Presidente Hernan Chaimovich. Engenheira agrônoma pela Universidade Federal do Acre, Rosana tem uma trajetória acadêmica acompanhada pelo CNPq em diversos momentos. Foi bolsista de Iniciação Científica na graduação e concluiu o mestrado em agronomia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) com bolsa da agência. Além disso, ela coordenada, no IFAC, projetos de pesquisa contemplados com auxílios financeiros do CNPq que visam à estruturação do estado para a produção científica: a criação do Centro Vocacional Tecnológico de Referência em Agroecologia e Produção de orgânicos do Acre e a implantação do Núcleo de Estudos e Extensão em Agroecologia do Acre. A reitora lembrou que a realização da SBPC foi, de fato, um impulso para a região e que foi uma experiência importante para que o Acre recebesse, este ano, a décima edição do Congresso Norte Nordeste de Pesquisa e Inovação (CONNEPI), para o qual Chaimovich foi convidado. O CONNEP é um evento realizado anualmente pela Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e pelo Ministério da Educação e que terá, nesta edição, o tema “Inovação e Empreendedorismo”. O objetivo do encontro, que acontecerá entre os dias 30/11 e 3/12 na capital acriana, é difundir conhecimentos além das fronteiras acadêmicas, levando


para o cotidiano dos brasileiros e dos setores de produção a aplicação das pesquisas desenvolvidas nos laboratórios da das instituições de ensino que integram a Rede Federal. A ideia de Sibá Machado e da reitora, com o apoio do presidente do CNPq, é incentivar, por meio das experiências bem-sucedidas, que o Acre receba, cada vez mais, eventos de caráter nacional.

(CNPq) http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/2-acre-trabalha-para-entrar-na-agenda-nacional-deciencia-e-tecnologia/


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UEA promove Simpósio de Pós-Graduação da Escola Superior de Tecnologia

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UEA promove Simpósio de Pós-Graduação da Escola Superior de Tecnologia A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) promove o I Simpósio de Pós-Graduação da Escola Superior de Tecnologia (Simpes). O evento, que acontecerá no período de 17 a 20 de novembro, é resultado do esforço da Universidade em proporcionar uma educação especializada e de qualidade no ensino de Pós-Graduação Lato Sensu. O I Simpest é o evento destinado a apresentação de trabalhos científicos e/ou tecnológicos por seus participantes, mas também, para a discussão de temas referentes ao estado da arte do desenvolvimento de tecnologias e inovação no Estado do Amazonas. Além da apresentação de trabalhos, o evento tem o objetivo de criar um fórum para discentes e docentes discutirem os resultados dos cursos de pós-graduação da EST e propostas referentes às questões relacionadas à Educação de Pós-graduação. Este evento contará com apresentações orais e sessões de pôsteres relacionados com os temas tratados nas áreas dos Cursos da Pós-graduação da Escola Superior de Tecnologia. A Comissão Organizadora convida o público em geral, incluindo professores e profissionais das áreas de Engenharia, de Projetos e T&I a participar do evento.O Simpest acontecerá na Escola Superior de Tecnologia (EST/UEA), situada na Avenida Darcy Vargas, no bairro Parque Dez em Manaus. Mais informações no site do Simpest: www.simpest.com.br ou www.pos.uea.edu.br/est. INSCRIÇÕES A inscrição para participação COM submissão de trabalho deve ser realizada até o dia 24 de setembro por meio de Especialistas Pós-Graduados (Lato Sensu) ou alunos dos cursos de Programas de Pós-Graduação Lato Sensu. A inscrição para participação do evento SEM submissão de trabalho deve ser realizada no período de 14 de outubro a 11 de novembro, as vagas são limitadas. http://www1.uea.edu.br/noticia.php?notId=39843


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Sistema Integrado de Bibliotecas lança I Workshop do SIB/UEA

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Sistema Integrado de Bibliotecas lança I Workshop do SIB/UEA O I Workshop do SIB/UEA será realizado nos dias 19, 24 e 25 de agosto. O evento acontecerá no auditório da Escola Superior de Ciências da Saúde (ESA). As palestras trazem os temas: Treinamento Elsevier: Science Direct, Scopus, Mendeley (bases de dados de revistas cientificas), Como escrever artigo científico e Como preencher um Currículo Lattes. Essas serão as primeiras palestras, porém o objetivo é trazer várias outras durante o decorrer do ano. A diretora do Sistema integrado de Bibliotecas (SIB), Jeane Macelino Galves , explica o porquê da iniciativa de lançar o Workshop. "A Biblioteca como apoio ao ensino, aprendizagem e pesquisa acadêmica, identificou o grau de dificuldade no atendimento aos seus usuários no que se refere à pesquisa científica e decidiu implementar ações que favoreçam o desenvolvimento científico desta universidade em relação à construção do conhecimento." A temática do workshop é uma iniciativa do SIB/UEA, cujo objetivo é reunir, divulgar e discutir informações atualizadas no âmbito da pesquisa científica para todas as categorias que constituem o universo científico: graduação, especialização, mestrado e doutorado. http://www1.uea.edu.br/noticia.php?notId=39903

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