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Veículo:Pce

Editoria: Pag: Amazonas Assunto:Parintins recebe Cerimônia de Interiorização da Ciência e realiza I Puxirum

do ano de 2014. Cita a FAPEAM: ✘

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Parintins recebe Cerimônia de Interiorização da Ciência e realiza I Puxirum do ano de 2014 MANAUS – O Programa Ciência na Escola (PCE) realiza nesta segunda-feira (9) a cerimônia de Interiorização da Ciência no município Parintins, distante 369 km de Manaus. A cidade será palco do primeiro encontro dos coordenadores e apoios técnicos do município - o Puxirum. As oficinas realizadas na terça-feira (10) fazem parte do Curso de Metodologia da Pesquisa Científica Aplicada a Educação Básica. Cerimônia de Interiorização da Ciência A cerimônia são as boas-vindas, da equipe PCE, aos munícipios sedes das microrregiões do Estado do Amazonas. Para a coordenadora geral do PCE, Fátima Vieira Nowak, informou que a cerimônia tem como um dos objetivos valorizar o trabalho dos cientistas júnior. “Além de fincar um elo com os municípios, a Interiorização da Ciência serve com uma desmistificação do que realmente vem a ser a ciência. Valorizar o trabalho dos cientistas júnior é outro ponto chave, fazê-los vistos e importantes tanto quanto quem está na capital nos motiva cada vez mais ao empenho em levar a ciência de uma forma clara e ampla”, declara. Puxirum O curso aterrissa pela primeira vez, no ano de 2014, no município como o objetivo de fortalecer os fundamentos práticos trabalhados nos projetos. A primeira oficina do Curso de Metodologia da Pesquisa Científica Aplicada à Educação Básica ministrada no munícipio tem como tema Alfabetização Científica. O evento será realizado na manhã (8h às 12h) desta terça-feira (10) com o tema ‘Alfabetização Científica’. A oficina faz parte do sistema de disciplinas obrigatórias do curso. A segunda oficina, realizada na tarde (14h às 18h) desta terça, tem como tema ‘Execução


Financeira e Prestação de Contas’. A oficina contará com o apoio da assessora da diretoria administrativo da Fundação de Amparo à Pesquisas do Estado do Amazonas (Fapeam), Karen dos Santos. Ambas as oficinas serão realizadas na Coordenadoria Regional do município.

http://pceamazonas.com.br/2014/06/08/parintins-recebe-cerimonia-de-interiorizacao-daciencia-e-realiza-i-puxirum-do-ano-de-2014/


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Editoria: Pag: do Governo Assunto:Governador José Melo reinaugura Escola Estadual Sebastiana Braga. Cita a FAPEAM: ✘

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Não Data: 09/06/2014

Governador José Melo reinaugura Escola Estadual Sebastiana Braga Nesta segunda-feira, 9 de Junho, o governador do Estado, José Melo, reinaugurará, em Manaus, a Escola Estadual Sebastiana Braga. Localizada na Avenida Timbiras, no bairro da Cidade, (zona norte), a escola foi inteiramente reformada ganhando novos espaços para o melhor atendimento ao público. Orçada em R$ 2.682.461,62, a reforma viabilizada pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc) contemplou a escola com serviços de reparos, além da construção de novos ambientes pedagógicos e uma quadra poliesportiva coberta. A reforma também contemplou pintura completa da unidade de ensino e reparos nos seguintes ambientes: salas de aula, diretoria, secretaria, biblioteca, laboratório de informática, sala de mídia, sala pedagógica, sala dos professores, refeitório, cozinha e banheiros. Pertencente à Coordenadoria Distrital de Educação 6, a Escola Estadual Sebastiana Braga atende a um total de 900 alunos do ensino médio (do 1º ao 3º ano), além dos 80 alunos do curso profissionalizante de Recursos Humanos (RH) oferecidos pelo Centro de Educação Tecnológico do Amazonas (Cetam). O quadro docente da escola é constituído por 46 professores e demais 28 servidores. A escola também desenvolve os projetos: Oportunidade e Renda; Investigando o leite que consumimos, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Teor de Vitamina A e C de Frutos Amazônicos, com financiamento da Petrobras, Monitoramento de Qualidade de Água de Consumo e o Mundo do Trabalho, ambos com financiamento pelo Mistério da Educação (Mec). Sebastiana Braga - Inaugurada em 2001, a escola homenageia como patronesse: Sebastiana Braga, nascida em 18 de março de 1908, em Piedade, no município de Muribeca, em Pernambuco. Foram seus pais, João Luiz dos Santos Pereira e Maria Cândida Sampaio Pereira


com quem Sebastiana aprendeu as primeiras lições de casa e logo foi matriculada, aos nove anos de idade, em uma escola particular. Após o falecimento de seu pai, a família mudou-se para Manaus, onde fixou residência na Rua Barroso, em frente à Biblioteca Pública. Vencendo as dificuldades e sofrimentos provocados pela perda de entes queridos inclusive sua genitora, Sebastiana conseguiu concluir o curso de professora na Escola Normal, em 1931. No ano seguinte, foi exercer a sua primeira experiência como professora na Escola Santa Angélica, no Lago Janauacá. Também exerceu o magistério em diversas outras escolas da capital, tais como Tenreiro Aranha, José Paranaguá e Antônio Bittencourt. Aposentou-se em 1960 após trinta anos de serviço efetivo em sala de aula. A professora Sebastiana Braga casou-se com Lourenço da Silva Braga, em 1935, com quem teve sete filhos: João, José, Maria, Justina, Lourenço, Ana Maria e Robério Braga, atual secretário estadual de Cultura do Amazonas. Após sua aposentadoria, dedicou-se aos afazeres domésticos, acompanhando a evolução dos filhos que, sucessivamente iam ingressando nas escolas secundárias e superiores. O amor pela educação continuou falando mais forte e a professora Sebastiana Braga, através de convênios com o Estado e a Prefeitura, viu-se novamente envolvida com a gratificante tarefa de ensinar, atendendo crianças carentes de educação infantil. Assim resume-se a trajetória de vida da professora Sebastiana Braga com recordações de Piedade (PE) e que se tornou amazonense de coração. http://www.amazonas.am.gov.br/2014/06/governador-jose-melo-reinaugura-escola-estadualsebastiana-braga/


Veículo:Jornal

Editoria: da Ciência Assunto:FAPEAM lança edital Propesca/Rio Negro. Cita a FAPEAM: ✘

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Não Data: 09/06/2014

FAPEAM lança edital Propesca/Rio Negro Lançamento faz parte da programação da Semana do Meio Ambiente 2014 Para apoiar a execução de projetos de pesquisa que contribuam com a gestão e a criação de políticas públicas para pesca na Bacia do Rio Negro, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM) lançará, nesta quinta-feira (05/06), às 19h, no Centro de Convenções do Studio 5, o edital do Programa de Apoio à Pesquisa sobre a Pesca no Rio Negro (Propesca/Rio Negro).

O lançamento faz parte da programação da Semana do Meio Ambiente 2014, realizada pelo governo do Estado, desde a segunda-feira (02/06), e antecederá o lançamento da revista 'Amazonas Sustentável', desenvolvida pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS-AM).

O edital do Propesca/Rio Negro conta aporte financeiro do Governo do Estado no valor de R$ 1,6 milhão via FAPEAM, SDS-AM e Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-AM).

Entre os objetivos estão apoiar a execução de projetos que contribuam como o desenvolvimento e a melhoria da infraestrutura de pesquisas técnico-científicas, para implementação do Decreto 31.151/11 que trata da pesca na Bacia do Rio Negro, no Amazonas.

Importância estratégica


A diretora-presidenta da FAPEAM, Maria Olívia Simão, ressaltou que o edital será lançado em atendimento ao Decreto 31.151/11 para subsidiar a gestão pesqueira, especificamente, na bacia do Rio Negro. Segundo ela, o Propesca/Rio Negro está estruturado nas mesmas linhas temáticas apresentadas no Decreto.

"Com isso, estamos fazendo um chamamento da comunidade científica do Amazonas a atender essa pauta que será extremamente importante para a gestão e a criação de politicas públicas para esse setor", disse.

Ela informou que o Propesca/Rio Negro é fruto do trabalho em parceira entre a FAPEAM, a Secti-AM e a SDS-AM para o desenvolvimento de pesquisas científicas que subsidiem políticas públicas que garantam o desenvolvimento sustentável do Estado.

"Essa parceria demonstra o quanto a ciência, tecnologia e inovação são eixos transversais para o desenvolvimento e para que possamos fazer o uso sustentável dos recursos naturais. Com os estudos, criaremos parâmetros de exploração e uso dos recursos naturais, garantindo o preceito da sustentabilidade que é uma prioridade do Governo do Estado", disse Olívia.

Sobre o Propesca/ Rio Negro

O programa tem como objetivo apoiar a execução de projetos que contribuíam com o desenvolvimento e melhoria da infraestrutura de pesquisas técnico-científicas, propiciando a implementação do Decreto 31.151/11, que trata da pesca na Bacia do Rio Negro, além de fornecer suporte às políticas públicas para o setor pesqueiro em instituições vinculadas ao Governo do Estado do Amazonas.

(Agência Fapeam)

http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=93709


Veículo:Ciência

Editoria: em Pauta Assunto:Claudio Violato é o novo presidente da Abipti. Cita a FAPEAM: ✘

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Data: 09/06/2014

Claudio Violato é o novo presidente da Abipti O vice-presidente de Tecnologia do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), Claudio Violato, foi eleito, no último dia 6, para a presidência da Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (Abipti). A eleição ocorreu durante a 33ª Assembleia Geral Ordinária da entidade. O dirigente, que terá dois anos de mandato, substitui Isa Assef dos Santos, que permaneceu seis anos à frente da instituição. “A Abipti tem um papel importante na representação dos institutos do setor e também no processo de modificação das legislações em torno da tecnologia e da inovação. Tenho uma responsabilidade muito grande, tanto pela votação recebida, quanto pelo trabalho realizado pela equipe da Isa até agora, o que dá uma responsabilidade adicional de pelo menos manter o mesmo nível de atividades e de representação”, afirmou Violato. O novo presidente informou que pretende construir, junto com os vice-presidentes regionais, um planejamento estratégico para conduzir a gestão da entidade. “O plano servirá para a condução das atividades da Abipti, com o objetivo de torná-la ainda mais representativa e significativa para os institutos”, disse. Claudio Violato tem formação em Engenharia Eletrônica na Universidade de Brasília (UnB) e pós-graduação em Estatística pela mesma instituição. Na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Violato fez pós-graduação em Engenharia Elétrica-comunicações. A carreira profissional de Violato é atrelada a telecomunicações. Na Telebrás, ele trabalhou em projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), nas áreas de radiopropagação, transmissão digital, comunicações ópticas e comunicações de dados. Foi coordenador de projetos nessas áreas e chefe dos departamentos de Componentes e Materiais (1985-89); de Insumos Tecnológicos (1989-90) e de Sistemas de Operação (1991). No CPqD, ele já atuou como


diretor-superintendente (1995-98) e, desde então, é vice-presidente de Tecnologia. NOVA CÚPULA Além da eleição para presidente, os institutos de pesquisa filiados à Abipti elegeram cinco vicepresidentes.Pela Região Sudeste, o cargo permanece com o executivo de Desenvolvimento de Negócios e Relações Institucionais do Instituto Eldorado, Paulo Roberto Santos Ivo. A Região Sul terá como responsável o executivo Luiz Fernando Vianna, diretor-superintendente do Instituto Lactec. O Centro-Oeste continuará sob a tutela de Maurício Lopes, presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A Região Norte será comandada pela presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Maria Olívia Simão. E a vice-presidência da Região Nordeste ficará sob a responsabilidade de Frederico Cavalcanti Montenegro, diretor-presidente do Instituto de Tecnologia de Pernambuco (Itep). Fonte: Agência Gestão CT&I http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/06/abipti-tem-novo-presidente/


Veículo:Ciência

Editoria: Pag: em Pauta Assunto:Vacina desenvolvida em INCT poderá ser comercializada na Europa. Cita a FAPEAM:

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Vacina desenvolvida em INCT poderá ser comercializada na Europa Uma vacina contra a leishmaniose visceral em animais desenvolvida por pesquisadores do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Vacinas (INCT-V), sediado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), poderá ser comercializada para países europeus. A Leish-Tec, foi lançada no mercado brasileiro em 2008 e a tecnologia foi transferida para o Laboratório Hertape Calier Saúde Animal, que, atualmente, estuda o registro da vacina no continente europeu. “A vacina poderia ser útil em vários países da região do Mediterrâneo, como França, Espanha, Portugal e Itália. A Calier, parceira do Hertape, tem feito testes para registro da vacina na Europa”, afirma a pesquisadora e coordenadora da pesquisa que resultou na formulação da Leish-Tec, Ana Paula Salles. “Além disso, em países da América Latina, onde a leishmaniose visceral é uma zoonose e cães são reservatórios do parasita – caso do Brasil –, a droga pode ser utilizada”, acrescenta. A vacina desenvolvida pela equipe de pesquisadores do INCT-V, da UFMG, recebeu duas premiações neste ano: o Prêmio Fundação Péter Murányi em saúde e o Bom Exemplo em Ciência, oferecido pela Fundação Dom Cabral, pela Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) e pela Globo Minas. A forma visceral da leishmaniose é uma das mais severas. A doença ataca animais, como os cachorros, e é transmitida entre eles e para o homem pela picada do mosquito palha. No organismo humano, o parasita compromete o funcionamento do fígado, do baço e da medula óssea, podendo levar à morte. Os medicamentos disponíveis no mercado são tóxicos ou muito caros. A vacina Leish-Tec é produzida por tecnologia de DNA recombinante, o que a distingue, segundo a pesquisadora, das outras disponíveis no mercado.


Ela explica que a vacina funciona por meio de indução de respostas imunes do tipo celular, necessárias para combater patógenos intracelulares com a Leishmania. “Considerando os exames parasitológicos, ou seja, a detecção do parasita nos cães após a vacinação, 96% dos animais vacinados foram protegidos, resultando em eficácia vacinal pela Leish-Tec de 71%, em geral, e de 81%, entre os animais que responderam à vacinação com produção de anticorpos anti-A2”, explica. De acordo com ela, outra característica da Leish-Tec que a distingue das demais vacinas é que ela não induz anticorpos detectados nos testes de diagnóstico sorológico da leishmaniose visceral canina, permitindo que os animais vacinados sejam distinguidos dos cães infectados. “E assim não interfere na aplicação das medidas de controle da doença, uma vez que os cães com diagnóstico sorológico positivo devem ser sacrificados”, comenta. PESQUISA A Leish-Tec resultou de conhecimento científico e tecnológico acumulado em estudos iniciados em 1997, pela equipe de pesquisadores coordenada por Ana Paula e Ricardo Tostes Gazzinelli. Para cada fase de desenvolvimento e testes foram necessários diferentes pesquisadores com competências distintas e complementares, incluindo imunologistas, parasitologistas, biologistas moleculares e epidemiologistas, entre outros. Os estudos incluíram, no primeiro momento, testes pré-clínicos de imunogenicidade e proteção em camundongos infectados experimentalmente. Os resultados permitiram aos pesquisadores avançar para os testes clínicos em um pequeno número de cães mantidos em laboratório e infectados experimentalmente para avaliação de segurança e imunogenicidade (capacidade de induzir e reagir a uma resposta imunológica detectável). “Por fim, novos resultados positivos permitiram que a Leish-Tec fosse avaliada em teste clínico com grande número de animais para demonstração de eficácia vacinal, em área endêmica com intensa transmissão de LV (leishmaniose visceral)”, afirma. O financiamento para pesquisa da vacina no INCT-V contou com aporte do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) no valor de R$ 6,6 milhões no período de 2009 a 2014. De acordo com Gazzinelli, coordenador-geral do INCT-V, os recursos foram distribuídos para uma rede de laboratórios em outras instituições de ensino de diferentes estados. “Entre 25% e 30% foram investidos na UFMG, dos quais aproximadamente R$ 1 milhão foi investido em pesquisa para o desenvolvimento da vacina”, disse. Os estudos para a formulação da Leish-Tec receberam financiamento também da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Programa de Pesquisa para o Sistema Único de Saúde (PPSUS), da Rede Mineira de Biomoléculas da Fundação de Amparo à Pesquisa do estado da Minas Gerais (Fapemig) e do Laboratório Hertape Calier. Em 2008, a Leish-Tec recebeu os registros dos ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Saúde (MS) e começou a ser comercializado no país. No momento, a vacina é vendida apenas para o setor privado. No entanto, existe um projeto de lei tramitando no Congresso para que ela seja adotada pelo governo como medida de saúde pública, como ocorreu com a vacina contra a raiva. FUTURO A partir dos resultados alcançados contra a leishmaniose visceral animal, a equipe de pesquisadores do INCT-V quer agora desenvolver uma nova droga para imunização capaz de


proteger o homem. Estudos apontam que a doença mata no mínimo dez vezes mais do que a dengue no país. Os estudos nessa linha foram iniciados há cerca de um ano. Ana Paula Salles estima que até o segundo semestre de 2015 os testes já terão sido concluídos. A pesquisa despertou o interesse da multinacional britânica do setor farmacêutico GlaxoSmithKline, que também está financiando os pesquisadores no desenvolvimento da vacina para humanos. Fonte: MCTI http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/06/vacina-desenvolvida-em-inct-podera-sercomercializada-na-europa/


Veículo:Jornal

Editoria: Pag: Brasil Assunto:Tecnologia desenvolvida na Unicamp oferece ambiente virtual de

aprendizagem. Cita a FAPEAM:

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Não Data: 09/06/2014

Tecnologia desenvolvida na Unicamp oferece ambiente virtual de aprendizagem

Pesquisadores do Instituto de Biologia da Unicamp (IB) – o professor Eduardo Galembeck e o aluno Rodrigo Dias Takase – desenvolveram um software educacional para dispositivos móveis e computadores. Desenvolvido na Unicamp e testado na Purdue University, nos Estados Unidos, o 3D Class é um ambiente virtual de aprendizagem que pode ser aplicado em ensino à distância em cursos formais ou informais em qualquer nível acadêmico e também em atividades complementares dentro da sala de aula. O programa de computador foi registrado em 2012 com o auxílio da Agência de Inovação Inova Unicamp e em 2013 foi licenciado para a empresa Opusphere, startup atualmente incubada no Softex, dentro da Unicamp. “Ao sermos procurados pela empresa, o processo de licenciamento do 3D Class foi complexo. A empresa que fez o licenciamento da tecnologia também submeteu uma solicitação de financiamento na linha PIPE, da FAPESP, e os contratos tiveram que contemplar o projeto da empresa com a FAPESP. Nesse sentido a Inova foi essencial para a elaboração desses contratos e auxílio em todo o processo”, explica Galembeck. Para Marcel Leal, diretor de marketing e sócio da empresa, o apoio da Inova foi importante. “Por sermos uma startup criada em 2013, ainda não possuímos estrutura para tratar de questões burocráticas e contratuais deste porte. O auxílio legal da Inova foi fundamental para estabelecermos essa parceria”. De acordo com Galembeck, o programa de computador tem como diferencial uma interface otimizada para dispositivos móveis e elementos de jogos chamados gamificação. “A tecnologia oferece aos usuários um ambiente que agrega recursos aos componentes educacionais que


contribuem para aumentar o envolvimento dos usuários com as atividades curriculares e com o ambiente propriamente dito”, explica. O 3D Class foi inicialmente desenvolvido para uso interno, mas os pesquisadores já previam que uma tecnologia com tais características poderia ser atraente ao mercado. O professor ressalta que, em 2013, o 3D Class foi utilizado em três disciplinas da Purdue, duas do Departamento de Química e uma do Departamento de Biologia. “Essa utilização envolveu dois docentes e cerca de 850 alunos de graduação e 40 alunos de pós-graduação que atuaram como monitores. Na Unicamp, a tecnologia foi utilizada com cerca de 90 alunos do IB em 2013 em uma disciplina”. O cenário em 2014 deverá ser ainda mais positivo. “Para o primeiro semestre de 2014, o 3D Class deverá será utilizado em uma disciplina na Purdue e cinco disciplinas da Unicamp, do IB, IQ e Faculdade de Educação (FE). O sistema está bastante estável e novas funcionalidades tem sido implementadas constantemente”. Marcel acredita que uma das áreas de enorme potencial para a gamificação é a educação. “Os exemplos de gamificação estão cada vez mais frequentes e com resultados significativos no mundo todo. O 3DClass é a oportunidade que vimos para implantar todos esses conceitos e tornar o processo de aprendizado no Brasil mais divertido e lúdico”. Para ele, o grande benefício para a empresa no licenciamento foi a economia de tempo e recursos no desenvolvimento de uma solução tecnológica. “O 3D Class já é um produto finalizado e testado, pronto para começarmos uma estratégia de gamificação no ensino”, explica. O sócio acredita que o potencial de mercado da tecnológica é grande, mas é preciso vencer alguns obstáculos. “O sistema de ensino no Brasil é bastante arcaico. Dessa maneira, qualquer tentativa de modernizar a educação esbarra neste sistema de ensino já defasado. No entanto, com a tecnologia já desenvolvida pela Unicamp e uma ampla pesquisa de campo envolvendo uma equipe multidisciplinar, acredito que o3D Class aumentará o crescente interesse da própria sociedade em mudar e melhorar a educação no país”. Atualmente a tecnologia está disponível para sistemas operacionais iOS, Android e MacOS, além de uma interface web exclusiva para alunos que usam o 3D Class para atividades obrigatórias e não possuem dispositivos com iOS, Android ou MacOS. Galembeck também explica que a tecnologia possui uma parte pública acessada por usuários que baixem protótipo gratuitamente nas lojas da Apple e Google, porém os conteúdos das disciplinas são restritos para os alunos nelas matriculadas. Mais informações sobre o 3D Class podem ser encontradas em www.3dclass-app.com. Sobre a Opusphere A Opusphere é uma startup fundada em 2013 e atualmente está incubada dentro da Unicamp, no núcleo Softex, prédio do Inovasoft. Atua principalmente no ambiente corporativo, gamificando a gestão de pessoas e processos nas empresas. Além do 3D Class, possui mais dois produtos: o Wannadoo, ferramenta gamificada para o auxílio na gestão de pessoas, e a Platamine, plataforma de gamificação completa para qualquer sistema. Para mais informações, acesse http://www.opusphere.com. - See more at: http://www.inova.unicamp.br/noticia/3105#sthash.FA3ghEcb.dpuf Fonte: Inova Unicamp http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=136826&nome=Tecnologia %20desenvolvida%20na%20Unicamp%20oferece%20ambiente%20virtual%20de %20aprendizagem


Veículo:Jornal

Editoria: Brasil Assunto:FAPESP e Intel apoiarão pesquisas inovadoras. Cita a FAPEAM:

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Não Data:09.06.2014

FAPESP e Intel apoiarão pesquisas inovadoras Em busca de soluções inovadoras para aumentar a segurança de dispositivos do tipo SoC (system-on-a-chip), a FAPESP e a Intel lançarão em breve a segunda chamada de propostas no âmbito do acordo de cooperação existente entre as duas instituições. David Ott, diretor de pesquisa do University Research Office (URO) da Intel, explicou em evento na FAPESP que os dispositivos SoC são como pequenos computadores em um chip e já estão presentes em áreas como comunicação móvel, jogos, vídeos, segurança e até mesmo em medicina – são usados, por exemplo, para monitorar parâmetros como batimento cardíaco e glicemia. “Também os carros já estão repletos de chips que controlam o sistema elétrico, o funcionamento do motor, o sistema de entretenimento, as travas e o ar condicionado. Os prédios modernos contam com sensores inteligentes, capazes de ligar e desligar sistemas quando necessário de forma a poupar energia”, disse Ott, durante o workshop Intel research activities with system-on-a-chip (SoC) devices and opportunities of collaboration, realizado na sede da FAPESP na quinta-feira (05/06). “O uso desses chips, no ambiente que chamamos de Internet of Things (IoT), está crescendo rapidamente. No futuro, pessoas, prédios e meios de transporte estarão repletos de sistemas que ajudarão a controlar as coisas e torná-las mais inteligentes”, afirmou. Ott destacou que os projetos a serem submetidos na chamada deverão apresentar abordagens inovadoras para aumentar a segurança dos dispositivos SoC contra os chamados ataques por canais colaterais (side-channel attack), que exploram os aspectos físicos de um sistema – como o consumo de energia do chip ou uso da rede wireless – para decifrar senhas e ganhar acesso indevido aos dispositivos. “Do lado de fora desses dispositivos há algumas características observáveis. É possível identificar o padrão das comunicações wireless ou do uso da bateria. Também é possível medir


o campo magnético ao redor do chip e observar como ele varia. Essas informações de canais colaterais podem ajudar a pessoa que está cometendo o ataque a entender como o sistema opera. Nós estamos em busca de contramedidas que tornem esse ataque mais difícil ou virtualmente impossível”, disse Ott. Durante o workshop, Ott explicou a um grupo de 32 pesquisadores quais são os principais pontos que deverão ser contemplados nos projetos. “Há diversas informações que podem ser observadas pelos canais colaterais e a proposta deve mostrar um bom entendimento da informação estudada. Além disso, ela deve propor uma contramedida inovadora, algo que nunca tenha sido estudado e que represente uma abordagem nova e interessante para o problema”, disse Ott. “Também precisa ser uma solução prática. Não deve, por exemplo, ter um grande impacto sobre o uso de energia, memória ou processamento do sistema. Por último, não pode ser uma solução muito específica e, sim, ser passível de atender uma gama ampla de dispositivos futuros da Intel”, disse Ott. As propostas poderão ser enviadas até o fim de agosto por pesquisadores vinculados a instituições de ensino superior e de pesquisa no Estado de São Paulo, públicas ou privadas. Serão contemplados projetos com até dois anos de duração. O total de recursos disponível para os projetos selecionados é de até US$ 200 mil. Durante a abertura do workshop, o professor da Universidade de São Paulo (USP) Roberto Marcondes Cesar Junior, que é membro da coordenação adjunta das áreas de Ciências Exatas e Engenharias da FAPESP, apresentou as principais iniciativas da Fundação na área de Ciência e Engenharia de Computação, entre elas o Programa FAPESP de Pesquisa em eScience e o acordo firmado com o Ministério das Comunicações e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação que prevê investimentos de R$ 98 milhões para apoiar projetos que contribuam para o desenvolvimento da internet no Brasil. Fonte: Agência FAPESP http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=136804&nome=FAPESP%20e %20Intel%20apoiar%E3o%20pesquisas%20inovadoras


Veículo:MCTI Assunto:MCTI

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lança segunda edição de programa para institutos nacionais.

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MCTI lança segunda edição de programa para institutos nacionais O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina Diniz, e o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), Glaucius Oliva, lançaram nesta sexta-feira (6) a segunda edição do Programa Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT). Maior chamada pública da história do CNPq, o novo edital dos INCTs dispõe, inicialmente, de R$ 641,8 milhões, dos quais R$ 300 milhões vêm do governo federal, por meio da própria agência financiadora do MCTI, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC) e do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). Contribuem com os outros R$ 341,7 milhões 14 fundações de amparo à pesquisa (FAPs), dos seguintes estados: Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe, além do Distrito Federal. Outras entidades, públicas ou privadas, podem compor o grupo financiador das propostas, mesmo após a contratação dos projetos em que tenham interesse de aportar valores adicionais, em uma etapa de negociação prevista pelo edital. “Estamos muito felizes com a iniciativa, que é uma forma de dar um salto no conhecimento científico brasileiro e, ao mesmo tempo, criar as condições para que esse conhecimento seja transferido para sua aplicação prática”, disse o ministro. “Os INCTs da primeira versão deram resultados concretos para soluções de grandes problemas brasileiros. A implementação desta nova fase é a comprovação de que o programa tem alcançado resultados efetivos. É uma forma de mobilizar o grupo mais qualificado academicamente, de permitir que eles se associem em redes através de instituições e outros pesquisadores.” Na chamada pública de 2008, apenas as FAPs de Minas Gerais (Fapemig), Rio de Janeiro (Faperj) e São Paulo (Fapesp) participaram do montante inicial, de R$ 405 milhões. Para Campolina, o novo formato do programa prevê “impacto ainda maior no conjunto do país,


porque é uma associação entre as agências federais e as fundações de apoio à pesquisa dos estados”. Cronograma Durante a solenidade, o CNPq colocou no ar o novo portal do programa, que apresenta composição, participantes e resultados de cada INCT, distribuídos em mosaicos por área de atuação e posição geográfica. Segundo Glaucius Oliva, a própria página vai abrir um formulário eletrônico de 7 de julho a 8 de setembro, período de submissão das propostas. A seleção deve ser divulgada a partir de março de 2015 e a contratação dos projetos está prevista para abril. “Como a chamada pública está disponível no portal, os pesquisadores já podem começar a preparar suas propostas o mais rápido possível”, sugeriu o presidente do CNPq. “O julgamento vai ser de 180 dias, para avaliação das propostas e negociação com novos parceiros, da mesma forma como foi feito no edital de 2008, quando conseguimos cofinanciadores como Petrobras, BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social], Ministério da Saúde e Capes, que se associaram ao programa e possibilitaram a elevação dos R$ 405 previstos para R$ 600 milhões.” De acordo com ele, na próxima etapa de negociação, “não apenas vamos combinar quem paga o quê das propostas bem avaliadas entre agências federais e estaduais, mas também buscar os novos parceiros”. Oliva informou que já sinalizaram interesse em participar da iniciativa o Ministério da Saúde, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República (SAC/PR). O limite de previsão orçamentária de cada projeto é de R$ 10 milhões, mas o teto pode ser ampliado ao longo das seis temporadas de financiamento. “Após quatro anos, mediante avaliação de desempenho e proposta com ampliação de metas, podem ser concedidos aditivos ao valor inicial”, explicou o presidente do CNPq. Áreas As propostas podem integrar áreas definidas por documentos de políticas públicas do governo federal, como Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (Encti), Plano Brasil Maior (PBM), Plano Nacional de Educação (PNE), Plano Nacional da Saúde (PNS), Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde (ANPPS) e Política Nacional para o Agronegócio. Os temas preferencialmente apoiados são: tecnologias ambientais e mitigação de mudanças climáticas; biotecnologia e uso sustentável da biodiversidade; agricultura; saúde e fármacos; espaço, defesa e segurança; desenvolvimento urbano; segurança pública; fontes alternativas de energias renováveis, biocombustíveis e bioenergia; nanotecnologia; pesquisa nuclear; tecnologia da informação e comunicação (TIC); e controle e gerenciamento de tráfego aéreo. Plataformas Na avaliação do ministro Campolina, os INCTs podem ser uma “peça decisiva” para o programa Plataformas do Conhecimento, em construção entre os ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Educação (MEC) e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), em articulação com outras pastas do governo federal, a depender do tema apoiado. “Todas as plataformas que o mundo constrói estão em cima de temas nacionais, como problemas da saúde, da energia, da agricultura”, afirmou o titular do MCTI. “Os desafios são muito interdisciplinares ou transdisciplinares e esse [futuro] programa busca alavancar a ciência brasileira para a solução dos problemas brasileiros. Para isso, vamos precisar bastante dos INCTs.” O ministro recordou o lançamento do edital universal em maio, com R$ 200 milhões, e anunciou, para os próximos dias, uma nova chamada pública para o Proinfra, programa que


apoia projetos de implantação, modernização e recuperação de infraestrutura, em parceria com o MEC e a Finep/MCTI.

Texto: Rodrigo PdGuerra – Ascom do MCTI (atualizado às 16h25) http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/354974/MCTI_lanca_segunda_edicao_de_pro grama_para_institutos_nacionais.html


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contribuíram para interiorizar a ciência brasileira, diz coordenador.

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INCTs contribuíram para interiorizar a ciência brasileira, diz coordenador O Programa Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT), lançado em julho de 2008, estabeleceu-se como instrumento para fazer avançar a ciência, a tecnologia e a inovação no país. A atuação em rede permitiu ampliar a abrangência dos recursos disponibilizados e possibilitou o trabalho integrado entre pesquisadores de diversas regiões do país. Uma das estratégias adotadas para estimular a atuação em rede e o avanço da competência nacional para além do eixo Rio-São Paulo, foi a exigência da necessidade de parceria com pelo menos três estados, destaca o coordenador de Apoio a Parcerias Institucionais do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), Alcebíades Francisco de Oliveira Junior. “Os pesquisadores, então, passaram a se organizar para atender o edital, o que fez com que grupos se aproximassem para formar a rede. O que é muito importante porque economiza recursos e esforços e interioriza o conhecimento”, avalia. “Hoje, por exemplo, temos vários laboratórios no Nordeste e no Norte e isso é fruto desse trabalho em rede.” O programa – cujo novo formato é desenhado por chamada lançada nesta sexta-feira (6) pelo ministro Clelio Campolina Diniz – tem como meta mobilizar e agregar, de forma articulada com atuação em redes, os melhores grupos de pesquisa em áreas de fronteira da ciência e em segmentos considerados estratégicos para o desenvolvimento sustentável do país. A ação busca também impulsionar a pesquisa científica básica e fundamental competitiva internacionalmente e promover a inovação e o espírito empreendedor, em estreita articulação com as empresas. Nos últimos cinco anos, a iniciativa – que é coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e operacionalizada pelo CNPq – contou com recursos de aproximadamente R$ 850 milhões, distribuídos em dois editais (2008 e 2010) e investidos em projetos de 126 INCTs que atuam em diferentes áreas de pesquisa.


“A consolidação das competências em determinadas áreas possibilitou reunir pesquisadores em torno de um objetivo e fazer com que eles trabalhassem juntos em redes de pesquisa e compartilhassem equipamentos e recursos”, ressalta Alcebíades Francisco de Oliveira Junior. Formação Além de promover o avanço da competência nacional nas devidas áreas de atuação, o programa se responsabiliza diretamente pela formação de jovens pesquisadores e apoia a instalação e o funcionamento de laboratórios em instituições de ensino e pesquisa e empresas, proporcionando melhor distribuição nacional da pesquisa científico-tecnológica e a qualificação do país em áreas prioritárias para o seu desenvolvimento regional e nacional. “Além de reunir competências, conseguimos levar esses doutores para instituições onde a pesquisa não era valorizada. A atuação em conjunto permitiu o acesso a equipamentos e o aumento da produtividade”, acrescenta Oliveira Junior. Ele avalia que o programa atendeu a sua expectativa inicial, diante do desafio de, por meio dessas redes virtuais, consolidar a qualidade e institucionalizar as competências em muitas áreas, já que muitos desses institutos estão se transformando em centros tecnológicos. Do total de 126 INCTs existentes no país, 78 então concentrados na região Sudeste, 17 no Nordeste, 15 no Sul do país, 11 no Norte e cinco no Centro-Oeste. Um maior número de institutos (37) atua no campo da saúde, seguido de ecologia e meio ambiente (22), engenharia e tecnologia da informação (13), ciências agrárias e agronegócio (12), ciências humanas e aplicadas (11), exatas (11), nanotecnologia (10) e energia (10). Investimento No primeiro edital, em 2008, o programa contemplou 122 INCTs. O edital de 2010 deu prosseguimento às iniciativas consideradas mais promissoras, além de incluir mais quatro institutos, no campo de ciências do mar e de caracterização ambiental. O prazo de conclusão dos projetos em andamento se encerra em 2015. O programa conta com recursos orçamentários aportados ao CNPq, do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) por meio da Finep/MCTI, além da parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC), da Petrobras, de fundações de amparo à pesquisa dos estados, do Ministério da Saúde (MS) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), além de recursos adicionais dos ministérios da Educação (MEC), da Cultura (MinC) e da Integração (MI) para custeio, capital e bolsas de diferentes modalidades. Saiba mais sobre os INCTs.

Texto: Denise Coelho – Ascom do MCTI http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/354977/INCTs_contribuiram_para_interiorizar _a_ciencia_brasileira_diz_coordenador.html


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Inovação no Portal CIÊNCIAemPAUTA oferece acessibilidade em Libras e voz Mais uma solução de acessibilidade é oferecida pelo Portal CIÊNCIAemPAUTA, o Rybená WEB. Agora, além do aumento e redução de fontes e contraste, o novo software possibilita por meio de Libras e voz, aos deficientes auditivos, visuais parciais, idosos, iletrados, disléxicos e outros com necessidades especiais, o acesso aos textos publicados no site. Desenvolvido pelo Grupo ICTS, o Rybená, que usa tecnologia de ponta, totalmente nacional, é capaz de traduzir textos do português para a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e de converter português escrito para o idioma falado no Brasil. O CIÊNCIAemPAUTA é o primeiro portal da Região Norte a oferecer acessibilidade em Libras e voz, por meio do Rybená. A iniciativa pioneira da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI-AM) vem contribuir para a difusão e popularização do conhecimento científico, tecnológico e de inovação no Amazonas. Odenildo Sena, desta a importância da ferramenta para facilitar o acesso a informações. Foto: SECTI-AM Odenildo Sena destaca a importância da ferramenta para facilitar o acesso a informações. Idealizado para atuar como um como veículo especializado em divulgar pesquisas, estudos, e demais ações em CT&I no Amazonas, o portal CIÊNCIAemPAUTA, vem alcançando um crescimento significativo de visitantes que acessam o conteúdo. Segundo dados, do Google Analytics, no mês de maio foram 17.350 visitas, sendo visualizadas 27.095 páginas. Para o secretário de Estado de CT&I do Amazonas e presidente do Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de CT&I (Consecti), Odenildo Sena, a nova ferramenta elimina barreiras de comunicação e facilita ao internauta que necessita desse tipo de tecnologia o acesso às informações publicadas no CIÊNCIAemPAUTA. “O nosso propósito é ampliar ao máximo a popularização da ciência. Oferecendo meios para


que o maior número de pessoas tenham acesso às informações sobre ciência, tecnologia e inovação ”, disse Sena. Vânia Suely de Melo e Silva, secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Seped), ressalta que de acordo com a Política Estadual de Atenção à Pessoa com Deficiência, a acessibilidade é um dos eixos mais importantes e destaca o Programa Viver Melhor – Pró Assistir, em parceria com a SECTI-AM e a Fundação de Amparo à Pesquisa do estado do Amazonas (Fapeam). “Esse convênio foi assinado em 17 de abril de 2012 e já começou a dar resultados, agora com o lançamento de novas ferramentas de acessibilidade em portais e sites fomenta a produção de tecnologias assistivas”. Ela lembra que no País existem três secretarias de estado de direitos da pessoa com deficiência, e que também têm sites. “A Seped-AM é a única que dispõe de vários recursos de acessibilidade, entre eles: contraste de letras, aumento das fontes e um sintetizador de voz que lê as notícias em destaques do portal”, salienta. RYBENÁ Comprometido em desenvolver soluções tecnológicas inovadoras em acessibilidade; automação; pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I); e serviços especializados em Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), o Grupo ICTS é formado pelo Instituto CTS e CTS Ltda.. A Solução Rybená WEB é composta por dois softwares: o Player Rybená que é capaz de converter qualquer página da internet em HTML ou texto escrito em português, para Libras e o Rybená Voz que permite que pessoas com baixa visão ou analfabetos funcionais acessem o conteúdo de sítios internet pela transformação de textos HTML em voz humana sintetizada. CENSO IBGE Segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Censo Demográfico 2010 sobre Características Gerais da População, Religião e Pessoas com Deficiência, quase 46 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência: mental, motora, visual ou auditiva, número que corresponde a 24% da população País. A deficiência visual atinge a 35 milhões de pessoas e cerca de 9,7 milhões declaram ter deficiência auditiva. CIÊNCIAemPAUTA, por Marlúcia Seixas http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/06/mais-uma-inovacao-no-portalcienciaempauta-oferece-acessibilidade-em-libras-e-voz/


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Seminário Estadual debate Arranjos Produtivos Locais O Governo do Estado, via Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico (Seplan), realiza nesta segunda-feira (09) o 2º Seminário Estadual de Arranjos Produtivos Locais (APLs). O evento acontece no auditório do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-AM). Ainda pela manhã, o gerente da Agência de Desenvolvimento Sustentável (ADS), Aldeney Nascimento, faz um resumo das atividades desenvolvidas pelo Núcleo de Arranjos Produtivos Locais (Nealp) do Amazonas de 2011 a 2014. A programação segue com palestras do secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Odenildo Sena; do diretor do Sebrae-AM, Nelson Rocha; e do diretor da faculdade da Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi), Niomar Pimenta. A diretorapresidenta da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Maria Olívia Simão, será uma das palestrantes do seminário. Ela falará sobre o apoio da FAP às pesquisas científicas nas APLs. O objetivo do seminário é nivelar informações, debater experiências e metodologias para o Nealp do Amazonas. O coordenador geral dos APLs do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Ricardo de Paula Romeiro, falará durante o evento sobre os dez anos de trabalho com APLs no País. Segundo o coordenador do seminário, Marconde Noronha, as discussões serão para retomar uma estratégia de planejamento para aproximação entre a academia, o Governo e os produtores para impulsionar o desenvolvimento sustentável do Estado. Ele informou que o evento marcará o retorno da coordenação do Nealp para a Seplan e representa a terceira fase dos ALPs no Amazonas.“Discutiremos experiências em metodologias estratégicas para nivelar informações. Iremos recuperar uma agenda positiva que nos ajudará na troca de experiências dessas boas práticas que auxiliam, entre outros, a bioindústria, o polo naval e as redes de conhecimento”, disse Noronha. Fonte: Agência Fapeam, por Camila Carvalho http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/06/seminario-estadual-debate-arranjosprodutivos-locais/


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Editoria: Pag: em Pauta Assunto:Jornalistas debatem a divulgação sobre Meio Ambiente na mídia. Cita a FAPEAM: ✘

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Jornalistas debatem a divulgação sobre Meio Ambiente na mídia Há pouco mais de 20 anos, a imprensa brasileira se deu conta de que era necessário falar de temas voltados à questão ambiental. Com a organização da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Rio 92) os grandes veículos de comunicação voltaram suas atenções a assuntos antes dispersos em notas ou notícias curtas. Biodiversidade, Ecossistemas, Amazônia e o tão recente conceito de Desenvolvimento Sustentável viraram febre entre os jovens editores e repórteres tanto das mídias tradicionais, quanto das alternativas. Hoje o Jornalismo Ambiental vem ganhando espaço na sociedade, principalmente após o aparecimento das novas tecnologias de comunicação. Mídias democráticas como blogs e sites vêm dando força e ampliando o debate sobre a preservação e conservação dos ecossistemas, assim como gerando novas ideias para que homem e natureza possam viver de maneira harmônica. O Amazonas tem 100% de seu território inserido no maior bioma do planeta, a Amazônia, e desses, 97% estão preservados. Portanto, pode-se dizer que não há lugar melhor para se debater e ampliar o discurso ambiental, e é o jornalismo ambiental que pode auxiliar a disponibilizar informações, algumas vezes tão especificas, fazendo com que toda a sociedade amazônida seja inserida na produção de políticas públicas para a região. Segundo Wilson Reis, presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Amazonas (Sjpam), ainda não se tem no Estado a pauta do meio ambiente como preocupação jornalística nas redações. “Ainda dependemos de datas comemorativas e espaços alternativos para debater as temáticas ambientais, os editores e pauteiros precisam entender que na nossa região falar de meio ambiente é necessário e deve ser rotineiro”. Reis afirma que os cursos de jornalismo ainda não preparam o estudante para cobrir assuntos específicos, principalmente nas áreas de ciências, o que acaba formando profissionais que só sabem cobrir temas de maneira generalizada. “Temos poucos profissionais com uma visão fragmentada, que saibam trabalhar bem com temáticas que não são tão próximas do dia a dia,


e isso prejudica a inserção das pautas científicas e ambientais na produção diária dos veículos”. DEMOCRATIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO Vários jornalistas têm utilizado sites e blogs para divulgar matérias específicas de determinadas editorias. Um dos exemplos vem da jornalista amazonense Elaíze Farias, ganhadora de uma das categorias da última edição do Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico. Por meio da criação do site Amazônia Real (www.amazoniareal.com.br) ela escreve principalmente sobre as relações sociais e ambientais da população amazônica. Para Farias quando se fala em questão socioambiental na Amazônia há uma diversidade de assuntos a serem pautados, mas infelizmente a maior parte das matérias não se aprofunda no contexto do acontecimento. “Aquecimento global, redução de florestas, risco de desaparecimento de espécies da fauna, invasão de terras indígenas, grilagens são motivos suficientes para que o jornalismo se envolva mais com o meio ambiente”, disse. As reportagens de Elaíze Farias tratam em sua maioria de pautas que não são aproveitadas pelos veículos tradicionais. “Temos caso até de pessoas que me ligam quando veem ou sofrem alguma ação predatória, portanto minhas fontes são aquelas pessoas que sofrem pela pressão do capital sobre a floresta”, informou a repórter. Henning é autor de um documentário sobre o Rio Amazonas para TV Brasil. Foto: Eduardo Gomes/CiênciaEmPauta Com experiência de mais de dez anos como correspondente internacional em Nova York, e produtor da TV Brasil, o repórter, produtor e documentarista Herbert Henning conhece bem a Amazônia. “Tive diversas oportunidades de vir à Amazônia, principalmente por Manaus, e posso dizer que vocês possuem um lugar paradisíaco. Sempre que vinha fazer algum material aqui, independente do tema, a atração era a biodiversidade que você encontra em todo lugar, seja na metrópole e principalmente no interior”. Henning é autor de um documentário sobre o Rio Amazonas para TV Brasil, que mostra a realidade da população que vive nas margens desse marco amazônico. “Pedimos às pessoas que se manifestassem por meio de cartas, observamos que essas cartas tinham duas coisas em comum, mostravam que a população tinha muito orgulho de morar naquela região e queria aparecer para o resto do País. Ou seja elas pediam cidadania, inclusão”. O documentarista ressalta que o meio ambiente está se impondo como um dos temas mais urgentes da nossa era, não só no Brasil, mas no mundo inteiro. “E esse tema ninguém vive tão intensamente quanto o amazônida. Portanto, não existe sociedade melhor para narrar os dilemas, os problemas e as soluções que a floresta pode trazer. O mundo precisa desse olhar, e quem pode conduzir esse processo de tradução e divulgação são os jornalistas e as mídias, sejam tradicionais ou alternativas”, finalizou Henning. CIÊNCIAemPAUTA, por Fabrício Ângelo http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/06/jornalistas-debatem-meio-ambiente-comopauta/


Veículo:Jornal

A Critica Editoria: Bem Viver Pag: BV2 Assunto:(Coluna Social- Julio Ventilari)Turismo cientifico é opção durante a Copa em Manaus. Cita a FAPEAM:

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A Critica

Assunto:Investimento Cita a FAPEAM:

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nos cientistas.

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A Critica Editoria: Brasil Embrapa e Inpe lideram pesquisa no País.

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A9

Assunto:Fiocruz, Cita a FAPEAM:

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Editoria: Gestão CT&I Assunto:Claudio Violato é o novo presidente da ABIPTI Cita a FAPEAM: ✘

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Claudio Violato é o novo presidente da ABIPTI O vice-presidente de Tecnologia do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), Claudio Violato, foi eleito nesta sexta-feira (6) para a presidência da Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (ABIPTI). A eleição ocorreu durante a 33ª Assembleia Geral Ordinária da entidade. O dirigente, que terá dois anos de mandato, substitui Isa Assef dos Santos, que permaneceu seis anos à frente da instituição. Novo presidente comandará ABIPTI nos próximos dois anos - Foto: CPqDNovo presidente comandará ABIPTI nos próximos dois anos - Foto: CPqD“A ABIPTI tem um papel importante na representação dos institutos do setor e também no processo de modificação das legislações em torno da tecnologia e da inovação. Tenho uma responsabilidade muito grande, tanto pela votação recebida, quanto pelo trabalho realizado pela equipe da Isa até agora, o que dá uma responsabilidade adicional de pelo menos manter o mesmo nível de atividades e de representação”, afirmou Violato. O novo presidente informou que pretende construir, junto com os vice-presidentes regionais, um planejamento estratégico para conduzir a gestão da entidade. “O plano servirá para a condução das atividades da ABIPTI, com o objetivo de torná-la ainda mais representativa e significativa para os institutos”, disse. Claudio Violato tem formação em Engenharia Eletrônica na Universidade de Brasília (UnB) e pós-graduação em Estatística pela mesma instituição. Na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Violato fez pós-graduação em Engenharia Elétrica-comunicações. A carreira profissional de Violato é atrelada a telecomunicações. Na Telebrás, ele trabalhou em projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), nas áreas de radiopropagação, transmissão digital, comunicações ópticas e comunicações de dados. Foi coordenador de projetos nessas áreas e chefe dos departamentos de Componentes e Materiais (1985-89); de Insumos Tecnológicos (1989-90) e de Sistemas de Operação (1991). No CPqD, ele já atuou como diretor-superintendente (1995-98) e, desde então, é vice-presidente de Tecnologia.


Nova cúpula Além da eleição para presidente, os institutos de pesquisa filiados à ABIPTI elegeram cinco vice-presidentes.Pela Região Sudeste, o cargo permanece com o executivo de Desenvolvimento de Negócios e Relações Institucionais do Instituto Eldorado, Paulo Roberto Santos Ivo. A Região Sul terá como responsável o executivo Luiz Fernando Vianna, diretorsuperintendente do Instituto Lactec. O Centro-Oeste continuará sob a tutela de Maurício Lopes, presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A Região Norte será comandada pela presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Maria Olivia Simão. E a vice-presidência da Região Nordeste ficará sob a responsabilidade de Frederico Cavalcanti Montenegro, diretor-presidente do Instituto de Tecnologia de Pernambuco (Itep). (Leandro Duarte, da Agência Gestão CT&I) http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=5743:claudioviolato-e-o-novo-presidente-da-abipti&catid=3:newsflash


Veículo:Agência

Editoria: Pag: Gestão CT&I Assunto:Ministro anuncia robusto programa de C&T para incentivar desenvolvimento

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Ministro anuncia robusto programa de C&T para incentivar desenvolvimento no Brasil O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina Diniz, anunciou nesta sextafeira (6), a continuidade de um robusto programa federal de ciência e tecnologia (C&T) para incentivar o desenvolvimento brasileiro, em cerimônia na sede do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em Brasília (DF), que divulgou a nova edição do programa Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs). Com isso, é esperada uma integração maior entre os projetos do governo com o setor empresarial, que é o responsável direto pela inovação no País. “Esse programa está em construção. A ideia é combinar educação, ciência e tecnologia com o sistema empresarial, para pensar de forma robusta um projeto de desenvolvimento para o País. Nós estamos acompanhando todas as experiências internacionais e entendemos que essa mobilização é necessária, não só na área governamental, mas também no empresariado brasileiro, porque quem materializa a inovação é o sistema produtivo”, declarou Campolina. Segundo o ministro, o trabalho está sendo feito em parceria com os ministérios da Educação (MEC) e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) para atender as diversas áreas que o programa pretende atingir. “A ideia é um programa de longo prazo, a depender de cada área. Estamos acompanhando as experiências mundiais, como se constrói plataformas para serem consistentes, como se realiza o casamento da política com C&T, e a aplicação prática”, explicou.


Contudo, Campolina não detalhou a partir de que momento a iniciativa deverá começar, ou mesmo a quantia dos recursos necessários para sua aplicação. “Ciência e tecnologia são questões estruturais, não são conjuntura. Estamos construindo algo, inclusive que não tem previsão orçamentária. Se conseguirmos montar as plataformas e implementa-las a partir do ano que vem, estamos satisfeitos. Mas a ideia é um projeto de futuro”, arrematou. (Leandro Cipriano, da Agência Gestão CT&I)

http://www.agenciacti.com.br/index.php? option=com_content&view=article&id=5740:ministro-anuncia-robusto-programa-de-cat-paraincentivar-desenvolvimento-no-brasil&catid=1:latest-news


Veículo:Jornal

do Commercio Editoria: Estilo de Vida Assunto:Célula tronco ma cura contra o Parkinson. Cita a FAPEAM:

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