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do Commercio Assunto:Estudantes construirão mini-baja. Cita a FAPEAM: ✘

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busca estratégias para fortalecer os cursos de Engenharias no

Amazonas. Cita a FAPEAM: ✘

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Fapeam busca estratégias para fortalecer os cursos de Engenharias no Amazonas Estratégias para evitar a evasão de alunos de graduação doscursos de Engenharias do Amazonas e melhorar a qualidade do ensino da respectiva área foi a tônica da reunião que ocorreu, na terça-feira (03), no auditório Tauató, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Durante a reunião, a diretora técnico-científica da Fapeam, Andrea Waichman, apresentou novas ações a serem realizadas no âmbito do Programa Estratégico de Indução à Formação de Recursos Humanos em Engenharias (Pró-Engenharias), em parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O Programa é desenvolvido pela Fapeam sob articulação da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI-AM) e em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc), desde 2011. “As ações direcionadas ao ensino de graduação visam dar continuidade ao ciclo de formação às áreas das Engenharias, as quais contam com iniciativas pioneiras direcionadas ao Ensino Médio”. Segundo Waichman, o objetivo da reunião foi apresentar o Programa Pró-Engenharias aos coordenadores e ouvir as proposições sobre a atual situação da área no Amazonas. Com as informações, a Fapeam poderá melhorar e ampliar o Programa. Também foi prevista a realização de um workshop para estruturar planos de médio e longo prazos que possam contribuir para o avanço das Engenharias, com o engajamento e compromisso dos coordenadores e dos gestores das Instituições de Ensino Superior (IES) públicas e privadas do Estado. “Queremos formatar um programa que traga uma nova realidade de formação aos alunos, permitindo vivenciar experiências inovadoras e capacitando-os para serem empreendedores. Com o Pró-Engenharias esperamos que, ao longo dos anos, os cursos de Engenharias do


Estado se tornem referência no País, e que possamos ter resultados na formação de recursos humanos, na área de pesquisa e da inovação, no mesmo nível que conseguimos atingir na área de saúde e de climatologia”, disse Waichman e afirmou que “essas áreas estão se tornando excelência e referências nacional e internacional, a partir do planejamento de ações por parte dos gestores e da comunidade científica e de investimentos contínuos da Fapeam. Queremos o mesmo para as Engenharias”. Para o coordenador do curso de Engenharia Civil da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Elias Simão Assayag, a reunião foi positiva, uma vez que teve como objetivo preparar o setor acadêmico para os editais que serão publicados. Ele salientou que foi o primeiro passo, a meta é alinhar a realidade local com as discussões nacionais para melhorar a formação do engenheiro no Estado e no País. Durante o encontro, Assayag propôs a criação de residência em Engenharia, curso de mestrado profissional em ensino de engenharia na modalidade a distância, a utilização de novas tecnologias de educação a distância para o ensino de engenharia, programas de bolsas de formação que se desenvolvam para os alunos, ao longo de todo o curso de graduação. “As colocações feitas são parte das discussões nacionais que acontecem no fórum de coordenadores dos cursos de engenharia no País. Esses pontos colocados foram da última reunião em Salvador”, afirmou. Segundo o professor do curso de Engenharia Elétrica do Centro Universitário do Norte (Uninorte), Ricardo Barbosa, o encontro foi uma oportunidade para ouvir as propostas e tentar fechar parcerias que resultem em recursos para a realização de pesquisas com os alunos. “Temos cerca de 800 alunos. É preciso também ter mecanismos que propiciem alocar investimentos em faculdades particulares. Às vezes, as fontes estão travadas e direcionadas apenas às instituições públicas. Precisa-se ter equilíbrio. Entendo que também é preciso subsídios para que o professor se sinta motivado a participar de projetos”, declarou. Fonte: Agência Fapeam, por Luís Mansuêto

http://www.fucapi.br/blog/2014/06/fapeam-busca-estrategias-para-fortalecer-os-cursos-deengenharias-no-amazonas/


Veículo:Ciência

Editoria: em Pauta Assunto:Fapeam lança Edital Propesca/Bacia do Rio Negro Cita a FAPEAM: ✘

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Não Data: 06/06/2014

Fapeam lança Edital Propesca/Bacia do Rio Negro Para apoiar a execução de projetos de pesquisa que contribuam com a gestão e a criação de políticas públicas para pesca na Bacia do Rio Negro, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) lançou, na noite de quinta-feira (05), no Centro de Convenções do Studio 5, o edital do Programa de Apoio à Pesquisa sobre a Pesca no Rio Negro (Propesca/Rio Negro). O lançamento faz parte da programação da Semana do Meio Ambiente 2014, realizada pelo Governo do Estado desde a última segunda-feira (02), e antecederá a publicação da revista ‘Amazonas Sustentável’, desenvolvida pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS/AM). Edital do Propesca/Rio Negro conta aporte financeiro do Governo do Estado no valor de R$ 1,6 milhão, por meio da Fapeam, SDS/AM e Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI-AM), e é resultante da parceria entre a FAP e as duas Secretarias. Entre os objetivos do mesmo está o apoio à execução de projetos que contribuam com o desenvolvimento e a melhoria da infraestrutura de pesquisas técnico-científicas e para a implementação do Decreto 31.151/11, o qual trata da pesca na Bacia do Rio Negro (AM). IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA Segundo Maria Olívia, a parceria entre a FAP, a SDS/AM e a SECTI-AM demonstra o quanto a ciência, tecnologia e inovação (CT&I) são eixos transversais para o desenvolvimento do Amazonas, além de fomentar o uso sustentável dos recursos naturais. “Com os estudos, criaremos parâmetros de exploração e uso dos recursos naturais, garantindo o preceito da sustentabilidade que é uma prioridade do Governo do Estado”. SOBRE O PROPESCA/RIO NEGRO


O Programa tem como objetivo apoiar a execução de projetos que contribuam com o desenvolvimento e a melhoria da infraestrutura de pesquisas técnico-científicas, propiciando a implementação do Decreto 31.151/11, o qual trata da pesca na Bacia do Rio Negro. As pesquisas realizadas por meio do Edital ajudarão no suporte às políticas públicas para o setor pesqueiro em instituições vinculadas ao Governo do Estado do Amazonas. Fonte: Agência Fapeam, por Camila Carvalho


Veículo:Ciência

Editoria: Pag: em Pauta Assunto:Botânico inglês Ghillean Prance e mateiro são homenageados em Manaus Cita a FAPEAM: ✘

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Botânico inglês Ghillean Prance e mateiro são homenageados em Manaus A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do seu Conselho Diretor, homenageou o botânico e ecologista britânico, Ghillean Prance, pelos relevantes serviços prestados à ciência brasileira. A placa e o diploma foram entregues no auditório do Bosque da Ciência, do Inpa, e fez parte da programação do Workshop Brasil-Reino Unido de Biodiversidade e Bioeconomia, que prossegue até esta sexta-feira (06). Após a palestra ministrada por Prance, ‘Cinquenta Anos de Colaboração com o Brasil’, na qual descreveu sua trajetória ao longo dos últimos 50 anos, a diretora-presidenta da Fapeam, Maria Olívia Simão, entregou a Menção Honrosa pelos esforços investidos no desenvolvimento científico da região amazônica. Durante a solenidade, também foi homenageado o mateiro (parataxonomista), José Ramos, que trabalha há quase 40 anos na atividade e auxiliou o botânico em suas coletas. Ramos contribuiu para a montagem do acervo geral do Inpa, com 12% de plantas coletadas. Ele representou a equipe de técnicos que têm ajudado pesquisadores com novas descobertas para a ciência. “Estou muito emocionado. Essa homenagem representa muito na minha vida”, destacou, com voz embargada. Em seu discurso, Maria Olívia falou sobre a importância do diálogo dos saberes a partir da colaboração mútua entre pesquisadores e mateiros. “É de extrema relevância a colaboração de Prance ao deixar o seu país de origem para ajudar em coletas botânicas na Amazônia, juntamente com Ramos, e contribuir com o Herbário do Inpa”. O embaixador do Reino Unido, Sir. Alexandre Ellis, reiterou a fala de Maria Olívia ao afirmar que “conhecimento não é só para um País, é de todos. Na área do conhecimento, ninguém trabalha sozinho e sim em cooperação”.


Ramos trabalha há quase 40 anos na atividade de mateiro e auxiliou o botânico Prance em suas coletas; à direita, a diretora técnico-científica da Fapeam, Andrea Waichman. Foto: Érico Xavier/Fapeam Ramos trabalha há quase 40 anos na atividade de mateiro e auxiliou o botânico Prance em suas coletas; à direita, a diretora técnico-científica da Fapeam, Andrea Waichman. Foto: Érico Xavier/Fapeam Além de Maria Olívia Simão e do Sir. Alexandre Ellis, a mesa da solenidade foi composta pelo vice-diretor do Inpa, Estevão Vicente Cavalcante Monteiro de Paula. O evento teve início na última segunda-feira (02), prossegue até esta sexta-feira (06) e tem como temática ‘Biodiversidade e Bioeconomia’. O encontro, coordenado pelo Inpa e pela Kew Gardens, conta com palestras e debates entre pesquisadores de instituições de ensino e pesquisa brasileiras e inglesas. Na oportunidade, pesquisadores de ambos os países apresentam suas instituições e as definições de abordagens pretendidas nos estudos de bioeconomia e biodiversidade. Na quarta (04) e quinta-feira (05) foram realizadas reuniões em grupos de interesse para propor projetos em parcerias multi-institucionais. No último dia (06), será elaborado um relatório com as discussões e as proposições feitas ao longo do workshop. Fonte: Agência Fapeam, por Adriana Pimentel

http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2014/06/botanico-ingles-ghillean-prance-e-mateirosao-homenageados-em-manaus/


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Editoria: Pag: da Ciência Inpa é a sétima instituição em pesquisas no Brasil, diz pesquisa da Holanda

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Inpa é a sétima instituição em pesquisas no Brasil, diz pesquisa da Holanda O ranking foi elaborado pela Universidade de Leiden, na Holanda, e levou em conta o impacto das pesquisas acadêmicas produzidas pelas instituições. No topo está a Fiocruz

O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/ MCTI) ocupa a sétima colocação no ranking que determinou as melhores instituições brasileiras em produção científica. O levantamento feito pela Universidade de Leiden, na Holanda, levou em consideração a produção científica de cada instituição e o impacto que esses trabalhos causaram - o quanto esse trabalho é citado por outros cientistas.

De acordo com matéria publicada no site do jornal Folha de São Paulo, a metodologia da Universidade, que é conhecida desde 2011 para classificar universidades internacionalmente, foi feita a partir do levantamento de produção científica de cada instituição e quanto mais trabalhos de grande impacto, mais pontos eram acumulados. A instituição holandesa também levou em consideração a quantidade de trabalhos com colaboração internacional.

No topo do ranking aparece a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), seguido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A pesquisa também levantou relevância de pesquisas de hospitais e universidades.

A proposta do ranking surgiu da organização do EBBC (Encontro Brasileiro de Bibliometria e Cienciometria, área que estuda dados de produção científica) e os resultados foram apresentados durante o congresso que ocorreu entre os dias 12 e 14 de maio na Universidade de Pernambuco (UFPE).


Para a Coordenadora de Pesquisa e Acompanhamento das Atividades Finalísticas do Inpa (CPAF), a Hillândia Brandão, esse reconhecimento é reflexo do novo momento que o Inpa, uma instituição que completa 60 anos em 2014, vive. Para ela, a captação de recursos melhorou a infraestrutura de laboratórios e de equipamentos. De 2006 a 2013, foram investidos no Inpa aproximadamente R$ 173 milhões, cerca de 40% oriundos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), 45% do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o restante de outras fontes financiadoras e fomentadoras. No mesmo período, o Instituto publicou 4.058 artigos, mais de 800 foram publicações indexadas, ou seja, de alto impacto. "Hoje nós temos instrumentos de ponta competindo com as melhores universidades e institutos tanto daqui como com os de fora. Nós temos capacidade tanto de pessoal e agora de equipamentos, que antes nós não tínhamos. Isso se deve muito a esse momento, visto que o Inpa passou por uma nova estruturação".

Conforme Brandão, com essa nova formação que saiu de 12 coordenações para quatro focos de pesquisa, o Inpa conseguiu trabalhar melhor as questões e ouvir cada vez mais a demanda da sociedade, de socialização do conhecimento à aproximação das empresas.

"O Inpa passou a ter um olhar externo e a se aproximar mais da sociedade. Ele conseguiu popularizar a ciência e o conhecimento. Considerando que nós temos uma carência de doutores na região Amazônica, temos aqui sete pesquisadores em altíssimo nível. Isso mostra a importância desse Instituto e o reconhecimento nacional e internacional das pesquisas que são realizadas aqui", destacou.

Dos 13 pesquisadores de bolsa produtividade de nível 1A do CNPq na região Norte, sete do Amazonas e todos são do Inpa - Adalberto Val (diretor do Inpa), Philip Fearnside, William Magnusson, Richard Vogt, Niro Higuchi, Albertina Lima e Neusa Hamada. Os outros seis pesquisadores que fazem parte desse seleto grupo são do Pará, sendo um do Instituto Evandro Chagas e cinco da universidade Federal do Pará (UFPA). O Inpa O Instituto de Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) foi criado em 1952 e implementado em 1954. Em 60 anos de funcionamento, o Instituto vem realizando estudos científicos do meio físico e das condições de vida da região amazônica para promover o bem-estar humano e o desenvolvimento socioeconômico regional. O Inpa é reconhecido internacionalmente pela pesquisas sobre a fauna e a flora da maior floresta tropical do mundo.

Com sede em Manaus, o Inpa possui núcleos de pesquisa dos Estados do Acre, Roraima, Rondônia e Pará, contando com coordenações gerais de Capacitação, Administração, Ações Estratégicas, Extensão, e quatro Coordenações de Pesquisas atuando nos seguintes focos: Dinâmica Ambiental; Sociedade, Ambiente e Saúde; Tecnologia e Inovação e Biodiversidade.


Ao longo dos anos, o Inpa tem avançado na produção científica e na capacitação de pessoal. Em 40 anos a pós-graduação formou mais de 1900 mestres e doutores, sendo que 70% permanecem na Amazônia. Entre os anos de 2006 e 2013, foram investidos R$ 3.171.472,99 para capacitação de pessoal.

O Inpa também tem avançado em projetos de cooperação com instituições nacionais e internacionais. São 1.487 programas, projeto e ações com instituições nacionais e 204 projetos de cooperação com institutos internacionais. Outro avanço ocorreu na área de produtos e processos protegidos. Com um crescimento de 600% em oito anos. O Inpa fechou 2013 com 64 pedidos de patentes.

Além das pesquisas, o Inpa também se preocupa com a socialização da ciência, através das áreas de visitação, das transferências de tecnologias sociais para as comunidades e da aproximação com o setor produtivo, via incubadora de empresas.

Esse desejo de aproximar a ciência da sociedade virou realidade com a criação do Bosque da Ciência em abril de 1995, durante as comemorações de 40 anos do Instituto. Com uma área de 13 hectares, o bosque é aberto à visitação do público e tem o objetivo de fazer a difusão científica e educação ambiental através do contato com a fauna e flora da região, de exposições e projetos como o Circuito da Ciência, que todo mês recebe 300 estudantes para oficinas e atividades temáticas. De 2006 a 2013, mais de 800.000 pessoas passaram pelo Bosque.

(Camila Leonel / Ascom Inpa)

http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=93681


Veículo:Anasat Assunto:

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UEA promove oficina da Estratégia e-Saúde e Telessaúde para o Amazonas

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UEA promove oficina da Estratégia e-Saúde e Telessaúde para o Amazonas A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) promove, na sexta-feira (6) e sábado (7) a Oficina da Estratégia e-Saúde e Telessaúde para o Amazonas e a Oficina de Telessaúde Amazonas. Os eventos acontecerão na Escola Superior de Ciências da Saúde da Universidade do Estado do Amazonas (ESA/UEA – avenida Carvalho Leal nº 1.777, Cachoeirinha, zona sul). No dia 6, a programação ocorrerá das 8h30 às 19h30 e no dia 7, das 8h30 às 17h45. Entre os objetivos do Encontro e-Saúde estão o de iniciar o processo de capacitação para a construção da Estratégia e-Saúde para o Amazonas, com destaque para o uso da telessaúde na APS e o alinhamento à estratégia nacional, iniciar a elaboração do processo estruturante Implantação e-SUS para o Amazonas e a Oficina Núcleo de Telessaúde do Amazonas. Iniciar a elaboração da proposta de recomendações do SUS no Amazonas no Programa e-Saúde da Família. A Oficina Telessaúde Amazonas tem o objetivo de realizar o diagnóstico da situação dos Pontos de Telessaúde, com a apresentação dos usos, limitações, potencialidades, desafios, demandas; apresentar e validar as primeiras linhas de ação, programas e metas do Telessaúde Amazonas em 2014/2015 e propor as ferramentas do Telessaúde no apoio à gestão da Saúde. O público-alvo é composto especificamente pelos participantes da oficina. A abertura do evento contará com a presença do reitor da UEA, Cleinaldo de Almeida Costa. Participantes – Nas duas ações, haverá a participação de representantes da Secretaria de Estado de Saúde (Susam), Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação(Secti), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).


Estarão presentes também o Comando Militar da Amazônia (CMA), Conselho Regional de Medicina (CRM), Conselho Regional de Odontologia (CRO), Conselho Regional de Enfermagem (Coren), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) e UEA (Propesp), Prograd, ESA, EST e AGIN). Participarão do evento representantes das secretarias municipais de Saúde e coordenadores municipais de atenção básica, além dos coordenadores municipais de Telessaúde.

http://www.anasat.com.br/?p=1165


Veículo:Ufam Assunto:IV

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edição da Agroufam tem 120 produtores familiares e espaço voltado ao

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IV edição da Agroufam tem 120 produtores familiares e espaço voltado ao meio ambiente A Faculdade de Ciências Agrárias, no setor Sul da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), sediou nesta sexta, 6, a quarta edição da Feira da Agricultura Familiar (Agroufam). Com estandes de produtores rurais, espaços para artesanato, plantas ornamentais e praça de alimentação, o evento está atraindo não apenas acadêmicos, professores e servidores da Instituição, mas também moradores de bairros no entorno, que ajudam a movimentar as vendas e a aumentar a visibilidade de produtores, artesãos e comerciantes. A dona de casa Graciete Mouzinho esteve ontem na Universidade e voltou hoje, para prestigiar o evento. "Eu moro no bairro Petrópolis, soube que teria a feira e vim comprar verduras para abastecer a casa para o fim de semana. Para mim vale a pena sair do local onde moro e vir aqui", garantiu. O produtor rural José Martins de Andrade, da comunidade São Francisco, no Careiro da Várzea, a feira anula a figura do atravessador. Ela garante que nas mãos de um profissional como este, o agricultor perde rentabilidade de cerca de 70%. "No quilo do mamão, por exemplo, eles querem pagar R$ 0,50 e, aqui, vendo por R$ 4,00, dessa forma, o lucro é apenas nosso. Acredito que este espaço veio para valorizar o nosso trabalho", informou. O produtor José Martins de Andrade é um dos 120 beneficiados pela Feira da Agricultura Familiar, ocupando estandes nos blocos 1 e 2 da FCA. Da fase seleção para estarem na feira


até a etapa de comercialização dos produtos, eles são acompanhados por 16 residentes agrários. "Esses residentes recebem apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), com o pagamento de bolsa. Eles têm um papel importante no cumprimento dessa nossa atividade, quando atuam na sensibilização dos agricultores para adotarem meios ambientalmente responsáveis e sustentáveis de produção", disse uma das coordenadoras da iniciativa, professora da FCA Josane Santiago. Meio Ambiente e Sustentabilidade Uma atração a mais da Agroufam, o artesanato trouxe para esta edição a temática do meio ambiente e sustentabilidade fortalecida por peças remanufaturadas, como é o caso do Espaço Cidadania Ambiental, idealizado pelo juiz da Vara de Meio Ambiente do Tribunal de Justiça do Amazonas, Adalberto Carim. Presente também no Shopping Manauara e no Uai Shopping, o espaço já beneficiou, aproximadamente, 300 pessoas que, por hobby ou não, fazem do artesanato uma de suas ocupações. No estande peças feitas de pneus velhos, sacos plásticos, tampas de refrigerantes e garrafas pet foram transformadas em utilidades do lar. Entre as mais interessantes estava um conjunto de dois assentos e um centro de mesa feitos com pneu. A arte foi produzida por um norteamericano. "Eu o conheci há cerca de duas semanas e fiquei impressionada com a capacidade de utilizar como matéria-prima, materiais os quais não teriam outra destinação que não fosse o lixo ou nos igarapés", disse a coordenadora do projeto, ratificando a ideia de que é possível reciclar e a importância que essa atitude tem para a garantia de preservação do meio ambiente, disse a coordenadora do projeto, Rosa Maria do Amaral Brasil. Agende: As datas das próximas feiras são: 4 de julho, 8 de agosto, 12 de setembro, 3 de outubro, 7 de novembro e 5 de dezembro.

http://portal.ufam.edu.br/index.php/2013-04-29-19-37-05/noticia/2480-iv-edicao-daagroufam-tem-120-produtores-familiares-e-espaco-voltado-ao-meio-ambiente/


Veículo:D24 Assunto:Edital

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garante mais de R$ 600 milhões a institutos de Ciência e Tecnologia.

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Edital garante mais de R$ 600 milhões a institutos de Ciência e Tecnologia Brasília - A nova fase do programa dos institutos nacionais de Ciência e Tecnologia (Incts) vai destinar R$ 641,7 milhões para a consolidação das unidades de pesquisa que ocupam posição estratégica no Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação e estimular a formação de novas redes de cooperação científico-institucional de caráter nacional e internacional. O edital foi publicado nesta sexta-feira (6) no Diário Oficial da União e o anúncio oficial será feito pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina Diniz, e pelo presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Glaucius Oliva, em evento na manhã desta sexta. A apresentação das propostas começa em 7 de julho e termina no dia 8 de setembro, com limite de previsão orçamentária de R$ 10 milhões para cada projeto. O resultado da seleção deve ser divulgado a partir de março de 2015 e a implementação dos projetos está prevista para abril de 2015. Do total dos recursos, R$ 300 milhões são do governo federal, por meio do CNPq, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC) e do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Fndct). Os outros R$ 341,7 milhões são oriundos de 14 fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs), do Amazonas, Espírito Santo, Pará, Paraná, Rio de janeiro, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, de Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e da Bahia. Outras entidades, públicas ou privadas, podem compor o grupo de financiadores das propostas, mesmo após a contratação dos projetos nos quais tenham interesse em aportar valores adicionais.


Lançado em julho de 2008 com o objetivo de mobilizar os Incts, com atuação em redes, o programa já articulou 1.937 instituições, com a participação direta de 6.794 pesquisadores e a publicação de 905 livros, 7.995 artigos em periódicos nacionais indexados e 26.215 artigos em periódicos internacionais indexados, segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Foram requeridas 578 patentes pelos Incts, das quais 265 já foram concedidas. A iniciativa, coordenada pelo MCTI e operacionalizada pelo CNPq, contou com aproximadamente R$ 850 milhões, distribuídos em editais de 2008 e 2010. O prazo de conclusão dos projetos em andamento termina em 2015. Os temas preferencialmente apoiados são: tecnologias ambientais e mitigação de mudanças climáticas; biotecnologia e uso sustentável da biodiversidade; agricultura; saúde e fármacos; espaço, defesa e segurança; desenvolvimento urbano; segurança pública; fontes alternativas de energias renováveis, biocombustíveis e bioenergia; nanotecnologia; pesquisa nuclear, tecnologia da informação e comunicação e controle e gerenciamento de tráfego aéreo. http://www.d24am.com/amazonia/ciencia/edital-garante-mais-de-r-600-milhes-a-institutosde-ciencia-e-tecnologia/113447


Veículo:MCTI Assunto:Inpa

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realiza projeto piloto de turismo científico durante a Copa 2014.

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Inpa realiza projeto piloto de turismo científico durante a Copa 2014 O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), por meio da Coordenação de Extensão Tecnológica e Inovação (Ceti), realizará, nesta sexta-feira (6), uma demonstração do projeto Turismo Científico, a ser realizado no Bosque da Ciência, no período de 9 a 30 de junho, durante a realização da Copa do Mundo de Futebol 2014. O projeto é destinado a turistas que visitam Manaus e demais interessados. O roteiro inclui visita ao viveiro das ariranhas, ao aquário do peixe-boi-da-amazônia; à Casa da Ciência; à Ilha da Tanimbuca (uma área composta de um pequeno riacho onde se encontram peixes, quelônios e vegetação nativa, como a árvore Tanimbuca com mais de 600 anos); caminhada por trilha suspensa; e exposição indígena no Paiol da Cultura. Além disso, o visitante conhecerá o Lago Amazônico e o lago dos quelônios da Amazônia; o viveiro dos jacarés, onde podem ser observadas três espécies desses répteis; e o tanque do peixe elétrico poraquê. O projeto é uma ação da empresa Amazônia Socioambiental, incubada ao Inpa, em parceria com o instituto, e tem por objetivo oferecer aos turistas que virão a Manaus, para os jogos da Copa do Mundo, uma nova opção de turismo de conhecimento da biodiversidade amazônica. Percepções Segundo o diretor da Amazônia Socioambiental, Diego Brandão, nesta primeira experiência do projeto de Turismo Científico, a ser feita com alguns convidados, o objetivo é testar e observar as percepções de cada visitante sobre o roteiro a ser percorrido para que se façam os ajustes a fim de que o projeto entre em funcionamento oficial nesta segunda-feira (9). Ele explica que projeto de Turismo Científico pretende atingir 1.320 pessoas.


Para Auzandir Silva, diretor da Incubadora do Inpa, esta demonstração servirá para avaliar todo o escopo do projeto, desde a infraestrutura, o pessoal selecionado e a qualidade dos serviços oferecidos, tudo para que seja colocado em prática com todos os reajustes necessários a partir de segunda. Leia mais. Também nesta sexta, o Inpa abre as portas mais uma vez para os estudantes da rede pública de ensino participarem do Circuito da Ciência, um projeto de educação ambiental e popularização científica. Esta quarta edição especial encerrará as atividades e comemorações da Semana do Meio Ambiente do Inpa. Será lançada a cartilha A Turminha da Vara do Meio Ambiente, que aborda a biodiversidade amazônica e os segredos das plantas medicinais.

Texto: Ascom do MCTI, com informações do Inpa http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/354967/Inpa_realiza_projeto_piloto_de_turis mo_cientifico_durante_a_Copa_2014.html


Veículo:MCTI

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Assunto:Cursos

no Instituto Mamirauá detalham ferramentas de mapeamento.

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Cursos no Instituto Mamirauá detalham ferramentas de mapeamento Parte importante do trabalho de campo dos profissionais que atuam no Instituto Mamirauá envolve mapeamento. Diversas ferramentas permitem pontuar e setorizar grandes áreas onde se pretende manejar recursos ou realizar pesquisas. Pensando nessas questões, a instituição promove dois cursos nesta semana: GPS + GPS TrackMaker e ArcGis. Para o geógrafo ministrante dos cursos, Leandro Barbini, esse tipo de formação mostra como fazer o melhor usos de tais ferramentas, tanto nas atividades em campo, capturando dados, quanto no pós-campo, com a montagem de um sistema de informações geográficas. “Isto permite que cada um trabalhe de forma autônoma, mas também permite setorizar o trabalho: não precisa todo mundo fazer os mesmos mapas. Conforme o objetivo de cada trabalho, é possível setorizar e fazer um conjunto de mapas ou até mapas produzidos em equipe”, diz. Doze participantes acompanham as atividades, que começaram na terça-feira (3) e se encerram na sexta (6). Eles são ligados aos programas de Manejo Florestal Comunitário, Manejo de Agroecossistemas e Manejo de Pesca, além dos participantes ligados ao Grupo de Pesquisa em Ecologia Florestal. A coordenadora do Programa de Manejo Florestal Comunitário, Elenice Nascimento, afirma que conhecer os recursos do GPS , TrackMaker e ArcGis é “essencial para as atividades realizadas em campo por esses programas, além de facilitar a produção dos mapas de suas áreas, acrescentando uma ferramenta a mais para análise dos resultados destas atividades.” Texto: Vanessa Eyng – Ascom do Instituto Mamirauá http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/354959/Cursos_no_Instituto_Mamiraua_detal ham_ferramentas_de_mapeamento.html


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Editoria: Pag: Brasil Assunto:Impacto sobre floresta amazônica é subestimado, aponta pesquisa. Cita a FAPEAM:

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Impacto sobre floresta amazônica é subestimado, aponta pesquisa Uma pesquisa do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) Biodiversidade e Uso da Terra na Amazônia, publicada recentemente no Global ChangeBiology, estima que tanto a extração de madeira quanto a ocorrência de fogos acidentais na Amazônia brasileira podem resultar na emissão de 54 bilhões de toneladas de carbono por ano, contribuindo para as taxas nacionais de emissão de gases do efeito estufa. Isso equivale a 40% da perda anual de carbono devido ao desmatamento, ou seja, de quando toda a floresta é retirada. O estudo, que ganhou atenção internacional, é o maior já feito até hoje que estime a perda de carbono de florestas tropicais. No total, 225 áreas da Amazônia Oriental brasileira foram investigadas e mais de 70 mil árvores e milhares de amostras de solo, madeira morta e outros componentes, chamados de estoques de carbono pelos cientistas, foram analisados. A degradação florestal frequentemente começa com a extração de madeiras de alto valor comercial, como o mogno e o ipê. A retirada dessas árvores causa danos a dezenas de árvores vizinhas. Uma vez que a floresta tenha sido explorada se formam muitas aberturas no dossel, o que significa que a floresta se torna muito mais seca devido à exposição ao sol e ao vento, o que por sua vez aumenta o risco de fogos acidentais se espalharem por dentro dessas florestas. A combinação dos danos causados pela extração de madeira e fogos acidentais pode então transformar as florestas em um mato denso, cheio de árvores e cipós de pequeno porte, resultando no armazenamento 40% menor de carbono do que em florestas não perturbadas.


*Com informações da Embrapa Amazônia Oriental Fonte: Agência Museu Goeldi* http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=136422&nome=Impacto %20sobre%20floresta%20amaz%F4nica%20%E9%20subestimado,%20aponta%20pesquisa


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Editoria: Pag: Brasil Assunto:FAPESP anuncia concessão de Bolsas de Mestrado em Auxílios Jovens

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FAPESP anuncia concessão de Bolsas de Mestrado em Auxílios Jovens Pesquisadores A FAPESP anuncia a possibilidade de solicitar Bolsa de Mestrado como parte integrante do orçamento de Auxílios Jovens Pesquisadores em Centros Emergentes (JP). A novidade tem como propósito estimular a participação e vinculação de bolsistas de Mestrado a Auxílios Jovens Pesquisadores, consistentes com a valorização da responsabilidade do pesquisador responsável sobre a aplicação e o controle dos recursos concedidos. A Instrução Normativa DC 026, válida a partir de 1º de junho de 2014, define as rotinas relativas à indicação, seleção e substituição de bolsistas de Mestrado vinculados a Auxílios JP. Existem duas modalidades de vínculo de bolsas MS: Bolsas MS solicitadas como proposta regular (individual), seguindo os procedimentos tradicionais da FAPESP, nas quais se indica o vínculo a um auxílio vigente, na modalidade JP; e Bolsas MS solicitadas como parte integrante do orçamento de um auxílio JP. A presente norma trata apenas desta modalidade de bolsa vinculada.Em ambos os casos, deverão ser observadas as regras da FAPESP para o Programa de Bolsas de Mestrado, disponíveis em www.fapesp.br/259. A Norma para concessão de Bolsas de Mestrado vinculadas a auxílios Jovens Pesquisadores em Centros Emergentes (Instrução Normativa DC 026) está publicada em: www.fapesp.br/8685. Fonte: Agência FAPESP http://www.jornalbrasil.com.br/index.php?pg=desc-noticias&id=136385&nome=FAPESP %20anuncia%20concess%E3o%20de%20Bolsas%20de%20Mestrado%20em%20Aux%EDlios %20Jovens%20Pesquisadores


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Editoria: da Ciência Assunto:Cientistas brasileiros são acusados de plágio. Cita a FAPEAM:

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Cientistas brasileiros são acusados de plágio Coautora era editora da revista em que artigos foram publicados; autor principal nega falha A revista científica "Diabetology&MetabolicSyndrome" ("D&MS") informou no dia 27 de maio que dois artigos de coautoria da endocrinologista Marilia Brito Gomes, professora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, teriam omitido citações a trabalhos de outros cientistas. A pesquisadora havia deixado o cargo de editora-chefe da revista cinco dias antes. A decisão da "D&MS" se baseou em investigação do grupo Biomed Central, em Londres, que edita a revista. Carlos Antonio Negrato, autor principal dos dois estudos, negou que ele e Brito tenham cometido plágio, e ressaltou que os trabalhos são de revisão bibliográfica, que analisam conclusões de outros artigos. Segundo ele, foram usadas informações que podem ser semelhantes às de outras pesquisas que não foram consultadas. A SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes), fundadora da revista, informou que sua diretoria discutiu o caso e endossa a explicação dada por Granato. A entidade contratará a apuração de uma auditoria independente. Marilia Gomes Brito presidiu a SBD de 2008 a 2009, quando a "D&MS" foi fundada. Após ela sair da publicação, o outro editor-chefe, Daniel Gianella-Neto, publicou as retratações, noticiadas nesta quarta (4) pelo blog "RetractionWatch".


Após receber a reclamação de plágio, o BioMed Central realizou uma investigação. "Um software de detecção de plágio mostrou que uma quantidade significativa de material havia sido copiada literalmente de outras publicações", afirmou Deborah Kahn, vice-presidente executiva do BioMed Central. Marilia Gomes Brito não quis comentar as retratações, alegando que caberia a Granato dar esclarecimentos. (Mauricio Tuffani/Folha de S.Paulo) http://www1.folha.uol.com.br/fsp/saudeciencia/169459-cientistas-brasileiros-sao-acusadosde-plagio.shtml

http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=93669


Veículo:Jornal Assunto:Inpa

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é a sétima instituição em pesquisas no Brasil, diz pesquisa da Holanda

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Inpa é a sétima instituição em pesquisas no Brasil, diz pesquisa da Holanda O ranking foi elaborado pela Universidade de Leiden, na Holanda, e levou em conta o impacto das pesquisas acadêmicas produzidas pelas instituições. No topo está a Fiocruz O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/ MCTI) ocupa a sétima colocação no ranking que determinou as melhores instituições brasileiras em produção científica. O levantamento feito pela Universidade de Leiden, na Holanda, levou em consideração a produção científica de cada instituição e o impacto que esses trabalhos causaram - o quanto esse trabalho é citado por outros cientistas. De acordo com matéria publicada no site do jornal Folha de São Paulo, a metodologia da Universidade, que é conhecida desde 2011 para classificar universidades internacionalmente, foi feita a partir do levantamento de produção científica de cada instituição e quanto mais trabalhos de grande impacto, mais pontos eram acumulados. A instituição holandesa também levou em consideração a quantidade de trabalhos com colaboração internacional. No topo do ranking aparece a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), seguido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A pesquisa também levantou relevância de pesquisas de hospitais e universidades. A proposta do ranking surgiu da organização do EBBC (Encontro Brasileiro de Bibliometria e Cienciometria, área que estuda dados de produção científica) e os resultados foram apresentados durante o congresso que ocorreu entre os dias 12 e 14 de maio na Universidade de Pernambuco (UFPE).


Para a Coordenadora de Pesquisa e Acompanhamento das Atividades Finalísticas do Inpa (CPAF), a Hillândia Brandão, esse reconhecimento é reflexo do novo momento que o Inpa, uma instituição que completa 60 anos em 2014, vive. Para ela, a captação de recursos melhorou a infraestrutura de laboratórios e de equipamentos. De 2006 a 2013, foram investidos no Inpa aproximadamente R$ 173 milhões, cerca de 40% oriundos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), 45% do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o restante de outras fontes financiadoras e fomentadoras. No mesmo período, o Instituto publicou 4.058 artigos, mais de 800 foram publicações indexadas, ou seja, de alto impacto. "Hoje nós temos instrumentos de ponta competindo com as melhores universidades e institutos tanto daqui como com os de fora. Nós temos capacidade tanto de pessoal e agora de equipamentos, que antes nós não tínhamos. Isso se deve muito a esse momento, visto que o Inpa passou por uma nova estruturação". Conforme Brandão, com essa nova formação que saiu de 12 coordenações para quatro focos de pesquisa, o Inpa conseguiu trabalhar melhor as questões e ouvir cada vez mais a demanda da sociedade, de socialização do conhecimento à aproximação das empresas. "O Inpa passou a ter um olhar externo e a se aproximar mais da sociedade. Ele conseguiu popularizar a ciência e o conhecimento. Considerando que nós temos uma carência de doutores na região Amazônica, temos aqui sete pesquisadores em altíssimo nível. Isso mostra a importância desse Instituto e o reconhecimento nacional e internacional das pesquisas que são realizadas aqui", destacou. Dos 13 pesquisadores de bolsa produtividade de nível 1A do CNPq na região Norte, sete do Amazonas e todos são do Inpa - Adalberto Val (diretor do Inpa), Philip Fearnside, William Magnusson, Richard Vogt, Niro Higuchi, Albertina Lima e Neusa Hamada. Os outros seis pesquisadores que fazem parte desse seleto grupo são do Pará, sendo um do Instituto Evandro Chagas e cinco da universidade Federal do Pará (UFPA). O Inpa O Instituto de Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) foi criado em 1952 e implementado em 1954. Em 60 anos de funcionamento, o Instituto vem realizando estudos científicos do meio físico e das condições de vida da região amazônica para promover o bem-estar humano e o desenvolvimento socioeconômico regional. O Inpa é reconhecido internacionalmente pela pesquisas sobre a fauna e a flora da maior floresta tropical do mundo. Com sede em Manaus, o Inpa possui núcleos de pesquisa dos Estados do Acre, Roraima, Rondônia e Pará, contando com coordenações gerais de Capacitação, Administração, Ações Estratégicas, Extensão, e quatro Coordenações de Pesquisas atuando nos seguintes focos: Dinâmica Ambiental; Sociedade, Ambiente e Saúde; Tecnologia e Inovação e Biodiversidade. Ao longo dos anos, o Inpa tem avançado na produção científica e na capacitação de pessoal. Em 40 anos a pós-graduação formou mais de 1900 mestres e doutores, sendo que 70% permanecem na Amazônia. Entre os anos de 2006 e 2013, foram investidos R$ 3.171.472,99 para capacitação de pessoal.


O Inpa também tem avançado em projetos de cooperação com instituições nacionais e internacionais. São 1.487 programas, projeto e ações com instituições nacionais e 204 projetos de cooperação com institutos internacionais. Outro avanço ocorreu na área de produtos e processos protegidos. Com um crescimento de 600% em oito anos. O Inpa fechou 2013 com 64 pedidos de patentes. Além das pesquisas, o Inpa também se preocupa com a socialização da ciência, através das áreas de visitação, das transferências de tecnologias sociais para as comunidades e da aproximação com o setor produtivo, via incubadora de empresas. Esse desejo de aproximar a ciência da sociedade virou realidade com a criação do Bosque da Ciência em abril de 1995, durante as comemorações de 40 anos do Instituto. Com uma área de 13 hectares, o bosque é aberto à visitação do público e tem o objetivo de fazer a difusão científica e educação ambiental através do contato com a fauna e flora da região, de exposições e projetos como o Circuito da Ciência, que todo mês recebe 300 estudantes para oficinas e atividades temáticas. De 2006 a 2013, mais de 800.000 pessoas passaram pelo Bosque.

(Camila Leonel / Ascom Inpa) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=93681


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Fapesp

Assunto:FAPESP

anuncia concessão de Bolsas de Mestrado em Auxílios Jovens

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FAPESP anuncia concessão de Bolsas de Mestrado em Auxílios Jovens Pesquisadores Agência FAPESP – A FAPESP anuncia a possibilidade de solicitar Bolsa de Mestrado como parte integrante do orçamento de Auxílios Jovens Pesquisadores em Centros Emergentes (JP). A novidade tem como propósito estimular a participação e vinculação de bolsistas de Mestrado a Auxílios Jovens Pesquisadores, consistentes com a valorização da responsabilidade do pesquisador responsável sobre a aplicação e o controle dos recursos concedidos. A Instrução Normativa DC 026, válida a partir de 1º de junho de 2014, define as rotinas relativas à indicação, seleção e substituição de bolsistas de Mestrado vinculados a Auxílios JP. Existem duas modalidades de vínculo de bolsas MS: Bolsas MS solicitadas como proposta regular (individual), seguindo os procedimentos tradicionais da FAPESP, nas quais se indica o vínculo a um auxílio vigente, na modalidade JP; e Bolsas MS solicitadas como parte integrante do orçamento de um auxílio JP. A presente norma trata apenas desta modalidade de bolsa vinculada. Em ambos os casos, deverão ser observadas as regras da FAPESP para o Programa de Bolsas de Mestrado, disponíveis em www.fapesp.br/259. A Norma para concessão de Bolsas de Mestrado vinculadas a auxílios Jovens Pesquisadores em Centros Emergentes (Instrução Normativa DC 026) está publicada em: www.fapesp.br/8685. http://agencia.fapesp.br/19230


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A Critica

Assunto:Desmatamento Cita a FAPEAM:

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é frágil dizem cientistas.

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A Critica Assunto:Dilma pede ajuda de empresários. Cita a FAPEAM:

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do Commercio Editoria: Economia Assunto: Cupuaçu é destaque em feira de produtos naturais. Cita a FAPEAM:

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Veículo:Jornal Assunto:

do Commercio Intraempreendorismo ganha força.

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