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Testes 2


FĂ­sica (PUC - 2000/II) INSTRUĂ‡ĂƒO: Responder Ă quesWmRFRPEDVHQRHQXQFLDGRHQDÂżJXUDDEDLxo.

03. (UFSM - 99) Uma partĂ­cula de massa m, presa a uma mola, executa um Movimento HarmĂ´nico Simples (MHS) com perĂ­odo de 16 s. Uma partĂ­cula de massa 4 m, presa ĂĄ mesma mola, executarĂĄ um MHS com perĂ­odo (em s) de (A) 4. (B) 8. (C) 16.

B O A

Um bloco de massa m estå pendurado em mola GH FRQVWDQWH HOiVWLFD N ¿FDQGR HP UHSRXVR QD posição O. Ao ser puxado atÊ A e depois liberado, ele executa movimento oscilatório vertical entre os extremos A e B. 01. A freqßência desse movimento depende (A) (B) (C) (D) (E)

da amplitude e da massa m. da constante elåstica k e da massa m. somente da massa m. somente da constante elåstica k. somente da aceleração gravitacional local.

02. (UFRGS – 99)$¿JXUDDEDL[RUHSUHVHQWDXPSrQdulo que oscila livremente entre as posiçþes extremas M e N. Cinco segundos após ter sido largado da posição M, o pêndulo atinge a posição N pela terceira vez. Qual Ê a fre-qßência do movimento realizado pelo pendulo?

(D) 32 (E) 64

04. (UECE) Uma menina chamada Aline, numa galeria da Gruta de Ubajara, emite um grito e pouco tempo depois ouve a repetição da própria voz. O fenômeno se deveu à seguinte propriedade das ondas sonoras: (A) (B) (C) (D) (E)

interferência. refração. difração. UHÀH[mR polarização.



05. (SEC)1DUHĂ€H[mRGDOX]RkQJXORGHUHĂ€H[mRp (A) (B) (C) (D) (E)

maior que o de incidĂŞncia. menor que o de incidĂŞncia. igual ao de incidĂŞncia. sempre igual a 0o. sempre igual a 90o.

06. (SEC)4XDQGRXPDRQGDVRIUHUHÀH[mRQXPDVXper-fície (A) sua freqßência se mantÊm constante, mas se alteram seu comprimento de onda e sua velocidade. (B) alteram se freqßência, velocidade e comprimento de on-da. (C) mantÊm-se constantes freqßência, velocidade e compri-mento de onda. (D) alteram-se a freqßência e o comprimento de onda, mas a velocidade se mantÊm constante, pois não hå mudança do meio de propagação. (E) a freqßência e a velocidade mantêm-se constantes, al-terando-se o comprimento de onda. 07. (UFAL) Ao chegar ao extremo de uma corda, um pul-so transversal, que nela se propaga, sofre

(A) (B) (C) (D) (E)

0,2 Hz. 0,4Hz. 0,5 Hz. 1,0Hz. 2,0Hz.

(A) UHÀH[mR FRP LQYHUVmR GH IDVH VH R H[WUHPR for livre. (B) refração com inversão de fase se o extremo for livre. (C) refração sem inversão de fase se o extremo IRU¿[R (D) UHÀH[mR VHP LQYHUVmR GH IDVH VH R H[WUHPR for livre. (E) UHÀH[mR VHP LQYHUVmR GH IDVH VH R H[WUHPR IRU¿[R

Testes 2 - 1


Física 08. (PUC-SP) Na escala Fahrenheit, sob pressão normal, a ågua ferve na temperatura de (A) 80°F. (B) 100°F. (C) 148°F.

(D) 212°F. (E) 480°F.

09. (F.M. POUSO ALEGRE-MG) O termômetro Celsius (centígrado) marca 0 na tem-peraturado gelo fundente e 100 na temperatura de ebulição da ågua, sob pressão normal. O termômetro Fahrenheit marca 32 e 212, respectivamente, nessas temperaturas. Quando o termômetro Celsius marcar 40°C, o Frahrenheit marcarå (A) 8,0. (B) 72. (C) 104.

(D) 132. (E) 140.

10. (PUC) A escala Celsius e a escala Kelvin apresentam 100 divisþes entre o ponto de fusão do gelo e o ponto de ebulição da ågua, ao passo que a escala Fahrenheit apresenta 180 divisþes entre os referidos pontos. Pode-se concluir que uma variação de 10°C corresponde a uma variação de: (A) 1,0°F. (B) 1,8 K. (C) 10°F.

(D) 18°F. (E) 18 K.

11. (FUVEST-SP) A televisão noticia que a temperatura em Nova Iorque chegou aos 104 graus (naturalmente 104 graus Fahrenheit). Converta para graus Celsius. (A) 44°C. (B) 40°C. (C) 36°C.

(D) 30°C. (E) 0°C.

12. (F.CARLOS CHAGAS) Os dois termômetros desenhados abaixo estão calibrados segundo escalas termomÊtricas diferentes. Que relação existe entre os valores de uma mesma temperatura medida nas escalas X e Y?

13. (UFRGS) Numa escala termomÊtrica linear W, a temperatura de fusão do gelo Ê -70°W, e a temperatura de ebulição da ågua Ê 130°W. A temperatura absoluta correspondente ao 0°W dessa escala Ê aproximadamente (A) (B) (C) (D) (E)

35K. 135K. 238K. 273K. 308K.

14. (UFRGS) Sendo T o valor de uma certa temperatura na escala Kelvin, na escala centĂ­grada o valor dessa mesma temperatura serĂĄ dada por (A) (B) (C) (D) (E)

T - 273. T + 273. T - 373. T + 373. T - 100.

15.&RPUHODomRD³Ď´ FRH¿FLHQWHGHGLODWDomROLQHDU  ³ȕ´ FRH¿FLHQWHGHGLODWDomRVXSHU¿FLDO H³Ȗ´ FRH¿FLHQWHGHGLODWDomRYROXPpWULFD SRGHPRVD¿UPDU $ Ď ¼ȕ ¼Ȗ  % Ď ȕ Ȗ  & Ȗ ȕ Ď

' ÄŽ Č• Č– ( ÄŽ Č• Č–

16. (U.E.CE)2FRH¿FLHQWHGHGLODWDomRVXSHU¿FLDOGR ferro Ê 2,4 x 10-5 °C -12YDORUGRFRH¿FLHQWHGH dilatação volumÊtrica Ê (A) 1,2 x 10-5 °C-1 (B) 3,6 x 10-5 °C-1 (C) 4,8 x 10-5 °C-1

(D) 7,2 x 10-5 °C-1 (E) faltam dados.

17. (PUC)8P¿RGHSUDWDGHFRH¿FLHQWHGHGLODWDomR OLQHDU Ď  -6/°C e 100cm de comprimento foi aquecido de 20°C a 100°C. A variação no seu comprimento, em cm, Ê (A) 1,9. (B) 0,38. (C) 0,19.

(D) 0,15. (E) -1,9.

18. (MACK) Numa barra de ferro de comprimento igual a 3m gravam-se dois traços transversais seSDUDGRV SRU XPD GLVWkQFLD GH FP$ EDUUD VRfre certa elevação de temperatura em toda a sua H[WHQVmRHPYLUWXGHGRTXHDGLVWkQFLDHQWUHRV traços citados sofre um acrÊscimo de 20 mícrons (1 mícron = 10-3 mm). Que aumento apresenta o comprimento total da barra? (A) (B) (C) (D) (E)

Y = X/2. Y = 25 + X. Y = 50 - X. Y = X. Y = 2X.

(A) 100 mĂ­crons. (B) 60 x 10-6 mm. (C) 150 mĂ­crons.

(D) 600 mĂ­crons. (E) 120 mĂ­crons.

Testes 2 - 3


FĂ­sica 19. (UEL-PR) Um automĂłvel mantĂŠm uma velocidade escalar constante de 72,0 km/h. Em uma hora e GH]PLQXWRVHOHSHUFRUUHHPNPXPDGLVWkQFLDGH (A) 79,2 (B) 80,0 (C) 82,4

(D) 84,0 (E) 82,4

20. Dada a equação horåria de um movimento x = 6 + 3t. então temos que: (A) (B) (C) (D) (E)

o móvel partiu da origem o móvel tem velocidade constante de 6 m/s a velocidade inicial do móvel foi de 6 m/s o móvel partiu da posição 3m ) o móvel partiu da posição 6m, com velocidade de 3 m/s

21. (PUC) Dada a tabela: tempo (s)

0

1

2

3

4

5

posição (m)

10

20

30

40

50

60

24. (UCS) Uma composição ferroviåria de 20 vagþes cada um com 11 m de comprimento, desloca-se a uma velocidade constante de 17 m/s. O tempo gasto pela composição para ultrapassar uma ponte de 120 m de comprimento vale (A) (B) (C) (D) (E)

7s. 10s. 13s. 15s. 20s.

25. (PUC-RJ) Dois trens, A e B, num certo instante, estĂŁo afastados 1 km. Como viajam no mesmo sentido, com a mesma velocidade v = 100km/h, qual a GLVWkQFLDHQWUHHOHVDSyVPHLDKRUD" (A) (B) (C) (D) (E)

0,5 km 100km 1 Km 50 km 2 km

A equação que fornece a posição (x) do móvel em qualquer instante entre 0 e 5 s (equação horåria da posição) Ê (A) x = 10t (B) x = 10 + 10t (C) x = 10 + 20t

(D) x = 10 + 30t (E) x = 10 + 40t

22. (UA-AM) Para atravessar um tĂşnel de 1800 m de comprimento, um trem de 400 m de comprimento, com velocidade de 20 m/s, gasta um tempo de (A) (B) (C) (D) (E)

10 s. 1 min. 200 s. 1 min 50 s n. r. a.

23. (U. CATĂ“LICA-DF) Para buscar um vestido, Linda WHP TXH SHUFRUUHU XPD GLVWkQFLD WRWDO GH  NP assim distribuĂ­da: nos 2 km iniciais, devido aos sinaleiros e quebra-molas, determinou que poderia gastar 3 minutos. Nos prĂłximos 5 km, supondo pista livre, gastarĂĄ 3 minutos. No percurso restante mais 6 minutos, jĂĄ que se trata de um caminho com ruas muito estreitas. Se os tempos previstos por Linda forem rigorosamente cumpridos, qual serĂĄ sua velocidade mĂŠdia ao longo de todo o percurso? (A) (B) (C) (D) (E)

50 km/h 1,2 km/h 20 m/s 11 m/s 60 km/h

Gabarito 01. B

02. C

03. D.

04. D

05. C

06. C

07. D

08. D

09. C

10. D

11. B

12. A

13. E

14. A

15. E

16. B

17. D

18. E

19. D

20. E

21. B

22. D

23. B

24. E

25. C

Testes 2 - 5


Literatura 01. (UFSM) Assinale, entre as alternativas abaixo, aquela que Ê INCORRETA em relação aos gêneros literårios. (A) A relação entre poema e poesia Ê melhor expressa por textos líricos. (B) Os textos dramåticos, representados no palco, não fazem parte da literatura, enquanto conjunto de textos escritos. (C) Lírico, Êpico e dramåtico são gêneros aceitos pela literatura atual. (D) Um poema Êpico apresenta um narrador, responsåvel pelo desenvolvimento do tema proposto. (E) O lirismo pode ser expresso tanto nos versos de um poema quanto nos parågrafos de um romance. 02. (FURG) O gênero dramåtico, entre outros aspectos, apresenta como característica essencial: (A) (B) (C) (D) (E)

a presença de um narrador a estrutura dialógica o extravasamento lírico a musicalidade o descritivismo

03. (UFSM) Assinale a alternativa INCORRETA. (A) O texto de teatro pertence ao gênero dramåtico, porque não apresenta subjetivismo, em função dos fatos que narra. (B) Gêneros literårios são conjuntos de processos tÊcnicos consagrados pela tradição, aos quais o escritor recorre para expressar-se. (C) Romance Ê uma narrativa que apresenta uma visão de mundo atravÊs de enredo, cenårios e vårias possibilidades de sequência temporal. (D) O conto, na visão tradicional, Ê narrativa que apresenta um número pequeno de personagens, ação limitada e solução de FRQÀLWRSUy[LPRDRGHVIHFKR (E) A poesia Ê a criação artística que transforma em linguagem as emoçþes e os sentimentos do poeta diante da realidade. 04. (UFSM)

sos brancos e ________. Esse poema tematiza XP LPSUHVVmR BBBBBBBBB GR ³(8´ SRpWLFR TXH remete ao passado do poeta, o que, por sua vez, QmRWUDQVIRUPDRSRHPDQXPWH[WRDXWRELRJUi¿FR Carlos Drummond de Andrade trabalha, nesse poema, com a idÊia da ____________ da vida interiorana de Minas Gerais. Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas. (A) (B) (C) (D) (E)

ULPDV¹GUDPiWLFD¹VXSHU¿FLDOLGDGH rimas – lírica – simplicidade UHJXODUHV¹OtULFD¹DUWL¿FLDOLGDGH regulares – dramåtica – simplicidade ULPDV¹OtULFD¹DUWL¿FLDOLGDGH

05. (UFSM) Numere a segunda coluna de acordo com a primeira. 1. 2. 3.

GÊNERO L�RICO GÊNERO ÉPICO GÊNERO DRAMà TICO

( ) O narrador relata acontecimentos passados, situando-se como observador um tanto distanciado dos fatos que narra. ( ) Reúne textos em que predomina a expressão GR³(8´DWUDYpVGHWHPDVFRPXQVFRPRDPRU saudade, solidão e morte. ( ) As formas narrativas apresentam-se em versos em que se lê a exaltação das personagens heróicas e dos sentimentos da coletividade. ( ) Forma de expressão de um sujeito em que se ressaltam a musicalidade e a exploração dos recursos da linguagem. A sequência correta Ê: (A) (B) (C) (D) (E)

1–2–2–3 2–1–2–1 1–3–3–1 2–2–1–2 3–1–1–3

06. (UFSM) Em Portugal, no sĂŠculo XVI, CamĂľes elaborava seus poemas lĂ­ricos, em forma de soneto, como o que se apresenta a seguir.

CIDADEZINHA QUALQUER $OPDJHQWLOTXHWHSDUWLVWH Casas entre bananeiras mulheres entre laranjeiras pomar amor cantar. Um homem vai devagar. Um cachorro vai devagar. Um burro vai devagar. Devagar... as janelas olham. Eta vida besta, meu Deus. Trata-se de um poema modernista de Carlos Drummond de Andrade, em que aparecem ver-

1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10.

Alma gentil, que te partiste Tão cedo desta vida, descontente, Repousa lå no cÊu eternamente E viva eu cå na terra sempre triste Se lå no assento etÊreo, onde subiste, Memória desta vida se consente, Não te esqueças daquele amor ardente Que jå nos olhos meus tão puro viste E se vires que pode merecer-te $OJXmFRXVDDGRUTXHPH¿FRX

Testes 2 - 7


Literatura 11. 12. 13. 14.

Da mĂĄgoa, sem remĂŠdio, de perder-te, Roga a Deus, que teus anos encurtou, Que tĂŁo cedo de cĂĄ me leve a ver-te, QuĂŁo cedo de meus olhos te levou CAMĂ•ES, Luis de. Obra Completa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1963.



eFRUUHWRD¿UPDUTXHQRVRQHWR I - há uma condição para que a amada se lembre do amor: que a memória da vida terrena seja consentida. II - o amor é um sentimento contraditório, o que SRGH VHU LGHQWL¿FDGR SHOR VHQWLGR ³DUGHQWH´ Y H³SXUR´ Y  III - o eu-lírico pede a Deus que o leve logo para perto da amada, tão cedo quanto Deus a levou. Está (ão) correta (s) (A) (B) (C) (D) (E)

apenas I apenas I e II apenas I e III apenas II apenas II e III

07. (UFSM) 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25.

Amiga Helena Sangirardi Conforme um dia eu prometi Onde, confesso que esqueci E embora – perdoe – tão tarde (Melhor do que nunca!) este poeta Segundo manda a boa Êtica Envia-lhe a receita (poÊtica) De sua feijoada completa. Em atenção ao adiantado Da hora em que abrimos o olho O feijão deve, jå catado Nos esperar, feliz, de molho. (...) Só na última cozedura Para levar à mesa, deixa-se Cair um pouco da gordura Da linguiça na iguaria – e mexa-se. Que prazer mais um corpo pede Após comido um tal feijão? - Evidentemente uma rede E um gato pra passar a mão... Dever cumprido. Nunca Ê vã A palavra de um poeta... – jamais! Abraça-a, em Brillat-Savarin O seu Vinícius de Moraes. (Feijoada à minha moda. de Vinicius de Moraes.)

De acordo com o poema, I - ³HVWHSRHWD´ Y pRHXOtULFR³(YLGHQWHPHQWH XPDUHGH(XPJDWRSUDSDVVDUDPmR´ Y e 20) marcam a emergência de outra voz, que não Ê a do eu-lírico.

II - ³UHFHLWD SRpWLFD ´ Y LQGLFDTXHUHFHLWDQmR SRGH VHU WHPD GR JrQHUR OtULFR ³4XH SUD]HU PDLVXPFRUSRSHGH´ Y UHIHUHVHDRSUD]HU do contato com os animais. III - ³ 0HOKRUGRTXHQXQFD ´ Y FRPSOHWDDSULPHLUD HVWURIH ³WDO IHLMmR´ Y  p D IHLMRDGD completa cuja receita o poeta envia à amiga Helena Sangirardi. Está (ão) correta (s) (A) (B) (C) (D) (E)

apenas I apenas I e II apenas I e III apenas II e III apenas III

08. (UFSM) 1. É uma índia com um colar 2. A tarde linda que não quer se pôr 3. Dançam as ilhas sobre o mar 4. Sua cartilha tem o ar de que cor? 5. 6.

O que estĂĄ acontecendo? O mundo estĂĄ ao contrĂĄrio e ninguĂŠm reparou

7. 8.

O que estĂĄ acontecendo? Eu estava em paz quando vocĂŞ chegou.

Gonçalves Dias? Casemiro de Abreu? Castro Alves? Não! Estes versos são de Nando Reis, ex7LWmVeSRVVtYHOLGHQWL¿FDUQHVVHIUDJPHQWR I - Uma metåfora nos versos 1 e 2, entre índia / tarde. II - $VDVVRQkQFLDVTXH HVWmRPDUFDGDV HPD /o/ e /e/. III - Comparação no verso 6. IV - Rimas cruzadas e versos isomÊtricos. Estå (ão) correta (s) (A) (B) (C) (D) (E)

apenas I e II apenas I e III apenas III apenas II e IV apenas IV

09. (UFSM) Leia com atenção as seguintes estrofes de A cruz da estrada, de Castro Alves: 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8.

Caminheiro que passas pela estrada, Seguindo pelo rumo do sertão, Quando vires a cruz abandonada, Deixa-a em paz dormir na solidão. Caminheiro! do escravo desgraçado O sono agora mesmo começou! Não lhe toques no leito de noivado, Hå pouco a liberdade o desposou.

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Literatura As duas estrofes apresentam vocåbulos do mesPR FDPSR VHPkQWLFR FRP FUX] SD] VROLGmR sono, leito. Pode-se, atravÊs dessas estrofes, inferir que I - o escravo dorme depois de um dia estafante de trabalho. II - ³VRQR´H³OLEHUGDGHRGHVSRVRX´VmRHXIHPLVmos para a morte. III - o eu lírico, que Ê o próprio escravo, dirige-se ao leitor, em 2ª pessoa. IV - o eu lírico se dirige ao caminheiro. Estå (ão) correta (s) (A) (B) (C) (D) (E)

apenas I apenas I e III apenas I e IV apenas II e III apenas II e IV

10. (Enem) Gênero dramåtico Ê aquele em que o artista usa como intermediåria entre si e o público a representação. A palavra vem do grego drao (fazer) e quer dizer ação. A peça teatral Ê, pois, uma composição literåria destinada à apresentação por atores em um palco, atuando e dialogando entre si. O texto dramåtico Ê complemen-tado pela atuação dos atores no espetåculo teatral e possui uma estrutuUDHVSHFt¿FDFDUDFWHUL]DGD I - pela presença de personagens que devem esWDUOLJDGRVFRPOyJLFDXQVDRVRXWURVHjDomR II - pela ação dramåtica (trama, enredo), que Ê o conjunto de atos dramåticos, maneiras de ser e de agir das personagens encadeadas à unidade do efeito e segundo uma ordem comSRVWDGHH[SRVLomRFRQÀLWRFRPSOLFDomRFOtPD[HGHVIHFKR III - pela situação ou ambiente, que Ê o conjunto GH FLUFXQVWkQFLDV ItVLFDV VRFLDLV HVSLULWXDLV HPTXHVHVLWXDDDomR IV - pelo tema, ou seja, a ideia que o autor (dramaturgo) deseja expor, ou sua interpretação real por meio da representação. COUTINHO, A. Notas de teoria literåria. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1973 (adaptado).

Considerando o texto e analisando os elementos que constituem um espetåculo teatral, conclui-se que (A) a criação do espetåculo teatral apresentase como um fenômeno de ordem individual, pois não Ê possível sua concepção de forma coletiva. (B) o cenårio onde se desenrola a ação cênica Ê concebido e construído pelo cenógrafo de modo autônomo e independente do tema da peça e do trabalho interpretativo dos atores.

(C) o texto cĂŞnico pode originar-se dos mais variados gĂŞneros textuais, como contos, lendas, romances, poesias, crĂ´nicas, notĂ­cias, imagens e fragmentos textuais, entre outros. (D) RFRUSRGRDWRUQDFHQDWHPSRXFDLPSRUWkQFLD na comunicação teatral, visto que o mais importante ĂŠ a expressĂŁo verbal, base da comunicação cĂŞnica em toda a trajetĂłria do teatro atĂŠ os dias atuais. (E) a iluminação e o som de um espetĂĄculo cĂŞnico independem do processo de produção/ recepção do espetĂĄculo teatral, jĂĄ que se trata de linguagens artĂ­sticas diferentes, agregadas posteriormente Ă cena teatral. 11. (UFSM) MĂşsica ĂŠ uma das artes mais antigas da humanindade. O J. Quest cantou: “ Quero uma canção fĂĄcil, extremamente fĂĄcil, pra vocĂŞ, eu e todo munGRFDQWDUMXQWR´$)UHVQRÂł6yTXHULDXPDP~VLFD SUDIDODUGDTXHOHWHPSRTXHÂżFRXSDUDQyVGRLV´$ mĂşsica estĂĄ na origem do gĂŞnero lĂ­rico, pois o terPROtULFRYHPGHÂłOLUD´LQVWUXPHQWRPXVLFDO/HLD com atenção, o poema de Casimiro de Abreu: DEUS Eu me lembro! Eu me lembro! Era pequeno (EULQFDYDQDSUDLDRPDUEUDPLD E, erguendo o dorso altivo, sacudia A branca escuma para o cĂŠu sereno. E eu disse a minha mĂŁe nesse momento: “Que dura orquestra! Que furor insano! Que pode haver maior que o oceano, 2XTXHVHMDPDLVIRUWHGRTXHRYHQWR"´ Minha mĂŁe a sorrir olhou p’ros cĂŠus E respondeu: - “Um ser que nĂłs nĂŁo vemos É maior do que o mar que nĂłs tememos, 0DLVIRUWHTXHRWXImR0HXÂżOKRpÂą'HXV´ O poema, por pertencer ao gĂŞnero lĂ­rico, tem como caracterĂ­stica essencial a musicalidade, que ĂŠ conferida pelos seguintes elementos: (A) (B) (C) (D) (E)

aliteração e metåfora. DVVRQkQFLDHRQRPDWRSpLD mÊtrica e rima. mÊtrica e metåfora. DVVRQkQFLDHHYRFDomR

12. (UFSM) Leia, com atenção, o poema de Vinicius de Moraes: TRECHO Quem foi, perguntou o Celo Que me desobedeceu? Quem foi que entrou no meu reino E em meu ouro remexeu? Quem foi que pulou meu muro E as minhas rosas colheu?

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Literatura Quem foi, perguntou o Celo E a Flauta falou: fui eu. Mas quem, a Flauta disse Que no meu quarto surgiu? Quem foi que meu deu um beijo E em minha cama dormiu? Quem foi que fez perdida E que me desiludiu? Quem foi, perguntou a Flauta E o velho Celo sorriu. O poema, um diĂĄlogo entre dois instrumentos musicais, ĂŠ composto por duas estrofes com versos isomĂŠtricos (A) (B) (C) (D) (E)

em redondilha menor e somente rima rica. em redondilha maior e somente rima pobre. ocotossĂ­labos e somente rima rica. em redondilha menor com rima rica e pobre. em redondilha maior com rima rica e pobre

13. (UCS) Com base na Carta do Achamento, de Pero 9D] GH &DPLQKD FRQVLGHUH DV VHJXLQWHV D¿UPDçþes. I - Na Carta, o escrivão Caminha descreve o descobrimento de uma nova terra, chamando a atenção para a beleza natural, a fertilidade, a cordialidade dos índios e as riquezas. II - No texto,Ê possível perceber um dos objetivos da expansão marítima de Portugal: catequização dos gentios para a ampliação do mundo cristão. III - A Carta, um dos relatos que fazem parte da literatura informativa sobre o Brasil, Ê considerada mais um documento histórico do que uma obra literåria. 

'DVDÂżUPDWLYDVDFLPDSRGHVHGL]HUTXH (A) (B) (C) (D) (E)

apenas I estĂĄ correta. apenas III estĂĄ correta. apenas I e II estĂŁo corretas. apenas II e III estĂŁo corretas. I, II e III estĂŁo corretas.

14. (UFRGS) Leia os seguintes fragmentos. 1. Viu, um deles, umas contas de rosårio, brancas, e DFHQRXTXHOKDVGHVVHPIROJRXPXLWRFRPHODVH ODQoRXDV DR SHVFRoR GHSRLV WLURXDV H HQURORX as no braço e acenava para a terra e então para as contas e para o colar do Capitão, como [a dizer] que dariam ouro por aquilo. Isso entendíamos nós, SRUDVVLPGHVHMDUPRVPDVVHHOHTXHULDGL]HUTXH levaria as contas e mais o colar, isto não queríamos nós entender porque não havíamos de dar. Extraído de: Pero Vaz de Caminha, Carta ao Rei D. Manuel, do sÊculo XVI.

2. Velas baixaram. E desembarcaram. - Terra, como ĂŠ teu nome? Cortaram pau. Saiu sangue. - Isso ĂŠ Brasil ! No outro dia O sol do lado de fora assistiu missa. Terra em que Deus anda de pĂŠ no chĂŁo!

outros chegaram depois. Outros. Mais outros, - Queremos ouro! $ÀRUHVWDQmRUHVSRQGHX Então (OHV PDUFKDUDP SRU XPD JHRJUD¿DGRVHPOKH DFKDU¿P Rios enigmåticos apontavam o Oeste. A ågua obediente conduziu o homem. Começou daí um Brasil sem-história-certa. A terra acordou-se com o alarido de caça Mato-grande foi cúmplice de novas plantaçþes de sangue. Extraído de: Raul Bopp, História, parte de Poemas brasileiros, de 1946. Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seJXLQWHVD¿UPDo}HVVREUHHVVHVIUDJPHQWRV

( ) O eu-lírico do poema de Bopp denuncia a forma violenta como se deu a colonização do Brasil, o que pode ser evidenciado nas duas RFRUUrQFLDVGDSDODYUD³VDQJXH´ ( ) O fragmento da carta de Caminha expþe a intenção dos portugueses de trocar colares pó metais preciosos existentes na nova terra. ( ) O texto de Bopp, ao referir que começou ³XP %UDVLO VHPKLVWyULDFHUWD´ H[HPSOL¿FD D perspectiva moder-nista de releitura crítica do passado nacional. ( ) Ambos os fragmentos, embora pertencentes a pSRFDV GLVWLQWDV UHD¿UPDP D VXSUHPDFLD GR interesse religioso da conquista ao referirem, UHVSHFWLYDPHQWH³FRQWDVGRURViULR´H³PLVVD´ A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, Ê (A) (B) (C) (D) (E)

V–V–V–F F–F–V–V V–F–V–F F–V–F–V V–F–F–F

Testes 2 - 13


Literatura 15. (UFRGS) Leia os fragmentos abaixo, de Pero de Magalhães Gandavo e de Jean de LÊry, respectivamente, escritos no sÊculo XVI. 1 - Estes índios são de cor baça e cabelo correGLRWrPRURVWRDPDVVDGRHDOJXPDVIHLo}HV dele à maneira de chins. Pela maior parte são EHP GLVSRVWRV ULMRV H GH ERD HVWDWXUD JHQte mui esforçada e que estima pouco morrer, temeråria na guerra e de muito pouca consideração. São desagradecidos em grande maneira e muito desumanos e cruÊis, inclinados a pelejar, e vingativos por extremo. [...] São muito desonestos e dados à sensualidade, e assim se entregam aos vícios como se neles não houvera razão de homens. 2 - De tal modo que, tendo eu vivido com eles, FRQ¿DULDPDLVQHOHVHGHIDWRHVWDYDPDLVVHguro em meio àquele povo que chamamos selvagem do que me sinto hoje em alguns lugares de nossa França, com franceses desleais e degenerados. 

&RQVLGHUH DV VHJXLQWHV D¿UPDo}HV VREUH HVVHV fragmentos. I - Gandavo enfatiza os aspectos físicos agradåveis dos indígenas, por ele comparados a elementos da natureza americana. II - Tanto Gandavo quanto Jean de LÊry contestam a humanidade dos indígenas, ao destacarem sua selvageria e degeneração moral. III - Ao atribuir aos indígenas brasileiros valores TXHQmRUHFRQKHFLDHPFRQWHUUkQHRVVHXVR francês Jean de LÊry desmente a perspectiva etnocêntrica que fundamentou a maior parte dos textos de viajantes. Quais estão corretas? (A) (B) (C) (D) (E)

apenas I apenas II apenas III apenas II e III I, II e III

16. $VVLQDOHFRP9 YHUGDGHLUR RX) IDOVR DVD¿UPDçþes abaixo sobre a Literatura de Informação no Brasil. ( ) A carta de Pero Vaz de Caminha, enviada ao rei D. Manuel I, circulou amplamente entre a nobreza e o povo português da Êpoca. ( ) Os textos informativos apresentavam, em geral, uma estrutura narrativa, pois esta se adaptava melhor aos objetivos dos autores de falar das coisas que viam.

( ) Os textos que informavam sobre o Novo Mundo despertavam grande curiosidade entre o pĂşblico europeu, estando os de AmĂŠrico VespĂşcio entre os mais divulgados no inĂ­cio do sĂŠculo XVI. ( ) Pero de MagalhĂŁes Gandavo ĂŠ o autor dos textos Tratado da Terra do Brasil e HistĂłria da ProvĂ­ncia de Santa Cruz a que Vulgarmente Chamamos Brasil. A sequĂŞncia correta de preenchimento dos parĂŞnteses, de cima para baixo, ĂŠ (A) (B) (C) (D) (E)

V–F–V–V V–F–F–F F–V–V–V F–F–V–V V–V–F–F

17. (UFSM) ³$V iJXDV VmR PXLWDV LQ¿QLWDV (P WDO maneira Ê graciosa que querendo-a aproveitar, GDUVHiQHODWXGRSRUFDXVDGDViJXDVTXHWHP Contudo, o melhor fruto que dela se pode tirar parece-me que serå salvar esta gente. E esta deve ser principal semente que Vossa Alteza em ela GHYHDOFDQoDU´ Visþes otimistas sobre as potencialidades da natuUH]DHGRVLQGLYtGXRVDH[HPSORGRTXHVHYHUL¿FD no trecho transcrito, são comuns no período coloQLDO$VVLQDOHDDOWHUQDWLYDTXHLGHQWL¿FDRVWH[WRV que transmitiam esse tipo de mensagem. (A) (B) (C) (D) (E)

 LRJUD¿DVGHVDQWRV % Sermþes eucarísticos Ficção regionalista Literatura informativa Gênero lírico

18. (UFSM) Sobre a literatura produzida no primeiro VpFXORGDYLGDFRORQLDOEUDVLOHLUDpFRUUHWRD¿UPDU que: (A) Ê formada principalmente de poemas narrativos e textos dramåticos que visavam à catequese. (B) inicia com a ProsopopÊia, de Bento Teixeira. (C) Ê constituída por documentos que informam acerca da terra brasileira e pela literatura jesuítica. (D) os textos que a constituem apresentam evidente preocupação artística e pedagógica. (E) GHVFUHYH FRP ¿GHOLGDGH H VHP LGHDOL]Do}HV a terra e o homem, ao relatar as condiçþes encontradas no Novo Mundo.

Testes 2 - 15


Literatura 19. UFRGS) Leia o texto abaixo, extraĂ­do da Carta de Pero Vaz de Caminha. “O CapitĂŁo, quando eles vieram, estava sentado em uma cadeira, bem vestido, com um colar de ouro mui grande ao pescoço, e aos pĂŠs uma alcaWLID  SRU HVWUDGR >@ (QWUDUDP 0DV QmR Âż]HUDP sinal de cortesia, nem de falar ao CapitĂŁo nem a ninguĂŠm. PorĂŠm um deles pĂ´s olho no colar do CapitĂŁo, e começou de acenar com a mĂŁo para a terra e depois para o colar, como que nos dizendo que ali havia ouro. [...] Viu um deles umas conWDVGHURViULREUDQFDVDFHQRXTXHOKDVGHVVHP folgou muito com elas, e lançou-as ao pescoço. Depois tirou-as e enrolou-as no braço e acenava para a terra e de novo para as contas e para o colar do CapitĂŁo, como dizendo que dariam ouro por DTXLOR´    DOFDWLIDWDSHWH



(C) apenas III (D) apenas II e III (E) I, II e III 21. UFSM) Considerando a produção de JosÊ de Anchieta, assinale verdadeira (V) ou falsa (F) em FDGDXPDGDVD¿UPDo}HVVHJXLQWHV ( ) A poesia, escrita para ser lida, cantada ou representada, apresenta características líricas que conferem a ela um relativo sentido de permanência. ( ) As obras reproduzem a missão catequizadora empreendida pelo autor. ( ) A poesia incorpora e desenvolve a såtira e o galanteio, dois aspectos muito encontrados na produção da Êpoca.

&RQVLGHUHDVVHJXLQWHVDÂżUPDo}HVVREUHRWH[WR

A sequĂŞncia correta ĂŠ

I - As palavras de Caminha evidenciam o confronto entre civilização e barbårie vivenciado pelos portugueses na chegada ao Brasil. II - A interpretação que o escrivão då aos gestos do índio em relação ao colar do Capitão corrobora a intenção dos portugueses em explorar as possíveis jazidas de ouro da terra recÊm descoberta. III - No trecho selecionado, Caminha sugere uma pråtica que virå a se tornar corrente nas relaçþes entre portugueses e silvícolas: o escambo (a permuta) de produtos da terra por artigos manufaturados europeus.

(A) (B) (C) (D) (E)

V–F–F F–F–V F–V–F V–V–F V–F–V

As questþes 46 e 47 se referem ao seguinte fragPHQWR GR SRHPD ³$ 6DQWD ,QrV´ GH -RVp GH$Qchieta: 1. 2. 3. 4.

Cordeirinha santa, de Jesus querida, vossa santa vinda, o diabo espanta.

5. 6. 7. 8.

Por isso vos canta, com prazer, o povo, porque vossa vinda lhe dĂĄ lume novo.

9. 10. 11. 12.

Nossa culpa escura fugirå depressa, pois vossa cabeça vem com luz tão pura

Quais estĂŁo corretas? (A) (B) (C) (D) (E)

apenas I apenas II apenas I e II apenas II e III I, II e III

20. (UFRGS) Considere o enunciado abaixo e as trĂŞs propostas para completĂĄ-lo.  $RÂżQDOGHVXD&DUWDDRUHL'0DQXHOVREUHRGHVFREULPHQWRGR%UDVLO3HUR9D]GH&DPLQKDDÂżUPD nĂŁo ter sido encontrado “ouro, nem prata, nem coiVDDOJXPDGHPHWDORXIHUUR´HHQIDWL]DFRPRDV maiores riquezas da terra recĂŠm-descoberta... I - A formosura da praia e a extensĂŁo da terra e do arvoredo, que se perdem de vista. II - $V iJXDV LQÂżQGDV SRLV TXHUHQGR DSURYHLWDU esta terra, “dar-se-ĂĄ nela tudo, por bem das iJXDVTXHWHP´ III - A sua gente e a possibilidade de convertĂŞ-la ao Cristianismo. Quais estĂŁo corretas? (A) apenas I (B) apenas II

22. (UFSM)'HDFRUGRFRPRWH[WRpFRUUHWRDÂżUPDU TXHDYLQGDGDVDQWDpEHQpÂżFDSRUTXHDIDVWD (A) (B) (C) (D) (E)

o mal o lume antigo a escuridĂŁo noturna o espanto a cordeirinha

23. UFSM)&RQVLGHUHDVDÂżUPDWLYDVVREUHRIUDJPHQto e, em cada uma, assinale (V) se for verdadeira ou (F) se for falsa. I - Em todas as estrofes encontra-se um esquema de rimas ABCD.

Testes 2 - 17


Literatura II - Tanto no verso 1 como no 5 e no 7, o metro Ê de 5 sílabas sonoras. III - Na segunda estrofe, encontra-se aliteração de /p/. IV - $VSDODYUDV³VDQWD´ Y H³GLDER´ Y VmRGH emprego constante no discurso cristão, o que indica que a obra foi escrita de acordo com a estÊtica årcade. A sequência correta Ê (A) (B) (C) (D) (E)

F–V–V–F V–V–V–F F–F–F–V F–V–F–V V–F–V–F

24. (UFSM) Leia o seguinte trecho da Carta de Pero Vaz de Caminha: “TambĂŠm andavam entre eles quatro ou cinco mulheres moças, nuas como os homens, que nĂŁo se apresentavam mal. Uma delas andava toda tingida daquela tintura preta, numa coxa, do joelho atĂŠ R TXDGULO H D QiGHJD H WRGR R UHVWR GH VXD FRU natural. Uma outra trazia ambos os joelhos com as curvas assim igualmente tintos de preto, bem como os colos dos pĂŠs, e suas vergonhas tĂŁo nuas e com tanta inocĂŞncia descobertas, que nĂŁo havia QLVVRYHUJRQKDDOJXPD´ 

eFRUUHWRD¿UPDUDUHVSHLWRGDSDVVDJHPTXH (A) as indígenas se sentiam constrangidas por VXD QXGH] D UD]mR GH VXD ¿GHOLGDGH DR cristianismo. (B) Caminha revela-se impressionado com a semelhança entre os håbitos dos nativos e os dos portugueses. (C) a língua empregada na sua redação Ê a do colonizador, que não era conhecida pelos nativos. (D) Ê a única passagem da Carta que se refere ao comportamento dos indígenas. (E) Caminha considerava o fato de os índios se apresentarem nus aos portugueses uma atitude hostil e agressiva constituindo provocação para a guerra.

25. UFSM)eFRUUHWRDÂżUPDUTXHD&DUWDGH3HUR9D] de Caminha (A) p XPD UHĂ€H[mR D UHVSHLWR GD FLYLOL]DomR portuguesa dirigida a Pedro Ă lvares Cabral. (B) tenta descrever aspectos da realidade da terra, sendo dirigida a D. Manuel. (C) ĂŠ um texto religioso redigido em linguagem barroca, dirigido a JosĂŠ de Anchieta. (D) relata detalhes da chegada dos portugueses Ă s Ă­ndias, no sĂŠculo XVI. (E) ĂŠ um texto do teor intimista, a respeito da vida amorosa do navegador.

Gabarito 01. B

02. B

03. A

04. E

05. B

06. B

07. C

08. A

09. E

10. C

11. C

12. E

13. E

14. C

15. C

16. D

17. D

18. C

19. E

20. C

21. D

22. A

23. A

24. C

25. B

Testes 2 - 19


Português 01. Nos verbos de todas as frases deve ser utilizado um acento agudo, exceto no da alternativa (A) O desejo de progresso reúne os indivíduos no trabalho cooperativo. (B) Todos constituíram os esforços peia harmonia social. (C) O homem evolui graças a sucessivos acordos com seus semelhantes (D) ,Q~PHURV DWRV GH ERD YRQWDGH LQÀXtUDP QD transformação das relaçþes sociais. (E) Só se constroi a paz com a participação de todos os homens. 02.7RGDVDVSDODYUDVUHFHEHPDFHQWRJUi¿FRQDDOWHmativa (A) (B) (C) (D) (E)

instituia - instituĂ­ram - instituĂ­sse proibimos - proibe - proibia saimos - saiu - saĂ­ram contribuirĂŁo - contribuĂ­ram - contribuĂ­ste LQĂ€XLXLQĂ€XtDPRVLQĂ€XtUHP

03. Em todas as frases deve ser utilizado um acento FLUFXQĂ€H[Rexceto na alternativa

06. Qual das seguintes palavras perderia o acento JUiÂżFRVHIRVVHSDVVDGDSDUDRVLQJXODU" (A) (B) (C) (D) (E)

cenĂĄrios. raĂ­zes. automĂłveis. indĂşstrias. paĂ­ses.

07. A frase em que duas palavras devem ser acentuadas Ê (A) Devido ao ruido constante, ao ritmo acelerado da vida, torna-se importante cultivarmos momentos de calma. (B) $FRUGHV KDUPRQLRVRV ÀXLDP HP QRVVD GLUHção, vindos da sala de concerto. (C) Muitas emoçþes humanas tem sido manifestadas atravÊs das composiçþes musicais. (D) Defendem alguns o principio de que determinados sons provocam reaçþes inusitadas nos seres humanos. (E) Um ålbum com quatro Cds importados pode custar uma pequena fortuna 08. $~QLFDSDODYUDTXHGHYHUHFHEHUDFHQWRJUi¿FRp

(A) O Japão mantem-se na vanguarda tecnológica. (B) Os paies do Primeiro Mundo retem a supremacia econômica (C) O atraso e a misÊria detem o progresso nos paises do Terceiro Mundo. (D) Ele preve uma internacionalização acelerada do Mundo. (E) Muitos países do Terceiro Mundo reveem sua política educacional.

(A) (B) (C) (D) (E)

09. Assinale a opção em que todas as palavras seJXHP D PHVPD UHJUD GH DFHQWXDomR JUi¿FD GH ordinårios.

04. A frase que apresenta erro de acentuação Ê (A) $VHVSpFLHVDQLPDLVVDFUL¿FDGDVHPH[SHULrQFLDV FLHQWt¿FDV GHYHP FRQIRUPH R FDVR VHU repostas. (B) Os chamados autotransplantes mantêm freqßentemente a vida do indivíduo. (C) FiÊis a suas posiçþes, cientistas saíram às ruas em protesto contra o corte de verbas para pesquisa. (D) Para o estudo do funcionamento dos órgãos, foram utilizados protótipos. (E) eEDVWDQWHSURYiYHOTXHKLSyWHVHVFLHQWt¿FDV hoje consideradas meros voos da fantasia sejam amanhã defendidas com veemência. 05. Todas as palavras devem receber acento JUi¿FR em (A) (B) (C) (D) (E)

possuirmos - violencia - virus - sensiveis proibem - gas - juri-abdomen egoismo - bisturi - carater - espontaneo VXSHUĂ€XRLWHQVĂ€XRUFHX nausea - gratuito - assembleia - orgĂŁo

itens bisturi ideia proibe possuirmos

(A) (B) (C) (D) (E)

FRQVFLrQFLDFRQVWUyLDOWHUQkQFLD negĂłcio - interferĂŞncia - mĂ­nimo DJULFRODDXVrQFLDDOWHUQkQFLD LQIkQFLDiUHDVDFULItFLR memĂłria - tecnolĂłgico - razoĂĄvel

10. Assinale a alternativa em que a acentuação das palavras ocorre por motivo idêntico ao da seqßência ANANà S, INCR�VEL E INFLU�-LO. (A) contê-lo, saudåvel, prejuízo (B) HQIUHQWiODJHRJUi¿FDUDt]HV (C) DWpHTXLOtEULRFLHQWt¿FR (D) lê, provåvel, maníaco (E) revê-la, ciência, juízo 11. &RQVLGHUH DV VHJXLQWHV D¿UPDo}HV DFHUFD GH acentuação. I - A mesma regra determina a acentuação grå¿FDGDVSDODYUDV Laís (I. 8) eQLQJXpP (I 10). II - 2HPSUHJRGRDFHQWRJUi¿FRHP adolescência (I. 6) e próprio (I. 15) decorre da mesma regra.

Testes 2 - 21


PortuguĂŞs III - A palavra pĂ´steres (I. 11) recebe acento grĂĄÂżFRHPYLUWXGHGHVHURSOXUDOGHXPDSDODYUD acentuada. Quais estĂŁo corretas? (A) (B) (C) (D) (E)

Apenas I. Apenas II. Apenas III. Apenas I e II. I, IIe III.

12. Os vocĂĄbulos SUHIHUtYHO FRQVWUyL e destruĂ­da sĂŁo acentuados, respectivamente, pelo mesmo motivo que (A) (B) (C) (D) (E)

hĂ­fen, cĂŠu, viĂşva revĂłlver, LĂ­sias, TaĂ­s solĂşvel, miosĂłtis, vĂŞ mĂłveis, vĂŠu, eles intervĂŞm VĂŠnus, rapĂŠ, Ă­amos

13. A regra que determina o uso de acento em contribuĂ­ram ĂŠ a mesma que prescreve seu uso na palavra (A) (B) (C) (D) (E)

frequĂŞncia previsĂ­vel individuos conteĂşdos FLHQWLÂżFR

14. Assinale a alternativa que apresenta uma palavra TXHQmRUHFHEHDFHQWRJUiÂżFRTXDQGRQDVXDIRUma singular. (A) (B) (C) (D) (E)

etĂ­opes fĂłsseis indivĂ­duos caracterĂ­sticas raĂ­zes

15.&RQVLGHUHDVVHJXLQWHVD¿UPDo}HVVREUHDDFHQWXDomRJUi¿FDQRWH[WR I - A palavra risívelUHFHEHRDFHQWRJUi¿FRSHOD mesma regra que preceitua o uso do acento em ridículo II - A palavra possuído UHFHEH R DFHQWR JUi¿FR peta mesma regra de ai. III - 6HIRVVHUHWLUDGRRDFHQWRJUi¿FRGDVSDODYUDV YiULDVS~EOLFD eHVWi esta alteração provocaria c surgimento de outras palavras da Língua Portuguesa. Quais estão corretas ? (A) (B) (C) (D) (E)

Apenas I. Apenas II. Apenas I e III. Apenas II e III. I. II e III.

16. ......... a postos elevados porque ......... competĂŞncia e nunca ......... quaisquer .......... (A) (B) (C) (D) (E)

Ascendeu - possui - reivindicou - privilĂŠgios. Ascendeu - possui - reivindicou - previlĂŠgios. Acendeu - possue - reinvidicou - privilĂŠgios. Ascendeu - possue - reivindicou - privilĂŠgios. Ascendeu - possue - reivindicou - previlĂŠgios.

17. Com .......... nĂŁo raro .........., ele perseguiu a fama (A) (B) (C) (D) (E)

tenacidade - obscecada tenacidade - obcecada tenascidade - obscecada tenascidade - obcecada tenacidade - obsecada

18. Uma falsa meiguice emcobria-lhe a .......... e a falta de .......... (A) (B) (C) (D) (E)

rigidĂŞs - compreensĂŁo rigidez - compreensĂŁo rijidez - compreensĂŁo rijidĂŞs - comprensĂŁo rigidĂŞz - comprensĂŁo

19. A .......... de exportaçþes .......... receberå nosso .......... (A) (B) (C) (D) (E)

expansão - excedentes - apoio expansão - excedentes - apôio expanção - escedentes - apôio expanção - escedentes - apoio expanção - excedentes - apôio

20. O diretor UDWLÂżFDQGR o que fora dito pelo eminente A B professor, nĂŁo deferiu o requerimento do aluno C que infringiu as normas da escola. Sem erro. E D 21. Solicitaram a .......... da .......... de anĂĄlises quĂ­miFDVSDUDSURPRYHUHPXPDEHQHÂżFHQWHHP favor dos menos .......... (A) (B) (C) (D) (E)

cessão - seção - sessão - previlegiados sessão - secção - cessão - privilegiados cessão - seção - sessão - privilegiados seção - cessão - sessão - previlegiados cessão - sessão - secção - privilegiados

22. Eis algumas sugestþes de atividades de lazer: realização de passeios e excursþes , organização A de campanhas de caråter EHQH¿FHQWH e pråticas B A

Testes 2 - 23


Português esportivas como campeonatos e outras disputas. D Sem erro. E 23. Neste

interim , alguns quizeram protestas e A B

houve  GLVFXVV}HV LQHVSHUDGDV DV FRLVDV YROWDC ram, porém, espontaneamente , à normalidade. D Sem erro. E

24. É bom lembrar, para aliviar possíveis mágoas que A as notas não são a única medida do valor de um B homem. A avaliação escolar é um diagnóstico muitas vezes imprescindível que indica se o aluno C pode ascender a níveis mais complexos de aprenD dizagem. Sem erro. E

25. É .......... que o relato seja .......... (F) imprecindível - sucinto (G) imprescindivel - suscinto (H) imprescindível - suscinto (I) imprecindivel - suscinto (J) imprescindível - sucinto

Gabarito 01. C

02. A

03. A

04. C

05. B

06. B

07. C

08. D

09. D

10. A

11. B

12. A

13. D

14. E

15. D

16. A

17. B

18. B

19. A

20. E

21. C

22. E

23. B

24. E

25. E

Testes 2 - 25


Biologia 01. Embora a gripe esteja entre as enfermidades humanas mais freqĂźentes, ainda nĂŁo se conseguiu SURGX]LUXPDYDFLQDVXÂżFLHQWHPHQWHHÂżFD]DSRQto de erradicĂĄ-la. Isso se deve ao fato de:

05. O microorganismo Vibrio cholerae, causador de um quadro de diarrĂŠia intensa conhecido como cĂłlera, ĂŠ um tipo de organismo unicelular. 

(A) a gripe não ser doença contagiosa. (B) o vírus que a transmite ser incapaz de provocar a formação de anticorpos. (C) o vírus que a transmite ser altamente mutante. (D) a gripe não ser uma doença deletÊria. (E) a gripe não ser provocada por vírus.

$VVLQDOHDDOWHUQDWLYDTXHLGHQWLÂżFDFRUUHWDPHQWH o tipo de organismo e o reino ao qual pertence. (A) (B) (C) (D) (E)

bactÊria – monera. bactÊria – protista. protozoårio – protista. vírus – monera. vírus – protista.

02. Analise as proposiçþes: I - 29tUXVGD,PXQRGH¿FLrQFLD+XPDQDDWDFDRV linfócitos humanos, impedindo que reconheçam e destruam agentes estranhos que entram no organismo. II - 2 SHUtRGR GH LQFXEDomR GD ,PXQRGH¿FLrQFLD Humana pode ser de atÊ 10 anos e, nesse período, o portador não Ê capaz de infectar outros indivíduos. III - 29tUXVGD,PXQRGH¿FLrQFLD+XPDQDSRGHVHU encontrado em secreçþes do corpo humano, como sêmem, sangue, saliva, lagrimas, leite materno. Estå(ão) correta(s): (A) I apenas. (B) I e II apenas. (C) I e III apenas. (D) II e III apenas. (E) I, II e III. 03.$SDODYUD³FpOXOD´HWLPRORJLFDPHQWHYHPGHcela, que quer dizer pequena cavidade. Todos os organismos vivos são formados por cÊlulas, à exceção dos(as): (A) fungos. (B) bactÊrias. (C) vírus. (D) cianobactÊrias. (E) protozoårios.

06. Indique a alternativa que apresenta doenças causadas por bactÊrias: (A) (B) (C) (D)

gripe, herpes, raiva, poliomielite, sarampo. tÊtano, gripe, lepra, poliomielite, tuberculose. tuberculose, tÊtano, difteria, febre tifóide, raiva. febre tifóide, catapora, tÊtano, poliomielite, difteria. (E) lepra, tuberculose, tÊtano, febre tifóide, difteria. 07.FRQVLGHUHDVVHJXLQWHVD¿UPDo}HVVREUHDVEDFtÊrias: I - Reproduzem-se de forma assexuada, por divisão binåria, ou sexuada, por transformação, transdução e conjugação. II - No processo de conjugação, bactÊrias utili]DPVHGHSrORVVH[XDLVD¿PGHWUDQVIHULUHP material genÊtico para outras bactÊrias. III - Embora associadas quase sempre a doenças, muitas bactÊrias são utilizadas na produção de alimentos, um exemplo são as bactÊrias do gênero Streptococcus empregadas na produção de queijos. Estå(ão) correta(s) (A) apenas I. (B) apenas II. (C) apenas III.

(D) apenas I e II. (E) I, II e III.

04. Qual dos grupos apresentados reúne apenas doenças causadas por vírus?

08. Uma linhagem de bactĂŠrias sensĂ­veis a um antibiĂłtico ĂŠ capaz de tornar-se resistente ao mesmo quando, em seu meio de cultura, ĂŠ adicionado DNA das bactĂŠrias resistentes. Tal fenĂ´meno ocorre, porque:

(A) rubĂŠola, poliomielite, tĂŠtano, febre amarela e malĂĄria (B) hepatite infecciosa, febre amarela, rubĂŠola, poliomielite e varĂ­ola (C) malĂĄria, catapora, caxumba, sarampo e rubĂŠola (D) tĂŠtano, poliomielite, tuberculose, gripe e rubĂŠola (E) sarampo, varĂ­ola, malĂĄria, febre amarela e hepatite infecciosa

(A) as bactÊrias sensíveis adquirem a resistência que foi provocada pelo antibiótico. (B) as bactÊrias sensíveis mudaram o seu comportamento devido à mudança do meio de cultura. (C) o DNA das bactÊrias resistentes anulou a expressão do DNA das sensíveis. (D) o código genÊtico das bactÊrias sensíveis foi substituído pelo das resistentes. (E) o DNA das bactÊrias resistentes foi incorporado às bactÊrias sensíveis.

Testes 2 - 27


Biologia 09.(VWDTXHVWmRDSUHVHQWDGXDVDÂżUPDo}HVSRGHQGRDVHJXQGDVHUXPDUD]mRSDUDDSULPHLUD0DUTXH (A) (B) (C) (D) (E)





VHDVGXDVDÂżUPDo}HVIRUHPYHUGDGHLUDVHDVHJXQGDIRUXPDMXVWLÂżFDWLYDGDSULPHLUD VHDVGXDVDÂżUPDo}HVIRUHPYHUGDGHLUDVHDVHJXQGDQmRIRUXPDMXVWLÂżFDWLYDGDSULPHLUD VHDSULPHLUDDÂżUPDomRIRUYHUGDGHLUDHDVHJXQGDDÂżUPDomRIRUIDOVD VHDSULPHLUDDÂżUPDomRIRUIDOVDHDVHJXQGDDÂżUPDomRIRUYHUGDGHLUD VHDSULPHLUDHDVHJXQGDDÂżUPDo}HVIRUHPIDOVDV

3ULPHLUDDÂżUPDomR: As bactĂŠrias e as cianobactĂŠrias sĂŁo designadas como cĂŠlulas procariotas, porque, 6HJXQGDDÂżUPDomR: Em contraste com as cĂŠlulas ditas eucariotas, as bactĂŠrias e as algas azuis possuem caracterĂ­sticas estruturais mais simples, destacando-se a ausĂŞncia do envoltĂłrio nuclear e do retĂ­culo endoplasmĂĄtico.

13. Associe a coluna da esquerda de acordo com a coOXQDGDGLUHLWDHLQGLTXHD V D¿UPDWLYD V FRUUHWD V  1 – Doenças causadas por bactÊrias 2 – Doenças causadas por vírus

10. As bactĂŠria podem ser aerĂłbias ou anaerĂłbias, podem sintetizar matĂŠria orgĂŁnica a partir de inorJkQLFDSHODTXLPLRVVtQWHVHRXVHUHPKHWHUyWURIDV podem ter vida livre ou serem parasitas. As CiaQREDFWpULDV VmR FORURÂżODGDV SRUWDQWR DXWyWURIDV aerĂłbias e de vida livre.

(A) 1-A, 1-B , 1-C, 1-E (B) 1-H, 1-I, 2-F, 2-G (C) 1-B, 1-E, 2-H, 2-G (D) 1-B, 1-C, 2-D, 2-F (E) 1-B, 2-D, 2-F, 2-H

Embora apresentem algumas diferenças, são clasVL¿FDGDV GHQWUR GR 5HLQR 0RQHUD SRUTXH WrP HP comum: (A) o tipo de membrana envoltória. (B) o tipo de plasto e pigmento para sintetizar PDWpULDRUJkQLFD (C) a mesma maneira de obter energia. (D) características de procariontes. (E) o mesmo material genÊtico (DNA).

14.&RQVLGHUHDVVHJXLQWHVD¿UPDWLYDV I - Cólera, rubÊola e botulismo são exemplos de infecçþes bacterianas. II - BactÊrias se reproduzem principalmente por meio de conjugação, um mecanismo de reprodução assexuada. III - BactÊrias possuem um único cromossomo. Entretanto, podem conter material genÊtico adicional na forma de plasmídeos. IV - Existem bactÊrias cujo habitat natural apresenta temperatura em torno de 72 °C.

11. Um paciente queixou-se ao oftalmologista de irritação e coceira nos olhos. O exame de secreção FRQMXQWLYDODFXVRXSUHVHQoDGHHVWD¿ORFRFRV3DUD combater a infecção, o mÊdico deve ter receitado: (A) (B) (C) (D)

um antibiĂłtico por se tratar de um vĂ­rus. um antibiĂłtico por se tratar de uma bactĂŠria. um fungicida por se tratar de uma micose. XP DQWLLQĂ€DPDWyULR SRU VH WUDWDU GH XP protozoĂĄrio. (E) XP DQWLLQĂ€DPDWyULR SRU VH WUDWDU GH DOHUJLD D poeira. 12. O material hereditĂĄrio dos retrovĂ­rus ĂŠ o (1). Esses vĂ­rus apresentam uma enzima, a transcriptase reversa, capaz de produzir molĂŠculas de (2) a partir de (3). Indique a alternativa que preenche de forma adequada as lacunas 1, 2 e 3. (A) RNA - RNA - DNA (B) DNA - RNA - DNA (C) RNA - DNA - RNA

(D) DNA - DNA - RNA (E) DNA - RNA - RNA

(A) TĂŠtano (B) Caxumba & 6tÂżOLV (D) Sarampo (E) Tuberculose (F) Raiva (G) Hepatite (H) HansenĂ­ase (Lepra) (I) CĂłlera



$VVLQDOH D DOWHUQDWLYD TXH FRQWpP DV DÂżUPDWLYDV CORRETAS: (A) I e II. (B) II, III e IV. (C) II e III.

(D) I, II e III. (E) III e IV.

15. As cianobactĂŠrias sĂŁo procariontes. Ao ponto de vista natural, tipicamente suas cĂŠlulas demonstrariam a ausĂŞncia de: (A) (B) (C) (D) (E)

membrana plasmĂĄtica. membrana nuclear. parede celular. inclusĂľes sĂłlidas. polissomas.

Testes 2 - 29


Biologia 2DOWRJUDXGHLQGHSHQGrQFLDGHDOJXQVRUJkQXORV citoplasmĂĄticos levou Ă elaboração da “hipĂłtese HQGRVVLPELyWLFD´HVVHVRUJkQXORVWHULDPVHRULJLnado de procariontes de vida livre, possivelmente bactĂŠrias, que em algum momento associaram-se DXPDFpOXODGHHXFDULRQWH(VVHVRUJkQXORVVmR os: (A) (B) (C) (D) (E)

19. Considerando os sais minerais e suas respectivas funçþes no organismo, correlacione as colunas: (A) Ferro (B) sódio, potåssio, cloro (C) Cålcio (D) MagnÊsio

FtOLRVHĂ€DJHORV cloroplastos e lisossomos. cloroplastos e as mitocĂ´ndrias. lisossomos e as mitocĂ´ndrias. FHQWUtRORVRVFtOLRVHRVĂ€DJHORV

17. Em cÊlulas procarióticas, podem ser encontradas as seguintes estruturas celulares: (A) parede celular, membrana plasmåtica, sistema de endomembranas completo com envoltório nuclear. (B) parede celular, membrana plasmåtica, ribossomos, um cromossomo. (C) membrana plasmåtica, sistema de endomembranas completo, citoesqueleto. (D) parede celular, ribossomos, cloroplastos. (E) parede celular, sistema de endomembranas com vacúolos, citoesqueleto. 18. As principais diferenças entre uma cÊlula vegetal típica e uma cÊlula animal típica são: (A) presença de membrana plasmåtica e núcleo na cÊlula animal e ausência destas estruturas na cÊlula vegetal. (B) presença de mitocôndrias e plastídios na cÊlula vegetal e ausência destas estruturas na cÊlula animal. (C) presença de complexo de Golgi e mitocôndrias na cÊlula animal e ausência dessas estruturas na cÊlula vegetal. (D) presença de plastídeos e parede celulósica na cÊlula vegetal e ausência destas estruturas na cÊlula animal. (E) presença de mitocôndrias e parede celulósica na cÊlula vegetal e ausência destas estruturas na cÊlula animal.

( ) )RUPD D FORUR¿OD H age na síntese de proteínas. ( ) Importante para o equilíbrio de íons do corpo, agindo tambÊm no impulso nervoso. ( ) Forma a hemoglobina dos glóbulos vermelhos e respiração celular. ( ) Forma os ossos e os dentes. Age na coagulação do sangue e na contração muscular

A alternativa contendo a seqßência VERDADEIRA, Ê: (A) 3, 4, 1, 2. (B) 1, 2, 3, 4. (C) 4, 2, 1, 3.

(D) 4, 1, 2, 3. (E) 2, 3, 4, 1.

20. São funçþes da ågua no protoplasma celular: I- D  WXDUFRPRVROYHQWH GDPDLRULD GDVVXEVWkQFLDV II - não atuar na manutenção do equilíbrio osmótico dos organismos em relação ao meio amELHQWH III - constituir o meio dispersante (solvente) dos FROyLGHVFHOXODUHV IV - SDUWLFLSDUGDVUHDo}HVGHKLGUyOLVH V - DJLUFRPRDWLYDGRUHQ]LPiWLFR 

6mRYHUGDGHLUDVDVDÂżUPDo}HV (A) I, II e III. (B) III, IV e V apenas. (C) I, III e IV.

(D) II e V apenas. (E) I, II, III, IV e V.

21. Analise nas frases seguintes a alternativa correta: I- $  JUDQGHWHQVmRVXSHU¿FLDOGDiJXDSHUPLWHDPDQXWHQomRGDHVWDELOLGDGHFRORLGDOQDVFpOXODV II - O grande poder de dissolução da ågua Ê muito importante para os organismos, pois as reaçþes químicas ocorrem em meio aquoso. III - 2DOWRFDORUHVSHFt¿FRGDiJXDLPSHGHPXGDQoDVEUXVFDVGHWHPSHUDWXUDGHQWURGDFpOXOD (A) (B) (C) (D) (E)

apenas as frases I e II estĂŁo corretas. apenas a frase I estĂĄ correta. apenas as frases II e III estĂŁo corretas. todas as frases estĂŁo corretas. todas as frases estĂŁo erradas.

Testes 2 - 31


Biologia 22. Leia o texto a seguir, escrito por Jacob Berzelius em 1828. “Existem razões para supor que, nos animais e nas plantas, ocorrem milhares de processos catalíticos nos líquidos do corpo e nos tecidos. Tudo indica que, no futuro, descobriremos que a capacidade de os organismos vivos produzirem os mais variados tipos de compostos químicos reside no SRGHUFDWDOtWLFRGHVHXVWHFLGRV´ A previsão de Berzelius estava correta, e hoje saEHPRVTXHR³SRGHUFDWDOtWLFR´PHQFLRQDGRQRWH[to deve-se: (A) (B) (C) (D) (E)

aos ácidos nucléicos. aos carboidratos. aos lipídios. às proteínas. às vitaminas.

23. A taxa de água em um organismo pode variar de acordo com alguns fatores. São eles: (A) (B) (C) (D) (E)

espécie, enzimas e proteínas. idade, espécie e proteínas. atividade, idade e espécie. atividade, enzimas e proteínas. idade, enzimas e proteínas.

24.$VVXEVWkQFLDVTXHVHGHVWLQDPDIRUQHFHUHQHUgia, além de serem responsáveis pela rigidez de certos tecidos, sendo mais abundantes nos vegetais, são os _________________, sintetizados no processo de __________________. A alternativa que preenche corretamente os espaços é: (A) (B) (C) (D) (E)

lipídios, fotossíntese. ácidos nucléicos, autoduplicação. ácidos nucléicos, fotossíntese. álcoois, fermentação. carboidratos, fotossíntese.

25. Dietas pobres em alimentos que são fontes de sais de ferro para o nosso organismo poderão ocasionar: (A) (B) (C) (D) (E)

anemia. GL¿FXOGDGHGHFRDJXODomRGRVDQJXH raquitismo. sangramento das mucosas. distúrbios nervosos.

Gabarito 01.

02.

03.

04.

05.

06.

07.

08.

09.

10.

11.

12.

13.

14.

15.

16.

17.

18.

19.

20.

21.

22.

23.

24.

25.

Testes 2 - 33


Química 01. (UFRGS/88) Uma solução gasosa de dois alcanos pode ser separada por: (A) (B) (C) (D) (E)

reação química característica. decantação. peneiração. ação magnÊtica. destilação fracionada.

02. (UFRGS/89) No quadro abaixo, constituído de duas colunas aparecem alguns sistemas e os mÊtodos de separação dos componentes dos mesPRV,GHQWL¿TXHDDVVRFLDomRFRUUHWD Sistema

MĂŠtodo

(A)

Solução de glicose em ågua

Filtração

(B)

Ă lcool hidratado

Decantação

(C)

Solução de NaCl em ågua

Destilação simples

(D)

Mistura azeotrĂłpica

Destilação fracionada

(E)

Ă gua + Ăłleo

Recristalização

03. (PUC/83) A levigação, que Ê um processo usado em mineração consiste em submeter o minÊrio a (A) (B) (C) (D) (E)

uma corrente de ar. uma corrente de ågua. atração de um imã. separação manual das impurezas. peneiração.

04. (PUC/83) Deixou-se cair, acidentalmente, azeite num recipiente contendo ĂĄgua. O processo mais adequado para separar esses componentes, obtendo-os puros ĂŠ (A) (B) (C) (D) (E)

decantação. ÀRWDomR ¿OWUDomR levigação. dissolução fracionada.

05. (PUC/86) O carvão mineral bruto Ê constituído principalmente de matÊria carbonosa combustível, de densidade inferior à matÊria não-carbonosa FLQ]DV 1REHQH¿FLDPHQWRGRFDUYmR VHSDUDomR da fração combustível da não-combustível) usa-se o processo denominado (A) (B) (C) (D) (E)

¿OWUDomR destilação fracionada. decantação. catação. ÀRWDomR

06. (PUC/90) A dissolução fracionada Ê empregada para remover (A) a mancha de esmalte de unha em tecido de algodão, pelo uso de acetona. (B) ågua de uma solução de sal, por evaporação. (C) hidrogênio do ar atmosfÊrico liquefeito, por variação de pressão e aquecimento. (D) ågua de uma mistura com gasolina, pelo uso de funil separador. (E) dispersão aquosa de cafÊ do resíduo não solúvel, pelo emprego de papel poroso. 07. (PUC/91) Em vårios bairros de Porto Alegre, estå sendo feita a coleta seletiva de lixo, visando a sua reciclagem. Desse modo, ainda nas residências, o lixo Ê separado em metais, plåsticos, vidros e papÊis, evitando que tenha que ser usada posteriormente a separação denominada (A) (B) (C) (D) (E)

levigação. ÀRWDomR catação. decantação. dissolução seletiva.

08. (PUC/92) 8P DOÂżQHWH GH IHUUR GH PDVVD HTXLYDlente a 0,0558 g ĂŠ constituĂ­do de __________ĂĄtomos de ferro. (A) 1,0.1021. (B) 1,0.1023. (C) 3,0.1020.

(D) 6,0.1020. (E) 6,0.1023.

09. (FURG/03) Quando bebemos 180 g de ågua (aproximadamente 180 mL), admitindo ser desprezível a presença de impurezas, podemos considerar correto dizer que estamos ingerindo aproximadamente (A) (B) (C) (D) (E)

60,2 x 1023 ĂĄtomos de hidrogĂŞnio 30 mols de ĂĄtomos 6,02 x 1023 molĂŠculas de ĂĄgua 12 x 1023 ĂĄtomos de oxigĂŞnio 16 g de oxigĂŞnio

10. (FURG/03) Uma mistura de nitrogênio e hÊlio apresenta igual quantidade de matÊria de cada um desses gases. Considerando essa informação, pFRUUHWRD¿UPDUTXHQRVLVWHPDFRQVWLWXtGRSHOD mistura dos dois gases, (A) o número de åtomos de nitrogênio Ê o mesmo que o número de åtomos de hÊlio (B) a massa do gås nitrogênio Ê, aproximadamente, 7 vezes maior que a massa do gås hÊlio (C) em igualdade de condiçþes, o volume de nitrogênio Ê o dobro do volume de hÊlio (D) a pressão parcial do hÊlio Ê a metade da pressão parcial do nitrogênio (E) ao dobrarmos a pressão no sistema, a TXDQWLGDGHGHPDWpULD¿FDUHGX]LGDjPHWDGH

Testes 2 - 35


Química 14. (UERJ/00) Uma molÊcula de ågua, isolada, não apresenta certas propriedades físicas - como ponto de fusão e de ebulição - que dependem de interaçþes entre molÊculas. Em 1998, um grupo de pesquisadores determinou que, para exibir todas as propriedades físicas, Ê necessårio um grupamento de, no mínimo, 6 molÊculas de ågua.

11. (UFPEL/03) É comum se dizer, no dia-a-dia, que exisWHPPDWHULDLVPDLV³SHVDGRV´RXPDLV³OHYHV´GRTXH outros. No entanto, Ê fåcil perceber que tal comparação só se torna justa e racional se for feita, por exemplo, entre volume, temperatura e pressão iguais. Admita os seguintes valores:

O nĂşmero desses grupamentos mĂ­nimos que estĂŁo contidos em um mol de molĂŠculas de ĂĄgua corresponde a:

1 cm3 de ĂĄgua tem massa de 1 g 1 cm3 de alumĂ­nio tem massa de 2,70 g 1 cm3 de ferro tem massa de 7,86 g 1 cm3 de chumbo tem massa de 11,4 g 

(A) 1,0 x 1023 (B) 3,0 x 1023

3RUWDQWRpFRUUHWRDÂżUPDUTXH

15. (UFRGS) O composto (S)-(+)-Sulcatol, cuja fĂłrmula estrutural ĂŠ mostrada abaixo, ĂŠ um feromĂ´nio sexual do besouro da madeira (Gnathotricus retusus).

(A) a massa de 1 mL de ferro, no interior de um recipiente com ågua, Ê 6,86 g aproximadamente (B) 6,02 x 1023 åtomos de chumbo, nas condiçþes descritas no texto, têm densidade igual a 114 g/dL, aproximadamente (C) 10 mols de alumínio ocupam, aproximadamente, 1 dL (D) um cm3 do metal de maior massa atômica tem, aproximadamente, massa igual a 7,86 g (E) dentre os elementos químicos citados, o chumbo Ê o que apresenta menor número de QrXWURQVSRVVXLQGRSUyWRQVSRULVVRpR material com maior densidade (F) ignoro resposta



&RP UHODomR DR 6   6XOFDWRO SRGHVH DÂżUPDU que o mesmo possui cadeia carbĂ´nica (A) (B) (C) (D) (E)

12. (IPA/03) 1,8 x 1023PROpFXODVGHXPDVXEVWkQFLD$ tem massa igual a 18,0 g. A massa molar de A, em g/mol, vale aproximadamente: (A) 18,0 (B) 60,0 (C) 75,0

(C) 6,0 x 1023 (D) 9,0 x 1023

(D) 90,0 (E) 120

 OLIiWLFDKRPRJrQHDLQVDWXUDGDHUDPLÂżFDGD $ $OLFtFOLFDKHWHURJrQHDLQVDWXUDGDHUDPLÂżFDGD AcĂ­clica, homogĂŞnea, insaturada e normal. $OLIiWLFDKRPRJrQHDVDWXUDGDHUDPLÂżFDGD HomocĂ­clica, insaturada, heterogĂŞnea e UDPLÂżFDGD

16. (PUCRS) No eugenol, composto de odor agradĂĄvel de fĂłrmula

13. (UCS/03) Após uma partida de futebol, foi coletado 1,4 kg de latinhas de alumínio no estådio. A massa molar desse metal Ê 26,98 g.mol – 1 . Em valores arredondados, quantos mols de åtomos desse metal foram coletados?

CH2

CH CH2

OH OCH3

(A) 6,02 x 1023 (B) 1400 (C) 13 (D) 52 (E) 0,27

utilizado como antissĂŠptico bucal, o nĂşmero de ĂĄtomos de carbono secundĂĄrio ĂŠ (A) 2 (B) 3 (C) 7

(D) 8 (E) 10

17. (PUCRS) Pela anålise do esquema a seguir que representa a seqßência de reaçþes de oxidação de comSRVWRVRUJkQLFRV CH3

OH

[O]

O H C

[O]

H



O H C

[O]

CO2 + H2O

OH

SRGHVHDÂżUPDUTXHR12;GRFDUERQRQRVFRPSRVWRVpUHVSHFWLYDPHQWH $  %  & 

 

 

 

 

 

'  ( 

Testes 2 - 37


Química 18. (PUCRS) Dentre as alternativas a seguir não Ê característica do benzeno: (A) Sua molÊcula apresenta seis åtomos de carbono. (B) Cada åtomo de carbono estå ligado a um åtomo de hidrogênio. (C) Os åtomos de carbono estão unidos por ligaçþes simples e duplas alternadas. (D) Forma como radical monovalente a benzila. (E) Apresenta estrutura hexagonal. 19. (PUCRS) O åcido etilenodiaminotetracÊtico, conhecido como EDTA, utilizado como antioxidante em margarinas, de fórmula O CH2 C

CH2 N

O

C

HO

CH2

CH2

N CH2

CH2

C

O OH

acĂ­clica, insaturada, homogĂŞnea. acĂ­clica, saturada, heterogĂŞnea. acĂ­clica, saturada, homogĂŞnea. cĂ­clica, saturada, heterogĂŞnea. cĂ­clica, insaturada, homogĂŞnea.

20. (PUCRS)'DUH¿QDomRGRSHWUyOHRREWpPVHDIUDção que constitui o GLP, cuja composição química predominante consiste de hidrocarbonetos $ UDPL¿FDGRV (B) alicíclicos. (C) aromåticos. (D) saturados. (E) insaturados.



21. (PUCRS)$ ³ÀXR[HWLQD´ SUHVHQWH QD FRPSRVLomR química do Prozac, apresenta fórmula estrutural

F3C–

–O–CH–CH2–NH–CH3

&RP UHODomR D HVVH FRPSRVWR p FRUUHWR DÂżUPDU que apresenta (A) (B) (C) (D) (E)

OH

apresenta cadeia carbĂ´nica





O C

HO

(A) (B) (C) (D) (E)

22. (PUCRS) Em 1948, o mĂŠdico Paul Muller recebeu o PrĂŞmio Nobel de Medicina e Fisiologia por seu trabalho na busca de um inseticida para combater o mosquito transmissor da malĂĄria. Este inseticida ĂŠ o 1,1,1-tricoloro-2-2-bis (4-clorofenil)-etano, ou simplesmente DDT, que apresenta fĂłrmula estrutural

fórmula molecular C14HCl5 três carbonos terciårios na sua estrutura dois carbonos primårios na sua estrutura massa molar igual a 345,50g três ligaçþes insaturadas na sua estrutura

23. (PUCRS) A anfetamina, um medicamento que pode ser usado no tratamento de pacientes que sofrem de depressĂŁo e tambĂŠm em regimes de emagrecimento apresenta fĂłrmula estrutural



&RP UHODomR D HVWH FRPSRVWR p FRUUHWR DÂżUPDU que apresenta (A) (B) (C) (D)

cadeia carbĂ´nica heterogĂŞnea. fĂłrmula molecular C9H8N. carbono assimĂŠtrico. somente ĂĄtomos de carbono primĂĄrios e secundĂĄrios. (E) isĂ´meros geomĂŠtricos. 24. (UNISINOS) Na molĂŠcula em que estĂŁo enumeraGRVRVFDUERQRVDFODVVLÂżFDomRGRVFDUERQRVHP primĂĄrios, secundĂĄrios, terciĂĄrios e quaternĂĄrios ĂŠ, respectivamente:

&RP UHODomR D HVWH FRPSRVWR p FRUUHWR DÂżUPDU que apresenta (A) (B) (C) (D)

cadeia carbĂ´nica cĂ­clica e saturada. cadeia carbĂ´nica aromĂĄtica e homogĂŞnea. cadeia carbĂ´nica mista e heterogĂŞnea. somente ĂĄtomos de carbonos primĂĄrios e secundĂĄrios. (E) fĂłrmula molecular C17H16ONF.

(A) (B) (C) (D) (E)

1, 2, 3, 4. 8, 4, 2, 3. 1, 2, 8, 4. 5, 6, 4, 3. 7, 4, 2, 8.

Testes 2 - 39


Química 25. (UNILASALLE) Algumas balas apresentam saERU  GH  XYD GHYLGR D  SUHVHQoD GR  ÀDYRUL]DQWH antranilato de metila de fórmula molecular:

Em uma molécula deste composto encontramos: (A) (B) (C) (D) (E)

8 carbonos e 9 hidrogênios. 6 carbonos e 15 hidrogênios. 8 carbonos e 11 hidrogênios. 2 carbonos e 5 hidrogênios. 6 carbonos e 9 hidrogênios.

Gabarito 01. E

02. C

03. B

04. A

05. E

06. A

07. C

08. D

09. B

10. B

11. C

12. B

13. D

14. A

15. A

16. C

17. B

18. D

19. B

20. D

21. C

22. B

23. C

24. B

25. A

Testes 2 - 41


Geografia 01. (UFC) $SRLDQGRVHHPSUHVVXSRVWRVGDJHRSROtWLFDDVVRFLDGDjFDUWRJUDÂżDDQDOLVHLWHQVUHODWLYRVjUHSUHVHQWDomRFDUWRJUiÂżFDFRQVWDQWHQDÂżJXUDDVHJXLU

I - eXPPDSDEiVLFRTXHLQGLFDDORFDOL]DomRHDFRQ¿JXUDomRH[DWDGRVFRQWLQHQWHVFRPVXDVGHYLGDV proporçþes geomÊtricas. II - &DUDFWHUL]DVHFRPRXPDUHSUHVHQWDomRFDUWRJUi¿FDFRP¿QVJHRSROtWLFRVDSUHVHQWDQGRR%UDVLOQXPD posição privilegiada em relação a outros países. III - &RQVLGHUDQGRRIRUPDWRGD7HUUDSRGHVHD¿UPDUTXHRPDSDDQDOLVDGRpRPDLVSUHFLVRQDUHSUHsentação dos continentes existentes. 'DOHLWXUDGDVD¿UPDo}HVDFLPDpFRUUHWRD¿UPDUTXH (A) apenas I Ê verdadeira. (B) apenas II Ê verdadeira. (C) apenas III Ê verdadeira.

(D) apenas I e II sĂŁo verdadeiras. (E) apenas II e III sĂŁo verdadeiras.

02. (UFPI)$FDUWRJUDÂżDSRGHXWLOL]DUPDSDVGHGLIHUHQWHVHVFDODV&RQVLGHUDQGRTXHRPDSD$SRVVXLHVFDOD de 1:5.000 e o mapa B, escala de 1:15.000, assinale a alternativa correta. (A) (B) (C) (D) (E)

No mapa A, 2 centĂ­metros correspondem a 10.000 metros na superfĂ­cie terrestre. No mapa B, 1 centĂ­metro corresponde a 1.500 metros na superfĂ­cie terrestre. O nĂ­vel de detalhe do mapa A ĂŠ trĂŞs vezes superior ao do mapa B. O nĂ­vel de detalhe do mapa B ĂŠ trĂŞs vezes superior ao do mapa A. O nĂ­vel de detalhe nĂŁo ĂŠ estabelecido pela escala de um mapa.

03. (UNIFESP) Observe o mapa, centrado num ponto do Brasil, que pode ser empregado para uma avaliação estratÊgica do país no mundo.

0(6LPLHOOL³*HRDWODV´

Esse mapa foi desenhado segundo a projeção (A) de Mercator. (B) cônica eqßidistante. (C) de Peters.

(D) azimutal. (E) de Mollweide.

Testes 2 - 43


Geografia 04. (PUCRS) Se os relógios dos habitantes de uma cidade localizada a 26° Oeste de Greenwich estiverem marcando 13 horas, que hora solar ou verdadeira serå? (A) (B) (C) (D) (E)

13 horas. 13 horas e 16 minutos. 12 horas. 12 horas e 4 minutos. 12 horas e 44 minutos.

06. (ENEM)2PHUFDGR¿QDQFHLURPXQGLDOIXQFLRQD horas por dia. As bolsas de valores estão articuladas, mesmo abrindo e fechando em diferentes horårios, como ocorre com as bolsas de Nova Iorque, Londres, Pequim e São Paulo. Todas as pessoas que, por exemplo, estão envolvidas com exportaçþes e importaçþes de mercadorias precisam conhecer os fusos horårios para fazer o melhor uso dessas informaçþes.

05. (ENEM) Um determinado município, representado na planta abaixo, dividido em regiþes de A a I, com altitudes de terrenos indicadas por curvas de nível, precisa decidir pela localização das seguintes obras: 1. Instalação de um parque industrial. 2. Instalação de uma torre de transmissão e recepção.

Considerando que as bolsas de valores começam a funcionar às 09:00 horas da manhã e que um inYHVWLGRU PRUD HP 3RUWR $OHJUH SRGHVH D¿UPDU que os horårios em que ele deve consultar as bolsas e a seqßência em que as informaçþes são obtidas estão corretos na alternativa:

Considerando impacto ambiental e adequação, as regiþes onde deveriam ser, de preferência, instaladas indústrias e torres, são, respectivamente: (A) E e G (B) H e A (C) I e E

(D) B e I. (E) E e F.

(A) Pequim (20:00 horas), Nova Iorque (07:00 horas) e Londres (12:00 horas). (B) Nova Iorque (07:00 horas), Londres (12:00 horas) e Pequim (20:00 horas). (C) Pequim (20:00 horas), Londres (12:00 horas) e Nova Iorque (07:00 horas). (D) Nova Iorque (07:00 horas), Londres (12:00 horas), Pequim (20:00 horas). (E) Nova Iorque (07:00 horas), Pequim (20:00 horas), Londres (12:00 horas).

07. (FGV) Considere a histĂłria em quadrinhos apresentada a seguir.

A histĂłria em quadrinhos faz referĂŞncia: (A) (B) (C) (D)

à transição da agência espacial americana NASA para empresa comercial voltada ao público civil. à popularização e democratização do uso da internet e de programas de sensoriamento remoto no Brasil. à expansão do uso de imagens de satÊlite para investigação de fenômenos em vårias escalas. à globalização, que possibilitou maior integração do espaço mundial pela råpida evolução das telecomunicaçþes. (E) aos vultosos investimentos brasileiros em programas de sensoriamento remoto voltados para o controle do território nacional.

Testes 2 - 45


Geografia 08. (FGV) Os mapas constituem importante instrumento de auxílio à gestão ambiental. Mapas na escala 1:250.000 e 1:25.000.000 seriam mais adequados para a representação dos seguintes problemas ambientais: (A) GHVWUXLomRGDVÀRUHVWDVWURSLFDLVHRFRUUrQFLD das ilhas de calor. (B) previsão do fenômeno EI Niùo e årea de abrangência das chuvas åcidas. (C) ocorrência de chuva åcida e enchentes em åreas urbanas. (D) destruição da camada de ozônio e abrangência do fenômeno EI Niùo. (E) ocorrência das ilhas de calor e elevação da temperatura global (efeito estufa).

11. (PUCPR) Sobre um mapa, na escala de 1:500 000, WHQFLRQDVHGHPDUFDUXPDUHVHUYDĂ€RUHVWDOGHIRUma quadrada apresentando 7 cm de lado. A ĂĄrea da reserva medirĂĄ no terreno (A) (B) (C) (D) (E)

12,25 kmÂŁ 1.225 kmÂŁ 12.250 kmÂŁ 122,5 kmÂŁ 12.255 kmÂŁ

12. (PUCPR) Observe as representaçþes do continente africano, realizadas por meio das projeçþes de Mercator e de Peters.

09. (FUVEST) Analise os mapas abaixo e assinale a DOWHUQDWLYD TXH LQGLTXH D UHVROXomR FDUWRJUi¿FD MAIS ADEQUADA para representar, com preciVmRDVGLVWkQFLDVGDFLGDGHGH6mR3DXORHPUHlação às vårias localidades do mundo.

$GDSWDGRGH2VZDOG)UH\HU(LPEHNHS

I - Projeção Azimutal Eqßidistante (Soukup) II - Projeção Cilíndrica Conforme (Mercator) III - Projeção Equivalente Interrompida (Good) IV - Projeção Equivalente (com base em Mollweide) V - Projeção Cilíndrica Equivalente (Peters) 10. (PUCMG) Considerando-se a escala de 1:25000 e a grade formada em quadrículas de 1cm X 1cm, a årea do polígono representado abaixo Ê de:

(A) 875.000 mÂŁ (B) 250.000 mÂŁ

(C) 87 KmÂŁ (D) 125 KmÂŁ

Assinale a alternativa correta: (A) 1D SURMHomR GH 3HWHUV DV GLVWkQFLDV HQWUH os paralelos crescem à medida em que se afastam do Equador, gerando um aumento exagerado das åreas localizadas próximas aos pólos. (B) A projeção de Mercator não se presta para a comparação de superfícies ou para medir GLVWkQFLDV XPD YH] TXH IRL FULDGD SDUD atender às necessidades de navegação do sÊculo XVI. (C) Tanto a projeção de Mercator como a de Peters falseiam a superfície dos continentes, seja pela deformação latitudinal (Mercator) ou pela deformação longitudinal (Peters). (D) Por situar a à frica no centro, a projeção de Peters torna a à frica maior do que de fato ela Ê, se comparada aos demais continentes. (E) Os mapas de Peters e de Mercator, por se tratarem de projeçþes cilíndricas, não causam nenhuma deformação na representação de qualquer região do globo terrestre em um plano.

Testes 2 - 47


Geografia 13. (PUCRS)

14. (PUCRS) Responder à questão com base no mapa 2, que representa uma ampliação do mapa 1.

4XDQWRDRSDtVKDFKXUDGRQRPDSDpFRUUHWRDÂżUPDUTXH

6REUHRVPDSDVDFLPDpFRUUHWRD¿UPDUTXH (A) os dois são de mesma escala e representam o mesmo espaço real, pertencendo à categoria conforme. (B) o mapa 1 Ê equivalente e cônico, o mapa 2 Ê cilíndrico eqßidistante, porÊm a escala do 1 Ê maior do que a do 2. (C) os dois são de Mercator, pois caracterizam o Eurocentrismo, que pþe em destaque a Europa. (D) a escala do mapa 1 Ê maior do que a do mapa 2, pois o detalhamento Ê menor. (E) R PDSD  p D¿OiWLFR SURMHomR FRQKHFLGD GH Mollweide, e o mapa 2 Ê de Peters, cilíndrico equivalente.

(A) se localiza a nordeste da �ndia e apresenta um relevo montanhoso, embora seja um ponto estratÊgico no comÊrcio mundial de petróleo. (B) se localiza a sudoeste do Paquistão, possui um clima årido, sendo uma ex-colônia inglesa de LPSRUWkQFLD YLWDO SDUD R HTXLOtEULR JHRSROtWLFR da região. (C) se localiza no extremo oriente da à sia, entre vårios países produtores de petróleo, não tem VDtGDSDUDRPDUHYLYHHPFRQVWDQWHFRQÀLWR com os vizinhos para a demarcação de seus limites políticos. (D) se localiza ao sul do Tadjiquistão e Ê formado por um conjunto de terras altas, cortado por cadeias montanhosas que convergem para o Pamir, no Himalaia. (E) se localiza a oeste do Iraque, sendo seu maior problema ambiental o desmatamento acelerado da Floresta Equatorial.

15. (PUCRS)

&RPUHODomRjUHSUHVHQWDomRFDUWRJUi¿FDGRPDSDpFRUUHWRD¿UPDUTXH (A) a escala apresentada Ê do tipo numÊrica. (B) isolando a França, ampliando o seu território e colocando-a em destaque fora do mapa, a escala empregada deverå ser, provavelmente, maior que a do planisfÊrio. (C) FDUDFWHUL]DXPDYLVmRHXURFrQWULFDSRLVFHQWUDOL]DR2FHDQR3DFt¿FR (D) o Japão, situado a oeste da Escandinåvia, estå representado em uma escala menor que as demais åreas existentes no mapa. (E) o mapa estå representado a partir de uma projeção azimutal, tendo como ponto central a República de Moçambique.

Testes 2 - 49


Geografia 16. (UECE) Com base em questþes de natureza cartoJUi¿FDpYHUGDGHLURD¿UPDUTXH (A) um mapa unitemåtico de recursos naturais representa fatos como solos, vegetação, recursos hídricos e minerais (B) escalas de detalhe como 1:1.000.000 são propícias para a elaboração de plantas urbanas (C) a escolha da escala de um mapa Ê função do tipo de levantamento a ser executado e do grau de detalhamento requerido (D) relevo, rochas e solos são representados, por ordem, nos mapas geológico, pedológico e hidrológico 17. (UFC)&RQVLGHUHDVD¿UPDo}HVDVHJXLUTXHWUDtam sobre questþes de localização e representaomRFDUWRJUi¿FDGDVXSHUItFLHWHUUHVWUH I - A latitude constitui uma coordenada geogråfica, cujas medidas variam de 0° a 180° e têm como referência o meridiano de Greenwich. II - O Globo Terrestre encontra-se dividido em 24 fusos horårios, cada um deles equivalente a uma hora ou 15° de longitude. III - O nível de detalhamento que um mapa pode UHSUHVHQWDUpGH¿QLGRSHORYDORUGDVXDHVFDOD'D OHLWXUD GDV D¿UPDWLYDV DFLPD p FRUUHWR D¿UPDUTXH (A) (B) (C) (D) (E)

apenas I ĂŠ verdadeira. apenas II e III sĂŁo verdadeiras. apenas I e III sĂŁo verdadeiras. apenas II ĂŠ verdadeira. I, II e III sĂŁo verdadeiras.

18. (UFC)$QDOLVHDVD¿UPDWLYDVDVHJXLUTXHVHUHIHUHPDDVSHFWRVGHQDWXUH]DFDUWRJUi¿FD I - $VIRWRJUD¿DVDpUHDVHDVLPDJHQVGHVDWpOLWH constituem recursos tÊcnicos de sensoriamento remoto, utilizados no mapeamento do espaoRJHRJUi¿FR II - As isoietas são linhas que unem pontos altimetricamente iguais e servem para representar as variaçþes existentes no relevo submarino. III - $V UHSUHVHQWDo}HV FDUWRJUi¿FDV GH URFKDV relevo e solos resultam, respectivamente, em mapas geológicos, geomorfológicos e pedológicos.

19. (UFC)$OLQJXDJHPFDUWRJUi¿FDpHVVHQFLDOjJHRJUD¿D 1HVWH kPELWR FRQVLGHUH DV D¿UPDo}HV adiante. I - O mapa Ê uma reprodução idêntica da realidade. II - São elementos que compþem os mapas: esFDOD SURMHomR FDUWRJUi¿FD VtPEROR RX FRQvenção e título. III - $HVFDODpDUHODomRHQWUHDGLVWkQFLDRXFRPSULPHQWR QR PDSD H D GLVWkQFLD UHDO FRUUHVpondente à årea mapeada.Considerando as WUrVDVVHUWLYDVSRGHVHD¿UPDUFRUUHWDPHQWH que: (A) (B) (C) (D) (E)

apenas I ĂŠ verdadeira apenas II ĂŠ verdadeira. apenas III ĂŠ verdadeira. apenas I e III sĂŁo verdadeiras. apenas II e III sĂŁo verdadeiras.

20. (UFES) Por volta das 9 horas do dia 11 de setembro de 2001, o mundo assistiu atĂ´nito aos ataques terroristas Ă s torres gĂŞmeas do “World TraGH&HQWHU´QDFLGDGHGH1RYDORUTXHORFDOL]DGD a 74° de longitude oeste de Greenwich. Tem-se apontado como o autor intelectual dos ataques, o saudita Osama Bin Laden, que se encontra escondido no AfeganistĂŁo. A diferença horĂĄria entre a cidade de Cabul, no AfeganistĂŁo, e a cidade de Nova lorque, nos EUA, ĂŠ de +9h30min.Com base nas informaçþes acima, a longitude da capital afegĂŁ ĂŠ (A) (B) (C) (D) (E)

142°30’ longitude oeste de Greenwich. 135°00’ longitude oeste de Nova lorque. 216°30’ longitude leste de Nova lorque. 83°30’ longitude leste de Greenwich. 68°30’ longitude leste de Greenwich.

21. (UFES)$VÂżJXUDVDVHJXLUPRVWUDPRPXQGRUHSUHVHQWDGR HP SURMHo}HV FDUWRJUiÂżFDV GLIHUHQtes.

'HDFRUGRFRPDVDÂżUPDWLYDVDFLPDDVVLQDOHDRSomR correta. (A) (B) (C) (D) (E)

Apenas II ĂŠ verdadeira. Apenas III ĂŠ verdadeira. Apenas I e II sĂŁo verdadeiras. Apenas I e III sĂŁo verdadeiras. I, II e III sĂŁo verdadeiras.

Testes 2 - 51


Geografia $QDOLVDGDV DV ¿JXUDV DFLPD p &255(72 D¿UPDU que (A) ambas as projeçþes são cilíndricas, sendo que a de Mercator Ê equivalente e a de Peters Ê conforme. (B) a projeção de Mercator conserva as åreas dos continentes e, por esse motivo, Ê chamada de eurocêntrica. (C) a projeção de Mercator Ê conforme, ou seja, conserva as formas dos continentes e Ê a mais adequada para a navegação marítima. (D) a projeção de Peters Ê a mais adequada para a representação dos países do Terceiro Mundo, pois mantÊm as formas em proporção correta. (E) a projeção de Peters Ê eqßidistante, ou seja, mantÊm a proporcionalidade real nas medidas GHGLVWkQFLDVHkQJXORV 22. (UFMG) Observe o bloco-diagrama e o mapa.

23. (UFPE) “ExistirĂĄ algo em todo o mundo conhecido que os mapas e os autores nĂŁo possam ensinar a um homem de modo tĂŁo perfeito como o fariam VHXVSUySULRVROKRV"´&RPHVVDLQGDJDomRR%LVSR+DOOHPUHVVDOWRXDHQRUPHLPSRUWkQFLD TXHDVVXPHPRVPDSDVQRHQVLQRGH*HRJUDÂżD 6REUHHVVHDVVXQWRSRGHVHDÂżUPDUTXH ( ) RV PDSDV WRSRJUiÂżFRV IRUQHFHP LPSRUWDQWHV subsĂ­dios para a descrição e para a interpretação do relevo de uma ĂĄrea, constituindo-se, assim, numa ferramenta Ă anĂĄlise geomorfolĂłgica. ( ) a posição de um lugar qualquer num mapa polĂ­tico de um paĂ­s ĂŠ estabelecida a partir das FRRUGHQDGDVJHRJUiÂżFDVRXVHMDDDOWLWXGHD ORQJLWXGHDODWLWXGHHDGLVWkQFLDGRPDU ( ) o mapa ĂŠ a representação de um fato do HVSDoR JHRJUiÂżFR IHLWD QXPD SURSRUomR GHÂżQLGD FRP R REMHWR UHSUHVHQWDGR HVWD proporção denomina-se escala. ( ) os sistemas de projeção sĂŁo comumente FODVVLÂżFDGRV GH DFRUGR FRP D GHULYDomR da projeção de que provĂŞm os mapas, em cilĂ­ndricas, cĂ´nicas e azimutais. ( ) os mapas de curvas de nĂ­vel sĂŁo empregados essencialmente na anĂĄlise socioeconĂ´mica do HVSDoRJHRJUiÂżFRHSRGHPDMXGDUDLGHQWLÂżFDomR de zonas de fronteiras agrĂ­colas. 24. (UFPEL)2EVHUYHRPDSDDVHJXLUHLGHQWLÂżTXHRV pontos A, B, C, D e F.

Considerando-se que a paisagem representada no bloco-diagrama e no mapa Ê a mesma, Ê INCOR5(72D¿UPDUTXH (A) a interpretação do mapa permite constatar as YDULDo}HV WRSRJUi¿FDV GD iUHD UHWUDWDGD HP que se distinguem um relevo plano próximo ao rio e montanhoso ao norte. (B) a legenda que acompanha o mapa expressa, SRU PHLR GH XPD VLPERORJLD HVSHFt¿FD RV principais elementos da paisagem observados no bloco-diagrama. (C) a paisagem retratada no bloco-diagrama foi VLPSOL¿FDGD QR PDSD HPERUD SRVVDP VHU observadas, em ambos, as principais formas de aproveitamento do espaço. (D) a presença de uma rede de coordenadas JHRJUi¿FDV IRUPDGD SRU PHULGLDQRV H paralelos, permite a localização segura da paisagem retratada no mapa.

7HQGRSRUEDVHDORFDOL]DomRJHRJUi¿FDGRVSRQWRVDVsinalados no mapa e seus conhecimentos, Ê correWRD¿UPDUTXH (A) os pontos C e E estão no HemisfÊrio Sul, em ]RQDVXEWURSLFDOSRVVXHPDPHVPDORQJLWXGH (40°), mas estão em latitudes diferentes e fazem parte da årea de dispersão dos ventos Alíseos de sudeste. (B) o ponto F estå localizado em uma região de ventos polares por causa da alta pressão, típica das zonas de baixa latitude, como no caso do Círculo Polar Antårtico.

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Geografia (C) o ponto D é mais setentrional do que o ponto ( DPERV HVWmR ORFDOL]DGRV QR +HPLVIpULR Oriental, a leste de Greenwich, e possuem a mesma longitude (20°), mas as latitude são diferentes. (D) no ponto A, os raios solares nunca incidem SHUSHQGLFXODUPHQWH j VXSHUItFLH WHUUHVWUH apesar de o ponto A estar no mesmo hemisfério do ponto B, tem sua hora adiantada em relação a este ponto. (E) na latitude do ponto D, as temperaturas tendem a ser menores do que na latitude do ponto B, apesar de ambos estarem no hemisfério meridional, em diferentes zonas climáticas. 25. (UFPI)$RFHDQRJUD¿DHVWXGDDVFRQGLo}HVItVLFDV e biológicas dos mares e oceanos. Para efetuar as medições de profundidade e representá-las em mapas usam-se isolinhas. Assinale a alternativa que indica corretamente os tipos de isolinhas utilizadas por esses mapas. (A) (B) (C) (D) (E)

Hipsométricas. Batimétricas. Organométricas. Altimétricas. Termométricas.

Gabarito 01. B

02. C

03. D

04. B

05. C

06. C

07. C

08. E

09. A

10. A

11. B

12. B

13. E

14. D

15. B

16. C

17. B

18. D

19. E

20. E

21. C

22. A

23. *

24. C

25. B

23. V - F - V - V – F

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História 01. ,GHQWL¿TXHVHVmRYHUGDGHLUDV 9 RXIDOVDV ) DV D¿UPDWLYDVFRPUHODomRjDQWLJXLGDGHRULHQWDO ( ) O Egito antigo se organizou politicamente em cidades-Estado independentes do poder central. ( ) 1D 0HVRSRWkPLD D PRQDUTXLD VXUJLX GH forma provisória: o rei era escolhido diante da necessidade de enfrentar alguma emergência HVSHFt¿FD SHUGHQGR VHXV SRGHUHV TXDQGR D situação se resolvia. ( ) Uma vez estabelecidas, as monarquias no (JLWR H QD 0HVRSRWkPLD SRVVXtDP D PHVPD característica: rei e faraó eram considerados divinos. ( ) 0HVRSRWkPLDH(JLWRSHUWHQFHPDR&UHVFHQWH FÊrtil, região onde os rios existentes facilitaram o desenvolvimento agrícola. Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo. (A) (B) (C) (D) (E)

F-F-V-F V-V-F-V F-V-F-V V-F-F-V V-F-V-F

Assinale a alternativa que apresenta a sequĂŞncia CORRETA, de cima para baixo. (A) (B) (C) (D) (E)

04. FUVEST 2007 1 FASE PRÉ-HISTĂ“RIA A observação de faunas dos continentes do hemisfĂŠrio Sul revela profundas diferenças. Na AmĂŠrica do Sul, existem preguiças, antas, capivaras, WDPDQGXiV H RQoDV QD ĂˆIULFD Ki OH}HV JLUDIDV FDPHORV]HEUDVHKLSRSyWDPRVQD$XVWUiOLDFDQgurus, ornitorrincos e equidnas e, na AntĂĄrtida, os pingĂźins. Entretanto, descobriram-se espĂŠcies fĂłsseis idĂŞnticas nessas regiĂľes. Assim, fĂłsseis da gimnosperma Glossopteris foram encontrados DRORQJRGDVFRVWDVOLWRUkQHDVGDĂˆIULFD$PpULFD do Sul, AustrĂĄlia e AntĂĄrtida, e ainda fĂłsseis dos rĂŠpteis Cynognathus e Lystrosaurus foram descobertos na AmĂŠrica do Sul, Ă frica e AntĂĄrtida. Para explicar esses fatos, formularam-se as seguintes hipĂłteses: I - A presença de fĂłsseis idĂŞnticos, nos vĂĄrios continentes, prova que todas as formas de vida foram criadas simultaneamente nas diversas regiĂľes da Terra e se diferenciaram mais tarde. II - $VIDXQDVHĂ€RUDVDWXDLVVmRUHVXOWDGRGDVHleção natural em ambientes diversos, isolados JHRJUDÂżFDPHQWH III - Os continentes, hĂĄ milhĂľes de anos, eram unidos, separando-se posteriormente.

02. As conquistas territoriais da república romana provocaram profundas consequências políticas, econômicas e sociais. Os irmãos Graco, TibÊrio e Caio, como Tribunos da Plebe, procuraram implementar reformas em favor dos pobres. 6REUH HVWD TXHVWmR p &255(72 D¿UPDU TXH D Lei Frumentåria pretendia: (A) dividir as terras do estado entre lavradores sem terra. (B) limitar em 125 hectares a posse da terra de cada arrendatårio. (C) conceder direitos de cidadania romana completa aos latinos. (D) distribuir cereais a preços baixos à plebe romana. (E) conceder direitos limitados de cidadania aos povos conquistados. 03. A divisão da História Ê convencionada a eventos que caracterizam a mudança de uma idade para a RXWUD,GHQWL¿TXHVHVmRYHUGDGHLUDV 9 RXIDOVDV ) DVD¿UPDWLYDVDEDL[RFRPUHODomRjWUDQVLomR da Idade Antiga para a Idade MÊdia. ( ) A ocupação turca e a queda do ImpÊrio Romano do Oriente. ( ) As grandes navegaçþes e a descoberta da AmÊrica. ( ) A deposição de Rômulo Augústulo por Odoacro, rei dos hÊrulos. ( ) O desmembramento do impÊrio de Carlos Magno.

F-F-V-F F-F-F-V F-V-V-F V-V-V-F F-F-V-V



(VWiFRUUHWRRTXHVHDÂżUPDHP (A) (B) (C) (D) (E)

I, apenas. II, apenas. I e III, apenas. II e III, apenas. I, II e III.

05. “Veio para ressuscitar o tempo / E escalpelar os mortos, as condecoraçþes / As liturgias, as espadas, / Os espectros das fazendas submergidas, / O muro de pedra entre membros da famĂ­lia, / O ardido queixume das solteironas, / Os negĂłcios GHWUDSDoDVDVLOXV}HV-DPDLVFRQÂżUPDGDVQHP desfeitas. / Veio para contar o que nĂŁo faz jus a VHU JORULÂżFDGR  ( VH GHSRVLWD JUkQXOR  1R SRoR da memĂłria. / É importuno. / Sabe-se importuno e LQVLVWH5DQFRURVRÂżHO´ O poema O Historiador, de Carlos Drummond de Andrade, expressa algumas particularidades do trabalho do historiador e da HistĂłria. Sobre isso, ĂŠ correto dizer:

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História (01) A única maneira de se organizar o estudo da História Ê dividi-la em períodos como PrÊ-História, Antiga, Medieval, Moderna e ContempoUkQHD (02) Para pesquisar a História, Ê fundamental a existência de documentos escritos produzidos no passado, os quais são as únicas fontes que permitem estabelecer como os fatos realmente aconteceram. (04) São temas exclusivos da História os que se relacionam à política e à economia. (08) Todos os homens e mulheres são produtores de culturas e, portanto, neste processo, todos eles, bem como suas pråticas e modos de vida, interessam à História. (16) A História investiga as mudanças nas sociedades, as quais são determinadas pelas transformaçþes biológicas vividas pelos homens. (32) Quando Carlos Drummond de Andrade diz TXH R KLVWRULDGRU ³p LPSRUWXQR´ HOH VH UHIHUH ao fato de que os estudos do passado permitem estabelecer questþes no presente e para o presente em que vivemos, que podem desestabilizar o que se apresenta como verdade absoluta ou a única forma possível de ver as coisas.

08. O termo Renascimento tem origem nos textos HYDQJpOLFRVGH6mR-RmRH6mR3DXORVLJQL¿FDQdo a idÊia do segundo nascimento, o nascimento do homem novo ou o renascimento espiritual do homem para Deus. Na Idade MÊdia, este sentido permaneceu indicando a volta do homem a Deus. No entanto, quando utilizado para descrever o processo que teve início na Itålia e se propagou pela (XURSD2FLGHQWDOQR¿QDOVpFXOR;,9DGTXLULXRXWURVVLJQL¿FDGRVWDLVFRPR I - a renovação das concepçþes políticas do Estado e o resgate da idÊia das origens naturais das instituiçþes humanas. II - a reprovação a todo e qualquer movimento de renovação religiosa que pregasse o retorno às fontes originais do cristianismo. III - D UHD¿UPDomR GDV FRQFHSo}HV ¿ORVy¿FDV KXmanistas, entre elas a valorização da cultura da Antigßidade Clåssica. IV - a difusão do naturalismo e do interesse pela investigação empírica da Natureza. V - a crítica ao preceito do caråter divino do poder terreno e a adoção da pråtica de interferência do papado na política. 

06. Assinale a alternativa que apresenta um erro, ou seja a INCORRETA: (A) Egípcios e mesopotamios são enquadrados no chamado modo de produção asiåtico. (B) Os primeiros hominídeos conviveram por curto período de tempo com os dinossauros. (C) A grÊcia antiga não constituiu um impÊrio XQL¿FDGR (D) Roma absorveu diversas características da GrÊcia. (E) Um rei que se destaca no antigo egito Ê o faraó $PHQy¿V,9 07. (PUC) A atuação do Estado na vida econômica dos povos da Antigßidade Oriental, principalmente em relação à agricultura, foi bastante acentuada, VHQGRMXVWL¿FDGDSRUHOHVFRPR (A) forma de garantir a produção de gêneros de primeira necessidade sem excedentes lucratiYRV (B) necessåria para assegurar as provisþes para FRQVXPRGR([pUFLWR (C) decorrente da necessidade de controlar a proGXomRHPWHPSRGHJXHUUD (D) única maneira de garantir a distribuição eqßitaWLYDGDULTXH]DHQWUHRVV~GLWRV (E) responsabilidade atribuída aos governantes para zelarem pelo bem comum.

'RV VLJQLÂżFDGRV DGTXLULGRV SHOR WHUPR 5HQDVFLmento, sĂŁo corretos: (A) (B) (C) (D) (E)

II, IV e V. I, II e V. II, III e IV. I, II e III. I, III e IV.

09. A pintura renascentista expressa elementos do contexto histórico na qual Ê produzida. A partir dessa informação e do conhecimento histórico, SRGHVHD¿UPDUTXHQDUHQDVFHQoD (A) os pintores analisam e retratam o mundo de acordo com imagem do próprio homem. (B) os artistas mostram o seu desprezo pelos clÊrigos e pelos princípios da Igreja Cristã. (C) as pinturas enfatizam demasiadamente os aspectos da vida coletiva, desprezando o individualismo. (D) os pintores têm os mesmos padrþes estÊticos H¿ORVy¿FRVRTXHLPSHGHDFULDWLYLGDGH (E) as obras de arte adquirem um caråter popular, sendo adquiridas sobretudo pelos servos.

Testes 2 - 59


HistĂłria 10. 6REUH DV SULQFLSDLV ÂżJXUDV GR 5HQDVFLPHQWR p FRUUHWRDÂżUPDUexceto: (A) 5DIDHO 6kQ]LR GHVWDFRXVH QDV DUWHV VHQGR um dos mais populares artistas da ĂŠpoca, e dedicou-se a cultivar um ideal de beleza FRP XP ÂżP HP VL PHVPR H j H[SUHVVmR GH sentimentos religiosos. (B) Dante Alighieri, natural de Florença, autor da Âł'LYLQD &RPpGLD´ YLYHX QR Âł&LQTXHFHQWR´ (sĂŠculo XVI), quando o uso da lĂ­ngua italiana foi sistematizado. (C) Leornado da Vinci pode ser considerado como um dos mais completos humanistas do Renascimento, sendo pintor, escultor, XUEDQLVWD HQJHQKHLUR P~VLFR ÂżOyVRIR ItVLFR HERWkQLFR (D) Erasmo de RoterdĂŁ, apelidado de “PrĂ­ncipe dos +XPDQLVWDV´ HVFUHYHX Âł(ORJLR GD ORXFXUD´ obra da qual denuncia atividades da Igreja e a imoralidade do clero. (E) Thomas Morus, cognominado de “O Chanceler )LOyVRIR´ HVFUHYHX Âł8WRSLD´ HP TXH FRQGHQD D LQWROHUkQFLD R GHVHMR SHOR SRGHU H SHOR dinheiro e exalta a paz, a compreensĂŁo e o amor. 11. Se como concluo que acontecerĂĄ, persistir esta viagem de Lisboa para Calecute, que jĂĄ se iniciou, deverĂŁo faltar as especiarias Ă s galĂŠs venezianas e aos seus mercadores.  Âł'LiULRGH*LURODPR3ULXOL´-XOKRGH



(VWDD¿UPDomRHYLGHQFLDTXH9HQH]DHVWDYD (A) tomada de surpresa pela chegada dos portugueses à �ndia, razão pela qual entrou em råpida e acentuada decadência econômica. (B) acompanhando atentamente as navegaçþes portuguesas no Oriente, as quais iriam trazer prejuízos ao seu comÊrcio. (C) despreocupada com a abertura de uma nova rota pelos portugueses, pois isto não iria afetar seu comÊrcio e suas manufaturas. (D) impotente para resistir ao monopólio que os portugueses iriam estabelecer no comÊrcio de HVSHFLDULDVSHOR0HGLWHUUkQHR (E) articulando uma aliança com outros estados italianos para anular os eventuais prejuízos decorrentes das navegaçþes portuguesas.

12. ³$QWLJDPHQWHD/XVLWkQLDHD$QGDOX]LDHUDPR¿P do mundo, mas agora, com a descoberta das �nGLDV WRUQDUDPVH R FHQWUR GHOH´ (VVD IUDVH GH Tomås de Mercado, escritor espanhol do sÊculo 16, referia-se

(A) ao poderio das monarquias francesa e inglesa, que se tornaram centrais desde então. (B) à alteração do centro de gravidade econômica GD (XURSD H j LPSRUWkQFLD FUHVFHQWH GRV novos mercados. (C) ao papel que os portos de Lisboa e Sevilha assumiram no comÊrcio com os marajås indianos. (D) ao fato de a AmÊrica ter passado a absorver, desde então, todo o comÊrcio europeu. (E) ao desenvolvimento da navegação a vapor, TXHHQFXUWDYDGLVWkQFLDV 13. A expansão marítima europÊia, principalmente no sÊculo XV, foi impulsionada pelos interesses da jovem burguesia comercial aliada às monarquias nacionais. A alternativa que não expressa objetivos da expansão marítima Ê: (A) permitir o acesso aos metais preciosos da à frica, principalmente do Sudão, e às especiarias e artigos de luxo do Oriente. (B) ampliar a lavoura açucareira para alÊm de Algarve, região localizada no sul de Portugal. (C) LGHQWL¿FDUQRYDVWpFQLFDVGHFXOWLYRGHSRYRV da à frica e da AmÊrica para incrementar a produção na metrópole. (D) buscar a superação da escassez de cereais no Reino e em vårios países europeus. (E) capturar mão-de-obra para o trabalho escravo em lavouras de cana nas ilhas africanas do $WOkQWLFRFRPR$oRUHVH&DER9HUGH 14. Sobre o expansionismo ultramarino europeu, entre RVVpFXORV;9;9,,pFRUUHWRD¿UPDUTXHexceto: (A) a tomada de Constantinopla pelos turcos e a segunda conquista de Ceuta pelos portugueses são os marcos iniciais da expansão. (B) os descobrimentos e a colonização das terras do Novo Mundo constituíram-se num desdobramento da expansão comercial. (C) RDÀX[RGHPHWDLVSUHFLRVRVGDViUHDVFRORQLDLV principalmente ouro e prata, contribuiu para a superação da crise econômica europÊia. (D) o deslocamento do eixo econômico do 0HGLWHUUkQHRSDUDR$WOkQWLFRFRQWULEXLXSDUDD DPSOLDomRGDVIURQWHLUDVJHRJUi¿FDV (E) a consolidação dos Estados Nacionais e a absolutização dos regimes europeus têm relação tambÊm com os efeitos das viagens ultramarinas.

Testes 2 - 61


História 15. Relacione os impostos referidos na coluna A com as atividades por eles atingidas da coluna B: Coluna A 1. Sistema de Fintas. 2. Capitação. 3. Quinto 4. Taxa de Capitação. 5. Derrama. Coluna B ( ) tributo referente à quantidade de escravos do proprietårio minerador. ( ) impostos que recaia sobre todos os mineradores escravos ou não, sobre todas as R¿FLQDVORMDVHKRVSHGDULDV ( ) LPSRVWRVTXHGHWHUPLQDYDDFREUDQoDR¿FLDOH forçada dos quintos em atraso. ( ) impostos que estabelecia quotas de DUUHFDGDomR ¿[DQGR R SDJDPHQWR DQXDO HP 30 arrobas de ouro. ( ) impostos estabelecido em 100 arrobas anuais sobre a produção total de Minas Gerais. A ordem correta dos elementos da Coluna B de cima para baixo Ê: (A) (B) (C) (D) (E)

3, 1, 4, 5, 2. 3, 2, 4, 1, 5. 2, 4, 5, 1, 3. 2, 3, 1, 5, 4. 2, 4, 3, 1, 5.

16. A Revolta de Filipe dos Santos (1720), em Minas Gerais, resultou entre outros motivos da: (A) intromissão dos jesuítas no ativo comÊrcio dos pulistas na região das Minas. (B) disseminação das idÊias, oriundas dos ¿OyVRIRVGR,OXPLQLVPRIUDQFrV (C) criação das Casas de Fundição e das Moedas, D¿PGHFRQWURODUDSURGXomRDXUtIHUD (D) WHQWDWLYDGHD¿UPDomRSROtWLFDGRVSRUWXJXHVHV sobre a nascente burguesia paulista. (E) tensão criada nas minas, em virtude do monopólio da Companhia de ComÊrcio do Brasil. 17. A Revolta de Beckaman, no sÊculo XVII, a Guerra dos Emboabas, a Guerra dos Mascates e a sedição de Felipe dos Santos em Vila Rica, no sÊculo XVIII, tiveram em comum o fato de que: (A) representavam uma tentativa de combate à ação desempenhada pelo sistema de exploração das Companhias de ComÊrcio. (B) visavam promover a autonomia de núcleos regionais, com a valorização o elemento colonial. (C) apresentavam medidas reivindicatórias sem, contudo oferecerem um projeto de separação política de Portugal.

(D) tentaram promover, sem ĂŞxito, o tĂŠrmino da exploração do sistema de escravidĂŁo africana. (E) pretendiam estabelecer medidas reformistas, DÂżPGHFULDUQRYDVFRQGLo}HVVRFLDLVPHQRV VXMHLWDViLQĂ€XrQFLDGR/LEHUDOLVPRSRUWXJXrV 18. “A Guerra GuaranĂ­tica foi revolta dos missioneiros guaranis contra as imposiçþes do Tratado de Madrid, que os obrigava a abandonar suas terras, moradias, plantaçþes e rebanhos. O acordo de 1750 favorecia as monarquias ibĂŠricas, defendendo seus interesses na regiĂŁo, mas prejudicava JUDYHPHQWHRV,QGtJHQDV´ 

&RPEDVHQHVVHWH[WRpFRUUHWRD¿UPDUTXH (A) Os índios reagiram à dominação colonial, porque defendiam exclusivamente o impÊrio Teocråtico organizado pela Igreja Católica, que se sobressaia na AmÊrica, atravÊs da companhia de Jesus. (B) Os missioneiros guaranis estavam GHVDFXOWXUDGRVGR³VHU´tQGLRGHYLGRjWLUDQLD jesuítica, portanto defendia somente os interesses dos padres. (C) A Guerra expressou a luta dos missioneiros guaranis que não queriam se transformar numa HVSpFLH GH ³VHP WHUUD´ GR VpFXOR ;9,,, YLVWR que suas terras foram doadas aos soldados espanhóis. (D) A Guerra representou um dos raros momentos de reação indígena, organizada contra as imposiçþes da Coroa e dos colonizadores luso-espanhóis. (E) Os missioneiros guaranis enfrentam os exÊrcitos luso-espanhóis, porque estavam organizando uma confederação indígena antiespanhola.

19. O Tratado de Madrid assinado entre Portugal e EsSDQKDHPIRLGH¿QLGRSHORSULQFtSLRGRXWL SRVVLGHWLV FDGDSDUWH¿FDYDFRPRVWHUULWyULRVTXH possuía no momento). Sobre o Tratado pode-se D¿UPDU I - Para assegurar a navegação exclusiva no rio da Prata, a Espanha trocou a Colônia de Sacramento pelo Sete Povos das Missões. II - Portugal garantiu, com o Tratado, a baia amazônica, o centro-sul com a região da mineração e, no sul, os Sete Povos das Missões. III - Pelas cláusulas do Tratado, as populações indígenas deveriam ser transferidas para o ocidente do Rio Uruguai. Com a iminente destruição dos Sete Povos, uma parte dos jesuítas e os índios guaranis iniciaram a Guerra Guaranítica.

Testes 2 - 63


HistĂłria 

'DVDÂżUPDo}HVDFLPD (A) (B) (C) (D) (E)

somente I e II estĂŁo corretas. somente I e III estĂŁo corretas. somente I estĂĄ correta. I, II e III estĂŁo corretas. somente a II estĂĄ correta.

20. Assinale, entre os acontecimentos abaixo, aqueles que se referem à delimitação fronteiras do Brasil no período colonial. Depois, asinale a alternativa certa: I - ( ) Tratado de Utrecht, com a França. II - ( ) Tratado de Petrópolis, com a Bolívia. III - ( ) Tratado de Madri, entre Espanha e Portugal. IV - ( ) Tratado de Santo Ildefonso. (A) (B) (C) (D) (E)

III - ExpansĂŁo do Brasil Colonial para oeste, na movimento bandeirante paulista do “Ciclo da &DoDDRĂ‹QGLR´HPSDUWLFLSDULQGLFDQGRDVLQcursĂľes de AntĂ´nio Raposo Tavares a vĂĄrios ÂłYLYHLURVGHtQGLRV´RX0LVV}HV IV - Esforços da diplomacia luso-espanhola dos dois vastos impĂŠrios coloniais apĂłs para assinatura do Tratado de Madrid (1750). (A) (B) (C) (D) (E)

Estão corretas as opçþes I, II e III. Estão corretas as opçþes II, III e IV. Apenas estão corretas as opçþes III e IV. Apenas estå correta a opção IV. Apenas estå correta a opção III.

23. O mapa abaixo apresenta a demarcação dos limites territoriais do Rio Grande do Sul na Êpoca colonial.

I - II - III - IV. I - III - IV. I - II - IV. II - III - IV. I - II - IV.

21. Assinale a alternativa correta (A) A crise do Antigo Sistema Colonial Português insere-se no quadro de transição do capitalismo comercial para o industrial. (B) A Revolução Industrial retardou o processo de consolidação do capitalismo. (C) O crescimento econômico das colônias não FKHJRX D LQÀXHQFLDU D FULVH GR FRORQLDOLVPR tradicional. (D) A vinda da família Real Portuguesa para o Brasil foi gerada exclusivamente pelas pressþes napoleônicas. (E) Com a chegada da Corte Portuguesa ao Brasil, registraram-se na Colônia os primeiros movimentos emancipacionistas. 22. O mapa do Brasil, esboçado, indica:

Com base nos dados do mapa e levando em conWDRSURFHVVRKLVWyULFRSODWLQRDQDOLVHDVD¿UPDções abaixo. I - Pelo Tratado de Madrid (1750), as Coroas ibéricas tentaram efetuar a troca da região missioneira pela Colônia de Sacramento, o que acabou não acontecendo devido à eclosão da Guerra Guaranítica. II - Como decorrência do Tratado de Santo Ildefonso (1777), o Rio Grande do Sul colonial passou a ter uma dimensão territorial maior do que o Rio Grande do Sul. III - A região missioneira permaneceu sob controle KLVSkQLFR GHSRLV GHHPERUDVREDGPLnistração laica, devido à expulsão dos jesuítas. Quais estão corretas? (A) (B) (C) (D) (E)

Apenas II. Apenas I e II. Apenas I e III Apenas II e III. I, II e III.

I - Reação imperial brasileira em contra-ofensiva na Guerra do Paraguai ou da Tríplice Aliança. II - Movimento bandeirante representado principalmente por Domingos Jorge Velho.

Testes 2 - 65


História 24. Considere abaixo, a nota de 1776 do Marquês de Pombal ao Embaixador da França em Lisboa. 1º) as colônias devem estar debaixo da imediata GHSHQGrQFLDGHSURWHomRGRVIXQGDGRUHV 2º) o comércio e a agricultura delas devem ser exFOXVLYRVGRVPHVPRVIXQGDGRUHV 3º) aos fundadores pertencem também privativamente os úteis provenientes da agricultura, coPpUFLRHQDYHJDomRGDVFRO{QLDV 4º) para que prestem a utilidade desejada, as colônias não podem ter o necessário para substiWXLUSRUVLVHPGHSHQGrQFLDGDPHWUySROH 5º) quando entretém algum comércio com estrangeiros. Tudo o que importa esse comércio clandestino e essas mercadorias introduzidas é um verdadeiro fruto que se faz à respectiva metrópole e um furto punível pelas leis dos UHVSHFWLYRVVREHUDQRV>@ 6º) portanto, não atentam contra a liberdade do comércio as potências que o restrigem nas colônias a favor dos seus vassalos, e todo o governo que por indiferença tolere nos seus portos a contravenção dos cinco princípios anteriores pratica uma política destrutiva do comércio e da riqueza da sua nação.

25. Considere as seguintes passagens do Alvará da Rainha D. Maria 1, datado de 5 de janeiro de 1785: Tendo em vista os termos gerais do pacto Colonial, no contexto do século XVIII, pode-se dizer que a exceção do destacadoa no documento visava a:

Com relação a essa nota, são feitas as seguintes D¿UPDWLYDV I - A liberdade de comércio é a base de todo o antigo sistema colonial. II - A subordinação das colônias às metrópoles abrange a política, a agricultura, o comércio e a navegação. III - O comércio entre as colônias e metrópoles não estabelece dependência, tornando a colônia livre em termos de política econômica. Quais estão corretas? (A) (B) (C) (D) (E)

Apenas I. Apenas II. Apenas III. Apenas II e III. I, II e III.

(A) proteger a burguesia manufatureira do setor têxtil estabelcida em São Paulo, para desestabilizar a região de Minas Gerais, então rebelada contra a Metrópole. (B) criar um mercado de consumo interno no Brasil, dirigindo a produção manufatureira local para a grande maioria da população composta pelos escravos. (C) promover a criação de um nível mínimo de bem-estar para os escravos, na tentativa de aumentar a produção. (D) reforçar a especialização da colônia nas atividades agrícolas e mineradoras, baseadas na mão-de-obra escrava. (E) HVWLPXODU R GHVHQYROYLPHQWR HVSHFt¿FR GD indústria têxtil com base no algodão, para articular os setores primário e secundário da economia brasileira.

Gabarito 01. C

02. D

03. A

04. D

05. 40

06. B

07. E

08. E

09. A

10. A

11. B

12. B

13. C

14. A

15. C

16. C

17. C

18. D

19. D

20. B

21. A

22. E

23. C

24. B

25. D

Testes 2 - 67


MatemĂĄtica 01. O termo geral da PA ( 2 , 7 , ...) ĂŠ: (A) (B) (C) (D) (E)

5n – 3 5n – 2 3n – 5 2n – 5 n–3

02. O quinto termo da PA (a + b, 3a – 2b , ...) Ê : (A) (B) (C) (D) (E)

9a – 9b 9a – 10b 9a – 11b 8a – 11b 8a – 9b

03. Numa PA de razĂŁo 3 , o sĂŠtimo termo ĂŠ 21 . O primeiro termo ĂŠ : (A) (B) (C) (D) (E)

0 1 4 2 3

04. Numa PA , determinar o a20, sabendo que a1 = -3 e r=5. (A) (B) (C) (D) (E)

91 92 95 93 82

05. Numa PA de razão 5 , o primeiro termo Ê 4 . Qual Ê a posição do termo igual a 44 ? (A) (B) (C) (D) (E)

8Âş 7Âş 6Âş 9Âş 10Âş

06. 4XDQWRV WHUPRV WHP XPD 3$ ÂżQLWD  GH UD]mR  sabendo-se que o primeiro termo ĂŠ -5 e o Ăşltimo ĂŠ 16? (A) (B) (C) (D) (E)

7 8 9 6 10

07. Calcule o nĂşmero de termos da PA (5, 10,... , 785) . (A) 157 (B) 158 (C) 147 (D) 148 (E) 156

08. Numa PA , a4 = 12 e a9 = 27 . Calcule o a3 . (A) (B) (C) (D) (E)

5 6 7 10 9

09. Numa PA , a3 + a6 = 29 e a4 + a7 = 35 . Determine o primeiro termo da PA . (A) (B) (C) (D) (E)

2 3 4 5 6

10. Determine a razĂŁo de uma PA com 10 termos , sabendo que a soma dos dois primeiros ĂŠ 5 e a soma dos dois Ăşltimos ĂŠ 53 . (A) (B) (C) (D) (E)

7 2 4 3 6

11. TrĂŞs nĂşmeros estĂŁo em PA, de tal forma que a soma entre eles ĂŠ 18 e o produto ĂŠ 66 . Calcular o maior dos nĂşmeros . (A) (B) (C) (D) (E)

11 6 4 1 8

12. 2 SHUtPHWUR GH XP WULkQJXOR UHWkQJXOR PHGH  FP&DOFXOHDiUHDGRWULkQJXORVDEHQGRTXHVHXV lados estĂŁo em PA . (A) (B) (C) (D) (E)

24 48 96 30 40

13. Interpolando cinco meios aritmĂŠticos entre 6 e 30 calcule a soma dos meios . (A) (B) (C) (D) (E)

126 90 80 96 120

Testes 2 - 69


MatemĂĄtica 14. (UFSM) JoĂŁo, AntĂ´nio e Maria viajam regularmente, para Porto Alegre. JoĂŁo viaja de 6 em 6 dias, AntĂ´nio, de 12 em 12 dias e Maria de 15 em 15 dias. Hoje eles viajaram juntos. A prĂłxima vez em que viajarĂŁo juntos serĂĄ daqui a (A) (B) (C) (D) (E)

15 dias 33 dias 60 dias 72 dias 90 dias

15. (UNISINOS) Sendo A = 1, B = 0,333..., C = 5/6 e D = 4/5, colocando-os em ordem crescente teremos: (A) (B) (C) (D) (E)

A<B<C<D B<C<D<A B<D<C<A A<D<B<C N. R. A.

16. (CESGRANRIO) Ordenando as fraçþes p = 13/24, q = 2/3 e r = 5/8, obtemos: (A) (B) (C) (D) (E)

p<r<q q<p<r r<p<q q<r<p r<q<p

17. (UFRGS/2010) Entre julho de 1994 e julho de DLQĂ&#x20AC;DomRDFXPXODGDSHODPRHGDEUDVLOHLUD o real, foi de 244,15%. Em 1993, o Brasil teve a PDLRULQĂ&#x20AC;DomRDQXDOGHVXDKLVWyULD A revista Veja de 08/07/2009 publicou uma matĂŠULDPRVWUDQGRTXHFRPXPDLQĂ&#x20AC;DomRDQXDOFRPR a de 1993, o poder de compra de 2000 reais se reduziria, em um ano, ao poder de compra de 77 reais. Dos valores abaixo, o mais prĂłximo do percentuDO TXH D LQĂ&#x20AC;DomR DFXPXODGD HQWUH MXOKR GH  HMXOKRGHUHSUHVHQWDHPUHODomRjLQĂ&#x20AC;DomR anual de 1993 ĂŠ (A) (B) (C) (D) (E)

5% 10% 11% 13% 15%

18. O aluguel de uma residĂŞncia passou a ser de 2,8 milhĂľes, o que representou 250% de aumento sobre o aluguel anterior. Deste modo, o aluguel anterior pode ser obtido: (A) (B) (C) (D) (E)

19. (UCS) Recentemente o Congresso Nacional alterou o porcentual da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira, de 0,2% para 0,38%,determinando, com isso, um percentual de aumento sobre o valor anterior correspondente a (A) (B) (C) (D) (E)

0,9% 0,18% 0,36% 36% 90%

20. (UFRGS) Uma mercadoria foi comprada por R$660,00 a ser paga em três vezes. Se fosse a vista, o comerciante daria 20 de desconto. Qual foi a porcentagem do acrÊscimo sobre o preço à vista que o freguês pagou? (A) (B) (C) (D) (E)

15% 20% 25% 28% 30%

21. A raiz quadrada de 16% ĂŠ: (A) (B) (C) (D) (E)

0,04% 0,4% 4% 40% 400%

22. (UFRGS) Hå oito anos, com um salårio mínimo, compravam-se 55kg de um produto e hoje compram-se 34,1kg. Com base neste produto, o salårio mínimo sofreu uma desvalorização de: (A) (B) (C) (D) (E)

15% 20% 38% 45% 62%

23. (UFRGS) Um vendedor ganha 5% sobre o lucro das vendas realizadas. Quanto ele ganhou num perĂ­odo m que as vendas atingiram R$ 5.000.000,00 dando um lucro de 30%? (A) (B) (C) (D) (E)

R$ 3.500.000,00 R$ 1.500.000,00 R$ 750.000,00 R$ 150.000,00 R$ 75.000,00

subtraindo-se 1,25 milhão do aluguel atual subtraindo-se 1,35 milhão do aluguel atual dividindo-se o aluguel atual por 2,5 dividindo-se o aluguel atual por 3,5 efetuando-se a operação: aluguel atual.2,5/3,5

Testes 2 - 71


Matemรกtica 24. (UFRGS) Um revendedor aumenta o preรงo inicial de um produto em 35% e, em seguida, resolve fazer uma promoรงรฃo, dando um desconto de 35% VREUHRQRYRSUHoR2SUHoRยฟQDOGRSURGXWRp (A) impossรญvel de ser relacionado com o preรงo inicial (B) superior ao preรงo inicial (C) superior ao preรงo inicial, apenas se este for maior do que R$ 3.500,00 (D) igual ao preรงo inicial (E) inferior ao preรงo inicial 25. (UFRGS) Aumentando-se a medida da base de XP UHWkQJXOR HP  H D PHGLGD GH VXD DOWXUD HPDiUHDGHVVHUHWkQJXORDXPHQWDGH (A) (B) (C) (D) (E)

20% 22% 30% 32% 40%

Gabarito 01. A

02. C

03. E

04. B

05. D

06. B

07. A

08. E

09. C

10. D

11. A

12. A

13. B

14. C

15. C

16. A

17. B

18. D

19. E

20. C

21. D

22. C

23. E

24. E

25. D

Testes 2 - 73


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