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nos fazem sentir dentro da história, como se estivéssemos lá participando da história do filme, ou até sendo um dos personagens, principalmente o menino Trevor, que em algumas partes, nós entendemos como ele deve se sentir, com a sua mãe fora de casa, sempre trabalhando, e ainda, alcoólica, o seu pai que era ausente, e quando aparece, deixa o menino mais triste do que parece ser, batendo na mãe dele, e a avó de Trevor, que era mendiga e também brigada com a própria filha e ainda, ele não tinha quase nenhum amigo (apesar de que ele conquista vários ao longo do filme, pelo que vimos no final). O professor, pelo que dá pra perceber é o único que entende um pouco o Trevor, pois também não foi muito feliz durante sua infância, a mãe batia nele, tem marcas e cicatrizes de queimaduras causadas pelo pai, que sumiu depois disso, eles dois tem muitas coisas em comum, talvez por isso. Nós sentimos a mesma coisa no final, ficamos tristes, como se conhecêssemos de verdade Trevor, como se fossemos amigos dele e sentíssemos a falta dele. O filme é diferente do que se prevê, ou seja, não é previsível, no começo, pensamos que vai ser igual a todos com “final feliz”. Mas não é bem isso. Isso influencia e acaba deixando o filme mais ainda perto do nosso tema. Filipe, Hugo, Lucas Silva, Ailton 8B

Um livro significa muito para mim, nele eu consigo viajar, me tornar qualquer um dos personagens da história (desde que ele se enquadre comigo). Isso é muito bom porque eu penso coisas extremamente divertidas, que são quase impossíveis de se imaginar hoje, nesse mundo cheio de correrias e barulhos. Eu gosto muito de ler, principalmente essas novas coleções que aparecem aí, mas se eu passo em frente à lotérica e vejo: Mega-sena acumulada 28 milhões de reais, já começo a me ver com essa grana toda. E eu acho que leitura é isso, você imaginar aquilo que lê, como se fosse real. Maria José dos Reis 8C

Um livro é muito mais que um monte de papel, é um “portal” para um mundo diferente em que você aprende, se encanta, se emociona e às vezes sente até angústia; mas particularmente, leio livros muito pouco, gosto de ler revistas de carros onde eu me empolgo e sonho acordado. Às vezes, me empolgo tanto que faço gestos com as mãos, gosto muito de carros e eu me imagino montando, construindo. Isto para mim é ler, é se divertir e aprender. Filipe Alves 8A

Gosto muito de ler, sempre que estou desocupado, eu estou lendo. Não gosto muito de livros de autoajuda, gosto mais de livros históricos, contos... Atualmente, estou lendo Jô Soares: O homem que matou Getúlio Vargas; mas, muitas vezes fico sem ler, pois não tenho acesso à biblioteca na minha cidade. Quando eu tinha 11 anos, despertou em mim a sede da leitura. Comecei a ler livros de contos, como: Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda, Tom Sawyer e fábulas de Esopo. Hoje, leio Chico Buarque e acabei me apaixonando pelo detalhes, não só da história, como a perceber os detalhes. O livro tem um papel muito interessante na minha vida que é passar o conhecimento que está por trás das palavras escritas nele e assim, me envolver com a cultura. O livro me ajuda a falar, Wily Oliveira escrever e ouvir. 8A

Voz Jovem  ●  7 

Voz Jovem  

Jornal-revista do CEF 01 de BsB, maio de 2009

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