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Catavento uma publicação de sustentabilidade, educação e responsabilidade

Catavent

outubro/novembro de 2012

pais na escola

Sua presença é fundamental

economia verde Chegou o... Horário de Verão!

Ser Voluntário Especial “Dia D”


editorial

ser voluntário

Caros amigos

Voluntariado fortalece a autonomia

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Há 40 anos, a realidade das pessoas com qualquer deficiência (física, intelectual ou sensorial) era muito diferente de hoje. Elas mal saíam de casa por falta de estrutura e severo preconceito. Se as coisas mudaram para melhor, foi graças à atuação de militantes voluntários dos Centros de Vida Independente (CVIs) existentes em diversos países, inclusive no Brasil.

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Na rotina corrida e com tantas tarefas, às vezes nos esquecemos de ser curiosos para observar e questionar algumas coisas – por exemplo, o horário de verão, que há tanto tempo entra e sai sem que saibamos exatamente a razão pela qual acontece.

Fabio Alves Ferreira é voluntário no CVI, que atua na cidade de Campinas. Em 1997, após um mergulho em piscina rasa, ficou tetraplégico. “No começo quando me acidentei, passei por um processo difícil como todo mundo que, de uma hora para outra, se vê com uma deficiência. Conhecer outras pessoas que tinham passado por esses mesmos problemas e levavam suas atividades cotidianas com autonomia me fez querer espelhar-me nelas para me reabilitar”, conta Fábio Alves, que há três anos tornou-se atleta integrante da seleção brasileira de rúgbi e foi considerado o melhor jogador de defesa no último campeonato brasileiro.

Nesta edição, explicamos a origem deste sistema e como, de fato, ele traz resultados no que se refere à sustentabilidade do nosso planeta. Porém há situações bem mais importantes e que nos afetam diretamente, as quais precisam ser percebidas rapidamente para ser resolvidas. Observar os filhos e perceber se há algo diferente em seu modo de agir é uma delas. Quanto mais próximos os pais estiverem de seus filhos, mais facilmente poderão identificar se há algo errado. A dislexia e o déficit de atenção, também conhecido como TDAH, são duas doenças bastante comentadas atualmente e, quando diagnosticadas ainda na idade infantil, podem ser revertidas.

O que mudou a vida de Fábio foram as conversas que manteve com um dos fundadores do CVI, o economista Vinícius Gaspar Garcia, que, coincidentemente, um ano e meio antes do acidente de Fábio, havia também lesionado a medula em um mergulho em piscina que resultou em tetraplegia. O CVI chama de “suporte entre pares” essas conversas informais, que são um dos focos da ação dos voluntários.

Ser próximo dos filhos não significa estar o tempo todo com eles ou sentir culpa por trabalhar o dia todo. Estar perto é passar o tempo que for possível, mas com qualidade, olhandoos nos olhos, escutando-os. Além disso, conhecer seus amigos mais próximos, se possível os pais deles, mas, principalmente, participar de sua vida escolar, conversar com os professores, conhecer sua escola, são também formas de estar bem próximos de nossos filhos e, desta forma, dar apoio e segurança a seu desenvolvimento.

De pessoa beneficiada pelo “suporte entre pares”, Fábio Alves entrou para o CVI e passou a desempenhar esta função, ajudando a fortalecer a autonomia de pessoas com deficiência. “É uma conversa aberta, em que a gente ouve a pessoa, as dificuldades e responde perguntas, a partir de nossas experiências”, afirma o voluntário.

E, quando faltar animação e determinação para continuarmos com as nossas tarefas diárias, poderemos nos inspirar sempre em histórias como a do voluntário Fábio, que mostra sua autonomia apesar das dificuldades motoras, por meio da força de vontade. Boa leitura! Isabela Pascoal Becker

História

Fale Conosco Se você tem alguma sugestão, comentário, ou sabe de algum exemplo de boas práticas, compartilhe conosco. Escreva para fundacao@educardpaschoal.org.br

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Esta é uma publicação bimestral das empresas do Grupo DPaschoal sobre as práticas de sustentabilidade, educação e responsabilidade. Produção de texto: Agência Cambalhota; Revisão de texto: Katia Rossini; Projeto gráfico: BJ Carvalho (FocoEditorial); Coordenação: Simone B. Santos; tiragem: 4.400; Impressão: Citygráfica.

A história da luta por uma vida autônoma começou ainda na década de 1960, quando um norte-americano chamado Ed Roberts, ao lado de outros sete alunos universitários, todos com deficiências, lutaram para que a Prefeitura rebaixasse todas as guias em Berkeley. Voluntários por uma vida independente foram espalhando-se e, assim, segue a luta por uma sociedade mais justa, pautada pela inclusão. Esta semente cada cidadão pode levar adiante, basta querer e agir como fazem os voluntários do CVI. Papel certificado

Saiba mais

CVIs pelo Brasil | Conselho Nacional dos Centros de Vida Independente do Brasil http://www.cvi.org.br/cvibrasil.asp

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economia verde

Chegou o... Horário de Verão!

Mas... de onde surgiu esta ideia?

A origem do Horário de Verão está ligada à economia. Antes mesmo de existir luz elétrica, em 1784, nos Estados Unidos, o jornalista e inventor Benjamim Franklin percebeu que, se adiantasse os relógios em uma hora, em alguns meses do ano, poderia aproveitar melhor a luz do dia e economizar velas, pois não escreveria tanto no período noturno. Naquela época, a ideia não foi levada adiante. Já em 1907, uma nova tentativa de implementar o Horário de Verão, desta vez na Inglaterra, pelo construtor William Willett, também acabou por não obter êxito, devido à grande resistência por parte da população. Foi apenas em 1916, durante a Primeira Guerra Mundial, que trouxe a necessidade de economizar

energia, que o Horário de Verão foi finalmente adotado pelos alemães.. No Brasil, a medida foi instituída pela primeira vez nos verões de 1931 e 1932, pelo então presidente Getúlio Vargas, durante um período de quase seis meses. A medida foi reeditada no ano seguinte e, depois, passou a ser adotada sem regularidade. A partir de 1985, o Horário de Verão passou a ser implementado anualmente e, em 2008, por meio de um decreto específico, foi estabelecido um período anual para sua implantação. Assim, ficou definido que o Horário de Verão sempre começa no terceiro domingo de outubro e termina no terceiro domingo de fevereiro. Se a data coincidir com o domingo de Carnaval, ele se encerra no domingo seguinte.

Uso racional para todas as estações Medida ajuda a reduzir o consumo de energia elétrica nos horários de pico durante o verão. Mas o uso racional da energia é assunto para todas as estações. No Brasil, sempre que ele chega, vira o assunto da vez, dividindo opiniões. Parte da população aprova-o, parte reprova-o. Estamos falando do Horário de Verão, que neste ano começou no dia 21 de outubro e permanecerá até o dia 17 de fevereiro de 2013. A mudança no horário ocorre anualmente, quando os brasileiros das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste adiantam seus relógios em uma hora para melhor aproveitamento da luz natural. Esta medida, instituída por meio de um decreto federal, ajuda a reduzir a concentração do consumo de energia elétrica entre 18 e 20 horas. É o que os especialistas chamam de redução da demanda máxima do Sistema Interligado Nacional. O Horário de Verão afeta diretamente os hábitos da população. O artista plástico e produtor cultural Rodrigo Andreotti vê, entre as vantagens do Horário de Verão, a possibilidade de aproveitar a luz do dia para atividades de lazer: “Eu gosto [...], porque o dia fica mais longo. Há tempo para um futebolzinho com os amigos, um churrasquinho”, avalia Andreotti. E são estas horas de lazer fora de casa que fazem com que as linhas de transmissão de energia, subestações e sistemas de distribuição fiquem menos sobrecarregados no horário de pico de consumo de energia elétrica. Mas o que significa isso na prática?

Nem todo mundo vai tomar aquele banho logo depois que chegou do trabalho, por exemplo. Como ainda existe luz do sol por volta das 19 horas, muita gente aproveita para se dedicar a outras atividades, deixando para utilizar energia mais tarde. Assim, diminuindo a demanda, as empresas que operam o sistema conseguem prestar um serviço melhor ao consumidor, porque os troncos das linhas de transmissão ficam menos sobrecarregados.

Por que no verão?

O adiantamento dos relógios é proposto estrategicamente no verão, pois nesta estação os dias são mais longos, ou seja, aumenta significativamente o período em que podemos desfrutar da luz solar. As regiões Norte e Nordeste ficam fora do Horário de Verão porque estão muito próximas da Linha do Equador e, por este motivo, lá, a duração dos dias é praticamente igual durante o ano todo, e a implantação deste horário, ali, não proporcionaria economia significativa. Segundo dados divulgados pelo Ministério das Minas e Energia, nos últimos anos a redução média da demanda tem-se situado em torno de 5%. Com isso, a economia que se consegue, de R$ 2 bilhões a cada ano, pode ser usada na construção de usinas geradoras de energia, por exemplo.

A mudança no horário ocorre anualmente, quando os brasileiros das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste adiantam seus relógios em uma hora para melhor aproveitamento da luz natural.

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A energia é a grande questão do século XXI. Desde a escolha das fontes de energia até nosso consumo diário, tudo causa impacto em nossa vida. Por isso, o uso racional da energia não deve ficar restrito ao verão. Segundo última a pesquisa divulgada pelo IBGE (2010), 97,8% das residências brasileiras estão ligadas à rede de energia elétrica. Estudos apontam que o que mais consome energia nas casas brasileiras são o chuveiro e a geladeira. O gráfico ao lado traz dados que podem ajudar a transformar velhos hábitos e gerar economia:

Consumo de energia residencial no Brasil 27% Chuveiro 27% Geladeira 25% Fogão 12% TV 6% Micro-ondas 3% Máquina de lavar 0

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Fica a dica... Se  possível, use aparelhos elétricos fora do horário de pico (das 18h às 21h), principalmente o chuveiro, pois este é um dos equipamentos que mais consome energia. Quando não estiver fazendo frio, deixe a chave do chuveiro na posição “verão”. Feche a torneira quando se ensaboar. Lembre -se de que a economia de água é fundamental para a redução do consumo de energia. Procure reduzir o tempo do banho.  Escolha geladeiras, freezers e aparelhos  de ar condicionado com o Selo Procel, que atesta que o equipamento é mais eficiente. Ao  viajar, desligue a chave-geral. Tomadas quentes são sinônimo de  desperdício. Por isso, evite o uso de benjamins.

Evite acender lâmpadas durante o dia. Use  melhor a luz do sol, abrindo bem as janelas, cortinas e persianas. Apague as lâmpadas dos ambientes desocu pados. Pinte o teto e as paredes internas com cores  claras, que refletem melhor a luz, diminuindo a necessidade de iluminação artificial. Substitua as lâmpadas incandescentes por  fluorescentes compactas ou circulares, na área da cozinha, área de serviço, garagem e qualquer outro local que fique com as luzes acesas mais de quatro horas por dia. A  lâmpada fluorescente economiza até 80% de energia, se comparada à lâmpada comum. Fonte: Procel – Progama Nacional de Conservação de Energia Elétrica.

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pais na escola

Sua presença é fundamental

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Seu filho é uma criança “que não para”, “que não aprende”, “que não presta atenção”, ou “que escreve tudo errado”? Problemas no aprendizado merecem acompanhamento, e a presença dos pais e o diálogo com a escola são fundamentais. Alguns fatores, como dificuldade de audição ou visão, impactam no rendimento escolar, porém são mais fáceis de se detectarem. Outras doenças são um pouco mais difíceis de ser diagnosticadas, pois podem se confundir com características comuns de algumas fases do desenvolvimento natural de crianças e adolescentes. Hoje, com a maior divulgação das informações, é possível suspeitar de doenças como hiperatividade, dislexia, transtornos de déficit de atenção, depressão e transtornos bipolares. E como lidar com essa situação em casa e na escola? A ex-analista de sistemas, hoje mestre em saúde da criança e do adolescente, a educadora Ynayah Araújo Teixeira, teve os quatro filhos diagnosticados na fase de alfabetização com “dificuldades de aprendizagem”. Todos foram encaminhados a psicólogos, neurologistas e fonoaudiólogos. Na década de 1990, quando a medicação foi receitada à caçula sem um diagnóstico preciso, Ynayah percebeu que as coisas não caminhavam para uma solução. “Minha filha virou um zumbi, era apática e indiferente a tudo”. Foi quando ela buscou escolas que tratassem as dificuldades das crianças de forma individual para matricular seus filhos. Os resultados positivos com os quatro filhos de Ynayah surgiram em pouco tempo. Para ela, ao identificar o problema, escola e família devem buscar soluções para que essa criança não perca a autoestima ou fique em defasagem no aprendizado. A conversa entre pais e professores deve ser cada vez mais estreita, para que possam trocar informações sobre o comportamento das crianças em cada ambiente.

O papel do educador, de perceber cada aluno em sala de aula, é fundamental para identificar algumas doenças. É o caso da dislexia, nome que se dá à dificuldade que algumas crianças apresentam para aprender a ler, escrever, ou para compreender um texto. Geralmente, os disléxicos têm dificuldades em relacionar letras com os sons que elas representam, invertem sua posição dentro da palavra, demoram a seguir instruções e entender enunciados. Esta desordem, muitas vezes, é confundida com desinteresse e má vontade por parte do aluno, ou como sinal de comprometimento da inteligência, uma conclusão equivocada, porque essas pessoas costumam ser inteligentes e bastante criativas. O médico neuropediatra André Leite Gonçalves, pesquisador do Instituto Israelita de Ensino e do Hospital Albert Einstein, acredita que, de um tempo para cá, as crianças com dislexia estão tendo a chance de resolver o proble-

ma cada vez mais cedo. “Não há aumento do número de casos; houve, sim, aumento na divulgação das informações sobre o transtorno e, consequentemente, um maior número de diagnósticos. Segundo dados da Associação Brasileira de Dislexia, o transtorno atinge 4% da população infantil”, afirma. Outra doença que atinge cerca de 5% das crianças é o déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Se em casa seu filho não fica quieto para comer, espalha roupas e objetos pela casa, revira gavetas e não fecha as portas de armários, a atenção deve ser redobrada. No entanto, o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) fica evidente quando a criança vai para a escola. Muitas vezes, ela sabe a matéria, mas não acerta as repostas porque está distraída. Por isso, pais e professores são bons informantes para ajudar o médico que observa a criança no consultório.

Dica de leitura de livros da Fundação Educar acesse o site: www.educardpaschoal.org.br.

O pequeno João descobre que tem dislexia. Todos os seus amigos e familiares irão ajudálo, fazendo com que se sinta capaz de fazer muitas coisas.

O livro conta a história de uma família que reside numa casa amarela e tem um filho chamado Cauã. Os pais do garoto vivem tristes e angustiados, pois o filho tem dificuldade em se comunicar com eles e com o mundo. Mas, um dia, na escola de Cauã, um mímico se apresenta, e a professora percebe a interação do menino com ele. Como se dará uma reviravolta nesta história?

Rafael tem muita energia para brincar e não consegue ficar parado nem por um minuto. A escola, os pais e alguns profissionais ajudam o menino a descobrir, na arte, um modo de extravasar toda a criatividade e se desenvolver. O talento dele agrada muita gente e nos ensina algumas lições.

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boas práticas

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Entre os meses de agosto e setembro aconteceu o “Dia D”, quando cada Regional promoveu ações de cidadania e impacto positivo. Ao todo, foram 16 ações, que envolveram mais de 190 voluntários. Parabéns a todos que doaram tempo, dedicação e talento e se mostraram grandes agentes de mudança. E você? Já é voluntário? Aguardem novidades do “Programa Ser Voluntário”.

Regional 507 O time de voluntários “Esperança” da Regional 507 realizou um dia inesquecível no Centro Social e Educacional Romana Ometto, em Araras (SP). Teve bolo e refrigerante para as crianças que moram na entidade, além de muita leitura dos livros doados pela Fundação Educar.

Regional 501 Os voluntários “Palhacinhos da Alegria”, da Regional 501, caracterizaram-se de palhaços e visitam as crianças internadas na Santa Casa de Misericórdia de MogiGuaçu (SP), cheia de risos e alegria.

Outra ação da Regional 507 aconteceu em Barretos, com o time “Liga do Bem”, na entidade Associação das Auxiliares Missionárias Bertoni, que abriga cerca de 57 idosos. O dia foi comemorado com lanche da tarde, participação no forró que acontece todos os domingos na instituição, além da interação com idosos que não conseguem sair dos quartos.

Regional 504 A Regional 504 promoveu um dia diferente, na Creche Comunitária Maria Rosa, em Uberaba (MG). Com balas, doces, pirulitos e muito carinho, foi montado um cantinho da leitura utilizando livros da Fundação Educar.

Outra ação promovida pela Regional 504 foi a do time de voluntários “Pai Chão”, de Uberaba. Com muitas parcerias e ajuda de moradores, uma praça na cidade de Pirajuba (MG) foi revitalizada, com pneus coloridos nos canteiros, plantio de árvores, pintura de bancos, jogos de amarelinhas e de tabuleiros, tudo para a diversão de crianças e idosos que utilizam o espaço.

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Regional 510 Os voluntários “Amigos da Alegria”, da Regional 510, realizaram uma visita no Lar Anjo Gabriel, na cidade de Concórdia (PR), proporcionando uma tarde cheia de alegria e muita diversão, com um delicioso lanche e muitas brincadeiras, além da distribuição de livros da Fundação Educar.

A segunda ação da Regional 510 foi realizada pelo time de voluntários de “Força Delta”, e aconteceu na CEMEI Palmeiras, na cidade de Curitiba (PR), onde foi pintado o muro da instituição. Arrecadaram-se roupas, brinquedos e itens da cesta básica. A creche indicou três famílias que passavam por sérias dificuldades para que os voluntários os doassem, pessoalmente, a na residência de cada uma delas.

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Regional 505 A Regional 505 teve um dia diferente: o time de voluntários “Brasil de Muitas Cores, Somos Pequenos Leitores”, foi à Creche Comunitária São Sebastião, em Duque de Caxias (RJ), onde, numa tenda toda decorada, contou-se a história O pássaro sem cor, para diversos grupos de crianças, os quais, agora, querem mais...

Regional 502 A equipe de voluntários da Regional 502 suou a camisa e revitalizou o muro do espaço esportivo do Centro Assistencial Vedruna, em Campinas (SP).

Regional 508 Os voluntários da Regional 508 promoveram um grande evento para atender a comunidade do Jardim Grimaldi, em São Paulo, proporcionando diversas atividades como corte de cabelo, teste de pressão e glicemia; para a criançada, pinturas faciais, brincadeiras na cama elástica, piscina de bolinha, pula-pula, algodão doce, além de uma tenda de Economia Verde e distribuição de livros da Fundação Educar.

Regional 511 Na cidade de Brusque (SC), o time “Alegria, Alegria”, da Regional 511, levou um pouco de alegria e música, com o intuito de descontrair as pessoas que se encontravam internadas no Hospital Arquidiocesano Cônsul Carlos Renaux. Foram entregues 150 Kits “Alegria Alegria”, que continham o livrinho da Fundação Educar e guloseimas que foram adquiridas com a união dos colaboradores.

Regional 515 O time de voluntários “Só Alegria”, da Regional 515, realizou sua ação na Creche Nossa Senhora de Fátima, na cidade de Porto Alegre (RS). Foi um dia muito divertido – além de visitarem as crianças, doaram diversos itens arrecadados. E já há planos para ação de Natal!!

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Voluntários do time “Quem Canta Seus Males Espanta!”, também, da Regional 511, visitaram a entidade Casa da Fraternidade, que abriga idosos, em Araranguá (SC). Realizou-se uma homenagem aos aniversariantes do mês, com direito a bolo e velinhas, alegrando ainda mais o dia com as cantorias ao som de violão e sanfona.

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Regional 512 Os voluntários da “Turma da Alegria”, da Regional 512, promoveram, na Sociedade Beneficente São Mateus de São José dos Campos (SP), um dia muito divertido, com contação de histórias, apresentação de teatro, brincadeiras – entre elas, a personagem Emília, dois palhaços (encenados pelos próprios funcionários) e até apresentação de Taekondo.

Regional 517 O time “Voluntários em Ação”, da Regional 517, promoveu um dia inesquecível no Lar dos Bebês da cidade de Cascavel (PR), que atende crianças de 0 a 4 anos que precisam de carinho e afeto. Teve contação de história do livro O pássaro sem cor. Os voluntários passaram o dia com crianças que tiveram os vínculos familiares fragilizados.

Outra ação, dos “Voluntários em Ação”, aconteceu na Quarta Igreja Presbiteriana Renovada de Ponta Grossa (PR), onde foi oferecido um jantar para cerca de 170 pessoas, entre adultos e crianças. Toda a organização, desde a limpeza do espaço até a preparação dos alimentos e a contação de histórias para crianças ficou por conta dos voluntários.

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3ª edição - Revista Catavento  

(teste) (teste)

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