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RAINY NIGHT VOLUME 01

DEA DRACO


CAPITULO ZERO

O PRÓLOGO DO PECADO

Jhonny está morto, disse a voz feminina através do telefone e um leve sorriso pareceu flutuar na boca do adolescente que escutava atentamente a noticia recostado aos pés de uma arvore. Dias antes David havia discutido com Anne por causa de Jhonny, e quase terminaram o namoro, era normal que o garoto se sentisse feliz ao receber a noticia, mesmo sentido a dor na voz de sua namorada. O adolescente se levantou desligando o telefone, limpou os ombros da jaqueta e a calça social preta, olhou para o céu do crepúsculo como se tudo no mundo tivesse perfeito e então se pôs a andar em direção á rua. Alguns dias se passaram até que David voltasse a falar com Anne, que já se perguntava por onde ele estaria. Anne pediu a David que dessem um tempo no namoro pra pensar, e por mais que o coração dele doesse ele aceitou por querer ver um sorriso no rosto dela o mais breve


possível, mesmo que isso significasse a sua separação. Choveu naquela noite, e sem pensar David saio e através da escuridão sem um rumo certo, pois em sua mente só uma coisa o mantinha fixo, o pensamento “não é minha culpa, é?”, pois o suicídio de Jhonny aparentemente era por culpa de Anne, e oque impedira que os dois voltassem a namorar era o fato de Anne estar namorando com ele, e isso doía muito pra David por que parecia ser sua culpa a morte do Rapaz que estava prestes a se formar na faculdade de psicologia. Hora depois David se viu em meio à cidade totalmente só, a chuva já cessara e suas roupas estavam encharcadas, seu sobretudo negro pesava o dobro por causa da água, e seus cabelos escoriam como seda negra sobre a sua cabeça, a luz da lua q começava a aparecer fazia seu rosto brilhar aterrorizantemente. David pegou um isqueiro e uma carteira de cigarros no bolsou interno do casaco molhado, acendeu tragando a fumaça densa que logo liberou calmamente através dos lábios escuros e então disse friamente: foi minha culpa. E voltou a andar.


CAPITULO UM:

A VISITA INEXPERADA

Suicídio, essa era a palavra que rondava a cabeça de David. Já haviam se passado 2 meses desde que Jhonny morrera, e nas ultimas 5 semanas a depressão que a solidão e a exclusão provocaram em David, começara a alimentar. O garoto não se preocupava com Jhonny, mas sentia muito a falta de Anne, e aos poucos foi se isolando de tudo e de todos. David ficou em casa sem sair nem para ir ao mercado, mas também não havia necessidade, já que ele também não se alimentava a alguns dias, seu estado começava a ficar grave, foi quando escutou batidas ritmadas em sua porta. Felipe era o melhor amigo de David. Alto, magro e bem vestido, um cara realmente boa pinta, daqueles que fazem sucesso com as mulheres. - David, abre a porta.


Foi como se David despertasse de um longo sono quando ouviu a voz familiar de Felipe. A pouco mais de seis meses o jovem havia viajado para o rio de janeiro para trabalhar como aprendiz assistente de um dos mais importante arqueólogos/historiadores do pais. "Deve ser uma alucinação", pensou David, afinal Lipe, como ele costumava chamar o amigo, devia ter ficado trabalhando por mais um ano e meio, ele não poderia estar ali. As batidas na porta aos poucos começaram a ficar mais forte, e novamente o chamado chegou aos ouvidos do adolescente. -DAVID, ABRE A PORTA! Sei que você esta ai. Ainda duvidando do momento, David se levantou, caminhou até a porta e abriu-a vagarosamente, dando de cara com seu ex-colega de quarto. Felipe sorriu calorosamente e pondo as mãos nos ombros do garoto assustado a sua frente disse "oi" indo de encontro a um abraço, mas para sua surpresa o adolescente deu um passo para trás, tropeçando com o calcanhar no tapete e caído sentado. Do lado de fora do apartamento, três malas se escondiam por detrás das penas do jovem de cabelo preto e sapatos engraxados parado a porta. - Hmm... Cara, você não parece bem.


Falou Fe, esticando a mão para ajudar o amigo a se levantar. - com certeza não... Murmurou David tão baixo que Fe não conseguiu entender nada além de um "om..za..ão" mas não fez questão de pedir para que o rapaz caído a sua frente repetisse. David estava mais pálido que o comum, mesmo pra alguém que estava a dias sem comer ou dormir, ele estava apavorado. Fe abaixou-se e pegou a mão do adolescente, sabia que sozinho ele não se levantaria, e puxou tão rápido e forte que por um segundo David achou que seu braço estivesse sendo arrancado, e em segundos ambos estavam novamente frente a frente, desta vez de mãos dadas olhando fixamente um ao outro. Então Felipe disse sorrindo mais um vez: - Cara, você ta branco, em um lugar úmido, pelo visto até sem comer, e com certeza essas olheiras ai é por não dormir... - riu sutilmente- ... e sua mão ainda continua quente. - Para falar besteira.- sorriu David, finalmente de dando conta de que seu amigo realmente estava ali. - Então, oque anda aprontado manolo?


- pra ser sincero... - nada. - hm... isso. - mas e o trabalho? - ja faz quase dois meses que não vou. - E o namoro com a Anne? - a gente terminou. - então ele desviou o olhar como se não pudesse encarar o amigo - o ex dela se matou por minha culpa... ai, ele terminou comigo. - Caramba mano, oque que tu fez assim de tão grave pro cara se matar. - deixa pra lá... vamos falar de outra coisa. - hmm.. ta, mas primeiro... - Fe sorriu olhando pra malasposso entrar? Algumas horas se passaram desde que Fe batera na porta para chamar David. Os dois amigos passaram a tarde toda conversando, de um lado um contando os seus problemas com a ex-namorada e seus momentos de "reflexão", dou outro o recém chegado falando de suas aventuras e


descoberta, do quanto aprendeu, mas a noite começara a cair e após a longa viagem de avião, Felipe ainda não tinha almoçado, seu estomago ja roncava dolorosamente de fome. - Oh Dav, vamos jantar? - Hmm, pior que não tem nada pra comer aqui. - David pareceu se sentir envergonhado, na época em que Fe morava ali nunca havia faltado comida - podemos pedir uma pizza ou algo parecido. - não. Vamos jantar fora? - ahh.. A sugestão de Fe era claramente melhor, mas havia um detalhe: sem trabalho, David também esta sem dinheiro. "Por minha conta", as palavras magicas daquele momento saíram da boca de Fe, inconscientemente a boca de David abriu um sorriso, pela primeira vez em dias, inexplicavelmente ele sentira fome.


CAPITULO DOIS

NO HOSPITAL

Um grito de dor atravessou a janela de Lilian e encheu os seu ouvido trazendo-lhe um frio e uma agonia de imediato. A jovem garota desceu as escadas e atravessou a sala humilde ate a porta que saia a rua para resgatar o homem caído e cheio de sangue que acabara de ver através de sua janela. Willian estava alterado, sem o braço esquerdo e com uma ferida jorrando sangue em sua perna direita, parte do cabelo parecia ter sido arrancado a força e rosto cheio de hematomas. A garota correu na direção de Willian e o abrasou, neste instante o homem desmaiou. Um teto branco foi a primeira coisa que os olhos de Willian viram ao desperta, ele estava em um hospital e já não sangrava como antes, forçou os músculos a fim de se sentar na cama mas a dor foi tanta que mau se mexeu, e foi nessa hora que uma voz familiar chegou aos seus ouvido e o cheiro típico de rosas silvestres encheu suas


narinas, como um mel que toca a língua ele saboreou o perfume de Lilian, tentou mover o pescoço, mas a dor novamente o impediu. - Willian... -sorriu a garota que acabara de entrar no campo de visão do homem – não se esforce muito. - Nem que eu quisesse Lili. - Tem dois homens aqui que querem vê-lo. - Quem... Quem são eles? - Policiais. Willian pareceu estupefato por um segundo, policiais? , demorou sua mente lhe associar velhos amigos da policia que ainda estivessem vivos, e então aconteceu. - Ed e Masaichi? - Desculpa, não perguntei os nomes, acha que poderá atendê-los ou peço pra voltarem mais tarde? - Acho que... Manda entrarem. - tá.


A garota saiu com um gemido tímido, "ele acabou de acordar", pensou ela ao fechar a porta. A poucos metros dois homens estavam sentados conversando sobre o jogo de futebol que acabaram de ver, a teve portátil ainda quente estava largada em eles. Eduard era um homem auto, moreno e bem arrumado, ao contrario do amigo e colega de trabalho Masaichi, que era um japonês imigrante de quase quarenta anos e cabelo despenteado uma camisa do AC/DC velha e desbotada era seu orgulho como roqueiro. No quarto, Will tentava imaginar os motivos que aquela visita poderia ter. Obviamente é porque ele esta mal, mas sinceramente Will não tinha fé nesta opção, vários outros colegas de trabalho já haviam passado por situações parecida por outros motivos, e seus visitantes nunca deram importância. Ed e Masaichi também não eram os melhores amigos de William, na verdade não se davam bem com ou outro colegas da policia além de um com o outro, se trabalhassem em distritos diferentes provavelmente os dois seriam solitários e só falariam com seu chefe quando recebessem novas tarefas e mais ninguém na policia. "Afinal, porque esses dois entraram pra policia?" ficou pensando Wiil, até que finalmente a porta se abriu.


Masaichi foi o primeiro a passar pela porta e logo em seguida Eduard, Lilian fechou a porta pelo lado de fora, sabia que a conversa seria demorada, seria e privada, como sempre era quando Willian falava com outro policiais, então ela nem queria se envolver, will provavelmente a contaria sobre a conversa mais tarde, como sempre fazia. - Olá senhor Willian. Como se sente. - perguntou ed. - Na medida do possível... eu diria bem. - Então acho que poderemos conversar um pouquinho, não é? - disse Masaichi sentando em uma poltrona que esta próxima a cama. - Obviamente. - Will deu um sorriso de deboche que pareceu já irritar o japonês- sobre oque falaremos? Que tal sobre o motivo desta visita? Masaichi sorriu de leve se ajeitando sobre a poltrona, inclinando para frente e apoiando os cotovelos nos joelhos, deixando a as mãos unidas a frente do rosto. - Sobre oque falaremos Ed?


- Bom, colega... o motivo da nossa visita parece um bom ponto pra começarmos. então que tal seguirmos a sugestão do nosso companheiro hospitalizado? Ed puxou uma cadeira para perto da poltrona onde estava Masaichi e sentou calmamente nela. Willian não podia ver seus companheiros da policia, mas nem tentou mover-se pra isso, podia reconhecer a voz de ambos e não tinha a menor vontade de velos. - Estamos aqui para saber como vossa senhoria perdeu um braço e quase perdeu uma perna, sem falar de parte do cabelo e de todos esse ferimentos. Sabe, senhor Willian, isso não comum. - Belo discurso, Masaichi. - Ta me zuando? - Não, não. Que isso? Somos colegas de trabalho, não precisa vir com frases prontas pro meu lado, cara. Me diz, tava treinando antes de entrar aqui? Masaichi fez menção de se levantar mas Ed colocou a mão em seu ombro como que pra dizer para que o colega não aceitasse as provocações, afinal, Will nem podia mover o pescoço e estava agindo como se fosse o "rei" ali.


- Fica calmo japa. Eu vou falar. O quarto ficou fechado por mais de duas horas, Lilian ja começara a se preocupar com a demora, bebera mais de sete xicaras de chá durante este período e se preparava para pegar a oitava quando a porta fez "Tec", e se abriu levemente. Ed e Masaichi pareciam contentes com as informações que conseguiram de Wil, Lilian mal podia esperar pra saber do que se tratava. - Hein, senhorita. - falou Eduard para a jovem com a xicara entre as mãos. -Hmm... posso ajuda-lo? - respondeu Lilian ainda tentando imaginar o a conversar dos policiais com Wiil. - Bom, meu colega e eu não costumamos vir para este lado da cidade. A senhorita sabe se tem algum lugar em que possamos comer? - Ah... bom, tem o restaurante do almeida aqui perto. A comida é ótima. Hmm.. - Lili parou um instante pra respirar e tentar lembrar como indicar o caminho até o restaurante- Basta que o senhores sigam a rua paralela a rua da frente do hospital umas cinco quadra naquela direção...- levantou a mão direita e aponto para o leste-


depois virem a esquerda e sigam mais umas 3 ou quatro quadras. - Obrigado. - Por nada, senhores. Os dois policiais foram para o estacionamento, entraram e sua viatura a paisana, um belo diplomata verde e foram em direção ao local indicado. Quase que ao mesmo tempo, David e Felipe chegavam ao prédio grande com um letreiro luminoso onde se lia "Almeida". Fe ja imaginando qual seria a sua primeira refeição desde de que chegara a cidade e então dois amigos Entraram pelo salão e sentaram-se em uma das mesas.


CAPITULO 03

O JANTAR

Arroz e camarão para Fe e Arroz, feijão e bife par Dav. Depois de tanto tempo sem comer o gosta da comida para David parecia extremamente bom, mas parecia também que a fome, que começara a sentir fazia poucos minutos, parecia não ter fim. Felipe não comia o camarão e sim degustava lentamente sentindo todo o seu suave sabor. Dois homens entraram pela porta fazendo um tremendo escândalo, xingando e discutindo com o garçom pela falta de mesas disponíveis. - Olhei isso aqui meu amigo...- disse Masaichi mostrando o distintivo reluzente- você tem certeza que não tem como achar uma mesa? - Calma cara. - Eduard tentava fazer Masaichi da tempo pro garçom falar.


-Senhores... hmm, qual mesmo o nome dos senhores? - Masaichi. -Whitseiman. -senhores, Masaichi e Whitseiman. Temos uma mesa reservada... - o garçom olhou para o grande relógio que se encontrava na parede atrás da mesa da recepção- mas o cliente esta atrasado mais de 20 minutos. Posso perguntar ao gerente se vocês podem usa-la. -Talvez já devesse ter feito isso. - resmungou o japonês enrugando a testa. - Por favor, faça isso. Mas faça rápido. Ok? - Sim, sim. Um instante. - Vamos esperar aqui. "Hum, na porta? Querem garantir que serão os próximos atendidos.", pensou o garçom caminha em direção ao outro lado do restaurante em direção à cozinha, onde estava o gerente. De um canto próximos a janela, dois adolescentes assistiam a cena.


- São tão idiotas. Não acha Dav? - Pois é. Até parece que vão morrer de fome. - Eles deviam ter ido pra uma pizzaria, kkk. Esses caras não tem nível pra jantar em um restaurante. - Hum... Sabe Fe? - Oque? - Acho que eu também não tenho nível pra isso. Nem dinheiro eu tenho. - disse David abaixando a cabeça. - Deixa de ser bobo. - então o rapaz bem vestido olho nos olhos do garoto despenteado e com as roupas sujas a sua frente- Não é questão de dinheiro ou coisa do tipo... -hã? - Classe é questão de educação e isso, meu caro, você tem de sobra. Só oque te falta é um banho e roupas novas pra melhorar seu astral. Os dois garotos soltaram um gargalhada profunda e alta que soou como um eco por todo o ambiente fazendo as pessoas olharem para eles. - Ei Ed, do que será que aqueles dois estão rindo?


- Sei lá. Mas aqueles dois são muito diferentes. - Concordo. Um parece um filho de milionário e o outro um rebelde. Porque será que estão juntos? Isso é suspeito. - Esquece isso, o garçom esta demorando. - Talvez... - Hmm? - Aquele cara esteja sendo chantageado por aquele mendigo. - Ta falando besteira cara. - OQUE? - Presta atenção. Mesmo sujo, aquele carinha usa roupas de marca, e os dois parecem estar se divertindo. Imagino que sejam amigos. Mas...- Ed fez umas pausa pra respirar e levou a mão ao queixo- como ele ficou tão sujo? até parece que não toma banho a dias. Por quê? - Nesse caso espero que aquele infeliz não esteja fedendo, a única mesa livre é do lado dele. - Sim, e isso me lembra...


- Lembra? - Que o garçom ainda não voltou. -Ahh... Verdade, onde será que o desgraçado esta afinal de contas? Será que ta fazendo uma entrevista pra contratar um novo gerente? ou oque? Na cozinha. O gerente recriminava um dos garçons por tem ido importuna-lo enquanto ele estava em uma conversa importante com o chefe. - Porque diabos não chamou os seguranças se os caras estavam incomodando? - É que... - Que oque? - São policiais, senhor. Eu não sabia se podia expulsa-los daqui. -Ahhh.. Eu mesmo vou ter que resolver isso?! que merda! Os pratos estavam vazios em cima da mesa sobre a mesa de Dav e Fe. Ambos satisfeitos, Felipe contava ao amigo sobre os vários jantares com pessoas importantes que havia tido no Rio de Janeiro acompanhando seu tutor. Da cozinha, o garçom saiu acompanhado de um homem


usando um terno aparentando ser muito caro e atravessou o restaurante no sentido oposto ao de minutos antes até ficar a quase um metro de Ed e Masaichi. Enquanto Fe pagava a conta ao outro garçom e Dav já se levantava pra sair. Masaichi e o gerente ainda discutiam sobre a mesa reservada quando Fe e Dav se aproximaram deles. - Ei garoto, olha por onde anda. - desculpa. - desculpa o caralho. Ta tentando fazer oque? Bater minha carteira, é? - N.. Não. Quando Felipe olha pra trás vê Masaichi segurando David pelo colarinho da camisa. -Larga ele. - Senhor Salommon...- disse o gerente - não vi que o senhor estava aqui. Este garoto é seu amigo? - É o David. Não reconheceu?


-Ahh... não. Desculpa. - de repente o gerente pareceu nervoso como se com medo de Fe, agarrou o braço de Masaichi forçando-o a largar David. - Ei vamos parar com a reuniãozinha... - disse o japonês encarando o gerente. Eduard coloca a mão no ombro do colega que olha pra ele. - As crianças tão saindo, não tão? então agora tem uma mesa livre. Da pra gente comer ou não? O gerente faz sinal que sim com a cabeça para o garçom. - Venham por aqui senhores. Masaichi e Whitseiman acompanham o garçom enquanto o gerente e os adolescentes ficam parados em frente a recepção vazia do restaurante olhando os dois policias sentando-se a mesa. - Você mudou, hein Dav. - Como assim? - Se isso fosse antes de eu viajar...- Fe olha pro amigo acho que você teria encarado ele e saído no soco. - hmm... é provável.


- Perdoem o incomodo. Não vai se repetir. -desculpou-se o gerente. - De boa, senhor McKonnam. A gente já vai, né Dav? - Sim sim. Vamos. Saindo do restaurante, a lua cheia brilhava no céu. Fe ainda reclamando e chamando david de fraco, seguiram de novo para o apartamento sujo e desarrumando que serviria de lar para os garotos. Mas ainda tinha algo que Felipe não contara que estava preocupando David: Porque Fe tinha retornado tão antes do que estava definido?


NO PRÓXIMO VOLUME:

David acorda ao lado de uma garota nua e a vinda de um investigador do Rio de Janeiro começa revelar os motivos do retorno de Felipe. Enquanto isso Ed e Masaichi iniciam as investigações de serial killer.



RN 01