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Câmara Municipal de Évora / Director: José Ernesto D’Oliveira // Semanário, 31 Outubro de 2012

Câmara de Évora distinguida por boas práticas de política familiar Vereadora Cláudia Sousa Pereira recebeu a bandeira verde em Coimbra A Câmara Municipal de Évora foi distinguida, pela quarta vez consecutiva, com a bandeira verde das Autarquias Familiarmente Responsáveis, numa cerimónia que decorreu esta semana no auditório da Associação Nacional de Municípios Portugueses, em Coimbra e que contou com intervenções do Presidente da Câmara Municipal de Cantanhede e representante da Associação Nacional de Municípios Portugueses, João Pais de Moura; do Presidente da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, Fernando Castro; e da representante do Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis, Margarida Neto.

Deliberações

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Sabia que... O Solar dos Condes de Portalegre se situa no ponto mais alto da colina onde assenta a cidade de Évora?

TEATRO

Garcia de Resende

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Câmara de Évora distinguida por boas práticas de política familiar Vereadora Cláudia Sousa Pereira recebeu a bandeira verde em Coimbra A Câmara Municipal de Évora foi distinguida, pela quarta vez consecutiva, com a bandeira verde das Autarquias Familiarmente Responsáveis, numa cerimónia que decorreu esta semana no auditório da Associação Nacional de Municípios Portugueses, em Coimbra e que contou com intervenções do Presidente da Câmara Municipal de Cantanhede e representante da Associação Nacional de Municípios Portugueses, João Pais de Moura; do Presidente da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, Fernando Castro; e da representante do Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis, Margarida Neto. Coube à Vereadora Cláudia Sousa Pereira, como representante do Município de Évora, receber o referido galardão atribuído pela Associação Portuguesa das Famílias Numerosas. Este ano foram distinguidos trinta e cinco municípios portugueses numa edição que contou com a participação de 103 municípios que se disponibilizaram a responder a um inquérito nacional, onde foram analisadas as políticas de família dos municípios nas seguintes áreas: apoio à maternidade e paternidade; apoio às famílias com necessidades especiais; serviços básicos; educação e formação; habitação e urbanismo; transportes; saúde; cultura, desporto, lazer e tempo livre; cooperação, relações institucionais e participação social; e outras iniciativas, sendo igualmente alvo de análise as boas práticas das autarquias em relação aos seus funcionários no que respeita à conciliação entre trabalho e família. Os dados recolhidos através dos inquéritos que permitem conhecer melhor o trabalho das autarquias vencedoras estão disponíveis na página eletrónica do Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis, em www.observatorioafr.org De acordo com a Vereadora Cláudia Sousa Pereira, a candidatura de Évora realçou dados quer de eventos de caráter cíclico (atividades nas férias, Bikévora, programa «Okup@te» e «Mexase em Évora») e ações quotidianas («Almoços de miúdos com graúdos», Aconselhamento Parental e Familiar em articulação com a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens, disponibilização de transportes para as piscinas municipais,

visitas de estudo, articulação de iniciativas de creches e jardins de infância com centros de dia). Incluiu igualmente ações e eventos que propõem a participação das famílias e elencou também medidas de apoio para além das legalmente previstas, por exemplo no âmbito da Ação Social Escolar, das obras de reabilitação de habitações sociais, da aquisição de habitação para arrendamento em regime de renda apoiada, da construção de habitações a custos   controlados, dos Cartões Social do Munícipe Idoso ou Cartão Évora Solidária. Destacou, no entanto, dois elementos da candidatura, um de concretização física, outro, quase mas não só, de carater simbólico: a Ecopista e rede de percursos pedestres e cicláveis que perfazem 120 quilómetros e constituem um equipamento de fruição familiar e o projeto «Uma Vida, uma Árvore», em que por cada criança nascida a autarquia planta uma árvore. “É nestes dois projetos que as Pessoas e o Ambiente simbolicamente se juntam à História e fazem de Évora muito mais do que aquela Cidade-Museu que se visita, um lugar onde se vive e cresce e se assegura o Futuro”, considerou a Vereadora.

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Deliberações da Câmara Municipal de Évora Em reunião pública de 25 de Outubro Câmara de Évora solidária com trabalhadores da Agência Lusa A Câmara Municipal de Évora, por proposta do Presidente José Ernesto d’ Oliveira, aprovou por unanimidade um voto de solidariedade para com os trabalhadores da Agência Lusa, que vivem neste momento alguma indefinição em relação ao seu futuro. A Câmara Municipal manifesta preocupação com a decisão do Governo em denunciar o Contrato Programa que tem com esta Agência Noticiosa pelo risco de perda de um serviço público de importância que tem pautado a sua história pela isenção e pelo mérito reconhecido na promoção dos valores nacionais e língua portuguesa. A proposta do Executivo municipal sobre a reestruturação dos serviços camarários obrigatória pelo Decreto-Lei nº 49/2012, que estabelece um novo regime jurídico para o pessoal dirigente da Administração Local – foi rejeitada pela maioria CDU/PSD ficando de voltar a uma próxima reunião extraordinária onde será de novo analisada após melhor fundamentação.

Aprovação unânime mereceu a cedência do edifício municipal sito na Rua do Marmeleiro, onde funcionava a antiga escola primária do Bairro das Espadas, ao Rancho Folclórico “Flor do Alentejo”, para sede social e desenvolvimento de atividades culturais e recreativas da associação. Uma proposta para a concessão de apoio logístico à Ubifrance Portugal (agência de internacionalização francesa) e à PEMAS (Portuguese Association for the Aerospace Industry) para realização em Évora, no dia 30 de Novembro, de encontro técnico franco-português do sector aeronáutico/aeroespacial foi aprovada por unanimidade.

Foi tomado conhecimento do Relatório de Revisão Semestral às Demonstrações Financeiras do Município de Évora – 1º semestre de 2012 produzido pela Revisora Oficial de Contas do Município e que, nos termos da lei, será agora remetido para a Assembleia Municipal.

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Sabia que O Solar dos Condes de Portalegre se situa no ponto mais alto da colina onde assenta a cidade de Évora?

Solar dos Condes de Portalegre Localizado próximo do ponto mais alto da colina onde assenta a cidade, no espaço onde anteriormente se erguia a acrópole romana, no interior da cerca velha, em zona de ruas muito sinuosas, o Solar dos Condes de Portalegre constitui, como escreveu Túlio Espanca, um “precioso exemplar de arquitetura gótico-manuelina dos alvores do quinhentismo (…)”. Efetivamente, naquele edifício é possível descortinar um conjunto de pormenores arquitetónicos, notáveis, que remontam ao tempo da sua fundação. Do pouco que se conhece, terá sido fundado no séc. XVI, provavelmente, pelo 2º conde de Portalegre, mordomo-mor de D. João III, D. João da Silva Meneses, nas proximidades do palácio dos capitãesmores da cidade, os Castros de treze arruelas. Posteriormente terá pertencido ao cónego D. Luís de Melo, foi propriedade dos familiares do arcebispo D. João Coutinho, envolvido nas alterações de Évora de 1637 e, no séc. XIX, nele residiu D. João de Aguiar, bispo de Bragança. Em meados do século passado eram proprietários a D.ª Maria Inácia Vilardebó e o Engº Henrique da Fonseca Chaves, que, na década de 40, nele fundaram uma capela devotada ao Senhor Jesus da Ressureição, mantendo-se o edifício na posse da família.

Sendo verdade que não existe muita informação de caráter historiográfico disponível sobre aquele espaço, uma visita ao local será, autenticamente, uma viagem no tempo e, desse ponto de vista, não deixará ninguém indiferente. Dr. João Santos (CME)

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CICLO DE CINEMA “VIVRE ENSEMBLE”

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DIAS 2 E 3 DE NOVEMBRO |22H | ASS. DO IMAGINÁRIO

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Évora Local n.º 120