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www.datacenterdynamics.com.br Outubro / Dezembro 2018

Automação em Data Center: especialistas listam os benefícios e avaliam o nível de adoção no Brasil

Netskope abre data center em São Paulo para atender toda América Latina Vale aposta alto em Internet das Coisas, Machine Learning e Inteligência Artificial Com cabos submarinos e data center, Angola Cables coloca Fortaleza na rota internacional

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Número 2 • Julho 2018  3


Sumário Outubro 2018

Para ler as reportagens, clique na foto ou vá para a coluna da direita

www.datacenterdynamics.com.br Outubro / Dezembro 2018

Automação em Data Center: especialistas listam os benefícios e avaliam o nível de adoção no Brasil

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TEMA DE CAPA 08 Automação de Data Center: quão perto estamos?

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REPORTAGENS

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14 Mineradora brasileira Vale investirá US$ 250 milhões em inovação 20 Opiniões: 10 anos da DCD Brasil 26 Netskope instala data center em São Paulo

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30 Data Center Tamboré da UOL DIVEO ganha três novas salas e maior eficiência energética 34 Angola Cables coloca Fortaleza na rota de data centers internacionais 40 Finalistas do DCD Awards 42 ATUALIDADES

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o Brasil ganhou mais um data center. Esta edição da e-Magazine traz todas as informações sobre a implantação do novo data center da Netskope, em São Paulo. Confira nestas páginas, uma entrevista com o diretor regional da empresa, Alain Karioty, que revela os motivos da escolha do Brasil para instalação do primeiro data center da noroperacionais estão os te-americana, na América Latina. No Nordeste, os cabos submacabos submarinos rinos Monet e SACS da Angola Monet e SACS da Cables, já estão 100% operacionais. Angola Cables Em entrevista, a empresa de telecomunicações conta detalhes da construção de seu data center Tier III, que vem sendo instalado em Fortaleza, na Praia do Futuro, e adianta que a instalação será neutra, o que significa dizer que estará apta a receber não apenas os cabos da Angola Cables, mas qualquer outro cabo que chegar à Fortaleza. É destaque desta edição, uma entrevista com «players» do mercado como Schneider Electric, CCN Automação e Honeywell, que avaliam a adoção de ferramentas de automação pela indústria de data center. Ao final desta edição, a DCD celebra os 10 anos do DCD Brasil, congresso de infraestrutura tecnológica e transformação digital mais influente do mercado. Especialistas do setor de data center, falam sobre o amadurecimento do mercado nacional nesta década e da contribuição do DCD Brasil para o desenvolvimento da indústria brasileira de data center. Vire a página e confira na íntegra todos os temas!

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Tema de capa

Automação de Data Center:

quão perto estamos? CCN Automação, Honeywell e Schneider Electric avaliam

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specialistas apontam para um aumento na gestão dos dados, sejam eles provenientes da elétrica, ar condicionado ou mesmo dos sistemas de segurança, como detecção de incêndio e controle de acesso. Segundo o CEO da CCN Automação, Luciano Ribeiro, a tendência é que haja uma integração cada vez maior dos diversos sistemas eletrônicos. E tal aumento no volume de dados, exigirá um tratamento diferenciado através de Big Data. Além disso, a Internet das Coisas ganhará cada vez mais espaço no mercado, possibilitando que instalações de

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Automation + Control

qualquer porte sejam monitoradas com baixo custo, gerando dados importantes para análise de toda região geográfica em que o cliente possuir algum tipo de operação. Impulsionada pelos dispositivos conectados ao data center, a automação ou o que podemos chamar de Inteligência Artificial e Machine Learning aplicada ao data center, já é uma realidade no mercado. Hoje, cada dispositivo conectado gera dados que quando concentrados e processados, se transformam em informações relevantes para melhorias e maximização da operação do data center. De acordo com a Schneider Electric, a automação é o caminho para obter ganhos operacionais e econômicos no data center, visto que uma abordagem tradicional já não é mais suficiente. “Hoje, para que um data center seja competitivo e sua infraestrutura seja utilizada ao máximo, os gerentes de data centers têm o desafio de tornar a operação mais eficiente, não somente na questão de economia de energia, mas também na maximização da sua capacidade de processamento”, observa o gerente de marketing de produtos da Schneider Electric Brasil, Alan Satudi, ressaltando que isso somente será possível através de tecnologia de ponta para coleta, processamento e análise de dados. Para a Schneider Electric, hoje no Brasil, a maioria dos grandes “players” de data center já possui um elevado grau de automação em seus data centers, “Hoje, as equipes esNúmero 3 • Outubro 2018  9


Tema de capa tão cada vez menores, o que exige um alto grau de automatização e gerenciamento. Também, é grande a tendência em que os novos equipamentos como geradores, chillers, UPS já venham de fábrica com um grau elevado de eletrônica embarcado, o que facilita e tem barateado os sistemas de automação”. Automação: como ela deve ser Para o CEO da CCN Automação, acima de tudo o sistema deve ser confiável. De acordo com o especialista, tal sistema deve aliar pilares básicos, que são hardware e software de boa qualidade, implantação realizada com pessoal técnico qualificado, que tenha real experiência neste tipo de ambiente. “Podemos ter o me-

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lhor equipamento do mundo, mas se o mesmo não for programado e comissionado com critério, o resultado final pode ser muito ruim”, pontua o CEO, apontando a usabilidade como outro aspecto importante. Para ele, é fundamental que o cliente navegue com facilidade e fluidez nas informações disponibilizadas pelo software. Os relatórios têm que ser facilmente extraíveis do software de supervisão. “Na prática, notamos que existem necessidades específicas para cada tipo de operação, o ponto chave é sempre ter a facilidade de uso como foco principal. Temos diversos tipos de clientes, entre eles os que são extremamente preocupados com eficiência energética e outros mais preocupados em atender seu público específico”, conta o CEO da CCN Automação. Como dar os primeiros passos Segundo a Honeywell, a receita é: estudar, planejar, executar e operar. Sendo assim, o primeiro passo é entender a real necessidade do usuário final. Após isso, é necessário desenvolver um projeto bem elaborado, respeitando todas as fases, onde enquadram-se as necessidades do usuário para assim, apresentar as soluções, ponderando segurança operacional, custo e qualidade dos produtos. “Sempre na fase de projeto é impor-


Soluções que acompanham o crescimento do seu negócio com eficiência máxima. A APC by Schneider Electric oferece à sua empresa um portfólio completo de soluções para infraestrutura de ambientes de TI, garantindo: • • • • • •

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Tema de capa tante considerar a expansão das operações, até mesmo uma possível mudança de concepção em relação aos problemas iniciais apresentados, fazendo com que fique fácil toda a automação se adequar às novas solicitações”, pontua Augusto Sanchez, coordenador da equipe de operação de automação de data center da Honeywell. Segundo ele, uma vez que as soluções apresentadas e os projetos são aprovados, é necessária a contratação de serviços de confiança para execução, sendo mão de obra própria ou não. “É imprescindível o acompanhamento da execução, não só da contratada, mas da evolução das empresas envolvidas na rotina”, pontua a Honeywell. O CEO da CCN Automação afirma que dar os primeiros passos nessa área hoje é simples, pois existem soluções de hardware e software modulares e escaláveis que podem crescer aos poucos e com baixo investimento. “Tudo nasce com um bom projeto e/ou análise das condições atuais da operação”. Ganhos Operacionais Considerada um dos grandes vetores para obter significativos ganhos econômicos no data center. Sejam

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eles operacionais ou de eficiência energética, hoje com um alto grau de automação é possível reduzir a necessidade de um grande staff de pessoal operacional. Profissionais estes, com viés analítico, que passam a interpretar os dados gerados pelo sistema, com intuito de aumentar cada vez mais a eficiência. Tarefas como checar limites operacionais, monitorar alarmes, programar liga/desliga de equipamentos, checar falhas e gerar dados históricos passam a ser realizadas sem intervenção humana. Além disso, plataformas web based permitem que dados do sistema possam ser acessados de qualquer tipo de dispositivo (computadores, celulares, tablets, etc) e de qualquer lugar. Isso tudo com alto grau de segurança. “A automação permite a introdução de algoritmos inteligentes que podem baixar em muito o consumo dos insumos como eletricidade, água, gás, diesel, etc, otimizando em muito o PUE”, explica o CEO da CCN Automação. De acordo com ele, existem diversas rotinas, principalmente na automação dos sistemas de ar condicionado, que permitem reduções significativas no consumo. “Em termos operacionais os ganhos podem ser tam-


Automation + Control

bém surpreendentes. Já visitamos instalações nos EUA em que não havia um único profissional sequer na sala de controle”, revela Luciano Ribeiro. Utilização das ferramentas de Automação De acordo com a Honeywell, cada dia mais os sistemas de automação vêm se tornando menos complicados. Hoje, é possível esperar que as soluções de automação facilitem a operação de um data center à ponto de substituir as ligações de uma operação do (Building Management System) BMS por uma automação que controle manutenções preditivas sem a necessidade de ações humanas constantes no cotidiano de um data center, porém com a possibilidade de gerenciamento de um responsável ou pelo próprio supervisor. O coordenador da equipe de operação de a automação de data center da Honeywell, Augusto Sanchez, afirma que a tendência é que automação esteja cada dia mais

A automação, melhor ferramenta para se gerir um data center, sempre deve buscar a segurança da vida e do patrimônio e a continuidade das operações enraizada em qualquer projeto de data center. “É impensável hoje esperar o aviso sonoro/visual para um alarme crítico em uma UPS ou central de água gelada, ou que todas as informações referentes a consumo tenham que ser coletadas manualmente. A automação e suas ferramentas são recursos mais que essenciais dentro da infraestrutura dos data centers hoje”. Para a Honeywell, a automação é crucial para redução de custos e para disponibilidade de recursos, “uma vez que dispomos de soluções com redundâncias, abrimos margem para resolução de possíveis sinistros”, conclui. Número 3 • Outubro 2018  13


Entrevista

Vale embarca na Transformação Digital Mineradora brasileira investirá US$ 250 milhões em inovação

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esenhada em 2016, a atual estratégia de TI da Vale, foi posta em prática quando a mineradora multinacional brasileira decidiu implantar um programa de Transformação Digital para avançar na Indústria 4.0. O programa se baseia em quatro pilares: análise avançada de dados, integração de sistemas e cadeias, robotização e equipamentos autônomos (como caminhões e perfuratrizes). No total, as iniciativas de Transformação Digital priorizadas para as operações de minério de ferro no Brasil, irão gerar uma redução de custos de até US$ 0,50 por tonelada

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até 2023. São cerca de 160 projetos que receberão investimentos na ordem de US$ 250 milhões. Iniciativa A mineradora brasileira vem apostando alto na Internet das Coisas, Advanced Analytics, Machine Learning, Inteligência Artificial e aplicativos móveis. A iniciativa tem permitido promover a integração entre as áreas de negócio pelo mundo, reduzir custos, simplificar processos, aumentar a produtividade e a eficiência operacional, com melhores índices de saúde e segurança. De acordo com Hélio Mosquim, gerente-executivo de Inovação em TI


Server + Storage

da Vale, em 2017, o programa rendeu uma economia de cerca de US$ 480 milhões, devendo chegar a US$ 500 milhões ainda este ano. O executivo da Vale conta que no setor de minério, a inovação ganhou maior importância nos últimos anos, com o fim do superciclo da mineração, já que no passado os altos preços das commodities levaram empresas a focar no aumento do volume de produção. O preço da tonelada do minério de ferro, chegou a atingir o pico de US$ 191 em 2011. Mas a partir de 2013, caiu para um patamar mais sustentável e a partir daí, as mineradoras começaram a priorizar o aumento da produtividade e a redução dos custos para assim, ampliar suas margens operacionais.

“Estudos de consultorias apontam que a Indústria 4.0 tem potencial de contribuir com bilhões de dólares de economia para atingir esse objetivo”, menciona ele. COI (Centro de Operações Integradas) Um exemplo dentro da Vale, de como a tecnologia pode ajudar neste sentido, é o COI (Centro de Operações Integradas), que compreende uma única área que integra e otimiza o planejamento em toda a mineradora e responde também pela programação da cadeia de valor estendida (“vendas e marketing”). O novo modelo de gestão tem permitido atender as Número 3 • Outubro 2018  15


Entrevista demandas dos clientes, centro de distribuição, blendagem e estoques de forma mais eficaz, possibilitando tomadas de decisões de forma rápida. Um dos pilares para alcançar os objetivos do COI, é o uso intensivo de tecnologia digital para promover a colaboração entre as equipes, tornando a troca de informações fácil e melhora na eficácia do planejamento da cadeia de valor, que é complexa e envolve profissionais distribuídos em diferentes geografias e fusos horários. Esses princípios nortearam o projeto de inovação da Vale desde a concepção, resultando em um ambiente que combina modernos painéis de visualização, salas de videoconferência e várias ferramentas de colaboração. Além disso, sistemas foram aprimorados e outros foram desenvolvidos para agilizar e melhorar o processo de planejamento e distribuição da produção. Dois deles se destacam: o Advanced Planning and Scheduling (APS) Ferrosos e o Sistema de Otimização da Alocação de Navios (SOAN). Parceria com a Chemtech Comandado pela Chemtech, o GPV-M (Gestão da Produção Vale

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- Mineração) começou a ser desenvolvido em 2014 e implantado pela empresa do Grupo Siemens em 2016, substituindo outros 17 sistemas que vinham sendo usados nas unidades de minério de ferro e manganês da empresa no Brasil. Ao todo, serão 38 minas, plantas e entrepostos com o novo sistema. A implantação, que já foi concluída em 20 unidades do Maranhão, Minas Gerais e Pará, faz parte da plataforma tecnológica de gestão de supply chain do negócio de ferrosos, e deve proporcionar uma economia de mais de US$ 70 milhões até 2020. “A mudança traz três principais ganhos financeiros: redução do custo de TI com a manutenção e evolução de diferentes sistemas e plataformas; custo evitado para o negócio em função da redução de impactos operacionais causados por indisponibilidade do sistema. E, por último, são esperados ganhos relevantes com maior produtividade de mão de obra e redução de horas improdutivas dos ativos, suportados pela melhor usabilidade do sistema e maior disponibilidade de informações para tomada de decisão”, conta o gerente-executivo de Inovação em TI da Vale, destacando que a implantação do novo sistema


Entrevista

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milhões é o beneficio estimado para 2018 com uso essa ciéncia foi um passo importante para a implantação do COI, que ocorreu no final de 2017. Inteligência Artificial A Inteligência Artificial está revolucionando a maneira como as indústrias prevêem falhas em equipamentos, solucionam problemas e otimizam processos. Na Vale, o benefício estimado para 2018, com o uso dessa ciência é de US$ 26 milhões. “A Vale chega a este valor ao calcular a economia potencial de cada projeto mapeado”, explica Hélio Mosquim, acrescentando que a mineradora possui hoje, 10 projetos que estabelecem novas metodologias de manutenção para equipamentos de mina, que ajudam a evitar problemas

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nos trilhos das ferrovias e promovem melhorias na gestão das usinas de beneficiamento de minério e de pelotização, processo em que partículas de um minério são aglutinadas, o que facilita as operações metalúrgicas posteriores. Também desenvolvidas em outras localidades onde a mineradora atua fora do Brasil, principalmente em Moçambique e no Canadá, em território nacional, as iniciativas de inovação da Vale vêm sendo fortemente desenvolvidas em cinco estados: Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, e Rio de Janeiro. Um exemplo, citado por Hélio Mosquim, é um projeto que levou à economia a manutenção


Server + Storage

de pneus de caminhões fora da estrada. A mineradora tem coletado os milhões de dados gerados por sensores instalados nas áreas operacionais e analisado-os com a ajuda de sistemas de Inteligência Artificial. Dessa forma, geram-se insights sobre o comportamento dos equipamentos, que ajudam a prever problemas e influenciam na tomada de decisões. Com o uso desse processo específico, conhecido como “Análise Avançada de Dados” (Advanced Analytics), a Vale busca estabelecer uma nova metodologia de manutenção que otimize o ciclo de vida dos equipamentos, aumente sua vida útil e evite intervenções desnecessárias.

Acreditamos que a Vale está no rumo para se tornar uma ‘smart company’, ou seja, uma empresa que utiliza a TI para crescimento de produtividade das operações Um dos projetos de maior impacto dentro da mineradora, já teve seus resultados comprovados em 2017. Na mina de cobre de Salobo, no Pará, houve um aumento de 30% em um ano, na vida útil dos pneus de caminhões fora da estrada, o que representou uma economia de US$ 5 milhões no período. Número 3 • Outubro 2018  19


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Os servidores espalhados pelas empresas começaram a retornar para os data centers, que passaram a hospedar centenas de servidores virtuais por m² 20  DCD eMagazine • www.dcd.media

Luís Fernando Vieira Quevedo, Consultor de TI

a última década passamos por uma revolução tecnológica que transformou a indústria de data centers, a sociedade e a forma de se fazer negócios. Nos primórdios da informática, tínhamos mainframes e terminais isolados em grandes corporações. Hoje em dia, os computadores estão na sua casa, no seu carro, na palma da sua mão e dispersos em milhões de dispositivos IoT ao redor do mundo, proporcionando experiências cada vez mais imersivas e cognitivas, rompendo barreiras e superando os limites da humanidade. O mercado de data center mudou drasticamente, passando do tradicional serviço de Colocation para ofertas de soluções em Cloud, universalizando o acesso a plataformas tecnológicas, que antes eram restritas as grandes corporações com dezenas de profissionais dedicados à sua manutenção e suporte, sem falar do elevado custo de infraestrutura física e lógica dos data centers, hardwares e softwares. Uma tremenda ruptura na forma de se fazer negócios, uma vez que pequenas empresas, universitários e pessoas comuns com espírito empreendedor, passaram a dar vida a pequenas ideias, que se tornaram grandes negócios com abrangência internacional. Entre as tendências para os próximos anos, destaco o advento da Edge Computing e o Digital Twin, que tem requerido a alocação de servidores próximo do chão de fábrica para coletar e interagir com milhares de dispositivos IoT e tratar milhões de informações provenientes de turbinas e máquinas inteligentes, em regiões distantes do data center e em locais, que nem sempre possuem uma infraestrutura elétrica robusta para suportar estes equipamentos e toda infraestrutura de climatização, onde um contêiner por imersão líquida pode ser a solução num futuro próximo.


>Brasil | São Paulo

Luiz Henrique Zimmermann Felchner, gerente de Aplicação da Furukawa

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s últimos 10 anos marcam a mudança do mercado de data center brasileiro, que saiu, digamos de uma forma simples de tratar os dados, coorporativos e pessoais. Ou seja, evoluímos da construção dos data centers coorporativos de cada empresa para os data centers Colocation/Cloud para a disponibilidade de serviços e soluções, o que tornou o data center uma “entidade viva”; com bons sócios tecnológicos, trabalhando em conjunto com um plano de negócio e usando muita Fibra Óptica (claro que Furukawa). Muitas pessoas e empresas necessitaram evoluir e se capacitar para trabalhar com Fibra Óptica; este foi o grande marco dos últimos dez anos. Entre os outros, destaco: • Chegada dos “Smartphones”: disponibilidade e acesso em todo o lugar; • Uso massivo de Fibras Ópticas: utilização de cabos tipo “Rollable Ribbon” com 6912FO em apenas 29mm de diâmetro; • Surgimento dos Data Centers HyperScale; • Surgimento dos WhiteBox; • Transmissão SWDM, sobre fibra ópticas multimodo OM5;

Para os próximos anos, nossa tarefa é entender melhor a influência do crescimento de banda larga e os efeitos nos data centers; quando falamos de banda larga estamos generalizando para qualquer tipo de serviço e aplicação, desde o simples acesso a internet até o uso de Inteligência Artificial (Carros autônomos). O ponto chave para o novo data center é primar pela baixa latência e redundância de todos os tipos, formando uma rede totalmente interconectada, saindo totalmente do conceito tradicional em “estrela”.

Através da rapidez, segurança e disponibilidade de largura de banda, foi possível disponibilizar online para pessoas e empresas, aplicações que hoje são diárias Número 5 • Octubre 2018  21


>Brasil | São Paulo

Fabiano Azevedo, gerente de operações do Babcock... International Group

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O mercado no Brasil avançou muito nos últimos 10 anos, com a entrada de dezenas de novos DCs de médio e grande porte 22  DCD eMagazine • www.dcd.media

mercado de data center no Brasil avançou muito nos últimos 10 anos, seja quanto a entrada de dezenas de novos data centers de médio e grande porte, quanto na melhoria dos processos de gestão operacional. A DCDPro, veio para preencher uma lacuna importante de formação de nossos profissionais no segmento. Antigamente o conhecimento era transferido na prática e eram necessários no mínimo cinco anos para que um profissional atingisse um nível de maturidade desejável. Com a DCD e seus treinamentos e também congressos, em no máximo dois anos de prática e estudos, é possível atingir os mesmos resultados. Entre as tendências de design para os próximos anos, destaco: • Soluções de topologias de infraestruturas mais simplificadas tipo Tiers 2 com sites contingências ativo ativo; • Diversas ações de eficiência energética • Gestão operacional profissional com visão em longo prazo.


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Manoel Veras, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)

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Entre as tendências para os próximos anos, destaco o design dos equipamentos, que está aumentando e força novos projetos com otimização do espaço físico 24  DCD eMagazine • www.dcd.media

s últimos 10 anos transformaram o mercado de data center do Brasil. Lembro do DCD Converged São Paulo 2009, que para mim significou um marco da indústria de data centers no Brasil. Naquela época, quase ninguém sabia o que era um data center. Hoje temos algumas dezenas de data centers espalhados pelo Brasil, também uma boa malha de fibra óptica e centenas de data centers privados. Enfim, outra realidade. Entre os avanços nesta década, destaco o lançamento do livro de minha autoria “DATACENTER”; primeiro livro sobre data centers no Brasil. Também, o lançamento dos livros “Virtualização” e “Cloud Computing”, em 2013 e 2014, e o método “Life Cycle Canvas” (LCC) para gerenciar projetos, em 2016. Entre as tendências para os próximos anos, destaco: Design dos equipamentos, que está aumentando e força novos projetos com otimização do uso do espaço físico, data center como peers, projetos sustentáveis com menor consumo de energia e refrigeração.


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ALGUNS DEPOIMENTOS

Ascenty “Parceria sem confiança não existe. Além da capacidade técnica, o Grupo MH demonstra acertividade nos orçamentos, nas propostas comerciais, execução dos projetos e cronogramas”.

Locaweb “Projetos desenvolvidos a 4 mãos partindo do chão e entendendo nossas necessidades. Nunca houve atrasos e problemas de orçamento nos projetos do Grupo MH para a Locaweb. Muito difícil nesse mercado de tecnologia ter uma parceria tão longa.

NIC.BR “... com o projeto da MH conseguimos uma economia de recursos, além da qualidade técnica, que motivou iniciar a 2ª fase de expansão muito antes do previsto”.

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Entrevista

Netskope instala data center em São Paulo Intenção é atender toda América do Sul

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Alain Karioty, diretor regional para América Latina da Netskope

26  DCD eMagazine • www.datacenterdynamics.com.br

ulho de 2018 marca o início da operação da norte-americana Netskope no Brasil. A empresa de segurança na nuvem passou a atender do território brasileiro, clientes do Chile, Argentina, Colômbia e Peru, que anteriormente tinham suas operações suportadas por um data center nos Estados Unidos. Baseada em São Paulo, a operação do data center latino-americano visa melhorar a experiência de clientes corporativos locais da Netskope, com maior desempenho em processamento, recursos e infraestrutura, além da proximidade geográfica. Fundada nos Estados Unidos em 2012, a Netskope antes atuava no Brasil por meio de “resellers” e parceiros de canal atendendo clientes como IHG, Toyota, Levi’s, ING entre outras organizações. Em entrevista exclusiva, Alain Karioty, diretor regional para América Latina da Netskope, fala sobre os novos passos da empresa no país. Leia, a seguir, a entrevista.


Security + Risk

DatacenterDynamics: Por que a Netskope escolheu São Paulo para ser a cidade base de suas operações na América Latina? Alain Karioty: Escolhemos São Paulo porque temos grandes clientes com presença no Brasil e não teria lugar mais estratégico do que o centro de negócios do país. Outro fator determinante para nossa decisão, foi a localização de nossos engenheiros, que também estão divididos entre a capital paulista e o Rio de Janeiro. DCD: Como a Netskope avalia a operação até aqui? A. K.: Começamos as operações na América Latina no ano passado. Agora temos mais conexões com a região com o início da operação

Empresa californiana desembarcou no Brasil com a proposta de melhorar a experiência de clientes corporativos locais do data center, além da abertura da empresa local. Nosso data center no Brasil tem conexão direta com São Paulo (IXP) - chamado PTT - e, portanto, permite que os clientes locais tenham uma melhor experiência ao usar o serviço da Netskope. Novas conexões com outros IXPs no Brasil estão sendo consideradas em um Número 3 • Outubro 2018  27


Entrevista DCD: O data center possui alguma certificação? A. K.: Nossos data centers já são ISO 27001 e também foram certificados com SSAE-16 SOC-1 tipo 1 e SOC-2 tipo II. DCD: Como a Netskope avalia o mercado brasileiro de data center hoje? A. K.: Vemos muitas oportunidades no Brasil, com muitos clientes que já usam fortemente as tecnologias de nuvem. Não apenas SaaS, mas também IaaS, como AWS ou Azure. Avaliamos um campo vasto de empresas que estão procurando simplificar sua arquitetura e isso nos torna diferentes no mercado por nossa tecnologia, já que podemos combinar SaaS, novos data centers IaaS e Web. terá a Netskope, um

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futuro próximo, com base nas necessidades do cliente. Nossa plataforma tem conexões na Chile e outro DCD: Quantos diretas com a maioria na Colômbia data centers o Netdas soluções em nuvem, skope possui? como Microsoft, AWS, Box, A. K.: A Netskope possui entre outras para garantir que 13 data centers. Nos Estados nosso serviço forneça segurança e Unidos estão quatro: San Jose, controle com velocidade e confiaAshburn, Plano e Ohio. Os outros bilidade máximas. estão em Toronto (Canadá), Amsterdã (Holanda), Frankfurt (Alemanha), Singapura (Singapura), Sydney (Austrália), Mumbai (Índia), Karioty tem como missão (Japão), São Paulo (Brasil) e estreitar relacionamento com Tokyo Londres (Reino Unido). canais bem posicionados   DCD: Tem previsão de mais data nos segmentos Financeiro, center? Varejo, Manufatura, Seguro, A. K.: Sim, estamos em processo de abertura de outro data center na Automobilístico, Energia, Colômbia e avaliamos abrir um no Óleo & Gás e Saúde Chile muito em breve.

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Entrevista

UOL DIVEO quer despontar em Colocation Data Center Tamboré ganhou três novas salas e maior eficiência energética. Por Tatiane Aquim 30  DCD eMagazine • www.datacenterdynamics.com.br


Design + Build

C

om aproximadamente 30 mil m² instalados, sendo 40% de piso elevado, o UOL DIVEO decidiu ampliar a capacidade de seu Data Center Tamboré, ao inaugurar três novas salas em sua

unidade na Grande São Paulo. As novas salas de um dos maiores parques do país estão montadas para até 340 racks, com uma capacidade de mais de 10 kVA para cada um deles, o que significa uma alta densidade de energia. Com os três novos espaços, o Data Center Tamboré passa a contar com sete salas, condição que o posiciona entre os maiores do país.  De acordo com o CTO do UOL DIVEO, Cleyton Ferreira, inaugurado no ano 2000, O Data Center Tamboré nasceu sob o conceito de modularidade de salas, onde sempre esteve em crescimento e atualização constante; toda ampliação foi executada com planejamento e avaliação de riscos, devido ao data center estar em pleno funcionamento e ter o compromisso de manter a disponibilidade sempre de 100% para os clientes. “Cada sala é independente, permitindo que todo o investimento seja feito sem impacto nos demais itens da infraestrutura”, garante ele.   Benefícios Entre os benefícios obtidos com a ampliação do data center, o CTO do UOL DIVEO cita maior eficiência energética, onde a empresa apostou por uma nova linha de UPS de alto rendimento. Priorizando a utilização de baterias de íon de lítio, que garantem maior disponibilidade de energia elétrica.   Data Center Construído de acordo com os requisitos recomendados pelo Uptime Institute para Tier III, o data center conta com as seguintes certificações: Número 3 • Outubro 2018  31


Entrevista e Cloud dos Data Centers Glete e Tamboré. • ISO 9.001:  certificação que visa a implementação e manutenção de um Sistema de Gestão de Qualidade, sendo o escopo definido os serviços de Colocation, Hosting, Conectividade, Outsourcing, Segurança e Cloud dos Data Centers Glete e Tamboré. • ISO 27.001: que atesta a implementação e manutenção de um Sistema de Gestão de Segurança da informação do serviço de MSS (Serviços Gerenciados de Segurança), Infraestrutura de Rede, Física e Ambiental dos Data Centers Glete e Tamboré.

• PCI Colocation: que comprova conformidade com requisitos do PCI para o Serviço de Colocation, que constitui em fornecimento de espaço, energia, climatização e infraestrutura nos Data Centers Glete e Tamboré. • ISO 20.000: selo que visa a implementação e manutenção de um Sistema de Gestão de Serviços, sendo o escopo definido os serviços de Colocation, Hosting, Telecom, Outsourcing, Segurança

Novas salas estão montadas para até 340 racks, com capacidade de mais de 10 kVA, o que significa alta densidade de energia 32  DCD eMagazine • www.datacenterdynamics.com.br

• ISAE 3402 e SSAE16: «anualmente somos avaliados por uma entidade independente para emissão do relatório ISAE 3402 (International Standard for Assurance Engagement) e SSAE 16 (Statement on Standards for Attestation Engagements). Este relatório é aplicável a prestadores de serviços de TI, cujo resultado é o parecer de um auditor sobre o desempenho da empresa com relação a seus controles internos de TI, garantindo eficiência dos mesmos. Sendo aplicado aos Data Centers Glete e Tamboré», conta o CTO, acrescentando que os data centers do UOL DIVEO são interligados por um anel de fibra ótica. o Data Center Tamboré possui salas com corredores quentes enclausurados, chillers centrífugos de alto rendimento com torres de resfriamento e fancoils. Sistema de UPS de alta eficiência com baterias de íons de lítio e monitoramento de toda infra de facilities.


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Entrevista

Um polo de cabos submarinos Angola Cables coloca Fortaleza na rota de data centers internacionais

Tatiane Aquim Redatora

34  DCD eMagazine • www.datacenterdynamics.com.br

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olo de concentração de cabos submarinos, Fortaleza tem uma localização geográfica favorável, em relação às distâncias para outros pontos importantes do globo, fator este que tem ajudado a impulsionar a criação de um hub de Telecom na capital cearense, que apresenta grande potencial para atrair “players” e competidores dos mercados de TI e Telecom. Uma delas é a Angola Cables, que está investindo cerca de 300 milhões de dólares em projetos na capital do Ceará. Entre os investimentos no Nordeste, está a construção de um data center, que terá aproximadamente 3000 metros quadrados de constru-


Core>Edge

ção, com design Tier III. Também redes submarinas: o cabo Monet, que conecta Boca Raton - Flórida a Fortaleza e Santos, hoje 100% operacional; e outra rede submarina, o SACS, primeiro cabo a ser instalado no Atlântico Sul, que liga a África à América do Sul; também já operacional. A previsão é que as iniciativas gerem cerca de 40 empregos diretos e 800 indiretos até 2030, segundo projeções da própria empresa. Através dessas iniciativas, a empresa angolana tem ajudando a desenvolver um ambiente que atrai empresas de serviços digitais, que veem no data center, uma opção para obter menor latência, maior dinâmica de atualização de conteúdo e maior capacidade de tráfego de dados, uma vez que com a inauguração do data center, haverá suporte de armazenamento local. Com exclusividade, Fabio José, gerente de produtos da Angola Cables, conversou com a DatacenterDynamics, e falou sobre as iniciativas da empresa de Telecom, que irá colocar Fortaleza na rota dos data centers internacionais, promovendo sinergias com estes. Confira: DatacenterDynamics:  Quando foi iniciada a obra do data center da Angola Cables, na Praia do Futuro? Fabio José: O data center que estamos construindo em Fortaleza é um dos mais modernos do mundo. A obra começou em 2017 e tem previsão de encerramento para o fim deste ano, quando há a expecNúmero 3 • Outubro 2018  35


Entrevista

Certificações para o data center F. J.: A Angola Cables tem a pretensão de estar alinhada com as seguintes organizações de standards operacionais, tais como:  ISO, TIA942-A (Telecommunications Infrastructure Standard for Data Centre; ANSI/BICSI 002 – Data Center Design and Implementation Best Practice). Pretendemos adotar o selo ISO 50001 – Energy Management Systems para otimização do uso de energia no nosso data center. Além disso, buscaremos alinhamento com o Code of Conduct Data Centre (Código de conduta para operadores de data center europeus), de forma a beneficiar as melhores práticas e princípios de eficiência operacional. Além de todas as licenças exigidas pelos órgãos reguladores, o data center já conta com a certificação do tipo Tier III, como mencionado acima.

36  DCD eMagazine • www.datacenterdynamics.com.br

tativa de entrar em operação. Ao longo deste período não tivemos grandes dificuldades. A obtenção de licenças levou um tempo além do previsto. Porém, o que mais atrapalhou foi a greve dos caminhoneiros, que fez com que tivéssemos que reduzir o ritmo da obra. O investimento total feito pela Angola Cables no Brasil foi de US$ 300 milhões, incluindo o data center e os dois cabos submarinos de fibra óptica – Monet e SACS. DCD: Qual é a estrutura do data center? F. J.: O data center possui uma área útil de cerca de 9 mil metros quadrados na Praia do Futuro e terá, quando totalmente finalizado, cerca de 3 mil metros quadrados de área útil de TI. A infraestrutura terá certificação do tipo Tier III. DCD: Já existe uma demanda para o data center?  F. J.: Sim. Já temos algumas demandas fechadas, mas por questão de cláusulas de confidencialidade embutidas no contrato não podemos abrir esse tipo de informação. O que posso adiantar é que já estamos em contato com várias empresas que demonstraram interesse e estamos abertos a negociações. DCD: Que características técnicas você destaca no projeto do data center? F. J.: Ele será neutro, o que significa dizer que estará apto a receber não apenas os cabos da Angola Cables, mas qualquer outro cabo que chegar à Fortaleza. Todos os provedores de conteúdo do Nordeste


Core>Edge poderão estar conectados, gerando assim melhor conectividade. Será sustentável: estamos estudando fontes de energia renovável para utilizar no data center, que contará com consumo de potência mais equilibrado e otimizado, o que ajudará a oferecer um custo menor. Além disso, será modular e flexível para atender aos vários tipos e tamanhos de demanda. Com isso, pode agregar capacidade sem que haja impacto no que estiver fazendo naquele momento. DCD:  Na parte de cabeamento, o que você destaca? F. J.: O data center possui múltiplos pontos de abordagem em fibra, entretanto a conectividade para além data center, será assegurada por múltiplos operadores da região que estão interligando suas redes ao nosso data center. O Angonap Fortaleza, por sua vez,  promove a neutralidade e diversidade de conectividade assegurando assim maior cobertura e acessibilidade. DCD:  A Cloud Computing foi pensada? F. J.: A alta densidade necessária para os serviços de cloud tipicamente se referem a capacidade de alimentar os equipamentos de cloud com energia, a capacidade de manter Número 3 • Outubro 2018  37


Entrevista os mesmos operacionais presernossas operações e garantir que tevando as condições operacionais nhamos sempre todas as condições (refrigeração entre outros). para prestar serviços aos nossos Para isso, adotamos um clientes. modelo de ampliação energética modular, DCD: Que medidas suscapaz de crescer tentáveis foram escom as necesidacolhidas pela Angola data center da des. Cables para implanAngola Cables tar no data center? será na DCD: Qual foi a J. F.: Cuidar do placidade da aposta da Angola neta é uma das missões Fortaleza Cables para o sisteque mais valorizamos ma de refrigeração?  dentro da Angola Cables. J. F.: Optamos pela utiliTodas as licenças ambienzação de Crac Units com capatais foram obtidas antes mesmo cidade de refrigerar com eficiência do início da construção do data energética elevada. center. Além disso, estamos estuIgualmente importante, é a extra- dando a melhor forma de uso de ção de calor criada no data center. energia limpa dentro do data cenOs sistemas de monitoramento ter para mitigar qualquer impacto vão garantir que os equipamentos ambiental. Pretendemos no futuro funcionem dentro dos intervalos adotar o DCMM (Green Grid Data operacionais recomendados, de Centre Maturity Model), que leva realçar que apesar de partilharem em consideração eficiência enerde várias similaridades os data cen- gética, sustentabilidade, eficiência ters não são iguais. O que é impore métricas, bem como monitoratante é entender as necessidades mento, com foco na melhoria dos nossos clientes, continua dos nossos equilibrar com serviços e processos operacionais.

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Aniversário

DEPOIMENTOS DCD BRASIL 2017

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Awards 2018

DCD anuncia projetos finalistas do

DCD>Awards Latin America 2018 7º edição da premiação recebeu 118 candidaturas de quase todos os países latino-americanos, incluindo o Brasil. Cerimônia de entrega de troféus será no dia 6 de novembro, em São Paulo [01] Melhor Data Center “Enterprise”

[02] Melhor Data Center de um Fornecedor de Serviços

[03] Melhor Prestação de Serviço Digital no Setor Público - Categoria patrocinada pela Aggreko

• Banco Bradesco - Modernizações para busca de excelência nos data centers - Brasil • Banco do Brasil - Nova estratégia de gestão e eficiência de ativos - Brasil • Cooperativa de Ahorro y Crédito San José - Nuevo data center - Equador • Repsol - Nuevo data center Lima - Peru • Ascenty - Data center Osasco - Brasil • Grupo Gtd - Data Center Panamericana - Chile • Hostime - Data center Tier III JPA - Brasil • Tigo Bogotá - Titanium Datacenter Bogotá - Colômbia • Banco do Brasil - 1° Data center do Brasil a aplicar ISO 55.001 / Gestão de ativos como modelo de gestão - Brasil • Instituto Mexicano del Seguro Social - IMSS Digital - México • Sabesp - Sabesp Smart & Security Data Center - Brasil • Telebras - Centro de Operações Espaciais Principal (COPE-P), Brasília/DF - Brasil

[04] Excelência na Operação • Banco Santander - Manutenção 4.0 -Brasil de Data Centers - Categoria patrocinada pela Green4T

• Dataprev - Desafios multidisciplinares na gestão de ambientes de missão crítica - Brasil • Banco Popular - Sostenibilidad Operativa - Costa Rica • KIO Networks - Excellence data center operations strategy México

A premiação do DCD>Awards Latin America 2018 também conta com a Zeittec, como patrocinador Associate.

40  DCD eMagazine • www.datacenterdynamics.com.br


J

> Awards | Latam

A DCD acaba de divulgar a lista de finalistas, que poderão levar o “Oscar” do setor de data center. A cerimônia do DCD>Awards Latin America 2018, evento que reconhece os melhores projetos desenvolvidos na América Latina, será realizada em novembro, durante o DCD>Brasil 2018. Nesta edição, mais de 80 organizações apresentaram seus projetos para as 7 categorias do prêmio e uma oitava, cujo vencedor será eleito pelo júri, composto por mais de 25 especialistas. Os projetos selecionados são de alta qualidade e mostram como as organizações estão transformando sua infraestrutura.

[05] Inovação na Melhoria da Eficiência Energética do Data Center - Categoria patrocinada pela Vertiv

[06] Melhor Projeto de Transformação do Data Center - Categoria patrocinada pela Schneider Electric

[07] Melhor Projeto Cloud

As oito categorias do DCD>Awards Latin America 2018 irão premiar desde o conceito de design, transformação e inovação para a adoção de novas tecnologias até mesmo o capital humano operado pelos data centers. Além disso, o prêmio conta com duas categorias cujos vencedores serão eleitos por voto popular, são elas: Fornecedor de Colocation do Ano e Solução mais Inovadora para Data Center do Ano. Os vencedores de cada uma das 10 categorias, incluindo as de voto popular, serão anunciados na cerimônia de premiação que acontece no dia 6 de novembro, no Centro de Eventos PROMAGNO, em São Paulo. O evento coincide com a 10 edição do DCD>Brasil.

Axtel- Ahorro de energía en enfriamiento por cogeneración México Banco Bradesco - Evolução na eficiência energética nos data centers - Brasil IBM- Cognitive project- energy efficiency - México Sicoob - Data center eficiente - Brasil Americatel - Transformando el centro de datos y la gestión de la energía - Peru Banco Bradesco - Modernização dos sistemas elétrico, mecânico e segurança dos data centers -Brasil Dataprev - Transformação para melhor servir à sociedade Brasil Universidad de La Serena - Transformación digital en la educación superior - Chile

- Categoria patrocinada pela Algar

Dataprev - Modernização do Parque de TI amplia serviços em nuvem - Brasil Juan Valdez Café - Migración al Cloud Spoonity - Colômbia Rede Nacional de Ensino e Pesquisa - Nas Nuvens RNP - Brasil SDR - DRP in a Box - México

[08] Contribuição

Não contempla finalistas. O ganhador será eleito pelo júri

Excepcional à Indústria do Data Center - Categoria patrocinada pela TCSolutions

Para mais informação: marketing.latam@dcd-group.com Número 3 • Outubro 2018  41


Atualidade

Conteúdo Data Center do Banco do Brasil é o primeiro a obter certificação de Gestão de Ativos – ISO 55.001 Brasil se consolida como maior mercado de data center da Lenovo na América Latina Tirol moderniza data center com a Dell EMC Tribunal Regional Federal da 4ª Região inaugura data center em Porto Alegre Transoft passa a operar data center no Brasil com a EVEO Secretaria da Fazenda do Mato Grosso escolhe sala segura da Gemelo

Digital Realty compra Ascenty por US$ 1,8 bilhão Notícia que movimentou o mercado de data center brasileiro, nas últimas semanas, a compra da Ascenty pela Digital Realty, foi avaliada em aproximadamente US$ 1,8 bilhão. A Stellar Participações Ltda, subsidiária brasileira da Digital Realty, provedora global de soluções de data center, colocation e interconexão, foi a ponte. Por meio dela, foi fechado um acordo definitivo para aquisição da empresa, fundada em 2010, por Chris Torto, CEO Ascenty. Com oito unidades em operação e outras seis em construção, a Ascenty, atua nas principais regiões metropolitanas brasileiras, como São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro e Fortaleza, o portfólio da empresa

DCD eMagazine eMagazine • www.datacenterdynamics.com.br • www.dcd.media 42  DCD

é formado por 106,2 Megawatts de capacidade total planejada, incluindo 39,2 Megawatts de capacidade em serviço atualmente, 34,0 Megawatts de capacidade em construção e 33,0 Megawatts de capacidade potencial extra. Além disto, a Ascenty dispõe de opções ou leasings em cinco localidades distintas, representando um aumento estimado de 66,5 Megawatts de capacidade potencial de crescimento futuro. Com essa operação, a Ascenty passa a ter dois novos investidores, e consequentemente, maiores recursos de capital para investimento para a expansão da infraestrutura de data centers. Continuar lendo


Atualidade

Data Center do Banco do Brasil obtem certificação de Gestão de Ativos Confirmando ineditismo, o principal data center do Banco do Brasil (BB), através de sua gerenciadora, operadora e mantenedora, Conbras, empresa do grupo Babcock International, entrou em fase final de certificação do Sistema de Gestão de Ativos. No mundo, a Babcock já possui certificação de mais de US$ 40 bilhões em ativos gerenciados de diversos clientes e diversos segmentos.

Selo ISO 55.001 atesta altos níveis de disponibilidade, confiabilidade de ativos e eficiência operacional. Além de apoiar a obtenção de valor enquanto equilibra custos financeiros, ambientais e sociais, estimula a cultura de análise de riscos, planejamento em longo prazo, qualidade de serviço e desempenho relacionado aos ativos. Continuar lendo

Brasil se consolida como maior mercado de data center da Lenovo na América Latina O Brasil é o principal mercado de data center da Lenovo na América Latina. O anúncio foi feito pelo vice-presidente global da Lenovo Data Center, Roderick Lappin, que visitou o país, no último mês de agosto, para uma série de encontros com parceiros após a reestruturação da área, iniciada em abril. De

acordo com o executivo, a fabricante conquistou 12% do mercado de servidores baseados em processadores x86 da região, conforme dados do estudo da consultoria IDC. Lappin pontuou que a operação de data center vem evoluindo expressivamente em todas as regiões. A Lenovo Data Center

teve registro aumento da lucratividade no último trimestre, após 15 meses consecutivos de crescimento acima de dois dígitos. O anúncio de resultados trimestrais da companhia em nível global, realizado em agosto, apontou crescimento de 68% nos primeiros três meses do ano fiscal, comparado ao mesmo período de 2017. Continuar lendo

Número 3 • Outubro 2018  43


Atualidade

Tirol moderniza data center com a Dell EMC O projeto de modernização do data center da Laticínios Tirol, foi desenvolvido pela Domo Soluções em TI – canal da Dell EMC em Santa Catarina – em conjunto com a equipe técnica da fabricante. Juntas, as empresas criaram uma infraestrutura tecnológica capaz de suportar o SAP Hana, voltado a integrar os processos de fabricação e melhorar o controle de qualidade e distribuição das três fábri-

cas da Tirol, instaladas no Estado de Santa Catarina, nas cidades de Três Tílias, Chapecó e Pinhalzinho. Guilherme Ferreira, gerente de TI da Tirol, explica que ao optar pela substituição do sistema de gestão, também foi iniciado um processo para demonstrar que a área de TI – até então vista pelas equipes de negócio como uma fornecedora que gerava custos para a empresa – representa uma área

indispensável para agregar valor aos negócios e contribuir com o processo de Transformação Digital, em curso na empresa. Continuar lendo

Tribunal Regional Federal da 4ª Região inaugura data center em Porto Alegre Com o novo data center o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), obteve mais segurança, estabilidade, eficiência para os sistemas eletrônicos utilizados pelo Tribunal e pela Justiça Federal (JF) da 4ª Região, entre eles o sistema de processo eletrônico. O novo conjunto de salas, computadores, servidores, além de outros equipamentos de informática, fica localizado na torre administrativa da

sede do TRF4, em Porto Alegre (RS). Segundo o diretor da Secretaria de Infraestrutura e Tecnologia do TRF4, Henrique Cassol, a nova tecnologia vai fornecer

44  DCD eMagazine • www.datacenterdynamics.com.br

energia e estabilizar a rede de TI de maneira mais eficiente, já que o data center é totalmente otimizado, conta com recursos de manutenção de temperatura e climatização, além de manutenção especializada que permite que qualquer elemento do sistema seja trocado sem a necessidade de interromper o seu funcionamento. Continuar lendo


Atualidade

Transoft passa a operar data center no Brasil com a EVEO

A Transoft, empresa que oferece sistema de ERP totalmente online para o setor de transportes, em especial, companhias de ônibus, possui o Transnet, software que permite ao gestor de uma transportadora fazer o controle administrativo, operacional e de frota em um único local; os clientes que operam 24h, todos os dias da semana, precisam que o serviço oferecido esteja ativo no mesmo período. Contudo, o data center utilizado pela empresa ficava nos Estados Unidos, o que prejudicava as operações da empresa.

Após nove meses de parceria, os resultados das mudanças feitas pela Transoft já são visíveis. Segundo Neilon Fernandes, o tempo de latência diminuiu em 40%. A resolução dos problemas também ficou bem mais ágil. “No nosso antigo data center, o prazo para solucionar as falhas era de seis horas. Desde que contratamos a EVEO, não tivemos nenhuma demanda que ultrapassou o período de 4 horas para ser atendida”, afirma.

Continuar lendo

Secretaria da Fazenda do Mato Grosso escolhe sala segura da Gemelo

A Secretaria de Estado de Fazenda do Mato Grosso (Sefaz), escolheu a Gemelo Data Centers do Brasil para a implantação de uma sala segura. O contrato, no valor de R$ 5,1 milhões prevê a implantação de “sala segura”, em forma de solução única de Data Center Modular, escalável e móvel, incluindo manutenção e suporte por 36 meses, treinamento na solução e movimentação física de equipamentos servidores e ativos de rede dos data centers atuais. Continuar lendo

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DCD eMagazine en portugués Nº 3  

O Brasil ganhou mais um data center. Esta edição da e-Magazine traz todas as informações sobre a implantação do novo data center da Netskope...

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