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ANTIGOS/AS ALUNOS/AS DE D.BOSCO

A Associação dos Antigos Alunos de D.Bosco (Sdb e Fma) surgiu espontaneamente dos primeiros alunos de D. Bosco. No dia 24 de Junho de cada ano, dia em que D.Bosco celebrava o seu onomástico (São João Baptista), os jovens que viveram em Valdocco voltavam ano após ano para dar os parabéns ao seu querido ‘pai’ D. Bosco. Tornou-se tradição até ao dia de hoje, em que se celebra a festa do Reitor-Mor na Casa Geral de Roma. Mas, esta ‘tradição’ deu origem à ASSOCIAÇÃO do Antigos Alungos (AA), a qual pretende: - agradecer a educação recebida; exprimir a fidelidade aos ensinamentos recebidos; oferecer-se a colaborar na Obra de D. Bosco. Hoje, no mundo, mais de 200.000 mil antigos/ as alunos pertencem oficialmente às diversas associações nascidas junto dos Sdb e Fma. Estão reunidas em Federações nacionais. Em Moçambique a Associação é um ente reconhecido civilmente. Está dando os seus passos procurando convidar a todos aqueles que receberam a educação salesiana desde que estamos presentes em Moçambique. Esta visita de D. Bosco pode ser uma ocasião para convidarmos aqueles antigos/as alunos que conhecemos para que se inscrevam na Associação. Consulta na obra salesiana mais cercana.

1- «É preciso fazer amadurecer projectos de vida e vocações. Sem isto, a pastoral não será boa pastoral. Vocações para a vida salesiana, para a vida sacerdotal, também diocesana, e projectos de vida: que fazer nesta sociedade?». 2- «Isto é possível quando formamos homens e mulheres que tomem em suas mãos as coisas». 3- «O humanismo de D.Bosco se inspira no de S. Francisco de Sales, e se traduz no amor e estima pela natureza e atracção dos valores humanos e da bondade do homem, no amor pela arte e expressões de beleza, no amor e estima pelas boas maneiras, no amor e estima pelo afecto humano». 4- «Na mente de D. Bosco, ele queria ver os jovens sempre felizes. E dizia que para serem felizes é preciso descobrir que a vida é bonita...; a descobrir quanto havia de bom neles, nas suas famílias, no Oratório e no mundo».

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5- «Para serem felizes é necessária a educação. Porque ela nos permite desenvolver as nossas qualidades, os nossos talentos, e graças a isto podemos afrontar a vida com confiança, com segurança».


(2ª parte) 5- A partir da RESSURREIÇAO DE JESUS CRISTO, os cristãos começaram a rejeitar a prática paga de queimar os corpos e preferia-se a sepultura como se fez com o corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo. 6– Os cristãos começaram a introduzir na cultura paga o ‘profundo respeito pelos defuntos como irmãos na fé’. 7- A fé na ressurreição levava os cristãos a visitarem as sepulturas dos seres queridos com uma motivação nova e diferente: ‘ aqui onde dormem os nossos seres queridos dormiremos também nós até ao dia da ressurreição’. 8- Nos primeiros séculos, os cristãos foram acusados de deslealdade para com a pátria, de ateísmo, de impiedade e de ódio para com o género humano. Eram considerados os causadores das calamidades naturais, tais como a peste, as inundações e a falta de alimentos. 9- A religião cristã foi perseguida e considerada fora da lei, o maior inimigo do poder de Roma. Muitos cristãos foram assassinados, outros deram a vida antes de negar a sua fé em Cristo. Os três primeiros séculos foi a ERA DOS MÁRTIRES. 10– Os mártires converteram-se em TESTEMUNHAS DA FÉ por excelência. O grande escritor Tertuliano Sta. Inês, umas das famoafirma que ‘o seu sangue foi semente de novos cris- sas mártires de Roma dos primeiros tempos tãos’.

Como chegar a Chieri? E agora? João quer estudar, para cuidar dos jovens. Quer ser padre. Quem sabe se poderíamos dizer: quer ser salesiano, antes de ser padre, e antes de existirem os salesianos. Para a Escola de Chieri, precisa de comprar livros, sapatos, roupa. Teve de pedir ajuda, dando uma volta pelas casas dos Becchi e arredores. Que dizia? - Sou filho de Margarida Bosco. Vou para Chieri, a fim de estudar e ser padre… Margarida tinha sempre um pouco de sopa para qualquer pobre que batesse à porta. Ela merecia confiança. A ajuda chegou. E também o pároco de Castelnuovo, P. Dassano, recolheu uma pequena soma e mandou-a a Margarida. E ajudou-a a encontrar em Chieri a Srª Lúcia Matta, que receberia João por 21 liras ao mês. João não podia pagar tudo. Então aceitou fazer trabalhos domésticos em casa. E a senhora confiou-lhe o seu filho, para João o ajudar nos estudos, que fez progressos, com admiração dos professores. E mais. O rapaz amigo não gostava muito de ir à igreja, mas com João começou a frequentar os sacramentos. A carroça do Senhor Bechis João deixava uma adolescência de lutas para um decénio decisivo na estabilização dos traços básicos da personalidade: cultura intelectual, formação religiosa, disciplina moral, experiência espiritual, convivência amigável. Em Chieri, João, fez grandes progressos na Escola, de 1831 a 1835.Três classes num ano Encontrou como professor um padre amigo, que lhe disse: Se tens boa vontade, estás em boas mãos. Não te deixarei perder tempo. Se tiveres dificuldade, vem ter comigo. E ainda lhe chegou tempo para fundar a Sociedade da Alegria: associação juvenil ao estilo salesiano.

11– Os mártires começaram a ser venerados e invocados pelas Igrejas diocesanas no ‘dies natalis’,isto é, no dia do seu martírio, do seu nascimento para o céu, para Deus. Reuniam-se em assembleia nos lugares do martírio ou junto aos seus gloriosos sepulcros. Outros pediam ser sepultados junto dos restos dos mártires.

«A vida é dura. A vida marginaliza a quem não está preparado. Por isso, quando Dom Bosco dizia: ‘Basta saber que sois jovens para que vos ame’, era para dar aos jovens o melhor que ele tinha, que era a educação» (Reitor-Mor P. Pascual Chávez)


nº 2 folha de animação da visita de db 2012