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16 I .EDU I Terça-feira, 25 de Junho de 2013

Elesficaram emprimeiro Profissionaisque alcançaramo topoda listadeaprovados em instituiçõesconcorridas falamde suas escolhas Bárbara Ferreira Santos

para escolher o curso ou mudar de carreira é o Cqueoragem Raul Celistrino Teixeira, de 27 anos, diz ser fundamental para quem se prepara para os vestibulares de 2014. Há dezanos,eleprestouosprincipais exames de São Paulo. Passou em primeiro lugar geral na Fuvest,vestibulardaUniversidade de São Paulo (USP), e na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Fez a prova do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) ape-

VESTIBULAR

nasporcuriosidadeefoiselecionado–ainstituiçãonãodivulga a ordem de colocados. Optou por Física na USP de São Carlos para depois se especializar em Astronomia. Focou, porém, na pesquisa de Física Quântica e Atômica enemsequer chegou a cursar o que havia planejado. Em 2007, passou em concurso de transferência para a École Polytechnique, em Paris, e foi mesmo sem saber falar francês. Terminou a graduação em 2009 na França, emendou um mestrado e hojefazdoutorado.“Não fuiparaAstronomia, masa vidame deu muito mais do que eu esperava dela aos 17 anos.”

afael Hirama, de 26 anos, não esperava ficar em priRmeiro entre os treineiros da Fuvest 2004. Sem rotina rígida, aplicava-se em exatas para participar de olimpíadas escolares – recebeu 15 medalhas no Japão. Em 2005, passou no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), na Universidade de São Paulo (USP), na Fundação Getulio Vargas(FGV),naUniversidade Estadual de Campinas

(Unicamp),noInstitutoMilitar de Engenharia (IME) e na Universidade Estadual Paulista(Unesp).Optou por Mecatrônica no ITA, mas não sossegouefoiparaComputação. Hoje, trabalha como desenvolvedor de jogos em Campinas. “A área remunera menos, mas amo o que faço.”

gaúcha Larissa Schneider Calza, de 29 Aanos,diplomata prestou vestibular para Relações Internacionais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) há dezanosefoiaprimeiracolocada. Ela havia feito o último semestre do ensino médio no Canadá e seis meses de cursinho. “Tinha notas boas, mas não me matava de estudar. Não esperava passar em

primeiro”,conta.Em2009,entrou em 17.º lugar no concurso do Instituto Rio Branco e ingressou no cargo de terceirosecretário do Ministério das Relações Exteriores (MRE), o primeiro da carreira de diplomata. Lá, conheceu seu marido, também diplomata. Formou-se em 4.º lugar entre 109 diplomatas.Hoje,está na Divisão de Desarmamento e Tecnologias Sensíveis do MRE.

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