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I III I II II rI L II I I I I T CMODESTOFARINA EZ L OT ILD PER E I I I DORINHOBASTOS I I P$CODINAMIC DASCORES MCOMUNCAÇA I EAMPLTADA I r I I I ruI il I III I I I t

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nevrsTA 5: EDrÇÃo

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F..ffi€MAÇÃO lonheci o Professor ModestoFarinaem r975,quandoinicieiminha docente,no cursode publicidade da Escoiade comunicações -rreira = Artes,da universidade de são paulo.Figuraadmirávelãcarismáïica, e'a muitoqueridopor todos,professoresJfuncionários e alunos. Pesquisador nato,com uma faciridade de expressão verbalinve_ ,árrel, era "plugado"no mundo.principalmente no mundoacadêmico. 3ercebia as necessidades geradaspeiodesenvorvimento do àampoda :cmunicação e davarespostas inovadoras e transformadoras. Efoi assim :.re, no iníciodos a.10_s 70, aprofunrio;se-s estudossobreas cores, :.;e gerarama obra"Psicodinâmica dasC:-ese- D:blicidade'.. Âssu:rto louco explorado aindahoje,maisdefÌ:i:. =-,:s:€ro s.s_art__ ::ssorr : ser referência paraprofissionais e esLGs-:* :,: *:-,- :::ã:. Minhaadmiração pelapessoae pelotala -r: :: ;-:i=s:r =:nnafoi :oroadacom o convite,quem.efez,paracriar ::tr€ = a. :ç:acões de .,lrnasegundaediçãodo seu livro.Com uma-ar?,ar:ã- i;,< eesquisas : aprofundamento de conceitos,nasceu,em lgg€ : ,h,:cdinámica :as Coresem Comunicacão". 2O.anosse passaram, e comoa comunicação é r-e :ência vivae -:rto dinâmica, por conseqüência :=r.rôprecisaria a obrado professc,r sera::alizada. Assim,honradomaisumavez,recebc: =r,-,.deda Editora ::qa'd Blücherparaa difíciltarefa:atualizar o livrc ::;Esdl.5rnicadas l:=s e,r-n Comunicação, sem perdero focoda obracn*iar. que passou . se' ":one" dasbibliografias acadêmicas dasúltir,J:ecadas. ì:'-':onsabilidade-tão grande,que quis repart*:orn a professora, l= l:: de Perez.Muito próxima,também professora do Cursode :-: :::ce da ECA- usp e da pUC - Sp,especiarista em semiótica, :3-: --a :ontribuição imensaparaque o conteúdo da novaobranão r',essÊ.:e-as meu olhaçmaisprático I as: - :entandopreservar o espíritoe o olhardo saudosoprofes5:':=-'-,e -âsceagoraestanovaobra.Todarevista, masprincipalmente en- :,-a p:re inal: a Cor na Comunicação, bastanteatualizada. l.i3-,.s rorcendoparaque ele gostedo resultado.

Dorinho Bostos. Sõo Poulo,junho de 2006.

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F-:cdinômico dcs cores em comunlcoÇoo -.

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X

emcomuntcoÇoo doscores Pslcodinômico monocromáticas.......""' """"'67 5 Escalas ....."' 68 policromáticas.................. 6 Escalas .."""69 e luminosidade 7 Tom,saturação ...."""'71 dascores........... 8 Nomenclatura de contraste..."."..."."'.' 9 FenÔmenos -".'."'.'.':""""'73 fontesde luz a diferentes """'77 lO A corem relação e subtrativas.......'....."'.." '.""""'.."79 aditivas 1l Mesclas 81 .."'...... negativas.............. t2 Pos-imagens na retinae a visãodascores."'......""82 estabilizadas 13 lnragens do volume Ia A tffdade do olhar:Representação ......'.'83 @umdccorescomplementares.......,'.' parte I GOR:$GN CTIfl. I Realidade

E Tì$GD|óGTCO

Fatoresq.e iÍffi.ern nraesdha da< ores Os esttrdc de EüTrr

2 3 4 5 6 7 I 9

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A GORNA COMUNICAçÃO 116 ...:.'.'...."........ ........" da cor... I Utilização .|17 .......'...... em funçãodacor do mercado 2 Análise .l20 de vendas. e promoção da corem publicidade 3 Aplicação .'.'..""..125 de arte..'..... 4 A cornadireção visua1........... '.-"127 5 A cornaidenüdade l3l ...................'.' 6 A corna'embalagem......,......;............. .....148 7 A corna mídiaimpress4............... do Outdoor.........'....... a primazia 8 A or namídiaexterior: ---162 BüIog.f.

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azul, vermelho, as palavras 1q6mftarem:'Quesignificam imediatamente mostrar entendido, bem ieúo?', podemos, Ên essascores.Mas a nossacapacidadede explicaro

nãovaialémdisso. dessaspalavras

LudwigWittgenstein überdie Farben Bemerkungen

rl - A IMERSÃO ttns coREs 0& diziao latino,na antigaRoma,Paraci?Írunicil'oqre hoje a uletn c espr*Ífs o/or, É dramamos"cor",os frãnceses urnasensa@nfuualque m Hanos colore; tudo paraexpressar trc derece a naturezaatravésdos raiosde tE iraüados em a palavra'd êelrpgoda Para Tecnicamente [mo planeta. Éir-ie à sensaçãoconscientede uma peffi, oia retinase porenergiaradiante. edraestimulada um raiode lubram queatraA coré umaondaluminosa, lre$;itnossosolhos.É aindauma produçãode ÍIFo cérebro, visual,como se nós estivessenrcmsistindoa llna sensação aG rlrsos olhos,a urn gamade coresque se apresentasse à nossafreÍÈna natureza mò irstante,esculpida com Os olhos,portanto,são nossa"máquinafu6r.áfica", em invisível ftne um a olieliva sempreprontaa impressionar ruf,t érebro. os olhosao mundoque nos 5e abrirmosconscientemente innumcromatismo dhiq,rcremos quevivemosmergulhados de concreto ao ladode arquiteturas 613q,ào homemmoderno, porque nele dele, separar-se nãoconsegue t bp cinzento, " e amor. porelesentesatisfação úq,


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Pscodinôm co dos cores em comunicocÕo

As coresinfluenciam o serhumanoe seusefeitos,tantode caráter fisiologicocomo psicológico, intervêmem nossavida,criandoalegria ou tristeza,exaltaçãoou depressão,atividadeou passividade, calor ou frio,equilíbrioou desequilíbrio, ordemou desordemetc.As cores podemproduzirimpressões, sensações e reflexos sensoriais de grande importância, porquecadauma delastem uma vibraçãodeterminada em nossossentidose podeatuarcomoestimulante ou perturbador na emoção,na consciência e em nossosimpulsose desejos. Percebemos que as coresassumempolarizações de sentido.Em determinadocontexto,estãocarregadas de sensaçõespositivase, em outro,podeÍn assumirsensaçõesabsoIutamentenegativas. Explicaroq"e repÍesentamos com a cor e por que representamos e um problernarilü.rfurnab cornplexodo que aparenta.De fato, a cor está amplameflb r*cimada coín os nossos sentimentos(aspectos psicologicos). ao rïHrm EÍrÍrpo€!n qrle sofre influênciada cultura tornando-sesÍrnboh, dErirìfu aryecÍos purômentefisiológicos. pares concretosentre uma cor Quiçá não setrae@úlrcilerilxrJmcear determinadae urÌì s€rrlüifir.lgrespecffico.tantassão as interferências possíveis,mas ao hffrìgpdos sec,los muitas são as tentativasnesse sentido e numerosaÌs as oa*nrnoderncias. As cores,por rndo de rnrcnsos olhos e do cérebro,fazem penetrar no corpofísicounn 'r@r*eddde de ondascom diferentespotênciasque atuamsobreos ceÍrrosrÌsruosose suasramificações e que modificam, não somenteo cursocfasfurçoes orgânicas,mas também nossasatividadessensoriais, enrnrconais e afetivas. O estudodascoresrm comunicação e no marketingpermiteconhecer suapotênciapsítpucae aplicá-lacomo poderosofatorde atraçãoe seduçãoparaidentificar asmensagens publicitárias sobtodasasformas: apresentação de prodlms,embalagens, logotipos, cartazes,comercia is, anúnciosetc. Na indúsriaas coressão utilizadas com o objetivode criaruma atmosferaadequada, estimularos rendimentosno trabalho e fazercom que as tarefassejammaisgratificantes. A cor de uma apresentacão (embalagem, rótulo,logotipo...)deve estarde acordocom o carátere a qualidadedo conteúdo/conceito e deve ser ajustadocom os requerimentos psicológicos e culturaisdo públicoa que se destina.Apesarde a maiorpartedas pessoasnão teremconsciência dissonemtampoucoda cargasimbólica da coçtodos nós,quandonosdeparamos com cores"positivas" e bem combinadas, reagimosfavoravelmente e nos deixamoslevarpelaatraçãoque elas exercemsobreos nossossentidos. A linguagem da coré um meio atrativoque atuasobreo suDconscientedos consumidores, permitindosua utilizacão alinhada com os objetivosestratégicos dos produtose dasempresas.


j todaimpõem t:r: a3s3i--S do mare a natureza ued,rorers*:u I *t* : - -- =a == :=' I fUrur*e*r'e-= oferecidas visuais, I -cr-e- ,'.€ ::e-:::e:ìte comsuassensações I -::-rai queo rodeiae porelemesmo,pelarealizacão nnnhm=-m= I . l11m e visualcomercial surjada produção :-fora a maioria I fu ** :ì:Ì?s I

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$ÍíflftrMl'ri"d.

da atualidae decoradores arquitetos * tmr-de--::dosmaissensíveis e deprimentes üE* *u:rn -r roucomaiso mundoparaquebrarosfrios talvezmuito É umapreocupação cidades. ** =* :li:=-:os dasgrandes que se publicitários, proprios pelos ,*- _:,-:--rdida e manifestada cores, em multivariadas peçasde propaganda :- apresentar ***=maioratençãodo públicoconsumidor' r m :Ê :Êspertar antigado homemdesejarsemPrereproduzir = *-,= preocupacão un'. em tudo que o rodeia.lssocompreende * =,*-.:: da natureza exatar^erte ser Parece cultural. e tambem *'on* =: =entidopsicologico ques e in t e g ' e-: s : : ' 3 s es do serhumano, : = ; -e ce ssid a d básicas do qualbrotae^='E )z'2 -- : -:- s:lo catalisador, --.-,-- - s:erioso ' e satisfatorio' u*---= -ais crescente = - s ta m e n tene ssesentidoque os .'":'== = ' : ' : : : 3 a n d a a lg o , , - e - : a l se n ti r ama c or como atraçãopsico'c3 " ' --' --e : : ' esse do homen-'-:e=-: :='=lo' ,,-*':: partede suavida'A Historia se perdenos::-:':s' recordação sua .,=-..nte aspectoe I nomemmergulhounascoresdesdeo come.: =. a,? Historia,

.t -=: :rbraremosaquiapenas :l!it^1t::.t:t:_:-::ï:""ril l - - : ' ' dia , Eg itoe outras,que sentiamna cor un -: ' : ' --Co s e n t id o

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Cadacor era um símb c : : : rre g a d od e iÓ .io - cultural'

::=:,'jo pelaidéiado misterioso, dentrode u- ==rtidocósmicog-':''3s,o homem fronteiras suas de :: :- :-:.a de algoalém de -: e de forçada deslumbrantes : ::-':- :1tre as manifestacÕes a ideiada luz E a estes,o homemlig:','a -7.--._a *- deusou deuses. dasnuvens dos mares,o azul-esbranqu;:edo :,r =' , :-, -esveroeado quando em L'ez que de -: -.-::ã: doscéus,as coresdo arco-íris, As divinanum Céuturbulento. cores ;É ::reae--:"3 comoemanação e culturaisdo psicologicas :r: 3,"-::,:':: :ssim,maisdasnecessidades humanos olhos aos :r-Ë l:l :':::: aas,e as que maissurpreendiam e sacerdotes e teis, de príncipes :Ê.:-- ::-- :lrrquecera presenÇa e ornamentos vestuárìos r-:,e.-:C-:: lor meio dos deslumbrantes atribuídos. :-= -:s -'.tersrdoaScores e Oazulparecem OvermelhO I :r-ìerÊa,o Dranco, o acrescentaram oS Somaistarde, 8re8os -a AntigÜidade. :-=.=.:rctats da época' na Arquitetura :'=.- :s3e.: menteutilizado


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FiguroI lgrejo de Coro em Constonlinoplo.

A Romalmperiaiu: r-.: e cor brancanum sentidonefasro, mas não podemosesquece:: :r'ilhoartístico da épocade Augustonuma sóbriacoloração de suaspeças. Maistarde,o romanocomeçoua utilizar coresmaisvivaspredominando o laranja, a púrpura, o azule o amarelo. o douradoera utilizado comoelementoemocional paraaproximacão à pecaartística. Em geral,a pinturada épocaromanase ressentedo naturalismo helenístico, como pudemosobservarentreos ínúmeros afi'escos de templosantigose os da antigapompéia,que admrramos :ro MuseuNacional de Nápolesna ltália. As coresdesseperíodoeram úlrias, predominando o ocree o verde,em tonalidades suavese cá.rcas.em contraposição a outrosafrescos predominando o vermelho e a púrpurade váriostons. A propriaartebizantina, essencialmente religiosa, procurouo refinari-entodascores,empregando coresvivasem todasassuasmanifestacÕesartísticas. como exemplosmaravilhosos do usoda coçsãodignos ce notaos inúmerosmosaicosda lgrejada cora,em constantinópla, os recidoscoloridosdo seculoXl ao XlV,executados de maneirasobria e ínhma,asencadernacÕes estupendamente coloridas, mescladas com pedraspreciosas(topázios,rubisetc.),íconese miniaturasem cue predominamas corespúrpura,laranja, verdee azul.


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Figuro2 ::ssureiçoode Lozoro,G :--: _

N asar tesvisu ais, a cc' -i_ = = s t e t icoÉ.o fun d a mento c: -,-': : : v a l or e se s n su a is, cult-.' _: : ::

Figuro3 O cosomento,PcoloVeronese,

: :-ento decorativo ou , :-: . ig a d aa e x p re s s ã o

Entreos pintores, c-':(1266-133;e Ciotto . -. = mb i ental.Aco r ::-= I - .:s coisasnaturas

a e col encontrarjetosem suacor l Paracaracterizar

Pao loC a3i e' . :'.* - __ , ,:. ?'a^ :- : - - e m V e ro n afo d e n t i fica cãca c l .tzn-s : - --:

lor ter nascido -: , a ma isra d ic a l

nar 'A'r" ' . "t ir - : Q ênàc c e --: : _,

d a o b r aar ti s-:a. Porex:-- - . a ilê

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< ã n a z r 2a - = -

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-: |Vl l e X \ / lt -, --"or ' ínr ' " a ti a a -:-

:o s ,p r o cu r e ^:o - se cert: .--,-ì rct ti te t rr r a 1: c < , a éno c a - _ = : rti rn t tra e ec neí ^if ic a me n :=:_ _

- : ' -_ - ií v id u a liz a d o r Figuro4 Asmer-,


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-r.,aro

Os Giross:.

Figuro5 ^ceni Von Gogh.

- _:^t V anCog h(t B 5 j-1 8 9 0 )p í n t o r h o la n Cênsa s c id o e m Z _ -, - --seusq u a d ro ss e n s a c õ ecsro mé t ic a s , n t e n sea d s e s ir---:: :-3 - correspondem a fortescargasen-J:i,.,as e psícologtc..

-: - - - -:' ra ri si ense ceor ges j :inhaa habilic":= seur at( r 859- 189' :: --_-.: :.t a vi br acão luminosa em suaspin:_._s pelajustapos:ì: ::-' : - -=..a sd e c or E/e . achava quepodía, iess: modo,sensíbir r za

-:

: -::--: :d m i fa d OfeS


rrinlkl.- 3 :3r -r ::ráter crrâmico,enquantoo Romanf ffimmmorn 5 ;::=5 sFNÌrn-*:,5e tranqÜilasdas paisagens. ro]lrflÌ:0üü,L/lïrilü ,ü ttlnmtmurmssli:lr sif-: t3nrÊ--:e.nasido o movimento artísticoque mais

paramuitoscríticos, TiÌ-T:q ::'es -:ti-esentou, a verdadeira -: p ^:,ra. Umarevolução porqueprimeiramente ntsn'E --:::: :-zacão dos elementoscromáticose da luz natural. ütf,Íl]lÌd e r-:cificadosa seu gostoaté então por artistasdentro friEfr=s. =ste novo modo de atuar supunha uma concepcão w.itlllffi

dri: :a .omo era pintarao ar livre,o pleín oir - recebera e o maistranscendental, ::fi,j,:ia tal como se apresentava -Ì*€ :or reale algofísico,mas que o que percebemosé o - experiência psicologica :e ---ìa individual. ,lü:rfi ::-c veremos,se recebede diversasformas,não apenas aa Jz, mastambémdasoutrascoresque a rodeiam. úlrr:ru"nrrã: tambémrevolucionou o ambienteartístico de i rmnessronismo en '3--:" ao mostrarpinturasem lugarestão poucoconl'er:ìoffinmlts das chamadas"BelasArtes",como o s:]ão do e*:,csiçÕes lfllmmtÍtü rui'ü'E qu3l3li. lffi@wflffitrÌ:

f'm o.r--:':de pintoresque se reuniarnnc c:'é l*=':: -=e saíam 3s :3nas do entorno de Paris,sernple^a= =':, - ::des do lmlfllrflümÍÍrilülLa a;gerteuil, Asnières, Bougival e Crenou;i:.InÍ:-::. :loramos nnm úe.'ni,a *:qÜentaram rÌì"ÌÌffi15 os bailespopularesdo h1c- - :. . calette. rslülr@ : -:is destacadoe audazem sua visão: :e:: :: pictorica mmuwds. |Glruüiltlrì[Xre,r_ (1840-1926)foi amigode Renoi-::s:: os tempos l',"i*c:r'"íonet *::-entavam o mesmoestúdioe juntos=':=,:-.'l as mes6ÍÍrnï*E 1ç111ffi e temas.Sentiauma grandeadnr;r.:ã: :or Edouard [.eì8,3ãÊ1s rWtmrr'*=- :-jo Cofédo Monhã sobreo ervo se'-sr -:- parapintar i0lll[ririffi1]:'lr :*r:: Jepois uma versãomonumentalcc- : -esmo tema 'llïMln.-'""."- - -=:y- Paris).A partirdo títulode seu .-.='J lmpressìon, -B-/2),expostona primeiraexposiçã::: grupo,e que .-':wrïM para ce-:rinar o estilo c :rÈ-lminação"impressionismo" $üu!utl,l]"ff'im r,rirÌlB1:i:-L:aÇão de Monetem captaros matizesn:;:antesda luzem *'---:': uluimlnirrms to dia e em diferentesépocasdo anc.levaráo artista poderia ier lx s:bre um mesmotema,porquedessei-naneira e mtilrmÍffim' ng :'erentes nuanÇascromáticas.Na obra Lo stoción de tn0l|ÍlnnllÍ,'frif' os efeitosda luz,a fumaçae o vaDorque fundem *;lt*: -uloltttnrnm r:':Jmotorasem uma atmosferaenvolvente. iid: -::a uriillllilinlrruwrm e representativos do espíritoe da esencantadores :rlnm$-irrrr-Ês '-ln'essrs:asão:AugusteRenoir(lB4l-.ì919),CamilePissarro Figuroó ltüffimr; ,i "t:$: : . -- - l: ==-le g as (1834-1917), (l8 3 9 -1 9 0 6 ) CoÍe do monho sobreo ervo, P aulCézan n e

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EdouordMonet.


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Figuro7 lgrejodo Pompulho, ozulejos c= Portinori.

. :::Jlo-XX,os :-:* :etosbuscamnovoscritérios: umaintegração {^ -* . d- tu|tc . --Co a teoriada forma,a Çestolt,a percepcão humanaé um :cordenadode impressões e não um grupoce sensações , experiências da Psicologia Psicoloeia da Formasãoinr-nrnn raàz< an incorporadas ao -:ias

e arqultetos. - :e artrstas umaparede vermelha pode"avancar,l "afastar-se", azul clara -".-:= umaparedeanarela,U"rupur"éai". :-:: I usointegral dacore daforma. .:ntid o ,s ã oa p o n t a d adsu a sma n e iraje s acão: -.:nçãod a sc o re sd o ma t e riaelm s . S3m lsYg5limento; :.:ão, s o b res u p e rf í c reesv o t u me s::s tintas preparadas ' : ïente ou a utilizeÇão dascores:: :rodutosindustriali. .;:

: : ' rin a ri,n a lg re jad e

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em seu afãde motiv a '-. s o p ú b lic o Figuro6 E t a mb é ma Pu b liciCade, C t' ' : :: nsu mi do çto m o u o exer:llo do passadoIongí n c -:l3 ra o f e re c e r For: - - . dasmetropo€: :xrlquecendo UUU ---- -z e coresàs noitestristese sombrias ^^a ^a multivariedade da ap : : : ã o d o c o lo ri:cm r n ú me r aaslter n a tivas que desafiam a esc u ' : : o d a sg ra n d e s :o, o s e d i fícioes a r r a n ha-ce-s : úaces. a nossaculturaes::'anoslevandoparaun^.rovacivilização Talvez a d op e loí c o n e tão don , ' T c o m oa vi vi dap e lol^o-em medieval, . sual, 'el ig i o s qu o a n too ho m en:-cderno (ou pos-mode rioe) d o min a d o :el o í c o nepu b licitár io.


t0

Figuro9 Ouldoordo componhopub : 'ório:O ltoú foi feitoporo vc:= :.enido ForioLimo,Vilo C --_ : : =ctoCloiildeperez,2A?=

- ^guagemda imagem,usandoa presenca sugestrva, concreta, do quali-signo -:-':,:. 3 persuasiva icônico, apoia-sãnaideiade que :: i-,:.Ë-ssãoforçasps(uicase simbolicas quepodemsermaisfortes :-Ê :': :'reriênciasque chamamos reais. :" ---:açõespsicologicas que a formação visualprovocanosfrui_ ::-=: :: Tagemvão repercutir no camposociológico, criandouma -:,,=':'-. Cees t a rn o mu n d oe d e v iv e r. r -: ::ctacãodessefenômenoque a pubricidade se apóiapara -:- -.'s-= Íuncã op rimo rd iacl:o n t rib u ir p a raa c o n s t ru ir u ma -:==- :='oetua ro in t e re s s e . 'enda,


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-@ryffi

: : : e m os d ize rqu evivemosnumaiconosfera na, c -a l o in d iv í d u o Figuro lf0 À/-^- - -queum ho-er passaanualAfirma-se =:-== vivedesdequenasce. - : - . : s de du a sm i l horasdianteda imagemeletrÒ:-a , q u e rs e ja m UU: pelopolm,ou pelatelevisão, pelocomputacor, ==-r :rresentadas tvt- - =:

"=:=--:612qnelo celrrlare nnr todas as outras:cssibilidadesde .

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que issotendea aure n t a ra in d ama is . emos = - = =- 'Ò nicaSab propiciados pele:ecnologia e pela , -- --:ão dosnovosrecursos je imagens eletrodomesticos de em mídias. A integração n i:- um exemplointeres s a l:eea t e lap la n a - - : == :ad e i nco nteste: E evidenteque, na Íorcacomunicativa : -: - -- refrigerador. predomina e o impactoexercidopeìacor.Nem a : :ue - - ...- Ìân e ad a forna do objetopode pro d u z iro imp a c t o ::

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I2 2 - OSVITRAIS COLORIDOS

Figuroll Vitrois,eiementodecoroÌrvo_- _ lizodopor vóriosculturos,esr :: e épocos.


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DA COR 3 - UTTL|ZAçAO indsoúüth nraa em si,de eficácia quea corjátrazimplícito O írnpacto pela arbitrariamente nrerasmnrtu pode,entretanto, ser analisado ligadoao usoque sefarádo dem,mmrun Eleestáintimamente esftÉtica. @-

docem'rp diretacomasexigências estáem relação Essautilização de Prevenção Arik6, $le a explora,sejanasáreasda Educação, Moda,Arte,Trffi e Produção, Comunicação, Medicina, Decoração, hntas outras. especffica Cadaum dessescamposutilizauma linguagem Ç,p procura qual atingirm eplicita seuspontosde vistae Pormeio da denpropostos. lstotornao estudoda cor umanecessidade o[rietivos visud, e à comunicação que voltam à comunicação se üo doscursos nessesetorse queaspesquisas pincipalmente ao compreendermos Sociologia, Psicologia, daFisiologia, científicos nosfundamentos apóiam e dasArtes. Semiótica em funçãoda a coraPenas pretendemos analisar Nestetrabalho, paraque as leisqueregemo seudomínio, focalizando comunicação, nasmãosdosque eficaze conseqÜente da setorneum instrumento a manejam. que a cor oferece. Seu as amplaspossibilidades Consideremos liberar as reservas de potencial tem,em primeirolugar,a capacidade do homem.Elaagenãosó sobrequemfruiráa criativa da imaginação mas,também,sobrequema constrói. imagem, a corexerce visual, que recebea comunicação Sobreo indivíduo e a de consde expressaÍ unn açãotríplice:a de impressionar,a umaemoEsentida: a retina. tnú- A coré vista:impressiona Provoca próprio, tem valorde pois, significado tendo um @- E é construtiva, própria linguagem portanto,de construiruma :ímboloe capacidade, que @muniqueumaidéia. valores de cadacorisoladaé a basesobrea qualdiversos A a.cão que cor (1969) a exerce uma afirma Kandinsky são hannonizados. que,faz vibrar a direta:? cor é o toque,o olho,o martelo influência alrna,o insfumentode mil cordas". O artistaé, assim,a mãoque,coma ajudado toqueexato,obtém da alnn a vibraçãojusta. cubista, afirma pintorfrancêsíconedo movimento FemardléSet,, inconsou consciente asPecto em seu cor pesoa a sua tem que cada diários,istoé,em ci:nte,e qrela seimpõenaescolhadosdisPositivos chamava Urdoaquib q"reo homemutilizano seudia-a{ia.Kandinsky interior'a isso'pÍincfio da necessidade

t3


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Psicodlnômlqodos cores 3T comur o

b mo u tro ster mos, já queo fatorpsicologico dominaa eur r itmi a do pulsardo mundo,dasvivências ativase plassivas na marcha diári a d o e xi ste ncial hum ano, a cor ,pr oduto de nossa sensacão visual , to rn o u -se p e l osm últiplos aspectos de suaapr icação umar ealidade :lástica, umaforçasurpreendente quetorna,muitasvezes, ativase 'e a l i za d aass i ntenções do hom em.

à _ SINTAXE DASCORES rr'ú-.e:r,:âr€ â coré umalinguagem individual. o homemreagea ela ;iu.rnr:r,üirsl: es s.jascondições físicase às suasinfluências cúlturais. lrüllifi,n: s6,,mnm, elapcss., síntaxe que pode ser transmitida, istoé, -i:a

ï,. furnrnrc al:rrer-er-sas oossibilidades aos que se dedicam EÍ''mfl,fii'fffiil, d!: S;l[,]irffi nr$ Í*ïJmEn;Sir:f=*<,:S jÊ u,--_-rliCãO \.,iSUal. l:;,r ;l.tmre ïrEffi as eeÍil:lÍffi:s a_1È::)-_i:_3: :;:::::--

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ï,l:s se faz necessária: não devemosnos -rna últimaadvertência =ir:ÊtÊ- de que a orgonìzocãootima, isto e, aquilo que a Gestalt r*;-,ì ': loa forma"e tambemum dadoda cultura. Mesmoo estudo :35 rÈ: :-e regemo domínioda cor estáde certaformavinculado :: ::-::r:l psicologico e, conseqüentemente, nãoé universal. Masa -e- -::i€- dirigida tem outrasconotações queprecisam serconhecidas :':*: ::':- :ssimiladas integralmente. :- sso,é fatocomprovado "! que as regresgestálticas produzem -: :OSeSquecermos :-==a eve,suavee cleon.MasnãoconveJ'Ì-de :-= : :*:Ê-.;sualizacão dos resultados da obra:ode conduzir a uma -:::ã: -: setorda criatividade e a fazerdesce'cnívelde transmiss - :.:: :* :omunicabilidademensagem. C :::rstaprecisa possuir, _da ::-r:quelhepermitatirarp-c',eito --a flexibi{idade "incidentes dos n:e :es' -.s palavras de Ehrenzweig (.l969). ;n -ci'.icuomentalmente rrgidopodeficarlerturbadose algo sai foracÊ seL esquema, ao passoque um que possuaprasticidade


t5

':rc , c nom en- ì , oc o r

- 'inr nnderárrqaro "inciden:: ^j^ti-üill J'v'

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- lvo, em uma oPortunidade = : :ertamentecriativo.

.-- - : - -" r eio dal i n g u a g epml á sti ca -:q uJ

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i : - : -: .= :-- :. : -:' : : e d o d o ar ti staé i nsubstitr, ì: :; . a f i m d e d a r à cor o movlÌ^-:--- , r: : * *: : ' : la"' 1 " : .: :-: p a r aqu e ela S ede'-= esPaço -* : )sìcossociologico.

5 _ CRIAÇAODO ESPAC: Falando de seuquadroA : :: e sern-- : semclaro-escuro

ü , r: 3 :ü ::Ç

I ":l' :

( te6e). A e sn e ssr r r ad a l r n-. = : a s o b r ep o siçãaop, e r sl::- , do espaçodentrode --- : mesmoefeito,tst: = ' - -' --

Ffigura 'l :---. -:

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tó A so l o cc -

Figurol3 ---_ _ vuu - ^? :_ J- - ^l^ rrvrvi

uiì-.::â:. móvel. Asdistâncias visuais tornam_se --- ìol_?o_tsu,i campotorne-s: eiástico.Umaparedepr",u pur".e aproxi_

-1

po,ir-ffi;;;ì.ïïï" :-.": :'"-Yi i. nopassado, --1t^t?,t1t:'? d:,rlu saia Eleparece mais uul*!

, ,_:? ".,.r.'#Ëffiihll as paredes de coresclaras, elas"recuarão", ?il_.rmos -- - =rbiente ma isa mp lo . ---:'m2íarr;nnÀ.

Etaage

de acordocomumaespécie :_-: .. :ïl:r,.,:j:.:?:a. :ão podemosnegarque,Zo pontocje vüta;;rr;ã; .,

::,-- o u a vançam _ poiscausam em ncs.r r u ir pr ar r aã. '::'c volum ed e u m o b je t op o d e s e r: : e ra d o p e lo

-^-i-.r

-::--:'e

usoda

,- ,oirlr,liqr",.ãrËl

amplid ã oA. s c c r: s e s c u ra sa,o : : _ lrá rio , d imin u e m-o - *^ l : l : -

r


t7

-%

Fl guro Ì4

,^^entode peso.Umacomposicão podeser :: lentrode um espacobidimensional, pero - - - Esseequilíbrio podeserproporcionado . -: a cor,adequando cadau maa o e s Da c o - -:-.3S necessitam de un - e s p a c ome n o r, : :_':s friasnecessitam rnarsespaço,pois : _:-o tal, uma caracte:istica do estilo --=:'m a re rrad e v e ra s -.ra determinada ",'.'--* um espaco que lhee p ró p rioma , s - : : j - =: faz parteda cor.je acordocom - >Ílenf:m

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ó - coNTRtBUtÇÃo on coR NAPESQUfSA C'ENIíF'CA

Nasexperiêncías de raboratório, a coré auxiriar paraaverigua_ ïIr vgrioso çãode determinad os microrganismos. Tìnglrfupreparados, podemos visualizar melhorasbactériaI e vírus. Quando,parapesquisas de baciros de tuheno,rbse, os esfregaços sãotingidos de azur- o azur-de-cabett -, ÍldõS€gueos de -" baciros Kochse tornamvermeÍhos e asoutrasbacterias,.^iiAs larvasdasmoscase dosbesouros ftìrorìÌen-l soba influência.da luzverde;a luzvermelha estimulu u, t homem e favorecea march.a "ço*-;;gã;;.;r';o da c.atapora, sarampo e escarratina; a ruzanirada tem no{gr analgésico; a ruz azurada fazrerece,ras prantas, enguanto a rrermelha astornamaisvigorosas. Reginald Roberts, conhecido croÍrohr@e.Ít irlgrês, diziaqueo excsso do amarelopodeproduzirindigesües, grst"to"u úiceras gástricas; ceÍtasvariações do verde,doençe-nnentaiJenervosas; vaiiaçoes do we'r'tnelho, doençasdo coraçãoe reffexosna,pressão arteriar;o excesso 6e azul,a pneumonia, tuberculose puimonare pieurisÍa. Portaismotivos, os raboratórios ,'arn:acêutícos dãocorapropriada amscomprimidos e cápsuras. reracionando-os às ao"nç* Ãenciona_ dôsoutroscientistas, prancus comoo médicoitariano (1952),afirmam q1u.re existemesmoreracão entreascorese asdoencasìo-uÁtajudaria s'rflb-d doenças dosorhos, ouvidos, narize purmões; o vermerho, para e baço; o verde,parao sistema nervoso Tffitggo,fígado e aparerho dirgestivo. ìhocampodaBiorogia, observações concruíram queháumaíntima em@ entrea coreasfunçõe.s biorógicas. A.cordatiutu,poi"*empro, e iÌnld.ce de maturação e provémda úz e calordo Sol. mudasegundo '{ cordapeledosindivíduos o tempodeexposicão as rradiacÕes solares. Elaidentifica tambõmasvárias'utniuríurunu, e r€*Õe_' às vezes, denunciar doenças, comoo amarero característico raç slfssnidades renaise hepáticas. dnda segundo outroscromoterapeutas, as coresamarera e café 3*r*r-Írserevitadas no interiorde um avião,porqueproauiemenjôo; --u rJu.dejantarpintada comcoresaregres'estimurã o uó"iit"; u, i:rÍtório em tonssuaves setornamaisrepousante " e confortável. f"t"grafiaintegrou a corem suacaptacão da rearidade ambiente l ^ c^ cinema e a temexprorado comgrandeêxitocomerciar e artístico ao longode decadas.


;":

- : : - : : -:-:: :-: se valem,sobre t u d od,e s e u p o d e r Mastem s id o t, a mb é m,u m ---= = " :.:: humana. :s na tra n s mis s ãdoe e x p e ri= ' - = - - - :-re os universitários, fatorreìevante. nasquaisconstitui :.- ::: : medicas,

raraa cútis:quantomaisrosada a cútisepretendenc:-:: -. -:' - :":= as:e a ca' .= -:-: -: -=a. O verdeenriquece deveserum tantoazulado. = - "-: -::-:--:-esr,4ulheres cabelosDreto-azuìados com cútismoTena, dc =-'-= - = : .'anja curos:combinamcom elastodasas tonalidades paraenfeites. utilìzar verdesbemfraccs-, :-Paraumalouraavermelhada: o vermelho. morena:podeutilizar Pessoa


20

r_s codinômrco dos :_

7 - ACOREA TNFLUÊruCrn cLtMATOIóelcn A escolhada cor é inegavelmente infruenciada pelo clima,e issose evidencia de váriasr:aneiras. Parasentir-ser:enos calor,nas regiõesquentesou no verão, recor-:nda-se o uso de roupasbrancas, amareias, azuise verdesde toT'- :::es claras. .oresessasque refretem os raiossorares. l' ,r'.*rno requera utirizacão do "preto",de tonaridades escuras c: ::J 3c cinzentoe do marrometc.,porqueessascoresaDsorvem - ::

-

- ãr ^r

:- amr,nas raÇgs.e issoque vemosacontecer. o homem se volta -fi,r-rÍr:Írdffirì"{tr1ÍrE wrê : 5: G cor que, de uma certa maneira,o clima l-e rmrl|a flufl*es 1-e -NË-nÊ SÊl:r --e ìnfluênciaque é inegavelmente

:*:r3ynr:çft ü :lirilífl il'3Ì]*{:51:[:-:-::: :_e -ais imperativô do que a --l g -' C ,Ê:;t-È :Ì{:€.-: i :: :: -::,-:-:S ::= S :-OS dOS qU e C fi am a *trrj'i,fi,rm:lrner:l|e :5 :ltB-1:5 l.'-*l :_È ::-:ógicos, podem ser mrürü'tüüüIE ijt[LíÍ'-]i*-:çi,ïJ[e-: :- _-,- *::a: := -:-0"-ìe. pOdefíamOS rm ' * t:,i : * i Í:ïE{l 3-É -r: i ::-::::" i l - 1,--l : : segui nte: ,Src.e:r-tfr:l-r3- :il::-::: : _:, :: :ia1co pafa eSSe invefno,,. --, { x i ::m P:? " i t :-r:i : ::-:-:: :ã: -.agrantedO qU e S eri a O ObV i O. --:

i irrÈ ;:,= _ -= . : : - : = S : T p e n h au m p a p e lp re p o n d e ra n t e na r -: :-:.*a::: ï"rrr:ii-..È .::ÊSnãodizemos:,,Neste vefãovai se USar ìiã -;r;r;'-' -:: : * '_ :or que vestiráas mulhereselegantes neste iltsï?::,:-: _ =-=:, " _ :omo há algunsanos,quando vimõs,,ovestido --: : 1""_dasocasiões -= ^: -s i e, eraapanágio maiselegantes, ser --i-:-- ::: -3S-3 pAraas comprasna feira,em plenoueie,o, numa 'ilrÃ'.:,-:a ::csicão à lógica. 'urisSÊ ãmbito,constata-se que,efetivamente. a relaçãocor-modelo : -:,:=:=da pelaculturada epoca.A modafaz a coíse deslígar da -d -Ë-:. :iimatológica, masa submeteao processo que caracteriza a :'-:Ê :::È ce con s u moe m q u ev iv e mo sE. lap a s s aa f u n c io n a r d e n t ro :Ë -- :::ema preestabelecido, cujafuncãoprincipal e vendere cuia ::--::=-s::a maismarcante é reforcar qualquerusoobsoleto, dentio :: -:: :_Ío prazode.tempo,impelindoo indir,íduo a comprorpara : -: - - -: ,:s necessidades que surgem. '.: .:'ìpo daArte,a influência do climatradrz-se namaneira como : --'3 *: zada.Nãoprecisamos ir muitolonge.Bastaanalisar, dentro :: 3:as: a artedo nordestino em confronto cor-ra do sulista. I ar sta do norte,vivendodentrode un cromatismorntenso ca'sadopelo causticante sol da zonaequato:.:ai, refletena sua arte os tons luminosos e intensosde sua paisager:r. Tambemnasroupas coloridas e vibrantes o nordestino impõesuamarcae se encrudece, quandoinstalado poressesladosdo sul,nãopodemaisusarsuacalça


2l

- : = -:s

a cr im e -:Ê a,:-l

':ar isso.Há no Nc : : = . : =_ -,

:-- S:-Sque lUStìí-=' = : ==:,Camente nOSS afìri-:.: a .= :

: l : r a r o e sua s::l=--- ==de coreslegeria n anso; -= : - _ : _ . ( en n e d y, tam be: -: 3:^ :a;e, no Recife, F ra n c is cBo-: --. - _ l : ' co so Air e s,corns=-; ::inersde cerâmic avsib ra n t e s : - : on tr ap o sicão, temos,e:: S ão P aulo,uma Ma riaB o n o n : . : ' = , = s a ndo - se m uito maispor meroda pesquis fao rma le d o u s o ) ^ - ^. :!U^ ^ UÓ LUI. - -:

Figurol5 Poinéis cerômicosde Froncisc: Brenncnd.

'tó


22

oleos,aquareras,-pastéis desoniaDerNero.em sãopauro, expressamcarore frio,conforme or uÃ;i"nt e asestacões do ano.Com umasó cor,Sôniaconsegue queurnaformatone vidae vibre. No Nordeste, o crimaquenteinduzaousoagaixonado . e romântico dacorviolentamenru_?:, ia noSut,,mpuf g raconalismo frio,qu" .u_ racteriza especiarmenre a pesquisa formard" ;õ;;rãroy.oïurrir,u. É obvioqueissose refrete e se refretira ,,ezmaisno âmbito publicitário, pois,inserindo_r" no Ã.i"oì_l -3: _:,= ;;; ill,ru .on_

iJ::ï,::,ï:ìiJf Pc.= *:ir

indivíduo ;õ,;i;;,ã e,e:e_demaisprofundo

menoscolor:

'rr n€€3 3- nasregôesgu.entes: usarro-:as :r?r-s :r:is e verdes de tonalidades claras:Ì-.:: ã( ei:.

Figurot7 Tompém o preto e o crnzo ô.s sensibilizom, Vejomestebicc :e peno em nonquim do pinr:.: SônioDelNero.

-.e-:' moìs color. -,-: 'u: -,Êrno ou nasregiõesfrias::s:, -:_fa: :€ias :* ce tonalidaces s:J?s :o azul,cinzento,marror_ e:: ****** l:;,=s:crn tono|idodesIur ,-:s:s: , i-,r:s-s. muitousacasl= :: _::.stas do nortedo Brasil ;rx

e caresfrios: -oderodos muitousadaspelosartistasdo

sul do Brasil.


z:

--l ,ohoÌ - nem , oc o '

8 - VISIBILIDADE E LEGIBILIDADE DETIPOS E DE CORES i :rr é o meiode identifica =* coisase letras. -==--.--.:s objetos, , m a n j-:: --: - _-: :=:dvert ê n c iao u u ma in l - a n d o um títu lo u - : ' - r a ç a osao --^.'_--ì^ -:^ r-^^l:-^ e a ilza dos e- -_-:: -: --:-:: -eces s á rio v e rif ic aar c o r : : f u n d odo s m esm o spe-: := ::-::a:::- = s:ntiro c o n t ra s teen t re : eS.

A l e gib ilid a deea, visibr:.:. : a memoflzaçaodos m€s-:ì ^.^^i-^ ^ ^or ^ c _'c L l su d -. uequdr t^-,,-a

:= _. :

P fl T a .-a -:-:

N o R iode Jan e ir o, ass- _:: s t á x i ss ãoa m a r e lo s, po s :::: :ontrao fundo cinzento.= _- : 3s t á x i ss ãoassimfacilr=-:='=:

:: :

:: :::ã: Coc o n t ra s t e . - - -:: : -:rascidades e países, -::--aio r s e n s a c ãvois u a l : - - ::-:'a aS nolteseSCUraS.

O u t r oscon tr astes^ .:':::---:: 'á cilvisibilidade são: ^ r sobr eamar elo o pr e t os obr eam a r e lo,',:-:=:- ::_ ou branco;brancosobrea:- : _ :-:ï: : =cbreo preto. N a p r á ti cade tr ab a-:ì -: -:::.:,- -: ::--:: 3 e ra lme n toes p t g m e n t o s( su b stân cia ccs : - :a: - :: -:_ :n - - -== = ã oq)u e p ro v o c a m a v i s ã od a co r ,istoé. a :a' :::':-: :: :--*-:,:-:_:---: ; \ d , ae ra d ia c õ e s . Al g u ma con s sid e r a ::=:-t_-:-r:: :,tl r: : -:-=-_ . ã l g rá f ic a : l ) O SO Ié o g'.- :- - ::-': ::r :: ?: :-:: := = = -a ' p re c is a mo S Se mPf gC- = : a" =

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i r,r-:.:,

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2 ) o s t r ab a- :: :- ::::,. .i: -: --n*tr-t= : ::_-:: _ : : - a mb ie n t e s f e c h ad cs: l :- ::- :: _rr:i*-trÈ fi *: _ : = -. f a lt ad e S o l, "-r -deven-cs:: ::-' - 1-: È-r.: ,,3*:,1:a.: .-_: .radiacão de I u ze n ::::s r > :=::-:: :: :=:r-:

,.:-:: " O s c on- :un ica d ores l^

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)^ - 4:,-^ U e IìPOSSr en C : :::: aiÌ CO SCeV /

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: :::,:: :ì: :-: --:

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:::-::

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r. a : ' e d a d e j S C ] eti V OS

d a m e n s ag e r com n , as ca:-::=-s:cas Co =-- :a: : : - : , e ' : _ J q u e deverá d i vu lg a rm a en sage-- e claroque.:---:: -. _ - - ---= : o d e o p c õ e sm , ai or ar esp o nsabi.::de e a preoc_:::à:=- = : = : - : - _ : -t ; : e co r r e t am e noteti po m aisadequado parao :Ízla -: '


24

Assim,parase in'prrmir o textoem cores,serásuficiente considerar nossosesquemasde adequação cromática em cadacaso,tendo semprepresentesas características luz-core o contrasteletra_fundo parapermitirboavis,:ilidade e legibilidade do texto. In{o.maaindac r:ofessorCoelho. ,,atualmente que há um grande núr:': ce pesq.:'sesores preocupados com o efeitodos desenhos ccs:::s ra leíiu rac.: e n t is t a s . o rán ã Ì in " n u , F ra n c o Riu is d e a uMire , s - ^':- : : -::os.a ::arora deresde áreas-afins á coÀïri.ur}ïìu,.,, a.s:- ' -" *i- -r -etocos de pesquisa paraa identificaçãó, nú iípressos, ::: -::,! Ê :,:s .3:-as de apresentação doscaracteres queassegurem : :---: -,3 3- -z=,ë=z e compreensibilidade,,. -ti-

A@@W r5rF rrmF ,I*ffmr@âmu* O@I,NNM

-lnum

M[EF'

AmEF A8(D€F ABCDEFGH t, Kt AD.'lErABCDEFCH Url ffiLTìEtr .{BCìDEF ABCDEF ÀBCDEF

'r.ç.'mAKlDW'AJrI

e. _+BCDEF -{BCDEFAilCDEF

:: cor/o espaçamento entreas letrase o uso

t::ll,::

de letrasmai_

osespa_ fãoa leitura\ormarmenre, :yle.Ítura, _. _.::ïl?: a assim ccrno; ;r; à; ãlÃã" _:i:r:.1la1or1cem obtér--sã il;;";iJ;õ; .1.ï.1'_ Irnúscutas : oco",ïquando utilizamos apenas t".,u,.fiuì,irl"rl:;, ãfr: ::ir a logotipia

-"1:^; :- -:a parte

da lBM,por exemolo.

desterivro, 'a hámaisinforn^a:ies sobrea utirização :: ::' :: '...:ndo e corde fonte.


: ':- Jeza, o homem, o cor

PELASCORES 9 _ PREFERÊruCIN frenteà cor se -Ciice por rmffuiÉ,-r-A atitudede um indivíduo :': -neioem que vive,suaeducacão. se: :e-oe?-ennf, 5-Gcaú= e: porexemplo, hmülhff'ltes ,,\scrianças, tend'e- a :'eíe.n as:tres ruums'e Há semprealgode relativone Dreter-'enúô desF suL,dhmmrrm*m nuripp1;a lffirnffisdmlm onumüw0ü@mü6 alguns,por exemplo,quandose sen@rìn a preferência e pelomarrom;paraautroeeffi MWmdmnwm Se uma pessoese s€r'ïwr dw[q frhmmnrirtd]l ornlttnrm e fechamento. m pelo para azul; oLüffiÍ@6, escolhaserá wüuumntru@nrffinmr

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Mas,comoem todasessas,omrnsül@ronhmnrmm{rcffi @üu úüüfrü um peso psicológicoe culturdlrm pnffirümím,,&üÍtntn @lt - aIiás,cientificamenteconstatadm lmiurc.mÍMtll[mu@ WÌ'Wülrfu há maisde 40 anos- procuri!rc!ílrlrlmm @$dun@rsGnÍntm m lhmryp dh' pmÕoutiemrcmffinrdh textodestaobra,o aspectocienffiffi@ dfuw* fu stffimlumrd relacionamentof ísico entreo rah & huqe o emumum - sistemaneurofisiológico do ssrXihrumrnm@. ffi pry Ímcdl* ruum & wmrrlffinqlurìi, taIhes do mundo exterior confrormrrc a üstnr!ruüm " "' apesarde seremos mesrnoseflrtn @ wcs trirumqhmÚmnlì sempre uma diferenciaçãob,io[0gmcnrunlffi, ffim dhoÜn|H,çrc levaa certosgraus de sensúhiliidüNllhffiNFdh'*rimrr*h 36;q5lÌp temente,a efeitosde sentidodldhfrt, Naentradade ur,.ra,od'elrr-uremrnnmm'düqËmnmt[ilnoqumrnr' primentode suaonCa.C-aaa esflmruhürhüdlümffi possuindo wsumÍ; tamani-c3raurlnrmlidde, rummüqfuGonnr,m portanto,é distiniaèrlffi€õspeffiM, hg@umttmümmú[Mrfhfi'an1d certae amm @ mnmm,ommmil mffirmb mr assirn agradável, paraoutra pessoa,quleWe WmfrÍm, hmqp rnais h tunml NI ,ô GW,p@ vivo. Sem quereçdanrmm mr*rmnmtt mrusentido que psicológico, ao dizer Wmffimm@1rydfffitttlmfuq1l daquilo. E cometemoscertasindismnr@-frmrqrumn @ílmíth Suetal pesrestuário soanãotem gostopamumifumrmmmffi(mnisu gosto paredes pintura l[hffimfuaiste na das desm,cemn ou e pol@wnlhtmne a estrutura algum,poisé apenasurnalfumnmm de cadauurrrm @E$ÌllGna segunda & nrúçcmnfurmrc visuale sensorial partedestetrabalho.

25


27

- : '-::sso v is uc

wte2 üP.

SSOVHJAI.

que eu o."lers-{:{: ÍÍnre r ffiÍmdÌflloeor@] Qualexperiência pode c€sr-.!ü: ser Algovermelho -.m s uffimrúon estamos Navidacotidiana p1116 r@ll@r'dller'mrg5 notávelaindaaue tenhar-':sÍur-tffiì úiüÍlÍÌf -q de5m@-R :rrrmrom Tratoos conceitosde ccr ::rÍc

Uruurury mttWpmrunnm

I -A LUZ-

lNïEi

HEEAn-

REZAE O HOTH müÍffite lhr"' ümrmffitttiltnr A luz é mediacão.Os aarmm fo rírrilttrüÍllrh gfrfr gfu nrrirp Wimürcül,'WruffitlhÌii[nm tentes a sua maniÍes:a:ãm DorfeixesluminososíF 05 Íìr@ Cïm6 iï|mrnqeÍA visão rei.3,se-i -ummrntmm6pnm ÇtG r@r rmrmre,ümuh c ser recebeuda ^ =:_-=:. : :anum6rs6ffi nrfllrp :=rffiilüllffir d6, ffi -nr'alr'*ir: t : :e-sei: humano Mlr'@ q u e o r o := : OS C -OS. õüÍ:duiles,m|nm,mTilrrm,gm@

A u@

@@ÍiffiÊJe-

pmunffiru e fk@ mltk @fllrìilrlrl*tr-portantc. s-s,ir-gõCIE mqsãiii,gaÇãc 16l ffi. üí[õmUI'ilúFuF terior Cc -,Orr-er*e ú n'qrç115ïüfu [ü@. sorne:r:ese reat;Jao1ffT'ffi,1iïr6 eo d rlÌõrr'*reza rmrumnnm:ffiGmhe A l-z e. assr- a gm,õ]|l& do ser ffihn ô oe apresmmm ffi Ela homer. WÈo coloridas humanonuma mubruamaffi w'rna&serlls@'umsuats ou não. Como se processêa unsãoJ Os raios luminosos 3orções de emergrasdar que atingem Dependendoda ern todasas dìreçÕesum objeto,são refletld*os quantidadede luz que nenetraem nossosolhos,veremosas ou escuras' muitoiluminadas coisasiluminadas,


2B

Dissemos queosraiosruminosos sãoporções deenergia solarque nosfazemperceber o mundoexterior. Temosaindaraiosdiferentes da energia so]açq'e se identificam como:ondasde rédio,ãndasde televisão, ondasde Ídos X, raiosinfravermelhos, raiosuúrauioteta e raioscósmícos.

o que caracHiaae diferencia cadaumadessasondas(1) é seu comprimentoA luHn um comprimento de onda(2) extieÀamente pequeno, situaôsrc4oo e go0 nm (nanômetro)ìóu, .oro é erroneamentecoúmlb (n*nírron): mp. I nm (l rntmen@ : lIt/ilÌ-(XNLmO-0OO do metro : tllfltLjIXldo n*rôrneto; I um (l m*mn'Amü: ffi.(MMffi do nrero. o 'rrfinúruri rfu è* empíegado, s -' pela r-'- simples """r'v' razão '"ffimce, denfucrffiromdffi&nlÍ '=r ddaú,fuial' LJrnaorhuúffifrm é o árçrmq,Ã pf

únhq,mmmadaetar.nbémnão_recomendada

I il: ktÌlloôrmfurm"o trob bern.o orhohumanosó pode perceDer qtu çm tu de 4oOa Boo nm (ou de 4.OOO ã a.oóOÀi d; : wr y tmrmrlmmmmn

ArmriEinafuogmficaconvencionar assemerha-se aonossoaparellil'm Mis.'t os dh6 iecebema imagemdascoisasexteriores em forma rinmmmrh na retina;essainversaõmudaautomaticamente quando dhanrçôo cérebro,atravésdo nervoóptico,ficandoassimenaireitada a írnrm6ern no centrovisualdo cerebro. Figuro I Equivolêncios

Ímogem invertido

lmogem correto no cérebro


Figuro2

-31::::--:.:

:

m C S t r ': - =- - =: : = ç ur r r pr

-

:

=- _=- __

ov aanÀe

:5 -- tt-:

(verotextc) m odìr {n

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-

n^dêm qÕ r ôn- - :- - 'Yvvv' /^ m \

a .Â^ ^ ^ +'^ -

\r [ | r /' v^ "u v ur t9ò| u rvrri eÁr ro Á rm or v volr , nr I rur r r^u v uç al aÌr nm nnnÁfi nn

400 e os 800nm

EnsgFosols

DA E FORMAÇÃO VISUAL 2 - PERCEPÇÃO IMAGEM em alg u r : ' . : : : c s e n t id o umareação co r saq u e provoque Qu a l q uer ;:d;víduo responde a u- :ì: -ulo deterum : um esfimulo. Quando m i n a d oe Do r .l r eo Dercebeu e discrlminou entreo --' : : têr :aracterísticas s O s estím u lovisuais P roP ria :s: -o t a ma n h o , co' 3 conheceressa sP : : : ' = la d e s e d e p r o x i m id a d er lu , m in ação, i m po r tância aos :ue se valemda ime ; = - P a rat ra n s f u n d a men tal : =S-O n S t ra ma r is m i t i rm en sa p e n s. Em nrrtrn-:nítrrìnnrocUrafemO d e t a l h a d a n - e nco te mo podc- ser usadascom re s -: : d o s p rá t ic o s comoo elemen t oc : ' P o d es e ru m e , especialrn-::e, n a Pu b liciCe Ce susci::jos no camPo aosmais: \'ersosinteresses estímuloadaptável mercadoloStco. rrilL il

rrru rrJ u5Ll

os objetosdo mundo,Porquee como Explicar comoperceben-os problemas da Psicologia, da maìscontrovertrdos o fazemose ..iindos Os últimosestudosfeitosnessecamPo e do Marketing. Comunicacão dosobjetosdo nossomundo,comoiá o fizenão negama existência Nemafirmamque essesobjetos fiìosoficas extremistas. ramcorrentes

-:

-

rr v^ ac r Á

=^- - =

-


30

existem deforma,lldependente e queo ,Oguqseco_:,i atualmente que percebemos é o resulrado Trn99 aspropriedade do objetou ã nãìr,".ado indivíduo qÍj:ï::::.:",,e C^e_stal! termoalemãoquesignifica for::: Ê tue nomeoutam_ Dem uma escora da psicorogia, ^^*0. ao ãoroc3,. lo-. .=iìi,'i"ï a questão de quea visãonãoé ,, ,uiiriro ,".3.if"ì. .l__"ràr, massima captação de estruturlllqiÌi.1tiuus ì9Ì3). abriucaminho lHrnn"rnr, a umacompreensão maiiamplado proo,"r.nu. Nenhuma corrente,psicorógica atuarnegao fatode o muncopercebicooorqualquer indivíduo if*grgnde parte,um mundo resul_ ten:Ê:'s experiências adquirídi'"r Íidunr"como meioambiente. \:----' :a-bém,discolJa ;;f"" de haverum níverbásrco ex,s:-onde _-: ::-3spondência .b."ü.ì

desss ::.::: : : _.:o.dânciu e^irie ã; ,ïi;"r"".:??J: lrÍ if,ï3;1?l essacc:':s::-::-::. lstá plenamente. aceitaa ideiade uma corres_ ; umnível ãii,iii;;-','--;. '-" #;;Ëniiuuu'uur,àuiJ-eil De acordcz ^ ==.__ 3___::s_:,s .eceltes. podemosconcluir a percepcão que e J* :-::=s_,: l._,=:-s__: ::ê:. na probabilidade experiência. e na A iriras=-:_3 -.-:=:=-:,: : __ : a_:-:c de um processo - o P rocessde : _ : = -: _ : p e -: : : = * : o _ . -: : s : l-: : : s s c t o d o so s :nentosconstituintes e le_ :: . :_ _r. _ ,.1,

sãoparteau uÃu'n-=s - : ::,_<:,..i,.r_rJnïï; ï :.; ;,-lerceReão D i sse m os qu" é _- = :nento do := - viial. .queper cebem os :-::essode percepcão 9g"mrrrru, .Lrã seformae ,*:g:_r? Todoobjetoilumrnado_por qualqu er luzreflete:ss: iuz.Alguns :--^:osa refletem mais,e,sãobrilhantes; outrosn_e_:-.::rdo pontos

o brilho como u.ái'dooryut. --.:."; --=-=-;lïJïi,lilt

Figuro 3 S-rïesede percepçõo. Quolquer

c ois o

sentido e provoccl umo reoÇÒ: -__+ ----+ --+

--------+ -.-+ ___+

Arrdçòo (orefho) ê È Tob @ete) -PotoCa (Iínguo)

-> ..-> --+

Off,oüo(noriz)

--+

.-} VÌsõo (othc)

--}

'-.-+ --+ __+

----+

'-----+ --->

dotipo

- esïÍmulo


iwworum M lnt@M porffio Sre passam pelo cenro da WilwrumilErÍüuesruffinntm llffi lllrlmsfrm&wiadrm Nnmlrc smoperpendicularesà sua superfície. poú5,mfu&ffi@ffifudmrelrrrrmMas os que atingem a inffiilifu@Gddõuesmnaftsuuffise&sbm de tal modo que alcançam qil.lrcp,mrçqfr pe{b cennmp' d hfiÌllilld ç1g.ìdo os raios ultrapassama lente, mmlüirmru"uanrn a se fufuq; mure6'indo para um único ponto, situado a üülmÌnrfrffimnìimdadmttfumi*$revem a sero foco.Cadapontoluminoso mepreseummado ü do um bdo da lente por um ponto focal. 5e cdocaurnmrrn planobidimensional a certadistânciada lente, pa@ ha'ÍÌq, por exemploÍveremosaí reproduzidaa imagemdo uriltlrì ohieto-Essaimaçm apareceinvertida:a parte de cima estáembaixo, e a direÍtaaparecedo ladoesquerdoem relaçãoao objeto.É o sistema empregadopelacêmarafotográfica. A formacãoda imagempelo nossoaparelho visualé semelhante ao processodescrito,isto é, tal como uma lentede vidro,focalizaa imagemem um planobidimensional. A imagemformadana retinaé tambem invertidaem relacãoao objeto.O cérebroa interpretae o indivíduoa vê na posiçãonormal. Na percepção de objetosmuitodistantes, empregamos o telescópio.Baseia-se no uso de lentesconvexas e no fenômenoda refração. Seupoderé relativoà áreade suaobjetiva.Um telescópioque tenha urnaobjetivade 1 m de diâmetropermiteum alcanceenorme.Aliés. objetivasmaioresnão puderamaindaser construídas devidoao peso daslentes. O uso de instrumentos ópticos,especialmente quandoaliadosà fotografia, aumentouimensamente o mundovisualdo indivíduo. Napercepção de objetosmuitopequenos, utilizamos equipamentos que possibílitam suaampliacão de formamecânica ou eletrônica, como a lupaou um microscópio. Quandoqueremosfixarum objetomuitopeguenoou um pormenor qualquer,observamos que, depoísde uma certadistância,mais ou menos25 cm,o detalhecomeçaa ficardesfocado. Essedesfoque tambemacontececom a máquinafotográfica. O pontoexatoa partirdo quala imagemcomeçaa ficardesfocada é chamadoponto de visõomoísdistinto.É precisamente aíque iremos precisardo auxíliode um instrumentoóptico. As lupascomunsaumentama percepçãovisualem aproxímadar-nente dezvezesmaisdo que a que tínhamosno pontoda visãomais distinta.Parauma visãoclarae ampliadade coisasminúsculas, há rinecessidade do uso do microscópioeletrônico,aparelhoconstituídoà hmsede Íentesconvexas.

fim


32

Psco d ln ô m r e

.-ì.i nc ,

an. .. :_

--r^m

,

3 - ESÏRUTURA DO SISTEMA VISUAL

Antesde adentrarmos na expricação da estrutura do aparerho visuar queremos mencionar umaexpricação dornsrgne neuropsicórogo Richard L. cregorylsobrea tarefadosoriros.Diz eïe pii.Ãuiro capíturo de suaobraEyeond.broin("orhoe cérebro"): 'o""q" ìi Jnosfazemé alimentar o cérebrocom informação codific:da em atividade neurar - cadeias de impursos erétricos - a quar,peroseuìJJigo e peros padrõesde atividade cerebrar, represànta obfems.podemosusaruma analogiacom a ringuagem escriia:as rem.as-u euru"àl destapágina têm c9rt9ssignificadoi paraos qus*.t **rrrï-rinsru."rru, afeta m apropriadamente o cerebrodo Ërbr, nrasrrr$osao iriagens. euando pra ahun? o pafto de mrumaoeneuiatrepresenta T"4 is; o dìFfrì c úrn@o ffi é o mtitglrrn ruffi@ esffi .*.tuiOu qualquer lrlE$Elrrì 'neË-_ Mtniltü$1ffirffi e lnffimWffiedilË" ffi6 mremnmsuas" o primeiro norte_ q* *r-q*m$üdrdnnì 1;mmmme@$qFumffiqrÍrní:!n[ o FrêrnioNoberde Í*r3fÌr:ÌnÈ ernnlillWff[mrffilrruumr, n msesmrdo6 * **1*u, qr", puru : se'*Jf16[ì0Dumno ofrnoe'rr s fl-&o.::rÌ]pr*,,= , ,r"o**=ürrar, pois a rehna s: gflf,os ac É,e:r: se-:: es:: -c_tÌìbido de deci_ -r'rsmlnnre q*, ,"-. z ;_i:ão .uI..oiui

5:T-,5:.co'tmptrunmm iu"ini.iuupO, 0 "n'dsomento e"porüsso-rë ::s condicÒ"r puru J"rar*r"imento wrnal davrsãor,ü-.,,mdr"ÌË " se,nainfância, e a xi-neiraimpressão, do orho.

I Foipr.ofessor de NeuropsicolcE : :: Laboraicr-io do Cérebroe da pe--:=:_ ção,na Uni','ersidade l:_::r de Bristo,. de Eyeoncìbrarne inventorde , =:.s aparelhos ópricos. 2 Foi professor de medicrnane _^ versidadede fulontrealno Ca-=:a. Posteriormente migrouparaos l_r naÌurallzando_se. Foitambemr-:.:s_ sor na Universidade de Harvarc. 3.Sueco naturalizado amerrcano. Des_ ,l959 de trabalhouna Universidade de Harvard ondefoi durantemuitosanos diretorda Divisãode Neurobiologia.

a *são ê distorcioa. re;s iardeo cérebroterádificurdade ou ateestará m'npossibilitado de anai:sar usirprersoespassadas peiaretina. Parachegar a :ssaconcrusão, no córtexcerebrar, ,,córtex eresderimitaram, umaregião chamada visuai primáno1 participa_ :ãc nosmecanismos_9",::" "rr"nlí91;;;; As pesquisu, to* t"i[Jr,iif,iutn."ntu, cF gatosanestesiados, em cujoscérebrorrorur-inìroarriao, un, mmusculos eretrodos, permitindo assimo estudoJ. ,;;;; da cerula ÍlreÍrosô àscaracterísticas de umaimagemproletada. os sistemas sensoriais do indivíduo jamaisestãoem contato dí_ == :círì os objetosque existemno m,undo. po, ì;;, ;, ir,.otogo, r-Êr-aaressesobjetosde esfimulosdístancrors. Eles só vâo estimular 5 ss:e...'a nervoso quandorefretem, por.exemplo, ou f,rÈ''Qrr€Í outrotipode energia "n"rgiu-ü";inosa quetenhaa propriedaãe de atingir os otrãossensoriais. Essespadioesde energiasãochamados estímuros se:sonari Havendo umaestimuração proximar adequada, o objetoseráob_ se''ado,j'resmoquando,nu t"uriduJu, estáauseni",.oiiã u.ontece, loi'exemplo, coma imagememitidapelaTV. O srsfemosensoriolque se encarrega do processoda visâoé

d".vá1as partes, quais sejam: oïr,o,J,.Julã";õ#"visuat,

LTp.,ï1" area de associação visuale sistemaoculomotor.


Figuro4 Ano,cH umor Vítreo I1s C.ó'nea : -stalino Hu m o r aquoso Lgamentos :e suspensão :o cristalino

Fóvea central Retina Coróide

Esclerótica Músculos cillares

O LH O f olhoé umacâmara opticacomposta de várias lentesquetêr : '-- -ã: 3 e c o n ve r gos ir r a io sluminosos permitindo que se ja mle r, ' : : : -: = ' . . paredeinternaopostaao orífíciode recepçãoluminosaI : - - :s:á ; i s i c a men te Io ca liza do na cavidade orbitéria do crâ n ioS. -. = _ -. ' -_ -:e: rrclrnla _i d s r - dil[e cor r ]pr e xc e LU'rìpÍeerìce em essencta: -^rm^l^-E s c l e r óti co. E z :z- z:=:',::'':' -a ,- - :-= - - :^L U r r ) g t\c _ r,I

ic olho.cuiaris t c e -: : --: =

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LO TOIO?. t a Car a: .

dentro,contenc: R e t i n oT. em ce r ca o e- i: - ---:: -: -- -::'=-------; : = -: . e is a lu z . É f o r m ad apo rdir e'::-=-:-a-:: :: :: - aj :.-' -. = : --. s t mp o rt a n te so sco n e s.os l=;:_-:-- : =: _=_ >: i= : : : i: = , = s re c e b e m a t m a g e me a tr ans-::- :: ti-ï-t , -:,;i l: , --s : ra s t o n e t e s e s t ãor eo a r ti doirres-:-_:-:= s =- -_,== _ - a Ola d Od O --a: -'=: -: o u t r o .O sbo stonefes:=-'-= ::=e -' ? -: : : re t in aS. ã o n e u r ô n iose s n sív eis:à: :: = -- ::-::=-:t= --: a n c a d e lu z ; n ã otêm se n sib ilidade =- -= l; l:::: -= : = s n ã ore a g e m -::d e m a n e ir a e sp e cífice ,=-sJS =:; : -:Z: ::-:- -=-: -: : : o n d ad e lu z , - -:-:1Ìe f- ::-:e: : : : : a f o rmae d o Fl e ssãor esn o n sáveic - ':sfons : . = s p e lav is ã od a mo v i m en to. Oscones::: :: -eurônics core dosdetalhes. Loce:=--se em dir,e :s.szonas:a retinacentral e dominamexclusivan-e-:= Jma regiãocramada:cveo.Os cones sãoestimulados de ma-e ra diferente peiosvárioscomprimentos de onda.Ascelulosde iiEcçãosãoneurônios bipolares ou ganglio, naresquetêm porfuncãoencaminhar para os impulsosnervosos partindo o cérebro, dos bastonetes estimulados.


34

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Fi g u ro 5 Ol h or digiï ol, M oc e l tre ïri d i me ns ionolde L- = l ]-:s ::--,

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='==' =:::-:i :- -__-= - :* I giobooculai. Étr unr pui"nió' auu :: ::r--s-:-*. . a _ -: : _ : g ic a d a e s c le ró t icE a la . s ó p e rmit e

que :::sen.,.:-::; : . -. a g n it u d e d e jO O a l. 5 O On m. T e m,a lé m ::s3. urne:_-,::,-: que a fazatuarcomolenteconvexa. Atrásca ::'iea fica --. :âmaracheiade uma sorucãochamada himor ::-cso' o ralode luztem de atravessar esselíquidoe chegarate - ^imor vítreodo olho e atingira retina. *--'r'títreo. E umasubstância transparente e de consistência gelati-:sã que encheo espaçosituado entreo cristalino e a retina.sua :--:ipalfuncãoe mantero groboocurare a retinaun,.' i"r, tugur"i ::-=.esde suatensão. t:',''u"t-:s-Ajudama,manter úmidaa superfície do orho.porseusmo. -=^ïos de fechare abrirprotegemo olho contra a luz intensa : _ = ,Ìsãoinesperada de algumobjetolumlnoso. -'-':: -:" Éformado.por um tecidotransparente e mareável. seu paper ='::::zar os ra io sru min o s oqsu a n d op e n e t ra m n a c ó rn e ap a ra ':'*.- a image mn a . re t in aE. le p e rmit ea p a s s a g e m de ondas -:E-::icas de comprimento entreiBO e;50 nmlrem uma cur_ '::-'3 que o tornacapazde projetarna re:-a objetoscoiocados . :':.e:ltes distâncias. ia n t ed o c ris t a rinÉ 'r-' '+':,-<':3COroc a d a o .' c --a d a p o r u m t e c id o prgr:eriadoe exercea funcãode diafragr-. .enaou cafacidade de a quantidade de ruzque atiãgea retina.iuãnoo u, 'egular


35 que as a::'açÒes:= -- ^a : a : = , : i- : - - : c o mp e n sa çÕ es ::: a ç ã od a lu zfor te,a írisex::-:e s-:: -=a-'a: : ' -i: i* -: :: da a s e nsi bilid a d e retina::-:'. --: : : -- ---:::::: :-'a-'.:: i--- -- : = : a''':- - :: :=-'.''çãofraca,a írisse retraì. - = -- := - 1 - : --: : : : : o a l a r gape , r m iti nduma:=-::-=-=f u n cio n a d a m esmafor-z:-- - =.*r;-: :: -d : -" ú -: l: : rÊ * r: c a ,c om o q u a l,ig ualme-:=:: -==-= = :-:-:-Í: È 3 : . - -* -n : o^ + u r: ^l Ë^ ,; i.l

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:óveo. E composta unicame-:: :Ë ::'Ës : ira ' "c lmmìc. :üsTr ÍIr'rï,,** "iÌlffimuosdg i :drlJftüfrft ma do ponto de encon:': :ra :l:il:ds c funrrm retina. Ela é sensívelaos - -rr{T lffiüfw. ïm ur }dTrilmÌï $E quase0,5 mm. =:,-= -{**ras 3:tÊ u,fu id'rgll:Ìil!ü Jn rnl1lnnu Nervo óptico. E formado de -+Á C-

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rglrlutq l: ::m0Íí: *rn3rr[ retina transforma o est'--: +5,ll:: t d?il,'a]a !: @T,1tri ;slsa:fu 33 :rrfl ::lrlÍ-rÌìm óotico. No cérebro se :':':-ls* propriamente C':: visão

Na convergência de tc::: -"'Ífn-,re mgrlurmffi.a-úü-ümiõ sdlt0üt@liiffi affid da retina (pupila) a fin c: :. : -lãrflrsr'ffi :sg'rr: 'Ì:firrïdn*rmlllÍllll"lìliìü gr,r-lr'ro :ôn: ü5',ô5 *rsg =::": :0:J,'d única na Parte Poste'a'aã1ffi rn8rc i0:jÍ'-r]r ü rí'flìdruEl*' Diversasexperiênc;:s ? '-=* -r-'s,ïãõrll"0l,ll!üP *mm-w qp: re JmrÌìÍfÍtr uwrïõrnï: não é vista, e Pc' :-:- - :-:-:r-r:5 -: ]ìlllill1ffilr:Í:ai,ïrllsi,ü!õr 3es|:;il![enn &mr ::-:ü[ um escoto-de -"-= três séculosa:-.FigrlíE Õ *

::Ìt -lt :::- ,*.,

a EdmeMariotie,abadee físicofrancês,descobri u-o em l 668


Õo

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- -,r * -,-- -- _

Psir :o r - 1 in Â- l^ n \Jus ^^, _ "iy"-y .lyrrl:L.r À^^ eores ern comun

AREADEPROJEçÃO VISUAL Ficalocalizada nocére_bro. Tema funçãode receber osimpursos neurais quepartemdaretina.Entretanto, o queseprojetanessaáieadà cérebro nãoé umacópiado quese passana rerína.'ÉJi;;ì;;õãürro. A retinaenviaosimpursos nervosos porduasvias: percurso usado pelametadeexterna,istoe, as porçõe{Emporois, o e aquere utirizado pelasporçõesnosois, queconsiituem a ,"tud. iít*À.]õ queainda seignora é comoessas duasmetades seÍundemnocérebro formando a imagem.

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porrmbo-fu cooroenacios quepermitem a movimentacão

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oculares sãocontrolados portrêsparessepa_

a) os retos,intemoe externo; bJ os retos,superior e inferioi; e c) os oblrquos, superior e inferior. os múscuros retosinternoe externosecontraem reciprocamente pamrnoveros olhosde um ladoparaoutro. os múscuros retossuperior e inferiorpermitem a movimentação do6ottos paracimae parabaixo. os obríquos têm comofunçãoprincipar giraros grobosocurares penrnitindo manteros camposvisuaisem'posição J"d;d; o modmento simurtâneo dosorhosnamesmadirecão é chamado mwfrnentoconjugado dosolhos. Tatvez os movimentos maisimportantes dosorhossejamos que que etesse fixemnumaparred;te;;;J; ãï;mpo ví_ :lf*em


?7

Cílics Íris Pupilo - C:'-:: Esclerótico Cílios- Pestoncs

DA REFRAÇAO 4 - FENOMENO que atingema retinasãorefra::::-: :: e córnea, Os raiosìuminosos pelohumoraquoso,pelocristalino e pelohumorr,,i:':: por meiode ur . : ' -: : ie d a d ed a refração P o d em o exp s licaessa r l uz .N o e sp a çova zioa, luzcaminhafacilmente. Qu a -: , : : m d e a t ra (vidro, q ua lcu e r meio transparente ég-= = : ' ' iic o . . .s) u a o u tr o vessar Essaredução.: ::'a causade velocidade se modificae ficareduzida. ao sairde um meioe p3 -= . ' a re m o u t ro um d e s v ioi o r a iol um inoso A essedesviodamoso nomede refração diferente. no vácuoa u n . e lo c id a ddee se propagam O s r aio slu m in o sos --eios gasosos, No ar e em outros aproximadamente. 500.000kn 's, permanece -:s se modifica marsou menosidêntica, essavelocrCade meiossolidose líquidos. ao atravessa: que a luz atravessa o ar a u ma v e lo c id a d e C o n s i de r a n d o - se à do vacuo),o índicede de 300.000<m/s (maísou menosidêntíca vem a ser a razãoentrea transparente de uma substância refração nessa com quea luzse propaga da luzno ar e a velocidade velocidade substância.


Descartes (r5 9 6 -r6 5 0 )5 e s . . : : e c eq u e --t n d o o ru z p o s s od e um metoA poro um meio B, o s=-: do ông_ _ := ;ncidênciomontém com o seno do ôngulode refracÒ:umo reic_:, :tnstonte,, velocidade da iuz: ioo.oc I . -- . indicede refracão . Porexemplo: de um determin a dvoid ro: 3 O O . O O: 2 O0 a , , _ : - 5 0 . Dissemos qu e a c ó rn e ao, h u mo ra q u c s_ - -. . _ a lin oe o h u mo r . vítreotêm a prop rie d a ddee re f ra t aar lu z . . . . . -: -. : o s ra io slu minosos,quandope n e t ra mn o o lh o ,s o f re r * --. , " -: ie re f ra c ã o , ao entraieï.ì em contatocoma superfície da c:,^=. r --' : - , ma S e g Un d a, ao ::^ :-.arem no h u mo ra q u o s od, e p c . -._ _ : : -p o rf im, n o h--:- . :':t e . , ã ot o d o s in , t e í ra me n t e . : : -_ _ '., : -^ -le- t in a , o n d e a ' a . -:< ::- i Ofma. ' .: :,1 :- :- - : :: S A aCN eW tOn :.-:.:::,' ::' )i a que a deC On :_.

-:- , , : -_---:- : _-SpeCtfO. NesSaTe.--_._ =--' :-ì:.-: -. Jr ComprimentO, - - i ,: eS . :--: :: : -"=^^

.:--: qlea lUz, a- ': cs de cOres -:S-'','af que aS ^-:-- jesvio,ao --:

o s a ma re lome s n o sq u e .-: e fácilde a : -. " r. -. d e lu z ,q u a n d op ro v ê md o in f í n it o u -s s -: = -: " : 6 m, s ã op a ra le loós u - -. distância . a n d oa t in g e mu ma : -lncava,pe.: l.:cas, são refratados divergentementel euanto ' :'oximo o obleto,maiordeve ser a refracão. euando os raíos --- em unìa renteconvexasão refratados, todos,parao centro, '-^ co Donto . Figuroô Fenômenode re-': _:


t9 5-

PERCURSO DA M.ISAGEM VISUAL

um processo unnestÍmuloaÍge a rctina,ele vai desencadear @umndo que termina rm uÈão.A transformaçãode uma imagem omnnrnpiltrcado ,Wnrm@uen do mundo exteíioÍnuma percepçãocomeça realmentena m@tilma, mas é no cérebroque ela vai atingiruma impressionante mag'lih.rdeO estímulo,sendocaptadopelascélulasda retina,vai transmitira nìensagema outrascélulasretinais. Quandoessamensagematingeo e interpretada. O cérebro,ou melhoro córtex cÉrebro,aí é analisada função exerce seletiva: ele evitao caos mentale focarerebral, uma llìfiza a atençãonum conjuntodeterminadode estímulos.Serve,ainda, que chegame as que estão como mediadorentre as inform'ações como frutos de experiências importantesjá vividas,no depositadas, depósitoda memória. Podemostraçar,em linhasgerais,o caminhovisual.Quandoas célulasreceptivasexistentesna retinasão atingidaspelo estímulo, são os primeirosa reagir.Elesentramem os conese os bastonetes conexãocom um coniuntode célulasbipolares,que se conectam, por suavez,com as célulasganglionares da retina.Os axôniosdessas celulasformama capadasfibrasnervosasda retina.Essasfibrasvão. convergirparao nervo optico.No ponto conhecidocomo quiosmo, opostosdo cérebro. a metadedos nervoscruzaparaos hemisferios Os outrospermanecemdo mesmolado.A mensagemvisualé levada chamado atravésdas fibras nervosasate um aglomeradode ceh.das de corposloteroisgeniculaCos.Daí.novasfibrasvão parda áreavisual do córtexcerebral. O percursoque a mersagefi: l,"lsualpelco'qeda retirmao cÓrtexé Íner'lrrtrsõ: rÉs na ÍiertÍna, uma no constituídopor seis tipc de miliu.rums e duasno cúr@xcorpogeniculado

Ópncns ó - tLUSÕeS O processopelo qualo cérebroftrffipÍetaõúÍnÌagensfuinadasno olho é muíto complexoe até hqe Íìão ftri esnrdadoern sln mtalídade. Opticamente,o funcionôrÍìentodo olho se asseÍÍldhaao de uma câmarafotográfica:possuiurn sbtema de lentes(córneae cristalino) um sistemade aberturavariárc|(íris)e filme (retina).[tas, na realidade, do aparelho hátodo um processopsíquicoenvo ido nofurrcionameÍÌto ópticohumano,e issovai diferenciaro olho de uma câmaraÍotográfica o que e o córtexcerebralde um filme,que registramecanicamente A imagem,que é impressana retinado olho, foi captadona realidade. sofretodo um processode interpretaçãoao atingiro cérebro,o que não existentena méquina. lhe confereuma comDlexidade


40

fSlCOd r { ^ ír r-1ncn^ v in ô/ m '. l J U J b \

_

._ ._ - a ô m ,-

__\

Figuro9 Horïenon,eÍeitosvisuois precisomenteplonejodos.

:: lebr edost em p l o s:= = _ ,trga , É.::. C:c:: ::* Atenas.foi prc,::=: pelos:::*,iercs lctinos e Calic-::=_ constr!.a oe Cec or adopo r::= . algu n sse c ulosant esde' C ri s ::: t emp l o mede 69, 50 m po r 3_ 15 m. O eixo centraldas colrna, = ,l pouco inclinadoparao Interrof::_ um teveengrossamento do diârne:ro no meio.dascolunas,a fim de suavizar. eventuaisdeformaçõesvisuais. Todl a arquttetura era realcada com cores Demvtvas.

: -:iinaca':: = *:óeI do objetonumadeterminada jÉ --: deterrninac. posição e :or.Entretantó, a corpodedepender -Ê --rnacão,de contraste de fatores e mesmovariarsegundo ascondições -ì:;: da retina.F de a formapode-seidb_;Í3;ì; ffi;:, ou por dos ---i:-3 sentidos. A issodamoso nomeoe rlusão;:ssivelmente, osgregos já haviam percebido asconseqüências :-i:€svisuais. das WalterCropius(tO:Ë)irta,.porexemplo, a construção :: :::enon7,ondetantoasrinÈas hóizontais comoasverticais -.: :::as comdesüos foram propositais puru ,u conseguirem determinados :Ì?::'-{'rode-seconstatar que os ã"gruu,têm um revantamento :3-:-:; eiesnãotêm, na ,.uãtiaua", no uï-.''a rinhareta,o efeitode hori_ ::-:= :adeé visual. O mesmou.onr"aa

real paia_o cenrro, oque

r;i:ïã::iïiffí,.Íff::iil ,*:_=:i:, ,:"::3 :aCeexatanão_existente narealidade. rierìliìcamente,,faz poucomaisde centoe c;rqüenta anosqueas *sresócticas vêmsenáoestudadas.ônstitue:ràrãÀ""no :::3 SeÍ-oriundo que de rmperfeições ópticas, masc-e",tambémpodeter interpretaçÕes inteÍectuaï, ,ear,zudus ^o córrexcerebral ,ï,;-,,:fi::t do O indivíduo U complexo, e os,,é::cssistemas ",1-l:9o que o constituem sãointerrígados e, só paraÀie,toce estudos, podemos di-


4l willh. Den5odessanpsnn qncePção,Podemosagruparasilusões çrrngrynetricas,fisíológicosde movimentoe üptiãs, dassificando-as pnoú{7icm. de umaimagem g@ntrrcrpodemostera PercePção NìfasítÁÕes Seguem-se equivocada' devidoãfuÍes q.e dãoa impressão dl@Íada remplos. visuparecerão do mesmotamanho, exatamente Doisquadrados, por ou verticais por linhas formados se foremou almenteaiterenres nnhashoúorltab Pamlelas' Figurol0 EmboroporeÇomdiferentes, os quodrodoso e b sÕoiguois.

oflÇns' Parecem de |inhas porum conjunto retas,cruzadas Linhas onde lugar no baixo, ou Passõnas linhas se curvarparacima Para oblíquas. Figuroll As linhos hom:fihtas 331ecel1'" se curvor, mcs gãa :í:tri:!{3cs


42 , DuasdiagonaÌs'q::,'::,lT,paralelogramo dividido emduaspartes desrguais' parecerão visuarmente de tariantros diferentes. Figuro12 Aslinhosc=:-=-.trmesmo : nensÕo.

r-;q-r=r*=T:r^€xatamente iguaispodemser visuarmente crere--es.3s.".úcôo :ontexto em gueï" ,nrurur. Figuro13 . ^-cs -: o e b, lonto os :=-::- Jiculorescomo os -: -::--:is, sÕo do mesmo - _-:- -ento, É o ilusÕodos :--:: ::nÍorme Müller-Lyer

_r :-:uio our".::u1:rou maior, conforme o tamanho dosoutros ouparece

;FF::"ËË.',ï;"0.', Figuro tf . r- : : círculo internopc-=:= -Ê^cr que en b; em c : *a:-: oírculoporece rr3:l,: : je o, mossÕoig_: = : =-" C,o círculopo.g:e :=':"-cdo, mos nÕc : é

3r

deformado qrunJã ã'ãii*"rruao


*:, :::= -- :: -= : inhash o riz o n t a is De - :: -::,s pc:ecemf o rad e lin h aq u a n O o -' '

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FiguroI5 O efeilode d,cg, -: linhoshorizonïcrs

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Figuro Ió A ilusÕcl. -" : noscru:l -": - broncc:


44 r

-Sa3 5 jêl-e

Figurol7 . r CO S nos

cersoecïivos.


45 Podemos perceber contornos ilusórios, comono cas: :m qye ocorrea superposicão de um retângulo pretoa:.= :ângulos brancos, ou somente trêsquartos déstes.

A distorçãode uma forma é normalmenrepro\ 3,:3trì:üsôãffi fF perspectÍva. Na figuraacima,verificaremos que,€sCr-f,if,$f fr 3s-ë da mesa,a distorcão oesaparece.

F$n tr:Èi:r -='

olhandoparaos trilhosda estrada de ferroda Fig.20, enrreos quaiscolocamos doisretângulos iguais, notamos qué a linhahorizontalsuperior parece sermaiorquea inferior. Narealidade, asduas sãoigua i s .

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tD l.i $#.emì *:n[rrr-*ïll1tg

:1: -É{Íx

Ç)lÌJï lt tl I n: : ;=i,:*: l:lir,filli1r,,ifTlÌ,ÉÍïl


46

r SICOÕin ô m o e.'l rJac r: 2-

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Podemos considerar comoirusÕes físiorógìcos de movimento as por processos retinianá;-;;;;r probremas nos centros ffn:o* vi_ Figuro 2l Groficoscinéïicosoo obro ^ aeomefrÌcol ond Opfical Arf. de Jeon Lorcher.

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: , -: --: * e s s e se s t u d o s . No lu g a rd o d is c o , < -:: c tambora uma certa véloclaale,o :-o inesperado de cores.

-:

_,:^Co a _: :-.::a

produzCanSA :;:-- -adores :: :ccas ascores f,;#t?.ilït":'H:,r:;"",;ffÏï - :=-::ão

totarcascores. nremdisiã,essesmecanismos discrimina_

enrre pu..u a .lï: -,*ï:il,:ff,"il:'fr1:i":itr" eres sue #',ï':

:',':"(ffi _ ;::-.,::s ffiï[? ï'"iià tí : F i1ffi: : ff f üï Assim, ,;; :ï:l,..;Bï"ïïiJ:Ì ::""*i"Jj.:t :-,-= -:.cebidaprimeiro; depoisoutrul"t Figuro22 -cnstruçõesgrc=::. ge!'odoros de jlu_::. Íisiotóg:::

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47 Figuro23 llusõesóc- ::: :, _ _ , ?ÀoÌ "^vvYvu ta r a r vvu

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r ê .- - . .^ 9!

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A di rei tc -:-t:: ôr Yvvv

Fatores fisiologicos, cc-: . : _ , d e mle,.:-= . _-, çã od a p up ilapo

:onve rg ê n c ia=e_ ,ccad a s .

Ex i s te m i l usõ e sp r c.-_ _-: :-. e x e m p l oo , con h e cic: ,::- _:: d- ----r-, e I eener -/ . )

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Po s ter io r m e n .:-' te _,-,. . s e ru t i l i zad acon s s::- .:-:- -: - : p re Soe m Co nL^ :: _ì: : :-

7 - AS DI S T Â N C A S: T * ;ir: N u ma e xp :':- - :',:

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O c r i sì:- : qu e é *. =- = = e s t i c a d pe o :: ga m e ntc::: : _:s i d e r ap o s;:- - :e de scar:: - _ o b j e t oq u e =::: a m a iso- *:-:: A o t e rn::e ssid a dde'::= e _.: um ob;e::-ais p: : r, mo ,é p re c is o haverumac.inodoÇãod: : -i. Há umaco::raçãodos músculos cil i ar e sq u efor ca mo s lig ame-::sde suspensão a dim in u í re m a tensão. Em conseqüência, o cristalino toma umaformaabaurada. Essaforma ocasionauma refraçãomaìordos raiosluminosos, permitindouma focalização perfeitado objetona retina.

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48 É precíso^nãg esguecermo,, q" que a ímagemformada rgt na de

ortl:.':"]flij'l is-'in:';il;"õ;is

inrerpreãi. pïr"cérebro. Éaí

ii.uaã1.Ë;ï.?trr::ï,1ï"r.ïrJ".."",, j]r:*ri:Í:.d

i;iïiil|,i:",.ï[:]';í*:U:4.]ry1deio'g'ràuadr adquire ,ü;,:ï;""ii_*1"::";:ffii,::ilï:ï avisioo objeto todos,

porseru1 on;éto a.;;#.iuiriruãàã,ü; ;i;, Tundo'tarvez,1ão-. víndodeseu ãirlr^irãrr" €ntre.outros objetos, tr reriasignificação, poisparaeÍe existía ,uu',.nuìo. 'ni'ns*ouque'-rongevistoil;; piagetro 'cãnstroi de_ aur"iruiu, ", poucoa "q,g*ü.aâr" i.tarirïrl! a idade

adurra,

para seinserir no Eã ffiË"'Jae ordrã "' lrerutrür l'::,mí::ï:*,:;*; ernffiu ì:,fj:!11: qry inìutuaruL,#;ï.". estabilidade mmT^"j.

; ::r-qmnffimm@ dh6 Clsensasú."**, I :r:irreme-:"r,, m-dür.nensl:na,. .[

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representada no planoé

do representado? : ::-;n5s-s6s la rire._.,_.:':ï::eaf é :,: .'sê: .:-e:,ra :err:s:rll_r:snrau='u"'t--Ê -:-:d das oropriedades r--g€- :r=-=r: f,3 :er:e: c,?)Ë, ._r-. _:.-- ofhopercebeumì .

*. j-llïu"';1=

,* -- :,:*:3 :.:;i5.61o tadodireito doobjero; o olho

* ;;=.=J; : i: 5'"ï,ï: ï:ff#,:ffi;"i,,-'f,ú lj;í:t., os. 'i'ii Í: l'lil,!",',, meIhoressa rus ãoqueraz :+fi ìi,.f;ï::: tnterpretação - : c5jetonurìu r"-. íiãìruËi.tu9 aetnitiva '= paia

:=: :'rne n'ioÃui au a.il ; br ;; ïJ" :"rr:":ít: "r"' ifil";,.xï: à'',.ï nvergê nciados ; ;,-i;;;91"ff::,,': : 1.,1y'i"

: aget,psicólogo ^.^:_ -:s:ido na Suíia e e: :::_ .n--:=_== ,l^;: sob,=_:=_ ,:^olT,::: seJSestudos

lrìsemr=_:= lt^":1.ur""upçao, e teoria

eíxoiocuÍarese

.Ë,*:"J:ilíï$nn: ï#ï:",$:,.ï""ãil:i r-'3i€- percebidà du.uJu porrjnu-ã;ff: ::.-1t,:'ute psrquico -

' -:ã^eoa"' Ë''oou;uto, ãËao ËiilÍ'l'.',".r.i o,","ffi [: ',=,sensaçãop'n:n: i.ori, úi

osi cadas - -vtv'v' us ;:'{:ïÏf: )cu votume nos diferentes :i: : i..,* :Z:ïlH: plúos de

sobre umare.:.___ :-:=_^c,dade. ,Tu1nói d. Lógica. Biotogia e cc^_=:_ 3i1? mento

constituempaia piage_l: profundado pensame_:: ::,:,11: e aa vtda;em sua análise ti ca. esrabeie.. ;d:tf ::;8.";ï tipo "ì;; de .onf,u.inr"Áìã lj.:,,^.-u* lexprrcação causal,dedL

_^,?

erereoscópio, aparelho paraverL

:i,ïïïi,"ï:T:',ïf ,lif:"i!:L'fr fLïiTt':?ÏiÏ.i:q:ï i'js:as araues dereap,.es"ntaà r,"-ËË#,ji:,:nïXï:ï:ï asrotogranas

rndução experimentar visàoestere"..;";,""^,.^ u,J.ïlo'ut'.u, compreensào _^_lu*or,- assim,a chamada que -,_

s'-:e:zaa que o inaiu,a"oü;";;:'"_?scópica, e essAterCeim C,:-e-São. a


49 ohservandoo oÈjetoapenascom um olho,tambémo mÌ'dtruluflridiúdade\uffifÌFfi@s @rna dimensãode profundidade, e issonoslevaà conclusão qurre existem outros fatores além do estereoscópico. 'de A sobreposíção parcialde um objetopor outroou outrospode, Mrnbénn. nosdarnocãode distância. na visãoque se obtématravés . . Quandoo objetoé transparente, de{,e. fica abolídoo efeitode profundidade, a menosque interfiram Jir.1ros fatoresque o proporcionem. o fato de se conhecer o tamanhodo objetotambémfacilitao ilculo dadistância a queeleestádo indivíduo queo observa. A atmosfera dáumacorazurada aosobjetosqueestãomuitodistan_ tes.os diasnebulosos tambéminfluemsobrea visãode profundidade, e o objetopareceestarmaislongedo que estánu r"uiidude, o que, em termosde trânsito, é um perigo. Quandováriaslinhasconvergem paraum pontono horrzonte, o resultado é umavisãode profundidade. Éa perspectiva usadaem larga escala pelosartistas do Renascimento, e de largoemprego atehojei Assombras tambempodemserusadas paradarefeitode profundidade-em um planobidimensional. E issoé sabidoe usadotantona fotografia quantono desenho e napintura. A noçãode profundidade e adquirida peloindivíduo ao longodo seu desenvolvimento. Ao nascer, as fóveasdo recém-nascido ainda nãoestãoformadas e issosó acontece no terceiromêsde vida.só depoisê quea criança, pormeiodeensaios e erros,aprende a associar os doisolhose, com a ajudada sensação tátil,vaidesenvolvendo a percepção de espaço.

8 - VISÃOE ENVEI.HECIMENTO A medidaque o indivíduoenvelhece,o cristalinovai perdenco sua elasticidade, tornando-se rígrdoe relativamente sólido.Estudosatuais indicamcomo uma dascaus<Ìs destaperdade elasticidade é a desnaturaçãoprogressiva das proteínas. o cristalino vai diminuindosuacapacidade de tomarprogressiva_ mentea formaesférica, e o poderde acomodação se ,edur.'erundo essacapacidade de acomodacão se torna praticamente nula,e isso acontecegeralmenteentre6 45 e os 50 anos,dizemosque o indivíduo esÌó sofrendode presbttio,isto é, a visãotorna-sedifícila distancias inferioresa io cm. Ao chegarerna esseestado,os olhosficam focados parauma distânciaquaseconstante.Entretanto issoé relativoàs características físicasdo indivíduo.


50

Pslo.ìr jinÂm nn Àa.':: ^^, ur ],tuuo5cc ._l\vu

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^otìu.

A visãoe afetada, muitas vezes, porargumas anomarias, taiscomoa hipermetropia, devidaà faltade acomodaçao do orhona formação do i:1gur,lp um pontosituado no infinito, sobrea retina;nessecaso,a lm€gemé formada atrásdaretina. o ostígmotísmo é umaanomalia de reÍra,ção quecausaumaimagemdifereítedo objetoobi"ruuco; dá duasimagens, umavertiáre outrahorizontai. "rtu ra a m-iopia causa a formação.da imagem antesda retina, o quecausaa dificurdade de enxergar a distâncias maiores. queé umaanomalia oculomotora, . O estrobismo, é causado pelo enfraquecimento de um dosmúscuros do conemuscuraç quemantém enr orbitao olho.Nessecaso,podeformar-se umadupravisão(dr;,iqp*6,e o cérebronãoconsegue fundirasduasirug";, p"rcebidas pre{CIls d@b oühos-

tumilhmumnnfu adryprr" visãopróxima nemparaa longínqua, *mueiú ryra,a mrecewdanb do L..rso de trentes quesuprirãoessadeficlên;ia; :*r"lES lr"rP @eÍ['ôü

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J :-:: -:r:,ã s la _ s , i : , a -a= r= - -: - : -: : -: : d o o lh o ,u m a p a _ ='ic :^ a---- l; -, , , -n : s : : , : -, --: -: : : i: n e , mh o lt ze, m l8 5 l. l:- essee::-: - : = -= = : - lc . e . ru n . in u , o g io f o ; u ì a r, ú n ic o -aa'onde ne'',: s : . : 5 : S S : rg ü í n e o sp o d e ms e "vr is t o sa o n a t u ra r, *'",!<ê atívos. sso e muito i:i. especiarmente quandoo indivíduocomeçaa e-'=ihecer,poís,por esseexame,o médicop"d; ãi.;;;tiàr sinto-:s de doençasque normarmente atingemo indivrdiro maisverho, ::'i-o a arterioscrerose_e problemas,de pressão. Masmuitasdoenças rrl'rer'ìserdetectadas peloexamedo fundode olho,.;; diabete, : :-rerculose,doençasrenaise enfermidades do prãptioárno,como : ESJCO'.A, o desrocamento da retina,a cataratae tantasoutras.

9 - PROCESSO DA VISÃODA COR Comojá vimos,a visãoda cor nãopodeserobtida atraves dos :':-cnetesexistentes na retina.somentea percepção dosdiferentes ::^--primentos de olg_gg" ruzpodedaressavisão,e os bastonetes -ãc possuem sensibilidade paradistingui-los. Elessósaosãisrueis as :,:erenças quantitativas, istoé, àsdifeËnças de craridade. Chamamos essetipode visõoescotópico. A sensibiridade máximu sã Jà'emsos nm de comprimento de onda(ruzfraca).É o tipoJ. qu" opera a baixas intensidades. "irão os conesseresponsabirizam peroquechamamos devisõofotópíca. operama intensidades artasde iuz e sãoresponsáveis peravisãoda cor'De fato,elesreagemde formadiferentedos bastonetes, devidc


5t aosdiversoscomprimentos de ondade luz que os objetosrefleter. r sensibilidade máximae de 550 nm (luzbrilhante). como os coness,r atuamsob luz intensa, a visãoda cor ficaprejudicada à noite.Nesse período,só os bastonetes reagem.

As feoriosclóssicos Muitasteoriascientificas têm procuradoexplicarde maneiradefinitiva a visãoda cor.Entreas principais, consideramos as que seguem. Teoria de Young-Helmholtz Hermannvon Helmholtz(t B2i-1894)foi a maiorexpressão científica no estudoexperimental do processo visual, e juntamente comThomas Youngtr, gêniouniversal, foramos iniciadores dos modernosestudos de visãocromática. Young,ao estabelecer a primeira teoriasistemática da cor- afirmaJamesClerkMaxwell(l8Jl-lBjg)t, -, procuroua explicação da existência de trêscoresprimárias não na natureza da luz, masna constituicão do homem. A maiorpartedos fenômenosrelacionados com a percepcão da corpodeserexplicada pelaexistência, no olhohumano,de trêscones receptores, ou estímulosde excitação, sensíveis à luz, um paracada uma dastrêscoresprimárias, chamados valorestriestímulos fisiolopicos ou psicofisiologicos, que correspondem à percepçãoazul-violeia, verdee vermelho-alaranjada do olho humanonormal,isto é, cones receptores que reagem,respectivamente, ao azul-violeta, ao veroee ao vermelho-alaranjado. Nãoexistem, portanto, na nossavisão,receptores paraamarelo, cian e magenta. Como,então,conseguimos veressase demaiscores? O cian, por exemplo, forma-seno nossocérebroquandoos receptores verdee azul-violeta reagemsimultaneamente e com a mesmaintensidade. caso a intensidade de um dos dois diminuaou aumenre,a cor resuttante serámenosou maisintensa.os receptores verdee vermelhopodem reagirsímurtareamente formar e o amareío.Assím,o estímulode cor que chegaà 'etinavai estimularos díferentes típosde conesde modo diverso,de acordocom suaconstrução espectraì. conseqüentemente, as ceìulasvão transmìtirao cerebrovaloresdiferentes. A sensação de cor se produziria peloprocessode mesclaaditivade cores.A televisão a coresse baseianesteprocesso. segundoessateoria,a estimulação dessestrêstiposde conesdiversos vaiproduzircem mil ou maissensa- Ìl cõesdiferentes da corno cérebro. A sensação de amarelo, porexempro, D es:-, : " :- : ::- : ::: l i es C ores,cc--:: :: -ì-::::ro Teori a advémda estimulacão com igualintensidade dos conessensíveis ao verdee ao vermelho.Entretanto, temosobservado, na vidadiária,que - :'_i :l :.:l -.:i < nrre fi çOg conheum daltônico, no lugardo verdee do vermelho, consegue visuarizar o ci cc 2e 3s suas experi ênci as com amarelo, o que é uma pequenafalhana teoriade Helmholtz. eletricidace. ã Vn ,

Bfblioteca da

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52

Psicodinômicodos co.e: 3-n comun c

podemos . lssoquerdizerque,comapenasumascoresprincipais, formaroutrassimplesmente misturando-as. Nunca'podemos identificar os componentes de umaterceira corformada. AfirmaRichard cregory (1960)a esserespeito:"É precíso que sejamos muítocloros neste ponto,sobreo queentendemos por misturade cores.o píntormisturo omorelge ozulporaproduzirverde,moselenõo estómiiturandoluzes; o queelemisturaé o espectro totolde coresmenosos coresobsorvidos nglos seuspigmentos.lssoé tõo confusoque o melhorê esquecer os pigmentòse consideroropenoso misturode luzescoloridos, os quaÌs serreproduzidos por filtrosou por prismosou por redesde interferêncios'i E essafoi a primeíraexperiência de voung. b-IËLS 0uü'^'hilh a e fiúrbSistadefnãoEwardHering( r834-rgrB),defe nde n ffincinüffislmrmdades de csres ae au[tà ação.Um grupode =rïes srqmsmsM ôsh"raes aqru! e annada;outrroteriasensibúdade às ,€rrF e $er'Ì|'rdm[4 e -'€5 @h']''@*ÍogrrrJpo seriaexcitadopelo prutou F€t'Cl,?frl De ôcDmdo cErÍÌFqçiü@0í"ã,as co,resazul,veidee ,,preta,, recor:pÕ'e-a rubmámca,'ra<:eir-ras-,es esse:rìesrnasubstancia é destruídapeïceff-nareo, ffirror€f-e:o e Deic"bnanco'. ParaHeringffise- 'Êe..entetrêscoresprimárias:vermelho, cujo regatwoé o uerde:e*e'e,o.tendopor negativo o azul;e um terceiro Srocesso prímárioacron-,ático: o brancoe preto.Esteatuacornofator te luminosidade, ücüi-t de tadd Franklin teoria,a da-psicóloga americana Christine -r:raterceira LaddFranklin, rz que a visãoda cor ê um fenômeno. de evoruçà". Ã;;; sendo, : rrsãodo homemprimitivoeraformadaapenaspo, bãitonetes, e 3,*"em consequência, só distinguia o branco, o pretoe o cinzento. 'no'"jve umaevolução, e os bastonetes se transformaram, no centro :a retina,em doistiposdiferentes de cones:um sensíver às ondas :e uz que produzema sensação do amarero, e outror"uiinaoa, 3'CâSCurtas, queresultam nasensação do azul.umanovaãvolucão :aríorma osconessensíveis aoamarelo, maislocalizados no centro :a retina, em conescomsensibiridade aovermerho e em conesque :eãgemao verde. Outras teorias Küpper1 (973) diz,emsuaobra,quehéumaoutrateoria, a quarsupõe uT 19tipodecones, todossensíveis a variações de rongii;ãJã"ondas e de intensidade. Díferemdosbastonetes, pois u, diferenças "rt"rïo-r"lÀtru, de tonalidade.


53

: J j a t e or iada s co r e sfica à r'-:'gerT'c--.:::--s : : , : Ë -. : : e d i s t ing uae teo r iadascores--Í t-t,t?.t- :::: ! lr: : : -

:_l :_,:

:xplicouisso),easilusões,oÍ-;-:,:: ti -1-r3-lr-r",:j:;ryi:rEi"rlerïl*-rïi:,: :ores de claridadee de duass,-:e-:as -rJi- :Íri::si,,: "jll'Elrrlr s.u,r* rr,',* u iefende, em oposiçãoa Ner."::,- : t: -t:-l|l:r* ftdtie ffi üutül IrÍ ÍÍ.1ÌrÌlr:-ü. uz deve misturar-secom o es:--: :.a-: :irrmrú rrÍ', * ï ffilu"rmïfllrltÌìglÍlïï se dariaatravésde meios.Por rs:: Jr-ú ïl-rm irÍÍmttusd,mnqffidïf,uruu muerulr[ ar carregadode vapores,ape'e= g*ôrrrgüE rr,mTH[r ilmÌiffiãnnqmmffir nais aparecerávermelha.A c:- :- . 3: lp- rrÍõ tr õE re ;s r sq;" "rdãodo espaçoinfinita;ilun'-tr ;lem L; l: im ilmürffi ss ilü,üwmrìÌm atmosféricos, a cor do céu é '-"sì: :rÍ-*{r:ir r Embora não se tenha u-,: =mínrr,mãi :rr-rnfiffrr:n Íflïmluïm'l,gl uiìc*. rece aceitávela teoria dos'!-es :lmenrm :u:trr:sf ãnffi m iÍ'xlrur,illlr|l]E, Helmholtz.Essateoriatern s:: :n,s-m,urmine -Ì*1ÌÍmssffiíilìl'nqq ÌnmltrrffÍrrÌ acrescentados. Entretanto,emboraa \e-:Ísr:xlw,iifi rnüse@{{l*É']troÌfM [ ruìÍfi]ü0tuM[ ']ilmm da visão da cor, é inegáve a-le 'ô rüln'[Ìú ttr*llËüd:fu un fiflflru1ilrmnffÍÌ reconhecimento exato das c', er:,* tïnrnriiffiriumm,mpq ïÌrïrTïiõtliÌr-íFi püili ililtMltlïwutuun Assimcomo o mÚs':: :-3:5,a gsJd:trï ft,ullril;ü,rro ililrir,rscientementeostons --s :: : : Trtrïìli firuujlr ullrrelnil,anrnrgümrmmmimnrnnrel"rrre a corprecisaeduc:-. -'ï::,ir:t ÌËü'iümt rom llrwr:mfut ro{iigmttmrttmml:,mã: cromática.

l0 - PERCEPÇAO M Lr"gtnAüÊr E ADAPTAçAO AO ffil.no Considerandcesteorìaser:(:slìils-{: lfwfl'ril'mmÍumr s nq úffircs =-*3os realizados no cernpodasse-Eajrg 115,6É*rdÍ:dÉil dGüreN::drento de equipamentos eletrônl-s, t*e:F:r:Jar um,r,ffaÍ rur€rcar, descobrirem prolfunrdidade os -t1tn*r:s renlFe Jc :nsr-ss: -re-.:r:lsioiogico do principalsentidohuma-,: ïËãer':s : ::rN{:-.s:resffiËr€ntemente reais,que nos permitems3-i-- =-= ==-tr r-r,rri z 3:.,.)êíô suaapliem cc-J- :::ão. C:,-r:-sles :-te ia realidade, caçãona criatrvidade -: :e.:epçãoc- -: franca: :raadaptacão se configuram basicamente visualao escuro. De fato,conformeas an,áses maisavancadas sobrea percepção dascores,estimulando ostrêstlposde conesexistentes em proporções aproximadamente idênticas,teremosa sensoçõodo bronco. O brancoseria,portanto, umacombinacão de todosos comprimentos de ondado espectro,mas,como cor,na realidade, não existe.


54

Psicodinômicocios cc.=,

Entretantop_odemos conseguir a sensação do brancoperacombi_ naçãode apenas trêscores(v-e-rãË, azut vio\et. quetenhama propriedaa" à. Àìirurar determinados "-r"ï*"*,o-aìaranlado cones. .. Todos nós

taneamentel,:ïïjË:,'#"1iïïËilr::,ïi*Hï,fl i,,#"j::ï

passarmos paraumoutrototarmentl,esiuro il;;;, umcerroru,o:,-,.:Tuçu,o, que,depois de u pã,".unu,t,u.uÀã,.iü,ã, atéa ímpressão àn;u,or. Temos dequeeles "riaoì"naoãi.JrãrÀ#e'iluminados. Entretanto, esseefeitose deveinteiramente a mudanças que ocor_

,'. ààãËução ffiffi*fi"?ïT'l,l=d: ,"ìi!,,;,,;r"roilco, de;;;,;;í,ï; aoescuro e

oudevisao ãeLorïonurur,com

a_*rr*il"i"i

realiza-se emrorma norma

rypffi,ffi]:fr:ï.,u. :ririi*M

(a)aumento ro* unrm"n'm.r daseni e íb) ditara,9Ït-l:':'::

çao da pupila,que permite Je ilï].,ü mnsCïfrhos. maior I =_:6p16 :a sens,lbl[CaCe srasr r€ _-=.,_r,".".*ffi',*tr:'':ffisüo'n€rtes sedeveà regeneração :_[Ìrli

:eilrpuìo"vtJor, .-= ^..'11-,_i'i#m: lf _#Taoê ár'iol : :: -::':3.. =":,Ë :oiogiacientitica. l:= 1.;

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:-:: :omp,"," ;:;=j" .;*.31; 1ï'{^::,i:i:r;:ii :Èiss''ïos datuzDz:. quando c ã-:#::Í:;::

escuro, . ,.;dliTli,Í;"ï?.ïbem, numa substán.iuioto,, ir" r,.pà,, ; #J.ilï:: "" vísuais, setornems"'ü#;

:es -ínima, d" t.-.l..tuteptores

quantída-

I I - VISÃODEFEITUOSA DASCORES *'*:

r'essoae considerada normalem rera_cão --,:*:o distingue todasas .or", Jo"urpectro a percepçãodas cores solar.

insensíverà cor

r l, , D.o g re g or hodon (rosa) e ops (otno).

il"ilj lotarmente f:lln-,ii"::ï:tï::ïi u^3t"toou em váríos o :€ : -za.Essefenômeno, tons queé muito,::: chama-se ocromotismo. .r *isão.romati.o,;;,; resulta ^":::ï,"to' da._dìstinçao :-=:riidade,au lr.,t1,lÏT:i de mesclade rrês __,craro_escuro (luminosídade), ..-:relo_azul. uurr"f_hïluerde e u y : to no,rmoI o indivrduo que re .o naï[.[ Tryi"* úne essas _ "'{:::

cores",,.,áíáïi,,,iïïíÃiíi{,,;:,:""ff j:g.;ï B:Xïijf ã:Í? Protonomolíoé a percepção anômala do vermelho:


55 a percercãoanômalado verde; Deuteronomolia, Tritonomdio,a percepçãc:nômalado azul. vem a protanomaé a mas :Jmum.Emseguida, A deuteranomalia dascores é muitora': !-.sesdefeitosde percepção lia.A tritanomalia povos. diversos (segundo varta- :-:'-nemente entreos estatísticas) que testaesses :-:-:'-z onomoloscopio, Existeum instrumento, ;=. por -:-: :'31 celebrefísicoinglês. Foiinventado defeitos. deanoma= -et=: .=-= ='èa nãoperfeitamente O doltonismola, -.-'=s::'Co finida,podeserdo tipo pro:ên:r:': Poucasensibilidade ao v e r melh oe o in d ivíduo:':ll':i-rr,.;--:::','ern ' ì e lh o ,o la ra n jao, amareloe o verde;e do tipc :=-::-=j--=': =-=;: :,: :o tipoanterior, de q uesua, --ã::l: =:È ::-: :'-.' - -. s : ' c x imad o co ma d i fe r e n ça *rl ,Ë --i -: = -: -: -: : -: n o r m apl o r nã oestar oespe=: e-r:;r'Ê :l s out r oé en cu r tad do o lado3:s grar'{iË:::*r--;-! : = : -: : : --= +ÉrÉ'--3: f,: : -l :: -: : - :: : r'5-ô apa'= do congênita anomalia ::: : - resultecÊ =-:Írld s .Í- mrÉ f: e provavelmente ffi'lq',5õü t]r; il'rr,l *:::Dos indivíduosque sc.-Ê- üe flffimfif,ffiittïle ïÌmffiüllhmm culino,constituindoI0:: :: :r:rEf-.lffifu 'lmmruuümn$m r uuttlrymaü,rtmf,lfrilrlf e eÍ3ì:s1ilr;õnfu ümrym'llltlt OutrasinformaçÕes ffintm mmr.]fr1f;"i mrrer-' homem daltônicoem 2j i *-rt ,n"trJnffi ffin imrm; ffi nrr*@ -r€ :cr herdaessaacromato:s= , sì: iewmruulme pode ïflìífu s *; ilüdE mr'lfiilillÌHTll53:rc. !-*r-rt:a 5É :Z: :=' :: ou suavez, A m u l h erd a ltô-:= .:- :.:,r =fúrm'-z l€-l{rlirl As deficiè- a -: raras e poCe- ;=-:=-trt:F:-tr

:tr :3!l lüil-6lg fficl-rrú'ffit -iã: -:ls J5 -a q'í?cl€rlË- Ser, lL nD'mry!f,qfd,aE-

dm,rmna mladrc":'ïores por exempi: a:':=3 :Drhr:,amcmdimrnttwmrm e : *:-:s" cerebrais 7ç :scromapma murelm* Existe:- .á"'cs :l 3|:*CjogefrWffr'TÌ{eí'1mffi p6flJd:*eüEn'un'l6cns :e lshiara), {illÍmur: os ol crãcros Exe-: topsias. -green e c.ITtE as lãsde F{c ã sensibilidade oaltDaíïJrH[Ìr3rE A medic: cue enveil-g:e I rÍ11',ú:-.ic ao azul,deuco a urnaal:e-a:ã,:;-- ce 33 crsr;lnc --: adultodis3: a:J :3 sue *i-a ::,3r;3tinguemenostonalidades A cesrre'-A e a deficiê^:=. s-:, às co'- --edeve- semPrea um anormaldos ::-es. funcionamenrto Um dos defeitosvisuals.cue algumasPessoasapresentamé a à carênciade vitaminaA na púrcegueiranoturna,que estáassociada de que Passam a não reagiràs diferenças puiavisualdos bastonetes, porque funciodia o o ver durante pessoas podem Essas iluminação. à noite namentodosconesé normal.Mas,comoestesnãofuncionam à ìa D escoberta elastêm urnavisãoinadequada estãodefeituosos, e os bastonetes do quími coJohnD al noite. ton,em fi nai sdo sécul oX V l l l .


57

I =nômeno do cromolismo

pffiffi #FË@INODOW lmagine-sealguémque aptrÍi:ss€ xa ;r- lugar na íris de um olho de Rer'üranri: :Íaendc:'As paredes do meu quarto deveriamser FrÍia':ec,coln.iessa co,r.'" L;Clr"q

rtr ï?3-SiÊ

-

r -oESPECTROmUT4b ELETROMAG}trT prmtoúhqüimilm,& Podemos entenderconrm todasas ondasconhecthsiüdumrul}q1pü"r porffiourro. ondasseestendem Comojá disseroç 6 Eú6565rrdnmrndftrrnfiWÍünrrnnb de ondae dos 'acs i6fu66,Ë,omrtffiü,ftfli,ffi rnab longas, cornss5rcirOftforlrcfumrnuftqnmhümm] ol ate (fimj1l. em quilônr'enm qrdas de As rada@es rádio,infrarrermehnq- huffi,gnrnecfunúacNesse grande especüo, cm!ÍilHlõ @rfifrlm o 1@ ü rerca de dez miltrõesde cesq[!lFÌ Entramthhümì@qrpo visual humarrc.EntetaÍïb" ÍfiffiüEinm qpnpi6gp coresdo especüosolare sras @es. As ondascompreer.4nias rp seFrÌEui Auirndamente de 4OOa 8O0 nm poççr.EÍÍÌpropri*e on c4acidade para estimuhr a retina.EsseestivrJo rraiprum a sensa@oIuminosaa que damoso nome&\d evaiocairrarofunôrneno da cor.O vermelho,porexemplo, pmri um compÍiÌìentode ondasde 630 nm. Osraiosqueestãoalemdc 8OOnm sãoosóamadosinfravermelhos, e os quesedistanciam Íneíìosde 400 nm sãoos ultravibletas. Ambos peiavbãohumana. nãosãopercebidos

Ì U m nanômetro(l nm) é i gual a 10-' m, ou seja,um bilionésimo do metro.


58

Psicodlnôr-

Osraiosultralolej,^Ror exemplo, possuem comprimentos deonda quevariam de3ooa 400nm,comtoaoo seupoder químico e também bactericida. Eresimpressionam ,rulhupu rotàg,.lfi.JË serob_ ;;:", tidosartificiarmente, com.râmpaaut a" -quartzo. sãoutirizados tambem descobrir JriruÃtor.it""aãt oï"rï;;'s*", podem :T yudi:ilf..para detectar farsificacÕes_em, pinturas e paper-moeda, e saJãproveitado promocão de vendas u'fir d" provocar ilTl^"1-rr, fruorescência e realceem algunsprodutos. As radiacões ultravioleta sao àsponsáveis petasqueimaduras dapere,quando o'indivíduã.;;rü;;;ante muiro :ernpoaosraiosintensos do Sol. os raiosinfravermerhos possuem comprimentos de ondasquevargr flÊEooa j-000 nr, du'ondã;àsuì. toda sua açãoradiante e seus erelÍmüs Énr-kose suasaplicações fisroierápicas. ls ,ïãr@s "[,ou Roençen2, muitousadosparadiagnósticos clínicos :,'uargãnur, em cristarograÌia ''tflerimnrm e ''nauflroscop,e-" Engenharia, -:::-a* -rr úffÍÌFm'nrrffrm' ae o*da árcutado -::-_ : lLi:tr-{fft de a lcr?d aE rr uita..oleta_ "*ï;;,ri*esimo On"Ã", :-::==:-

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,u !=ÈCdS iËr"/cr-lË 3E fi:llLjl]''ÌìDc ]_f_lr c:e ebsorvemgrandJparte

Cs :: :s F-,: * :e::r_:r:s,:à: ::s _: :s ::s_lcos _ têm com_ 1 3_ , 3 :--erto ce :-: : : _-t-:È ! t _ a ls t _ : :s -::s ,',.ol seja, da ordem :Ê *:: biJiones,lc:= - -=:-:" :s radiacÕes ::s- ::s comprimentos de ondacurtíssi_ -:s :baixode u:: ::esimo -fresentam a" Ãit_",ro. '' televisâo con,.'encíonar funcionacom ondaseretromag.neticas -. s cu menos Ì de m; o rádio,com onaasae r [',,,.* ãlárr"ïr" -e:essitade ondas eletrica de I.OOO km. :s radiaçÕes viíveis, isto é, aquerasàs quais o orho humanoé de;;;;;

f=f:lJil,comprimenros

seesrendem jBOate desde

de cor ::::Ê: :-:l:Ca .:riafaixa o il' çã ï:J:?::ïffi :l"".:ffi :#ï:ii *:,1 :"ru;t: üi:, :ara caracterizacão do, m"rmos, !_

=5

ìorc ou violeta -,L-

2,Denominação patronímrca a la: ae vvrthelm KonradRoentgen (lgti_ 1913),físicoalemão,prêmio Nobel ce Fislcaem Ì90Ì, descobridor dos rarosX.

\r ' or =

Arna:eio | ---^ Lar diljd:^

Vermelho

Limitesdos comprimentos de onda(nm)

380-4s0 450-500 s00-57C 570-s9i s90- 6- : Â l n--ÌÂ -


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FiguroI EspecÍroóptico.

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Psicodinômicodos cc.es em comunrccÇÒo

2 _ O ESPECTRO DA LUZVISíVEL E O FENÔMENO DO CROMATISMO Ar

comovimosanteriorm.ente, o espectro eletromagnético é um campo vastíssimo de ondas,dasquaisapenasalgumas lao percebidas pelo olhohumano. Defato,elaspossuem u .upaiidade deestimular a reïina, provocando umasensação luminosa quechamamos de luz. o olhopercebe as oscilações eletromagnéticas de comprimentos diferentes comocoresdiversificadas, e ussrpãrfícies doscorposexercem urnaaçãoseletiva em relação aosraiosluminosos: podemabsorvê-los ru refleti-los. o oueto totalmente brancoquandoele refletirtodasas " ry rrrrm ffim q.e o alcançam ; nessecaso,asdiferentes longitudes fu m'nfu fu dEgn sirr.Jtaneamente ao olho.E,quandoa suierfície :: ümnchcm'- rsn asdirrrersas longitudes'de onda,nãorefle_ :-rf,: €{i'rur''rmí1d[\ oilro ohlrneÍrE nãocaptaráradiação alguma = : :DetrtrseÍt rfub lry*rmrre pím. E:re=ntc, se s runnm panrm dosomçrinrentosde ondaque compõema iuzeram fu'mdemmffm *soruda peia*perÍície do objeto,este urkì ou ei=_ rs cruefore", refletidassao captadas :liií $rrr* pe"Í:esere peio olho e o indrrrútü.p o objetocomovermelho,amarelo, r.erdeetc. À noite,comonãoexisteteoricamente nenhuma radiação luminosa ìrrcidindo sobreos objetos, estessãoregurarmente vistosóoro pretos. A dedução óbüae a dequea cornãotemintensidade própria porque dependediretamente da luz.Elaé, na realidade, umaparteda luz.se asim nãofosse,poderíamos percebê-la mesmono escuro. o termocor é sempreequivalente à expressão cor-luz.podemos ceerquea cor- essa,palavra mágica e rúdíca queinvadee participa le bdos os domínios da nossavidã- constitui um eventopiiàologièo. A Física.nos explica quea luze incoror. somente adquire corquando passaabavésda estrutura do espectro visual.Concluímos, pois,quea :or nãoé umamatéria, nemumaluz,masumasensação. Emtermosda Comunicaçõo, diíamosquea cor,paraexistir,pres_ s-,põe: emssor- objeto,cujasuperfície refletea luz; codifrcador - condições físicasdo objetopararefletira luz; consl- raiode luz; menggem - cor; decodrfrcodor -- aparelhovisualdo indiúduo; receptor/intérprete - cérebrodo indivíduo.


I =^ôrneno do cromotismo

que a peÍcebee deA cor existe,pois,em funçãodo indivíduo pendeda existência da luze do objetoque a reflete.Elaé a rngessão queos raiosde luzrefletida produzem no órgãodavisãoe q-€ geÍ-cnsensaçÕes. nah.cbÍare" Todasascoresquenãopercebemos estãopresentes doowmamç istoé,a dispersão daluz,origina o fenômeno Suadispersão, percebemos, portanto, ocrorrrlin ffi mo.A luzbranca, é, o brancoque a ú@ é, nãotem cor.O mesmodiremosdo preto,querepresenta de todaselas. totalde todasascores,ou seja,a negação A cor depende,pois,da natureza dascoisasque olhanros, da hu@ pefoffinu queasilumina, registrada e elaexisteenquanto sensação reqrur e a transmíte aocérebro, O olhorecebea corcomomensagem do indivíduo. porestímulos lunrirnnom mm Portanto, a corexistequandoproduzida do sistema nervoso. retinae porreações de unnm A capacidade de o olhohumanoregistrar a existência ryr damoso nomede luminôncio. francêsDéribéré(1969)"o fenff,r'neiltil@ Segundo o pesquisador dD oomotismo,produzídopelos vibroçõesdo éter, dó coÍrn ÍesÍfuÍË o percepçõo,pelo indivíduo,dos diferenfescoresdo eqpeoq, e @r af gmm.r dosondosluminosas, re explicampeloscomprimentos estendepelos790 o 450 bilhõesde hertz".O pesquisadorfrmoqe pelomovimento vibratório de um rneil üirdslb, a luzseriadifundida o suporteelástico, no quala luzsemrftoa sob o éter,que constitui formade ondas. de um socomprimento de ondavãoprodnfoas ores Asradiações outracor imaginável é umailÈl.n delas monocromáticas. Qualquer dÍversificáveis. dentrode intensidades corestotalnrerregms. Por Nanaturezanãoexistem,na realidade, monocromáücas têm, na vidacotidian4uizrnente issoas radiações teórica. umaimportância A luzsolar(o espectro óptco)contémtodasascoresçÉo homem podevisualizar. Colocando um prismaà frentede um peÍf.eÍtoorifício, quepermitaa passagem de um Íú de Sol,conefiì um quartoescuro, proJetar, numanteparo branco, umafaixacomráias cores,a segue-se qualchamamos de espectoou em latimspecfrum. nascqes do especo prisma,desdobra-se A luz,ao atravessar sendo a sensação de vermelho, tro.As ondasmaislongasproduzem (refração). que curtas As rnais são sofremmenordesvio tambémas a maior asque nospermitemvero üoletae tambémasmaissujeitas a formação distintos é queexplicam desvio.Essesíndicesde refração do espectro.

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Psrcodi

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Quandoo raìolc*moso pdssd de um metoQaraoutro, desvramais

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de ondascurtas, comojó dissemos, se desviammars. já como ví mo sa n t e rio rme n toe ,o rh oÍ u n c io n a c o m t rê s t ip o s diferentes de conesque sãosensíveis a diferentes zonasdo-especrro. U_ns reagema radiacões de ondascurtas, outrosas mediase os úrtimos sãc estimulados com raiosde,ondasrongas. Temos,então,conesque -=:ie-nao azul-violeta, ao verdee ao uerin"lho_alaranjado.

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63

3't'noTlsmo

3 brancoe o preto não existemno espectrosolar.A iCnl,r3-'l: é aditivade todas as cores,e a cor PÍeta,o resr.úüatriê 3ri=e a sÍrrfiese sutdrativa,isto é, a superposiçãode pigrneÍÍtoscolori1c" A escalaacromáticado cinzatem grandeerrpre6@r1D@nìm :'-ffifrotário.É muito importantesaber usaros t,abres ffirú & hranc e M,etona composiçãográfica. h ' õ @s m As sensoções vísuoiscromotrcre cm,Wrconrurnm solar.Elassão experiênoasrmlidr&fibmffiõ@llp1@spectro nülnr iDú d! b tü" mmrtescromáticasresultantesda Íe,Fraçãrr 'rede, amarelo,laranjae vermelho

i

i ; i

A mesclade sensaçõescromátiaaqeq.efuurnlrumu&nmdfu' Mitivos.seriamcoresbásicasaditiws:amfu&deumdrnu ffirn por baseinicialo preto. A mesclade duas coresbáskirsdim amarelo,magentas azrd rubtrativas:

k

rcg'üarãÍ5c@lcsftlncm;m

Magentaé o nome para irdcr a u pïp,q e ç pmdNury Ë LunÍiln -violeta TÍalae & rurmilD | corn o rrermelnd o azu zuperposi ção 6entode amareloe de azul.

= 1m; lr.lz venrmÉlfifno#- hE,rË nttilmçilh luz verrne{lÍrro + i:!c @tüffir*r 5 Ë Luz wuil.uiindffi -,@[ül lsto é, o omorelo, o rnog€íìfl@lcoffi de duos cores. A incidêrrrcb (bbffit,Ë!@ud*ì/ioleto produzem o bronco.

dçõo

oÍïrolEilb + qn.I = rígË = gdb; omorelo + mqÊÍúo mogenïo*m-d=@L*{rffib-

Emtermos de cores subtrstirrc, o resuÌtodode duc cores sempre produzumo ferceiro.Se colocoÍrnosos lrês coÍes, omorelo, mogento e ozuljuntos,prod-ziremoso preto.


贸4

I tre todos os cores.


ó5

=- I dO CrOmOïrSmO

Internacionalmente estãosendoaceitascomocores:'--:.a- :* E&cos, ou aindaoriginois)o amarelo,o magentae o ôZu l:r_ *-;1. :Êrcminações,pretende-seuma unificaçãona nomenia:Je rc ::r-::

Cores primórios À..ofe c

Coíes secundabs ,Ê --3Ê

Chamam-secoressecundóias (ou comple,rnenls.es?c a-re 11{: ;e r.,esclarem, se anulamem branco;vermelho. rerCee :r Ì-uifltÏËìõ. Consideremos o seguinteesquema: Coresprimórios magenta amarelo azul

Cces sec.l'ïJÉrril:F lenre{ltm r,eÍde azufvioleta

r,uçn,f]I, rgllll'rr

"eetrur Comreferência à Publicidade, um esque,{ï,a apresentamos :rtemerrm prática publicitária, podemos na na não considerar, :clir'au:ftr,. mnorque, rhs cores,o espectrosolarbásico,pois ele é em essência:srr:xillfilm ,fu C€ma um meio de estudodassensações. Paraos estímuics=ãE rurLrm É @úÇtMìlntÍÌfiorga lfuu -ais rÍ'eressam à Publicidade, consideraremos o seguinte: emmììmtrmMilrM ,l#çíÌAE

Coresbósicas vermelho amarelo azul

{- ^l

Corescomplementc'= laranja verde azul-violeta

O psicólogo e fisiologista alemãoWilhelmWundt/-i3:-'32:l as cores,o que permitiuestabelecer um,a-elãcãseÍle esquematizou harmônica. Umterçodelasfoicorsúeraúc dB numacombinação :3ro comocoresfrias. raresquentese o restante

JI {J

u'llitmrxga1ç

ascoresbásicas Colocando e complementares err :rrll: i'rufldt quesintetiza umaformageométrica todaa dinâ:-u-tes cores Figuro 5 nrnstruiu A re o;3: ç.f1fle im,3mm publicitária. à criação ryricavel e OS C 3'-Eii{efTilgffï.''1.:Ilm" possuium gra- le :ontraste umadastrêscoresbásicas Qualquer ,üFrrsuiìcongênere:

.çr--,elhOf .ür-rJêìO

Amorec

I*,, Vermelho

5rrlsïr:l:

Figuro ó Contros.eJJ: Soresc,:,ç:s:


óó

D. c oo' O r

^,to.Ì

r O dos C : '=

--'

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Figuro 7 JusïoposiçÕo dos coresbósicos com os complemenïores,

Figuro 8 - Círculo de ìüumrdjï Aosins próticosdo cr 3- .":,:de de umo peço puo : -f-,: nÕose consideromu Ìc 3 simplesoplicoçÕodo =>ce:tro solor.Do ponto de'. :-: :: percepçÕocromóÍicc, : "'g= de é considerodocor p- .- r-': e, no teorio fÍsicodo luz á opreciodocomo cor se: -- 3:rio.Poressemotivoo cr i::r publicitórioconsideropr-Ê* romenïeos coresque rr3 : lhe interessomcomo esï,- -r:s reoisoo consumidor.

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ó7 pode resultaré particularmente fria.

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possuemuma funcãotmportante em oposição às cores básicas. justa_ Na Tftgqra txffi qrn ascomplementares, verificaremos que: se harnuúzamportriangulação: ; arnardo;azul. se ornplementampor oposicão: l - nerde;amarelo - violeta;azul_ larania.

CROMÁTICAS So que se verifiquena mesma cor, seja no tom, na rs fuminosida.de, produzuma modulação.Se essamo_

a intervalos regulares e contínuos, dir"ro, quehá

de escalascromáticasas que se referemàs cores e

tfras- Nessesentido,elas podem ser monocromas

ScÍÌJTfu ttrm

mncromáticas referem-se a umasó cor.Escalas policro_ :nnfn a modulação simultânea de váriascores. rc realizaressasescalasé tão importantepamo artista ao publicitário. Veremos, a seguilcomoessesensina_

conseguindo efeitos decomunicabilidade, Túosnaprática, de cafoçde frieza,de profundidade, de proximidade, dã e tantosoutros.

L2 r 4 t o - U s

incompanírrclg portanto, Té dgumasugestionabilidade fu valornaPublicidade.

MONOCROMÁTICAS realizarumaescalamonocromática deváriasmanei_ I de conseguirmodularuma cor atravésda variacão da saturaçãoou do valor.Umaescalarnonocromática 4 também,misturando-seum tom com outra cor. trranco', vai-se lentamente acrescentando uma ô uma dererminadasaturacão.É uma scolo de soú do bronco. é a que se consegueao se acrescentar, @sanmd4 certaquantidadede ,preto". Figuro 9 I da qbranca g cor preta,numa misturacrescente, Escoloocromótico e grou de soturoçõode codo tom otrovés btú o'tryih de cinzo. dos eixosrodiois.


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:-::1.2:ffi Figurol0 -

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ó - ESCALAS POLtCROwIÁrrcns

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ilUn ll ilrr:-,: :-:-óïico com coressubdivididosno seq-ê-- : l: :scectro llltrilr:f,

E LUMINOSIDADE 7 - troM,SATURAÇÃO $ L; È *- '=-imeno quesemPredespertou a cul;cs:3':Ê:: homem' rhü :i-ji: ::; seculos, sucece-:: :- diversas foram se os estudos -:'-rdidades. cc-: :,:-: Newton citarcientistas Podemos =: mlrne:'':: (,l879-'l955)3, Chris iì a*r-. i: rì s (1 6 2 9 ' - :e r t Einstein a r : - " - -grandepartede sues. ::s tentando ,:'i! ' : : -:-s, que dedicaram $mr r a i $!

- : - aS CO fe S.

q:d,lsõlil: '< obrasde farosos cientistas e paraefe:: :e nossoses- j F t s i c oa =- a - - =- . - '= - =- - : - - - : ' -=':' icüÍl: :-r: ::i]amosur- :sfinicãosobrea iuzque :ëDertou nossa nn<tcrin'-=-l[liilmffs r' .:a = - !:-' = cr -]-2:70) \-:= P rerni o := ediz: -rr-a:I = -r:al Socier.:'-r'rerica (OSA)(r: Crorr. ----i .,= -= a-- =-a,-a >uÕ Lç- -a Ja tuLt ' : '- E -: de la cuc e, observador Dd5e:-. ìsnectn ' :nerpiaradiante - ::----q=-'lC. -.: queParten delestímulo ' :: = .' .' :-:-o hol andês, ftLrunnrrilr: rÍ: ;!ú:-È-:3 a tre'.es:- lassensaciones escre''s .:- :- ' ::Ü c seuTratado da Luz, Je :,- :xcitac::':':stas radiaciones". iw ú "i{lrrar a rr.4+n' -^ =<ncrifir:mp6t^ <:- ,j: t, ( dlOlcl ::^: quea luzbrancaproventente - - -- ^ - i - . -jPLLìrrLu"'LrrlC :.'a ^:sso estuCoSrevar ! m-uo:r'lm-m d a l l z a n l i c a d oa r e f l e x à o e o resultaccc: : : -e"acào. m írr, :u e-rt'.ã::. -*.:-ì'a fonie de luz artificìal L --^ ---

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saturação e lum in o s id a dTeo. d ae q u a lq u esr= -: : : : . - : Dormeiodessastrêscaracterísticas.

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motiz,na fusãodo broncocom uma cor; sombreodo,na fusãodo preto com uma cot tonolidode,na fusãodo cinzocom uma cor. Existem váriossistemas cromáticos aue estude:-' Entreelesos sìstemas de WilhelmOstwald(lta:-

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qua l q u e r c or .

2 - SATURAÇAO

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Acrescentando a umacoro brancoe o preto,ou sea : : --: :"@ mos umatonalidade defìnida. Umacorcom branconosce'. -- -.@ uma cor com pretonos daráum sombreodo. Resultando :-'.:-r: ú segur nre:

Figurol2

-^,,' --^.i-..-:-

..:

S e adotarmos a d e f in ic ã o d e L o s a d a(, l9 6 0 ),c . : - : -: ::normalmente denomrnamos de cor.Enplobarì^cs pnmánas e ds com?ostas.Portanto,tor : a as cores tìvodo cor,e, nessesentido,estádiretamente re;a:J^.:- :- j comDrimentos de onda.

G r o u s d e soï ur oç Õ o eT ì^: :-nri mó ri crsF s t ef enôm er : oco n ïe ce em ï odos os c :' :: sïí- Á nonjc m n s

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7.1- TOM

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das cores. Por outro lado, e como Mrm de dfiüüitïaEão WlnlltÍ|r,|||ffi cgnrmmfação,tende a confundir a cor com a wrrÌ o @ttmino reoução descabida: a cor do pintor não é 0 qLitee utrÍr]nd flnmiitrr|]lm, também um fato culturale psicologico. ctr, r'l-.*as unmrmmdlmcuLn:-

@lr'dmmmr Fasltsurea*(f 997:149)"Dizerque o soturoçõode umo e,m iflgrurjnst€3L'e*-ç5 car tem de se concentrorsobre si mesmo e ffirm"n, -riÍs ìli: ievs de ser, oindo, umo formuloção um pouco [ 3,Íf.,íc -Íìa moneíro de dizer menos obstrusodo que num líquidodo mossamoximol ,,osÍdï.rr-rcii:3,ij,o- o dissoluçÕo pelo foto de uüümrÍr'ür -qrrps:-c "sc colorida e explicoro oçõo de soturor tuttÍ1tc tu|uçõo, colorido por umo motério dissolvido,o conter o q,ta",rdode possiveldessecorpo dissolvido".

er-numa cor não se adicionanem o branco,nem o preto, [r-lmr'd]'i de ondaque lhe cordentrodo comprimento dmeçá exatamente ro espectrosolar,teremosuma corsoturodo.

OU VALOR - I.UMINOSIDADE que damosà caca:'caCe3-€ :cssui la:e é a denominação :or de refletira luz brancaque há nela.?--le- ' ::ni:ecjdd termo empregadopor váriosautores.-o-': :'|:r erernplo, ü"ac,r. e r -- ^osidadedecorreda iluminação, assimcor": = -::ração branca 3o praia, ê 3'3,3 que, não vemos qmmr na à noite, isso Ë :c' o pretoa uma c*:r*'rada cor, de :ia. Quandoacrescentamos

s sualuminosidade.

DASCORES - NOMENCLATURA O nome do car e:smbém cor. lVl,c-ePastoureau .t:e.Eulhamos no mundodascores,somosrefénsca linguagem o nomeda :or pareceem ftffi'nls vidasocialcotidiana, Na léxico. m do que a própria pape{ importante mais ter um :n:uinstâncias é quasesemPreIssogue acontece, \a vida afetiva, Pols de maiorpoderoníricoe mito.*rn-*eaCa que está carregada ,6mn rmrLraenA-e Umvestidoé vermelhoestásempremaiscarregado do que olharcalmamente ate imponderáveis e ess,cciações sem invocarnenhumnomede cor'De resto, Mrril/esïnr{ai'"'ermelho pelo menosem nossamente,a cor nomear, não mtrncçsvel é rudml, rìi:Tìeda cor faz parte integranteda sua percepção, drss::ìá-la. 'dntfrmrfi


72 Sabemos quepoc: :averur: :,stância ir::::^re e::-e a cor-:: = a cornomeada. porque Nãoe un::extonosdizc-. :eterr-Ì-ìinado ob e:: = verdequeesseobjetoe realmente verde.O que:a-rem nãoque-: :=quenãoo seja.Masos problemas nãose põemdestarnaneira. Seg;::,. Pastoureau (1997117)"Umadasmaisfreqüentes razÕes destadista-:,= revela-se nafigurade estiloa quechamamos principaln:e-:= metonímia, quandoestaconsiste em tomara partepelotodo.Numacasaem :*: todosos quartostenhamcortinas azuise apenasum delescontenna -rpequenogalãoamarelona entrada,este receberáa denominacão :r quartoamarelo"(paradistingui-lo dos demaispeladiferenca). Outroexemplode utilizacão da cor é quandousamoso "Dretir--: básico"paranomeartodo e qualquervestidoque contenhaa cor pret predominantemente. A cor e utilizadapor grandenúmerode profissionais e criado:* publicitários. Paraeles.o fenômenodo cromatismo e suasváriasteoras sãode grandeirnpotêrcia.Porum lado,a cor e manipulada por teó-cos,técnicosde reproC-:ãc. :r_5licj:arlos, dlretores de arte,impressor:: artistas,decoradores; lo' .-:'o. e a Sasede trabalhode fotografcs cineastas, designers e p-c:-::-3s :: :::. são. T9!osessesprofissio:a s":_3-:o :e :r,,:acãodascores,divergeem vários pontos, como,DC:e\3-l I -; : s:r -'^::ào dascoresbásic== e nasuacorrespondente :orr€nc,atura. Essaindetern:Ìnracão nosnon-+: lem geradoproblemas que principalmente os fabricantes de tintasie':teresse em solucionar. Estes,de fato,procuramuma unificacão :,,i :enominaçÕes paraevitarconfusÕes. Entretanto, analisando sobo pontode vistalingüístico, concordan-:ç ::r KurtSchauer (in Kuppers,1973), que opinaser interessante -ã: ::":rdonartotalmente asdenominacões quetencede azule vermelho, :asaparecer em váriasteorias. Assim,diremosvermelho-magenta ::= -:EsErar a cor púrpura.Essacor não se encontrano esDectrosol:- a -esi,-a,comodissemos, da síntese aditivado vermelho-alaraniado co- : =-- -.'oleta,quese obtemao uniros doisextremos (c,-:_: do espectro ::-:ico). A corazul-violeta e comumentechamadade violeta,e :ï :J- -€s!'erdeada, quefigurano espectro, é a quecor:umentechan.-,:ç :É 3:-. fusim,dizemos"vermelho", quando,na re: dadeespecr.=Ê : ,Ër-Ê-c-alaranjado. A maioríadaspessoas co-_-= dizer;,verr3*:,' :t- ''?:-^ a".O que chamamosde roxoseriaur -,:genta-azulec:sfi ã -- .Êr-rlelho carregado tirantea violeta. l.=,- a nomenclatura Doriós adotada é:


_ ;ENÔMENOS DECONTRASTE . . :,lJSto ate aqui,Podemosconclulrque : _

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74 coordenacão de valores queatuace formamaisnarmônica :o .:- ,-i: do que o usode coresrealmente harmoniosas. Entretanto, no que se refereà corem si,chamamos de hornó- :: z combinação entrecoresquandoestaspossuem umapartebásica c.::comuma todas.Porexemplo, a seguinte combinacão podeconside-.--:,: harmônica:amarelo, verde, azule úm larania-suave, todascomdìfe:.-:=. tonsou com o mesmotom. Podeser uma combinação contrastante: azul,roxo,amarelo, ve.:. tambémtodos na mesmatonalidade ou com tons diferentes entre:: proprias cores(um amareloforteou suave,porexemplo). consioeran:s DolÌanto.contrastante a combinaçãoentre corestotalmentediver-.=

:':cil constat aqr u e o u s o d e t o n s d a me s mag a ma ,e mD: -: :-::-:,:do uma harmonía fácile tranqüila, normalmenìe não sa;r:s.._ :--t,e:3mente.O usode corescontrastantes, quandobememprega:: :::-' corduzira um conjunto harmônico com a vantagem de des:e-::-:3resse pelavivacidade ou n:esmopelatensãoqueócasiona. Figurol3 O cinzosobreÍundo preïo porece bem moiscÍoroque sobreÍundo broncc.

CONTRASTE ENTRE BRANCOE PRETO o contraste entreos acromáticos brancoe pretoe seustons,qu: ,,.- .* entreeles,é bastante ,,.,::: aproveitado na criatividade publicitárïa


75 g!,idlffi. :Ê :::'e-=s valores de luminosidade, ,{ll,'ÍlÍr'1flruÌÍilatfimr iìruÍl|$ --trabalho' :-:3:minado :i* :.:lÍn hlft iiiiì,,,il]]lmïÌ,'il]]ry,qÏT * :irrsil3lFl- ::ï--ïi:stEs :3 Um tom saturadopor meio de sua ,eÍ"r-Ë!rieFã:É:3: ;':= :so o "branco".A modulação pode ser lr - - - - - i -_

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(@mÍïrÍf iffiïËs:er-:Ê- s,:c conseSuidosatravésdo brilho,da pufim[:fr1:rï-È ,- aeterminadotom. d['t-x:ç: :-= acontececom o "cinza",uma forma ou objeto ou cromático: i,rÌirrr€ -- definidofundo acromático ''':.,::' srbre fundo "preto",parecerámaisclaro; malsescuro; '":,-:.' sobrefundo"branco", Parecerá verde; parecerá '':-:=' sobrefundo"vermelho", vermelho; parecerá '': -::' sobrefundo"verde", roxo; ":--a' sobrefundo"amarelo", Parecerá amarelo; parecerá ":*:?". sobrefundo"roxo", laranja; parecerá ''**,-='.sobrefundo"aztJl", az; l' parecerá ":- :.' sob r efundo"laranja" con-ì:':.e ,fltrs.çl': --3 Pessoade pele branca, corÌ-:'a-: negra, ou È ;e'r'de pele morena

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Figutol4 Principoisconïrosïesde cores com o cinzo.NÕohÓdúvidos de oue o omorelo,o violetoe o vermelhosÕoos coresque ofecerem moior controsïecom n r-inzn e sôo nor isso mois v

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usodos em P ubl i ci dode,


76 CONTRASTESSIM ULTÂNEOS

de expande movimento, A coçalémde produzirumasensação pode tambémnos ofereceruma impressão são e de reflexão, dentrode um esPaço umacora outras, estática. Masao relacionar Poderemos bidimensional, um outrofenômenopodeacontecer. cor determinada uma que os valoresapresentados observar Por de umaou mais se alteramquandoelapassaa sofrera influência dentrode um mesmoesPaço. corescolocadas issoé de urna Veremosque,no campoda criaçãopublicitária, porqueenvolveem grandeparteo fenÔmeno irrportìnciarelevante da hgÈfdade e da visibilidade. Hprrc o q.e pode acontecera uma cor quando a emoldurannrTGwrümügqttrõbthi3 u.uço da m ourqpternerm m ladoda primáriaproduzefeitos conforme a utilização :-e rodenlr ter qnm@rârncim dnfuremfres, que ce{es se ffizen da cono que pode aumentar A cornprb"rsffianr ô@rmhJa o b,niilfltTo Cizer.produz um efeito plástico o seu efertoe e eJô heieza-Qn-,er que pode ser enrìpregado e veremoscomo a corn \"antagens, Mas tem também Pr:blicidadepode wl,zá-io conscientemente. e isso,na mensagem a desvantagem de diminuira legibilidade, grafica,é pontofundamental. DE TOM CONTRASTE

do usode tonscromáticos através de tom é conseguido O contraste semmodulações, o podeserentreascoresprimárias, Essecontraste q.e produzsempreum efeitoviolento. do e outrasatenuadas através entreumacorsaturada O contraste maissuaves. u.rso do "branco" ou do "preto"produzresultados DE SUPERFíCIE @TìITRASTE

pelascoresdeveseadequan ocupadas O cont-aste entreassuperfícies produzem Ascoresquentes, que ao serem observadas. aoefeito estas por exerrìplo, maiore, conseqüentemente têm uma expansibilidade Íequererïìmenosespaço,ao contrériodascoresfrias,que têm ur,r'n sempre,de ociupar novimentoreflexivo e, portanto, dãoa impressão, um lugarmenor


77 ENTRE CORESCOMPLEMENTARES ::-rlementares (umaprimária e umasecundária) cie-e:::,::: de contraste de efeitos,que podeserusadocol.-e-=-:: ülsjÊ que quemas empreguesaibausá-las. pelagraduação 'À ar-.:nia podeserconseguida da luminosnca:e i ,"s: :e corescomplementares muito intensas,lado a ladop:*:e Íei1ostalvezdemasiadamente violentos.

ENTRE TONSQUENTES E FRIOS de colore frio em relacãoa uma cor são relativas sms"ec3es ao inque ascorespossuemum significado ;-e a vê.Masé inegável qctr e filosoficoespecífico, que já e de importânciauniversal, pela propriavida do homem na face da Terra, E,:ssivelmente

:E-enteligado àssuasexperiências diárias. ü+enCisso, o calorou o friode umacortambémestãosuieitos àsre-

erì-queascoressesituam dentrode umacomposicão qualquer.

ïuu:rralmentedenominamosde coresquentesas que derivamdo -aJaranjado e de coresfriosas que partemdo azul-esverdeado.

A DIFERENTES - A COREM RELAÇAO FONTES

DELUZ : hos e nossocérebropossuemuma capacidade de adaptaenr relaçãoàs coresque vemos,quanCoestasestãosuieitas pelaïuzeletricatêm e-ies fontesde luz.Os objetosiluminaCos ireriramente diferentesdas percebidas quanCoos ÍìesmosoDes,*,-=: expostosà luz natural.EssadiferenÇa torna-se,entretanto, ::rte devidoà reacãoorgânicae à memória. ,&s,e:es. a cor dos objetospode ficar extremamentealterada -= rz que os atinge.Uma lâmpadade neon,por exemplo, ï:rp:,: snrïltr -,a -raior parte,raiosvermelhos.Emitetão poucosraíos :rL ì:-'s que os objetos,que, sob uma outra fonte natural $€flmtlÌ".erdes ou azuís,írão parecer pretos,por absorverem rriilwÍïïnlslri:s-

rnm'rrrmrri-entosde onda daslâmpadasfluorescentesvãoprorr.trunlrn',m lill rene[hante à do Sol, mas a distribuíção dos comprie diferente.além de conter poucos comprimentos dE rilnnnda ,ruumnnrmdhes. Unnabola vermeÍha,vista dentro de uma saÍa --- :'=sce nte, Darecerámarrom. r;iüu,r


7B Qualquerambiente,incluindotodos seuselementos (móveis,cortinas, tapetes,quadros,luminárias, objetosde etc.), muda efetivamentede cor conformesuasfontes de luz mesmo espaçosenquadrados na escalado cinza,especi do brancoao cinza-escuro (em paredes,por exemplo),sujei a certa mudança,como empalidecea cor da cútisdas pessoiìs um farolde luz de mercúrio. Devido ao grande desenvolvimentoda Física,da Eng Eletrônicae da Química,conseguimos,na época atual,ape inúmeros instrumentos,aparelhose equipamentostransmi de rrariadasfontes de iluminacão, utilizados especificamente

ildf*iaq hqritrÍt lfuatónos, museut focaispublicos,escri púb e nuadro ern geral-Queremos nos referir a ambi hdnfu, g* tu rc c bc* q.e durnam possuirdife

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E qedl*@úFrrcümrnfurq urmdecorador ou arqurtffi não comffi emu & fummrmtroenrm Ísdia@à h.rzdirigidaao ambiene e objetosne{eomnft|q, geilafinneí]r@ cdordos-A exãtaÍontede ilumina. hannonia ambíentafe ção gue dele irrcffié o res,Ílbdb Ce ,lr*a órtfrrrua ntídac.ão de seu !m.&im, Há, por exerndo" \{ariostipos de lâmpadas fluorescentes coírr diferençassensíyeisql,anto à iluminacão:luz do dia, luz fria (azuhh),luz quente.Existemlâmpadasmaisquentescapazesde reprod-rzir com maior perfeição as cores, como se fossem vistas à h.u natural.Há também lâmpadasintermediárias entreas aDarentemen@ quentes e frias. A cor,por não ser uma característica dos objetos,muda confonre otirc de luz que recebe.E a belezade uma cor;sejaqualfor,deperxh dessafonte de luz.Mesmo à luz do dia, uma peça coloridamoditm çeu iìspectose o dia se apresentaazul-ensolarado ou nublado. Um eficientefluxoluminosopode gerarmaravilhosos contras@ ennhrgaresde grandeafluênciade público,supermercados e slry pury-enters,por exemplo,e com excelentes reproduções de coresOs que decidemsobrea iluminação dos mencionados ambiennm deìG'nconsultar asdiferentesindústrias de equipamentos de ilumina@ paa verificaras luzesmaisadequadasa seremutilizadas. Essasindr.rsuroq todas com excelenteslaboratóriosfísicos,químicose luminoteoúcq, apresentamdiferentesinstrumentose equipamenbsque nãopodennnw rgnoradospor aquelesque decidemsobrecoresern termosde ConrrurnrrcaÉo, no úabalho,na habitacão,no lazer,na RôllciJade, na promlo@ de vendas,na rua,em todo lugar;enfim.

queuÍnaeqúninredÌfusãode luzqrrymffi Éinteres-nteobservar de lâmpadas fluorescentes estabelece um todoharmônico ennr.ütmÌ ilttìÌìn-


79 que a luznacz -: :-: :-:e lhrrerïe siondo. Paratanto,recomenda-se ':'exão, pois issobeneficiaos objetosParasuaexe--: -- -::ì: rpuur ôc 3crl?-'l llS :::ro o corponumanopor receberluz indireta, ï ............prejudicar fisicareiiË que semPrePodem ïm{:s:e luzdireta, *c decidirmossobrecor e luz,não devemosnos esc-g=l- ft :l: s =-Ë-= de cor.lstoé, uma Para e reprodução -<trs3-: õ!rr5: aparência tl"e 3e :{ de uma impressãoquente,moderaceet-'r e psicologica üriiÍìsLÉr e ü:- paraque a fonte de tez,a fim de uma boa reproctrcãoúes:;lte,r, adequadade energiaao longodo espes: I uma distribuição m.n.n'enha coloridagkrçmà I : e harmonicamente so podeseradequada, mrare;,a

E SUBTRATIVAS ADITIVAS II - MESCLAS fe,l es:udocientíficodas coresnos permiteobservardeterminados De fato, o elas. das mesclasentre nrün-:enos derivadosespecialmente aditivase os dassínteses sãoos resultantes maisnosimpressiona Iu.1Ê como entretanto, Verifiquemos, gn1e subtrativas. mesclas Drovêmdas ge ,rocessamas mesclasde luzescromáticas. de onda Jávimosque,quandoum objetorefletetodasas radiaçÕes ondas algumas Ao absorver comobranco. totalmente k :2,é percebido colorido. ele se aPresenta re :z e refletiruma ou várias, de uma únicacor.Essa Masao refletirváriasondasele é percebido e dado A essefenÔmeno refletidas. à somadasradiações r.r corresponde humana que visão a ^ome observar interessante É oditivo. de mesclo r se 'ealizasempreatravésdo sistemade sínteseaditiva' do objetoabsorvetodasas coreseie se aPreQuandoa superfície totalou parciale denominada ;er:a Dretoà nossavisão.Essaabsorção -=sclo subtratìvo.

ADITIVA MESCLA ;e embrandoa experiência de Newton,segundoa quai é possível -=::rìDora luz brancausandoas coresdo espectroso,açpodemos urn discono qual fazendogirarrapidamente tal afirmação Ë,;:erimentar nas suastrêscores visto será plntadas Ele do espectro. aS cores estão as trêscores desaparecer fará ;r-rárÌas.,-,a rotaçãomaiordo disco branco. totaÌnrente Ê C :::o aparecerá urrfiâS, resideno fatode as imagensse fixarem i er: :::ão do fenÔmeno -d re:-3 ::e :.ssaro estímuÌoluminoso.Há,então,uma suPerposição que darápor tE -zge-rs :-:: determinauna mescla,ou uma síntese, branca. resrlil3 : s:-s:ção acrornát;:e semelhanteadotando umaexperrência =iremrrüi t,t,:3rl'ìoSexecutar Cada trêSrefletores. quarto escuro, num Ccloquenios. ilrr'Ê!-Ê:es tcr'.es.


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um irradiará uma das cores:azul-violeta, verdee vermelho-alaranlac projetadas sobreuma tela branca.Havendoun-Ìasuperposicão parciai dasluzes,notaremos a formacãode outrascores. Superpondo azul-violeta e vermelho-alaraniado, obteremoso vermelho-magenta. A superposição do verdesobreo vermelho-alaraniado resultará no amarelo.

O verdee o azul-violeta sobrepostos formarãoo azul-esverdeado A superposicão dastrêscoresresultará no branco. Quandoduascoresou maisse somam na retina,o indivíduovê porexemplo,da mescla apenasumacol e recebeuma únicasensação. do vermelho-alaranjado e o verde,o indivíduovai perceberapenaso amareto. Da síntesede duascoresprimárias. a visãopercebesempreuma outracor.Entretanto, da síntesede duascorescomplementares, o indivíduovai percebero branco.

As coresdo espectroópticotêm qualidades uniformes, e sãodeterminadas peloscomprimentos de ondasluminosas: o vermelho, de 760 o 647 nm;o laranja, de 647 a 586 nm;o amarelo, de 586 a 535 nm;o verde,de 535 a 492 nm; o azul,de 492 a 454 nm; o índigo;de 454a 424 nm; e o violeta,de 424 a 394 nm. Essesvaloresforamcalculados por EdwardCrom(1972)em suaspesquisas realizadas na Universidade Centralda Venezuela, em Caracas. Maso reconhecimento dessascoresdependeda luz sob a oualo ;ndivíduo asvê.Há um nívelde iluminação, no qualo olhoé totalmente cegoàscores,embora,depoisde,aproximadamente, l5 min,ocorraume adaptação. Em baixaluminosidade, pode o olhoso distinguir trêscores: =zul-violeta, verdee vermelho-alaranjado. Itlarealidade, a percepção dascoresestáreracionada com a inter,erção de fatoresque influemdecisivamente er-nsuavisão,como es rxìnngens, a visãofotóptica, a üsãoescotóptìca, o contraste acromático e:',.ifos.

MESCTASUBTRATIVA I :':nco, resultado da reflexão ce todasasondasde luzpelasuperfície :,: objeto.ao ser projetadoscfre uma tela brancaou qualquermeio r:,ocôdo entre esta e a for:= de luz, provocaráuma diminuicãona 'adiaçãoúsível.A partede e se -z que não é remetidaé absorvida, :"arsformaem caior. Essaabsorcãopodeserocasionada não somentepor substâncias soiÌdas, rnastambémporfiltros,líquidosou gases,bruma,fumaca.A t!


BI podemos,por exemplo,fazerrodeana l:Í:ite 3e -: de m{"nprovação, üuilür plr rrÍlr^ vidrovermelhoou por um filtro de qualquercor.Somerr * -,= ca luz brancapode passar;haverá,portanto,uma zuilhf-acã: Wffiffie ts coresbásicassubtrativassão o amarelo,o vermelho-,,aqe,-r-= Cadauma delasrefletedoisterçosdo espe.::: : e::i-esverdeado. e,,u, refletea zonado especroÍaüÍ,sua #sc,..'e um terço.O azul-esverdeado pmrm e ao verde,masabsorveo vermelho-alaranjado.A ama:ui-violeta já que a sempreà cor complementar, Mscruidade luz corresponde pmrterefletidae a absorvidadão juntasa luz branca. rortanto,ascoresbásicas (amarelo, vermelho-mageÍrta subtrativas sãocoresque,na sínteseaditiva,constituemcores e alui-esverdeado) pela de duasluzesprimárias. soma 'infiìpostas e o amareloem pontode saturacão Mesclando o azul-esverdeado o verde. rerta,visualizamos darápor resultado A misturado amareloe do vermelho-magenta s l'ermelho-alaranjado. e do azulé o azulda síntesedo vermelho-magenta O resultado urt,oleta. A base inicialda síntesesubtrativaé o brancorefletidopela toque incidemsobrea superfície de um ralidadede ondasluminosas objeto.Codo cor básicasubtrativasubtraià reflexãoum terço do essubtrativas, comojá vimos,forma A mesclade duascoresbásicas Dectro. (amarelo, uma outracor.A mescladas três coresbásicassubtrativas ,nermelho-magenta produzo preto. e azul-esverdeado)

NEGATIVAS 12_ PÓS.IMAGENS amareloe azul-esverSendoas coresprimárias(vermelho-magenta, de longitude de onda,uma das radiaçÕes uma só resultantes ceado) :L;tracor qualquerseráo resultadoda misturade duasou maisdelas, diversificáveis. úEÍrtrode intensídades de serobservado é o daspós-imagens. Um fenômenointeressante l-ando, por exemplo,fixarmosdurantealgumtempo uma superfície deslizarmos o olharparauma sue rapidamente ,ermelho-magenta perfíciebranca,veremos,no lugardessasuperfíciebranca,um verde, Segundoa teoriada forma,o olhotencue é a suacor complementar. negativas Assim,as pós-imagens ce a efetuaruma complementação. que tenha fixado. da cor o indivíduo complementares senãosernpre sn-heirn(1973)citaCoethe,que diziaque as corescomPlementares se'exìgerre:tre si". J,ágrandescontrovérsias quandose Procuradefinirtantoas cores O complementoda cor é, na Er-á:'as quantoas coressecundárias.


B2 realidade, um estudopsicológico, alérn e não físico,agravado, pelaimprecisão da nomenclatura das coresexistentes até hoje.E issoque asafirmações feitassobrecorescomplementares são relativas. Pudemosobservarque existemvárioscírculosde cor e há divergência sobreas complementares ou, então,que estasa concordam entresi aoroximadamente.

13 - IMAGENSESTABILIZADAS NA RETINAE A VISÃODASCORES A imagem,na retina,está em constantemovimento,pois, na mrrnal o olho nunca süá em repouso-Comprovou-se,por meio erye*ncinq.Eessa nntnrertaçao da lnngem tem papel signi

mmf,mn@sruid & ffiuoiArm4rruÍmu@dm ilrrnwilnrrurllmos do odlNho é hastantepequena,mas Lüil[Ììï drls lrlrnmú'frulrmnìrms dtrasta a irnagemdo centro 'r=Worffimúa3--,3e fór".. -as Jm,quffi,omnnmnmenrffio mprndo a baz de *Èu puru o lugar. Porer:, :1o rvl@Frìeiï@ e,fl:l qLJee :r,a8eÍTÌdesliza, há um t que se sobrepÕe ao deslocar,er:::"

Os fisiologoshá rnurtoconhecemessesfenornenos,que já medidospor inúmerasexperiências. Não podendointerromper movimentossemcomprometimento do olho.Doisfìsiologos, Dic e Rigs,descobriram uma maneirade fixara imagemna retinapor de um projetoçmontadosobreuma lentede contatocolocada um dosolhosdo sujeitodo experimento, enquantoo outroerata com uma venda.Talmecanismo não permiteque a imagemsaia [ugarcom o movimentooculare a estabiliza na retina. Esseexperimentomostraque, no início,a imagemé vista nitidez;aos poucosvai desaparecendo e, por fim, restaum campo !r,.ucinzentoque acabase tornandopreto.Depoisde algumtemp@" ímqgemse regenerae é vistade novo,parcialou totalmente. Muitasdas colocações da teoriada Cestaltficaram por essasexperiências, e elasabriramuma novaperspectivanunn aanposda percepção: a visãodascores. por exemplo,que a visãode um objetocolorido Observa-se, hzadana retinaperde,com a velocidadede captacão, o sentidoda lÀ,io lugardestaficamvaloresdiferentesde cinza,que também a desaparecer. Essefenômenoconfirmaa hipótesede que o tom da conr da radiaçãode determinados comprimentos de ondaque são pelosconesda retina.Os movimentosdo olhosãonecessários, pam o indivíduocontinuea percebera cor. Essasexperiênciasesffio, em faseinicial.


lc cr-omoÌsmo

DO OLHAR:REPRESENTAçAO - A TATILIDADE DO VOLUMEPELOUSODASCORESCOÍì'.I. PLEMENTARES -ta' mhrartambém é tátil, por isso é que percebemosoç ',"ait*unnes percePçao. e as coresnos auxlllamnessa (primáriacom sr,asseantúrúasÌ@ÍltlnmE!ffi. Ascorescomplementares sm mesmo quanooesüãomhffi pre exigemuma adequação,

essa@trmeArnheim(1973)cunúdera harmoniosa. composição rnacarffiuma característica como complementares cores das por um quadropintadosonrileíírc Afirmaele que a tensãoprovocada pode ser explicadapelaexgênciaqurn e amarelos azul-violeta tons de mr lformana percePçãodo espectador uma complementação

eq o Segundo de corquente). (queseriao oposto, do vermelho Em ascorescomPlementarreç espantosamente e relaciona Drocura mrc algO estrutura refere a Uma que se de agrupamento princípio uulmr decoreç agrupamento queo simples mrnplexa Porsemelhança

da core facilmeneu6tifficÁpor meioda semelhança O agrupamento podõmos experirfiemüos6fu por exemplo,nosconhecidos constatá-lo, udda visãodasoorel de deficiências parareconhecimento Sllllíng-Hertel de RodolfArnheim(1975)ser*re essaúltimacolocação Entretanto, m fato de que a mente realizao trabalhode completar,por pfio@ssos rePresenta perceptivos, çõesparciais de totaIidadesconhecidmSegundoa teoria gestáltica,a percepçãoestá subordrmdaa de e uma delase a de "fednrrEïto' og mrrninúas leis de organização cruz, um ckculoe [.Jmç; Por exemplo,visualizamos -[o,rnplementação". EssefenÔer"lboraas linhasde ambasas figurasestejamincompletaspoioca uma incompleto percebido que o todo portanto, rrnrìeno mostra, @nsãoem direçãoao acabamento. urnacol tem mesmateoria,o olho,aovisualizar De acordocom eSSa à totalidade, ele tende isto é, de evocara suacomplementar, a:endência dentro Um exemplodissopodeserencoÍItrddo procuracomplementar-se. negativas. com as pós-imagens daçexperiências do volume. AlgunsarÍistasusaramesserecursoParaa representacão pode arredondar-seno plano bídimenobl.etovermelho-alaraniado Ur,mn wcnalquandose usaum sombreadoazulvíoleta. de uma na,rmheinr(1973)cita,por exemplo,que,na observação de paul sombreada maçã, (1839-1906), uma Cezanne àe ,üMeË-morta volume mais escuro,aparenta ,ummetrho-a,er-anjado claroatéazul-violeta valoresde claridade' diferentes com gr-.le verde de sornbreada un-e dh,

B3


B5

rrc e ostcooc a:

pcrb4

EPSffiOG|CC COR: CULïIJRAL $FGNO ccíes; 0 sçnlfteffid#s ,éazal? Afrd,etr,F+doê évernefldlÂruóhnrr"cs? n fffier,çGd,e do real O signoestéticoarranhao impossível LuciaSantaella

I - REALIDADE SENSORIAL Esta oarte da obra envolveum aorofundamentona Psicologia, porquedestanão podemosnos afastar,mesmoquando procuramos de que se ocupao os váriosprocessos esclarecer mas tambémteremosern contaos fenômenodo cromatismo, estudosculturais. a cor é uma realidade sensorial Comovimosanteriormente, à qual não podemosfugir.Alem de atuarsobrea emotividade de moümento,uma humana,as coresproduzemuma sensação compulsiva. Vemos o amarelotransbordar envolvente e dinâmica que parece com umatalforçaexpansiva de seuslimitesespaciais o vermelhoemboraagressivo, invadiros espaçoscircundantes; sobresi mesmo;o azul cria a sensaSodo vazio, equilibra-se Vimos,na primeiraParte,como o de profundidade. de distância, pode ser modificado, tornando-se maiorou espaçoarquitetural apenaspeloefeito menor,maisbaixo,maisalto,ou maisestreito, diversosoutroscampos da cor.Citamos,emboraligeiramente, dascoressãousadasparafinsdefinidos. em que as propriedades comoas leisque as regempodemsersubordinadas Ressaltamos da comunicação. Masna do artistae do profissional aosinteresses especialmente seuempregono campo últimaParteenfocaremos publicitário e promocional. na É comum,entreos que utilizamessetipo de linguagem dascoresem friose quenhumana,a classificação comunicação tu5.


Psicodinômicodos ccr=. 3rn comL- :cçÕo

Determinadas outrasde disde proximidade, coresdão sensação tância,da mesmaformaque uma pessoacomunicativa, vibrante,mais facilmentese aproximade nós, enquantooutra parecemanter-seà distância por serde poucaspalavras ou sem um sorriso.Em geraltodo elementode aproximação contribuiparaabriras portasde uma boa comunrcacão. Podemosestabelecergraficamente uma escalade dinâmicade cores, sem nuanças;começandocom o laranja,passandoparao vermelhoalaranjado, o amarelo, o verdee finalmenteo azul. Não é difícilverificarque, só com o empregode coresdiferentes enüe si e nuÍrkrdefinidacolocação,conseguiremos sensaçÕes de prorrrúade a: de cfslarria muflmmm ôwrlrn"effia Írrffia affirnacãoé l.e[iltr*"a. 3 5=- :e proximidade :ìL f idifu,wü ffirmemdh a:rë :ei€:ce muitasvezes O1,Sg@r'rrurÌdÉhs :: i'- ìfltrr1g. :lrT. ff e€rT,c I tr-r -È:ã: : : saturaçâo. , :: =::;rerilmmnfieÍ'Ïil8 el-* |lllea:3: a ::i*ari:,ã: l-:iicitária, os psicÓ*r35 !]l.3ltrt-'f,ir:: ao uso das cores gnlï*3: :;:: :-:,::trs Jr 3- :=t-::-::*-l_-.r:càí-=frli l?:l1:: =---:,c a coresparaurna ':"lsta. :.::- :*:,ãfil3 JlÊ :s :'::-:,: ::-:.::S:O[Oridos da TV e "ffias"foi :,: Cinerna.-:,:-: -i:re-r:,::--: :Ê:a::: ':-:-:=S'3 COreS

^^:--^ -=.^l',rì^ _---j solucdo. _a=-_ : :---. = -a * : s : e q u e n ie s: s : l' 3 s q u eI n t e g ra m o ,e'-:elho,o lara^-:e :e:-:-a partedo amareloe do roxo;e de "frias" as :Je integrar'' g=-:e:::te do amareloe do roxo,o verdee o azul. i. :3resquentespê:e:ernnosdarumasensação de proximidade, calor, :e-sidade,opacidade, secura,alemde seremestimulantes. Em contra:{:s.Ção, as coresfriasparecemdistantes, leves,transparentes, úmidas, =3e3S,e SãOCalmantes.

2 - FATORES NA ESCOLHA QUEINFLUEM DAS CORES

=r:--:erìnumerosos estudosconsagrados à análisedas preferências por determinadas r-Ê rS indivíduos manifestam cores.

!,r"Déribéré (1965)tem um minucioso trabalho de pesquisa e dados =l=:ilcos sobreo assunto. Entretanto, num pequenotrabalhodidático ::-: este,fixar-nos-emos apenasnos dadosmaisimportantes e de :,- - : ei"ninentemente prático,considerando os aspectos sociológicos, :s :o,ogrcos que podemdeterminar e fisiologicos as escolhas. Esie:ópico,dadaa grandeutilização navida?iztca,nosmaisvariados .ai-Ìrpos, especialmente no publicitário e na prorocãode vendas,erige i-eaimente que conduzaa resultacos uma precisão comprováveis. Há necessidade, em primeirolugaçde se :eitar sanarum gre-ce inconveniente: as reaçõesque uma mesmacor podeocasionar e :La


B7

= c s c olo g a l

que delase pretende'=::'S= -- -: da utilização Js-',=- àsvezes, rr,qtÌ-l consciente ou inconscientemente, em u-= ::- =- -= ::i: D€flSê, usoque iráfazerdela,e evidente ; :,=-::-:ninado ÇuÊS-- ==:i: -=: : rar-= da cor em si masda cor em funçãoCealgo. sociais sãofatoresqueintel,:- ^=. :s::lFë -ë ::r:s Js costumes ;cn exemplo,em determinadas cuìturas, e há::: :':-3r-rliiarãtiauËst: ::r 3s vestesdas mulheresmais idosasCes.::.::s rsõias peiiË -ü3r: ass seïEs.lwtsst O mesmose podeobservarna d;':-:-::ã: lErr€rÌs. ^,cs :-*:. podemosobservaras mudançasi.a',:as -r-cs 3ros = l€Er a dÌferenç enüe 3s selcç a ::rclusão de que,na atualculturaocidental, dos hábitossociaise um dos fatorespelos:,as le:ie a desaparecer a mudançaé a invasãode coresna rouPaÍ-ÍìôS3--rã illrt€Frìosassinalar às roupasfeminìnas. c :re até há bem poucotempose reservava durantelongoespacoce estabelecidos de hábitossociais Derivando que orientaminconscientemente lenpo, fixam-seatitudespsicologicas r.i;;naçõesindividuais. por exemplo,o seguintequadrode significados conoAnalisemos, .É- uU).

Figuro I Çir-

3,rzo

Vestidode noivo

Purezo

NoiÌe

Negoiivo

Monchcs irrprecisos

Trisïezo' coisos omorfos

Color,dinomismo, oçÕo.exciloçÕo Enxovolce cebê (menino) Groço,iernuro Enxovolce cebê (menino)

Purezo,fé. honrodez

na culturade um ficamde tal formaenraizados lsses significados na de ver, culturade nossopaís, luJu'c Çueestamoshojeem conCição visuaisparadefinir de sensaçÕes : Êr:preSo.na linguagemcon-ente, É muitocomum vividaspeloindivíduo. ou situaçÕes emocionais Èsilaios estas: iÍJrÌ'lïosflasescomo 'le repente,a situacãofrcoupreto"; . ''r* aro estavaroxode raiva"; " . 'E: sorriuomorelo": . ': .*sto foi tão grandeque ela ficoubranco"; 'JÍr " "z vermelhode vergonha"; . 'x -:'--nsa morrominsistia suashistórias"; em publicar . '!Í:- "terdede fome"; . '!: ,,"ir.':a em um mundocor-de-roso".

: -

-:


BB No campo psíquico,Rorschach conclui,atravesde exoeri-::-t:s que os caracteres alegresrespondem intuitivamente à cor.A ree:à: ::s indivíduos deprimidos e geralmente voltadaà forma. A preferência pelacor geralmente denunciaindivíduos con -=rs aberturaa estímulosexteriores; e privilegio daspessoassensíveis, :-e se deixaminfluenciar, e que estãopropensas à desorganizacão e : -scilacão emocionais. As reacõesà forma indicam,ao contrário,o temDeramento f-: controlado, introspectivo. schachtel(r946), completaas explicacÕes ce _ um outropsicologo, Rorsdrachconduindoque, ao reagirà cor,o indivíduosofie a açãocsbÍmo: é urmaffiÍr.fid€pcsí!6. Ao contrário,ao f€rcefer a forma, e: Ë-

G€IGl_rle-.

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--a = Z=,a-l. _ma reSDOSi::

= --c:tü-dF ê '=:,---= = -e-:: -ais attvamen:: :T3r-ï;;3ü:-íõ. :* ::r-s03tr-,rà-rre. ,u re*:ries : * nli-e-,::s :s :o_sócio_psíqu _ :::

:-

-:ri':-lr:

llã-fi]lp f: -]rf *,ã: "?S;,:rrr:ef :r:- S:_S,..éf]OS USOSeT : ,E-:,*1::Í:ll:! - 3j;€l:il:,rt-É-:a -tt l..:-t3t.. :-::CitOfiO. OnCe : S- q€S: a- : : : ã: l : : ì:ìi_,- ,Ìl ::-É-_= =, 1 l - : l l :=-:,:S

Analise:-:slrtr 31:-- : : _si :a :a: ^a ::-t: :a prevencão de j,:,:Ê^tes.lssc::,:: -:*:--::-:- lnra tomadade cc:-<:,:rcia do valor :'a-':3.es[ìô[eãL:.'- : 2'2. t,-\ssociaÇâo Brasrleira de NormasTécnicas :3\T)- emitiu,r:- =,:-Dlo, normassobre o usoda corna segurança :: :-:5alhoe o usc c.s coresno campoindustrial. lssasnormasestãosendoobservadas por váriasindústrias, poisse ::': :m.na linguagem psicologica dascorestrazendoem si todaa carga :È -rn rongoprocessoeducacional, que inclinao indivíduoa reações =-::ráticas e instantâneas. Vejamosuma síntesedessasnormas: Figuro2 SenscçÒovisuole utilizc::+: Controlesde equipomenïoselétricos Porïesmóveise mois perigososde móqurnose equipomentos,foces exïernosde polios e en_ .:'*=rho

Equipomentode proïeçÕoconÍro inõêiãì-oo,

.:-tre

Coixode socorrosde urgêncc. ovisos,Ooter,nr,

3'oncc

Foixosindicoïivosde senticc :e ã,rcufoõ

de combote o i ncêndi os

norrnas: ' A ABNTemitiuasseguintes em 1957,o Códigodas corespara ca n a l i za c ão indus t r ial; em 19 5 9a, c o r na se g u ra nçindus a t r ial.

Coleiores de resíduos

Paranãohaverconfusão no empregodascores,foramestabelecìccs nomesbásicos oficiais às cores.


B9 ls s iais de trànsito.l:n g,enplo. ".lsamcores com conotações -?: -e^:e verifìcáveis: vermelhoamareloverde-

aÌe-e :erìgo; ater:ã:. segura::a.livre;

Essessrgnosvisuoisrealrnentesó possuemvalorreal quandopopor aquelesa quem se dirigem,seu 1e-. serfacilmentedecodificados psíquicos, Por issosão estudadosSeuScomponentes :,-:lìco-destino. Elesvisamatingiro indivíduoe impeli-loà e fisiologicos. 1:,:Ìo-culturais sejaà estabelecidas, às regrassociais obediência sejaestaa 1-o rápida, tampouco nem fácil e r.risiçãode algo.É claroqueestanãoé umatarefa como possaparecerem um primeiromomento' -€-lpre exitosa,

DEBAMZ 3 - OSESTUDOS -á u ma pesq u isa m uito consistente. f eita o e lo ls : * - < : Sam z( t 9 8 0 ) ,qu e a liao fatoridadea l-e'3-3^ :. .-= . -= ' = -: -' --? : -: : : is cor.E sse:s:-:: :::= ::-=--' - f e s t ap o r d e ter m in a da ' re:-:= :icazesno campomercadolÓgico. .''ermelho _JronJo

a,morelo , erde a,zul ós ?'cxo

corresponderiooo peíodc 33' : -l :n*:s ldode do efervescêncio e dc esccriicu^ïsn:1f,* corresponderiooo períodode l3 c 2l :-,:s Idod e d o imo g ino çÕo, excitoçÕc, 3 "^--tl'-l'';rr: corresponderiooo períodode 20 c 3'l :r':n ldode do forço, Potêncio,orrogonc : oo períodode 30 c l": :Lt:Ë oorresponderio ldode do diminuiçõodo fogo juvecorresponderìooo período de 40 o 5l rrcs ldode do pensomentoe do inte;igê-:,: corresponderiooo período de 5Oa ó0 rr':s do ler. ldode do iuízo.do misticismo. corresponderiooo períodoolém dos óCrcs ldode do sober,do experiêncioe do cerevolêncio.

Figuro 3 PrincipoisconclusÕesdo pesouisode Bomz.

De fato,como dissemoshá pouco,os adultosidosospreferemtoBamzno quadroacima.Numa -eldadeseScUras, conformedemonstrou dosaduhosé parao que foi demonstrado a Preferência :esquisarecente, comoreminiscência tambémo vermelho, at i e o verce;acrescentando infantil. o prìi-:eiro J: seu Período, verificamosque o as preferências, Ao a^,asaTìos cientificamente dOS COmOdeCOrrer amarelO i-Si: ;iìOta : ^O numanovaiSetornandO absorve ancião um luzazul,enquanto da il.r:s.-,T,4Í*ã-13 absorvelOorb :sl[: :e 571c.\os primeirosmeses,a criançaenxerSabem e prefere e depois i rer*€iLo c a.narelo.o verde,no mesmonívelpreferencial,


O a z u l . N Ota fe mOS:-:

- A ZU ' ..a

ra eS C Aj _a :-= .a-a-: -.

S r..l-.-' t :

proporcional me n t:eia e d o ri: . í d u o . S eobserva rmo o sa d u lt oqs u a n d oe f e t u a i.: , -t -: : . = -ze f a r: . notaremos queo s ma rsid o s o p s re f e re m c o mp ral:r : : , . : s : : . rrd o s --* embalagens em q u e p re d o minoa a z u l.A p re f e rê n c ,^a: s, s --c a s o ,e , 3 vantagem navendaem relacão a produtos com outrascoresEstácoprovado queo indivíduo maisjovemprefere coresfortes, o vermerno, p:. erernplo, e com umavantagem nasvendasem relacão a outrascores

4 - REAÇÃO CORPORAL À COR - :,-:.

-,:a-:-: : s

: s ' : c lc q ic a tsê m p ro v a Co q u e h á u ma re a c ê :

l q u e ma ls t rc s v o lu c io l-:-s Sq u eore f,s teorrzou en -* ^ ^.-

^l^

.^---l+^

: : a e a u me n t asru af o rc as e g u n d ou ma peloverde,o amareloe o laranja 'ssando

F i g u ro 4 A ci d cd e. 1919.O leo s o o f3 -: F er nc n c _ =_=.


,,",.",,lsr:.sgMJgJStg?lÇ.9rp; -csr,

9l

--

corporais do indivídi:= --' .- - -'= A verdadeé que as reaçÕes não bem-definidas têm sidolargam€^i=i3-,1j -:--cientificamente, quantono campoterapêutico. no âmbitoda Educação pelacor é tão diretoe espontêretl-te i'Êlt*,i O efeitoproduzido difícilacreditarque ele conoteapenasexperiências Passa3x :-rmr=i"*rL-'r a existência de um process:"sl:rürwl'u:r cientificamente, nadacomprova do homemà estir"--:'=: 5a ::r expliqueo porquêdessareaçãofísica : têm provados3' : r{ Ír'lÌ,fl'liï AfirmaMax LüscheÉque experiências a olha":{:'-Í* $ryíEI" puroexcitante. sãoobrigadas Quandoas pessoas que há uma e- -::m:mc *nrn minadotempo paraessacor,observa-se da pressãoe'::-a È TìilrxlÍm'.,ie há uma elevação o sistema nervoso: todo que o rftmo cardiacose a/tera.Segundoe/e, o rerme/ho:- ---:-r4: "trY '7zerzleszzb.ear'a.za-o:z'7á/ztz/a-ziz'e'zza'zezzr'zzz'e3ze:-;: ,i;rrmatambémque fitaro azu[puro produzefeÍtoex::.-tr-re ;r]rüï' diminuem. e a respiração :arro:o ritmocardíaco e Daí ele concluique o ozul puro e psicologicomer=-iri*irffÍÍlfiP otuo príncipolmente otroves do romo porossimpotico dc 'cvegetotivo. se baser.: i iesrrTe na qualLÜscher cientffica A fundamentação $uÌu' : sistemanervosocentral(SNC)e o sistemaÍleufoVeiÊ-rirllLc englobamtodasas redesde nervose fibras,atravesdas :.1* : ::rEil: e todosos seusórgãossãocontrolados. pelasfuncie=1sü-iq3 le-* O sistemanervosocentralé responsável ou em p:-,= ::il,-s:lr:{-1r,3 que no limiar da consciência soriais ocorrem se relaciona com as'l*--:e* l*Ë :'::-O sistemaneuro-vegetativo 'em abaixodo limiarda consciência. Seufuncioname-::Ë aJrr-,-:: - ^ ^ , , 1^J^ . ul. rdu í- d-.u. +r.^ u-rcË,u

sã: ::,:s,r: ':'s :: do simpático da estimulação Os resultados : ::Ê €Porexemplo: o rit-: do parassimpático. estimulação ' :' : -r:ier:: ' =J opore s t i m u l a çdãoosi mp á ti co :- - - : se ma, se ssem€ s-: A explica:-::: ---s:-s 3 urra atingeo parassimpático. = estimulação - iotesequepodeserdiscutida. co-:':', )-- 2 Ê iade do A verdadeê que todasas experiências de não-:'=-:::=-r:aas cores ou a importância -=: da cornaterapia ==,':':g.cos. Por :-:rdo se cesejaevitarcertosefeitospsíqu::= :;r:-flDlo rernnenda-se nãoointarde brancoc:::: :: 31343onCeum por muitotemp: l:-c I l-=.ìcorelete ::€-ìtetenr: je permanece: -:ensamen:ea luz, pode ocorrero fenôme-: :: c'-s::-ento, cue -=- a ProP'e::dede ocasionar no doenteu-= =:-s=:ãode cansaco o fatoc=:3 -: -aior partedas : :e peso-: ::beça,considerando-se e. r-e,,:a',: -ente' fixaros olhos de costas seÍo:'.:co a rePousar rË-i3s, em rePouso -1: :::c. O ce-s::o que pareciailogicoDe:a-- inCll'íduo :-::-:"4 assimurnaexplicacão. _--

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: tsicólogosuícoconsultor empresa' e íÊ coreq.S errnri nci oal cl i entefoi . ,:i ksrvagen na A l emanha.

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: ::-. ',-:-remo s. -e o a z u lv a ì ,n a e s c a lad e p re f e rê n c ia s u, b in d o : nente . ia d e d o in d iv í d u o j= - -=='.:'-: : o sa d u lt oqs u a n d oe f e t u a m c o mp rapsa raa f a mí lia , noiei:*:s :*: 3s nais idosospreferem produtos comprar contidos em embaiagens ÉT cue predomina o azul.A preÍerência, nessecaso,Ieva vantagemna vendaem relacãoa produtoscom outrascores.Estácomprovadoqueo indivíduo maisjovempreferecoresfortes,o vermelho, por exemplo, e com umavantagem nasvendasem relação a outrascores.

4 - REAÇÃO CORPORAL À COR

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OSteOfl ZOUem

, .:r . :::S eTnSUaObfaele reSSalta : r . : : -t [ e O O rg a n iS mO h Uma n O . : ___:-ì-ìos citara experiência de Fère(1960), a circulacão sangüínea -. -i intensifica e cAe =^:rdode aumentarsuaforcasegundouma passando peloverde,o amareloe o laranta,

Figuro4 A cidode. 1919, Oleosobr: -= Fernond-= I =


9t A verdadeé que as reac.ões corporais do indivíduo à coçembora nãobem-definidas cientificamente, têm sidolargamente usaoas tanto no âmbitoda Educacão quantono campoterapêì.rtico. pelacoré tãodiretoe espontâneo quesetorna ,.- .p efeifoproduzido difícilacreditar que,eleconoteapenas experiências passadas. Entreta nto, cientificamente, nadacomprova a exstênoã deumprocesso fisiológico que explique o porquêdessareacão físicado homema ertiÁrÈ.cão dacor. AfirmaMaxLüscheÉ queexperiências têmprovado sero vermerho puroexcitante. aspessoas Quando sãoobrigadas a olharporum determinadotempoparaessacor,observa-t" qüuhá umaesïiÀuraçao em todoo sistema nervoso: háumaelevação da pressão arterÍal e nota-se queo ritmocardíaco sealtera.segundoele,o'vermàlh;;;, otuodiretomentesobreo romosímpóticodo sistemo neurovege,totivo. Afirmatambémquefitaro azulpuroproduzefeitoexatamente contrário:o ritmocardíaco e a respiracão diminuem. Daíele concluique o ozurpuro é psicorogícomente cormontee otuo principalmenteotrovésdo romoporossim-patico do srsfernoneu_ rovegetotivo. cientifica naqualLüscfrcr se baseiaé a seguinte: . A fundamentação o sistemanervosocentral.(sNC) e o sistemaneuro\,€getãtiro lsrvv; englobam todasasredesde nervose fibras,através das"q,aso corpo e todososseusórgãos sãocontrolados. o sistema nervoso central é responsável pelasfuncões ftkas e sen_ soriais queocorrem no limiardaconsciência ou plu* consciência. "r o sistema neuro-vegetativo se reraciona comasfunçõesqueocor_ remabaixo do limiarda consciência. seufuncionamentó ê automático e auto-regulador. os resultados da estimulacão do simpático sãoopostosaosda porexemplo: estimulação parassimpático. do o ritmo.uidíu.oé acele_ radopor.estimulacão do simpático, masessemesmorirnodiminuise a.estimulação atingeo parassimpático. A explicacão de Lüscher e uma hipotese quepodeserdiscutida. A verdade ê quetodasasexperiências comprovam a validade do usoda cornaterapiaou a importância de nãousardeterminadas cores quandose desejaevitarcertosefeitospsíquicos por ou fisiológicos. exemplo, recomenda-se nãopintardebranco'o tetodo quartJonde um doentetenhade permanecer por muitotempo.comoo brancoreflete intensamente a luz,podeocorrero fenômeno de ofuscamento, que tem a propriedade de ocasionar no doenteumasensação de cansaco e depesonacabeça, considerando-se o fatodeele,namaiorp.;" ã; vezes, serobrigado a repousar decostas e,inevitavelmente, fixaiosolhos -' Psicólogo suíçoconsultorempresano teto.o cansaço que parecia ilógicoparaum indivíduo em reDouso rialde cores. Seu principalclientefoi encontra assimumaexplicacão. a Volkswagen na Alemanha.


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o usodo azulno forro,em substituição ao branco, e queconfere ao paciente umasensação de calma,tranqúilidade e bemlestar, vem corroborar a opinião deLúscher sobreasreações corporais doindivíduo a determrnadas cores, e a de Fernand Leger (1975:ior-1og) quejá dizia: "( ) o hospitolpolicromo,o curo peroscores,um domínio desco, nhecídoquecomecoo opoíxonor osjovensmédicos.solosràpousontes, ur*:: outrosvermelhos oror"llo, poro os ?,o:uispolo os nervosos, oepnmdos " ogiusobreeles". e onêmícos. (...)e o influênciodo luz-cor da Neurorogia, pode-se citaras experiências de Kurt ^ ,.No.campo (942) com umJpaciente que tinhaumaáreado cerebro S*ir *.qo" Sregrundo eìe,essapacienteperdiao sentidode equilíbrioe *tg* $ando sevestiade vermelho. Ao usar.rpu, u"roes,os Try ;ì-Ê3í-Ês dF{aÍìil€íInÍt

+seprffi parr*ian+e onduir que .ÌscoÍescorrespondentes ; - ::,rìilFür'rÍírnrmm0o úh üda ÍrmfoÍ (pa cn$o. o vermetho) produzem reacãc:''Ërfl*fu^' O rede e o aanll,por mrnplo, qru .oír"rpondem a compr,;:€'f,i@5& mda r,rmah or,*ros,fte-ddÌ à produzi reação de contracão. EssascondtrsÕes polsdrega-setambém a eodle'nser nie-€ssentes. admitirque,pelaescdu"rô da cor.c ,ncirrcuodemonstraestarse voltando paÍao mundoexternrori,ldeiese afastando, centrandosobreo proprio organismotodosos interesses. E essee um aspectoque rráinteressar ao psicólogo. wassiryKandinskya (1966-1944)afirmavaque um círcu,^ __Qru?do ro amarero ostentaum movimentode expansãoque o aproxima do espectadoçda mesmaforma admitiaque um círculo azul desenvolve un'nmovimentoconcêntricoque o afastado observador. Vemosnessa eperiênciaparalelaque o artistaàs vezeschega,p"ta sãr,siuiiidudu, à, tnnÈ€srrkls conclusões que o cientistapelasexperiências. a Pintorrusso. que o reÍ.aAcreditava deiro artistabuscaexpressararerÊ< ,e sentimentos íntimosessenciais -. cores têm destaquenessal_s:> Tendo origlnalmenteestudao: er Munique para seguira carre= :Ê advogado,logoreconheceuc_€se : verdadeirosdotesestavamnc -ì-!-:: da arte. Tornou-seum cos -,: :res mrom.es da arte 3bstrata.\,c':oi_ è ffiirssa onde deu aulas de l9l4 a ï 92i. Íuncancc a Acaden-.iaR:-ssa-A rTlftleirse --ussarode se"'obsenada rtm derÉrlcõ; deEra obr-ea- iEcnes M aJmunarorr6 e; am poo*_,anFor drffiJurr ltEtf-ïtrtrr db deL au..rttbs ia iar-o_ m .gnrrln üe üflF tsauuliw-c_

5_CORETERAPIA lÌtt6o@emos nos esquecerdo vastocampoda terapia atravésda An@(aÍteterapia). Numerosos psicórogos aliamseutruúurr..'o u otelíers aÍrüfrstir€n, tentandodescarregar as teÀsõesdo indivídu"ó.r. catarse $rrea pÍtica artísticaoferece. quediz.Janie Rhyne(rg73),psiobgaquesegue, F*T.o emseu rahdhc a finhagesráltica e urilizaa Arreárn *,, l"enïo deïeafrrnnçao e coftsctsrizaçãodo eu prryrn de cadaindivÍlm. ns seisoãspor era dkÈ'ËasüEtiu,€rn epeÍiênoasterapeuticanreiE odentadas em qLEos ganiãarmsrs*ran sn rnaEÍiabarbistioos pra oiar pinturase fornns esoitrdas oÌro rrn nxir de * bÍnileÍn aô'sm, de'si frçràq e e s*, rnerqnrn rúrJ peÍcËnr- Bafinra q*'a ênfaseuarã-[à,"r*


93 pré-verbal, o nivelprimitivo, daexreriência ìnrediata" que e,maisadiante, 'êlesdescobrem próprio'.c:abulário o seu Ceformas e cores". F c <2 r n â n ê i r 2

Áo n ^ "^ r t : ) > u d t u s p - -:-= 6p".^"1

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fe a s l f aO l mP aC tOda C Of

"C=:: ::=s:-:=- a suacor,consciente já foracomentada porLéger: ou inconscientemente, maselase -:,:-: -- =::: :3 dosdispositivos diários, como mÓveis, estofose vestuá-:' porSUaexpress Realmente, , '-.'-= : ::-:=- a capacidade de,mais que qualqueroutroelementc -È:-=-=:j-?;=-,:-.::'iativas do indivíduo -? :-7:i-2:*i:a:: Essaliberação é fatordecisivc auto-aceitaÇão, ou. em ú l t i maa n á liseé, o que",:,: : -e::Ê -:: '.: l u d o t e ra p ia t e,' : : . pelosbrinquedos e por me:: -: :,n:ç lr-r i:3*lio, a corter :::= Preponderante. s mess=:=-3--.,: O s p si colo g ousa ::- --:= '-=: -é - a ' a' = - -: : - : t r a t a m e nto de cr ia n ças cc- := ---:*, :: =='=' : : : < : - : i- - : i c o mo t a m b é m co m todas:s:-3* t., :r:: ::-rT*:- : , -s : , : ----: : , if iï um crescimento harmÔnla::?]l irì&$r ,ru*ll:n=-:: ::-:rï: -: -,-. especialmente do brìnque:-:: r:r-:tr: ïiw,tï:ït iÉ -- ::-':: ::rJÌ: -:,ffi -Ê-,r-,:manipulação irá influir!:-==::-E tE "rÌiìr: rE?Brr .tuÌïÌ fr-;rirfl prOpiCiandO-lheUma lib=':.:t ïil*ÍlÏrïr"Sllllr8trïMrr-di:Ë -: vida, vai capacitá-la er s-:: lrrlÍúnlrrffis samülïm,m e timL::ds

:re'::Ìr]]-rpn iü

ó-COR, MEIìvíCRIAEW A melhor def'- :=- :rÊ -r:-*rr;rilr,ltr ilmlrflflï üe ïmJüffi ü mÍtmïEl[ïçffii]e-:-ca que o te!'-t 3t3*?h3 : í s,lx.tE ïurr|IlÌmmp üe le.:': ET]]ltrÍilÌl]rn]ifrmüt6 (1970:139). - ::Ë --tÊ I ''ir,wtfiÌtÌmLl|lm,im dn,mnrnmrn':aÍ--€-:o * n mnmmml"ir[r::nü:ff i: --3-;p33=e $[ pela expe'i',=' -ìgc n'THrrE ff Ei:r-:- -'ìo -:::.lrr-mfu homem e- --a 3ilü ,lE r'pu :enefirm' : :rïÈN fara ülisl,liüs" igw m:nrn'mmïffi-f,Ë- com onde sãc ::-:-: ::s :s :s:lrr'-ri!ü[K visão a crc-:: ::" Outros ::-:s:as P'l*a-a* n g: -95: FüürerwerÉrl-ÊS.que a distinção da: ::'es, sua :',:r-mdi3í:ã: s-e ctgcr:rna:Èc : :laisquer -^ ^ ^ 7 ^c-> lc dLu

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O cortex ::ro sabe-:s : : =è'.= a,=--!==- :--e s: ocupadas de:-:Ë -. ::-:- :-Ë 3 ,''.Ëc:::-ática resulta sensações co-s:ientes, e do p':,:=-<- 3lrcôtlc :': -divíc-:. do desenvol'"'r:-ento lssonãoesï: : =-:=:: ou tote-e'ìte cor:orovado, Entretanto" pois um reflexc-s:'ì:\'o que não ,Darece se fundamentar há,no processo, e no dese:volvimento do homem. apenasna educação já vividase Lembrarda cor seriauma resultante de experiências masque,aindasegundoCérard(1970),prescindem armazenadas, da poiso homempodese lembrare relataç intervenção da consciência, sob nuncapercebeu. hipnose,inúmerosdetalhesque suaconsciência


Assim'chegamos a concrusão quehojo umoporteinstíntuà-ià deque urr:iatoé inegáver: mesmo ,ìoça.oo cor,e ,Ji|,luuut que mem vaiocumulondo o ho_ em suo,"Àario iriiar;;" definem o fozemogir de dut"rriroâã e "rpif Áán" no decorrerdeio. " vido. Essa suo C o n S ta ta cã o éimpor tanteParro, aopublicitár

Pormeiode pesquisas locaise estudosmotívacionais, orientar ele pode suapubricidade de r;;;;.ìre eraatinjaasraízes indivrduos natrvas dos queinre^gram g;r;;;;;em eredirige a mensagem rra'Fóbvio,porexempro, pubricirá " queos nordestrnos reagem à corinfruencíado

flïïi,::::ï:f,

vividas sobumsJ radiante,;ï; àj ìãsobletos uma

r,gu,",;ndË":ii"+eÌl'"ïïff '.5**ríf i:iX1iïï:ffi dacoré diversa nosdois.urorl.nu,

#:ï:::j::T':,io: dasvezes fuua parte parre conscienteït""r'":t:ã:ï,iïl;i.,tlior '"* A inclinaçâo daspessoas

de clima por dete rminaca:or (erp".iu t, un;;".:ï;,:? ;ffi:f:ïïï: frío,oooptoren

il.fï_ï?;

t i :;Ãl,

,='ìrgiÃà;;Ë;"res frias, i.ilá, ligadas _*.,i-,'r,tnacSJ'r.t, "rËam correspondu rru recordação

Dequarquerfor-a 3zs' r.s,o é ur,na rearidade -: facirmente e podeserfatorimpo::--= verificáver a 3!: :?. ^*_. l,.opaganda bemorientada. Emgeralnoslern;r:-:s ::s :a,es:,,= .-r,.".^.,_^--

--' coio,;,;ï; ï, ;"ï; Hi:ï':ïï:i ,-ïï"ïl'.',:JJ'Í:ïtt"a corque

maisnosalãrtou :efinidacircunstân-Ì:t:::-t"nsação' cra,quatquer quesejaela,sefixafacilmãÀre.numa Nãoobstanr.,:l^rï:_:colesque possuem graude contraste -'-':scongêneres apresentam, àsvezescertamemorizacão. com É o casode Ër--se formas uÍurrmas nãoessacorcomofundo,como "r : ::'amarera também emsi,fácirde memoriruç lom exceção - --r-rôs,resurtando.fraca. dessacorapricada o tarunla e o uiotutu iáì n,ì, r.àà,,de me_ tambem o vermethâ beí proximo :;:;;,;ïirm do vioteta, masbem _-a combinacão de.verdee amarelo resulta um tantofraca,mas, lle a:rescentamos ': o raranja o, o u"'arho. revigora. -:r-r*:-:e emtermos rssoe muito ) de_comunicação ã',especii:amente na impressão -::ilb.::ïïï de produtos,'lu no;" re: ::s entam verda :.t.ï deiros " - ::-:inacão verde.e rosa :gradáver, :. -Ê-,:-zar. po.ernse lhe1", e muitodericac= masdífícil u.r"r."nìadove_e io aolado ,',e:Ce, do rnas oareà.áÃp,.o',e-: ser-o verdeur r3:^ ..---= =;:iil:'t '.ì: -= =:,,==:::,€:xie

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:3.:a:elai :s s:-:s- -:-:s si: :-=.:---= .:-;"=lfi:=;ï.rïï:-:ï;ï


95

C o' SO^ o ^ul r r r o e p) uo o o rc :

Fi guro 5 Bondeiro ve'trÊ ê -:Ë: :: l:: : : de Sombc \f 3- J-+ -: - : ^ 3ê Jcnei ro.

Num sentidogeral,basarc rnss.Ìspesquis trÌ tlrtrltffi sensações. acima de três mil pessoase nas & 0rü6 pesquisadtresemqggc que obtiveramo mesmo resultado,Grm ptrtcìs difurerrcjmmünrrc qirrds ennW:Ct|fua variantesdevido,exclusivamente, a &116 de climas,ou bastantefibc,lhumrq.sÈs.(rln diversidade rcia ao climae sua influência,falarerm cÍirrlorüa ure rtcffib. Conformetestespor nós aplicafu iG @ {lreü(-:-s! Propaganda, Publicidade e Relações Rbbdr[,hsúËtlbPil.Jo, q.BchGlt*s no decorrerde dezanos,verificamos 20 a 25 anos)possuemquaseo mesilthtffio foran W referência às cores.As experiências visualização dascoresa olhosfechados, ffireordação Eisas seqüências, de I a 5 segundos. na ahèutrfu:

de (de com na

Figuroó Corese temoos

Homens

Amorelo Loronjo Roxo Verde Vermelho Azul

X'D3 nô'i(4)

Muìheres

Loronjo Amorelo Vioteto Azul Verde

r (ì)2(2)2(3)4(4)


Ps ç ç c -,

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Em numerosos casos, foiver..:adoquea :_emória da corem sifoi parao amarelo, o vermelho, o roxo,o laranja, o ,:ãi"i., parao verdee o azul,a memóriaindicava "rqranro maisa forma.

7 - SIGNIFICADO CULTURAL E PSICOLÓGICO DASCORES Hámaisou menos. duzentos anosquea humanioade comecou a usar a corcoma intensidade comquefazemos ho1e. o númerodecorantes e pigmentos conhecicios antesdosecuro XrX eramuitoreduzido. Tinhamorig'em orgánica e custe,,,ãnì muito caro. só os indivíduos commaisrecurs;;o;;urnusá_jos. A síntese dos,corantes deanirina, osderivados do arcatrão de hurha e os óxidosmetálicos arteraram drasticamente os processos de elabo_ raçãode cores. . A corsemprefezpartedavidado I

céu, oveded'u,aruor"r, ou",.Ããtt; lü?ïolïft[r::ï::;ilïl*: pelaproduçao humana, tintur,

papeis de parede, :ill l?1. cinema, tecidos, emDalagens, TV,computadores etc. ylros,quea reacão à coré umamaneira particurar - ,",1: e relacionada do indivíduo e s..ieetrva a vérios fatores. Er

i" .o,",,"acord o ,:'f ::fljç nf.:X ;-,,:*.n:Èo sãobásicas paraqualquerindivíduo ',.''iït-ïf que viva ::-ìrro da nossa.ffi;:" o homemse adaptaà natureza circundante e senteas coresque o :e- :érebroaceitae que chegaram a erenumadeterminada dimensão -: :rda desdeo seunascim."nto. rrru àimensâoauïnJu auixa sempre impresso

emcadaseranimal, u"gutul ;;ffii -- -estrgío -r' coresconstituem estímuros psicorógicos paraa sensibiridade *:rr,i^â,influindo paragosra, dealgo, paranegar t?r^nu? parasellllgiytu*, ahsterou agii.wuiïaspreferências

sobreas coresse -:--'lôr, r .u*'rem associações ou experiências ãgruàau.ì, t,j;;;;.rrado e, :ü:r"Ãrïl'torna-sedifícirmudaras preferêncras sobreas mesmas. ,= -:alidade,or,^_"^rludos e as pesquisas rea,tzados por emrnentes :'' 'i::'-'r:se especiaristas em cores,comoo ingrés -crianKrein, olaponês rr'|--Theodorus : "-r-: r-ba, o francêsDéribére, ira^ .r:icknosanos60 nc : = -:;s recentemente pastoureau, r\licher :.-:€m na Franca, -- =--: :.emani-a, e 8,,: pro p ic ia . : ru m c la ro = _ , ; : : : -; : i : : .:= -,..emos- cs, rir asrvestigu " ;

11f;c ::rem r."r"llË : i;:f :[::ï _;_: :?::Ê: {ntg-: ade, tãmdadc_- ==^;;.ãã'i".. ,= ,_ "'::: ::':ì : =-?:- -à::e- -:ì. :=-:,:

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p/ acordocom a natureza. A ::-r:e effiffi-ë]rìer :er-mitiudeterminar fatos, formularhipoteses e teor-: >:rl-i:r:)-Í:lr:il':Ëil*-as atribuídos à natureza humana,sejano seu asp3::: :Ed;rJr:: rÉÉ rrr :siológico. As coresfazempanÊ:: ,r{feJ- -Ëner, forque sãovibraçÕes do cosmoque penetramer s3* :eÍE{'n: ;*rna:r,,-inuá.vibranJáe impres_

p.-=ãr -l'- 5:l'- e ln- :otoriao aopJnìur.nto :'::19::y ?rleu", e as cotsasque o roCea-

:qïr :,am:ãr seDorà vida,ao ambiente. É uma dádivaque rhe 3=:'3:: f rdtr-n* -È s-ê existência terrena.poro que os pes:- sã1.F'qÈsúrre*€eÍ: a respeito llllol ."i: do significado psrcológico dascores.

7.1- SENSAçÕES ACm,OMÁrrcrs Antesde aprofu-:-'-:'s: anmlEen respeito dos efeitosde sentido provocados pÊ;:s::-3s e:rrrBr,K,: ìE:ie- :onta que elas frovocamin_ variavelmen:: s:-_..:::+=:r:icr-::õ-':<:_ :eja,orupoa*-reì posrtivas, tr:- :*,Ë-rr{:, d ora negativas. = ,igno à" pu,r"-Ãurron,u de tristezae:-::: ',fi.rmãrr.: n: :,nË.-f,te ;*ürïi:*,:--nente " na Índia).

BRANCO Porum lado,a corcc en@:L lm *rene pureza,vida -:icia neutraridade, quandoassociada à a *r*r**a;ã; ,*:n=r rìmpeza, castidade, iiberdade, ,a,rri,rsiffi-r,E:e significarsimptesmenre paz,o ::T:'lld:^d^"i?:::utl.o Drancorepresenta ô Êr,ãc ie il:,:r:s:s de onda, tor_ nando-sea maisintens,= * r'Tinõì'ïìE ::. :o .rpu.tro. R;;t" também a algoincorpóreo, a co'trrc fu,,.rfri-3se -omprimenïos dos espíritos. c lranco e a cor do vaziointerioçda y.::,: e,dasolidão,haja,,.ista que a prolongadai: -"e-rr:n srrrgfins:r- :mbientes totalmei.rteDrancos ,orposição tendea acentuar nelesce?:Bm :s:_ zóides.il;r;;;.oriendaçao da organizacãoMundiari,. :,flr,=e,*u ur Insti-tuições Hospitarares, as paredesdos amburatór-35 e ;f :-:Íos de internosÀao-a"u",.n r", totalmentebrancos. Associoçõomoterior:batis-r: :ãi:-ento, cisne,rírio,prin-eira-comunhão,neve,nuvens€- lam61.:aro, areia clara. Associoçõo ofetivo:orden- sl-rlir:i:;Ce, limpeza,bem, tensamento, juventude, otimismo, p,ur{1á, ìÁ"J.. _'irgniaaae, :_==1=. -r, afirmação, modéstia,c3ere :Ësfertat infância,utnu. hárn..,oniu, estabilidade, divindade. A palavra brancovemdo g€-.- :- :ronk(brirhante). simboriza a ruz, e nãodeveserconsiderado :ã' ::is :e'ato nãoe. se paraos ocidentais simbolizaa vidae o bem,pai"eos oi.lertais é a morte,o fim, o nada. Representa também,paranós,ocicientais, o vestíbulodo fim, isto e, o medo,alemde representar um espaco(entrelinhas,p"i.r"rof"l.


W PRETO A cor pretaé-a ausênciade luz e corresponde a buscaras sombrase a escuridão. É a cor da vida interiorsom'bria e depressiva. Morte,destruicão,tremorestãoassociados a era.Em determinadas situações, é signode sofisticação e requinte. AssocioçÕomoteríol: sujeira,sombra,enterro,funeral,noite, carvão, -' fumaça,condolência, _ oUraurur. morto,fim, coisasescondidas Associoçõoofetivo:.mal,miséria,pessimismo,sordidez,tristeza, frigidez,desgraça, dor,temor,negacão, melancolia, opressão, angúsú, renúncia, intriga. Derivado latim niger (escuro,preto, negro).Nós utírizamos o vocábulo "prero",cuja etimologiaé conrdrtiau. É e angustrante "*pr"rsivo ao mesmotempo.É alegrequandocombinado com certas cores.Às vezes,tem conotaçãode nãbrezaseriedadee elegância.

CINZA A cor cinzapode serobtidaperambtura d,ohrancocom preto. o É uma cor neutrae também o conjuntode todos os cumprimenios de onda; representa fundiros estímulos, simplrficá-los. Resignação e neutralidade. Eventualmente pode determinarmaturidade. " Associoçõomoteriol:pó, chuva,ratos,neblina,máquinas, mar soD tempestade, cimento- edificações. Ãwcioçõo ofetíva:tédio,tristeza,decadência, velhice,desânimo,seriedade,sabedoria, passado, finura,pena,aborr".ir"niã, carência útal. Do latim cínicio,(cinza)ou do germânicogris (gris,cinza); nos üJrullmrnos o termo de origemratina.Simbolizaa"posiòãoinieimeolaria oltmüm a luz e a sombra.Não interferejunto às cores g"rui. ".

T2 - SENSAÇÕES CROMÁrrcns YEMHO qre móssõo estos m^€sedissolvemnosmeus olhos ôern n&o vermelhídõo uerbrnsryue óWro no memório w . m folhosverdesde setemboT (Moinhoao sol.Aguinaldo Cuimarães)


-ô t S ô n ô r.-Y i ,i tr:"__:Y

.rn l ê ô q rÕôô " tY ' Y Y- \7

99

-

A cor vermelhatraza referência com a alimentação, asstmcc-: :::com energia e fluxo(sangue), alemde acolhimento (fraternidade). sui grandepotênciacalórica, aumentaa tensãomuscular e a Dres:lsangüínea. Poderemeterà proib':ãoe a revolução. Interfere no s:-:- = nervososimpáticoque é respo-sé',,e| pelosestadosde alerta,aia:-: . delesa.b umacorquentee basta-:::xcitanteparao olhar,impulsic-:-:: a atençãoe a adesãoaoselen-e-:isen- destaque. O vermelhc= -:,. remeteà festividade, no sentidc:: ::-3-cracão popular. t.Í

Falar em corvermelha é ques=- =: -as-no.O vermelhoé a :: " :,:rexcelência, a cor arquetípica, e )--?= :e todasas cores.E- -*n:,: idiomas,a mesmapalavrasig-':= .:-eiho e colorido.E- : _rr: há uma sinonímiaentreboniic: "e-Ê -o" como aconteceÊ- --:i: Portoda a parte,dizerque ur:3 ::ir = ,=-eiha é dizerm,,:: -,:r: i,r: que o fatode a suacorse ins:::,e--,a::'a Cecomprin-a-:::Ë :,1,.iid correspondente a estacor.C ,:-É-rt l=- :ndas longas::- ïÉì:rmrr de percepção de O,O2segu-::: I ,r-Ê -: e o mais':::-are :rnotadode todosos termosa=:-' -,i€ lr.:- cie o pi-e::__ : :riitrrq:T (Pastoureau, 1997:160). Na culturacristã, o r,Ê-*:-: :i: ;irre_i=::-::c :,::ì',1-r€rr-re Ê: que dá vida,que purit:== =,=-:t.-=I i,e-= ^= =a -i.r.3l-r : f-r= ele derramouna cr{-.1: )=-= = )3ïl,"rü-ji:{:E-:-Ê^s. l: a-rr:JEmtìr[a:E energia,de reden:j: :,: ::r-lf'."Brll; I uq:"-'i,-a :,:,::::- ::r,ï]ir.ffifÍes -Ê-

gativas,como sír:: : :Ê *:1uÍ,m. jE rrÍtËlLt,:: :Ê:6,-j: l*pt"m:=5= a todos os tab-s ;,:ìl'€ : hüruJe ïtg.ìÌ,,:õ{:1:5 :,: : : ,: : : |urryr-|3l|,::a carne impura ::: :rEs lt* id-W.rE irt:'a*r:r-Ë-: -?,trllì3liç E I ::- :e )^

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-,;;q-sra ==ë==a,perigo, A -F rr r< =r' Í^.i r.rrud5' -= - -a1 :=ra, l===Jrochasre--etnas,'"ao::-r.--:= Associoção c'e,''/o'. dinars-,: =:':3. baixe:==^ergie-evolta, movtmento,barbarismo, co"::€- '-r'oçesple^:oiintensiCade, paixão, vulgaridade, poderio,\/ig.' E ór:a,caloçvio,ência, dureza,excitacão, ira,interdicão, emoção.a:ão.agressividade, alegriacomunicativa, extroversão, sensualidace. vi d a , S c ' : go, c ha r3

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Vermelhonosvem do latimvermiculus fverme,inseto(a cochonilha)].Destase extraiumasubstância escarlate, o carmim,e chamamos a corde carmesim[do árabe:qirmezi(vermelho bem vivoou escarlate)]. Simboliza uma corde aproximacão, de encontro.


"i{: LARANJA conhecerem aslaranjas, nãoexistia a corlaranja. âi::.:Í::euÍopeus E rnutrrprocurar umareferência a estacor en: livrosantigos. porém, coetheo chamava de Gerbrot, istoe um vermerho urur"Ëdo (Heileç 2OO4:182). Realmente, o laranja é a corcorresponde aovermerho moderado. origemnaíndiae recebia o nomedenoreng. Da ;u9 ln.laïorrevada a Arábia passando a chamar-se norong.Logo,pormeio '^r,1l1iTi:_,TT dascruzadas foilevada è Europa. euandocomeçaram a cultivãr aslaranjas naFranca, osfranceses transforma ramnorongem oronge- em funçao de osfrutosteremreflexos dourados (ourona França é or). A laranjeira é umaárvoreexuberante:tem frutose frorese em funçãodissoe símbolo defertilidade. Tambem nãoe poru.uro!u. muitas noivas, aose casarem procuram buquêscomfroresae tãianjeira. é a quetemmaisaroma. o vermelho é doce,o amarelo . A,corlaranja e acidoe os molhosagridoces da cozinha asiática sãoem suamaroria ca corlaranta.

Nachina,o amareloé a corda perfeicão, a cordetodasasquaridades ^obres.o vermethoé a cor da fericidadó nãose t"À;;;Ë;ja "rita a estarentrea perfeicãoe a felicidade: ";; tem signiflcJã proprioe '-:damental:é a corda transforrnação. Na chinae na índiao nomeda -:';aranjanãoé a fru,ta, massim o açafrão- coranteraranja que procuz . '=inhadasplantas". A ideiade transformacão constituium dos princípios fundamentais :r: :cnfucionismo, a antigareligiãochinesa.È uma religiãosem rgrelas :r- s-:erdotese seuchefesupremoé o imperador. põder o terrenoe o :'r'*:Ê'espiritual estãounidos,por issoo confucionismo estáorientado ü -trma maneiratantoà vidaterrenaquantoà vida'telestial,'. 1:. épocaqueconfúcio(551-a79ac) viveuBuda(560-480 _ I m.es-ma 'eligiãomonásticanãotardouem propagar-se na china.No buf :s*r: é signode iruminação e representa o grausupremo .:,corraranja :e :er"rl,ção. r5*;'trrrrj'jio m oteriol : ofensa,agressão, competicão,operacionalidade, :,.::rì':oção, outono,laranja, fogo,pôr_do_sol, luz,chama,calor,festa, :É-,ea aurora,raiossolares,robustez. nr-:j-:'|--/:í:ji ofetívo:desejo.excitabiridade, do".inação,sexuaridade, ":,':' ',minosldade, dureza,euforia,energ.a.alegria,uãu"rtên.iu, l-r-ì--:.tã3p:e:er.sensoce humor.


t0 l AMARELO o amareloé um poucomaisfrio do que c ,EÍ-€'ìr: Ê r@mlirgE ü ün*wïda esponta neidade,ação,poder,dìlernisi*c rtr-[- s',''rdidüb. Podesugerirainda,potenciallze:ãc. es:rr:raã: =rrff@ rltrrnfi'mw e covardia. No entanto,em contrastecom ;-à cnr ffììô6 Wüm,'lltq rmÌôüÍlÌÌttlrmm adquire uma luminosidade maioç charnarm;mün ffiìfiÍ[ffm,g.,ÍrfrrpqFmffinj ntlrmt6; os impulsos de adesão. Usa-sea cor amarelaquandose querrrerbem-n dXgrrmr ob@n üm1tÌrÍ[@t por exemplo, a bolinhade tênis. Associoçõomoteriol:floresgrandes,terra argilosa,pè-,3 rü. @imuil@; verão,limão,chinês,calorde luzsolar. Associaçõoofetivo:iluminação,conforto,alerta,goz. :u-rmemryluÍll{imuir esperança, idealismo, egoísmo,inveja,ódio,acc,es:e-uilnWmi" taneidade,variabiIidade,euforia,originalidade.eìEa:ffitilü& Amareloderivado latimomoryllis.simbolizaa 3ir íd rur uMiimrnru em todasas direções. É tambem conectadaè prospe.dade.r-ic;e. z: e ü riiilMtnrmüüüD Wl associação ao dourado.É a cordo -:e-:cc- -.a 3rr"a ro'rmlrrrmrmimronmmt a cordo Buda. É muito comum a construcão3€ S:t-,ÊiLijl+ limMffiE3rÍnr]]Mm üMDìi@ÌUltï]Ì siçãoà vidacotidiana cinza.

VERDE Mistura do amarelo e azul, cc*,te,nrì a d,m4rritndlhp dm,nrrnttpulhm dbrtr ê a tendência ao descansoe Í3,ã,l,,ãn.emrmm, ffi uurltnrn mffim, ,mue: iai: os vasoscapilarese tem efei"tc:e -edr..;flnr mprmffi mlìllmiüfriil|ea su-s radiaçõesacalmamas dores ae,"?,gicõ e fiÌes@l{hlorrlmlr dmürmlffi aasosde fatiganervosa,insôniaetc. Sugereumidade,calma,,eescc,'.espei=drm@ ffiïrrü@he equilíbrio. Alem de todas as conexõescc,* 3 e a matüurnw. -cologia Associaçõo moteriol : umidace ---escor, diafur-reidade.inilrr-6'ì/era, bosque, águasclaras,folhage- :ãpetede j,ogus,.r'nar. r,,erão, planície, natureza. Associoçãoafetívo:adolescència, bern-estaLWL saúde,ideal,abundância,tranqüilidade, segurança, natureza, equilÍbrio,esperança, juventude, serenidade, suavidade, crença. firmeza, coragem, desejo, descanso, liberalidade, tolerância, ciúme. r_r---

Eibiioieca da


verdevemdo raïimviridis. s *:oriza a fa;x:narmoniosa quese interpõeentreo céue o sor.Correservada u du ru. iupárrïru. cor que favorece o desencadeamento ae paixães.

AZUL segundoPastoureau (1997:23)e tambemHeirer eoo4:23-48),a corazule a preferida pormaisáa metade au popriuiãããciaentat. oe acordocom Hellerenoa:T) o azur é a cor'oui,rámuiaca quando os ocidentais queremreferir-íe à simpatia, a ha,.rnonL, J Jmizade eà confiança. o céué azure porissoo azuré a cordo divino, a cordo eterno. A experiência continuada converteu a cori desejamosquepermaneça, de tudoquud"uu'ã:[ï:lriïïÍ,"".0t" A corazultemondascurtas (tempooepercepcão 0,06seg.). Ea cor do infinito, do longínquo e do sònho:o quee .zurpu*.u ronge: o céu,o horizonte, o ar... "-ltur A cor azulestáreiteradamente presente na herárdica dos reisda :rancae posteriormente na bandeira do país.Outroíndicede nobreza a expressãoj sangueazul,usadapara :-r:.::1111" 1uand9analisamos 'eÏerenclarmos asorigens nobres. ou ainiao lápis-lazúliaas mìisnobres :edraspreciosas. segundopastoureau (1997:25) o azur-marinho _ e a cor da lin9u :',' :zacão ocidental aosoihosdasoutraséivilizacoes. c azul-escuro indica sobriedade, sofisticacão, inspiração, profu ndida_ :r = esrádeacordo coma ideiade riberdade ã a" u.ãrÀirãnïà. ourignu recolh imento, paz., J"r.unro,confianca, segurança. il?ligêncn, ^ ?: {'.Ê ter conotação de nobreza (sangue ---azur).o u.uturtirãiamoem *r*enta umcomponente dedensidaãe (o marprofundo e densotende r se.":zulescuro). I :tilizacão da corazurcomgfundopodetrazerparaa marca uma -*1i:rrs:briedade e sofisticação, desempen hando. f;ü;;;'Ërpurru,. principais para-frente, casohaja.É a co*ui, utitirãoa 1_te:es para ef Fr:s*t. a sensacão de frio. r::i"--r-r/:iÌ::o moteriol:montanhaslongínquas, frio. maç céu,gelo,femi_ - tÊ1e,águastranqüilas. rJ-i--'-'31;3 0fetívo:espaço,viagem,verdade, ser:ido,afeto,intetectua: 3:È paz,acvertência, precaucão,serenidace, infinito,'Àãditacão, ir:-r:-;. arnizade, amor,fidelídade, senii_.rto p.ilnao. :-- ::- :.:ger,. no árabe e no pers_ :zúrd, por lozoword : = ::-:_ :._ sej.nnuvens. Dá a sensa:âo do movimento Dara -t -:-:-


t0 3 VIOLETA A cor violetaé a resultanteda misturado vermelhofffiìi@ r?Tr,.O' iikis contémnecessariamente a cor branca.Muitassãosrnq6fongm6Ep666o. quer na linguagemordinária,quer na pintura:azul-vd6@nilìrínryprlM'" malva,vermelho-púrpura,vermelho-azulado,Iilás,lavandü, *mmh ru,snt espanhol:a cor da amora)entreoutras. Violeta e diminutivo do provencalantigo wufu @lh$., mmr cor possuibom podersonÍfero. Associoçõomoteríol:enterro,alquimia. Associoçõoofetívo: engano, miséria, calma, dignkJa& nrriÍrrnrrqünnrylq violência, furto,agressão.

ROXO Roxonosvem do latimrusseus(vermelhoagú[ 6urçtEmmrui um fortepodermicrobicida. AssocÌoçõomoteriol: noite, janela,igrei4 rl@h ür, mnttnn profundo. Associoçõo ofetivo:fantasia, mistério,profundúft,ffi üf justiça, nidade, egoísmo, grandeza, misricfuq,#Hühe, delicadeza, calma.

pÚRpuBn Púrpuraderivado latimpurpuro.simbolizaa @nliffid,mrdfimalícia. A cor púrpurano passadoera obtidacorn ô tfurm&umr,lÌ'dusco muito freqüenteno Mediterrâneo. A púrpuranfrd6ffitrr&mdos os temposprovinhada Feníciae maisespecificannnEdugffit"deTiro e Sidón,hoje Líbano.SegundoHeller(2OO :85f" crlHritr descobriramo tingimentocom púrpuraem l.5OO{_ A Fnmun era obtida por meio de um trabalhosoprocessoartesandr[.tp"ro ffind,garantia à cor (púrpura)total estabilidadeè luz. por esrc rrdfu elq.nnto as outrascoloraçõesdesbotavam,a púrpurase rnarü1ilr4dd sua conexão com a eternidadee, por conseguinte, cffi a nroüm, realezae a religiosidade. No antigotestamentohá referênciaà wpfrptrra como sendoa maisapreciada. g|a espca e filhospoNo lmperioRomanoapenaso imperador, diamusarroupasda cor púrpura. Associoçãomoterio| : manto,igreta, Associoçõoofetivo:calma,dignidade,autocontrole, estima,valor.


il@ E tambema cor da teologia.A corvioletaeclesiástica tem suaorigem na púrpura. A cordo poderterrenoé, na interpretação eclesiástica, a cor da eternidadee da justica.Assim,resolveua igrejao dilemade seusministros aparecerem comoaspirantes ao podere comohumildes servidores de Deus.

MARROM Moreno de Angolo que levo o chocolho Amarrodono conelo Seróque elo mexe com o chocalho Ou o chocolhoé que mexe com ela (Morenade Angola,ChicoBuarque) rffi em a nrab bonrüa Dmsffidrosdeqsa ala bMoma fmila M elJ enõmlrreffie-sda F{opageÍt@ltr rnsffia r.íïasd rfusüd@rìl[imü]a tms m@úres são de gae Nossosarnbaé;a r-a Hctieo sam.hasaiulá ia lá ia ... Procurandolocê Quemte viu, quem te vê Quemnãoa conhece Nãopode maisver pracrer Quemjamaisesquece Nãopodereconhecer (Quemte viu,quemte vê,ChicoBuarque) Ao marromse associaa cor da pelemorena,as cabrochas. Na Antgúdade a cor morenaera feminina,por ser a cor da terrae, portanto, oa rreorndidade. Desdea ldade Média,há referências ao maÍrom como a cor das rulurpes populares(Heller2oo4:259). Eraa cor dos tecidosque não :rfl!'ïarrsldotingidos. llssoooçioomoteriol:terra,águaslamacentas, outono,doença,sensuaiidade,desconforto. eçsooraç;oo ofetivo: pesaL meIancoIia, resistência,vigor. ,\{anorn,do francêsmorron (castanho).


IM

lcr. Sic^o culïurole psicoló: - -

ROSA É o nome de uma flor e l[:ranco. da misturaentreMefiÌ'ielho Resultante rnrur,Ìto uü,[,Ízado. e também um nome feminuruo tipicamente As qualidadesatribuídasà cur rusa são consideradas Remeteà inocênciae a armahiffidade. femininas.Simbolizao €ÍìcdunÌlM, Feminino. frivolidade. com o pú]nr'!xl!tm ern associações uuMlili@da É uma cor terna e s[.kilde positiva. ailfran-lente b|ico infantil,principalnrenem mnrmrnhrnm

SALMÃO Ceuorigema umqualiouryrr.mrme é umdosrarosanimab O salmão 5dtrlr6ooualÍficaum cor-de-rosa tativo de cor na maioriadas língr-as. fina[do séculoXIXe -: ao alildÍtrytfu,tFüb bastantesuave"atirando-se" mais urna do lerrnelho c-e --: ffidMde iníciodo XX, designava salnões l'-ïlr? É verdadeTpa @ilrrre ohos tonalidaderosaalaranjada' não apresentavaexatamentea mesrnaam cübesaillmões3cs nlu€ilÍÍos de peixes,maisdesbotados.O êxitoda pffismsdinnãoconnúumcúhuuh para cromáticoé atestadopelarápidacriaçãoôô{pülmnoqsalmwmdo: qualificara nuanÇade um certo número& mms; @e sdiimrmmado, etc. amarelosalmonado perda salmão poderásofrercorno,erfiffi A designação ffipmrna pdmpüry4 desigcom a concorrência da função uso em de çrc pálidollçfumdhmr{ado),e na uma nuançapróxima(cor-de-rosa a idéia& ummurya doçura contémigualmenteuma alta positividade, aveludada.

PRATA istCold Rede n ist9/beçSofuagrcn Fahré p@"cdar é ouro - rúrrso atÔmico A prataé um elementoquímico(tabelaperiÓdica prata. Pelapruirúlade com 47 - símboloAg - argento).Da cor da o branco,o azul e o cinza,geraefeitosde sentidode früezae distanciamento. parda cor Prata: Há na linguagemordináriadiversasdenominaçÕes platinado, prateado, branco, ouro cromado, alumínio, Prdtavelha,zinco, outras. níquel,cinzametálicoentretantas O gigantemitológicoArgosrecebeuessenome em honraà prata, que em latim é argentumou aindaem greSoargyros.O giganteera como a mantinhaseusolhossemPreabertosque brilhavam vigilante, Dratano firmamentoestrelado.


't%

Em 15160s espanhóis descobriram a costada Américado sur em buscade ouroe prata. Adenharam na terrae batizaram navegavam o rio que de Riode la prata.Durãnte três séeio,s,ì o.n que estava sob o domínioespanhor .À;;; n"ino a*ããi; r".'prara. índependência Apósa e coma ajudados-frÀceses o nornepratafoisubstituído paraArgent(tuu::l.o.ye deuong"; a Argenrima M;; que, do HeterQooa:2aQ"n" **r,.nì nuncase eÍìcontraron segun_ rmportantes cantidades de oroni de platã". A cbrpratauiT: quecarrega ossenrrc*dorn,*o e dasorenidade, fgre masa corprincipalainda o ouro.nãprdbfica *.ã uÀu.oradícionar A COrourosimboriza o varorideare a corprdta,o varor materiar. Comoo ourr

tiaia naáai;Ëï:;ïfrï'ïi:1iil.'ffiH. ïÍ;i:ïff :" qr*uoì*ìã,.ïi;

associada ao dinheiro, narranca;i;

#ï:[:ï

nascerica: u'u'orË il; Ë ;*"1 nï,,o "nasceu "'à" -qú*Ë;ã'

Étambem fortemente vincuradaà g go*ry. dosarquimistas para o norne

l"o#!iiï,#T:.ï::lua.

daprata natínsua rÃcïétraduzido

A.cor pratapodesertambénn unr af,,;:o ar:áref uma rrnguagem poética,dzerrxcs:.uúJo,prateados,da idade.usando quandoqueremos nosreferiraoscabelosque ficami"*"

r.'ffi:ïi;';i-;""u'd;";;;;Jf:::iáï:liliïi3 A corprataremetea sofisticaçâo moderna,à tecnorogia (e tambem m artificial). É signoae atualizaiaõïãàurn,oude e resuinre.

DOIJRADO muÌtomoisque umosimples cor

hsen raro'poucoabundante, a corourotem.assocíações a Fç".Àqsez' vincuradas dínheiro, Íuxoe ateteticiaaãe. A reração ouro e dinheiroé qry. frnseparávet. Ematemão, c,óti mrren'o)' ou mesmono Brasir: n;;"r"1qg , çá",ã,.""*ra fa, Àâãaa(dinheiro) ,"u.óbuu de enil"vinculação o nome "áirã ímedàiauo"oïrã.'"'' De qro. Corda sofisticação, masde umasofisticacão por meioda usada

u*.urroseconsihui emanrÍrese: "r ffi"üJ:quando corrra pesguisa deHeller(2aoa:226), há 19tonrs *offfi de

.


-- : r SÇ-: c ulï ur ole ps ic ol o g tc c

Amarelodourado AmarelotoPázio Cobredourado Corbronze Corlatão DouradoPálido Douradotrigo Ouroamarelo Ouroanttgo Ourobranco Ouroclássico Ourofino Ouroflorentino Ourovermelho Ourovelho Pardodourado dourada Purpurina Rúbiodourado RúbioPlatino da cor ouro enr'ohwl,rü LmffiulryFnmt EssasdiferentesdenomìnaçÕes mastarbe* cs -c-es ;sadospelospintorest@mm6mumnr ordinéria, volvidosfortemenle::- 3s :::5 ::-c por exen-lic s5 ÌMüffi@, distingu''-=--= --.-::s conseguem Mffinos No simbolismooisffimr3 ffr:ri-l:: e 3E-i: m sagnr'marmr '=*l.3orriô' @wJilrï.lrn urmnmnn ffi lm ;a4,": evidenCiaraté meSrnoA OnnWEm nrFrrrpffi cDr"es 6ffi1foç6 ,Frorlrege-rrs - ouro: signoreveladordaSan''lmdanb. quaffi ôs @Íes uruu sqp* oliÌrl e Ëi:"dffiil' do Vaticanosãoamareloe lffidfiim@ do orimadode Pedro. hftühqqmbezerro eseemlmumrmns,m Ainda no plano religiosoe mrmm pela o ffiummmrmrnrmbpmnmaado rep'gser16u de ouro (2 Moises,32,tO) crençaem deusesfalsosà cor 1rcomnrccUados estão ÍmtÍmnmmll A fama e a glamourtarnlbÉ,qi Ouro, de 6alb de@unlq. sãoPaiinrm ouro.As premiaçóescinematognáfiaas e de ouro.Em de n+dhfrrrooU Oscar rhÉnr o e tan Ouro de Leão na China, por: exemplo,a rnoda ma ouro, de prer..iaçÕes há váriosoutrosâmbitos qu concede PaPa o ainda o Dedalde Ouro, Françaconcedeanualmente prestadosà tgretaa Rosade Ouro à mulhercatólicacom grandesservic.os (joia de ouro maciço,èom brilhantese perfunndacom incenso). E na publicidadeo ambicionadoLeãode ouro do Festivalde cannes,na França.

t07


8 - PESODASCORES

As coresexercemdrferentes efeitosfisiologicos sobreo organismos humanos e tendem, assim, a produzir juízo,e sentiÃànros. vários" Aparentemente, damosumpesoàscores. Narearidade, orhando para umacordamosum valor-peso, masessepesoé predominantement psicológico. expedências realizadas porwardene Flynn(r9BO)foramatribuídospesosdiferentes a objetosiguais, mascadaum deÁses pintado ^--a cor:preto, vermelho, púrpura azul,verde, , cinza, amarelo e brunco. l: :,::'a.-,-se, a certadistância um do outro,os oitosobjetos, quase Jr: s -d ::-oosição,mastodosdo mesmotamanho, sendocadaum ::tr :r. =r :'€re:te.Aspessoas presentes foraminformadas dequeos : - .i:Ë :r;,r:q:-*r ,:ss_É- urnpesoquevariava de 3 a 6 kg.O resultado :_r,t!ìeril:ia

-'- - _ : :le ,* f,,esoaDarente,devido à Cor.EÃtreO pretg e a -':- -- -ir1i3-11-r-l:5 3lS ÃJr:=-lS".agÌStrOU-Se a diferençade2,5 -::

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tiguro 7 Tobeloresumode pe::- ,: do reloçÕocor/peso,c: :-.. Modestc::- - l

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I -.": ::- ce+o do pesodo 3 --: ::- :e -: 3 : : rcìs teve

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'ff TOdOSOS reCiplel:a::ì-l*dl*

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*ç15rlnllt;l':s: :- S=.=.200 g, que aS

tentavamz\"'aa-,'ls-d*rg*fiÊs;f e "e- iocar nos objetos' Dessoas

DASCORES 9 - TESTE ffi r,uls:,crtr-:3Eem de maneira diversa Como afirmamos ar:3-:-lr-lE a*;dlr5tri**3l5:5 -Storesque agem soDre ao imPactoda cor.t-::-,:5 elas eque deteri'::-3- -:.r: ":sú::lnffilryse:::npo' Há uma série de 3í-É,:1ão elucidoucom total :'-:;N-ü J,eqr::,,n dúvidasbásicasc-:: ==:-: --!-ffi'9 =É- quaisforem os motivos clareza.Entretant: -ssPecialmenteno camPo : TÍÌlü:ÍïtrlflliÉ que impulsionan : -:-É:s' ;ì Jifl5 = ;ÌilwryÌe-r: = c: co, mercadolÓgi -aA publicidacÊ-ã: = -'-trni {sì,m{r õ t?- um fim: atingiro indivíduo : Jma ação:compra,adesão i,,ffiirmü:Ïtrì$-lf por meio de --. -=-;,feetc. ] destinatárioda mensagem E gbv!c :-= :a-*ì1:":3-:Ìfrï'"jÍlÌffrìü5dTeï[= *:ra-se muito interessante,no é fator in c::=--: :,:-: : SLnlrìillr:ÍffiïÌlr: --:re -=:,Ptr :È --scher (1980), que corsiste caso,a u-':=:i: :: I -€s fossivel precisas,sobre uma em obter ;i-':-,::1,=s ;'5l::ìlll'rwlililff r-{::a:ençase rejeiçÕesPCr deterDessoamec,ê-:: :;-:s ;mEiBvremüii,ffi.

cores" minadas PorleiSos; As grandes',?l::lffis,J0ãÈtlr'ffïÌlr:l são:fácilaplicação -esma que o ePllcanos Ìorma :,: o indivíduopode::,ir:*'l: i 5 irflrïülnrï: iff tsr: ,::3s rapidamente' outrose os resuha3:E:n:0Je''1f1f *fi -e: :;na,oferecendodadosimporO testetem siic e-EilÌemEnírjü: e tambémParao prognóstico -*ú:1P1"?l',: tantesparauso no i'e:'-,:5;tl1ïr: de váriasdoenças. orientação É usado,tambem,=- rfr*-fúlsr:.:3os comoEducacão, *d publicitário, o Para comércio. e Í-{:r-s:-e seleçãode Pcs,es vocacional, u- :3-E0: :t= ,a' =sperspectivas' ele abre,obviamente, q riã'-{: :( (1971)que a psicologia se inDizo professorTheo::rr que a cor o -lEot,rt da cor, vivência : - := a,a dc = teressapeiosubstrato ReÍ:-=-. ã: :r*Éestámenossujeitoà socialização desoertano indivíduo. ainda, Interessa-se, isilrt'l3Se culturais. tradicic-ars e aSinterferências ao símbolo que deu origem :*:rr.:lilo afetivo-emo3,t-d, oelavivêncìa de :-Ë : 3r:':io e umafunção' e pelafonteenergética ante-:f-Ëïr: :-e devemosa coethea iniciativa Já mencionamos Van O Professor a cor no caT:,: ltS ":ã:'essìmbÓlìcos. de introduzir "se ocupar a Passa Kolckafirmaque,a partirdes>:s?5t-,1tSa psicologia e cita afetivo'f estímulo como : :lr e entrea persor3:3:. dasrelaçÕes =--e'(-953). (1946), craves Rorschach os estudosde Pfister(l96ct (1943),schachtel (1952),Hervner(1935),Le$irsft (.l938),Alschuler (1997), Heller(2004) (1949), Pastoureau (1944), Kouwer Ìlg+Z),Bricks


e,muttosorltros,aíemdos

novcs:_:. inrerpretação dgs co mo, o.. .,$ 99res, aspirâmides r95t, ;l .-= :: ïnï3:::1H: pfistáiis cororidas de

o ir=r, *;=,,,r"ïdeFriering 1955, em o Forbstern-^tlsrde seyfrieã"en rgss =. .-_=jãïin.'uorir,-no cores du, deAbonaie Matsuotu, ár rg)2.rnteres_.,:-=_ =JlË" doprofessor vanKolcksobreo testedoi píroÃíde's coro,c:::: :-Íer porque,desse ponto,parteparaurnanova experiêncra naá::: := _:r<etins.

IO_COREÏIPOLOGIA ::-:

(1951),

a personalídad ,Jaspers :::rriar como se maniresram ., i"À5uil[l:r:r::ili#rJ:J:ïf -:rvíduono mundo p"ro

quurËt""j'inttu"ncrado e aoquarreage,,. A tipologia se-propÕe, ao menosdo pontode 1t.:1u:,urologia ' siateórico-estatístico, a uniçã .odifi.u,. e a crassificar os vários :: caráteç tracos utilizando paraisso,, u,

j"ï

ürogi.or'po* ur"Ë,.,rìÈ?,."ill ;:Í ï,ï ï #,: JÍ::ï ;i:,áu

--r::t#::rJ'll:l'l

doisospóros visados: o eue o ,(1s71),são

: :rmo,,ur.'" jhãlÍim:::;,,,:g 5,ïï:ï ïfl,,!L?li]; iï: :-:3ies queempregaram o eslíi.:i:.c:ic,:ático.orro,"ÈÃu]1to

ì:: rarachegar diagnós_ a vários.,t:pos :ei_:eptú,o1,. entr. òu;i:ung(1947), :-= Jivideos grupospsicoiógicos "tá, a predominância em dois,conforme 1-': -atoresde introversão e éxtroversão, conferindio-aàÍpìp"nruoo, : .:-'; aosensítivo, o

verde; uoi"noÃ"nt.r,o ,"rÃurnã,'5]" rntuitivo, : =-arelo. r Lusclel(]?!r) urna ór."qu" ripología baseada ::'-:'raçãodedoiserementos lr: na basiéos to comportamento: a ativídade = ' :=ssividade, a autonomia e a heteãnomn. ouirufuiium"quatro :s :: :gicos: tipos osqueseinclinam a cã,. azur G n","roràïol'purriuor;, :; :_::endem ao vermelho(osautônomos ativos), os que apreciam o

aiÁrrue,iou if urur"lo ïi-:;,.:rïïtï,ïlffijj:''*') eosquesorrem (orckcitatambém ' Rickers ovsiankina, que haviachegado : -.,i-'-:€ queos sujeitos à con_ queprefeÃr ãr.oru, quentes se caracterizam : -- = 'elacãomuitoíntìma com o rì1ao pr:ebido; sâoreceptivos : ":r:-=--:e facirmente às infruências possuem e*t"riores. .uLrìrruno, : - a€!: : -:--ì-sefacirmente, sâoafetivose o q,us::-acteriza -:-:: = = : rapiCez. suasfunçoes NasreíaçÕes sujeito_objer: a acentuação :- =:: -s rdivíd,osque carno se inclinam'às coÃi:',_i;;#;:...apram :::lt-ti-=:-e:.:te ao ambiert", porrrã, ser:.: uma atitudede dis_ ::- _-:=- -: ::ã: aOfnUndo. -*: --:-- -.^ie' são.frios e reservados; rr reracionamento t r s L r L , ,ttd t t t e n l o suieito_ : =-==s3 :: -3 s_ g..c.

:- =::


nl do indivíduoé o resulque o comportamento É fato comprovado personalidade do ambiente, e ele possui e da tado de uma interação os estímulose o Se conhecermos paranovasadaptaçÕes. capacidade poderáserdeduzida. da :ersonalidade a estrutura comportamento, Os testesaplicadosco-: es- finalidadepressupõemuma deterjulgadosmais minaçãodos melhoresesti--cs e doscomportamentos que corressão os escolhidos cs es:-';ios Normalnren:e, reveladores. tem de investiros seus err :-e o Ìndìvíduo oondema uma necessidade Segundovan KcJ:<"os testesde coresem geralse afetosespecificos. e eie :onsideraque o maisdifundidono nesseprincípio, fundamentam Brasilé o fesrede coresde Max Pfister.

DA CORNO CAMPODA II - INFLUÊNCIA MEDICINA Iuzc::-:i: temas:cor e medicina; os seguintes Estaseçãoenvolverá de um inter-relacior:-eïm Apesarda existência médicas. e aplicações e o leitornotaráque .: i:nïil[ entreas áreas,de fatô,elasse integram, logicade '- -rr ffi do presentetrabalho,os caminhosda exposição de ur,.a*{ãnefÍÍr"A fatOsviStOS encontrame SereencontramComOutrOS '!r,ua leinexplicáres" às vezes,contradiçÕes diferente,representando, ercccïr*ltrar de a mesmo objetivo: levam ao alidade,todoseles Procura visuale nossoatrtr':;s'€: um elo de conexãoentrenossasensação e mental. Já há bastantetempo tem se verificadouma relaçãoer'Íffie -Esscs Médicos,psicologxe Pes:- visuaise o nossoorganismo. sensações sadorescientíficosem váriasPartesdo mundo têm intels;#lraics.as inexplicáve,. pesquisas sobreessarelaçãoaparentemente fidedig:,msLtÊr:cas coletarinformações Nessaseção,procuramos por oe váinúmeros cierms',;as isoladamente realizadas de investigaçÕes de a.r:è-nccsabor pois.muitasinformações riospaíses.Descartamos, seia-rnerCadeiras algumas Talvez literárias. ou simplesmente fantasia de período oe n''estigação. original, mas,nãohavendomençãode suafonte responÉ*esetc.perdeda equipepesquisadora, nomesdos integrantes dosfatos. científica se a autenticidade em nëse exposicão' somosforçadose uma prolixidade Portanto, por esquemasmentaisque --litas vezes' paraevitaradentramentos e cor o conduzem,por simpatiapelo assunto,a dissertarlongar'-ente cientÍfica. da realidade perigode um distanciamento gnndes rnestres lntegramo pensamentocientÍficodestaexPosição PsìquiaPsicobiologia, Neuropsicologia, da Medicinaclínica,Psicologia, bem comoo de muitospesqui-doresautônomos tria,Neurofisiologia, países, do Brasil. inclusive vários de credenciados


,z

comonãoexistem aindateorias compretamente fixadas, comexcedg çgo algumas, é nossodeverexporo quesesaDe, o quesedescobriu cientificamente a respeitod9ssensações vísuais.Éur"^ parteda Íísta MaxLüsher, Robert Heiss, Hildegard Híltmann, Maxpfister, Theodorus van F19linS, Ernest C. Schaãhtet, Faber Birren, J.Bamz, KurtCotdstein 5:j:! l; * AdrianBernard Klein,Saburo Ohba,w. Oeribere, C.t. Ifl?l Serard, vvarcen, E.L. Flynn, W Furreç M. Craves, R.HevneçR.H. Lewinsky, A. J.Kouwçr; wilhelmwund! Edward crom,c. Losada, wirherm ostward, 'e. Kurtschaweç octacílío de Carvarho Lopes, wiiliam sryu,n, Reginard Roberts, Plancus e,tantos outrosqueconsurtamos e quenosdeixaram impressionados pro.urur"rosentãoreuniraquisuas pelasdescobertas. $arormas cientÍficas, gue,a nossou"ç p"rrit"r irì.ái* verdadeiro eshidodaGunoterapia. Foirearizada nosanosBO,no Brasir, a respeito r: assl@ urnapesqtrS,cujaamostragem abrangeu cercade dois *'ecüicoE &ús rnt eÍrftÍrneirose doã mir por sua uer. ::'-tenr'pfliilnÌ "nterilos,-õu", dez iúreasde diferentesenfermidad", quu obrigam -3suflilal[i'*çãe a os rerultadosda pesquisa, ofereceram :ri:e valiosos subsídÍos assDruffissor,,as nÍnedims,, anqrretme d'ecoradorei, podendo confirmar or -ã: os j*ã@' -r-rnosclei,es soú*,;";;;r;uisadores mencionados. \ qalr,os: Azul. seu órgaoé a pe*reAss- : 3::3-a e a acne,muitasvezes, podemestarassosaoos = -eecÕes pe,-trrbadoras'que envolvem ternura, amorou afeiointinrocom a famíria, o amorjoveme o casamento. cor sugerida paraos pacrentes maníacos e violentos. É sedativa e curatria. Indicado puiuuro medicinar (queimaduras, doencas dapere). seuexcesso favorece a pneumonia, a tubercurose pulmonar.e a preurisia. Ajudaconrradoànças d; ;iÀC ouvidos, narize pulmões. AzuLíndbo. Indicado pargospulmões, a fim de remover suacongestão. Paralisa úlceras e inflamações. nwêozulodo.Seusórgãossãoos múscuros risos. Assim,as úrceras gástricas e asperturbações digestivas sãoassociadas à freocupacãocoma possíver perdade posíção ou fracassor.ni,iJu contra doencas do sistema nervoso e aparerho aig"rtiuã. é;rtJJuuriuçou, Coverdefavorecem asdoenças mentais ã nervosas. te':úoro Tranqüiliza os pacientes perturbados. nerie-nílo. Estimula e tonificao sistemanervoso. 'cronjo"No usomedicinal, é indicado contrabaixavitalidade, tônica baxa-Étônicoe laxativo. Aumenta a vitalidade do sistema nervoso. Também indicad_o, no.usome.diginal, contravenenos, ossos --" que_ bradose subnutrição. E anti-septico e adstringente.--' vermelho-Estimulaas emoções,perturbao equiríbrio de pessoas normais; produznervosismo, mautemperamento, fortesdoresde


n3

e pscoloc:: Cor.Sronoculïurol

o sistema moral.Superestimula cabeça,morbidez,degeneracão principalmente o estÔmadigestivo, ao apa:eino Perigoso nervoso. essa go,porqueproduzfern'e-:::ão.Jáparaoutrosespecialistas, fígado A do. e do baço. cor ajudacontradoenczs:: estômago, roupaíntimaem verr:: -: farece ser perigosaParaos rins.E pare::.-::s em crescimento. Previne contraas tambémperigoso -: para pústulas, uso medicinal: . = cação anemia, ce =-: caso em c: :Êe- ! ='::ito noscasosde envenenamento icterícia, amarelão de ::- .:'--:elhafavorecemas doençasdo do sangue.VariacÕes coração,bem como refler:ss::-: a pressãoarterial. os músculosestriados(voSeus o"sã:s Vermelho-olaronjodo. -ã: co e o aparelhoreprodutc' ;-:=: o sistemaFìeÍ-\'c-it luntários), cardía::. esgotamento's::: -:-,cso, os distúrbios Ceralmente e a perdade potênciaou c: lrigeLlsÊr-jôlse devemao vel-- - elevaa :'==-: k3Ê-= : rulsação, de suastonalidaces e algumas -:-,'-:,1 aumentaa resp=:ã: Jü-: -':)re os sistemas sangüínea, e endócrino. e -elancolía', Roso.Indicadoparauso medic-d rãr-rerïrõ Cerejo. Indicadopara uso mec,:ï-d,m-ml:=::es). : te:=ss-r,mu:r, frmm* o sistemao3rucsll5ill'ÌT:,atE: Amorelo.Influencia aumentaa p'sã: trEê : :s -::= 3n n-marà: logicamente, -Ë'n:tr $ffil,us'" mtasie':.-: e respiração(como o ve:-'el[i"m, J : indgesffim. Seu excessofavorece Fs,rrcs -::5s pmmnums^ trllffil-cn l.mM i amarelogeralmenteprodu eftfu'nrm$Fd6õP"11-:s e PrÌtia'1,:-rÊsse:m': Ë mT bedo veículo (especialmelfE31rqfori *e-ms. rcÍ:nm.tiF pdÍa -'s: consideradocomo um res,=-mafum (nervos e infla:-,afu;iu medicinal Limõo.Indicadoparauso mec:r.m rmuiffirii rmimmm ilf,ffi-*e5i:: e tônico. .reldimrn dr ffimfldffi Escorlote,indicado para uso a n i mal) .

üehffi

lrli3 3ôC€

índigo. lndicadoParauso n'e3ir:FÉl -:l,"llìl@ e ilrml"üffi !ie:o narcótico;hipnotico. :3.;r'=-lÍr$ESrë =--pções e Violeto.IndicadoParauso -=a'=-ê. Ê.-rllli:e tirÓide. franrreza)É associadoc:- -ïr'- -a- Ê-r-u3Ëm'arÌ Púrpuro.IndicadoParauso -==,=.^= (p:=sã: a--=r.:,-::epressivo. Cinzo.Diminuinervosis:-:: -s::Ìa. rruYUUru / .

L

sJJ'

Vermelhoe omorelo.Desp:::- o :::iente -e,a::o,ico e depr:mido. Morrom.Ialcomo o amareloprodtlz,às vezes.enjôoem passageiros, ouandoo interiordo veículoé pintadonessacoç principalrnente o avião.


't14 Cinzo-cloro,verde-cloro,omorero.Animam os pacientes,quando os quartossão pintadosnessascores. Coresolegres.Em geralestimulamo apetite. Coressuoves.Estimulamo repouso

LUZCOLORIDAE MEDICINA

Luzvermelho. lnfluencia nasrefeições, produzindo irritacão, devidoà fermentação provocada peraruze conseqüentemente úlceraestornacal e desordens gastrointestinais. Estimula asfunções orgânicas do hoÍnem.Favorece a evoluçãoda catapora, do sarampoe da es@Nniìa ,'b,m@ rmd lnrdcadocoÍrtrahisterianervosa. Raiosuqernne$hoc EciÍÍnrliln tl6 neÍ\rosde quem sofre anemiae é oerúir.,tad,o_ Luz bronco. Fazbennm f,fipfu_ Luz verde e cor bffi&.- ffim ffi-amqúrÍiftrarme. Luz anilodo. Possrripoder anaú,gesico. *,

?,:::,y"rde. ltzante.

Naspanedese em vibracÕes, possuemefeitotranqüi_

Tentativas terapêuhcas à basede coresvêm sendodesenvolvidas ern algumasclínicas de diferentes países. o doutorwilliamÁ. áryan,no worcesterstateHospital,por exemplo,costumavadar banhosde cores pôracurade certospacíentescom doençasmentais. outras tentativas são fertaspero doutor FrancisJ. Kolar,; a;; Angeres --melhantes EUA,desdeos anos70. experiências sobrecurasatravésdas coressão rea_ . .lnteressantes ;"JaoiÌsno Denverstate Hospital,no Bostonpsychopathic clinic e no Specrochromelnstitut,em Malaga,New Jersey.


n5

r!-ol Iìq ccr-nuncoÇÕo

ir-:5 ACOR NACCMUNICAÇAÜ Frrandonelo* --- rrestandoatencão Fm coreso' = = -ãn selo nome Coresde ê *::óvar Coresde :' :: Kahlo,cores. Esquadros, AdrianaCal:.-- _-. "

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Aoosas consider= "natureza, o homeme d o c r om a ti sm o"ea p o d e m o sa n a lisaco-: r n o c o ti dia nda o com.-v a l el em br acom r os e :=- : =.: -:ão :. =:.:: aac a c o mu n ì c a c ã o q u e h ojeCo n h e cemc:::: l::= S :' -:Ê :essa n tpeo, iss et e mo s a c o nviccãdoe qu ea -ai=- leS S oua cominaar c o mu n ì c a c ã o cu e A c o rn â q s a n o f i na ld o sé crr l nn a.;::o oodemosconclttir nesseprocesso. t e r m ai ori m po r tâncra

-

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Separtirmos do princrpio de queparaa construcão de umamen_ sagemgráfica existe um codigovis'uar gráfic", .riãi .ãÃp'onentes são, o espaço, a linha,a forma,o tom e a cor,podemos afirmar; pelo que vimosatéaqui,quea coré o eremento mais rico e vigoroso do codigo vrsuar passemos gráfico. entãoà anarrse de sua utirização no âmbito dacomunicação.

I - UTILTZAçÃO DA COR

Dcdemosconstatar,que, o uso da cor,nos diferentescampos em que )e- ernpÍegotem^vlrarLr decisivo,nãopodeserresorvido arbitrariamente, ::- :ese apenasna percepção esietica .;;;;ì;pàrr".r. " l:- "e,nenê.*à: áreaspublicitárias.e de promoçãode vendas, .=::-?: .=-:= _< : 3 ---g a m p a rad e t e rmin a r u,.o, q u e s e ráa po::::-: l: er'r:s$n,*.*d€ rais conveniente "t,iïËrpu.ffico rá lu a cãáa de mensag:,:tr6rr: 3 p-f consumidoou;;ç;;"r -t' utirizado. 'zz: :s;e:*i:rfr** Na reaiicac: **r-",1ra"" seráanunciadotem íntima conexãocon-: ::-:-:r'3!aJÊ, ;ilrerserã,.re fansmitir a sensacão de realidade, querp."= :3*rr,3-*tr€::: :- -e=i;a. urn diferencial. . Ninguémignora,p.r ere-f : :_: : ::- : ___ cas características da moda,estando, ports-:: _:__sÊ..:ìier:e,,gada u" Jilo de vida, isto é' à maneiraque .":: s::,edacietem de ser e de fazer determinadas coisas. o home:-:::;o acrescentad";;;;; ãã rotu, cutrasgamasdecorrenles de suasexperíências "lfr".tro no campo da euímica, :assoua terpossibilidades maisamplase diversifica;;;;ï.";ercitar sua :-ratividade na configuracão de ;rn-r*; gosto,contribuíndo com a sua ::rte parao surgimento

de um estíro renãú;á.Niõ#rylno.u -:egração or" u donovo,dentrode umasociedade já mordada erÀdetermina_ :r:spadrões integrarmente assimirados e sancionados perogostodaépoca, = -ï processo lentoprecedido por uma vanguarda *everência, ;;":;;1. audácia = peraquebrade tiadições e perarepetíção impositiva, vai --3-':oassimirada graduarmente atéumaacertacão praticamente totar. Sbviamente, a pubricidade se adaptaao estirode vidae refrete, -Ê-:s emparte, ao o c.omportamento humano dentro de um determinado =:;e::-tempo.Essalimítação natransmissão da imagern;;ã" a uma :':-' ::'acterísticas maismarcantes da pubricidade, q"* J. ãà naorixa, :: negativos da.sociedade, dentro da,quãtj;il;"";ra a qua S'=:'srÊ:ros -g--,Nesse sentido erapodeserconsiderad; ilril, Ëir-íiruup"nu= rs espe:ros de umarearidade cororida, n"ru ãr;iã;'rï'ì;â"cão ce s:'arasirterdicÕes. portodoo tu, .oìiuão.emocíonar, " por sua foi-:a ce -DacÌoe porsuaexpressividade defácirassrmrracão, é a coro ereÍ-€r:: cuernals contribui para transmissão dessa mensagem idealizada. erlorparadoxa Imente, erasejatambem:l;;; pr"pondera nte na conüe.i3.. : do aspecïo realda mensagem plástica.


I t7

A cor no comunicoÇÕo

é maiscomplexodo que O problema,coffiose podeverificar, um estudoP1ï-Pe qt*tt" vista,e merece parecer à primeira poderia nosetormercadoh6inrfu caanr paiaqueasexperiências ïundamentado nãosópeda deremrupo oeensoioe erro,querePresentam noesquema no âmbitofinanceiro' comotambémum desperdício podemos doshomensderrrrlÉ@êtm afirmarquea criatividade dosesoig,olfu plásticos, grandeno seusetorquantoa dosartistas e &mdhr mercado do orientações as Mas,alémáe conhecer ãineastas. té<l*nffiüm' de um domínio elesnecessitam a suapotencialidade, uma margemde preÈfuc possibilite que lhes bem fundamentado cujametacertaé o lucro. segurança, e napronrc@& e,.na.publicidade despertado O graude atenção Esobesseânguloquepoderrm a serobservado. básico requisito vendaslo da cor' do usocorrente a importância a analisar comeÇar a cortem a capridmh& intrínsecas, Devidoàssuasqualidades otm6 e sob um donnrÍmrq, rapidamente captara atençãôdo comprador emotivo.Essesdoisitens,a rapidezea cargaenmq'ffi essência, (mO itens,assúfin nos prÓximos maisdetalhadamente estudados o que ãuuiaoempregode suasváriasoutrasqualìdades' '.iryh e ffi da cor à suafinalidade, e a ierfeita adequação pãi,uÀ,o. emboraestessejamelásticceditilÍrq e normas, certospiincfpios pü m8tfiidÍ essaque deverácontribuirdecisivamente adequação uril fu p'-testa ,- iupãf positivona men'ugefiìda venda,sendo tos prlmoiaiaisda es6"1egb& nwrketing,cujo.esqronmcnb ou umnnfudor ou *gfftênliu podeanularo *d.o' de q.@uer veí,culo m pírripaìs EntÍe sidoqrner*ra mensagempoÍ Íniils dispenfu a mídia ffi!4 apúph iilentidade veículo!incluímosa embda6err4 puiÁ pressa,a mídíaexten'ore üilü48qtft6 fu;Ím de orunúruão e promocionalblicitária

.,.--x;ffftr*

DOMRCADOTffiDA 2 - ANÁUSE

coR

Dentrode um planogeraldemc*eülg ryoeGTçn:&mercado relativaà cor - fator imporhrrp nasveÍdõ - c|agfu ernbasar-se as rnriraqwülnb çle podem em váriossetores,considerando-se afetá-la. Em primeiro|ugar,é precisodefiniçduranteo planeiamento se ó produtodá margema uma procuraracional mercadologico, Nessahipótese,a corçralmentetem uma for partedõ comprador. por exemplo'um poisninguémcomPra, muitogrande, influência tapeteou umacortinasemsaberìe essesobjetossãoadequados a nãoserqueos peloconsumidor, de corjá planejado aoesquema planejamento' esse venhamu iei o pontode partidaPara mesmos


De qualquerform a ,t e re mo sc = . e rif ic a r,c r. a me n t e ,o s p ro d u t o correlatos cujascorespossams: compor:= :endência constatad Uma geladeira, po r e x e mp loc, * a lin h ad e : : . e s e s t e ja c o mp a t í v e com a de fogõese raminados prásticos, te-: -enos probremasde aceitação no mercado.Na maiorpartedas ,:::s. não há necessida de de mudar a rin h ad o p ro d u t ã -q u u n . : c aa --= s imp rJ smu d a n|L na cor e em peque n o sa c e s s ó rio s b a s t aia = z -?u , u u t i. a -t u . v v' q ' A ssimtambemu , mae mb a la g e m p o c : -: : . - s _ amu d a n c ae s t é _ tica com uso cert od e c o re sru ï t u a u . -= : : : : -c t iv a d o ra se q u e a destaquementre o s d e ma isp io a u a o = : : _ : : . -: -ì t e s . A proposicão p u b ric it á ria d e u m p -* : -: : : : : c d e rá d a r ê n f a s e a uma determinada corao se decìdìra :::=i:Í: ::: are a faixaetária especialmente, do p ú b ric oc o n s u mid c:- : : = -: : . c e s a isjo v e n s têm preferências divers a so u o p o s t a sa o s -: : : : -s a d u rt o s o u ma is idosos,de gostom a isc o n s e rv a d o r : : : : _ : : . : ra n t e . Quasesempre,t o rn a _ snee c e s s á -:: = : : _ _ < :o- me rc a d op a raa j=r-verificação de tendências: numa =::,:: :odem ser usadas determinadas coresna cozinhae :,:-.: -*_ ::.._itório.por outro lado,difícirmente a t e n d ê n c ia = r' , -j= : : -: . - : . 3 a ra a t o t a rid a d Cosusosprevistops a rau r -= = l_ = -, : -. -: : : . : q u e q u a rq u e rrevisãonessesetorse lin-;:=. _._:1_.:,::; :. s*a aplicação. Quaisquer dec is Õ e s : e s : : r: o d o u s o d a c o r n o p ro d u t od e v e _ - a''n realmentese r - : ip a d a s a n re p o r u ma a n á ris ed o me rc a d o e ::s tendências do consumidor. Assim,a"rp"tuì iútã'pod"m ,", =' :adascom baseem dadosconcretos, e pode-seatendera uma ::randa exigidad e n t ro d e u ma re a lid a d e; rp . r; ì ; ; p o c o m_ : -: .'adapor pesqu i s a .

\ão e necessário repetirque a Publicidade refletetendências do -:-ento, pois erase configura com um reverador sócio_curturar. o :-e :odemossarientar e qué era acentuae rearca o crima desejado, :-'--:o um ambient eq u e s e a d a p t e o u s e a n t e c ip eà ma n if e s t a ç ã o :- :=sejodo consu mid o e r à suacor carac-

ou'u ::-::- : e satisfazê-ro mesmo que,,#l;u"'J;"Jr:.o

segundahipó t e s e ,p o d e -s ep re v e r a o c a s io n a rid a ddea "= --'tr-::- comprode impurso.De fato,a maÌoria dos consumido":: -:::ssita geralme , n tdee u m p ro d u t o ig _ a l u o p r_ " , ro . Um : -,: - : ,:i. por exemp los, e ria s u f ic ie n t eme , s; m s e g u n d ov e í c u lo ::::- . s.:;sfazendo um, s ig n if ic a dpos ic o s s oc: ló g ic o ï . As pessoas :-= :=-:ie possuíram determinados benso* :ojetosnão sentem -::::::=:= je exibi_ loaso s d e ma is e , n q u e : : ca, ma io riac o mp ra : --'-':' =- -e:essida d ecsria d a sj,, ó ; is s oc a riad e f in ic ã o a u ma s :-::ã: :' : :-=:onó mic aa o me s mo ï " rp o q * ; r; ; ; ; ; Ë ì mp o s t _ :ã: := _-- s.g-i'i:ac ã op s ic o J ó g ic a e s ó c io _ c u it u ra l.


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33 :-: : Essasegundacategoria de pessoasé alvoda ater:r,cãs tário maisdetalhadamente. Gerarno consumidorunnanel€ssdfficnÊ estimulá-lo numa conduta nova por meio da aqumlrcãclmaÉ*r: runrumsmdsentir-se motivado por algo que não o leve a fuomlunm mentos,criar nele necessidades artificiais, conrrocmmmpmmmen de desejosinsatisfeitos,informá-lopela rnoür"açãodmmffintrom bons produtose serviçosmerecedoresde sulaawuús@rúMdfrü@lrllìlr na realidade,matériá-primaideal para o *'ofuffi pw ffi c o mu n i caça op u b licitária. O consu m id o r, po rtanto, é continuôÍTrutE estirmulM Nr mF f i ssi o n a i s q ue, aparentemente,desejamseu berngç, wrLr 6qffi1qç, seu prestígiosocial,enfim, suafelicidadee a de seusfdilmflililillhüEq, ffiD tando para isso a aquisiçãodo produto ou servrlçooffiememffir G a publicidadee a buscada completudehumana:'A puuhliirlmidü e cmh atualizaas necessidadespresentes,traduz,exacerrrìla é uumrtrmrdtrmrr valoraos produtos,tornando-osmais desejáveis-,. 4). me n t o " .( Pe r e z,2O O4:11 üttlttiltÌrumgl Nessa complexa operação, a cor constitui-se €Í'luutìl t a n t e e l em e n toco m unicativo.Trata-se,por t a n t o " d e u u mrmrf f i simplespercepç@ uilüübitr de consciência,originariamente processo subseqúemre e@ de nossasensaçãovisual. O dessaimagemsensívelrÌ^os:'a:oïo :rós a ahçtrafrmrrmeomüiftmrmos,por meio de ncss=r- =l , cace 'eprodurzÍmr@o&uffip intermédiode s':-=:3e: 3-a-,õ--=,JasassooMda mcl![roMltlwem pennuen'çõo É surpreendente notdnr,qrue de qüente recordação,assúmr@@rrìlr[@ mucnlmm re ou.u mmrüiinmmrtrürelr elabo ração" estão sernpre omrmlmdmomnrll dor, agradoou desagrad@*mmo@&sffir A sensaçãoda cor não eilrflffiprtmlhpffimmnomuilúnucía. runqção a medH,lt*gq|}üilln mas esta se dispõe ativanruerml@ ou não,re$strcrfu ou não-bqfi'ou*rOGtr-a'içrcssao isto que deixaa cor paÍaque s{a bmürú- Érofu,odnnfunrnm" é, uma atividadedo ego que Fnwum,rrcrerfulffidhÍrrüeÍnori4 AléÍn Íf,qoffihmkmd desse aquelascoisasque desejareffi. recebeu #hmçnoüffim diferemedomrn é bem reconhecimento anterior. na exoeriência O mundo objetivo tamLÉrncons'titui,poÍ@, rrffiitmção,sendo a cor um elementoque suscitasentimentos, i.rúaç a*cões e que nos é algo a csrpreersão de q-e o Ç.8 deqqiarne5 oferece,via sensibilidade, qr ircornenbnte. conrrcniente desagradárc|, lindo,feio,agradável, Resumindoas duas hipotesesepctas, tahrezc rna'simportantes de comprado consumidor(a de uma comPra sobreo comportamento prioritariamente e racional a de umacompramovidapor impulso- prioda outranosseusprocessos ritariamente emocional),uma independente

I t9


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c,iremcs:_e a pfes:_:: do elemento !e glgfryeão psíquica, cor na Publicidade dependeexcrusivar:=;;" gral :sensibiridade em que o indivrduose encontrano mor-c'rto daïece:::o áu n."nìugum,grau que'mutasvezes, por,motivos a,reios,pode --caç Ã.fÃã por arguns momentos, o comportamento cc :onsunic:. srhjesg podem2s,por exemplo,sei _-:: r.acÍonaÍs no ato de comprarcoisasque nos interessam corno.:-: =-ento de situaçÕes e, ao mesmotempo,sermotivados simpresrne-:= :c- -.. detarhe(no caso, a cor)na comprade coisasqr" ror"nte ::--:-:uma gratiÍicacão materiala definidosdesejosinsatisfeitos. Sejacomo foç temosuma variadaga_: :_ ::-surnidores, que os psicólogos e pubricitários assima"rì".ï: ': ::-:-entais, em maror os volitivos, sempreprontose s.::-:::-=_.s .ontades; ,liT:.t os inte_ tectuais, em menornúmero,queestãosuie13= = --";;";.r;;is,cotogico ce compra,quernaanárise e reração entre:,:s :aesde ofertaJdemanda, querna vivência da aspiração, ou mei;-c-.-= ::iicacãoa rerações de posição. Portanto, notaremos que o con-pcï.-=-:: do consumido4 depedo alcance positivo da *.r..!.::-: ::á:Ìa.podelevara uma !e!o :ompraregulaç por umaqueslã::3--=l:: : _-. :o.Ììpracoativa, por Jmanecessidade;a umacon-ìpi:: :::s i: :c.::3ncnia de recursos; a -:nacompraimpulsiva, parasa:s.a::. i:sejossurgidos .rplnú*umente --m períodoespaco-tempo :e'acronado ao seu momentode menorou --ror graude sensibiridace; a umacompraemocionar, a remr_ - s:ênciasinfantis ou à compensação psicorógica de"nuoiuidu um sentimenta_ .-o penetrante; a uI1.,:Tpra de prova,ligaãaà ou umacompraptanejada "rpurir"niàçao; num sentidoi" urpu.'uiô,'àì :: l: nur.u :t :onhecimento.

l_ _ ApLlcAçÃODACOREMpuBLtCtDADE E PROMOçÃoDEVENDAS l ''i3:'s pesquisas chegaramà conclusão de que o azulé uma cor ade-r3r,i = embalagem de produtosalimentkíos e:^ .lgì;;;;, apenas. r'É* iÊ serfrio,quando a,embaiagem é transpa:ente, ele pode sugerir :::': = -egativaidéiade diruir pioduto.para o ':': : --a de un -:: :3mo o reite,porexempio, "ruãrís,., já essacornèc: :conserháïer: par.a -:_: _:nte transparente glie contémágua_ _=ruf.rìr, pãi. .*r=" :r!,: :,: extrernamente parauú c; =,a'u fur.:cional. ror..d,, :__,_ -.=. :. :-cduto, adequadaa sugerirde imec=:: ;:';.;;"_i:..o _ -;,_1i-:":"":ai parasuerendãgem. O prc::_: é realme_:::,,: -': -=-':Ê-s'-35. cor exen'pio,qué o marror = : :cr.exatapa-: s,J'ãe-' : :-:,::,::: = Ê-:.3:ento. e ,--- to, oru, ao:::ca ra emb,a:ae_c: ='::_--: r":33-a:,sDí;: tc,:Ê'zz*c _a aa" fÊssê_::s;e.:=5Íc" __a


ilzil !

L nessepontoque o gostoe a me|igênoado criadordo disployse manifestam,e ondehá margempaz,-mJsolucãopersonaríssima, ono" r.gru, e orientações são um meio-a:rÍio. da corem relação .. outro pontoa observaréo cuese refereà arteração à iluminaçãousada.Nessecasc.seráinteressante relero item em que abordamoso fenômenodo c'or-atismo. No dísplay,levando em consideração o "peso"que o usode diferentes coresnasváriasembalagens confereaosobjetos,é precisocertocuidado paraestabelecer um equilíbriono aspecto formaltotal.Agrupar umasérie de produtosembaladosem cor escurade um só lado fodera sugerira idéia.de que o dísployestádesequilibrado, pendendopara o ladó dos produtosde cores"pesadas". A cor é uma ferramentamercadológica muito importante.De certomodo,as coressão uma espéciede códigofácilde entendere assimilar, e por issopode e deveser usadoesÌrategicamente como um instrumento didático. As coresformamuma linguagem imediata que tem a vantagemde superarmuitasbarreiras idiomáticas com seusconseguintes problemas de decodificação. Dentrodo mundoda embalagem, a coré fundamental. os consumidores estãoexDostos a inúmerasmensagens visuaisdiferentes. Dentrode um auto-servico, o tempo estimadoeí"nque o clientese detéma ver um produtoe de 1/25 a 1/52 de segundo(ciovanettir995:rlr) de modo que cada produtolutapor sohressa.-sedos demais,buscándoserreconhecido e chamara atençãode forra cue o consumidorpare,toquee o leve consigo. De uma simples prortecão),2"2 a mercadoriae uma marca de fábrica,na atualidadea ernbafiaqerr se transformaem um vendedor silencioso. É o cartãode úsimsdofoduto e o toqueessencial na cadeia mercadológica, conectandoo pnodutoao consumidor.A embalagem devefuncionarcomo um cornercial"relânnpago", chamandoa atenção do comprador. A cor faz reconhecívele recordávela embalagem,além disso,é possívelusá-laparacategorias específicas de produtos.No entanto,há que se ter muito cuidadocom esta afirmacão, já que seriamuito simplistadizerque a cor da embalaçm está ditadapelo tipo de produto que contém;se fosseverdade,todosos creÍnesdentaisseriambranco, ou brancoscom azuletc.(e o que dizerdo amareloe verdede Kolvnos e posteriormente de Sorriso?). A seleçãoda cor paraum produtodeve ir ao encontrodo perfildo consumidor, da região,da c[assesociale muitosoutrosfatores,comoaspectosculturais e psicológicos. A formae a corsãoelementosbásicosparca comunicacão visual. Algunsdos efeitosda cor são: dar impactoao receptoçcriarilusões ópticas,melhorara legibilidade, identificar uma determinada categoria de produto,entreoutros.


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Psrcodinó--

3 ,I -C OR E L EGIBILIDADE

A corse bem utirizada é umaformade merhorar a reituradasinforverbais, dossímbolos, dos logos etc., mastambém,se usada T:gõ"r tnadequadamente, trazcompricações ã inuaequações. A tabera de Karl Borggrafe (in Favre & Novembe r, rcìo-:+,e|informa sobre a reeibiridade de letrassobredeterminados fundoi .ràra,i.or. il intor",ïuçao ,u de leitura*ufirua* .àm tetrasde 1,5cm l:::::l=provas de attura depapelaode t0 cm x 25 cm de largura. :^o::_.uu9es, Èara'meair o tempoexatode leituraseusouumtaquistoscópio. v";ïÀãr Jslrincipais resultados da pesquisa: Adoptodode Koneonffiin2

Fovre&Novemb,e. CLu,o,r ond uno eï commu^ cc-icrn 1979. 50


t23 3.2 - COMBINAÇÃO DECORES A combinacão cromática podeserumaestrategia cLe:r:,:.: -*_: r :,_tencialização de efeitosde sentidode uma detãrrnina:É :e- ;r:r:L-r_ ou embalagem. o usode duasou maiscorespoce ià- lr iíEr iú;i;:: marsamplo,como por exemplo,o vermelhoc-e ::-: -ffïE .s-i*E : atividade, vivacidade e estímulo, associado ac =-:l:,: lr: gsr,ãdrts,ntr,ç de sentidode felicidadee jovialidade, impric:- -nEE * ãin**m*, e expansão.Estaestrategiae particularmer:er@ressanrm qr,ar,ldfl;É destinaà mesmasuperfícieparaambasas ::res. nãc ha,neriú:ds&r,rnÌ, predomínio de umasobrea outra. A combinaçãopode se dar por meio da integac.ão1Ê ifr'flÍìr' relativaproximidade, como o vermelhoe o rosa oL =-:: -rBr-.dnímr se quer obter contrastes,com coresaltamentedist-:".,r" a:r:Ìilr:nmffi[r, exemplo,o verdee o rosa.

3 . 3-F OR M ASEC O R E S Uma mesmaforma com diferentescoresnão pnoc-: : Tffi,ílrwçmllÌuü[i_ mento.uma corsuavee harmoniosa podecomoeÍ.sa-as imnnm nnu*mr",mm ou rudesde um desenho, po:-exe-olo. SegundoCiovaneii'(''=: --.ti iS :c.es se ::rresü,ün,ìÍlfun Ef,,.t. certasformasgec-::- :=; "O triânE- : :3respcn3Ê 3: -rL-ìdnr--et:ir:ârrrc e ilmtìildE con. iea::les er tcriru * aÌr,s:ir* I *tsr-raf*r[:M,mbÉ,é rnovj-:e-io. rnas ctnrcelmrËoe mnfr"-EsFr:,nude rnrufrlm@lr a,o quadrac:. C verde se qcenlhlffu:a ffi tr$ï tr l&n6u{i de pamtas arredonca:ase o roxc :tnT -l---nellmseril Figuro3 Correspondê: : :---= : :-=. e formosseg--:: 3 : ",1-=* ( Ì995:ìì5)

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r24 3.4 _ A SINESTESIA E AS CORES O fenômenodu tem um papelimportante no marketing de produtos ^:,:lr_,:sia e embaragens, principarmente quandoa expansão das cores produzmaisdo queumaestimuracão, em ouüostermos,quandonão apenas a visãoparticipa, mastambémoutrossentidos, comoa gusta_ ção,o tatoe o orfato,contribuem paraa geração de um determinado efeitode sentido. coresSugerem, diversas temperafuras, o *^,1-t marsquentequeo azure o verde,poiexempro vermerhosugereser perleniuur o a. branco em umacordeterminará suatemperatura iaut*'ou ,utãriau,craro: quente,escuro: frio. As corestambémsugerempesosdistinmso brancoe o amarero sãomaisleves-que o roxo-escuro e o píu., q.rcsãomaispesados.o pesoé maisdifícir de determinur q*ndo ; il õ;;;.rar o peso do laranjae verde,raranja .inru-, e venmerho. Mesmo que, em geral,se podedizerque o mais " pesado -ur é o n-nisescurodosdois. Emdiversos testescitadosporFare& r,.,üüembe r (1979:3o)foram determínadas relações entrecorese sabores, msimtemos: Acidez- relaciona-se como annreloeserdeado. Doce- relaciona-se como laranja, arnarelo, verrnelho e rosa. Amargo - relaciona-se como azur-marinho, café,verde-oriva e o vio_ leta. Salgado - relaciona-se ao cinzaesverdeado ou azulado. Emgeral, ascoresfriasassociam-se aos,sabores amargos, , enquanto as@resquentes se relacionam comos sabores doces." t* e asfragrâncias tambémsecorreracionam cromaticamente, t"r: asstm: Especiarias comoa pimenta, se reracionam coma corraranja e a cor ,*elmelha. M*F em gerarsereracionam coma corvioreta, o rilás, o rosae os perfumescomaromasde naturezaou pino,coma corverde. em geralse relacionam com as coressuaves, purase " mï cs -.;';5 dreirossãoassociados às coresescuras e neburosas. 3 .5 -C OR E A S P E CTO A preferência pessoarporargumascoresvaria com a rcaoe'sero'dmse sociar,ãln"rt".iá-*rt"r.r em conformidade er'Ë"riï, .or", "ìi"


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preferidasem váriaspesquiçaq,WloÍitaÍi.rrrcnterealizadasno Ocidente nerde,üoleta, laranja.Amareloe (Heller,2OO4),são: azul,ìrerÍrille{ho, também preto empatadose o branconõo é tão pocurado. Pesquisas dos obietose formas,as corespuras revelamque,independenterrmmr@ são preferidasem relaçãoàqrrck de tors intermediários. Outra questãoimportanE e qulediz respeitoao aspecto,é que e as coresclarasno verão. as coresescurassão preferidasno úrnverno moda. da úrmdrúsuia e o motor da Estaconstatação

4 - A COR NA DIREçÃODEARTE O termo comunicaçãoé extremrnemteçnérico, aqui nosso objeto mercúbgi,ca, e maisespecificamente, de estudoé a comunicação analisarmos a atuaçãodo Assim,é importantetarnben'n a publicidade. profissional, dentroda agênciade pqaga@ qlre dirigea criaçãodo ponto de vista da arte,o chamadoDtffi de AÍte- Na agênciee eìe que manipulaos elementosdo códigouhtJdf"firduindoa co'. )ê3c: :e co'is A criaçãopublicitáriasempreteve a panmcipação profissionais. Um responsávelpelo texto,o ÍBdffioqo ÊLrf: ,eil: eryecto formal da peça de comunicação,o direts de arte- epsar Ce tarefas trabahnmìriç a@a decadade 60 os doisprofissionais complementares, de do séculoXX,em ambientesdistintos.O redaFnm ïDeparmrrnnento de fuermru de 60 Estúdio kil dÉcada Redação"e o diretorde arte no hoje urenrms que o conceitode duplade criaçãofoi implanadq,@@ilnrrm no phrmde propaganda nos milharesde agências inicialmentena üffiü@de Dane Essaatitudefoi estabelecida nos anos 60. Essanalrmmmrraçao, americana, agência Bernbach, Por de BillBernbachacabouconhecidacoÍrr) 3 Mdil"!çãoCriainiciativa tiva de 1960". é que offiafrno ern dupla, de Bernbach, A ideiabásicado raciocínio onde o redatortrabalhaem conjuntocom o diretor& arE, poderia estimularo processocriativo.

1 Termoem inglêsutilizadc:,:? J*'

a signaruma técnicacriatì'.: :,tïÊ setf Bernbachteve um insightque iria mudarfundarnentalmente primeiros õ'EsÌ na agência desenvolvidaer gÍuD: :=t Em seus em anosposteriores. propaganda -S ao lado do grandedeÍgner gráfico por Alex Osborn.:c-s.r: :ir fi-@n ele trabalhava WillianWeintraub, dlsrufisão um tema espec*:: :e: idéiascom Rand,Bembachcrtenceu-se de PaulRand.Desenvolvendo em SruPoieva.=-:: I -dricr -ì-.[-t€que redatorese diretoresde arte deveriamrealizarum b'r-ainstormingrro possí',el C,e ,ae;as sern m,milquuem Anteriormente, avaliação.c LrertÊ TdLs eftmi-ôrrlru@Írll em uma campanhapublicitária. enquantotrabalhavam eram criadasem um rnetodode li- melhor.fu 'aé:,as3_ìe:a- a *.rrgtr, a maioriadas peçaspublicitárias cr:rlt?!€ir r'lecanha de montagem:"O redatorescreviaum título e depoisdeixavana uma darCc 3N.EEra t:s:e-orrnente, r lsmosass:'3,ë:,asportado diretorde arte,esperandoum layoutem retomo',relembrao agruparn-s€as idelasseguncioalgum sentiaque se duaspessoas crìteno e se esEbelecev: cminhos Bernbach veteranoda DDB,Bob Leverson. juntas, um diretorde arte,às vezes Cetrabalhoum redatore boastrabalhavam


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nãose sabequemesráescrel:-ír e querr es:afazendo a arte,poís vocêse empdgacoma ìdeÌa,q"e e a coisama. importante(warren Berger / Advertisin g Today). PauloRoberto. vasconcetos, ,,o em suadissertação de mestrado Readvmade na pubrícida de" pois), àefine."; ;;;p;i"dadeas conseqüências da firosofia de trabarho ãstaberecidu pLr-áàr-nL.n, "o Diretor de artepassaa sermaisqueum mero montador de Layouts, elepassaa pensarna imagemconceitualmente paratrabalhar juntocom o textoe nãopara simplesmente ilustrá-lo,'.

O percebermos é que,a partirdessa,,revolucão 9uee importante criativa", o diretorde arfeDassa a t"i no processo de criaçaoï;;ó;; publicitária,uma imporrâr:cieíunda r. niuï.il ;"r*q uuïtï, tivemos

::;":iril::5x'i"J :j1iËï:i':#i::í::Lx:ff tmagens.

E apósessabreveapresentecãc s.:.e : :.:.sformacão da direcão Ceartenacomunicacão, obÌetj,,,a-:: ,:::_-s: -a;s específico da cor ^: comunicac ãtoe,mo s qLe , - , , = -. a i t e c n o t o g ic o s :: reproducão nasartesg.a.::s. -l: ' : : -: . -l= -

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Noscapítulos anterio'es '.ca c,aroque a cor tem forteapero aos - -rs do homem.Lernbrando a frasedo professo, r.ri*, ràsrames_ obf1,"É uma preocupacão antigado,homem,desejarreproduzir -- - oridoda -: naturezaem tudo que"orodeia,,. E o grandedesafionas .-s gráficas seriaexatamente essareproduçaoaui.o;;;,;; caso ' da ----nicação,uma reproducão em sériecom quaridade indiscutíver. l:mo no casoda.fotografia, uma tecnorogia criadano sécuroXIX, -:: :Je tevesua exproração na comunicação a partirdo securoXX,a --':='e seutempode espera, parafigurarcomograndeeremento de :--::ì: naspecasd e c o mu n ic a ç apou b lic it á ria . corocam o movimento ':- rs autores Art Nourreau comoum marco :: :::.r. Movimentonascidono final do. séc:,lo XIX na fr*çu,,uu" --'

--=':'hos dearguns arrisras comoTourour. iurí".ìióão_,no.,r, - - =-'l-:'et,Arphonse Mucha, e outros, umdiÍerenciut un.',"tução ao :-: :: :-:mava "arte,, atéali concebida.

Figuro4

- -:: nosanosde lBB0Chéret criaos p:tnerros cartazes para :---::' =spetácuros de circocomdesenhos rri'azes e cores.nurul peçasmemoráveis paralocaisde ^,-= =.:-:.::1-tii'1e-c,1e3li1ou :: :::s:::é cu l os de var iedades em Montmar treeChamps Elysee, :'-: : ',':* n Rouge e seusídor os JaneAvr irLa , cour eu! o po",u -a' .a' -' :. := 3._:^:.


127 Muchase torna o artisb prediletoda famosaatrizfrancesaSarah Bernhardtparaanunciars{rasapmesentacões teatraisem seuspapeisde Medéia,que imortalizou inúnneros e magnÍficos cartazeslitográficos. Apesarda posicãosocialde artistas. estesfaziamumaobraindubitavelmente "comercial". E surgeo cartazcornoformade comunicação eficientepara, principalmente, promoverespetaculos teatraise musicais. Em sua obraLoyout:O Designdo Póginalmpresso,Allen Hurlburt (i980:3a)comenta:ïArt Nouveau foio primeiromovimento artístico direcionadoparao design".Na verdade,a Art Nouveauestabeleceu o que algunsteóricoschamaramde 'Arte Aplicada". Eraum trabalho artístico com forte poderde comunicação, onde as imagenstinham fantásticopoderde atração. E o movimentoArt Nouveauso pôde ter essamissãode comunicação, em funçãodo desenvolvimento de tecnicasde reproducão gráfica, no casoespecífico, a litografia. A tecnicalitográfica de impressão permitiua reprodução em sériedos cartazescriadospelosartistas:c movimento. Exímios desenhistas dominavam que apes--:Ê Figuro5 a técnica, Cortozpublicitóriode Toulouse restringir a obraa cores"chapadas", semnuances ou meioto- : - -=.: Loutrec, um domíniosobretodosos elementos da pecade cor,"u-:=:ã: :-,ncipalmentea cor. A coré a almado designe estáparticularmente erc E3tÊ-ds êrrìohumanas. Através do tempo, a coré aplicadade rnuuà r:nras. Em ções suafunçãoprática,a cor distingue,identificae designaur- rererrninado poderefletiçporexemflo"ar:roír, status,em suafuncãosimbólica, perigo, paz etc.,e finalmentedentroda funçãoindiciale sinaletÍ=e aplicada tanto em sinaisinformativos, como proibiçõesou advertè^rcas. quanto em muitasoutrasaplicacões. Os desenhistas usama corde.lon-na estrategicaparacriarcondicões visuaisde unidade,diferenciacãc" seqüência etc.Coma cor é possívelgerarsentimentos, sugeriraçÕese :rbr efeitos. Étambemassimna criaçãode identidades visuais, embaegerse outras que passaremos expressividades a analisar a seguir.

5 - A CORNA IDENTIDADE VISUAL A coré um importante elementode identidade, principalmente quando nos referimos à identidade visual.O que denominamos identidade visualnormalmente envolveum logotipoe um símboloe estes,por sua por meio das corese dasformas.Mesmoquando vez,expressam-se estamosnosreferindoà parteverbalda identidade, ou seja,à logotipia, porqueo textotambémé visual. a cor é fundamental A identidade visualde uma empresaé a declaração visualdo seu papele missão- um meiode comunicação visualinterna, com seus funcionários e acionistas e externocom seusfornecedores, clientes, governo, ONCse sociedade em geral.


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PsicodrnS^-

Figuro ó :3-- 33de visuoldo Vinopolis ' em Londres,

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L VINOPOLIS

Desenvolvido pelodesigner LewislVloberry, a identidade visualda ^_. do cídade vinho- vinopolis, namargem surdo'Rio Tâmisa em Londres, demonstra a importância da cor nã configuração de umaiáentidade quetinhaporobjetivomanter-se consisteÀte ao longode todaa atividade.envolvida pelonovoempreendimento turísticõ (inauguraco em .l998). Deveria atender a umanovaabordagem de aprecia"r e vender ünF, por meiode umaatração turística, pór issodeveriaseralegre, rrodernae de fácilreconhecimento, arémdisso,servirparaiàentificar os pontos-de-venda, asembalagens, os rótulos, assacolas etc. Podemos chamarde rdentidade visual,o conjunto de elementos graficos querepresentam umaempresa ou instituiiao. um conluntode signos, queutilizados deformacoerente e sistematícamenteplanejado em todasas suasmanìfestações visuais, formalizam a personalidade visualde um nome,idéia,produtoou serviço. Esses signos, elementos propostos peloDiretor deArteou Designeç imagemda tdentidade Visual e normalmente partemda :::ttrT",,a clefinrção de umafamíliatipográfica, paraa construcão de um logotip.o.Ag;1ndopelaproposta de um símbolo, atéa definição de corda idenüdade-


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- :=:sl azul.A B Re v e rd ee a ma ' :-:-:: e a pirang a z u le a ma re la . - -:.e relacion a dàas e mDre s a s . : -: - ::-.= je sua pers o n a lid a dv e is u a l, ,, . .-=-desC'stàn c iaasn,t e sme s r' : --- --e c€otìP os " .

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-:::5 ComO nO55oreDerto': :-,turaÍ. -.:'iacionalmente sofram .:::acÕes

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fo r ma De . sta':'- a, a cc- :::: = -=' :-=-':: -lortân:. ^o prc:eSSo c r i a t i vde o u- a :e n ticac=, .-é c : a s oc - le n U m e xe m po claro.c-= -::' -= -:aa.'--=:ào S , ã oP a u ì oCo : ' u r :: := las l:-:---. t ì d a d eVisu adl a Co mgas, err ''?f2. z Fi guro 8 proJe:::: :3s .-:'Àìo;sioMagalhães, trabalho, reconhecido de lder:'ca:: t:- - l l l : VisualsurgiunascoresôzJ,Ê preto.No Manual ldentidade

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ió L Visual,no seu texto introdutório, podiaser rido:"lVoscoresodotodose no seu relacionomento,corecterizo-seotroves do ozul, o conceito de gngrgio e o quolidode do gós fornecido e otrovés do preto, o coróter índustríolpresenteno produçõo e distríbuiçõodo gos,,. Há algunsanos,com a inclusão do 'gásnatural"nosprocessos da ^ Comgas,as "coresComgas"foramalteraãas paraazule verde,numa propostade se adequara imagemda ldentidade aos novosprocessos Comgas,atravésda cor. Essapropriedadede comunicação e expressão da coç analisada m capÍtulo"Psicologia da Co(, permite ao Diretorde Arte/Designer uurze-h corrn informaçãona ldentidadeVisual.Há casosem cue a rndernentaõ de determinada coré motivadapelalogica,baseadanos ebrtns pnologi@s especÍficosde cadacor, há casosãr or" o motivo : s:eiì@ g o!ürbsarrEnte,rËo é raro ser uma solicitaçãodo cliente, pc' :.eÍeÍËrïcil6s pessoa6"bo é explicadopor ser a tdeniidadeVisuala rmagei- 3,.reô gl]nwilesa al ínsünJ<;ão levará,teoricamente,ao longode toda a s-e exlsüfuroac krmpresiánb'bm uma relacãorrito proxì-ma e forte com a ,cerdade \rusumil oo seu negócio.Aí cabe ao Diretorde Arte/Designerarìarsare araier: soiiri:taaão-do dbnte, sempreobjetivando a boa relaçãoenge ô @enE6aúe ,,s-a, e c nercado. Chamamos de "Èogranaçãovisual'o pJanejamento e sistemada aplicação da ldenüdade\Ísuai em todasas suasmanifestações. E ao longoda vidade eÍnpresas e instituições, são muitasas necessidades e possibilidades de que suasidentidades se manifestem. A papelaria institucional, por exemplo,o papel-carta, envelopes, cartões,são itens obrigatórios na concepçãode um negócio. Algunsdessesitenssãoimpressos aosmilhares, assim,devemoster em menteque a incidência de corna ldentidade visualacarreta custo.A r-rtilzação de váriascoresem uma programação visual,que chamamos d'epolicromia, p-odeacarretar não só altoscustosde produçâo,como traÍ'Ìstornos e dificuldades na implantação de um sistemada programa_ çãoúsual. Â experiência mostraque utilizaruma ou duascores,como signo d.u marca, positivo e e suficienteparaestabelecer uma ,,identidade -T! vis*al' junto ao mercado. um projetode 'programacão visual", o Diretorde Arteou Designer der,'e.pensar na possibilidade da versãomonocromática da ldentidade visual,ou seja,suaversãoem uma únicacor.Normalmente e pensada a versãoem preto,com opçãode tonsde cinza.rssoé importanteporque n:m sempreé possÍvel a inclusãodacorem algunscasosde aplicação da ldentidadevisual.Nosanúnciosde jornar,issõe vistocom freqüência. Todoesseplanejamento de aplicaçõesdeveestarinseridono que , deveser chamado'Manualde ldentidadeVisual".compostopor todos


A cor nc ccmuniccÇÕo

i3/

oselementos institucionais e,as.regras deaplicacão dardentidade Visual, se bemobservado, iracontribuir p"ara o crescimento da marcaao rongo desuavidanomercado. Ea coré umeremento institucionar quesempre merece destaque e atenção em um manual. a implantação de umardentidade . Teoricamente, visualestárelacio_ nadaao iníciodasatividades d.eumaempresa ou instituição. Ecomeçar de formacorreta é fundamentar parao sucesso no mercado. segundo Morgan (1999:10), errosnaidentidade podemaconteceL masnãodevem:"Nomoiorportedos socíedodes exporos sinoiserrodos- ou usoros coreserrados- é um ropso ^baàììor, sociore nõo umo sítuoçõode vídoou de morte.Mos íssonõo querdizerque não estejamos conscientes dessessinoís,ou oindo,"'r,o, ;r; de produçõoe servíços.ign.orem ";;;presas o poder rotente de toiíssinois,.A questâo é queerrarnaidentidade visuar podesermuito,ri, porlu" podemos perdero controle, quejá é em essência fugidio,tofà ïg"racão de efeitosde sentidoque queremos. podemoï inuãrrnìarian e^:e agregando "riu, desconÁece: efeitosindesejéveis, por,por exempro, --ìË determinada realidade cultural. Asidentidades visuais aoladoreveram a preocupacãc : -== .Dilrn o públicoaoqualsedestinam - o infantil. Foramconstrukas s{n, cores e formasinusitadas, aregres e rúdicas. Instauram o joÍro,quueì'nd forma de um semitabuleiro ondecorde fundoe cordefõúe'se ôr,,rLemam, quer nascoresvibrantes da Discovery Kidsou na fonnaoryanica da Figuro 9 Nickelodeon. Comestasestratégias intensas, dinâmicas e l,rdiúÀ,como ldenfidodevisuolde conots a.spróprias crianças, estasidentidades visuais de TVo cobo Cortoon, têmgrande *gnitiauau inÍontis de aceitação DiscoveryKidse Nickelodeon. globale retenção.

ó - A COR NA EMBALAGEM É certaa-grandeinfruência da corsobreo homem,tantosob o ponto de vistafisiológico, quantopsicológico e cultural. Quandono cérebrose prodtz a sensacão da co' esh se eÍìcontraao níveldo inconsciente. A visãoque o indivíduotem da corpun", ponunto, do mencionado nível,acompanhada de todotipoa" ,.ã.uËìuL eventu_ almentepossamsurgirperasr.,u presenca. o homem;";;ã;;r-;as vezes, impulsionado peloinconsciente coletivoe, se procuramos encontrar um fundamentono simborismocoretivodas cores,nos con\eÍìceremos de que o azulsimbolizaa pureza;o verde,a esperanca; e assimpor diante. Tambémo homemreageimpursionado porseuconsciente individuar, ao criarentãomaneiraspersonalizadas de responderao esti,-nulo cor que irãodeterminar as preferências e idiossincrasias. A preferência pelasc?res,na maiorpartedas vezes,está ligada ,. ao objetoem que a corse aplica.Há pessoasque,dentrodas diversas faixas


'32 de idadee de acordocom suacultura, sofrema influência do clima,da moradiae mesmode suapropriasaúde. Atéa classesociala que o indivíduo pertencepodedeterminar suas preferências. Parecehaveruma tendênciaparaas coresvibrantes,como o vermelho,na classemenosfavorecida, em contrastecom a camada socialmaiselevada, quese inclinapelostonssuaves. As épocasdo anoe asinfluências geográficas sãofacilmente analisáveis. Jácomentamos como drleremdentrodo próprioBrasil- paísde grandeextensãoterritorial - as inclinações e adesõesàs cores. é possível, dentrode todasessasvariações, estabelecer critérios - . .Não r[gidos para o uso da cor, mesmo porque existemmuneirai prõ;i;; de serüiÍs'e< combinaçõesque, rigadasestreitamenteao fenômeno :sDêço-@fli'po,estib zujeitasa modificaçõese evolucões. €ryam emn@[rar_acor à embalagemé, portanto,algo que deve vir-:e?om da úeenaçao iÍrErÌsado mèrcadoconsumidoË das caracterisiicasso píoú@, alÉÍn de outrasvariáveis,como por exemplo,a concorrei:a la mrroho@wnEm o nrcgico funtçõode dor um'psíu"oo comprodor.Á,i-r.#qç@, qreocompro sejorenovodo,im_ @@q, pulsionondoo cc,,:rzurmidcr = fu frela gn Ínorcoo(nmorim, jg74). embahger-. . -.D(e c ia:o!.que. em primeirolugar,atinge ^,L:T^u ^ ornar porianrc.e peraeia que devem o do compracor-. se dirígiro, pïimeiroscuidados,prin'opalrnenre se considerarmos as ligacõesemotivas que envolvee seu qalde.poder sugestivo perrruõiuo,poder este " vinculadoa possibilidade de desencãdear uma rede de assocrações positivas. Torna-se, portanto,evidenteque a presençada cor na embalagemrepresenta um valorindiscutível. ,,branco,,, Veja.I,por exemplo,o que acontecese substituirmos o o "preto" e o "aztJl"de um brinquedode criançapor aoú vermerhas ou laranja.Possivelmente, isso resultarianum aumentodas vendas q,..jase imediato. confirmamosnossateoriade que a cor e a forma constituem pnópriaembalagem,além de representar um dos ingredientes 9 do ìnmncadoprocessomercadologico que deve ser objetãde estudos ap'r'ofundados que envolvemtoãa a firosofiaoperacioÁal da ãt"rta e u psrcologia da procurano meio socialvisado. Desejando fixarum esquema,a fim de estabelecer o caminhodo sucessode um produtoou de um serviçooferecido,notaremos que váriosfatoresse inter-relacionam paradeterminar de forrnalositiva o processoda procurae da oferta: g) o despertarda atençãopor meio da embaragem cororida; b) a continuidadeda atençãodo consumidorãobre a embala8em; e c) o efeitoe a decisãodo consumidorpor meio da influênciaque a embahgem exerce.


t33

A cof-l

Noto: acredita-seque rrui6 puüffi, mdesefados em princípio, daç corese pela utilidade são adquiridosexclusivameÍËpdn n'* da embalagem. Essestrês requisitospÍirdrüsh db Sqb a cor constituio eledo produtoem si, fomdrytndente mento catártico,formandoLÍ1ÍìürüdÍ à venda.Vejamos,agora, Íazem parte de uma prirrria o tdacionamentoperfeito de como o produto está condcüffi várioselementos: a) b) c) d) e) 0

a imagemda nnrca; a imagem da indrislrb pihrm; a qualidadedo poú-morurutúp; a utilidadedo prodoo qrurgw; o preÇo; de uma distribuição eficiente. a presençado pod.uo ffi

E também como se pro@üt fr@o oferta-procuraParadeterminar a eficiênciada ativirhb tumúdt por um lado,e o processo que estahdl@mr@Lüro lado,o fator uniãoentre de comunicação, qhffie cmsumo: orodutoe indivíduonLrrma a) b) c) c) e) 0 d

a situaçãoemrffiq os esforcos da ccrlmffih a publicidade; a pror"ffifu,G@ ouüos eÍfu4u{Hs astá:nrffiüffiFryrs o{jtras.

Ffu merchondisíng; e

Nota: a Rrürkida& e a qË&E do, do dtaÍÍrü'lilerrcht{GtrËa@rrcupa destaquerp effinço de fficonunndores.

as se valem,acimade tuum lugarde grande

O impuko que ocasiom urm dehmmiudo comportamento é um dos oLf,*irrosds e{üÍh mtds uhús na área mercadológica. Na realidade,tem-se sffi Ç.e õ @rpras q ue obedecem a um impulso são mais freqpenEs que as prêcalculadas.Quando um consumidor entra Íü!Ín supernrercadocom a finalidade de efetuaruma determinadaonpra ou crrnprds necessáriaspara vários d ias,acabaadquirirxCornercadoriasnãoprevistas. Pesquisas reaIizadas nos pontos-de-verda ern suPeÍrÍscdos demonstram que um consumidorcompm duas rrczesrnab que o previsto.Calculandoque o consumidorcomPre mais um produto necessário, devido à inesperadapresençade uma pronroção,é possívelque um terceiroartigosejaadquiridopor um impulsoindeterminado em que, na maioriadas vezes,a cor Por meio da embalagem,tem


nãl

suagranderesponsabiridade. Em todo esseprocessode compra, o indivíduo se detémno supermercado, em média,30 minutos. E a forçaque o impeleà compra,provém,em úrtima anérise, da ca p a cíd a dpee rsuasiva que a embalagem possui. da embalagem é umaforçaexcitante quepodeim_ ,.A percepção peliro consumidor à aquis[aodo produtá ïoao ,, complexo processo ",núàr.à"lHZ que começano indivíduo u puiiiiio-momento em que é excitado e terminano atode adquirir o objetovisualizado Nesse processo, namaiorpartedasvezes, a razãonão iniervem, emDora o indivíduo estejasempreprontoa racionarizu, op"ruiionuir"n,.o seucomportamento..Alem do mais,nãosepodeesquecer dotrabarho trevio execr.rtú pela publicidade, que preparao subconsciente do ::'rrrç-urmidror sitiandoas possíveis. interdições e rearçando a luaridade :: :r:*:LÌm,nnouter-ldo suaescolha.

ó.r - FUNçÕB DA COR NA EMBALAGEM Entrandorìc -entn r{hqfunções da cor na embaragem,notamos, primeiramente.Júe ..be à cor. como díssemosuiËrl chamar a atençãodo púbrico:ois.umidor"A apiicacão de .oru, detarhes q.ue compõem a erbalagen: cie'e constituir "á a continuidade do chamadoda atenção,istJe. da primeiracor ou combinaçãode coresque chamoua atenÇãc. os detalhesaosquaisnos referimos devem permitir,por meio de certascores,uma evocacãoa aperos emocionaise a uma comunícacãoimediatud" p;;;;ìã contido. lssofacilitaria a memorização da marcae do produtã.n ,ria.ae total de todosos pormenores que compõema emburugem du;;;iu inspirar confiançano consumidore permiiira estefazer iuas associaçoes de idéias, de pensamento, que podemconduzir.r;õõ.b,ridade de aq::isição.

Não há dúvidade que.acorocação da embaragem numavitrina, ou nas pratereiras de um supermercado teãr sua imporrante Ít:t:l lurcão, como tambémsão interessantes os detarhesgrufi.o, ca pró_ p:a embalagemque,ao mostrarcrareza e regibiridade"nas-inscriçõe pe:nitirãomaioraproximação do consumidoi Relembrando o quedissemos sobreo chamado da atenção voruntária,seriaaconselhável aostécnicosincumbidos da criaçã'ã'aïr"eatizaçao de umaembalagem o estudodessechomodoao ot*iao. Ã'utiti.u.ao corretadastécnicasmencionadas nestapartelevaráà viabilidai;ã;; planosde mercadoestabelecidos por r"L, unun.rantes. o pgdeide atracãoe o fascínio quea corexerceatuamdiretamente na sensibilidade human.a, atingema partemotivacionar, revamo índivíduo a reagiçe esterearizaum desejodespertado in.prouiruáumenre, por meio da aquisição.


A cor no comunicoçÕo

Emgeral,a corque maisatraié o laranja; a estese segueo ve-:lho, conformeapresentamos anteriormente. Aplicadasà embe:leessascoresresultamem um bom chamadode atençãoparei !i.e-l-res tipos de produtosespecialmente paragênerosalimentícl:sI a;-l = o verdesão também usadospararecipientes de dife'e-:=s:nrm le produtosc$m algumasexcecÕes em alimentos.O ve':e e ÉEr,dlfi]rmeflÍE usadopararecipientescontendoóleos,legumese serndli"rmrnrreq,, d lfrÌlrm de dar maior aproximaçãoà naturezadessesprodurtos, O mmanrelh, m preto,o brancoe o cinza,quandoreproduzidos nuÍTLterrrüiihger'Írì\ sfu considerados bastantefracosparaum chamadoda ater .rcão" a ff@rr[,{06 que figuremem combinaçãocom outrascores,permitindo,assÍrnl, originaiscontrastes cromáticos. Na atualidade, a embalagemdeixoude ser apenaso invóhcru protetordo produto,isolando-o de contatosimpurose da própriaarã: da atmosfera.Não é, também,apenaso elementoque facilitaa su: distribuição. A todasessasfunçõesforam acrescidas outrasque Ëexigidoatençãoe cuidadospor partede técnicosque se preo.lpdrn com a organizacão dos elementosque a irãoconstituir. A identificação do produtono mercadonão é feitason-er*mpqmr meio de marcas.A embalagemé, também,um fator discrir"núnam,rio por suaforma,cor e texto.Além de serum veículopublicitáno diretoe atuante,ela pode sugeriro nívelde qualidadede seu conteúdo" portanto.age sobrea mente e atuasobrea A cor na embaiager-n. e está ligadõdiretamenteàs funçõesópticas,fisiológicas sensibilidade A classificacao das sensacõesluminosasé feita pelo e neurológicas" cérebro.É ele que identificaas coresprimáriasde onde derivamtodas as outrastonalidades. É inegárelque as coreshísicassão as que possuemmaisforça,e nissonãoestáerwolvidoofuNgarnento estético.Mesmoque determinadas pessoasafirmemgostarrnaisde certostons, ninguémignoraque a força emotivadas coresbásúcas age como um estímulofisiologico violentoque tem, inclusive, o poder de alterara respiração e muitas vezesmodificara pressãoarterial. As coressuavesocasionam fenômenosopostos.Portudo isso,os técnicosque planejamas embalagens não costumarnlevarem conta os gostospessoais,mas sim essesefeitospsicológicos, culturaise fisiológicos de reaçãoà corque sãotão própriosao serhumano,independentemente muitasvezesde seu nívelsócio-econômico. Em resumo,as qualidades básicasque a cor pode oferecerà embaÍagemsão:visibílídade, impactoe atração. - tornarvisível,chamaratenção,reconheceç Visibilidade difer:enciar lmpacto- presença, força,vigor Atração- capacidade de seduzir,quererlrazerparaperto(comprar...)

t35


'3ó 6'2 _ A COR NA NAruREZA,NASCARACTERíSNCNS DO PRODUTOE NA EMBALAGEM corresulra adequada paradiferentes objeros ou em_ f:::^":ll_!r: rJependendo de sua natureza, utirizaremos u .o," função ::11ç"nr do oDJeto em si,de set'tamanho, de seuprodutoo, ,"ruço"r e,ainda, consideraremos o fatorpreferenciar "tc.pesquisa dosconsumidores. uma sobrepreferência de corem aparerhos de terefones ,"ria"ntiuulpãì exemplo, realizada nosanosgò em sãopauro, mostrouãsseguintes diferentes opçõesde coresd" upár"rhor, puru'oüãr"al prur*en.iu, rermelhqmarfim,bege,azur,u"id", amarero, creme.paraestaúrtima cjo{'; ô poÍcentagem preferencíar_foí quase nura, consid"runao-r" qrÀ :s :esErosüas positivas somaram 2.12gpessoas sobre 96.g00 assínan_ :- :=--ç:rtadoscertamente se rearizaàa hojoa óãrquiruìuriaoutras -^-3<:sÍFÌ'@ preferenciais e inequivocamente o vermelhonão seria

*-:

:3,ãS_

ira e'ea doç dMo&r''ésticos, verifica-se uma situacãodiferenciadano s:-:ro eqreffierenoar.e ú;;;tãü;."riìdï"m funcão de outracor e).siemteor predorninante -r no ambiente,a fim de manter os,mesmostons parrae{ertode harmonia. Nesse..õ ;; estatísticas sobrepreferência v1nen,de ano puruãno,em funçãode situaçÕes de mercado,de ímposicõesda rnoda etc. o que se observaem termos de novos modeios.ie refrigerad-*"r',-ìo"r"rs, ravadoras dÀ ,oupase fgggoe o predomínioda .ã,. rrun.u, lom designersarredondados e dinâmicos. Nos úftimosanosverifica-se aindaum aumentoda utiliza_ ção da cor prataem disproys,dispensers, painéis,arcasde aberturae tampas,funcionandocomo signode sofisìicaçao Àãalrri-aa e um certo arrojo.

Rguro t0 r-sricdorode rouposElectr.: -:_-= rìo cor proto: signoce-x i.:ffi,m163çfr6 otuoIizodo.

ó.3 - COR COM IDENTIDADE DO PRODUTO Lrnadasfunçõesgu,.or^nomarketing é atraira atençãoe captaro rnteresse do comprador. A identificaçaõ pormeioda coi e usadapara r'nercar e identificar matérias-primas na'indústrr,a, poi"iuÃp,o. nu, r'ercadorias e bensembarados,-é possíver a"t"ráilui qïà'.oru, .oo respondam às categorias específicas de produto.os atomatados têm ei-nbalagens vermerÈas assimcomoaservitfias tãm#;i;;ï;s verdes e o rnilhoenlatado tem a coramarela. A corpodesera principar identidade.d.e um produtoou empresa. Exemplo dissoé a tBM,tambemconnàciaa .oJ; Bi;'BtJJ_ s,'unau azul'Recebeu estadenominação por.oniuaa.o,.urrtzÃãLuutugun, cossistemas informáticos queuàr,-Àoi anos50 e 60, do tamanho de umasala. A expressão informativa dascorespodeseraindafaciritada pera formae a dimensão da embalag"..úrrlinariauonaãuliàrã "n.on_


A cor nc comunrccÇÕo

trar um detergenteem uma embalagemde 5 cn",:= ::-': -::-. que a cor sejatransparente neu:': : - :'-: - :-: " parao detergente detergente com limão. * Há trêscategorías de consideraçÕes cue s: -::'-'eü: : r* i *" fluenciamna seleçãoda corparaumaemba.s=- =,ã::m J*ïl,Ji,ifi'ïr,È ímageme os requisitosde venda.Hátambe-1= - rìir:es lLude il0üx]llfllrreflrï interferirna escolhada identidadecromáti:: :: erh,ôiiffinT. ffi [ilrm'r llllu" A identidode:é a natureza,aparênciae pros-exadleslffEfraE e,çemmnir nrms A cor informao tipo de produtode cue se:ãta- F-CIr .:.tài:.À pareceestranhoque uma determinad de :aa= 3,:n-ruë ê rMffi por ter uma embalagemcor de rosaou aindaque -*e -'dr--d,fu chocolateao leitesejaembaladana corverde-lin'.ãc. que o consumidor te- :: :Ì-:il:-lïl A imogem.é a idéia,a concepção ou c-a ,:31les!rx Com a cor se sugeremdiversascaracterísticas produto,o que auxilianaformação da imagem.ProC-::s;-riÍlrn' dos,ou que tenhamestaimagem,devemcontarcc- ::Ì:s luuw dentrod- -..- :-ÍrepÍrliiü, reforcemo efeitode sentidode sofisticação Ao contrário,produtospopularesdevem ter cores -c s ïrsnrihrffi, como sugerea marcaPopOdd no exemploa set* Os requisltosde vendo: os requisitossão principdme:-= 'rç,troruMde Todoselescor': : :rËHe.rrïuc legibilidade e unidadede grafismo. :E do produtoassimco:-: etr\'Èr,Jiar facilitara vendae a localização i graude identrricacão. A atençãoativase produzQU--3il ïi-Eir6rtemente\.':-os e nos interessamos Dorum deter- -õi: :c Ë:: e ir^: A cor ser,e Daraatrairo olhardo comprador r :,:s,:i: e :+-r rntrr-.:ã: da en-ba:gern,fazê-lofacilmentereconhecível relativaac conteúdo.O poderde atraçãonão de:e-re í:-:-:: mas também dos efei::s fsrriJrt'{i3,t da cor e :a luminosidade, que proc-:cm as cores,comovimosanteriorme^:=

t3 7


litilggõg: dizemrespeitoá barreiras que podemsurgirem ,Ìunção _ tt da dificuldag: d" aplicação cromátíca em materiais, comopor exemplo: couro,tecido, açoe outros.,A,questão e quã caso nãoseja possível manter.a corperdê-se identidade,qru il; ,; muitocom_ plicadoestrategicamente. " Édefundamentar importância reracionar a cordaembaragem com o produto, independentemente de suasquaridades intrínsecas. Porexempro: seascoresamarera e pretaestãonaembaragem de um inseticid., principal sãrá,assinalar perigo. Isso implicano " ??:-ly: abusodascores berrantes paraasembaragens desse tipo de produto. o pretoe o amarero aríama iaeiãJ" açãoenérgica e efeito nocivo e, rrafirdodiadosao vermetho, cor essenciarmente indicada como um -: :e úe aíailr'Ìe. " sãotonsbastante adequadoiuo .uìã. -': :'EArms ciie usamtonsocrese dourados, o querhesconfereum asf,3::: re reffinrada eregância. visamnormarmen," .ilntii .ìma determi_ nada: assrsooai-o,rrãr preferem ,rlur.or", maisvivase obviamente procurarãl-g'urn pubrico maisesportivo ou uinãupãpuru, 6.4 _ A EMBA.ÁG€M COMO EI..EMEMO MOTIVADORDA COMPRA DO PRODI'TO Emmeados dosanos7e o p'ofessor Farina rearrzou comseusarunos da ECA- usp umapeq.uena pesquisa de opinião sobrea ámbaragem comoelemento motivador nacompra deumproduto. Estudou_se, entre outrosaspectos de interesse, a importância da .o;n;;;;ragem de latasde óleocomestível. A amostrafoi constituída por catorzemarcasde ratasde óreo, escolhidas entreas maisvendidas. cààautunoã.,r""ir,* vintepes_ nossupermercados, entredonasde casa, f!!s roralde se:scentas pessoas. "n.,;;;.1;;;m Ascorespredominantes naslatasforam: verde,5; amarelo, l; alaranjado, 1; sulferino, i; dourado, 1; branco, J; amarelo. 6. Quantoàs coresdasíatas,não houvena amostra umagrande variedade, predominando o verdeu o urururo.s".á" õrã,'nocorori_ do dasmesmas, nãofoi encontradã ,Ãu proporção que pudesse ser determinada. Existia.uma tentativa demostrar um contraste ao mesmo tempomarcante e discreto. Comparando a análise daamostra cor

,", fo,rulad;;;; ;"ssívelapres"ntu

çal::ïfl:ï# : r;:: ?::: paratatas deóreo,reunindo numad;i;;ur r"ndãL"á,"d;ïlr.udo dogostopoputar. e " fazparteJu.onruuçao ::::q:T.s ca rmagemque o consumidor tem"ruãÉg"m da marca.


r39

Aççr no cor;ricoçÒo

A seguiçalgumas conclusões daquelapesquisa: Tendências Análise da amostra Tomonho:900 ml Controstediscreto

Gosto popular Tomonho:9OOrnl IJmo cor predot-ninffime

Elementos figurativos Logotipono loterol

Elemenffi ft Nõo é necessrffi F@tstnilqo estejono oc*,fficbüh poro sercon mcifrDestoqueporo o elemento Ênfoseno &mertu# om soúde no propogondo fo,tormotivodor do a nprc ü oteo. Preferência pelas coÍes: verde,amarelo,branco, e vermelho Nome em destoque

PreÍerência pelas oorres: verde(principalmente), vermelho, ozul, 'brona- e omml@h lVomeem destoque

Se avançarmosno tempo e chegarmosà atualidade.perndhcmm que muitacoisamudou.De iníciojá não sãotão comtl'usm ffi & oleo. O que se tem no mercadosão prioritariamenE plásticastransparentes que acondicionamos óleos cü[EsffiNefuh S]re também ampliaramsua variedadeno que se refereú frmlgffi!üe básico:de soja,de milho,de canola.de girassoletc.As emmhdagms plásticassãoparticularmente maisinteressantes porquenãoilnnõsarn; são mais higiênicase tambérn poÍque permitemvistnüzar"opoduto dentro: a üscosidadee a coloraçãodo oleo, fatores irmporffies na decisãode compra.Com isto,a pesqui- realizadaÍìos ilrxr 7O serve de referencialhistóricode urna categoriade podutos q.esúzu grantanto intínsecas quanb ÍìÉìsua eÍrÌbdlagem,mas des transformaçÕes que, de qualquerforma,conünuatendo na errüd4wn urn elemento motivadorda compra.

DO CONSUMIDOR, ó.5 - PREFERÊNCIA COR E EMBALAGEM Existemcertosrequisitos básicosparaque a cor da embalagem funcione cornoum fatorparaatraira atençãodo consumidoçlevando-oà compra. que ela estejaadequadaàs condiçõesmercadológicas, É necessário ao produtoanunciado e ao público.No mercado,há a necessidade de se pesquisarem Ao públicointeressam astendências. diversas variávejs como educação, nÍveleconômico,meio ambiente,capacidade de contatos com outrosmeios,adaptabilidade, idadee outroselementos.A cor, portanto,por meio da embalagem, deveráidentificarrapidamente o produto,refletira suaessênciae a suafinalidade. A águamineral,por


exemPlo,adapta-seí:uho bem num recipientePredominantemente azultransparente. Essacor refletea PUrezaque a águadeve possuir. A embalagemfica coÍ*,"ì um aspectotão suavePelasuatransparência azuladaque despertee vontadede beber. Há produtoscujasembalagens se expressambem por meio da corvermelha.Seriaa cor indicadaparaum alimento,PorexemPlo.Os à à elegância, produtosde luxo,que requeremum estímulorelacionado adequadamente podemexPressar-se riqueza, à aristocracia, à Cistincão, num ambienteromântico,misteriosoou tradicionale criarum clima de fascnaçãopor sugeriralgosituadofora do esPaçoe do tempo. As coresaceouadasa essainalidadeserãosempresuaves,visandoa uma zugesfião e mrõoum-almposiçãovisual.Às vezes,o publicitárioe o Ceslgrrer-miiÌ[Ean'] : -:-ocromatismo como estratégiade distinguir ga -ep ::-rar. 3353AePC,.

Figurol2 Ëmbologemde sobone're* nólioRodionce- Unilevet

Hilggio 13 F*9,3'::ç:e \eSCOÍé dO : :-ll-l " r ?Íi .e-e lhc ï x : r:- ï :

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$6t6s, o públicoconsumidor -lE5;*,tiìÊssesetor,e precisodistinguir nedoproduto,assimcomoo níveldoproduto,adequando d,eur* ffie sonho : essese a outrosfatores.O climade irrealidade ã Frrflidffr3tr:,: público, de mas a sensibilidade de e f,am:n:r:s:.:em qualquertipo As camadas sociais Elf,çE:r-: raimenteao nívelda cor,é diversificada. inclinam-se àscoisasraras, irlcu':::.s:endem ao gostomaissofisticado, estranhas. O gosto em tonalidades se:3:rente quandoenvolvidas maior estabilidade e a uma a uma tendendo 3-:r,l..oé maissimples, -:s.:êrcia maisdefinidaàs inovações preparar Ao uma muitorápidas. :-:alagem de sabonete,por exemplo,o técnicodeveestaratentoa ::cas essasvariáveis. está situadanum plano ,Aembalagemde produtosalimentícios C;arnetralmente oposto.A finalidademáximavisadanessecasodeve se' estimularo paladar,e a cor, nessecaso,deveráser usadacom A sugestãodo conteúdofarao consumidorse es- objetivoexpresso. exatoda compra.Nessesentido,nada e-),rar do momentopsicologico maiordo que a cor.Assim,o princípiogerale de l-:ssr:iforcaevocativa a maisindicadacomo :-e a própriacor do produtoserá,obviamente, que a embalagem desperte Seo técnicoconseguir 3 e-ento sugestivo. -: ::rprador a vontadede manuseá-la, tátil,aliadoà lemo elemento como )'?'.. do produto,pode ser sugestivoaté com suafragrância, de café. embalagens com a::-:e:e, de formamarcante, I'essaforma,podemosafirmarque a corque maisbem se adapta é a que lhe confereum caráterexcitante, acs rrodutosalimentícios lssomarcaráo produto,tornando-ofacilmentedistinguÊ es:,n:.rlante. o compradorem re' entre outrosda mesmaespéciee predispondo potenciala adquiri-lona horada compra. queo comportamento tem suasraízes Cornemnuncaseesquecerde ro slrbconsciente e, no momentoexato,o homem age muito mais em por decisões do que impulsionado L.cão dos resíduosaí depositados ; - riesrnente racionais.


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baixos Figuro14 :: de baixascalorias, ( r{o :-rodemoslistarumagrande Eml-rnlnnam Lr |,vv,vvvl li^l^+, ,,+ili--* destr-tt-,, P roduto ki ds. ^ a- c-^ o ra z u l: nrinnnnc . gnt u t rlrz a m ^ ttcn -:-2 -qê nortanfn rl e uma ,Lv,

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Jáfoi demonsiiado,cor'Ì ?'tada por uma cor não e -=':

= :dos efeitospsicológtcos

de seg;::: -- 3'-:: : : l: s s : -s : -= : : -: v á r i a co s r e sp o r fr açÕes p o r u m taq u istoscoPsão: io,

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12,60/o 12,00/o 5,50/o 0,70/o

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F i g u ro tó Emb o l o gem do s obÒ c 3 :: O m o n c T oilôndio B r iih c _ : : _ s ign o d e olÍ o r ec nc c g. c : so fi sti co ç Õ or c je. ^:

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t43 a i n t r od u cãda o ta m paverdena tonalidade maise _ : --. - : - j - _ : , : . o e f e i tod e "con ce ntracão", ou seja,casoc::^ s_- : _ - _ - _ : : -: --: : -. _: c o m od o sa d o o r , qu eé bastante prováve-.a-:- : - . . -. : l a v a g em _ : de r ou p ana França, eleteréa i:-:-==-:: : = : -: I í q u i d oe ain d am aisconcentrado do cue:_:: -: -: --: : O utr aq u e stãoi mportante e analise. -_- :,_ : i: " . p r i n c i palm e nqte u a n dose analisa ê exp:_: :i _ --, t -: -: -: : . de - v e n d aEm . u m ailustração de mais:3 --- __- : -: : : * * i t : , : , r -, soba influência de seusvizinhos: é o q-= :-.-:-:s cnr{r,.lb Íililnütâneo,quepodeserexplicado tecnica e's : :i ::-?-ri: :ü:r..*e,i$r-:ír,,, queocorremnaretina. Ascélulas fotossersi.:-.:= -=:-: -:: a_-: :ì-Í.1,T, so z i n has, m as em gruposparalelos que fo:: a- _ -: : : Ê , : : : : : Ì l, c r com associacÕes de céluJas. Estesgrupos:-::__=* _-: -:- - ,i Í, n n o c o n tr a ste e um adistorcão dosvalore,=---= .i : , : : . , . , , o campode visão.Podemos estabelece: .: ::.- - p ostas an a l i s ar dua sco r e s ladoa lado:.s --=. -f o r e mc olo ca d aj un s tasumacorcomple-=--=-: = e, se foremmisturados os pigmentos, se =-_- --.

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Na imagem abaixo da prateleirade =-.t1ïfp! l r ; il:Jdti_ $Ì: :-: : : = -i - l - ::-ergenïe supermercadoCarrefourem São Paulo,ap-=::--:ìa **Lr -*l..,1ïlj'i,rr-E : - : - . l -l l . f,r roupos Le _ d^ tinn 661 _ =- ^_^\ uv ilPU relação:asembalagensda corar-a.elafica:- -: : -ï:'vçl "c- i ::,,,-ìÍ.*fr: - - - _:-_.rrln ruv, -) na Ernn rru r rurlÇO. mais vis íveisem funcàc :: : --' -a rr-ateìe -: _:-:.:- r'r, ll,ïrr:: corda prateleira fu.: :-.- ::-: '=':'-- az Dres:-ti ;ìr:*i ;*:ìï*r :: :r embalagemarTa'a= :=-=t::-::-:'.::.::ì=-= - =---.r. -_:_-_ e emble'r-ra:::-:-:e r,i. ca. a Yr

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Figurol9 Proteleiro de omociontesno supermercodoCorreÍourem SÕoPoulo,morço,200ó,FoïoBrunoPompeuMorquesFilho.


t44

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outra possibilidade de causarimpactoé a utilização ce cores complementares. A cor complementar de outrae aquelaque está diretamente oposta a elano irrculocromático. umacoiquesecoroca comofundodeoutramudao valorcomplementar dessa cordefundo. umacorserámaisclarasefor colocada juntoa outramaisescura. É possível administrar a utilização dascorescomprementares potencra\ìzandoseusefeitose impacto. Para'qLralquer cor,o graudebrilhodetermina o tamanho aparenre. Um retângulo azul-claro se vê maiorqueum azul-escuro do mesmo tamanho. u-masuperfície clara sobreumfundoescuro sevêmaiorque umasuperfície escura do mesmotamanho sobreum fundoclaro. Umaembalagem divididahorizontalmente por listrasoe cores se oDserva marore marscompacta do que quandose colocamlistrasverticais, assimelaserámaisartae longilinea. A divisão de uma superfície em diferentes coresfazcom qre"rmaembalagem se veja aparentemente menor.se osladosde umaembalagem esïaoem diferentescores,o caráter tridimensional se enfatiza. Eõtes efeitospodem sermanipulados estrategicamente parafuncionar em consonância aos objetivos organizacionais paraaquele produto ou marca. Ascoresdeumaembaragem emgerar, noocìdente, sãoobservadas dadireita paraa esquerda e ãecimajarabaixo - r"p","-oupiendizado :: escrita e da leitura. o olharpodeseratraído por certas.or", ou =-balagem, porémo olharse dá no conjunto dascorese tambem -l entorno em funçãodo queanteriormente denominamos contraste =-u i tâ n e o . r;çuunoTllÌ

Sinois religiosos


t45

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i* vermelha,z-=-: = =-.ï: - irllrlì;r*i café: marrom-escuro, verde; ou'. e--? - :-313íc*r@!tir: chocolate: marrom-claro :Àl rnutffiïmn'* gorduras vegetais: verde-cla':: =r-iãì"eilc u'errnug|iimm ul e'-.l.r,3: do a'='=:: cor caÍnes enlatadas: vezescom um toquede verc: leite em pó: azul e vermelho'l?-l1-: i-r:l-ir: : rf3ÏrE:rurÍÍFÏfiry!rc:5 i -rmnrru; ,t,* toque de vermelho; ,r

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its rrw' vermelho,com toquede amarelo, geral: vermelho-alara:.43n doces em açúcar: branco,com toquesde ve':e ilJ * marrel"rl rwlãF vermelhase pretas; lulgffi' sB massas alimentícias: produtoer lansDffs-ü';iüirrlrrrrìÍ mw" * ffi celofane,embalagemvermelha,branca.=':ffiE*r!^uürÍï azul; de toques com branco,marrochá e mate: vermelho, vermelhoe brancc":-dreí:*l;iiffirï queiios: azul-claro, ::3-rÈ amarelo-ol'-:3 azul-claro, laranja, sotvetes: óleos e azeites: \'erde,vermelhoe dourac: :-,rffle{f, iogurte: branco,vermelhoe azul; vermelhoe branco: cerveia: amarelo-ouro, branco,amarelo.=-detergentes: transparente, preto, verde-escuro; e inseticidas: amarelo Figuro 2Ël :l :-i ti ,:'t '',Ê i fi ãi desinfetantes: verde,azul,amarelo {--c: ccr C :* = I l - = l * ::ccn, desodorantes: branco,verde,azulcom toqLë :Ê .e-3.c ou roxo; branco; sais de banho: verde-claro, vermelho-magenta laranja, ; bronzeadores: com bra::r Ê loÇueS verde cÍeme dental: azule branco, de vermelho rosae azuì-pasteì; cosméticos: branco,amarelo-ouro, lilás; prateado, perÍumes: amarelo-ouro, produtos para bebêst azul e rosa em tons suaves; marrom,brancoe vermelho, remédios em geral: azul-claro, ou rePousante; estimulante do tipo medicinal, dependendo prata. forte, ou azul-claro barbear: de lâminas cigarros: dependemuitodo tipo de público;brancoe ver- Figuro24 brancoe Noturo,linho PerÍumesdo mãlho,brancoe azulcom toguede amarelo-ouro, e azul Vitrine2005 ouro, Revisto e Brosì1, branco verde, Prata.


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distinçãã, peloseu po, mero.e .o,.",i:1,Ì_:c:or-rsumidoç ::i:: € iiensparentes, -:'etivode demonitrar com o em rr-;iaso.ur;1lu^tt oesa suavidade --=-slrquidos, e a pureza comode

outros :srotu aÃt,r!ao, c"i Iosd-á ;;;lãi rli, i Xi:iï":muitos = :cionadaaoprocess op-.,?" rodurÍvo a;; ;,ï,1i"' J3,Tãx iïriï:'ïffi:

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utíli)á{à" uma !^cor prataqueindicia

-: : daa*.sïiil:?iffi:i H "" r'fr1ilï,:Til"Ëff ;".flTfff publicitário e o designer nunca ::

devi t:^ttquecer.de i,llormacões, quetodas apesar de relativas -'-'-=sli,lás; iX exemplo, chocotate Miika), são válida;d;r;*n.,,ll:l?' __ ::l da observação atguÁu. diáriae com resultaoo, ::tll": " -"',, ruJUr{.duos -= .ontt"o comprovados :, _l ao longo anos. oe mars

Figuro . Lopis poro os oihos-^=. 2ó ,-: Noturc2_l: -


147 O qu e existede realsãopequenas pesquis aiss : = : = . -= . -_ -. : p o ri n d ústr i as pr o d u toras relacionadas à dificulda ddeÊ ' , = ' : - : : - - - _ embalagens de produtos paraum grandemercado.,_. :-::- :: - __i-- :j t am b é mq u e sti on a m, àsvezes, as razÕes da ci-=: . : : _ - : " -: . : . : _ " motivosmisteriosos. Teriasidoa embalage-a :-_:- _ -ï;, : -::.':r._ que se colocaatualmente diz respeito à inte-:ì: _.=J-:-:ej :-; r*rr multinacionais que"sonham" em utilizar un-: -- :: =-:,:,:=":- ::.*-: _os países que em atua.lstoimplicaria em::s::--::- ffinttl:5 t:*,,-rji,.? arraigados que nem sempresãoviáveisd: := :ns::r-Fd:}:Íitr É bom atentaraindaparao fatort: .=: -.:: -:,:r:3TE lft {r*'l:":' lagem:ela deve ser um apelomotivac:^"-. l,3Lr]t.er3_fhll,1:i[ïüïriüi rüillulìü. noje,quenaosevendeumamercadorìa;'.:-:r-,É*irË itÉ,Èff * lliultltltrc possibilidade de satisfazer um desejo,de:-=:r-ïÈ' .-rr -:::rs:iilftiúüür&, t.

A cor na embalagem pode atingir o inc .":J: g*

*ìÈi:esjilrr$ii,iilüilp m& -i!-úr

se alimentar,em seudesejode possuirsaúce:r- :neslrylu;: * ifteÍ-r,yrÌlrrdülii1l11fim, de, ou, aínda,o desejode uma aparência jo,e- = 3: Fier*E,T u.rlïÌiúlnÌllìlffir

6.7- A CORDAEMBALAGEM EMFUNÇÃO m mffirurq|'n, Até agora analisamosa cor da embalagÊ:- er ier*di_fu: a e,* mesma.O mesmo problemapodemoster,e- ?s:at,È -ïüE ü-trrË quando analisamosa cor ca enr:alagemc: ::3f3 *,_,1*j1g;.irr,r, E p r e c i s ocon sid e r :'quea embalaE :rrpassa ü i, J r-: : do maior,ao cua, eia deve estarre::jonada-:e -3-,_-r-: ê n E:a-ff[= : disployde'.'e::'esentar, como qu: :=:: rrimo:: z = =aã-=--: :_ uma unic:ce :nde os váríosproc_:3s:,l.stos _:Éi-i--3ãr3--3S ao mesrnciempo se ctscnmtneil:::-- ^=_ a a:e-:ã: _i1::_l :: D e v e m os:o^si atar ,portanto.cue s: :-a:z a= _ -: : : : : : : ã : difícil quanïoa cor.Corescharnatir.'as. ::-: : .=.--.e-rtË I irnâr e l o ,s ã o m uito m ais-apropriadas à fira =.:= -= . --: : = 2 o d e rn não funcionarbem. É precisoanalisar ie:-:Ê- >= = ::- -_.adapor um a d e te r m in a d embalagem a não irá pr= _::=- : -: --s . E s s eé um detalheimportante, levando-se em cons,:=-=:ã::_e a função do disployé colocarem evidênciao produto.E precÍsouertambém se as coresdos produtosterãoaceitacãopelo públicoconsumidor parao qual a peça estádestínada. (J ffnpacíocausaío peía cor deve ser no sentidode inclinaro consumidora discriminar e adquiriro produto,conseguindosele- Figuto 27 cionaro que lhe interessaentreváriosoutros.o relacionamento Embologem da Smirnoff do vodko : substiïuiçÕo cor ao produtoé, no caso,essencial. do

cor dourodopelo cor proro

Existemcoresque podem conduzira estímurosopostos oïuolizooo. aosde- - sofisticoçÕo sejadospelospublicitários. um bolo em cujaembalagàmpiãao.in" a co-rverdepode,influenciado por esta,sugerira idéia"deum produto mofado.os produtosalimentícios embalàos em .or",lluru, supe-


I48

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'-O dOS COfe) q.yì COfrurì

remum sabormenosacentuado do queoutrosem coresfortes.por exemplo, um docede goiaba, cujaemúalagem ,";u aã rà Jàrmetho esmaecido nãopodesugeriro ágressivo ãaborju goiJu.

7 _ A COR NA MíDIAIMPRESSA Apósfalarmos dacornardentidade visuare naEmbaragem, podemos campo da comunicação Mercadorógi.u piofinurentedita. Tü9'no Aqui,abordaremgs a cor.como importante ererientoaã cáaigovisual c,r-áfico ernanúncios, cartazes e outdoors. vamosnosconcentral neste ntl'Ìmnìenm. na mídiaimpressa. ì,âsrr-eiras considerações naabertura destecapíturo, desenvor,'Êïrrs-- i'aciocínio sobrea evolução da Direção ae nite dentrodo :'":':==sc pubricitário. c,org conseqüência ou parareluÃLntu, n ostramos 3 i:c.ii'a da quaridade da imagemperosirofissiãnaìs''ãa' áreacom grandemotivador de suasbusca"s cotidianas. como conclusão desseraciocínio e introducão da anárise da cor impressas, podemos corocar que to.das essas acões, l!s-aetcas ao rongo detantosanosdecomunicação, fizeram evoruir o "orharãomercado,, os profissionais que representam o radodo criente também ?_u-'-"l-ur apnmoraram suaspercepções e, conseqüentemente, seuconceito de :ualidade. ulg.rTus décadas do séculopassado, umailustração hiper_ "Iexecutada 'ee{rsta, -^_,,-t_l durantedias,em aerografia, .uuráu.ã*tìaordinário -pacto no mercado, hojeo mercado tema suavortaurnaluantidade -ensa de imagens fantásticas, expostas em todasas mídias. seriaincorreto dizermos. que a evor.ução da comunicação propi-'3r ao mercado a possibiridade de unur,t * t".ì#il;;ma peça ce comunicação. Maspodemos dizerque,a evorução das tecnicas de ::cdyq.ao e reprodução ,,visuarem mídiairpi"rsu tornouo mercado -Ênte" maisexigente. Ecom.o já apresentado anteriormente, asimagens , comunicação. tomaram conta ca se obse.rvarmos as peçasexpostas, vencedoras ou nèo,nosfestivais nacionais e internacionui, a" õrt-riáiàãlã, unna tendência de puracomunicação ""remos visual. Naobrasintaxeda Linguagem visuar, a professora DonisDondis iextãs impressos, patavra a é o elemento Íii??^:"^ynla,que .em prrncrpar, enquanto osfatores visuais comoo cenário físico, o formato, asc.ore.: e a irustração, sãosecundários ou necessários apenas como apoio.Nosmodernos meiosde comunicação acontece exatamente o contrário. O visualpredomina, o verbaltem funcãod;;;Ã;r". Hoje,na buscada quaridade da.imagemna comunicação mercadológica, nãobastaconiratar um ótimoiotógrafoparaa producão de


A C o r .l

t49

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im a g ens d e um aca mpanha publicitária. É cadave ; -: : - -: -. ' -: : q u a ntid a d e a nc :f3ta * : -: : : : -: = -: - : d e estúdios esoecializados u ma d a sg r a n d e pr s eocupaçÕes :-: ; : -, : : - : : : . - : dos profiss c o r .N o r m a lm e n te, e em funçãode aspec:s :-: -: r: : : ! : , i -r; ' . * que essesestúdiossãoacionados. Estúdios comoo Eclipse Digital, de C:-,:: s,* t,;É r *süt,r'r;ú zadono tratamento de imagens, é um bc- erie-:i : I !.1;pl**1'ç'-r tem elaboradoimagensveiculadasem c'.:;l: *ìrüüffi,drryIillirl-nìrffi 1rì'rür''ï pelomercaCc. conhecidas e valorizadas *r:8, :r:üsÍïil:,'qlrlnflfilrdllilurültrÌl Quandoobservamosa|gunsdes::s -:'t tÊ ::lrrJrrr-r:ã: q,rpiülrffitlÌm que a evoluçãotecnológicadasferrai'-e-::s um maiorgraude criatividade e desa':s -= :-rí:::{i: rÊs ïlrdmmÍm: na comunicação. Porisso,so o trabalhode excelência ce Ji- rErtr-iÈ:r-:rltr rrffi "fantasias paraa realização das criativas" ::s I .=lrr-r=s :É \rr

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de seranalisadc ë : 'inrct:-:-:':-Ì:" jiìúl,ilÍmm. Um casointeressante , rola.Um produtocom apelofeminino,na c:- -:s,= :-Ê': i*-'re.s,Er'.lltttmmm Week2006",princip:?,€^ir := -:i,i ,ummiüul[ na "SãoPauloFashion gie:-:=s:':-irii€i"'rï'lrìrn Paineis ondea Motorolafoi patrocinadora. I w]lüduto passavamo conceilo "Motorolovestevo:i'" \.eÍa eilsÍmtmil[ ,ütEÍl]"1Ì da questãocromáticaem si,surgeo forte ape c '=:: *': : :tE rMmÌwÍir 1l: feticheque e o aparelho celular. daAgência Ogilvye fotoc: -- s Lnsry4lp6, ConrtrabalLcc:ìativo ; l=túdioEclr:s:I q':alfìnalizou a imagem,dandolegfir: :3i:Êil: :r-1rrl:eill: criacio rÊ = :i:^:'a. Numtrabalhode equipe,um rcs-:::i: ff==-: uma ir...e- ïrffiêir:: Éonde e'e::s :e ,uz e sombravalorizaram o rosa,diferencial :: :rr:rJ-fr: uma cor:::: :açãodelicada, Conno :c--ecimentodosefeitosda cor,no D'::*-;: tret;r=:,,Íttl mensagem e :cnhecedordaspossibilidades tecr: :,g=; -t: ï-[:-rÊ.:: possibil :=:: :Ë :iãil- -,3.€-i rmagens, c Diretor de Arte tem a das q u e e m õcio r a me q ue criamuma relação de e-:: -: : : -: -s , ---: : com a marca,iproduto. de image- ::- '-':. -: :-' =. Emoutroexemplode tratamento EstúdioEclipse Digitalparaum catálogo da Fireç::ee- --ill : :iKohoutrecebeuur r:i:-e*:: :- :=:3s: trabalhodo fotografoRichard paraa valorização da imagem.O "climaazul' ='z i'e"'ï: -: :,c-: da AgênciaDuezt.O layoutrecebidopelo foto3':Íc ::ss,::3 i.íe c pelo cliente cÊi'::3--13= ii::e'rcãc Estúdio,e aprovadopreviamente do Diretorde Arteem relação à imagempre:e^:.da: : '-^Ca-enta no processo,.para se chegara um bom resultaioe pote^::ìízacàc dos efeitosde sentido. E paraa felicidade dosestúdiosde tratamento de ìmagem, os Diretoresde Artenãoparam.€criarimagensinusitadas. Aqui,o Diretor ;1

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Figuro28 C om p o n rc o' 3 ionc om en Ío d e ' ,l Vc i o _ o _ p o rl e ,,, d o Motorol o, 2OOó

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Figwa 29 Co mp o nhc pc r o F ir es テ経 n e2, 0 0 3

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t52 de CriacãoDaniel . -r- -

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Enfimcom grandeexperiência de imano trabalhode tratamento "viagens gens,CléudÌolshiitem a missãode construir criativas" dos as Diretores especial. de Arte,ondea cor semprerecebeuma solicitacão E ele comenta: "Hojeem diaas possibilidades de se lidarcom a cor,no computadoçsãotãograndes, queparecequeantesdissoo mundo era em brancoe preto." que o anúnciopublicitário É inegável realizado nos contrastes de brancoe pretotem um atrativomuito grande.Podeser um contraste poderde impacto.Mas agradável à vistae com um inquestionável que as combinações nem por issodeixamosde constatar de cores possuemum poderde sugestão mui:iogrande,atuandodiretamente na percepcão prÌnc'Dalmente do indivíduo, sensorial se a peçapublicitári: por :rcissionalexperiente for executada, com competência, e cc* psicossoc e conhecimentos semióticos : lã'.os. u-: -=='-z O poderde fixara atençãoe conseg-- :r consumidor d a m en sagem estáligadoin:-:-ente à s in -: : : = : . = . as s i m i l ação dadc=:'::crque --: -:-':s-ca. imagem,à suaprecisão, ao destaque lsto e, realçare dar foco onde se centrail:== :ê'a a-: s: :":l:rde fixar.A cor maisforte nesselocal,ou só u- -=:= -ess=s3f:-:entro de um camponeutro,tem a capacidade de ;:- -- . E:':s,: =s:'mulo produzido na retinae que possivelmente terr -,?'i. =':=e:t rcadede retenção. que : :s,:-fiÊ:** ,e :onstitui Despertara atençãode um indivíCuo que pare--Ê 3:EsÍile-ealizacão proposição de venda se encaminha a do criadorpi,-:',l:3n: :re,epermitir do ato de compra.O pensamento que estedespertar da atençãose realizerápida3 -*Ei,rraremente.É de uma a provocação de um fenômenopsíc-:: :Nr-'e-ô3o exatamente =:r: :omo um visuale registrada improvisada sensação em nosso:=.. fenômenode contraste. ao Diretorde Arteé, por:antc--: comunicaO que maisinteressa suaatenção chamando inesperadame-:e cãodiretacom o consumidor, por um detalhemotivacional, comoa cor,que se,!xae sefazmemorizar o maisrápidopossível. pelo Prof.ModestoFarina,já na Essareflexãofoi apresentada, plenamente. primeiraediçãodestaobra,com a qual concordamos trabalhode direçãode Nestadireçãosomosremetidosao brilhante arte,da AgênciaDPZ,paraas peçasdo cigarroCarlton.Hojeproibida, a veiculação de anúnciosde cigarrosera uma constantenas revistas ateo finalda decadapassada. de grandecirculação, por meioda cor,comoum detalhegráAquificaclaraa persuasão "politicamente incorreto", é quaseimpossível fÌco.Apesardo produto

t5 3


154

aoobservador, não^ser sensibirizado peraimagem. Comumaringuagem gráfica diferenciada, ondeur"runtl!iu trnau,nem um pranoneutro, o vermerho da'borboreta carrton" ."r; poderdedespertar a atenção do observado4 mesmoaqueler"no, atento. uma sorucão rouvável paraa comunicacão de um produto .;;;ri;.ã;; -i benefício sâocara-erísticas i" Ãúìr"r def";;: È'.ã"rã',uru "i#;ï.ridade e rtado, por meiode umaringuagem gráfica surpreendente, o anúncro reforca o stotuselevado quecaracterza a marca Ésabidoquenossaatenção normarmente sefixasobreum objetode 2 a 10segundos' o tempo,bastante rurto, a"uu serconvenienremente apreciado e conside,raao. o oiretorá" Ãttó a"uãp,"o*;;, um detalhemotivador ;;-, meiode int"r"rruìtuãJ', receptor

rsso provoca ráumruio,. int"-;iS

i3i;ï?*ff :'Ëttr ri: cLeo consumídor pense e decida u r"rpuiiJJ;JËi;ï"'rn" u comu_ Essa

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técnica 'lcaco' de apresentar o contraste, rstoé,a diferenca entreo habituale o imediato queseoferece aos ientidos, é o verdadeiio convite guepredispõe vorunrariamente o .onrlÂ,ao,.u ;;Ã;;uìïi,,"nrugur. A atenção, despertada inuotunturiáÃËn,ã,',ornu-re voruntária. A boacorocacão.do.eremento cordeveterem contaa continuidade e a unidade nasparticularidades a.-p"C publicitária, inclusive quando

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tons.É a Prolonga-: se pretendeo uso de outrascoresou diferentes da atenção,da motivação e do impactoque se busca.Nãodevems5-r35 dos elementossíq-r:rs de que a boa harmoniana colocação esquecer sempreevitaráa fadigada atenção. muitosdetalhes e: iïlse distinguir Nossavisãonãopodeabranger limitar-sea colocarnos a.unnrnms mo tempo e, portanto,é aconselhável pois com cincooL ses uma mediade três elementosmotivacionais, poderia da saturacãon decorrente da atenção haver dispersão motivos olhar.Com poucoselementose fácilcriarum centrofocoldo dfer4fm ;e lurnim e a unidadedesseselementosserãofundamentais continuidade porquepermitirãomantera atenção,pois,como orJrfirüm peçapublicitária anímicas, ela estásujeitaa flutuaçõesque podem3l15tr manifestações desinteresse. cansaçoe, conseqüentemente, das corescontribuiparaaumentaro graude aterlcõrl O con-f.aste dos anúnsoscoloridos.Peloadequadouso dos tons, a mens,ttgrlrl maisdramática e ::Í- ô escritataruer :ode se tornarmaissensível, novamente c::eulrl ds aqui de se'Iida maisrapidamente, capacidade a respeitoda ca:,:sdhdle apresentadas ,áanteriormente consideracÕes do texto por meio da cor. comunicafiirum

o-bl3ÍIrrn RtanErnrilDragl'

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Figuro33 : :steresAbsinïoLcutrec.

Tera máximarn;::naçãopossíver soDreaspectos persuasivos da cor.nacomunic a c ãeo f u n d a me n t anlo t ra b a lh o d o Dire t o d r e A rt e . A ssimcomotam b e mé f u n d a me n t aqru e e re t e n h ao má x imod e in formacões sobreo púbricoque deveri ser atingidoperamensagem Mascomunicação nãoé ciênciaexata.se passarmos um trabarho para cincoDiretores de Arte,com as mesmasinformaçõer, u prãÁuniridad de recebermos de voltacincoroyoutsJiferentes; ;ão vários t;;i;. os elementos que compÕemuma pecade comuniãacão: a composteão d.9layout,a tipografia, a imageme, principalr"ni., seu aspecto cromátrco. Naverdade, em comunicação, nãoexisteumaúnícasorucão paraatingirmos um determinado objetivo. Deste,noJo,.ãJu profissional colocará o "seuolhar",carregado de conhecimento e vivência, na solução de um p ro b le ma d e c o ú u n ic a c ã o . u1r exemploclaroparaessaafirmacão foi o trabarho que a agên,Absinto fez..p-ara a bebida L._:iec,,em 2OOl. èon' ,o, ;ta !\'/Brasil "aberto", Drieïrng foramconvidados granc:: ^:rres da direcãode arte paracriare- rôsterespromocionais pa:. . _.- .a. co, lir"laudetotal

' .4orceo Gi onrnni


t57 paraa criação, o resultado do conjunto foi excelente. O interesse-:e do processo é que um forteíconedo produtoé exatarnente s-a ::' verde.Masno processo criativo a liberdade foi tanta,gu€ ^e- =úL:s os diretores de arteutilizaram essaidentificação imediaada =n :irr produto. o Emumaentrevista paraestelivro,WashingffiÌ drumnl da afirmou: WBrasil, "Estesmagnífìcos layoutsdospostersdo AbsintoLaJmcsuÍgirama partirdo mesmobriefing: liberdade total'Assimcomoum consumidor podetersuaspreferências somátican o mesmoacontece como DiretordeArte.Características culturab. fqrmação, experiências quepodeminfluencar vividas, sãoalguns aspectos peloDiretorde Arte,do cromatismo a definicão, de umapeçagrám@" Obvioquesemnuncaperderde vistaasinformações do bríefrrry ry refletem os objetivos do cliente. tfrt ffiMrco

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FroncesoPetiï Figuro35 r lsïeresAbsinïoLoutrec

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l:ndis (1997 : 6 5f)a z u m c o me n t á rio d ,o p o n t od e v is t ad o c o n lr

:or não ape n a st e m u m s ig n if ic a d,o- . : rs a lme n t e c o m', hadoatra v é sd a e x p e riê n c ia c o, n : . : n b é m u m v a lo r - - nat iv n ec n e r i f i e n

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-- rlrcosa eÌ a v in c u la d o sA.le m d o s ' c a d o c ro má t rc o ---amente p e rmu t á v ed a c o r,c a d a í r, ' -:- : as p:s s o a : sDo ": o ' e se rp e c , --


159

, -^ Jntccclo

5e existeuma"artepublicitária'f essadeveserentendl3:coi : '.-:: aplicada". Diferentemente do artistaplásticoque se e\:'::s- ::-:_ comosuporteumatelacom dimensões por ele definic* : :-:Ê ::* locaseuolhare interpretação do mundonum processoeas:r*:'-a-[i: individual, na comunicacão mercadologica a "artepubiic"tãre'ì:*;,l-rË de uma estratégia de comunicacão planejada a parti.úe rrr ËmsÍiln5 com dadosque irão ditardiretrizesparaas estratégias cÍ-,Ndhr,ums. Mas algunstrabalhosde comunicaçãocrescemeraÍffirllml,Í@ eÍtTrr função do briefing.Um exemplointeressante, e impmsfuedde ser esquecidonumaobrasobrecor na comunicação, é o trabalhoda &€eruffi Almap,paraassandálias Havaianas. Nabuscade um reposicionar-enffin da marcaHavaianas, em 'l994,a SãoPauloAlpargatas mudao .crn{ejfim do produtoe também da comunicação, valorizando o coflsL-núillf jé tão reconhecidas. não maisas qualidades do produto, As mudançasno marketing do produtoenfocaramnovos-rridhs e cores,que associados a outrasestratégias como distribuÌ:ã:;ÍÌE@ embalagem,geraramuma nova interaçãodo produtoco:- ; ÍrrÌtr$ür midor.Deixandode ladoo slogon"Nãotêm cheiro,não ceÍ:nrrwlrmn e não soltamas tiras",que foi usadoduranteJ0 anos,a erarrqnmma criarurn apelo menos racionale mais emocional.Mas oe ,tndms as açõesimplantadas nosprocessos de marketing, a inclusãose ioÍes Ír'ï,o produtofoi fundamental parao sucessode crescimento e si.s@mffiacão da marcaHa,,':;anas. Aquiaìg--serenrplosdo trabalhocriadopor Marcello Serpa,,"Nnrap, paraanúncios33ss:-lálias Havaianas. Na buscade transrnmmr gilamouç modernidade e :.'-::a *ente o lancamento de "novascoresn" foram geradaspeças:r'afi'r'as :e alto poder persuasivo, que lanmmearam a imagemdo pro'C";to nos últirnosanos.Estepassoua serdesemdopelo Figuro 3ó Anúnc : ::- l:

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C S HOV O i ONOS.

consumidor, conquistando espaçona moda como um item clássico e desejável de vestuário. As sandálias Havaianas adquiriram o status mercadológico de moda. se no caso"Havaianas" a corfaziapartedo briefing,seriainteressanteolharmosoutrotrabalho, ondea cor,a princípio,Z coadjuvante. ma d9scampanhas com maior índice de lembranÇa nos últimos anos, ff "Mamíferos" da Parmalar,fez um usovitorioso do apeloemocional. Criacãodo premìadoErh Ray,então Diretorde Arte da Agência _. DM9,comtextode Nizancuanaes, ascrianças vestidas de "bichinhos', emocionaram o paíse valorizaram a marcaparmalat, estabelecendo o conceito"PorqueNósSomosMamíferos',.


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U ma r r op o stacom fortedìferencial na cria c à o: e x t r e rnorsas im a g ens, característtca do trabaih o de : n e u t r oda sp e ca sa cabagerandouma unidadev is u - -. s u t Ì l eza co [.ìq u eo produtoe coiocado, onder \ . , e lc_.: . l ú d i c ada cr ia n çaca-sa , um efeitopersuastvc l:st : -. . m a r c ar,esu ltan de^ o umaDroposta instituci_-: E se ob se r:"_ : aom atencãoo conjunta I _ _:r ser coadluvante, ten- '' _ _ -,'

intencÌo-:,: ' _ -_ -' _ , - -a emocional" o se rntegra ao con1ut.._ : -: . : ,- - de matizesmaispuros,n u mac . -_ -: agradével. Um trabalhoqu e ju s t if ic c _ =- em 1999. -,

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apenaspeçasde comuni c a c ãcoo m = _ : sãomuitasas que nosimp re s s io n a=n -. no nossodia-diaE. s s ab o . _ - ,: irvamente, : ''-to de uma boaformacão e u m o lh a ' . 6spp a criacão. S aberlida rc o m c j : -: - :rr . : principalmente com o seue le me : ". parao sucesso de estrat e g iadse : ,

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Figuro39 Anúnclosdo leiiepcrmolot.

Nàobastaum anúncio"sercororido". A cortem que serpensada, tem qLe sertestada, eia devese relacionar com outrascores,ela grrtaou eiae sutil.A corse comunica com o indivíduo. E estetem'sempre, por aigrmacor,uma relacãomuitoespecial.

8 _ A CORNA MíDIAEXTERIOR: A PRIMAZIA DO OUTDOOR I :.--iooré a prin c ip amí r d iad e n t rod a a mp rag a mad e p o s s ib irid a d e s rrdia ou pubricidade exrerior ïraz.Amidia-Ëxteri"i.pÃrË..a gran_ ;^^-e; ïportantes c:s díferencas frenteàsdemaisÍormasde'comunrcacão -:ica:clogica.Enquanto a propaganda na terevisão, o e:: vè: ateà casadas.pessoas, "toúàt", 'c; a o jornare a revistasão compradcs rteresse própro,osoutdoors e demais veículos a" put;;.i._.= ?.-:i: :: 3"ie rc' sãoperc e b id odse p a s s a g e m, n a sv ia sp ú b ric a cs o , rì ^ i: -: r l:,sage- dascida d e sp,e rc e b id oma õ iso u me n o sc a s u a lme : . = \as qrandes c dades, a paisagem tendea serpovoada de u_: : _-:_ :.:e :: '-nagens : ru it a sv e z e sin t e n s e me nctoelo rid a: s_ 3 : : : _ --: :-:':: ::: c,^a-: o c : c e d ã oE. e : e s , . ec o : : e x io : _ e : : _ _ . . , -. -, _ .:-t::S .=:_:S p u : : it á r-ic.s^ : : , : : a _ <-, : : : , : = _-


tó3 Figuro40 r:'que Jc :,:::nhO r--^ ,

::1"os o outdoor,ve mo sq u e ,p e lo s e u E n t re t.- ,, - - - - :a :-: -lacto sobreo pú b ì ì c e o P e lare P e :: :,:--::' t a m a n hoe := -. ' ',: -b re v e v e ic u laurma iragen e = . - =^ - - '\.- --'-ìa t i d ae x i bicà . pub lic id a d e ic a me n t e t ip :- .. - - ^. --=- - :.--:oore uína i mp r e s sãc P a fa a S nÍ l- : : : :

: - a ' - ì:- - .a ::m e n te

p O r tOdaSaS P eS S OaS .

algu ma cs a ra c t e rí s t ic a s S e gu n co'= '= - - a : : -.: lo' Dossu; q u e o d istin g u e '- ':.*=^ --.,r=-ie de outrasm í d ia s : ' . i ] e a b ilid a d- e n ,u mac id a d eo u 2o c: :=' -:=7e'--a Ê ' :-sa ;'eg iã o a p e na snu TnD alr ro;

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3crcelono, ,:= 2006, :]:J


F g. rro 4 l - :--

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- ' : nde ; = -, 1: )rversidode I -:rtrosïondo com r- lo e vermelhodo '- r lre visuoldo CIoro. -- :e DeniseBündchen.

-::de s e ru s a d an o s Ì r-c -: -: : s ' n a t s p re c is oes t e r a Oportunidac: lo g oc -: ^ : : = : : : ' : mensage-=-ts t it u í d a lmpacto- imp:-='c n a g e ra lme l: eP e , . -. . * z ^-: e re la c o r v t v ao u i n d ee s t ác c ' c : a : : : :om a d o lo c a o em contraste d'antede vários diarramente - con-o,em geral,Passamos \4emorizacão tendea fixar-se a coisaanunciada exemplares do mesmo carïaz, na mentepelarepetição; e breve,é facilmente concisa S -plicidade- porquee umamensagem comoreendida . Figuro42 Outdoorcom novo mc:elo de corro do Toyo-:=.r Ynnnni lVUl, ^Ul

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tó5 Figuro43 I rtdoor :: ' - - -r.3or em -:---^i-^ode -.

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I ::::- - ,â l da mídiaexterlore de pro d u z r -: ' -' ' - ro nomeda coisaanu n c ia d -: i m e c= : '- ."- =- e vidência jo se logoaosolhose potencia lme nat e. -o pr::- : - - -a mass '= implrc an a de "cartazes'' - = - ,- = :e r a l,a fixacão :: dos locaisemp re g a c : a m ultiplicidade me: - -, ô

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l : - - = - ,;ã o técnicada mídiano pais,co m a \ . -: . : : tec n ic a: . t u' : - - : :'- '- :..'as de mídia,com a evolução que a marc ae x e -: : t c: : - - ' : - .=ten doda importância '=:r en te e globalizadcoo, n : --competitivo n :-:: -, . : . - '=' = : = :: da rentabilid a d: e relação da a n álise da -= q t : :ì e comunicacã o de eÍ: = - : : :* - :- : q u erP rocesso propÕe m u r . ' : -: t e - : . - : - - - ,- - :3 veme potencialmente .".: e s P a : :: = ^Ítrt!( Ídia conqutstan d o exteriorvem . a es:= À ç :---- - t UC

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d,ferentesti pos de cervej os S uper B ock. Jogo vi suol : vermel ho e bronco do embol ogem e i denti dode vi sucl dondo suporte oo outdoo' , Foto C oti ' de P erez,


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Aqui'gostaríamoldg apresentar asparavras do prof.ModestoFarina, quefinalizavam asedições*,"r;;;ã;rtu obru, "O indivíduo estásujeitosempreàsmudanças que,geralmente, sesucedem numperíodo r"hïiuaÁuntË curto. Mudanças quese processam repentinamente devidoa fatores sócio-econômicos e queo obrigam eternamente, mesmoquefossepara umdmelhoria dellduf seus.lotus sociafou parasentrr_se avançado e atualizado nosnovoshábitos a. Ããa..ú.s, mesmoemtodaessa mutotiorerumdasociedad"au .o*uÀo em guevívemos indMduosprocuram, por meio dascores,personalizar os seus er yl signr.ficado e um i"Ãtúì às coisas. 1.ï^: u consumidor estápraticamente envorvidã-Ãrrucorrida semfim;efeseantecipa aofuturo-, pof e . prOpìià'r;;;;;. comprexoinaustriJ-mãa'uinol Í-o-srundrque rheofereceo tapeteffig..o paraseuavanço. u consumidor, tal-v:1emfuturopróximo,não sentirámais o produtonecessitado, pois ele'e o produtoconstituirão fugaze temporário. r:r.tg.do, so lrcaráuma Íembrança, uma recordacão prazerpor umasimplescor gue o acompanhou a vrda-de rnteira.,,

Psicodinâmica Das Cores Em Comunicação - Farina&Perez&Bastos  
Psicodinâmica Das Cores Em Comunicação - Farina&Perez&Bastos  
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