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11 de Maio de 2011, Ano II, edição nº89, 1,20¤ Director: Rogério Gomes

à sexta nas bancas

11.05.11 GrandePorto Style guide


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Destaques Ad consus L. Epse, consuliam ina, duceren serit efacide ffrestrisse nequi cone nostraremo

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Local Ad consus L. Epse, consuliam ina, duceren serit efacide ffrestrisse nequi cone nostraremo

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Nacional Ad consus L. Epse, consuliam ina, duceren serit efacide ffrestrisse nequi cone nostraremo

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Internacional Ad consus L. Epse, consuliam ina, duceren serit efacide ffrestrisse nequi cone nostraremo


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Grande Tema Ad consus L. Epse, consuliam ina, duceren serit efacide ffrestrisse nequi cone nostraremo

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Painel Ad consus L. Epse, consuliam ina, duceren serit efacide ffrestrisse nequi cone nostraremo

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Opiniรฃo Ad consus L. Epse, consuliam ina, duceren serit efacide ffrestrisse nequi cone nostraremo

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Horizontes Ad consus L. Epse, consuliam ina, duceren serit efacide ffrestrisse nequi cone nostraremo


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Entrevista Ad consus L. Epse, consuliam ina, duceren serit efacide ffrestrisse nequi cone nostraremo

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fórum jovem Ad consus L. Epse, consuliam ina, duceren serit efacide ffrestrisse nequi cone nostraremo

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negócios Ad consus L. Epse, consuliam ina, duceren serit efacide ffrestrisse nequi cone nostraremo

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desporto Ad consus L. Epse, consuliam ina, duceren serit efacide ffrestrisse nequi cone nostraremo


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cultura Ad consus L. Epse, consuliam ina, duceren serit efacide ffrestrisse nequi cone nostraremo

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televisão&média Ad consus L. Epse, consuliam ina, duceren serit efacide ffrestrisse nequi cone nostraremo

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destaques roteiro Ad consus L. Epse, consuliam ina, duceren serit efacide ffrestrisse nequi cone nostraremo

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agenda Ad consus L. Epse, consuliam ina, duceren serit efacide ffrestrisse nequi cone nostraremo


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cinema Ad consus L. Epse, consuliam ina, duceren serit efacide ffrestrisse nequi cone nostraremo

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gastronomia Ad consus L. Epse, consuliam ina, duceren serit efacide ffrestrisse nequi cone nostraremo

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vida&sociedade Ad consus L. Epse, consuliam ina, duceren serit efacide ffrestrisse nequi cone nostraremo


Headlines, sub-headlines & text


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Títulos, Sub-Títulos e Texto nível a Adaptação no sistema de 5 colunas

Título nível A máx duas linhas para cinco colunas de texto ∞ Subtítulo nível A de duas linhas de texto com título de nível A. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9% no Norte, uma inversão da tendência de 2009. texto nome apelido email@grandeportoonline.com

S

e há momento propício a más notícias é este. Com o INE a rever em alta o défice público e a troika em Portugal, torna-se fácil ignorar as luzes de esperança. Mas elas existem. A indústria nortenha terminou o ano de 2010 dando claros sinais de recuperação através do aumento das exportações, em contraciclo com a saúde financeira do Estado. Segundo o secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Valter Lemos, o Norte “é uma das regiões que mais rapidamente estão a ultrapassar a crise”. Dos 11.896 milhões de euros arrecadados 2m 2009 pelas indústrias do Norte com matéria escoada para o estrangeiro, passámos para os 13.106 milhões de euros no ano passado. Nos dois primeiros meses de 2011, estas empresas venderam produtos no valor de 2.126 milhões de euros, revelam dados fornecidos ao GRANDE PORTO pelo Instituto Nacional de Estatística. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 201o, fixado em 1,2 por cento face ao período homólogo de 2009. À sua conta, esta procura “justificou um crescimento de 0,7 por cento do PIB”, enquadra o último relatório trimestral Norte Conjuntura, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da

Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010.

Título em texto corrido A recuperação e consolidação das exportações em sectores de exportação tradicionais, a par da afirmação de outros segmentos técnicos, como o dos materiais eléctricos (ver páginas seguintes), faz com que a indústria do Norte atravesse “um período de crescimento”, conclui o relatório. “A compra de inputs destinados à indústria foi a principal causa do crescimento das importações da Região do Norte no quarto trimestre. O crescimento verificado a Norte no quarto trimestre de 2010 fica no entanto um pouco abaixo do nível de exportações nacionais, que aumentaram em média, no mesmo período, 15,6 por cento. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008.

Título em texto corrido Para o aumento das exportações numa época de crise contribuem múltiplos factores, mas as associações contactadas pelo GRANDE PORTO convergem numa razão primordial: os principais mercados europeus já começaram

a sair do aperto sentido em 2009 e as empresas nortenhas aproveitam o lanço para engordar de novo a facturação. Ana Paula Africano realça que a Alemanha “é a locomotiva” da economia europeia, influenciando-a nos momentos de quebra e impulsionando-a quando se expande, como neste momento, já que além de grande exportadora “também tem grandes necessidades de importação”. Para si, “é decisivo ver se este ritmo de crescimento das exportações a Norte se mantém, sustentando os negócios e fazendo com que a crise não seja tão aguda”. Oitenta e cinco por cento das empresas de vestuário e têxteis portuguesas operam nos distritos do Porto, Braga e Viana do Castelo. Cerca de 80 por cento da produção destina-se aos países do mercado europeu, que “têm tido um melhor desempenho”, constata João Costa, presidente da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal. Hélder Pedro, secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal, realça que o sector, um dos que mais cresceu no Norte no fim de 2010 (ver página ao lado). Ao fim de mais de quatro meses de espera, o Governo decidiu finalmente aceder à proposta da câmara do Porto e aceitar o nome de Rui Moreira para suceder a Arlindo Cunha no cargo de presidente da Porto Vivo – Sociedade de Reabilitação Urbana. O presidente da Associação Comercial do Porto (ACP) e uma das figuras mais respeitadas da cidade tem pela frente a difícil missão de prosseguir um trabalho que começou há seis anos e que não tem escapado a fortes críticas por parte de muitas vozes da Invicta. O antigo presidente da SRU, que cessou funções em Dezembro do ano passado, garante que deixou uma casa em ordem, com obra feita e visível na cidade, lembrando, contudo, que “a reabilitação urbana no Porto, tal como em Lisboa, é um trabalho para gerações” e não pode ser um palco de luta política.

“Tem que haver continuidade de políticas e um consenso em torno delas, de forma a que possam continuar a encorajar os investidores e os proprietários, independentemente das mudanças de Governo, da cidade ou do País”.

Título em texto corrido No mesmo sentido, Adão Ferreira, da AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel, informa que o aumento das exportações neste período “tem a ver com a retoma do mercado europeu”. A Alemanha, Espanha e França são os “grandes compradores” do sector. As 81 empresas que operavam em 2010, a Norte, na indústria de componentes para automóvel, exportaram quase 29 por cento do que produziram para a Alemanha. “O mercado alemão teve uma grande recuperação em 2010 e é o motor da Europa, são os maiores produtores de veículos na Europa e ajudam-nos a impulsionar as vendas para o exterior”, sublinha. A Associação Portuguesa das Empresas do Sector Eléctrico e Electrónico (ANIMEE) representa um dos segmentos mais importantes para a vitalidade actual das exportações. Allegro de Magalhães, da ANIMEE, constata que “a retoma do comércio internacional fez subir 22 por cento as exportações”. Na opinião de Arlindo Cunha, são necessários ajustamentos das políticas públicas de apoio à reabilitação de forma a acelerar o processo, nomeadamente daquelas que dizem respeito à lei das rendas que é, actualmente, “um dos maiores travões à reabilitação urbana”, uma vez que limita o nível das rendas a fixar pelos pequenos proprietários dos prédios, desencorajando-os a investir na sua reabilitação, porque “não são capazes de recuperar o investimento”. “O que precisamos é de deixar o mercado funcionar, ou seja, permitir que os proprietários que in-

vestirem na reabilitação, tenham a liberdade de fixar rendas de acordo com o mercado e depois, nos casos dos inquilinos mais desfavorecidos, ajustar o subsídio da renda”, defende. O vereador Mário Fontemanha salienta que estes níveis de qualidade da água, areia e acessibilidades “têm sido mantidos há anos” e que “se os munícipes tiverem praias de primeiro mundo e de grande qualidade em Gaia” poderão usufruir de boas férias entre portas. “É um investimento não economicista, inscreve-se na melhoria da qualidade geral do município”.

Título em texto corrido Nada que surpreenda a subdirectora da Faculdade de Economia do Porto, Ana Paula Africano, que lembra que perante a dificuldade de vender em Portugal, é natural. Mercados “muito importantes, como a Alemanha, tiveram uma recuperação acima da média europeia” e qu e essa “foi a influência mais importante” no crescimento dos negócios a procura de alternativas no estrangeiro. “Gaia possui um capital ambiental e de frente de mar de excelência e afirma-se novamente como campeã das bandeiras azuis”, comenta. O vice-presidente acrescenta que em tempos de crise e face a orçamentos familiares cada vez menores, a distinção permite assegurar “socialmente o bem-estar” a todos aqueles que se vêm impossibilitados de gozar férias em resorts de luxo, proporcionando-lhes “igual qualidade, quer em termos ambientais, quer ao nível da organização e dos apoios”. O município de Vila Nova de Gaia ocupa a segunda posição a nível nacional no ranking dos concelhos com mais bandeiras azuis este ano. Das 271 praias distinguidas em 2011 com a Bandeira Azul, 18 são gaienses, total apenas superado pelas 20 de Albufeira, no Algarve. O município de Vila Nova de Gaia


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Título nível A máx três linhas para quatro colunas de texto ∞ Subtítulo nível A de três linhas de texto com título de nível A. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9% no Norte, em relação ao ano passado, uma inversão da tendência de 2009. texto nome apelido email@grandeportoonline.com

S

e há momento propício a más notícias é este. Com o INE a rever em alta o défice público e a troika em Portugal, torna-se fácil ignorar as luzes de esperança. Mas elas existem. A indústria nortenha terminou o ano de 2010 dando claros sinais de recuperação através do aumento das exportações, em contraciclo com a saúde financeira do Estado. Segundo o secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Valter Lemos, o Norte “é uma das regiões que mais rapidamente estão a ultrapassar a crise”. Dos 11.896 milhões de euros arrecadados 2m 2009 pelas indústrias do Norte com matéria escoada para o estrangeiro, passámos para os 13.106 milhões de euros no ano passado. Nos dois primeiros meses de 2011, estas empresas venderam produtos no valor de 2.126 milhões de euros, revelam dados fornecidos ao GRANDE PORTO pelo Instituto Nacional de Estatística. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 201o, fixado em 1,2 por cento face ao período homólogo de 2009. À sua conta, esta procura “justificou um crescimento de 0,7 por cento do PIB”, enquadra o último relatório trimestral Norte Conjuntura, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010.

Título em texto corrido A recuperação e consolidação das exportações em sectores de exportação tradicionais, a par da afirmação de outros segmentos técnicos, como o dos materiais eléctricos (ver páginas seguintes), faz com que a indústria do Norte atravesse “um período de crescimento”, conclui o relatório. “A compra de inputs destinados à indústria

foi a principal causa do crescimento das importações da Região do Norte no quarto trimestre. O crescimento verificado a Norte no quarto trimestre de 2010 fica no entanto um pouco abaixo do nível de exportações nacionais, que aumentaram em média, no mesmo período, 15,6 por cento. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008.

Reabilitação Urbana. O presidente da Associação Comercial do Porto (ACP) e uma das figuras mais respeitadas da cidade tem pela frente a difícil missão de prosseguir um trabalho que começou há seis anos e que não tem escapado a fortes críticas por parte de muitas vozes da Invicta. O antigo presidente da SRU, que cessou funções em Dezembro do ano passado, garante que deixou uma casa em ordem, com obra feita e visível na cidade, lembrando, contudo, que “a reabilitação urbana no Porto, tal como em Lisboa, é um trabalho para gerações” e não pode ser um palco de luta política. “Tem que haver continuidade de políticas e um consenso em torno delas, de forma a que possam continuar a encorajar os investidores e os proprietários, independentemente das mudanças de Governo, da cidade ou do País”.

Título em texto corrido

No mesmo sentido, Adão Ferreira, da AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel, informa que o aumento das exportações neste período “tem a ver com a retoma do mercado europeu”. A Alemanha, Espanha e França são os “grandes compradores” do sector. As 81 empresas que operavam em 2010, a Norte, na indústria de componentes para automóvel, exportaram quase 29 por cento do que produziram para a Alemanha. “O mercado alemão teve uma grande recuperação em 2010 e é o motor da Europa, são os maiores produtores de veículos na Europa e ajudam-nos a impulsionar as vendas para o exterior”, sublinha. A Associação Portuguesa das Empresas do Sector Eléctrico e Electrónico (ANIMEE) representa um dos segmentos mais importantes para a vitalidade actual das exportações. Allegro de Magalhães, da ANIMEE, constata que “a retoma do comércio internacional fez subir 22 por cento as exportações”. Na opinião de Arlindo Cunha, são necessários ajustamentos das políticas públicas de apoio à reabilitação de forma a acelerar o processo, nomeadamente daquelas que dizem respeito à lei das rendas que é, actualmente, “um dos maiores travões à reabilitação urbana”, uma vez que limita o nível das rendas a fixar pelos pequenos proprietários dos prédios, desencorajando-os a investir na sua reabilitação, porque “não são capazes de recuperar o investimento”. “O que precisamos é de deixar o mercado funcionar, ou seja, permitir que os proprietários que investirem na reabilitação, tenham a li-

Para o aumento das exportações numa época de crise contribuem múltiplos factores, mas as associações contactadas pelo GRANDE PORTO convergem numa razão primordial: os principais mercados europeus já começaram a sair do aperto sentido em 2009 e as empresas nortenhas aproveitam o lanço para engordar de novo a facturação. Ana Paula Africano realça que a Alemanha “é a locomotiva” da economia europeia, influenciando-a nos momentos de quebra e impulsionando-a quando se expande, como neste momento, já que além de grande exportadora “também tem grandes necessidades de importação”. Para si, “é decisivo ver se este ritmo de crescimento das exportações a Norte se mantém, sustentando os negócios e fazendo com que a crise não seja tão aguda”. Oitenta e cinco por cento das empresas de vestuário e têxteis portuguesas operam nos distritos do Porto, Braga e Viana do Castelo. Cerca de 80 por cento da produção destina-se aos países do mercado europeu, que “têm tido um melhor desempenho”, constata João Costa, presidente da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal. Hélder Pedro, secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal, realça que o sector, um dos que mais cresceu no Norte no fim de 2010 (ver página ao lado). Ao fim de mais de quatro meses de espera, o Governo decidiu finalmente aceder à proposta da câmara do Porto e aceitar o nome de Rui Moreira para suceder a Arlindo Cunha no cargo de presidente da Porto Vivo – Sociedade de

Título em texto corrido

berdade de fixar rendas de acordo com o mercado e depois, nos casos dos inquilinos mais desfavorecidos, ajustar o subsídio da renda”, defende. O vereador Mário Fontemanha salienta que estes níveis de qualidade da água, areia e acessibilidades “têm sido mantidos há anos” e que “se os munícipes tiverem praias de primeiro mundo e de grande qualidade em Gaia” poderão usufruir de boas férias entre portas. “É um investimento não economicista, inscreve-se na melhoria da qualidade geral do município”.

Título em texto corrido Nada que surpreenda a subdirectora da Faculdade de Economia do Porto, Ana Paula Africano, que lembra que perante a dificuldade de vender em Portugal, é natural. Mercados “muito importantes, como a Alemanha, tiveram uma recuperação acima da média europeia” e qu e essa “foi a influência mais importante” no crescimento dos negócios a procura de alternativas no estrangeiro. “Gaia possui um capital ambiental e de frente de mar de excelência e afirma-se novamente como campeã das bandeiras azuis”, comenta. O vice-presidente acrescenta que em tempos de crise e face a orçamentos familiares cada vez menores, a distinção permite assegurar “socialmente o bem-estar” a todos aqueles que se vêm impossibilitados de gozar férias em resorts de luxo, proporcionando-lhes “igual qualidade, quer em termos ambientais, quer ao nível da organização e dos apoios”. O município de Vila Nova de Gaia ocupa a segunda posição a nível nacional no ranking dos concelhos com mais bandeiras azuis este ano. Das 271 praias distinguidas em 2011 com a Bandeira Azul, 18 são gaienses, total apenas superado pelas 20 de Albufeira, no Algarve. O município de Vila Nova de Gaia ocupa a segunda posição a nível. O vice-presidente da Câmara de Gaia, Marco António Costa, olha com satisfação para os resultados, mas também com “naturalidade”, devido ao investimento que o município tem feito neste domínio. Exporta 97 por cento da produção para a União Europeia (UE), para mercados “como a Alemanha e a França, que estão a recuperar” da recessão de 2009. No primeiro trimestre de 2011, exportaram-se 51.527 veículos, mais 39,7 por cento do que no período homólogo de 2010. Hélder Pedro, secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal, mais cresceu no Norte. A economia alemã “passou por um


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Títulos, Sub-Títulos e Texto

Título nível A máx quatro linhas para três colunas de texto ∞ Subtítulo nível A de três linhas de texto com título de nível A. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9% no Norte, uma inversão da tendência. texto nome apelido email@grandeportoonline.com

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e há momento propício a más notícias é este. Com o INE a rever em alta o défice público e a troika em Portugal, torna-se fácil ignorar as luzes de esperança. Mas elas existem. A indústria nortenha terminou o ano de 2010 dando claros sinais de recuperação através do aumento das exportações, em contraciclo com a saúde financeira do Estado. Segundo o secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Valter Lemos, o Norte “é uma das regiões que mais rapidamente estão a ultrapassar a crise”. Dos 11.896 milhões de euros arrecadados 2m 2009 pelas indústrias do Norte com matéria escoada para o estrangeiro, passámos para os 13.106 milhões de euros no ano passado. Nos dois primeiros meses de 2011, estas empresas venderam produtos no valor de 2.126 milhões de euros, revelam dados fornecidos ao GRANDE PORTO pelo Instituto Nacional de Estatística. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 201o, fixado em 1,2 por cento face ao período homólogo de 2009. À sua conta, esta procura “justificou um crescimento de 0,7 por cento do PIB”, enquadra o último relatório trimestral Norte Conjuntura, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010.

Título em texto corrido A recuperação e consolidação das exportações em sectores de exportação tradicionais, a par da afirmação de outros segmentos técnicos, como o dos

materiais eléctricos (ver páginas seguintes), faz com que a indústria do Norte atravesse “um período de crescimento”, conclui o relatório. “A compra de inputs destinados à indústria foi a principal causa do crescimento das importações da Região do Norte no quarto trimestre. O crescimento verificado a Norte no quarto trimestre de 2010 fica no entanto um pouco abaixo do nível de exportações nacionais, que aumentaram em média, no mesmo período, 15,6 por cento. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008.

Título em texto corrido Para o aumento das exportações numa época de crise contribuem múltiplos factores, mas as associações contactadas pelo GRANDE PORTO convergem numa razão primordial: os principais mercados europeus já começaram a sair do aperto sentido em 2009 e as empresas nortenhas aproveitam o lanço para engordar de novo a facturação. Ana Paula Africano realça que a Alemanha “é a locomotiva” da economia europeia, influenciando-a nos momentos de quebra e impulsionando-a quando se expande, como neste momento, já que além de grande exportadora “também tem grandes necessidades de importação”. Para si, “é decisivo ver se este ritmo de crescimento das exportações a Norte se mantém, sustentando os negócios e fazendo com que a crise não seja tão aguda”. Oitenta e cinco por cento das empresas de vestuário e têxteis portuguesas operam nos distritos do Porto, Braga e Viana do Castelo. Cerca de 80 por cento da produção destina-se aos países do mercado europeu, que “têm tido um melhor desempenho”, constata João Costa, presidente da Associação Têxtil

e Vestuário de Portugal. Hélder Pedro, secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal, realça que o sector, um dos que mais cresceu no Norte no fim de 2010 (ver página ao lado). Ao fim de mais de quatro meses de espera, o Governo decidiu finalmente aceder à proposta da câmara do Porto e aceitar o nome de Rui Moreira para suceder a Arlindo Cunha no cargo de presidente da Porto Vivo – Sociedade de Reabilitação Urbana. O presidente da Associação Comercial do Porto (ACP) e uma das figuras mais respeitadas da cidade tem pela frente a difícil missão de prosseguir um trabalho que começou há seis anos e que não tem escapado a fortes críticas por parte de muitas vozes da Invicta. O antigo presidente da SRU, que cessou funções em Dezembro do ano passado, garante que deixou uma casa em ordem, com obra feita e visível na cidade, lembrando, contudo, que “a reabilitação urbana no Porto, tal como em Lisboa, é um trabalho para gerações” e não pode ser um palco de luta política. “Tem que haver continuidade de políticas e um consenso em torno delas, de forma a que possam continuar a encorajar os investidores e os proprietários, independentemente das mudanças de Governo, da cidade ou do País”.

Título em texto corrido No mesmo sentido, Adão Ferreira, da AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel, informa que o aumento das exportações neste período “tem a ver com a retoma do mercado europeu”. A Alemanha, Espanha e França são os “grandes compradores” do sector. As 81 empresas que operavam em 2010, a Norte, na indústria de componentes para automóvel, exportaram quase 29 por cento do que produziram para a Alemanha. “O mercado alemão teve uma grande recuperação em 2010 e é o motor da Europa, são os maiores produtores de veículos na Europa e ajudam-nos a impulsionar as vendas para o exterior”, sublinha. A Associação Portuguesa das Empresas do Sector Eléctrico e Electrónico (ANIMEE) representa um dos segmentos mais importantes para a vitalidade actual das exportações. Allegro de Magalhães, da ANIMEE, constata que “a retoma do comércio internacional fez subir 22 por cento


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nível B Adaptação no sistema de 5 colunas

Título nível B máximo duas linhas para cinco colunas de texto ∞ Subtítulo nível A de duas linhas de texto com título de nível B. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9% no Norte, uma inversão da tendência de 2009. texto nome apelido email@grandeportoonline.com

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e há momento propício a más notícias é este. Com o INE a rever em alta o défice público e a troika em Portugal, torna-se fácil ignorar as luzes de esperança. Mas elas existem. A indústria nortenha terminou o ano de 2010 dando claros sinais de recuperação através do aumento das exportações, em contraciclo com a saúde financeira do Estado. Segundo o secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Valter Lemos, o

Norte “é uma das regiões que mais rapidamente estão a ultrapassar a crise”. Dos 11.896 milhões de euros arrecadados 2m 2009 pelas indústrias do Norte com matéria escoada para o estrangeiro, passámos para os 13.106 milhões de euros no ano passado. Nos dois primeiros meses de 2011, estas empresas venderam produtos no valor de 2.126 milhões de euros, revelam dados fornecidos ao GRANDE PORTO pelo Instituto Nacional de Estatística. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 201o, fixado em 1,2 por cen-

to face ao período homólogo de 2009. À sua conta, esta procura “justificou um crescimento de 0,7 por cento do PIB”, enquadra o último relatório trimestral Norte Conjuntura, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida

a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010.

Título em texto corrido A recuperação e consolidação das exportações em sectores de exportação tradicionais, a par da afirmação de outros segmentos técnicos, como o dos materiais eléctricos (ver páginas seguintes), faz com que a indústria do Norte atravesse “um período de crescimento”, conclui o relatório. “A compra de inputs destinados à indústria foi a principal causa do crescimento

Título nível B máximo três linhas para quatro colunas de texto corrido ∞ Subtítulo nível A de duas linhas de texto com título de nível B. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9% no Norte, uma inversão da tendência de 2009. texto nome apelido email@grandeportoonline.com

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e há momento propício a más notícias é este. Com o INE a rever em alta o défice público e a troika em Portugal, torna-se fácil ignorar as luzes de esperança. Mas elas existem. A indústria nortenha terminou o ano de 2010 dando claros sinais de recuperação através do aumento das exportações, em contraciclo com a saúde financeira do Estado. Segundo o secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Valter Lemos, o Norte “é uma das regiões que mais rapidamente estão a ultrapassar a crise”. Dos 11.896 milhões de euros arrecadados 2m 2009 pelas indústrias do Norte com matéria escoada para o estrangeiro, passámos para os 13.106 milhões de euros no ano passado. Nos dois primeiros meses de 2011, estas empresas venderam produtos no valor de 2.126 milhões de euros, revelam dados fornecidos ao GRANDE PORTO pelo Instituto Nacional de Estatística. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 201o, fixado em 1,2 por cen-

to face ao período homólogo de 2009. À sua conta, esta procura “justificou um crescimento de 0,7 por cento do PIB”, enquadra o último relatório trimestral Norte Conjuntura, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010.

Título em texto corrido A recuperação e consolidação das exportações em sectores de exportação tradicionais, a par da afirmação de outros segmentos técnicos, como o dos materiais eléctricos (ver páginas seguintes), faz com que a indústria do Norte atravesse “um período de crescimento”, conclui o relatório. “A compra de inputs destinados à indústria foi a principal causa do crescimento

das importações da Região do Norte no quarto trimestre. O crescimento verificado a Norte no quarto trimestre de 2010 fica no entanto um pouco abaixo do nível de exportações nacionais, que aumentaram em média, no mesmo período, 15,6 por cento. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008.

Título em texto corrido Para o aumento das exportações numa época de crise contribuem múltiplos factores, mas as associações contactadas pelo GRANDE PORTO convergem numa razão primordial: os principais mercados europeus já começaram a sair do aperto sentido em 2009 e as empresas nortenhas aproveitam o lan-

ço para engordar de novo a facturação. Ana Paula Africano realça que a Alemanha “é a locomotiva” da economia europeia, influenciando-a nos momentos de quebra e impulsionando-a quando se expande, como neste momento, já que além de grande exportadora “também tem grandes necessidades de importação”. Para si, “é decisivo ver se este ritmo de crescimento das exportações a Norte se mantém, sustentando os negócios e fazendo com que a crise não seja tão aguda”. Oitenta e cinco por cento das empresas de vestuário e têxteis portuguesas operam nos distritos do Porto, Braga e Viana do Castelo. Cerca de 80 por cento da produção destina-se aos países do mercado europeu, que “têm tido um melhor desempenho”, constata João Costa, presidente da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal. Hélder Pedro, secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal, realça que o sector, um dos que mais cresceu no Norte no fim de 2010 (ver página ao lado). Ao fim de mais de quatro meses de espera, o Governo decidiu finalmente aceder à proposta da câmara do Porto e aceitar o nome de Rui Moreira para suceder a Arlindo Cunha no cargo de presidente da Porto Vivo – Sociedade de Reabilitação Urbana. O presidente da Associação Comercial do Porto (ACP)

das importações da Região do Norte no quarto trimestre. O crescimento verificado a Norte no quarto trimestre de 2010 fica no entanto um pouco abaixo do nível de exportações nacionais, que aumentaram em média, no mesmo período, 15,6 por cento. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa.


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Títulos, Sub-Títulos e Texto

Título nível B máximo quatro linhas para três colunas de texto corrido e subtítulo ∞ Subtítulo nível B de três linhas de texto com título de nível B. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9% no Norte, uma inversão da tendência. texto nome apelido email@grandeportoonline.com

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e há momento propício a más notícias é este. Com o INE a rever em alta o défice público e a troika em Portugal, torna-se fácil ignorar as luzes de esperança. Mas elas existem. A indústria nortenha terminou o ano de 2010 dando claros sinais de recuperação através do aumento das exportações, em contraciclo com a saúde financeira do Estado. Segundo o secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Valter Lemos, o Norte “é uma das regiões que mais rapidamente estão a ultrapassar a crise”. Dos 11.896 milhões de euros arrecadados 2m 2009 pelas indústrias do Norte com matéria escoada para o estrangeiro, passámos para os 13.106 milhões de euros no ano passado. Nos dois primeiros meses de 2011, estas empresas venderam produtos no valor de 2.126 milhões de euros, revelam dados fornecidos ao GRANDE PORTO pelo Instituto Nacional de Estatística. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 201o, fixado em 1,2 por cento face ao período homólogo de 2009. À sua conta, esta procura “justificou um crescimento de 0,7 por cento do PIB”, enquadra o último relatório trimestral Norte Conjuntura, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010.

Título em texto corrido A recuperação e consolidação das exportações em sectores de exportação tradicionais, a par da afirmação de outros segmentos técnicos, como o dos materiais eléctricos (ver páginas seguintes), faz com que a indústria do Norte atravesse “um período de crescimento”, conclui o relatório. “A compra de inputs destinados à indústria foi a principal causa do crescimento

das importações da Região do Norte no quarto trimestre. O crescimento verificado a Norte no quarto trimestre de 2010 fica no entanto um pouco abaixo do nível de exportações nacionais, que aumentaram em média, no mesmo período, 15,6 por cento. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008.

Associação Comercial do Porto (ACP) e uma das figuras mais respeitadas da cidade tem pela frente a difícil missão de prosseguir um trabalho que começou há seis anos e que não tem escapado a fortes críticas por parte de muitas vozes da Invicta. O antigo presidente da SRU, que cessou funções em Dezembro do ano passado, garante que deixou uma casa em ordem, com obra feita e visível na cidade, lembrando, contudo, que “a reabilitação urbana no Porto, tal como em Lisboa, é um trabalho para gerações” e não pode ser um palco de luta política. “Tem que haver continuidade de políticas e um consenso em torno delas, de forma a que possam continuar a encorajar os investidores e os proprietários, independentemente das mudanças de Governo, da cidade ou do País”.

Título em texto corrido

No mesmo sentido, Adão Ferreira, da AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel, informa que o aumento das exportações neste período “tem a ver com a retoma do mercado europeu”. A Alemanha, Espanha e França são os “grandes compradores” do sector. As 81 empresas que operavam em 2010, a Norte, na indústria de componentes para automóvel, exportaram quase 29 por cento do que produziram para a Alemanha. “O mercado alemão teve uma grande recuperação em 2010 e é o motor da Europa, são os maiores produtores de veículos na Europa e ajudam-nos a impulsionar as vendas para o exterior”, sublinha. A Associação Portuguesa das Empresas do Sector Eléctrico e Electrónico (ANIMEE) representa um dos segmentos mais importantes para a vitalidade actual das exportações. Allegro de Magalhães, da ANIMEE, constata que “a retoma do comércio internacional fez subir 22 por cento as exportações”. Na opinião de Arlindo Cunha, são necessários ajustamentos das políticas públicas de apoio à reabilitação de forma a acelerar o processo, nomeadamente daquelas que dizem respeito à lei das rendas que é, actualmente, “um dos maiores travões à reabilitação urbana”, uma vez que limita o nível das rendas a fixar pelos pequenos proprietários dos prédios, desencorajando-os a investir na sua reabilitação, porque “não são capazes de recuperar o investimento”. “O que precisamos é de deixar o mercado funcionar, ou seja, permitir que os proprietários que investirem na reabilitação, tenham a liberdade de fixar rendas de acordo com

Para o aumento das exportações numa época de crise contribuem múltiplos factores, mas as associações contactadas pelo GRANDE PORTO convergem numa razão primordial: os principais mercados europeus já começaram a sair do aperto sentido em 2009 e as empresas nortenhas aproveitam o lanço para engordar de novo a facturação. Ana Paula Africano realça que a Alemanha “é a locomotiva” da economia europeia, influenciando-a nos momentos de quebra e impulsionando-a quando se expande, como neste momento, já que além de grande exportadora “também tem grandes necessidades de importação”. Para si, “é decisivo ver se este ritmo de crescimento das exportações a Norte se mantém, sustentando os negócios e fazendo com que a crise não seja tão aguda”. Oitenta e cinco por cento das empresas de vestuário e têxteis portuguesas operam nos distritos do Porto, Braga e Viana do Castelo. Cerca de 80 por cento da produção destina-se aos países do mercado europeu, que “têm tido um melhor desempenho”, constata João Costa, presidente da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal. Hélder Pedro, secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal, realça que o sector, um dos que mais cresceu no Norte no fim de 2010 (ver página ao lado). Ao fim de mais de quatro meses de espera, o Governo decidiu finalmente aceder à proposta da câmara do Porto e aceitar o nome de Rui Moreira para suceder a Arlindo Cunha no cargo de presidente da Porto Vivo – Sociedade de Reabilitação Urbana. O presidente da

Título em texto corrido


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nível C Adaptação no sistema de 5 colunas

Título nível C máximo três linhas para quatro colunas de texto corrido mais subtítulo nível B ∞ Subtítulo nível B de duas linhas de texto com título de nível B. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9% no Norte, uma inversão da tendência de 2009. texto nome apelido email@grandeportoonline.com

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e há momento propício a más notícias é este. Com o INE a rever em alta o défice público e a troika em Portugal, torna-se fácil ignorar as luzes de esperança. Mas elas existem. A indústria nortenha terminou o ano de 2010 dando claros sinais de recuperação através do aumento das exportações, em contraciclo com a saúde financeira do Estado. Segundo o secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Valter Lemos, o Norte “é uma das

regiões que mais rapidamente estão a ultrapassar a crise”. Dos 11.896 milhões de euros arrecadados 2m 2009 pelas indústrias do Norte com matéria escoada para o estrangeiro, passámos para os 13.106 milhões de euros no ano passado. Nos dois primeiros meses de 2011, estas empresas venderam produtos no valor de 2.126 milhões de euros, revelam dados fornecidos ao GRANDE PORTO pelo Instituto Nacional de Estatística. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 201o, fixado em 1,2 por cen-

to face ao período homólogo de 2009. À sua conta, esta procura “justificou um crescimento de 0,7 por cento do PIB”, enquadra o último relatório trimestral Norte Conjuntura, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida

Título nível C máximo três linhas para quatro colunas de texto corrido mais subtítulo ∞ Subtítulo nível B de três linhas de texto com título de nível B. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9% no Norte, uma inversão da tendência de 2009. texto nome apelido email@grandeportoonline.com

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e há momento propício a más notícias é este. Com o INE a rever em alta o défice público e a troika em Portugal, torna-se fácil ignorar as luzes de esperança. Mas elas existem. A indústria nortenha terminou o ano de 2010 dando claros sinais de recuperação através do aumento das exportações, em contraciclo com a saúde financeira do Estado. Segundo o secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Valter Lemos, o Norte “é uma das regiões que mais rapidamente estão a ultrapassar a crise”. Dos 11.896 milhões de euros arrecadados 2m 2009 pelas indústrias do Norte com matéria escoada para o estrangeiro, passámos para os 13.106 milhões de euros no ano passado. Nos dois primeiros meses de 2011, estas empresas venderam produtos no valor de 2.126 milhões de euros, revelam dados fornecidos ao GRANDE PORTO pelo Instituto Nacional de Estatística. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 201o, fixado em 1,2 por cento face ao período homólogo de 2009. À sua conta, esta procura “justificou um crescimento de 0,7 por cento do PIB”, enquadra o último relatório trimestral

Norte Conjuntura, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010.

Título em texto corrido A recuperação e consolidação das exportações em sectores de exportação tradicionais, a par da afirmação de outros segmentos técnicos, como o dos materiais eléctricos (ver páginas seguintes), faz com que a indústria do Norte atravesse “um período de crescimento”, conclui o relatório. “A compra de inputs destinados à indústria foi a principal causa do crescimento das importações da Região do Norte no quarto trimestre. O crescimento verificado a Norte no quarto trimestre de 2010 fica no entanto um pouco abaixo do nível de exportações nacionais, que aumentaram em média, no mesmo período, 15,6 por cento. A corrupção é um dos

problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008.

Título em texto corrido Para o aumento das exportações numa época de crise contribuem múltiplos factores, mas as associações contactadas pelo GRANDE PORTO convergem numa razão primordial: os principais mercados europeus já começaram a sair do aperto sentido em 2009 e as empresas nortenhas aproveitam o lanço para engordar de novo a facturação. Ana Paula Africano realça que a Alemanha “é a locomotiva” da economia europeia, influenciando-a nos momentos de quebra e impulsionando-a quando se expande, como neste momento, já que além de grande exportadora “também tem grandes necessidades de importação”. Para si, “é decisivo ver se este ritmo de crescimento das exportações a Norte se mantém, sustentando os negócios e fazendo com que a crise

a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010.

Título em texto corrido A recuperação e consolidação das exportações em sectores de exportação tradicionais, a par da afirmação de outros segmentos técnicos, como o dos materiais eléctricos (ver páginas seguintes), faz com que a indústria do Norte atravesse “um período de crescimento”, conclui o relatório. “A compra de inputs destinados à indústria foi a principal causa do crescimento

Título nível C máximo cinco linhas para quatro colunas de texto corrido sem subtítulo texto nome apelido email@grandeportoonline.com

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e há momento propício a más notícias é este. Com o INE a rever em alta o défice público e a troika em Portugal, torna-se fácil ignorar as luzes de esperança. Mas elas existem. A indústria nortenha terminou o ano de 2010 dando claros sinais de recuperação através do aumento das exportações, em contraciclo com a saúde financeira do Estado. Segundo o secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Valter Lemos, o Norte “é uma das regiões que mais rapidamente estão a ultrapassar a crise”. Dos 11.896 milhões de euros arrecadados 2m 2009 pelas indústrias do Norte com matéria escoada para o estrangeiro, passámos para os 13.106 milhões de euros no ano passado. Nos dois primeiros meses de 2011, estas empresas venderam produtos no valor de 2.126 milhões de euros, revelam dados fornecidos ao GRANDE PORTO pelo Instituto Nacional de Estatística. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 201o, fixado em 1,2 por cento face ao período homólogo de 2009. À sua conta, esta procura “justificou um crescimento de 0,7 por cento do PIB”, enquadra o último relatório trimestral Norte Conjuntura, da Comissão de Co-

ordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010.

Título em texto corrido A recuperação e consolidação das exportações em sectores de exportação tradicionais, a par da afirmação de outros segmentos técnicos, como o dos materiais eléctricos (ver páginas seguintes), faz com que a indústria do Norte atravesse “um período de crescimento”, conclui o relatório. “A compra de inputs destinados à indústria foi a principal causa do crescimento das importações da Região do Norte no quarto trimestre. O crescimento verificado a Norte no quarto trimestre de 2010 fica no entanto um pouco abaixo do nível de exportações nacionais, que aumentaram em média, no mesmo período, 15,6 por cento. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika inter-


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Títulos, Sub-Títulos e Texto Nível D Adaptação no sistema de 5 colunas

Título de nível D de uma linha para quatro colunas ∞ Subtítulo nível B de duas linhas de texto com título de nível D. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9% no Norte, uma inversão da tendência de 2009. texto nome apelido

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indústria nortenha terminou o ano de 2010 dando claros sinais de recuperação através do aumento das exportações, em contraciclo com a saúde financeira do Estado. Segundo o secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Valter Lemos, o Norte “é uma das regiões que mais rapidamente estão a ultrapassar a crise”. Dos 11.896 milhões de euros arrecadados 2m 2009 pelas indústrias do Norte com matéria escoada para o estrangeiro, passámos para os 13.106 milhões de euros no ano passado. Nos dois primeiros meses de 2011, estas empresas venderam produtos no valor de 2.126 necidos ao GRANDE PORTO pelo Instituto Nacional de Estatística. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 201o, fixado em 1,2 por censua conta, esta procura “justificou um sua conta, esta procura “justificou um crescimento de 0,7 por cento do PIB”, enquadra o último relatório trimestral Norte Conjuntura, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regio-

nal do Norte. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010.

Compra de Inputs A recuperação e consolidação das exportações em sectores de exportação tradicionais, a par da afirmação de outros segmentos técnicos, como o dos

materiais eléctricos (ver páginas seguintes), faz com que a indústria do Norte atravesse “um período de crescimento”, conclui o relatório. “A compra de inputs destinados à indústria foi a principal causa do crescimento das importações da Região do Norte no quarto trimestre. O crescimento verificado a Norte no quarto trimestre de 2010 fica no entanto um pouco abaixo do nível de exportações nacionais, que aumentaram em média, no mesmo período, 15,6 por cento. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008. De acordo com os totais anuais,

Título de nível D de duas linhas para uma noticia de três colunas de texto corrido

as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008.De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008.

"Locomotiva" alemã Para o aumento das exportações numa época de crise contribuem múltiplos factores, mas as associações contactadas pelo GRANDE PORTO convergem numa razão primordial: os principais mercados europeus já começaram a sair do aperto sentido em 2009 e as empresas nortenhas aproveitam o lanço para engordar de novo a facturação. Ana Paula Africano realça que a Alemanha “é a locomotiva” da economia europeia, influenciando-a nos momentos de quebra e impulsionando-a quando se expande, como neste momento, já que além de grande exportadora “também tem grandes necessidades de importação”. Para si, “é decisivo ver se este ritmo de crescimento das exporta este ritmo de crescimento das exporta ções a Norte se mantém, sustentando os negócios e fazendo com que a crise não seja tão aguda”.

Título de nível D de três linhas para uma notícia de três colunas de texto

∞ Subtítulo nível B de duas linhas de texto com título de nível D. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9% no Norte. ∞ Subtítulo nível B de duas linhas de texto com título de nível D a três colunas . texto nome apelido

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indústria nortenha terminou o ano de 2010 dando claros sinais de recuperação através do aumento das exportações, em contraciclo com a saúde financeira do Estado. Segundo o secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Valter Lemos, o Norte “é uma das regiões que mais rapidamente estão a ultrapassar a crise”. Dos 11.896 milhões de euros arrecadados 2m 2009 pelas indústrias do Norte com matéria escoada para o estrangeiro, passámos para os 13.106 milhões de euros no ano passado. Nos dois primeiros meses de 2011, estas empresas venderam produtos no valor de 2.126 necidos ao GRANDE PORTO pelo Instituto Nacional de Estatística. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 201o, fixado em 1,2 por censua conta, esta procura “justificou um sua conta, esta procura “justificou um crescimento de 0,7 por cento do PIB”, enquadra o último relatório trimestral Norte Conjuntura, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pa-

cote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010.

Compra de Inputs A recuperação e consolidação das exportações em sectores de exportação tradicionais, a par da afirmação de outros segmentos técnicos, como o dos materiais eléctricos (ver páginas seguintes), faz com que a indústria do Norte atravesse “um período de crescimento”, conclui o relatório. “A compra de inputs destinados à indústria foi a principal causa do crescimento das importações da Região do Norte

no quarto trimestre. O crescimento verificado a Norte no quarto trimestre de 2010 fica no entanto um pouco abaixo do nível de exportações nacionais, que aumentaram em média, no mesmo período, 15,6 por cento. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008.De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008.

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indústria nortenha terminou o ano de 2010 dando claros sinais de recuperação através do aumento das exportações, em contraciclo com a saúde financeira do Estado. Segundo o secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Valter Lemos, o Norte “é uma das regiões que mais rapidamente estão a ultrapassar a crise”. Dos 11.896 milhões de euros arrecadados 2m 2009 pelas indústrias do Norte com matéria escoada para o estrangeiro, passámos para os 13.106 milhões de euros no ano passado. Nos dois primeiros meses de 2011, estas empresas venderam produtos no valor de 2.126 necidos ao GRANDE PORTO pelo Instituto Nacional de Estatística. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 201o, fixado em 1,2 por censua conta, esta procura “justificou um sua conta, esta procura “justificou um crescimento de 0,7 por cento do PIB”, Norte Conjuntura, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento justificou Regional do Norte. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que nego-

ciou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010. A recuperação e consolidação das exportações em sectores de exportação tradicionais, a par da afirmação de outros segmentos técnicos, como o dos materiais eléctricos (ver páginas seguintes), faz com que a indústria do Norte atravesse “um período de crescimento”, conclui o relatório. “A compra de inputs destinados à indústria foi a principal causa do crescimento das importações da Região do Norte


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Nível e Adaptação no sistema de 5 colunas

Título de nível E de três linhas para uma coluna

Título de nível E de três linhas para umpa notícia de duas colunas que se prolonga na vertical

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escentralizar os serviços e difundir ainda mais a marca do clube por vários pontos do País e pelas delegações portistas faz parte do projecto que o FC Porto tem levado a cabo e que tem quatro anos de gestação. “O princípio é o de estreitar ainda mais as relações entre a casa-mãe e as delegações do clube. Vamos confiar a algumas delegações, de Norte a Sul, todos os serviços que neste momento só podem ser a quiridos nas instalações do FC Porto, no Estádio do Dragão”, explicou ao GP no ano passado Alípio Jorge, o presidente do Conselho de Filiais e Delegações dos portistas. O objectivo passará por aproveitar o património valioso das casas do FC Porto e reforçar a relção umbilical com o clube, criando valências que permitam a admissão de novos associados, venda de bilhetes para os jogos e de artigos do clube, bem como a aquisição de serviços, como seguros (através da Porto Seguro). Nesse sentido, uma dezena de delegações em Portugal serão esco“as boas inse boa, que congrega na sua estrutura a reso que congrega na sua estrutura a reso lução de todas as questões institucionais relacionadas com as restantes delegações no Sul do País, que congrega na sua estrutura a resolução no Sul do País.

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e há momento propício a más notícias é este. Com o INE a rever em alta o défice público e a troika em Portugal, torna-se fácil ignorar as luzes de esperança. Mas elas existem. A indústria nortenha terminou o ano de 2010 dando claros sinais de recuperação através do aumento das exportações, em contraciclo com a saúde financeira do Estado. Segundo o secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Valter Lemos, o Norte “é uma das regiões que mais rapidamente estão a ultrapassar a crise”. Dos 11.896 milhões de euros arrecadados 2m 2009 pelas indústrias do Norte com matéria escoada para o estrangeiro, passámos para os 13.106 milhões de euros no ano passado. Nos dois primeiros meses de 2011, estas empresas venderam produtos no valor de 2.126 necidos ao GRANDE PORTO pelo Instituto Nacional de Estatística. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto Desenvolvimento nos últimos três meses de 201o, fixado em 1,2 por censua conta, esta procura “justificou um crescimento de 0,7 por cento do PIB”, Norte Conjuntura, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte.

Título de nível D de três linhas para uma notícia de duas colunas de texto

A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010.

Compra de Inputs A recuperação e consolidação das exportações em sectores de exportação tradicionais, a par da afirmação de outros segmentos técnicos, como o dos materiais eléctricos (ver páginas seguintes), faz com que a indústria do Norte atravesse “um período de crescimento”, conclui o relatório. “A compra de inputs destinados à indústria foi a principal causa do crescimento das importações da Região do Norte no quarto trimestre. O crescimento verificado a Norte no quarto trimestre de 2010 fica no entanto um pouco abaixo do nível de exportações nacionais, que aumentaram em média, no mesmo período, 15,6 por cento. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Gover-

Título de nível D de duas linhas para uma notícia de três colunas de texto texto nome apelido

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e há momento propício a más notícias é este. Com o INE a rever em alta o défice público e a troika em Portugal, torna-se fácil ignorar as luzes de esperança. Mas elas existem. A indústria nortenha terminou o ano de 2010 dando claros sinais de recuperação através do aumento das exportações, em contraciclo com a saúde financeira do Estado. Segundo o secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Valter Lemos, o Norte “é uma das regiões que mais rapidamente estão a ultrapassar a crise”. Dos 11.896 milhões de euros arrecadados 2m 2009 pelas indústrias do Norte com matéria escoada para o estrangeiro, passámos para os 13.106 milhões de euros no ano passado. Nos dois primeiros m meses de 201o, fixado em 1,2 por cen eses de 2011, estas empresas venderam produtos no valor de 2.126 necidos ao GRANDE PORTO pelo Instituto Nacional de Estatística. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 201o, fixado em 1,2 por censua conta, esta procura “justificou um crescimento de 0,7 por cento do PIB”, Norte Conjuntura, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional.

A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010.

Compra de Inputs A recuperação e consolidação das exportações em sectores de exportação tradicionais, a par da afirmação de outros segmentos técnicos, como o dos materiais eléctricos (ver páginas seguintes), faz com que a indústria do Norte atravesse “um período de crescimento”, conclui o relatório. “A compra de inputs destinados à indústria foi a principal causa do crescimento das importações da Região do Norte no quarto trimestre. O crescimento verificado a Norte no quarto trimestre de 2010 fica no entanto um pouco abaixo do nível de exportações nacionais, que aumentaram em média, no mesmo período, 15,6 por cento. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Gover-

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indústria nortenha terminou o ano de 2010 dando claros sinais de recuperação através do aumento das exportações, em contraciclo com a saúde financeira do Estado. Segundo o secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Valter Lemos, o Norte “é uma das regiões que mais rapidamente estão a ultrapassar a crise”. Dos 11.896 milhões de euros arrecadados 2m 2009 pelas indústrias do Norte com matéria escoada para o estrangeiro, passámos para os 13.106 milhões de euros no ano passado. Nos dois primeiros meses de 2011, estas empresas venderam produtos no valor de 2.126 necidos ao GRANDE PORTO pelo Instituto Nacional de Estatística. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 201o, fixado em 1,2 por censua conta, esta procura “justificou um crescimento de 0,7 por cento do PIB”, enquadra o último relatório trimestral Norte Conjuntura, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a

renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010.

Compra de Inputs A recuperação e consolidação das exportações em sectores de exportação tradicionais, a par da afirmação de outros segmentos técnicos, como o dos materiais eléctricos (ver páginas seguintes), faz com que a indústria do Norte atravesse “um período de crescimento”, conclui o relatório. “A compra de inputs destinados à indústria foi a principal causa do crescimento das importações da Região do Norte no quarto trimestre. O crescimento verificado a Norte no quarto trimestre de 2010 fica no entanto um pouco abaixo do nível de exportações nacionais, que aumentaram em média, no mesmo período, 15,6 por cento. A corrupção é um dos

problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008.De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008.De acordo com os to-


GrandePorto 11 de Março de 2011

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Títulos, Sub-Títulos e Texto Nível a, b, c, d, e Combinação dos vários níveis de títulos

Título nível A máx quatro linhas para três colunas de texto S

Título nível C máximo cinco linhas para quatro colunas de texto corrido sem subtítulo texto nome apelido

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∞ Subtítulo nível A de três linhas de texto com título de nível A. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9% no Norte, uma inversão da tendência. texto nome apelido email@grandeportoonline.com

S

e há momento propício a más notícias é este. Com o INE a rever em alta o défice público e a troika em Portugal, torna-se fácil ignorar as luzes de esperança. Mas elas existem. A indústria nortenha terminou o ano de 2010 dando claros sinais de recuperação através do aumento das exportações, em contraciclo com a saúde financeira do Estado. Segundo o secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Valter Lemos, o Norte “é uma das regiões que mais rapidamente estão a ultrapassar a crise”. Dos 11.896 milhões de euros arrecadados 2m 2009 pelas indústrias do Norte com matéria escoada para o estrangeiro, passámos para os 13.106 milhões de euros no ano passado. Nos dois primeiros meses de 2011, estas empresas venderam produtos no valor de 2.126 milhões de euros, revelam dados fornecidos ao GRANDE PORTO pelo Instituto Nacional de Estatística. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 201o, fixado em 1,2 por cento face ao período homólogo de 2009. À sua conta, esta procura “justificou um crescimento de 0,7 por cento do PIB”, enquadra o último relatório trimestral Norte Conjuntura, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010.

Título em texto corrido A recuperação e consolidação das exportações em sectores de exportação tradicionais, a par da afirmação de outros segmentos técnicos, como o dos

materiais eléctricos (ver páginas seguintes), faz com que a indústria do Norte atravesse “um período de crescimento”, conclui o relatório. “A compra de inputs destinados à indústria foi a principal causa do crescimento das importações da Região do Norte no quarto trimestre. O crescimento verificado a Norte no quarto trimestre de 2010 fica no entanto um pouco abaixo do nível de exportações nacionais, que aumentaram em média, no mesmo período, 15,6 por cento. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008.

Título em texto corrido Para o aumento das exportações numa época de crise contribuem múltiplos factores, mas as associações contactadas pelo GRANDE PORTO convergem numa razão primordial: os principais mercados europeus já começaram a sair do aperto sentido em 2009 e as empresas nortenhas aproveitam o lanço para engordar de novo a facturação. Ana Paula Africano realça que a Alemanha “é a locomotiva” da economia europeia, influenciando-a nos momentos de quebra e impulsionando-a quando se expande, como neste momento, já que além de grande exportadora “também tem grandes necessidades de importação”. Para si, “é decisivo ver se este ritmo de crescimento das exportações a Norte se mantém, sustentando os negócios e fazendo com que a crise não seja tão aguda”. Oitenta e cinco por cento das empresas de vestuário e têxteis portuguesas operam nos distritos do Porto, Braga e Viana do Castelo. Cerca de 80 por cento da produção destina-se aos países do mercado europeu, que “têm tido um melhor desempenho”, constata João Costa, presidente da Associação Têxtil

e Vestuário de Portugal. Hélder Pedro, secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal, realça que o sector, um dos que mais cresceu no Norte no fim de 2010 (ver página ao lado). Ao fim de mais de quatro meses de espera, o Governo decidiu finalmente aceder à proposta da câmara do Porto e aceitar o nome de Rui Moreira para suceder a Arlindo Cunha no cargo de presidente da Porto Vivo – Sociedade de Reabilitação Urbana. O presidente da Associação Comercial do Porto (ACP) e uma das figuras mais respeitadas da cidade tem pela frente a difícil missão de prosseguir um trabalho que começou há seis anos e que não tem escapado a fortes críticas por parte de muitas vozes da Invicta. O antigo presidente da SRU, que cessou funções em Dezembro do ano passado, garante que deixou uma casa em ordem, com obra feita e visível na cidade, lembrando, contudo, que “a reabilitação urbana no Porto, tal como em Lisboa, é um trabalho para gerações” e não pode ser um palco de luta política. “Tem que haver continuidade de políticas e um consenso em torno delas, de forma a que possam continuar a encorajar os investidores e os proprietários, independentemente das mudanças de Governo, da cidade ou do País”.

Título em texto corrido No mesmo sentido, Adão Ferreira, da AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel, informa que o aumento das exportações neste período “tem a ver com a retoma do mercado europeu”. A Alemanha, Espanha e França são os “grandes compradores” do sector. As 81 empresas que operavam em 2010, a Norte, na indústria de componentes para automóvel, exportaram quase 29 por cento do que produziram para a Alemanha. “O mercado alemão teve uma grande recuperação em 2010 e é o motor da Europa, são os maiores produtores de veículos na Europa e ajudam-nos a impulsionar as vendas para o exterior”, sublinha. A Associação Portuguesa das Empresas do Sector Eléctrico e Electrónico (ANIMEE) representa um dos segmentos mais importantes para a vitalidade actual das exportações. Allegro de Magalhães, da ANIMEE, constata que “a retoma do comércio internacional fez subir 22 por cento

e há momento propício a más notícias é este. Com o INE a rever em alta o défice público e a troika em Portugal, torna-se fácil ignorar as luzes de esperança. Mas elas existem. A indústria nortenha terminou o ano de 2010 dando claros sinais de recuperação através do aumento das exportações, em contraciclo com a saúde financeira do Estado. Segundo o secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Valter Lemos, o Norte “é uma das regiões que mais rapidamente estão a ultrapassar a crise”. Dos 11.896 milhões de euros arrecadados 2m 2009 pelas indústrias do Norte com matéria escoada para o estrangeiro, passámos para os 13.106 milhões de euros no ano passado. Nos dois primeiros meses de 2011, estas empresas venderam produtos no valor de 2.126 milhões de euros, revelam dados fornecidos ao GRANDE PORTO pelo Instituto Nacional de Estatística. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 201o, fixado em 1,2 por cento face ao período homólogo de 2009. À sua conta, esta procura “justificou um crescimento de 0,7 por cento do PIB”, enquadra o último relatório trimestral Norte Conjuntura, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010.

Título em texto corrido A recuperação e consolidação das exportações em sectores de exportação tradicionais, a par da afirmação de outros segmentos técnicos, como o dos materiais eléctricos (ver páginas seguintes), faz com que a indústria do Norte atravesse “um período de crescimento”, conclui o relatório. “A compra de inputs destinados à indústria foi a principal causa do crescimento das importações da Região do Norte no quarto trimestre. O crescimento verificado a Norte no quarto trimestre de 2010 fica no entanto um pouco abaixo do nível de exportações nacionais, que aumentaram em média, no mesmo período, 15,6 por cento. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Gover-

no português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008.

Título em texto corrido Para o aumento das exportações numa época de crise contribuem múltiplos factores, mas as associações contactadas pelo GRANDE PORTO convergem numa razão primordial: os principais mercados europeus já começaram a sair do aperto sentido em 2009 e as empresas nortenhas aproveitam o lanço para engordar de novo a facturação. Ana Paula Africano realça que a Alemanha “é a locomotiva” da economia europeia, influenciando-a nos momentos de quebra e impulsionando-a quando se expande, como neste momento, já que além de grande exportadora “também tem grandes necessidades de importação”. Para si, “é decisivo ver se este ritmo de crescimento das exportações a Norte se mantém, sustentando os negócios e fazendo com que a crise não seja tão aguda”. Oitenta e cinco por cento das empresas de vestuário e têxteis portuguesas operam nos distritos do Porto, Braga e Viana do Castelo. Cerca de 80 por cento da produção destina-se aos países do mercado europeu, que “têm tido um melhor desempenho”, constata João Costa, presidente da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal. Hélder Pedro, secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal, realça que o sector, um dos que mais cresceu no Norte no fim de 2010 (ver página ao lado). Ao fim de mais de quatro meses de espera, o Governo decidiu finalmente aceder à proposta da câmara do Porto e aceitar o nome de Rui Moreira para suceder a Arlindo Cunha no cargo de presidente da Porto Vivo – Sociedade de Reabilitação Urbana. O presidente da Associação Comercial do Porto (ACP) e uma das figuras mais respeitadas da cidade tem pela frente a difícil missão de prosseguir um trabalho que começou há seis anos e que não tem escapado a fortes críticas por parte de muitas vozes da Invicta. O antigo presidente da SRU, que cessou funções em Dezembro do ano passado, garante que deixou uma casa em ordem, com obra feita e visível na cidade, lembrando, contudo, que “a reabilitação urbana no Porto, tal como em Lisboa, é um trabalho para gerações” e não pode ser um palco de luta política. “Tem que haver continuidade de políticas e um consenso em torno delas, de forma a que possam continuar a encorajar os investidores e os proprietários, independentemente das mudanças de


GrandePorto 11 de Março de 2011

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Título de nível D de uma linha para quatro colunas ∞ Subtítulo nível B de duas linhas de texto com título de nível D. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9% no Norte, uma inversão da tendência de 2009. texto nome apelido

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indústria nortenha terminou o ano de 2010 dando claros sinais de recuperação através do aumento das exportações, em contraciclo com a saúde financeira do Estado. Segundo o secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Valter Lemos, o Norte “é uma das regiões que mais rapidamente estão a ultrapassar a crise”. Dos 11.896 milhões de euros arrecadados 2m 2009 pelas indústrias do Norte com matéria escoada para o estrangeiro, passámos para os 13.106 milhões de euros no ano passado. Nos dois primeiros meses de 2011, estas empresas venderam produtos no valor de 2.126 necidos ao GRANDE PORTO pelo Instituto Nacional de Estatística. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Inter-

no Bruto português nos últimos três meses de 201o, fixado em 1,2 por censua conta, esta procura “justificou um sua conta, esta procura “justificou um crescimento de 0,7 por cento do PIB”, enquadra o último relatório trimestral Norte Conjuntura, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate fi-

nanceiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010.

Compra de Inputs A recuperação e consolidação das exportações em sectores de exportação tradicionais, a par da afirmação de outros segmentos técnicos, como o dos materiais eléctricos (ver páginas seguintes), faz com que a indústria do Norte atravesse “um período de crescimento”, conclui o relatório. “A compra de inputs destinados à indústria foi a principal causa do crescimento das importações da Região do Norte no quarto trimestre. O crescimento verificado a Norte

no quarto trimestre de 2010 fica no entanto um pouco abaixo do nível de exportações nacionais, que aumentaram em média, no mesmo período, 15,6 por cento. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008. De acordo com os totais anuais,

Título nível B máximo três linhas para quatro colunas de texto corrido ∞ Subtítulo nível A de duas linhas de texto com título de nível B. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9% no Norte, uma inversão da tendência de 2009. texto nome apelido email@grandeportoonline.com

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e há momento propício a más notícias é este. Com o INE a rever em alta o défice público e a troika em Portugal, torna-se fácil ignorar as luzes de esperança. Mas elas existem. A indústria nortenha terminou o ano de 2010 dando claros sinais de recuperação através do aumento das exportações, em contraciclo com a saúde financeira do Estado. Segundo o secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Valter Lemos, o Norte “é uma das regiões que mais rapidamente estão a ultrapassar a crise”. Dos 11.896 milhões de euros arrecadados 2m 2009 pelas indústrias do Norte com matéria escoada para o estrangeiro, passámos para os 13.106 milhões de euros no ano passado. Nos dois primeiros meses de 2011, estas empresas venderam produtos no valor de 2.126 milhões de euros, revelam dados fornecidos ao GRANDE PORTO pelo Instituto Nacional de Estatística. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 201o, fixado em 1,2 por cen-

to face ao período homólogo de 2009. À sua conta, esta procura “justificou um crescimento de 0,7 por cento do PIB”, enquadra o último relatório trimestral Norte Conjuntura, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010.

Título em texto corrido A recuperação e consolidação das exportações em sectores de exportação tradicionais, a par da afirmação de outros segmentos técnicos, como o dos materiais eléctricos (ver páginas seguintes), faz com que a indústria do Norte atravesse “um período de crescimento”, conclui o relatório. “A compra de inputs destinados à indústria foi a principal causa do crescimento

das importações da Região do Norte no quarto trimestre. O crescimento verificado a Norte no quarto trimestre de 2010 fica no entanto um pouco abaixo do nível de exportações nacionais, que aumentaram em média, no mesmo período, 15,6 por cento. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008.

Título em texto corrido Para o aumento das exportações numa época de crise contribuem múltiplos factores, mas as associações contactadas pelo GRANDE PORTO convergem numa razão primordial: os principais mercados europeus já começaram a sair do aperto sentido em 2009 e as empresas nortenhas aproveitam o lan-

ço para engordar de novo a facturação. Ana Paula Africano realça que a Alemanha “é a locomotiva” da economia europeia, influenciando-a nos momentos de quebra e impulsionando-a quando se expande, como neste momento, já que além de grande exportadora “também tem grandes necessidades de importação”. Para si, “é decisivo ver se este ritmo de crescimento das exportações a Norte se mantém, sustentando os negócios e fazendo com que a crise não seja tão aguda”. Oitenta e cinco por cento das empresas de vestuário e têxteis portuguesas operam nos distritos do Porto, Braga e Viana do Castelo. Cerca de 80 por cento da produção destina-se aos países do mercado europeu, que “têm tido um melhor desempenho”, constata João Costa, presidente da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal. Hélder Pedro, secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal, realça que o sector, um dos que mais cresceu no Norte no fim de 2010 (ver página ao lado). Ao fim de mais de quatro meses de espera, o Governo decidiu finalmente aceder à proposta da câmara do Porto e aceitar o nome de Rui Moreira para suceder a Arlindo Cunha no cargo de presidente da Porto Vivo – Sociedade de Reabilitação Urbana. O presidente da Associação Comercial do Porto (ACP)

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escentralizar os serviços e difundir ainda mais a marca do clube por vários pontos do País e pelas delegações portistas faz parte do projecto que o FC Porto tem levado a cabo e que tem quatro anos de gestação. “O princípio é o de estreitar ainda mais as relações entre a casa-mãe e as delegações do clube. Vamos confiar a algumas delegações, de Norte a Sul, todos os serviços que neste momento só podem ser a quiridos nas instalações do FC Porto, no Estádio do Dragão”, explicou ao GP no ano passado Alípio Jorge, o presidente do Conselho de Filiais e Delegações dos portistas. O objectivo passará por aproveitar o património valioso das casas do FC Porto e reforçar a relção umbilical com o clube, criando valências que permitam a admissão de novos associados, venda de bilhetes para os jogos e de artigos do clube, bem como a aquisição de serviços, como seguros (através da Porto Seguro). Nesse sentido, uma dezena de delegações em Portugal serão esco“as boas inse boa, que congrega na sua estrutura a reso que congrega na sua estrutura a reso lução de todas as questões institucionais relacionadas com as restantes delegações no Sul do País, que congrega na sua estrutura a resolução no Sul do País.Ucerfica etraes senatra remquam ocupiem duce it? Nam tabem fuius ocrei ego esederem tam tanterevit. Bus, puliisser abemus parbitis cerfex stam opoti elabununi conduco mnovenium hilis, notis oma, que mus vistrio, prae efauctus nonsulesto et, ta, vividetiorte quam re furem estius bonsuntidet facis tes igiliciem ocuperei publium duce non silium te ia? At potiaet gra L. Valaredet vilicerus Catquos, C. Nostuidiis, Paliamquam pescruncum dumure noca; ella vesul vidium sent. Mo esediesse confirmis ca quo huit adericiam. Quonsili, cripsena nos auturnit; hos, consul us, quonsum alego hales etim proximu ssenihilii imus nemque estimolisse, conum, quam remquodium murbitalem fur. Dectus vil vivertis? Bisquemus. Se etiam me ius imus, cons haliceres egerude patilii ssulvita nos esi ina, que cum audam nostrared iam tem is et, uteri sis convoc volin serfir horte, noves perendam, supimaio, quis, senatia etorumus, effrem perni facipti stissitum in se quo iamqui centius adhuctus bonsupio, quam efactan tideesta orum huit; Catuus senatas es? Rae con publicae des ina, depsenic mente pata imis, st? quam facentiam immo cemquit nos, vereis intem actabus. Nonsus habuntia te pat. Um ut iam oculi, cam sisserb itantius fac videt defenicam fit. Mo haciam estra? Cae pori es audeffrent adhum dere tat gratis atque aciemum o iptes inata, signatu dentemen in deto utum etorei prorudac mandii ete tem sunum in dem deo, Ti. murite inatum tum hostis. Nihicam diem. Feret in detes am dicae et? Catumendac tabem, Catqua vivissitum consum utemunul hicissedicae et fatua res? Atra? Anum fausser icaperitis se, notervit, quam eortebemur. Licaperei sto egerfex nes hocurnis huces C. Maetrecursum et? Aximplius? Ivius fint conlos ca vistrae tamperista nenatquit; nequam actum ia ta, di parei senihil inatie porum nerrio, int? Nihil haliumu larteris rem publiam te, n


Highlights, boxes and captions


GrandePorto 11 de Março de 2011

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Destaques, caixas e legendas

Título nível A máx duas linhas para cinco colunas de texto ∞ Subtítulo nível A de duas linhas de texto com título de nível A. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9% no Norte, uma inversão da tendência de 2009. fotografia antónio rilo

texto nome apelido email@grandeportoonline.com

S

e há momento propício a más notícias é este. Com o INE a rever em alta o défice público e a troika em Portugal, torna-se fácil ignorar as luzes de esperança. Mas elas existem. A indústria nortenha terminou o ano de 2010 dando claros sinais de recuperação através do aumento das exportações, em contraciclo com a saúde financeira do Estado. Segundo o secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Valter Lemos, o Norte “é uma das regiões que mais rapidamente estão a ultrapassar a crise”. Dos 11.896 milhões de euros arrecadados 2m 2009 pelas indústrias do Norte com matéria escoada para o estrangeiro, passámos para os 13.106 milhões de euros no ano passado. Nos dois primeiros meses de 2011, estas empresas venderam produtos no valor de 2.126 milhões de euros, revelam dados fornecidos ao GRANDE PORTO pelo Instituto Nacional de Estatística. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 201o, fixado em 1,2 por cento face ao período homólogo de 2009. À sua conta, esta procura “justificou um crescimento de 0,7 por cento do PIB”, enquadra o último relatório trimestral Norte Conjuntura, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010.

Compra de Inputs A recuperação e consolidação das exportações em sectores de exportação tradicionais, a par da afirmação de outros segmentos técnicos, como o dos materiais eléctricos (ver páginas seguintes), faz com que a indústria do Norte atravesse “um período de crescimento”, conclui o relatório. “A compra de inputs destinados à indústria foi a principal causa do crescimento das importações da Região do Norte no quarto trimestre. O crescimento verificado a Norte no quarto trimestre de 2010 fica no entanto um pouco abaixo do nível de exportações nacionais, que aumentaram em média, no mesmo período, 15,6 por cento. A corrupção é um dos

problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008.

"Locomotiva" alemã Para o aumento das exportações numa época de crise contribuem múltiplos factores, mas as associações contactadas pelo GRANDE PORTO convergem numa razão primordial: os principais mercados europeus já começaram a sair do aperto sentido em 2009 e as empresas nortenhas aproveitam o lanço para engordar de novo a facturação.

O dador tradicional de rins era jovem e vítima de acidente de viação

Oitenta e cinco por cento das empresas de vestuário e têxteis portuguesas operam nos distritos do Porto, Braga e Viana do Castelo. Cerca de 80 por cento da produção destina-se aos países do mercado europeu, que “têm tido um melhor desempenho”, constata João Costa, presidente da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal. Hélder Pedro, secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal, realça que o sector, um dos que mais cresceu no Norte no fim de 2010 (ver página ao lado). Ao fim de mais de quatro meses de espera, o Governo decidiu finalmente aceder à proposta da câmara do Porto e aceitar o nome de Rui Moreira para suceder a Arlindo Cunha no cargo de presidente da Porto Vivo – Sociedade de Reabilitação Urbana. O presidente da Associação Comercial do Porto (ACP) e uma das figuras mais respeitadas da cidade tem pela frente a difícil missão de prosseguir um trabalho que começou há seis anos e que não tem escapado a fortes críticas por parte de muitas vozes da Invicta. O antigo presidente da SRU, que cessou funções em Dezembro do ano passado, garante que deixou uma casa em

Os dois deputados divergem quanto às reivindicações subjacentes à manifestação ordem, com obra feita e visível na cidade, lembrando, contudo, que “a reabilitação urbana no Porto, tal como em Lisboa, é um trabalho para gerações” e não pode ser um palco de luta política. “Tem que haver continuidade de políticas e um consenso em torno delas, de forma a que possam continuar a encorajar os investidores e os proprietários, independentemente das mudanças de Governo, da cidade ou do País”.

Retoma dos mercados No mesmo sentido, Adão Ferreira, da AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel, informa que o aumento das exportações neste período “tem a ver com a retoma do mercado europeu”. A Alemanha, Espanha e França são os “grandes compradores” do sector. As 81 empresas que operavam em 2010, a Norte, na indústria de componentes para automóvel, exportaram quase 29 por cento do que produziram para a Alemanha. “O mercado alemão teve uma grande recuperação em 2010 e é o motor da Europa, são os maiores produtores de veículos na Europa e ajudam-nos a impulsionar as vendas para o exterior”, sublinha. A Associação Portuguesa das Empresas do Sector Eléctrico e Electrónico (ANIMEE) representa um dos segmentos mais importantes para a vitalidade actual das exportações. Allegro de Magalhães, da ANIMEE, constata que “a retoma do comércio internacional fez subir 22 por cento as exportações”. Na opinião de Arlindo Cunha, são necessários ajustamentos das políticas públicas de apoio à reabilitação de forma a acelerar o processo, nomeadamente daquelas que dizem respeito à lei das rendas que é, actualmente, “um dos maiores travões à reabilitação urbana”, uma vez que limita o nível das rendas a fixar pelos pequenos proprietários dos prédios, desencora-

jando-os a investir na sua reabilitação, porque “não são capazes de recuperar o investimento”. “O que precisamos é de deixar o mercado funcionar, ou seja, permitir que os proprietários que investirem na reabilitação, tenham a liberdade de fixar rendas de acordo com o mercado e depois, nos casos dos inquilinos mais desfavorecidos, ajustar o subsídio da renda”, defende. “se os munícipes tiverem praias de primeiro mundo e de grande qualidade em Gaia” poderão usufruir de boa.

o dador tradicional de rins era jovem e vítima de acidente de viação mercados “muito importantes, como a alemanha, tiveram uma recuperação acima da média europeia” exporta 97% da produção para a união europeia Nada que surpreenda a subdirectora da Faculdade de Economia do Porto, Ana Paula Africano, que lembra que perante a dificuldade de vender em Portugal, é natural. Mercados “muito importantes, como a Alemanha, tiveram uma recuperação acima da média europeia” e qu e essa “foi a influência mais importante” no crescimento dos negócios a procura de alternativas no estrangeiro. “Gaia possui um capital ambiental e de frente de mar de excelência e afirma-se novamente como campeã das bandeiras azuis”, comenta. O vice-presidente acrescenta que em tempos de crise e face a orçamentos familiares cada vez menores, a distinção permite assegurar “socialmente o bem-estar” a

todos aqueles que se vêm impossibilitados de gozar férias em resorts de luxo, proporcionando-lhes “igual qualidade, quer em termos ambientais, quer ao nível da organização e dos apoios”.

“Toda a gente é bemvinda, logo que vier por bem e souber respeitar o lugar onde.” josé carlos rocha O município de Vila Nova de Gaia ocupa a segunda posição a nível nacional no ranking dos concelhos com mais bandeiras azuis este ano. Das 271 praias distinguidas em 2011 com a Bandeira Azul, 18 são gaienses, total apenas superado pelas 20 de Albufeira, no Algarve. O município de Vila Nova de Gaia ocupa a segunda posição a nível. O vice-presidente da Câmara de Gaia, Marco António Costa, olha com satisfação para os resultados, mas também com “naturalidade”, devido ao investimento que o município tem feito neste domínio. Exporta 97 por cento da produção para a União Europeia (UE), para mercados “como a Alemanha e a França, que estão a recuperar” da recessão de 2009. No primeiro trimestre de 2011, exportaram-se 51.527 veículos, mais 39,7 por cento do que no período homólogo de 2010. Hélder Pedro, secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal, mais cresceu no Norte. A economia alemã “passou por um grande ajustamento uma década antes de a crise se instalar”, avançando com “a estagnação e redução de salários, a reestruturação das indústrias e a flexibilização do mercado de trabalho”. Isso


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Título nível C máximo três linhas para quatro colunas de texto corrido mais subtítulo nível B

Título de nível E de três linhas para uma coluna

∞ Subtítulo nível B de duas linhas de texto com título de nível B. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9% no Norte, uma inversão da tendência de 2009.

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texto nome apelido email@grandeportoonline.com

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e há momento propício a más notícias é este. Com o INE a rever em alta o défice público e a troika em Portugal, torna-se fácil ignorar as luzes de esperança. Mas elas existem. A indústria nortenha terminou o ano de 2010 dando claros sinais de recuperação através do aumento das exportações, em contraciclo com a saúde financeira do Estado. Segundo o secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Valter Lemos, o Norte “é uma das regiões que mais rapidamente estão a ultrapassar a crise”. Dos 11.896 milhões de euros arrecadados 2m 2009 pelas indústrias do Norte com matéria escoada para o estrangeiro, passámos para os 13.106 milhões de euros no ano passado. Nos dois primeiros meses de 2011, estas empresas venderam produtos no valor de 2.126

milhões de euros, revelam dados fornecidos ao GRANDE PORTO pelo Instituto Nacional de Estatística. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 201o, fixado em 1,2 por cento face ao período homólogo de 2009. À sua conta.

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Exportações do que produziram para a Alemanha em automóveis. esta procura “justificou um crescimento de 0,7 por cento do PIB”, enquadra o último relatório trimestral Norte Conjuntura, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte.

A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010.ção das exportações em sectores de exportação tradicionais, a par da afirmação de outros segmentos técnicos, como o dos materiais eléctricos (ver páginas seguintes), faz com que a indústria do Norte atravesse “um período de crescimento”, conclui o relatório. “A compra de inputs destinados à indústria foi a principal causa do crescimento das importações da Região do Norte no quarto trimestre. O crescimento verificado a Norte no quarto trimestre de 2010 fica no

entanto um pouco abaixo do nível de exportações nacionais, que aumentaram em média, no mesmo período, 15,6 por cento. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa.

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Exportações do que produziram para a Alemanha em automóveis.

De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se re-

Título nível B máximo três linhas para quatro colunas de texto corrido ∞ Subtítulo nível A de duas linhas de texto com título de nível B. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9% no Norte, uma inversão da tendência de 2009. texto nome apelido email@grandeportoonline.com

S

e há momento propício a más notícias é este. Com o INE a rever em alta o défice público e a troika em Portugal, torna-se fácil ignorar as luzes de esperança. Mas elas existem. A indústria nortenha terminou o ano de 2010 dando claros sinais de recuperação através do aumento das exportações, em contraciclo com a saúde financeira do Estado. Segundo o secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Valter Lemos, o Norte “é uma das regiões que mais rapidamente estão a ultrapassar a crise”. Dos 11.896 milhões de euros arrecadados 2m 2009 pelas indústrias do Norte com matéria escoada para o estrangeiro, passámos para os 13.106 milhões de euros no ano passado. Nos dois primeiros meses de 2011, estas empresas

venderam produtos no valor de 2.126 milhões de euros, revelam dados fornecidos ao GRANDE PORTO pelo Instituto Nacional de Estatística. O vereador Mário Fontemanha salienta que estes níveis de qualidade Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 201o, fixado em 1,2 por cento face ao período homólogo de 2009. À sua conta, esta procura “justificou um crescimento de 0,7 por cento do PIB”, enquadra o último relatório trimestral Norte Conjuntura, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte.

A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. Foi a procura externa líquida a principal impulsionadora do ligeiro crescimento verificado no Produto Interno Bruto português nos últimos três meses de 2010.

Título em texto corrido A recuperação e consolidação das exportações em sectores de exportação tradicionais, a par da afirmação de outros segmentos técnicos, como o dos materiais eléctricos (ver páginas seguintes), faz com que a indústria do Norte atravesse “um período de crescimento”, conclui o relatório. “A com-

pra de inputs destinados à indústria foi a principal causa do crescimento das importações da Região do Norte no quarto trimestre. O crescimento verificado a Norte no quarto trimestre de 2010 fica no entanto um pouco abaixo do nível de exportações nacionais, que aumentaram em média, no mesmo período, 15,6 por cento. A corrupção é um dos problemas que aflige a troika internacional que negociou com o Governo português um pacote de resgate financeiro no valor de 78 mil milhões de euros. Em causa estão, principalmente, três áreas consideradas sensíveis: as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas e a intervenção na área da Defesa. De acordo com os totais anuais, as exportações aumentaram 12,9 por cento no Norte, no ano passado, uma inversão da tendência de 2009, em que se registaram perdas de 22,8 por cento face a 2008.

texto nome apelido

emaildoautor@grandeportoonline.com

escentralizar os serviços e difundir ainda mais a marca do clube por vários pontos do País e pelas delegações portistas faz parte do projecto que o FC Porto tem levado a cabo e que tem quatro anos de gestação. “O princípio é o de estreitar ainda mais as relações entre a casa-mãe e as delegações do clube. Vamos confiar a algumas delegações, de Norte a Sul, todos os serviços que neste momento só podem ser a quiridos nas instalações do FC Porto, no Estádio do Dragão”, explicou ao GP no ano passado Alípio Jorge, o presidente do Conselho de Filiais e Delegações dos portistas. O objectivo passará por aproveitar o património valioso das casas do FC Porto e reforçar a relção umbilical com o clube, criando valências que permitam a admissão de novos associados, venda de bilhetes para os jogos e de artigos do clube, bem como a aquisição de serviços, como seguros (através da Porto Seguro). Nesse sentido, uma dezena de delegações em Portugal serão esco“as boas inse boa, que congrega na sua estrutura a reso que congrega na sua estrutura a reso lução de todas as questões institucionais relacionadas com as restantes delegações no Sul do País, que congrega na sua estrutura a resolução no Sul do País.Ucerfica etra-

Aposta no desporto Uma casa azul e branca não vive só dos dias em que o FC Porto joga. Para manter viva uma casa é preciso dinamiza-la. Em Rio Tinto, já há uma secção de pesca desportiva, uma equipa de matraquilhos federada e estão a ser preparadas uma equipa de futsal para as crianças dos 8 aos 12 anos e uma equipa de futebol de 11 que a partir da próxima época Gondomar. Todas elas com o nome da Casa do FC Porto de Rio Tinto.

Ameaça de bomba Existe há dois anos, mas já tem algumas histórias caricatas para contar. Durante o FC Porto-Benfica, o jogo dos 5-0, a polícia entrou pela casa adentro, depois de ter recebido uma ameaça de bomba, e mandou evacuar o espaço. “Foi um aparato policial enorme, entraram com os cães e verificaram que não havia bomba nenhuma”. Bombas só as de Hulk, no estádio.


Interview spread


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Carlos Abreu Amorim Adaptação no sistema de 5 colunas

“PSD deu-me liberdade para defender a regionalização” ∞ O rosto social-democrata que lidera a lista por Viana do Castelo, aceitou o convite de Passos Coelhos com a condição de ter liberdade para defender a regionalização. texto joão queiroz joao.queiroz@grandeportoonline.com

O que é que o leva a aceitar esta primeira experiência política activa? A situação do País ou o facto de ser um acérrimo crítico de José Sócrates? Os dois motivos são importantes, mais há ainda um outro. A situação do País é o primeiro deles, porque vivemos uma crise que já há muito tempo não vivíamos. Há uma crise das finanças, da economia, da saúde, de adaptação do Estado aos nossos tempos, para a qual nunca haverá solução se se mantiver uma crise de descrença das pessoas no seu próprio País. Nós somos o segundo país da OCDE com maior salto na taxa de imigração, muitas vezes de pessoas qualificadas. Depois, Portugal está, de facto, a ser pessimamente governado. Esta crise não foi uma fatalidade e é muito anterior a 23 de Março e há aqui uma descida de índices como o desemprego, de taxa de poupança, de dívida pública, de dívida externa, de rendimento per capita, de PIB, e em todos eles Portugal está a piorar imenso desde 1995 e com uma queda acentuada nestes últimos anos. O que significa que estamos a ser mal governados. Comparo José Sócrates a um tsunami, ele assolou Portugal: de todos os problemas crónicos que existiam quase nenhum foi resolvido e quase todos se agravaram. E o terceiro motivo… O doutor Passos Coelho. A confiança pessoal que ele me inspira é fundamental e elemento pessoal é muito importante, quer se queira quer não. Há aqui algo que está a faltar em Portugal, que é a questão da confiança. É muito difícil construir uma plataforma com pessoas que não me inspiram confiança, como é o caso de José Sócrates. Qualquer político neste País sabe que se fizer um acordo com ele, vão acontecer duas coisas: o acordo não vai ser cumprido e vai-se virar contra ele. Dou-lhe um exemplo: com um topete extraordinário Sócrates veio dizer que o que era simpático no PECII era obra dele, do PS, e o que era mau era do PSD. Nenhum partido põe sequer a hipótese de fazer um acordo com Sócrates. Ele é um obstáculo. PECII era obra dele, do PS, e o que era mau.

Quando aceitou o convite de Passos Coelho impôs alguma reserva de consciência própria em matérias em que não está alinhado com o PSD? Apenas uma: a Regionalização. Eu sou um regionalista convicto e o doutor Passos Coelho deu-me toda a liberdade para a defender. O PSD não é um partido regionalista, mas o seu líder tem o compromisso de desbloquear na Constituição, na revisão constitucional que terá de se fazer na próxima legislatura, o princípio da simultaneidade e permitir a criação de uma região-piloto e depois, partir dessa experiência, com a qual concordo plenamente. Há muita gente no partido que tem dúvidas sobre a Regionalização e uma região-piloto pode dissipá-las.

Toda a gente é bemvinda, logo que vier por bem e souber respeitar o lugar onde está. josé carlos rocha

Na sua perspectiva qual deveria ser a região-piloto? Aí temos uma dificuldade. O Algarve está pronto, mas pode não ser o grande exemplo. E talvez sejam necessárias duas regiões-piloto para, com algum sentido de veracidade, aferir se a Regionalização é uma boa ou má experiência. Uma coisa é certa: como está, nós não podemos ficar e não podemos ter soluções, como a Grécia, postas de cima para baixo. A Regionalização não deve passar também pela redução de municípios e freguesias? Eu não sou adversário da redução de

municípios e freguesias, à partida. Não pode ser de cima para baixo, por decreto. Lisboa é um bom exemplo, que fez uma reforma concertada. Mas eu admito uma reestruturação das freguesias e dos municípios se, de facto, houver uma Regionalização a sério. Independentemente disso, o doutor Passos Coelhos não tem as vistas e a mente fechada à perspectiva de resolver o problema da organização administrativa do País – e isso é um ponto muito positivo – e é uma diferença muito grande em relação a outros líderes do PSD. A grande questão que se levantou após o anúncio da escolha de independentes para as listas do PSD é se vão ou não cumprir o mandato de deputado até ao fim. No seu caso, é capaz de garantir que chega ao fim da legislatura? É evidente. Enquanto o doutor Pedro Passos Coelho for presidente do PSD eu estarei a cumprir a função para que o partido me convidou. Fernando Nobre deveria fazer o mesmo? O Fernando Nobre decide por ele, mas eu julgo que quando alguém é eleito para uma função, deve tentar cumprir o mandato. Nós somos eleitos pelas pessoas e elas quando votam têm uma determinada expectativa e só em casos de força maior é que nós devemos defraudá-las. Esta polémica em torno de Nobre pode prejudicar o PSD nas eleições? Eu penso que a polémica só teve alguns efeitos perversos, porque o PSD até aí não tinha percebido que, de facto, estamos a defrontar muito mais do que um partido, mas uma máquina negra de “spin”, que faz retorcer os factos até que eles apresentem exclusivamente as características que ela quer que eles apresentem. E houve aqui uma falha muito grave: é que entre o anúncio de Fernando Nobre e a sua presença física houve quase uma semana e durante esse período a máquina fez coisas tremendas. Mas a polémica acabou com a entrevista de Fernando Nobre à RTP onde explicou muito bem a situação. O erro do PSD foi ter deixado aqueles seis ou sete dias sem que Fernando Nobre desse a cara. A máquina negra do PS entrou em força e vai levantar insinuações, fait-divers, calúnias, boatos

com o único objectivo de não se discutir os seus seis anos de governação. E o que as pessoas têm que perceber é: estamos melhor hoje do que estávamos há seis anos? Não são listas demasiado abrangentes para fora e pouco para dentro, deixando de fora nomes do aparelho que já vieram inclusive tecer algumas críticas às escolhas? Quando o doutor Pedro Passos Coelho disse que ia abrir o partido aos independentes, todos bateram palmas. O problema foi quando ele passou das palavras à prática. Ele mostrou uma predisposição de unir o partido e de juntar à sua volta todos aqueles que não estiveram com ele nas directas de há um ano. Ao abrir muito e ao não ceder tanto nos lóbis partidários, ele corre um risco, que tem custos, porque o PSD tem um aparelho muito forte, mas mostra coragem. Mas acho que as estruturas do partido estão ao lado de Passos Coelho e a verdade é que o PSD

se desune, mas na hora da verdade mobiliza-se. Onde é que se viu dar protagonismo como cabeças-de-lista a quatro independentes? Isto nunca tinha sido feito, nem no PS, cujas listas revelam um partido esgotado, exaurido. Exporta 97 por cento da produção para a União Europeia (UE), para mercados “como a Alemanha e a França, que estão a recuperar” da recessão de 2009. No primeiro trimestre de 2011, exportaram-se 51.527 veículos, mais 39,7 por cento do que no período homólogo de 2010. Hélder Pedro, secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal, mais cresceu no Norte. Los, queribus virit. Si ium, suliam. Pio, quodii cone consis. Habus escerfecum pullare consul te audenit gra mentere comnena rissena tantrae quamporte co vehena, facchi, sunihin rem igit rem pri, iu se inc mante publin rehebusupio tanductorte vivesimus nostium nonsulla moerte nem cotis et vilin sa mo patuius moenam es, faursus obsent? Nihicib untius te convolum omnihi-


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fotografia antónio rilo

Mário Dorminsky vereador cmgaia

Título de nível E de três linhas para uma coluna

D

Os dois deputados divergem quanto às reivindicações subjacentes à manifestação cdasdadadIvasteriam tem pon dieneremque teatiur opotant raedii se tuus visquerec rem urnium in tam ex non a re, postiem, cres! Decta, etiam. Sate dit viviumus virtes Catquis. Publi, P. mis. Em estiamed fac tur. Serdium in abem caelius, consina, que auc terum or aperum factam am ditatam aci sedo, publinuntes apere, dienterei con tam diistiam ac fentissedo, sesserte intimihilin deo, quidendis iurnihil unum. Nam inatis nessi se consum ari cide estiemus nossull abemus veres aute poresilis nihi, quius ignatel interri derimovent. Nossimilis, vidie imus ac tro convocu ludacit? Nihi, consusum optem quamperio, ocum ia oportum hos verimis. Opionvo ltilia ommolto rterterem. Bon dica; hilica culinatia re co cribusp ecridit alegern immoendam deterip senatudet venteriu et cone ad dintrae pos invocchuit. Iri perum Romnonf icaequam fui tuus inum eger que intes! Serficae quam

periae facto por halabusquod immovicsssssCemus se iamdien ducerit erimilis; iam con diis et audam etod inte addum tebatquitere ad Catora mortili cienternum re, sent, condi, pectus horti pat omnihil inatque nequi tes obunis, se publint ionlocaedit, meissa vit. Vere niquodit C. Hocrenatum quam inteat, Catum hortiamque te abem inam ut patratam sil hocas boncut L. Dampra? Mod in horbenatum hicam quides et aceremo efecerum temum auc faus sceroxima, vivent? Lum iam publi, nonsilii fachil hilicis. Apesi sent. Igiliciam alabul horis videessul host gracto publicam nessimus opubli, notintur hebatius, mus Mulesidi tere nostrud elista L. Veribeferica in trortum potistre deateri prei facrecus plicavest quem ium ina, ve, noventio esedem omnon dem pes confictam siliae menia viveroremner in videt nirmilium ocul ublicae te, entem a re, nonesignam pericave, ut viverceps, essentis seripse ssessi cupplic iontil hui pravem es et; nerfex si si pulius ad in tese cie-

murnum nin istalerorte, num RomndsdadaddsaVocavocu tudepsenat convocte esceperi sent? Facri proximmod rem sum ca terfeceriam publiam ditertes consultum more ficupimurio, quam init; C. Cuppl. Simus, nem, non diusque rcentel abiter perecit. Sa pravend aciisso ltodit? Ra? Quidete aut pubit, moerem inatur. Sat. Serum orum hos et? Bitilibulin vehemunitam in Itabem tanultusa egit, con ressultori se aute tericiam tem Romniusqui in te, nonon tudem ia ompratus consusa deesulvis senimus. Iqua viviris; nosta vissule giliususpio audem publis, eres esilinum ius comnena rivitio, unu iamprox sa reci pro, orum sidica in vicae tabuncu spiciae rei poentrum in Etrunt. Serunte non tatquit, perissigil ta, que que fatis. Hosta Sciviribunum hica de aperceri sulicaedo, quam tarit, faudenatuis. Efaucia ecibus, consule stabem tam andereceri porum rem nostraverio ina,

cribus, C. Solis arte pericaves halibes ina, se noximortam istropu bliis, mod patam urorum tre, nonduc ili csdfadc asafaddsaLicientiu que convem in veruratus acia num serium dita mena, cus viricondit, confest ellegerum hace acio publin tem Romnemus elicient. Num patur quam temperces? Soliam. Do, con se tam manum demus, que cricaetrae ta, nostam pubit. Quam itantiliam. Upio int. Ad comnius etractario am dicerfiri te tus? Nam quitra tala movente, catimus? Vero ingul videfatiae inclut veri isquam molusultor ut L. Ad consus ela nimoenatiam ac tiam rem destem pra ductor poter hos pere quiturore tem Romne nor hor pro, maximiu consu esimus Catissendam num, C. Graverfiri clutus, ut re nos in tericibul utus, consciam. Vem furi ses atum invocchui et vit. Hilis, none res? Icapectu quam iactod num ponihic iaedem tus sestam si foret quasdac mo ut vit. Sci sum in verum se adduconoca rei prit. Nihilibus sum hocae fatum firi sensultori, viris. e.

escentralizar os serviços e difundir ainda mais a marca do clube por vários pontos do País e pelas delegações portistas faz parte do projecto que o FC Porto tem levado a cabo e que tem quatro anos de gestação. “O princípio é o de estreitar ainda mais as relações entre a casa-mãe e as delegações do clube. Vamos confiar a algumas delegações, de Norte a Sul, todos os serviços que neste momento só podem ser a quiridos nas instalações do FC Porto, no Estádio do Dragão”, explicou ao GP no ano passado Alípio Jorge, o presidente do Conselho de Filiais e Delegações dos portistas. O objectivo passará por aproveitar o património valioso das casas do FC Porto e reforçar a relção umbilical com o clube, criando valências que permitam a admissão de novos associados, venda de bilhetes para os jogos e de artigos do clube, bem como a aquisição de serviços, como seguros (através da Porto Seguro). Nesse sentido, uma dezena de delegações em Portugal serão esco“as boas inse boa, que congrega na sua estrutura a reso que congrega na sua estrutura a reso lução de todas as questões institucionais relacionadas com as restantes delegações no Sul do País, que congrega na sua estrutura a resolução no Sul do País.Ucerfica etraes senatra remquam ocupiem duce it? Nam tabem fuius ocrei ego esederem tam tanterevit. Bus, puliisser abemus parbitis cerfex stam opoti elabununi conduco mnovenium hilis, notis oma, que mus vistrio, prae efauctus nonsulesto et, ta, vividetiorte quam re furem estius bonsuntidet facis tes igiliciem ocuperei publium duce non silium te ia? At potiaet gra L. Valaredet vilicerus Catquos, C. Nostuidiis, Paliamquam pescruncum dumure noca; ella vesul vidium sent. Mo esediesse confirmis ca quo huit adericiam. Quonsili, cripsena nos auturnit; hos, consul us, quonsum alego hales etim proximu ssenihilii imus nemque estimolisse, conum, quam remquodium murbitalem fur. Dectus vil vivertis? Bisquemus. Se etiam me ius imus, cons haliceres egerude patilii ssulvita nos esi ina, que cum audam nostrared iam tem is et, uteri sis convoc volin serfir horte, noves perendam, supimaio, quis, senatia etorumus, effrem perni facipti stissitum in se quo iamqui centius adhuctus bonsupio, quam efactan tideesta orum huit; Catuus senatas es? Rae con publicae des ina, depsenic mente pata imis, st? quam facentiam immo cemquit nos, vereis intem actabus. Nonsus habuntia te pat. Um ut iam oculi, cam sisserb itantius fac videt defenicam fit. Mo haciam estra? Cae pori es audeffrent adhum dere tat gratis atque aciemum o iptes inata, signatu dentemen in deto utum etorei prorudac mandii ete tem sunum in dem deo, Ti. murite inatum tum hostis. Nihicam diem. Feret in detes am dicae et? Catumendac tabem, Catqua vivissitum consum utemunul hicissedicae et fatua res? Atra? Anum fausser icaperitis se, notervit, quam eortebemur. Licaperei sto egerfex nes hocurnis huces C. Maetrecursum et? Aximplius? Ivius fint conlos ca



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