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Canção para fonemas da a alegria • • •

Peço Licença para algumas coisas. Primeiramente para desfraldar este canto de amor publicamente.

1) sucedi só sei dizer amor 2) quando reparto o ramo azul destrelas 3) que em meu peito floresce de menino peço licença para soletrar no alfabeto do sol pernambucano a palavra ti-jo-lo, por exemplo,

e poder ver que dentro dela vivem paredes, aconchegos e janelas, descobri que todos os fonemas são mágicos sinais que vão se abrindo constelação de girassóis gerando em circulo de amor que de repente esta vão no cham da casa (…) canção de amor geral que eu vi crescer no olhos de um homem (Thiago de mello)


eu etiqueta em minha causa esta grudado um nome que não é meu de batismo ou de cartório um nome estranho... meu blusão trais lembrete de bebida que já mais puis na boca minha camiseta a marca de sigaro que não fumo eté hoje não fumei minhas mias falam do produtos que nunca experimentei mais são comunicado au meus pés. Meu tênis é proclama colorido de alguma coisa não provada por este provador. Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro minha gravata, misto, escova. Pente meu copo, minha chicara minha toalha de banho e sabonete, meu isso, meu aquilo, desde e a cabeça ao bico dos sapatos. São mensagens, letras falante, gritos visuais, ordens de uso, abuso, reinvidantes, costume, hábitos, permanência. Indispensabilidade, e faze de min homem- anuncio itinerante escravo da matéria anunciada estou na moda e duro andar na moda, ainda que a moda seja negar a minha identidade, troca-la por mil açambarcando todas as marcas registradas, todos os loco tipos do mercado com que inocência demito mi dizer eu que antes era nem sabia tão diverso de outros ,tão mesmo ser pensante sentinte e solitário com outros


poesia