Page 1


Para todos que viram seu prรณprio reflexo,

@casi

lacrimejando, nas janelas de um transporte.


1. Delighted – with the stars as voyeur

missing


Algo que

vocĂŞ irĂĄ lembrar

nice to know ya


dona leny

o this,

M iss

fo

I can onl

yd

in

ou y g

.. o.. s r

........................ LONG :o ........... . . . . . . . .... ...... . . . . . .....

turning into a beacon of hope


Olá, tudo bem? Que belos pixels Você gosta do tempo? - Esta é a parte onde eu me enfureço em filosofia do presente, para papear sobre meus gostos de momentos? Lembra do teu livre arbítrio, puto - E agora eu lhe pergunto: desejo sexual ou erotismo? Qualquer possibilidade para nós dois - Mente Perspicaz, e não intui com erros - Cuidado onde pisa, há grandes movimentos na minha litosfera Quero ver em ti um espelho do que sou. Deixe-me ficar - Não há como te expelir no meu momento favorito Então você gosta do único tempo significativo

fissura


2. Broken-hearted – a mother wailing for her son

do this to me


Low – I Could Live in Hope (1994)

invertido


Sem cuidado, ele massacra tudo que é do bem. É inerente de seu próprio vazio, nem novas perspectivas salvariam os externos de tamanha malandragem. Esse homem é cheio de orgulhos e estupendas cicatrizes, ele pega mais fogo que o próprio fogo em si, e sobrevive no meio da jaula de chamas que os pisoteados observam sem ação. Os pés sobreaquecem, a boca ajuda a pisar, sua imagem arranca minha epiderme nas horas vagas. Gorila Flamejante. O vulcão que explode os corações tentados dos homens, aquece os femininos pela adequação. As vaginas são permitidas para a sociologia ao seu redor. O teu pau, não. Que vapor terrível, engano meu afirmar este ser seu pior massacre aquecido. No calor do momento, sua construção transforma as ações em uma chapa fervente. Tudo se torna “abaixo de” quando está “próximo de”, e ganham novos destinos assim como cristais de artesanato. Acho que ganhei a forma de uma enorme lágrima de rara luz refletida, não de um belo cisne decorativo. Eu virei a arte que eu queria por me banhar em águas termais, em lava, na fogueira de enormes troncos. Mas como lágrima não fico, por dentro não há forma exata que impeça esta lágrima de nutrir o chão destinado pela prensa ardente, e ascender ao mundo como beleza simbólica.

big lies


a Em linh s

maldição

linhagem

EM MASSA


3. The space I needed – an odyssey for borderless drama

requirement of space


São os cheiros mais suaves e sedutores que me trouxeram de volta ao fogo. Nos últimos dias eu vi na sua natureza uma natureza conhecida em meu aglomerado de conhecimento. Muito fogo na minha pele, dentro dela. O fogo que você em mim inflamou, acendeu toda a sensibilidade que em mim guardei restringida pelo medo e o risco que tanto fugi.

Já viram como ficam as imagens visualizadas pelo outro lado da fogueira? Eu já. E me enganei pelos olhos, e me enganei pelo cheiro das brasas minúsculas que sobem no calor.

Guardo na memória o seu toque. O beijo no lábio, o beijo no rosto num combo de abraço de lado apertado, a minha timidez e a sua, e num tempo próximo disso, o toque dos nossos dedos tão mais tímido nos passos para dentro do salão. Na noite, transporto a memória ao tato, e lá embaixo sua memória me faz gemer. Cubro meus olhos, deixo a boca com aquele entreaberto natural do prazeroso, respiração mais que ofegante, ouço apenas a memória móvel da minha mente em chamas. Garoto, você me fodeu no calor do momento, me fodeu em toda sua chama.

Eu disse demais. Me coloquei em um lugar que não me foi oferecido depois de tanta abertura. Posicionei minhas palavras em lugar indevido com a mente indevidamente instável, e poetizei minha ida, e poetizei minha volta. Dei de cara com um muro enorme que me alimenta com suas brechas, e tento gritar minha presença do outro lado.


T

B A E

M

Ê

O

OC

BR

–V

EA

EU

c

RE

s... entos o em vim z a e f s mo u q o s o obre o s m aze idas f e v qu s dú r Po anta ...t

es

st ele

Já chorei sangue em julho, seiva em julho, agosto, setembro Tão surrados, exilados da felicidade em um cuspe Eu estou completamente consciente de tudo que faço, de tudo isso escrito, e não espero nada disso Mas digo que esse mundo não salvará as INCERTEZAS (nem um ao outro)

impossibilidade


Encarcerar anseio na prisão massiva (frenesi jovem, cólera do hoje e agora) O que não é meu responde por si só (não consigo me zangar com você)

prisão massiva


“O que se sabe é escrito tão incerto.”

“I wanna be loved by you/just you/ nobody else but you” “I’m through w/ s2/and I’ll never O coração gritava. Ecoou em 1995, coisa que Scruton responderia com “inerência da decência”. Quero tudo antirromântico, quero tudo humano, acessível no boteco, e nós fodendo paixão entre o vão do caça níquel. Espero que a polícia nos pegue, por mais adrenalina. É para quebrar o muro, estripar o ego com libervocê, como alguém como eu. Passe um tempo comigo na fortaleza encantada, veja sua dor através de um quartzo desespero na parede (do meu interior)

again” dade. Seja mais como

branco.


the plate of a callous gap Onde vão seus olhos? Onde estão os meus? Submetido a indiferença, esperando um mero agradecimento por essa totalidade idiota O lugar qual durmo tem tudo que preciso, mas meu cerne deseja o que não deita na cama Eu me obliterava aos poucos, imbuído em

DOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOR

Falavam para eu fixar tudo que podia no que eu gostava, eu fiz isso tudo, por que essa merda ainda me injuria?

ma pla c

no me o c i ra

Cr

u iei

! ! ! o

om um bu ac


When he went away, it was like a sunset. I thought that the night wouldn’t be so cold and dark because I met that part of the day before, but now not even the moon, the stars or street lights have the same brightness as once in a lifetime. The worst part it’s that this is my fault. I feel like the ocean tied by the sunbeams, but the Sun went away with no signs of a solid comeback. The Sun left to the other side after a withdrawal, and me, with my water, got myself wondering if its gleam still brilliant and beautiful as the one reflecting on me months ago. When, by accident, a daybreak happens, I can see the chains of this feeling, but now I just have the night, a callous gap. At midnight, you can find me dancing over my broken heart.

aqui você pode dançar um

the_xx-sunset.flv

pouco


I m p r o v á v e l I m p o s s í v e l A c i d e n t a l Objetividade deserdada Chá de gengibre frio Corpo cansado Alma de trouxa Obsessão doentia Fertilidade nas imagens mortuárias Você, de calção, querendo segurar o pau marcado com a mão Visitas semanais ao seu sepulcro violado Meus

simulação digital de luto

tributos

vandalizados


vozes remanescendo em mim


maus bocados Quantos sentimentos podem florescer em um mesmo dia? 24 horas de madrugada A aurora de um dia desperdiçado Cheiro de farinha de rosca frita na minha calça predileta O caminho molhado até meu quarto== = = ==== === = = = == ===

“Filho, o que foi?” “David, eu acho que você tem autonomia sobre sua vida.” ===

Paixão. Horror. Descontrole. Lássssssstima.. pela silhueta na cicatriz..


ueren

isse é de .

ncia

ortâ

mp

i ior

ma

be o q

azer.

u do i e é tu sso. É u

ue e

ê sa E voc cai.

un

Cois

ão d

Cult u há a ras ocid lg e no S um tem ntais te aara p o. M m vari . an as eu sei q tes sign i ue v ocê é ficados s obr lindo com e perda o os . deus Eu perd es, p i ersp quem e icaz u com era o alg o

disse q as que eu m desf e r a c i l c do

Oq

coisas que eu disse, que eu não disse, que eu esqueci

o que

cisã ma in o de m corp im no


unlock ( )

A cena me propôs cultura adaptável, e agora os sons são melhores que antes/ Quando vejo o que quero ver: eu quero mais – mais – mais/ Conheci uma amiga que necessitava de comunicação; Tão eu quanto ela. Então eu preciso que você fale, que você ligue as caixas de som/ É mais que uma piada com a magrinha de Osasco/ mais que outra língua/ mais que um azul de toda tristeza Há tanto a partilhar...


DAMN!

Não consigo mais dançar. A música aqui me odeia, está na cara a descoberta do que vim fazer aqui. Posso ouvir o som me expulsar, e não mais as amarras invisíveis que impedem Morrison de assumir, mas um foda-se em grave ao meu humor e vontade. Estar no buraco é figurativo, e não. Pairando o espaço, sentado no duro assento, busco uma porcentagem de frescor no ar. Sinto a falta de alguém.


Queria muito dançar, mas tudo que gosto

MORREU COMIGO, COM ESSAS NOVAS LUZES SUPER LEGAIS!!!

Mas eu precisava vir dançar, precisava dançar e olhar sua cara E eu dancei, transpassado, após me inclinar de volta ao círculo onde estava

EU DANCEI ONDE EU ESTAVA, EU DANCEI PARA VOCÊ?

pendulum playing in the background


rque a solidão era menos solitária, e o dia pa ssava ligeiro É po do eu vi, já h Quan av

ia destruído tudo

Cri

imosa, in sistindo ça m n a

Ago

odos os afastamentos ra, no meu paradeiro, eu sinto o mesmo vazio de t

rda Com um pedaço de esperança de que, enfim, a vida existe na vangua

Sentimento de rem

r ia Qu

e

orso, insuficiência, e tant o

r so re tud ala b isso , se m om que

as coisas ag o ra n ã

ompar

ec

c

m punh atarem- o de m estupidez

m

que eu qu udo eria era c

s

al

ém

T

a

mf

te r

lgu

o de scrita

udir esse tilhar o presente, ac do

bro de d

or.


but orld, world, world? would you love me if I ruled the w

E se nem eu soubesse o que eu quero com tudo isso? E se amanhã eu não reconhecesse mais nada de hoje? E se eu fosse menos dramático? E se eu fosse mais bonitinho? E se eu fosse mais objetivo em dizer que é difícil desgostar de você? E se as pombas do meu teto não fossem pretas e brancas? E se o seu sono fosse frágil, enquanto eu já estava acordado esperando por você? E se essa expressão de terror natural no seu rosto fosse ainda mais bela? E se a Marlboro parasse de fabricar esses cigarros de sabor? E se a Peixoto fosse despovoada de newbies? E se a gente se encontrar onde nos conhecemos? E se você me olhasse nos olhos, sem fugir para a sua esquerda, e a boca entre aberta? E se eu te mostrasse um sketch que eu fiz, 3 anos atrás, que mais se assemelha a você? E se o destino fosse mais uma merda imaginativa para a emoção dos mais fracos? E se Angel Olsen tiver cantando toda minha verdade? E se você me foder até não ter mais suor a dispor? E se eu te lamber onde você fecharia os olhos para sentir ainda mais? E se você rejeitar as aventuras da vida, e mais uma chance? E se o carma causou isso tudo no mundo? E se Jung estiver certo, e Freud for mesmo um longevo devasso? E se Tony Parsons fosse espairecer as ideias na noite paulistana? E se eu cozinhasse bem o suficiente para um jantar à dois? E se meus amigos já estiverem cansados da minha teimosia? E se uma mãe de santo tiver me contado a real? E se alguém me der uma oportunidade de emprego? E se eu fosse jantar fora todas as sextas? E se a Leucemia tivesse me matado? E se todos meus amigos só bebessem cerveja e vinhos requintados? E se minha avó me desse colo? E se eu tiver sido uma piada para você? E se eu tivesse contado sobre mim o tanto que você me contou de si? E se o mar e o sol nunca mais se encontrarem? E se a gente teve o que a gente carecia? E se você não conseguir ser o que você quer ser? E se você não for feliz? E se eu quisesse conversar antes de fingir que nada acontecer? E se eu disser que você não me deve nada depois disso? E se seus amigos me acharem patético? E se a família for o maior laço nesse mundo? E se ninguém nesse mundo quiser me entender, me ter ao lado? E se o medo não dissipar? E se você não respirar? E se, nas profundezas, eu não queira ir embora? E se “não desista” for balela das pessoas por aí? E se ninguém ver isso tudo? E se ainda tiver tanto a ser feito?


4. Repositioned – something happening right now

repositioned


eu sou um garoto legal


eveeeentuallyyyyyy aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Em queda-livre, lapsos de memória vem a superfície como furiosos carros no Jardins, e em nossa parte favorita do dia. Hoje acordo nessa perspectiva de esperança, mas ouvindo Swans, que surge de lugar inóspito, do vazio da minha mente, de todas as fissuras em mim. Numa delas, uma silhueta cicatrizada me dá paz, e a vinda de boas novas que, por um momento, o estado de contentamento desejado atinja sol e mar. Esta é a ordem natural.


gif.png


canção do mito Um arrepio circunstancial quando vi que você também desistiu Às vezes eu não entendo os motivos do que faço, uma canção ao fundo Cada verso elucida meus fundamentos, me ponho em reflexão Horripilação com continuidade no resto do dia Certa zona da minha mente zanga-se de mim, do que sinto e faço Outra suplica que você entenda que isso é meu mito, e que você me ache bonito (ao menos um bocadinho) Eu chorei vermelho em junho, ensopado na empatia de ti

(something about this wound it’s an end, and when I’m

gone, i’ ll watch your back my friend

for our plans and the time i spent, to some stars i’ll

convince the joy of being innocent)


anagrama

Em memĂłria de um casulo. Que exista uma fresta de luz para nutrir sua metamorfose, na escuridĂŁo onde encontra-se.


Epílogo Eu tenho uma casa. Considero sua arquitetura muito bela, e o design interior é muito interessante. Há espaço para muita coisa e muita gente. Conto-lhes uma história. Moro só, e assim como todos os meus vizinhos, cada um de nós tem sua própria casa. Mas não somos solitários, pois a vizinhança é sempre unida. Certa vez, um vizinho havia me dito que alguém estava interessado em morar na casa ao lado da minha, que estava vazia. Quando o novo morador chegou, este veio me fazer uma visita aqui em casa. Mas não como uma visita que chega e senta no sofá. Esta visita foi direto ao meu quarto, mas só até a mesinha de cabeceira, não chegou a deitar em minha cama. Terminada a visita, de forma tão estranha, não esperava mais retornos. E se esperasse, provavelmente o próximo cômodo da casa seria o sótão. Um lugar bastante apertado, quente e úmido, mas até que era divertido. Muita gente que visitou minha casa quis entrar lá. A visita retornou no outro dia, porém desta vez ficou apenas no sofá. Nas outras visitas, mostrava interesse nas outras áreas da casa, o que me instigava a querer mostrar-lhe mais. Talvez a biblioteca, ou a cozinha, onde prepararia um chá verde e, quem sabe, oferecer uma das cervejas estocadas na geladeira. Quando a visita acabava, como a casa era ao lado, observava-o pela janela da cozinha. Nas conversas, percebia a forma como esta pessoa falava de sua própria casa. Chamava-me atenção a forma como o que era dito ser tão similar ao que eu tinha, mas em breve saberia o motivo deste vizinho ser tão solitário em comparação a todos os outros, e ter medo de receber outras pessoas em sua morada. Esta visita nunca saia do sofá. Algo em mim instigava um incômodo das visitas serem apenas naquele sofá, onde eu às vezes me aproximava mais e logo voltava ao meu lugar pelo receio. Perguntei por que não subia ao quarto, e como resposta, soube que apenas o sofá era confortável e necessário para as visitas aqui. Entristeci-me, pois o interesse nos outros cômodos era algum tipo de brincadeira. E, pobre de mim, por achar que era algo profundo, já que todo aquele lugar era tão valorizado pelas pessoas que passam por aqui.

Num dia, após grande agonia de receber a mesma visita no mesmo sofá e no mesmo papo sobre os outros cômodos, passei a evitar essas visitas trancando a porta da frente. A mobília e toda estrutura da casa estavam uma bagunça. Fingia não estar em casa, porém continuava a olhar o visitante em sua casa pela minha janela. Na entrada, havia deixado um aviso: “Preciso de um tempo, volto em uma semana”. Em uma semana, os móveis, o encanamento, as paredes, portas e janelas estavam todos em ordem. Ao menos o que eu achava para retirar aquele aviso da entrada, o que ocasionou nas visitas corriqueiras da mesma pessoa. Naquele sofá, eu sentava para as conversas e dispunha tempo, palavras, companhia, compreensão. Às vezes um pudim, um doce. Um amor subliminar. Mas nada de subir até o quarto. Nada de ir ao sótão. Nada de mais. Minha casa estava um caos, e numa das visitas, vi todos os meus móveis se revoltarem e expulsarem a visita de forma violenta, trancando-me naquele espaço em lágrimas tão pesadas e em curso diário, enquanto via a companhia, que havia se tornado a minha favorita, ir embora. Nunca em minha vida havia arrumado todo aquele lar belo para destratar uma visita dessa forma, pois sabia que, um dia, todos retornariam. Afinal, em toda a casa há quadros com os rostos de todos que a visitam e fazem o ambiente ser mais agradável. Mas dessa vez, da janela em que eu via este vizinho quando ele estava fora do meu espaço, fora erguido um muro de vidro. Este muro era tela para algumas pinturas, desenhos, bilhetinhos em que eu escrevia um montão de bobagens. Quando percebi que havia a possibilidade de quebrar este muro, num instante vi um muro mais firme ser erguido num passe de mágica. Não consigo enxergar sua altura, porém é duro como ferro. E tudo aquilo que eu havia deixado de sentimento fora esmagado de forma cruel, mas mesmo assim, acho tons para pintar aquele cinza triste com o que eu sinto. Os vizinhos falam que eu não deveria, entretanto algo em mim move meus traços e palavras para aquilo. Retorno a minha casa, que por dias fica uma enorme bagunça. O sofá não é mais o mesmo, há uma mancha. Demorei algum tempo a por tudo no lugar, e acho que hoje, vejo muitas coisas voltarem ao seu espaço. Ainda olho pela janela, e mesmo com o muro na paisagem, sinto o que há por trás daquilo tudo. De manhã cedo, ao acordar e transitar pela sala, vejo a mancha no sofá e na minha cabeça ecoa a memória, o arrependimento e a saudade. Mais que tudo, a ingenuidade e o grão de areia de esperança. E como não posso mudar de casa, talvez eu deva cimentar a janela da cozinha e queimar o sofá, mas há a possibilidade tangível de fazer isso com os meus sentimentos? Acho que nossas casas são como os nossos corações. A minha continua aberta.


Not enough  

pdf

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you