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Município de Ubatuba

Relatório Anual de Qualidade da Água 2011

E você achando que 100% fosse o máximo que alguém pudesse se dedicar

Saiba mais acessando: www.sabesp.com.br/sustentabilidade2011

Fechamento autorizado. Pode ser aberto pela ECT

9912290797 DR/SPM


Relatório Anual de Qualidade da gua - 2011

uem a abesp

itua

o dos ananciais

O overno de S o Paulo, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, responsável por fiscali ar e estabelecer leis e programas para a prote o dos mananciais. De acordo com a legisla o brasileira, a gest o dos mananciais deve ser compartil ada entre o Estado, municípios e sociedade civil, nos comit s de bacia. Portanto, todos s o co-responsáveis pela busca de solu es para o problema das águas.

A Compan ia de Saneamento Básico do Estado de S o Paulo Sabesp uma empresa de economia mista, de capital aberto, que tem como principal acionista o overno de S o Paulo, sendo que sua sede está situada na Rua Costa Carval o, 00 - Pin eiros - S o Paulo, telefone: 11 - 000. representada legalmente pela sua diretora-presidente, Dilma Seli Pena. Como parte das exig ncias do ovo Mercado Bovespa desde abril de 2002, deu indica es positivas de transpar ncia, compromisso e respeito aos acionistas. Tanto que entrou para o seleto grupo de empresas brasileiras a ter a es na Bolsa de alores de ova Iorque se, sendo inserida, definitivamente, no mercado acionário internacional. Responsável pelos servi os de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos de mais de 0 municípios do Estado, a Sabesp , atualmente, uma das mais significativas compan ias do mercado de saneamento de todo o mundo. As etapas dos sistemas da capta o, tratamento, arma enamento e distribui o s o monitoradas para que á água fornecida atenda e, at , supere, os padr es mundiais estabelecidos pela Organi a o Mundial de Sa de - OMS. Os clientes da Sabesp podem obter informa es sobre a qualidade da água por meio dos seguintes canais de atendimento: site .sabesp.com.br ag ncias de atendimento ve a o endere o mais próximo de sua casa na conta mensal ou ainda, pelos telefones - S o Paulo e Regi o Metropolitana de S o Paulo: Servi o de Emerg ncia ou e no Interior e Litoral: .

A água a principal mat ria-prima da Sabesp e, por esse motivo, diversas parcerias e a es voltadas preserva o, conserva o e recupera o de áreas de mananciais s o desenvolvidas. Destacam-se o intenso monitoramento da qualidade dos mananciais, pro etos de despolui o de bacias, al m de várias iniciativas de educa o ambiental. Embora a Sabesp n o possua poder legal para fiscali ar ou punir a es de degrada o dos mananciais, todas as suas atividades s o orientadas para a sustentabilidade ambiental dessas áreas.

A Secretaria Municipal de Sa de de Ubatuba a respons el pela igil ncia da ualidade da gua em seu município e est situada na A . Rio rande do Sul N , Centro - ( ) -6

s mananciais ue abastecem Ubatuba estão situados na bacia hidrogr fica do Litoral Norte. A ocupação da bacia matas. s mananciais estão em boas condiç es e não cont m fontes significati as de poluição.

n orma

o um direito do consumidor

Este relatório anual atende s seguintes legisla es: Decreto Presidencial 5.440, de 04/05/2005, que disp e sobre a divulga o das informa es sobre a qualidade da água distribuída para consumo umano. Lei .07 , de 11/09/1990, que disp e sobre o Código de Prote o e Defesa do Consumidor, conforme: Artigo - S o direitos básicos do consumidor: III - A informa o adequada e clara sobre os diferentes produtos e servi os, com especifica o correta de quantidade, características, composi o, qualidade e pre o, bem como sobre os riscos que apresentem. Artigo 1 A oferta e apresenta o de produtos ou servi os devem assegurar informa es corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características, qualidade, quantidade, composi o, pre o, garantia, pra os de validade e origem, entre outros dados, bem como sobre os riscos que apresentam sa de e seguran a dos consumidores. Portaria 51 /2004, do Minist rio da Sa de dentre as obriga es dos responsáveis pela opera o do sistema de abastecimento de água, conforme artigos e 9 destacam-se as seguintes a es: Ÿ est o dos recursos ídricos e prote o dos mananciais ŸAvalia o sistemática dos sistemas de abastecimento de água ŸMonitoramento da qualidade da água ŸManuten o de registros e fornecimento de informa es periódicas s autoridades de sa de p blica a respeito da qualidade da água.

A Lei Estadual 9. /1997, de prote o dos mananciais, estabelece mecanismos de prote o e conserva o ambiental para os mananciais do Estado de S o Paulo, para garantir a disponibilidade da água em quantidade suficiente para o abastecimento de sua popula o. A Resolu o Conama 57/05 e o Decreto Estadual .4 /7 estabelecem os usos indicados para os mananciais em fun o de sua qualidade. Al m disso, fixam limites para lan amentos de esgotos e efluentes industriais nos corpos de água, sendo a responsabilidade pela fiscali a o atribuída Compan ia de Tecnologia de Saneamento Ambiental - Cetesb.

Entendendo o processo de tratamento da água Dependendo das condi

es da água captada, o tratamento pode

incluir diversas etapas, conforme representado no esquema abaixo. Esquema do processo de tratamento da água


Capta o e adu o: Bombeamento e transporte da água dos rios, represas ou po os, por meio de tubula es, at as unidades de tratamento. radeamento/peneiramento: Sistema de grades, peneiras ou cestos, pelo qual se evita a entrada de gal os, fol as e outros materiais grandes na unidade de tratamento. Pr -clora o: Aplica o pr via de cloro na água para a oxida o, no caso de aver grande quantidade de subst ncias org nicas e bact rias presentes na água bruta. Coagula o e flocula o: Remo o de impure as da água por meio da adi o de produtos químicos. Esses produtos formam flocos, aos quais as partículas de su eira se agregam separando-se da água. Decanta o: Escoamento da água limpa pela superfície dentro dos decantadores, grandes tanques, parecidos com piscinas, fa endo com que os flocos fiquem no fundo. iltra o: Passagem da água por filtros de areia para retirar as partículas pequenas. Desinfec o: Adi o de cloro para garantir que a água, que c ega a sua casa, fique livre de bact rias. luoreta o: Adi o de fl or na água para prevenir cáries dentárias em toda a popula o. Reserva o e distribui o: Arma enamento da água tratada em grandes reservatórios, as con ecidas caixas de água da Sabesp, para posterior distribui o s resid ncias, com rcios e ind strias atrav s de tubula es e esta es de bombeamento. Controle da qualidade da água A Sabesp controla a qualidade da água em todo o sistema de abastecimento, desde os mananciais at o cavalete de seu imóvel, por meio de coletas sistemáticas de amostras e reali a o de ensaios laboratoriais, em atendimento a Portaria 51 /2004, do Minist rio da Sa de. Para isso, possui 1 laboratórios de controle sanitário, certificados pela ISO 9.001 ou acreditados pela ISO 17.025. A seguir s o apresentadas as análises reali adas no ano de 2011 em cada sistema de abastecimento de seu município. A ocorr ncia de resultados fora dos padr es n o necessariamente representa risco sa de, pois indicam a situa o em um dado momento de um local específico. Pequenas varia es podem ocorrer no processo de tratamento e distribui o de água sem que sua qualidade se torne inadequada ao consumo umano. importante saber que em todos os casos anômalos, a es corretivas imediatas s o tomadas seguidas de novas análises para constata o da regulari a o da situa o. Padr es de potabilidade Os par metros básicos monitorados com maior frequ ncia est o apresentados abaixo, com os respectivos padr es e significados:

Parâmetros Cor

Padrões Máximo 15 U.C.

Significado dos Parâmetros Ca a t sti a oo a o a a sti a ia a

t

o

a

o

a

Turbide

Máximo 5 N.T.U.

Ca a t ta s a

Cloro

Mínimo 0,2 mg/L Máximo 5,0 mg/L

I i a a a ti a oo ist i i o a i io a o o si o a a

a o sso

l or

Mínimo 0,6 mg/L Máximo 0,8 mg/L

A i io a o t ia

o

Coliformes Totais

Ausência em 95% das amostras

I i a s a ssa ia t

Coliformes Termotolerantes

s Ausência em 100% I i a a ossi i i a a sa o s o as S a a das amostras a o o stata a a s a

a

a

aa a t ias i iais sa

Resumo anual da qualidade da água distribuída

Sistema de abastecimento: ETA Carolina Localização: Rua dos Lirios S/N - ardim Carolina - Ubatuba Processo de tratamento: Filtração, Desinfecção, Alcalinização e Fluoretação Manancial: Rio Macacos/ Rio rande Local(is) abastecido(s): L zaro, Pre u -Mirim, Enseada, Toninhas, Ponta das Toninhas, Praia rande, Tenório, Ponta rossa, Itagu , Estufa I e II, d Carolina, Marafunda, ela Vista, Ipiranguinha, P . dos Minist rios, Centro, Pere u - Açu, Pedreira, arra Seca, Sumidouro, Ta uaral

FL OR

MÊS JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ

E=1

E=1

E= 0

E=

R

C

R

C

R

C

12 12 12 14 12 12 13 12 12 12 13 15

10 12 12 14 12 11 13 12 12 12 13 15

12 12 12 14 12 12 13 12 12 12 13 15

8 10 12 14 12 11 13 12 12 12 13 15

0 0 58 2 0 0 1 0 0 0 1 1

0 0 58 2 0 0 1 0 0 0 1 1

R

E= 0

C

8

8

R

C-Totais C-TOTAIS

C-TERMO

0 0 58 2 0 1 1 0 0 0 1 1

0 0 58 2 59 1 1 0 0 0 1 1

0 0 58 2 59 1 1 0 0 0 1 1

Legenda:

Sistema de abastecimento: ETA Itamambuca Localização: A . Itamambuca, S/N - Itamambuca - Ubatuba Processo de tratamento: Filtração, Desinfecção, Alcalinização e Fluoretação Manancial: Córrego Itamambuca Local(is) abastecido(s): Itamambuca MÊS JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ

E = 10

E = 10

R

C

R

10 10 10 10 10 10 10 10 11 10 10 10

9 10 10

10 10 10 10 10 10 10 10 11 10 10 10

10 10 10 11 10 10 10

E = 10 C

9 8 10 10 9 11 10 10 10

E=5

E = 10

R

C

R

C

R

C-Totais C-TOTAIS

C-TERMO

10 10 10 10 10 10 10 10 11 10 10 10

10 10 10 10 10 10 10 10 11 10 10 10

5 5 5 5 5

5 4 5 5 5

5 5

4 5 4 3 4 4

10 10 10 10 10 11 10 10 11 10 10 10

10 10 10 10 10 11 10 10 11 10 10 10

10 10 10 10 10 11 10 10 11 10 10 10

5 5 5

Legenda:

i o s o

a o a is os is s ai a a Co i o sTotais

Recomenda es para evitar riscos sa de ŸLave a caixa de água a cada seis meses, mantendo-a sempre tampada. Procure instru es para uma limpe a efetiva nas ag ncias ou site da Sabesp ŸManten a os filtros de vela, carv o ativado, o ônio ou outros modelos sempre limpos, para evitar que contaminem a água. Para fa er a limpe a, siga as instru es do fabricante Ÿ erva a água de proced ncia descon ecida, pois podem conter bact rias, ou adicione cloro em gotas, próprio para água, que pode ser adquirido em farmácias e supermercados ŸInforme seu dentista que a água á cont m fl or, pois a aplica o de fl or a mais pode provocar problemas nos dentes: fluorose.

Sistema de abastecimento: ETA Maranduba Localização: Rua Arrastão, 6 - Maranduba - Ubatuba Processo de tratamento: Pre Filtração Coagulação Flocodecantação Filtração, Desinfecção, Alcalinização e Fluoretação Manancial: Rio das Piabas Local(is) abastecido(s): Maranduba, Sertão da uina, Sap , Lagoinha. MÊS JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ Legenda:

E = 10

E = 10

E=1

E=5

E=1

R

C

R

C

R

C

R

C

R

C-Totais C-TOTAIS

C-TERMO

10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10

10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10

10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10

9 10 10 10 10 10 10 10 9 10 10 10

13 13 13 13 13 13 13 13 13 13 13 13

13 13 13 13 13 13 13 13 13 13 13 13

5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5

5 5 4 5 5 4 4 5 5 3 4

13 13 13 13 13 14 13 13 13 13 13 13

13 13 13 13 13 14 13 13 13 13 13 13

13 13 13 13 13 14 13 13 13 13 13 13


Sistema de abastecimento: ETA Praia Vermelha I Localização: Rua Inhambu, S/N - Praia Vermelha - Ubatuba Processo de tratamento: Filtração, Desinfecção,Alcalinização e Fluoretação Manancial: Córrego Praia Vermelha I Local(is) abastecido(s): P.Vermelha I MÊS JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ Legenda:

E = 10

E = 10

E = 10

E=5

Sistema de abastecimento: ETA Praia Vermelha II Localização: Rua Rouxinol, 64 - Praia Vermelha - Ubatuba Processo de tratamento: Filtração, Desinfecção,Alcalinização e Fluoretação Manancial: Córrego Praia Vermelha II Local(is) abastecido(s): P.Vermelha II MÊS

E = 10

R

C

R

C

R

C

R

C

R

C-Totais C-TOTAIS

C-TERMO

10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10

10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10

10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10

10 10 10 10 10 10 10 10 8 10 10 10

10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10

10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10

5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5

4 4 5 4 5 5 4 3 5 5 5 4

10 10 10 10 10 11 10 10 10 10 10 10

10 10 10 10 10 11 10 10 10 10 10 10

10 10 10 10 10 11 10 10 10 10 10 10

JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ

E = 10

E = 10

E = 10

E=5

E = 10

R

C

R

C

R

C

R

C

R

C-Totais C-TOTAIS

C-TERMO

10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10

10 10 9 10 10 10 10 10 10 10 10 10

10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10

10 10 9 9 10 10 10 10 8 10 10 8

10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10

10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10

5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5

4 4 5 5 4 5 4 2 3 2 3 1

10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10

10 10 10 10 10 10 10 9 10 10 10 10

10 10 10 10 10 10 10 9 10 10 10 10

Legenda:

A Sabesp solicita que os síndicos e as administradoras dos condomínios divulguem este relatório a todos os condôminos.

GOVERNO DO ESTADO


Relatório Anual de Qualidade da Água 2011