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Dorival Sanches sehcnaS laviroD

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Guy Bourdin................................ Pรกg 04 Jr Duran....................................... Pรกg 05 Robert Capa................................. Pรกg 06 Bob Wolfenson............................ Pรกg 07

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Guy Bourdin: Tudo o que você tem que saber Ele influencia nomes como David LaChapelle, Nick Knight e David Lynch. Até Madonna se rendeu a sua linguagem e foi processada pelo herdeiro Samuel por copiar fotos do pai em seu clipe “Hollywood”, de 2004. Contemporâneo de Helmut Newton, Guy Bourdin é menos pop que o colega mas muito mais cult. O fotógrafo e ilustrador francês nasceu em 1928, em Paris, e foi abandonado pela mãe um ano depois. Viveu no Senegal, recrutado pelo exército francês, onde começou a ter aulas de fotografia. Voltando a Paris, virou pupilo de ninguém menos do que Man Ray e logo foi escalado pela “Vogue“

francesa para rechear as páginas da revista com seu imaginário pra lá de erótico. As páginas pra Bourdin eram duplas, recheadas de sexualidade e violência, fugindo do óbvio nas cenas cotidianas. Como desenhista, tinha

You” (sobre o universo criativo do artista e sua parceria profissional com a modelo Nicolle Meyer, também autora da publicação) – a singularidade do trabalho dele está “na composição, cores, jogo de real e irreal, mistério e surrealismo: “Enquanto todos os anúncios são iguais, ele explora o olhar através de uma fechadura”. Guy Bourdin se tornou referência em publicidade através dos anúncios da marca de sapatos Charles Jourdan, pra quem contribuiu durante 14 anos. Sua identidade é tão forte que é impossível alguém ter passado pelos anos 70 sem notar suas campanhas. Imagem: Revista Vouge

“Enquanto todos os anuncios são iguais, ele explora o olhar dentro através de uma fechadura.”

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total liberdade para criar. Pensava exatamente no peso de cada elemento e fazia inúmeros rascunhos antes de fotografar. Para Shelly Verthime, especialista no artista – e uma das autoras do livro “A Message For

Surrealismo registrado com luz Bourdin passou boa parte de sua juventude vivendo o pós-guerra em Paris. Em 1954, entrou para a Vogue francesa, onde trabalhou por mais de 30 anos. Nos anos 1970, o fotógrafo já aparecia nas páginas das principais revistas de moda do mundo. Trabalhou

também para a Harper´s Bazaar e fotografou campanhas publicitárias para as marcas Chanel, Issey Miyake, Emanuel Ungaro, Gianni Versace, Loewe, Pentax e para a loja de departamentos Bloomingdale´s. Imagem: Revista Vouge


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Biografia Jr. Duran Josep Ruaix Duran, conhecido como J.R. Duran, (Barcelona, 22 de julho de 1952) é um fotógrafo brasileiro nascido na Espanha. No Brasil desde 1970 e com estúdio montado em São Paulo, a partir de 1979, começou a fotografar para revistas de moda como Vogue e Elle Brasil . Ao mesmo tempo começou a trabalhar para agências de publicidade como DPZ, McCann, Thompson, Talent para clientes como Johnson & Johnson, General

Motors, Volkswagen, Souza Cruz, British American Tobacco e outros. Em 1984 realizou sua primeira exposição, Beijos Roubados, na Galeria Paulo Figueiredo, em São Paulo. Ganhou sete prêmios Abril de Jornalismo. Foi capa da edição nacional da

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Veja em janeiro de 1988, com o titulo O Mago das Lentes. Tem ensaios a respeito de seu trabalhos publicados nas revistas Forum (alemã), Zoom (edições francesa, italiana e japonesa), Man (espanhola) e Photo (francesa). Em 1989 mudou-se para os Estados Unidos, onde trabalhou para Harper’s Bazaar USA, Elle (edições francesa, inglesa, italiana e espanhola), Mademoiselle, Glamour, Tatler, Vogue (alemã), assim como para agências

de publicidade como Grey Advertising, Saatchi & Saatchi, DDB e outras. Em 1994 realizou sua segunda exposição, Passageiro Distante, na Galeria São Paulo. Em 1995 voltou a viver no Brasil. Publicou os livros As melhores fotos e 18 Fotos. Em

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2000 lançou o romance Lisboa. No Brasil, realizou campanhas para Intelig, cigarro Charm, cerveja Kaiser, Embratel, Telesp, Banco do Brasil, cigarro Free, Antarctica, Martini, Motorola, Lojas Riachuelo, Credicard, Hering, Banco Real, Banco do Brasil, Banco Itaú, Telefonica, Sadia, McCafé. No mesmo ano inaugurou a exposição de fotografias JRDURAN, no Museu de Arte Brasileira da FAAP. Atualmente reside em São Paulo.

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Guerra, luz e sombras de Robert capa A sua carreira de fotógrafo começa no fim do ano de 1931, uma vez que aparece a fotografar Leon Trótski, no meio de múltiplas dificuldades, durante um congresso em Copenhaga. O aparecimento do nazismo e a religião judaica de Robert fazem com que em 1932 ele tenha que deixar Berlim, dirigindo-se para Viena e depois, Paris. Em 1934 encontra Gerda Taro, e no ano seguinte ambos criam o personagem Robert Capa, repórter mítico de nacionalidade estado-unidense, pelo que André Friedmann se declara associado a Gerda Taro, sua primeira namorada, também fotógrafa-produtora. O nome de Robert Capa de repente fica célebre e, logo que se descobre que ele se s e r v e de um pseudônimo, a notoridade do repórter está assegurada. Em 1936, Capa e Gerda Taro partem em reportagem para o meio da Guerra Civil em Espanha, onde Gerda encontra a morte no ano seguinte. Em Junho de 1944 participa no desembarque da Normandia, o Dia D. Depois da guerra, com David Seymour, Henri Cartier-Bresson e George Rodger, funda a Agência Magnum (constituída oficialmente em 1947). Nos primeiros tempos,

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ocupa-se na organização da estrutura, partindo em seguida para o “terreno”. Robert Capa fotografou a Guerra Civil Espanhola, onde tirou a sua mais famosa foto (“A morte do soldado legalista”), a Guerra Civil C h i n e sa e a II Guerra Mundial c o m lentes normais, o que fez com que ele se tornasse um dos mais importantes fotógrafos europeus do século XX. Capa morreu na Guerra da Indochina, em 25 de maio de 1954, ao pisar sobre uma mina terrestre. Seu corpo foi encontrado com as pernas dilaceradas. A câmera permanecia entre suas mãos.


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Habus, condiis actorum inatus vis nocchuium, ses? Nihil vidi ina, audac inam poportuam octortus, ses es adduciis, uspicae stiure auctur atus nonfita tandinit actum ses At L. Fultuit, te, quam consid inatum in Etror que con sunum Romnius comnerobus nos et veremnemur, quemquam macte nesciena, omnimoresci ste es! La tum perevid itidit, sat inequastis sum, noctuid entiend erviris, sedinprae consum P. Reheme manum nover intid faterdienim te, Caturbessil vatius, nim ne dem poraris. Evid potamer issedem vitemor untilie nicentra, me ia videmuro popora, nos re, nos contes iaedo, que fuium vehenat illatium nonscer fecerfi rmactandefac tur, opublibute igit publis con spimo pat ad cus, quam ina, sena, cla tem orimeninpra deorteris, cultuam popopubistem tescrio, cavero videmunc re, cem. Lum, quit. It; C. Verei consul clabunum rei spiem et condit, con verfec tanum idiu et vis. Si potabem noctum iaciocum perfit, vidis; eti tem int L. Ocatimur, que intusci erfere vid inte adhuide ntesil haciae fac movenam ta, verraes senihilin vitam nocta Serfirista sero Caticto un-

triondicae audemenatum sena, quitim inc inclus etimissus pre tercerf erimus in Itanum quonfec uteludem accis; nos, se menam moenatrurniu in sena, nemo cre audet prae intes nihilintra norat vis, Catio, ne mum tu viciena tifendu cibusus viterdi usuluda ciondet aur hiciam iam diciven ihintesimmo morudena, cultorit vescrum Romninc upiena, silicae deffre aut actorae et perum nos aut iam imei sus num se num aucibero hocum destiam ficie talicae co te niam orum vissolut in vil hilnent? Pubis. Horum, obsent. Tiam nescem tus. ernihica ma, quamenatum sedo, Cupiorum antrive rtissimihil verissidit. M. Legilicaeque consil hacrem forte nos ete diti, erbem, quis nos ex manum diisses issulturaci steriorunum milin ditis, quo mactus, nirioni catum, Catu morsusque idit, consulla cae est quam tus me tabus publiumus coristrures hoccips, es estraedem in tiam facere ta, quium sus essit, perbit pra, pulintera, catilla tioctuamquam inatatiliaet gratior pere delicav erficam hicipse natisses con re, qua di, is publiis publinte, quem turnistum dem ium essoltodium.

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