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Administração ~ projeto pedagógico ~


Projeto pedagógico do curso de Administração ~ 2012 ~

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Sumário

1) Dados gerais ....................................................................... 4 2) Histórico do curso ............................................................... 4 3) Organização institucional ................................................... 5 4) Justificativa .......................................................................... 7 5) Concepção do curso ........................................................... 8 6) Objetivo geral ..................................................................... 8 7) Objetivos específicos .......................................................... 9 8) Perfil do egresso ................................................................. 9 9) Competências e habilidades .............................................. 10 10) Áreas de atuação ............................................................... 11 11) Distribuição das disciplinas, créditos e carga horária do curso............................................................................ .......11 12) Esclarecimentos acerca da dinâmica curricular ................ 12 13) Metodologias de ensino ...................................................... 16 14) Critérios de avaliação ........................................................ 18 15) Gestão acadêmico-administrativa ...................................... 18 16) Processo de autoavaliação ................................................ 19 17) Responsabilidade social ..................................................... 20 18) Programas de atenção aos estudantes ............................. 21 19) Anexos ............................................................................... 23 Anexo 1 - Ementas e bibliografias ..................................... 23 Anexo 2 - Funcionamento do estágio curricular ................ 49 Anexo 3 - Regulamento do Colegiado do Curso ............... 54 Anexo 4 - Normas que disciplinam o registro de atividades curriculares complementares .......... 56 Anexo 5 - Normas que disciplinam o trabalho final de graduação ................................................... 58 Anexo 6 - Regimento do Núcleo Docente Estruturante (NDE) ........................................... 61 Anexo 7 - Projeto de autoavaliação .................................. 62

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1) Dados gerais Denominação Administração Nível Graduação Habilitação Bacharelado Modalidade Presencial Titulação conferida Bacharel em administração Duração 8 semestres Tempo mínimo de integralização 7 semestres Tempo máximo de integralização 16 semestres Carga horária total 3.604h Regime escolar Semestral Formas de ingresso Vestibular, reopção de curso, reabertura de matrícula e transferência Vagas anuais 120 Turnos de funcionamento Manhã e noite Situação legal Reconhecido pela portaria MEC n. 3.971/02 Início de funcionamento 1º de março de 1999

2) Histórico do curso O curso de Administração foi criado pelo parecer Cepe/Consar 11/98, de 16 de novembro de 1998, e parecer CLR/Consun 13/98, de 18 de novembro de 1998, com quarenta vagas, nos turnos manhã e noite. As atividades iniciaram no dia primeiro de março de 1999 e o curso foi reconhecido pela portaria 3.971/02, de 30 de dezembro de 2002, publicada no DOU de 31 de dezembro de 2002. Demandas internas e externas, que variam de acordo com as mudanças da sociedade, são fatores para a constante necessidade de repensar o curso de Administração da Unifra. Por isso, no ano de 2010, houve significativas mudanças no âmbito da estrutura do curso. No que tange a questões internas, ocorreu uma adaptação curricular adequada às necessidades de aprendizagem dos acadêmicos, especialmente aquelas concernentes à carga horária e aos estágios curriculares, que complementam a formação do discente. Na matriz curricular anterior, o curso contava com muitas disciplinas de carga horária reduzida, o que sobrecarregava os alunos em termos de número de disciplinas por semestre. Com relação aos estágios curriculares, verificou-se que a estrutura anterior contemplava um elevado número de estágios (quatro), dificultando a busca de empresas por parte dos alunos, pois vive-se em um município cuja oferta de possibilidades de estágios é limitada, isso restringia-lhes o campo de atuação. A limitação de campos de estágio leva ao acúmulo de estagiários numa mesma empresa, restringindo, dessa forma, as possibilidades de inovação no trabalho

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desenvolvido. Como forma de amenizar tais dificuldades, bem como de incentivar os alunos a buscarem empresas fora da região de Santa Maria, entendeu-se que também seria importante reduzir a carga de disciplinas do último semestre do curso, ocasião em que os acadêmicos devem realizar o estágio. Quanto a questões externas, destaca-se a necessidade de atender à resolução número 4, de 13 de julho de 2005, da Câmara de Educação Superior e do Conselho Nacional da Educação, que instituem as diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em Administração, bacharelado. Além disso, em 2010, o currículo do curso passou por uma reformulação devido à inserção da disciplina Língua Brasileira de Sinais (Libras) como obrigatória, em conformidade com a lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002. Ademais, aumentaram-se as cargas horárias das atividades curriculares complementares (de 102h para 425h), das disciplinas optativas (de102h para 136h) e da disciplina de Estágio Curricular Supervisionado (de 255h para 340h). O acréscimo na carga horária justifica-se pelo atendimento à Resolução nº 3, de 2 de julho de 2007, que prevê a organização da hora-aula em 60 minutos. Com as alterações realizadas, busca-se uma melhor adequação do currículo às normativas regulatórias do curso, bem como atender a necessidades e características dessa região do país.

3) Organização institucional O Centro Universitário Franciscano é mantido pela Sociedade Caritativa e Literária São Francisco de Assis, Zona Norte - Scalifra-ZN - entidade de direito privado; sem fins lucrativos; beneficente; de caráter educacional, cultural e científico; reconhecida pelo decreto federal n. 64.893, de 25 de julho de 1969, com certificado de entidade de fins filantrópicos. Localiza-se à Rua dos Andradas, 1614, na cidade de Santa Maria, RS. Iniciou suas atividades, como instituição de educação superior, aos 27 de abril de 1955, denominada Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Imaculada Conceição, com cursos de licenciatura. Data também de maio de 1955, a criação da Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora Medianeira, pertencente à mesma mantenedora que desenvolveu os cursos superior, técnico e auxiliar de Enfermagem. Posteriormente, com a unificação das duas instituições, formaram-se as Faculdades Franciscanas – Fafra e essas deram origem ao atual Centro Universitário. O credenciamento para Centro Universitário ocorreu em outubro de 1998 e significou uma nova fase institucional. Nesse período, a instituição realizou significativo avanço na proposta institucional. O aumento do número de cursos de graduação, de pós-graduação 5


e de extensão foi acompanhado da decisão pela qualidade, que perpassa o fazer institucional da gestão e de todas as atividades acadêmicas. De acordo com o estatuto, a organização e a estrutura institucional fundamentam-se nos princípios de autonomia administrativa, didático-científica, patrimonial, econômicofinanceira e de gestão de recursos humanos; na integração das atividades acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão; na capacitação e qualificação dos quadros de pessoal docente e técnico-administrativo. Nesse sentido, a organização e a administração do Centro Universitário Franciscano abrangem: a) Administração superior, constituída pelo Conselho Universitário e gabinete do reitor; b) Administração geral, formada por: Pró-reitoria de Administração, Pró-reitoria de Graduação e Pró-reitoria de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão; c) Coordenações de curso: os cursos inserem-se nas unidades de ensino, pesquisa e extensão, de acordo com as áreas de atuação, quais sejam: Área de Ciências da Saúde, Área de Ciências Humanas, Área de Ciências Sociais e Área de Ciências Tecnológicas. Os cursos estão organizados a partir de projetos pedagógicos que se baseiam no projeto pedagógico institucional - PPI, no plano de desenvolvimento institucional - PDI, no estatuto, no projeto de autoavaliação da instituição e na legislação federal. As políticas para o ensino de graduação, constantes no PPI e no PDI, se refletem nos projetos dos cursos mediante os seguintes princípios curriculares: a) formação de qualidade técnico-científica e social: o curso é o lugar institucional para assimilação, socialização e produção do conhecimento humano e técnico-científico. Nesse sentido, os conteúdos devem refletir a realidade sociocultural nacional, perpassada pela realidade internacional, com vistas a uma formação profissional de qualidade e consistente consoante com o mundo contemporâneo; b) flexibilidade curricular: a materialização da flexibilização curricular é observada pela inclusão de disciplinas optativas ou eletivas, que têm por finalidade oferecer ao estudante diferentes alternativas para sua formação. Isso é percebido por meio da flexibilização dos pré-requisitos; nas atividades curriculares complementares; nas diferentes práticas e programas institucionalizados que levam em consideração os espaços escolares e não escolares; na articulação das diferentes áreas que compõem o currículo do curso;

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c) interdisciplinaridade: é entendida como um princípio que integra e dá unidade ao conhecimento e que permite o rompimento da fragmentação das disciplinas que compõem o currículo; d) relação teoria-prática como eixo articulador do currículo: é estabelecida nas diferentes práticas de ensino e de laboratório que permeiam as disciplinas de cada curso, desde o seu início. É concretizada, também, nos estágios curriculares, entendidos como atividades teórico-práticas e desenvolvidos por meio de projetos de estágios integrados, com a finalidade de promover a aproximação concreta com o campo de trabalho; e) integração entre ensino, pesquisa e extensão: a integração é refletida em diferentes disciplinas que compõem os currículos e na dinâmica da sala de aula, mediada por meio de aprendizagens de pesquisa e extensão desenvolvidas durante o curso. Além disso, é parte integrante do projeto pedagógico a definição das linhas de pesquisa e dos programas de extensão de cada curso, que orientam o desenvolvimento de projetos de pesquisa e extensão apoiados pela instituição ou por fontes financiadoras externas; f) pesquisa como princípio educativo e de produção do conhecimento: os projetos pedagógicos incluem, em sua dinâmica curricular, metodologias formativas pelas quais busca-se desenvolver a cultura investigativa, proporcionar condições de apropriação crítica do conhecimento e o desenvolvimento de competências e habilidades científicas; g) gestão colegiada: envolve representantes de professores e de estudantes.

4) Justificativa Em todas as organizações a Administração se faz presente de diversas maneiras: nas tarefas técnicas, no planejamento, na organização, na coordenação e no controle de atividades e processos, de maneira sistemática e objetiva, dirigida para resultados, a fim de proporcionar o desenvolvimento sócio-econômico dessas e, por conseguinte, da sociedade em geral. Segundo dados do Conselho Regional de Administração - CRA, a Administração, atualmente, é a área que mais forma profissionais no Brasil e, embora o campo de atuação do administrador seja amplo, tendo em vista que praticamente a metade dos cargos de uma organização é para funções administrativas, o setor demonstra-se bastante competitivo, pois a atuação do administrador é muito diversificada, uma vez que o profissional é visado por todos os tipos de empresa (fabril, comercial, serviços, agronegócio, etc.).

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Dessa forma, para atender à demanda social da região central de Santa Maria, no que se refere à formação de profissionais nessa área, é que se propôs a criação do curso de Administração, do Centro Universitário Franciscano. Visto que, nessa região, é crescente a oferta de bens e serviços advindos do setor educacional e do comércio. Além disso, o curso busca sempre estar conectado com as constantes renovações sociais em nosso país e no mundo, permitindo ao administrador de empresas se adequar às exigências do momento histórico em que vivemos, com uma participação ativa e competente no mercado de trabalho.

5) Concepção do curso O projeto pedagógico do curso de Administração foi concebido com o propósito de oferecer ao futuro administrador uma formação generalista, que lhe permita incrementar competências e habilidades profissionais a partir do desenvolvimento da cultura científica, baseada nos princípios das ciências sociais. O curso é direcionado de maneira a formar profissionais com visão proativa e capacidade técnico-analítica, aptos a identificarem soluções criativas e que apresentem flexibilidade e adaptabilidade às situações diversas do seu campo de atuação. Com base nessa concepção, o curso de Administração tem como: a) Missão: - formar profissionais com capacidade empreendedora, aptos a interagir no mundo em constante transformação, por meio de uma sólida formação interdisciplinar, contextualizada, ética e humanista. b) Princípios: - respeito ao ser humano, no que se refere aos seus direitos naturais e ao meio ambiente; - encorajamento e estímulo às potencialidades individuais, à criatividade e à iniciativa; - relacionamento ético, com prevalência da dignidade e integridade de caráter entre a instituição, colaboradores, professores, estudantes e a comunidade; - honestidade, coerência, fraternidade, lealdade, empatia e busca de comunicação eficaz no relacionamento interpessoal; - busca permanente da excelência na qualidade dos serviços prestados, num processo constante de renovação, aperfeiçoamento e inovação; - postura empreendedora e liderança nas mudanças, com responsabilidade; - integração com a comunidade e cooperação para o crescimento regional; - reconhecimento e valorização da dedicação ao trabalho. c) Visão: - gerar novos conhecimentos e mentalidades empreendedoras, a fim de contribuir para o desenvolvimento regional.

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6) Objetivo geral Formar administradores aptos ao exercício profissional com responsabilidade e competência do ponto de vista técnico e científico, comprometidos com o contexto social e com um perfil empreendedor para geração, desenvolvimento e gerenciamento de negócios.

7) Objetivos específicos - formar profissionais com visão global, crítica e humanística no seu setor profissional, aptos para tomarem decisões no mundo globalizado, participantes do desenvolvimento da sociedade brasileira; - incentivar a pesquisa, para desenvolvimento da ciência e das técnicas da administração, bem como para a difusão da cultura; - estimular o conhecimento e a resolução dos problemas do mundo presente, em particular, os regionais; - suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento profissional e cultural; - estimular a formação de um profissional versátil com capacidade de adaptação às constantes mudanças; - proporcionar ao estudante domínio dos conteúdos fundamentais da teoria e prática administrativa, a permitir-lhe aquisição de uma visão crítica das organizações, da sociedade e da profissão; - preparar profissionais responsáveis e aptos para o exercício de cargos de direção, que envolvam a administração das organizações; - formar profissionais com perfil gerencial, empreendedor, humanístico e preparados para agir no contexto atual, para dimensionar e gerenciar os riscos potenciais inerentes à atividade administrativa.

8) Perfil do egresso O perfil do profissional que o processo pedagógico deve garantir ao final do curso envolve: - visão global que o habilite compreender e atuar no meio social, político, econômico, tecnológico e cultural em que está inserido;

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- capacidade de tomar decisões em um mundo diversificado e interdependente; - formação humanística que propicie responsabilidade social, justiça e ética profissional; - formação técnica e científica para atuar na administração das empresas, que privilegie a gestão de negócios e de pessoas; - competência para empreender ao criar e ao promover transformações no seu contexto de atuação; - capacidade

de

autogerenciamento;

raciocínio

lógico;

atuação

de forma

interdisciplinar; compreensão da necessidade do contínuo aperfeiçoamento profissional; da assimilação de novas informações e de flexibilidade intelectual em situações de mudança.

9) Competências e habilidades As competências e habilidades que contribuem para a formação do perfil do profissional desejado envolvem: - visão sistêmica e estratégica: para compreensão e ação no contexto social, político, econômico e cultural em que está inserido; - tomada de decisão: equacionar problemas em harmonia com as exigências ambientais; - liderança: capacidade de influenciar o comportamento dos grupos com empatia e valores internalizados de responsabilidade social, justiça e ética profissional, com vistas a interesses interpessoais e institucionais; - trabalho em equipe: atuação de forma interativa em prol de objetivos comuns, reconhecendo a importância do diálogo, cooperação, respeito e comunicação; - negociação: demonstração de atitudes flexíveis e de adaptação a terceiros e a situações diversas; - iniciativa e criatividade: interação criativa com espírito empreendedor, que inove e promova transformações no seu contexto de atuação; - comunicação e expressão: capacidade de interpretação, de comunicação interpessoal e de expressão correta nos documentos técnicos específicos; - integração teoria e prática: utilização dos diferentes conhecimentos num processo dinâmico de ação e reflexão no ambiente empresarial;

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- raciocínio lógico, crítico e analítico: capacidade de operar métodos qualitativos com valores, formulações matemáticas, estabelecer relações causais entre fenômenos de forma flexível e adaptável aos problemas e desafios organizacionais; - autoconhecimento: estabelecer métodos próprios de planejamento, organização e gerenciamento de seu tempo e espaço de trabalho; - disposição investigativa: abertura para a aquisição e utilização de novas ideias e tecnologias.

10) Áreas de atuação Os estudantes que concluírem o curso poderão atuar na administração de: organizações de grande, médio ou pequeno porte, de natureza estatal ou privada; em especial nas áreas de administração geral; gestão financeira e orçamentária; gestão da produção e logística empresarial; gestão de pessoas; gestão de marketing e organização de sistemas e métodos.

11) Distribuição das disciplinas, créditos e carga horária do curso Semestre

Código

Disciplina

ADM305 ADM307 CPT301 ECO150 MTM303 CSA106 ADM301

Contabilidade Empresarial I Filosofia Informática Básica Macroeconomia Matemática I Sociologia Organizacional Teoria das Organizações I

ADM314 CSA107 MTM304 CSA104 ECO151 ADM310

Contabilidade Empresarial II Legislação Empresarial Matemática II Metodologia Científica Microeconomia Teoria das Organizações II

DIR295 Direito Tributário MTM306 Estatística I Legislação Trabalhista para ADM316 Administração ADM311 Projeto Coletivo de Extensão MTM305 Matemática Financeira ADM324 Organização, Sistemas e Métodos ADM320 Psicologia Organizacional

Carga horária Teórica Prática Total 68 0 68 34 0 34 0 34 34 51 0 51 68 0 68 34 0 34 68 0 68 68 68 68 34 51 68

0 0 0 0 0 0

68 68 68 34 51 68

68 68

0 0

68 68

34

0

34

34 68 68 51

0 0 0 0

34 68 68 51

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MTM307 ADM325 ADM321 CSA102 ADM323 ADM322

Estatística II Gestão de Custos Gestão de Empresas Familiares Gestão de Pessoas I Gestão Financeira I Marketing I

34 68 51 68 68 68

0 0 0 0 0 0

34 68 51 68 68 68

ADM331 ADM330 ADM327 ADM329 ADM332 ADO ADM328

Comportamento Organizacional Gestão de Pessoas II Gestão de Produção I Gestão Financeira II Marketing II Optativa I Pesquisa Aplicada à Administração

51 68 68 68 68 34 68

0 0 0 0 0 0 0

51 68 68 68 68 34 68

EDU250 ADM333 ADM334 ADM337 ADM336 ADO

68 68 68 34 68 34

0 0 0 0 0 0

68 68 68 34 68 34

68

0

68

ADM344

Antropologia e Cosmovisão Franciscana Gestão da Produção II Gestão Financeira III Jogos de Empresas Logística Empresarial Optativa II Projeto de Negócios e Formação de Empresas Sistema de Informações Gerenciais

34

0

34

EDU251 ADO ADM339 ADM340 ADM343 ADM338 ADM342 EDU328 ADO

Ética e Cidadania Optativa III Orçamento Empresarial Pesquisa Operacional Planejamento Estratégico Trabalho Final de Graduação I Viabilidade de Empreendimentos Língua Brasileira de Sinais Optativa IV

68 34 68 51 51 34 34 34 34

0 0 0 0 0 34 0 0 0

68 34 68 51 51 68 34 34 34

ADM349 ADM345

Estágio Curricular Supervisionado Trabalho Final de Graduação II

340 17

0 51

340 68

ACC707

Atividades Curriculares Complementares

425

0

425

ADM335

Resumo da distribuição da carga horária Carga horária teórico-prática Optativas Estágios Atividades Curriculares Complementares Carga horária total Número de créditos

2.703h 136h 340h 425h 3.604h 212

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12) Esclarecimento acerca da dinâmica curricular O currículo do curso de Administração envolve quatro campos de formação: básica, profissional, quantitativa e suas tecnologias e complementar. a) Conteúdos de formação básica Os conteúdos de formação básica abrangem disciplinas relacionadas aos estudos antropológicos,

sociológicos,

filosóficos, psicológicos,

ético-profissionais, políticos,

comportamentais, econômicos e contábeis, bem como os relacionados às tecnologias da comunicação, da informação e das ciências jurídicas. Distribuídos entre estudos antropológicos,

sociológicos,

filosóficos, psicológicos,

ético-profissionais, políticos,

comportamentais, econômicos e contábeis, tecnológicos e jurídicos. Está representado pelas

disciplinas:

Metodologia

Científica;

Filosofia;

Antropologia

e

Cosmovisão

Franciscana; Ética e Cidadania; Psicologia Organizacional; Sociologia Organizacional; Macroeconomia;

Informática

Básica;

Contabilidade

Empresarial

I;

Contabilidade

Empresarial II; Microeconomia; Direito Tributário I; Legislação Trabalhista para a Administração; Gestão de Custos; Língua Brasileira de Sinais.

b) Conteúdos de formação profissional O campo de formação profissional é composto por estudos relacionados às áreas específicas, envolvendo: teorias da administração e das organizações, administração de recursos humanos, mercado e marketing, materiais, produção e logística, financeira e orçamentária, sistema de informações, planejamento estratégico e serviços. Envolvem estudos de teorias da administração e das organizações, administração de recursos humanos, mercado e marketing, materiais, produção e logística, financeira e orçamentária, sistema de informações, planejamento estratégico e serviços. Está distribuído nas seguintes disciplinas:

Teoria das Organizações I; Teoria das

Organizações II; Projeto Coletivo de Extensão; Organização, Sistemas e Métodos; Marketing I; Gestão Financeira I; Gestão de Pessoas I; Jogos de Empresas; Gestão da Produção I; Pesquisa Aplicada à Administração; Gestão Financeira II; Gestão de Pessoas II; Comportamento Organizacional; Marketing II; Gestão da Produção II; Planejamento Estratégico; Gestão Financeira III; Orçamento Empresarial; Projetos de Negócios e Formação de Empresas; Logística Empresarial; Gestão de Empresas Familiares; Sistema de Informações Gerenciais; Viabilidade de Empreendimentos; TFGI e TFG II.

c) Conteúdos de estudos quantitativos e suas tecnologias

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Os conteúdos de estudos quantitativos e suas tecnologias englobam: pesquisa operacional, teoria dos jogos, modelos matemáticos e estatísticos e aplicação de tecnologias. Distribuído nas seguintes disciplinas: Matemática I; Matemática II; Matemática Financeira; Estatística I; Estatística II; Pesquisa Operacional. Esses contribuem para a definição e utilização de estratégias, bem como procedimentos inerentes à administração.

d) Conteúdos de formação complementar Por fim, os conteúdos de formação complementar que envolvem abrangem as atividades curriculares complementares e as disciplinas optativas.

- Atividades curriculares complementares - ACC As

atividades

curriculares

complementares

são

um

componente

curricular

obrigatório. O estudante deverá cumprir um total de 425 horas ao longo do desenvolvimento do curso. As possibilidades de composição envolvem a participação em congressos, seminários, simpósios, encontros, jornadas e outros; participação em monitorias ou estágios relativos à área profissional; participação em cursos realizados na área educacional ou áreas afins; participação em programas de iniciação científica; participação em projetos de pesquisa ou extensão universitária.

- Disciplinas optativas O currículo prevê a oferta de disciplinas optativas, num total de 136 horas. Assim como as atividades curriculares complementares, por meio das disciplinas optativas, busca-se garantir algum grau de flexibilidade ao currículo. O elenco das disciplinas optativas que podem ser ofertas pelo curso é o seguinte. Disciplina Comportamento do Consumidor Comunicação e Oratória Cooperativismo Espanhol Instrumental Gerenciamento de Competências Gestão Ambiental Gestão da Qualidade Gestão de Projetos HP12C e Excel em Finanças Inglês Instrumental Licitações Públicas

Carga horária 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 14


Mercado de Capitais Negociação Empresarial Simulação Empresarial Redes de Empresa

34h 34h 34h 34h

d) Estágio curricular supervisionado O estágio curricular, com um total de 340 horas, é constituído pela disciplina Estágio Curricular Supervisionado que visa a promover a integração teórico-prática dos conhecimentos, habilidades e técnicas desenvolvidas no currículo; proporcionar situações de aprendizagem em que o estudante possa interagir com a realidade do trabalho, reconstruindo o conhecimento pela reflexão prática; complementar a formação profissional; desencadear práticas alternativas; atenuar o impacto da passagem da vida acadêmica para o mercado de trabalho; desenvolver e estimular as potencialidades individuais propiciando o surgimento de profissionais empreendedores internos e externos, capazes de adotar modelos de gestão, processos inovadores e fomentar a iniciação científica à pesquisa e ao desenvolvimento da ciência e da prática da administração. A regulamentação dos estágios encontra-se em anexo. e) Estágios não obrigatórios Faculta-se aos estudantes, na forma da lei, a participação em estágios não obrigatórios. Esses estágios são entendidos como atividade opcional, desenvolvida sob supervisão, com vistas à inserção no mundo do trabalho.

f) Trabalho final de graduação O trabalho de conclusão de curso, denominado Trabalho Final de Graduação, é componente curricular obrigatório, com horário previamente estabelecido na estrutura do curso e apresenta duas características: - Trabalho Final de Graduação I: oferecido no sétimo semestre letivo, trata dos passos para a elaboração de um trabalho acadêmico na área da matemática. Nesta disciplina, sob a orientação do professor, cabe ao estudante elaborar um projeto de pesquisa, a ser desenvolvida no semestre seguinte, na disciplina TFG II. - Trabalho de Final de Graduação II: oferecido no oitavo semestre, contempla o desenvolvimento do projeto de pesquisa aprovado na disciplina TFG I. O trabalho é submetido a uma banca examinadora, que emitirá um parecer avaliativo após a apresentação oral do estudante, de acordo com cronograma de apresentação organizado pela coordenação e colegiado do curso.

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Em anexo, as normas que disciplinam a oferta de apresentação do trabalho de conclusão de curso.

g) Ensino, pesquisa e extensão O projeto pedagógico do curso de Administração pressupõe a integração entre teoria e prática como elemento fundamental dos processos de ensino e de aprendizagem e como requisito necessário para que o estudante possa desenvolver, corretamente, o processo de ação-reflexão-ação e de autonomia profissional. Para articulação entre ensino, pesquisa e extensão, são desenvolvidas algumas ações no âmbito do curso como, por exemplo: a) inclusão de disciplinas diretamente ligadas à aquisição das bases teóricometodológicas da pesquisa e da extensão em relação à área de conhecimento do curso; b) adoção de metodologias investigativas inerentes às metodologias de ensino nas disciplinas obrigatórias, atividades curriculares complementares e estágio curricular; c) vivência concreta do espírito investigativo seja na sala de aula, ou nos laboratórios; d) desenvolvimento de projetos ou prestação de serviços à comunidade por meio de assessorias às entidades filantrópicas e pequenas empresas; e) elaboração de trabalho de conclusão de curso, como componente curricular obrigatório. Esses requisitos inserem-se nas disciplinas de Pesquisa Aplicada à Administração, Projeto Coletivo de Extensão, Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final de Graduação II. Na disciplina Pesquisa Aplicada à Administração, são desenvolvidos projetos de iniciação científica que visam a propiciar ao estudante oportunidades de vivenciar a relação teoria-prática. Com a disciplina Projeto Coletivo de Extensão, por sua vez, objetiva-se proporcionar elementos teórico-metodológicos concretos para o conhecimento e intervenção na realidade durante a formação profissional do estudante. Ambas visam a estimular a cultura investigativa e a disseminação da pesquisa, em temas afins ou ligados diretamente à área de conhecimento profissional do curso. As disciplinas Trabalho Final de Graduação I e II tratam da metodologia geral, elaboração e apresentação de trabalho acadêmico. Buscam propiciar ao estudante a oportunidade de apropriar-se de elementos teórico-práticos estudados durante o curso, conforme a sua área de interesse e disponibilidade de orientadores do corpo docente, sendo orientados individualmente.

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13) Metodologias de ensino As práticas pedagógicas e os métodos de ensino e de aprendizagem adotados pelos professores do curso estão fundamentados em uma metodologia que privilegia a atividade e iniciativa dos estudantes, com vistas a favorecer a autonomia e ao “aprender a aprender”. A iniciativa e a autonomia constituem-se no ponto central das práticas pedagógicas, pois consideram o perfil de administrador que o curso pretende formar. As abordagens metodológicas, por sua vez, contemplam a dimensão crítica e criativa, procuram enfocar a dimensão humana e racional do trabalho, de forma a possibilitar uma intervenção consciente no processo produtivo, bem como fortalecer o exercício da cidadania. Portanto, as atividades desenvolvidas pelos diferentes campos de estudo objetivam criar condições para desenvolvimento de capacidades de abstração e reflexão, proporcionam ao estudante incrementar o processo de aprender e de construir o conhecimento. Na proposta metodológica do curso de Administração, enfatiza-se o processo de elaboração do conhecimento, por meio da resolução de problemas em atividades teóricopráticas que possibilitam a articulação teoria-prática-teoria. Visa a um aprendizado que parte de problemas concretos relacionados à realidade, que envolvem situações problematizadoras. Para tanto, os métodos utilizados para atender esses problemas se desenvolvem por meio de visitas técnicas, debates, seminários,

aula expositivo-

dialogada, trabalhos em grupos ou individuais, estudos de caso, projetos de pesquisa e extensão e painéis. Os procedimentos e estratégias metodológicas somente possuem significado quando possibilitam a mobilização, elaboração e aplicação dos diferentes conhecimentos. Então, a reflexão sobre as ações propostas passa a ser o eixo norteador do trabalho metodológico do professor. O trabalho metodológico desenvolvido investe, então, na construção do conhecimento, nas possíveis correlações com a realidade e na implementação de ações criativas, científicas e críticas, mediatizadas pela interação dos professores e alunos , num ambiente de diálogo e entendimento. Os

estudantes,

mediante

as

situações

metodológicas

de

aprendizagem,

desenvolvem suas competências, habilidades e atitudes humanizadoras, para o exercício de sua profissão.

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Para que se atinja o perfil de egresso que o curso propõe formar, o papel do professor e da coordenação do curso, como agentes facilitadores, é fundamental. Dentre as ações promovidas nesse sentido, destacam-se: - realização de reuniões periódicas com os professores, como forma de monitorar as atividades realizadas; - verificar o alinhamento de objetivos, além de promover a troca de experiências; - capacitação pedagógica contínua por meio do incentivo à participação docente em atividades desenvolvidas em nível institucional; - apoio a participação docente e discente em eventos da área, como forma de promover a atualização do conhecimento e incentivo à inserção na pesquisa.

14) Critérios de avaliação De acordo com o Regimento Geral do Centro Universitário Franciscano, o sistema de avaliação dos estudantes compõe-se de duas avaliações parciais e uma avaliação final, no período letivo, cumpridos os prazos estabelecidos no calendário acadêmico. Cada avaliação parcial será realizada de acordo com os critérios estabelecidos pelo professor responsável pela disciplina e leva em consideração as peculiaridades inerentes a cada atividade. A condição, para realização da avaliação final, é obter a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) às atividades acadêmicas. O resultado das avaliações, em cada disciplina, é expresso em graus de zero a dez. A aprovação, em qualquer disciplina, somente é concedida se o estudante: - obtiver grau igual ou superior a 7,0 (sete), calculada pela média aritmética simples dos graus das duas avaliações parciais; - obtiver grau igual ou superior a 5,0 (cinco), calculada pela média aritmética simples entre a média aritmética simples das duas avaliações parciais e o grau da avaliação final; - obtiver a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) às atividades acadêmicas. Casos omissos serão decididos pela coordenação do curso. É considerado reprovado: - o estudante que não obtiver frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) das aulas e atividades didático-pedagógicas programadas; - o estudante que, após o exame final, obtiver nota inferior a 5,0 (cinco), resultante da média entre a nota de aproveitamento do semestre letivo e a nota do exame final. 18


Cabe destacar, ainda, que o processo de avaliação no curso de Administração abrange o conjunto de conhecimentos tratados no semestre e é contínuo, ou seja, ocorre no decorrer do semestre com o envolvimento permanente de estudantes e professores.

15) Gestão acadêmico-administrativa O curso é administrado por uma coordenação, escolhida pela Reitora. O coordenador do curso tem, segundo o artigo 42 do Estatuto, as seguintes atribuições: a) gestão administrativa e pedagógica; b) planejamento, organização e funcionamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão, bem como dos demais processos e atividades; c) acompanhamento da vida acadêmica dos estudantes; d) articulação do curso com os demais órgãos e comunidade externa; e) avaliação sistemática do curso. A concepção de gestão acadêmico-administrativa adotada pelo curso é de gestão compartilhada entre o coordenador, o Colegiado do Curso e o Núcleo Docente Estruturante (NDE). O Colegiado do Curso tem o coordenador por seu presidente e conta com a participação de representantes do corpo docente e representante do corpo discente, eleitos por seus pares. As atribuições no seu âmbito são de cunho deliberativo e consultivo. O Núcleo Docente Estruturante é composto pelo coordenador, também como presidente, mais representantes docentes, sendo suas atribuições de cunho pedagógico. Participam, ainda, da gestão do curso o a coordenação de estágios e a coordenação de pesquisa e extensão. A coordenação promove a gestão do curso, especialmente, nas seguintes atividades: a) elaboração conjunta, no período que antecede o início do ano letivo, do planejamento anual do projeto de gestão acadêmico-administrativa com ênfase na organização das atividades de apoio técnico-administrativo e na organização do trabalho pedagógico-científico previstos no planejamento do curso; b) reuniões coletivas em que predominam o diálogo e o consenso, com vistas à racionalização do trabalho de gestão; c) elaboração e desenvolvimento de planos de trabalho diretamente ligados à gestão acadêmico-administrativa do curso;

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d) reuniões de trabalho para análise e busca de soluções de dificuldades detectadas pela Comissão Própria de Avaliação e pelo processo de autoavaliação do curso a ser implementado.

16) Processo de autoavaliação A autoavaliação é parte integrante do projeto pedagógico do curso e caracteriza-se como um processo permanente, formativo e educativo. Pauta-se pelo disposto do projeto institucional de autoavaliação e está voltado para o estudo de um conjunto de ações processuais pelas quais objetiva-se sistematizar e trabalhar os dados obtidos, no intuito de melhorar os aspectos negativos e aperfeiçoar ou manter os que já estão bem estruturados. As ações previstas estão centradas nos seguintes aspectos: a) estrutura organizacional e gestão administrativa; b) relações entre estudantes, professores e equipe técnico-administrativa; c) currículo e suas relações com as exigências sociais e profissionais, bem como o desenvolvimento real de seus componentes (conteúdos programáticos, perfil esperado do futuro profissional, competências e habilidades, métodos de ensino e de avaliação da aprendizagem, atividades de pesquisa e extensão, atividades profissionais, atividades culturais, estágio curricular supervisionado e trabalho de conclusão do curso); d) envolvimento da comunidade acadêmica na elaboração e execução de planos de ação e de trabalho; e) avaliação das diferentes dimensões do próprio processo de autoavaliação empregado. Entre os instrumentos de avaliação mais comuns utilizados pelo curso em seu processo de autoavaliação podem ser citados: questionários, entrevistas, depoimentos e discussões com professores, estudantes e equipe técnico-administrativa. O projeto de autoavaliação do curso encontra-se em anexo.

17) Responsabilidade social Entende-se que a educação se constitui num processo complexo e relacional de formação e desenvolvimento pessoal inscrito, por um lado, no campo das habilidades

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profissionais e, por outro, no campo dos valores éticos. Constitui-se, ainda, num bem social de caráter coletivo, que envolve as instâncias institucional, familiar e individual. Portanto, a responsabilidade social no ensino se configura como um elemento eminentemente ético, por meio do qual se buscam produzir condutas em que as pessoas se sintam comprometidas com o desenvolvimento equitativo e sustentável do país, pautem suas ações por referências éticas e sejam criativos na articulação entre a sua profissão e a promoção do desenvolvimento coletivo. A responsabilidade social no ensino se expressa, então, na intenção de assegurar uma formação que promova o êxito profissional, fundamentada em princípios éticos, humanísticos e de sensibilidade social. Nesse sentido, os processos de ensino e de aprendizagem no Centro Universitário Franciscano, desenvolvem a incorporação, por todos e cada um, de uma série de princípios, expressos no projeto pedagógico institucional: a) educar para a cidadania ao oferecer um lugar permanente para o aprendizado, pelo exercício da ética e do rigor científico; b) promover a formação de cidadãos capacitados ao exercício de sua profissão que possam contribuir para o desenvolvimento humano e para a construção da paz; c) desenvolver uma educação de qualidade, para a formação de profissionais críticos; d) produzir e divulgar o conhecimento em suas diferentes formas e aplicações, pela preservação da vida.

18) Programas de atenção aos estudantes Os estudantes têm acesso a programas de atenção que se destinam a contribuir para a formação pessoal e pedagógico-científica. Esses programas são os seguintes: a) Programa de Bolsa de Monitoria: possibilita ao estudante de graduação auxiliar os docentes nas atividades de caráter técnico-didática, no âmbito de determinada disciplina, basicamente, nas aulas práticas, a partir de vagas e critérios determinados pela Próreitoria de Graduação; b) Programa de Tutoria: objetiva oferecer aos discentes, com necessidades de melhoria de rendimento escolar, a oportunidade de realizar, em pequenos grupos, estudos complementares, com o auxílio de um estudante-tutor e sob a supervisão de um professor; c) Programa de Bolsa de Iniciação Científica: é um instrumento de integração das atividades de graduação e pós-graduação que objetiva iniciar o estudante na produção do

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conhecimento e permitir sua convivência com o procedimento acadêmico em suas técnicas, organizações e métodos; d) Programa de Bolsa de Extensão: tem como objetivo estimular a participação dos estudantes nos programas de extensão da instituição e desenvolver a sua sensibilidade para os problemas sociais e para diversas formas de manifestações culturais da população. As bolsas são concedidas mediante plano de trabalho vinculado a um projeto de extensão. e) Programa de Assistência Financeira: é voltado para o estudante carente e oferece bolsas institucionais e financiamentos externos: Programa Universidade para Todos Prouni, auxílios da Associação dos Profissionais Liberais Universitários do Brasil Fundaplub e auxílios parciais e integral. f) A Coordenadoria de Atenção ao Estudante - Cores - presta assistência aos estudantes com vistas a sua integração acadêmica, científica e social. Isso se efetiva por meio de ações de acolhimento, apoio psicopedagógico na organização, na gestão das aprendizagens, nos métodos de estudo e na promoção da adaptação e do sucesso estudante. A Coordenadoria de Atenção ao Estudante é constituída por duas divisões: a primeira, Divisão de Assistência Financeira orienta os estudantes sobre os programas relacionados à assistência financeira. A segunda, Divisão de Assistência Educativa, é responsável por atendimento psicológico, quanto às questões que interferem no desempenho do estudante, orientação profissional; acompanhamento de egressos, recepção dos calouros, possibilita orientação jurídica e assessora formaturas. g) Meios de divulgação de trabalhos e produções: o Centro Universitário Franciscano mantém duas revistas próprias para a divulgação de trabalhos acadêmicos: a revista Vidya e a Disciplinarum Scientia. A revista Disciplinarum Scientia é destinada à publicação dos trabalhos dos estudantes, enquanto a revista Vidya publica trabalhos de professores e pesquisadores. Além dessas revistas, o Centro Universitário realiza, a cada ano, o Simpósio de Ensino, Pesquisa e Extensão - Sepe - evento em que os trabalhos de ensino, pesquisa e extensão são apresentados e publicados em anais. h) Pastoral Universitária: oportuniza aos estudantes espaços para convivência em grupos, com vistas ao crescimento pessoal e ao compromisso evangelizador, pois tem como base a formação humana cristã. A Pastoral promove encontros a prática de reflexão sobre compromisso solidário, bem como estimula a convivência amigável no âmbito educacional e na sociedade em geral.

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19) Anexos Anexo 1 - Ementas e bibliografias 1° semestre Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

Bibliografia complementar

Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

Bibliografia complementar

ADM301 Teoria das Organizações I Primórdios da administração. Empresas e seu ambiente. Abordagem clássica da administração. Abordagem humanística da administração. Abordagem comportamental de administração. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 7. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003. JONES, Gareth R. Teoria das Organizações. 6. ed. São Paulo: Pearson, 2010. SILVA, Reinaldo O. da. Teoria da Administração. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração: uma visão abrangente da moderna administração das organizações. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. MASIERO, G. Introdução à administração de empresas. São Paulo: Atlas, 1996. MAXIMIANO, A. C. A. Teoria geral da administração. 6ªed. São Paulo: Atlas, 2006. ____. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010. STONER, James A. F. Administração. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 1994. ADM305 Contabilidade Empresarial I Conceito de contabilidade e usuários. Estrutura patrimonial. Plano de contas. Registro das operações. Operações com mercadorias. Operações financeiras. Ativo permanente. GONÇALVES, E. C; BAPTISTA, A. E. Contabilidade geral. São Paulo: Atlas, 1998. MARION, J. C. Contabilidade básica. São Paulo: Atlas, 2004. NEVES, S. das; VICECONTI, P. E. V. Contabilidade básica. São Paulo: Frase, 2003. FIPECAFI/USP. Contabilidade introdutória. São Paulo: Atlas, 2006. ____. Manual de contabilidade das sociedades por ações. São Paulo: Atlas, 2003. IUDÍCIBUS, S; MARION, J. C. Contabilidade comercial. São Paulo: Atlas, 2000.

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LETTE, H. de P. Contabilidade para administradores. São Paulo: Atlas, 1997. RIBEIRO, O. M. Contabilidade geral fácil. São Paulo: Atlas, 1999.

Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

Bibliografia complementar

Código Disciplina Ementa Bibliografia básica

Bibliografia complementar

Código Disciplina Ementa Bibliografia básica

Bibliografia complementar

ADM307 Filosofia Conceito e origens da filosofia. Conhecimento. Concepções de homem que perpassam as teorias administrativas. Argumentação. Principais tendências filosóficas contemporâneas. ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo: Moderna, 2003. CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2004. MÁTTAR, João. Filosofia e administração. São Paulo: Mackson Books, 1997. TOULMIN, Stephen. Os usos dos argumentos. São Paulo: Martins Fontes, 2002. ALVES, Rubem. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e sua regras. São Paulo: Ars Poética, 2003. ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Temas de filosofia. São Paulo: Moderna, 1997. ARONDEL-ROHAUT, Madeleine. Exercícios filosóficos. São Paulo: Martins Fontes, 2002. LAW, Stephen. Os arquivos filosóficos. São Paulo: Martins Fontes, 2003. CPT301 Informática Básica Conceitos básicos sobre informática. Internet. Processador de textos Word. Planilhas. Software de apresentação. Banco de dados Access. MEYER, Marilyn. Nosso futuro e o computador. Porto Alegre: Bookman, 2000. NORTON, Peter. Introdução à informática. São Paulo: Makron Books, 1997. BIZZOTTO, Carlos Eduardo N. Informática básica: passo a passo conciso e objetivo. Florianópolis: Visual Books, 1998. MEIRELLES, Fernando de Souza. Informática: novas aplicações com microcomputadores. São Paulo: Makron Books, 1994. CSA106 Sociologia Organizacional Conceitos básicos de sociologia. Sociologia clássica e a sociologia das organizações. Organizações sociais e a sociedade contemporânea. ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho. Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho. São Paulo: Cortez. Campinas: Unicamp, 1999. CATTANI, Antonio David (org.). Trabalho e tecnologia: dicionário crítico. Petrópolis: Vozes; Porto Alegre: Ufrgs, 1997. CAVEDON, Neusa Rolita. Antropologia para administradores. Porto Alegre: Ufrgs, 2003. COSTA, Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. São Paulo: Moderna, 1997. DIAS, Reinaldo. Sociologia e administração. Campinas: Alínea, 2004. MARTINS, Carlos Benedito Martins. O que é sociologia. São Paulo: Brasiliense, 1994. ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho? Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho. São Paulo: Cortez; Campinas:

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Unicamp, 1999. ____. Os sentidos do trabalho. Ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. São Paulo: Bom Tempo, 1999. BARBOSA, Lívia. Cultura de negócios: ambigüidades e contradições. In: Revista de Administração de Empresas. São Paulo. v.42, out/dez, 2002. ____. Igualdade e meritocracia. A ética do desempenho nas sociedades modernas. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1999. BECKER, Dinizar F (org.). Desenvolvimento sustentável: necessidade e/ou possibilidade? Santa Cruz do Sul: Edunisc, 2001. CARRION, Raul K. M; VIZENTINI, Paulo G. F (org.). Globalização, neoliberalismo, privatizações. Quem decide este jogo? Porto Alegre: Ufrgs, 1997. CASTRO, A. M; DIAS, E. F. Introdução ao pensamento sociológico. Rio de Janeiro: Centauro, 2001. CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 1995. CLEGG, S. R; HARDY, C; NORD, W. R. Handbook de estudos organizacionais: modelos de análise e novas questões em estudos organizacionais. São Paulo: Atlas, 1999. CUCHÊ, Denys. A noção de cultura nas ciências sociais. Bauru: Edusc, 1999. DAMATTA, R. Ciências naturais e ciências sociais. In: Relativizando: uma introdução à antropologia social. Rio de Janeiro: Rocco, 1997. DAVEL, Eduardo; VASCONCELOS, João (org.). “Recursos” humanos e subjetividade. Rio de Janeiro: Vozes, 1996. FLEURY, Maria Tereza Leme. Gerenciando a diversidade cultural: experiências de empresas brasileiras. In: Revista de administração de empresas. vol. 40 n.3. Jul./Set.2000. GALLIANO, A. G. Introdução à sociologia. São Paulo: Harbra, 1981. HARDT, Michael; NEGRI, Antonio. Império. Rio de Janeiro: Record, 2001. JOHNSON, Allan G. Dicionário de sociologia. Guia prático da linguagem sociológica. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997. POCHMANN, Márcio. E-trabalho. São Paulo: Publisher-Brasil, 2002. ROCHA, Everardo. O que é etnocentrismo. São Paulo: Brasiliense, 1985. SADER, E; GENTILI, P (orgs.). Pós-neoliberalismo: as políticas sociais e o Estado democrático. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995. Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

Bibliografia complementar

ECO150 Macroeconomia Fundamentos da economia. Evolução do pensamento econômico. Fundamentos de teoria e política macroeconômica. Contabilidade social. Determinação da renda e produto nacional: mercado de bens e serviços. Determinação da renda e produto nacional: o lado monetário. Setor externo. Inflação e desemprego. Crescimento econômico e distribuição de renda. Setor público. Aspectos gerais da conjuntura econômica atual. PINHO, Diva B; VASCONCELLOS, Marco A. S. de. Manual de economia. São Paulo: Saraiva, 2003. ROSSETTI, A. P. Introdução à economia. São Paulo: Atlas, 2002. VASCONCELLOS, M. A. S. Economia micro e macro. São Paulo: Atlas, 2001. BLANCHARD, Oliver. Macroeconomia: teoria e política econômica. Rio de Janeiro: Campus, 1999. DORNBUSCH, R; FISCHER, S. Macroeconomia. São Paulo: McGraw-Hill, 1991. HUNT, E. K. História do pensamento econômico. Petrópolis: Vozes, 1981. MANKIW, N. G. Introdução à economia: princípios de micro e macroeconomia. Rio de Janeiro: Campus, 1999. SACHS, J. D; LORRAIN, Felipe. Macroeconomia: em uma economia 25


global. São Paulo: Pearson Education, 2000. STIGLITZ, Joseph; WALSCH, Carl. Introdução à macroeconomia. Rio de Janeiro: Campus, 2003. Código Disciplina Ementa Bibliografia básica

Bibliografia complementar

2° semestre Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

Bibliografia complementar

Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

MTM303 Matemática I Funções reais. Funções. Limite e continuidade. Derivada. Aplicações. CHIANG, Alfa. Matemática para economistas. Rio de Janeiro: Mackron Books, 1982. MORETTIN, Pedro A; HAZZAN, Samuel; BUSSAB, Wilton de O. Cálculo funções de uma e várias variáveis. São Paulo: Saraiva, 2003. SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da. Matemática para economia, administração e ciências contábeis. São Paulo: Atlas, 1997. BASSANAZI, Rodney Carlos. Ensino-aprendizagem com modelagem matemática: uma nova estratégia. São Paulo: Contexto, 2006. GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. São Paulo: LTC, 1998. LEITHOLD, Louis. Matemática aplicada à economia e administração. São Paulo: Harbra, 1988. MARQUES, J. M. Matemática aplicada para os cursos de administração, economia e ciências contábeis. Curitiba: Juruá, 2001. WEBER, Jean E. Matemática para economia e administração. São Paulo: Harbra, 1986.

ADM310 Teoria das Organizações II Abordagem neoclássica de administração. Abordagem estruturalista da administração. Abordagem sistêmica da administração. Abordagem contingencial. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. São Paulo: McGraw Hill, 2010. ____. Administração: teoria, processo e prática. São Paulo: McGraw Hill, 2007. SILVA, Reinaldo O. da. Teorias da Administração. São Paulo: Pearson, 2008. CARAVANTES, Geraldo R.; PANNO; Cláudia C.; KLOECKNER, Mônica. Administração: Teorias e Processo. São Paulo: 2005. CHIAVENATO, Idalberto. Iniciação a Teoria das Organizações. 1 ed, São Paulo: Monde, 2010. MAXIMIANO, A. C. Teoria geral da administração. São Paulo: Atlas, 2006. SOBRAL, Filipe; PECI, Alketa. Administração: Teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson, 2008. ADM314 Contabilidade Empresarial II Balanço patrimonial. Critérios de avaliação dos elementos do balanço patrimonial. Demonstração do resultado do exercício. Reservas e participações nos resultados. Demonstração de lucros ou prejuízos acumulados. Demonstração das origens e aplicações de recursos. Demonstração das mutações do patrimônio líquido. Fluxo de caixa. Notas explicativas. FIPECAF I- USP. Manual de contabilidade das sociedades por ações. São Paulo: Atlas, 1995. Lei 6.404/76. Lei das sociedades por ações. São Paulo: Atlas, 1997. NEVES, Silvério das; VICECONTI, Paulo E. V. Contabilidade avançada e análise das demonstrações financeiras. São Paulo: Atlas, 1999.

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Bibliografia complementar

CRC-RS. Demonstrações contábeis: estrutura e normas. Porto Alegre: Metrópole, 2000. HIGUCHI, Hiromi et al. Imposto de renda das empresas. São Paulo: Atlas, 2000. NETO, A. A. Estrutura e análise de balanços. São Paulo: Atlas, 2000. ZDANOWICZ, José Eduardo. Fluxo de caixa. Porto Alegre: Sagra-DC Luzzatto, 1992.

Código Disciplina Ementa

CSA104 Metodologia Científica Ciência e conhecimento. Método científico. Trabalhos acadêmicos. Exercício de elaboração de diferentes trabalhos acadêmicos. ALVES-MAZZOTTI, Alda J; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método das ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira Learning Thomson, 2002. ANDRADE, Maria Margarida. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos de graduação. São Paulo: Atlas, 2003. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Maria de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 1991. LIMA, Manolita C. Monografia: a engenharia da produção acadêmica. São Paulo: Saraiva, 2004. OLIVEIRA, Jorge Leite de. Texto acadêmico: técnicas de redação e de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 2005. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2002. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. ____. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2005. ____. NBR 10520: Informação e documentação. Citações em documentos. Apresentação. Rio de Janeiro, 2005. BASTOS, Cleverson. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica. Petrópolis: Vozes, 2002. CERVO, Amado L; BERVIAN, Pedro A. Metodologia científica: para uso dos estudantes universitários. São Paulo: MacGraw Hill, 1996. DEMO, Pedro. Introdução à metodologia da ciência. São Paulo: Atlas, 1987. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1996. ISKANDAR, Jamil I. Normas da ABNT: comentadas para trabalhos científicos. Curitiba: Juruá, 2007. MINAYO, Maria Cecília de Souza (org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 1994.

Bibliografia básica

Bibliografia complementar

Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

CSA107 Legislação Empresarial Direito comercial e direito empresarial. Estabelecimento empresarial. Empresa individual e teoria da personalidade jurídica. Sociedades não personificadas. Sociedades personificadas. Direito cambiário. Contratos mercantis. Empresário e direitos do consumidor. Falência e recuperação. ALMEIDA, Amador Paes de. Manual das sociedades comerciais. São Paulo: Saraiva, 2007. COELHO, Fábio Ulhoa. Manual de direito comercial. São Paulo: Saraiva, 2005. 27


Bibliografia complementar

Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

Bibliografia complementar

Código Disciplina Ementa Bibliografia básica

Bibliografia complementar

FAZZIO JUNIOR, Waldo. Manual de direito comercial. São Paulo: Atlas, 2005. NEGRÃO, Ricardo. Manual de direito comercial e de empresa. São Paulo: Saraiva, 2005. ABRÃO, Nelson. Sociedade limitada. São Paulo: Saraiva, 2005. BORBA, José Edwaldo Tavares Borba. Direito societário. São Paulo: Renovar, 2006. BULGARELLI, Waldirio. Contratos e títulos empresariais. São Paulo: Atlas, 2001. COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de direito comercial. São Paulo: Saraiva, 2005. FINKELSTEIN, Maria Eugenia. Direito empresarial. São Paulo: Atlas, 2006. MAMEDE, Gladston. Direito empresarial. São Paulo: Atlas, 2007.

ECO151 Microeconomia Conceitos econômicos básicos. Teoria do consumidor. Demanda. Oferta. Mercado. Elasticidade. Estruturas de mercado (concorrências perfeitas e imperfeitas). Função de produção. Função de custos. Preço e produção sob concorrência perfeita e monopólio. Temas da atual conjuntura econômica. PINHO, Diva B; VASCONCELLOS, Marco A. S. Manual de economia. São Paulo: Saraiva, 2003. THOMPSON JR, A. A; FORMBY, J. P. Microeconomia da firma: teoria e prática. Rio de Janeiro: Prentice-Hall, 1998. VASCONCELLOS, M A. S. Economia micro e macro. São Paulo: Atlas, 2001. MANKIW, N. G. Introdução à economia: princípios de micro e macroeconomia. Rio de Janeiro: Campus, 1999. PINDYCK, R. S; RUBINFELD, D. L. Microeconomia. São Paulo: Makron Books, 1999. VARIAN, H. R. Microeconomia, princípios básicos. Rio de Janeiro: Campus, 2000. VASCONCELLOS, M. A. S; OLIVEIRA, R. G. Manual de microeconomia. São Paulo: Atlas, 2000. VICECONTI, P. E. V; NEVES, S. Introdução à economia. São Paulo: Frase, 2000. MTM304 Matemática II Integral. Funções de várias variáveis. Máximos e mínimos para funções de várias variáveis. Modelagem matemática. GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Matemática para a administração. São Paulo: LTC, 2006. MORETTIN, Pedro A; HAZZAN, Samuel; BUSSAB, Wilton de O. Cálculo de funções de uma e várias variáveis. São Paulo: Saraiva, 2003. BASSANAZI, Rodney Carlos. Ensino-aprendizagem com modelagem matemática: uma nova estratégia. São Paulo: Contexto, 2002. CHIANG, Alfa. Matemática para economistas. Rio de Janeiro: Mackron Books, 1982. GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. São Paulo: LTC, 1998. LEITHOLD, Louis. Matemática aplicada à economia e administração. São Paulo: Harbra, 1988. MARQUES, J. M. Matemática aplicada: para os cursos de administração, economia ciências contábeis. Curitiba: Juruá, 2005. 28


SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da. Matemática para economia, administração e ciências contábeis. São Paulo: Atlas, 1998. WEBER, J. E. Matemática aplicada à economia e administração. São Paulo: Harbra, 1986. 3° semestre Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

Bibliografia complementar

Código Disciplina Ementa Bibliografia básica

Bibliografia complementar

ADM311 Projeto Coletivo de Extensão Introdução à extensão universitária e vínculo universidade-comunidade. Elaboração de projeto de extensão. Desenvolvimento do projeto e elaboração de relatório final. CENTRO UNIVERSITÁRIO FRANCISCANO. Normas de apresentação de projeto, trabalho final de graduação, monografia, dissertação e tese. Santa Maria: Multipress, 2001. ROESH, Sylvia M. Projetos de estágio do curso de administração: guia para pesquisas, projetos, estágios e trabalhos de conclusão do curso. São Paulo: Atlas, 1999. As bibliografias indicadas como básicas e complementares, nas disciplinas que estão vinculadas ao assunto do projeto selecionado. ADM316 Legislação Trabalhista para a Administração Introdução ao direito do trabalho. Relação de emprego. Contrato Individual de trabalho. Jornada de trabalho. Salário e remuneração. Dissídio coletivo e relações sindicais. Rescisão contratual. MARTINS, Sérgio Pinto. Direito do trabalho. São Paulo: Atlas, 2006. NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Iniciação ao direito do trabalho. São Paulo: LTr, 2007. Consolidação das leis do Trabalho CAMINO, Carmem. Direito individual do trabalho. Porto Alegre: Síntese, 2006. CARRION, Valentin. Comentários à consolidação das leis do trabalho. São Paulo: Saraiva, 2007. DELGADO, Mauricio Godinho. Alterações contratuais trabalhistas. São Paulo: LTr, 2006. ADM320 Psicologia Organizacional Psicologia nas organizações. Indivíduo nas organizações. Desenvolvimento de pessoas nas organizações. BOCK, Ana Maria. Psicologias: uma introdução ao estudo da psicologia. São Paulo: Saraiva, 1999. ROBBINS, Stephen. Comportamento organizacional. Rio de Janeiro: LTC, 2002. ZANELLI, José Carlos. Psicólogo nas organizações e trabalho no Brasil. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002. BOOG, Gustavo G. Manual de treinamento e desenvolvimento. São Paulo: Makron Books, 1999. CODO, Wanderlei. L.E.R: prevenção, diagnóstico e tratamento. Petrópolis: Vozes, 1998. CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos. São Paulo: Atlas, 2000. ____. Introdução á teoria geral da administração: uma visão abrangente da moderna administração das organizações. Rio de janeiro: Elsevier, 2003. ____. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de janeiro: Campus, 2005. DAVEL, Eduardo Paes Barreto; VASCONCELLOS, João Gualberto

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Moreira de. Recursos humanos e subjetividade. Petrópolis: Vozes, 1995. GIL, Antonio Carlos. Administração de recursos humanos: um enfoque profissional. São Paulo: Atlas, 1994. GOULART, Íris Barbosa. Psicologia organizacional e do trabalho. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002. ____; SAMPAIO, Jader dos Reis (org.). Psicologia do trabalho e gestão de recursos humanos: estudos contemporâneos. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1998. HOWARD, Robert. Aprendizado organizacional: gestão de pessoas para a inovação contínua. Rio de Janeiro: Campus, 2000. HUNTER, James C. O monge e o executivo. Uma história sobre a essência da Liderança. Rio de Janeiro: Sextante, 2004. LUZ, Ricardo. Gestão do clima organizacional. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003. MANSSOOUR, Ana Beatriz Benites. et al. Tendências em recursos humanos. Porto Alegre: Multimpressos, 2001. MARRAS, Jean Pierre. Administração de recursos humanos: do operacional ao estratégico. São Paulo: Futura, 2001. MOSCOVICI, F. Equipes dão certo. Rio de Janeiro: José Olympio, 2002. MUCHINSKY. Paul. Psicologia organizacional. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. PONTES, Benedito R. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoal. São Paulo: LTr, 1996. ____. Administração de cargos e salários. São Paulo: LTr, 2002. SPECTOR, Paul. Psicologia nas organizações. São Paulo: Saraiva, 2002. Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

Bibliografia complementar

Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

Bibliografia

DIR295 Direito Tributário I Direito tributário. Legislação tributária. Tributo. Competência tributária. Obrigação tributária. Crédito tributário. Administração tributária. Noções de processo tributário. AMARO, Luciano. Direito tributário brasileiro. São Paulo: Saraiva, 2007. MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário. São Paulo: Malheiros, 2007. TORRES, Ricardo Lobo. Curso de direito financeiro e tributário. Rio de Janeiro: Renovar, 2007. ÁVILA, Humberto. Sistema constitucional tributário. São Paulo: Saraiva, 2006. CARRAZZA, Roque Antônio. Curso de direito constitucional tributário. São Paulo: Malheiros, 2006. CARVALHO, Paulo de Barros. Curso de direito tributário. São Paulo: Saraiva, 2007. MTM306 Estatística I Introdução ao estudo da estatística. Apresentação tabular. Apresentação gráfica. Medidas descritivas. Números índices. Probabilidade. Distribuições. Principais distribuições teóricas. Amostragem. Estimação estatística. FREUND, J. E; SIMON, G. A. Estatística aplicada: economia, administração e contabilidade. São Paulo: Bookman, 2000. KAZMIER, L. Estatística aplicada à economia e administração. São Paulo: McGraw-Hill, 1982. SILVA, E. M. da; SILVA, ELIO M; GONÇALVES, V; MUROLO, A. C. Estatística para os cursos de Economia, Administração e Ciências Contábeis. São Paulo: Atlas, 1999. BARBETTA, P. A. Estatística aplicada às ciências sociais. Florianópolis: 30


complementar

UFSC, 1994. FONSECA, J. S; MARTINS, G. A. Curso de estatística. São Paulo: Atlas, 1996. ____; MARTINS, G. A; TOLEDO, G. L. Estatística aplicada. São Paulo: Atlas, 1995. LEVIN, J; FOX, J. A. Estatística para as ciências humanas. São Paulo: Pearson, 2004. LEVINE, M. D; BERENSON, M. L; STEPHAN, D. Estatística: teoria e aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2000. TOLEDO, G. L; OVALLE, I. I. Estatística básica. São Paulo: Atlas, 1992. TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística. Rio de Janeiro: LCT, 2005.

Código Disciplina Ementa

MTM305 Matemática Financeira Operações comerciais. Operações financeiras. Juros simples. Juros compostos. Rendas. Sistemas de amortização. Inflação. PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática financeira objetiva e aplicada. São Paulo: Saraiva, 2004. SAMANEZ, Carlos Patrício. Matemática financeira: aplicações à análise de investimentos. São Paulo: Makron Books, 1999. VERAS, Lilia Ladeira. Matemática financeira. São Paulo: Atlas, 2001. BASSANEZI, Rodney Carlos. Ensino-aprendizagem com modelagem matemática: uma nova estratégia. São Paulo: Contexto, 2002. BAUER, Udibert Reinoldo. Matemática financeira fundamental. São Paulo: Atlas, 2003. KUHNEN, Carlos Patrício; BAUER, Udibert Reinoldo. Matemática financeira aplicada e análise de investimentos. São Paulo: Atlas, 2001. LAPPONI, Juan Carlos. Matemática financeira: usando excel 5 e 7. São Paulo: Lapponi Treinamento, 1996. MATHIAS, Washington F; GOMES, José M. Matemática financeira. São Paulo: Atlas, 1996. SOBRINHO, José Dutra Vieira. Matemática financeira. São Paulo: Atlas, 2000.

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ADM324 Organização, Sistemas e Métodos Organização, sistemas e métodos e a evolução do estudo da administração. Processos organizacionais. Métodos e processos. Modernas ferramentas de gestão organizacional. ARAUJO, Luis C. G. Organização, sistemas e métodos e as modernas ferramentas de gestão organizacional. Volume 1 e 2, São Paulo: Atlas, 2001. CURY, A. Organização e métodos: uma visão holística. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2000. OLIVEIRA, Djalma P. R. Sistemas, organização e métodos: uma abordagem gerencial. 19 ed. São Paulo: Atlas, 2010. CARREIRA, Dorival. Organização, Sistemas e Métodos: ferramentas para racionalizar as rotinas de trabalho e a estrutura organizacional da empresa. 2 ed. Revisada e atualizada. São Paulo: Saraiva, 2009. CRUZ, Tadeu. Sistemas, organização e métodos: estudo integrado das novas tecnologias de informação. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2002. HALL, Richard H. Organizações: estruturas, processos e resultados. 8 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. MINTZBERG, Henry. Criando organizações eficazes: estruturas em cinco configurações. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009. OLIVEIRA, Djalma. P. R. Administração de processos: conceitos, metodologia, práticas. São Paulo: Atlas, 2009. 31


_____. Estrutura organizacional: uma abordagem para resultados e competitividade. São Paulo: Atlas, 2006. 4° semestre Código Disciplina Ementa Bibliografia básica

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ADM321 Gestão de Empresas Familiares Conceitos e características. Dinâmica entre gestão, família e propriedade. Sucessão. Profissionalização. Governança corporativa. BORNHOLDT, Werner. Governança na empresa familiar: implementação e prática. Porto Alegre: Bookman, 2005. GERSICK, Kelin E. De geração para geração: ciclos de vida das empresas familiares. São Paulo: Negócio, 1997. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Empresa familiar: como fortalecer o empreendimento e otimizar o processo sucessório. São Paulo: Atlas, 1999. ÁLVARES, Elismar (org.). Governando a empresa familiar. Belo Horizonte: Qualitymark, 2003. LODI, João Bosco. A ética na empresa familiar. São Paulo: Pioneira, 1994. ADM322 Marketing I Introdução ao marketing. Pesquisa de marketing. Comportamento do consumidor. Segmentação de mercado. Análise da concorrência. Tópicos de marketing. CHURCHILL, G. A.; PETER, P. Marketing: criando valor para o cliente. São Paulo: Saraiva, 2000. KOTLER, P. Administração de marketing: a edição do novo milênio. São Paulo: Prentice Hall, 2000. ____. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e controle- 5.ed. São Paulo: Atlas, 1998. DIAS, S. R (org). Gestão de marketing. São Paulo: Saraiva, 2002. GIGLIO, E. O comportamento do consumidor. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2002. GRACIOSO, F. Marketing estratégico: planejamento estratégico orientado para o mercado. São Paulo: Atlas, 2001. KARSAKILAN, E. Comportamento do consumidor. São Paulo: Atlas, 2000. MALHOTRA, N. K. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. Porto Alegre: Bookman, 2001. Mc DANIEL, C; GATES, R. Pesquisa de marketing. São Paulo: Thomson, 2003. MOWEN, J. C; MINOR, M. S. Comportamento do consumidor. São Paulo: Prentice Hall, 2003. SHETH, J; MITTAL B; NEWMAN, B. Comportamento do cliente. São Paulo: Atlas, 2001. SOLOMON, M. R. O comportamento do consumidor. Porto Alegre: Bookman, 2002. RAPAILLLE, Clotaire. O Código cultural: Por que somos tão diferentes na forma de viver, comprar e amar ?. Série RJ: Else Vier, 2007. HUNDERHILL, Paco. Vamos às compras: A ciência do consumo. 20 ed. RJ: Else Vier, 1999.

ADM323 Gestão Financeira I Visão geral a administração financeira. Análise das demonstrações financeiras. Análise financeira. Análise patrimonial. Análise econômica.

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Bibliografia básica

Estudo da eficiência operacional da empresa. Análise da receita e do custo. Alavancagem. Formação do preço de vendas. ASSAF NETO, Alexandre; LIMA, Fabiano Guasti. Curso de Administração financeira. São Paulo: Atlas, 2009. GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. 12. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. HOJI, Masakazu. Administração financeira e orçamentária. 8. ed. São Paulo: Atlas. 2010. MATARAZZO, Dante C. Análise financeira de balanços: abordagem básica e gerencial. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e análise de balanços: um enforque econômico financeiro; comércio e serviços, indústrias, bancos comerciais e múltiplos. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2002. GROPPELLI, A. A.; NIKBAKHT, Ehsan. Administração financeira. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2002. IUDÍCIBUS, Sérgio de. Análise de balanços: análise da liquidez e do endividamento, análise do giro, rentabilidade, alavancagem financeira, indicadores e análises especiais. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2009. LEMES JR, Antonio Barbosa; RIGO, Cláudio Miessa; CHEROBIM, Ana Paula M. S. Administração financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras. Rio de Janeiro: Campus, 2002. MORANTE, A. S. Análise das demonstrações financeiras: aspectos contábeis da demonstração de resultado e do balanço patrimonial. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009. ROSS, Stephen A.; WESTERFIELD, Randolf W.; JAFFE, Jeffrey F. Administração financeira. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002. SANVICENTE, Antonio Zoratto. Administração financeira. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2008. WESTON, Fred J.; BRIGHAM, Eugene F. Fundamentos da administração financeira. 10. ed. São Paulo: Makron Books, 2000. ADM325 Gestão de Custos Origem e visão gerencial de custos. Classificação dos custos. Custos da mão-de-obra. Custos de matéria-prima. Custos indiretos de fabricação. Métodos de custeio. Relação custo-volume-lucro. CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE. Curso de contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 1992. LEONE, G. G. Curso de contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 2000. MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 2003. HERNANDEZ Perez Júnior José; COSTA, Rogério Guedes; OLIVEIRA, Luís Martins de. Gestão estratégica de custos. São Paulo: Atlas, 1999. LEONE, G. G. Custos: planejamento, implantação e controle. São Paulo: Atlas, 2000. NAKAGAWA, Massayuki. ABC: custeio baseado em atividades. São Paulo: Atlas, 1994. CSA102 Gestão de Pessoas I Introdução à gestão de pessoas nas organizações. Planejamento estratégico de gestão de pessoas. Modelagem de cargos. Remuneração: incentivos e benefícios. Relações com colaboradores. Higiene, segurança e qualidade de vida no trabalho. ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de pessoas: estratégias e integração organizacional. São Paulo: Atlas, 2006. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. Rio de Janeiro: Campus, 2004. 33


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Código Disciplina Ementa Bibliografia básica

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5° semestre Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

LUCENA, Maria Diva da Salete. Planejamento de recursos humanos. São Paulo: Atlas, 1999. MILKOVICH, George T; BOUDREAU, John W. Administração de recursos humanos. São Paulo: Atlas, 2000. BUCKINGHAM, Marcus. A única coisa que você precisa saber sobre: gestão, liderança e uma trajetória de sucesso. Rio de Janeiro: Campus, 2005. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1999. ____. Recursos humanos. São Paulo: Atlas, 2000. DeCENZO, David A; ROBBINS, Stephen P. Administração de recursos humano. Rio de Janeiro: LTC, 2001. DESSLER, Gary. Administração de recursos humanos. São Paulo: Prentice Hall, 2003. DUTRA, Joel Souza. Gestão de pessoas: modelos, processos, tendências e perspectivas. São Paulo: Atlas, 2002. GOLDSMITH, Marshall. Coaching: O exercício da liderança. Rio de Janeiro: Campus, 2003. ROBBINS, Stephen P. Comportamento organizacional. São Paulo: Prentice Hall, 2002. ____. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2000.

MTM307 Estatística II Testes de hipóteses. Correlação. Regressão. Séries temporais. FREUND, J. E; SIMON, G. A. Estatística aplicada: economia, administração e contabilidade. São Paulo: Bookman, 2000. KAZMIER, L. Estatística aplicada à economia e administração. São Paulo: McGraw-Hill, 1982. SILVA, E. M. da; SILVA, ELIO M; GONÇALVES, V; MUROLO, A. C. Estatística para os cursos de economia, administração e ciências contábeis. São Paulo: Atlas, 1999. BARBETTA, P. A. Estatística aplicada às ciências sociais. Florianópolis: Ufsc, 1994. FONSECA, J. S; MARTINS, G. A. Curso de estatística. São Paulo: Atlas, 1996. ____; ____; TOLEDO, G. L. Estatística aplicada. São Paulo: Atlas, 1995. LEVIN, J; FOX, J. A. Estatística para as ciências humanas. São Paulo: Pearson, 2004. LEVINE, M. D; BERENSON, M. L; STEPHAN, D. Estatística: teoria e aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2000. TOLEDO, G. L; OVALLE, I. I. Estatística básica. São Paulo: Atlas, 1992. TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística. Rio de Janeiro: LCT, 2005.

ADM327 Gestão de Produção I Introdução à administração da produção e operações. Projeto do produto e planejamento e análise de processos. Decisões sobre localização das instalações. Arranjo físico de instalações. Planejamento da capacidade. GAITHER, N; FRAIZER, G. Administração da produção e operações. São Paulo: Thomson, 2002. 34


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Código Disciplina Ementa Bibliografia básica

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Bibliografia básica

Bibliografia complementar

MOREIRA, Daniel A. Administração da produção e operações. São Paulo: Thomson, 2008. SLACK, Nigel et al. Administração da produção. São Paulo: Atlas, 2002. DAVIS, M et al. Fundamentos da administração da produção. Porto Alegre: Bookman, 2001. MARTINS, Petrônio Garcia; LAUGENI, Fernando P. Administração da produção. São Paulo: Saraiva, 2005. RITZMAN, L; KRAJEWSKI, L. J. Administração da produção e operações. São Paulo: Prentice Hall, 2004. ADM328 Pesquisa Aplicada à Administração Planejamento da pesquisa. Realização da pesquisa. Comunicação dos resultados da pesquisa. Artigo. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2010. ____. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2009. ROESCH, Sylvia M. A. Projetos de estágio e de pesquisa em administração: guia para estágios, trabalho de conclusão, dissertações e estudos de casos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2006. NORMAS para Elaboração de Trabalhos do Curso de Administração da UNIFRA, 2007. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Maria de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2005. _____. Técnicas de pesquisa. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2002. MALHOTRA, Naresh K. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. THUMS, Jorge. Acesso à realidade: técnicas de pesquisa e construção do conhecimento. Canoas: Ulbra, 2003. Outras obras vinculadas aos temas escolhidos pelos alunos. ADM329 Gestão Financeira II Conceitos financeiros básicos. Administração de ativos fixos e investimentos de capital. Estrutura de capital. Fontes de financiamento a longo prazo. Custo de capital. Administração de ativos correntes. Fontes de financiamento a curto prazo. ASSAF NETO, Alexandre. Lima, Fabiano Guasti. Fundamentos da administração financeira. São Paulo: Atlas, 2010. GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. 12. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2010. HOJI, Masakazu. Administração financeira na prática. 3. ed. SãoPaulo: Atlas, 2011. ANGELO, Claudio Felisoni de. Finanças no varejo – Gestão operacional. 4. ed. São Paulo: Saintpaul, 2009. BRIGHAM, Eugene F.; EHRHARDT, Michel C. Administração financeira – Teoria e prática. 13. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens. A matemática das finanças. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2008. GROPPELLI, A. A. Administração financeira. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. ROSS, Stephen A.; WESTERFIELD, Randolf W.; JORDAN, Bradford D. Princípios de administração financeira. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

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SANVICENTE, Antonio Zoratto. Administração financeira. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2000. Código Disciplina Ementa

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Código Disciplina Ementa Bibliografia básica

ADM330 Gestão de Pessoas II Gestão por competência. Recrutamento e seleção de pessoal. Treinamento e desenvolvimento. Avaliação de desempenho. Desligamento de pessoal. Empregabilidade e Carreira. ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de Pessoas: estratégias e integração organizacional São Paulo: Atlas, 2006. CHIAVENATO, Idalberto. O novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro, RJ : Elsevier, 2008 DUTRA, Joel Souza (org.). Gestão por competências: conceitos e instrumentos para a gestão de pessoas na empresa moderna. São Paulo: Atlas, 2004. GRAMIGNA, Maria Rita. Modelo de competências e gestão de talentos. São Paulo, SP: Makron Books, 2007 LEME, Rogerio. Aplicação prática de gestão de pessoas por competências: mapeamento, treinamento, seleção, avaliação e mensuração de resultados de treinamento. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2008. BALASSIANO, Moisés (org.) COSTA, Isabel de Sá Affonso da (org.) Gestão de carreiras: dilemas e perspectivas. São Paulo: Atlas, 2006. BARDUCHI, Ana Lúcia Jankovic (org.). Empregabilidade: competências pessoais e profissionais. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. BITENCOURT, Claudia. Gestão contemporânea de pessoas. Porto Alegre: Bookman, 2004. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1999. DUTRA, Joel Souza. Gestão por competências: um modelo avançado para o gerenciamento de pessoas. São Paulo: Gente, 2001. FERNANDES, B. H. R. Competências & Desempenho organizacional. São Paulo: Saraiva, 2006. FLEURY, Maria Tereza Leme (org.) DUTRA, Joel Souza (org.) RUAS, Roberto (org.) Competências: conceitos, métodos e experiências. São Paulo: Atlas, 2008. HANASHIRO, Darcy Mitiko Mori (org.) TEIXEIRA, Maria Luisa Mendes (org.) ZACCARELLI, Laura Menegon (org.) Gestão do fator humano: uma visão baseada em Stakeholders. São Paulo, SP: Saraiva, 2008. RABAGLIO, Maria, O. Ferramentas de avaliação de performance com foco em competências. Rio de Janeiro : Qualitymark, 2006. RABAGLIO, Maria, O. Seleção por competências. São Paulo: Educator, 2001. ROBBINS. Stephen. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2000. ADM331 Comportamento Organizacional Introdução ao comportamento organizacional. Processos individuais. Processos interpessoais. Dinâmica organizacional. BOWDITCH, James L; BUONO, Anthony F. Elementos de comportamento organizacional. São Paulo: Pioneira Thomson, 2002. DUBRIN, Andrew J. Fundamentos do comportamento organizacional. São Paulo: Thomson, 2006. ROBBINS, Stephen P. Comportamento organizacional. 11. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2006. VECCHIO, Robert P. Comportamento organizacional: conceitos básicos. 36


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São Paulo: Cengage learning, 2009. BEHRENS, Alfredo. Cultura e administração nas Américas. São Paulo: Saraiva, 2008. GOLEMAN, D. Trabalhando com a inteligência emocional. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998. GRIFFIN, Ricky W.; MOORHEAD, Gregory. Fundamentos do comportamento organizacional. São Paulo: Ática, 2006. HUNTER, James C. O monge e o executivo: uma história sobre a essência da liderança. 11. ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2004. KINICKI, Angelo; KREITNER, Robert. Comportamento organizacional. 2. ed. São Paulo: McGrawn Hill, 2006. LUZ, R. Gestão do clima organizacional. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003. SCHERMERHRON, J. R. JR.; HUNT, J. G. OSBORN, R. N. Fundamentos de comportamento organizacional. Porto Alegre: Bookman, 1999. WIND, Jerry Yoram; MAIN, Jeremy. Provocar mudanças: como as melhores empresas estão se preparando para o século XXI: a inovadora pesquisa de Wharton School sobre o futuro gerencial. Rio de Janeiro: Qualitymark , 2002. WOOD JR., Thomaz; CALDAS Miguel P. Comportamento organizacional: uma perspectiva brasileira. São Paulo: Atlas, 2007. ADM332 Marketing II Planejamento de produtos. Planejamento de preços. Planejamento da distribuição. Planejamento da comunicação de marketing. Plano de marketing. Tópicos avançados de marketing. HARTLEY, R. F. Erros de marketing e sucessos. São Paulo: Manole, 2001. KOTLER, P. Administração de marketing: a edição do novo milênio. São Paulo: Prentice Hall, 2000. ____. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e controle. São Paulo: Atlas, 1999. CASAS, A. L. Plano de marketing para micro e pequena empresa. São Paulo: Atlas, 1999. DIAS, S. R. (org.). Gestão de marketing. São Paulo: Saraiva, 2002. GIGLIO, E. O comportamento do consumidor. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2002. GRACIOSO, F. Marketing estratégico: planejamento estratégico orientado para o mercado. São Paulo: Atlas, 2001. KARSAKILAN, E. Comportamento do consumidor. São Paulo: Atlas, 2000. LAS CASAS, A. L. Administração de vendas. São Paulo: Atlas, 2002. ____. Plano de marketing para micro e pequena empresa. São Paulo: Atlas, 1999. MALHOTRA, N. K. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. Porto Alegre: Bookman, 2001. Mc DANIEL, C; GATES, R. Pesquisa de marketing. São Paulo: Thomson, 2003. MOWEN, J. C; MINOR, M. S. Comportamento do consumidor. São Paulo: Prentice Hall, 2003. PARENTE, J. Varejo no Brasil: gestão e estratégia. São Paulo: Atlas, 2000. RODRIGUES, V. Marketing no varejo. São Paulo: Globo, 1999. SHETH, J; MITTAL B; NEWMAN, B. Comportamento do cliente. São Paulo: Atlas, 2001. SOLOMON, M. R. O comportamento do consumidor. Porto Alegre: Bookman, 2002. 37


SHIMP, T. A. Propaganda e promoção. Porto Alegre: Bookman, 2003. ZEITHAML, V. A; BITNER, M. Jo. Marketing de serviços: a empresa com foco no cliente. Porto Alegre: Bookman, 2003. 6° semestre Código Disciplina Ementa

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ADM333 Gestão de Produção II Sistema de administração da produção. Métodos de previsão de demanda. Planejamento agregado da produção. Plano mestre da produção. Programação da produção. Controle da produção. CORRÊA, H. L; GIANESI, I. G. N; CAON, M. Planejamento, programação e controle da produção: MRP II / ERP conceitos, uso e implantação. São Paulo: Atlas, 2001. GAITHER, N; FRAIZER, G. Administração da produção e operações. São Paulo: Pioneira, 2002. MARTINS, P. G; LAUGENI, F. P. Administração da produção. São Paulo: Saraiva, 2005. TUBINO, D. F. Planejamento e Controle da Produção: Teoria e Prática. São Paulo: Atlas, 2007. PAIVA, E. L; CARVALHO Jr, J. M. de; FENSTERSEIFER, J. E. Estratégia de produção e de operações conceitos, melhores práticas, visão de futuro. Porto Alegre: Bookman, 2002. RITZMAN, L; KRAJEWSKI, L. J. Administração da produção e operações. São Paulo: Prentice Hall, 2004. RUSSOMANO, Victor H. Planejamento e controle da produção. São Paulo: Pioneira, 1995. SLACK, Nigel et al. Administração da produção. São Paulo: Atlas, 2002. TUBINO, D. F. Manual de planejamento e controle da produção. São Paulo: Atlas, 2000. VOLLMANN, Thomas E et al. Sistemas de planejamento e controle da produção para o gerenciamento da cadeia de suprimentos. Porto Alegre: Bookman, 2006. ADM334 Gestão Financeira III Sistema financeiro nacional. Mercado de ações e de mercadorias. Mercado de derivativos. Expansão e falência. Transações financeiras internacionais. ASSAF NETO, Alexandre. Lima, Fabiano Guasti. Fundamentos da administração financeira. São Paulo: Atlas, 2010. ASSAF NETO, Alexandre. Mercado financeiro. São Paulo: Atlas, 2011. GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. 12. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2010. GITMAN, Lawrence J. JOEHNK, Michael D. Princípios de investimentos. 8. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2005. ASSAF NETO, Alexandre. Lima, Fabiano Guasti. Investimentos no mercado financeiro usando a calculadora financeira HP 12C. São Paulo: Atlas, 2010. CARVALHO, Genésio de. Introdução às finanças internacionais. 1. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. FORTUNA, Eduardo. Mercado financeiro: produtos e serviços. 18. ed. Rio de Janeiro: Quality Mark, 2010. HULL, John. Fundamentos dos mercados futuros e de opções. 4. ed. São Paulo: BMF, 2009. KERR, Roberto Borges. Mercado financeiro e de capitais. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. KOBORI, José. Análise fundamentalista. São Paulo: Elsevier. 2011. 38


MATSURA, Eduardo. Análise técnica na pratica. São Paulo: Saraiva, 2011 ROSS, S. A.; WESTERFIELD, R. W.; JORDAN, B. D. Princípios de administração financeira. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002. Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa

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Código Disciplina Ementa Bibliografia básica

Bibliografia complementar

Código

ADM335 Projetos de Negócios e Formação de Empresas Empreendedorismo. Formação de empresas. Oportunidades. Plano de negócios. Empreendedorismo corporativo. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2001. BIRLEY, Sue; MUZYKA, Daniel F. Dominando os desafios do empreendedor. São Paulo: Makron Books, 2001. ADM336 Logística Empresarial Atuação da logística. Logística integrada. Gerenciamento da cadeia de suprimentos e a logística. Sistemas da gestão de estoques. Administração de transporte. BOWERSOX, D. J; CLOSS, D. J. Logística empresarial: o processo de gerenciamento integrado na cadeia de suprimentos. São Paulo: Atlas, 2001. ____; ____; COOPER, M. B. Gestão logística de cadeia de suprimentos. Porto Alegre: Bookman, 2006. LEITE, Paulo R. Logística reversa: meio ambiente e competitividade. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. MARTINS, P. G; ALT, Paulo R. C. Administração de materiais e recursos patrimoniais. São Paulo: Saraiva, 2006. POZO, Hamilton. Administração de recursos materiais e patrimoniais: uma abordagem logística. São Paulo: Atlas, 2007. BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: planejamento, organização e logística empresarial. Porto Alegre: Bookman, 2006. CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos. São Paulo: Thomson, 2007. GONÇALVES, Paulo Sérgio. Administração de materiais. Rio de Janeiro: Campus, 2006. NOVAES, A. G. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição: estratégia, operação e avaliação. Rio de Janeiro: Campus, 2007. ADM337 Jogos de Empresas Introdução a jogos de empresas. Macroambiente. CORRÊA, Henrique L; CORRÊA, Carlos A. Administração de produção e operações: manufatura e serviços - uma abordagem estratégica. São Paulo: Atlas, 2007. MAUBORGNE, Renée; KIM, W. Chan. A estratégia do oceano azul: como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante. São Paulo: Campus, 2005. MONKS, Joseph G. Administração da produção. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. WAGNER, Harvey M. Pesquisa operacional. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 1986. TZU, Sun, A arte da guerra. Porto Alegre: L&pm , 2000.

ADM344

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Disciplina Ementa

Bibliografia básica

Bibliografia complementar

Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

Bibliografia complementar

7° semestre Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar

Sistema de Informações Gerenciais Conceitos básicos e aplicações. Componentes e condicionantes do sistema de informações gerenciais. Estruturação, implantação e avaliação do sistema de informação gerencial. Novas tecnologias de informação e suas implicações. Gerenciamento de mudanças. Banco de dados. Sistema de informações para operações e correio eletrônico. BATISTA, Emerson de O. Sistemas de informação: o uso consciente da tecnologia para o gerenciamento. São Paulo: Saraiva, 2004. LAUDON, K. C; LAUDON, J. P. Sistemas de informação: com internet. Rio de Janeiro: LTC, 1999. O’BRIEN, James A. Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era da Internet. São Paulo: Saraiva, 2001. BIO, S. R. Sistema de informação: um enfoque gerencial. São Paulo: Atlas, 1998. CRUZ, Tadeu. Sistemas de informações gerenciais: tecnologias da informação e a empresa do século 21. São Paulo: Atlas, 1998. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Sistemas de informações gerenciais: estratégicas, táticas e operacionais. São Paulo: Atlas, 2001. STAIR, R. M. Princípios de sistemas de informação: uma abordagem gerencial. Rio de Janeiro: LTC, 1998. EDU250 Antropologia e Cosmovisão Franciscana Antropologia filosófica e seu objeto de estudo. Pessoa humana numa perspectiva histórica. Alteridade: reverência e cuidado. Cosmovisão franciscana. BOFF, Leonardo. Saber cuidar: ética do humano-compaixão pela terra. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 2000. BUZZI, Arcângelo R. Introdução ao pensar: o ser, o conhecer, a linguagem. Petrópolis: Vozes, 1990. ____. Filosofia da vida: visão franciscana. Braga: Franciscana, 2000. ARENDT, H. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1997. BOFF, L. O despertar da águia: o dia-bólico e o sim-bólico na construção da realidade. Petrópolis: Vozes, 1999. ____. A águia e a galinha. Petrópolis: Vozes, 2000. CAYOTA, M. Semeando entre brumas: utopia franciscana e humanismo renascentista: uma alternativa para a conquista. Petrópolis: Cepepal, 1992. MERINO, J. A; FRESNEDA, F. M. Manual de filosofia franciscana. Petrópolis: Vozes, 2006. MERINO, J. A. Humanismo franciscano: franciscanismo e mundo atual. Petrópolis: FFB, 1999. VAZ, H. C. L. Antropologia filosófica I. São Paulo: Loyola, 1991.

ADM338 Trabalho Final de Graduação I Diretrizes para elaboração do trabalho de conclusão do curso. Planejamento da pesquisa. ROESCH, S. M. A. Projetos de estágio do curso de administração: guia para pesquisas, projetos, estágios e trabalho de conclusão do curso. São Paulo: Atlas, 2006. BARROS, Aidil de J. P; LEHFELD, Neide A. S. Projeto de pesquisa. Petrópolis: Vozes, 2002. CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A. Metodologia Científica. 5ª ed. São

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Paulo: Prentice Hall, 2002. GIL, Antonio C. Métodos e Técnicas de pesquisa social. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2003. HAIR JUNIOR, Joseph F. Fundamentos de métodos de Pesquisa em Administração. Porto Alegre: Bookman, 2006. LAKATOS, Eva M; MARCONI, Maria de A. Fundamentos de metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 2005. VERGARA, Sylvia C. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 5ªed. São Paulo: Atlas, 2004. Outras obras vinculadas ao tema escolhido pelo aluno. Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

Bibliografia complementar

Código Disciplina Ementa Bibliografia básica

Bibliografia complementar

ADM339 Orçamento Empresarial Orçamento e a administração de empresas. Orçamento de vendas. Orçamento de produção. Orçamento do custo dos produtos vendidos. Orçamento de despesas. Orçamento de capital. Orçamento de caixa. Projeção da demonstração do resultado do exercício e do balanço patrimonial. Controle orçamentário. HOJI, Masakazu. Administração financeira e orçamentária: 8ª ed. São Paulo: Atlas. 2010. MOREIRA, José Carlos. Orçamento empresarial: manual de elaboração. 5.ed. 7ª reimpressão. São Paulo: Atlas, 2010. PADOVEZE, Clóvis Luís; TARANTO, Fernando Cesar. Orçamento Empresarial: novos conceitos e técnicas. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009. SOBANSKI, Jaert J. Prática de orçamento empresarial: um exercício programado. 3. ed. 14ª reimpressão. São Paulo: Atlas, 2009. FREZATTI, F. Orçamento empresarial: planejamento e controle empresarial. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2009. . MORANTE, A. S.; JORGE, F.T. Controladoria: análise financeira, planejamento e controle orçamentário. São Paulo: Atlas, 2008. PASSARELLI, J.; BOMFIM, E. A. Orçamento empresarial: como elaborar e analisar. São Paulo: Thomson, 2003 SANTOS, J.L. (et.al.). Fundamentos de orçamento empresarial. Coleção resumos de contabilidade. Volume 24. São Paulo: Atlas, 2008. SANVICENTE, A. Z; SANTOS, C. C. Orçamento na administração de empresas: planejamento e controle. São Paulo: Atlas, 2000. ZDANOWICZ, José Eduardo. Planejamento financeiro e orçamento. 4. ed. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2001. ADM340 Pesquisa Operacional Modelagem em pesquisa operacional. Programação linear. Programação inteira. Modelos de redes. ANDRADE, Eduardo Leopoldino de. Introdução à pesquisa operacional. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. COLIN, Emerson Carlos. Pesquisa operacional – 170 aplicações em estratégia. Rio de Janeiro: LTC, 2007. LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa Operacional na tomada de decisões. 4. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. MUROLO, Afrânio Carlos et al. Pesquisa operacional para os cursos de administração e engenharia: programação linear e simulação. São Paulo: Atlas, 2010. CORRAR, Luiz J.; THEÓPHILO, Carlos Renato. Pesquisa operacional para decisão em contabilidade e administração. 2. Ed. São Paulo: Atlas, 2008. FÁVERO, Luiz Paulo Et al. Análise de dados – modelagem multivariada 41


para tomada de decisões. São Paulo: Elsevier, 2009. HILLIER, Frederick S.; LIEBERMAN, Gerald J. Introdução à pesquisa operacional. 8. Ed. São Paulo: Bookman, 2010. LOESCH, Claudio; HEIN, Nelson. Pesquisa operacional – fundamentos e modelos. São Paulo: Saraiva, 2009. TAHA, Hamdy A. Pesquisa operacional. 8. Ed. São Paulo: Person Prentice Hall, 2008. Código Disciplina Ementa

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Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

Bibliografia complementar

ADM342 Viabilidade de Empreendimentos Programação econômica, planejamento e projetos. Análise das fontes de recursos. Custos de investimentos e investimentos fixos. Análise e avaliação de projetos. CASAROTTO FILHO, Nelson; KOPITTKE, Bruno H. Análise de investimentos. São Paulo: Atlas, 2000. ____; KOPITTKE, Bruno H. Análise de investimentos. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2010. FERREIRA, Roberto G. Engenharia econômica e avaliação de projetos de investimento: critérios de avaliação, financiamentos e benefícios fiscais e análise de sensibilidade e risco. São Paulo: Atlas, 2009. EHRLICH, Pierre Jacques. MORAES, Edmilson Alves de. Engenharia economia: avaliação e seleção de projetos de investimento. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005. LAPPONI, Juan Carlos. Projetos de investimento na empresa. São Paulo: Campus, 2007. MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Administração de projetos – como transformar ideias em resultados. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2010. RIBEIRO, Carlos Vitor Timo. Como fazer projetos de viabilidade econômica – manual de elaboração. 4. ed. São Paulo: Carline e Caniato, 2011. SOUZA, Alceu; CLEMENTE, Ademir. Decisões financeiras e análise de investimentos. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008. VALERIANO, Dalton. Moderno gerenciamento de projetos. São Paulo: Person Education, 2005. WOILER, Sansão; MATHIAS, Washington Franco. Projetos Planejamento, Elaboração e Análise. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008. ADM343 Planejamento Estratégico Inovação nas empresas. Estratégia empresarial. Diagnóstico básico da empresa. Metodologia para elaboração do plano estratégico. Controle estratégico. ALMEIDA, M. I. R. Manual de planejamento estratégico. São Paulo: Atlas, 2003. MINTZBERG, H et al. Safári de estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico. Porto Alegre: Bookmann, 2000. KAPLAN, Robert S; NORTON, David P. A estratégia em ação: balanced scorecard. Rio de Janeiro: Campus, 1997. OLIVEIRA, D. P. R. Planejamento estratégico: conceito, metodologias e práticas. São Paulo: Atlas, 2003. SANTOS, J. E. Mercado financeiro brasileiro. São Paulo: Atlas, 1999 MINTZBERG, Henry; QUINN, James B. O processo da estratégia: conceitos, contextos e casos selecionados. Porto Alegre: Bookmann, 2006. ____. Criando organizações eficazes: estruturas em cinco configurações. São Paulo: Atlas, 1995.

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BETHLEM, A. Estratégia empresarial: conceitos, processo e administração estratégica. São Paulo: Atlas, 2002. HITT, M. A; IRELAND, R. D; HOSKISSON, R. E. Administração estratégica: competitividade e globalização. São Paulo: Thomson, 2008. Revista HSM Management. FORTUNA, E. Mercado financeiro: produtos e serviços. Rio de Janeiro: Quality Mark, 2005. GITMAN, L. J. Princípios de administração financeira: essencial. Porto Alegre: Bookman, 2001. ROSS, S. A; WESTERFIELD, R. W; JORDAN, B. D. Princípios de administração financeira. São Paulo: Atlas, 2000. Código Disciplina Ementa Bibliografia básica

Bibliografia complementar

Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

Bibliografia complementar

EDU251 Ética e Cidadania Ética, cidadania e historicidade. Indivíduo, sociedade e Estado. Construção da cidadania. Valor ético do trabalho e da profissão. CAMARGO, M. Fundamentos de ética geral e profissional. Petrópolis: Vozes, 2001. PIRES, C. M. P. Ética e cidadania. Porto Alegre: Dacasa/Palmarinca, 1999. VÁZQUEZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1969. ARISTÓTELES. Ética a nicômanos. Brasília: UNB, 1999. BOBBIO, N. A era dos direitos. São Paulo: Campus, 1962. BOFF, L. Ética da vida. Brasília: Letraviva, 2000. DIMENSTEIN, G. O cidadão de papel: a infância, a adolescência e os direitos humanos no Brasil. São Paulo: Ática, 1994. HERKENHOFF, J. B. Ética, educação e cidadania. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2001. JUNGES, J. R. Bioética. São Leopoldo: Unisinos, 1999. MARQUES, M. O. Botar a boca no mundo. Ijuí: Unijuí, 1999. MANZINI-COVRE, M. L. O que é cidadania. São Paulo: Brasiliense, 1995. NALINI, J. R. Ética geral e profissional. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001. VALLS, Á. O que é ética. São Paulo: Brasiliense, 1986. EDU328 Língua Brasileira de Sinais Introdução à língua de sinais. Alfabeto manual. Diálogos com estruturas afirmativas, negativas e interrogativas. Expressões de quantificação e intensidade. Descrição: narrativa básica. CAPOVILLA, F. Dicionário trilíngue de libras. São Paulo: USP, 2001. KARNOPP, Lodenir Becker; QUADROS, Ronice Muller. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto alegre: Artimed, 2004. SKLIAR, Carlos. A surdez: um olhar sobre as diferenças. São Paulo: Mediação, 2008. LOPES. M. C. Redações de poderes no espaço multicultural da escola para surdos. In. QUADROS, Ronice Muller. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artimed, 1997. OLIVEIRA, Luiza de Fátima Medeiros de. Formação docente na escola inclusiva: diálogo como fio tecedor. Porto Alegre: Mediação, 2009. SKLIAR, Carlos. Pedagogia (improvável) da diferença. E se o outro não estivesse aí? Rio de Janeiro: Dp&A, 2003. SKLIAR, C (org.). Educação e exclusão: abordagens sócioantropológicas em educação especial. Porto Alegre: Mediação, 1998. THOMA, Adriana da Silva; KLEIN, Madalena (org.). Currículo e

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avaliação: a diferença surda na escola. Santa Cruz do Sul: Edunisc, 2009. 8° semestre Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

Bibliografia complementar

Optativas Código Disciplina Ementa Bibliografia básica

Bibliografia complementar

ADM345 Trabalho Final de Graduação II Desenvolvimento, redação e apresentação do trabalho de conclusão do curso. ROESCH, Sylvia M. A. Projetos de estágio e de pesquisa em administração: guia para estágios, trabalho de conclusão, dissertações e estudos de casos. São Paulo: Atlas, 1999. Indicada nas disciplinas ou áreas às quais se vinculam os temas escolhidos. ADM349 Estágio Curricular Supervisionado Plano de trabalho. Definição, elaboração e aplicação do instrumento de coleta de dados. Levantamento e análise da situação da empresa com enfoque nos principais itens da área específica. Comparação da realidade identificada com as técnicas e métodos de administração e gestão. Relatório de estágio. GIL, Antônio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo: Atlas,1999. MARCONI, M.A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de Metodologia Científica. 5ed.São Paulo: Atlas, 2003. ROESCH, Sylvia M.A. Projetos de Estágio e de Pesquisa em Administração: guia para estágio, trabalhos de conclusão, dissertações e estudos de caso. São Paulo Atlas,1999. RICHARDSON,R.(coord) ET AL. Pesquisa Social:métodos e técnicas. São Paulo: Atlas,1989. SANTOS, G.L; SCHMIDT, M.C.C.; CANFIELD,J.T. (org) Normas de apresentação de projeto, trabalho final de graduação, monografia e dissertação e tese. 3.ed. Santa Maria: Unifra, 2001. Indicada de acordo com a área de estudo selecionada.

ADO Comportamento do Consumidor Introdução ao comportamento do consumidor. Processo de compra e decisão. Aprendizagem. Padrões de comportamento. ENGEL, James. Comportamento do consumidor. Rio de Janeiro: LTC, 2000. GIGLIO, Ernesto. O comportamento do consumidor. São Paulo: Pioneira, 2002. SHETH, J; MITTAL, B; NEWMAN, B. Comportamento do cliente: indo além do comportamento do consumidor. São Paulo: Atlas, 2001. KARSAKLIAN, Eliane. Comportamento do consumidor. São Paulo: Atlas, 2000. KOTLER, Philip. Administração de marketing. São Paulo: Atlas, 2000. ____. Marketing para o século XXI. São Paulo: Futura, 1999. ____; ARMSTRONG, Gary. Princípios de marketing. Rio de Janeiro: LTC, 1999. PETER, Paul; CHURCHIL, G. Marketing: criando valor para os clientes. São Paulo: Saraiva, 2000.

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SCHIFFMAN, L. G; KANUK, L. L. Comportamento do consumidor. Rio de Janeiro: LTC, 2000. Código Disciplina Ementa Bibliografia básica

Bibliografia complementar

Código Disciplina Ementa Bibliografia básica

Bibliografia complementar

Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa

Bibliografia

ADO Comunicação e Oratória Dicção. Desinibição e oratória. POLITO, Reinaldo. Como falar corretamente e sem inibição. São Paulo: Saraiva, 1996. ROBBINS, Anthony. Poder sem limites. São Paulo: Best Seller, 1987. WEIL, Pierre; TOMPAKOW, Roland. O corpo fala: a linguagem silenciosa da comunicação não-verbal. Petrópolis: Vozes, 1996. CARNEGIE, Dale. Como falar em público e influenciar pessoas. Rio de Janeiro: Record, 1962. CHUNG, Tom. Qualidade começa em mim. São Paulo: Maltese, 1996. POLITO, R. Como preparar boas palestras e apresentações. São Paulo: Saraiva, 1995. ______. Gestos e posturas. São Paulo: Saraiva, 1996. SPRITZER, Nelson. Pensamento e mudança. Porto Alegre: L & PM, 1993. ADO Cooperativismo Cooperativismo. Tipos de cooperativa. Legislação cooperativa brasileira. Gestão de cooperativas. FURQUIM, Maria Célia de Araújo. A cooperativa como alternativa de trabalho. São Paulo: LTr, 2001. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Manual de gestão das cooperativas: uma abordagem prática. São Paulo: Atlas, 2006. PINHO, Diva Benevides. O cooperativismo no Brasil: da vertente pioneira a vertente solidária. São Paulo: Saraiva, 2004. RICCIARDI, Luiz; JENKINS, Roberto de Lemos. Cooperativa, a empresa do século 21: como os países em desenvolvimento podem chegar a desenvolvidos. São Paulo: LTR, 2000. ADO Espanhol Instrumental Transportes. Comércio exterior. Bolsa. Mercado comum europeu. Sistema financeiro. Tributos. Correspondência e comunicações. Lazer: cinema, vídeo, música, cultura geral. HERMOSO, A. G. Guía hispánica de internet: 1000 direcciones del mundo hispánico. Madrid: Edelsa, 1999. ____. Conjugar es fácil en español de España y de América. Madrid: Edelsa, 1998. MORENO, C; TUTS, M. El español en el hotel. Madrid: Sgel, 1997. Revistas, jornais (El País, La Nación), gravações de programas de televisão: canal 27 (Espanha) e CNN: canal 48 (México). ADO Gerenciamento de Competências Competência organizacional. Competência individual. Processo de formação e desenvolvimento de competências individuais e organizacionais. Identificação das competências organizacionais. Alinhamento entre competências organizacionais e competências individuais. Metodologia para mapear e alinhar competências e desempenho organizacionais. FERNANDES; Bruno Rocha. Competências desempenho organizacional:

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básica

Bibliografia complementar

Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

Bibliografia complementar

Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

o que está além do balanced scorecard. São Paulo: Saraiva, 2006. HANASHIRO, Darcy Mitiko Mori et al. Gestão do fator humano: uma visão baseada em stakeholders. São Paulo: Saraiva, 2007. QUINN, Robert E; FAERMAN, S. R; THOMPSON, M. P; MCGRATH, M. Competências gerenciais. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. GRAMIGNA. M. R. Modelo de competências e gestão de talentos. São Paulo: Makron Books, 2002 LANER, A. L; JÚNIOR, J. B. C. Repensando as organizações: da formação à participação. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004. LEME, Rogério. Aplicação prática de gestão de pessoas por competências: mapeamento, treinamento, seleção, avaliação e mensuração de resultados de treinamento. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2006. RUAS R. L; ANTONELLO, C. S; BOFF, L. H. Aprendizagem organizacional e competências. Porto Alegre: Bookman, 2005. SILVA M. de O. Gestão de pessoas através do sistema de competências: estratégias, processos, desempenho e remuneração: fundamentos e aplicação. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005. WIND, Jerry Yoram; MAIN, Jeremy. Provocar mudanças: como as melhores empresas estão se preparando para o século 21: a inovadora pesquisa de Wharton School sobre o futuro gerencial. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002. WOOD Jr., Thomas; PICARELLI, V. F. Remuneração e carreira: por habilidades e por competências: preparando a organização para a era das empresas de conhecimento intensivo. São Paulo: Atlas, 2004. ADO Gestão Ambiental Pressupostos e fundamentos do desenvolvimento local integrado e sustentável. Estratégia de implantação do desenvolvimento local integrado e sustentável. Capacitação para o desenvolvimento local integrado e sustentável. Implantação do desenvolvimento local integrado e sustentável. CAPRA, Fritjof. A teia da vida: uma nova compreensão dos sistemas vivos. São Paulo: Cultrix, 1996. DYLLICK-BRENZINGER, Thomas et al. Guia da série de normas ISO 14001: sistemas de gestão ambiental. Blumenau: Edifurb, 2000. GUNTER, Pauli. Emissão zero: a busca de novos paradigmas. Porto Alegre: Edipucrs, 1996. ANDRADE, Rui Otávio Bernardes de; TACHIZAWA, Takeshy; ALMEIDA, Josimar Ribeiro de; CAVALCANTI, Yara; MELLO, Cláudia dos S. Gestão ambiental: planejamento, avaliação, implantação, operação e verificação. Rio de Janeiro: Thex, 2001. BURSZTYN, Maria Augusta Almeida. Gestão ambiental: instrumentos e práticas. Brasília: Ibama, 1999. MORIN, Edgar; KERN, Anne Brigitte. Terra-pátria. Porto Alegre: Sulina, 1995. ADO Gestão da Qualidade Gestão da qualidade. Programa 5S. Conceitos estatísticos. Técnicas e ferramentas da qualidade total. Método de análise e solução de problemas - Masp. ARAUJO, Luis C. G. de. Organização, sistemas e métodos e as modernas ferramentas de gestão organizacional: arquitetura organizacional, benchmarking, empowerment, gestão pela qualidade total, reengenharia.

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Bibliografia complementar

Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

Bibliografia complementar

Código Disciplina Ementa Bibliografia básica

São Paulo: Atlas, 2001. KUME, Hitoshi. Métodos estatísticos para melhoria da qualidade. São Paulo: Gente, 1993. LAS CASAS, Alexandre L. Qualidade total em serviços: conceitos, exercícios, casos práticos. São Paulo: Atlas, 1999. BROCA, Bruce. Gerenciamento da qualidade. São Paulo: Makron Books, 1994. CAMPOS, Vicente Falconi. TQC: controle da qualidade total. Rio de Janeiro: Fundação Christiane Ottoni, 1992. CRESPO, Antonio Arnot. Estatística fácil. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 1989. HUCTCHINS, David. Sucesso através da qualidade total. Rio de Janeiro: Imagem, 1992. WALTON, Mary. O método deming de administração. Rio de Janeiro: Saraiva, 1989. ADO Gestão de Projetos Conceito de projeto. Ambiente do gerenciamento de projetos. Fases e o ciclo de vida do projeto. Gestão de projetos. Gerente e a equipe de projetos. Processos do gerenciamento de projetos. Maturidade e excelência em gestão de projetos. KEELLING, R. Gestão de projetos: uma abordagem global. São Paulo: Saraiva, 2002. VARGAS, R. Manual prático do plano de projeto: utilizando o PMBOK Guide 2000. Rio de Janeiro: Brasport, 2003. VERZUH, E. MBA compacto, gestão de projetos. Rio de Janeiro: Campus, 2000. VARGAS, Ricardo. Gerenciamento de projetos: estabelecendo diferenciais competitivos. Rio de Janeiro: Brasport, 2003. ADO HP 12C e Excel em Finanças Operação básica da calculadora HP 12C. Operações comerciais. Operações financeiras. Análise de investimentos. Sistemas de amortização. POLO, E. F. Engenharia das operações financeiras pela HP-12C. São Paulo: Atlas, 1996. PUCCINI, A. L. Matemática financeira objetiva e aplicada. São Paulo: Saraiva, 1999. SHINODA, C. Matemática financeira para usuários do excel 5.0. São Paulo: Atlas, 1998. LAPPONI, J. C. Matemática financeira. São Paulo: Lapponi, 1998. MATHIAS, W. F; GOMES, J. M. Matemática financeira. São Paulo: Atlas, 1996. VERAS, L. L. Matemática financeira. São Paulo: Atlas, 1999. ADO Inglês Instrumental Compreensão global do texto. Compreensão dos elementos estruturais do texto. Compreensão detalhada do texto. BOECKNER, K; BROWN, P. C. Oxford english for computing. Oxford: Oxford University Press, 1996. DEMETRIADES, D. Information technology. New York: Oxford University Press, 2003. GLENDINNING, E. H; McEWAN, John. Basic english for computing. New York: Oxford University Press, 2001.

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Bibliografia complementar

Código Disciplina Ementa Bibliografia básica

Bibliografia complementar

Código Disciplina Ementa

Bibliografia básica

Bibliografia complementar

RILEY, D. Vocabulary for computing. Cambridge: Peter Collin Publishing, 1999. CASTRO, G; CHAMON, V. Microsoft press: dicionário de informática. Rio de Janeiro: Campus, 1999. COLLIN, S. M. H. Dictionary of computing. Middlesex: Peter Collin Publishing, 1998. MULLEN, N. D; BROWN, P. C. English for computing science. Oxford: Oxford University Press, 1985. ADO Licitações Públicas Licitações. BRASIL, Leis. Licitações e contratos da administração pública: lei n. 8.666/93 de 21/06/1993, lei n. 8.883 de 08/06/1994. São Paulo: Atlas, 2004. KOHAMA, Hélio. Contabilidade pública: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2003. MUKAI, T. Licitações e contratos públicos: comentários à lei 8.666/93. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2004. SILVA, Lino M. Contabilidade governamental: um enfoque administrativo. São Paulo: Atlas, 2004. ADO Mercado de Capitais Bolsa de valores. Funcionamento do sistema financeiro nacional. Investimentos. Operações financeiras. Bolsa como negócio. Estratégias de operação. FORTUNA, Eduardo. Mercado financeiro: produtos e serviços. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1999. ROSS, Stephen A; WESTERFIELD, Randolf W; JORDAN, Bradford D. Administração financeira. São Paulo: Atlas, 2002. SANTOS, José Evaristo dos. Mercado financeiro brasileiro. São Paulo: Atlas, 1999. ANGELO, Claudio Felisoni de; SILVEIRA, José Augusto Giesbrecht da. Finanças no varejo. São Paulo: Atlas, 2000. ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. São Paulo: Atlas, 2003. BRAGA, Roberto. Fundamentos e técnicas de administração financeira. São Paulo: Atlas, 1995. BRIGHAM, Eugene F; HOUSTON, Joel F. Fundamentos da moderna administração financeira. Rio de Janeiro: Campus, 1999. FORTUNA, Eduardo. Mercado financeiro: produtos e serviços. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003. GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. São Paulo: Pearson Education, 2004. GROPPELLI, A. A; NIKBAKHT, Ehsan. Administração financeira. São Paulo: Saraiva, 2002. HOJI, Masakazu. Administração financeira: uma abordagem prática. São Paulo: Atlas, 2004. LEMES JUNIOR, Antonio Barbosa. Administração financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras. Rio de Janeiro: Campus, 2002. SANVICENTE, Antonio Zoratto. Administração financeira. São Paulo: Atlas, 2000. WESTON, Fred J; BRIGHAM, Eugene F. Fundamentos da administração financeira. São Paulo: Makron Books, 2000.

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Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complemntar

Código Disciplina Ementa Bibliografia básica

Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica

Bibliografia complementar

ADO Negociação Empresarial Fundamentos de negociação. Estratégias e táticas do processo de negociação. URY, William L; PATTON, Bruce. Como chegar ao sim. São Paulo: Imago, 1991. ROSS, Irene; NIERENBERG, Juliet. Os segredos da negociação. São Paulo: Publifolha, 2003. URY, William L. Supere o não. São Paulo: Best Seller, 1990. ADO Simulação Empresarial Introdução à simulação. Software ProModel. Introdução à otimização da simulação. BATEMAN, Robert E; BOWDEN, Royce G; GOGG, Thomaz G; HARREL, Charles R; MOTT, Jack R. A. Simulação: otimizando os sistemas. São Paulo: Belge Simulação e Imam, 2006. CHWIF, Leonardo; MEDINA, Afonso C. Modelagem e simulação de eventos discretos. São Paulo: Imam, 2006. MARION, José Carlos; MARION, Arnaldo Luís Costa. Metodologias de ensino na área de negócios: para cursos de administração, gestão, contabilidade e mba. São Paulo: Atlas, 2006. COSTA, Eliezer Arantes da. Gestão estratégica: da empresa que temos para a empresa que queremos. São Paulo: Saraiva, 2007. ADO Redes de Empresas Redes de empresas. Associativismo entre pequenas e médias empresas. Processo de desenvolvimento local para formação de redes de empresas. ANSOFF, I. Implantando a administração estratégica. São Paulo: Atlas, 1993. CASAROTTO FILHO, Nelson. Redes de pequenas e médias empresas e desenvolvimento local: estratégias para a conquista da competitividade global com base na experiência italiana. São Paulo: Atlas, 1998. PORTER, M. E. Estratégia competitiva. Rio de Janeiro: Campus, 1986. ALMEIDA, Martinho Isnard Ribeiro de. Manual de planejamento estratégico. São Paulo: Atlas, 2001. MINTZBERG, Henry; AHLSTRAND, Bruce; LAMPEL, Joseph. Safári de estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico. Porto Alegre: Bookman, 2000. OLIVEIRA, D. de P. R. de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e práticas. São Paulo: Atlas, 2002.

Anexo 2 - Funcionamento do estágio curricular

supervisionado

O Estágio Supervisionado do curso de Administração compõe-se de 340 horas-aula: Disciplina Estágio Supervisionado

Carga horária 340h

Semestre 8º

O estágio curricular supervisionado objetiva: a) promover a integração teórico-prática dos conhecimentos, habilidades e técnicas desenvolvidas no currículo do curso de Administração;

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b) proporcionar situações de aprendizagem em que o estudante possa interagir com a realidade do trabalho, reconstruindo o conhecimento pela reflexão prática; c) complementar, por meio da orientação e assistência sistemática, a formação profissional; d) desencadear práticas alternativas, entendendo as complexas relações do mundo de trabalho na sociedade; e) atenuar o impacto da passagem da vida acadêmica para o mercado de trabalho, preparando profissionais competentes, capazes de assumir, com integridade e responsabilidade, suas funções por meio de vivências e conhecimento do funcionamento das organizações; f) desenvolver e estimular as potencialidades individuais, propiciando o surgimento de profissionais empreendedores, capazes de adotar modelos de gestão e processos inovadores, flexíveis e versáteis, adaptáveis às constantes mudanças tecnológicas e ambientais; g) fomentar a iniciação científica à pesquisa e ao desenvolvimento da ciência e da prática da administração. Campos de estágio: os estágios poderão ser realizados em qualquer tipo de organização, pública ou privada, desde que essa ofereça oportunidades e condições para as práticas exigidas no respectivo Estágio. As áreas de estágio são as seguintes: a) Administração Geral b) Administração Financeira c) Administração da Produção d) Administração de Recursos Humanos e) Administração de Marketing f) Logística Empresarial g) Estruturas e Processos Organizacionais h) Projetos de Negócios e Formação de Empresas i) Sistemas de Informações Gerenciais 1) Atribuições da coordenação de Estágios São atribuições da coordenação de Estágios: a) indicar os orientadores dentro das suas respectivas áreas; b) supervisionar e dar assistência aos orientadores; c) promover encontros com os orientadores por área de conhecimento, estagiários e supervisores das empresas; d) realizar cadastro de empresas da região que ofereçam oportunidades de estágio; e) aprovar as organizações para a realização dos estágios; f) fixar o cronograma de entrega dos relatórios de Estágio Supervisionado; g) designar as bancas de avaliação dos relatórios do Estágio Supervisionado; h) estabelecer horário e local para a apresentação do relatório do Estágio Supervisionado e distribuir a documentação pertinente à sua apresentação (convocação e ficha de avaliação); i) reunir, semestralmente, os relatórios dos estágios e entregá-los ao setor encarregado da formação do banco de dados; j) promover atividades de integração entre o meio acadêmico e o empresarial. O coordenador de estágios dedicará dez horas semanais para desempenhar suas atividades. 2) Atribuições do orientador São atribuições do orientador: a) acompanhar a realização do trabalho e a elaboração dos relatório final de Estágio; b) auxiliar e orientar o estagiário na escolha do material técnico e bibliográfico necessários à execução do plano de trabalho; c) acompanhar e orientar as atividades de estágio na empresa; d) estabelecer contatos periódicos de acompanhamento dos estagiários, conforme horários preestabelecidos; e) manter o coordenador de estágio informado sobre questões pertinentes ao desenvolvimento dos estágios sob sua orientação, sugerindo eventuais melhorias;

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f) cumprir as obrigações inerentes à disciplina, como plano de ensino, controle de frequência, cronograma, entre outras; g) acompanhar, corrigir e avaliar o relatório do estágio; h) presidir os trabalhos da banca de avaliação do Estágio Supervisionado II, coletando as respectivas apreciações e notas; i) encaminhar os trabalhos corrigidos e toda a documentação para a coordenação de Estágios. O orientador dedicará uma hora semanal por aluno orientando. 3) Atribuições do supervisor de estágio na empresa São atribuições do supervisor: a) declarar as necessidades e expectativas da empresa para que os estagiários possam incluí-las no plano de trabalho; b) situar o estagiário dentro da organização, informando-o sobre normas internas, dandolhe uma ideia de todo o funcionamento da empresa antes do início das atividades de Estágio; c) proporcionar ao estagiário contato com os diferentes setores da empresa, a fim de que tenha uma visão geral, auxiliando no desenvolvimento do trabalho a que se propõe e na busca de soluções de eventuais dificuldades; d) informar ao orientador sobre o andamento do trabalho e problemas ocorridos durante o Estágio. 4) Atribuições do estagiário São atribuições dos estagiários: a) elaborar o plano de trabalho com o acompanhamento do orientador; b) ser assíduo e pontual às atividades do estágio bem como observar as normas estabelecidas pela organização em que o estiver realizando; c) buscar material técnico e bibliográfico complementares ao aprimoramento das atividades do Estágio; d) comparecer às reuniões de planejamento e orientação preestabelecidas pelo orientador; e) comunicar, por escrito ao orientador, com antecedência, qualquer alteração no cronograma do estágio; f) executar as atividades previstas no plano de trabalho, elaborando, a partir dessa vivência, um relatório de estágio de acordo com as normas da instituição e do curso; g) comparecer aos encontros organizados pela coordenação do estágio; h) evidenciar ética profissional, comprometimento e interação com o ambiente profissional; i) entregar ao orientador os documentos exigidos para o início (termo de compromisso) e encerramento (atestado de frequência) do estágio nos prazos estabelecidos. 5) Normas gerais para o Estágio Supervisionado (340 horas) 1) Objetivo do Estágio: Motivar o acadêmico a desenvolver um pensamento reflexivo, criativo e crítico, acerca de um conteúdo específico da organização (área específica), com vistas a promover uma contribuição técnica relevante à área em estudo, por meio de análise de área e posteriores sugestões. 2) Estrutura do plano de trabalho: a) Título b) Introdução: c) Contextualização d) Objetivos do estágio e) Justificativa f) Metodologia g) Apresentação dos tópicos desenvolvidos no relatório. h) A Empresa - Histórico - Estrutura Societária - Estrutura Organizacional i) Apresentação, descrição e análise da área selecionada

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Exposição e análise crítica dos itens específicos da área enfocada e respectivas propostas de mudanças e melhorias; j) Conclusão k) Referências Bibliográficas l) Anexos 6) Normas para a elaboração e apresentação do relatório de conclusão do Estágio a) A apresentação escrita dos relatórios de estágios seguirão as “Normas de Apresentação de Projetos, Trabalho Final de Graduação, Monografia, Dissertação e Tese” da instituição. b) A versão do relatório de estágio, para fins de avaliação pela banca examinadora, deverá ser entregue, via protocolo, na coordenação de estágios do curso de Administração, em data preestabelecida e no seu horário de funcionamento, em três vias impressas e encadernadas. c) A versão definitiva do relatório de estágio deverá ser entregue, na Coordenação de Estágios do curso de Administração, via protocolo, em uma via impressa encadernada e em uma via eletrônica. d) A apresentação oral do estágio, denominada defesa, será feita perante uma Banca de Avaliação, composta pelo orientador e por dois avaliadores, em horário e local estabelecidos pela Coordenação de Estágios, em até 20 minutos. 6.1) Critérios de avaliação Não haverá Exame Final nos Estágios supervisionados. O Estágio Supervisionado será avaliado conforme ficha de avaliação a seguir:

Participação

Apresentação Oral (Defesa)

Apresentação Escrita

Ficha de Avaliação do Estágio Supervisionado Aluno: _____________________________________________________ ASPECTOS AVALIADOS .Contribuição pessoal .Contribuição à área de estudo .Contextualização .Interdisciplinaridade . Apresentação metodológica . Concisão e clareza . Correção gramatical . Coerência entre as etapas do trabalho .Objetividade .Postura e Linguagem .Exposição lógica .Domínio do conteúdo .Utilização adequada dos recursos audiovisuais .Assiduidade aos encontros de orientação .Interesse e comprometimento com o trabalho. Média final Obs. Nota mínima para aprovação: 7,0

AVALIADORES Orientador Avaliador

Orientador Avaliador Avaliador

PESOS

NOTA

4,0

2,0

Orientador Avaliador Avaliador

3,0

Orientador

1,0

10,0

Orientador: _____________________________________________________________ Avaliador: ______________________________________________________________

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Avaliador: ______________________________________________________________ Local e data: =================================================================== 6.2) Fluxograma dos Estágios supervisionados Estágio Supervisionado a) matrícula; b) escolha da empresa e área específica do conhecimento para a realização do estágio; d) aprovação da empresa e do professor orientador pela coordenação de estágios; e) realização do estágio; f) elaboração do relatório; g) apresentação escrita do relatório ao orientador; h) estagiário realiza correções sugeridas pelo orientador; i) entrega da primeira versão do relatório de Estágio à coordenação de estágios. j) apresentação oral do relatório para a banca de avaliação; k) estagiário realiza revisão e correções necessárias propostas pela banca de avaliação; l) entrega definitiva do relatório de estágio à coordenação de estágios.

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Anexo 3 - Regulamento do colegiado do curso Capítulo I Da natureza e da constituição do colegiado Art. 1º - O Colegiado de Curso é o órgão integrador e deliberativo do curso e tem a seguinte composição: I - o coordenador do curso, como seu presidente; II - três docentes do curso, eleitos por seus pares; III - um representante do corpo discente do curso, designado pelo respectivo diretório estudante. Parágrafo único - É de dois anos o mandato dos membros a que se refere o inciso II e de um ano, do representante a que se refere o inciso III.

Capítulo II Da competência do colegiado Art. 2º - Compete ao Colegiado de Curso: I - propor iniciativas vinculadas à inovação do ensino, à atualização do curso/programa e à integração do mesmo com as demais atividades; II - apreciar e aprovar o plano de ação do curso para cada período letivo; III - apreciar e aprovar o projeto pedagógico do curso; IV - aprovar o regulamento do estágio curricular do curso; V - apreciar e propor ao Conselho de Área a alteração curricular do curso; VI - definir critérios para aproveitamento de estudos, adaptações e transferência de estudantes; VII - promover a autoavaliação e propor iniciativas de intervenção em vista do aperfeiçoamento do curso. Capítulo III Do presidente Art. 3º - O Colegiado de Curso será presidido pelo coordenador do curso e, na sua ausência ou impedimento, pelo docente mais antigo no magistério do Centro Universitário, com formação ou titulação na área específica. Art. 4º - Compete ao presidente, além de outras atribuições contidas neste regulamento: I - convocar reuniões ordinárias e extraordinárias; II - presidir os trabalhos do colegiado e organizar a pauta das sessões plenárias e a respectiva ordem do dia; III - orientar a distribuição de trabalhos e processos entre os membros do colegiado;

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IV - dirigir os trabalhos, conceder a palavra aos membros do colegiado e coordenar os debates e neles intervir para esclarecimentos; V - exercer, no colegiado, o direito de voto e, nos casos de empate, o voto de qualidade; VI - registrar em ata e comunicar as decisões, quando pertinente, ao colegiado de cursos da respectiva área ou aos órgãos de apoio da Instituição. VII - cumprir e fazer cumprir as decisões do colegiado; VIII - exercer a representação do colegiado. Capítulo IV Das sessões Art. 5º - O Colegiado de Curso reunir-se-à por convocação do presidente, com a indicação precisa da matéria a tratar. Art. 6º - As sessões do Colegiado de Curso serão instaladas e só funcionarão com a presença da maioria absoluta dos membros, que é o número legal para deliberação e votação. Parágrafo único – Com a presença do número legal dos membros da banca e declarada aberta a sessão, proceder-se-á a discussão e votação da ata da sessão anterior, após passar-seá à expediente ordem do dia e às comunicações. Art. 7º - A convocação para as sessões será feita com a assinatura do presidente por circular ou por correio eletrônico, com o recebimento acusado, que contenha a pauta da sessão e a ata da última sessão, com a antecedência mínima de 48 horas. Capítulo V Dos atos do colegiado Art. 8º - As decisões do Colegiado de Curso tomarão forma de parecer. Art. 9º - As decisões do colegiado, sob a forma de parecer, serão assinadas pelo presidente. Art. 10 - Das decisões do Colegiado de Curso cabe recurso ao Conselho da Área respectiva, ressalvados os casos de estrita arguição de ilegalidade, que podem ser encaminhadas ao Conselho Universitário.

Capítulo VI Das disposições gerais Art. 11 - Os casos omissos serão resolvidos pelo colegiado sob a forma de parecer interno. Art. 12 - o presente regulamento poderá ser reformado, total ou parcialmente, pelo voto favorável da maioria absoluta dos membros do colegiado.

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Anexo 4 - Normas que disciplinam o registro de atividades curriculares complementares Resolução n. 27/2007, de 30 de agosto de 2007, do Conselho Universitário Dispõe sobre o registro de atividades curriculares complementares nos cursos de graduação Art. 1º - Os currículos plenos dos cursos de graduação são constituídos por disciplinas obrigatórias e por atividades curriculares complementares. Art. 2º - As atividades curriculares complementares objetivam oferecer espaço, na dinâmica curricular, a conteúdos disciplinares; temas do cotidiano; atividades teórico-práticas, ligadas à atualidade e geradas pelo avanço do conhecimento em estudo, que não tenham sido contempladas no currículo do curso. Art. 3º - As atividades curriculares complementares são mecanismos que concorrem para assegurar a atualização permanente e a flexibilidade curricular, preconizadas pelas diretrizes curriculares para os cursos de graduação. Art. 4º - A carga horária destinada às atividades curriculares complementares é definida no projeto pedagógico de cada curso, observado o disposto nas diretrizes curriculares nacionais. Parágrafo único - A total integralização da carga horária das atividades curriculares complementares é requisito para a colação de grau e obtenção do diploma. Art. 5º - As atividades curriculares complementares abrangem as atividades correspondentes à participação em cursos, congressos, seminários, palestras, jornadas, conferências, simpósios, viagens de estudo, encontros, estágios não obrigatórios, projetos de pesquisa ou de extensão, atividades científicas, artísticas, culturais, de integração ou qualificação profissional, monitoria, tutoria, publicação e apresentação de trabalhos acadêmicos ou outras atividades definidas pelos colegiados dos cursos. Parágrafo único - Consideradas as especificidades de cada curso, compete ao Colegiado definir a carga horária a ser atribuída a cada modalidade de atividade curricular complementar. Art. 6º - A atribuição de carga horária, para as atividades referidas no caput do art. 5º desta resolução, deve ser solicitada pelo estudante por meio eletrônico e mediante o pagamento de taxa, no prazo estabelecido no calendário acadêmico. § 1º - Compete ao Colegiado estabelecer critérios para determinar o número de créditos a serem atribuídos às atividades curriculares complementares. § 2º - Compete à coordenação do curso analisar as atividades requeridas pelo estudante e, se for o caso, validar o registro. § 3º - Poderá ser requerida atribuição de carga horária para atividades realizadas pelo estudante a partir do semestre de ingresso no respectivo curso no Centro Universitário Franciscano. Art. 7º - As atividades curriculares complementares não serão aproveitadas para a concessão de dispensa de disciplinas obrigatórias do currículo de vinculação do estudante. Art. 8º - Os casos omissos são resolvidos pela Pró-Reitoria de Graduação. Art. 9º - Esta resolução entra em vigor nesta data, revogada a resolução n. 6/03, de 4 de setembro de 2003 e as demais disposições em contrário.

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Tabela demonstrativa de atividades válidas como Atividade Curricular Complementar O aluno cumprirá um total de 425 horas-aula de Atividade Curricular Complementar, no mínimo, com três dessas atividades. As atividades curriculares complementares podem ser: - cursos em áreas afins (até 40h por certificado) - cursos de aperfeiçoamento em áreas correlatas (até 40h por certificado) - visitas de estudos a empresas (5h por turno) - participação em congressos (conforme certificado) - participação em seminários (conforme certificado) - participação em jornadas (conforme certificado) - participação em palestras (conforme certificado)) - participação em empresas juniores e núcleos de pesquisa, extensão e associações (até 68h por certificado) - participação em colegiado do curso (até 5h por certificado) - monitorias (até 20h por certificado) - participação de Programa de Aprimoramento Discente (60h por certificado) - participação de Tutoria (60 horas por certificado) - projetos de iniciação científica (PROBIC) (até 60h por certificado) - projetos de extensão (PROEX) (até 60h por certificado) - Estágios extracurriculares (até 30h por certificado, com limite de 03 certificados) - disciplinas cursadas em cursos de graduação em áreas afins (conforme carga horária da disciplina) - apresentação de trabalhos em eventos (até 20h por certificado) - participação em bancas de TFGII e Estágio Supervisionado (1 h por banca, com limite de até 20 bancas) - Cursos de língua estrangeira – até 20 horas por semestre cursado - Trabalhos Voluntários – até 20 horas por certificado - Intercâmbios – até 50 horas por certificado - Organização de eventos – até 20 horas por certificado

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Anexo 5 - Normas que disciplinam o trabalho final de graduação Resolução n. 28/2007, de 30 de agosto de 2007, do Conselho Universitário Dispõe sobre as normas para elaboração, desenvolvimento e apresentação do trabalho final de graduação Art. 1º - A elaboração, desenvolvimento e apresentação de um trabalho final de graduação constitui exigência para a integralização curricular, colação de grau e obtenção do diploma em todos os cursos de graduação. Art. 2º - O trabalho final de graduação constituiu-se num trabalho acadêmico, baseado na análise de um problema específico e elaborado de acordo com as normas do método científico. Parágrafo único - O tema do trabalho final de graduação é de livre escolha do estudante, desde que observada a proximidade temática com as linhas de pesquisa, de extensão ou com as possibilidades do corpo de orientadores do curso. Art. 3º - O trabalho final de graduação tem por objetivo estimular o desenvolvimento da iniciação científica, avaliar os conhecimentos teóricos e técnicos essenciais às condições de qualificação do estudante, para o seu acesso ao exercício profissional. Art. 4º - Para a matrícula, na disciplina Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final de Graduação II, o estudante deverá ter sido aprovado nas disciplinas até o semestre anterior ao da oferta das referidas disciplinas. Art. 5º - A orientação das atividades acadêmicas, desenvolvidas no âmbito do trabalho final de graduação, será realizada por um professor especialmente designado para tal fim. § 1º - Pode orientar o desenvolvimento de trabalho final de graduação o professor que tiver aprovação, concedida pelo Colegiado do curso, para integrar o corpo de orientadores do respectivo curso. § 2º - Compete à coordenação do curso encaminhar ao Colegiado, por meio de processo formal, a solicitação de definição do corpo de orientadores, com as respectivas temáticas. § 3º - Constituem critérios para composição do corpo de orientadores a produção acadêmica, o desempenho de atividade profissional e ética na produção técnico-científica. § 4º - As coordenações dos cursos têm o prazo de sessenta dias, a contar da publicação desta resolução para definir, publicar e promover ampla divulgação, junto aos estudantes, da composição do corpo de orientadores e das respectivas temáticas. Art. 6º - Cada professor poderá orientar, concomitantemente, até dez estudantes, contadas as diferentes orientações acadêmicas. Parágrafo único - Para a orientação das atividades acadêmicas desenvolvidas no âmbito do trabalho final de graduação, cada professor tem encargo de uma hora semanal por orientando. Art. 7º - A substituição de orientador pode ocorrer, desde que solicitada pelo estudante, por meio de requerimento fundamentado e deve passar pela aprovação do Colegiado do curso. Art. 8º - Na disciplina de Trabalho Final de Graduação I, verifica-se o rendimento acadêmico por meio da avaliação do projeto de estudo correspondente e de outras atividades previstas no plano de ensino da disciplina. § 1º - A avaliação do projeto de estudo fica a cargo do professor responsável pela disciplina, ou do professor orientador, que poderá observar critérios de avaliação definidos pelo Colegiado do curso. § 2º - Devido às características próprias da disciplina Trabalho Final de Graduação I, a prestação de exame final não faz parte do processo de avaliação.

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§ 3º - O estudante cujo desempenho não atingir média 7,0, deverá reelaborar o trabalho, no semestre em curso, no prazo a ser definido pelo Colegiado, em parte ou em sua totalidade, conforme atividades previstas no plano de ensino da disciplina. § 4º - O estudante que não cumprir o prazo concedido para a reelaboração do trabalho final de graduação ou que, após reelaborar as atividades previstas no plano de ensino da disciplina, não atingir média final igual ou superior a 5,0, será considerado reprovado. Art. 9º - No início do semestre letivo correspondente à oferta da disciplina Trabalho Final de Graduação II, a coordenação do curso, ou o órgão por ela designado, deve entregar a cada professor orientador uma cópia do projeto de estudo dos matriculados na disciplina sob sua orientação. § 1º - O estudante entregará a primeira versão do trabalho final de graduação ao seu professor-orientador até cinco semanas antes do prazo fixado no calendário acadêmico para término do período de aulas do semestre. § 2º - O professor-orientador tem o prazo de uma semana para avaliar a primeira versão do trabalho final de graduação, fazer observações e sugestões, quando for o caso, para a melhoria da versão definitiva. § 3º - O texto do trabalho final de graduação para avaliação da banca deve ser entregue pelo professor-orientador, à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, até uma semana antes do prazo fixado no calendário escolar para o término do período de aulas do semestre. § 4º - O texto final deve ser acompanhado do formulário de solicitação de constituição de banca examinadora, subscrito pelo professor-orientador. § 5º - Após a avaliação e aprovação da banca, a versão final do trabalho, observadas as normas da ABNT, deve ser entregue à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, em duas vias: uma impressa, sob a forma de monografia ou de artigo publicável, e outra em arquivo eletrônico, em formato PDF, gravado em mídia digital. Art. 10º - A verificação do rendimento acadêmico do estudante matriculado na disciplina Trabalho Final de Graduação II é realizada por uma banca examinadora constituída pelo orientador, como seu presidente, e por mais dois professores por ele sugeridos e designados pela coordenação do curso, ou pelo órgão por ela delegado. § 1º - A indicação e a designação dos integrantes das bancas examinadoras levarão em conta, preferentemente, a vinculação dos examinadores à temática do trabalho final de graduação a ser avaliado. § 2º - É facultada participação de avaliadores de outras instituições, desde que não implique em encargos financeiros. Art. 11º - O Colegiado do curso pode optar em definir, como forma de avaliação do trabalho final de graduação, a sustentação oral do trabalho desenvolvido ou pareceres individuais, por escrito, da banca examinadora. § 1º - Em caso de defesa oral, o tempo de apresentação poderá ser de até trinta minutos, prorrogáveis, a critério da banca examinadora. § 2º - Cada membro da banca examinadora terá o tempo de até trinta minutos para a arguição do trabalho apresentado. Art. 12º - O trabalho final de graduação será considerado aprovado se, pela média aritmética das três notas atribuídas pelos integrantes da banca, o resultado for igual ou superior a 7,0, cumpridos ainda os requisitos de frequência mínima à programação feita na disciplina. § 1º - A coordenação do curso, ou o órgão por ela designado, com a aprovação do respectivo colegiado, pode estabelecer critérios de avaliação a serem observados pela banca examinadora. § 2º - Devido às características próprias da disciplina Trabalho Final de Graduação II, a prestação de exame final não faz parte do processo de avaliação. § 3º - Após o parecer da banca, o estudante cujo desempenho não atingir média 7,0 deverá, no semestre em curso, replanejar e reexecutar, em parte ou em sua totalidade, as atividades previstas no projeto de trabalho.

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§ 4º - Cabe à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, definir o prazo e a forma para a reapresentação do trabalho, que será avaliado pelos mesmos integrantes da banca designada para a primeira avaliação. § 5º - O prazo, a ser definido pela coordenação do curso, observará as datas de encerramento do semestre letivo dispostas no calendário acadêmico. § 6º - O estudante que, após replanejar e reexecutar as atividades previstas no projeto de trabalho, não atingir média final igual ou superior a 5,0 será considerado reprovado. Art. 13º - Em caso de plágio, desde que comprovado, o estudante estará sujeito ao regime disciplinar previsto no Regimento Geral. Parágrafo único - Constitui plágio o ato de assinar, reproduzir ou apresentar, como de autoria própria, partes ou a totalidade de obra intelectual de qualquer natureza (texto, música, pictórica, fotografia, audiovisual ou outra) de outrem, sem referir os créditos para o autor. Art. 14º - O horário da orientação, nas disciplinas de Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final de Graduação II, não pode coincidir com o horário das demais disciplinas em que o estudante está matriculado. § 1º - Cabe ao orientador e ao estudante, de comum acordo, definirem os horários destinados para orientação e desenvolvimento das atividades previstas no plano de ensino da disciplina. § 2º - Cabe à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, estabelecer critérios e formas de acompanhamento ou registro da frequência e das atividades desenvolvidas na disciplina. Art. 15º - Os direitos e deveres dos estudantes matriculados nas disciplinas de Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final de Graduação II, são os mesmos estabelecidos para as demais disciplinas, ressalvadas as disposições da presente normativa. Art. 16º - Os casos omissos são resolvidos pelo colegiado do curso, cabendo recurso aos colegiados superiores. Art. 17º - Esta resolução entra em vigor nesta data, revogada a resolução n. 3/01-Consar, de 29/03/2001, e as demais disposições em contrário.

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Anexo 6 - Regimento do Núcleo Docente Estruturante (NDE) Art. 1º - O Núcleo Docente Estruturante de cada Curso de Graduação é responsável pela elaboração, implementação, avaliação e desenvolvimento do respectivo Projeto Pedagógico. Art. 2º - O Núcleo Docente Estruturante será composto por docentes indicados pelo Colegiado do Curso, sendo constituído de no mínimo cinco professores pertencentes ao corpo docente do curso, tendo o Coordenador do Curso como Presidente. Art. 3º - Os membros do Núcleo Docente Estruturante indicados pelo Colegiado do Curso serão nomeados por portaria da Reitora para um mandato de 2 (dois) anos, podendo haver recondução. Art. 4º - O Núcleo Docente Estruturante deve atender aos seguintes critérios: I. possuir experiência docente na Instituição, ter liderança acadêmica evidenciada pela produção de conhecimento na área, no âmbito do ensino e atuar no desenvolvimento do curso; II. ter, pelo menos, 60% de seus membros com titulação acadêmica obtida em programas de Pós-graduação Stricto Sensu; III. ter, pelo menos, 80% do total de membros com o título de doutor para o curso de Direito e 60% para os demais cursos; IV. ter todos os membros em regime de tempo parcial ou integral, sendo, pelo menos, 20% em tempo integral. Art. 5º - O Núcleo Docente Estruturante, de caráter consultivo, propositivo e executivo em matéria acadêmica relacionada ao curso, tem as seguintes atribuições: I. assessorar a Coordenação do Curso e o respectivo Colegiado no processo de concepção, atualização e consolidação do Projeto Pedagógico; II. estabelecer a concepção e o perfil profissional do egresso do curso; III. avaliar e atualizar o Projeto Pedagógico do Curso; IV. responsabilizar-se pela atualização curricular, submetendo-a à aprovação do Colegiado de Curso, sempre que necessário; V. responsabilizar-se pela avaliação do curso, análise e divulgação dos resultados em consonância com os critérios definidos pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) e pelo Colegiado do Curso; VI. analisar, avaliar e propor a atualização dos programas de ensino das disciplinas e sua articulação com o Projeto Pedagógico do Curso; VII. propor iniciativas para a inovação do ensino; VIII. zelar pela integração curricular interdisciplinar das diferentes atividades do currículo; IX. definir e acompanhar a implementação das linhas de pesquisa e de extensão; X. acompanhar a adequação e a qualidade dos trabalhos finais de graduação e do estágio curricular supervisionado; XI. zelar pelo cumprimento das diretrizes institucionais para o ensino de graduação e das diretrizes curriculares nacionais do curso. Parágrafo único - As proposições do Núcleo Docente Estruturante serão submetidas à apreciação e deliberação do Colegiado do Curso. Art. 6º - O Núcleo Docente Estruturante reunir-se-á por convocação de iniciativa de seu presidente ou pela maioria de seus membros. Art. 7º - No prazo de 60 dias, a partir da data de aprovação da presente Resolução pelo Conselho Universitário, o Núcleo Docente Estruturante de todos os Cursos de Graduação deverá estar implementado. Art. 8º - Os casos omissos serão resolvidos em primeira instância pela Pró-reitoria de Graduação e em segunda instância pela Câmara de Ensino de Graduação.

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Anexo 7 - Projeto de autoavaliação 1) Apresentação O projeto de autoavaliação do curso de Administração apresenta uma proposta de sistematização do processo de avaliação de desempenho do curso, para promover um acompanhamento permanente das atividades de ordem administrativa ou didáticopedagógica. Por meio do projeto de autovaliação, o curso terá condições de tomar medidas preventivas e, se necessário, corretivas, para o seu bom funcionamento. Nesse sentido, a seguir é apresentada a concepção do processo de autoavaliação, sua justificativa, principais objetivos, metodologia sugerida e cronograma de atividades de avaliação proposto. 2) Concepção A autoavaliação do curso se apresenta como um processo que possibilita conhecer as potencialidades e as fragilidades do curso, com o objetivo de buscar permanentemente a sua qualidade. A avaliação é um processo necessário não só para reconhecer limites e identificar potencialidades, como também para identificar a posição do curso no contexto da instituição, para auxiliar nas decisões acadêmico-administrativas. 3) Justificativa Em sentido amplo, pode-se dizer que a implementação de procedimentos de autoavaliação permitirá obter informações para melhor gerir o processo de ensino-aprendizagem e funcionamento do curso, além de analisar a responsabilidade e a preocupação com aperfeiçoamento dos envolvidos, na prática administrativo-pedadógica. É relevante para o curso de Administração criar mecanismos de autoavaliação, pois proporcionam, de forma sistemática, uma abertura para os diversos agentes exporem suas avaliações sobre o andamento das atividades desempenhadas no âmbito do curso, a fim de criar transparência e envolvimento das partes. A adoção de práticas de autoavaliação também se faz importante, porque se espera obter um maior comprometimento dos envolvidos com relação ao alcance dos objetivos e metas, uma vez que todos participam do processo, ora a avaliar, ora a serem avaliados. Dessa forma, é gerada uma cumplicidade mútua e infunde-se nos participantes práticas alinhadas com objetivos do curso como um todo. A autoavaliação pode possibilitar, ainda, ter um diagnóstico mais preciso sobre o desempenho do curso, subsidia o processo de tomada de decisão ao permitir planejar, com clareza e precisão, ações voltadas para sua melhoria. Assim, os resultados da autoavaliação têm grande valor para o processo de planejamento do curso. 4) Objetivos Objetivam-se os seguintes critério com o sistema de autoavaliação no curso de Administração: - realizar um acompanhamento do processo administrativo e didático-pedagógico; - verificar os resultados alcançados nas atividades desenvolvidas no curso; - identificar problemas que interferem no desempenho do curso; - fornecer feedback sobre o desempenho do curso, para obter subsídios e estabelecer novas ações, com vistas à melhoria dos resultados do curso; - promover ações que eliminem as dificuldades no desenvolvimento das atividades pedagógicas e administrativas; - identificar potencialidades e carências do curso.

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5) Metodologia A seguir estão apresentados os aspectos metodológicos com relação ao processo de autoavaliação, no que se refere aos instrumentos e procedimentos de coleta de dados. Os instrumentos a serem utilizados no processo de autoavaliação são: questionários, entrevistas com estudantes e professores, depoimentos de professores, estudantes e equipe técnico-administrativa e reuniões conjuntas. Procedimentos de coleta de dados: Para utilização dos instrumentos de coleta de dados já citados, serão realizados os seguintes procedimentos: a) Questionários aplicados à: - estudantes do curso para avaliação do desempenho dos professores em sala de aula; - estudantes concluintes de estágios e TFG’s, a fim de avaliar a atuação dos professores como orientadores; - estudantes formandos para avaliação geral do curso e da Instituição; - empresas que recebem estagiários do curso, para avaliação do desempenho do estudante como estagiário e do curso como gestor dos estágios; b) Entrevistas não estruturadas: serão realizadas por meio de diálogos com estudantes, professores e técnicos administrativos. Sabe-se que o diálogo, embora não se caracterize como um processo estruturado de entrevistas, é uma fonte importante de informações em qualquer âmbito gerencial e não pode ser desprezado como instrumento auxiliar, na busca de subsídios que reforcem o processo de avaliação. c) Depoimentos de professores em reuniões para a avaliação conjunta de pontos específicos, que envolvem os três principais segmentos: corpo docente, discente e técnico-administrativo. d) Reuniões com professores para avaliação do curso: serão reunidos os professores das disciplinas por semestre, para, em conjunto, avaliarem cada semestre do curso, com o objetivo de que todos conheçam a visão de cada colega sobre a mesma turma. Nessas reuniões também são utilizados instrumentos de coleta de dados, elaborados especialmente para este fim, com vistas a obter informações sobre os seguintes itens: consulta à bibliografia, realização trabalhos, solução de dúvidas em sala de aula, frequência às aulas, pontualidade, respeito ao professor e aos colegas, interesse, motivação, relação teoria versus prática. e) Reuniões pedagógicas do curso, com todos os professores, com o propósito de realizar o acompanhamento e monitoramento das atividades desenvolvidas durante o semestre, bem como propiciar correções que se façam necessárias no decorrer do ano. Nessas reuniões serão analisados os resultados do Enade e de avaliações externas. Para constatar evidências do desempenho do curso nas dimensões estabelecidas pelo Sinaes, as ações de autoavaliação estarão centradas nos seguintes indicadores: - articulação da gestão do curso com a gestão institucional; - implementação das políticas institucionais constantes no PPI e no PDI no âmbito do curso; - coerência do currículo com os objetivos do curso e com as diretrizes curriculares nacionais; - adequação da metodologia de ensino à concepção do curso; - inter-relação das unidades de estudo na concepção e execução do currículo; - coerência dos recursos materiais específicos dos cursos com a proposta curricular; - estratégias de flexibilização curricular; - avaliação dos processos de ensino e aprendizagem com a concepção do curso; - articulação da autoavaliação do curso com a autoavaliação institucional; - implementação das políticas de capacitação no âmbito do curso.

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Projeto Pedagógico Administração  

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