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Grupo Dimed inaugura sede em

Eldorado do Sul Eldorado do Sul - RS - Ano XI - Edição nº 141

- Maio / 2014 - Primeira Quinzena Com negociações realizadas em 2011 junto ao IRGA, através do Gabinete do prefeito Ernani Gonçalves (foto abaixo), como o apoio do Secretário do Planejamento Fábio Leal e da Fazenda Ricardo Alves (foto abaixo à direita), foi possível adquirir os oitenta e quatro hectares destinados ao Distrito Industrial de Eldorado do Sul praticamente a preço de lavoura de arroz, ou seja, R$ 22 mil o hectare. As negociações foram acompanhadas pelo então Secretário Estadual do Gabinete dos prefeitos, Afonso Mota, que conseguiu aprovar na Assembléia em menos de um ano a aquisição da área pelo município. A área foi adquirida pelo município com recursos oriundos dos impostos, R$ 1.680 mil. Somente a avaliação da área hoje da Dimed está em 5 milhões de reais (5 hectares) ainda sobram para o município quase oitenta hectares. Ou seja, a área somente com o investimento da Dimed já se pagou. Segundo o vereador Arquiteto Fábio Leal este é sem dúvida, considerado o melhor negócio para a cidade até hoje. Ainda segundo Fábio, este é um momento muito importante não só para o município de Eldorado do Sul, como também para toda a região.

O governador Tarso Genro fala da importância do novo empreendimento não só para o município de Eldorado do Sul, como também como toda a região.

A vinda da Ambev e a chegada da Dimed/Panvel em Eldorado do Sul, o início das obras da Foton Caminhões e a duplicação da CMPC Celulose em Guaíba, aliados à duplicação da BR 290 entre Eldorado do Sul e Pantano Grande e a construção da segunda Ponte do Guaíba marcam sem dúvida nenhuma o início e um período de grande desenvolvimento para a região.

A câmara de vereadores também foi fundamental neste processo, quando aprovou em tempo recorde, a doação da área para a Dimed, o que viabilizou a instalação do Centro de Distribuição no município e consequentemente, também a futura vinda de novos investimentos, como o laboratório que já está se instalando junto a Dimed, finaliza Fábio Leal (abaixo à direita).

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Aqui tem eco A degradação da imagem Assim como muitas pessoas, por não possuírem atributos e qualificações necessárias para assumir determinadas funções, cargos ou atividades e com isso, movidos pela inveja procuram destruir a imagem daqueles que são capacitados, existem também veículos de imprensa, que também movidos por interesses escusos, tentam denegrir a imagem de políticos, partidos e até mesmo de algumas cidades, quando atacam seus governos. Fatos como estes sempre existiram desde a antiguidade. São dezenas de casos conhecidos mundialmente tanto no âmbito familiar, na disputa por reinos e governos, como também nas instituições como escola, igreja e até mesmo empresas. Muitas vezes reputações são destruídas, famílias são desfeitas e vidas são despedaçadas pura e simplesmente por causa da inveja a da busca pelo poder. Em grande parte dos casos, anos depois, descobre-se que os antigos acusados são considerados inocentes. Não sou contra nem a favor deste ou daquele governo, tanto em âmbito municipal, quanto estadual e federal. Apenas sou contra a mentira. Muitas vezes critiquei os governos anteriores, como hoje critico os atuais em casos que estejam em desacordo com o que prometeram bem como quando se mostram ineficientes e inoperantes. Entretanto, penso que as críticas precisam ser fundamentadas. Crítica somente pela crítica, mostra apenas falta de caráter, profissionalismo e competência. Isso pode ser visto claramente quando veículos de comunicação perseguem políticos e governos, simplesmente pelo fato dos mesmos não veicularem em seus programas de rádio e TV.A imagem é algo que nos custa muito para construir, mas que pode ser destruída da noite para o dia. Alguém disse que “uma imagem é tão fraca como a brisa e tão forte como o desejo de um homem”.. A preocupação com as aparências e a imprensa preocupavam o então Presidente Fernando Collor, que, logo no início de seu governo, em conversa com o seu secretário da Administração, João Santana, foi advertido acerca de sua imagem pública. Este disse que o presidente é uma das partes mais visíveis de seu governo, por isso ele deveria tomar cuidado com o que a imprensa publicasse ao seu respeito. Neste processo de (des) construção da imagem, a mídia demonstrou participação, mais uma vez, de seu poder de interferir parcialmente nos rumos da política no Brasil. A grande cobertura conferida pelos principais órgãos da mídia, influenciou, em parte, não só a vitória de Collor nas eleições de 1989, mas também a sua queda.O motivo dessa virada de costas da mídia para Collor foi devido a intenção do presidente e de seu tesoureiro (Paulo César farias) em construir seu próprio império de comunicação, incompatibilizando assim suas relações com a mídia. Os meios de comunicação, não só retrataram a desventura de Collor, como também apressaram o fim de seu governo, pois tinham interesse nisso.Atualmente é possível afirmar que todo o escândalo político é necessariamente, um escândalo políticomidiático, pois sem a mídia, por mais graves que sejam as infrações, ele não existe. A prova disso, foram os inúmeros escândalos nos governos de Lula e FHC, que não foram divulgados na época e os mesmos se mantiveram no poder. Daniel Ribas

Bazar Central Fone: 3481-4818 Aqui tem eco Av. Emancipação, 245 Centro Eldorado do Sul

Restaurante Kolyna Almoço - Pizzas - Lanches Br 290 - Km 143 Parque Eldorado- Eldorado do Sul

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Supermercado Santa Rita Aqui tem o

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Guaíba Country Clube

Banca JK Jornais - Revistas - Bazar

Aqui tem o

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Centro Eldorado do Sul Ao lado do Poko Preço

Arroio dos Ratos

Ponche Verde

Mercado Parque das Acácias JOMARIS Comércio de Alimentos

F: 9693 4071 / 9976 3724 3481 1540 Tele-Taxi 24 horas Bazar - Avon - Natura - Langery

A Paz que excede todo o entendimento Pela falta de informação das pessoas e por a grande maioria delas desconhecer que a dependência química é uma doença, já fui alvo de preconceitos, taxado como drogado e tratado como um marginal. Se não fosse o apoio da família e o desejo de dar a volta por cima e vencer a famigerada doença, talvez não estivesse escrevendo essas palavras. Conheci a droga já com 21 anos de idade. Tarde para os padrões de hoje. Comecei a usar como forma de me sentir aceito e consequentemente inserido em um determinado grupo composto na grande maioria por colegas de trabalho. Logo desenvolvi a dependência, que iria marcar minha vida e consumir 12 longos anos dela, através da escravidão decorrente da mesma. Aos vinte e seis anos de idade, e já com cinco de uso, cansado da busca incessante por prazeres ilusórios e um sentido para a vida, resolvi aceitar que estava doente e deveria buscar ajuda. Internei-me voluntariamente em uma clinica para dependentes químicos que atendia pelo SUS. Foram cinco internações num período de 07 anos, marcados por longos períodos de abstinência, seguidos por diversas situações de recaída. Em fevereiro de 1996, durante a minha última internação, encontrei novamente a palavra de Deus através de um pequeno livro distribuído gratuitamente no hospital. Lembro-me dela como se fosse hoje; “ No mundo tereis aflições, mas tendes bom ânimo; Eu venci o mundo”. Apesar de ter nascido em um lar cristão (católico), ter freqüentado uma escola cristã, o mundo e suas influências me fizeram experimentar as mais diversas crenças, das religiões africanas até orientais como o budismo e o islamismo. Nada conseguia responder meus questionamentos existenciais como: quem sou, de onde vim e para onde vou. Entretanto, a palavra havia me tocado e me dava forças para permanecer sereno. A mudança de cidade foi fator predominante para que eu mantivesse a abstinência. Todavia, os conflitos diários, a busca por realizações e a luta pela sobrevivência eram riscos permanentes para futuras frustrações e possíveis recaídas. Foram mais doze anos de luta. Agora para manter-me tranqüilo e sóbrio, apesar de todas as dificuldades. Foi quando em 2008 busquei novamente a palavra de Deus e através dela tive um encontro com Jesus e o aceitei como meu único, suficiente e eterno salvador. Hoje, com Ele sempre no meu coração, encontrei o verdadeiro sentido da vida e a Paz que excede todo o entendimento; A paz do Senhor Jesus Cristo. Diante disso, como forma de agradecimento por tudo o que Ele fez na minha vida, decidi de alguma maneira ajudar também o próximo. Estou fazendo um curso através da Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (SENAD) para atuar como voluntário em comunidades terapêuticas. Sei que isso não representa nada se comparado a tudo o que Ele fez na minha vida. Mas entendo que este pequeno gesto pode ajudar a resgatar muitas e muitas almas, que hoje andam como eu já andei, em busca de um sentido para a vida. E ao resgatá-las, sei que também encontrarão o verdadeiro caminho, a verdade e a vida e experimentarão a tão sonhada Paz que excede todo o entendimento. A Paz do Senhor Jesus Cristo. Daniel Ribas

BR 290 - Km 142 - Estrada 22 N.46

Jornalista e Acadêmico de Gestão Pública

ECO DO JACUÍ COMPANHIA JORNALÍSTICA LTDA. CNPJ n° 06.894.675/0001-08 INSCRIÇÃO MUNICIPAL n° 4166-1

www www.. jor nalecodojacui .com.br jor nalecodojacui @hotmail.com O Jornal Eco do Jacuí não se responsabiliza por conceitos expressos em artigos assinados.

* Colunistas e colaboradores do Jornal Eco do Jacuí não são remunerados. Av. Roque J. O. Giacomelli, 542 CEP 92990-000 Parque Eldorado Eldorado do Sul/RS Caixa Postal: 263

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Grupo Dimed S/A inaugura

PRB Gaúcho reúne lideranças estaduais em Eldorado e debate propostas de gestão pública

Centro de Distribuição em Eldorado do Sul Com investimentos de R$ 53,7 milhões via Badesul, foi inaugurada na quarta-feira (30), na presença do governador Tarso Genro, secretários de Estado e autoridades municipais, o novo Centro de Distribuição da Dimed S/A do grupo Dimed/Panvel em Eldorado do Sul.

referência em Logística e Medicamentos no Brasil e na América Latina. O Grupo Dimed tem 315 lojas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná e conta com cerca de 5 mil colaboradores e este é sem duvida nenhua um de seus projetos mais ousados, um marco no

O prefeito de Eldorado do Sul, Sérgio Munhoz, disse que a parceria com a Dimed permitiu que se desse início ao novo polo industrial na cidade, que tem mais 20 empresas interessadas em se instalar no local.

O novo centro, no valor total de R$ 90 milhões, tem 26 mil m² e fica às margens da BR-290. Com a sede, o grupo pretende gerar 800 novos postos de trabalho na região. O presidente do grupo, Júlio Ricardo Mottin, disse que a sede é resultado do trabalho de 47 anos e comprovou que é possível empreender. "Temos orgulho em dizer que cumprimos todos os prazos da obra, pronta em 18 meses, resultado de uma negociação com o Badesul, com projeto plenamente aprovado pela Assembleia Legislativa e na Câmara de Vereadores do município em regime de urgência". No local funcionará a nova matriz administrativa, com novo centro logístico, onde foram utilizadas as mais modernas tecnologias de armazenagem e separação, o que confere à nova sede o exemplo e

fortalecimento do Grupo e das três empresas que representa: Panvel (maior rede de farmácias no Sul do País), Dimed (distribuidora de medicamentos) e Lifar (indústria). O empreendimento, com terreno de 60 mil metros quadrados e área construída de 26 mil metros quadrados, está localizado estrategicamente às margens da BR-290, em Eldorado do Sul, importante ligação entre Porto Alegre e o todo o Rio Grande do Sul.

Seu projeto é sustentável em cada detalhe e conta com maior e mais moderno centro de distribuição do setor no Brasil, com tecnologia de ponta e estrutura organizacional totalmente renovada. Integrado à área administrativa, o CD ocupa uma área de 17 mil metros quadrados e tem investimento de quatro milhões de euros em equipamentos Knapp, importados da Áustria, considerados um dos melhores do mundo em questão de tecnologia

No último sábado (3), Eldorado do Sul sediou um importante encontro do Partido Republicano Brasileiro - PRB . Reunidos no Galpão Republicano, espaço temático que também acolhe a sede municipal do PRB de Eldorado do Sul, lideranças do PRB gaúcho, tendo a frente o deputado estadual Carlos Gomes - presidente estadual debateram projetos envolvendo os diversos movimentos setoriais, e também definições da legenda e as estratégias de mobilização partidária para a campanha eleitoral deste ano. Como já de praxe nas suas reuniões, os representantes das coordenadorias setoriais do PRB gaúcho apresentaram o trabalho que desenvolvem nas coordenadorias estaduais, e debateram propostas para o plano de governo nas áreas de educação, esporte, segurança e desenvolvimento social, agricultura, igualdade racial, além de políticas para mulheres e idosos, tanto em âmbito municipal quanto estadual. A ideia é integrar um projeto único a ser defendido tanto no cenário eleitoral como nas ações junto aos poderes Executivo e Legislativo.

“Os nossos braços sociais têm tratado dos grandes temas que interessam à sociedade gaúcha não só ouvindo a comunidade, mas trabalhando com ela e trazendo ao partido os clamores da população a fim de transformar esse conhecimento em uma proposta robusta de administração pública”, observou o deputado Carlos Gomes, presidente do PRB gaúcho.Neste encontro, que também contou com a participação de presidentes de diretórios e vereadores republicanos da região metropolitana, o PRB de Eldorado empossou representantes das suas coordenadorias municipais da Cultura, e do PRB Segurança e Desenvolivmento Social, respectivamente os republicanos Rogério Almeida e Vanderlei Mussoi, sendo que o presidente do PRB Eldorado do Sul - Roque Bakof informou que nos próximos dias ocorrerá a posse nas coordenadorias da Juventude, da Mulher, e no PRB Esporte, sendo que as demais coordenadorias, entre estas da Agricultura e Alimentação, da Igualdada Racial e da Educação, estão sendo estruturadas no municipio.

Rogerio Almeida, Sr. Roque Bakof (Presidente Municipal do PRB - Eldorado do Sul), Deputado Estadual Carlos Gomes (Presidente Estadual-RS do PRB), Claudiomar Souza e Eugenio Meiresse)


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Tratamento para Dependentes químicos. Brasil possui uma rede pequena e precária Cada vez mais, governos e sociedades em todo o mundo concluem que a prioridade é desintoxicar, tratar e auxiliar os dependentes químicos a voltarem ao convívio social.

Entretanto, além das dificuldades de recuperação, especialmente aqueles viciados em crack, o Brasil convive hoje com uma rede de tratamento para dependentes químicos pequena e precária e com profissionais pouco qualificados. Como o vício atinge todos os aspectos da saúde e da vida do dependente, a psiquiatra Alessandra Diehl e seus colegas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) enfatizam que “o paciente apresentará necessidades múltiplas e o tratamento deve ser preparado para oferecer um amplo conjunto de intervenções personalizadas”.

Às dificuldades do tratamento para dependentes químicos em si, intensificadas muitas vezes pela falta de apoio de famílias desarticuladas, soma-se um sistema público de saúde particularmente desaparelhado para tratar a dependência química e as doenças mentais. De acordo com parâmetros da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil oferece 0,34% dos leitos que seriam necessários para sua população. Outro problema detectado é a falta de preparo dos médicos para lidar com o dependente químico. Os médicos, no entanto, acusam a desarticulação do modelo anterior, sem que nada seja oferecido em seu lugar.

A Lei 10.216/01 prevê que o dependente de drogas pode ser internado compulsoriamente, desde que haja determinação da Justiça, a chamada Justiça Terapêutica. Por conta disso, muitos dos cerca de 32 mil leitos disponíveis podem ter essa destinação, sobrando ainda menos vagas para aqueles que buscam a internação voluntária.

A Justiça Terapêutica, que provoca a internação compulsória, por ordem do juiz, já é adotada por vários países inclusive o Brasil. Oferecem alternativas às penas convencionais, propiciam ao acusado a suspensão do processo, desde que ele ingresse no tratamento da dependência química.

Municípios não conseguem estruturar rede de atendimento a dependentes químicos Apesar de os dados demonstrarem uma carência extrema de leitos na rede de atendimento à saúde mental no Brasil, os mecanismos atuais não conseguem fazer com que a rede de atendimento pública se expanda rapidamente. Pelo modelo construído há mais de nove anos pelo Ministério da Saúde, os municípios têm que arcar com todo o custo do planejamento e cumprir diversos passos burocráticos para conseguir a liberação de recursos, considerados insuficientes, para montar a infraestrutura.

Pelo sistema atual, é dos municípios a responsabilidade de criar e gerir a rede de atendimento aos dependentes químicos.

Para suprir essa carência, as comunidades terapêuticas, instituições privadas disseminadas por todo o mundo que oferecem especialmente tratamento para dependentes químicos, estão abrigando a maior parte dos pacientes em tratamento. O problema, nesse caso, é a falta apoio público às entidades que realizam um trabalho em acordo com as mínimas diretrizes e padrões legais.Assim como o Governo Federal, com sua excessiva burocracia, dificulta aos municípios a implementação da rede de atendimento, muitos municípios dificultam também a regularização das comunidades terapêuticas. Para receber apoio

financeiro do governo federal, as prefeituras têm que construir sua rede de saúde mental segundo as regras do Ministério da Saúde Ex: municípios entre 20 e 70 mil habitantes precisa ter Caps I e rede básica com ações de saúde mental.

Para receber e dar apoio aos dependentes que passaram pelo tratamento é necessário que exista também redes de apoio como CRAS (Centro de Referência de Assistência Social, CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social e da ESF (Estratégia de Saúde da Família) Além da falta de uma rede municipal de apoio, as Comunidades Terapêuticas sofrem também com a falta de investimentos por parte de empresas, entidades e associações.No tocante ao tecer das redes, podemos destacar algumas possibilidades que facilitarão o agir das parcerias como: Criação de fóruns intersetoriais permanentes; Mapeamento e organização dos serviços, Produção de materiais informativos; Fomento à participação popular e o controle social; Participação ativa nos Conselhos Municipais como Saúde, CMDCA etc..Colaboração na construção dos diagnósticos comunitários, além de Estudos e pesquisas sobre fenômenos que envolvem o território.

Comunidades Terapêuticas CTs são muitas vezes a única alternativa O jovem Alexandre Teles Lino (23) chegou a Eldorado do Sul em agosto de 2011 com apenas 20 anos de idade e um único propósito. Livrar-se da dependência química, resultado do uso abusivo de drogas ao qual iniciou ainda menino, aos 14 anos de idade. O jovem conta que iniciou usando cocaína “socialmente”, com alguns amigos buscando oprazer momentâneo, a adrenalida experimentada por quem usa e logo se viciou na droga. Por fim já estava usando também a maconha e o crack. Alex pensa que a maior dificuldade para buscar um tratamento para a dependência é a aceitação de que é dependente e de que precisa de ajuda. Conta também que a mior dificuldade que encontrou no período em que esteve internado, foi a saudade da família. “Sempre fui muito apegado a família e sem o apoio dela, certamente eu não teria conseguido largar a droga, enfatiza Alex.” O jovem que morava em Garibaldi quando procurou o tratamento na Comunidade Terapêutica Centro Bom Pastor de Eldorado do Sul conta também que o fator mnais importante para o sucesso de sua abstinência hoje, foi a mudança de cidade. Hoje ele mora em Campestre da Serra.

O Jovem Alex (acima) veio de Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, para se recuperar em Eldorado do Sul.

Alex acredita que o velho conselho: “Evite lugares, pessoas e hábitos” é de suma importância para se manter firme e longe das armadilhas sempre presentes na vida de um ex-dependente. Entretanto o fator fator principal para a recuperação, segundo Alex, é ter uma família bem estruturada. “ A dependencia, de uma certa forma ainda está na gente. Diante de diversas situações difícieis nos deparamos com a vontade de voltar a usar a droga. Mas o apoio da família é fundamental para mantermos a abstinência” “ Eu por exemplo não gosto de ficar sozinho. Atividades de lazer como cinema e caminhadas junto com familiares e amigos ajudam muito para você se manter limpo. Alex terminou seu tratamento em 2012, e desde então faz questão de vir, pelo menos duas vezes por ano, visitar o Centro Bom Pastor e rever as pessoas que o ajudaram na luta contra a dependência química.


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Pós-Graduação em Saúde Animal será ministrada em Eldorado do Sul

Ano XI Edição nº 141 Maio/ 2014 1ª Quinzenaa

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Eldorado do Sul lança Campanha “Cidadão Legal, Cidade Ideal”

Prefeitura de Eldorado do Sul inaugura a Unidade Básica de Saúde (UBS) Bom Retiro

População escolheu as prioridades para Eldorado do Sul

“Como escrever bem em 40 minutos” nas escolas de Arroio dos Ratos

Comitiva de Arroio dos Ratos cobra ações da Secretaria de Segurança Pública

Na última terça (29), a Administração Municipal de Eldorado do Sul, através da Secretaria da Saúde, inaugurou as novas instalações da Unidade Básica de Saúde Bom Retiro. Na presença da comunidade e de diversas autoridades, o Prefeito Sérgio Munhoz e a Secretária da Saúde Liege Ferrari realizaram ato solene. A equipe médica da UBS Bom Retiro atenderá à comunidade em um novo local, o que proporcionará mais qualidade e agilidade nos atendimentos.

Fazem parte da equipe os profissionais: Enfermeira Margo Cardoso, Técnica de Enfermagem Ligia Moraes e com os Médicos Dr. José Pedro Godói Gomes Neto e Dr. Ruan Cardoso Dias Maciel Carmem Lobato. A Secretária Liege destacou a implantação de um novo modelo de gestão nos postos municipais: "Com esta nova UBS, estamos criando melhores condições de trabalho para os profissionais da unidade e um atendimento mais humanizado para os usuários".

Governo do Estado libera R$ 1 milhão para asfaltamento em Arroio dos Ratos O município de Arroio dos Ratos assinou, na quinta-feira (24), um contrato com o Governo do Estado através do Badesul, para a liberação de R$ 1 milhão, destinado a pavimentação asfáltica. A pactuação aconteceu no Palácio Piratini, em Porto Alegre, com a presença do governador Tarso Genro, da prefeita em exercício, Isolda Mena Dutra, juntamente com outras 6 cidades gaúchas.O trabalho iniciado a cerca de um ano, pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Social, resultará na pavimentação da rua James ohnson, que dá acesso ao bairro São Cristóvão, antiga Vila Doze.


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