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N

E

grandes

produções GRAVADAS NA

AMAZÔNIA

críticas do mês CABORÉ

R$ 9,99

O GATO

a história

DOS CINEMAS

de rua de

MANAUS

o fim do AMAZONAS

FILM FESTIVAL?

Entrevista com

SÉRGIO

ANDRADE

Editora

Régia


Nesta Edição Desde que foi solicitado a escolha de um tema para esta edição envolvendo a Amazônia, fiquei surpreso com a falta de interesse pelo cinema local, um assunto que apenas eu demonstrei interesse entre cerca de quarenta pessoas. Não é algo fácil de falar e pouquíssimo discutido pelos amazonenses. O cinema local é repleto de gente de garra, que faz o possível com um orçamento muito baixo, ou, com orçamento nenhum. O que resulta em produções não tão boas quanto o esperado, mas com grande potencial. Trabalhar com cinema na Amazônia é complicado. Estamos “isolados” de muitos recursos, o que dificulta não só a vida de cineastas locais, mas de grandes cineastas que gostariam de retratar a Amazônia em suas produções.

Editora

Régia Presidente do Grupo Régia: Daniel Madson REVISTA CINE GUARANY Edição 100 – Novembro de 2017 Diretor de Redação: Daniel Madson Editora- Chefe: Karla Mazarello Editor de Arte: Daniel Madson Colaboradores: Karla Mazarello, Nilberto Jorge, Bianca Bandeira, Elizabeth Sicsú.

Falaremos sobre a história do cinema de rua em Manaus e um fato interessante a cerca do nome de nossa revista, além de uma entrevista com o renomado cineasta amazonense Sérgio Andrade e críticas a filmes locais e grandes produções gravadas em nossa terrinha! E claro, sobre o destino incerto do Amazonas Film Festival.

Gerente de Marketing e Comercial: Daniel Madson

Para concluir, dedico esta edição para todos aqueles cineastas locais que mesmo sem recursos buscam representar da melhor maneira possível a sua arte e seu imenso talento. A todos eles desejo um futuro glorioso onde finalmente seja possível produzir de maneira satisfatória um material audiovisual de qualidade, representando a maior riqueza que temos em nosso país: a Amazônia.

Rua Santa Amélia, 927. Colônia Oliveira Machado.

Coordenador de Produto: Karla Mazarello Editora Madson

boa leitura !

Manaus – AM. CEP: 69074-070

Impressão: Log & Print – Gráfica e Logística

Distribuição: Who fan – Distribuidora Nacional de Publicações A Revista Cine Guarany é produzida por Editora Régia em parceria com a Editora Madson


Você não vai esperar os SPOILLERS para começar a assistir, né?

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Cinemas de rua

’’ - Rodrigo Castro (cineasta)

Cinemas de rua :

a história dos cinemas que marcaram a história da cidade

’’ Ed Lincoln coleciona imagens de cinemas antigos da capital (Foto: Sérgio Rodrigues/G1 AM)

06 Cine|GUARANY


Cinemas de rua

O CINE GUARANY

7

e o número

Cine|GUARANY 07


Cinemas de rua

Dona Yayá Em 1936, surge o Cine Avenida, que, segundo Ed Lincoln, era considerado "de elite". Lá, o público pôde conhecer uma das figuras mais emblemáticas da capital amazonense: a dona Yayá. "Ele era famoso pela presença constante da dona Yayá e do marido dela, seu Aurélio. Eles ficavam vendo o movimento da bilheteria", lembra. A maquiagem forte e a personalidade da dona Yayá também são lembradas por um frequentador ilustre do Cine Avenida. Integrante do movimento cineclubista de Manaus na década de 1960, o escritor Márcio Souza colocava em prática os ensinamentos cinematográficos como crítico. A função lhe rendeu

passe permanente ao Avenida. "Você ia assistir 'Vidas Secas' e [a dona Yayá] dizia 'meu filho, você vai ver esse filme? Só tem miséria! É terrível!'”, recorda. Após o surgimento do Avenida, Manaus ganhou outro cinema, em 1946. Citado no início desta reportagem, o Cine Eden pertencia a Aníbal Batista e Oscar Ramos Filho. Após um ano, ele foi vendido para a empresa Fontenele. Junto com a empresa A. Bernardino, elas eram os grandes responsáveis pela movimentação das salas de cinema na capital.

A famosa 'Dona Yayá' ajudava a tomar conta do Cine Avenida (Foto: Arquivo/Baú Velho)

Crítica

PUNIDA!

Márcio Souza

08 Cine|GUARANY


Cinemas de rua

E quem

Frequentava?

Assim como a turma de Márcio Souza, outros produtores culturais do Amazonas também viram surgir o interesse pela arte de forma paralela às filas quilométricas dos antigos cinemas de Manaus. É o caso do historiador e artista plástico Otoni Mesquita, que lembra com carinho das sessões que assistia na adolescência, nos anos 1970.

Esse "ritual" citado por Otoni fez com que muitos nomes saltassem da cadeira de espectador para os bastidores da arte cinematográfica, como o cineasta Emerson Medina.

Também cineasta hoje em dia, Rodrigo Castro é outro que lembra com carinho dos cinemas do Centro de Manaus. Para ele, a chegada do fim de semana era esperada com ansiedade, justamente porque significava uma ou mais idas ao cinema. "Era um evento. Não tínhamos muitas opções de diversão em Manaus. A sexta-feira ou o sábado era a certeza que eu ia me divertir no cinema - e isso engloba o dia que era [dedicado] para aquilo. Eu e meu pai acordávamos no sábado animados para limpar a casa. Às 12h a gente já almoçava, tomava banho, se arrumava para pegar um ônibus ou ir a pé para o cinema. Eu cansei de tirar sábados e ver dois, três filmes com o meu pai", conta.

de rua em Manaus

1897 Primeira sessão de cinema em Manaus, no Teatro Amazonas.

1942 ‘... E O Vento Levou’ ganhou exibição no Polytheama, três anos após a estreia mundial.

1983 Estreia ‘ET’, um dos filmes de maior público das salas do Centro.

Fonte: G1 Amazonas

"O cinema era o principal lazer. Assim como a música, era outro momento. Os usuários de cinema eram pessoas que iam para entrar no ritual, onde a cortina se abria com as luzes e a música. Havia uma compenetração, diferente dos dias de hoje", compara.

"O clima era de um programa de fim de semana. Dependendo do filme, a fila era imensa, dobrava quarteirões. Mas não era bagunçado e não tinha celular para as pessoas ficarem ligando na hora da exibição. Eu peguei uma época de um público bem educado", lembra Medina, que destacou os cines Chaplin e Grande Otelo como os principais da época.

5 momentos dos cinemas

1991 ‘Ghost’ foi sucesso nos cinemas do Centro, com filas quilométricas e mais de 30 semanas em cartaz.

2002 Para Marius Bell, ‘Homem-Aranha’ encerrou a era dos cinemas de rua na capital.

Otoni Mesquita Cine|GUARANY 09


Cinemas de rua

Joaquim Marinho

O agitador

Cultural

10 Cine|GUARANY


Cinemas de rua

Cartazes & criatividade

Cine|GUARANY 11


Cinemas de rua

12 Cine|GUARANY


Cinemas de rua

antes

hoje

Esperanรงa

para o futuro?

Cine|GUARANY 13


O CENÁRIO

PRINCIPAL


O Cenรกrio Principal

TAINร Cine|GUARANY 17


O Cenรกrio Principal

ANACONDA

18 Cine|GUARANY


O Cenรกrio Principal

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O Cenรกrio Principal

AMAZร”NIA de Galvez a Chico Mendes

20 Cine|GUARANY


O Cenรกrio Principal

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O Cenรกrio Principal

DOIS IRMรƒOS

22 Cine|GUARANY


O Cenรกrio Principal

Cine|GUARANY 23


Sérgio Andrade

entrevista com

SÉRGIO

ANDRADE 26 Cine|GUARANY


Sérgio Andrade 2013 e 2014 foram anos muito movimentados para o cineasta amazonense Sérgio Andrade. A Floresta de Jonathas, seu primeiro longa-metragem, teve uma carreira nacional e internacional sem precedentes na história do cinema amazonense, indo para diversos continentes, ganhando elogios de produtores experientes, colocando o cineasta e, consequentemente, o

incomoda de alguma maneira

verde e do qual não consigo tirar

esse assédio?

muita correlação com minhas ideias

SÉRGIO ANDRADE – Não incomoda de forma alguma, eu apenas às vezes entro em conflito com o pouco tempo disponível e temo que as respostas não saiam tão acuradas como eu gostaria. Acho que perdi a conta das entrevistas dadas, sim, e minha memória prega peças comigo às vezes.

de hoje. Foi, no entanto, a primeira porta que se abriu, ali estavam elementos que me acompanham até hoje, da minha estimada equipe e de desbravamentos no ambiente do Cinema, tal como um marco histórico. Um Rio entre Nós avança um pouco mais, mas ainda tem

Amazonas no mapa do cinema

problemas relativos à atuação, erros

brasileiro.

meus e oriundos da maneira como o concebemos, mas que me trazem

Depois de muito tempo fora

CG – Olhando para a sua

de casa, de tantas viagens ao redor

produção atual, com longas

do mundo para promover seu filme,

metragens, produções de grande

Sérgio Andrade finalmente está de

porte, de que maneira você

volta a Manaus, para ficar por aqui

obser va os seus trabalhos

durante um período maior. Mas se

anteriores, como Criminosos e

engana quem pensa que ele vai tirar

Um Rio Entre Nós? Acha que eles

férias. O diretor já está na pré-

apresentam coesão semelhante

produção do seu novo longa, Antes o

aos mais recentes?

tempo não acabava, que começa a ser

SÉRGIO ANDRADE – Esses

fosse possível refilmar esses dois

gravado a partir de novembro, em

dois curtas apresentam uma

curtas hoje em dia eles seriam bem

Manaus.

progressão de técnica, narrativa e

melhores artisticamente, com

Aproveitando sua passagem

linguagem. Criminosos foi um convite

narrativas mais envolventes e cortes

por aqui, conversei com o cineasta

que me inseriu na delícia de dirigir,

mais secos. Teria um cuidado muito

sobre seus filmes do passado, do

da qual não consigo sair mais, foi um

mais especial com a montagem, pois

presente (futuro), além de Ama-

presente do Emerson Medina, que é

aprendemos recursos e apuros

zonas Film Festival, e políticas

o roteirista e não pôde dirigi-lo. Ao

melhores só depois. Já Cachoeira,

públicas para o audiovisual.

Emerson devo cosmicamente a

apesar de um jeito desengonçado, é,

minha carreira. No entanto, o curta

sem sombra de dúvidas, uma joia

apresenta ainda um tatear de

rara para mim, e sua carreira foi

CG – Primeiro de tudo, tem

linguagens e atira às vezes para lados

vitoriosa e potente, até hoje busco

noção de quantas entrevistas

errados na técnica e na narrativa. É

inspiração em coisas que tem ali

você deu entre 2013 e 2014? Te

um primeiro experimento, muito

nesse curta.

também um frescor quase ingênuo, uma instância meio naiive e que aponta uma direção bem mais dentro da estranheza que gosto tanto. Fico feliz de lembrar pois ali estava um pessoal que me acompanha até hoje e que começava a imprimir sua marca com muito profissionalismo. Eu diria que, se

Cine|GUARANY 27


Sérgio Andrade

Foto: Bildkraft

CG – Tendo viajado tantas vezes

identificar seus erros a medida que

limites. É um fluxo constante de

com A Floresta de Jonathas,

você vai acertando, mas sei que

sonho”. E quando fazemos um

consegue dizer quantas vezes já

quem acompanhar meus filmes em

filme detectamos facilmente quando

assistiu ao filme?

sua cronologia talvez se embatuque

o sonho se acentuou também por

SÉRGIO ANDRADE – Perdi a

muito com isso, ora achando que ali

causa de um problema técnico ou de

conta.

estava um amadurecimento ou ora

uma simples experimento de última

que se tinha muito a amadurecer. Pra

hora. A Floresta de Jonathas foi

mim o personagem Jonathas é um

visto, mas acho que não o suficiente

mistério, eu não sei quem ele é, não

ainda, ele vai ser um filme que

sei se é humano até, às vezes acho

envelhecerá com um bucolismo

que isso foi um erro, mas percebo

estético.

SÉRGIO ANDRADE – Sim, já me

então que está nessa minha sina em

CINE SET – Para quantos

peguei pensando em muitas coisas

transitar num mundo de sonhos

festivais, exatamente A Floresta

que teria feito diferente, eu não sei se

estranhos. Orson Welles dizia que

foi? Se pudesse destacar o mais

cinema deve ser um aprendizado a

“O cinema não tem fronteiras nem

importante, qual seria? Por quê?

CG – Depois de ver o filme tantas vezes, mudaria algo do resultado final, mudou de opinião sobre alguma coisa?

olhos vistos, pois todos vão 28 Cine|GUARANY


Sérgio Andrade

Foto: Bildkraft Cine|GUARANY 29


Sérgio Andrade

Foto: Bildkraft

CG – Na sua opinião, por que A

mas, pelo que entendi, eles trataram

SÉRGIO ANDRADE – Na Índia

Floresta despertou tanta

como um filme apátrida. Também

foi muito intenso, pois o público ali

curiosidade dos festivais pelo

percebi que houve uma resposta

é uma loucura, os indianos encaram

mundo? Acha que a temática

positiva a uma espécie de “descons-

cada sessão num festival como uma

amazônica teve papel principal

trução da Amazônia”, onde índios

verdadeira final de campeonato, são

nisso?

andam de skate e fazem orgias na

loucos por cinema, é do sangue

SÉRGIO ANDRADE – Pelo fato

praia. Na Europa, percebi um

deles. Não sei se houve pior

de ter sido filmado na Amazônia,

intenso interesse em como fazer e

aceitação, acho que o filme de um

sim, mas colhi várias reações,

entender um filme “arthouse”, feito

modo geral travou bons diálogos

algumas inclusive diziam que o filme

na floresta.

com diferentes tipos de plateias, por

não parecia brasileiro, o que foi

CG– Onde o filme teve a melhor

mais críticas que fossem. Existem

intrigante, não sei o que significa,

reação do público? E a pior?

plateias que são reconhecidamente

30 Cine|GUARANY


Sérgio Andrade

frias, mas no final os debates

indústrias a reverter 0,1%, que seja,

e com locações únicas, quem não

sempre foram calorosos.

de seu lucro para a cultura ou para o

quer filmar aqui? Por incrível que

CG – Quais são as maiores

audiovisual. Deveria ser fácil passar

pareça é mais fácil gente de fora

dificuldades de se filmar no

o chapéu no Distrito Industrial de

conseguir recursos para filmar aqui.

Amazonas?

Manaus, incluir aquelas empresas na

CG – Recentemente você tem

renúncia fiscal da lei Rouanet, mas

adotado uma postura muito

não é. Nosso ambiente de realização

crítica, nas redes sociais, sobre

audiovisual, por outro lado, é

uma maior participação do

incipiente, falta formação, falta

Estado para o fomento da cultura

incentivo do poder público. A

no Amazonas. O que acha que

Amazônia é o sonho de consumo de

precisa ser feito, a curto e médio

muitos diretores e documentaristas,

prazo?

SÉRGIO ANDRADE – A primeira grande dificuldade é vencer a angústia de realizar audiovisual em um estado que tem um dos maiores parques industriais da América do Sul, mas, no entanto, não existe nenhuma lei que obrigue as

lógico, com um imaginário fabuloso

Cine|GUARANY 31


Sérgio Andrade

Foto: Bildkraft

SÉRGIO ANDRADE – A cultura

das Cirandas e de outros núcleos de

de investimentos e de formação – e

do estado há mais de uma década

apelo folclórico, ainda há certo

no âmbito do cinema, por exemplo,

resolveu priorizar, com muita

desequilíbrio entre o que se produz

essa formação se recente da falta de

qualidade de gestão diga-se, a

de mais genuíno, independente e

uma sala de Cinema de Arte, bem

realização de eventos de grande

autoral em todas as artes e sua

aparelhada e formadora de plateias –

porte e a manutenção correta do

visibilidade, algo que os grandes

e o implemento de mais editais, ou

patrimônio histórico material e

eventos trariam a esses produtos; a

ainda, de uma lei de incentivo

imaterial. Sem dúvidas, há uma forte

capacidade de produção de quem

definitiva. E essas iniciativas

demanda pra isso em nosso capital

faz cultura no Amazonas é incon-

poderiam também acontecer numa

cultural local e o resultado tem sido

testável, mas continuam ainda

parceria entre Prefeitura e Governo.

satisfatório nesse meio, mas cabe

pouco incentivadas.

Também percebo pouco estímulo a

uma reflexão para que haja

O que quero dizer é que o

uma sustentabilidade independente

melhorias no setor da Criação

artista amazonense, fora do âmbito

para a cultura, com produtores

Independente. Observemos que,

do folclórico – ou até não – recebeu,

independentes produzindo suas

excetuando a cultura de Parintins,

ao longo dos anos, pouco incentivo

obras e até eventos também.

32 Cine|GUARANY


Sérgio Andrade

Algumas iniciativas como o

para quem quer trabalhar em sua

quem produz fora do eixão do

Instituto Claudio Santoro (chamei

independência e precisa de recursos,

Sudeste brasileiro, no entanto é

de instituto porque deveria real-

pois mesmo depois de compro-

preciso estar muito atento para

mente ser um instituto, com renda

varmos que conseguimos fazer

dialogar com essa iniciativa, não

sustentável e mais independente)

produtos que sobressaem até no

adianta nada o Governo Federal

são louváveis, mas é muito com-

panorama internacional ainda

querer descentralizar se as esferas

plicada a falta de escolas modernas e

penamos para ter um apoio subs-

estaduais e municipais não

bem aparelhadas de arte. Não cabe a

tancial.

entenderem essa dinâmica. Isso

mim aqui desancar a gestão de

É realmente um mistério.

parece que está finalmente sendo

ninguém, não tenho o menor intuito de contribuir para nenhum movimento de substituição desse ou daquele profissional, na esfera estadual ou municipal, mas deveria ser aprimorada a política cultural

Por outro lado, mais ligado a minha seara, o audiovisual, também os programas e projetos da esfera

resolvido com a virtual adesão do Amazonas ao programa Brasil de Todas As Telas.

federal só agora, nos últimos 5 anos, começaram a estender seu braço de regionalização, com facilidades a Cine|GUARANY 33


Críticas do Mês

Caboré por Pâmela Eurídice

Crítica extraída da Revista ‘Cinéfilo’ (fevereiro - 2017) feita por alunos da UFAM

36 Cine|GUARANY


Críticas do Mês

NOSSA AVALIAÇÃO:

Cine|GUARANY 37


Críticas do Mês

O Gato Longa metragem do amazonense Lucas Simões retrata a Manaus do século XIX. Confira nossa crítica: por Renildo Rodrigues

38 Cine|GUARANY


Críticas do Mês

NOSSA AVALIAÇÃO:

Cine|GUARANY 39


Foto: Brasil à Francesa

O fim do AMAZONAS

film

?

festival Por Glaúcia Chair (EM TEMPO)


Amazonas Film Festival

Cine|GUARANY 43


Foto: UOL Cinema

Amazonas Film Festival

44 Cine|GUARANY


Amazonas Film Festival Foto: EstadĂŁo

Cine|GUARANY 45


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