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Série Trojans MC Livro 05


Envio: Soryu Tradução: Erica R. Revisão Inicial: Eva Bold Revisão Final: Cinthia Uchoa Leitura Final: Anna Azulzinha Formatação: Lola


Daisy quer a melhor amiga de sua irmã, Maria. Ela quer que ele lhe dê uma chance, para provar que ela pode ser tudo o que ele sempre quis. Será que ela poderá lidar com o fato de que ele quer estar no controle de tudo? Maria está cansada de tomar as decisões. Ela anseia por um homem que vai amá-la, protegê-la, e permanecer fiel a ela. Ela sabe que é diferente, mas ela pode ser tudo que Daisy precisa. Tirando

um

tempo

longe

do

clube,

Daisy

uma

oportunidade para ver se Maria pode dar-lhe o que ele quer, mas também para mostrar a ela, que ele é o tipo de homem que ela precisa. Eles são duas almas improváveis que estão destinadas a ficarem juntas. No tempo que passam juntos, o amor floresce mais poderoso do que qualquer um poderia imaginar. No entanto, quando Maria lhe diz a verdade sobre a dor experimentada por sua irmã, sua paz desaba ao seu redor. Como é que ele pode confiar em Maria quando ela manteve o segredo de Beth dele? O que acontecerá quando Daisy for atrás do homem que violou sua irmã? Existe alguma maneira destes dois, sendo tão diferentes, encontrarem o amor?


Cinco anos atrás —Qual é a porra do seu problema? — Perguntou Daisy, olhando para sua namorada. Ela não seria —senhora—, nem queria reclamá-la na frente de seus irmãos. Para ser honesto, não havia nada que ele realmente quisesse com ela, além de uma foda regular longe do clube. —Você escolhe minhas roupas, e você confere meu telefone. Você não me deixa respirar, e espera que eu esteja bem com isso? Daisy sabia que não era como muitos dos caras que andavam com ele. Seus irmãos do clube estavam felizes de viver além de suas mulheres, mas ele sempre foi diferente. Ele gostava de escolher o vestuário das suas mulheres, e descobrir como ela passou o dia, e dar instruções de como ele queria certas coisas. Ser o homem na família, o dominante, deixava-o excitado, porra. Ele não era um homem cruel, e quando pensava em começar uma vida de casado, a mulher teria que aceitar essas necessidades primordiais que estavam dentro dele. —Você é controlador, Daisy. Nós nem mesmo somos exclusivos, e você está exigindo merda.


—Laura, este é quem eu sou. Eu disse que gostava de merda feita de uma certa maneira. —O que você quer é arcaico, e eu não quero isso. Eu quero escolher as minhas próprias roupas, e ter uma vida longe de você. As mulheres deixaram de ser capachos, anos atrás. Nós não necessitamos estar presas no casamento, ou mantidas em casa. Ele não presentearia qualquer mulher com um anel em seu dedo. Não, só sua mulher de verdade teria o seu anel, ela teria o seu colete, e iria reclamá-la na frente de seus irmãos. Laura não era o tipo de mulher que ele queria. —Esse é quem eu sou. —Então vá em frente e encontre uma mulher burra o suficiente para dar-lhe o que quiser. Isso é arcaico e fodido. Você é um grande fodido, Daisy, não é o que eu quero, e eu duvido que qualquer mulher vai querer isso. Ele observou enquanto Laura saía do seu quarto, e sua porta bateu. —Uau, que merda—, Knuckles disse entrando no quarto. —Que porra você ainda está fazendo aqui? —Então, você é o dono da casa? — Knuckles olhou ao redor do quarto. —O quê? — Daisy passou a mão pelo rosto, tentando limpar a névoa que tinha caído sobre seu cérebro. Ele não estava no melhor dos humores agora. Laura tinha gritado sua


merda para um de seus irmãos ouvir, e agora ele estava chateado, muito chateado. —Você sabe, o mestre de seu castelo, é o único no controle. De certa forma você é como um homem dos anos 1950 ou dominante. É interessante. —Eu não tenho a porra de ideia do que você falando. —Claro que você não tem. — Knuckles deu-lhe um olhar aguçado. —Isso não é errado, ou doente. —De acordo com Laura, eu sou fodido. — Daisy já tinha ouvido muitas reclamações de Laura, ao lembrar sobre sua vida com ela, ele não podia sequer lembrar por que tentou fazer algo mais com essa relação. —Isso não é fodido. Eu ouvi falar de homens que gostam disso. —Você está tentando me fazer sentir melhor? — Perguntou Daisy. —Não. Eu estou falando a verdade. Nós podemos ajudar quem nós gostamos. Eu diria que você era fodido se você saísse batendo em mulheres até a morte, e que sua cabeça estava fora de si. Você não está. Você gosta de controlar, de estar no comando. Entendi. —Você é igual a mim? — Perguntou Daisy. Knuckles sorriu. —Pense mais sobre correntes, chicotes, dominação, submissão, e você estará no caminho certo.


—Eu não preciso de chicotes ou correntes para me manter satisfeito. —Isso é onde nós somos diferentes. Você vai encontrar uma mulher para você, e eu vou encontrar uma mulher para mim. Até então, nós estaremos bem em foder toda boceta gratuita do clube. Daisy nunca teria outra namorada novamente, e usaria as bocetas do clube para se aliviar.


Dias de hoje —Que porra você está falando? — Perguntou Duke, olhando para ele do outro lado da mesa. Daisy tinha pensado sobre isso na semana passada, uma vez que ele já tinha falado com Maria. Ele a manteve no comprimento do braço, e nem sequer teve tempo para conversar com ela sobre qualquer coisa. Tudo o que ele tinha feito foi ignorá-la, sendo um bastardo total e completo, fodia outras mulheres, embora fosse seu rosto que via todas as noites. Ela o pegou de surpresa, praticamente desafiando-o a levá-la.

Porra,

suas

palavras

sobre

ser

querida,

ser

consumida, e até um pouco dominada. Ok, não era — correntes, chicotes e calças de couro com ela o chamando de —Senhor—, mas era um outro tipo de dominação. Ela o queria sendo o mestre dela, para amar e para guiá-la. Ele não foi capaz de resistir a testar-lhe, apenas um pouco. Testaria nessa semana, para ver se ela iria seguir o que ele queria, ele tinha entrado em seu quarto no início da manhã, e passou por seu guarda-roupa, escolhendo seu


vestuário. Daisy tinha dito que era para ela usar apenas o que ele tinha escolhido. Não tinha como, ele sobreviver a observando sem um sutiã, com seus grandes seios saltando livremente. Ele a fez usar um sutiã e um vestido de verão, sem calcinha. Quando ela estava inclinando-se sobre a mesa de bilhar no primeiro dia, ele passou a mão por dentro do vestido dela, para ver se ela estava seguindo a instrução simples. Ela estava. Ela estava nua ao toque, e assim porra perfeita, ela causou dor em seu pau. Maria não tinha lutado com ele, e agora era hora dele enfrentar a realidade do que ele queria. Ela deu-lhe uma chance, e ele não a estaria perdendo. —Eu preciso levar Maria para longe nas próximas semanas, talvez até um mês. Eu não sei quanto tempo eu vou ficar fora. —De onde diabos veio isso? — Perguntou Duke. —Olha, eu recebi uma oportunidade, e eu não posso deixá-la para trás, nem posso fugir dela. —Isso é vago, porra. —Quando você teve a chance de fazer Holly sua mulher, você tomou-a, sem perguntas. Eu tenho a chance de fazer Maria a minha senhora, e eu não posso perder essa oportunidade. Eu tenho essa chance, e se eu perdê-la, não vai haver qualquer outra pessoa no mundo para mim. Duke se inclinou para trás e olhou para ele. —Maria? A melhor amiga da sua irmã?


—Sim. —O que acontece com Beth? —Eu espero que ela fique protegida no clube, enquanto eu estiver fora. Vou falar com ela. Vou fazer o que você sugeriu que eu fizesse. — Daisy agarrou a parte de trás da cadeira. —Eu quero que você mantenha um olho em Knuckles. Eu não quero ele perto da minha irmã. —Então agora eu tenho que ser uma babá, e manter um dos meus meninos longe de sua irmã? — Perguntou Duke. — Eu tenho trabalho a fazer. Eu não posso ficar com a minha bunda sentada ao redor. —Nós não temos nada de drogas previstas para o próximo mês. Você não precisa de mim diretamente, e você ainda pode entrar em contato comigo. — Daisy bateu na parte de trás da cadeira. —Isso é algo que eu preciso fazer. — Ele pensou em Laura e não podia deixar de se preocupar, mas temia, se ele tomasse o próximo passo com Maria, puta merda, ele estava começando a soar como um maricas. Não iria voltar atrás. Questionava-se o quanto queria isso. Maria tinha vindo a ele, e ele iria testá-la e ver o quão longe ela pode ir. Duke suspirou. —Bem. Eu vou manter um olho em Knuckles, mas não vou separar sua irmã dele, se ela não quiser. Dê-lhe um aviso ou algo assim, mas não comece uma briga. Eu não irei tolerar qualquer merda assim.


—O que você vai fazer quando Matthew quiser entrar para o clube? — Daisy perguntou. Matthew era filho de Duke de um casamento anterior, antes de se casar e reclamar Holly como sua propriedade. Ambos agora tinham um filho, Drake. Isto soava mais complicado do que realmente era. —Ele tem quase dezessete anos—, disse Duke. —Lembro-me do tipo de merda que estava me metendo nessa idade. Duke

levantou-se

movendo

em

direção

à

janela,

ignorando a parte de trás do clube. Daisy sabia o que ele iria encontrar. Holly com Drake, e sua melhor amiga Mary com seu filho, a filha de Pike, Starlight. —Ele está tendo relações sexuais —, disse Duke. —Droga, ele é como seu pai. —Eu o peguei na parte de trás da porra da minha caminhonete. Ele estava perto do clube, e eu estava indo para casa, quando Holly me enviou um texto que Matthew não estava em casa. Eu digo a você, não é uma vista bonita de ver, o seu filho enroscando alguma menina. Fiz ele limpar profundamente a caminhonete, antes de deixar a Holly entrar. Daisy começou a rir. —Aposto que você nunca imaginou ter que ser um empata foda.


—Quando ele fizer dezoito, se quiser, pode iniciar a prospecção para o clube. Holly quer que ele tome algum tempo, e pense sobre o seu futuro. —O que você quer para ele? —Eu quero que ele tenha certeza do que ele quer. Ele é meu filho, meu filho mais velho, e eu o amo. A vida do clube, é difícil, intensa, e perigosa. Vivemos com o perigo a cada dia. Nós já estabelecemos uma vida confortável aqui, mas não significa que nada possa ir mal. Olhe para os Skulls e Chaos Bleeds, para não mencionar os clubes lá fora, que têm sido dizimados. Eu sei que nós não somos imortais. — Duke entrou, olhando para longe de sua mulher do lado de fora da janela. —Eu nunca pensei que eu teria que lidar com esta merda. —Os meninos crescem e viram homens. Matthew, ele será um grande cara. —Você acha que eu deveria deixá-lo entrar? Daisy deu de ombros. —Eu não tenho um filho. Eu apenas sei o que eu queria fazer em sua idade. Eu queria boceta, sem regras, e eu queria ser parte do clube. Ele é um menino correndo para ser um homem, mas ele não é um homem ainda. É preciso acontecer muita merda para torná-lo um homem. Se ele for parecido com você, ele não vai ter qualquer problema. —Obrigado, Daisy, eu aprecio isso.


—Você é um bom Prez. Nós vamos receber Matthew, por seu próprio mérito se ele decidir levar a vida do clube. Você nunca sabe, pode ser ele o que nos falta para dar-nos vantagem. —Até então eu já falei com ele sobre ensacar sua merda. A última coisa que eu preciso é que ele volte para casa com uma menina da sua idade ou mais velha, grávida. Tenho pesadelo só de pensar nisso. Daisy riu. —Eu vou sair amanhã. —Uau, você não vai dar-lhe muito tempo para voltar atrás. —Eu tenho uma chance. Eu vou levá-la. —Se você precisar de nós, dê-nos uma chamada. Acenando com a cabeça, Daisy fez o seu caminho para fora do clube, e fez uma pausa quando viu Knuckles lendo no bar. Ele não podia lembrar de uma época em que ele tinha visto Knuckles com um livro em sua mão. Era uma visão estranha, e ele puxou o celular e deu um clique rápido. —Tenho que manter isso para o álbum. —Foda-se, Daisy. —Onde você conseguiu isso? — Perguntou Daisy. —Sua irmã.


Cerrando os dentes, tomou um assento, mesmo que ele quisesse esmagar o seu punho contra o rosto presunçoso do bastardo. —É bom saber que você vai calar a boca, disse Knuckles. —Eu quero que você fique longe de Beth. —Eu não estou a incomodando. Estou sentado aqui lendo. —Eu estou prestes a sair com Maria e ter uma chance de alguma coisa. Beth, tem alguma coisa acontecendo, e eu não sei o que é. De qualquer maneira, eu não quero você em qualquer lugar perto dela. Knuckles riu. —Isso é mais do que ser o irmão mais velho, certo? —Sim. Eu sei qual é o seu negócio. Eu não o quero perto de Beth. —Você já pensou que sua irmã precisa disso? —Eu vou matar você, se você colocar um dedo em minha irmã, Knuckles. Eu não estou brincando sobre isso. —Entendi. Manterei minhas mãos para mim. Eu vou fazer isso, mas se ela precisar de algo, Daisy, eu não vou afastá-la. Ela está sofrendo, mas ela não está quebrada. Eu não vou fazer nada que possa arriscar seu bem-estar. — Knuckles levantou as mãos em sinal de rendição. —Isso é o melhor que eu posso oferecer-lhe, irmão. Daisy estava dividido entre ficar e ir. Ele queria essa chance com Maria, droga.


—Lembro-me de que falamos há alguns anos atrás, Daisy. Beth é velha o suficiente para fazer suas próprias escolhas, e você não tem escolha a não ser confiar nela, e confiar em mim. —É em você que eu não confio. Onde está minha irmã? —Ela saiu para comprar alguns alimentos e Maria voltou para seu quarto. Essa menina está chateada com você. —Beth? —Não, Maria. Ela nem sequer olhou para você ontem e Beth estava lhe dando o olho torto. Você estragou tudo, mano. Ele tinha ouvido o suficiente. Era hora dele ir caçar o que ele realmente estava procurando.

—O que está acontecendo com você e meu irmão? — Perguntou Beth, andando no quarto atrás dela. Eles tinham acabado de tomar café e Maria não estava interessada em falar sobre Daisy, ou o que estava acontecendo entre eles. Ela própria tinha aberto que ele a tinha humilhado. Ele não a tinha levado a sério, e isso apenas a irritou. —Nada. —Eu sei que você tem uma queda séria por ele, mas na semana passada você fez tudo para evitá-lo. — Beth estendeu a mão, tocando seu braço. —Você pode falar comigo.


—Quando é que você vai dizer a ele o que aconteceu? Beth congelou-se. —Nunca. —Eles merecem pagar pelo que fizeram com você. —Foi apenas um. —Não importa, Beth. Ele não merece estar andando livre ao redor enquanto você está lutando. — Ela amava sua amiga. Se ela não tivesse vindo com Beth neste verão, ela teria passado o tempo, tentando encontrar uma maneira de ferir o homem que feriu sua amiga. —Olha, ele é intocável. Isto não é sobre mim. Eu vou ficar bem, mais do que bem. Eu, estive pensando em ir para a faculdade perto de Vale Vallery em vez de voltar para casa. Será divertido. —Você não está querendo voltar para casa? —Quanto mais eu estou aqui, Maria, mais eu sinto que eu estou em casa. Os Trojans são parte do meu irmão, e eles nunca me fizeram sentir desconfortável. —E quanto a Knuckles? — Maria tinha visto o irmão olhando para Beth. Isto Estava tão extremamente óbvio, para qualquer um que observasse, ele claramente tinha uma coisa por ela. Será que Beth sabia? —Ele é bom, e ele gosta de conversar. —Eu duvido que seja tudo o que ele gosta.


—Eu não estou procurando nada. Knuckles é um cara legal. Ele não é perigoso. Maria riu. —Eu costumava pensar que de nós duas eu era a inocente. —O que você quer dizer? —Todos os homens no clube são perigosos, e você acha que um cara chamado Knuckles, não é? Eles têm nomes de ruas, certo? Knuckles não é seu nome real, mas posso dar um palpite de como ele conseguiu. Beth sacudiu a cabeça. —Eu não quero falar sobre isso. Eu prefiro falar sobre você e meu irmão. —Claro que sim. Nada está acontecendo entre o seu irmão e eu. Alguém bateu à sua porta, e Maria gritou que estava aberto. Daisy abriu a porta. —Eu quero ter uma palavra com você Beth, disse ele. Mesmo que ele a irritasse e perturbava, Maria ficou molhada apenas com a visão dele. Ele não era um homem pequeno. Daisy era grande, assustador, musculoso, e coberto de tatuagem. A maior das tatoos de Daisy estava em suas costas, a que ele tinha começado quando estava bêbado. —Vá—, disse Maria.


Beth deu-lhe um aperto de mão e deixou-a sozinha. Eles deixaram seu quarto, e Maria não queria estar presa nele. Agarrando alguns tênis do canto, ela rapidamente os calçou e saiu de seu quarto. Queria passar que estava tranquila, ela fechou a porta e caminhou em direção à parte principal do clube. —Se esgueirando? — Perguntou Landon. Ele estava passando atrás dela, indo para o banheiro. Durante o verão, ela soube que ele tinha sido um prospecto para o clube até recentemente. Os irmãos finalmente votaram para ele ser um membro do MC. —Não estou me escondendo. —Eu não sei. Na ponta dos pés, em torno de um lado do clube, não é uma boa coisa para qualquer pessoa, homem ou mulher. —Eu vou lá fora para tomar ar fresco. Eu preciso pensar. —Lidere o caminho. Eu estou esperando por Zoe terminar com Raoul, para que possamos voltar para o nosso dormitório. É nosso último semestre, e então eu vou ficar em tempo integral. —Você não quer trabalhar em outro lugar? Talvez ir para alguns estágios? —Não, eu não estou interessado em usar um terno ou uma merda. Duke vai me deixar lidar com alguns dos livros, que é tudo que eu preciso na minha vida. — Landon riu. — Eu nunca vou ser o tipo de cara que pode lidar com um terno.


Maria não achava homens de ternos atraentes. Daisy tinha sempre sido diferente. Sempre que ela o via ao longo dos anos, ele capturava sua atenção, e nada poderia afastá-la. Ela gostava de sua atitude desleixada, juntamente com o fato de que ele era quente. Maria não se sentia sexy, enquanto crescia. Ela era a garota robusta. Ela e Beth ambas eram. Agora, ela estava ainda mais cheia, e adorava comida. Desde que ficou próxima de Holly e Mary, ela só tinha aumentado o seu amor pelos alimentos. Essas duas mulheres eram fatais para os quadris de uma mulher, e ela deveria saber. Ela tinha aumentado um tamanho nas roupas, durante as semanas que ela ficou na sede do clube e visitou as mulheres em suas casas. Mortal, as duas. —Ei, Landon. Ei, Maria. Vocês dois estão bem? — Perguntou Holly. Ela tinha Drake num balanço de bebê e estava movendo-o suavemente com o rapaz gritando. —Bem, eu estou bem. E você? — Perguntou Maria. —Eu, estava dizendo agora a pouco para Maria que eu não estou pronto para um terno. Meu corpo sexy, precisa de mais atenção, do que estar confinado em algo me apertando e me restringindo. Mary bufou. —Sério, você é o homem mais vaidoso que eu conheço, e eu sou casada com Pike. Ele é muito vaidoso, também. —Nós somos bons na cama —, disse Landon. —Pare de dar ideias a minha esposa—, Pike disse, vindo por trás de Mary. Envolveu seu braço ao redor dela, beijando


seu pescoço. Maria amava o clube, e ela entendia por que Daisy era parte dele. E se ele lhe desse uma chance depois que expôs sua intimidade, ela nunca o faria escolher entre ela e o clube. Ela queria estar com ele e o clube. Todos começaram a falar uns com os outros, e ela não podia ajudar, mas vê-los, fez desejar que os tivesse conhecido há muito mais tempo. Eles eram surpreendentes juntos, uma grande família feliz. Zoe saiu com Raoul, juntando-se ao grupo. —Maria—, disse Daisy, gritando seu nome. Suas bochechas aqueceram quando todos se voltaram para ela. —Parece que alguém está em apuros—, disse Landon. Zoe deu um tapa em torno da parte de trás da cabeça. —Deixe-a em paz. Ela viu a profunda amizade entre os dois e Landon riu, a puxando em seu corpo para um abraço. —Amo você também. —Deixe minha menina sozinha antes que eu o mate, disse Raoul. —Ugh. —Veja, seriamente tendências alfa aqui—, disse Landon. —É melhor eu ir e ver o que ele quer. — Enfiando o cabelo atrás das orelhas, Maria fez seu caminho através do pátio para onde Daisy estava perto de sua moto. Ela odiava


como estava atraída por ele. Ele era um idiota, e de forma alguma, deveria gostar dele, e ainda assim, ela gostava. Não faz sentido. Corpo louco. Pensamentos loucos. —Sim? — Ela perguntou, dando um passo à frente dele. Forçou-se a olhar fixamente em seus olhos. Ele esteve se enroscando com outra mulher, mesmo depois que ela lhe disse, que queria uma chance com ele. Ok, então ele não tinha exatamente confirmado que estavam começando um relacionamento, mesmo ela se abrindo para ele. —Nós vamos embora por algumas semanas, talvez até mais. —Desculpe? —Você e eu, nós vamos ver o que acontece. Fico sem reação, somente olhando para ele. —Ok, você me deixou completamente perdida. —Nós conversamos sobre ficarmos juntos. Você se tornar minha, e nós exploraremos o que temos juntos. — Ele se aproximou em direção a ela, mas Maria segurou-se no chão. —Você tem que estar brincando né? — Ela perguntou. —Não, eu estou disposto a tudo. Podemos sair agora. Beth sabe.


—Eu não vou sair com você. O que falamos, há uma semana não se aplica mais. Daisy parou, esfregando os olhos. —Por quê? —Por quê? Você acha que eu não sei sobre as mulheres que você esteve se enroscando? —Elas não importam. Ela bufou. —Eu não me importo. — Ela olhou para trás, e aproximou-se dele, inalando o seu perfume masculino. —Eu me abri pra você. Eu dei-lhe uma chance, e tem sido uma semana infernal. Você esteve fodendo outras mulheres, e é isso. Foda todas as mulheres que você gosta, eu não vou me entregar a um homem que não pode manter-se em suas calças. — Ela queria estar em um relacionamento onde o homem estivesse no controle, mas também tinha que ser respeitada. Maria não seria capacho, embora algumas pessoas realmente pensassem que era o caso. Maria tentou sair, mas Daisy agarrou seu braço. —Eu cometi um erro. —Adivinha o quê, eu não me importo. — Ela retirou-se de seu abraço e estava prestes a marchar para longe, mas Daisy a parou. Foi para frente dela, jogou-a por cima do ombro, e levou-a para o carro. —Me solte. Socorro! Ajudem-me! — Ela gritou para que todos pudessem vir e ajudá-la.


Ninguém correu em seu socorro. Eles simplesmente riram e acenaram. Ela não estava com medo. Maria estava com raiva, começou batendo em sua bunda, apesar de ser uma bunda muito agradável, com os punhos. Ele a jogou dentro do carro e ela tentou sair, só para que ele a trancasse. Beth saiu da casa principal do clube e deu-lhe um aceno. Era um desperdício de tempo lutar. Cruzando os braços, Maria deixou-se cair em seu banco, sentindo-se como uma criança. Ela estava sofrendo, e sim, ela estava com ciúmes, com uma maldita inveja das outras mulheres que estiveram com ele.


Daisy olhou através do carro em direção à mulher que tinha literalmente virado em seus braços. Puta que pariu, Maria tinha força. Ele sabia que a tinha machucado. —Eu sinto muito —, disse ele, dando-lhe um outro olhar. —Eu não quero ouvi-lo. Eu não estou interessada em você. Ela limpou debaixo de seu nariz, o que o fez se sentir como o maior idiota do mundo, quando lágrimas encheram seus olhos. —Eu sou um idiota.


—Sim você é. Eu lhe disse que queria um homem para assumir o comando. Eu sei que não somos um casal, mas eu lhe disse o que eu queria lhe dar. Eu queria dar-lhe tudo, Daisy, e o que você fez? Você foi e fodeu outras mulheres. As prostitutas do clube, que não fixam com ninguém. Como você se sentiria se eu saltasse para a cama com Landon? Ou Knuckles? Ou qualquer outra pessoa no clube? Ele agarrou o volante com mais força, cerrando os dentes. —Eu não teria gostado. —Eu te disse o que eu anseio, o que eu quero, o que eu preciso. Eu aceito que eu não sou uma mulher convencional, mas eu vou sempre me dar apenas a um homem em que eu confiar. Eu não vou sentar e deixar alguém ser infiel. Daisy a ouvia e sabia que tinha cometido um erro. —Eu tenho sido parte dos Trojans por um longo tempo. Eu tentei a coisa toda de namorar e relacionamentos há cinco anos atrás. Eu não entendo de relacionamentos. —Então me leve de volta ao clube. Eu não estou interessada em compartilhar, ou ter mais de duas pessoas em um relacionamento. —Eu não vou levá-la de volta. —Mas você acabou de dizer. —Eu sei o que disse. Olha, eu ferrei tudo. O que você está me oferecendo, eu tentei uma vez antes. A mulher que eu estava, ela não me considerava bom. Ela acreditava que eu


a estava controlando, e que nenhuma mulher queria um homem como eu. Então eu parei, esperando e desejando, tendo a liberação que eu precisava com as mulheres do clube. Isto é tudo novo para mim. Maria rosnou. —Você está me tratando como se eu fosse alguma outra mulher? Ótimo, obrigada, Daisy. Ele parou no meio-fio mais próximo, e bateu com o punho contra o volante. —Porra,

porra,

porra.

Isso

não

estava

indo

exatamente como esperava. Virando-se para olhar para a mulher que tinha lhe amarrado em nós. Seu cabelo negro estava em cascata ao redor dela, contrastando com sua pele pálida. Ela tinha tomado muito sol, mas ainda não estava bronzeada. Ele amava sua pele macia como seda. Seus olhos azuis disparavam fogo para ele, e o enchia de calor. Toda vez que ela olhava para ele, o aquecia de dentro para fora. Daisy não podia se lembrar de uma época em que uma mulher o tivesse afetado assim. Ela o torcia em nós, o fazia querer as merdas, que ele tinha forçado escondido para dentro. —Você quer que eu te leve de volta para o clube? — Quando ela foi responder, ele colocou um dedo sobre os lábios. —Lembre-se, isso será entre nós. Não há volta, e eu não vou pedir-lhe para considerar novamente. Nós estaremos terminados.


Ele não sabia o que esperar dela. Será que ela exigiria que ele a levasse de volta, ou lhe daria outra chance? Ela mordeu o lábio e virou-se para a estrada à frente. Ele daria qualquer coisa para estar dentro de sua cabeça. —Se fizermos isso, você tem que me prometer que não vai haver mais mulheres, Daisy —, disse ela. —Não haverá. Antes, nós não tínhamos qualquer compromisso. Você me disse algo, e eu reagi mal. Eu estou aqui agora, e não haverá quaisquer outras mulheres. Vou ser fiel. —Um mês, para vermos onde isso vai? — Ela perguntou. —Isso era o que eu estava imaginando. Eu não vou pressioná-la. Nós temos que ficar e conhecermos um ao outro, e isso tinha que ser longe dos olhos curiosos do clube. —O que acontece quando voltarmos? Sua boca estava seca. Isto tinha de ser o início mais louco para qualquer relacionamento. Que ele esteve. — Vamos só lidar com o hoje. Ela assentiu com a cabeça, esfregando as mãos pelas coxas grossas. Porra, ele teve tantos sonhos que a envolvia em torno de seu pênis, apertando seus quadris enquanto ele batia dentro dela. Seu pênis engrossou um pouco mais com o pensamento de estar com ela. Sem se importar que ela estava olhando para o seu pau, ele mudou-se para uma posição mais confortável. —Que diabos está fazendo?


—Você fez o meu pau duro. Eu estou desconfortável. — Ele não iria mudar quem ele era. Deu um rápido olhar para ela, e viu que suas bochechas estavam vermelhas. —Eu não acredito que você fez isso. —Eu não sou nenhum virgem, Maria. Eu gosto de sexo, e eu não vou fingir que eu não estou confortável em minha própria pele. —Eu sou virgem. —Eu sei. Nós vamos quebrar essas inseguranças e construí-la de volta. — Daisy abriu uma janela, uma vez que de repente começou a ficar um pouco difícil de pensar. Seu perfume feminino parecia agarrar-se a todas as partes do carro, invadindo seus sentidos. —Eu não tenho inseguranças. —Se eu estacionar em um restaurante e lhe pedir para me entregar sua calcinha depois que você for ao banheiro, você faria? —Não! —Então você tem inseguranças e eu quero que você faça exatamente o que eu disser. Vou querer vesti-la como eu quiser e que esteja disponível para mim. Eu não vou me segurar. Ela mordeu o lábio mais uma vez, e ele viu um restaurante à frente. Hora de testar sua teoria. Estacionou seu carro, puxou o freio de mão, e se virou para ela.


Segurando seu rosto, ele a virou em direção a ele, puxando o lábio que estava entre os dentes. —Você me faz querer morder a porra desse lábio. — Inclinando-se para frente, ele levou o lábio entre os dentes, dando-lhe um puxão brincalhão. No segundo seguinte ele cobriu a boca dela, pegando o beijo que ele esteve querendo desde o primeiro momento em que a viu entrar na sede do clube Trojans MC. Ela era meiga, porra, e ela o fazia ansiar ser o homem certo para ela. Deslizando sua língua em seu lábio inferior, ele esperou que ela ofegasse, para que ele pudesse saquear sua boca. Iria foder sua boceta dessa maneira. Ele estouraria sua cereja com o seu pau em primeiro lugar, e então iria lamber sua doce boceta com a língua. Sua boca ficou com água, querendo provar sua doçura. Ela seria tão boa quanto o gosto da sua boca. Acariciando seu rosto, ele aprofundou o beijo, querendo consumi-la, e nunca deixála ir. Afastando-se, ele viu que seus olhos estavam fechados, e ela se inclinou um pouco mais perto, para ele conseguir beijá-la. —Vamos comer. — Saindo para fora do carro, ele deu a volta e abriu a porta, pegou sua mão e ajudou-a sair. —Eu não estou com fome. —Eu estou, e você pode me fazer companhia enquanto eu como. — Ele segurou a mão dela enquanto caminhavam


para o restaurante. Daisy ainda estava usando seu colete de couro do Trojans, ele nunca o tirava. Se sentaram na parte traseira, e Maria olhou em volta. —Eles estão encarando. —Trojans carregam uma má reputação, querida. Eles estão olhando, e estão preocupados. Deixe eles olharem. — Ele agarrou um menu e o abriu. Maria deu a volta na mesa e sentou-se ao lado dele. —Você não vai me pedir para tirar meu colete? — Perguntou. —Por que eu faria isso? — Ela olhou para ele. —Você disse que as pessoas estavam olhando. —E você disse que as pessoas podiam olhar. Eu amo o seu colete. Eu não vou pedir-lhe para retirar algo que é sexy. — Ela encolheu os ombros. —Se eles estão desconfortáveis, problema deles. Ela o surpreendeu, o que era difícil de fazer. Sorrindo para ela, ele passou o braço em volta dos ombros, puxando-a contra ele. —Eu quero que você vá para o banheiro, e tire a sua calcinha. Traga de volta para mim. —Como? —Tire seu jeans completamente, retire sua calcinha, coloque seu jeans de volta e a traga para mim. —Eu sei como tirar minha calcinha.


Suas bochechas estavam vermelhas, e o sutiã que ela usava não era acolchoado. Ele teve uma boa visão de seus seios arredondados com os mamilos eretos. Ela realmente era surpreendente. Daisy não podia esperar para colocar sua boca sobre ela. Ele vai passar horas sugando seus mamilos, e mordendo-os. Será que ela gosta de um pouco de dor? Ela respirou fundo, mas levantou-se da mesa. —Eu vou pedir para nós. Maria concordou, mas não olhou para trás. Ele admirava seu traseiro enquanto ela se afastava. Daisy queria morder sua bunda, e afundar dentro de seu corpo pequeno e quente. Corpo virgem. Não importava o que ele pensasse, ele era um homem condenado. Ele a queria, e não havia nada que pudesse fazer sobre isso. Havia uma chance dele ser capaz de conseguir tudo o que sempre sonhou, e ele não iria estragar tudo.

Maria sentou no vaso sanitário e travou a batalha consigo mesma. Parte dela queria dizer a ele para se foder, mas era a mesma parte que dizia que ela tinha que fazer isso, certo? As mulheres tinham o direito de levantar-se para os


homens, e exigir que as vissem como algo mais. Ela tinha escutado meninas durante o ensino médio, e até mesmo ouviu outras mulheres falando sobre como elas colocavam seus homens em seu lugar. Estava tão confusa. Tirar sua calcinha lhe daria prazer, tanto quanto daria a Daisy? Tirando os sapatos, tirou sua calça jeans e calcinha. Colocando a calcinha no bolso, ela fechou o zíper de sua calça jeans. Deixando o banheiro, ela caminhou para as pias e olhou para seu reflexo. Seu cabelo estava puxado para trás em um rabo

de

cavalo,

e

suas

bochechas

estavam

coradas.

Salpicando suas bochechas quentes, ela tentou resfriá-las, mas nada estava realmente acontecendo. —Eu posso fazer isso. Ela queria fazer isso. Pare de pensar sobre o que os outros diziam sobre o que você deveria querer. Isso é o que você quer. Você quer pertencer a Daisy. Contanto que ela pudesse se lembrar que ela esteve interessada em Daisy. Ficar com Beth durante o verão, havia permitido a ela a chance de alimentar o vício pelo irmão de sua amiga. Eu sou má.


Ela passou uma grande parte do tempo sonhando com ele. Saindo do banheiro, viu que Daisy estava bebendo algo. Eu posso fazer isso. Nós vamos explorar isso juntos, e vai ser divertido. Diversão? Desde que estava na sede do clube Trojans MC, ela não falou com seus pais. Eles se preocupavam com ela, mas estavam tão consumidos um pelo outro, que provavelmente não notaram que ela tinha ido embora. Tomando um assento na mesa, ele apontou para o copo. —Eu pedi para você um milk-shake de chocolate. Seu coração começou a bater mais forte, quando ela olhou para o copo alto com o milk-shake espumante e o canudo rosa aparecendo fora dele. Milk-shake de chocolate era o seu favorito. —Como você sabia? — Perguntou ela, tocada. Daisy se inclinou para perto, de modo que seus lábios estavam perto do seu ouvido. —Você realmente acha que eu não tenho notado você? Olhando para ele, ela viu que ele a estava estudando. —O que? Ele sorriu.


— Eu tenho observado você, Maria. Eu sei muito sobre você. —Como o quê? — Ela perguntou. —Primeiro, me dê sua calcinha. Ela

nem

sequer

tentou

negociar

com

ele.

Maria

entregou-lhe a calcinha tão discretamente o quanto pôde, olhando ao redor do restaurante para ver se havia alguém os observando. Ninguém estava dando-lhes uma segunda olhada. Eles deveriam ter superado o colete de Daisy. —Boa menina. — Ele a embolsou, e tomou outro gole de café preto, com quatro cubos de açúcar. Ela o observou se servir assim muitas vezes. —Você não come ervilhas, cogumelos, ou peixe enlatado. Você gosta de tudo o que é natural, e você tem um vício por especiarias. Chocolate e framboesa é a sua combinação favorita, e você também gosta de sorvete de creme de baunilha. — Quando ela pensou que ele ia parar, ele continuou. —Você prefere sapatos baixos, mesmo que você nunca possa alcançar qualquer coisa na prateleira de cima. Você não gosta de ter suas unhas pintadas, mas permite que Beth as pinte para fazê-la relaxar. Você ama as crianças e gosta de cuidar delas. Sua cor favorita é o azul, e você não gosta de usar protetor solar. O natal e o inverno são a suas épocas favoritas do ano. Você quer que eu prossiga? — —Como você sabe tudo isso? — Ela perguntou, chocada.


—Eu conheço muito mais. Você adora fazer amigos, embora isso te assusta. Eu também sei que você ama o clube, e você está confortável em torno deles. Eles são como uma família, mas que nunca vai te machucar. Mordendo o lábio, ela não podia deixar de olhar para ele, se perguntando sobre o beijo que compartilharam no carro. —Você está pensando sujo. Sempre que você está pensando em algo sujo, você fica corada. É um olhar quente em você, porra, e eu quero vê-lo mais vezes. Pare de morder o lábio, e tome seu milk-shake. Ela pegou sua bebida e tomou um gole. O sabor de chocolate era intenso, mas não excessivo. Ela fechou os olhos, tomando seu tempo para aproveitar o gosto. —Bom? —O melhor—, disse ela. —Obrigada. Maria estava animada para ver o que mais ele pediria. Alguns dos homens que ela conhecia iriam pedir um pouco de álcool ou chá para ela beber, ou pior, soda. Ela odiava refrigerante. —Sua calcinha parecia molhada. Você está excitada. — Ele virou para que ela tivesse sua total atenção. —Eu não sei o que dizer sobre isso. —Diga-me o que a excita. Ela olhou para sua bebida, tentando encontrar uma razão. —Não pense em uma mentira. Diga-me a verdade.


—Você. — Ela respondeu o mais honestamente que pôde. —Eu. —Sim. Ele a despertava em formas que não eram facilmente descritas. Ela não sabia o que fazer sobre isso. Qualquer outro cara que ela encontrou tinha deixado uma sensação de frio. Não Daisy. Ele conseguia aquecê-la, e ela o imaginava fazendo coisas que nunca tinha pensado possível. —Você acha que é estranho? Ele balançou sua cabeça. —Não. — Ele pegou a mão dela, e colocou-a sobre o seu pau duro. —Você me excita o tempo todo. Daisy estava duro. Seu pênis pressionado contra a frente de seu jeans. Ela segurou-o na mão, e ele estendeu a mão, empurrando alguns fios de cabelo atrás da orelha. —Isso vai ser um tempo interessante. Ela sorriu. Eles poderiam fazer isso? Maria estava nervosa. Quem não iria estar? Daisy não era um cara pequeno, e ele era um membro do Trojans MC. Ele era um cara durão, mas não exatamente por isso. Ela nunca tinha ficado com outro cara. Claro, ela tinha estado em encontros, mas nada que tivesse ido mais longe do que um beijo calmo. Não houve nenhum arco-íris ou estrelas cadentes. O mundo não tinha começado a girar, e ela não se tornou tão consumida com a necessidade que tinha esquecido quem ela


era. Isso acontecia com Daisy. O único beijo no carro lhe tinha tomado o fôlego. Ela tinha esquecido sobre si mesma e onde eles estavam. Estava apaixonada por Daisy por um longo tempo. Era mais do que apenas amor. Eles tinham uma conexão, algo que era mais profundo do que ela imaginou ser possível. —Eu fiz isso com você? — Ela apertou seu pau, e ele gemeu, inclinando-se para pressionar a cabeça contra a dela. —Sim. —E sobre todas essas outras mulheres? —Ninguém me desperta da maneira que você faz. —Como isso é possível, quando você passou mais tempo fodendo outras mulheres? Ele não tinha se afastado dela, e ela abriu os olhos para olhar nos seus. —Você disse a palavra foda. Muito gostoso. — Ele lambeu os lábios. —Eu não posso esperar para você dizer todos os tipos de merda desagradável para mim, enquanto eu estiver te fodendo. Maria sorriu. —Você realmente não pode ajudar, não é? — Ela não se importava com o jeito que ele era. Seus pais iriam falar sobre Daisy como a —semente ruim—, mas ela gostava de tudo sobre ele. Ele não iria entrar na linha, e não faria o que lhe foi dito. Haviam planos feitos por ele, que ela tinha ouvido falar. Daisy, se ele não tivesse se juntado ao MC, aos dezoito


anos, teria feito faculdade, seria o primeiro de sua classe. Ele não era estúpido. Todos os planos tinham ido por água abaixo no momento em que se afastou de sua família. —Você gostaria que eu mudasse? — Perguntou. —Não. — Estendendo a mão, Maria hesitou por um segundo, e então colocou a mão em cima de seu colete de couro. —Como seu colete, eu não ligo para o que as outras pessoas pensam. —O que você está pensando? —Posso te fazer uma pergunta? —Claro, querida. —Por que não foi para a faculdade? Daisy suspirou. —Você ouviu falar sobre isso? —Seus

pais

falaram

muito

sobre

isso.

Eles

constantemente dizem a Beth sobre o que estava acontecendo, e o que ela deveria fazer. Daisy interrompeu-a rindo. —Isso, é exatamente por isso, que eu parei. Eles estavam ocupados fazendo planos para mim. Eu não queria ter planos feitos para mim, Maria. Esta vida é minha, e eu não vou vivê-la através de outra pessoa. —Então você fugiu?


—Não. Eu tinha ouvido falar sobre os Trojans quando deixei a cidade. Eu viria a Vale Valley para uma festa. Foi quando Russ ainda estava no comando como o Prez do clube. Vim, festejei, e vi como eles estavam todos juntos. Eles eram fortes. Eles eram unidos como irmãos. Ninguém os controlava. Eles faziam o que queriam e não ligavam para o que os outros pensavam. Era exatamente o que eu queria. —Eles ofereceram-lhe o que a faculdade nunca poderia? —Eu amo meus pais e Beth, mas eles esperavam que eu fosse para a faculdade, me tornasse um sócio de uma firma. Daisy parou, rindo. —Eles tinham toda a minha vida traçada. Eu não iria ficar chocado se tivessem uma mulher alinhada para ser minha esposa. —Isso não te incomoda? —Agora não. Estou acostumado a decepcionar meus pais. Eu não posso ser tão ruim assim. Eu fui a primeira pessoa que contataram para cuidar de Beth. Maria não podia discutir com ele. —Beth o ama. Ela sente falta de você todo o tempo. —Eu sinto falta dela. Ela foi a única que não estava decepcionada com a minha decisão. —Seus pais ainda te amam. —Eu sei disso. Você vai me dizer o que está acontecendo com Beth? Ela balançou a cabeça.


—Os segredos da Beth não são meus para contar. Eu gostaria que fossem. Eu diria a você. Ela vai lhe dizer quando estiver pronta. —OK. Foram interrompidos quando a garçonete trouxe o seu pedido. —Aqui estão suas panquecas com bacon extra e xarope. Ela olhou para seu prato, e não podia ajudar, mas ficou tocada mais uma vez. Daisy sabia muito mais sobre ela do que seus próprios pais.


Daisy estacionou o carro em frente a uma cabana na floresta. Ele tinha seguido o caminho de terra em direção ao seu santuário no mundo. —Onde estamos? — Perguntou Maria, olhando ao redor. —Nós estamos em um resort de férias. Alguns anos atrás eu vi esta cabana à venda on-line, e, por ser em um local abandonado, eu comprei. Cada irmão solteiro tinha um lugar para ficar longe do clube. Não só isso, cada um deles tinha um local secreto, que também era uma casa segura para todos eles. A cabana de Daisy não iria abrigar muitos membros do clube, mas nela poderiam ficar entre cinco e dez homens, mulheres e crianças. —Um resort de férias? Saindo do carro, mais uma vez, ele contornou o veículo para ajudar Maria a sair. Envolvendo o braço em volta da sua cintura, ele a virou para que ela pudesse ver abaixo da linha das árvores. —Há mais cabanas.


—Este é um local exclusivo que permite aos visitantes, entrarem e passarem um tempo em contato com a natureza. Às vezes, assim como foi com a minha cabana, eles colocam alguns lugares a venda, para que as pessoas possam vir. —Você comprou isso? —Sim. Venho aqui quando eu preciso pensar. — Virando-a para a floresta principal, ele apontou para um certo caminho.

—Eles têm

guias turísticos que estão

qualificados para levar as pessoas ao redor da floresta, e ver um pouco da vida selvagem. Voltar à natureza é mais popular agora do que nunca. —É lindo. —Feche os olhos e ouça. — Ele fez o mesmo e ouviu o ar a céu aberto. À distância, ele ouviu a água de um rio próximo, pássaros cantando, as árvores se movendo na leve brisa. Paz. —Vamos, eu quero que você veja a cabana. —Quanto tempo faz que você esteve aqui? — Perguntou ela. —Alguns meses. Lucinda, uma das mulheres que trabalha como guia turístico, mantém um olho sobre as cabanas. Ela garante que elas estejam limpas e prontas para receber seus proprietários. —Ela tem uma chave? — Perguntou Maria. Ele ouviu o ciúme em sua voz.


—Não há necessidade de ficar com ciúmes, baby. Lucinda está apaixonada pelo homem que é dono de todas as terras aqui. Ela relaxou um pouco em seus braços. —Eu tenho você, disse ele, beijando o lado de seu pescoço. Guiando-a em direção a porta principal, ele tirou sua chave e deslizou-a na fechadura. Maria estendeu a mão, pegando o pequeno envelope branco que tinha sido colado na frente da porta. Ela entregou a ele, e ele sacudiu a cabeça. — Abra-o e leia. —Daisy, eu limpei as teias de aranhas e enchi sua geladeira. Aproveite, e espero que a sua amada goste da cabana. O vejo em uma trilha, se tiver tempo. Lucinda. As cortinas estavam fechadas. Soltando Maria de seus braços, ele abriu as cortinas, permitindo que a luz entrasse na cabana. Ele abriu os três conjuntos de cortinas na sala de estar, enquanto Maria fez o mesmo na cozinha. A cabana tinha três quartos, uma sala de estar principal, com uma pequena sala de jantar na parte de trás, um banheiro, e cozinha. Era uma cabana modesta, e ele adorava. —É bonita, disse Maria, olhando ao redor. —Eu vou pegar nossas coisas. Deixando Maria olhar ao redor da pequena sala, pegou as malas que estavam no porta malas. Depois que ele foi falar com Beth, conseguiu que sua irmã embalasse uma mochila para Maria. Ele não tinha dúvidas que Maria iria lutar com ele. Por isso colocou sua mochila no porta-malas do carro,


enquanto ela estava distraída com Holly e Mary. Seu clube era incrível para criar uma distração quando ele precisava. Antes que ele tivesse falado com Duke para pedir este tempo longe, Holly e Mary o encurralaram na cozinha. Juntas, as duas mulheres tinham colocado algumas perspectivas muito duras sobre a sua situação. Se ele não reivindicasse Maria logo, ela ia ser levada por outra pessoa. O pensamento de outro homem tomando o que lhe pertencia o encheu de raiva. Maria era sua mulher. Minha! Ele queria possuir cada parte dela, para que Maria não pudesse pensar ou fazer nada sem pensar nele primeiro. Entrando na cabana, ele viu que Maria estava olhando através dos armários da cozinha e verificando a data de validade nas latas. Daisy fechou a porta e trancou o lugar. A menos que ele fosse para a parte principal do resort, todos sabiam que deveriam deixá-lo sozinho. Maria virou-se, olhando para as mochilas, em seguida, para ele. —Quando você teve tempo para arrumar isso? —Quando você estava ocupada fazendo outra coisa. — Ele cruzou os braços e olhou para ela. Suas mãos em punhos. Puxando a calcinha do bolso, ele a segurou. Ele inalou seu cheiro almiscarado, e queria um gosto dela.


Deixando cair a calcinha no chão, ele chutou fora seus sapatos, e tirou a jaqueta de couro. —O que você está fazendo? — Ela perguntou. —Eu vou ficar nu, e eu quero você nua também. Sua mão foi para o peito, segurando a camisa com força. Daisy parou de se despir. —Eu não vou foder com você. Não vamos fazer nada, apenas olhar um para o outro. —Por quê? —Eu não quero você nervosa em torno de mim. Eu quero ficar nu. Quando eu estou aqui, eu não respeito às leis da sociedade, Maria. Eu fico nu, e eu gosto de estar livre. — Ele começou a tirar suas roupas, mais uma vez, ficando nu para ela ver. Quando ele tirou a camisa, e estava no seu jeans, ele parou e esperou. —Eu não vou continuar, até que você comece a tirar algumas roupas. —Eu nunca fiquei nua na frente de ninguém. —Eu não vou contar a ninguém. Você está segura aqui comigo, Maria. Aqui, somos só você e eu. Não tem clube, não tem amigos, ninguém mais. Nós estamos sozinhos para ser quem nós somos. —E se você não gostar do meu corpo? Suspirando, ele tirou sua calça jeans, não estava usando nenhuma cueca. Envolvendo seus dedos ao redor de seu pênis, ele olhou para ela.


—Isto é o quão duro você me faz, e você não está nua ainda. Comece a tirar as suas roupas, e veja o que você fará. —Como você vai lidar com isso estando duro? —Eu não sou um adolescente. Eu posso controlar meu pau. Você não está pronta para mim, e para ser honesto, baby, eu não estou pronto para isso. Eu vou tomar o meu tempo, e vamos conhecer um ao outro sem ninguém nos assistindo. Ela lambeu os lábios e começou a tirar a roupa. Liberando seu pênis, ele assistiu ela começar a se desnudar. Ela manteve seu sutiã quando tirou sua calça jeans, e ele não podia deixar de sorrir, quando ela claramente se esqueceu, que não estava usando calcinha. Sua boceta estava coberta de pêlos finos, e ele logo tomaria o seu tempo para depilá-la e tê-la suave ao toque. —Tire o seu sutiã —, disse ele, a querendo nua. Maria chegou por trás dela, e lançou o fecho do sutiã. Os seios pesados e cheios estavam finalmente em exibição, e seu corpo era melhor do que ele jamais pensou ser possível. Ela tinha curvas suaves em todo os lugares certos. As mulheres eram tão presas a serem super magras, e mostrar apenas ossos. Ele tinha estado com mulheres magras o suficiente, e apreciou a visão diante dele. —Veja, baby, eu já estou excitado por você, você é incrível.


Ela juntou as mãos na frente do seu corpo, e olhou para seu pau. —O que você quer que eu faça agora? —Venha aqui. Venha e fique na minha frente. Maria mordeu o lábio, ela estava nervosa. Lentamente, ela deu passos em direção a ele, e a antecipação não parava de crescer dentro dele. Finalmente, depois do que pareceu uma vida, ela estava na frente dele. —E agora? —Você sempre quer tudo explicado em pequenos detalhes, ou você quer realmente aproveitar o que está acontecendo? — Ele perguntou. Ela respirou fundo, e ele segurou seu rosto. —Você tem que aprender a confiar em mim. —Dê um passo de cada vez. —Sim. — Abaixando-se, pegou suas malas. —Venha ver o quarto. Ele pediu a ela para ir na frente, e ficou observando o movimento de sua bunda com cada passo que ela dava. Era assim que ele iria passar as próximas semanas. Eles estavam longe do clube, e ela era toda sua. Não tinham que se preocupar com Beth interrompê-los ou o clube ficar no caminho. Quatro semanas, trinta dias, e ele viveria seu

sonho.

Ele

realmente

esperava

que

ela

quisesse

continuar, o que eles fizessem aqui, vendo olho no olho. Ao entrar no quarto, ele colocou as mochilas na cama.


—Uau, isso é uma cama enorme. — Ela sentou-se na beira e deu-lhe um pequeno salto. —É malditamente confortável, baby. Faça um teste real.— Ele se mudou para o outro lado, e saltou sobre ela. Maria riu e fez a mesma coisa.

Beth olhou para o relógio e se perguntou quanto tempo ia levar para Daisy e Maria chegarem onde quer que eles estavam indo. Tocando os dedos pelo bar, ela tentou entrar em seu livro para distrair-se, mas nada estava acontecendo. Soltando

um

suspiro,

ela

dobrou

o livro aberto,

colocando uma marca ainda maior no livro. —O que está errado? — Perguntou Knuckles, sentando a seu lado. Era somente o início da tarde, e ela não iria desaparecer para o seu quarto, antes das seis. Ela sempre ajudou com os pratos e, em seguida, deixava o clube para a festa, enquanto ela ia ficar sozinha. —Eu estava me perguntando quando Maria e Daisy, ligarão. Knuckles olhou para o relógio. —Dê-lhe mais uma hora. —Você sabe onde eles foram?


Ele bateu com o nariz. —Isso não é meu para dizer. Não se preocupe. Daisy vai cuidar de Maria. Você não precisa pensar sobre o que está acontecendo lá. —Eu não estou preocupada. Eu sei que Daisy não vai machucar Maria. Ele se preocupa com ela. — Ela não era cega, e via a forma que seu irmão olhava para Maria, quando ele pensava que não tinha ninguém olhando. Daisy sempre olhou para Maria como se ele fosse uma criança olhando para o seu brinquedo favorito, mas tinha sido avisado que ele não poderia brincar com ela. Maria não era um brinquedo, mas Daisy realmente queria jogar com dela. —Isso é algo em que podemos concordar. Ela

olhou para seu livro, esperando as palavras

entrarem na sua mente. —Pare de fingir que lê o livro. —Como você sabe que eu não estou lendo o livro? — Ela perguntou, virando-se para o homem ao seu lado. Knuckles era grande e dominante, mas o que a surpreendeu, foi como ela se sentia segura quando estava perto dele. Todos os seus medos se evaporavam quando ele estava por perto. Mesmo agora, ela não se sentia mais preocupada com Daisy e Maria. —Você passa muito tempo olhando para o relógio na parede. Você está brincando comigo, se disser realmente que está prestando atenção ao livro.


Fechando o livro, ela colocou-o em cima do bar. —Você está certo. —Eu estou certo sobre um monte de coisas. — Ele estendeu a mão e acariciou seu dedo de sua mão. —Pode confiar em mim, Beth. Você pode confiar em mim com qualquer coisa. Ela

ficou

tensa,

cortando

os

seus

demônios,

e

empurrando-os para longe. Ninguém podia ajudá-la. Os pesadelos ainda vinham à noite. Mesmo que eles não fossem mais tão intensos, eles ainda aconteciam. Ela não queria voltar para casa. Beth queria ficar aqui, para que ela nunca tivesse de enfrentar os monstros que esperavam por ela. Seus pais odiavam ter que lidar com o povo da cidade. Todos sabiam a verdade, e ainda todos estavam com medo de falar, por medo das consequências. Ela odiava isso. —Você não está pronta para conversar. —Se eu tiver que falar com alguém, será com o meu irmão. Knuckles riu. —Você é boa demais para mentir. Você e eu sabemos que você não contará a Daisy. —Você acha que é muito melhor? —Não. Eu não sou. Eu me importo, Beth, e se você me contar seus segredos, eles irão ficar entre nós. — Ele capturou seu queixo e virou a cabeça, para que ela não


tivesse escolha, a não ser olhar para ele. —Você pode confiar em mim. Ela confiava nele, e isso era o que a assustava. Em todos os verões, Knuckles esteve lá no fundo, sempre que ela estava perto de ter um ataque de pânico, ou pronta para se machucar. Ele estava lá, falando e, lentamente, a escuridão dentro dela se aliviava. Ele tirava tudo, e ela se sentia como seu antigo eu novamente. —Eu não quero ir para casa —, disse ela. —Então o que você quer fazer? —Eu não sei. Eu gosto de estar aqui. —Você não é material de prostituta para o clube. Ela torceu o nariz. —Você é material de senhora, querida. — Ele cobriu a mão dela com a sua. —E você pode ser o que você quiser ser, não importa quão estranho pareça. Você é uma lutadora. O que quer que você esteja com medo e fugindo, combata-o. Não o deixe ganhar. —Beth, Daisy— no telefone —, disse Duke. Puxando a mão para longe de Knuckles, ela caminhou em direção ao escritório de Duke. O Prez dos Trojans manteve a porta aberta, dando-lhe espaço suficiente para passar. Ela não poderia resistir em dar outro olhar em direção a Knuckles. Deu-lhe um aceno, e mordeu o lábio. O que havia com ele?


—Daisy não quer você farejando sua irmã, enquanto ele está fora, — Duke disse, tomando um assento no bar. Knuckles sorriu. Ele sabia que Daisy era muito protetor com sua irmã. Ele não poderia culpá-lo. Se Knuckles tivesse uma irmã, ele a teria avisado contra si mesmo também. Ele não era um bom homem, nem era um homem amável. Ao longo de sua vida, ele tinha usado as mulheres e as deixado de lado quando outra nova boceta aparecia em cena. Ele amava a variedade de mulheres que ele fodia, e não daria uma foda se as machucassem enquanto passava por elas. Três prostitutas no clube, estavam apaixonadas por ele, ou pelo menos elas amavam os brinquedos especiais que ele gostava de usar. Ele as fodia, e as deixava. Ele nunca lhes ofereceu nada mais do que um orgasmo, seu pau, e cerca de uma ou duas horas do seu tempo. —Eu não vou fazer nada para Beth. Agora Beth, estava causando-lhe sérios problemas, e ele não sabia o que fazer sobre isso. Ela estava torcendo-o em nós, e tornando difícil para ele pensar com clareza. As prostitutas do clube, tinham perdido seu apelo. Durante a noite ele lutava para esquecê-la. Tentava usar as meninas do


clube, mas saber que Beth estava em algum lugar por perto, tornava impossível para ele simplesmente afundar em uma boceta disposta. —Bom. Eu não quero ter que lidar com os irmãos lutando. —Nós não estamos brigando pela mesma garota. —Não, você está lutando por sua irmã. Você tem que mostrar respeito, Knuckles. —Eu não vou machucá-la. Eu não vou fazer nada que ela não goste. — Algo tinha ferido Beth, e ele iria se certificar de que nada a tocasse novamente. Ele não podia tê-la, mas isso não significava que não poderia mantê-la segura.

—Você teve tempo suficiente para ligar, disse Beth. —Eu já disse que eu vou chutar a bunda dele. Qual é a sua desculpa? Maria sorriu, ouvindo o incêndio de sua amiga. Fazia muito tempo desde a última vez que ela tinha ouvido sua amiga estar interessada em algo. —Você sentiu a minha falta? —Pare de fugir da pergunta.


—Nós só acabamos de chegar aqui e Daisy está pegando algo congelado para o almoço. O cheiro vindo da cozinha estava realmente fazendo-a querer vomitar. Daisy podia ter muitas qualidades, mas cozinhar não parecia ser uma delas. —Daisy está cozinhando? —Eu não sei se esse cheiro pode ser chamado de cozinhar. Ele está fazendo uma experiência cientifica na cozinha. —Eu vou manter o telefone por perto, caso ele lhe dê uma intoxicação alimentar. — Beth começou a rir, e Maria simplesmente desfrutou do som de sua amiga finalmente se soltando. —Como você está? — Perguntou Maria. O riso desapareceu. —Estou indo bem. —Você tem certeza? —Sim. Você não precisa se preocupar comigo. O que você precisa se preocupar é ter um bom tempo com o meu irmão. Falando de Daisy, ele está sendo bom? Revirando os olhos, Maria descansou contra o encosto da cama. Ela ainda estava completamente nua, e ela soltou um suspiro. —Nós chegamos aqui há alguns minutos, não é o suficiente para causar uma boa impressão um sobre o outro.


—Tenha

cuidado,

Maria.

Eu

sei

que

você

está

apaixonada por Daisy por um longo tempo. Ele não é o tipo de cara que se apaixona. Maria concordou. —Eu sei. —Eu não quero vê-la ferida. —O que está acontecendo com você? —Nada. Eu estava falando com Knuckles. O que você acha dele? Ela tinha visto Knuckles observando Beth. Ele não olhava para ela com fome. Quando Knuckles olhava para Beth, era como se ele estivesse tentando entendê-la. Beth era um quebra-cabeça que precisava ser resolvido. —Ele parece ser um cara legal. —Todos os caras são bons aqui. Eles eram todos legais porque Beth era irmã de Daisy, e ele era parte do clube, assim, estavam lhe mostrando algum respeito. Ela não tinha nenhuma dúvida, de que se eles fossem simplesmente velhos conhecidos das meninas, eles as teriam tratado de forma diferente. Maria tinha tido tempo para observar as prostitutas no clube, e as senhoras. Mesmo sem saber a linguagem adequada, ela viu a diferença entre os dois grupos de mulheres. As prostitutas do clube eram usadas. Ela tinha visto os homens agarrarem as mulheres em festas, dobrá-las sobre uma superfície, e fodê-las.


Sim, ela saiu furtivamente do quarto dela para ver o que era todo o alarido. Escondida, ela tinha visto alguns dos homens criar uma linha

atrás

de

uma

mulher,

e

cada

homem

levá-la,

derramando seu esperma em um preservativo, antes de outro homem tomar o seu lugar. O clube praticava sexo seguro. Imaginou que tinha a ver com Crazy e o que aconteceu com ele. Crazy tinha sido enganado por uma prostituta do clube que ficou grávida dele, e acabou se casando com ela, para ter direito a ficar com a criança. Quando eles pegavam as prostitutas do clube, uma vez que os homens tinham o seu prazer, eles deixavam as mulheres sozinhas. Sem emoção, sem afeição, nada. Era como se as mulheres não existissem. Agora, as senhoras, eram completamente diferentes. Elas não eram usadas na frente do clube, e quando elas estavam perto de seus homens, eles não podiam manter suas mãos para si mesmos. Cada homem encontrava uma maneira de tocar sua senhora, seja com um beijo, um toque de mão, puxando-a contra ele. Todos eles tentaram fazê-lo. Duke tentava agarrar a parte de trás do pescoço de Holly e beijá-la. Maria

sempre desejou algo assim,

forte,

possessivo

e

dominante. Ela tinha visto a forma como os homens estavam com as suas senhoras e o respeito que os outros homens davam a elas. Maria pensou em Landon e Zoe. Os dois eram amigos, e Zoe pertencia a Raoul. Mesmo que Landon provocasse Zoe, ela tinha visto a maneira como ele cuidava dela. Ninguém podia mexer com uma senhora e fugir.


Maria queria isso. Ela queria pertencer a alguém, e ter o respeito do clube por saber que ela pertencia a um homem. —Eles não são todos bons, disse Maria. Ela estava preocupada com Beth, com medo depois do que sua amiga passou. —Eu não vou ser estúpida, Maria. Você não tem que se preocupar comigo. —Eu não posso ajudar, mas me preocupo com você. Beth suspirou. —Eu não vou voltar. —Você tem isso decidido em sua mente? —Sim. Eu não vou voltar, e eu vou ligar para os meus pais e dizer-lhes que vou ficar aqui. Eu quero encontrar algo para mim. Maria correu os dedos pelo cabelo, tentando pensar no melhor conselho para dar a ela. Beth tinha ido ao inferno e voltado, e não queria ser a causa para a sua amiga se deteriorar. —Bento vai pagar um dia, Maria. Ele pode ter ganhado hoje, ou amanhã. Ele provavelmente ganhou até mesmo este ano, mas um dia ele vai receber o que é dele, disse Beth, sussurrando as palavras. —Haverá justiça para você? — Perguntou Maria. —Ele não importa para mim.


Lágrimas brotaram dos olhos de Maria. Ela tinha sido a única a encontrar sua amiga naquela manhã, e tinha tentado lutar com Benedict e sua família. Ninguém iria acreditar na palavra de Beth contra o filho do prefeito. A cidade só sabia o que queria saber, e não a verdade. A cidade não seria capaz de lidar com a verdade. Maria perguntou o que aconteceria se os Trojans aparecessem e mostrassem a família de Benedict que não podiam ser comprados ou silenciados. Isso nunca aconteceria, porque Beth não iria deixá-la dizer a Daisy. —Você tem que dizer a alguém. —Você quer que eu diga ao meu irmão? Sabe o que ele faria com ele? —Eu não posso deixar Daisy ir para a prisão por minha causa. Eu amo meu irmão. Maria não era idiota. Ela sabia que o MC era um perigoso grupo de homens e Daisy tinha ferido pessoas ao longo de sua vida, talvez até mesmo ido tão longe como matálas. Se alguém no mundo merecia esse tipo de ira, era Benedict. O bastardo era presunçoso, fugindo com tudo. —Ele ama você também. —Eu não quero falar sobre isso, Maria. Eu quero que você aproveite o seu tempo com meu irmão, e tenha algum divertimento. Você esteve desejando sua atenção por um longo tempo, e ele finalmente lhe deu. —Tudo bem, se você não quer falar sobre isso, eu não posso obrigá-la a falar.


—Vou telefonar-lhe amanhã, para ter certeza de que sobreviveu a comida do meu irmão. Depois de dizer adeus, desligou, e Maria permaneceu sentada na cama, olhando para o telefone celular. Ela tinha sido amiga de Beth desde que ela conseguia se lembrar. Elas viviam tão próximas que eram inseparáveis. Elas ainda utilizavam walkie-talkies durante a noite, para que elas não estivessem sozinhas. A noite que Beth tinha se machucado, Maria estava presa na cama, doente e incapaz de ajudar a amiga. Enxugando as lágrimas que tinham caído, ela ficou em pé e foi em direção à cozinha. O cheiro de comida queimada já estava pesado no ar, e quando ela caminhou em direção a Daisy, ela o viu saltar para trás, amaldiçoando. —Porra! Isso parece fácil na porra da TV. Que porra estou fazendo de errado? Bastardos mentirosos. —O que está errado? Quem mentiu? — Perguntou Maria, fazendo o mais difícil que era não rir. —Sanguinários chefs na TV. Eles fazem cozinhar parecer fácil. —Eles deveriam. Cozinhar são suas carreiras. Eles fazem de tudo para parecer fácil. —Você só vai ficar aí, ou você vai me ajudar? — Ele perguntou. —Vá, e sente-se. — Ela apontou para a cadeira perto da cozinha. —Você precisa ficar o mais longe da cozinha, quanto


humanamente possível. Quero dizer, a sério, olha a bagunça da cozinha. — Ela puxou a frigideira do fogo, e viu um ovo, ou o que parecia ser um ovo em uma piscina de gordura. Ai credo. Pareceu tão grosseiro que seu estômago virou. —Eu estava tentando fazer a coisa certa. —É

quase

jantar.

Ela

balançou

a

cabeça,

completamente espantada que alguém poderia destruir um ovo frito. —Eu gosto de ovos fritos. Eu observei Holly e Mary fazendo. Ela olhou para ele, o viu fazendo beicinho. —Você é apenas um grande bebezão, não é? —Não! —Você está fazendo beicinho. Quem diria que um Trojan poderia fazer beicinho? É algo bonito, é suposto você ser um motociclista durão. Eu não tenho medo de você, Daisy. —Eu não quero que você tenha medo de mim, Maria. Quero que esteja excitada por mim. Ela fez uma pausa e virou-se para olhar para ele. —O quê? — Ela tinha que ter ouvido errado, certo? Daisy nunca tinha cruzado a linha com ela, bem, além de estar completamente nu na frente dela. Ele recostou-se na cadeira para que olhasse para todas as partes do motociclista sexy. —Diga-me, Maria, a sua boceta está molhada?


—Você está me perguntando isso agora, quando nós temos comida para cozinhar? Daisy deu de ombros. —Eu sou um homem que gosta de sua comida e sua boceta. Você quer pertencer a mim, então você tem que ser honesta comigo. A sua boceta está molhada? Ela estava diante dele nu, e ele estava perguntando a ela sobre sua boceta. Daisy não colocou qualquer roupa e quando ele se sentou de volta, ele passou os dedos em torno de seu pênis inchado. —Isso tudo é para você. Venha aqui. A

comida

poderia

esperar.

Qualquer

fome

tinha

desaparecido quando Daisy se tornou seu principal foco. Ela levou o seu tempo indo até ele. Suas pernas estavam parcialmente abertas, e ele deslizou para abrir um pouco mais, esperando que ela parasse entre elas. —Eu amo o fato de que você não está envergonhada por estar nua. Ela não tinha pensado sobre estar nua. Daisy a fez perder o foco de todas as suas inseguranças, e os seus pensamentos estavam sobre ele. Ele invadia sua mente, e o calor em seus olhos a deixava sem nenhuma dúvida de que estava atraído por ela. Ela adorava a maneira como ele a olhava. Pela primeira vez em sua vida, ela se sentiu habilitada, no controle, e pronta para a vida.


Ele colocou as mãos nos quadris, e ela não pôde resistir morder o lábio. Seu toque sozinho teve sua excitação. —Seus

mamilos

ficaram

duros,

querida. Você gosta de minhas mãos em você? Ela não se incomodou em mentir, e acenou com a cabeça sussurrando a palavra. —Sim. Daisy passou as mãos de seus quadris até um pouco abaixo dos seios. Ela não podia respirar. Seu toque tornava impossível para ela se concentrar em qualquer outra coisa.

—Você sabe o que eu amo sobre estar aqui? — Perguntou Daisy, esfregando os polegares em toda a parte inferior

de

seus

seios.

Seus

mamilos

estavam

duros,

empurrando para cima, e implorando para serem sugados. Seu corpo era tão malditamente cheio de curvas, e ele só queria tocar, acariciar, e excitá-la. —Não sei.


—Eu posso ter você nua durante todo o dia, todos os dias. — Ele correu os polegares em seus mamilos novamente, cedendo ao seu prazer. Apenas tocar Maria era tudo o que ele precisava para ficar excitado. Seu pênis estava se esforçando para chegar dentro dela. Ele também amava como respondia a ela. Maria não escondia nada abria-se ao seu toque, e ele adorava isso. —Nenhum irmão verá você. —Ninguém? —Ninguém. Você é toda minha. Eu não compartilho, Maria. Ela abriu os olhos e olhou para ele. —Você está mentindo. Eu vi você compartilhar. —Quando? —Na sede do clube. Não era como se existisse um bloqueio na minha porta para me manter de fora. Eu deixei o meu quarto, e vi você fodendo outras mulheres. Homem após homem as usando. — Ela segurou em seus ombros. —Você não tem nenhum problema com o compartilhamento então. —Há uma diferença enorme. —O quê? — Ela perguntou. —Nenhuma dessas mulheres me pertencia. Elas são propriedades do clube. Elas fodem cada indivíduo no clube, e eles adoram fazê-lo. Você veio a mim, Maria. — Ela era material de senhora, completo. —Nenhum outro homem nunca vai saber como grande suas tetas são, ou como os seus mamilos ficam quando você está excitada. — Correndo


os dedos de um lado de sua caixa torácica para baixo em seu estômago, ele segurou-a entre as coxas. —Eles nunca irão saber quão suave sua pele é, ou como molhada você pode ser.— Ele deslizou o dedo entre os lábios de sua boceta, e Maria ficou tensa. —Ninguém a tocou aqui antes? Ela balançou a cabeça. Você será o primeiro homem. Existe a chance de você ser o único homem. Daisy se encheu de entusiasmo com a perspectiva de ser o único homem a tocar, explorar, e, eventualmente, foder Maria. Deslizando o dedo no seu clitóris, a viu estremecer, e suas unhas se enterraram em seus ombros. —Você não está acostumada a ser tocada, minha pequena virgem. Tocando em seu peito, ele combinava os traços sobre o clitóris com o seu mamilo. Maria fechou os olhos, e ele não queria isso. Ele queria seus olhos nele o tempo todo. —Olhe para mim. Ela abriu os olhos, e o azul profundo parecia um pouco mais profundo agora. Puxando os dedos longe de sua boceta, ele segurou seu dedo para cima entre eles.


—Você está toda molhada para mim. —Agarrando seus quadris, ele se levantou. Ele era muito mais alto que Maria, e sua cabeça só ia até seu peito. —Eu quero você sobre a mesa. Ele a ajudou subir na mesa, e pressionou os dedos contra o peito. —Deite de costas. —Por quê? —Você confia em mim? —Sim. —Então, confie em mim quando digo para deitar-se. Maria suspirou e baixou lentamente seu corpo sobre a mesa. Parado na cabeceira da mesa, pela primeira vez, Daisy se sentia como o rei de seu castelo. Maria tinha sido sempre a sua mulher, ele tinha resistido por muito tempo. No momento em que chegou ao clube com sua irmã, ele deveria tê-la reivindicado como sua. Em vez disso, ele esperou. Ela era 10 anos mais jovem que ele, mas ele nunca iria impedi-la de viver a vida. Ela tinha dezenove anos, estava pronta para a faculdade, e tudo o mais que o mundo poderia oferecer a ela. Ele queria que ela tivesse tudo o que seu coração desejasse, incluindo ele. Você a deixaria se ela quisesse um homem fora do clube? Daisy agarrou seus quadris e puxou-a para a borda da mesa. Ela não queria o que as outras pessoas queriam. Maria, ela mesma, lhe disse isso.


Ela queria pertencer a ele. Tinha que haver uma maneira que pudessem encontrar o que o outro queria. Eu tenho algum tempo. Sua irmã não iria a lugar nenhum. Ela já tinha lhe dito que não queria deixar Vale Valley. Ele não tinha questionado a razão por trás da sua decisão. Se Knuckles tivesse alguma coisa a ver com isso, ele honestamente não saberia o que fazer. Por um lado, ele queria agradecer Knuckles por manter sua irmã perto dele. Em seguida, é claro, por outro lado, ele gostaria de matar Knuckles por se aproximar de Beth. Era uma espada de dois gumes. —Você esteve usando aqueles pequenos vestidos todo o verão para me provocar, me provocando com o que eu não poderia ter, disse ele, acariciando os dedos para baixo em sua vagina. Ele abriu os lábios de sua boceta e viu seu clitóris inchado. Ela estava tão molhada e cremosa. Ele queria um sabor dela. O aroma de sua excitação estava inebriante no ar. Seu pênis se esticou para cima, tudo o que ele queria era entrar nela, ele se segurou. —A verdade é, baby, isso sempre pertenceu a mim. —Sim. Ele sorriu. —Qualquer homem tentou beijar o que me pertence? —Não.


—Preciso chutar a bunda de alguém por tocar a minha mulher? —Não. Eu sou sua, Daisy, toda sua. —Eu gosto disso, baby. Você está me dando algo que eu nunca sonhei. — Ele tinha sua própria virgem para treinar exatamente como ele queria. Daisy não faria mal a Maria. Deslizando seus dedos por sua fenda, ele acariciou em torno do clitóris, através dele, e mais. Ela começou a respirar longo e profundo. Suas bochechas ficaram coradas enquanto ela olhava para ele. —Você está ficando mais úmida. —Você vai... Ela mordeu o lábio, parando o que ela estava prestes a dizer. —Você tem que dizer as palavras, querida. Eu não vou tentar adivinhar o que você vai dizer. —Você vai ... me foder? Droga, essas palavras fizeram o seu pau engrossar ainda

mais.

Ela

não

tinha

qualquer

pista

de

como

malditamente sexy e quente, ela soou, e ele estava ficando louco com a necessidade. —Um dia eu vou. Hoje, esta noite, isso não vai acontecer. Ele queria fazer de modo que ela ficasse tão perdida com seu desejo por foder com ele, que ela estaria lhe implorando. Daisy ia tomar seu tempo, mostrando-lhe o quão bom poderia ser entre os dois. Ele queria mantê-la.


Não era só isso. Seus sentimentos por Maria eram muito mais profundos do que isso. —Você vê, pequena Maria, há muito mais diversão para se ter. Eu não preciso fodê-la, e acabar logo com isso. Eu posso fazer muito mais do que isso. — Usando as duas mãos, ele colocou seus dois polegares em cada lado do clitóris dela, e começou a acariciá-la. Ela arqueou-se, gemendo enquanto acariciava sua doce boceta. —Você vê o que eu quero dizer, baby? —Daisy! — Ela gritou o nome dele, sentando-se sobre a mesa. Soltando o clitóris, ele agarrou seu cabelo com força, e bateu os lábios até os dela, sugando seu lábio inferior em sua boca. Ele estava faminto, e a única pessoa que ele queria provar estava bem na frente dele. Seu corpo perfeito o chamava, implorando para ele tomá-la, fodê-la, amá-la. —Você é minha, disse ele, grunhindo as palavras contra os lábios dela, aprofundando mais o beijo. Ela agarrou seus ombros, ofegando seu nome, e ele devorou sua boca, a necessidade de consumir cada parte dela. Ele soltou o seu cabelo, e começou a deslizar as mãos pelo seu corpo, tocando as mamas, em seguida, mais para baixo. —Eu mudei de ideia. É hora de um gosto dessa boceta cremosa, ele disse. Tomando um assento na cadeira, ele se inclinou para a frente, e deslizou a língua sobre o clitóris, circulando pela raiz,


em seguida, deslizando e pairando sobre a entrada virgem. Ele estava reclamando sua boceta, e marcando como dele. Havia apenas uma palavra que ele pensava quando olhava para Maria. Minha.

Maria gritou quando ele chupou seu clitóris em sua boca. Ele usou seus dentes, e ela não podia se afastar, nem queria. Suas mãos abriram os lábios de sua

boceta,

chupando, sacudindo, e lambendo seu clitóris. O prazer era instantâneo, e nesse momento, perguntou-se por que ela nunca tinha feito isso antes. Ninguém era bom o suficiente. Ninguém, além de Daisy. —Você tem um gosto bom pra caralho, querida. Eu vou chupar muito seu clitóris durante as próximas semanas. Na verdade, descarte isso. Eu vou chupar seu clitóris para o resto da minha vida. — Sua língua se moveu para baixo, circulando sua entrada, mas não penetrou. Sempre que a língua se movia em direção a sua entrada, ela ficava tensa esperando que ele simplesmente a tomasse. —Eu disse que


iria foder essa boceta bonita, baby. Você tem que aprender a confiar em mim. Suas bochechas aqueceram, enquanto ele continuava a provocá-la. Isso era o que ela queria, o que ela desejava. Daisy passou a língua para trás sobre seu clitóris, e ela não pôde segurar seus gritos de prazer. O orgasmo começou a construir dentro dela, e não havia como ela parar sua libertação. Lá, na mesa da cozinha de Daisy, ela ficou, empurrando sua boceta em seu rosto, e amando cada segundo de seus lábios nela. Ele não parou e continuou a chupar seu clitóris. O prazer continuou, levando-a de surpresa, e fazendo-a gritar seu nome repetidas vezes. Finalmente, ele diminuiu seus golpes, e se afastou com um beijo final. —Você está linda, ele disse, beijando seu clitóris. Ela respirou fundo e olhou para baixo para encontrá-lo lambendo os lábios. As bochechas dela aqueceram com a fome em seus olhos. —Gostoso. Levantou-se, e ela viu seu pênis ereto. Daisy estava duro, e na ponta vazava o seu pré-sêmen. —Você quer que eu cuide disso? — Perguntou ela. —Eu vou cuidar disso. Eu quero que você fique exatamente onde você está, para que eu possa admirar a


vista. — Ele passou os dedos em torno de seu pau, e trabalhou desde a base até a ponta. Levantando-se nos cotovelos, ela olhou para baixo para vê-lo se masturbar. Seu pau parecia tão duro. —Dói? — Perguntou ela. —Não, não dói. Isso é bom. Basta olhar para você pra me excitar. Não me interprete mal, eu disse que não iria foder sua boceta, mas não significa que eu não quero. — Uma de suas mãos repousava sobre os joelhos, e ela abriu as coxas mais amplo para ele ver. —Quando eu possuí-la e torná-la minha, você não vai ter a menor dúvida de como eu me sinto por você. —Eu quero você, Daisy. —Você me quer, mas você não está pronta para mim. Eu não sou um cara pequeno, eu tenho que prepará-la. Há muito mais a fazer do que se divertir apenas indo direto para a foda. — Ele diminuiu seus movimentos em seu pênis. Maria ficou tensa quando ele colocou seu pau entre os lábios de sua boceta, e começou a se mover para cima e para baixo. Cada impulso de seus quadris batia no seu clitóris. —Que outras coisas? — Perguntou ela. —Como isso. Eu não estou fodendo com você, mas eu posso te dizer que estou tendo uma porrada de prazer agora, apenas observando você. Você está me deixando louco, baby. Ele se inclinou sobre ela, pegando um de seus mamilos em sua boca e sugou duro. O prazer a consumia, fazendo-a


arquear-se contra ele. O peito que ele não estava chupando, ele começou a apertar o mamilo, provocando seu corpo. Daisy se afastou, suas estocadas cada vez mais forte, ele a agarrou pelos quadris. Ele não transaria com ela, mas estava muito perto. —Nós temos muito para explorar, para conhecer um ao outro. Você me deu sua confiança, é hora de mostrar o que eu posso te dar. — Ele bateu seus lábios nos dela e resmungou. Ela sentiu seu pênis pulsar, seguido por seu sêmen derramando sobre seu estômago. Maria olhou nos olhos de Daisy quando ele gozou. Ele parecia diferente, mais masculino de alguma forma. —Isso foi incrível, disse ela. —Há um caralho de muito mais para nós explorarmos. — Ele apertou outro beijo em seus lábios, e ficou de pé. — Vamos lá, baby, é hora de você me alimentar. Ele se afastou, e ela estava prestes a levantar-se quando ele voltou com algumas toalhas. —O que você está fazendo? — Ela perguntou. —Eu vou te limpar. — Ele limpou seu sêmen e ajudou-a a descer da mesa. Daisy passou os braços em volta da sua cintura, segurando-a, suas pernas estavam fracas do prazer. Ele continuou segurando-a até que ela estava firme, e então ele a soltou. —Eu quero lhe fazer uma pergunta, disse ele.


Maria ficou tensa, sabendo que ia ser sobre Beth. Ela não sabia, porque ela sabia que ia ser sobre Beth, apenas ele soava diferente quando estava falando sobre sua irmã. —Eu não posso lhe dizer. —É algo que eu possa ajudar? — Perguntou. Ele pareceu rasgado, e malditamente chateado com o que ela quase disse a ele. —Por favor, não me coloque nesta posição. Beth é a minha melhor amiga, e você é.... Eu não sei o que você é. Daisy suspirou, parecendo que queria discutir. —Você é a minha mulher, Maria. Não se esqueça disso. Eu vou continuar perguntando sobre Beth, mas eu não vou colocá-la na posição em que ela vai questionar a sua amizade. — Ele deu um beijo em sua cabeça e deu um passo atrás. —Vá e nos faça algum jantar. Eu tenho alguns telefonemas para fazer. Maria ficou observando-o enquanto ele se afastava. Ele pegou sua calça jeans, vestindo-a. Daisy pegou o telefone celular e saiu da cabana. Viu-o no telefone celular no instante seguinte. Por que você não pode confiar nele, Beth? Os segredos de Beth não eram dela, mas ela tinha um sentimento que se ela não dissesse a Daisy em breve, poderia custar-lhe o relacionamento com ele.


—Eu estou doente e cansado dessa besteira, pai. O que aconteceu com Beth? — Daisy perguntou. Ele não queria colocar Maria em uma posição difícil, mas ele também precisava saber o que diabos estava acontecendo.


—Filho, pedimos-lhe para não fazer perguntas. Beth está ficando melhor. Ela mesmo nos falou sobre ela ficar aí indefinidamente. —E você está feliz com isso? Lembro-me quando Beth queria sair da cidade para uma faculdade. Você ficou doido. Não queria o clube chegando perto dela. Os Trojans não são o melhor tipo de homens, e agora você está mais do que feliz com ela estando perto de mim o tempo todo? — Daisy estava realmente começando a ficar confuso. Ninguém sabia de nada. Vá à fonte? E se ele fosse para a cidade onde seus pais moravam? Pegasse alguns caras e apenas sondasse o lugar? Enquanto pensava nisso, olhou pela janela e viu Maria em pé no fogão. Sua bunda balançando, ao som da música que ela tinha colocado a pouco. Porra! Ele teria que fazer alguma coisa quando voltassem para casa. Esta era a sua única chance com Maria, e ele não era iria estragar tudo. —Daisy, você precisa parar de falar sobre isso. Não é o seu negócio e Beth não precisa desse tipo de merda. —Você está brincando comigo, certo? Não é meu negócio? Minha irmã é uma casca de seu antigo eu, e você não acha que eu preciso saber que merda é essa? — Daisy começou a andar para cima e para baixo, ficando mais irritado com cada


segundo que passava. Esta situação toda estava começando a irritá-lo. Não, não estava começando. Ele estava irritado. —Você ama Beth? —Você sabe que sim. Ela é minha irmã. Eu morreria para protegê-la. —Então, aceite que ela não quer que nada aconteça. Ela está feliz com os Trojans e você. Por favor, por ela, controle a si mesmo. Daisy fechou os olhos e contou até dez. Sua raiva era um dos seus problemas. Depois que ela começava, era difícil para ele manter-se sob controle. Ele nunca fez mal a ninguém que não merecesse. Ele não tinha ferido uma mulher antes, qualquer

uma.

Houve

um

tempo

em

que

ele

estava

preocupado que ele não seria bom para as mulheres. Nenhuma mulher o tinha inspirado a matar. Ele testemunhou a emoção em Crazy e Duke. Daisy só tinha visto Duke realmente matar uma mulher, não que ele pudesse culpá-lo. A ex de Duke quase tinha matado Holly. —Eu falei com Beth. Ela disse que você está cortejando Maria? Daisy riu. —Você está tentando mudar de assunto? —Maria sempre foi apaixonada por você. Quando você está por perto, ela tem um brilho em seus olhos. Eu nunca vi essa menina reagir a qualquer um, da maneira que ela reage a você.


Ele pensou sobre o tempo que ele esteve com Maria. Quando era mais jovem, ele tentou evitá-la. Ele percebeu seus olhares de soslaio, e do jeito que ela olhava para ele. Daisy sempre tinha assumido que ela não gostava dele por ser o irmão rebelde de Beth. Como ele estava errado. Olhando pela janela, ele viu Maria cantar em uma colher de pau, balançando os quadris de um lado para o outro. Ela realmente era uma coisa. Ele amava como ela não tinha vergonha de ficar nua em torno dele. Você estava nu também. Ele duvidava que ela voluntariamente ficaria sem roupa, se ele não ficasse nu também. Seu pênis começou a engrossar, mais uma vez, e ele se afastou da janela. —Seja cuidadoso com ela, Daisy. —Beth? —Não, Maria. Ela tem um fogo dentro dela que a faz parecer forte, mas eu aposto cada centavo que eu tenho que ela é vulnerável, frágil. Daisy não tinha dúvidas disso, e ele não apostaria sua pequena fortuna também. Maria era vulnerável, e se ela o deixasse entrar em seu coração, e ele o quebrasse, ela quebraria. Ela era uma mulher forte em tudo, mas quando se tratava de seu coração, ela era um gatinho. —Eu não vou machucá-la.


—Antes de fazê-la sua senhora, ou o que você a chamar, certifique-se de que você tem certeza. Eu não quero que você se machuque e a machuque inadvertidamente, disse o pai. —OK. Daisy olhou para a porta, quando Maria gritou para fora. —A comida está pronta. Ele assentiu. —Eu tenho que ir. —Pense no que eu falei. Pensar nisso não era o problema. O que seu pai estava tentando dizer era para não agir sobre o que ele disse. Daisy cresceu entrando em mais problemas, porque ele agia com seus próprios pensamentos. Daisy não era um homem estúpido, e ele sabia que a melhor maneira de lidar com problemas era esperar eles esfriarem. Se você reagisse no calor do momento, não havia nenhuma possibilidade de desfrutar do caos que viria depois. Daisy gostava de desfrutar de derrubar seus problemas, enroscando-os mais e de novo. Não havia nada como prolongar o momento. Ele desligou o telefone, caminhando em direção a Maria. Ela estava tão malditamente linda e nua. Ele rapidamente tirou as calças de brim de modo que ele estava nu, mais uma vez. —Com quem você estava falando? — Perguntou ela. —Meu pai.


—Você estava perguntando sobre Beth de novo, certo? —Sim. Ela suspirou. —Você não vai deixar passar? —Será que você iria, se fosse sua irmã? —Não. Eu não iria. Você é um bom irmão, Daisy. Tomando-lhe a mão, ele puxou-a para si. Ele amava o jeito que ela se derretia contra ele, confiando nele. —Você sempre pensou isso? —Sim. Colocando a mão em sua bochecha, ele correu o polegar sobre seu lábio inferior. —Você sabe, houve um tempo em que eu pensei que você não poderia ficar comigo. Maria balançou a cabeça, suspirando. —Você só irá demonstrar que os homens não sabem o que eles falam. Você me confundiu. Quando eu era mais jovem, você sempre me deixou nervosa, e eu não estava pronta para o que eu queria. —E o que era? —Você. Você não era uma pessoa fácil de ignorar, Daisy. Você tem uma presença em torno de você, e é difícil apenas se afastar. Quando você estava ao redor, meu corpo parecia ter uma mente própria. Ele inclinou a cabeça para trás.


—Você estava excitada por mim, baby? Ela sorriu. —Sim. O jantar está pronto. —Vamos comer. Tomando-lhe a mão, ele abriu o caminho de volta para a cozinha, ela o seguiu sem lutar. Ele meio que esperava que ela lutasse com ele em alguma coisa. Ela era um pequeno foguete. Dois pratos estavam nos lados da mesa, e ele não gostou. Segurando um prato, ele o colocou ao lado do seu. —Eu quero que você se sente do meu lado. Ela se sentou ao lado dele, tremendo. —Está um pouco frio. Ele começou a rir. —Eu não sei se isso será melhor do que a comida de Holly e Mary. —Eu não vou comparar, baby. Ela fez uma careta. —Isso não está bom, não é? —Você quer saber se a sua comida é horrível? —Sim. Se as coisas forem bem, você vai querer que eu cozinhe para você? — Ela perguntou. Será que ela percebia que mesmo se a sua comida fosse uma

merda,

ele

iria

comê-la

de

qualquer

maneira?


Estendendo a mão, ele puxou um pouco de seu cabelo atrás da orelha. O que tinha sobre ela? Amor? Sexo? Luxúria? Maria sempre o fez pensar sobre quem ele era como um homem. Era isso o que Duke, Pike, Raoul, e Crazy tinham atravessado? Todos os quatro irmãos tinham recentemente descoberto suas senhoras. Holly, Mary, Zoe, e Leanna eram mulheres incríveis. Maria, ela era uma mulher maravilhosa, e certamente se encaixaria com as senhoras. O clube iria apoiar e amá-la se algo acontecesse com ele. Ele confiava no clube mais do que qualquer coisa. —Então é melhor eu provar. — Finalmente olhando para o prato viu que tinha fettucine com molho marinara. —Eu usei a salsicha italiana apimentada que vi na geladeira. Havia um pote de molho marinara, e eu misturei tudo isso junto. Espero que esteja bom. —Está bom, querida. — Cheirava incrível. O alho, ervas e especiarias, a salsicha estavam dando água na sua boca. Ele enfiou o garfo no centro, e deu-lhe um giro. Uma vez que o garfo estava cheio, ele tomou uma grande mordida, e o sabor explodiu dentro de sua boca.


Agora, Holly e Mary eram boas cozinheiras. Leanna tinha a melhor lasanha, mas ele tinha uma mulher que poderia cozinhar, também. Olhando para ela, viu que ela estava mordendo o lábio e olhando para ele esperando. —Se você não gostar, eu posso cozinhar outra coisa. —Eu amo isso, baby. Está saboroso. —Isso é algo que Beth sempre gostou também. —Você cozinhou para Beth? — Ele não gostou do golpe de ciúme que o atingiu. —Sim. Supere a si mesmo. Ela tem estado com Beth durante anos. Tomando-lhe a mão, fechou os dedos juntos e começou a comer novamente. —Eu gostei de cozinhar pra você, disse ela. Apertando seu abraço em volta dela, ele sorriu. Ele gostava dela cozinhando para ele também.


—Qual é o problema, baby? — Perguntou Holly, andando atrás dele. Eles estavam fora em seu rancho, e Duke acabara de encontrar Matthew fazendo sexting com uma menina do ensino médio. Sexting? Que porra era sexting? Sim, falando de sexo por mensagem de texto, e ele teve o suficiente com essa merda no que dizia respeito a seu filho. Ele tinha o crescimento acima da média, mas não havia maneiras

de

fazer

isso.

Duke

não

queria

que

Holly

descobrisse o que estava acontecendo, mas seu filho parecia determinado a torná-lo conhecido. —Isso é sobre Matthew. —O que tem ele? Ele está fazendo sua lição de casa, certo? — Perguntou Holly, olhando em direção à sala de jantar. —Ele está. —Você vai falar com ele sobre a faculdade? Eu não quero que ele vá embora, mas se vai dar-lhe o melhor começo possível na vida, eu terei que viver com isso. Isso era o que ele amava sobre Holly. Ela estava cuidando dele até o âmago. Matthew não era seu filho, e ainda assim ela o amava como se fosse. —Ele está tendo relações sexuais. — Pronto, ele tinha dito. Holly riu. —Então? Qual é o problema? Duke fez uma careta.


—Matthew. Eu o peguei fazendo sexo. —O garoto tem dezessete anos. Ele é seu filho, e presumo que a garota que estava com ele é da mesma idade. —Espere o quê? —Matthew é um bom garoto, e ele não é estúpido também. Eu vi seu estoque pornográfico meses atrás. Na verdade, eu vi quando viemos morar juntos. —Desculpe? —Eu pensei que você soubesse. — Ela beijou sua bochecha e agitou sua cabeça. —Eu vou cuidar de Drake. Ele está crescendo tão rápido. Três anos se passaram tão rápido, e enquanto observava Holly sair de seu escritório, que ele mantinha no rancho, ele se perguntou o que tinha acontecido com a mulher que teria ficado chateada. —Ei, papai—, disse Matthew. —Agora que você pôde ver que Holly não tem nenhum problema, você vai me dar o meu telefone de volta? — Matthew cruzou os braços sobre o peito, e sorriu. Duke suspirou. —O que aconteceu com aquele menino que estava feliz com o conjunto de trem? Matthew revirou os olhos. —Ninguém pode ficar jovem para sempre, pai. Aposto que você era assim quando estava crescendo.


Agarrando o telefone celular de Matthew de dentro de sua escrivaninha, ele deu a volta, lançando o telefone entre os dedos, e pegando. —Você sabe, quando eu tinha sua idade, eu não tinha esse tipo de tecnologia, nem sequer dava o mínimo para isso. Sexting não era real. Eu tinha uma mulher real em minhas mãos, e eu pegava ela até que ela não pudesse lembrar o seu próprio nome. Matthew estendeu a mão para pegar o telefone. —Eu sei o que estou fazendo. —Vou deixá-lo ter este telefone de volta, com o acordo que você vai para a faculdade que Holly escolher. —O quê? — Matthew franziu a testa. —Quero ser prospecto do clube. Eu quero ser como você. —No entanto, se me fosse dada a opção eu teria ido para a faculdade. A vida do clube está no meu sangue, mas eu não tive qualquer outra escolha. Você tem uma chance de ser algo mais. —Ternos não conseguem boceta. Duke balançou a cabeça. Olhando para o telefone de seu filho, Duke não queria fazer o que ele estava prestes a fazer, mas não havia escolha. Matthew estava mostrando um lado de si mesmo que não iria cair bem no clube, ou no mundo. Ele amava seu filho, e ele iria para dar-lhe uma dura realidade.


Segurando o telefone, ele o jogou com toda a sua força em direção à parede. O telefone quebrou, caindo para o chão. —Que porra é essa, pai? —Você acha que está sendo um espertalhão, mas tudo que você está fazendo é mostrar que você é um garoto com um pau que pode ficar duro. Deixe-me te contar algo, filho, pinto duro responde à lei. Você derruba uma daquelas meninas, e a lei irá cair sobre você. Você não é um saco de merda, e se alguém estiver infectado, você terá que viver com isso por toda a sua vida. — Duke riu. —Você quer ter uma chance de ser um prospecto? Bem parabéns, garoto, você acabou de ser iniciado. — Duke daria o seu filho um novo telefone, mas não via qualquer outra forma de fazer Matthew enxergar a dura realidade, senão através da prospecção.

Na manhã seguinte, Maria abriu os olhos e viu que o sol estava fluindo através da janela do quarto. Atrás dela, Daisy se aconchegou contra ela, e ela não podia ajudar, mas suspirou. Ontem à noite eles tinham lavado os pratos juntos, e depois assistiram um pouco de televisão, e um filme. Quando o filme terminou, Daisy levou-a para o quarto, e ele deitou-se de conchinha com ela.


—Você está acordada? — Perguntou Daisy. —Como você sabia? —Sua respiração mudou, e você está tensa em meus braços. —Eu não sabia que você estava acordado. — Ela foi rolar, mas Daisy a parou. —Não. Eu quero te abraçar, e acabar de acordar lentamente. Sorrindo, ela colocou as mãos sobre as dele, gostando de quão quente estava, rodeando-a com seu calor. —Eu gostei de ontem à noite, disse ela. —Eu também. Você é a primeira mulher que eu passei a noite apenas assistindo televisão. —Você já esteve apaixonado por uma mulher? — Perguntou ela. —Não. Eu nunca estive apaixonado. Você? Ela balançou a cabeça. —Não. Acariciando os dedos sobre sua mão, ela sentiu seu pênis pressionando contra sua bunda. Ele estava ficando mais duro a cada segundo. —Você sente o que você está fazendo comigo? —Sim. —Eu tinha imaginado isso, disse ele, surpreendendo-a.


—Você tinha pensamentos sobre estar na cama comigo? —Sim, e eu posso te dizer que a realidade é muito melhor do que a fantasia. — Ele a beijou no pescoço, movendo-se para morder sua orelha. Ela engasgou, gemendo quando prazer correu por seu corpo inteiro. —Eu tenho planos para hoje, baby. —Você tem? — Ela abriu as coxas, pronta para ele jogar com ela. —Sim, e eles não envolvem sexo. — De repente, ele se afastou dela, e saiu da cama. Sua boceta estava encharcada, e seu pênis se levantou pedindo atenção. Ainda assim, ele não tinha parado, e mudou-se para o guarda-roupa. —O que você está fazendo? —Pegando-lhe algumas roupas. Ela ergueu-se sobre os cotovelos e viu como ele passou as roupas que estavam embaladas por ela, que havia colocado no guarda-roupa na noite passada. As roupas estavam ao lado das roupas dele, e ela se emocionou ao vêlas lado a lado. —Você

quer

escolher

suas

próprias

roupas?

Perguntou Daisy. Sua mão se transformou em um punho, e seus movimentos pareciam muito precisos quando ele deixou cair sua mão ao lado de seu corpo, voltando-se para olhar para ela. O que ela viu em seus olhos?


Algo

brilhou

sob

suas

profundezas.

Confusão?

Aborrecimento? Esperança? Seria algum tipo de teste? —Você é o único que sabe onde nós estamos indo. Você pode escolher. Eu não tenho nenhum problema com isso. — Ela sorriu para ele, admirando toda a extensão de seu corpo. Seu pau ainda estava duro como uma rocha, e ela gostava de como ele parecia ignorar isto. Daisy tinha uma confiança que a surpreendeu. Ele virou-se, dando-lhe um tapa cheio em sua bunda com as costas de sua mão. Sua bunda era firme, e ela finalmente entendeu o que Holly e Mary estavam falando sobre homens e bundas. Ela viu quando ele saiu do armário com um par de shorts que ia até o meio da coxa, juntamente com uma camisa azul. Em seguida, mudou-se para as gavetas ao longo da parede do fundo, onde ela colocou sua roupa íntima. Calor derramava de seu sexo enquanto esperava que ele terminasse. Ele andou de volta para a cama, carregando um sutiã e um par de meias, colocando-os em cima da roupa. —Para onde estamos indo? — Perguntou ela. —Você vai descobrir em breve. —Ele se moveu para seu lado da cama, segurando seu quadril quando ele se inclinou para perto, pressionando um beijo em seus lábios. —Você vai fazer o café da manhã? —Sim.


—Bom. — Ele deu um beijo em seus lábios, e retirou o cobertor em torno dela. —É hora de você se vestir. Daisy afastou-se dela, e ela viu que ele foi para o guarda-roupa novamente pegar suas próprias roupas. Saiu da cama, antes de se vestir. Quando ela voltou-se para sua roupa, ela notou o olhar de Daisy sobre ela. Este foi um teste. Algo em seu intestino estava dizendo a ela que ele a estava testando, esperando para ver se ela iria falhar. Endireitando os ombros, ela estendeu a mão para os shorts, nem mesmo questionando a falta de calcinha. Puxando o short até as coxas, ela espreguiçou, acordando seu corpo. Houve uma emoção por ter Daisy a vendo se vestir. Ela não estava animada só dele assisti-la, ela amava o fato de que ele escolheu as roupas. Os shorts, a camisa, e o sutiã, era tudo o que Daisy queria que ela vestisse. Colocando o sutiã, ela puxou a camisa imediatamente depois, e quando ela se sentou na cama, para lidar com as meias, Daisy pegou seu rosto entre as palmas das mãos. Ele inclinou sua cabeça para trás, e ela viu que ele a estava avaliando enquanto olhava para ela. O jeans que ele usava estava desabotoado, e ela gostou do pequeno pedaço de pelos revelado. —Você me surpreendeu. —Por quê? —Eu não esperava que você fizesse isso sem um argumento.


Sentindo-se um pouco confiante, ela tomou seu rosto, sorrindo para ele. —Eu me surpreendi. — Pressionando um beijo em seus lábios, ela lançou um suspiro. —Eu vou começar a fazer algum café da manhã para nós. —Você vai nos fazer uma pequena cesta de piquenique? — Perguntou. —Sim, eu vou. Ela lhe deu uma última olhada, antes de fazer seu caminho para a pequena cozinha. Isso está realmente acontecendo. Seu coração estava batendo, e sua boceta estava escorregadia com o que tinha acabado de acontecer. Ela ficou com as suas roupas. Era mais do que as roupas. Daisy tinha dado a ela algo que ele claramente queria fazer, mas tinha sido empurrado. Ela viu o conflito. Ateando fogo em uma chama do fogão, ela pegou um pouco de bacon e ovos. Enquanto estava esperando a panela aquecer, ela agarrou vários itens e começou a fazer alguns sanduíches para o resto do dia. Uma vez que ela tinha o bacon pronto, pegou manteiga, um pouco de pão e começou a passar para montar uma cesta de piquenique, obviamente sem a cesta.


Daisy entrou na cozinha e colocou uma cesta de piquenique no balcão da cozinha. —Eu achei isto. —Você já possuía uma cesta? —Isso era algo que eu gostaria de fazer. —Você gostaria de ir em piqueniques? Ele moveu-se atrás dela, colocando uma mão em seu estômago, e puxando-a de costas. —Eu gosto de ir para longas caminhadas com uma mulher que eu realmente gosto. Eu também amo comida. —Nós iremos para uma caminhada hoje? —Eu adoraria tê-la completamente nua durante todo o dia, e jogar com você. Eu não comprei esta cabana para nós apenas ficarmos sentados aqui dentro. Tem belas paisagens, passeios incríveis, e eu acho que você vai adorar. Também, há um local agradável perto de um lago, onde se pode ver veados, cachoeiras, e oferece tranquilidade. —Será que vamos ver outras pessoas durante o nosso tempo fora? —Talvez. É sempre agitado, e há guias. Nós vamos ter que esperar e ver.— Ele beijou seu pescoço. —Você está olhando para a frente? —Sim. Ela realmente estava. Maria adorava ir para longas caminhadas e desfrutar da natureza em suas viagens. Beth


sempre achou chato que ela amava andar por longas praias, em vez de relaxar pegando sol. Ele

deu

ao

seu

pescoço

uma

mordidela antes de recuar. —Eu vou deixá-la terminar a comida. — Daisy não saiu da cozinha. Ele começou a reunir outros itens para colocar na cesta. Com o canto do olho, ela o viu colocar garrafas de água no fundo do cesto. Ele então colocou uma toalha e começou a adicionar copos plásticos e pratos. Foco, Maria, foco. Terminando seus sanduíches, ela colocou-os na cesta. Ela removeu o bacon da grelha, mexeu alguns ovos na manteiga e algumas fatias de pão. Ela estava mais do que pronta para comer. Tomando um assento ao lado de Daisy, ele segurou a mão dela enquanto comiam juntos. Isso era o que ela queria. Estava errado?


Daisy não podia parar de segurar a mão de Maria enquanto andavam pelo caminho de terra em direção a um conjunto de grossas árvores. A cesta de piquenique que tinha na outra mão estava um pouco pesada, mas ele não iria deixar Maria transportar isto. Ela era uma mulher bonita, e cada chance que ele tinha, ele olhava para as roupas que ele escolheu. Não teve uma vez que ela expressasse uma queixa. Ele não sabia o que esperar, mas não esperava sua aceitação tranquila. Ainda assim, isso foi exatamente o que ele teve. —Então, quais são seus planos? —Planos? — Perguntou ela. —Você sabe, quando voltarmos para a Vale Valley? —Eu não sei. Beth me disse que quer ficar na cidade, e eu estava pensando em ficar com ela. Eu não estou inteiramente certa ainda do que eu quero fazer. Beth é minha amiga há anos, e agora, de repente, há uma chance de não estarmos juntas. — Ela parecia triste. —Você não tem que deixar Vale Valley. — Daisy apertou os dentes enquanto ele olhava para a frente. —Eu não quero deixar. Eles ficaram em silêncio por alguns segundos, e ideias correram em volta de sua cabeça, à espera de uma para focar. —Você

pensou

continuarmos Perguntou.

juntos

sobre

o

quando

que

aconteceria

voltarmos

para

se casa?

nós —


Eles se conheciam por anos, antes mesmo que ela fosse maior de idade. Olhando para trás agora, Maria sempre esteve em sua vida, mesmo quando ele não percebia isso. Ele nunca tinha tentado qualquer coisa com uma garota menor de idade, nem mesmo Maria. Parando, Daisy se virou para ela. Ela estava mordendo o lábio enquanto olhava o longo caminho à frente. Deus, eu amo essa mulher. O pensamento atingiu-o com força, levando o ar fora dele. Ele tomou uma respiração profunda e colocou o cesto de piquenique no chão. —Eu não sei o que você quer que eu diga. —Diga-me o que você está pensando, disse ele. —Daisy, esse é o nosso segundo dia juntos, e antes disso, você se rebelou, indo para os braços de outra mulher. —Então deixe-me ter este mês, para provar para você que eu posso ser fiel a você. Maria riu. —Nós estamos sozinhos no meio do nada. Merda! —Então, depois que tivermos algum tempo aqui, para nos conhecer e resolvermos essa incerteza entre nós, você pode dar-me um teste, quando voltarmos. Ela inclinou a cabeça para o lado, olhando para ele. —Você realmente pensou que eu iria falhar esta manhã.


—Nós estamos indo a todo o lugar agora. —Então pare de ser vago, e diga-me qual é o seu problema. — Ela tentou puxar a mão, mas ele a segurou, não querendo deixá-la ir. —Daisy? —Eu não vou deixá-la ir. Ok, eu estive em um relacionamento uma vez. Não, eu não estava apaixonado, e enquanto eu estava com essa mulher, eu fiz o que fiz esta manhã. Eu escolhi a roupa, e pedi a ela para fazer certas coisas. — Ele odiava como necessitado ele soou, e choroso. Daisy tinha superado Laura. Ela tinha sido uma boceta disposta, e depois que ele a teve, ele praticamente tinha se esquecido dela. O problema foi que suas palavras ainda permaneciam. Nem toda mulher gostava de ter um homem dando instruções para ela, ou escolhendo suas roupas, ou sendo o homem da casa. Não havia outra maneira que ele poderia ser. Ele sempre seria o único no controle. —O que você esperava que eu fizesse? — Perguntou ela. —Eu não sei o que eu esperava que você fizesse. Ela realmente não me importava. —Diga claramente. Olhando além do ombro, ele tentou fazer com que seus pensamentos focassem em algum ponto, mas nada estava acontecendo. —Eu não espero que você simplesmente use as roupas, ou vá e faça o café da manhã.


—Você estava me testando? —Sim. O sorriso dela o surpreendeu. Quando foi que Maria, sua pequena virgem, estava sempre o surpreendendo? —Eu passei no teste, disse ela. —Sim. Ela se inclinou para perto tocando sua bochecha. —Você vai ter que perceber muito rapidamente que eu sou cheia de surpresas. — Ela deu um beijo em seus lábios. —Eu não tenho quaisquer planos após nossas quatro semanas. Posso dizer-lhe o que eu espero, mas, novamente, esperança não é planejamento. —Então diga-me as suas esperanças. Ele pegou a cesta, e eles começaram a andar novamente. —Eu espero que nós encontremos o que estamos procurando aqui. Eu quero estar com o homem que eu amo, respeito e confio. Eu não vou ser um capacho que vai esperar em casa por seu homem. Não é o que eu quero. Eu quero dar um lar para nós. Eu quero fazer as compras, a limpeza, cozinhar e organizar as datas especiais. Quando tivermos filhos, eu quero que você saiba que posso lidar com o que a vida jogar em nós. Eu também quero ser a esposa que você precisa com os Trojans. Daisy entendeu o que ela queria dizer. Ele não estava procurando algum capacho que fosse fazer o que ele queria. Maria tinha uma mente forte, uma mulher forte, que apenas


queria colocar a sua confiança em um homem que cuidaria dela. —Você acha que você poderia lidar com a vida do clube? —Como uma senhora? —Sim. — Não haveria espaço para mais ninguém. O pensamento de outro homem tocá-la o enchia de muita raiva. Maria pertencia a ele, e ninguém iria lhe dizer de forma diferente. —Eu posso. Eu gosto das senhoras, Sheila também é uma querida. — Sheila era a senhora de Russ e era a mãe de Holly. Havia muita história no clube. Ele gostava de Sheila. Ela era uma boa mulher, e Russ quase a tinha perdido. —O que você acha de Knuckles? — Perguntou Maria, surpreendendo-o com a mudança de assunto. —Por que você está falando sobre Knuckles? — Ciúmes o golpeou duro, e inesperadamente. Ele nunca pensou que ele sentiria ciúmes de outro irmão, mas isso era exatamente o que ele estava pensando e sentindo. O sentimento rodando na boca do seu estômago, e ele não podia pará-lo. —Eu tenho visto a forma como ele observa Beth. Tão rapidamente quanto o ciúme bateu, ele começou a chiadeira. —Knuckles não vai tocar Beth. —Eu não estou dizendo que ela está em perigo. Ele olha para ela, e a vê, sabe? Beth nunca teve isso. Eu nunca vi um


cara realmente olhar para uma mulher, e ver seu verdadeiro eu. Isso é bonito de se ver. —Eu olho para você assim. Daisy sentiu um aperto. Não havia mais ninguém lá fora para ele, mas a mulher ao lado dele. Ótimo, ele estava com ela em menos de quarenta e oito horas, e ele já estava perdendo a sua mente. Eles continuaram andando pela longa estrada de terra. Estava morno, e os longos ramos com folhas grossas lhes davam cobertura suficiente. Apenas à frente viu Lucinda e Phil com várias pessoas subindo o caminho. Apertando a mão de Maria, dirigiu-se em direção a eles. Tinha muito tempo que ele tinha visto o casal feliz. —Daisy—,

disse

Phil,

falando

em

primeiro

lugar.

Lucinda estava conversando com uma mulher atrás dela, e se virou para ele. Apertou a mão de Phil e riu quando Lucinda o abraçou. —Como estava a cabana? Eu trabalhei para caramba para torná-la habitável novamente. —Está ótima. Eu quero que você conheça alguém. — Puxando Maria na frente dele, ele passou um braço em volta da sua cintura, e sorriu através de seu ombro. —Esta era a mulher especial que eu estava falando. —Daisy?


Ele franziu a testa, olhando de Lucinda para a mulher que tinha falado, e ele congelou quando viu sua ex, Laura. Que porra ela estava fazendo aqui? Ela tinha interrompido a apresentação, e agora ele estava chocado por tê-la visto. Daisy não tinha visto Laura desde que ela saiu de seu apartamento anos atrás. Que porra estava fazendo aqui agora? —Vocês dois se conhecem? — Perguntou Lucinda. —Sim—, disse Daisy. Maria ficou tensa em seus braços. Chamando a sua atenção para longe da mulher, ele sorriu para Lucinda e Phil. —Eu queria que vocês dois conhecessem a minha mulher, Maria. —É um prazer conhecê-los —, disse Maria. —Você fez um trabalho incrível com a cabana. —Eu receio que não podemos parar e conversar. Nós temos que manter a programação. Mas adoraríamos ter vocês para jantar, disse Phil. —Vou ligar e poderemos organizá-lo. Phil tinha visto a tensão, e agora estava movendo-se com o problema para fora de seu caminho. Daisy gostava de Phil e Lucinda. Laura não fez nenhuma tentativa de falar com ele, e ele estava grato. Ele não queria parar e falar com aquela mulher, ou arruinar seu tempo com Maria.


Pegando a cesta de piquenique, eles continuaram caminhando, e era apenas uma questão de tempo até Maria perguntar. —Você sabe que eu vi tudo isso, certo? Eu vi sua reação, e o que aconteceu. Ele suspirou. —Eu não tenho nada a esconder. —Quem era a mulher que você reconheceu? Será que ele detectou uma pitada de ciúme em sua voz? Ele estava feliz para caramba com isso. Ela não tinha um único motivo para ter ciúmes, mas ele não estava prestes a reclamar se isso era exatamente o que ela pensava.

Quem era aquela mulher? Por que Daisy estava tenso? Maria não podia parar as perguntas que rodavam em sua cabeça, a deixando louca. Eles desceram ainda mais para baixo, no caminho que Lucinda e Phil tinham vindo. Ela ouviu o som sutil de água correndo, e Daisy levou-os fora do caminho, para um pequeno aterro. Ele não tinha respondido à sua pergunta, e ela não sabia se deveria estar chateada com isso.


De repente, parou. —Eu quero que você fique aqui. Não se mova. Daisy a deixou sozinha, e Maria estava em seu espaço, observando-o desaparecer. Ela fechou os olhos e se deleitou com os sons da natureza, o chilchear dos pássaros, a água, o ar que agitava as folhas nas árvores. Cada som relaxando e acalmando. Ela adorou. Segundos se passaram, e quando ela estava prestes a ir e seguir Daisy, ele apareceu mais uma vez, dando um passo atrás dela. —Eu quero que você confie em mim. — Ele cobriu os olhos com as mãos, e ela soltou um suspiro. Ela seguiu seus movimentos, quando ele começou sua caminhada. Colocando as mãos sobre a dele, ela passou por um arbusto que estava realmente perto, quando o perfume invadiu seus sentidos. Eles caminharam por mais alguns passos e, em seguida, Daisy parou. —A mulher que me reconheceu era Laura. Ela é a mulher que me abandonou por escolher suas roupas. Eu não esperava que ela estivesse aqui. Eu não a vi em anos. A última vez que a vi, ela estava arrumando suas coisas e saindo. — Ele beijou seu pescoço. —Você não tem nada para se preocupar. Ao vê-la, foi um choque, mas ela não é a mulher que eu quero. — Ele tirou as mãos dos seus olhos, e ela ainda os tinha fechados. —Abra seus olhos.


Ela abriu os olhos e engasgou. Daisy tinha encontrado um oásis escondido, e realmente era uma beleza. Ela nunca tinha visto nada tão bonito em toda a sua vida. Havia uma ligeira queda de água à frente, que se expandia para fora em um rio espesso. Isso era bonito, e ela estava em êxtase com o que estava na frente dela. Flores pareciam mais brilhantes, e através das folhas das

árvores,

o

sol

estava

se

infiltrando

para

baixo,

iluminando tudo. —Uau. —Sim, uau. — Ele se moveu em direção a um cobertor fino, e ela não podia ajudar, apenas ficar tocada. Daisy tinha montado seu piquenique. Os pratos estavam sobre o cobertor, bebidas e alimentos foram colocados para fora. —Você está com fome? —Eu não pensei que estivesse. — Ela se sentou em frente a ele, e olhou em volta. Olhando fixamente através do aterro, sua boca literalmente caiu quando ela viu uma corça que comia alguma grama. —Isso é lindo. —Você tem que ficar quieta ou ela vai fugir. A corça era tão bonita, e Maria não poderia acreditar que ela nunca tinha visto uma antes em sua vida. Claro, ela tinha visto em livros e nos filmes, mas esta era a vida real. Ela estava olhando do outro lado do grande rio. —Ela não está com medo? — Perguntou Maria.


—Provavelmente. Nós não vamos machucá-la. Talvez ela saiba que não somos uma ameaça. Daisy serviu a ambos uma bebida, e entregou uma para ela. Ela tomou um gole da água de morango e kiwi, apreciando o sabor fresco, uma vez que explodiu na sua língua. —Você não amou Laura? —Eu não podia suportar a cadela. Ela só era boa para uma coisa. —E ainda fez você duvidar de si mesmo como pessoa. — Maria desviou o olhar, focou nele em frente a ela. —Admita-o, o seu pequeno teste essa manhã foi devido a essa mulher. —Sim, foi. —Por quê? —Vamos apenas dizer que mesmo um homem como eu tem inseguranças. —Parece difícil para você admitir isso. Ele riu. —Eu estou lutando para evoluir. Bebericando sua bebida, ela olhou para a corça. Tristeza agarrou-a quando o animal se afastou. A vida seria muito mais fácil se ela fosse uma corça. —Eu acho que meus pais estão em uma relação Dominante e submisso, ela disse, derramando as palavras. —O que te faz pensar isso?


—A maneira como eles são um com o outro. Ao longo dos anos eu estive notando sutilmente as diferenças entre os meus pais e os seus. Além disso, eu fui para a caixa de joias da minha mãe quando ela estava fora com meu pai, e eu observei em uma das pulseiras que ela usava se lia, — Propriedade do mestre. — Depois que ela tinha visto o item, ela pesquisou tudo, como uma louca, e observou seus pais. —O que você acha? —Faz sentido. Eu amo meus pais. Eles são totalmente apaixonados um pelo outro. Estou certa, que eles não podem ter a sua verdadeira relação comigo vivendo com eles. Daisy agarrou a parte de trás do seu pescoço e puxou-a para ele. Bateu seus lábios nos dela, e ela derreteu. —Nós não vamos ser assim, disse ele, rompendo com o beijo. —Eu sei. Você não é um Dominante. — Ela cobriu seu rosto. —Você não deve deixar seu controle, Daisy. Seja quem você está destinado a ser. —Então vem aqui. — Ele bateu no cobertor ao lado dele. Sem hesitar, ela se moveu sobre o cobertor até que ela se acomodou ao lado dele. —Deite-se. —Você está sempre me pedindo para fazer isso. — Estabelecendo-se no cobertor ao lado dele, ela colocou as mãos em seu estômago. —O que mais você gostaria?


—Levante

as

mãos

acima

da

cabeça,

e

não

se

movimente. Ela respirou fundo e levantou as mãos acima da cabeça, ciente de como a ação pressionou seus peitos para cima. Daisy se aproximou dela, a partir de seu pulso, e deslizou as pontas de seus dedos para baixo do braço. Ele fez uma pausa na parte superior do peito. Ele virou sua cabeça para que ela olhasse para ele. —Seu corpo me deixa louco. —Você não pensa que eu estou muito gorda? —Não. Você é perfeita. Eu amo o quão grande suas tetas são, e a forma como os mamilos estão sempre duros para mim. O sutiã que ele tinha escolhido para ela, era de renda, por isso não oferecia muita proteção contra seu olhar. —Eu estive com mulheres esbeltas, Maria, e elas não possuem qualquer coisa de você. Você é mulher por toda parte. — Seus dedos se moveram para baixo, deslizando em linha reta através de seu mamilo, até o fundo de sua blusa. Ele a levantou para que ficasse amontoada debaixo de seu queixo. —Mantenha essas mãos acima de sua cabeça. Eu vou ter um pouco de diversão. — Ele segurou-lhe o peito, e no próximo segundo puxou para baixo a taça do sutiã para descansar debaixo de seu seio. —Tão sensível. — Daisy fez o mesmo com a outra taça, expondo os seios dela e tornando assim a empurrar o sutiã e os seios dela em uma oferta.


Ele beliscou um mamilo, depois o outro. Chorando, Maria arqueou-se incapaz de controlar o choque de prazer que seu toque criava. —Não há nenhum outro tipo de mulher lá fora para mim, apenas você. Eu não dou a mínima para as Lauras deste mundo, mesmo se ela viesse até mim nua, oferecendo-me tudo, você é a única que eu quero. Ela não pode dar-me você, só você pode. Isso era a coisa mais bonita, mais doce que alguém já tinha dito a ela. Ficou totalmente chocada com a sinceridade em sua voz. —Eu sempre vi você, Maria, mesmo quando você pensava que não. Não de uma maneira assustadora. Eu tinha que protegê-la e certificar-me que você estava segura. Lembro-me de estar lá quando você aprendeu a andar de bicicleta. Você não podia confiar em ninguém, nem no meu pai ou o seu. Não havia ninguém que você confiasse, era apenas você, eu, e Beth. Então eu te disse: Vamos começar este curso. Você segurou o guidão com muita força, mas você me permitiu estar atrás de você, e começar a mover. Lágrimas encheram os olhos com a memória. Era tão claro em sua mente que era como se estivesse vivendo o momento agora. Seu pai tinha a tarde de folga do trabalho, e em vez de levar a sua mãe para jantar, ele foi ajudá-la. Ela se sentia como uma decepção para ele, quando ela não podia confiar nele para não deixá-la cair. Em vez disso, o tempo tinha passado e seu pai moveu-a pela grama em


direção ao pai de Daisy. Maria tinha tido o conhecimento de Daisy observando o tempo todo. Ele tinha ido visitar sua família em uma de suas raras ocasiões. Ela estava com nove, e ele com dezenove anos, e já fazia parte dos Trojans. Sua família não gostava dele chegando por aí, mas Daisy não era o tipo de homem para não fazer algo porque alguém não aprovava. Ele visitava Beth, e sua casa, sempre que podia. —Eu empurrei a bicicleta, e tomei um punhado de passos, e quando eu disse para você não entrar em pânico e começar a pedalar, você fez isso. Você continuou a pedalar. Foram dez minutos, nós fizemos, e quando seu pai voltou, fechou a porta, e voltou para casa—, disse Daisy. —Eu queria meter a porrada no filho da puta por isso. —Sério? —Sim. Ele não tinha necessidade de fazer uma birra assim. Seu pai, seus pais, eles te amam, Maria. Ele acariciou os mamilos, prestando muita atenção a cada um, antes de se mover para baixo em seu estômago para o botão que prendia seu short. Daisy deixou-o aberto, e deslizou a mão dentro. Ela respirou fundo, esperando por ele para levá-lo apenas um pouco mais distante.


Daisy deslizou sua mão dentro de seu short, tocando a carne de seu sexo. Ela estava tão lisa e bonita. Ele acariciou seu clitóris, observando enquanto ela mordia o lábio, lutando contra o prazer. Pensando sobre o seu passado juntos, ele recordou muitas vezes, quando tinha ficado zangado com seu pai. Ele tinha ido ver o pai de Maria, para que ele soubesse o que estava fazendo a sua filha. Daisy se preocupava com Maria mesmo assim. Ele tinha visto quão faminta estava de afeto, e tentou alertar sua família para ela. Eles não estavam felizes com ele ou a sua decisão de fazer parte de um MC, mas não significava que eles não podiam estender seu amor pela Maria. Ele a queria, e cuidaria dela. Ela sempre teria esse instinto de proteção dentro dele. —Está boceta pertence a mim, baby. — Ele tocou sua boceta, tentando deslizar o dedo dentro dela. Não, você vai reclamá-la em uma cama, e fazê-la sua. Daisy tinha um monte de planos para sua mulher, e ele não iria apressar seu tempo juntos. Inclinando-se, ele reivindicou os lábios, deslizando sua língua em sua boca, aprofundando o beijo. Ela gemeu e começou a empurrar sua boceta para os seus dedos. Trabalhando o clitóris, Daisy tomou seu tempo, e durante todo o despertar de seu corpo, ele se manteve o beijo. Isso não era sobre ele, mas sobre Maria. Ele queria que ela aprendesse a confiar nele, e para que ela percebesse que ele não iria obrigá-la a fazer nada.


Maria mexeu em seu dedo, e ele brincou com o clitóris, acelerando seus golpes, em seguida, abrandando. Ela tentou puxar os lábios para longe dele e Daisy não rompeu com o beijo. Sua respiração acelerou, e ela começou a ofegar. Sua mulher estava tão perto de explodir, e ele estava mais do que feliz em engolir o choro dela. Daisy a levou ao orgasmo, prolongando seu prazer durante o tempo que ele pôde, antes de finalmente se afastar. Olhando em seus olhos, ele lambeu os dedos, provando seu néctar. Suas bochechas coraram, e ele riu. —Você vai ter que se acostumar comigo fazendo isso. —Eu não sei se eu posso. —Mesmo se você não fizer isso, eu adoro vê-la corar. — Ele deu um beijo rápido em seu nariz. —Agora, onde estávamos? —Eu não posso pensar. — Ela colocou as mãos contra suas bochechas aquecidas. —Bom. Você não deveria pensar. — Ele pegou suas mãos, e trancou seus dedos juntos. —Agora, fale comigo, Maria. O que você quer fazer da sua vida? Não me esconda nada. Ela lambeu os lábios, e ele não pôde resistir em capturálos para outro beijo.


—Não tenha vergonha de mim, Maria. — Ele descansou a cabeça na mão, sorrindo para ela. —O que eu quero? —O que você quer da vida. —Como o quê? —Ok, eu quero uma mulher que possa aceitar-me ser o homem da casa. Eu vou provê-la, cuidá-la, amá-la, protegê-la, e eu vou ser o único vestindo as calças. — Ele olhou para baixo em seu corpo. —Eu gosto de você de jeans de vez em quando, mas não o tempo todo. Você vai apoiar-me, e eu vou apoiá-la. —O que você está me dizendo não está me assustando, Daisy. —Algumas mulheres querem sair e ganhar a vida. Eu respeito isso. Mary e Holly, elas têm os seus compromissos com o trabalho. Leanna é rica, e Zoe está terminando a faculdade. Eu quero ser o seu mundo, Maria. Eu e as crianças que tivermos. Você pode lidar com isso? Eles tinham que ser completamente honestos com o outro, e colocar as suas necessidades para fora, para que o outro compreendesse o quão longe isso estava indo. —Você quer ter filhos? —Sim. —Eu não sei o que eu quero do meu futuro. Eu quero filhos, e eu acho que eu quero terminar a faculdade. Eu não quero ficar sentada o dia todo à sua espera, mas eu poderia


ajudar Mary e Holly. Você acha que elas me permitiriam ajudá-las? Eu não posso ficar sem fazer nada o dia todo. Daisy riu. —Você estaria ocupada com os negócios do clube, baby. Nós possuímos várias empresas na cidade, não apenas isso, nós também possuímos uma loja de mecânica onde você pode ajudar. Você vai ser minha, no entanto, completamente. —Sua? —Sim. Nenhum outro homem, nenhuma outra mulher. Você vai ser minha, minha mulher para amar, foder, e para reclamar. — Daisy segurou seu rosto e acariciou seu polegar sobre o lábio inferior. —Você pode lidar com isso? —Quando você costumava visitar Beth depois de se juntar ao MC, eu sempre conseguia dormir na casa dela. Você é o único cara que me intrigou e me fez querer estar com alguém. —Eu pensei que você me odiava. —Eu não te odeio. Eu estava com medo que você risse de mim, me visse como nada mais que uma estudante que tinha uma queda por você. Era embaraçoso. Toda vez que Beth falava sobre você, eu não podia ajudar, apenas ouvir. Eu esperava ouvir a sua moto, e ia ir ver Beth. Você nem sempre anunciava suas visitas a seus pais. Ele não fazia ideia disso. Daisy tinha pensado que ela o odiava e o que ele representava.


Ela colocou a mão sobre o emblema de sua jaqueta de couro. —Este é quem você é. Fiz algumas pesquisas, e eu acho que eu amo o que você faz parte. Não me interprete mal, a vida MC é assustadora para mim. Você poderia ir para a cadeia, e passar algum tempo ruim, mas eu queria ser parte de seu mundo. Para saber o tipo de liberdade que você vive. —O que você quer dizer? — Perguntou. Ele tinha conhecimento que os pais de Maria, não estavam exatamente presentes em muitas áreas de sua vida. Daisy

não

estava

presente

todo

o

tempo,

mas

ele

testemunhou a tristeza de Maria quando ela olhava para seus pais. Eles sempre tiveram tempo um para o outro, mas eles tinham se esquecido dela. Foi por causa de seus pais, que ele fez a promessa de sempre se certificar de que seus filhos soubessem que ele os amava, e mostrar-lhes carinho. Ele também fez a promessa que iria cuidar de Maria. Daisy a tinha desejado por tanto tempo, e agora ela estava em seus braços. Ele não iria deixá-la ir. —Você nunca se importou com o que os outros pensavam de você. Você estava feliz consigo mesmo, e nunca esperou qualquer um cuidar de você. — Seu sorriso era de tirar o fôlego. —Quando eu vi você, eu sabia que eu queria ser como você. Bem, não como você, mas não importa o que meus pais pensem ou meus professores. A única pessoa que sempre gostei da companhia era Beth. Ela tem sido minha rocha por toda minha vida.


Ele não gostou da tristeza que de repente nublou seus olhos. —Você não tem apenas Beth. Você me tem, e eu não vou deixá-la ir. —Eu nunca fui boa o suficiente para eles, Daisy. Não importava quantas boas notas que tive ou o quanto eu lutei para torná-los orgulhosos. Nada era bom o bastante. Eu sempre fui muito carente, não praticava esportes o suficiente, comia

o

tempo

todo.

Eu

apenas

nunca,

nunca

era

suficientemente boa. —Você é boa o suficiente para mim, e se eles não conseguem ver, foda-se. Você é perfeita, e não deixe ninguém neste mundo miserável dizer o contrário. Isso é outra coisa que eu quero que você faça, se fizermos isso oficial, disse ele. —O quê? —Parar de ouvir as coisas, e os outros. Eu sou o único que importa, eu, não eles. Ele reivindicou seus lábios, e mudou seu corpo sobre o dela. Segurando suas mãos, ele as colocou acima de sua cabeça. —Quem importa? — Perguntou. —Você importa. —Quem importa? —Você importa. —Lembre-se disso, baby.


Beth estava na janela da cozinha e olhou para fora através do quintal da sede do clube. Daisy e Maria já estavam fora um dia inteiro. Já era noite, e ela ainda não teve notícias deles. Ela não estava nervosa em estar sozinha na sede do clube, mas sem Maria, ela não sabia o que fazer. Maria a levava para fazer compras. Sua amiga fazia com que ela cozinhasse, comesse, e, na verdade, fizesse algo com sua vida. A única coisa que ela tinha feito até agora, foi informar seus pais que ela iria ficar aqui. Eles não tinham argumentado, mas ela não era uma idiota. O momento em que ela saiu do telefone, ela simplesmente apostava que seu pai ligaria para seu irmão. Ela odiava essa sensação de vazio, de não pertencer. Olhando para os membros na festa no quintal, ela realmente desejava que pudesse ser parte de todos. As mulheres eram tão confiantes quando ficavam nuas em torno dos homens. Ela sorriu enquanto observava Landon, aproximando-se de uma das prostitutas do clube, a quem ela acreditava se chamar Lori. Beth a tinha visto farejando Daisy sem sucesso. Seu irmão estava apaixonado por Maria por um longo tempo. Ele simplesmente não sabia ainda.


—O que você está fazendo aqui sozinha? — Perguntou Knuckles, chegando atrás dela. Ela não pôde ajudar, fechando os olhos com sua proximidade. O que este homem tinha que não a fazia correr com medo? Sua própria presença a consolava e expulsava os demônios que a mantinham cativa. —Eu não sou exatamente uma menina de festa. — Ela assentiu com a cabeça para fora. —Eu não iria me encaixar. —Há outras maneiras de se divertir. Vamos. — Ele pegou a mão dela e começou a fazer o trajeto para fora da cozinha. —Espere, o que você está fazendo? — Perguntou Beth. Ninguém estava por perto, e quando ele fez a volta para seu quarto, ela começou a entrar em pânico e afastou-se dele. —Me deixe ir! Por favor, deixe-me ir! Knuckles não parou até que ele chegou à porta de seu quarto. Ela sabia que era sua porta, ela tinha visto ele entrar e sair dela muitas vezes. Ele a soltou, e ela caiu contra a parede, respirando profundamente. Ele segurou seu rosto. Desta vez, ela não lutou com ele, presa em seu olhar. —Eu nunca vou te machucar, Beth. —O quê? —Você está em pânico, e eu vejo o medo em seus olhos. Não tenha medo. Você está segura comigo. Eu nunca vou


tomar o que não me é oferecido. Quem feriu você, está com seus dias contados. —Ninguém me... —Nem sequer pense em mentir para mim, porra. Eu não sou um imbecil. Eu sei que algo aconteceu com você, algo ruim, e eu não vou fingir que não aconteceu. Eu também não vou forçá-la a me dizer. Quando você estiver pronta, você vai me dizer. O dia em que acontecer, quem colocou as mãos sujas em você, estará morto. Ela deveria estar nervosa por sua ameaça. Ela não estava. Beth queria Benedict morto. Ela poderia ter sua morte na sua consciência? Knuckles

acariciou

um

dedo

em

sua

bochecha,

colocando um pouco de cabelo atrás da orelha. —Você está segura comigo, Beth. — Ele abriu a porta e entrou. Ela respirou fundo várias vezes, antes de avançar em direção à sua porta. Beth não sabia o que esperar, mas não era ele sentado em um sofá no final de sua cama, segurando um controle remoto. —Quer jogar? —Hã? —Como eu disse, há outras maneiras de se divertir. Acho jogar relaxante, e é divertido. — Ele se inclinou sobre o sofá, e colocou um saco de batatas fritas com queijo. —Eu também tenho snacks. O que você diz? —É isso?


—Feche a porta, disse ele quando ela entrou em seu quarto. Ela se virou para fechar a porta antes de enfrentá-lo novamente. —É isso? —O que mais você achou que eu tinha em mente? —Eu não sei... sexo? Knuckles riu. —Por mais que eu queira transar com você, Beth, você não está pronta. Nós vamos chegar a isso em breve. Você sabe disso. Agora, você quer jogar? Tomando um assento ao lado dele, ela olhou para o jogo de computador, que parecia como uma espécie de jogo de luta. Ela não o reconheceu, mas quando Knuckles entregoulhe o controle remoto, ela começou a jogar. —Obrigada, disse ela, uma vez que se passaram vários segundos. —Por quê? —Você não está me apressando, ou me forçando. —O tempo trará isso, baby. Neste momento, tente chutar a minha bunda. Ela começou a rir quando eles atacaram um ao outro na tela.


—O que você quer fazer? — Perguntou em torno da mesa de reunião. Duke olhou em volta para seus irmãos, os homens por quem, de bom grado ele morreria, e que ele confiava a sua mulher, Holly. —Matthew está vindo como um Prospecto. Eu quero que vocês o tratem pior do que um prospecto. Ele viu todos os homens olhando um para o outro. Raoul e Landon estavam sorrindo como se ele tivesse ficado louco. Pike e Crazy foram os dois únicos a levá-lo a sério. Chip, Knuckles, Floss, Brass, Smach, e vários outros não estavam levando a sério. Ele chamou todos para a reunião no início da manhã, pois ele queria essa merda tratada. —Quer dizer que você me acordou para me dizer que o seu filho vai ser um Prospecto? — Perguntou Daisy. Eles o colocaram no viva-voz para que todos pudessem ouvir. —Nós não podemos tratar Matthew de forma diferente de ninguém. Não é assim que o nosso negócio funciona—, disse Knuckles. —Será dado a ele os mesmos testes como todos outros. Duke correu os dedos pelo cabelo, e deixou escapar um suspiro.


—Eu entendo o que você está dizendo Knuckles, eu realmente sei, mas nós testamos prospectos ao longo do tempo. Matthew ainda está no ensino médio. Eu estou pedindo como um favor pessoal para mim. Matthew não está pronto para assumir o Trojans MC. Ele também não está pronto para o fato de que seu pau fica duro, e está transando com meninas a esquerda, direita, e no centro. O que eu quero é que ele desperte antes que seja tarde. Ele é um homem, e não está se comportando como um. Ele acha que o fato de estar com seu pinto molhado, faz dele um homem. — Ele agora tinha toda a sua atenção, e eles todos o levaram a sério. Crazy foi o primeiro a falar. —Você quer dar-lhe um curso intensivo em como ser um homem? —Sim. Ele não terá qualquer boceta do clube, e ele não terá qualquer tratamento especial. Aqui ele não é meu filho. —O que Holly sabe sobre isso? — Russ, seu pai, perguntou. —Ela sabe que eu vou colocar alguma pressão sobre o meu menino. Não me interprete mal, isso vai doer, mas eu preciso que ele veja suas opções aqui. —Falarei com Holly. Ela quer que Matthew vá para a faculdade, disse Pike. —Você não? — Perguntou Duke. —O que acontece se ele passar? — Perguntou Raoul.


Duke sabia que havia um risco de Matthew ser capaz de lidar com o que o clube jogasse em cima dele. O que ele esperava era que ele fosse acordar com isso. —Matthew cresceu dentro deste clube. Você sempre teve suas costas, e ele acha que vai ser uma mudança fácil de criança para o emblema remendado de membro. Todo mundo tem que passar por prospecção. É um rito de passagem para todos no clube. —Ele tem razão. Se Holly fosse um menino, ela teria que passar por Prospecto, e eu esperaria que todos a tratassem como qualquer outro Prospecto. —Bem, Holly não é um cara, e nunca quis ser parte do clube. — Sua mulher não odiava a vida do clube, mas ela nunca quis ser uma senhora. Duke tinha feito-a mudar de ideia sobre isso. Ela ainda não gostava de Matthew atravessar essa vida, mas ele pediu-lhe para confiar nele sobre isso. Matthew era um menino inteligente, e ele veria que a faculdade era o caminho certo. Haveria sempre um lugar aqui para ele, só não agora. —Se ele chorar, você não vai chutar nosso traseiro, certo? — Perguntou Knuckles. —Ele tem apenas dezessete anos. Só vê as coisas divertidas, vamos dizer as prostitutas do clube para ignorá-lo, como qualquer outro Prospecto. Matthew fará a merda da limpeza e terá tudo o que os Prospectos odeiam no clube. Pike riu.


—Isto vai ser divertido. Duke esperava que sim, e ele esperava que Matthew crescesse com a experiência. Isso não seria muito antes dele completar dezoito anos, e ele poderia fazer suas próprias decisões. Até que esse dia chegasse, Duke se encarregaria, e seu filho iria fazer o que era certo. Deixando cair o martelo, ele terminou a chamada com Daisy, e viu seus homens saírem da sala. Russ ficou para trás, assim como ele sabia que Russ faria. —Você está bem? — Perguntou Russ. Eles estavam sozinhos, e Duke afundou em sua cadeira. —Sim e não, qualquer porra no meio. Não era suposto as crianças serem fáceis. Russ começou a rir. —Você tem dois meninos. Um dos quais é velho o suficiente para limpar o próprio rabo, e você está pensando que é difícil? Tente ter uma menina. Duke ficou tenso, olhando para o sogro. —As meninas são fáceis? Outra risada veio de Russ. —Não, as meninas parecem fáceis. Elas são a porra de um trabalho duro, Duke. Holly, ela sempre foi uma criança doce, e ela adorava o clube. Em seguida, ela cresceu, e seus problemas começaram. Posso dizer-lhe a primeira vez que ela teve seu ciclo menstrual, se não tivesse Sheila eu teria tido um colapso. Não só era o meu bebê crescendo, eu sabia que


os rapazes iam notar a merda, também. A pior coisa do mundo é ter uma filha sabendo que há caras como você querendo-a. Isso faz você perceber o quão idiota você tem sido. —Foda-se! — Duke não queria nem pensar em ter uma menina. —Pike tem uma menina. —Eu sei, e ele não têm ideia do que está chegando a ele. Faz você sentir um pouco de pena do bastardo. Duke sorriu. —Sério, Russ, você acha que eu estou fazendo a coisa certa? Russ suspirou. —Matthew é um bom garoto, e como todos os bons filhos, eles precisam de um pouco de orientação. Você está lhe fornecendo isso. Não deixe a merda ir longe demais, e certifique-se que ele pode vir a você. Você vai ficar bem. —Ele acha que as meninas irão transar com ele. —Então, ele vai conseguir uma chamada de despertar, porra. — Russ falou. —Confie no seu instinto, Duke. Ele não fez você errar até agora. Balançando a cabeça, ele viu o sogro deixar a sala. Não ficou surpreso quando Holly entrou na sala com Drake em seu quadril. —Eles aceitaram? —Eles aceitaram e você tem que confiar em mim.


—Eu confio em você. Eu odeio o que tem que acontecer. —Eu sei. — Ele ficou em pé, e tomou Drake dela. Envolvendo um braço em torno de sua cintura, ele puxou-a para perto, esfregando o nariz no dela. —Eu nunca quero ter meninas. —Então é melhor você dizer a seus nadadores para serem bonzinhos. Eu não posso controlar o que temos. Ela apertou os lábios contra os dele, e todas as suas preocupações evaporaram com ela em seus braços. Ele realmente amava essa mulher.


Uma semana depois Maria estava perdendo a cabeça com todo o prazer que Daisy estava causando em seu corpo. Ele não estava fazendo isso agora, mas tinha sido uma longa semana de prazer sob suas mãos. Ela ainda é uma virgem. Sim, uma semana na cama de Daisy, em seus braços, vinte e quatro horas, ao longo dos últimos sete dias, e ela ainda era virgem. Tinha que haver algum tipo de recorde com esse cara. Ela conhecia Daisy por um longo tempo, e ele era um homem altamente sexual. Mesmo agora, eles estavam jogando um com o outro, trazendo um ao outro orgasmo, várias vezes por dia. Ela queria sexo, desejava sexo, precisava de sexo, era apenas isso, e ela não estava tendo. Ele já está acordado nesta manhã, e ela viu o vestido de verão azul com um sutiã branco laçado. Ela adorava a maneira como ele estava sempre escolhendo as roupas dela. Mordendo o lábio, ela saiu da cama e olhou para o seu corpo. —Ainda uma virgem! Seus seios estavam um pouco doloridos e tenros dos lábios e as mãos da Daisy. Movendo-se para o espelho, ela olhou para seu reflexo, e perguntou o que ela ia fazer com ele.


—Eu quero fazer sexo. — Balançando a cabeça, ela pegou o sutiã e começou a colocá-lo. Em seguida, ela foi para o vestido. Daisy nunca permitia ela vestir calcinha, e ela estava nervosa. Seu ciclo menstrual seria a partir de duas semanas. Será que ele sabia que as mulheres passam por isso? Saindo do quarto, ela atravessou o corredor, e parou quando ela viu Daisy falando com Lucinda e Phil. Eles estavam na sala de estar de sua cabana, e forçou-se um sorriso nos lábios. Lucinda a notou primeiro. —Bom dia—, disse Lucinda. Daisy voltou-se para ela, e ele sorriu. —Olá baby. Eu já ia acordá-la. Ele se levantou e foi até o lado dela, envolvendo um braço em volta da cintura. Ele ainda não teve relações sexuais comigo. Ótimo, ela estava se tornando obcecada com sexo, e isso nunca era uma boa coisa. —Nós viemos sem um convite. Eu estou surpreendido que Daisy permitiu-nos viver, disse Phil, rindo. —Bem, vocês duas podem fugir com ele. — Daisy acariciou seu quadril, e seu corpo mais uma vez veio a vida. Ela não podia até mesmo falar com Beth sobre isso. Isto seria muito assustador, falar com a irmã de Daisy na esperança de descobrir como ter relações sexuais com ele. —Vamos.


Ele aliviou-a a sentando ao lado dele, e ela respirou fundo, sorrindo para o casal doce. —Então, Lucinda e eu estávamos estendendo um convite a você para vir jantar. A maioria dos passeios tem sido agendados para o verão, e nós já estamos terminando. Nós estamos pensando em um pequeno churrasco, um pouco de música. O que você me diz? —, perguntou Phil. —Eu adoraria. Maria e eu vamos ficar aqui por mais duas semanas, e então nós vamos voltar para Vale Valley. — Daisy deu um beijo em sua cabeça. Ainda não teve relações sexuais, comigo. Ele a tratava, nem mesmo sabia como ele a tratava, a única coisa que sabia era que ele não estava fazendo sexo com ela. —Isto me lembra. Eu quero avisá-lo que Laura tem vindo e perguntado por você. —O quê? — Perguntou Daisy, tenso. Maria não estava muito feliz com isso também. Laura, mesmo que ele não a amasse, ela tinha sido a primeira mulher que esteve naturalmente com ele. O que aquela mulher

tinha

feito

para

tentar

parar

necessidades, a irritou. —O que ela tem perguntado? Lucinda olhou para Phil. —Você pode muito bem dizer a ele.

suas

próprias


—Ela quer saber com quem você está aqui, e se você está casado. Apenas coisas pessoais. —O que você disse? — Daisy perguntou. —Nós não divulgamos informações pessoais sobre os nossos hóspedes. Já você, é proprietário da cabana e é um amigo pessoal, Daisy. Nós não iriamos deixar sair nada pessoal. Eu posso prometer-lhe isso. Ele assentiu. —Obrigado. Eu aprecio isso. Phil limpou a garganta. —É melhor irmos. —Sim. Me desculpe por invadir sua manhã. — Lucina e Phil levantaram-se e ela ficou ao lado de Daisy. Você está fazendo planos com Daisy. Planos de longo prazo. Sem sexo. Sexo não era assunto. Ela odiava a insegurança que estava enchendo-a. Ele sugou o ar. —O que é isso? — Perguntou. Phil e Lucinda tinham indo embora, e Maria sacudiu a cabeça. —Nada. —Você não quer ir para o jantar?


—Eu estou ansiosa para ir jantar com eles. — Ela se moveu em direção a cozinha, mas Daisy a parou, agarrandolhe a mão e puxando-a para ele. —O que é isso? Não minta para mim. Ela olhou-o nos olhos. Sem sexo. Sem sexo. Sem sexo. Não tinha que significar algo, mas estava dando voltas e voltas em sua cabeça, e ele a estava deixando louca. Ela não estava acostumada a sentir isso, e ela odiava. —Não é nada. Eu acho que eu não gosto de Laura fazendo perguntas sobre você. Eu, erm, posso chamar Beth? — Perguntou ela. —Certo. Ele tirou o celular do bolso e entregou a ela. —Isto não significa nada. —Hã? —Laura. Ela não significa nada para mim, e a única pessoa que me importa é você. Isso nunca vai mudar. Ela assentiu com a cabeça. —Eu sei. Você quer que eu faça o café da manhã? Ele inclinou a cabeça, olhando para ela.


—Eu vou preparar o café da manhã. Diga a Beth que eu sinto falta dela. — Ele aproximou-se dela, tocando sua bochecha, e pressionou um beijo em sua têmpora. Sem sexo. Abrindo a porta para a cabana, ela saiu e discou o número de Beth. O telefone tocou várias vezes, e quando uma voz masculina respondeu Maria franziu a testa. —Quem é? — Disse o cara. —Erm, quem é você? Este telefone é da Beth. —Merda, dois segundos. — Ela o ouviu brigando, e, em seguida o nome de Beth. —Alguém está no telefone. —O quê? — Perguntou Beth. Merda, o que diabos estava Beth fazendo na cama com alguém? O que estava acontecendo? —Olá—, disse Beth. —Quem diabos é esse? — Perguntou Maria. —Maria? —Sim, é melhor você estar danada de feliz que sou eu, caso contrário, Daisy estaria muito irritado agora. — Ela olhou pela janela e viu Daisy encarando um pacote. O homem claramente não sabia cozinhar. —Merda! — Mais barulho veio de Beth e Maria estremeceu, movendo-se para fora do caminho da janela,


para que Daisy não pudesse vê-la. —Certo, eu estou sozinha. Bom dia, Maria. —Oh não, oh inferno não. Você não comece a fazer essa merda para mim, e depois fingir que eu não vou fazer perguntas. Quem era o homem na sua cama, e por quê você está agindo toda engraçada? — Perguntou ela. Beth suspirou. —Eu estava com Knuckles. —Você está tendo relações sexuais com Knuckles? —Não, eu não estou fazendo sexo com Knuckles. Nós estávamos jogando vídeo game como nós temos feito nos últimos dois dias, e perdi a hora. Isso é tudo. —Isso é tudo? —Sim. Nada aconteceu. Não como eu estou supondo que você está fazendo com meu irmão, e eu tenho que dizer que eu estou totalmente enojada agora. Como, seriamente doente do estômago só de pensar em vocês dois juntos. Eu estou feliz por você embora. —Isso é uma estranha forma de colocá-lo. —Daisy é meu irmão, o que equivale a ew. Você é a minha melhor amiga, e sim, estou feliz por você. —Bem, você pode estar certa de que você não tem que se preocupar com Daisy me fazendo a ew. —O que?


—Eu ainda sou virgem. Uma virgem completa e total. Meu hímen ainda está intacto, e desse jeito, ele vai ficar calcificado. — Ela nunca iria fazer sexo, e jogar com Daisy não estava

ajudando.

Ele só estava

aumentando sua

necessidade de estar com ele. Eles tinham tomado tempo para explorar o outro, e ela chupou seu pênis, e ele lambeu sua boceta. Juntos, eles tiveram muitas horas de jogo, e ainda, não tinha mudado qualquer coisa. Maria queria Daisy, ela ansiava por ele, e ele a estava deixando louca por estar perto dele, e não estar com ele. —Eu não penso que seu hímen pode ficar calcificado, disse Beth, rindo. —Pare de rir de mim, ok? Você conhece Daisy tomando o seu tempo? —Você percebe que você está me perguntando quantas vezes Daisy dormiu com alguém? —Sim. Isto não é normal. —Você

considerou

o

fato

de

que

Daisy

está

respeitando você? — Beth perguntou. —Ugh, você não está me ajudando. Então, por que não começamos a falar de outra coisa? Como, o que está acontecendo com você e Knuckles? —Nada está acontecendo comigo e Knuckles. Nós somos amigos, isso é tudo. —Você quer que aconteça algo? — Perguntou Maria. Ela estava tentando ser uma boa amiga, certo?


—Eu não estou procurando algo mais. Knuckles sabe disso. —Você espera que ele saiba disso. —Eu não vou contar a ele sobre o que aconteceu. Ele vai matá-lo. —Benedict precisa morrer, disse Maria. —Eu não estou gostando dessa ligação mais. —Você não gosta de mais nada. Beth bufou e Maria não poderia deixar de rir. —Você sabe, você pode simplesmente perguntar a ele. —O quê? — Perguntou Maria. —Pergunte a Daisy. Diga que você quer ter relações sexuais, e eu tenho certeza que ele vai ser mais do que feliz em atender você. Eu não posso acreditar que eu mesma estou dizendo isso para você. —Eu sei. Isso é loucura, certo? — Perguntou Maria. — Nós vamos sair hoje à noite para uma festa. Ei, você já ouviu falar de uma mulher chamada Laura? Ela é a ex de Daisy. —Lembro-me dele namorando alguém chamada Laura. Mas eu não passei muito tempo em torno de suas namoradas. Por quê? —Ela está aqui, e perguntando coisas sobre Daisy. Quero arrancar seus olhos para fora. —Você

está

Perguntou Beth.

preocupada

com

a

concorrência?


—Não, sim, eu não sei. Ele diz que acabou, mas fez uma semana desde que ele a viu pela última vez, e nós não tivemos sexo. Nós temos feito muitas outras coisas, e ele faz isso com sua língua... —Ew, irmão lembra. Eu não preciso saber o truque que ele faz com a sua língua ou qualquer coisa assim. Maria riu. —Ops, desculpe. —Olha, Daisy não é como alguém que eu conheço. Ele é meu irmão, e ele se preocupa com você, Maria. Ele sempre perguntava por você quando ele ligava, e queria certificar-se de que você estava bem. Isso tem que contar para alguma coisa, certo? Fale com ele, confie nele e tenha algum divertimento. —Eu estou me divertindo. Nós temos falado sobre o futuro, e o que queremos da vida. —Eu adoraria ter você como minha irmã. Você sempre foi minha irmã, e você e Daisy foram destinados a ficar juntos. —Obrigada, disse Maria. —Vou atrás de algo para café da manhã. —Cuidado com Knuckles. —Não há nada acontecendo. Ele é realmente um cara muito legal, e não é apenas por eu ser irmã de Daisy. Eu gosto dele, Maria. —Você merece ser feliz. Apenas esteja avisada, Daisy não vai gostar.


Daisy olhou para fora do jardim principal de Phil e Lucinda que dava para todo o resort. Viu sua própria cabana que estava escondida, em sua maioria por árvores, mas ele realmente não a via. Phil teria um dia de luta se ele estivesse olhando para a sua cabana. —Então, você vai se casar com ela? — Perguntou Phil, quando ficou ao lado dele. Ambos estavam com uma garrafa de cerveja, e ele olhou para a casa para ver Lucinda e Maria conversando. —Estou pensando sobre isso. —Eu vejo o olhar no seu rosto. Isso é exatamente o mesmo que eu sinto, cada vez eu olho para Lucinda. — Phil seguiu seu olhar. —Eu amo minha esposa, e ela está mais do que feliz em me ajudar a realizar este sonho louco. —Este sempre foi o seu sonho? —Sim.

Lucinda

trabalhou

na

cidade

como

uma

advogada de família, e eu era o CEO de uma grande empresa idiota. Eu não era feliz, ela não era feliz. Nenhum de nós estávamos felizes, e nós viemos a este resort de natureza exclusiva como uma maneira de tentar reacender o nosso


amor. O casal mais velho estava lutando para fazer a manutenção deste lugar. Lucinda e eu estávamos felizes de novo,

e nenhum

de nós queria

deixar

o lugar.

Nós

compramos este lugar deles, e o resto é história. Daisy observou Maria quando ela riu junto com Lucinda de algo. —Você a ama? — Perguntou Phil. —Sim. — Ele falou a palavra sem hesitação, e algo acalmou dentro dele. Daisy estava apaixonado por Maria, ele sempre foi apaixonado por ela. Você não teve relações sexuais com ela ainda. Ele não queria correr o risco de machucá-la. E se ele não fosse suave o suficiente com ela? E se ele a machucasse e ela nunca mais o quisesse? Pela primeira vez em sua vida, ele estava realmente com medo de perdê-la, e não se sentia bem com isso. Ele a queria muito, e não era tudo. Daisy a queria como sua senhora, o amor de sua vida, e a mãe de seu filho. —Torna tudo mais fácil se você estiver disposto a admitir como você se sente. —Foi isso que aconteceu com Lucinda? —Sim. Eu morreria por aquela mulher. Daisy faria o mesmo para sua própria mulher. —O que os dois pombinhos estão falando? — Perguntou Lucinda, saindo da cozinha.


—Das mulheres, amor, e todo o resto. — Phil se moveu para o lado de Lucinda, puxando-a apertada contra ele. —Você estava falando sobre o amor? — Perguntou Maria. Ele colocou seu braço em volta da sua cintura e puxou-a para perto. —Sim o que vocês duas estavam falando? —Ela estava me contando sobre Laura. —Você não tem que se preocupar com ela, baby. Não tem nenhuma comparação, querida. Ele puxou-a na frente dele, e esfregou seu pênis contra sua bunda. —Isso é o que você faz para mim. —Okay, certo! Ele ouviu o sarcasmo na sua voz. —Desculpe? —Nada. Virando-a para ele, ele inclinou a cabeça para trás para olhar em seus olhos. —Algo está claramente errado com você. —Você está excitado, mas eu aposto que qualquer mulher poderia cuidar de seu problema. Não se trata apenas de mim e você, e eu sei disso. Ok, ela tinha acabado de confundi-lo.


—Eu não entendo. Você é a mulher que eu tenho falado sobre partilhar a minha vida, e você está me dizendo que acha que eu não quero você. Ela olhou para Lucinda e Phil antes de continuar. O casal era muito educado, e ofereceu um pouco de privacidade. —Nós não tivemos sexo, Daisy. Você não me quer, e está tudo bem. Em vez de me amarrar, apenas me diga que você não quer ter nada a ver comigo, e eu vou parar de fazer de mim mesma uma tola. Ele pegou sua mão e a colocou sobre seu pênis. —Eu quero você, e eu quero te foder por um longo tempo. Eu estava esperando que você se sentisse mais confortável em torno de mim. Isso não é sobre mim, querida. Isso é sobre você. —Eu? Como é sobre mim? —Você é uma virgem, e eu vou ser a sua primeira vez. Você acha que eu não tenho conhecimento de quão doloroso pode ser para você, ou o que eu poderia fazer para machucar você? Eu estou tomando o meu tempo com você. —O quê? — Ela perguntou, parecendo confusa. —Você vai ser a primeira mulher que eu estive que é virgem. Eu nunca reivindiquei a cereja de uma mulher antes, e nunca quis. Quando tivermos sexo, eu quero que você esteja pronta. —Estou pronta. —Maria?


—Não, eu estou pronta, e isso é sobre mim. Eu estou mais do que pronta para ser sua, Daisy. Isto é o que nosso tempo aqui estava prestes a ser, certo? Estar longe do clube e incapaz de correr um do outro. Uma semana se passou, e eu me abri para você, e você ainda tem que levar as coisas para o próximo nível. Daisy segurou seu rosto. —Vamos desfrutar de alguns alimentos com os nossos amigos, e, em seguida, nós vamos ver o que acontece mais tarde esta noite. —Você

dois

pombinhos

terminaram

de

falar?

Perguntou Phil. Eles se reuniram em torno da churrasqueira e Daisy manteve a mão sobre a cintura de Maria, não querendo deixá-la ir. Ele amava esta mulher, e ele não podia deixar nada acontecer com ela. À medida que a noite avançava, viu que Lucinda e Phil ambos gostaram dela, e ele adorava isso. Comeram boa comida, beberam algumas cervejas, e falaram sobre tudo. Lucinda e Maria tinham muito em comum, e elas tinham

um

amor

pela

natureza.

Ela

também

falou

extensivamente com Phil sobre a mais recente série de televisão. Ele realmente teve um monte de diversão. Por volta das dez da noite, estava mais do que pronto para ir para sua casa tomar sua mulher, e deixou seus amigos saberem com um único olhar.


Pegando-lhe a mão, eles caminharam por todo o caminho de volta para sua cabana. As estrelas estavam incandescentes no céu noturno, e ela descansou a cabeça contra o seu ombro. —Eu amei esta noite, disse Maria. —Eu também. Lucinda e Phil realmente gostaram de você. —Gostei deles também.

Eu estava

pensando que

poderíamos vir aqui regularmente para ficar longe de tudo. —Eu gosto dessa ideia. Quero trazê-la aqui para que eu possa mantê-la nua toda as horas. Ela riu. —Você gosta de mim nua. —Daisy? É você? Maria ficou tensa em seus braços, e Daisy ficou com raiva que a mulher estava sendo muito persistente. Segurando sua mulher, ele virou-se para Laura. —O que você quer? O olhar de Laura vagueou para Maria e ele segurou-a apenas um pouco mais apertado. —Ela está com você? —Sim. Maria, eu gostaria que você conhecesse Laura. Laura, esta é minha senhora, Maria. —Senhora? Isso é um termo do clube?


—Eu pertenço a ele—, disse Maria. —Aos olhos do clube eu sou casada com ele. Isso mesmo, meu pequeno foguete. Você pertence a mim, e eu te amo. —Daisy e eu temos um passado—, disse Laura. —Na verdade, Maria e eu temos um passado. — Ele não estava prestes a deixar Laura achar que ela tinha um ponto em sua vida, quando não era verdade. —O que você quer? —Eu estava pensando se você gostaria de tomar uma bebida e conversar. —Eu vi você aqui com seu marido. Por que diabos você quer beber comigo? Nós não temos nada para falar. Laura deu um sorriso perverso e se aproximou. Ela estava prestes a colocar seu dedo contra o seu peito, e Maria a parou. Maria agarrou a mão de Laura firmemente. —Você não tem nada para falar com o meu homem, Laura. —Você não sabe tudo sobre Daisy, não é? Ele não quer que a sua mulher faça isso. Ele quer que ela o aceite como um chefe. Daisy balançou a cabeça. —Você nunca me entendeu, não é? —Ele não quer suas mãos sobre ele, nem quer qualquer outra coisa de sua bunda vadia sobre ele. — Maria


empurrou-a para longe. —Nem sequer pense em vir atrás dele ou eu vou chutar o seu traseiro. Daisy riu, segurando firme a sua mulher. —Nós não temos nada que discutir, então eu sugiro que você desista. Eles se afastaram de Laura, e viram a raiva em seus olhos. Iria apostar até o último centavo de seu dinheiro que seu casamento estava chato. A cadela se achou no direito de fazer o mesmo para ele. —Você foi incrível, disse ele, respirando o perfume de Maria, ela cheirava perfeito, e seu pau endureceu. Ele queria estar dentro dela. Esta noite. Ela está pronta? Eu odeio esperar. —Essa é a mulher que você namorou? —Sim. —Você não devia ouvi-la.

Ela

provavelmente está

lamentando por deixá-lo ir. Beijando seu pescoço, Daisy suspirou. —Não importa. Eu sempre estive destinado a estar com você. Sempre. Ele amava essa mulher, e mesmo que ela não permitisse ser ele mesmo, ele ainda a amava. Sim, ele gostava de estar


no comando, era o homem quem iria proteger e cuidar dela, mas ele gostava de Maria mais do que de fazer essas coisas. —Eu gosto de você por quem você é, Daisy. Não se segure comigo, nenhuma vez. E se você se segurar, estará fazendo um mal serviço, disse ela. —Eu não vou segurar. Eles chegaram à sua cabana, sem mais interferência de ninguém. A cada segundo que passava, ele ficava mais excitado, querendo estar em torno dela. Uma vez que eles entraram na cabana, Daisy agarrou a mão dela, fechou a porta e, apertou-a contra ele. —O que você fez esta noite foi sexy! —Você gostou que eu parei Laura de tocar em você? — Ela perguntou. Ele colocou a mão entre as coxas e começou a esfregar sua boceta. Ela lançou um gemido, arqueando-se contra sua mão. —Eu vou transar com você esta noite, Maria. Eu passei a última semana permitindo que você saiba o que eu gosto, e como eu gosto. Agora, eu vou transar com você, fazer você gritar, e fazer você implorar. Reivindicando seus lábios, Daisy saqueou sua boca, tomando o beijo que ele esteve implorando por toda a tarde.


—Isso é uma besteira—, disse Matthew, entrando no escritório de Duke. Era domingo à noite, e seu filho tinha sido prospecto durante a semana anterior. Ele ainda tinha escola para ir, mas quando terminava a aula, ele tinha que vir para o clube. Até que isso acabasse, Duke iria gastar todo o seu tempo livre na sede do clube, em vez de em casa. Enquanto ele estava aqui com seu filho, Bass, Smach, e Knuckles estavam cuidando de sua mulher. Holly não estava feliz com o arranjo, mas ela realmente não tinha uma escolha. Isso era para ajudar o seu filho. —Que besteira? — Perguntou Duke. —Pai, ele. Duke balançou a cabeça. —Eu não sou seu pai agora. Eu sou Prez, Duke, ou Senhor. —Duke, não pode ser sério. Sem chance de eu ter que limpar os banheiros, e em seguida esvaziar os cestos de lixo. —Com licença? Quem você está acusando de lhe dar os trabalhos que são claramente abaixo de você? — Perguntou Duke. —Pike, ele me ordenou a limpar os banheiros de cada quarto, e esvaziar as lixeiras, reunir as roupas para lavar.


—Pike! — Duke gritou por seu vice-presidente, e provavelmente sua pessoa favorita no momento. Pike entrou no escritório, sorrindo quando ele viu Matthew. Não houve nenhuma saudação habitual para seu filho. —Landon! — Duke chamou o outro irmão também. Landon era o mais recente Prospecto que virou membro com emblema. Os dois homens estavam no escritório, e a porta ainda era grande o suficiente para que alguém próximo pudesse ouvir. —Acredito que temos um problema. O prospecto aqui parece pensar que é bom demais para limpar os banheiros, lavar a roupa, e esvaziar a lixeira. Pike, você deu-lhe estas ordens? —Sim. —Os prospectos não fazem essa merda —, disse Matthew. Landon começou a rir. —Nós fazemos, garoto. Todo mundo faz esse tipo de merda. Eu aposto que o Prez e Pike cada um teve que fazer no seu tempo como um Prospecto. —Nós fizemos. Você não pode fazer tarefas simples, você não tem nenhuma chance de se tornar um membro. Na verdade, Landon ou qualquer outro Prospecto, eu não vou


tirá-lo de lidar com esta merda. — Pike levantou-se, avançando sobre Matthew. Duke tinha que dar crédito a seu filho. Matthew parecia que estava cagando tijolos, mas ele não gritou, nem olhou para baixo. —Você acha que ser prospecto é sobre como lidar com uma arma, atirando a merda com irmãos, beber e se prostituir ao redor. — Pike agarrou a arma da parte de trás do seu bolso. —Esta é uma verdadeira merda, Matthew. — Ele apertou o cano da arma contra o peito. —Nós somos um clube, nos unimos para cuidar um do outro. Eu sei que cada um desses filhos da puta levaria um tiro por mim, e não iriam sequer hesitar. Seu próprio pai tomou um par de balas. Isso não é um jogo de merda. Esta é a vida real, e você tem uma escolha, lutar ou não lutar, porque quando a merda vier, você tem que estar pronto. A tensão montou no escritório. Lentamente, Pike retirou sua arma. —Vou avisá-lo, garoto, você quer continuar a prospecção com o clube, eu estou bem com isso. Isso vai fazer você se tornar um homem, mas se eu dar-lhe a tarefa de proteger Mary e minha pequena menina, e alguma coisa lhes acontecer, eu vou te matar. E não me importa se eu costumava tomar conta de você, ou disparar aros com você. Eu não dou a mínima que seu pai é meu irmão, meu Prez, e que eu vou morrer por ele. Você estaria morto sem me


importar, é isso o que você tem que estar preparado para lidar, você me entendeu? Matthew assentiu, e Duke se despediu dos dois homens. Landon parou perto de Matthew. —As festas, as mulheres, a bebida, a diversão, isso tudo é parte do mesmo, mas para chegar a isso, você tem que estar disposto a dar a sua vida. Eu não estou aqui o tempo todo, mas eu faço meu quinhão para o clube. Eu morreria por todos neste clube, e todas as senhoras. Você tem que estar pronto para fazer isso, antes de se tornar um Prospecto. Uma vez que eles estavam sozinhos, Duke voltou a olhar através dos gráficos da oficina mecânica. Eles estavam indo bem. —Pai? Ele olhou para cima para ver Matthew tremendo quando ele abaixou-se em sua cadeira. —Eu não sou. —Eu sei o que você está fazendo, papai. Você quer que eu tenha as opções que você não teve, eu entendi. Eu estou indo para a faculdade. — Lágrimas encheram os olhos de Matthew, e ele passou a mão trêmula pelo rosto. —Eu queria ser como você e como Pike, todos os caras. Achei que, se você pôde fazê-lo, em seguida, eu poderia. Sentando-se na cadeira, ele olhou para seu filho. Pela primeira vez em muitos meses, ele realmente acreditava que tinha chegado até ele.


—Os Trojans estarão à sua volta o tempo todo. Você é meu filho, mas você tem que ganhar seu respeito. Todos querem o que é melhor para você. —Eu apenas pensei que eu iria conseguir um bom sexo, e um pouco de diversão. Holly quer que eu vá para a faculdade, não quer? —Ela quer que você tenha uma vida que não seja vinculada ao clube. Você pode ser um prospecto com o tempo. Você não está pronto para esta vida, Matthew, ainda não. Você tem dezessete anos. Se você não terminar a faculdade, então você não acabou pela faculdade. Sempre haverá um lugar para você aqui. Você é meu filho, e eu amo você. —Eles vão pensar que eu sou um covarde? Duke balançou a cabeça. —Nós não permitimos que ninguém seja um prospecto antes que eles tenham dezoito. Eu precisava que você visse no que você estava se metendo. Começar como um prospecto não é tarefa fácil. Quando você estiver pronto, não haverá nenhuma parada deles. —Eu estou pronto para ir para casa. —Bom. Eu quero realmente dormir ao lado de minha esposa. — Ele colocou os arquivos para longe. —Todo prospecto começa limpando o lixo? — Perguntou Matthew. Duke não tinha permitido que seu filho visse o que os prospectos passavam. Na maior parte, era porque Matthew


era muito jovem. Duke podia ser o Prez do Trojans MC, mas de jeito nenhum forçaria o clube em seu filho. Além disso, haviam partes do clube que um prospecto só podia ver, quando ele tivesse feito um voto de servir e ser leal. Matthew não tinha feito isso ainda. —Não só os prospectos não têm uma chance com as bocetas disponíveis, eles têm de ver os membros do clube trepando com as mulheres, e eles não podem se juntar. Você vai ter que limpar a bagunça depois. Matthew franziu o nariz para cima. —Quer dizer que eu teria de limpar sua porra? Rindo, Duke balançou a cabeça. —Sim e alguns deles são bastardos e sujam em todos os lugares. Eles fizeram o seu caminho para o seu carro, e acenou para vários membros deixando-os saber que o seu trabalho estava feito. Uma

vez

que

estavam

no

carro,

estacionamento, Matthew começou a falar. —Eu uso preservativos, papai. —Bom. —Mas… Duke ficou tenso. —O que é isso?

e

saindo

do


—Antes de começar a prospecção, eu conheci essa garota na escola. Ela está no mesmo ano que eu, e uma coisa levou à outra. Duke estava ficando com raiva. —O que aconteceu? —O, er, o preservativo se rompeu, pai. Essas palavras, ele nunca esperava ter de ouvir. —O preservativo rompeu. —Sim. Eu estou esperando para ouvir dela o que aconteceu. Seu nome é Luna Daniels. O que eu faço? Segurando o volante com força, Duke contou até dez. Que conselho ele deveria dar a seu filho? —Nós vamos para casa, e nós falaremos com Holly sobre isso. —Luna não é como as outras meninas, pai. Não, ele não imaginava que ela fosse. —Eu não te vi com ela? —Não. Ela não é o tipo de garota que você transa no carro. —Nós vamos falar com Holly. —E se eu a engravidei? —Então nós vamos lidar com isso. Duke iria lidar com tudo. Droga, ele era muito jovem para ser avô. O que quer que aconteceu, ele estaria lá para


seu filho e esta menina. Ele não podia sequer imaginá-la, mas se ela não era o tipo de garota para transar no carro, ele provavelmente não a tinha visto antes.

Maria gemeu quando Daisy rasgou suas roupas de seu corpo. O vestido tinha ficado de forma a não haver conserto. As alças não sobreviveram à força de Daisy quando ele as removeu de seu corpo. Ele rasgou o sutiã fora, e ela estava nua diante dele. Enquanto ele chutava os sapatos, ela puxava sua camisa. —Eu vou te foder tão duro esta noite, Maria. Uma vez que tirar a sua virgindade, eu não vou ser capaz de manter minhas mãos longe de você. Você é tão bonita, e você me faz te querer tanto. —Sim, por favor, Daisy, eu preciso do seu pau dentro de mim. Foda-me, leve-me, faça-me sua. Ela tinha esperado tempo suficiente, e ela precisava dele.


Passou os braços em volta dela, a impedindo de retirar seus jeans. Daisy se inclinou para frente, pegou-a em seus braços, e levou-a através da cabana. —O que você está fazendo? Me coloque no chão. Você vai se machucar. — Ela riu quando ele chupou seu mamilo em sua boca, mordendo a ponta. —Ah, é tão bom. — Mudou-se para o próximo mamilo, chupando duro antes de deixá-la ir, e a soltando na cama. Ela soltou um grito, e ele pegou seu tornozelo, a mantendo no lugar. —Eu estou no comando aqui, baby. Você vai fazer exatamente o que eu digo. Balançando a cabeça, ela respirou fundo, deitada de costas na cama. —Abra suas pernas. Mostre-me sua boceta cremosa. Ela adorava quando ele falava sujo para ela. Ele abriu o cinto e começou a tirar suas calças jeans. Seu pau saltou para a frente, e sua boca encheu de água. Daisy não era um homem pequeno. Você pode levá-lo. Ela não podia esperar para transar com ele, e finalmente estar com ele corretamente. —Você quer me foder, baby? —Sim. Eu quero você.


—A partir de agora, quando você quiser ser fodida, você vem para mim, e eu vou levá-la. Eu vou dar-lhe tudo que você precisa, você está me ouvindo? —Sim. —Bom. — Ele passou os dedos em torno da base de seu pênis, trabalhando até a ponta úmida. —Você vê isso, baby? Isto é o que você faz para mim. Você me faz querer transar com você. Estando no clube neste verão, vendo você andar em seus vestidos, dançando, você me torturou com seu corpo. —Sério? — Ela perguntou, espantada. —Eu não acho que você estava me querendo. —Oh, eu estava querendo, e eu não posso esperar para mostrar o quanto eu estive ansioso para ter um pouco mais com você. —Sério? —Sim. — Daisy sorriu. —Você é cega, baby. Manter minhas mãos fora de você tem sido difícil. Foi difícil me segurar e não ir reivindicar você no dia em que você se formou. Eu queria você tão ruim, e eu sabia que poderia fazêla feliz. Para ela, sempre tinha sido Daisy, e seria sempre ele. Ele chutou fora os seus jeans e botas. —Toque em sua boceta. Ela tocou sua boceta com um dedo, deslizando-a através de seu clitóris.


—Levante os dedos para cima e me mostre como cremosa que está. Segurando os dedos para cima, ela engasgou quando ele pegou e se inclinou para frente. Sua língua lambeu seu suco. De repente, ele a soltou e entortou seu dedo para ela se sentar. Sentando-se, ela estava na altura perfeita de seu pênis. A ponta estava vazando pré-sêmen, e ela queria sentir o gosto dele. Daisy afundou os dedos em seu cabelo e segurou-a no lugar. —Abra os lábios. Ela fez o que ele ordenou, abrindo seus lábios, e ele colocou a ponta do seu pau contra sua boca. Quando ela foi para usar sua língua, ele se afastou. —Sem língua, sem dentes. Você vai esperar por mim para dizer-lhe o que fazer. —Sim senhor. Ele sorriu. —Que bom você sabe o seu lugar. Daisy colocou seu pênis contra os lábios dela, e correu a ponta vazando através deles. —Prove minha porra. Ela sacudiu sua língua através, reunindo seu pré-sêmen, e engolindo.


—Agora, lambe meu pau. Maria lambeu seu pau, e olhou para ele. Ele estava observando seu pênis em seus lábios. Prepúcio foi puxado para trás, e ela lambeu sua fenda, tomando todo o seu pré-sêmen. Ele puxou seu cabelo, empurrando de volta. —Sua boca vai me matar. Tome todo meu pau. Ela chupou a ponta do seu pênis, e ele empurrou ainda mais em sua boca. Relaxando sua boca, ela o levou para o fundo da garganta, mas ele não parou por aí. Ele continuou empurrando até que ela engasgou antes de retirar. —Vou ter que dar-lhe mais prática em tomar meu pau, baby. Maria gemeu em torno do comprimento, amando o jeito que ele parecia inchar ainda mais. Fechando os olhos, ela se entregou a ele, deixou-o tomar o seu prazer de sua boca. Sua boceta estava em chamas, e ela alcançou entre suas coxas e começou a acariciar seu clitóris. —Foda-se, baby, você não sabe que eu posso ver o que está fazendo? Você está tocando sua pequena boceta. Chupando meu pau está deixando tudo bonito e molhado, não está? Ela cantarolou sua resposta. —Isso é bom para caralho. Sua boca é perfeita. — Ele lentamente bombeou em sua boca, entrando e saindo.


O aperto em seu cabelo aumentou, e ele puxou para fora da sua boca. Segundos depois, ele lançou o cabelo dela e empurrou-a de volta para a cama. —Mova-se para cima da cama. Maria não iria questioná-lo, e se deitou contra os travesseiros. —Abra suas pernas, e agarre as barras da cama. Ela abriu as coxas, e depois pegou as duas barras, uma de cada lado. Olhando para ele, ela não fez qualquer pergunta, e seu coração estava batendo. Ele se arrastou até a cama, estabelecendo-se entre suas coxas. Daisy colocou as mãos de cada lado no interior de suas coxas, espalhando as pernas abertas. Ele levou os lábios de sua boceta entre os dedos, abrindo-a. Maria não teve tempo para interrogá-lo enquanto ele tomava seu clitóris em sua boca e começou a chupar sua boceta. Ela agarrou as barras bem quando o prazer correu sobre ela, a pegando de surpresa com a intensidade. Ele passou a última semana de baixo nela, e ele tomou uma grande quantidade de tempo descobrindo o que ela gostava. Desta vez era diferente. Ele estava preparando-a para o sexo. Eu não vou ser uma virgem por muito mais tempo.


Ela estava animada, nervosa, mas ainda animada. Daisy era o homem que ela se apaixonara, e agora ela pertenceria a ele. Maria sabia que era apaixonada por ele por um longo tempo. As notícias não eram chocantes para ela. Ela o amava com todo seu coração, e nunca iria parar. Seus sentimentos por Daisy só tinham aumentado ao longo do verão. Ele era a única constante, e ela iria amá-lo para o resto da sua vida. Ele chupou seu clitóris em sua boca, usando os dentes para mordiscar para baixo no... Seu botão. Usando

seu

aperto

nas

barras,

ela

arqueou-se,

empurrando sua boceta contra a cara dele. —Isso, baby, foda meu rosto, e me mostre o quanto você gosta.

Sua

língua

pressionada

contra

seu

clitóris,

deslizando para os lados. O prazer aumentou, e ela não conseguiria segurar seu orgasmo por muito mais tempo. Ela se desfez quando ele lambeu sua boceta, mas ele não parou por aí. Daisy continuou acariciando seu clitóris, tirando outro orgasmo. Daisy era implacável em sua busca de dar-lhe um orgasmo depois de outro orgasmo.


Depois que ela tinha gozado uma segunda vez, e estava à beira de um terceiro orgasmo, Daisy usou os dedos para prolongar seu prazer. Ele se arrastou até o seu corpo, reivindicando seus lábios e a deixando saborear sua boceta. Não gostava de lamber boceta, mas com Maria, era completamente diferente. Ele gostava dela sendo completamente sua. Nenhum outro homem a havia tocado, e ele sabia que não deveria se preocupar com isso, mas ele se preocupava. Ele parou de tocar sua boceta, agarrou seu pênis, e o colocou

em

sua

entrada.

Não

parou

para

pegar

um

preservativo, ele não queria nada entre eles. Deslizando a ponta do seu pênis dentro dela, ele entrou todo o caminho. Maria gritou, liberando as grades da cama, e empurrando seus ombros. —Está tudo bem, baby, eu tenho você. — Ele ainda permaneceu dentro dela, dando-lhe um tempo para se acostumar com seu pau. Ela era insuportavelmente apertada. —Você não tomou o seu tempo.


—Eu sei. — Ele não podia ter esperado, mesmo se quisesse. Maria estava selvagem, e sua boceta estava segurando-o profundamente dentro dela. —Isso dói. —Eu sei. — Foi por isso que ele tentou evitar, na verdade, transar com ela. Lágrimas encheram seus olhos, e ele odiava a visão delas. Enxugou as gotas quando elas caíram, isso o cortou profundamente. —Eu nunca iria machucá-la, baby. —Dói agora. —Eu sei. Eu sinto muito. —Dói para os homens? —Não, não é dolorido para nós. —Recebemos a palha curta novamente. A culpa o agarrou. —Eu levaria sua dor embora se pudesse. Ela fungou, e ele ainda estava chateado. —Isso vai ficar melhor. — Inclinando-se, beijou os lábios. —Você não é mais virgem, e eu ouvi você reclamar para minha irmã que eu não tinha dado o passo seguinte. —Você ouviu isso? —Eu fui lhe fazer uma pergunta, quando ouvi e deixei você sozinha para reclamar. — Ele esfregou o nariz contra o dela. —Como você está se sentindo agora? —Eu não sei. Dói um pouco.


Ele ficou perfeitamente imóvel, e quando isso acabasse, lhe daria uma recompensa. O desejo de simplesmente transar com ela era muito forte, mas ele se controlou, parando a si mesmo. —Você provou sua doce boceta nos meus lábios? —Sim. —Eu amo o seu gosto. — Ele beijou-a mais duro, deslizando sua língua na boca dela. O tempo passou, e, lentamente, Maria começou a contorcer-se debaixo dele. Ele não

sabia

se

ela

notou

isso,

e

ele

não

respondeu

imediatamente. Daisy beijou o pescoço dela, lhe chupando o pulso. Ela cravou as unhas em seus ombros, e começou a empurrar contra ele. Ele tomou seu tempo, puxando para fora de sua boceta apertada de modo que apenas a ponta permanecesse dentro dela, e, em seguida, ele bateu dentro. —Sim! — Ela gritou a palavra, e ele capturou suas mãos, pressionando-as ao lado de sua cabeça. —Você está pronta para eu foder você agora? — Perguntou. —Sim, Daisy, por favor, me foda. Incapaz de resistir a ela, mendigando tão doce, ele tirou de sua boceta, lentamente, e saboreou a sensação de aperto. Olhando para baixo entre eles, viu o seu creme cobrindo seu pau, marcado com um pouco de seu sangue virgem. Ela pertence a você agora.


Você vai possui-la. Você deve cuidar dela, e apreciá-la. Isso era o que ele sempre sentiu por Maria. Ela trouxe seus

instintos

mais

protetores,

e

que

nunca

iriam

desaparecer. Ele iria amá-la para o resto de sua vida, e dar-lhe uma boa vida. —Olhe para nós, baby. Olhe para o meu pau fodendo sua boceta. Você pertence a mim agora. Vou matar qualquer homem que tentar tocar em você. Você pertenceu a mim o tempo todo. —Sim. Sim. Sim. Liberando suas mãos, ele recuou, agarrando seus quadris, começou a bater dentro dela. Maria observou-os, e ele não podia se afastar. —Eu vou encher sua boceta com minha porra, baby. — Ele não podia esperar para ver sua porra derramando-se dela. Batendo dentro dela, ele fez planos para o futuro, para que eles morassem juntos. Maria sempre foi sua. Minha. Batendo cada polegada dentro dela, ele deixou cair seus quadris, afundou os dedos no seu cabelo, e trancou os lábios contra os dela. Ele aprofundou o beijo, e Maria colocou os braços ao redor dele, enquanto ele a fodia ainda mais duro e mais profundo. Sua boceta apertada era um sonho tornado


realidade, e todas as outras mulheres que ele tinha estado empalideceu em comparação. Esta era a mulher que estava destinada a ser sua. A única mulher que ele queria foder, e estar. Envolvendo os braços em volta dela, ele segurou-a firmemente, enquanto enchia sua boceta com seu esperma. Ele gozou, empurrando até o punho dentro dela e gemendo. Os braços de Maria estavam envolvidos em torno dele, segurando-o com força. Minha. A palavra reverberou em torno de sua cabeça uma e outra vez. Ele não a soltou, mesmo quando seu orgasmo começou a desvanecer-se. Com os braços ainda envolto em torno dela, ele os rolou de forma que ele estava de frente para ela. —Como está se sentindo? — Perguntou. —Um pouco dolorida, mas me senti muito bem. — Ela lhe deu um sorriso enorme. —Eu não sou mais virgem. — Ela apoiou as mãos em seus ombros. —Você não usou um preservativo. —No momento em que tomei o próximo passo com você, não havia como voltar atrás. Ele acariciou o pulso batendo rapidamente em seu pescoço. —Não posso voltar atrás. —Isso significa que eu pertenço a você?


—Você conseguiu esse direito, baby. Você pertence a mim. Você é minha, e eu não vou deixar você ir. Nunca. —Daisy, eu quero te dizer uma coisa, mas eu não acho que você está pronto para ouvi-lo. Ele sorriu. —Eu te amo, Maria. —O que? —Você não pensou que eu iria deixá-la falar em primeiro lugar, não é? —Você me ama? —Com todo o meu coração, e eu te amei por um longo tempo. Isso nunca vai mudar. — Ele deu um beijo em seus lábios. —Você roubou minhas palavras. —Bem, eu ainda gostaria de ouvi-las, mesmo que não sejam originais. —Não há nada de original nessas palavras, disse ela. —Você acha? —Todo mundo as diz, pelo menos uma vez na vida. —Sim, o que as torna original, baby, é a maneira pela qual elas são ditas. Ninguém vai dizer o mesmo que você. Assim como ninguém jamais vai dizê-lo da mesma maneira que eu disse. Nós somos originais, baby. Ela capturou o rosto, sorrindo em seus olhos, e ele foi capturado.


—Daisy, eu te amo, e eu vou amálo por toda a minha vida. Eu me guardei para você. Reivindicando

seus

lábios,

ele

silenciou suas palavras, amando-a da única maneira que ele poderia.

Três semanas depois Olhando fixamente em torno da cabana fechada, Maria sentiu um pequeno pesar por estar deixando. As últimas quatro semanas com Daisy, tinham sido as melhores semanas de sua vida. Ela acariciou com a mão o colchão nu, e se perguntou quando eles estariam de volta. A primeira semana, eles tinham aprendido muito um sobre o outro. A


segunda semana, Daisy tinha se segurado para não tomar a sua virgindade, e dando-lhe a chance de se acostumar com seu toque. Depois que ela não estava mais dolorida, Daisy tinha despertado sua mente, corpo e alma. Ele a havia fodido de maneiras que ela apenas sonhou. Eles tinham ido em caminhadas na semana passada, indo até o rio em outro piquenique. Daisy teve a certeza que ela usava um vestido que caia até os joelhos. Enquanto eles estavam sobre o cobertor, falando, rindo sobre a vida, ele deslizou a mão por dentro da saia. O silêncio caiu entre eles, e Daisy tinha feito amor com ela. Primeiro, ele a trouxe ao orgasmo com a boca e os dedos. Uma vez que ela gritou seu nome no clímax, ele a tomou com força no chão, transando com ela. Ela adorou. Juntos, eles vieram em um clímax explosivo que apenas de lembrar a deixava molhada. Em toda a cabana, tinham fodido e fizeram amor um com outro. Daisy a fizera escarranchar no seu corpo e montar seu pênis enquanto ele assistia um jogo de futebol na tela grande. Ele tinha sido incapaz de ignorá-la por muito tempo, e tinha fodido seus miolos. —Qual é o problema, baby? — Perguntou Daisy, vindo por trás dela. Envolvendo seus braços ao redor de sua cintura, pressionando um beijo em seu pescoço. —Eu não quero ir.


—Nem eu, mas se não formos, nós não teremos nada em nosso futuro. Nós temos algumas coisas para fazer. —Como o quê? —Tipo, eu tenho que dizer a seus pais que você pertence a mim. Eu também tenho que deixar o clube saber que você é minha senhora. Maria fechou os olhos. Ele lhe disse a diferença entre reivindicar uma senhora e uma prostituta no clube. Daisy, durante a noite de festa, teria de reclamá-la na frente dos vários membros do clube, sem que ninguém a tocasse. Ela estava tão nervosa sobre isso, mas ela faria por Daisy. Maria faria qualquer coisa por ele. Além disso, eu não sei como Lori vai responder, e eu quero arrancar pela raiz qualquer problema que ela possa causar. Eu disse a ela que não havia chance de nós ficarmos juntos. Lori é uma prostituta do clube, e Duke também já a colocou em seu lugar. Ele beijou seu pescoço. —Há apenas uma mulher que eu quero, e você é ela. — Daisy a soltou para pegar a última bolsa no chão. —Eu vou levar isso para o carro. Ela assentiu com a cabeça, logo atrás dele. Eles tinham limpado e embalado tudo, por isso não havia nenhum sinal do que tinham feito juntos no mês passado. Saindo da cabana, ela se virou para Daisy e ficou chocada ao ver Laura mais uma vez.


Eles não tinham notícias dela, desde que ela os tinha abordados na noite que eles jantaram com Lucinda e Phil. A raiva encheu cada parte de Maria, e ela atacou em direção ao casal, mas eles estavam ocupados demais discutindo para vê-la. —Eu cometi um erro, Daisy. Eu quero você, e você sabe que você amou me foder. Posso dar-lhe tudo, não aquela garotinha. —Foda-se, Laura. Você era fácil, e eu a tive porque era mais fácil do que sair para encontrar outra boceta disposta. Você não tem nada de especial, não para uma longa relação. —Você acha que a menina pode dar o que você quer? — Perguntou Laura, sarcasticamente. —Essa menina acaba de passar as últimas quatro semanas de sua vida dando a Daisy tudo o que precisa, disse Maria, caminhando ao lado de Daisy. Ela capturou sua mão, segurou-a com força. Eles estavam unidos como um só. Ela pertencia a Daisy, assim como ele pertencia a ela, e isso nunca iria mudar. Laura parecia furiosa. —Você realmente acha que você é boa o suficiente para satisfazê-lo? —Eu fiz bem este mês. —Você sabe que ele é maníaco por controle, certo? Ele quer que você fique em casa, fazendo todo o trabalho


doméstico, enquanto ele está fora fodendo tudo, fazendo o que diabos ele quer. Maria riu. —Você nunca entendeu o que ele quer, e nem sequer pense em supor que você sabe o que eu quero. —Como você pode ver, Laura, eu segui em frente. Eu não quero você. Eu nunca quis, e eu descobri o que você me deu. Você me deu menos do que eu precisava. — Ele agarrou a parte de trás do pescoço de Maria, e ela se aconchegou contra ele. —Esta é minha mulher. Esta é a mulher que eu amo. — Ele inclinou a cabeça para trás, e sua boca estava na dela. Ela entregou-se ao seu beijo, e adorou a paixão que ele acordou dentro dela. Não havia mais ninguém para ela. —Tanto faz! É a sua perda. — Laura pisou fora, e Maria não pôde deixar de rir. —Eu tenho que dizer, Daisy, você sabe como escolhê-las. —Não, você não tem sequer que se comparar com ela, e eu escolhi você. — Ele a apertou contra o carro, e ela colocou os braços em volta do seu pescoço. —Eu quero transar novamente. Ela gemeu. —A cabana está toda embalada. —Eu vou ter que esperar até que eu te leve para casa. —Você quer dizer para o clube?


—Não, quero dizer casa. Eu tenho um lugar. É um apartamento

que

eu

nunca

levei

você.

Imaginei

que

poderíamos ir lá, deixar nossa bagagem, ir para o clube, pegar Beth e trazê-la de volta para casa. —Eu gosto disso. Eu quero falar de Beth. — Este era o lugar onde ela estava rasgada. Beth era sua melhor amiga, e ela a amava como uma irmã. Daisy era seu homem, Beth sua irmã, e ela confiava nele para cuidar de ambas. —Você está querendo me dizer o que aconteceu com Beth? —, disse ele. Ela mordeu o lábio e assentiu. Qual era o ponto em mentir? Ele sabia que ela não queria manter nada dele. —Isso não é meu, disse ela. Ele segurou seu rosto. —Eu não vou fazer nada sobre isso. —O que? —Diga-me a verdade, e eu não vou fazer nada. Será entre você e eu, ninguém mais. Ela segurou em seus ombros, olhando para a jaqueta de couro. Diga à ele. Benedict merece o que está vindo para ele. Beth não quer que você diga. Sua amiga está morrendo por dentro. Você tem que ajudá-la.


Ela estava dilacerada, com medo, petrificada, e a verdade finalmente foi derramada dos lábios dela. —Houve uma festa há vários meses. Eu estava muito doente para ir, mas Beth foi sem mim. Eu sou a pessoa que cuida de nossas bebidas e, eu cuido de nós. Beth as vezes, é selvagem nas festas. Ela ama dançar, se divertir, ou pelo menos ela costumava fazer. — Elas eram completamente diferentes, e ainda assim, ninguém poderia separá-las. Ela amava Beth com todo seu coração, e ela não iria fazer nada para ferir a amiga. —Eu não ouvi quando Beth chegou em casa, e na manhã seguinte, quando eu não tinha ouvido falar dela, eu saí da cama. Eu estava muito doente, mas eu me forcei a dirigir até a casa de Benedict. — Ela teve de encostar várias vezes e inclinar-se para fora do carro em caso dela vomitar. —Eu encontrei Beth nua em um dos quartos de hospedes. Ela estava pirando, e ela estava apavorada. Benedict estava lá, insultando-a de que ela deveria aprender a segurar sua bebida. Beth aceitou uma bebida, que alguém deu a ela, ela quebrou a regra fundamental que tínhamos. Sem aceitar bebidas de ninguém. Alguém batizou sua bebida, e ela foi estuprada. Beth estava ciente o tempo todo, mas ela simplesmente não podia fazer nada quando isso aconteceu. Após dizer as palavras, permitiu-se encher de pavor, e quando ela olhou nos olhos de Daisy, ela sabia que ele estava lutando para se controlar. —Alguém estuprou minha irmã, e aquele filho da puta ainda está respirando? — Ele perguntou.


—Daisy? —Não, porra nenhuma. Entra no carro, porra. Ele invadiu ao redor para seu lado do carro, e entrou. Ela tinha cometido um erro enorme. —Você prometeu que não iria fazer nada. —Eu pensei que algum idiota tinha quebrado seu coração. Eu não admito algum idiota achando que ele pode tomar o que quer, e fugir. Ele puxou o telefone celular, e Maria rangeu os dentes quando ele começou a chamar seus pais. Ela viu o número no telefone celular. —Qual é o problema. —Ela foi estuprada porra! —Daisy—, disse o pai. —Não, foda-se e foda-se essa merda. Seus dias estão contados, pai. Vocês deviam ter me contado. —Não há provas suficientes. Beth já tinha lavado uma grande parte dele, e houveram mais testemunhas para dizer que ela foi voluntariamente. —Você acredita nessa merda? —Não importa o que eu acredito. É o que tribunais, advogados, e a lei acreditam. Eu não estava disposto a arrastar Beth pela lama, uma vez que não era garantido que íamos ganhar. —Esta é uma porra de merda.


Daisy desligou o telefone, e no próximo, ela viu o número do clube. Cobrindo o rosto com as mãos, Maria sabia que ela tinha cometido um erro enorme, e agora ela pode ter perdido o homem que amava junto com sua melhor amiga. Daisy não iria deixar Benedict vivo depois do que ele soube, e Beth nunca iria confiar nela novamente.

Daisy entrou no estacionamento na sede do clube, e como ele tinha planejado, os seus irmãos estavam prontos para montar com ele. Nenhum deles acreditava em forçar uma mulher, e hoje eles iriam vingar sua irmã mais nova. Beth sempre foi a menina divertida, mas ela não merecia ter a sua vontade tirada dela. —Não faça isso, disse Maria. Ele realmente acreditava que o grande segredo tinha sido alguma grande paixão que deu errado. Em vez disso, ele teve que aprender que sua irmã tinha sido ferida em uma das piores formas possíveis, e essa merda não iria ficar com ele. Beth estava perto da porta, e ela deu-lhe um aceno, mesmo que ela olhasse confusa.


Saindo do carro, ele se aproximou dela, e ela recuou. —Algum filho da puta te estuprou? —Quem te disse? — Seu olhar se moveu para Maria. —Eu realmente sinto muito. Beth suspirou. —Não é nada. —Não diga nada parecido com isso. Este filho da puta, está com seus dias contados, e você deveria ter vindo para mim. Ele se afastou de sua irmã, e parou bem na frente de Maria. As lágrimas dela torceram seu intestino, e odiava vêlas. Colocando a mão em sua bochecha, ele bateu os lábios até os dela, e reivindicou seus lábios. Seu corpo queria estar dentro dela, e ele não a odiava por manter o segredo de Beth. Daisy estava mais chateado com sua irmã por manter isso em segredo. Esta não era uma falha de Maria, e nunca seria. Isso era sobre Beth, não sobre Maria. —Eu te amo. Isso não muda nada. —Você me prometeu que não iria fazer nada. —Isto não pode ser deixado para lá. — Ele a beijou novamente, e caminhou em direção a sua moto. —É bom ter você de volta, irmão, disse Knuckles. Vários de seus irmãos acenaram para ele, e ele subiu em sua moto. Era hora de viajar de para sua cidade natal. Levaria apenas algumas horas, mas a tensão correndo em


suas veias não iria deixá-lo. Ele precisava ferir este bastardo e seu pai tinha prometido mostrar a ele quem era Benedict.

—Eu sinto muito —, disse Maria, caminhando em direção a sua amiga. —Está bem. —Não, não está bem. Eu não deveria ter dito nada. Eu sou a pior amiga do mundo. — Maria enxugou as lágrimas, lamentando o que ela tinha feito. —Era apenas uma questão de tempo antes que algo como isso acontecesse. —Eu realmente sinto muito. Beth deu um sorriso triste. —Eu deveria ter dito a ele, Maria. Não importava o que Beth disse. Maria teria sempre essa culpa. Movendo-se para o porta-malas do carro, Maria agarrou suas malas. —O que você está fazendo? —Eu não posso ficar aqui. Eu confiei em Daisy, e eu quebrei sua confiança em mim. —Você não quebrou minha confiança, Maria.


Maria sacudiu a cabeça. —Eu não posso ficar aqui. — Ela não queria lidar com Daisy depois que ele fez o que tinha que fazer. —Onde você está indo? — Perguntou Beth. —Eu não sei. Eu vou encontrar algum lugar. — A mala dela já estava lotada, e quando ela entrou ela viu Holly e Mary cuidando de seus filhos. Maria fez uma pausa, olhando para as duas amigas. —Você não tem que sair, disse Holly. —Daisy irá caçar você, disse Mary. —Ele não vai, e agora ele vai machucar alguém. Eu não deveria ter dito nada. Foi um prazer conhecer vocês, e eu vou sentir saudades de vocês. — Ela deu a cada mulher um abraço, e se mudou de volta para seu antigo quarto. Agarrando as últimas coisas dela, ela entrou no quarto de Beth, pegou seu telefone celular totalmente carregado. Havia apenas duas pessoas que ela poderia chamar, e mesmo que ela nunca se sentisse como se pertencesse a eles, não havia outro lugar para ela ir. Ela ouviu o telefone tocar, e se perguntou se eles iriam responder. —Olá—, disse seu pai, atendendo a ligação. —Ei, papai, disse ela, soluçando. —Maria? Querida, o que está errado?


Várias horas depois, Daisy e seus irmãos estavam em um bar na cidade, conhecido como um dos redutos de Benedict. Depois de visitar seu pai, e obter algumas informações sobre esse filho da puta, parecia que Benedict era conhecido por continuar sedando meninas, e nunca existia evidência da menina participando da festa selvagem. Knuckles deu um passo ao lado dele. —Nós vamos matá-lo? —Não, eu acho que esse filho da puta é também extremamente especial para matar. Nós vamos deixá-lo viver, só que ele vai viver de uma forma muito diferente. Duke, Pike, Raoul, e Crazy tinham vindo com ele e Knuckles para o bar. O resto de seus irmãos estavam fazendo uma visita aos pais de Benedict para dar-lhes um aviso. Diaz, amigo de Raoul, e especialista em computadores, já tinha dado a ele os detalhes para manter os pais tranquilos. Parece que eles não eram exatamente legais em alguns dos seus empreendimentos comerciais. Diaz havia descoberto a verdade, e agora, tudo o que ele precisava fazer era ter uma conversa longa e agradável com Benedict. Havia uma mulher no bar, que estava lavando um copo. Ele viu no crachá dela que seu nome era Cindy.


—Posso ajudá-los? — Perguntou ela. —Sim, garrafas de cerveja para todos, e você pode nos dizer o que sabe sobre o grande Benedict, disse Daisy, tomando um assento. Cindy ficou tensa. —Benedict. —Nós ouvimos seguramente que ele não aceita um não como resposta. Você ouviu este rumor? — Perguntou Knuckles. Ela parecia desconfortável e respirou fundo. —Eu tenho ouvido rumores, mas nunca vi ele realmente fazê-lo. Tem havido algumas mulheres aqui que vieram para algum divertimento, e depois nunca mais voltaram. — Cindy olhou para ele. —Você é Daisy, irmão de Beth? —Sim, você se lembra de mim? —Vagamente.

Benedict

sempre

foi

um

bastardo

destruidor, dizendo a todos que ele podia ter quem diabos ele quisesse. Beth, ela sempre mostrou-lhe desdém. Ela não podia suportá-lo, e ainda assim ele se gabava de pegá-la. Knuckles bateu com a mão na barra, fazendo Cindy gritar. —Você acredita nessa merda? —Não, eu não acredito. Eu não quero servir o pulha, mas eu preciso deste trabalho. — Cindy mordeu o lábio. —Ele não veio esta noite ainda. Estará aqui por volta das nove, talvez um pouco mais tarde.


—Ele

espera

até

que

as

mulheres

estejam

embriagadas, — Duke disse. —Este bastardo soa como um príncipe real. —Ele não é, e ele é perigoso. Sua família possui algum tipo de empresa o que significa que ninguém vai atrás dele. Ele é protegido, e ele é o filho do prefeito. — Cindy entregoulhes garrafas de cerveja. —Nós não estamos aqui para causar problemas, Cindy. —Você vai dizer a sua irmã, que eu acredito nela? Ela saiu da cidade, e eu acho que ela fez isso porque ninguém se comportou como se acreditassem nela. —Não se preocupe, Cindy. Até o final de amanhã, todo mundo vai acreditar na minha irmã. — Ele deu uma piscadela, e girou para enfrentar a porta. —Cara, eu não posso esperar para ver o filho da puta, disse Pike. Daisy contou até dez, enquanto olhava para a porta. Seria apenas uma questão de tempo antes que este filho da puta viesse através da porta, e quando o fizesse, Daisy não poderia esperar para fazer sua noite horrível. Bebericando sua cerveja, ele sorriu quando, na hora certa, Benedict veio entrando porta com um par de amigos. Ele ia ter uma noite divertida.


Seus pais estavam esperando por ela quando voltou para casa. Daisy estava fora procurando Benedict, e duvidava que ele viria procurá-la. Será que ele foi pego por assassinar Benedict? Quando sua mãe e seu pai a puxaram contra eles, Maria soluçou. —Eu o amo, disse ela. Eles entraram em sua casa de infância, e Maria olhou em volta, perguntando por que ela tinha vindo a eles. Sua mãe e seu pai nunca tinham gostado dela. —Eu vou fazer um pouco de chocolate quente, disse a mãe. Sentada no sofá da sala de estar, ela ficou chocada ao ver a foto da sua graduação. O pai de Beth a tinha tirado e Maria ficou entre seus pais. Na época, ela não tinha pensado que ela os fez orgulhosos, mas vendo o olhar em seus olhos percebeu isso. —Então, me diga o que está acontecendo, disse seu pai.


Maria contou-lhe tudo, sobre o que aconteceu com Beth. Ela explicou a ida ao clube, e em seguida, sobre Daisy e todo o caminho até o que aconteceu esta manhã. Seu pai escutou, e quando sua mãe entrou, ela ouviu também. Ela viu quando sua mãe sentou no braço da cadeira, e seu pai colocou a mão em seu quadril. O amor entre os dois era forte. —Daisy foi lidar com Benedict? — Perguntou a mãe. —Sim. Todo o clube foi. —Já era tempo. — Seu pai retrucou as palavras. —O quê? —Eu nunca gostei do menino, e ele sempre foi mal. Você sabe o quanto eu odiava aquele menino? Toda vez que você saía de casa, eu vivia com medo de você estar perto dele, ou ele olhar para você. Maria ficou chocada. Ela não achava que seus pais se importavam tanto assim. —Vocês estavam preocupados? —É claro que nós estávamos preocupados, disse sua mãe. Ela olhou para seus pais, a boca aberta, chocada. —Isso não está certo, ela disse. Eles trocaram um olhar, e Maria perguntou o que estava faltando.


—Eu falhei com você, querida. — Seu pai olhou para sua esposa, e suspirou. —Na maior parte de sua vida, não temos sido os melhores pais que podíamos ser, e isso é culpa nossa. Você estava sempre tentando ser o melhor que poderia ser. —Eu a tive em uma idade jovem, e nenhum de nós sabia o que fazer, — disse minha mãe. —Este verão que você foi embora, seu pai e eu, nós tivemos tempo para pensar, e ficamos envergonhados, querida. —Nós deveríamos ter estado mais aqui, protegido mais você. — Seu pai falou. —Em vez disso, nós te empurramos de lado, fazendo você se sentir como se você não fosse amada, quando isso não é verdade, disse a mãe. —Nós amamos você, e nós queríamos protegê-la. Daisy ajudou a abrir os nossos olhos, disse o pai. —Daisy? —Sim. Ele nos ligou, e praticamente nos deu uma lista de onde estávamos falhando. — Seu pai se levantou, caminhando em direção a ela. Ele baixou seus joelhos e segurou-lhe

o

rosto.

—Você

é

bonita,

uma

filha

impressionante, e estou orgulhoso de você. Eu espero que você possa me perdoar, por não mostrar-lhe o quanto eu amo você mais cedo.


Lágrimas escorriam de seus olhos, e ela colocou os braços ao redor dele com força. —Eu te amo, papai. —Eu espero que você possa nos perdoar. — Sua mãe mudou-se ao lado dela, acariciando-a na bochecha. —Agora, vamos pegar um pouco de sopa, ou qualquer outra coisa, e então você irá para a cama para descansar. Imagino que Daisy vai voltar para levá-la com ele. Esse menino nunca pôde ficar longe por muito tempo. — Sua mãe mais uma vez afastou-se, e Maria franziu a testa. —O que ela quis dizer sobre Daisy não ser capaz de ficar longe? Seu pai riu. —Você nunca viu a forma como Daisy olhou para você? Ele estava sempre cuidando de você. Eu me lembro quando você estava tentando montar a sua bicicleta. —Daisy me contou. Você ficou com raiva de mim, porque eu estava decepcionando vocês. —Você não me decepcionou. Eu não sabia o que eu estava fazendo de errado. Você não podia confiar em mim. Eu fui falar com sua mãe para ver o que podia fazer para ajudála, e então eu assisti quando Daisy subiu atrás de você. Ele falou, e no momento seguinte, você estava montando. Essa foi a primeira vez em que eu já estive com ciúmes de outro menino. Ele foi capaz de ajudar a minha filha, e eu não. Não foi muito acolhedor.


Enxugando as lágrimas, Maria jogou os braços ao redor de seu pai. —Eu amo vocês. —Eu também te amo, querida. Se algum dia eu fosse confiar em um homem com você, seria Daisy. Ele te ama. —Eu amo-o. Eu o amo tanto. —Deixe-o voltar para você. Ele tem que fazer isso por sua irmã. Eu não sei muito sobre MCs a não ser o que eu vejo na televisão, mas ele precisa fazer isso, e eu ficarei orgulhoso de chamá-lo de meu genro. Segurando seu pai, Maria se sentiu inteira mais uma vez. Agora, tudo o que precisava era Daisy perdoá-la.

Daisy observou quando Benedict sentou-se ao lado de uma mesa cheia de mulheres. Ele viu a reação da maioria das mulheres, e era principalmente desgosto. Elas não queriam estar perto dele, e ele poderia entender. —Esse é o filho da puta que machucou Beth? — Perguntou Knuckles. —O primeiro e único.


—Eu já tive o bastante disso. Eu tenho um filho que pode ter engravidado uma menina, e eu preciso voltar para Vale Valley. Eu não vou prolongar isso, disse Duke. —Huh? — Perguntou Daisy. —Matthew tem uma menina grávida? —Eu não sei. Holly e eu estamos esperando a menina em questão nos deixar saber. —Você já a conheceu? — Perguntou Pike. —Eu não. Holly conheceu e, claro, Matthew. Eles estão mantendo-a tranquila em caso de algo der errado. — Duke parecia cansado. —Eu sou também extremamente jovem para ser avô. Daisy não quer prolongar isso também. Colocando a cerveja de volta no balcão, ele caminhou até a mesa e sentouse. Com seus irmãos reunidos em torno dele, e as meninas na mesa próxima tiveram a sua sugestão para sair. —Olá, Benedict, disse Daisy, olhando para o filho da puta que realmente acreditava que poderia fugir depois de estuprar sua irmã. —Eu não sei quem você é. Benedict olhou dele a seus irmãos atrás dele. —É um investidor? — O bastardo bufou, e Daisy estourou a rir. Seus irmãos começaram a rir também, dando-lhe a liderança sobre o que fazer com este filho da puta. —Eu sou o irmão mais velho de Beth. Silêncio seguiu sua declaração.


—Não está rindo agora! — Daisy ergueu a sobrancelha, e ele não se surpreendeu quando os dois amigos começaram a sair. Olhando de volta para Cindy, ele esperou que ela acenasse ou sacudisse a cabeça. Ela balançou a cabeça, e ele permitiu que os homens fossem. —Onde diabos vocês dois estão indo? — Perguntou Benedict. —Este é o seu problema, não nosso. —Bem, bem, bem, seus amigos logo dispersaram. Pergunto-me por quê. —Olha, cara, eu não sei o que Beth... Daisy

nem

sequer

permitiu

que

ele

terminasse.

Agarrando a cabeça do desgraçado, ele bateu com a face voltada para baixo sobre a mesa. —Nem sequer vá lá, porra. Vamos ver o que podemos fazer sobre isso. — Segurando o bastardo pelo colarinho ele começou a puxá-lo para fora do bar. Seus irmãos teriam suas costas. Ele empurrou o lixo na frente dele, do lado de fora do bar. —Você estuprou a minha irmã porra. Colocou drogas em seu copo e depois levou o que não pertencia a você. — Ele o deixou cair no chão e bateu com o punho contra o rosto do bastardo. —Ela queria isso.


Benedict tentou parar o golpe, mas esse bastardo tinha mexido com a turma errada. Mais e mais, Daisy bateu golpe após golpe, e quando ele não podia suportar o pensamento deste homem tocar em qualquer mulher, ele pisou em seus órgãos genitais. —Vocês não vão conseguir se safar com isso, disse Benedict ofegante, e gritando. Olhando em direção a seus irmãos do clube, todos eles assentiram. —Seus pais lavaram as mãos de você. Eles não querem ter mais nada a haver com você. Seus dias estão contados filho da puta. O som de um carro da polícia na distância fez Daisy parar. Benedict estava ruim. —Você vai admitir a violação de Beth, e você também vai admitir a todas as mulheres que você violou. —Porque eu faria isso? —Se você não fizer, eu vou ter certeza que a sua vida seja um inferno. Eu posso prendê-lo na parte de trás da minha moto, e conduzir todo o caminho de volta para Vale Vallery comigo. Seus pais não querem ter nada a ver com você, e eu vou ter a certeza que eu passe todos os dias para encontrar um homem que está disposto a foder sua bunda a cada hora, de cada dia. Você tem ótimos pais, Benedict. No momento em que sua fortuna e sua própria reputação foram colocadas em risco, eles o saltaram mais rápido, do que a


porra de uma panela quente. Parece que seus pais não estão exatamente ganhando dinheiro de maneira legal, o que são? Drogas? Eles querem o seu dinheiro mais do que eles querem você. Se eu não encontrar alguém para usá-lo na cadeia, eu vou usar a porra do meu taco para foder com você. Benedict choramingou. —Sim, eu vou fazê-lo. Eu vou fazer isso. Recuando, Knuckles veio para a frente, agarrando a cabeça de Benedict —Hora de brilhar.

Daisy entrou no clube na manhã seguinte. Seus dedos estavam ensanguentados, e ele estava cansado. Duke, Pike, Raoul, e Crazy foram para casa com suas mulheres, e os irmãos solteiros tinha voltado para a sede do clube. Beth saiu da cozinha, e ela olhou para ele, e, em seguida, passando seu ombro na direção Knuckles. —Pai ligou para você? —Sim. Assim que o xerife pegou a confissão de Benedict. Você o convenceu a confessar? —Era o mínimo que eu podia fazer. Você não esconderá coisa alguma de mim, não importa o quê. — Ele andou em


direção a ela, envolvendo os braços em volta dela. Beth deixou ir, soluçando em seus braços. —Foi minha culpa. —Não, não era sua culpa. —Eu não deveria ter ido para a festa. Ele capturou seu rosto e enxugou as lágrimas. —Você tinha o direito de festejar e se divertir. Ninguém tinha o direito de tirar isso de você. — Ele manteve sua irmã, sabendo que ele iria morrer protegendo-a. Pensando na outra mulher por quem morreria, ele começou a olhar ao redor da sede do clube. —Onde está Maria? —Você não verificou o seu telefone celular, você verificou? — Perguntou Beth. —Não, por que? —Maria foi embora. —O quê? — Seu coração começou a corrida. —Ela se sentiu tão culpada, que ela foi embora. —Onde diabos ela foi? —Ela foi para casa. —De volta para casa? — De onde ele tinha acabado de voltar? —Sim. Ela me mandou uma mensagem que ela chegou em casa.


Maldição, ele girou sobre os calcanhares e se dirigiu para a porta. —Onde você está indo? — Perguntou Knuckles. —Eu estou indo buscar a teimosa da minha mulher. — Ele olhou para sua irmã. —Ela é minha senhora, e ela será minha esposa. Você pode lidar com isso? Beth sorriu. —Claro que eu posso lidar com isso. Olhando para o Knuckles, deu-lhe um aceno de cabeça. —Cuide dela, e não a toque. Daisy não era estúpido. Ele não tinha nenhuma dúvida de que Knuckles tinha uma coisa para a sua irmã, e ele iria lidar com isso no momento em que cruzasse a linha. Por agora, ele tinha que ir a buscar a sua mulher de volta.

Beth se sentou no quarto dela, quando olhou para seu telefone celular. Ela ainda tinha que se inscrever em uma faculdade nas proximidades, e agora todo o clube sabia o que aconteceu com ela. Entre ela e Maria, ela sempre tinha sido a festeira. Ela amava dançar e se divertir. Uma vez que


Benedict estourou sua bolha, ela se retirou, com medo de sair. Afinal, olha o que aconteceu da última vez que ela se soltou. Alguém bateu na porta, e ela sabia que não seria Daisy e Maria. Ele tinha saído há vinte minutos. —Entre, disse ela. Knuckles abriu a porta, e ela esperava ver desgosto ou piedade em seus olhos. Quando ela olhou para ele, ela não viu nada. Ele simplesmente olhou para ela. —Como você está? — Perguntou. —Estou bem. Esperando que Maria e Daisy possam resolver as coisas. —Eles vão. Eles estão destinados a ficarem juntos. — Ele fechou a porta e andou em direção a ela. —O que você está pensando? — Perguntou ela. —Eu estou me perguntando por que você está aqui, e não lá fora, com o resto dos rapazes. Ela fechou seu celular e correu os dedos pelos cabelos. —Você sabe, e eles sabem. Vocês todos sabem o que aconteceu, e eu só, eu só posso pensar sobre isso agora. Knuckles suspirou. —Você não é diferente para mim. —Eu não sou? — Ela se virou para ele, e suspirou. — Você não está vendo uma danificada ou quebrada agora?


—Não. Eu estou vendo uma mulher que está com medo de ser ela mesma, mas também vejo uma mulher que está com medo do que os outros pensam dela. — Knuckles pegou seu queixo, e virou a cabeça para que ela não tivesse escolha senão olhar para ele. —Você não tem nada a temer comigo ou com os irmãos. O que aconteceu, aconteceu. Você não precisa esconder quem você é. —Eu não estou escondendo. —Sim, você está. — Ele acariciou seu polegar sobre o lábio. —Você e eu, nós sabemos que irá acontecer. Não vai ser hoje, pode até não ser este ano, mas nós estaremos juntos. Você pode senti-lo, assim como eu posso. — Ele fechou a distância entre eles, pressionando os lábios contra os dela. Beth se congelou ante o contato, mesmo que ela gostasse de seu toque. Knuckles se afastou. —Com o tempo, você vai ver que não há nada a temer. —E o meu irmão? —Eu sempre vivi perigosamente. Seu irmão vai ficar chateado comigo, mas eu posso lidar.


Holly ficou ao lado de Matthew enquanto esperavam Luna sair do banheiro. Duke estava na sede do clube, e ele estava esperando por sua chamada. Ela não podia acreditar que ela estava realmente esperando para descobrir se seu filho, ela via Matthew como seu filho, ia ser pai. —Você deve estar muito decepcionada comigo—, disse ele. Olhando para ele, ela viu que ele parecia aterrorizado. Algumas semanas atrás, ele estava rindo sobre esse tipo de merda, enroscando meninas, e não indo para a faculdade. Ele tinha falado sobre a adesão ao Trojans MC, e ela não tinha preparado ele. Ela só queria que ele tivesse uma escolha, e Duke tinha o mesmo pensamento. Matthew tinha muito potencial, e ela não queria que ele vivesse com arrependimentos. —Eu não estou decepcionada. Só espero que você aprenda a lição. Você é muito jovem para estar fazendo esse tipo de merda. — Holly dobrou os braços sob os seios. Luna não era a garota que ela esperava que Matthew fosse se ligar. Ela tinha visto as revistas pornográficas, o histórico na internet, e até mesmo as meninas que ele encontrou. Todas eram esbeltas, loiras, bonitas, tudo o que resumia Matthew. Luna era uma menina bonita. Ela tinha cabelo castanho que foi preso em um rabo de cavalo. Ela usava óculos, e estava mais cheinha do que um monte de meninas. A forma como Matthew olhava para ela, havia algo lá.


—Se ela não estiver grávida, ela nunca vai falar comigo, disse Matthew. —Você não sabe disso. —Ela não tem falado comigo desde aquela noite, Holly. Ela não quer ter nada a ver comigo, e eu não posso culpá-la. Antes que ela tivesse a chance de dizer qualquer coisa, a porta se abriu, e Luna saiu com o teste de gravidez. Sua mão tremia, e ela respirou fundo. —É negativo. Posso ir para casa agora? Luna

passou

por

eles,

e

Matthew

parecia

tão

desanimado. —Luna, espera. Holly ficou para trás sabendo que isso era entre o jovem casal. —Nada aconteceu. Eu não estou grávida, e você não precisa se preocupar em estar amarrado a mim. Eu não quero ser amarrada a você, Matthew. Eu tenho uma vida que eu quero viver. Por favor, não fale comigo. Com isso, Luna girou nos calcanhares e saiu.


Maria estava deitada na cama, olhando para a fotografia dela e Beth. Atrás da câmera era Daisy, e mesmo que ela não pudesse vê-lo, Maria lembrava que ele estava lá. Na foto elas tinham cerca de quinze, e tinham acabado de voltar do lago. As lágrimas de seus olhos sobre o que ela tinha perdido. Ela tinha sempre amado Daisy, e agora ela o tinha perdido. Talvez tenha exagerado. Você correu porque você estava com medo de Daisy deixar de amar você. Ela não sabia o que fazer com o que aconteceu. Os seus pais fizeram companhia, até que ela fosse para a cama. Tinha sido estranho estar com eles, quando estavam atentos a ela. Parte dela perdeu o jeito, o que só fez se sentir ainda mais culpada. Toda a sua vida, ela queria ser notada por eles, e agora ela queria ser esquecida por eles. Colocando a foto de volta na gaveta ao lado da cama, ela se deitou, enxugando as lágrimas. Fungando, ela rolou para que ela estivesse voltada para a janela. Fechando os olhos,


ela começou a contar carneiros quando de repente, houve uma batida forte vindo da porta da frente. —Maria! Seu nome foi gritado, e ela levantou-se na cama, perguntando se ela tinha ouvido isto. —Maria! Abra a porta. Levantando da cama, ela abriu a porta e viu ambos os pais deixando seu quarto. Eles estavam com pijamas, e ela estava em seu short de pijama e uma parte superior da camisola de alças. —Quem é? — Perguntou a mãe. Ela sabia quem era. —É Daisy. —Você quer que eu lide com isso, querida? — Perguntou o pai. —Maria, baby, abra a porta. Eu não vou a lugar nenhum. Soltando um suspiro, ela balançou a cabeça. —Consigo lidar com isso. —Você tem certeza? —Eu tenho certeza. — Ela desceu as escadas, e na porta, ela hesitou. Você consegue fazer isso. Você ama ele.


Você quer estar com ele. Abrindo a porta, ela olhou para ele. Sua mão estava levantada para bater novamente. —O que você está fazendo aqui? — Perguntou ela. —Você não estava na sede do clube, e você é minha, Maria. —Você estava com raiva de mim. —Não. Eu não estava com raiva de você. Eu estava com raiva por ser um burro total. Fora de tudo o que aconteceu com Beth, eu nem por um segundo acreditei que era isso. — Ele abriu a porta e passou o braço em volta da sua cintura. —O que você está fazendo aqui? —Ela é a minha filha, Daisy. Ela pode voltar para casa sempre que ela quiser. Seu pai estava em pé na escada com sua mãe atrás dele. —Posso estar enganado, disse Daisy. —Lembro-me de um tempo que vocês não podiam estar perto dela. Maria viu o olhar ferido em seus pais, e ela se sentiu culpada. —Nós

cometemos

um

erro,

e

nós

estaremos

arrependidos para o resto das nossas vidas, disse a mãe. —Eu vou me casar com sua filha, disse Daisy. —Eu vou me casar, sustentá-la e amá-la para o resto de nossas vidas. Eu espero o seu total apoio. —Você a ama? — Perguntou o pai.


—Sim, eu a amo. —Então eu não tenho nenhuma queixa. Eu sempre soube que você seria mais do que apenas o irmão da sua melhor amiga. — Seu pai virou olhou na direção dela. —Você está feliz? —Sim. —Então, vamos deixá-los. — Seu pai subiu com a sua mãe para o andar de cima, deixando-os sozinhos. Daisy ainda tinha seu braço em volta da cintura dela e estava puxando apertado. —Você deixou o clube. —Eu pensei que você me odiava por manter esse segredo, e não ter lhe dito que o segredo de Beth, era grande. Quer dizer, ela foi estuprada, e eu não lhe disse. Eu não contei a ninguém. Ele bateu os lábios até os dela, e deslizou a língua em sua boca. Ela derreteu contra ele, amando a posse crua de sua boca na dela. Ele agarrou a bunda dela, puxando-a para perto. —Nós não podemos fazer isso aqui, disse ela. —Com meus pais em casa. —Pegue suas coisas, e suba na minha moto. Fugindo dele, ela correu para seu quarto, e rapidamente vestiu um par de calças. Fez uma mala de roupas, bateu na porta de seus pais para deixá-los saber que ela não ficaria mais em casa.


—Obrigada. Eu estou voltando para a Vale Vallery com Daisy. Eu te amo. —Tem certeza? — Perguntou o pai. —Sim. Eu amo-o. —Estou ansioso para receber o convite. Ela correu escada abaixo para encontrar Daisy em sua moto. Escalando atrás dele, ela colocou os braços ao redor da cintura, e descansou sua bochecha contra suas costas. —Me leve para casa. —Enquanto você estiver comigo, nós sempre estaremos em casa. Fechando

os

olhos,

ela

segurou

Daisy

enquanto

cavalgava de volta para a sede do clube, e para o seu futuro.

Daisy estava cansado, exausto, mas ele tinha a sua mulher, e ele estava determinado a foder. Era de manhã cedo, e ele não parou para olhar qualquer um dos seus irmãos no clube. Ele acenou para eles, e continuou caminhando com Maria na frente deles. Com as mãos em seus ombros, ele a moveu em direção ao seu quarto. Havia tempo para todo o resto mais tarde.


—Você está sendo rude, disse ela. —Não, sua boceta vai estar envolta de mim. — No momento em que a porta do quarto foi fechada, ele tirou a jaqueta de couro. —Traga seu traseiro nu. Em poucos segundos ele estava nu, e ele a ajudou a se livrar

das

roupas

que

estavam

em

seu

caminho.

Pressionando-a para a cama, ele tomou posse de seus lábios, e correu as mãos para cima e para baixo de seu corpo. —Porra eu te amo, disse ele. —Eu também te amo, e sim, eu vou me casar com você. —Eu não estava pedindo. — Ele ia se casar com Maria, mesmo que tivesse que forçá-la. —Você é minha, você sempre será minha, e isso nunca vai mudar. Deslizando os dedos entre as coxas, ele bateu dois dedos dentro dela, sentindo a apertar em torno dele. —Veja, esta boceta é minha, e ela foi feita para mim. Minha boceta, feita para mim, ele disse. Levantando os dedos à boca, ele provou seu creme, e gemeu em torno deles. —Tão saboroso. Ele não podia esperar, e beijando baixo de seu corpo, ele fez uma pausa quando ele estava acima de sua boceta. Segurando seus quadris, ele pegou seu clitóris em sua boca, e chupou o nó inchado em sua boca. Soltando o quadril com uma de suas mãos, ele pressionou um dedo em sua boceta. Ela apertou-o com força, e ele correu para baixo entre as


bochechas de seu traseiro. Ele pressionou os dedos contra seu ânus, e pressionado no anel apertado dos músculos. —Daisy? —Confie em mim, baby. Eu vou foder essa bunda, e você vai adorar. — Ele apertou além dos músculos certos, e encheu sua bunda com um de seus dedos. —Porra, isso é tão bom, disse ela. Mordiscando para baixo em seu clitóris, ele usou seus dentes para dar-lhe mais prazer. —Eu vou reivindicá-la na frente do clube até o final da semana, Maria. Eu não vou esperar mais. Você é toda minha, e eu quero que cada irmão saiba que você pertence a mim. —Eu te amo, Daisy. Eu vou fazer o que você quer que eu faça. Eu quero ser sua. Deslizando os dedos dentro e fora de seu traseiro, ele saqueou sua boceta com sua língua, gemendo enquanto o gosto dela explodia. Ela estava tão molhada e suculenta. —Sim, sim, sim, disse ela, ofegando seu nome. Ele fodeu sua língua dentro dela, sacudindo a mão para acariciar sobre seu clitóris. —Muito saborosa, e tão boa. Quando ele não sabia se ia durar muito tempo, acariciou-lhe ainda mais forte. Em poucos segundos ela gritou seu nome, e ele não parou de trazê-la ao orgasmo.


Uma vez que ela desceu do seu orgasmo, ele lançou os dedos de seu bunda, batendo com o pau de profundidade dentro de seu sexo. Ela gritou seu nome. —É isso aí. Grite meu nome. Eu estou transando com você, ninguém mais vai saber como malditamente apertada você é, e como perfeita você é. Você pertence a mim, ninguém mais. —Sim, por favor, Daisy, foda-me. —Diga que me quer, disse ele. —Eu quero você. —Você vai ser minha esposa? —Sim. Batendo dentro de sua boceta pingando, reivindicou seus lábios. Ele nunca iria deixá-la. Daisy ia amá-la para sempre, até o dia que eles morressem.

—Então, ela não está grávida? — Perguntou Duke, subindo na cama. —Não. Ela não está grávida, e na próxima semana, ele vai começar a ir para as palestras da faculdade. Eu peguei várias delas para escrever Matthew, disse Holly, rolando.


—Eu não quero ter uma menina. Ela riu. —Você não tem muita escolha. Nós teremos o que nos for dado. — Segurando sua mão, colocou-a sobre seu estômago. —E nós temos outro bebê a caminho. — Com tudo o que tinha acontecido com Matthew, ela não sabia como dar a notícia para seu homem. Duke estava distraído com os negócios do clube e pelo seu filho. —Nós estamos grávidos de novo? —Sim. Eu não sei o que teremos. Pode ser uma menina. —Porra, eu poderia ter uma menina. Nós teremos um outro bebê? Está tudo bem? —Tudo está bem. Eu já estou tomando meu ácido fólico, e eu tenho uma consulta na próxima semana. Duke reivindicou seus lábios antes de deslizar para baixo da cama. —Seja um menino, por favor, seja um garoto. Holly riu. —Matthew está triste. —Por que? —Luna não quer nada a ver com ele, e lhe pediu para ficar longe dela. Ele está triste. — Holly sentiu pena de Matthew, mas ela não sabia o que ele esperava. Você não apenas dorme com uma garota, e passa para a próxima, esperando que uma delas espere por você.


—Ele vai tomar algumas batidas duras para o resto de sua vida. —Eu acho que ele amava Luna, talvez ainda a ame. —Ele é muito jovem para encontrar o amor. —Você realmente acredita nisso? — Perguntou Holly. —Eu não sei. Eu sei que eu te amo, e eu morreria por você. —Você está apenas tentando entrar em minha calcinha. —Baby, eu já entrei em sua calcinha nos últimos três anos, e eu estou ansioso para entrar por todos os anos da nossa vida. Holly bufou. —Você não é encantador, mas você é meu. Tocando sua bochecha, ela o beijou de volta. Ela realmente amava este homem com todo o seu coração e alma. Ela morreria por ele também.


Maria observou Daisy jogando sinuca com Knuckles. Ela sentou-se com Beth, era uma sexta-feira à noite, noite de festa. Esta era a noite em que ele havia prometido que ela seria tomada como sua senhora aos olhos do clube. Sua boceta estava toda molhada, ela não podia ajudar, mas olhava para todos os homens na sala, à espera de ir para o quarto. Iriam querer ver? —Eu amo seu anel, disse Beth, apontando para seu anel. Olhando para baixo, Maria sorriu. Daisy havia lhe dado no dia seguinte que a trouxe de volta ao clube. Ele também tinha dito a ela o que aconteceu com Benedict. —Eu amo-o. —Eu estou muito satisfeita. —Benedict admitiu o que ele fez, disse Maria. Seus pais haviam ligado para lhe informar o que estava acontecendo na cidade. —Sim, e ele recebeu uma surra do meu irmão para ele admitir. Os pais de Benedict também se recusaram a ajudá-lo.


Daisy

disse

que

era

porque

o

clube

tinha

algumas

informações ruins sobre eles, e eles iriam usá-las se fossem necessários, a menos que recuassem. — Beth esfregou a cabeça. —Ele devia ter feito isso. —Pelo que Daisy me disse, você não é a única mulher que ele caçava, — ela disse. As lágrimas encheram seus olhos quando ela se virou para a amiga. Beth estava pálida e triste. —Eu vou chamar-lhe a noite se precisar. Estou cansada. —Beth? — Disse Maria. —Eu estou bem, e eu estou feliz por você. Me matriculei na faculdade fora de Vale Valley. Eu começo em duas semanas. Eles haviam se mudado para sua casa, fora do clube, mas Beth não quis sair. Daisy não queria deixá-la na sede do clube Trojans MC, mas não podia forçá-la a viver com eles. Knuckles mantinha um olhar constante sobre ela, ele não tinha cruzado a linha. Ela sabia que Daisy estava mantendo um olho em Beth, mas não havia muita coisa que ele pudesse fazer como um irmão. Ela deu a Beth um abraço, e ela se sentia mal por não ser capaz de fazer mais por sua amiga. Sentada em sua cadeira, ela viu quando Beth deu a seu irmão um abraço, e então houve um olhar compartilhado entre Beth e Knuckles, tornando a se perguntar o que sua amiga estava pensando.


Knuckles era o primeiro homem que tinha visto Beth mostrar algum interesse. Era também um homem perigoso. Maria tinha escutado a conversa das prostitutas do clube, e o que

elas

haviam

dito

a

deixou

com

uma

sensação

desconfortável. Beth saiu, e os dois homens voltaram a jogar. Durante a hora seguinte, Maria tornou-se ciente de vários irmãos que chegaram. Ela mordeu o lábio vendo Holly, Mary, Duke, e Pike sentados no canto. Eles iriam assistir? Ela tomou um gole do refrigerante que ela pegou durante a última hora, e estava ficando quente. Estava ficando mais quente, ou era apenas ela? Porcaria. Sua vida estava ficando complicada, e ela odiava isso. —Eu ganhei, cara, disse Daisy, deixando cair o taco de sinuca na mesa. Era isso? Daisy se aproximou dela, guardando algum dinheiro no bolso de trás de sua calça jeans. Ele colocou a mão sobre sua coxa, deslizando por baixo da saia dela. Calor encheu seu corpo quando ele roçou sua boceta. —Hey, baby, venha dançar comigo. Ele moveu a mão de entre suas coxas, e puxou-a para fora do banco. —O que você vai fazer?


Daisy riu. —Deixa acontecer. Concentre-se em mim, ninguém mais.

Ele a moveu em direção ao centro da sala, e começou a dançar com ela. Ela fechou os olhos, apreciando a sensação de estar cercada por ele. O clube desapareceu de modo que tudo o que restava eram os dois. —Eu imaginei isso, disse ela. —O que? —Estar em seus braços, amando-o, sendo parte disso, seu mundo. —Sempre foi suposto que você era minha, baby. — Ela inclinou a cabeça para trás, e tomou posse de sua boca. —Eu te amo. —Eu também te amo. — Ela sussurrou as palavras contra seus lábios, e uma das suas mãos começaram a deslizar para baixo para o topo da bunda dela. Ela engasgou quando

ele

esfregou

seu

pênis

contra

seu

estômago.

Fechando os olhos, ela entregou-se ao prazer. A música encheu a sala, e ela se concentrou nos braços de Daisy quando ele moveu em direção a um dos sofás perto da parede. Era grosso, e ele girou ao redor até que ela teve que ajoelhar-se no sofá. Em frente a ela tinha um espelho que lhe mostrava a sala atrás dela. Ela viu os membros do clube os assistindo.


—Eles não vão tocar em você, baby. Eles sabem que você pertence a mim, e que eu não compartilho. Você é minha, e eu nunca vou desistir de você. — Ele abriu sua camisa, e segurou um dos seios. —Você é um sonho. Sua outra mão deslizou entre as coxas, provocando sua fenda. —Tão, molhada e cremosa. Você é linda, querida. — Ele mergulhou dois dedos dentro de sua boceta, e ela fodeu-se sobre ele, tomando-o profundo como ela poderia ir. Daisy estava a deixando louca com a necessidade, e não havia nada que pudesse fazer para pará-lo, nem que ela quisesse. Ele era o amor de sua vida, o mestre de seu coração. Foi lento o tempo suficiente para desabotoar sua calça jeans, e pressionar a ponta do seu pênis contra sua boceta nua. A cabeça dele empurrado para dentro uma polegada, e em seguida, uma de suas mãos estavam em seu quadril enquanto a outra agarravam seu seio. Batendo cada polegada de seu pênis dentro dela, Daisy levou-a nos olhos do clube. —Abra

seus

olhos,

baby.

Eles

estão

observando

enquanto eu a levo. Ela abriu os olhos e viu os homens olhando para eles. Daisy não parou, fodia profundamente, e ela adorou. Os homens estavam olhando avaliando, mas nenhum deles parecia

luxuriosos

por

eles.

Havia

uma

relação,

um

conhecimento e compreensão. Ela pertencia a Daisy. Ela sempre pertenceria a ele.


—Minha, Maria. Você é minha, porra. Ele bateu dentro dela, assustando-a com a ferocidade de sua reivindicação. —Toque em sua boceta. Goze em todo meu pau, em seguida, eu vou enchê-la com a minha porra. Ela

alcançou

entre

eles,

tocando

sua

boceta,

e

mordendo o lábio. —Não pare esses gritos. Eu quero ouvir você gozando, baby. Grite para mim, e deixe-me ouvir o quão bem eu estou transando com você, eu amo isso. — Ele bateu dentro dela, uma e outra vez, nunca deixando-a. Tocando seu clitóris, ela acariciava a si mesma, levandoa mais e mais perto do orgasmo. Ela gritou seu nome enquanto entrava em erupção. Daisy afundou os dedos em seus cabelos, puxou o comprimento, e começou mordendo seu pescoço com beijos. Ele a fodeu duro e cru, e ela adorou cada segundo. Quando ele gozou, ele veio com força e profundamente, fazendo-a gemer mais. Ela não sabia o que esperava depois que acabou, mas Daisy saiu de sua boceta, cobrindo seu corpo, e arrumandose para pegá-la em seus braços. Levou-a para fora da sala principal, e longe dos homens. —Eu fiz alguma coisa errada? — Perguntou ela. —Não. O clube sabe que você é minha senhora, e agora eu começo a ter você para o resto da noite.


Ele chutou a porta fechada, e colocou-a na cama. Ela viu quando ele tirou suas roupas, e ficou nu. No momento em que ele deslizou dentro dela mais uma vez, Maria estava pronta para ele. —Eu vou te amar para o resto da minha vida, disse ele. Ela cobriu seu rosto, sabendo que ela era a mulher mais sortuda do mundo.

Uma semana depois Beth saiu do clube com a bolsa em seu ombro. A faculdade já tinha começado, e ela não confiava em si mesma para viver no campus. Ela gostava de ter um lugar permanente dentro do clube. Provavelmente seria errado quando ela não estivesse com qualquer um dos homens, mas ela ajudava a limpar o clube, e também, pagava Duke o aluguel. Não estava pronta para ter um relacionamento com ninguém. Sua melhor amiga estava planejando seu casamento, e Beth queria ser parte de tudo. Fechando sua jaqueta, ela cruzou os braços sobre o peito, e encaminhou-se para o ponto de ônibus.


O som da moto vindo por trás dela, congelou-a no local. —O que você está fazendo? — Perguntou Knuckles, parando ao lado dela. Ele não tinha tomado nenhuma iniciativa, nem uma vez ele a empurrou para outra coisa. Eles jogaram jogos de vídeo game no início da manhã. Ele estava sempre em segundo plano, proporcionando-lhe uma rede de segurança que também era aterrorizante. —Eu vou caminhar até a parada de ônibus. —Você nunca tomará o ônibus para a faculdade. Monte. —Eu realmente preciso aprender a pegar o ônibus. Eu não posso esperar que você, esteja em torno de mim a cada momento de cada dia. Knuckles tirou os óculos e olhou para ela. —Você quer que eu perca minha paciência com você agora? —Olha, quando você se cansar de mim, eu vou ter que usar o ônibus de qualquer maneira. Eu prefiro fazê-lo agora. Ele saiu de sua moto e foi em direção a ela. —Que porra você está dizendo? —Eu não sei qual é seu problema. —Meu

problema

é

você

pensando

que

eu

iria

simplesmente deixá-la de lado quando eu ficasse entediado. No caso de você não saber, eu nunca me cansarei, e eu não vou começar a ficar entediado. Agora, monte na parte de trás


da porra da minha moto antes que eu a coloque sobre meu joelho e bata em seu traseiro. Quando eu te pegar outra tarde eu a levarei para comer algumas tortas de maçã, mas hoje, você não foi boa o suficiente. Ela não podia ajudar o pequeno prazer da sua admissão, e em seguida, ele caiu. Knuckles sabia os melhores lugares para se obter a melhor comida. Ela não queria perder isso. —Eu sinto muito. —Eu te disse uma vez, nós estamos acontecendo, quer você goste ou não. Vai acontecer, Beth. Você vai ser a minha mulher, e eu vou te levar e cuidar de você. —Eu não estou preparada. Nós somos amigos. —Quando você estiver pronta, eu vou estar lá. Eu estou aqui agora. — Ele apontou para cabeça dela. —Em breve, eu vou estar aqui, e então eu irei estar dentro você, te comer, te fazendo minha. — Ele a surpreendeu quando se inclinou para beijar seus lábios. —Agora, suba na porra da moto. Seu coração disparou com prazer, com os nervos, com tudo. Knuckles

estava

invadindo

sua

mente,

e

isso

a

assustava. Ele inspirava sentimentos que ela não estava pronta para enfrentar, mas o que a assustou mais, foi a sensação de que ele nunca iria embora. Ele estava dentro de sua cabeça, dentro de seu coração, e ela não queria deixá-lo ir.


Dois meses depois Daisy olhou através do clube para sua esposa enquanto ela dançava com o pai. Durante dois meses Maria esteve planejando seu casamento, e como era inverno, todos os lugares estavam cobertos de neve, e não tinha um lugar adequado para eles se casarem. Ele ofereceu para levá-la para Vegas, mas ela não queria nada disso. Maria queria se casar cercada de seus amigos, e do clube. Ele não lutou, e quando Duke ofereceu o clube, Maria vibrou. Ele nunca tinha visto o Prez de seu clube olhando com tanto medo. —Ela parece feliz, — disse Knuckles, de pé ao lado dele. —É claro que ela está. Ela está casada comigo. — Daisy tomou um gole de uísque, e manteve seu olhar em sua esposa. Beth estava na beira da pista de dança, parecendo


que ela queria dançar, e ainda pronta para escapar. —Vá e peça a minha irmã para dançar. —Com licença? —Eu sei que você quer pedir a ela para dançar, então faça. Ela permite que você fique perto dela. Eu quero que ela se divirta, e ela gosta de sua companhia. Ele observou quando Knuckles foi direto para Beth. Ele ficou tenso quando Beth sorriu para Knuckles, e depois os dois estavam na pista de dança. Era

hora

dele

encontrar

sua

própria

esposa.

Atravessando a pista de dança, ele agarrou o ombro do pai de Maria, e chamou a atenção dele. —É hora de dançar com minha esposa, disse ele. —Você vai cuidar bem dela, não é? —Com todo o meu coração. Ela vai ser protegida e amada. Seu pai acenou com a cabeça, batendo em seu ombro, e entregando Maria de volta para ele. —Olá, esposa. —Esposa? —Sim, você é minha. — Ele acariciou seu polegar através de sua cintura. —Você gostou de hoje? —Eu gostei. Este tem sido um sonho tornado realidade. — Ela descansou a cabeça contra o seu peito. —Daisy? —Sim, querida.


—Eu tenho algo a lhe dizer. Ele beijou o topo de sua cabeça, fechando os olhos enquanto sentia a paz de tê-la em seus braços. Ele não se importaria com o que a vida jogasse em cima dele, desde que ele tivesse Maria, sua mulher, sua própria razão de viver, nos seus braços. Daisy não podia acreditar que ele tinha vivido tanto tempo sem ela. Ele não podia imaginar dormir sozinho. A melhor parte do seu dia era acordar com ela em seus braços, e adormecer com ela em torno dele. —O que você tem a me dizer? —Você sabe como nós fomos, er, curtindo um ao outro? —Sim. Eu gostei desta manhã antes de você ter que me deixar para se preparar para nos casar. — Ele a foderia na hora, mas Maria havia dito que não poderia. No momento em que estivesse dentro dela, ela não falaria para parar. —Eu mal posso esperar até que eu possa levá-la para o meu quarto, e foder a sua doce boceta. —Você notou que não bebi qualquer vinho hoje? —Sim, eu notei isso. —Eu estive me sentindo um pouco enjoada na parte da manhã. —Baby, o que está errado? Seu coração começou a bater forte enquanto ele pensava nos inúmeros problemas que poderia estar errado com ela. Ela precisava ir para o hospital agora.


—Eu estou grávida, Daisy. Fiz o teste esta manhã depois que você me deixou. Nós vamos ter um bebê. Tudo pareceu parar, e Maria levantou a cabeça para olhar para ele. Ele olhou em seus olhos azuis quando suas palavras finalmente fizeram o reconhecimento dentro da sua cabeça. —Nós vamos ter um bebê? Ele não falou baixo, e toda a sala parou e virou em direção a eles. As bochechas de Maria estavam quentes quando ela concordou. Olhando para seus irmãos do clube, ele gritou a notícia para todos ouvirem, e, em seguida, puxou o amor de sua vida em seus braços. Ele acariciou seus dedos através de seu estômago, sabendo que ele seria o melhor marido e pai de sempre.


Sam crescent trojans mc #5 mine [revisado]  
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