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INSTALAÇÕES DESPORTIVAS_considerações prévias

Instalação desportiva Espaço edificado ou conjunto de espaços resultantes de construção fixa e permanente, organizados para a prática de actividades desportivas, que incluem as áreas de prática e as áreas anexas para os serviços de apoio e instalações complementares. Decreto-Lei n.º 141/2009 de 16 de Junho

Tipologias de instalações desportivas As instalações desportivas podem ser agrupadas nos seguintes tipos: o Instalações desportivas de base; o Instalações desportivas especializadas ou monodisciplinares; o Instalações desportivas especiais para o espectáculo desportivo. As instalações desportivas de base podem subdividir--se em: o Instalações recreativas; o Instalações formativas. Decreto-Lei n.º 141/2009 de 16 de Junho

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INSTALAÇÕES RECREATIVAS  São instalações recreativas as que se destinam a actividades desportivas com carácter informal ou sem sujeição a regras imperativas e permanentes, no âmbito das práticas recreativas, de manutenção e de lazer activo.  Consideram -se instalações recreativas, designadamente, as seguintes: o Recintos, pátios, minicampos e espaços elementares destinados a iniciação aos jogos desportivos, aos jogos tradicionais e aos exercícios físicos; o Espaços e percursos permanentes, organizados e concebidos para evolução livre, corridas ou exercícios de manutenção, incluindo o uso de patins ou bicicletas de recreio; o Salas e recintos cobertos, com área de prática de dimensões livres, para actividades de manutenção, lazer, jogos recreativos, jogos de mesa e jogos desportivos não codificados; o As piscinas cobertas ou ao ar livre, de configuração e dimensões livres, para usos recreativos, de lazer e de manutenção. Decreto-Lei n.º 141/2009 de 16 de Junho

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INSTALAÇÕES FORMATIVAS

 São instalações formativas as instalações concebidas e destinadas para a educação desportiva de base e actividades propedêuticas de acesso a disciplinas desportivas especializadas, para aperfeiçoamento e treino desportivo, cujas características funcionais, construtivas e de polivalência são ajustadas aos requisitos decorrentes das regras desportivas que enquadram as modalidades desportivas a que se destinam.  Consideram -se instalações formativas, designadamente, as seguintes: o Grandes campos de jogos, destinados ao futebol, râguebi e hóquei em campo; o Pistas de atletismo, em anel fechado, ao ar livre e com traçado regulamentar; o Pavilhões desportivos e salas de desporto polivalentes; o Pequenos campos de jogos, campos polidesportivos, campos de ténis e ringues de patinagem, ao ar livre ou com simples cobertura; o Piscinas, ao ar livre ou cobertas, de aprendizagem, desportivas e polivalentes. Decreto-Lei n.º 141/2009 de 16 de Junho

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INSTALAÇÕES ESPECIALIZADAS  São instalações desportivas especializadas as instalações permanentes concebidas e organizadas para a prática de actividades desportivas monodisciplinares, em resultado da sua específica adaptação para a correspondente modalidade ou pela existência de condições naturais do local, e vocacionadas para a formação e o treino da respectiva disciplina.  Constituem -se como instalações desportivas especializadas, designadamente, as seguintes: o Pavilhões e salas de desporto destinados e apetrechados para uma modalidade específica; o Salas apetrechadas exclusivamente para desportos de combate; o Piscinas olímpicas, piscinas para saltos e tanques especiais para actividades subaquáticas; o Pistas de ciclismo em anel fechado e traçado regulamentar; o Instalações de tiro com armas de fogo; o Instalações de tiro com arco; o Pistas e infra -estruturas para os desportos motorizados em terra; o Instalações para a prática de desportos equestres; o Pistas de remo e de canoagem e infra -estruturas de terra para apoio a desportos náuticos; o Campos de golfe; o Outras instalações desportivas cuja natureza e características se conformem com o disposto no n.º 1.  Para efeitos do disposto no presente decreto –lei, consideram -se ainda instalações desportivas especializadas as integradas em infra -estruturas destinadas à preparação de desportistas, designadamente em centros de alto rendimento e centros de estágio desportivos. Decreto-Lei n.º 141/2009 de 16 de Junho

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INSTALAÇÕES ESPECIAIS  São instalações desportivas especiais para o espectáculo desportivo as instalações permanentes, concebidas e vocacionadas para acolher a realização de competições desportivas, e onde se conjugam os seguintes factores: o Expressiva capacidade para receber público e a existência de condições para albergar os meios de comunicação social; o Utilização prevalente em competições e eventos com altos níveis de prestação; o A incorporação de significativos e específicos recursos materiais e tecnológicos destinados a apoiar a realização e difusão pública de eventos desportivos.  Consideram -se instalações desportivas especiais para o espectáculo desportivo, designadamente, as seguintes: o Estádios; o Pavilhões multiusos desportivos; o Estádios aquáticos e complexos de piscinas olímpicas; o Hipódromos; o Velódromos; o Autódromos, motódromos, kartódromos e crossódromos; o Estádios náuticos; o Outros recintos que se configurem nos termos dos n.os 1 e 3 do presente artigo.  Os requisitos específicos que determinam a classificação das instalações previstas neste artigo são definidos na regulamentação a que se refere o artigo 14.º do presente decreto -lei. Decreto-Lei n.º 141/2009 de 16 de Junho

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TIPOLOGIAS DE INSTALAÇÕES DESPORTIVAS

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INSTALAÇÕES FORMATIVAS

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INSTALAÇÕES FORMATIVAS_pistas de atletismo

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INSTALAÇÕES FORMATIVAS_pequenos campos

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INSTALAÇÕES FORMATIVAS_pavilhões/salas

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INSTALAÇÕES FORMATIVAS_piscina coberta

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INSTALAÇÕES RECREATIVAS

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EQUIPAMENTOS PARA ESPETÁCULOS_estádios

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EQUIPAMENTOS PARA ESPETÁCULOS_corte

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EQUIPAMENTOS PARA ESPETÁCULOS_autódromo

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EQUIPAMENTOS PARA ESPETÁCULOS_nave

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INSTALAÇÕES ESPECIALIZADAS_parque aquático

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INSTALAÇÕES ESPECIALIZADAS_golfe

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INSTALAÇÕES ESPECIALIZADAS_hipódromo

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INSTALAÇÕES ESPECIALIZADAS_tiro

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INSTALAÇÕES DESPORTIVAS

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INSTALAÇÕES DESPORTIVAS

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INSTALAÇÕES DESPORTIVAS

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INSTALAÇÕES DESPORTIVAS

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INSTALAÇÕES DESPORTIVAS

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PLANEAMENTO URBANO O melhor local para a implantação de instalações desportivas, que de facto atraiam as populações para uma efectiva participação desportiva, será junto dos próprios locais de habitação e/ou locais de trabalho. A construção deste tipo de instalações deverá prever: o A prática do desporto de lazer/recreação; o A prática do desporto de formação/educação escolar; o A prática do desporto federado/competição; o A prática desportiva, de uma forma regular e sistemática, por jovens e adultos. Isto exige: o Que os espaços sejam flexíveis; o A polivalência dos espaços e dos equipamentos; o A segurança dos utilizadores; o A integração estética urbanística; o A franca acessibilidade.

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FUNÇÕES SOCIAIS E ECONÓMICAS DAS INSTALAÇÕES DESPORTIVAS Artigo 18.º Abertura e funcionamento 1 — Decorridos os prazos para emissão da autorização de utilização ou para realização da vistoria, nos termos do previsto no artigo 65.º do RJUE, o interessado na abertura ao público e início de funcionamento das instalações desportivas deve apresentar uma declaração à câmara municipal, através da submissão electrónica de formulário, instruída com os seguintes elementos: a) Identificação da actividade ou actividades a que se vai dar início; b) Declaração de responsabilidade de que as instalações cumprem todos os requisitos adequados ao exercício da actividade ou actividades pretendidas; c) Cópia do regulamento de funcionamento das instalações desportivas que deve incluir instruções de segurança e planos de evacuação, nos termos da legislação em vigor. 2 — A abertura ao público de complexos desportivos, centros de alto rendimento, centros de estágio e dos estabelecimentos que prestem serviços desportivos na área da manutenção da condição física (fitness), designadamente ginásios, academias ou clubes de saúde (healthclubs), é objecto de uma única comunicação para actividades desportivas sempre que a totalidade das actividades se inicie em conjunto. 3 — Fora do caso previsto no número anterior, o início de nova actividade desportiva em complexo desportivo, centro de alto rendimento ou estabelecimento de serviços de manutenção da condição física depende de prévia declaração individualizada. 4 — O comprovativo da declaração prévia a que se refere o n.º 1 constitui título válido de abertura e funcionamento das instalações. 5 — O modelo da declaração a que se refere o n.º 1 é aprovado por portaria dos membros do Governo responsáveis pelas áreas do desporto e da administração local.

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ENQUADRAMENTO LEGAL: LICENCIAMENTO Decreto-Lei n.º 141/2009 de 16 de Junho Artigo 16.º Autorização de utilização 1 — Concluída a obra, o interessado requer a concessão da autorização de utilização para actividades desportivas, nos termos dos artigos 62.º e seguintes do RJUE, com as especificidades previstas no presente decreto -lei. 2 — O pedido de concessão da autorização de utilização deve ser instruído nos termos do artigo 63.º do RJUE, com os elementos ali previstos.

Artigo 17.º Emissão de alvará O alvará da autorização de utilização para instalações desportivas deve conter, para além dos elementos referidos no n.º 5 do artigo 77.º do RJUE, as seguintes especificações: a) Identificação tipológica da instalação ou instalações desportivas que a compõem, sua denominação e localização; b) Nome do proprietário ou concessionário da exploração da instalação, bem como do director ou responsável pela instalação; c) Indicação das actividades previstas e da capacidade máxima de utilização, descriminada para cada instalação ou espaço desportivo que integre no caso de complexos desportivos, centros de alto rendimento ou estabelecimentos de serviços de manutenção da condição física; d) Lotação, em número máximo de espectadores admissíveis, para as actividades aí previstas.

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ENQUADRAMENTO LEGAL: LICENCIAMENTO Decreto-Lei n.º 141/2009 de 16 de Junho Artigo 18.º Abertura e funcionamento 1 — Decorridos os prazos para emissão da autorização de utilização ou para realização da vistoria, nos termos do previsto no artigo 65.º do RJUE, o interessado na abertura ao público e início de funcionamento das instalações desportivas deve apresentar uma declaração à câmara municipal, através da submissão electrónica de formulário, instruída com os seguintes elementos: a) Identificação da actividade ou actividades a que se vai dar início; b) Declaração de responsabilidade de que as instalações cumprem todos os requisitos adequados ao exercício da actividade ou actividades pretendidas; c) Cópia do regulamento de funcionamento das instalações desportivas que deve incluir instruções de segurança e planos de evacuação, nos termos da legislação em vigor. 2 — A abertura ao público de complexos desportivos, centros de alto rendimento, centros de estágio e dos estabelecimentos que prestem serviços desportivos na área da manutenção da condição física (fitness), designadamente ginásios, academias ou clubes de saúde (healthclubs), é objecto de uma única comunicação para actividades desportivas sempre que a totalidade das actividades se inicie em conjunto. 3 — Fora do caso previsto no número anterior, o início de nova actividade desportiva em complexo desportivo, centro de alto rendimento ou estabelecimento de serviços de manutenção da condição física depende de prévia declaração individualizada. 4 — O comprovativo da declaração prévia a que se refere o n.º 1 constitui título válido de abertura e funcionamento das instalações. 5 — O modelo da declaração a que se refere o n.º 1 é aprovado por portaria dos membros do Governo responsáveis pelas áreas do desporto e da administração local.

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ENQUADRAMENTO LEGAL: RESPONSABILIDADE TÉCNICA Decreto-Lei n.º 141/2009 de 16 de Junho

A publicação do Decreto-Lei N.º 271/2009, de 1 de Outubro vem estabelecer um quadro regulamentador nesta matéria, definindo as qualificações necessárias para o exercício daquelas funções. O reconhecimento das competências em resultado da aplicação desta lei será feito através da emissão de um Certificado de Director/a Técnico/a, tarefa que vai estar a cargo do Instituto do Desporto de Portugal,I.P.. Considerando a especificidade das actividades proporcionadas e as características das tarefas de que vão ser responsáveis, o Decreto-Lei N.º 271/2009, de 1 de Outubro, determina como qualificação mínima do/a Director/a Técnico/a a Licenciatura na área do Desporto ou da Educação Física. Estão fora da aplicação da presente legislação as seguintes Actividades: - Actividades enquadradas Federações Desportivas dotadas do estatuto de utilidade pública desportiva (UPD), desde que compreendidas no seu objecto social; - Actividades de Desporto de Aventura; - Actividades de Dança (nos estilos/variantes que estejam fora da intervenção da Federação Portuguesa de Dança Desportiva); - Actividades de Yoga; - Actividades de Reabilitação ou Terapêuticas. Documentos de Referência Decreto-Lei 271/2009 de 1 de Outubro Decreto-Lei 248-A/2008 de 31 de Dezembro

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ESTRUTURAS FUNCIONAIS - ORGANOGRAMAS

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MODELOS DE GESTÃO

DIRECTO

• Entidade Proprietária = Entidade Gestora

INDIRECTO

• Entidade Proprietária ≠ EnNdade Gestora

MISTO

• Existem pelo menos 2 Entidades Gestoras

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS Não se aceita que qualquer serviço desportivo, público ou privado, não tenha instalações desportivas adequadas às modalidades que fornece aos seus praticantes. Assim são três os factores que evidenciam a qualidade do serviço de uma instalação desportiva: 1. O pessoal, seja de serviços de apoio, seja de técnicos, deve pautar a sua actividade por elevados padrões de profissionalismo, de capacidade de atendimento e de disponibilidade funcional; 2. A construção da instalação, a atractividade das formas e das cores, a funcionalidade dos vestiários, a iluminação adequada, bons níveis de conforto… 3. A manutenção e conservação da instalação, a limpeza, a higiene, a ordem do material e do equipamento;

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS Em termos técnicos uma instalação desportiva deve ter: • Um pavimento de acordo com as necessidades das modalidades praticadas, com isolamento acústico, ser de fácil manutenção e limpeza e resistir ao desgaste e à deterioração; • Paredes que reduzam ao máximo a possibilidade de acidentes; • Uma iluminação natural com uma repartição regular; • Uma boa ventilação e acústica; • O seu equipamento e material, distribuído pelas salas desportivas, conforme o fim a que se destinam; • Uma arrecadação de material desportivo de fácil acesso; • Balneários e vestiários com dimensões de modo a satisfazer as exigências correspondentes ao número de utilizadores (utentes); • Salas de trabalho para professores, técnicos, médicos / fisioterapeutas / enfermagem, musculação, pessoal de apoio…

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS De uma forma genérica, a construção de instalações desportivas deve obedecer aos seguintes condicionalismos: 1. Funcionalidade – máximo aproveitamento de espaços uteis e diferentes opções desportivas; 2. Atractividade – na forma, no aspecto interior e exterior, nas opções cromáticas e no seu enquadramento urbanístico; 3. Diversidade Cultural – integrando outras instalações para actividades culturais e múltiplos “espaços sociais de estar” e de lazer passivo e activo.

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS Os recursos materiais têm sido um dos factores condicionantes do desenvolvimento do bem-estar físico e mental do homem, bem como do incremento da prática das diferentes actividades físicas desportivas pelas populações. A qualidade de uma instalação desportiva vê-se pela sua localização e pelo espaço envolvente, pelos materiais utilizados na sua construção, pela sua organização interna, pelas suas diferentes áreas, pela qualidade do serviço prestado, pela quantidade e qualidade do seu equipamento e pelo seu carácter restrito ou polivalente, ou então pelo seu carácter unitário ou complexo. Relativamente à sua localização deverá estar situada numa zona de fácil acesso, com excelentes parques de estacionamento e preferencialmente numa zona verde. No que concerne aos materiais utilizados na sua construção estes deverão ter boa qualidade, para que não se estraguem rapidamente e forneçam à instalação desportiva um aspecto novo permanentemente. As suas áreas deverão proporcionar aos seus utilizadores conforto e devem estar separadas fisicamente. Também devem possibilitar a organização de diferentes eventos desportivos.

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS As instalações desportivas como factor de socialização Podemos começar por afirmar que hoje em dia as instalações desportivas são elementos condicionantes do desenvolvimento cultural das populações. A socialização é um processo pelo qual os elementos se unem em grupos. O conceito de cidade não é apenas uma aglomeração de casas, ruas, jardins… mas sim a comunidade de pessoas que nela vivem e convivem, com os seus grupos, as suas instituições, com as suas tradições, com os seus modos de vida, com os seus costumes.

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS Hoje em dia a Actividade Desportiva abarca áreas muito distintas como a actividade física de manutenção, a actividade de lazer e recreação, a actividade física competitiva, a actividade física de natureza formativa escolar, a actividade física de recuperação e reabilitação, a actividade física de aventura, até às actividades físicas de natureza expressiva e artística. Todo este conjunto de actividades surgem para ir ao encontro das necessidades sociais da população: • Necessidade de manutenção da saúde e higiene física; • Necessidade de reeducação e de terapia pelo movimento; • Necessidade de ocupação do tempo livre; • Necessidade de combate à obesidade e sedentarismo; • Necessidade de criação artística e de expressão corporal; • Necessidade de aperfeiçoamento individual e colectivo com vista à obtenção de melhores performances desportivas e obtenção de resultados desportivos…

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS PLANIFICAÇÃO DE INSTALAÇÕES DESPORTIVAS

Concretização do Programa Objectivos

Formas de Gestão Adjudicação

Implantação Concretização

Execução Projecto de Gestão

Viabilidade

Recepção Projecto Arquitectónico

Concepção

Programação

Construção

Plano de Gestão Organização do Gestor Relatório de Gestão

Gestão

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS CONTEÚDOS DO PROJETO DE GESTÃO Plano de Utilização Preços Recursos Humanos

Novos Investimentos Limpeza Comunicação e Imagem

Recursos Materiais

Organização

Estratégias Engenharia / Tecnologia

Segurança Regulamentos

Manutenção

Previsão Economico/Financeira

Indicadores

Objectivos

Serviços

Modelo de Gestão Fases Modalidades de Acesso

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS

Plano de utilização/Actividades

Projectos específicos

Plano de higiene e segurança Plano de emergência Plano de manutenção Plano de limpeza Plano de comunicação e imagem Legislação e regulamentos de utilização Instrumentos de controlo e avaliação Plano de qualidade Política meio ambiental

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS DA IDEIA À SUA MATERIALIZAÇÃO E GESTÃO Análise e Tomada de Decisão

A Ideia e os Objectivos

O Processo de Maturação

Procuras Objectivos Estratégicos

Análise SWOT Mercado

Custos e Financiamento Plano de Viabilidade

A Tomada de Decisão Determinar áreas chave de resultados e dos seus Objectivos operacionais

Plano de Negócio O Local Projecto de Gestão Domínio Localização e Acessibilidade

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS DA IDEIA À SUA MATERIALIZAÇÃO E GESTÃO Materialização e Gestão

O Projecto / Desenho Funcionalidade Rentabilidade Segurança Conforto Fácil Manutenção Sustentabilidade Sem Barreiras Arquitectónicas etc.

A Construção

A Gestão

a Empresa o Terreno os Prazos os Preços as Qualidades etc.

É o processo continuo de ajuste de meios e recursos de todo o tipo ao serviço desportivo para conseguir os objectivos estratégicos com eficácia e eficiência

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS DA IDEIA À SUA MATERIALIZAÇÃO E GESTÃO

Dimensão dos Espaços

Mecanização e Automatização da Instalação

Centralização dos Controlos de Acesso

ACESSOS/APARCAMENTO RECEPÇÃO AMPLA APOIO ADMINISTRATIVO

Informatização da Gestão e do Controlo da Manutenção

VESTIÁRIOS SUFICIENTES E CONFORTÁVEIS

Sistemas de Video Vigilância

APOIO MÉDICO ARMAZÉNS GENEROSOS ZONAS DE ESTAR CIRCULAÇÕES SIMPLES

Automatização dos Comandos iluminação/redes/cortinas/tabelas climatização controlo de consumos por espaços rega de jardins e zonas verdes

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS DA IDEIA À SUA MATERIALIZAÇÃO E GESTÃO

Em síntese: Parâmetros de Qualidade nas Instalações Desportivas

Qualidade dos Materiais

Iluminação

Consumo Energético

Arrumação

Limpeza e Higiene

Localização

Ambiente Confortável

Facilidade de Acesso

Qualidade do Mobiliário e Equipamento

Segurança

Qualidade dos Pavimentos

Bom Nível de Informação

Informação ao Utente

Sinalética

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS CRITÉRIOS BÁSICOS DE DESENHO, GESTÃO E MANUTENÇÃO DE INSTALAÇÕES DE INSTALAÇÕES DESPORTIVAS

Sustentabilidade

Conforto

Segurança

Facilidade de Manutenção

Rentabilidade

Funcionalidade

Acessibilidade

Polivalência

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS CRITÉRIOS BÁSICOS DE DESENHO, GESTÃO E MANUTENÇÃO DE INSTALAÇÕES DE INSTALAÇÕES DESPORTIVAS

Sustentabilidade

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS CRITÉRIOS BÁSICOS DE DESENHO, GESTÃO E MANUTENÇÃO DE INSTALAÇÕES DE INSTALAÇÕES DESPORTIVAS

Conforto

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS CRITÉRIOS BÁSICOS DE DESENHO, GESTÃO E MANUTENÇÃO DE INSTALAÇÕES DE INSTALAÇÕES DESPORTIVAS

Segurança

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS CRITÉRIOS BÁSICOS DE DESENHO, GESTÃO E MANUTENÇÃO DE INSTALAÇÕES DE INSTALAÇÕES DESPORTIVAS

Facilidade de Manutenção

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS CRITÉRIOS BÁSICOS DE DESENHO, GESTÃO E MANUTENÇÃO DE INSTALAÇÕES DE INSTALAÇÕES DESPORTIVAS

Rentabilidade

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS CRITÉRIOS BÁSICOS DE DESENHO, GESTÃO E MANUTENÇÃO DE INSTALAÇÕES DE INSTALAÇÕES DESPORTIVAS

Dimensões da Rentabilidade

Desportiva

Económica

Social

O PESO DE CADA DIMENSÃO PODE SER DIFERENTE EM FUNÇÃO DA INSTITUIÇÃO O OBJECTIVO DEVE SER REDUZIR OS CUSTOS SEM PERDA DE QUALIDADE

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS CRITÉRIOS BÁSICOS DE DESENHO, GESTÃO E MANUTENÇÃO DE INSTALAÇÕES DE INSTALAÇÕES DESPORTIVAS

A Instalação será um Produto Adequado se: Responder às Necessidades dos Seus Utentes Provocar Elevada Procura A Procura gerar muitos serviços (usos) Os Usos se traduzem em receitas Se conseguirem baixos custos sem perda de qualidade

A Rentabilidade vai servir para renovar, manter e inovar !!!

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS CRITÉRIOS BÁSICOS DE DESENHO, GESTÃO E MANUTENÇÃO DE INSTALAÇÕES DE INSTALAÇÕES DESPORTIVAS

Funcionalidade

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Acessibilidade

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Polivalência

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Polivalência Desportiva

Sociocultural

Rendimento

Actividades Culturais

Recreação

Actividades Sociais

Várias Modalidades desportivas

Actos Políticos

Elementos Facilitadores

Elementos Facilitadores

Espaços Principais Espaços Complementares Pavimentos Dimensão Iluminação Divisórias Coberturas

Pavimentos Palcos Instalação sonora Vestiários/Camarins Cobertura Iluminação Apoio Público

Multifuncionalidade – Usar fácil em toda a sua polivalência

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS AÇÕES PARA CHEGAR À QUALIDADE DAS INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS

1

Aquando do Projecto

2

Durante o Funcionamento

3

Na Procura da excelência

Multifuncionalidade – Usar fácil em toda a sua polivalência

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS AÇÕES PARA CHEGAR À QUALIDADE DAS INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS

1

Aquando do Projecto

Lista de Verificação para um Projecto bem Conseguido

Objectivos

Orientação

Consumo de Energia

Uso

Segurança

Instalações

Gerindo o Processo

Segurança Pessoal

e Esp. Desportivos

Localização e Terreno

Vigilância

Instalações de Apoio

Projecto, Aparência, Imagem

Armazenamento

Outras Instalações de Apoio

Adequação/Conformidade

Manutenção e Gestão

Arranjos Exteriores - Geral

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS AÇÕES PARA CHEGAR À QUALIDADE DAS INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS

2

Durante o Funcionamento

REVISÃO BASEANDO-SE NA ORDEM REGULADORA DAS CONDICÕES HIGIENOSANITARIAS, TECNICAS E DE SEGURANÇA DAS PISCINAS (AYUNTAMIENTO DE MADRID) REVISÃO DOS TANQUES E ESPAÇOS ENVOLVENTES CONCEITO

SIM

Escadas fixas e sem arestas visíveis (Art. 10) Balneários com pisos fáceis de limpar e desinfectar. (Art.18) Afixação das medidas de segurança e instruções para manuseamento e armazenagem dos produtos químicos. (Art. 20)

NÃO

VALOR

OBSERVAÇÕES

Outros Parâmetros Cloro Total (máximo 1,8 mg/l) (Art.30) PH (entre 6,5 e 8,5) (Art.30) Condutividade ( menor a 800 microS/cm) (Art.30) Livros Oficiais (Art.35) Normas de regime interno num lugar visível à entrada e que contenham os artigos 32 e 33. ( Art. 34) Relação de preços em zonas visíveis e horário de funcionamento. (Art. 34) Enfermaria

Armazém para manuseamento de produtos de limpeza e tratamento de água. ( Ventila etc.) (Art.20)

Lavatório com água corrente( Art.37 Marquesa ( Art.37)

Temperatura da agua 24-28ª ( Art.21)*COBERTAS

Dispositivo de respiração artificial portátil ( Art.37) Medicamentos ( Solução antisépt., pomada dermatológica antialerg., analgésico geral vía oral, pinças, tubos de maio flexíveis para crianças e adultos, material de sutura. ( Art.37) Outros Parâmetros Elementos de apoio e resgate (peças de material leve e rígido resistente à corrosão com um dispositivo de apoio no extremo ( Art.38) Elementos de apoio e resgate (Coletes Salva-vidas homologados em número não inferior a dois). (Art.37) S.O.S. identificado e no seu lugar

Renovação do ar 8 m3 por hora humidade relativa não deve exceder 70%. ( Art.21)*COBERTAS Desinfecção e desratização. ( Art.23) SALA DE MAQUINAS E QUALIDADE DA ÁGUA Contadores de água nova e tratada (Art.28) Ciclo de filtração de todo o volume da água do tanque. ( infantis 1 hora, recreativos polivalentes, 4 horas, competição 8 horas (Art.27)

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS AÇÕES PARA CHEGAR À QUALIDADE DAS INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS

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Na Procura da Excelência

Distintivo Bronze

Distintivo Prata

Distintivo Ouro

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS Distintivo Bronze Cumprir com as normas higieno-sanitárias; Prestar informação ao utente sobre titularidade, espaços disponíveis, capacidade, actividades e pessoal técnico do centro. Informar o utente sobre condições, horários, características, regulamentos, pessoal Livro de queixas e reclamações. Contar com uma recepção e um apoio administrativo. Balneários (masculinos e femininos) com cacifos, água quente e equipado com espaço para deficientes motores. Equipamento fixo e móvel adequado e certificado, assim como pavimentos, sistemas de ventilação, iluminação e sinalética mínima exigida e em perfeito estado. Programação técnico-desportiva com indicação do pessoal técnico e actividade física adaptada. A Gestão está a cargo de um Técnico Superior de Educação Física, Técnico Superior em Gestão ou Licenciado em áreas da actividade física e desporto. Enfermaria equipada com suporte básico de vida. Sem barreiras arquitectónicas com o fim de garantir igualdade e acessibilidades a todos.

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS Distintivo Prata Cumprir com todos os requisito do Cartão Bronze. Bar, informações, telefone público. Área reservada. Arquivos informatizados com historial completo do utente. Informação individualizada a cada utente com as normas básicas, o funcionamento e os equipamentos desportivos Duches individuais e colectivos independentes e saunas Ar condicionado e aquecimento. Equipamento com livro de manutenção actualizado e ventilação dos espaços desportivos e balneários. Serviços físico-desportivos com seguimento e acompanhamento técnico a cargo de um Licenciado em Educação Física. Serviço de medicina desportiva (mínimo 30m2) com todo o equipamento necessário para atender de forma imediata qualquer situação de emergência e atendido por pessoal médico preferencialmente com especialização em Medicina Desportiva.

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS Distintivo Ouro Cumprir todos os requisitos do Centro Bronze e Prata. Recepção, gabinete da administração com relações publicas, Internet e gabinete de imprensa. Informação actualizada ao utente, incluindo a informação bianual da programação técnico-desportiva. Áreas de descanso, som ambiente, serviços de toalhas, fisioterapia e hidromassagem. Duches individuais, cabines destinadas a deficientes motores e fraldário. Restaurante com informação dietética e supervisionada. Equipado com imagens e som ambiente e sinalética. Climatização, ventilação e desumidificações. Segurança automática interior e exterior activa e assistida por pessoal habilitado. Serviços físico-desportivos, com um gabinete de Assessoria, Avaliação e Prescrição de reconhecido valor em Ciências Biomédicas e de Desporto, com equipamento adequado. O serviço de medicina desportiva contará com um médico, preferencialmente especializado em Medicina Desportiva e outro em Fisioterapia.

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS

Para melhorar as receitas

O PLANO DE GESTÃO

O que fazer? Internamente: Regulamentos internos Consciencialização dos RRHH Para o exterior: Marketing Conhecer os hábitos desportivos da população Polarização do mercado O mercado dos seniores Utilizar as redes sociais Gestão integral da instalação

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS O PLANO DE GESTÃO

Manual de boas práticas

1. Instalações desportivas e recursos materiais

1. Accessibilidade nas instalações desportivas 2. Manutenção das instalações desportivas 3. Escolha e compra dos recursos materiais 2. Recursos humanos

1. Segurança e higiene do trabalho nas instalações desportivas 2. Valorização do clima laboral 3. Gestão das reclamações e sugestões dos recursos humanos 3. Clientes e utilizadores

1. Satisfação do cliente 2. Gestão das reclamações e sugestões de clientes e utilizadores 3. Gestão dos riscos associados à actividade física

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GESTÃO DE ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS OBJECTIVOS DO PLANO

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TÉCNICAS DE APOIO À GESTÃO DE INSTALAÇÕES DESPORTIVAS Registo de acessos de utentes Software, cartões, torniquetes, bilhetes, etc. Descrição técnica da instalação Descrever todos os espaços e equipamentos da instalação (áreas, equipamentos, etc.) Registo fotográfico da instalação Arquivo fotográfico para apoio à visualização dos espaços (possibilidade de estabelecer comparações temporais). Excelente complemento à descrição técnica da instalação. Tipos de ocorrências e sua inventariação Desenvolver um diário da instalação para registo de avarias, alterações, intervenções, etc. Controlo e verificação de materiais – Manutenção Estabelecer um cronograma de acções fiscalizadoras de forma a adoptar uma atitude preventiva em vez de reactiva.

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TÉCNICAS DE APOIO À GESTÃO DE INSTALAÇÕES DESPORTIVAS Registo e controlo de consumos Tabela de registos dos consumos mensais: água, luz, gás, produtos químicos, etc. Relatórios técnicos de apoio à gestão Produção mensal, trimestral, semestral e anual de documentos que permitem analisar informações, de forma a definir estratégias: número de utentes, custos com rh´s, etc. Contacto e recepção de clientes e fornecedores Estabelecer um workflow sobre os procedimentos a adoptar nestas situações e partilhar pela equipa de trabalho Lista de contactos da instalação Listagem com telefones mais importantes: Responsáveis da instalação, bombeiros, apoio médico, táxi, polícia, etc.. Dispositivos de informação a utentes Placards, informações, e-mails, recepção, rh´s, caixa de sugestões, etc. ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO DE APOIO À GESTÃO DESPORTIVA Gestão de Instalações Desportivas

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GID  

Trabalho GID.