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“ NaReal i dade,comoem t odasascoi sas,t ambém naar qui t ect ur a,deumaf ei çãoespeci al ,sever i f i cam est asduasr eal i dades:oqueés i gni f i c adoeoques i gni f i c a.O queési gni f i cadoéacoi sapr opost a,da qualsef al a;oquesi gni f i caéaevi dênci abaseadanal ógi cadosconcei t os.E,assi m,par ecequeaquel e quepr et endeserar qui t ect osedever áexer ci t arnumaenout r apar t e. ” -Vi t r úvi o,Tr at adodeAr qui t ect ur a,I STPr ess,Li sboa,2009

“ Masnóst emosai dei a… Temos,masvemosquenãocor r espondeaReal i dadenenhuma,supost oque ar eal i dadesi gni f i caqual quercoi sa.AVer dadeé,por t ant o,umai dei aousensaçãonossa,nãosabemos dequê,sem si gni f i cado,por t ant osem val or ,comoqual querout r asensaçãonossa. ” -Ber nar doSoar es,Li vr odoDesassossego,Assí r i o&Al vi m,Li sboa

“ Exi st et r êst i posdeVer dade:ami nhaVer dade,avossaVer dade,ef i nal ment eaVer dade” -Conf úci o

Portfolio Daniel Constante  

Portfolio arquitectura e urbanismo.

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