Page 1

Portf贸lio 2006-2012

Arquitetura e Urbanismo

DANIELA RAPAZ PINTO


Curriculum Vitae INFORMAÇÃO PESSOAL:

Nome Local e Data de Nascimento Estado Civil Nacionalidade Cartão do Cidadão Morada Telefone E-mail Carta de Condução

Daniela Maria Rapaz Pinto Sesimbra, 11.02.1988 Solteira Portuguesa 13264157 Avenida dos Náufragos Nº 27, 1º Esquerdo – 2970-693 Sesimbra 00351 912198848 danielarapazpinto@gmail.com B

FORMAÇÃO ACADÉMICA: Setembro 2006/ Maio 2012

Agosto 2009/Junho 2010

Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa Mestrado Integrado em Arquitetura : Projeto final e Dissertação – Titulo: “A identidade de Lisboa na relação com o rio” – Projetar a Frente Ribeirinha em cenários de alterações climáticas Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – Universidade Federal do Rio de Janeiro Intercambio de Erasmus de Mestrado Integrado em Arquitetura

CONHECIMENTOS INFORMÁTICOS: Microsoft Windows Microsoft Office Adobe Photoshop; Illustrator; InDesign Autocad Revit Sketchup V-Ray


FORMAÇÃO COMPLEMENTAR:

Setembro 2010

Abril 2009

Março 2009

Certificado de Frequência - Revit Architecture 2011 for professionals LusoCuanza, AutoDesk Training Specialists. Workshop - Intensive Programme in Landscape Studies in Ferrara, Italy – LAPIS Organizada pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa. Visita de estudo guiada pelo Arquiteto Pedro Rodrigues a Holanda – Amesterdão no âmbito da disciplina de Laboratório de Projeto.

CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS:

Português Inglês

Espanhol

Francês

Língua Materna Compreensão - Avançado Capacidade oral - Avançado Escrita - Avançado Compreensão - Avançado Capacidade oral - Intermédio Escrita - Intermédio Compreensão - Básico Capacidade oral - Básico Escrita - Básico

Sou responsável, organizada, motivada e encaro com grande entusiasmo a possibilidade de trabalhar, de forma a aprender e evoluir nesta área. Prática de várias atividades: musica, voleibol, ténis.


FACULDADE DE ARQUITETURA DA UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA

FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO – UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

PROJETOS

Alcácer do Sal – Projeto urbano

Alcácer do Sal –Projeto de habitação coletiva

Rio de Janeiro – Projeto urbano, Campos de Sernambetiba, Barra da Tijuca


PROJETOS

Rio de Janeiro – Projeto de Reabilitação, Praça da Cruz Vermelha

Rio de Janeiro – Projeto de Revitalização, Parque Garota de Ipanema

Lisboa 2100 – Projetar a Frente Ribeirinha em cenários de Alterações Climáticas: “A identidade de Lisboa na relação com o Rio”


Alcácer do Sal –

Projeto urbano


Localização

Localizada a Este da cidade de Alcácer do Sal, a zona de intervenção, tem como referências a praça de touros; o limite dos arrozais; e a

Avenida dos Aviadores. Para resolver esta proposta de expansão urbana em Alcácer do Sal, as referências da Praça de Touros foram mantidas, assim como um prolongamento da avenida principal. Na envolvimento da praça foi proposto um espaço público, que se divide em duas zonas. Embora ambas sirvam de apoio ao comércio,

uma está mais destinada ao espaço de feira do que a outra.

A habitação divide-se em edifícios de habitação coletiva e de habitação unifamiliar. As tipologias variam entre T1, T2, T3 e T4, havendo alguns fogos duplex de T2. Os edifícios envolventes á praça no piso térreo tem comércio.


Praรงa


Detalhe da Praรงa


Alcácer do Sal –

Projeto de habitação coletiva


Localização

Situado no distrito de Setúbal, Alcácer do Sal é uma cidade que tem com ponto forte o seu declive acentuado, a produção do arroz e a sua exposição solar.

O projeto proposto é composto por três volumes de habitação divididos em 2 planos. Existe uma ligação entre estes dos planos, através de uma escadaria dividida em dois lances.


Projeto de habitação coletiva – Tipologia: Duplex


Rio de Janeiro –

Projeto urbano, Campos de Sernambetiba, Barra da Tijuca


Rio de Janeiro – Projeto urbano, Campos de Sernambetiba, Barra da Tijuca Projeto urbano realizado no Rio de Janeiro, para a disciplina de Projeto Urbano II no âmbito do programa de intercambio.

O trabalho baseou-se numa proposta de expansão urbana numa área desocupada da cidade.

O principal objetivo era atrair

população para esta nova zona, e para tal foi proposto vários tipos de habitação, áreas de lazer e espaços comercias. Projeto proposto pela autora com a colaboração de: Ana Cordeiro, Suéli D’avó e José Oliveira


Fase de Detalhe – Projeto Individual | Lote de habitação unifamiliar


Rio de Janeiro –

Projeto de Reabilitação, Praça da Cruz Vermelha


Rio de Janeiro – Projeto de Reabilitação – “Casa Bem Estar – Saúde em 1º Lugar”

O edifício está situado na praça da Cruz Vermelha na zona centro do Rio de

Janeiro. Esta zona beneficia de sete hospitais, a Cruz Vermelha e ainda diversas clinicas médicas. Revelando uma forte presença de espaços direcionados para este mesmos uso. A “Casa Bem Estar” nasceu de um retrofit num edifício de 4 pavimentos, e da procura de criar um espaço de resposta às necessidades emergentes do local. Desenvolveu-se assim um centro de Fisioterapia e Recuperação de apoio aos

hospitais próximos. Este é dividido pelos diferentes usos e espaços. O pavimento de entrada, é composto por uma receção, um escritório e estacionamento de emergência (ambulâncias). O segundo pavimento por; salas de tratamentos; de fisioterapia; exercícios localizados; e ainda de massagens. Possui também uma piscina descoberta e uma cafetaria.

O terceiro e quarto pavimento de dormitórios, é onde se localizam os quartos dos internos em recuperação. Existem ainda duas salas de convívio. Projeto proposto pela autora com a colaboração de: Ana Cordeiro, Cátia Marques e Suéli D’avó.


Rio de Janeiro – Projeto de Reabilitação – “Casa Bem Estar – Saúde em 1º Lugar”


Rio de Janeiro – Projeto de Reabilitação – “Casa Bem Estar – Saúde em 1º Lugar”


Rio de Janeiro –

Projeto de Revitalização, Parque Garota de Ipanema


A proposta de revitalização surge na necessidade de aproveitamento de um espaço com

bastante potencial, e que hoje apenas serve como espaço de atravessamento. São criados; novos zoneamento de espaços e fluxos; aproveitamento da frente marítima através de criação de infraestruturas; propiciar atividades atrativas aos visitantes; fazer do parque uma área viva e vivida na envolvente.

OBJETIVOS: Reforçar a relação direta entre o parque e a praia; estabelecer um contato visual

imediato com o mar; criar estruturas que estabeleçam uma relação com a topografia da envolvente. Como?

1.

Remoção das barreiras existentes (grades), ampliando os acessos ao parque através da praia e vice-versa;

2.

Gerar uma frente de ocupação permeável visualmente.

Gerar uma ocupação diferenciada dos espaços baseada na temática dos desportos radicais:

1.

Aproveitar o declive natural do terreno;

2.

Criar uma imagem arquitetónica que entre em concordância com as atividades. Projeto proposto pela autora com a colaboração de: Ana Cordeiro e Suéli D’avó.


Parque Infantil / Entrada 1ÂŞ Clareira

Pergolado

Entrada pela praia


Proposta de ocupação – Esquema de zoneamentos

Proposta de ocupação – Esquema de acessos/percursos

As volumetrias – desmaterialização dos volumes

A proposta prende-se ao conceito de fluidez do espaço através da organicidade das formas arquitetónicas que o compõem. As volumetrias recortadas pela estrutura dos fluxos surgem como uma membrana permeável que permite o

contato direto com o mar, e ao mesmo tempo como volumes de composição do espaço cuja apropriação fica a cargo dos visitantes.


Lisboa 2100 – Projetar a Frente Ribeirinha em cenários de Alterações Climáticas: “A identidade de Lisboa na relação com o Rio”


Após uma análise da temática das alterações climáticas, o presente trabalho irá dar especial ênfase à subida progressiva do nível médio do mar, num horizonte temporal de 2100. Assim, procura-se simular uma subida do nível do mar na frente ribeirinha da cidade de Lisboa de cerca de

2m. Foram utilizados dois “tipping points” (cotas de referência) – de 4m (preia-mar máxima) e de 5m (preia-mar máxima, tendo A perceção do que poderá vir a ser afetado com a

subida do nível do mar na frente ribeirinha de Lisboa é crucial, visto que permite tomar medidas para que uma futura linha de costa seja adequada ao planeamento da cidade.

Tendo em vista o cenário da subida do nível do mar em cerca de 2 metros para um horizonte

temporal de 2100, é necessária uma reformulação da frente ribeirinha de Lisboa. Com este fenómeno

a

acontecer,

a

cidade

terá

obrigatoriamente de sofrer mudanças, contudo, nem todas as zonas ribeirinhas serão atingidas de Planta de inundações da frente ribeirinha de Lisboa num horizonte temporal de 2100

iual maneira. Entre as mais atingidas encontra-se as zonas entendidas entre Belém e Alcântara, esta última devido ao facto de se encontrar num vale, onde o escoamento das águas faz com que seja uma zona de risco ainda mais elevado. Desta forma, à que ter em conta o que vai ser

afetado com a subida do nível do mar, e destacase principalmente a linha de caminho de ferro em Belém e em Sta. Apolónia, bem como alguns edifícios de carácter singular. Fotomontagens de possíveis cenários para um horizonte temporal de 2100


Funções Propostas

RECUAR

Atitudes Propostas

Esta opção de gestão do território, é como que recuar face ao problema e evitar assim um potencial golpe catastrófico. A estratégia passa por “mover” a habitação e as infraestruturas para as zonas mais seguras, aliviando a cidade do risco de inundações. ATACAR

A estratégia de atacar passa por avançar em direção ao mar, a partir da linha de costa já existente. Existe um enorme potencial nesta opção, pois ao construir na direção do mar, reduz-se a necessidade de expansão nas zonas rurais ou em zonas bastante densas..

DEFENDER

Defender é garantir que com a ocorrência da subida do nível do mar, a água não irá entrar no ambiente construído existente. Para tal são construídas defesas de modo a garantir a proteção no futuro distante com o nível do mar a subir.

ADAPTAR

Esta atitude permite que com a subida da água esta entre por espaços já construídos. A adaptação destes espaços permite um maior dinamismo entre a relação da água com o espaço público.


EstratĂŠgia geral da frente ribeirinha para 2100


Modelos de Subida do nĂ­vel do mar para 2100


Modelo de Ordenamento para BelĂŠm 2100


Fotomontagem

Fotomontagem


Detalhe do Modelo de Ordenamento para BelĂŠm 2100


Detalhe do Modelo de Ordenamento para BelÊm 2100 – Preia-mar


Equipamento de Mobilidade – Interface Fluvial e Ferroviário para Belém 2100 O edifício de mobilidade localiza-se a sul do edifício já proposto para o Museu dos Coches, e tem como principal referência para o seu enquadramento, a calçada da ajuda. Este equipamento está preparado para receber o transporte fluvial, ferroviário subterrâneo, e ainda abriga paragens para autocarros e táxis. Também é composto por uma área destinada ao aluguer de bicicletas. Para além de ser um equipamento de mobilidade, este tem outra característica que se deve ao facto de ter uma cobertura percorrivel que serve ao mesmo tempo como espaço público. Encontra-se a uma cota superior, de forma a servir de miradouro para a cidade.


Equipamento de Mobilidade – Interface Fluvial e Ferroviário para Belém 2100

5º A


FIM

DanielaRapazPinto  

Portfólio - Arquitetura e Urbanismo

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you