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Daniela Máximo

Editorial – Livros

Contato Tel.: 11 3858-5272/ 8116 4387 www.projetopack.com/dani/eu.htm danielamaximo@hotmail.com

Coleção Universitários 5 livros – formato 21 x 28 cm Direção de Arte Editora Ática

Trabalhos desenvolvidos Desenvolvimento de trabalhos de criação e produção de peças editoriais e promocionais.

Formação Acadêmica Graduação em Ciências Sociais Universidade Cruzeiro do Sul Área de pesquisa: “Semiótica do Consumo“ – em curso, conclusão 2010 Superior em Criação e Desenvolvimento de Websites Universidade Anhembi Morumbi – 2002

Livros Diversos formato 14 x 21 cm Direção de Arte Editora Ática

Técnico em Artes Gráficas – Especialização em Programação Visual SENAI – Theobaldo de Nigris Especialização em programação visual– 1999

Experiência Profissional Devido a experiência adquirida, ministro aulas de processos gráficos, design e produção editorial pelo centro educacional SENAC há 2 anos, nas unidades da Lapa Scipião e 24 de Maio, além de cursos in company de softwares de DTP e criação. Desenvolvo projetos de direção de arte há 10 anos em importantes editoras do Brasil, entre elas: Ática, DCL, Oficina de Texto, Moderna, Melhoramentos, Positivo, Scipione.

Coleção Pop-up 1 livro – formato 30 x 30 cm Diagramação Editora MelBooks


Editorial – Livros Coleção Tudo Sobre... 4 livros – formato 30 x 22 cm Direção de Arte e Iconografia Editora DCL

Fábulas Clássicas formato 21 x 28 cm Direção de Arte, Diagramação e Produção de Imagens Editora DCL

Gift Book A melhor mãe do mundo formato 13 x 13 cm Direção de Arte, Projeto Gráfico, Iconografia, Diagramação e Produção de Imagens Editora DCL

Coleção Dito Pelo Não Dito 12 livros – formato 14 x 21 cm Direção de Arte Editora DCL


Coleção Amiguinhos da Matemática 12 livros – formato 14 x 21 cm Direção de Arte, Capa e Diagramação Editora DCL

Grandes Nomes da Literatura 20 volumes – formato 14 x 21 cm Direção de Arte, Projeto Gráfico, Diagramação, Capa e Iconografia Editora DCL

Enfermagem formato 21 x 28 cm Direção de Arte, Projeto Gráfico, Diagramação, Ilustrações e Iconografia Editora DCL

Comendo Bem e com Saúde 12 volumes – formato 14 x 16 cm Direção de Arte, Tratamento das Imagens e Diagramação Editora DCL


Atlas do Corpo Humano formato 21 x 28 cm Direção de Arte, Projeto Gráfico, Diagramação, Ilustrações e Iconografia Editora DCL

Treinamento Profissional em JAVA formato 14 x 21 cm Capa e Direção de Arte Editora Digerati

Professor Criativo formato 21 x 28 cm Direção de Arte, Projeto Gráfico, Diagramação e Produção Gráfica.

Novos Caminhos – 1º Série 5 volumes – formato 28 x 21 cm Direção de Arte, Projeto Gráfico, Iconografia, Ilustrações e Diagramação. Editora DCL

Dicionários formato 14 x 16 cm Capa e Direção de Arte Editora DCL

Manual de Matemática formato 14 x 16 cm Finalização da Capa e Direção de Arte Editora DCL


Comer Bem e com Saúde formato 21 x 28 cm Direção de Arte, Produção das Imagens e Diagramação Editora DCL

Enciclopédia Millennium 5 volumes – formato 21 x 28 cm Direção de Arte, Projeto Gráfico, Diagramação, Ilustrações, Produção das Imagens e Iconografia Editora DCL

Biblioteca do Estudande Moderno 18 volumes – formato 21 x 28 cm Projeto Gráfico, Diagramaçõ, Ilustração, Tratamento das Imagens, Iconografia e Direção de Arte Editora DCL

Pesquisa Interativa 4 volumes – formato 21 x 28 cm Direção de Arte, Projeto Gráfico, Diagramação, Ilustrações e Iconografia Editora DCL


Editorial – Revistas

ProjetoPack em revista nº 01 – maio/junho R$ 12,90

P

areceu-nos a alternativa mais coerente iniciar a ProjetoPack em Revista com uma matéria abrangente sobre o Mercado em que pretendemos atuar: “A Indústria Gráfica Convertedora”, detentora de uma receita líquida de vendas superior a R$30 bilhões ao ano e exportações que já ultrapassam os US$300 milhões (dados obtidos no estudo realizado pelo IBRE/FGV-RJ).

Capa

O que é a Indústria Convertedora?

Revista Técnica da Indústria Gráfica Convertedora

Foi geradora em 2005 de 170 mil postos de trabalho e têm-se mantido exponencialmente à berlinda da economia em faturamento, lucro, importações de máquinas, equipamentos e insumos, exportações e investimentos em capital humano. Para reiterar o poder da indústria gráfica convertedora brasileira, basta concluir que das 20 maiores empresas de embalagem do mundo, 18 delas estão estabelecidas no Brasil. A primeira pergunta que acreditamos, já tenha passado na cabeça de alguns dos leitores e profissionais deste segmento, diz respeito ao significado do termo “convertedora”. No dicionário, o termo significa “aquele que transforma uma coisa noutra”. Nas enciclopédias e dicionários técnicos voltados à indústria gráfica, não há menção específica que explique a alcunha da indústria de embalagens. Entretanto, uma definição contida no mini-dicionário de termos técnicos gráficos normalizados (Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica, São Paulo, 2000) começa sumariamente a fornecer-nos embasamento técnico para uma conclusão formal: “Conversão – Tecnologia de pósimpressão que utiliza sistemas tais como corte e vinco, colagem, encadernação e outros métodos, para criar outros produtos de consumo além de suportes impressos ou em branco”. As embalagens são produtos gráficos complexos, e no compito de sua estrutura, vão muito além de uma simples folha impressa ou em

O que é a Indústria Convertedora de Embalagens? • O estreitamento da banda estreita! • O Mercado promissor do Papelão Ondulado • Como comprar matérias-primas estrategicamente • Migração de formulário contínuo para etiquetas e rótulos • Porque as empresas falham? • Precisão mecânica dos elementos da máquina impressora flexo • Como aferir cilindros porta-clichê e anilox • Gerindo recursos humanos na indústria gráfica 6

Pr o j e to Pack e m Re v i s ta

ProjetoPack em revista nº 02 – julho/agosto R$ 12,90

M ai o | Junho

por Aislan Baer

branco: usualmente possuem dispositivos para fechar e voltar a fechar, sistemas de dosagem, sistemas para facilitar o transporte e o empilhamento, a sua apresentação no pontode-venda e componentes estratificados ou laminados, aptos a atender os requerimentos técnicos do produto e do processo de empacotamento ou envase. As embalagens são produtos tão complexos – e por vezes tão caros – quanto os produtos contidos nelas mesmas. A tecnologia de fabricação das embalagens portanto, eleva o segmento promocional ao status de uma indústria de altíssimo nível. Sem falsa modéstia, a “nata” da indústria gráfica mundial, com mais um ponto a seu favor: a menos que nos próximos

P

roblema comum nas empresas que visitamos: vendedores “ineficientes”. É com um ar nostálgico que ouvimos diretores de convertedoras dizerem sobre os tempos idos, quando começaram seus negócios na posição de vendedores, angariando toneladas de embalagens todo mês e estabelecendo sólidos laços de amizade com seus clientes. O que mudou afinal? A resposta a esta pergunta é difícil. Muitas coisas mudaram, principalmente no âmbito social. O número de pessoas com as quais nos relacionamos no trabalho e na vida pessoal aumentou, pari passu que a profundidade destas relações diminuiu. As tiragens também caíram em volume, proporcionalmente à segmentação maciça dos produtos no ponto-de-venda. Pesquisas antropológicas apontam que quanto mais canais de comunicação surgem, a exemplo da telefonia móvel, serviços de mensagem de texto, bate-papo pela internet, sites de relacionamento, blogs e fotoblogs, comunidades virtuais etc, mais impessoais e superficiais tornam-se os contatos sociais. Isto também é válido num contexto profissional. Mas existem cinco fatores relacionados à venda, notoriamente contribuintes para o seu desempenho, a saber:

Estrutura Sintética do Varejo Brasilero Estabelecimento de venda de gênero alimentício e produtos de limpeza e higiene doméstica e pessoal

328 mil

Supermercados de auto-serviço

58 mil

Armazéns e mercearias tradicionais

270 mil

Grandes Redes

4 mil

Demais supermercados

54 mil

Farmácias

60 mil

Materiais de construção

45 mil

Papelarias

41 mil

Lojas de material fotográfico

10 mil

(Fonte: Design de Embalagem – Curso Avançado, Fábio Mestriner, editora Pearson)

P r o j e to P a ck e m Re v i s t a

Capa

7

14

Pro jeto Pa ck em Rev is ta

1. Planejamento estratégico da empresa para com o corpo de vendas; 2. Sinergia entre o departamento comercial e os demais setores da empresa; 3. Vendedores tecnicamente preparados; 4. Venda “coletiva”; 5. Política de vendas. Planejar estrategicamente no setor comercial significa considerar, dentro das possibilidades de Mercado, qual o core business da empresa adequado inicialmente à capabilidade do seu processo e às restrições internas em máquinas, equipamentos, mão-de-obra e principalmente aos volumes de produção aceitáveis (carga máquina). O setor comercial é o primeiro responsável pelo comprometimento dos prazos junto ao cliente e alocar pedidos infactíveis, quer pelo prazo apertado, quer pela in-

viabilidade técnica e operacional é a premissa mais elementar de vendas. Sabemos que existem pressões de Mercado e dos concorrentes acerca dos prazos cada vez mais enxutos de entrega, mas esta questão está intimamente ligada ao quesito “Política de Vendas” e não é insolucionável. Um dilema básico do vendedor (da empresa em si) junto ao cliente é a linha tênue que distingue “atender” de “desgastar” o cliente. Para evitar problemas neste âmbito, as empresas optam em “incomodar” o cliente o menos possível. Isso é o que chamamos de “Erro fundamental número um”. O cliente precisa ser notificado sobre todos os aspectos positivos e negativos inerentes à produção de seus bens. O segredo obviamente é a retórica empregada na argumentação. Fugir do cliente é uma péssima escolha. A política de vendas é um conjunto de regras estabelecidas pela Diretoria que regem a prática de vendas e a postura da empresa diante do Mercado. Regras que estabelecem a flexibilidade nas negociações e a autonomia dos vendedores neste processo, as comissões dos representantes e bonificações outras, a “agressividade” durante uma disputa de preços e acima de tudo, o que a empresa efetivamente vende: preço ou valor dos produtos e serviços ofertados. Todo jogo precisa de regras claras. M aio | Junho

de qualidade, níveis de repetibilidade e fidelidade dos resultados impressos em relação às provas e originais em posse do cliente ou agência. O segundo erro primordial nas empresas diz respeito à equipe de vendas, que age individualmente, sem que haja cobrança coletiva de resultados. Problemas no relacionamento interpessoal, geralmente envolvendo invasão de clientes na carteira, protecionismo e divisão territorial ou por segmentos que acaba favorecendo a propósito ou não alguns representantes em relação aos outros membros da equipe de vendas. Tudo isso recai sobre um dos aspectos discutidos a priori: falta de regras claras na política de vendas da empresa. Regras que controlem por exemplo o tempo de resposta do

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Pro jeto Pa ck em Rev is ta

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Capa Antes de entrarmos numa discussão técnica acerca dos processos de impressão dominantes na China, cabem aqui algumas considerações entipológicas importantes:

Revista Técnica da Indústria Gráfica Convertedora

Beijing

• Alguns dos mais de 5 mil ideogramas que compõem o alfabeto chinês possuem sutis diferenças entre si, e necessitam da reprodução exata de seus contornos para que sejam inteligíveis; • Mesmo as menores tiragens na China ainda são díspares das tiragens no resto do mundo, em função do tamanho da população. Isso requer processos de impressão que garantam repetibilidade, com fôrmas de impressão extremamente duráveis; • A maioria do público consumidor de mídia impressa na China pertence à classe média emergente, com exigências acerca da qualidade, estética, conforto e comodidade cada vez mais apuradas e crescentes.

Shanghai

República Popular da China Capital

Pequim

Língua oficial

Chinês Mandarim

Governo

República Comunista

Primeiro-ministro

Wen Jiabao

Área

9.596.960 km²

População*

1,306,313,812 hab

Densidade

136,1 hab./km²

PIB (base PPC)*

$8.859 trilhôes

Per capita

$7,204

IDH (2003)

0.755

Analfabetismo

11,60%

Moeda

Renminbi

Shenzhen

de joint-ventures com investidores estrangeiros, aquisição de empresas no exterior, detentoras de alta tecnologia e um tímido começo de planejamento de marketing que visa derrubar os paradigmas sobre a qualidade dúbia de produtos chineses no exterior. Um indicador mister na avaliação do nível de crescimento na produção impressa de um país é, sem sombra de dúvida, o consumo de papel e cartão. A China é o segundo maior produtor e consumidor destes dois materiais no mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos. Com uma produção total de mais de 50 mil toneladas ano, nos últimos dois anos, o crescimento médio anual na or-

O despertar do dragão – Tudo sobre a Indústria Gráfica Chinesa • Controle de processos em rotogravura • Os dez maiores enganos dos vendedores de gráficas • Princípios elementares no desenvolvimento de embalagens • Como deixar o controle de qualidade mais eficaz? • O design gráfico na China • Vale a pena ter uma clicheria interna? • Tecnologia na produção de rótulos e etiquetas

Estas duas premissas básicas – qualidade visual e repetibilidade remetem ao processo de impressão em rotogravura. Um processo de impressão relativamente simples, se comparado à flexografia, com máquinas conceitualmente baratas no que diz respeito à relação custo x benefício, fôrmas de impressão bastante duráveis e uma excelente repetibilidade. Estima-se que a China possua hoje mais de 12 mil máquinas impressoras rotogravura. Somente o grupo Yunchen grava por ano mais de um milhão de cilindros no processo de gravação eletromecânico. O mercado da produção de fôrmas para rotogravura (camisas e cilindros maciços) cresce exponencialmente, com 60% dedicado às embalagens flexíveis, 30% para decoração, 5% para impressos de segurança e 5% para outras aplicações. Mais de 70% do segmento refere-se às empresas especializadas em gravação, enquanto os outros 30% são células in-

dem de 15% é pouco maior do que os 13,5% de incremento no consumo destes mesmos materiais. Mesmo assim, se comparada à média dos países desenvolvidos, ainda há muito para crescer. O consumo de papel per capita na China é de 41kg contra os quase 300 kg da Europa e EUA. O consumo de papel não é um fator isolado. É preciso acompanhar também o consumo de tintas de impressão. O crescimento médio de 13% para consumo e 11% para produção interna reflete uma falha crucial na indústria gráfica chinesa: quase 15% das tintas consumidas no país são oriundas de importações. Há bastante espaço para estudos aqui.

Julh o | Ag o s to

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O que está havendo com os vendedores de embalagem?

“Conversão é a tecnologia de pós-impressão que utiliza sistemas tais como corte e vinco, colagem, encadernação e outros métodos, para criar outros produtos de consumo além de suportes impressos ou em branco”

M ai o | Junho

Tianjin

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Qual a diferença conceitual entre vender preço e vender valor? Toda a diferença. Quando se vende preço, se está sujeito a todas as armadilhas da concorrência e uma empresa com estrutura suficiente para impor um preço absurdamente baixo (dumping) no mínimo dá subsídio ao comprador das embalagens para forçar na negociação com os outros fornecedores. A empresa que reconhece o valor de seus produtos e serviços e sabe mensurar isso na hora de compor seu preço de venda já possui um diferencial importante. Costumamos dizer que as frases “O kilo de embalagem custa...” e “O milheiro está custando...” devem ser abolidas do repertório do vendedor. A sinergia entre o setor de vendas e os demais deve ser absoluta, principalmente na análise crítica do pedido. Treinamento on-the-job para representantes e toda a equipe que redige as ordens de produção faz-se necessário para que não haja informação truncada no processo. A falta de dados no processo de análise do pedido e emissão da ordem de produção é o problema mais recorrente numa convertedora – um conferente na etapa final, antes do planejamento de produção programar o pedido é aconselhável. Vamos poupar agora a leitura de vários livros sobre técnica de vendas com uma única frase que sintetiza uma venda assertiva: “Conheça o seu produto”. Vendedores tecnicamente preparados sabem instruir o cliente, maximizar os resultados sem gerar expectativas falsas e principalmente, otimizam o tempo de aprovação e entrega dos trabalhos. “Comprar o próprio produto ou serviço” é algo que só ocorre quando se conhece efetivamente o que se está vendendo. O vendedor precisa ser instruído sobre os processos de impressão, sobre os gargalos existentes no fluxo de trabalho adotado, acerca do planejamento e controle da produção, desvios

At u alid a d e

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ProjetoPack em Revista formato 21 x 28 cm Direção de Arte, Projeto Gráfico, Iconografia, Ilustrações, Produção das Imagens, Diagramação e Produção Gráfica.

Número de empresas Número de funcionários Valor estimado em ativos

Beijing 1.769 Mais de 90 mil $606 milhões

Shanghai 4.543

Primeiramente, continuando o raciocínio a partir do último artigo, precisamos agora colocar os nossos cilindros “perfeitos” no equipamento de impressão. Muitos profissionais da nossa área não se dão conta sequer da forma como estes elementos vitais do processo de produção - os cilindros impressores e entintadores se conectam à máquina impressora. O único contato estabelecido entre estes três elementos é o rolamento. Por ele todas as vibrações e esforços mecânicos serão transmitidos e absorvidos pelos cilindros e estrutura do equipamento. De nada adianta termos uma máquina extremamente robusta com cilindros anilox e porta-clichês perfeitos, se este elo único e fundamental (rolamento) não possuir:

1.213 70 mil

$988 milhões

$1169 milhões

Lucro líquido

$44.6 million

$145 million

$105 milhões

Faturamento das vendas

$530 milhões

$1807 milhões

$1454 milhões

Quantidade em vendas por pessoa

$5.355

$1.5715

$2.0766

P ro j e to P ack e m Re v i s t a

a) Uma correta especificação que possibilite a real compensação de todos os esforços solicitantes aos quais será submetido o rolamento. É preciso lembrar que a vibração é uma característica inata do processo flexográfico, uma vez que a entrada em impressão do clichê sempre estará presente, ainda que em níveis pouco representativos para condições ideais, mas desastrosos caso os rolamentos se apresentem danificados;

A importância da precisão mecânica nas impressoras flexográficas

Shenzhen

115 mil

ontinuando nosso artigo anterior, que abordava a importância da precisão mecânica nos cilindros porta-clichê e anilox, bem como das engrenagens, estaremos discutindo neste artigo os pontos críticos que exigem maior precisão mecânica nos equipamentos de impressão e alguns outros auxiliares do processo.

por Wilson Paduan

Comparação entre os pólos gráficos de Beijing, Shanghai e Shenzhen em 2001 Categorias

C

F l e xo gr a f i a

te pasteurizado, envasado em caixas de cartão laminado um mercado notoriamente promissor. Mais uma diferença básica entre o Brasil e a China precisa ser analisada com critério: a importância atribuída pelos asiáticos à gestão de seus recursos humanos, através de treinamentos técnicos e operacionais embasados em programas de educação continuada. A China possuía em 2003, mais de 15 universidades e institutos que ofereciam programas voltados à tecnologia gráfica, com aproximadamente 16 mil estudantes em tempo integral nos cursos de extensão universitária e pouco mais de 500 estudantes em pós-graduação. Hoje este número já eclodiu em três ou quatro vezes mais que em 2003. O Instituto de Comunicação Gráfica de Beijin, a Escola de Impressão e Editoração da Universidade de Shanghai, a Escola de Impressão e Engenharia de Embalagem da Universidade de Xian e a Escola de Comunicação e Jornalismo da Universidade de Wuhan são bastante reconhecidas, dada a sua tradição, longa história de envolvimento na educação “gráfica” e sua não menos importante excelência curricular. Nos últimos dois anos, grandes expoentes multinacionais têm direcionado investimentos vultuosos no território chinês. Por exemplo, a AGFA e a KPG obtiveram êxito com o início de suas operações em Wuxi e Tianjin

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P r o j e to P a ck e m Re v i s t a

b) Uma contínua análise do seu estado, para substituição assim que o mesmo apresentar desgaste acima do aceitável.

Julh o | Ag o s to

Julh o | Ag o s to

Diversas categorias de rolamentos estão disponíveis no mercado, sendo que os mais adequados a esta aplicação são os rolamentos que apresentam maior superfície de contato, representando maior área de absorção de vibrações e propiciando uma menor redução possível do colo do rolamento para evitar perdas de estabilidade mecânica justamente pela redução da área de contato. Os rolamentos mais aplicados aos sistemas flexográficos nesta região crítica são os rolamentos de roletes e os rolamentos de agulha. Particularmente, prefiro os últimos, onde tenho visto maior precisão mecânica e estabilidade para o processo. (Figura 01) Tão importante quanto a correta escolha do tipo de rolamento, é a especificação de sua largura e o diâmetro do colo dos cilindros onde os mesmos serão aplicados. Máquinas que requerem alta precisão e velocidade devem apresentar uma superfície de contato relativamente ampla, sendo este produto do tipo de rolamento pela sua largura e diâmetro interno. Como observavam os antigos impressores flexográficos e mesmo algumas das mais conceituadas empresas de máquinas de impressão do mundo, o antigo sistema de bucha de bronze, quando perfeitamente ajustado produz resultados impressionantes em relação à qualidade na impressão. É claro que não estamos aqui advogando a volta às origens, estamos apenas ilustrando a importância da superfície de contato e pre-

Tão importante quanto a correta escolha do tipo de rolamento, é a especificação de sua largura e o diâmetro do colo dos cilindros onde os mesmos serão aplicados”.

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Julh o | Ag o s to

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house dentro das próprias indústrias convertedoras. Mais de 100 gravadoras eletromecânicas entram em operação anualmente na China, e o grupo Dongguan Yuncheng, maior empresa de gravação de cilindros rotográficos do mundo, detém 40% destas cifras. Entretanto, no cômpito geral dos produtos impressos atualmente na China, a offset é rainha absoluta – responde por 90% do montante. No segmento de embalagens especificamente, a offset, rotogravura e flexografia detém 40%, 25% e 8% respectivamente. Não há dados suficientemente claros acerca do processo serigráfico, disponíveis para consulta. Seguindo as tendências globais, a fatia ocupada pelas embalagens flexíveis é soberana na China, em especial para o envase de carnes, laticínios e cereais. A jornada de trabalho árdua enfrentada por quase toda a população do país restringe o tempo dedicado à preparação dos alimentos durante o almoço e a janta. A cada dia, os lares chineses são tomados por stand-up pouches e embalagens cook-in, easy-open e outras comodidades que facilitam o consumo de refeições pré-prontas em pequenas ou médias porções. Produtos desidratados também possuem grande aceitação do consumidor. A ausência de refrigeradores em grande parte dos lares e a carência de cálcio na culinária chinesa (agente causador de osteoporose) fazem do mercado de lei-

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Carta do Líbano formato 21 x 28 cm Direção de Arte, Projeto Gráfico, Iconografia, Ilustrações, Produção das Imagens e Diagramação.


Rotoflexo & Conversão formato 21 x 28 cm Direção de Arte, Projeto Gráfico, Iconografia, Ilustrações, Produção das Imagens, Diagramação e Produção Gráfica.


Daniela Máximo - Portifólio