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Continental Clube

Nossa Academia está quase pronta

NÚMERO 14 - JUNHO - 2019

Nossa

Festa Junina Previsão do tempo: noites quentes

s o n i n e M m a h l i r b l o b e t u no f e t i a ç o s

Dia das Mães foi um luxo só!!!

Vôlei d e areia: quem ganhou


PALAVRA DA DIRETORIA

EXPEDIENTE

Presidente Mario Marinho

Vice-Presidente Marcos Fabricanti 1º Secretário Fábio Daré 2ª Secretária Audrey Pellegrini 1º - Tesoureiro Alexandre Barrancos Conselho Deliberativo: Presidente Jerson Telles Paulo Mishima Vice Presidente Ricardo Abud 1º Secretário Edmilson Paoli 2º Secretário Ivan Machado Conselheiro Luiz Mousinho Suplente Conselho Fiscal Diniz Cepeda Alexandre Dicico Marco Antônio Burgano Lineu Bianchi José Roberto Pereira Gerente Geral Walter Arante Secretaria: Luciana Domingos Andressa Oliveira Michele Quinterio Continental Parque Clube Rua Dr. Augusto Meireles dos Reis Neto, 18 Cep 05325-090 Tel.: 11-3763-0066 A Revista do Clube é uma publicação da MFZ Comunicações (Sem ônus para o Clube) Jornalista Responsável: Mário Marinho MTb 9.325 - Accesp 197 mariomarinho@uol.com.br

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Velha Infância Colorida Lembro de minha infância no Parque Continental com muito carinho e saudosismo, pertencemos a última geração das brincadeiras de rua. Chegávamos da escola ao final da manhã e após o almoço saíamos a rua para brincadeiras diversas e nos recolhíamos apenas a noite, quando os Pais chamavam. Futebol, queimada, escondeesconde, pega-pega, bolinha de gude, futebol de botão, pião, pipa, vôlei, basquete e tantas outras brincadeiras que nos fizeram crianças muito felizes. Ao passar dos anos nos deparamos com menos crianças brincando nas ruas, principalmente a insegurança e o aumento da violência fizeram com que os Pais não deixassem mais os filhos ter a infância que tivemos. Aí que entra o ‘nosso’ Clube, onde as novas gerações estão tendo a oportunidade de serem crianças, brincar, correr, jogar, nadar, pular e ter liberdade. Um espaço agradável, bem localizado, natureza pulsante, muitas conquistas no Basquete, um Tênis ativo, ótimas turmas de Vôlei e Futebol e muitas histórias. Sou muito grato a Deus e fico extremante feliz em poder proporcionar aos meus filhos a oportunidade de uma infância colorida. Hoje faço parte da Diretoria com a Audrey, Marcão e Daré, e juntamente com o nosso Presidente Mário Marinho e o Conselho Administrativo, trabalhamos fortemente por um espaço cada vez melhor ao Associado. Contem conosco, estamos juntos !

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Alexandre Barrancos Mayer (Xandão) Diretor / Tesoureiro


A nossa

Academia

Dentro de poucos dias Você conhecerá a Continental Fitness. Trata-se de um conceito absolutamente novo em termos de academia. Você terá programação de trabalho personalizada que o levará a alcançar objetivos totalmente pessoais.

Aguarde. Falta pouco.

Malhar na Continental Fitness será muito mais prazeroso porque a programação será feita exclusivamente para Você. Conheça: - Fit - Body - Focus - Strong - Special

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Três noites Nossa Festa Junina acontecerá nos dias 15, 22 e 29 de junho. Serão três tardes/noites de muita alegria, muita movimentação, muitas atrações. Venha fantasiado, venha a caráter, venha do jeito que vier, mas traga sua alegria e sua disposição de participar. São muitas as opções de barracas, de brincadeiras, música a vivo. Enfim, venha se divertir. 4

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s quentes Nossas barracas:

Churrasquinho Lanches de pernil e linguiça; hamburguer Milho, pamonha, curau Hot Dog Pipoca e algodão doce Pizza, torre de chocolate Doces gourmet Caldos, bebidas Brincadeiras Revista Continental Clube

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MEMÓRIA

Continental é bicampeã

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ão mundial

de basquete O recorte do Estadão, ao lado, de domingo, 8 de janeiro de 1989, conta a saga os garotos do basquete do Continental ao conquistarem, pela segunda vez consecutiva, o WICB (World Invitation Clubs Basketeball) Championship - uma espécie de Mundial de Basquete Interclubes, disputado anualmente no ginásio Crystal Palace, em Londres. O jornal lembra que antes de o time entrar em campo, o diretor do Continental José Cláudio dos Reis, um dos mais importantes dirigentes do basquete da América do Sul na época, repetiu seu mantra para os jogadores: - Para o Continental, treino é um jogo. e o jogo é uma guerra. Pois foi com o espírito de guerreiros que os garotos entraram em quadra e deixaram atônitos os alemães do Bayer Leverkusen e venceram por 78 a 66.

Nas duas páginas seguintes, Enio Vecchi fala do basquete do Continental naqueles tempos áureos.

Na foto ao lado, Ari, Rogério, André, Xexa e Ivan com o troféu conquistado em Londres, em 1989.

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MEMÓRIA

Enio Vecchi conta a Eu jogava basquete no Palmeiras, nas categorias de base. O Cláudio Mortari era nosso técnico lá e foi ele que me indicou o Continental, quando soube que eu morava no Jaguaré, portanto vizinho ao Clube. Isso foi mais ou menos em 1976. O Mortari foi quem começou a história do basquete aqui no Continental. Ele motivava a garotada, fazia cartazes dos jogos e pregava lá na padaria, no supermercado. Eu me encantei com o Clube logo quando cheguei. E comecei a jogar na categoria cadete, para garotos de 15-16 anos. Num determinado dia, eu fui chamado pelo Zé Cláudio. Eu não o conhecia. Ela era Diretor aqui do Continental e mais tarde se tornou um dos maiores dirigentes do basquete mundial. Pra minha surpresa, ele me convidou para ser técnico da escolinha de basquete. Eu respondi: como é que eu vou ser técnico, não sei fazer isso, ainda sou jogador. O que eu vou fazer? O Zé Cláudio me respondeu: - Não tem o menor problema. Você vai dando treino para a molecada, vai observando os outros técnicos, conversando com os meninos. Daqui a pouco Você estará pronto. E foi assim que eu comecei a minha carreira de técnico, meio sem querer, mas com o empurrão do Zé Cláudio. Eu morava pertinho e passava quase o dia inteiro aqui. Eu não sabia, mas ele estava me observando. Só fiquei sabendo anos depois. Ele via meu jeito assim calmo, tranquilo e imaginou que eu teria o perfil de técnico. Foi assim que eu passei a fazer

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parte desse projeto que se tornou vitorioso que foi o basquete das categorias de base. Por vários anos seguidos conquistamos, com as categorias de base, títulos de Torneio Início, Paulistano, Estadual. Conquistamos títulos jogando contra times fortes como o Sírio, o Paulistano, o São Paulo, o Espéria, o Pinheiros. Aqui no Continental nós tínhamos categorias pré, mirim, infantil, cadete, juvenil. Ía dos oito aos dezoito anos, mais ou menos. Em 1979 nós subimos para a Primeira Divisão do basquete de São Paulo. Foi uma conquista memorável. Para que se tenha uma ideia, o Paulistano, que também era da A2, montou um supertime para subir para a Primeira Divisão. Contrataram até o Valdir Pagan que havia sido técnico da Seleção Brasileira. Aliás, no Mundial feminino de 1971 ele conquistou a medalha de bronze. O Paulistano era um timaço. Nós jogamos contra eles duas vezes, um jogo na casa deles outro aqui no continental e vencemos as duas. Foi assim que nós subimos. Era uma turma dedicada, muito legal. A maioria trabalhava ou estudava. Havia uma ajuda de custo que era dada pelo Clube. Coisa pequena. Ninguém era realmente profissional. Inicialmente a gente treinava às segundas, quartas e sextas. Mas, já na Primeira Divisão, passamos a treinar todos os dias. A gente treinava das oito às 11, toda noite. Eu me lembro do Martinez que era um baita jogador. Durante o dia,

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ele fazia entrega de biscoitos da fábrica do pai e à noite estava aqui para treinar. E ele morava lá na Mooca. Do outro lado da cidade. O objetivo do Zé Cláudio naquela época não era ter um time campeão, mas um time que disputasse, que não fizesse feio e que servisse de espelho para a garotada das categorias menores. Naquela época, o basquete da Divisão Especial tinha times com o Sírio, do Oscar, o Corinthians, como Marcel, o Marquinhos Abdalla, Ubiratan, Hélio Rubens... Tinha também o Monte Líbado. Eram times fortes e todas essas feras vinham jogar aqui no nosso ginásio que ficava lotado. Era verdadeira panela de pressão. E nós, com nosso time mais modesto, não fazíamos feio. Depois desses times de cobras vinham o Continental, o Matão, Rio Claro... éramos da segunda força. Nosso grande mérito foi, sem dúvida, nunca ter caído para a Segunda Divisão. Só para ter uma ideia de grandeza da disputa dessa Divisão Especial do basquete de São Paulo, o Sírio, nessa época, 1979, foi campeão Mundial interclubes. Uma época muito bonita. Eu jogava no time principal e era técnico da garotada. No começo de 1984, nós estávamos sem técnico. Fui até à sala do Zé Cláudio e falei com ele: vai começar o campeonato Paulista e nós estamos sem técnicos. O que vamos fazer? Quem vai ser o


a história técnico? E o Zé com aquela calma e aquele charuto que ele não largava, respondeu. - Vai ser Você. - Como assim? Eu ainda jogo. - Qual o problema? Vai jogando, vai dirigindo... não

vejo problema. E assim foi: continuei jogando e assumi a direção do time. Foi uma baita experiência. Dirigir os adultos, manter o time sob controle, dirigir a garotada – cresci muito naquela época. Minha formação foi muito mais na prática do que na teoria. Participei de algumas clínicas, aprendi com outros professores, mas o forte mesmo era vivência adquirida quase que o dia inteiro nas quadras. Tinha um pessoal fora das quadras muito importante: o Zé Cláudio, o sô Antonio, o Cinque Gana, o Cláudio Mortari, onde tudo começou, Graças a todos eles, cheguei à Seleção Brasileira em 1988, na categoria cadete. Nos anos seguintes, até 1994, eu consegui com meu time cadete ganhar quase todos os títulos sulamericanos. Depois assumi a Seleção Brasileira no Mundial de 1994. Ficamos em 11º lugar, mas, com um time totalmente renovado, sem os grandes nomes da época. Muitos anos depois, em 2010, voltei para a Seleção Brasileira, mas, para um novo desafio pois era a seleção feminina.

O Crystal Palace é um bairro famoso de Londres e tem até um time de futebol profissional na Primeira Divisão. Lá era disputado um torneio de basquete feminino e masculino juvenil que era considerado um campeonato mundial já que na época não existia essa competição para a categoria. Participavam os melhores times da Europa, da Rússia, dos Estados Unidos e o Continental foi convidado como representante do Brasil. Na primeira vez que participamos, o BCN levou uma equipe feminina, o Monte Líbano foi com a equipe principal e nós fomos com nossa categoria juvenil. Todos representando o Brasil. Os três times brasileiros chegaram à final. O BCN, que era muito forte, foi campeão feminino. O Monte Líbano, que era dirigido pelo Edvard Simões, enfrentou um time da Rússia que era base da imbatível seleção deles. E perdeu. Nós jogamos contra um time norte-americano também muito forte e ganhamos. Foi uma vitória sensacional. Essa foi a competição de 1988. Lembro-me de alguns dos jogadores: Telmo, Ivan Bonomi, Hudson, Alexandre Bernardini... O Crystal Palace era disputado em mais ou menos uns 10 dias, começando logo após o Natal. Conforme o número de times participantes, a gente era obrigado a fazer até dois jogos por dia, o que aconteceu nessa edição de 1989. Levamos um time totalmente renovado. Aquele de 1988 já havia atingido a idade limite de 18 anos. E aí, mostra a força do Continental na época: em um ano, montamos

um time totalmente renovado para ser novamente campeão. No ano do bicampeonato tivemos o André Brazzolin, o Ari, o André um garoto aqui mesmo do Parque Continental, o Alexandre... Já em 1990 nós não participamos. Aquelas viagens eram bancadas pelos pais dos jogadores. O Clube ajudava um pouco e garantia as despesas da Comissão Técnica. Mas não era muito barato. Daí, não teve como voltar a participar. Eu gostaria de ressaltar que o título conquistado em Londres era festejado, naquela época, como um Mundial. Por isso, eu não tenho a menor dúvida em afirmar que o Continental Parque Clube é Bicampeão Mundial de Basquete. E mais o Continental é parte importante da história do basquete brasileiro, pois foi clube formador de grandes jogadores, de craques em todas as categorias. Por nossas quadras desfilaram grandes nomes do basquete brasileiro e internacional. Fora das quadras, posso dizer que formamos muita gente boa, muita gente de caráter, muitos vencedores. Eu sempre encontro com exjogadores, garotos daquela época, hoje pais de família, que fazem questão de vir me cumprimentar, de lembrar passagens, histórias. Um exemplo é o Saulo, com quem volta e meia eu cruzo lá no São Paulo. O Saulo foi jogador nosso aqui. Aliás, ele era bom de basquete e de futebol, mas nós fomos mais rápidos e o puxamos para o basquete. Posso dizer, com muita certeza e orgulho, que o Continental foi campeão dentro e fora das quadras.

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Luxo e beleza para comem A turma do João Luís caprichou: o restaurante esteve impecável para receber as mães no seu sagrado Dia. A decoração esteve perfeita: fina e de bom gosto. O cardápio mereceu atenção especial com pratos saborosos desde a entrada até a sobremesa. Foi tudo perfeito.

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morar o

Dia das MĂŁes

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Luxo e beleza para comemorar o Dia das MĂŁes

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Luxo e beleza para comemorar o Dia das MĂŁes

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Todos vencedores

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Meninos do soçaite Foi um dia de muito futebol em nosso Clube. Sub 11 – Campeão, Continental; Recebemos a visita do Coritiba (do Jaguaré) Vice, Athletico PR; 3º lugar, Coritiba Sub 13 – Campeão, Continental; Vice, e do Atlhletico Paranaense, de Carapicuíba. Coritiba; 3º lugar, Atheltico PR. Foram disputados troféus nas categorias de Foi o nosso segundo torneio disputado sub 9, sub 11 e sub 13 . Confira: no Continental , o nosso objetivo é unir as escolas, promover a sociabilização e a Sub 9 – Campeão, Athletico PR; vice, competição sadia. Coritiba; 3º lugar. C.P.C

Parabés para a turminha do professor Gabriel

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e

dĂŁo show de bola

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Venha se divertir no Continental

Tênis - Futebol Soçaite – Piscinas - Vôlei de quadra - Vôlei de areia – Basquete – Sauna - Parquinho para as crianças – Churrasqueiras - Escolinha de futebol - Ginástica para a 3ª idade - Beach tênis – Restaurante – Lanchonete – Sinuca - Academia

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