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Jornal

Núcleo de Qualidade e Biossegurança - 1º semestre 2008

NQB

em ação

Treinamento de coordenadores da qualidade 2008

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os dias 05 e 06 de junho, o Núcleo da Qualidade e Biossegurança (NQB) promoveu o treinamento anual de coordenadores da qualidade. Os coordenadores são os multiplicadores do sistema de gestão da qualidade nas áreas técnicas e administrativas, a participação e a colaboração destes coordenadores é de fundamental importância para o desenvolvimento da gestão da qualidade na nossa instituição. O Treinamento de coordenadores é realizado anualmente e consiste na atualização sobre as alterações no Sistema de Qualidade do CPqRR, revisão das funções do Coordenador, apresentação e atualização dos procedimentos Gerenciais da qualidade (GQ´s) e outros temas identificados como necessários. Como a documentação do sistema da qualidade possui muitos procedimentos técnicos que são de utilização somente da área laboratorial, o treinamento este ano teve um novo formato sendo realizado em 2 dias, onde os procedimentos gerenciais técnicos foram concentrados na parte da tarde para que a área administrativa participasse do treinamento somente no período da manhã onde foram apresentados os GQ´s de uso geral para todas as áreas. Este novo formato do treinamento de coordenadores se deu através de uma sugestão de um colaborador ao realizar a avaliação do curso de coordenadores de 2007 mostrando, mais uma vez, o quanto a participação de todos no sistema de gestão da qualidade é importante para o bom andamento de nossas atividades. Como muitas não-conformidades estão relacionadas aos processos de entrada de novos colaboradores, um dos exercícios práticos, realizado em grupo, foi a elaboração de um “check list”, que será utilizado quando chegar um novo colaborador no laboratório ou em outra área técnica ou administrativa. O grupo fez a discussão tendo como referência nosso procedimento de treinamento de sistema da qualidade e os demais procedimentos gerenciais, este check list será revisado pelo grupo da qualidade e implementado como ferramenta para auxiliar os coordenadores da qualidade no gerenciamento desta atividade.

Seminário

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o início do mês de maio, o CPqRR recebeu representantes da empresa Analítica (marca Gilson), para um seminário que abordou temas como técnicas de pipetagem, preservação e conservação das pipetas. Nesta ocasião foi mostrado que micropipetas precisam passar periodicamente por manutenções preventivas e calibrações para que o seu funcionamento não seja comprometido. O palestrante conseguiu mostrar claramente a diferença entre a manutenção e a calibração de uma pipeta com exemplos práticos. Para este seminário, todos os laboratórios foram convidados a participar e levar as micropipetas da marca Gilson que consideravam suspeitas em suas medições. Na parte prática do seminário, foi mostrado como deve ser feita a desmontagem, limpeza e descontaminação de todos os componentes e como deve ser feita a troca dos componentes que apresentarem desgaste excessivo. Cada usuário pôde praticar com o seu próprio instrumento. Já na questão das técnicas de pipetagem, foi mostrada e discutida cada técnica de pipetagem e quando cada uma deve ser utilizada e qual a ponteira mais adequada para cada material. Ao final da apresentação, cada participante teve a oportunidade de mostrar aos técnicos da Analítica as suas micropipetas e todas elas foram avaliadas. Os instrumentos que não apresentaram condição de uso, foram levados para orçamento depois de negociação com cada representante de laboratório.

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Sistema Eletrônico de Controle de Documentos da Qualidade

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ara o Gerenciamento da documentação referente ao sistema de gestão da qualidade, o NQB adquiriu em ¬2006 o sistema eletrônico Isosystem Document da empresa Softexpert. A Aquisição do sistema eletrônico veio para facilitar o controle da documentação permitindo que os documentos pudessem ser controlados e liberados de maneira prática e rápida. O Isosystem document além de permitir a consulta eletrônica de todos os documentos cadastrados, também permite a solicitação de revisões e elaborações por parte dos usuários. Para utilizar o sistema eletrônico é necessário ser cadastrado no sistema pelo controle de documentos que após o cadastro do usuário, oferece o treinamento e o suporte de uso do sistema. Como possuímos apenas 9 licenças de uso, são cadastrados no sistema, apenas as pessoas que são elaboradoras, verificadoras ou aprovadoras de documentos. Atualmente temos cadastrados 115 usuários e 582 documentos. No entanto ainda verificamos um baixo índice de uso do sistema e um alto índice de atraso nas atividades a serem executadas no sistema eletrônico. Dos 582 documentos cadastrados, temos 58 documentos em revisão, 35 em elaboração e 86 documentos com validade vencida, que precisam ser revisados pelos elaboradores. Para que o sistema eletrônico alcance o objetivo esperado com sua devida praticidade e rapidez na liberação dos documentos, precisamos diminuir o alto índice de pendências em atraso. È de fundamental importância que todos os usuários cadastrados se certifiquem das pendências que são de sua responsabilidade e as executem nos prazos corretos garantindo que essa importante ferramenta do sistema da qualidade seja realmente funcional. Mais uma vez reforçamos a importância do coordenador da qualidade que deve incentivar o uso do sistema eletrônico e as liberações das pendências em tempo hábil em sua área.

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Auditorias Internas

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osso calendário anual de auditorias internas é preparado pelo NQB e coordenadores da qualidade. Para cada auditoria é designada uma equipe, sendo um dos auditores o líder da equipe. Regras seguidas nas nossas auditorias internas: • Os auditores são adequadamente treinados e qualificados para o processo de auditoria; • Os auditores são independentes da área ou laboratório a ser auditado; • Nosso plano anual contempla no mínimo uma auditoria por laboratório; • O auditor tem acesso à documentação pertinente e necessária, normas, manuais, procedimentos. • O auditor tem acesso às não-conformidades registradas em auditorias anteriores; • As tarefas são divididas de acordo com as habilidades específicas dos auditores; • Os dados são anotados na lista de verificação utilizada pelos auditores; • Todas as não-conformidades são discutidas e explicadas ao auditado de modo a não haver dúvidas; • O relatório de auditoria é entregue na reunião de encerramento à chefia do laboratório ou área auditada; • Nosso procedimento estabelece um prazo de 30 dias para a área auditada estabelecer as ações corretivas, definindo prazos e responsáveis.

Foram auditados neste primeiro semestre: • Laboratório de Pesquisas Clínicas – 04/04/08 • Centro de Referência Nacional e Internacional para Flebotomíneos – 23/04/08 • Central de Material Esterilizado – 09/05/08 • Laboratório de Leishmaniose (LALEI) / CRCV – 12/05/08 • Núcleo da Qualidade e Biossegurança – 13/05/08 • Secretaria Administrativa – 28/05/08 • Laboratório de Helmintologia e Malacologia Médica – 30/05/08 • L a b o r a t ó r i o d e Tr i a t o m í n e o s – 10/06/08 • Laboratório de Malária – 20/06/08 Temos observado grande envolvimento e participação de auditores e auditados no processo de auditoria. Quando todos percebem que este é um processo importante para a avaliação e manutenção do Sistema de Gestão da Qualidade e que representa oportunidade de melhoria no nosso trabalho, temos uma boa integração da equipe na busca de soluções dos problemas e alcançamos resultados positivos. Nossos auditores tem sido avaliados pelos auditados visando buscar o aprimoramento e capacitação contínua para os nossos auditores, e consequentemente, garantir a melhoria contínua nas nossas auditorias internas.


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Água Reagente

Utilização do Alcoômetro

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m Janeiro de 2008, foram recebidos os alcoômetros adquiridos pelo segundo cronograma de compras de 2007, após todos os laboratórios terem sido consultados sobre sua necessidade. Foram adquiridos 11 alcoômetros de GayLussac. Esse instrumento é um densímetro que permite a verificação de soluções alcoólicas quanto ao seu teor. Sabe-se que para o álcool ter ação antisséptica, ele deve estar em uma faixa de concentração determinada. De nada adianta utilizar o álcool comercial (96º GL) e passá-lo em bancadas imaginando que esse álcool estará desinfetando a superfície. É necessário proceder a uma diluição para garantir que o álcool estará na faixa antisséptica (entre 76,9º GL e 81,4º GL). O chamado álcool 70% está dentro da faixa antisséptica, pois corresponde a 77º GL. Mas qual a razão de uma solução diluída ter ação antisséptica e uma solução mais concentrada que ela não? Isso ocorre porque na faixa de concentração anti-séptica ocorre maior penetração da solução alcoólica na membrana celular dos microorganismos, para acontecer a inativação dos mesmos, sendo que em concentrações maiores, essa penetração não ocorre. O álcool etílico possui atividade contra bactérias na forma vegetativa, vírus envelopados, micobactérias e fungos. Não apresenta

ação contra esporos e vírus não-envelopados, caracterizando-se como anti-séptico, porém sem propriedade esterilizante. Foi elaborado um procedimento (GQ-53) que fornece as instruções de como deve ser a diluição do álcool. Existe uma fórmula que deve ser utilizada para descobrir qual a quantidade de álcool e de água deve ser usada na diluição. A utilização do alcoômetro permite ao usuário confirmar o teor alcoólico dessa diluição e fazer ajustes, caso ainda não esteja na faixa desejada. Deve-se ficar atento para a água utilizada na diluição, que deve garantir a pureza da solução. Padronizou-se no documento que se pode utilizar tanto a água destilada quanto a água tipo 2. Além disso, deve-se ter atenção para a correta conservação do alcoômetro. Por se tratar de um instrumento frágil, de vidro, ele deve ser manipulado com muito cuidado. Caso ele seja solto bruscamente num recipiente contendo a solução alcoólica, ele pode bater no fundo do recipiente e se quebrar. Portanto, deve-se soltá-lo delicadamente para se certificar de que ele permanecerá flutuando no líquido, e não irá tocar o fundo. Caso ele se quebre, deve ser encaminhado para o Depósito de Resíduos Químicos, pois existem esferas de chumbo no fundo do instrumento, que devem ter sua destinação adequada no meio ambiente.

Controle de Jalecos

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ecentemente, houve uma alteração no contrato com a Empresa Atmosfera de Locação e Higienização de Jalecos. Para os colaboradores das áreas laboratoriais, utilizávamos os jalecos adquiridos pela Fiocruz e a empresa atmosfera apenas higienizava nossos jalecos. No segundo semestre de 2007 a Fiscal do contrato, Ivanete Presot, verificou que seria mais vantajoso para o CPqRR a alteração do contrato para Locação. Com esta alteração no contrato, não utilizamos mais os Jalecos adquiridos pela FIOCRUZ, estes jalecos estão sendo gradativamente recolhidos e armazenados no setor de almoxarifado do CPqRR. Atualmente, para as áreas laboratoriais, assim como já era feito no BIOTÉRIO, a empresa Atmosfera nos presta o serviço de Locação e Higienização. Ou seja, utilizamos os jalecos da referida empresa. Como ainda estamos em processo de adaptação do novo contrato, solicitamos

aos colaboradores que se houver algum problema com o seu jaleco, que esta informação seja encaminhada ao coordenador da qualidade do seu laboratório para que este tome as devidas providências junto ao Núcleo de Qualidade e Biossegurança (NQB). Todas as reclamações ou observações a serem feitas referente ao uso, higienização e locação dos jalecos só serão consideradas se forem encaminhadas formalmente via email para o NQB pelo coordenador da qualidade de cada laboratório. Para o bom andamento deste serviço de locação e higienização, precisamos da compreensão e da colaboração de todos os nossos colaboradores, usuários de jalecos. È necessário lembrar que o jaleco é um Equipamento de proteção Individual e, portanto, um importante instrumento de trabalho que precisa do nosso zelo garantindo a qualidade dos serviços prestados.

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água reagente ocupa um lugar de grande importância em laboratórios de pesquisa. Procedimentos simples como preparação de meios de cultura ou diluição de amostras já requerem água com qualidade monitorada; os procedimentos de maior complexidade requerem ainda mais. Por isso, o CPqRR dispõe de três tipos de água reagente que passam por um programa de controle de qualidade de contaminantes. Alguns contaminantes que podem ser encontrados em água são substâncias inorgânicas (cloro), material particulado (areia) e microorganismos (bactérias). Todos esses contaminantes são eliminados ou reduzidos a níveis aceitáveis após a água ter sido purificada pelos sistemas disponíveis na instituição. O NQB segue parâmetros definidos por Normas de Qualidade (NCCLS, ASTM, NIT-DICLA) para o CPqRR dispor de água reagente adequada para qualquer tipo de experimento. Atualmente, existe no quinto andar o Sistema de Purificação de Água, que produz águas tipo 1 e 2. Além desse aparato, há no quarto andar o aparelho MilliQ que produz a água para aplicações especiais. Todos os tipos de água são monitorados periodicamente quanto à presença de contaminantes. O NQB em conjunto com o LPCM realiza análises químicas diárias para garantir a qualidade da água. Além disso, uma empresa terceirizada realiza análises referentes a vários tipos de contaminantes possíveis. Para garantir que os laboratórios utilizem água de qualidade, mesmo tendo-a coletado em um recipiente de armazenamento, realiza-se análise da água proveniente desses recipientes. Isso é necessário para garantir que o recipiente está sendo bem higienizado e que não irá contaminar a água. Portanto, quando houver coleta em recipientes, os laboratórios devem estar atentos para mantê-los cheios (com água dentro do prazo de validade) para ser possível avaliar como está a limpeza dos mesmos. De acordo com os laudos de análise disponíveis no NQB, observa-se que a água reagente do CPqRR possui ótima qualidade. Em poucas vezes em que se observou presença de contaminantes, foram tomadas medidas imediatas para corrigir a causa de contaminação. Em laudos referentes à análise dos recipientes de armazenamento da água, observa-se que sua grande maioria estão sendo higienizados adequadamente, com exceção daqueles laboratórios que estavam com os recipientes vazios no momento da coleta.

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Construindo Ambiente com Biossegurança: O Desafio dos Novos Espaços

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René Rachou continua em sua marcha de crescimento e expansão de atividades. Com a transferência de diversos serviços e setores da área de gestão para o anexo (o galpão), novos espaços foram disponibilizados para atender às necessidades dos laboratórios. A equipe do NQB, atenta à sua responsabilidade no aperfeiçoamento das condições em que as atividades são realizadas no Centro de Pesquisa, tem buscado acompanhar de perto as obras de adequação de alguns espaços. Estes, que até pouco tempo se caracterizavam como ambientes administrativos, agora se apresentam como alternativas preciosas para alguns laboratórios. Não se trata apenas de “ganhar mais espaço” - o que estamos vendo, na prática, é que estes novos ambientes poderão viabilizar a realização de algumas atividades que até então estavam cerceadas, devido à ausência de áreas específicas. Como exemplo, podemos citar as obras destinadas à construção de novas instalações para o Laboratório de Imunopatologia (LAIM), já em estágio avançado. Na área que era antes ocupada pelo SAM e pela sala de reuniões, no primeiro andar, estão sendo feitas reformas a fim de que o laboratório disponha de mais espaço para suas atividades, viabilizando assim sua execução de forma mais adequada, e com um pouco mais de segurança e conforto para os operadores. Além disso, as novas instalações abrigarão uma área específica para o trabalho em nível de Biossegurança 2 (NB-2), necessária para fazer frente aos recentes desafios apresentados pela pesquisa. Além do LAIM, também os Laboratórios de Entomologia (LEM) e o de Biomarcadores de Diagnóstico e Monitoração (LBDM) estão transformando os espaços disponibilizados em novos ambientes laboratoriais. O papel do NQB, nesse processo, tem sido o de subsidiar os laboratórios e o SAG com informações técnicas, diretrizes institucionais e governamentais, normas e legislação. Acima de tudo, porém, nossa atuação tem sido no sentido de procurar entender as necessidades e características das atividades que serão desenvolvidas, dialogando com as partes envolvidas e buscando, em conjunto, as alternativas mais racionais para atender aos requisitos mínimos de Biossegurança.

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A Formação de Novos Pesquisadores e a Biossegurança

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Biossegurança está se afirmando como parte essencial na formação dos nossos futuros mestres e doutores. No primeiro semestre, o Programa de PósGraduação em Ciências da Saúde ofereceu, para os alunos que ingressaram em 2008, a disciplina Biossegurança, tal como já vem fazendo de forma regular desde 2006. A disciplina é parte do Programa de Biossegurança do Centro de Pesquisa, e pelo segundo ano consecutivo foi ofertada dentro de um modelo que tem se revelado dinâmico e fértil. Mais uma vez contamos com a atuação segura e objetiva do Dr. Luciano Andrade Moreira na coordenação, com o NQB trabalhando de maneira integrada no processo de construção da proposta pedagógica, bem como na estruturação e no suporte operacional da disciplina. Estudantes, professores, enfim, todos os que participaram da disciplina puderam vivenciar um processo que se mostrou rico e instigante. A disciplina teve seu conteúdo estruturado a partir de quatro eixos: - Bioética e Biossegurança, Os Riscos e o Ambiente Laboratorial, Biossegurança e Saúde e Biossegurança e Qualidade, e contou em seu corpo docente com professores tanto da FIOCRUZ como de outras instituições, e que são referências em suas áreas. Além da pertinência e abrangência dos temas desenvolvidos, a disciplina tem apresentado um diferencial, no que diz respeito à forma de avaliação. Ao final do curso, os estudantes apresentam um trabalho que consiste basicamente em analisar de forma crítica seus projetos individuais, tendo como diretrizes os conteúdos abordados. Esta abordagem contextualizante tem permitido um maior envolvimento por parte dos estudantes, com uma intensa troca de experiências e de saberes. Os resultados têm sido estimulantes, e os estudantes, em avaliações apresentadas ao NQB, têm destacado que este processo é importante para despertar o interesse pelos temas relacionados à Biossegurança, dando um sentido prático a tudo que foi estudado, e desenvolvendo a percepção dos riscos nas atividades cotidianas. Para eles, a disciplina conseguiu estabelecer algumas conexões necessárias para o desenvolvimento do saber-pensar-agir em Biossegurança.

Calibração de Instrumentos de Medição

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NQB continua trabalhando para que todos os equipamentos do CPqRR estejam contemplados em contratos de calibração anual. Foi dado mais um passo e mais equipamentos foram contemplados. Além dos contratos de micropipetas, medidores de PH e cabines de segurança biológica que já estão em andamento a certo tempo, agora temos contrato para a calibração de condutivímetros, manômetros, manovacuômetros, termocicladores, medidores de pressão arterial, termômetros, termohigrômetros e termopares. Para a execução deste novo serviço, as empresas que passam a ser nossas parceiras são a VISOMES e a IOPE. É importante lembrar que o INCQS na FIOCRUZ-RJ está ajudando também para que os nossos equipamentos estejam calibrados. Existe um grande suporte para a calibração dos equipamentos dos laboratórios de referência, e este suporte contempla a calibração de micropipetas e termômetros. E o NQB continua trabalhando para garantir a calibração em todos os equipamentos. No início do segundo semestre de 2008, será realizado um novo pregão eletrônico e outros equipamentos de medição serão contemplados.

FIOCRUZ Presidente Paulo Buss

CENTRO DE PESQUISAS RENÉ RACHOU Diretor do CPqRR Dr. Álvaro José Romanha Vice Diretora de Ensino Cristiana Ferreira Alvez de Brito Vice Diretor de Gestão e Desenvolvimento Institucional Omar dos Santos Carvalho Vice Diretor de Pesquisa, Inovação Tecnológica e Referência Rodrigo Corrêa Oliveira Núcleo de Qualidade e Biossegurança Ivanete Presot | Chefia Andreza Plais Angélica Faria Gilberto Freitas Rogério Queiroz Assessoria de Comunicação Daisy Mara Daniela Brito Mônica Amaral Rodrigo Clementoni


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