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| a dançurbana A Dançurbana é uma companhia de dança em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Nos últimos anos ganharam visibilidade nacional circulando pelo Brasil com importantes projetos como o Palco Giratório 2014 e o Sesc Amazônia das Artes 2012. A Cia Dançurbana, ganhou por dois anos a aprovação no concorrido edital O Boticário na Dança. Fundada em 2002, a Cia fomenta e auxilia no contato diário com outras companhias de Campo Grande, fortalecendo as produções e ações em dança do Estado.

PRÊMIOS E PARTICIPAÇÕES PRINCIPAIS 2018 | MOSTRA CERRADO ABIERTO (CAMPO GRANDE-MS) PROJETO ‘DEIXA SER’ - SESC BIRIGUI (SP) FESTIVAL DE DANÇA DE ITACARÉ (BAHIA) 19º FESTIVAL DE INVERNO DE BONITO (MS) 12º SEMANA PRA DANÇA (MS) 14º FESTIVAL AMÉRICA DO SUL PANTANAL (MS) 2017 | MANUTENÇÃO DANÇURBANA 15 ANOS / CIRCULAÇÃO (GOIÂNIA E ANÁPOLIS-GO) 18º FESTIVAL DE INVERNO DE BONITO (MS) 2016 | PRÊMIO CÉLIO ADOLFO DE INCENTIVO À DANÇA /CRIAÇÃO E CIRCULAÇÃO PROGRAMA DE PATROCÍNIO O BOTICÁRIO NA DANÇA (LEI ROUANET) / MANUTENÇÃO FUNDO DE INVESTIMENTOS CULTURAIS DE MATO GROSSO DO SUL / MANUTENÇÃO MOSTRA CERRADO ABIERTO (CAMPO GRANDE-MS) PROJETO AFETO - CONEXÕES EM DANÇA (CUIABÁ-MT) 2015 | PRÊMIO FUNARTE DE DANÇA KLAUSS VIANNA / CRIAÇÃO MOSTRA BRASILEIRA DE DANÇA (RECIFE-PE) PROGRAMA DE PATROCÍNIO O BOTICÁRIO NA DANÇA (LEI ROUANET) / CRIAÇÃO 2014 | PROJETO PALCO GIRATÓRIO: CIRCULAÇÃO POR 42 CIDADES DO PAÍS FESTIVAL DE INVERNO SESC (TERESÓPOLIS-RJ) PRÊMIO DESTAQUE CULTURA DE MATO GROSSO DO SUL 11º FESTIVAL AMÉRICA DO SUL (CORUMBÁ-MS) 2013 | PRÊMIO FUNARTE DE DANÇA KLAUSS VIANNA / CRIAÇÃO PRÊMIO CÉLIO ADOLFO DE INCENTIVO À DANÇA / CIRCULAÇÃO 2012 | PROJETO SESC AMAZÔNIA DAS ARTES: CIRCULAÇÃO POR 11 CIDADES DO NORTE, NORDESTE E CENTRO OESTE 2011 | PRÊMIO FUNARTE DE DANÇA KLAUSS VIANNA / CRIAÇÃO PANORAMA SESC DE DANÇA (CUIABÁ-MT)

ESPETÁCULOS 2017 | PORACÊ : O OUTRO DE NÓS 2016 | FLUZZ 2015 | DE PASSAGEM 2012 | SINGULARES 2009 | PLAGIUM?

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| plagium? Duração 43 minutos Classificação Livre

participações, editais e premiações contemplado pelo trabalho . Cena Som (2009) . 8º Festival América do Sul (2010) . 12º Festival de Inverno de Bonito (2011) . Dança Campo Grande (2011): - Cia. selecionada para abertura da noite . Panorama SESC de Dança em Cuiabá (MT) (2011) . Circuito Dança no Mato (2011) . SESC Amazônia das Artes (2012): - Circulação por 11 cidades do Norte e Nordeste . Circula Dançurbana FMIC (2013) . Projeto Palco Giratório 2014: - Circulação por 43 cidades do país . Mostra Brasileira de Dança de Recife/PE (2015) . Circuito Dança no Mato (2016) . 12º Semana Pra Dança (2018) . 14º Festival América do Sul Pantanal (2018) . 19º Festival de Inverno de Bonito (2018) . Temporada Quanto Custa? em Campo Grande/MS (2018) . Cerrado Abierto - Mostra de danças contemporâneas (2018).

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>> sinopse/release O espetáculo Plagium? emerge de uma denúncia e de uma reação. Entramos em contato com informações diversas a todo momento e, antes que se perceba, elas passam a fazer parte de nossas coleções individuais (KATZ & GREINER, 2005). Quase tudo é compartilhado, reproduzido e, esse jeito de agir passa a ser um hábito de conhecer, comunicar e, portanto, de criar. Segundo o dicionário Houaiss, a definição jurídica do termo “plágio” significa “algo apresentado por alguém, como de sua própria autoria, de trabalho, obra intelectual, etc. produzido por outrem”. Com o espetáculo Plagium? a Cia. percebeu que a pesquisa como procedimento de criação em dança diferencia o que, de início, pode parecer comum: questões parecidas ou idênticas podem ser tratadas de maneiras diferentes, depende de como são percebidas e articuladas. Plagium? compõe algo singular por meio de apropriações de espetáculos que já existem, além de conter reações a toda essa reviravolta que a denúncia anônima ocasionou. Há cenas apropriadas da Ginga Cia. de Dança (MS), Bruno Beltrão (RJ), Membros (RJ), Quasar (GO), Cena 11 (SC) e até da Companhia Rosas (Bélgica). É essa a discussão que Plagium? levanta: a do que é singular (e aqui já não cabe mais perguntar-se sobre originalidade) quando o que se quer é evidenciar o que há de comum com outras obras?

>> concepção O espetáculo Plagium? (2009) partiu de uma polêmica sobre o primeiro espetáculo da Dançurbana – Urbanóides (2008). Curiosamente, esse espetáculo leva o mesmo nome de espetáculo coreografado e dirigido por Frank Ejara para a companhia Discípulos do Ritmo. Apesar do desconhecimento da Dançurbana e da visível diferença entre uma concepção coreográfica e outra, essa coincidência recebeu status de plágio em denúncia anônima no meio artístico de Campo Grande. O mal-entendido foi desfeito publicamente por Frank Ejara que, ao tomar conhecimento da obra da Cia Dançurbana, declarou não perceber nenhum vestígio de cópia. A polêmica foi ignição para que o segundo espetáculo da Dançurbana fosse concebido. Plagium? veio questionar a autoria e autenticidade em dança e é composto por cenas curtas criadas a partir da apropriação e transformação de trechos coreográficos de companhias nacionais e mundiais.

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| singulares Duração 42 minutos Classificação Livre

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>> sinopse/release “Singulares” surge no ano de 2012, com a necessidade de valorizar os intérpretes criadores da Cia. Dançurbana, contar um pouco sobre a história de vida dessas pessoas e como essas histórias influenciaram e se relacionaram com a própria história da Dançurbana. A criação de Singulares começou abordando questões particulares de cada um dos dançarinos – Quem sou eu? Como sou? – e terminou apresentando encontros, convergências entre essas histórias – Como estou ou posso estar em relação a você? Talvez o aspecto que mais chame a atenção no trabalho seja o de que as diferenças contribuem para a constituição de um “estar junto”: cada dançarino é singular porque é um grupo, assim como a abordagem singular que a Cia. Dançurbana dá ao hip hop não a afasta desse jeito de dançar, pelo contrário, fortalece o laço e contribui para que continue a existir. Na comemoração de seus dez anos, a Cia. Dançurbana reforça o que o poeta já dizia com uma pequena adaptação: "é impossível ser (feliz) sozinho", por isso Singulares insiste em se manter no plural.

participações, editais e premiações contemplado pelo trabalho . Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2011 . 14º Festival de Inverno de Bonito (2012) . Prêmio Célio Adolfo de Incentivo à Dança 2013 (Circulação) . Circula Dançurbana FIC 2013 (Plagium? e Singulares) . Circuito Dança no Mato (Singulares - 2013) . Semana pra Dança (2014) . Projeto Palco Giratório 2014: - Circulação por 43 cidades do país . Prêmio Célio Adolfo de Incentivo à Dança 2016 (Circulação - 2ª Edição)

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| de passagem Duração 90 minutos Classificação Livre

participações, editais e premiações contemplado pelo trabalho . Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2013. . Temporada de estréia em Campo Grande (2015). . Semana Pra Dança 2015. . Sesc Morada dos Baís - A Cultura tem Nova Morada. . Semana Pra Dança 2016.

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>> sinopse/release JÁ IMAGINOU ASSISTIR UM ESPETÁCULO DE DANÇA DENTRO DE UM ÔNIBUS EM MOVIMENTO? Criamos um espetáculo que invade a cidade: dentro de um ônibus, percorreremos um trajeto de entradas e saídas... Conexões humanas que a cidade permite em seu aglomerado de pessoas, cimentos, instituições, abandonos, vias e ruas. As cenas retratam situações diárias dos usuários do transporte coletivo: encontros e desencontros, gentilezas e falta de bom senso, sono, medo, paquera, pressa, encantamento; perseguição. Os movimentos criados partem de movimentos cotidianos retratados nas cenas, utilizando a estrutura do ônibus como suporte. Tudo isso utilizando a cidade como ferramenta de interação: rua, veículo, calçadas, paisagens, muros, pistas de corridas, terminais, entre outros. Convidamos você a embarcar nesse “coletivo”, a olhar os detalhes dos encontros repetidamente inesperados e construir com a gente, através da sua percepção e do nosso movimento, uma dança mais urbana.

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| fluzz Duração 45 minutos Classificação Livre

participações, editais e premiações contemplado pelo trabalho . Programa de Patrocínio O Boticário na Dança 2015. . Mostra Cerrado Abierto em Campo Grande/MS (2016). . Temporada de estréia em Campo Grande/MS (2016). . Projeto AFETO - Conexões em Dança em Cuiabá/MT (2016). . Programa de Patrocínio O Boticário na Dança 2016. . Semana Pra Dança 2017. . Circulação pelo projeto Manutenção Dançurbana - 15 anos em Goiânia/GO e Anápolis/GO (2017) . Temporada Quanto Custa? em Campo Grande/MS (2018).

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>> sinopse Fluxo, movimento liquido que vem encher um espaço ou que passa por ele, fluido, passageiro, fluível. Buzz, burburinho, agitação, zunido. Da somatória das duas palavras, Fluzz. Aqui, FLUZZ é cena e dança. O corpo é o ponto de partida e aponta para incontáveis direções. Mas não é preciso fazer escolhas, não há apenas um caminho a seguir, são inúmeras opções e elas vão se construindo e desconstruindo em tempo real.

>> release Seis intérpretes-criadores nos conduzem por uma jornada cênica, valendo-se de técnicas das danças urbanas, dança contemporânea, improvisação e do teatro, eles tecem uma rede de conexões. O corpo em movimento é o ponto de ignição desta cena e ogrande comunicador entre pessoas. É pele, sensação, carne, gesto, posição, oposição, lugar, não-lugar. Mais do que corpos dançando no tempo e no espaço, FLUZZ busca corpos dançando com o tempo e o espaço. A dinâmica criada pelos bailarinos, faz com que eles assumam diferentes papéis. Construindo uma narrativa não linear, eles desafiam o já sabido, o familiar, navegando pelo real e o imaginário. Os movimentos produzem conversas em rede e buscam entrelaçar o atemporal. O título FLUZZ faz referência ao trabalho de Augusto de Franco, escritor e investigador da ‘Nova Ciência das Redes’. A proposta de questionar os corpos e conexões em movimentos que dialogam com o mundo das redes coincidiu com os estudos do pesquisador. A palavra “fluzz” foi criada em uma conversa entre Augusto de Franco e Marcelo Estraviz sobre o Buzz do Google. Fluzz teve origem na tentativa de juntar Buzz + fluxo, mas transformou-se em um conceito mais complexo. Segundo Augusto de Franco, “Tudo que flui é fluzz. Tudo que fluzz flui. Fluzz é o fluxo, que não pode ser aprisionado por qualquer mainframe. Porque fluzz é do metabolismo da rede. Ah!, sim, redes são fluições. (...)”.

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| poracê Duração 45 minutos Classificação Livre

participações, editais e premiações contemplado pelo trabalho . Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2015 . Prêmio Célio Adolfo de Incentivo à Dança 2016 . Temporada de estréia em Campo Grande (2017). . Dancidades - Dança e Cidadania 2017 (MS). . 18º Festival de Inverno de Bonito (2017) . Festival de Dança de Itacaré (Bahia/2018) . Projeto ‘Deixa Ser’ - Sesc Birigui/SP (2018) . Temporada Quanto Custa? em Campo Grande/MS (2019).

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>> sinopse A PALAVRA PORACÊ, do Nheengatu, significa dança indígena de celebração ou baile, arrasta-pé. “Poracê – O outro de nós” é um espetáculo sobre a força do conjunto, uma celebração de estar em comunidade e dos laços com o território. Em cena, experimentando corpos e sons imaginados, os intérpretes propõem formas diversas de ser e estar no mundo. Provocados por três coreógrafos com experiências distintas,seis intérpretes-criadores também diferentes entre si investigam suas identidades, nomes, origens e relações com o lugar onde vivemos: Mato Grosso do Sul. O trabalho reflete questões de diversidade, do pertencimento ao lugar, do encontro de fronteiras, da pluralidade de culturas e linguagens que nos atravessam.

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Cia Dançurbana circula em escolas da capital com espetáculo selecionado para o palco Giratório Com informações da assessoria quarta, 2 de julho de 2014 - 10:49

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Hoje (02), a Cia. Dançurbana realiza a última etapa de apresentações em escolas da rede pública em Campo Grande pelo projeto Circula Dançurbana, aprovado pelo Fundo Municipal de Investimentos Culturais (FMIC) em 2013. Amanhã as apresentações são na Escola Vanderlei Rosa. No total, a Cia. completará nove sessões em três escolas diferentes, sendo uma em cada turno de aula. Em abril, a Escola Estadual Teotônio Vilela, no bairro Universitário e a Escola Estadual Sebastião Santana de Oliveira, no bairro José Abrão, receberam as apresentações. O espetáculo escolhido para as apresentações nas escolas foi o “Plagium?”, selecionado entre centenas de outras peças brasileiras para (Foto: Franciella Cavalheri) integrar a 17ª edição do Palco Giratório do Sesc, que é um dos mais prestigiados projetos de circulação de artes cênicas do país. De abril a novembro, “Plagium?” percorre 43 cidades de norte a sul do Brasil. Esta é apenas a segunda vez que um espetáculo de Mato Grosso do Sul participa do Palco Giratório. Em 2008 a Ginga Cia. de Dança circulou com o espetáculo “Cultura bovina?”. “A circulação nas escolas é um momento muito importante. O trabalho que estamos apresentando está sendo dançado no Brasil todo e é de Campo Grande. Precisamos mostrar para o público daqui também”, explica o diretor Marcos Mattos. O principal objetivo do projeto Circula Dançurbana é aproximar dança e escola. “Nos últimos anos, a Dançurbana e outros grupos têm trabalhado para ampliar o diálogo entre dança e escola. Quando fazemos esse tipo de projeto percebemos o quanto é legal e o quanto quase não tem. Essa aproximação beneficia todas as partes. Queremos contribuir não apenas com a formação de público, mas de pessoas mais sensíveis à dança e às artes”, expõe. Em “Plagium?”, a Cia. Dançurbana, apropria-se de técnicas das Danças Urbanas e recortes de obras de companhias de dança reconhecidas para criar um espetáculo particular. Toma como referências Ginga Cia. de Dança (MS), Membros (RJ), Quasar (GO), Cena 11 (SC) e a companhia belga Rosas, e lança a pergunta: como é possível ser singular em contato com o que há em comum com outras obras? A Cia. Dançurbana surgiu em 2006, e desde o início a técnica não foi encarada como um fim, mas como um meio para a companhia apresentar questões particulares. Preocupada com o desenvolvimento da dança em Mato Grosso do Sul, a Cia. Dançurbana participa das discussões do Fórum Movimente, Câmara Setorial de Dança e Fórum Municipal de Cultura. Singulares, seu último espetáculo, contou com o patrocínio do Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2012, com o qual amadureceu o exercício de criação.

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14/09/2016 06:30

Com projeto para circular em escolas, Dançurbana é aprovado em edital Naiane Mesquita

Fluzz é o último trabalho criado pela companhia Dançurbana

A companhia Dançurbana foi selecionada pelo segundo ano consecutivo para o programa de patrocínio “O Boticário na Dança”. O projeto será executado em 2017 e consiste em apresentações de trabalhos do grupo em escolas públicas do Centro-Oeste, além de oficinas e atividades. Ao todo foram inscritos mais de 300 projetos, sendo que apenas 21 foram aprovados. “O nosso é de manutenção das atividades, com oficinas, apresentações para escolas públicas e uma circulação pela região Centro-Oeste. É a segunda vez que somos aprovados. Vamos apresentar tanto o Fluzz quanto outros espetáculos do repertório”, afirma Marcos Mattos, coreógrafo da companhia. O espetáculo Fluzz foi o primeiro projeto aprovado pelo O Boticário na Dança, por meio da Lei Rouanet. Na apresentação, o grupo questiona como o corpo se relaciona com a tecnologia, a forma como se comporta e as modificações que precisa fazer para se adaptar a isso. A obra foi baseada no trabalho do escritor Augusto de Franco publicado no livro “Nova Ciência das Redes”. Fluzz estreou recentemente, no dia 2 de setembro, no Teatro Glauce Rocha.

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Espetáculo de dança vai circular gratuitamente em escolas, teatr o e na universidade Daiane Libero

MIDIAMAIS

Em 10h00 - 16/05/2017

‘Poracê’ acontece nos dias 17 e 18 A Cia Dançurbana já é uma velha conhecida do público por seu trabalho consolidado e contemporâneo junto à dança. A mais nova obra do grupo é o espetáculo “Poracê – O outro de nós”, que vai totalizar 10 apresentações totalmente gratuitas: cinco em escolas estaduais, uma em universidade e quatro no teatro. O Sesc vem como apoiador da apresentação, cuja concepção durou sete meses, e o público em geral pode assistir nos dias 17 e 18 de maio, com sessões às 15h e às 20 horas, no Teatro Prosa. “Poracê” une os três coreógrafos Marcos Mattos, Renata Leoni e Franciella Cavalheri – junto aos seis intérpretes-criadores Adailson Dagher, Ariane Nogueira, Lívia Lopes, Maura Menezes, Thiago Mendes e Rose Mendonça. “O processo de criação de um novo espetáculo demanda pesquisa e muito estudo. Na primeira parte da concepção, por exemplo, os intérpretes foram estimulados a descobrir o significado, a origem de seus nomes”, diz a coreógrafa Franciella.  “Essas diferenças dividindo o mesmo espaço. Como a sociedade se constitui? Constitui-se de pessoas diferentes, que são de tribos desiguais, que tem jeitos próprios de falar, sons distintos, entre outros”, acredita. “Comunidade, força do conjunto, coletividade, o estar junto e, dentro disso, a singularidade da identidade, da ancestralidade, do ajuntamento e das tribos”.  “Poracê” é designada como dança indígena de celebração ou baile. “Pesquisamos a aproximação desses modos de compor dança, música e movimento, em diálogo com o contexto local”, completa o coreógrafo Marcos. No dia 24, “Poracê” chega à Escola Estadual Waldemir Barros da Silva, com sessões às 10h e às 15 horas. Haverá ainda uma apresentação no anfiteatro da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), no dia 29, às 18 horas. SERVIÇO –Outras informações pelo telefone (67) 9 9238-2829 ou pelo site www.dancurbana.com.br. 

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(67) 99238-2829 contato.dancurbana@gmail.com www.dancurbana.com.br

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Portfólio - Cia Dançurbana  

Relatório de atividades, participações, contemplações e produções até junho de 2019.

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