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Contos da turma Acadêmica

Acadêmico 2º ano Contos de autoria dos alunos da turma Acadêmica 2ºano

19/05/2013


E.E.E.P. Alan Pinho Tabosa Escola técnica

Contos da turma Acadêmica 2º ano

Trabalho para Magno dos Santos, Professore de Língua Portuguesa e Coordenador do curso Acadêmico. A todos os estudantes da turma Acadêmica que se esforçou Arduamente para que o trabalho Pudesse acontecer. Pentecoste-CE


Índice Amizade ............................................................05 As revelações no velório....................................07 As guerras dos tronos.......................................09 Mar, doce mar!.................................................15 Juntos..............................................................16 O espírito da noiva...........................................18 Garota que temia apaixonar-se........................19 Dois mundos diferentes ..................................22 Acontecimentos..............................................25 Amor de verdade.............................................26 Noite no parque..............................................28 Algo parecido..................................................29 Larissa Henrique nº 26...................................31 O chifre não dói mais.....................................35 O objeto desconhecido...................................36 O primeiro beijo..............................................37 O sonho de ser criança....................................40


PARE E PENSE !!!..............................................42 Uma surpresa inesperada................................44 Dandara Maria..................................................46 A procura de um caminho..................................49 A beata..............................................................51 Amor por Mateus...............................................52 Sâmya Dias Acacio.............................................53 Vida Curta..........................................................55 Todo dia se repete.............................................58 Uma vez no futuro.............................................58 Blindado............................................................60 Lembrando-se de você.......................................62 O Diário............................................................62


Amizade Cássia Teodósio Na cidade de Ostentopolis vivam três amigos, Pietra, Carla e João. Eles nunca se separam estavam juntos pro que desse e viesse. Mas uma notícia iria mudar essa situação completamente. Os pais de Pietra receberam uma proposta de trabalho e teriam que se mudar da cidade por um tempo. Ao receber da noticia ficará muito triste e foi direto contas para seus melhores amigos. - Carla, João tenho uma noticia para dar a vocês. - Fala Pietra! - Vou embora da cidade, meus pais receberam uma proposta de trabalho e vamos ter que ir embora por 2 anos. Após saberem do que iria acontecer, resolveram fazer uma aliança. - Pietra, João, vamos fazer um pacto? - Que tipo de pacto? - Vamos escolher os objetos mais importante para nós, e colocarmos em uma caixa e enterrar no parque? Assim quando Pietra voltar lembraremos dos momentos que passamos juntos. Os amigos aceitaram, e quando chegou a noite fizeram o que combinaram, jurando nunca se esquecerem! Pela manhã Pietra arrumou sua coisa e foi se despedir de seus amigos e vizinhos. Ela se emocionou muito, pois viveu a vida em inteira nesse lugar e trazia consigo muitos momentos bons. Todos os dias os amigos se falavam, mas com o tempo e a distância as noticias começaram a ficar precária, e acabaram perdendo o contato aos poucos. Carla e João também se separam com o tempo, apareceu novas amizades, novos lugares e consequentemente novos objetivos e vida. Os amigos inseparáveis se tornaram meros desconhecidos!


Passou os 2 anos, e Pietra voltará a cidade, seu primeiro pensamento era rever seus amigos e relembrar dos bons momentos. Saiu andando sem rumo, vendo os novos lugares, as novas pessoas. Em sua caminhada reencontro Carla, com correu em sua direção e lhe deu um abraço forte, mas não foi tratada da mesma forma! Carla a tratou com frieza , indiferença, a ignorou. João a tratou da mesma forma! Agora seus amigos de infância se tornarão completos desconhecidos, para sua tristeza! Mil coisas passavam pela sua mente, não entedia o porquê da indiferença,a tristeza e a dúvida a consumia. - Será que fiz algo? - Será que os feri com minhas palavras? Dúvidas, dúvidas e mais dúvida! Se ficasse mais um pouco ali, ficaria maluca com tanta perguntas sem respostas, decidiu ir na casa de seus avós, pois fazia muito tempo que não os viam. Ao volta para casa se deparou com uma surpresa, Carla e João estavam lá a sua espera! - Pietra viemos aqui lhe pedir desculpa pela forma que a tratamos hoje pela manhã. Estávamos chateados, pois você não deu mais noticias, achávamos que tinha nos esquecidos. Mas sua mãe nos explicou os motivos. Diz Carla - Estamos aqui para cumprir o que prometemos a dois anos atrás! Diz João Os amigos foram até o parque, abriram a caixa e começaram a ver fotos, bilhetes, objetos que faziam lembrar-se da infância e dos momentos especiais. Viram que quando a amizade quando é verdadeira, nem o tempo nem distância, separam. Muitas pessoas irão entrar e sair da sua vida, mas somente verdadeiros amigos deixarão pegadas no seu coração, só eles vão está nos momentos mais difícil da sua vida pra lhe ajudar, sem pedir nada em troca.


As revelações no velório Francisco Claudemir da Silva N°18 Rubinaldo, homem ainda moço, bonitão, cheio de vida e de problemas amorosos, havia sofrido um repentino ataque do coração e caído indubitavelmente morto. Arroxeou no mesmo instante, numa cor que parecia outra pessoa. Agora estava sendo velado, pranteado por familiares, parentes e até desconhecidos. Fato curioso é que morreu solteiro, porém mantendo três amantes ao mesmo tempo, dando manutenção de casa, comida e tudo mais. Mesmo se odiando, querendo se comer uma a outra, as três amantes estavam ali chorando a dor da perda, o lamento da despedida do macho. Mas cada uma num canto para evitar confusões, e cada uma tendo ao lado uma boa amiga para prestar o devido e necessário consolo. Uma dessas amigas dizia: ―Chore não Bibiana, que Rubinaldo não merece suas lágrimas. Veja ali no canto aquela sirigaita chorando também por ele. Só não sabe ela que aquela zinha que está ao seu lado fingindo de amiga e consoladora também tinha um caso com Rubinho. Melhor dizendo, Rubinaldo...‖. Espantada, Bibiana perguntou: ―Que intimidade é essa de chamar Rubinaldo de Rubinho, e como você sabe que aquela outra também tinha um caso com ele?‖. Enquanto a mulher emudecia sem saber o que responder, noutro canto a mesma mulher acusada de ter um caso às escondidas com o defunto, dizia à amiga chorona: ―Chore não Zuleica, que Rubinaldo não merece suas lágrimas. Veja ali no canto aquela sirigaita chorando também por ele. Só não sabe ela que aquela zinha que está ao seu lado fingindo de amiga e consoladora também tinha um caso com Rubinho. Melhor dizendo, Rubinaldo...‖. Surpreendida com a revelação, Zuleica afastou-se um pouco e perguntou:


―Que intimidade é essa de chamar Rubinaldo de Rubinho, e como você sabe que aquela outra também tinha um caso com ele?‖. Do mesmo modo, enquanto a mulher emudecia sem encontrar palavras pra responder, em outro canto do velatório a amiga que consolava a terceira amante dizia: ―Chore não Cacilda, que Rubinaldo não merece suas lágrimas. Veja ali nos cantos aquelas desavergonhadas chorando também por ele. Só não sabem elas que aquelas duas que estão ao seu lado fingindo de amigas também tinham um caso com Rubinho. Melhor dizendo, com Rubinaldo...‖. Chocada com a revelação, não podendo se segurar diante das acusações surgidas, Cacilda partiu pro meio do salão, quase derrubando o caixão com defunto e tudo, e gritou: ―Não bastassem essas duas que se aproveitavam do meu homem, do meu macho, agora sei que ele tinha mais três raparigas. Você, você e você‖. E apontou cada uma, inclusive a que estava ao seu lado. E os outros presentes arregalaram os olhos, avermelharam, nervosamente começaram a buscar lugares mais seguros temendo acontecer o pior. Não duvidavam que uma pequena guerra poderia ser desencadeada dali a pouco, dado as armas que cada uma das amantes tinha na boca e os instrumentos que facilmente encontrariam para a inevitável peleja. E não deu outra. De repente as três conhecidas amantes se uniram para atacar as três novas amantes surgidas. O povo que estava no velório não pôde conter a fúria das raparigas e a briga foi tão feia, com ataques ao próprio defunto, que o velório acabou na delegacia. O morto ficou numa cela, enquanto as outras seis continuaram se engalfinhando numa bem maior. Logo cedinho conseguiram um habeas corpus para o defunto e chegaram à delegacia com um alvará de soltura. Mas talvez com medo das amantes, o homem nem quis sair de onde estava.


A guerra dos tronos Aurya Cardoso nº 07

Tudo parecia sombrio. Austford, cidade das fortalezas, como assim era chamada, passava por um rigoroso inverno, tão rigoroso que parecia inacabável. Parecia não haver refúgio no meio de todo aquele frio e da escuridão gélida. Em seu trono, pensativo, estava o rei. Parecia triste, com aparência melancólica, Pensava sobre o que acontecia em seu reino. Aquele jovem monarca pensava em como ajudar seu povo, passando por enormes crises financeiras, que o rei anterior deixara para trás. Daewron era o mais jovem rei que já existiu naquele país. Apesar do porte e status, vestia-se humildemente. Pediu que todos se retirassem de sua sala, queria ficar só. Até que um de seus mensageiros, dizendo ter uma mensagem importante, quebrou aquele protocolo de silêncio e melancolia. - Sua graça tem uma mensagem para o senhor, majestade. - Diga a mensagem, por favor. - Majestade, o líder da patrulha em nossa muralha, o general Karnos pede permissão para levar mais homens do exército ao pé da muralha essa noite. - Aconteceu algo? - Nossos espiões dizem que há uma grande probabilidade do reino vizinho nos atacar hoje. Eles esperam quem abaixemos a guarda. Mobilizo o exército senhor? - Sim. Mas antes, diga ao general Karnos para vir até mim. - Sim, sua graça!


Antes mesmo que Karnos chegasse perante o rei, já se via tumulto, cidadãos aflitos com tal notícia. Austford passava por um momento difícil e delicado. Todos atônitos, perguntavam uns aos outros o que estava acontecendo. E lá ia Karnos, a sala do trono, falar com o rei. - Chamou-me majestade? Estou aqui. - O que eu ouvi... É verdade? - Bem, parece-me que sim senhor. - Por quê? Que mal fizemos ao outro reino? Eles não são nossos companheiros? - Senhor, estamos em uma crise financeira terrível devido a grande batalha seguida da morte do rei David. Forkstate estava em aliança conosco, e como o senhor bem sabe, estavam nos financiando. Porém, nossa dívida para com eles ficou muito grande, e por conta disso, querem tomar nosso território. Mobilizarei o exército agora mesmo senhor! - Espere! Não há outra forma de barrar isso, sem confrontos armados? Não temos condições de guerrear... - Senhor, eles não querem conversar. E devemos proteger nosso reino, nossas crianças, nossos cidadãos a todo custo. Agora senhor, peço para sair e mobilizar o exército. Curvando-se diante de Daewron, Karnos faz reverência ao seu rei e retira-se da sala do trono. O monarca, desolado, pensa. Após um período, diz aos seus conselheiros que convocará seu povo a uma reunião. Em poucos instantes, a população de Austford está diante do imponente palácio do rei, no mesmo local onde os reis sempre se pronunciavam. - Caro povo de Austford, meu coração está aflito. Ao ver as perdas de nosso povo, ao ver tudo o que padecemos no reinado anterior, prometi a vocês que não mais sofreríamos com guerras. Porém temos que reagir. Peço que me perdoem de verdade. E que nada sofrerá nossos cidadãos,


pois lutaremos. Peço que para evitarmos algum malefício, sejam colocadas nos esconderijos subterrâneos do palácio todas as mulheres e crianças. Por favor, façam isso o mais rápido possível, pois, apesar de não sabermos se vão nos atacar, estaremos prontos. Repito que nada acontecerá a vós, juro por minha vida. Encerradas as palavras de Daewron, o povo retira-se triste, obedecendo a ordem do rei. O exército de Austford já estava mobilizado, enquanto no reino vizinho as tropas armadas mobilizavam-se. Os espiões estavam certos. Forkstate atacaria a qualquer momento. O rei Damien, de Forkstate, nunca demonstrava quem era. Parecia ser calmo e bondoso. Porém, por trás de tal máscara era frio, agressivo, impulsivo, obstinado e interesseiro. Sua sede por poder era imensa. Não via limites para expandir o mesmo. Os que viviam naquele país sabiam que Damien era bem calculista, e que se aproveitava do momento de fraqueza econômica e, portanto de fraqueza militar de Austford. Aproveitou a crise para fingir alianças, o que resultaria em guerras, como sempre. - Senhor, nossas tropas estão prontas – disse Euturiel, general do exército de Forkstate. - Perfeito. Mande a tropa acampar-se, atacaremos essa noite. - Como quiser majestade. Envolvido em pensamentos, Damien passa a pensar e fala aos seus conselheiros. - Esse Daewron é novo, e burro! Hahaha... Como não percebeu que toda essa história de aliança era uma farsa? Vamos comemorar homens! Tragam as mulheres mais belas de todo o reino, e tragam as bebidas! Hahaha... Essa festa será por nossa futura vitória e pelo domínio de Austford!


Os homens do rei, felizes, comemoram. Enquanto aquela festa totalmente depravada tomava rumo, o rei Daewron estava preocupado. A tarde caia e a noite se aproximava o que representava perigo. Queria resolver isso na paz, e tentaria. Ah, se tentaria. Os minutos iam passando. A cada segundo, a tensão entre os povos de Austford aumentavam. O sono estava batendo. Não podiam. Tinham que ficar atentos a cada movimento brusco. A demora parecia impertinente, e o rei preocupava em qualquer emboscada armada para seu povo. Até que, depois de certo tempo, começaram a ouvir movimentos. - São eles! Vamos, em posição soldados!!! Dizia Karnos, com firmeza. A tropa logo estava em pé. Quando se retiravam, o rei Daewron interviu. - Esperem!!! Por favor! - Mas majestade ele estão v... - Eu ordeno que esperem! Os soldados, espantados, pararam a ação. Fora do refúgio da muralha, o rei Damien afrontava: - O que aconteceu? Estão com medo? Venham, sei que estão aí! De repente, da muralha, sai apenas o rei Daewron. - O que aconteceu? No meio da ruína também perdeu o exército? haha – debochava Damien. - Não é nada disso. Por favor, peço em nome de meu povo que resolvamos isso na paz... - Paz??? Você disse paz??? Ora, não me veja como criança. Paz é para os fracos. Aquele tratado, aliança, aquilo tudo era farsa. Vejo que além de novo, você é burro! Hahahahaha!


- Mas... Por quê? - Ora moleque, aprenda! Paz não traz poder. A guerra sim! E por ser tão ingênuo, você morrerá agora, e logo após, todo o seu povo! E o rei Damien avançou em seu cavalo com a espada contra Daewron. Porém, antes de um golpe fatal, um dos soldados do exército de Austford, impediu tal tragédia. Era Karnos, valente como sempre. - Ora, como pôde? Mentiu a nós, ao nosso rei, e ainda tenta matálo? Homens ataquem! E ali começou a guerra. Um combate de espadas, negro, pesado. Austford, em sua minoria, estava em desvantagem. Porém, lutavam com determinação. Sangue, corpos, espalhados por todos os lados. A batalha mais sangrenta da história desses dois reinos continuava. O rei Damien guerreava a espada com Karnos. Karnos vê que o rei, inexperiente na guerra, estava perdendo para um oponente. Perdendo a concentração ao ver vários homens mortos e vendo o rei correndo perigo, ele acaba por ser atingido. - Ora, idiota, levante! Não quero acabar com você assim tão facilmente – dizia Damien, sedento por vitória. O rei Daewron levanta-se com determinação, sobe em seu cavalo e vai com garra ao encontro de Damien. A cavalo, os dois começam a confrontar-se em seus cavalos com suas espadas. Em um golpe quase que mortal, Damien acaba ferindo Daewron, derrubando o rei de seu cavalo. - Maldito!!! Disse Karnos, perdendo a concentração de novo. Damien aponta a sua espada para Daewron e fala: - Você morrerá, seu moleque! Viu? A paz não resolve nada! Você morrerá, e logo após você, toda sua família, seu povo... Todos morrerão haha!


Damien ainda em seu cavalo, levanta a espada para o golpe mortal. Porém, em uma reação rápida, Daewron corta a pata do cavalo de Damien, para desequilibrá-lo. Damien cai e por cima dele, cai seu cavalo, sem uma das patas. - Maldito, o que você pensa que está fazendo? Daewron, já de pé, mesmo ferido, levanta a espada e fala: - Você me afrontou! Afrontou meu povo! Ofendeu minha família e minha dignidade... Confiei em você, traidor! Morra!!! E com um golpe mortal, Daewron mata Damien, decepando-o Após isso, os soldados de Forkstate, ao verem o rei morto, fogem, com medo. Daewron, ferido, após matar Damien, cai ao chão, sem reação. - Majestade! O senhor não pode morrer! Dizia Karnos, gritando. Karnos leva o jovem rei ao palácio. A multidão, ao saber desse espetáculo de horror, corre para fora do esconderijo e vão a buscar notícias do rei. O jovem rei que tanto lutou apesar de sua juventude estava ferido. Súditos de todo o reino vieram visitá-lo. O que bastava, nas atitudes de Daewron é que apesar de jovem, se esforçava para fazer o melhor de si por seu reino. E, apesar de lutar, com todas as forças, acabou morrendo. Porém, o povo de Austford jamais esqueceu sua última promessa: ―nada acontecerá a vós, juro por minha vida‘‘. Todos lembramse disso, e partir das gerações de Daewron, aquele reino passou a viver sossegado e a manter a paz.


Mar, doce mar ! Letícia Nunes nº27 Até que enfim era chegado o grande dia! Já fazia uma semana que meu pai havia me dito aquilo que não me saia da cabeça: ―Sim filha, próximo domingo nós vamos à praia!‖ De lá pra cá os dias pareceram se arrastar, enquanto a minha vontade de conhecer o mar – que até então só havia visto na televisão – aumentava. Pra falar a verdade, esta noite nem dormi direito, e até acordei mais cedo, esperando a viagem. Depois de tomar banho e arrumar as coisas, eu ( que até já estava de biquíni ) chamei meus pais e então saímos, rumo à praia. Enquanto viajávamos, não conseguia pensar em outra coisa senão no quanto eu iria me divertir, correr e brincar ao chegar lá. E então, quando chegou o momento, minha decepção foi sem tamanho ao perceber que ao invés de ter um radiante sol a me esperar, o que me restava era uma forte chuva, que havia expulsado todo e qualquer ser humano que lá estava . Diante daquela cena deprimente, tomei atitude e não me deixei desanimar pela chuva. Do contrário, corri e me joguei na praia, experimentando aquela deliciosa sensação. Minutos depois eu estaria sendo arrastada para fora da praia pela minha mãe, que gritava comigo, me alertando que aquilo era perigoso, e que um raio poderia me atingir. Mas não tinha problema! De agora em diante, eu podia falar pra todo mundo o quanto é gostoso tomar um banho de praia!


Juntos Larissa de Andrade Lima nº 25 Em uma cidade chamada Mona morava dois amigos Ada e Sefer. Eles passavam o dia todo brincando e faziam juramentos, pois os dois sonhavam em se casar um com o outro. Sefer admirava Ada, pois ela era muito bonita. Tinha os cabelos ruivos intensos e cacheados,pela a pura brancura, lábios vermelhos como sangue e olhos castanhos penetrantes cheia de graça . Aos olhos dela Sefer também era muito bonito. Ele tinha cabelos lisos e pretos com o ébano, pele cor púrpura, lábios carnudos e corados, olhos pretos sedutores com o olhar penetrante na alma. Sefer iria ser o embaixador daquele lugar assim que completasse dezoito anos e precisava se casar com uma baronesa para continuar a linhagem da família da nobreza. Porém Ada era uma camponesa que trabalhava com a mãe na plantação de videira da sua casa e eles não poderiam viver juntos por conta da diferença de linhagem entre os dois, mas ele a amava. Eles foram crescendo e o amor de Sefer se tornava mais forte, poderoso, e Ada o amava profundamente. Os dois completaram os seus dezoito anos e veio a proposta para Sefer de se casar com uma baronesa mas ele não queria. Eles se encontravam todas as noites e para eles a noite poderia nunca acabar pois por ela eles se amavam profundamente. E com certeza os pais de Sefer não iria aceitar o romance pois para eles se seu filho se casasse com uma camponesa era uma maldição poderosa que iria cair sobre a família. Certo dia eles prometeram fugir para uma floresta bem distante de toda a civilização para poderem viver seu amor. Eles planejaram tudo mas Sefer não apareceu na hora marcada e Ada logo se desesperou, ela esperou por toda a noite até o sol nascer mas ele não apareceu. Então ela voltou para casa e soube que o futuro embaixador havia ido embora. Chorou incessantemente e seu amor doeu muito, pensou que fora


enganada mas não acreditava que Sefer seu amor de infância lhe fizera essa traição e que trocara seu amor. Ela decidiu ir embora e nunca mais voltar, pois ali sentiu um amor profundo e o ódio nasceu em seu coração. E pensava em Sefer, e não conseguia esquecê-lo, chorava e cada vez o amava ainda mais e seu sentimento de tristeza lhe martirizava, pois estava longe de seu amado e pior ele havia lhe enganado. Decidiu morar com sua tia e começar a viver uma vida longe das angustias. Passados muito tempo, Sefer voltou para a cidade onde vivera um grande amor, e lhe vinha na memória,Ada. Ele ainda a amava muito e decidiu procurá-la mas sabia que no passado ele havia lhe deixado sozinha e agora esta decidido a contar o motivo pelo qual a deixara e começou sua procura. Nas suas procuras chegou a um poço onde avistara lindas moças porém nenhuma delas era Ada. Então uma voz doce lhe suou aos ouvidos e logo reconheceu a voz do seu amor que estava atras dele. Ele sentiu vontade de se entregar aos seus braços e beijar seus lábios vermelhos. Ele a vira e estava muito linda. Ela, porém gelou e ficou pasma agora o que havia em seu coração era um ódio pavoroso. Sefer tentou contra seus desejos mas a beijou com um beijo quente e sereno. Ada era como uma droga para ele e ao mesmo tempo sua força. O amor reviveu entre os dois. Mas Ada o desprezara e lhe falou que nada mais sentia por ele,pois o magoara muito e sofrera com a falta de seu calor e da sua presença e que ele trocara ela para ser um embaixador e honrar a linhagem da família. Ele, porém tentou explicar o que aconteceu, e porque não apareceu naquele dia, ela porém a recusou e foi embora deixando Sefer. Sentia ela que uma lança lhe atravessava o peito e de fato existia uma lança no seu coração e no peito de Sefer. Estavam eles feridos prestes a morrer quando Sefer falou:


--Nunca quis te deixar mas eu fui mandado para o combate contra a minha vontade. Todos já sabiam que eu te amava e te ameaçaram a vida e eu como te amo demais não iria te deixarem fazer mal. --Mas porque feristes o meu peito? -- Não feri o teu peito só não consegui te salvar a tempo pois viraste as costas pra mim. Onde fores eu também irei e por isso enfiei a lança em meu coração porque o meu amor é infinto e nem a morte acabará com ele. --De onde veio essa lança? --Simplesmente ela estava ao teu lado mas tu pisaste nela então ela te feriu o peito. Eu te amo e faço tudo para salvar-te a vida mas dessa vez eu fracassei e morrerei contigo porque a lança atravessou o meu e o teu coração. Ada chorando Falou: --Eu te amo.—mas já era tarde, pois Sefer já tinha morrido

O espírito da noiva Joaquim Castro Alves Neto

N: 23

Certo dia Edmilson teve que fazer uma viagem a noite tentando evitar o trânsito congestionado do dia seguinte. Véspera de feriado é sempre dificil pegar a ―BR‖. Ele só não contava com o imprevisto que estava por vir.


Sozinho, ao som de músicas que o faziam lembrar de bons momentos vividos ao lado de sua bela noiva. O casamento estaria marcado para daqui a três meses. Perdido em seu pensamento observa que a beira da estrada havia uma mulher vestida de roxo e que parece pedir carona. Edmilson admirada com tamanha beleza e também pela preocupação em deixa-la sozinha na estrada para o carro e oferece ajuda. Ela com suas roupas sedutivas e olhar atraente desperta no motorista um estranho desejo. A viagem segue tranquila enquanto conversam, riem, cantam a músicas que sai do som do som do carro e trocam longos olhares. A moça aparenta ter cerca de vinte dois anos e se mostra ser doce e indefesa. Após rodarem oito quilômetro a mulher aponta uma estrada que, supostamente, seria o caminho de sua casa. Edmilson não desconfia do que pode acontecer. Neste momento avistam uma casa abandonada. É tarde de mais. O carro foi encontrado mas quanto à Edmilson não se sabe, até hoje, de seu paradeiro. Pessoas, moradoras dessa região afirmam que existe nesta estrada o espírito de uma jovem que vivia nesta casa e teria sido abandonada por seu noivo, ela acabou morrendo de tristeza. A parte de então pede carona a homens noivos e estes nunca mas aparecem.

Garota que temia apaixonar-se Milena KELLY DA SILVA ALMEIDA Maria Eduarda uma garota meiga e muito bonita, nunca se apaixonara antes, porque desse sentimento temia o sofrimento. Mas


essa percepção mudou , quando decide ir a uma festa em comemoração ao aniversário de sua cidade, em uma linda praça. Poucos minutos após sua chegada ao local, avista um garoto moreno, alto e muito bonito, logo se sente atraída pelo rapaz. Infelizmente, ele era irresponsável com o coração alheio e difamado, porém isso ela não sabia. João Alfredo, como se chamava o rapaz, também despertou interesse por Maria Eduarda, e naquela noite passaram a se olhar e se observar. Depois de duas horas João Alfredo vai até a garota e a pergunta: - Podemos conversar? - Sim, onde? Responde e pergunta a garota. - De frente ao Estádio? Pergunta o garoto. - Vamos! Responde a garota. Utilizando de muitos gracejos João Alfredo conquista mais o coração de Maria Eduarda e chegam a flertar. A garota prede-se ao garoto, passaram meses ficando, até que um dia, após dois meses, ele a pede em namoro, por sentir atração pela beleza dela, apenas atração pela beleza. Um mês depois a garota iludida aceita o pedido, porém havia um problema, a família da garota não aceitava, pois ela era muito nova. Apesar de tudo ela não desistiu do romance, lutou para assegurar o amor. Um dia a família teve que aceitar. No 1º mês estavam vivendo felizes, no entanto passaram-se os dias e o relacionamento estava esfriando-se. Maria Eduarda não sentia o mesmo que antes por João Alfredo, mas ainda o amava fortemente, por isso não tinha coragem de findar tudo. Ao contrário dela, João Alfredo acabou com tudo que tinha construído com ela, sem nenhum remorso. Os dez primeiros dias da vida de Maria, após o término, foram acompanhados de tristeza, solidão, arrependimento; devido o ocorrido. Contudo, ela teve muito apoio dos familiares e de amigos. Certamente, quem deu sua maior contribuição para ajudar, foi seu


primo Marcelo, um garoto lindo, simpático, especial, educado e muito romântico. Maria

e

Marcelo

conversavam

todas

as

noites

via

mensagens e ligações, o vínculo existente entre eles estava crescendo e fortificando-se. Eram dois adolescentes que tinham muitas coisas em comum, ou seja, buscavam um amor verdadeiro e uma felicidade permanente, isso, com certeza, proporcionaram a garota viver uma nova paixão, dessa vez verdadeira e bem estruturada. Os dias de Maria com a presença de Marcelo, a tirou do estado de melancolia e sujeitou-a reacender o seu sentimento de amor. Mas, dessa vez o garoto, Marcelo, era bem diferente do anterior, ele mostrava-se cordial, gentil e sincero com ela. Essas variadas característica despertaram o interesse da garota. Ele, por sua vez, já estava afim dela e pretendia fazê-la feliz. Duas semanas se passaram. Marcelo e Maria Eduarda flertaram, em uma festa na mesma praça do flerte relacionamento anterior. Porém, os dois não pretendiam iniciar nada sério no momento, porque a garota acabara de sair de um relacionamento e o garoto da mesma forma. Mas o sentimento cresceu rapidamente após o fica, eles não conseguiram permanecer longe um do outro, apaixonaram-se loucamente. Sem resistir à distância, preferem oficializar o romance. Tanto para a família de Maria quanto para a de Marcelo foi algo muito novo, e difícil de aceitar, pois eles eram primos. Porém, isso não afetou a decisão dos adolescentes, porque eles se amavam e não havia coerência deixar-se por esse motivo. Lutaram pelo amor, até que as famílias concordaram. A felicidade transbordou entre o casal. Começou o romance com pura fidelidade, amor, carinho, paixão, companheirismo e respeito; viveram o resto de suas vidas juntos, compartilhando momentos felizes e tristes, resolvendo tudo


que lhes cabia lado a lado. Assim, Maria Eduarda mudou pra sempre sua concepção sobre o amor, porque antes temia esse sentimento, mas observou que fazendo a escolha certa tudo pode tornasse felicidade. Marcelo dedicou-se inteiramente a sua garota e tudo se tornou motivo de alegria em suas vidas. Dois mundos diferentes. Karine Oliveira nº 24 Há muito tempo atras, em uma terra distante pairou sobre essa terra o mais temido dos seres que já existiram. Uma figura tenebrosa, de olhar maligno e coração cruel era Codion Apollyon ,vampiro renegado. Vivia no vale da morte, em um castelo sombrio, tinha hábitos noturnos e só acordava para fazer suas vitimas. Certa noite enquanto ia caçar mais uma de suas vitimas, deparou-se com uma moça, alva como a lua e branca como a neve, tinha lábios vermelhos e carnudos e cabelos negros e compridos, seu nome era Elizabeth. Lhe avistou de longe banhando-se em um lago próximo da pequena vila onde morava. Era uma noite escura e não dava pra enxergar quase nada, a não ser pelo o reflexo da lua na água do lago. Ele porém com sua visão aguçada percebeu a moça a longa distancia e partiu para o ataque, uma revoada de força de mil pássaros adentou o lado, sacudindo as folhas que haviam caído durante o dia. Ela assustada com aquilo, percebe se tratava do tenebroso vampiro Apollyon , correu para a beira do lago na tentativa de se salvar a tempo. Pegou suas roupas, agarrou- se nas correias dos cavalos e gritou. -HEAYA! Os cavalos partiram em disparada e ela saiu com uma velocidade enorme, enquanto o conde a perseguia pelo os ares com suas asas de morcego. Os cavalos trotavam e relinchavam e abalavam o silencio daquela noite no vale. Desesperada ela chicoteava os cavalos em direção ao pico das montanhas onde o sol aparecia e lá ela estaria salva, pois conhecia a lenda do vampiro.


Passados alguns minutos de desespero, o conde sumira nos ares e ela ficara apreensiva procurando-o em meio as florestas negras, e em um passe de segundos ele surge em sua frente, uma figura sem face, e de olhos vermelhos como fogo. Ela assustada tentou desviar dele, em vão, a charrete virara e ela foi arremessada em um abismo profundo, no momento de sua queda soou um grito que ecoava ali, e antes que seu ultimo suspiro pudesse desaparecer ela abre os olhos e vê pela a primeira vez o rosto daquela criatura. Era um rosto conservado, muito elegante e charmoso, ela se assustou a principio mas ele apenas a deixou em terra firme e desapareceu. Ao ver o belo rosto de Elizabeth o conde se apaixonara perdidamente como nunca havia antes e pela primeira vez o coração de pedra tornou a bater por alguém. Elizabeth voltou para o seu castelo e tentou esquecer-se de tudo que tinha acontecido naquela noite. De tanto pensar, pegou no sono. A noite estava frio, escuro, um vento muito forte fez com que a janela batesse. Ao olhar o que havia acontecido, era o moço que havia lhe salvado, ele estava sentado ao seu lado na cama. Ela ficou paralisada sem qualquer reação e ele apenas a olhava. Quando criou coragem, o moço lhe falou que não estava conseguindo esquecer aquela moça da qual ele salvou a vida, e teria vindo ali para admirala. Ela impressionada com tudo aquilo, sentiu a mão gelada do conde lhe tocar o rosto, continuando paralisada, mas apenas se deixou levar e naquela noite eles deram o seu primeiro beijo. Após uma noite juntos ela acordara estranha e não vira Apollyon sair, ele simplesmente desapareceu como chegara. Sempre a noite eles se encontravam as escondidas e se amavam como loucos, porém mal percebiam a distancias dos seus mundos. Ela uma humana e ele um vampiro temido, assim como poderiam ter uma vida?. Em uma das noites dos seus encontros as escondidas, mãe de Elizabeth viu os dois se beijando e quase morre


de um ataque sofrido devido aquele fato, mas apenas desmaiou e ele se foi, deixando-a sã e salva. No dia seguinte a mãe de Elizabeth lhe impediu de seguir com aquela loucura e proibiu a filha de se encontrar com o conde, seu pai ao contrario já planejava a morte dele a fim de salvar sua filha, porém ela descobrira tudo antes, e se encontrou com ele pra avisar-lhe sobre o perigo que corria. Ele por sua vez, vendo o que iria perder a amada, disse : - Viva eternamente comigo Elizabeth, venha comigo. Ela ficara confusa com a sua proposta,mudaria a sua vida completamente e agora o que ela faria? Deixaria sua família e humanidade? Ou seguiria em frente em busca do seu verdeiro amor? . Na noite do crepúsculo mais intenso, quando nada se avistava no céu, conde viera buscar sua amada para a eternidade, porém, antes que ele pudesse levá-la, seu pai o aprisionou e o deixou preso no porão da antiga casa. Preso e quase morrendo, ele viu seu legado de seculos perdido por um amor e antes que seu pai o matasse, Elizabeth apareceu no porão e o salvou dando seu próprio sangue. Ela disse ao final: - Quero estar ao teu lado na vida após a vida, estar contigo por toda a eternidade pois tu salvaste minha vida e agora salvarei a tua. Após isso ela soltara conde e eles rumaram ao vale sombrio onde só as criaturas mais obscuras e tenebrosas habitavam. Elizabeth se tornada então a Condessa, a vampira mais temida de todas. Ela trocava os cabelos negros por ruivos e as roupas outrora panos leves e bancos estavam agora, roupas negras e de couro. Assim dominavam o mundo, vagando por ai, fazendo vitimas, se alimentando e espalhando a morte e o caos. O amor os levou a união eterna e mudou a vida desses dois seres.

Acontecimentos. Gabriela DUTRA


Ela sempre fora meio diferente. Cresceu envolta de amor, de carinho. Porém, a intensidade desses sentimentos mudou. Quando tinha 10 anos perdeu a presença contínua de um membro importantíssimo de sua família. Esse acontecimento marcou muito sua vida. Com isso, ela passou por momentos tristes e de saudade, que lhe restou um coração quebrado. Mas, ao mesmo tempo, ela aprendeu muito, amadureceu e de certa forma, acabou tendo um ponto positivo nesse fato. A garota cresceu. E sempre percebendo que gostava do incomum, do não tão conhecido. Na verdade, ela gostava de se descobrir e descobrir coisas novas. Seu gosto musical não era parecido com o de suas amigas. Seu jeito de ver, pensar e entender as ‗coisas‘ da vida não era muito habitual. E acabava se sentindo meio excluída. Uma das coisas que ela sentia muita vontade de descobrir, era uma paixão. Com um tempo, o destino lhe aprontou de flechar seu coração ao de um amigo. Não se conteve, e foi logo o informando. Ele, por sua vez, ficou surpreso. E disse a apaixonada que queria tentar estar com ela. O fato é que ele nunca sentiu por ela, o que ela sentia por ele. E aquilo a machucava muito, lhe corroía até. Bom, a moça mais uma vez partiu seu pobre coração. Mais uma vez, ela perdeu um pedaço desse órgão que bate. Contudo, continua vivendo, aprendendo e buscando. À procura, sempre, de alguém que a faça sentir algo maior ou igual ao que sentiu pelo amigo. À busca de um amor maior, que junte os seus pedaços e a complete.

Amor de verdade Francisco Ivanilsom FIRMIANO GOMES Entre becos e ruas de uma cidade, numa casa simples mora Beatriz com seus pais Maria João e João Maria. Beatriz era uma menina que encantava todos com sua beleza e simpatia, ela estava namorando com o Benício, um rapaz rico que era obcecado por ela, que não via à hora de pedi-la em


casamento e viver com ela o resto de sua vida. Certo dia sua melhor amiga Daniela conversando com Beatriz lhe faz a seguinte pergunta: -Você realmente gosta do Benício? -Sinto uma coisa natural, normal, mas não é como eu senti pelo Heitor, com o Heitor eu me sentia muito feliz, sentia uma coisa diferente, se os meus pais gostassem dele poderiam até deixar eu o namorar. Disse Beatriz. Heitor era um rapaz inteligente, educado e tímido. Estudando na mesma sala Heitor e ela só ―ficaram‖ uma vez. Naquela época ele tinha muita vergonha de dizer o que ele realmente sentia por ela, isso dificultou o relacionamento dos dois. Além disso, outro obstáculo foi a mudança do Heitor da cidade onde viviam para a cidade vizinha. Uma semana após essa conversa com sua amiga, coincidentemente Heitor volta a morar naquela mesma cidade, o que levou Beatriz a desistir do relacionamento com Benício, já que não era bom. Os pais de Beatriz eram pobres e por esse motivo queria que a filha namorasse alguém rico, como se a felicidade e a paixão se restringisse apenas ao dinheiro e não ao amor, carinho... Além disso, os pais de Beatriz não gostaram do término do namoro entre ela e o Benício, e sabiam que ela iria procurar o Heitor para namorarem, mas que não iriam aceitar o relacionamento dos dois. Dois dias depois da chegada do Heitor, ele foi à casa da Beatriz para conversar com ela, ao chegar, bateram na porta várias vezes, Maria João é quem abre a porta e ele fala: - Dona Maria eu queria falar com a sua filha um instante se você permite. -Não! Minha filha não quer falar com ninguém ela está chorando porque terminou o namoro com o Benício. Ela está com muita vontade de voltar a namorar com ele. Disse Maria João


-Mas, eu só quero falar com ela. Disse Heitor. -Não, já falei que ela não quer falar com ninguém. Disse Maria João. -Mas pelo menos diga a ela que eu estive aqui. Disse Heitor. Maria João respondeu mentindo: - Eu falarei sim. Heitor foi embora e Beatriz de seu quarto ouviu Heitor falando com sua mãe, ela ficou muito feliz e perguntou a sua mãe que sua mãe quem estava falando com ela e sua mãe disse que era uma pessoa qualquer. Beatriz sabia que sua mãe havia mentido, mas não podia fazer nada. Heitor falava com Daniela para dar recados para a Beatriz e isso só aumentava o amor dos dois. Benício ainda não havia desistido de Beatriz e pagou bandidos para matarem uma pessoa qualquer daquela cidade e por a culpa no Heitor. Como as provas do crime estavam em sua casa ele acabou sendo condenado a dois anos de cadeia. A mãe da Beatriz adorou a notícia e logo ligou para o Benício como se ele não soubesse de nada. Beatriz ficou muito triste, mas de um jeito ou de outro ela achava que Benício era inocente. Daniela era a única prova a favor do Heitor ela tinha visto os bandidos matando a pessoa e também viu eles colocando a arma na casa do Heitor, enquanto isso Heitor estava na cadeia só pensando no dia em que eles ―ficaram‖. No dia seguinte Daniela foi à delegacia dar o depoimento e quando os bandidos foram chamados eles disseram que tinham sido mandados pelo Benício. Benício foi preso. Os pais da Beatriz começaram a aceitar o relacionamento dela com o Heitor e deixaram de preconceito com pobres. Eles começaram a namorar e estão namorando até hoje.


Noite no parque Erison Miller Era uma bela noite, o parque havia chegado à cidade e Jocivaldo, junto com seus amigos, foi para o mesmo em busca de diversão e de uma garota para ficar. Chegando lá deu logo de cara com uma linda morena que estava olhando para ele, depois de certo tempo de troca de olhares Jocivaldo resolveu ir falar com a bela morena, chegando perto dela foi logo puxando conversa e demonstrando suas intenções para com a mesma. -Oi gatinha, tudo bem? Perguntou Jocivaldo. -Tudo ótimo. A morena respondeu; -Eu sou o Jocivaldo, mas pode me chamar de valdinho. E você é? -Eu me chamo Joana. -Eu estou achando esse parque meio sem graça, fora daqui nos podemos nos divertir bem mais. O que você acha? -Claro! Respondeu Joana. Então depois de certo tempo conversando os dois saíram do parque e foram para o ―escurinho‖, lá Jocivaldo já cheio de excitação tirou sua calça, Joana tirou a sai que estava vestindo, depois a calcinha e Jocivaldo já ficou mais aliviado, pois viu que Joana não era João, foi ai que Jocivaldo tirou sua roupa e perguntou a Joana como era que ela mais gostava, então ela mostrou seu dedo a Jocivaldo e antes que ele fizesse qualquer movimento, antes mesmo dele ―começar o serviço‖ Joana ―tacou‖ seu dedo ,sem piedade alguma, em um lugar que não deveria de Jocivaldo, acabando assim rapidamente com todo seu tesão, após isso Jocivaldo deu um grito, vestiu-se rapidamente e foi embora quase que mancando.


No dia seguinte se encontrou com seus amigos que perguntaram se tinha ―rolado‖ alguma coisa, Jocivaldo disse então que tudo havia ocorrido perfeitamente e que a noite tinha sido ótima, mas o que tinha acontecido realmente no ―escurinho‖ Jocivaldo jamais iria revelar.

Algo parecido Maria Katia helena nº33 Kairo e Thiago estavam em uma festa e Kairo fala: _Vou ate o barzinho compra alguma coisa para beber, volto logo! _Eu vou ficar por aqui mesmo! Ao voltar do barzinho Kairo conhece uma menina chamada Raquel elem e logo começam a conversar. Thiago também conhece uma garota chamada Elem raquel,que ao vê-la sentiu seu coração bater mais forte,um sentimento que nem ele conseguia explicar. Depois da festa,Kairo e Thiago se encontram novamente e um deles fala pro outro; _ Tenho varias coisas para te contar,amigo você não vai acreditar,amanha irei ate a sua casa para lhe dizer! _Que coincidência também tenho! No dia seguinte,Thiago chega cedo,pois, estava curioso para saber o Kairo tinha feito na festa. Thiago começa a falar: _Ontem conheci uma menina linda,que estava na festa. _ Como assim ?


Muita calma vou te explicar a situação ,mas,você sabe que eu não sou e nunca fui de emoção,rolou algo diferente quando senti o perfume que ela usava fiquei ainda mais apaixonado. _ Eu quero que você conte todos os detalhes, mas antes de você contar vou dizer o que aconteceu comigo!Foi algo parecido,ela chegou pra mim perguntando o meu nome e logo me deu um beijo,ela tem os olhos azuis e é loira. Eu sorri pra ela e observei o seu sorriso encantador. _E depois o que você fez? _Thiago, você me conhece, eu não sou desses que mal conhece a garota e já pensa nisso! _Bom! Deixa eu dar continuidade: quando eu já saia da festa ela veio me pedir mais um beijo e de tanto encantamento por ela não tive a coragem de atender o pedido! _Isso no corredor? _Não,na saída da festa, aquele olho azul,aquele azul piscina me encantou totalmente,fiquei surpreso quando a vi e o que me encantou mais nela foi aquela tatuagem no pescoço. _ Tava escrito perdição? _Como você adivinhou? _Dentro de um coração? _Como assim quem te contou? _ não me leve a mal,mas acho que estamos falando da mesma mulher! _Para de falar besteira,você não tem jeito,a garota que estou falando não é a mesma que a sua! _Tem certeza? Ela te falou o nome?


_Me falou sim!com certeza era Raquel elem. _Pra mim Elem raquel. _não,não vamos brigar!vamos marcar um encontro num restaurante,pra ver o que ela ou elas vão dizer! Final da historia _Eles se encontraram e as garotas eram gêmeas! E todos ficaram felizes por saberem que a garota que eles falavam não era somente uma mas,sim gêmeas e formaram dois lindos pares!!! Larissa Henrique nº 26

Alicia era uma menina estruturada, que vivia dos estudos e da igreja. Poucas eram as horas que reservava para divertir-se, tomar um sorvete com os colegas e conversar bobagens. Ela tinha uma vida estável, uma família ao seu dispor, porém, sentia um vazio em seu coração, e por esse motivo não alcançava a plenitude de sua felicidade. A garota tinha certeza do que faltava para ser preenchida, no entanto, o conflito era tão complicado, que resolvia levar a vida empurrando seus dias com a barriga e esperar a alegria chegar espontaneamente. Essa complicação que Alicia fazia se devia ao fato de pela 10° vez ter perdido os últimos cacos de seu coração, isso por que era perdidamente apaixonada por Danilo, sua paixão de infância. Os dois tinham 3 anos de história, se envolveram aos 13 anos, mas o amor que sentiam um pelo outro havia começado desde o colegial. Namoraram, terminavam, reconciliavam-se e brigavam novamente, e assim era o ciclo amoroso do casal. Seus amigos não entendiam e até motivo de chacota já tinha tornado seu relacionamento. No entanto, por mais que existissem tamanhas dificuldades, a última coisa que perdiam dentro do coração era tudo que os unia. A linda menina tão feliz, agora era triste e desanimada, pois dias depois de seu último término com Danilo, descobriu que o mesmo estava de paquera com uma


novata do colégio. Então se revoltou, perdeu as estribeiras e as esperanças. Prometeu a si mesma que dessa vez não poria vírgula no conturbado relacionamento, mas, um ponto final. Os dias se passaram e tudo continuava igual, somente o que permanecia era o amor da menina por Danilo, mas ele parecia ter esquecido todo o amor que sentia por ela. Certa vez, uma amiga em comum dos dois, começou a questionar do novo amor de Danilo, a Samantha, esta que odiava com todas as suas forças Alicia, por ser uma forte rival que poderia tomar de volta seu namorado. Decidida a entender tanta confusão, Marina, a amiga citada acima, passou a ter uma amizade mais íntima com Danilo. Em suas conversas, logo percebeu que era impossível a paixão ter esfriado, teve a certeza que ambos ainda se desejavam, então, resolveu fazer o fogo reascender de vez, mandou uma mensagem para o celular do amigo, dizendo que ele tinha nas mãos uma coisa muito valiosa, mas, se ele não abrisse os olhos, acabaria perdendo o que poderia fazê-lo mais feliz. Ao receber o recado, Danilo, por um momento, ficou sem entender, teve dúvidas do que poderia se tratar, mas ficou interessado no conteúdo daquelas palavras. No dia seguinte, chegou cedo ao auditório da escola, e ficou esperando Marina, para que a mesma explicasse o que quis dizer na mensagem. Quando ela chegou, ele logo a chamou: – Marina! Quero falar com você. – Diga meu amigo. – Naquele recado que me enviou você se referia a Alicia? – Sim, eu me referia a ela. – Acha que ainda tenho chances com ela? – Pra que você quer saber? Ainda está de namoro com a Samantha. – Responda Marina, responda! – Não sei, mas no que isso lhe interessa?


– Sabe Marina, percebi que foi um erro me envolver com a Samantha, ela é uma menina incrível, mas não consigo enxergar nenhuma menina, como eu vejo a Alicia. Ela se destaca Deus a escolheu para ser uma flor em meio aos espinhos, ela é a mais linda de todas para mim, somos perfeitos um para o outro, ela sempre vai ser a meu bebê. – Nossa! Não imaginava que ela tivesse tanto significado para você. Mas quer um conselho? Resolva logo isso. Converse com a Alicia, esclareça a história, antes que seja tarde. – Obrigado pelo conselho, mas as coisas não são tão fáceis assim... Não posso falar agora com ela, me ajuda, por favor? Pode dizer um pouco da nossa conversa a ela? Marina, balançou a cabeça dizendo que sim,e logo foi até Alicia contar todo o desenrolar da conversa. Após ter dito tudo, era praticamente improvável que a garota não criasse esperanças, Mariana então, a pediu para ter calma e cautela, que esperasse as coisas acontecerem. Alicia concordou e agradeceu a amiga com um forte abraço. Vendo tudo de longe, Danilo alegrou-se, porém, não tinha uma tarefa fácil para resolver, ele teria agora que se livrar de Samantha, sem deixar que percebessem o envolvimento de sua antiga paixão na história. O rapaz esperou demais para agir, passou 1,2,3, até que se foi a 4° semana para ter uma definitiva conversa com a namorada. Como consequência de sua demora, Alicia já se encontrava extremamente chateada e aborrecida, mas isso não era pior, mal esperava ele que um de seus amigos,Jeferson, se adiantou, e foi relatar a Samantha tudo que estava acontecendo. Jeferson disse a Samantha, que Danilo nunca havia esquecido Alicia, que ele apenas estava se divertindo com ela e que na verdade nunca se interessou pelo relacionamento. Ouvindo isso, furiosa, Samantha foi atrás de Danilo, ao encontrá-lo, lhe falou gritando: – O que você pensa que eu sou? Quando ia me falar que ainda se interessava pela quadrúpede da Alicia?


– Calma Samantha, a Alicia não tem nada haver com os problemas do nosso relacionamento. Todos da escola olhavam para o casal, que brigava explicitamente na frente de todos. – Calma? Você ta me pedindo calma? Você é um salafrário! Acabou tudo! Nunca mais apareça na minha frente. Ouvindo isso, o rapaz virou-se e foi para sua sala, naquele momento ele se encontrava com uma mistura de sentimentos que não conseguia explicar. Mas estava feliz, por agora estar livre para reviver seu grande e sincero amor ao lado de Alicia. O dia se findou e Danilo foi para casa, não conseguia para de pensar em sua amada e não via a hora de contar-lhe que nunca a esqueceu, dessa forma, resolveu mandar-lhe uma mensagem, marcando um encontro no dia seguinte. Chegando a noite, do outro dia estava preocupado, por Alicia não ter respondido, mas mesmo assim foi ao lugar combinado. Ao chegar na praça, a primeira pessoa que avistou foi ela, sua tão esperada bebê, linda e delicada, o olhando profundamente. Ele foi até ela, a abraçou forte e disse: – Você não sabe o quanto esperei por esse momento! – Sabe que não sabia mesmo? Você demorou demais meu amor, não acreditava mais em nós, no nosso amor. – Não diga isso, nós nos amamos você é um grande sustentáculo em minha vida, nós vamos ficar juntos meu amor, tudo dará certo, quero que a vontade de Deus seja feita em nossas vidas, mas, não imagino o fim dessa história sem você. Acabando as palavras, tocou nos fios de seus cabelos, a olhou por alguns segundos, percebeu em seu olhar um marejado de lágrimas que ameaçavam descer, emocionado pelo tão esperado momento, a beijou apaixonadamente. Desde esse dia, permaneceram juntos, então puderam


acreditar que quando duas pessoas estão destinadas a viver juntas, elas sempre encontram o caminho de volta.

O chifre não dói mais Andressa NUNES Em uma cidadezinha de interior,chamada viçosa localizada no Ceará, morava um casal um tanto quanto malucos, a mulher valdizinha que não podia ver um moço bonito que logo se interessava e não media esforços e logo engraçava-se para eles. Já o homem que se chamava Romildo, cabra da peste que não podia nem sonhar que sua mulher andava se engraçando pro lados de outros homens, pois se ao menos sonhasse a mataria. Em uma tarde de domingo era um dia ensolarado e, Romildo saia para trabalhar e Valdizinha como sempre iria ficar a perambular. Era dia de festa na cidade e gente nova iria chegar, sem pensar duas vezes não perdeu tempo e logo foi se informar, até que a noticia chegou a seus ouvidos de que homem bonito iria aparecer na cidade para ela ver. Logo ficou animada, mal podia esperar a hora de vê-los e, para a felicidade dela eles já haviam chegado e entre eles um belo rapaz formoso chamado Rômulo, Valdizinha ficou logo interessada e nem esperou ele chegar direito e já foi se apresentar, eles conversaram e marcaram de se encontrar. Mas tarde na cidade, a festa já havia começado e Valdizinha chegou logo olhando para os lados. Mais tarde eles se encontraram e sem perder tempo já ficaram e se enrolaram, e quando ele soube que a mulher tinha marido logo se viu aperreado. Ela explicou para ele que o marido era velho e abestado e que iria entender, ele ficou despreocupado e com ela voltou a se entender. A festa havia acabado todos foram para suas casas. No dia seguinte, Romildo volta do trabalho e sem saber de nada a beija despreocupado, eles batem um papo e ela mente descaradamente, disse que não havia saído na noite anterior e ele bobo apaixonado pela mulher


acreditou. Chegando cansado da viagem tomou seu banho e saiu de casa para tomar uma cervejinha com os amigos no bar da cidade, no bar seu amigo contou que na festa Valdizinha estava e com Rômulo agarrada. Ele ficou louco e desorientado e não acreditou, saiu descontrolado para casa o abestado. Chegando a casa, não acreditou no que seus olhos estavam vendo, viu um homem alto e moreno com sua mulher, e disse que iria fazer dela um remendo. E na hora que sua mão levantou seu coração ―papocou‖ e duro no chão ficou.

O objeto desconhecido Autor desconhecido Uma noite normal na cidade, quando diversos moradores em várias partes avistaram estranhas luzes no céu, um casal estava em uma praça avistou o fenômeno e observaram por aproximadamente 40 minutos as luzes que mudavam de cor no céu e se movimentavam de maneira estranha. Vários outros moradores da quela cidade, que se chamava São José dos Campos também viram as luzes. Dois dias depois … Anne e Lucas, viajavam tranquilamente em uma estrada quando avistaram novamente um objeto desconhecido, mas o mesmo se escondeu atrás da montanha, o casal continuaram dirigindo quando foram tomados abruptamente por uma força estranha, que descia pelos ombros e chegava na nuca, proporcionado um mal estar repentino, quando a garota pedia para seu namorado parar o carro, ele ia parar quando olhou no espelho e viu luzes verdes e vermelhas atrás do carro, e resolveu esperar um lugar movimentado para se estabelecer, estranhamente andou por mais meia hora e não avistaram algum lugar sequer ou qualquer outro veiculo na estada.


Durante todo tempo sentiram estranhas sensações, em alguns momentos o motorista dizia que o carro não respondia aos comandos. Finalmente avistaram um posto de gasolina onde pararam e mesmo assim ainda continuaram sentindo algo estranho por algum tempo, eles não foram submetidos a hipnose com medo de descobrir o que realmente aconteceu naquela noite. Depois do acontecimento Anne e seu namorado Lucas ficaram apavorados por ter presenciado aquilo. Mas após algum tempo um amigo do casal já tinha lido acontecimentos sobre esses casos de abduções e chegou a conclusão que se Lucas tivesse parado aquele carro poderia ter sido abduzido... ou na verdade não ter certeza do que se passou, pois não descarta a hipótese de ter sofrido alguma perda de memória comum nos casos de pessoas abduzidas. Assim, os dois ficaram muito assustado com o que tinha lhes acontecido, porque era algo paranormal, coisas de outro planeta, no entanto, eles não saíram mais à com medo de se ''bater'' com o objeto.

O primeiro beijo. Sarah Talya Moreira Carvalho N°: 41 Os dois mais murmuravam que conversavam: havia pouco que iniciaram o namoro e os dois andavam tontos, era o amor. Amor com o que vem junto: ciúme. - Está bem, acredito que sou a sua primeira namorada, fico feliz com isso. Mas me diga a verdade, só a verdade: você nunca beijou uma mulher antes de me beijar? Ele foi simples: - Sim, já beijei antes uma mulher. - Quem era ela? - perguntou com dor.


Ele tentou contar toscamente, não sabia como dizer. O ônibus da excursão subia lentamente a serra. Ele, um dos garotos no meio da garotada em algazarra, deixava a brisa fresca bater no rosto e entrar pelos cabelos com dedos longos, finos e sem peso. Ficar às vezes quieto, sem quase pensar, e apenas sentir era muito bom. A concentração no sentir era difícil no meio da bagunça dos amigos. E mesmo com bastante sede, ele queria mesmo era brincar com a turma, falar bem alto, mais alto que o barulho do motor, rir, gritar, pensar, sentir, puxa vida! como deixava a garganta seca. E nem sombra de água, nem se quer uma gota d'gua. O jeito era juntar saliva, e foi o que fez. Depois de reunida na boca ele engulia lentamente, outra vez e mais outra. Era morna, porém, a saliva, e não tirava a sede. Uma sede enorme maior do que ele próprio, que lhe tomava agora o corpo todo. A brisa fina, antes tão boa, agora ao sol do meio-dia tornou-se quente e árida e ao penetrar pelo nariz secava ainda mais a pouca saliva que pacientemente juntava para amenizar sua sede. E se fechasse as narinas e respirasse um pouco menos daquele vento de deserto? Tentou por instantes mas logo sentiu-se sufocado. O jeito era mesmo esperar, esperar. Talvez minutos apenas, talvez horas, enquanto sua sede era de anos. Não sabia como e por que mas agora se sentia mais perto da água, pressentia mais próxima, e seus olhos pulavam para fora da janela procurando a estrada, penetrando entre os arbustos e farejando. O instinto animal dentro dele não estava errado, pois, na curva inesperada


da estrada, entre arbustos estava... Uma pequena fonte de onde surgia a água sonhada. O ônibus parou, todos estavam com sede mas ele conseguiu ser o primeiro a chegar a fonte de pedra, antes de todos. De olhos fechados entreabriu os lábios e colou ferozmente ao orifício de onde jorrava a água. O primeiro gole fresco desceu, escorrendo pelo peito até a barriga. Era a vida voltando, e com esta encharcou todo o seu interior arenoso até ―matar‖ sua sede. Agora podia abrir os olhos. Abriu e viu bem junto de sua cara dois olhos de estátua fitando e viu que era a estátua de uma mulher e que era da boca da mulher que saía a água. Lembrou de que realmente ao primeiro gole sentira nos lábios um contato gélido, mais frio do que a água. E soube então que havia colado sua boca na boca da estátua da mulher de pedra. A vida havia jorrado dessa boca, de uma boca para outra. Intuitivamente, confuso na sua inocência, sentia intrigado: mas não é de uma mulher que sai o líquido vivificador, o líquido germinador da vida... Olhou a estátua nua. Ele a havia beijado. Sofreu um tremor que não se via por fora e que se iniciou bem dentro dele e tomou-lhe o corpo todo estourando pelo rosto em brasa viva. Deu um passo para trás ou para frente, nem sabia mais o que fazia. Perturbado, percebeu que uma parte de seu corpo, sempre antes relaxada, estava agora com uma tensão agressiva, e isso nunca tinha acontecido. Estava de pé, sozinho no meio dos outros, de coração batendo fundo, espaçado, sentindo o mundo se transformar. A vida era inteiramente


nova, era outra, descoberta com sobressalto. Perplexo, num equilíbrio frágil. Até que, vinda da profundeza de seu ser, jorrou de uma fonte oculta nele a verdade. Que logo o encheu de susto e logo também de um orgulho antes jamais sentido: ele... Ele se tornou homem.

O sonho de ser criança. Mônica Ferreira Mota. Nara era uma criança de apenas 6 anos quando sofrera uma grave violência, desde então não conseguira superar, vivia sozinha, triste, confusa sem saber o que havia acontecido. Seus pais eram ausentes em seu mundo infantil, não percebiam a revolução que estava acontecendo com sua pequena filha. O tempo foi passando e a menina ia crescendo insegura, distante da realidade, sozinha. Mas com o tempo ela conseguiu entender o que realmente havia ocorrido, seu chão desabou, pobre menina! Uma espada penetrou seu ser de maneira inexplicável, fazendo com que ela se sentisse o pior ser humano, se sentia suja, culpada, um ódio exacerbado invadia sua mente de um jeito incontrolável. Porém, em menos de segundos uma onda de dor, melancolia dominava-a. O tempo passava, mas com ele a dor só aumentava, aquelas imagens que passavam por seus olhos como se fosse um filme de terror não permitia que houvesse um esquecimento daquele momento trágico. Uma infância destruída, essa era a realidade. E a pergunta que não queria calar; por que? Bom, não se sabe, o certo é que aconteceu de maneira precoce, injusta, covarde e que deixou danos para uma vida


inteira. A criança que já não é mais criança passou de 6 para 15 anos. Quanto tempo se passou e mesmo assim ela lembra de tudo como se fosse ontem, cada detalhe, tudo. As vezes finge que nada aconteceu que foi apenas um pesadelo e que logo vai passar. A culpa é um sentimento que a maltrata, ela se tornou uma adolescente insegura, que perdeu muito cedo a sensação de proteção por parte de seus pais, estes que nunca perceberam o problema de sua filha. Nara várias vezes pensou em desistir de viver e essa ideia ainda reina em seus pensamentos, quem sabe desta maneira tudo que lhe acontecera findar-se. Muitas vezes a jovem fica a imaginar como é ser criança, qual o sabor da infância, das brincadeiras, do descobrir de um universo único, a inocência que vive em cada criança e que foi lhe roubado, sem lhe dar chances de escolha de aceitar, de viver. O mundo simplesmente chegou, instalou-se e pronto. Tudo passa por um momento, mas quando volta, vem com tanto impacto que a jovem pensa não suportar. São tantas perguntas e nenhum resposta. Do futuro escrito por Nara existe uma psicóloga bem sucedida, uma técnica em direito eleitoral e civilizações. Mas há também um sonho que é visto como impossível, mas que Nara o alimenta como possível de ser realizado, o sonho de ser criança, de lembrar da época que tinha 6 anos e ao invés de chorar, sentir raiva ou rancor, ela possa sorrir e ter em mente lembranças positivas, inocentes de uma criança feliz. Talvez Nara nunca encontre a resposta de sua pergunta, o que aumenta o seu sofrimento. Mas o pior de tudo é saber que aconteceu e que nunca será mudado.

PARE E PENSE !!!


Gustavo Alves O homem por detrás do balcão, olhava a rua de forma distraída, enquanto uma garotinha se aproximava da loja, ela amassou o narizinho contra o vidro da vitrina. Os seus olhos da cor do céu, brilharam quando viu determinado objeto. Ela entrou na loja e pediu para ver o colar de cristal. - É para minha irmã. Você pode fazer um pacote bem bonito? O dono da loja olhou desconfiado para a garotinha e lhe perguntou: - Quanto dinheiro você tem? Sem hesitar, ela tirou do bolso da saia um lenço todo amarradinho e foi desfazendo os nós. Colocou-o sobre o balcão, e feliz disse: - Isto dá, ou não dá? (Eram apenas algumas moedas que ela exibia orgulhosa.) - Sabe, continuou, eu quero dar este presente para minha irmã mais velha. Desde que morreu nossa mãe, ela cuida da gente e não tem tempo para ela. Hoje é aniversário dela e tenho certeza que ela ficará feliz com o colar que é da cor dos olhos dela. O homem foi para o interior da loja. Colocou o colar em um estojo, embrulhou com um vistoso papel vermelho e fez um laço caprichado com uma fita verde.


- Tome! Disse para a garota. Leve com cuidado. Ela saiu feliz saltitando pela rua abaixo. Ainda não acabara o dia, quando uma linda jovem de cabelos loiros e maravilhosos olhos azuis adentrou a loja. Colocou sobre o balcão o já conhecido embrulho desfeito e indagou: - Este colar foi comprado aqui? - Sim senhora. - E quanto custou? - Ah! Falou o dono da loja. O preço de qualquer produto da minha loja é sempre um assunto confidencial entre o vendedor e o freguês. - A moça continuou: - Mas minha irmã somente tinha algumas moedas. E esse colar é verdadeiro, não é? Ela não teria dinheiro para pagar por ele. O homem tomou o estojo, refez o embrulho com extremo carinho, colocou a fita e o devolveu à jovem. - Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa pode pagar. Ela deu tudo que tinha! O silêncio encheu a pequena loja, e lágrimas rolaram pela face da jovem, enquanto suas mãos tomavam o embrulho. Ela retornava ao lar emocionada...


A verdadeira doação é dar-se por inteiro sem restrições. Gratidão de quem ama não coloca limites para os gestos de ternura. E a gratidão, é sempre a manifestação de Deus para com pessoas que tem riqueza de emoções e altruísmo. Seja sempre grato, mas não espere pelo reconhecimento de ninguém. Gratidão, assim como amor é também dever que não apenas aquece quem recebe, como reconforta quem oferece.

Uma surpresa inesperada. Ana Alice Abreu Firmiano 02 Em um dia de sol decidimos viajar por motivos de viagem seria agradável, pois tínhamos acabado de perder uma pessoa querida da família e estamos cansados de procurar, então seria um dia agradável e perfeito é claro! Já com as malas arrumadas Ana está feliz em saber que essa viagem jamais sereia esquecida em sua vida. Está um dia lindo, não é mesmo mãe? Comenta Ana. Sim está; Vamos chame seu pai, a Aninha e a Adriele. Manda mãe de Ana. Vamos pessoal hoje é dia de muita diversão! Alegra a mãe de Ana. Vamos viajar para Londres o melhor lugar do mundo para se relaxar. Chegando lá Ana se encontra com Londres e seu dia já começa bem, a família vai ao hotel, Ana se troca e logo vai a procura de aventuras, ao chegar em uma rua estreita, sente-se solitária e mesmo sabendo que la


teria que se divertir, ela se sentiria mal em não ajudar aquela velhinha e logo pergunta: O que estais sentindo minha senhora? Estou com fome! Vamos até ao hotel que estou hospedada e lhe ajudarei. A velhinha agradece e logo elogia Ana. Obrigado, você é uma menina boa. De nada; A senhora não tem filhos? Sim tenho, acontece que estava viajando e ao longo da viagem fiquei sem nada, me roubaram tudo. Tadinha. E qual é o seu nome? Meu nome é Rita. Nossa, que coincidência! Minha avó também se chama Rita e eu perdi ela e por isso nós da minha família estamos fazendo uma viagem hoje. Legal, que coincidência. Mais qual é o seu nome? Meu nome é Ana. Oh, o nome da minha neta é Ana, creio eu s não estiver errada que você é minha neta. Então vamos contar para os outros, eles devem conhecer você. Ana e a senhora sai correndo para encontra a família e para que os pais de Ana faça um reconhecimento da senhora, e principalmente para ver a reação de todos. Mãe eu acho que encontrei a Vovó! Não acredito filha! Mãe eu pensei que eu havia perdido a senhora para sempre, mãe eu te amo. Toda a família esta muito feliz, foi uma surpresa inesperada, Ana tem um coração tão bom que parou sua rota para ajudar aquela velhinha que nem passava por sua cabeça que era sua avó.

Dandara Maria


Oi, meu nome é Dandara e eu vou contar um pouco sobre o meu dia. Bem, acordei ás 6:00 da manhã super animada pra ir a escola (mentira, eu não estava animada), era mais uma dolorosa segunda-feira, então... -Oh meu Deus, porque esta sexta-feira demora tanto a chegar?! -Dandara, você vai se atrasar filha, é melhor parar de reclamar e se apressar! -Ta bom mãe, já estou indo preparar o meu café! Peguei o pão, deixei os ovos fritando e fui fazer o suco. Tudo teria dado certo se não fosse a minha péssima habilidade para preparar sucos. Incrivelmente, eu consegui me sujar inteira ao colocar a laranja na maquina que prepara sucos (cuja eu nunca soube o nome). Minha farda ficou completamente ensopada de suco de laranja e o relógio já marcava 06:30, entrei em um pequeno desespero pois o ônibus da escola já estava na porta da minha casa, mas confiei que minha mãe pudesse me levar ao colégio e mandei o ônibus ir embora, infelizmente eu estava enganada... -Mãaaaae, eu perdi o ônibus! (na hora, tentei ao máximo fazer uma carinha triste). -Vish filha, você vai ter que ir atrás de pegar outro ônibus! Seu pai já saiu e sua irmã está doente, não vaidar pra ir te deixar!

Então, eu só peguei um casaco e sai correndo feito uma louca até a parada de ônibus mais


próxima! Eu estava feliz pensando que não tinha como mais nada dar errado, mas me enganei novamente. Quando estava próxima a parada, um motorista muito mal educado passou rapidamente por mim e por uma poça de lama que estava ao meu lado. Resultado, eu fiquei toda suja de lama. Nessa horaeu fiquei completamente indignada e comecei a xingar a mãe dele. Logo após o meu desabafo público, eu ergui a cabeça e vi que chegar a escola naquele dia, já era uma questão de honra pra mim. Consegui chegar até a parada, com um pouco de vergonha na cara á menos, mas cheguei e finalmente peguei um ônibus. Naquela alturado dia já sabia que iria chegar muito atrasada á escola, porém isso já não me importava, contanto que eu chegasse. O ônibus que eu peguei estava lotado e pra completar tinha uma cara peidando ao meu lado, alguns minutos se passaram e eu finalmente percebi que havia pegado o ônibus errado, e parado no outro lado da cidade. Eu comecei a gritar pro motorista parar e sai correndo de dentro do ônibus. Graças a Deus que um outro ônibus que passaria perto minha escola logo apareceu, ele estava até menos lotado e parecia que finalmente as coisa iriam dar certo, mas...

-EU NÃO ACREDITO! Como é que eu esqueço do trabalho mais importante do ano, em casa?! (nesse instante, escorreu uma lágrima pelo meu rosto e eu não precisava mais me esforçar pra fazer uma carinha triste).

Mais uma vez, eu sai correndo de um ônibus e fui até a parada pegar outro ônibus (estava ficando especialista nisso), dessa vez voltando pra casa. Chegando em casa, me deparei com minha mochila joga dano chão e com o meu trabalho na boca daquele cachorro infeliz. Só em sonho o meu professor iria acreditar que o cachorro comeu o trabalho. Então achei que se eu


levasse os restos do trabalho e apelasse pro lado bom do meu professor, ele iria me compreender e aceitar receber o trabalho só depois. Aí sai correndo novamente (acho que emagreci uns 2kg,de tanto correr nesse dia), só que d essa vez fui até uma praça que ficava próxima a minha casa, na esperança de pegar um táxi, assim chegaria mais rápido a escola. Porém...

-PAERDEU MINA, PERDEU! PASSA O CELULAR E A GRANA,BORA!-Moço, por favor, num faz isso comigo não! Eu tô exausta, peidada e fedendo a laranja azeda misturada com lama moço, por favor, eu preciso desse dinheiro pra chegar na escola! Juro que se fosse em outra circunstância eu ajudava o senhor! (nesse momento, eu estava me desmanchando em lágrimas).

Então, apareceu o cara mais lindo que eu já tinha visto na vida, que em um ato heroico me salvou do bandido, o imobilizando até a polícia chegar! O nome dele era Matheus, que logo após, se ofereceu gentilmente para me levar até a escola. Eu quase não acreditei no que estava acontecendo, o dia havia sido tão diferente (pra não dizer outra coisa), e no final tudo valeu a pena porque eu conheci o meu amor! Talvez você esteja se perguntando sobre o que aconteceu quando cheguei na escola, bem, o professor não acreditou muito na minha história, mas acabou concordando que eu me entregasse o trabalho outro dia... E o Matheus, acabou se tornando o meu marido! Acho que me esqueci de comentar que esse dia maravilhoso, aconteceu há 6 anos atrás! Ha há Mas é isso aí, desde esse dia eu aprendi que as vezes quando tudo parece dar errado é porque tem algo grandioso nos esperando!


A procura de um caminho Daiany Dântara nº10 Em uma cidadezinha chamada Grynffindor havia duas menininhas gemias Hermione Jean Granger e Carynyny Molly Granger, seus pais sempre procuravam dar e garantir o melhor desde que nasceram. Elas sempre receberam muito amor, carinho e tudo que uns pais apaixonados por suas filhas pudessem oferecera-las. Michelle Granger Frairley mãe das meninas estava conversando com Arthur Wood Granger sobre o fato de fazer uma enorme festa na comemoração do décimo quinto aniversário das filhas. Eles decidiram tudo detalhe por detalhe, mais logo depois do décimo terceiro aniversario quando eles saiam para acampar, eles sofreram um acidente que ocasionou a morte de Michelle Granger. Com o acontecimento as duas meninas e o pai ficaram muito tempo abalado, todos os dias choravam pela sua morte n admitiam isto ter ocorrido e o Sr. Granger sempre que lembrava do dia do acidente colocava toda a culpa dela ter morrido em cima dele pois ele estava dirigindo e foi só por segundos que olhares para traz que fez com que perdesse o controle do veiculo e tudo acontecesse. Quando se faltava um mês para o décimo quinto aniversario de Hermione e Carynyny, Arthur se lembrou de sua conversa com sua mulher e lembrou que o que mais Michelle queria era uma festa grande para suas adoráveis filhas. Arthur já estava doente pela perda de sua amada n sabia como fazer. Com a ajuda de muitos amigos conseguiu organizar tudo para o tão esperado dia. Elas nem imaginavam a surpresa, pois pensavam que o pai andava muito triste ainda e n se lembraria de que seria o aniversario de 15 anos.


Alguns dias depois... O dia mais esperado chegou e o quanto menos esperava a festa já havia começado a comemoração durou o dia enterro só que a noite enquanto todos curtiam a festa Hermione encontra seu pai orando e pedindo obrigado pela força que lhes deram para conseguir montar tudo da forma como sua mulher pensou, ficou lindo tudo perfeito, dai sua filha chegou e sentou perto do pai e começou a orar também e a agradecer alguns minutos depois quando o Arthur abriu os olhos todos os convidados estavam orando juntos pela sua esposa, ai só ai, Arthur se sentil novamente a pessoa mais feliz do mundo

A beata Lucivania Saldanha Como sempre saindo de casa. Marta mais uma vez se prepara para frequentar o lugar que lhe dá mais prazer. Saia longa, véu no rosto, face esbranquiçada, Marta é uma mulher sem vaidades. Na cidade de Pombal era conhecida por todos de modo respeitoso, mas nada sabiam sobre seu passado, isso ainda era um mistério desde que chegara por aqui. Tudo o que sabemos é que se trata de uma mulher virtuosa e dedicada aos afazeres cristãos. Imaginávamos que sua vida atrás não seria diferente. Chegada a hora de ir a missa, Marta se apressa. Não gosta de atrasar-se. O Padre Sebastião tinha pela senhora grande carinho, afinal de


todas as mulheres da cidade, ela era a mais benevolente para com a paróquia. Cantava salmos de forma encantadora, e tantas vezes os fiéis a comparavam com um anjo sem maldade. Não demora e chega a Pombal uma pessoa misteriosa que afirma ser tia materna da moça. No entanto, é espantoso os modos com que se comporta nos lugares aonde chega. A suposta tia usa roupas marcantes e tem gestos extravagantes que em nada se assemelha a sobrinha que aqui se encontrava. Era o bastante para que todos passassem a desconfiar da tal senhora. Foi inevitável, Marta agora carregava consigo a expressão de alguém preocupado, não se sabe por que, mas desconfiamos a quem se deva essa mudança de comportamento. Aos poucos a historia tomava um enredo diferente. Aquela a quem respeitavam profundamente virava alvo de comentários e inquietude entre os moradores dali. Bastou um só desentendimento para que a recém-chegada pusesse a prova toda à reputação adquirida durante anos. Em poucos dias toda a cidade estaria a par do grande segredo: Marta seria uma mãe de uma prole de nove filhos, frutos de sua vida tumultuada com vários homens, e que vendera um a um para famílias ricas, em seguida mudou-se para Pombal por não suportar a represália dos familiares que não aceitavam o ato da mulher. Marta só não contava que Madame Sofia viesse aqui lhe encontrar e expor toda a sua historia. Era o fim de uma imagem de luz. Ninguém jamais desconfiou de tamanho desamor. Quem acreditaria agora numa versão da historia de que haveria se arrependido e que vivia todos os dias tentando se perdoar pelo que fizera?


Marta poderia ter criando-os, mas se via desnorteada e sem perspectivas, não teria uma vida boa a oferecer. Foi o meio mais confortável que encontrara.

Amor por Mateus Antônia Camila Castro da Silva

Certo dia uma menina de nome Isabella com apenas 14 anos de idade conheceu um lindo garoto e ela nem imaginava que Mateus um menino alto e com 17 anos de idade, pois bem aquele jovem é seu primo. A garota de muito esperta logo se aproximou daquele que seria seu amor platônico por muito tempo. Tudo aconteceu de repente sem nem um dos dois esperar. Em uma linda noite Mateus abordou Isabella e com delicadeza a chamou para conversa, então Isabella aceitou o convite do jovem, e dois passaram horas e horas conversado, Mateus com o seu jeito romântico fez com

que

Isabella

gostasse

dele,

entretanto

eles

ficaram,

e

logo

desencadearam um relacionamento. O romance estava no ar, ás invejas também porém os mesma não ligaram, e dai em diante era só amor. Mateus com seu jeito romântico se declarou para Isabella cantando uma linda musica gospel, o local onde eles estavam era um lugar que ate hoje esta marcada na mente de cada um dos dois. O tempo nem a distancia separam os dois, depois de muito tempo passado eles continuaram juntos e estão felizes com a união para todo sempre.

Sâmya Dias Acacio.


Dia 15 de maio de 2015, era um dia especial para a pequena Sunny, naquele dia ele completa seus 12 anos de idade. E como todo aniversario dela, que sempre espera ansiosamente por aquele dia, lhe guardaria muitas surpresas. Sunny acordará cedo para ir à escola, muito animada, se arrumou pegou suas coisas e desceu as escadas e foi para a cozinha, onde encontrou seus pais já na mesa a sua espera para tomarem o café da manha juntos como faziam todas as manhas. Sua mãe lhe deu parabéns, um abraço e um beijo. Seu pai a pegara no colo lhe deu um beijo desajeitado, e entortou os óculos que sempre usava. Sua filha rindo desceu do colo do pai e foi pra cadeira do lado dele. Algum tempo depois o ônibus escolar buzinou na frente da casa grande e verde. Sunny correu para a porta do frente mais antes de sair disse entusiasmada: - Mãe, você vai fazer minha festa, não e? Sua mãe responde: -clara filha. -e vai ter bolo, não e? -não poderia faltar. A menina correu pra o ônibus, assim que entrou seus amigos todos começaram a cantar-lhe os parabéns. Logo Eric seu melhor amigo a chamou para sentar do lado dele e de Kristal também sua melhor amiga. Os pais de Sunny tinham pagado uma viajem para o zoológico, com toda a sala. Pelo jeito todos se divertiram com aquilo,

depois do zoo todos

foram para a sorveteria. A família de Sunny era nobre na cidade e bem conhecida. Seu pai era empresário e sua mãe ex-cantora e atual advogada. No final do dia, já dentro do ônibus, todos os colegas de Sunny cantaram novamente parabéns para a garota e se despediram. O ônibus escola parou a frente da casa dele e esperou a menina descer então foi embora.


Sunny abriu a porta e entrou na casa, chamou pela sua mãe, mas ninguém respondeu, chamou também pelo pai, mas também não houve resposta. Ela foi entrando jogou a mochila em cima do sofá percebeu que estava tudo escuro, começou a achar que seus pais estavam lhe preparando uma surpresa. Sun foi entrando e chegou a uma pequena sala que tinha antes da sala de jantar. Perto da porta da sala de jantar, ela viu caída no chão uma faixa que dizia SUNNY HAPPY B-DAY, com letras grandes e coloridas, perto da faixa ela também viu uma cacheira caída e a porta de passagem estava fechada e estava cada vez mais escuro dentro da casa. A menina gritou mais uma vez: - Mãe, Mamãe. Papai! Mas ainda não teve resposta. Sunny tentou abrir a porta para a sala de sala de estar, porém estava sendo bloqueada por algo pesado, ela, pois mais um pouco de força e conseguiu empurrar a porta. Não conseguia enxergar nada, estava muito escuro lá dentro. Mesmo assim ela entrou, chutou alguma coisa quando passou pela a porta, ficou parada por alguns segundos e sentiu algo quente pegar em seu ombro. Então aconteceu bem rápido, Sunny foi empurrada fortemente, a porta bateu e a luz acendeu, ela cairá no chão com estrando ficou um pouco zonza. Mais então ela ouviu uma risada digamos um pouco sinistra. Mas também era leve e feminina. Ela se virou e olhou ao redor, perto da porta via o corpo de seu pai, já sem vida e sengue espalhado por toda a sala e coisas quebradas. Olhou para cima e viu a garota da risada, a garota era linda e flutuava acima do corpo de seu pai, e tinha a mãe da Sun no braço, ela viu que sua mãe respirava. Gaia falou: - Lhe deixarei viver, porque já me diverti o bastante por hoje. Porém quando acabou de dizer, fez um movimento rápido e Sunny viu a cabeça de sua mãe cair de seu lado. A menina que esteve em choque até agora, percebeu que Gaia havia sumido.


Anos depois daquilo se passar, Sunny tinha virado uma agente caçadora dos policiais, como eram conhecidas aquelas ―coisas‖ sobrenaturais que haviam matado seus pais. Com mais um pouco de tempo depois ela teve a decepção de descobrir que sua verdadeira família era aquela que tinha feito todo aquele mal. Gaia era sua mãe.

Vida Curta. Tatiane Oliveira Santos.

Tudo começou em um dia normal como todos os outros, porém não era assim para Gabriela. Ela estava alegre, pois era seu primeiro dia na escola nova, na qual não conhecia ninguém e não havia nenhuma amiga na cidade, por motivos de ela ter acabado de se mudar para a cidade acompanhada de sua família. Então o despertador toca ela acorda as presas e começa a se arrumar para ir ao colégio novo, toma café da manhã e dá um beijo na mãe e chama o pai: - Vamos pai, senão vou chegar atrasada! - Calma Gabriela! Ainda faltam 30 minutos. Então os dois entram no carro, dá um tchau para sua mãe e em poucos minutos ela chega ao seu destino. - Tchau pai! O senhor vem me buscar mais tarde? - Sim, minha filha! A menina entra no colégio que ao decorrer das aulas conhece Isabeli e se tornam amigas e no final do dia Gabi sente uma dor na cabeça e


Isabeli leva a amiga para a enfermaria e quando chega lá a enfermeira pergunta: - O que você esta sentindo? - Dor na cabeça. - Acontece com frequência? - Sim - Você já pediu ao seu pai para leva-la para o hospital? - Não. A enfermeira liga para o pai de Gabi e diz a ele que a filha esta com dores na cabeça e que deveria ir busca-la para leva-la ao hospital, o mesmo logo chega à escola acompanhada da mãe de Gabriele e preocupados levam a garota ao hospital. A menina fica uma semana internada, depois de muitos exames foi diagnosticado que Gabriele está com câncer. O medico indica a mãe de Gabi um especialista nessa doença para ajudar na recuperação da garota, a vida da família vira de ponta a cabeça depois do acontecido e da noticia que receberam. A menina feliz não era mais a mesma, o cabelo em apenas dois meses começa a cair, os pais da garota acompanha o tratamento da filha, cada vez que o tempo se passa a doença da filha se agrava. Então o medico diz a mãe: - Vamos ter que a submeter à menina a uma cirurgia. - Não existem alternativas? - Não, pois pode piorar. - Está certo. No dia da cirurgia Isabeli vai visitar a amiga e elas passam horas conversando, ate que o medico entra e diz que estava na hora da cirurgia.


Dois dias não se ver resultado, a mãe de Gabriele fica preocupada com a filha. O medico começou a preparar os pais para o pior. Um ano depois a doença estava no estagio final, mais apesar disso era aniversario de Gabi, ela teve uma grande festa no hospital. No dia seguinte, a tristeza era grande, Gabriele morreu silenciosamente, foi um dia de tristeza para todos, mais aquela adolescente alegre sempre estará viva nos corações daqueles que a amaram muito nesta vida e outras passadas.

Todo dia se repete. Ligia Rodrigues

Uma menina alta de olhos claros, cabelos encaracolados, ela tinha uma beleza diferente que encantava qualquer garoto. Sempre de bem com a vida, alegre, extrovertida e muito vaidosa. Por ser muito alegre, ninguém imaginava que ela fosse tão carente, em relação a tudo, família, amigos e garotos, ela sempre reclamava que nunca dava certo com algum garoto. Certo dia fez uma viagem com os amigos da escola, conheceram pessoas novas, nunca imaginou que ficasse tão amiga de um amigo de um menino como ela ficou, passaram meses e meses se conhecendo, um sabia de tudo da vida do outro, ficaram tão amigos que esse sentimento foi aumentando e se tornou algo maior, ninguém podia falar o nome dele, que ela já abriria um sorriso de orelha a orelha, até que um dia ele saiu de sua cidade e foi até á dela, só para visita-la, chegando lá ela ficou surpresa, eles conversaram e de tanto se falarem acabaram se beijando e ficaram pela primeira vez, todas as amigas

dela

dizia que

combinavam, e torciam para que tudo desse certo entre os dois.

eles


Uma vez no futuro Jaqueline Acácio

Pietro, era um garoto muito simpático, agradava a todos, principalmente sua namorada, que se chamava Beatriz. Os dois eram complicados, brigavam por besteiras, mas eram muito mais que apaixonados. Todos falavam que eram um casal lindo, como se formassem o encaixe perfeito, se

completavam

o

que

faltava

em

um,

o

outro

preenchia.

Porém, nem tudo na vida é um mar de rosas. Ele, certo dia, já irritado após uma briga feia com seus pais, encontrou Bia. Logo depois, os dois conversaram, mas o garoto a tratou muito mal, como se não fosse o mesmo namorado. Ela, não entendendo a situação, perguntou o porquê daquilo, já que pelo que lembrava nada tinha feito. No entanto, foi respondida com indiferença e ignorância. No dia seguinte, a situação se repetiu, e a namorada, não aguentando mais aquela angustia, resolveu terminar. Beatriz passou o dia chorando, mas foi o certo a fazer. Pietro, não aceitou o fim, disse que não tinha culpa, e que tudo o que passaram juntos, morreu pra ele. À noite surgi, e ele, inconformado, antes de dormir fez um pedido, no qual dizia que queria que tudo aquilo mudasse, que não voltasse mais que ver sua exe., e que tivesse uma nova vida. Ao acordar, percebeu que algo estava diferente, não viu mensagens de Bia em seu celular, muito menos ouvira sua mãe perguntar sobre o acontecido. O menino, distraído, pensava em tudo que já passou. Sentado em frete a janela de seu quarto, via aquelas novas pessoas passando, as novas casas, lojas. Tudo lhe parecia estranho, era como se não fosse o mesmo lugar, como se o mundo tivesse mudado, e o tempo passado. Logo se pôs a pensar sobre aquilo, a tentar entender o que aconteceu logo após que acordou. Antes,


um dia atrás nada estava assim. Por que tudo mudou? Anos se passaram assim, tão rápido? Nada lhe parecia provável, porém o garoto lembrou, que na noite anterior, antes de dormi fez um pedido. Não acreditando que o desejo se realizou, tentou ligar para Beatriz, mas o nome dela não se encontrava mais na lista de contatos do seu celular. Então resolver perguntar á seus amigos onde ela estava. Eles surpresos com a pergunta, falaram de forma obvia que ela já não morava na cidade a muito tempo. Ele sem entender, pediu uma explicação. Então eles o disseram que após do termino, Bia já não era a mesma garota alegre e sorridente de sempre, sofria muito com a falta dele, mas ele não ligava, pois pra ele, ela não ―existia‖ mais. E resolveu voltar pra sua cidade natal com seus pais, para tentar esquecer o que aconteceu. Pietro se pôs em desespero, queria o amor da sua vida de volta. Não acreditava que por um simples momento de raiva, perdeu um dos bens mais importantes que tinha. Mas o que o deixou mais perplexo, foi que realmente, o tempo passou, que o futuro chegou. Futuro este, que agora era presente, e que nada poderia mais fazer para que o passado, tão desvalorizado quando o pedido foi feito, fosse mudado. Até pensou em ir atrás de Beatriz, porém nada seria útil, já que ela estava namorando outro garoto, e que ele estava fazendo – lhe muito feliz, e que provavelmente ela nem lembrasse mais dele, pois se passaram mais de um ano. Não tinha mais o que fazer, passou o dia chorando. As lagrimas desciam como nunca haviam sido motivadas a isso antes. O arrependimento surgiu inúmeras vezes durante o dia. Pensou que tudo poderia ser diferente, se tivesse valorizado o que tinha, se não tivesse agido da pior forma possível com ela. Foi dormi assim, com a consciência pesada.


No dia seguinte, ao acordar sentiu uma alivio muito grande, ao perceber que tudo aquilo foi apenas um sonho, que poderia ter seu amor de volta, que a vida lhe deu uma nova chance. Pietro, não perdeu tempo, foi na casa de Beatriz, com um belo buquê de flores, pediu desculpas por tudo que fez, disse que estava disposto a voltar a ser o mesmo de antes, e que a partir desse dia, tentaria ser o namorado perfeito. Falou que a amava muito, e que não saberia viver bem, sem ela, e que com Bia, poderia enfrentar qualquer coisa. Ela, encantada, aceitou o pedido, e voltaram a namorar. O destino, somos nós mesmos que traçamos, basta uma escolha, um ato, e ele muda. Foi isto que o garoto pensou, e levou consigo do sonho que teve. Nada mais o deixaria tão mal, como perder alguém especial e importante na sua vida, pra isso começou a fazer as escolhas certas, e aproveitar mais que tudo, o agora.

Blindado. Maria Danyelli Barbosa Farias. Dhafinny uma menina morena de olhos castanhos com apenas 13 anos de idade estava caminhando pelo um parque que havia acabado de chegar à sua cidade pacata, quando ela decide parar em frente ao carrossel e é surpreendida pelo seu vizinho, um rapaz de 19 anos de idade alto de cor branca e olhos castanhos de nome Alberto, que chama a garota para uma conversa, e que ela aceita falar sem que nesta conversa haja segundas intenções, e ele confirma que o papo deles não irá acontecer isso, eles não chegam a conversar em outra ocasião ele pede o número do celular da menina e ela educadamente o sede seu número, mas ele acaba apagando de seu celular por um erro que dá na memoria do mesmo, antes mesmo de ele conseguir ligar para Dhafinny e assim eles acabaram ficando sem se falar por muito tempo.


Por ser a filha mais velha Dhafinny é muito querida na família da mesma. A garota em um dia de sol estava ajudando sua mãe a carregar umas coisas para dentro de sua casa quando Alberto seu vizinho aparece na calçada em que ele mora e Dhafinny chama-o para ajudar tanto a ela com a sua mãe, e ele atende ao pedido da garota que foi feito de forma bem carinhosa, a mãe da menina por experiência e por ver o clima que havia entre os dois comentou com sua filha depois que o rapaz se retirou que ele parecia querer namorar Dhafinny, a menina logo retruca e diz que é engano da mãe. Na noite do mesmo dia o rapaz consegue o número da moça e liga para ela, então surpresa com a ligação do moço ficou sem saber o que fazer e com vergonha de falar com o menino na frente da mãe e acabou desligando o celular na cara do rapaz, porém ele insistiu e conseguiu falar com ela e acabou pedindo-a em namoro ela aceita. Alberto tinha boas intenções então por educação pediu permissão tanto a mãe como também ao pai da menina para namorá-la, e os mesmos aceitam. Foram anos de namoro e romance entre eles, tantas invejas surgiram que em certo momento os dois acabaram sendo sufocados por todos e por mentiras inventadas para separa-los, porém o que havia entre eles era algo tão forte que nada e nem ninguém conseguia separa-los. Tempos depois os mesmo casaram-se e tiveram uma linda menina chamada Isabeli que para eles é a vida e o grande símbolo do amor existente entre os dois.

Lembrando-se de você. Francisca Nadiane Araújo França.

As cores estão se explodindo em nossos corações. A alegria era tão grande que ninguém poderia acabar. O dia estava lindo e cheios de mistério, as musicas soava em nossos ouvidos. A lua e o céu se encontraram

e

toda

essa

magia,

era

manipulada

pelos

nossos

sentimentos, e se você estava bem tudo estava. Sempre te levarei comigo no meu coração, sempre me lembrarei de você.


O Diário Roniele Paiva Viviam Lívia e Sara duas amigas inseparáveis que possuíam um diário, onde. Estava todos os seus segredos e representação de uma linda amizade. Mas ninguém podia ler ele, e sua chave ficava um dia com uma e outro dia com a outra. Certo dia Patrícia e suas amigas se juntam e resolvem roubar o diário das meninas. -Gente escute, queria tanto saber o que essas megeras escondem nesse diário bobo, que tal a gente descobri, disse Patrícia. -Gostei –Eu,

da

ideia,

quem

está

dentro?

disseram

todas.

–Então é o seguinte, Kelly você fica amiguinha da Sara e descobre onde está a chave do diário; Jane você distrai Lívia, a mais bestinha e eu pego o diário. Tá nos encontrou a tarde, concordaram as meninas. No mesmo dia à tarde. –Oi Sara como vai? Disse Kelly. –Bem obrigada, você está bem? Pergunta desconfiada Sara. -Estou sim, andei pensando, acho que vou me juntar a você e a Lívia, são boas pessoas e andam na moda. -E suas amigas? Aquelas traíras, não quero nem saber delas. -Tudo bem então. As duas ficam conversando durante horas. -Oi meninas, falam Jane e Lívia, chegando à biblioteca também. -Oi, vocês duas juntas? Espantada fala Sara. -Sim, percebi que eu e Lívia temos muitas coisas em comum. Diz Jane.


-Vamos

Lívia,

temos

que

fazer

aquele

trabalho

lembra?

- Tá, vamos. Saem às duas. No dia seguinte... –Vem que eu quero te mostrar meu novo celular, disse Jane. -Lembra-se do que conversamos ontem, cochicha Sara com Lívia. –Está bem. -Lívia,

sabe

aquele

seu

diário

bonito

que

tem

cadeado?

-Sei o que tem ele? -Você não quer me mostrar, só um pouquinho. Prometo que não falo pra ninguém.

–Está louca? A Sara me mataria, ainda, mas que esse é

o meu dia com a chave. A não! Esquece o que eu disse.

–Posso ver a

chave? -Não tenho que guarda-la. Jane percebendo que Lívia havia guardado o diário no armário pegou sua chave sem que ela percebesse, e após ela sair, pegou o diário e chamou suas amigas. Começaram a ler... -Nossa a Sara já foi apaixonada pelo seu namorado Patrícia e Lívia é pela aquele nerd, feio

a

disse Kelly. Todas riram bastante. Chega

Lívia e Sara... -O que vocês estão fazendo como nosso diário? Disse Sara furiosa. -Quer dizer que a megera já gostou do meu Vitor, hahaha ele nunca iria te querer. -Te avisei que as cobras estavam boazinha demais Jane. Arranca o diário das mãos de Patrícia.

Chega à professora. – O que está

acontecendo aqui? -Elas pegaram nosso diário sem permissão, disse Jane. -Isso é verdade meninas? E o silencio permanece. Como eu imaginava as três pedindo desculpas a Sara e a Lívia agora.


-Hão? Mas nunca, reclamou Patrícia. -Vamos, estou esperando. -Desculpa meninas, disse Kelly e Jane. -Foi mal, falou bem baixinho Patrícia. -O que? Não escutei, disse Sara. -Desculpa, desculpa, mas você nunca terá o Vitor. -Já chega! As duas para a sala e vocês três já pra diretoria. -Mas professora.

– Vamos logo Patrícia.

Lívia e Sara saem rindo. Amigas para sempre, disse Sara.

Contos Acadêmicos  

Trabalho de LP

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