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35 anos de paixão pelo cinema Já vai longe o tempo do Super-8, mas a paixão pela sétima arte continua a mesma. São 35 anos de Festival Guarnicê de Cinema, e o mesmo vigor dos primeiros anos é o que impulsiona frenéticos desbravadores que se lançam em projetos apaixonantes, em meio a uma parafernália de equipamentos, para dar vida a criações em películas. E se junho é tempo de Guarnicê de novo, a festa é nas ruas e na telona, pois esta edição é especial por acontecer em meio às comemorações dos 400 anos de fundação de São Luís, uma cidade cenográfica por vocação, com seu casario secular e personalidades que cantam e encantam. Cenário perfeito para muitas e muitas outras produções. Por isso, o Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura (Secma), se sente honrado em participar da história do Festival Guarnicê, sendo um parceiro sempre presente nesses 35 anos de trajetória, por entender que o evento é espaço de boas ideias e de incentivo à produção artística e cultural do Maranhão. Prova disso é que há três décadas estimula produtores e ajuda a formar amantes da sétima arte.

GOVERNO DO MARANHÃO


O Festival Guarnicê de Cinema celebra, este ano, sua 35ª edição. Só este dado serve para confirmar, de maneira clara e incontestável, a vitalidade e o espaço que ocupa entre os eventos consolidados no campo da produção cinematográfica do país. Realizado em São Luís do Maranhão, o Guarnicê começou reunindo um grupo de cineastas locais, que em pequenas mostras tinham oportunidade de exibir seus trabalhos. Hoje, a iniciativa daqueles pioneiros apresenta uma consistente lista de bons serviços prestados ao audiovisual brasileiro. Além de mostras competitivas de filmes e vídeos, e que servem como forte incentivo ao trabalho de gerações de novos criadores, o que acontece no Guarnicê cumpre com a missão de ampliar a formação de novas platéias. E tudo isso vem sendo feito ao longo de trinta e cinco anos, numa região distante dos grandes centros consumidores de arte e cultura do país, antecipandose, na prática, a políticas de descentralização. Também nesse importante aspecto, pela inovação e persistência, o Guarnicê tornou-se marco de referência entre os festivais realizados no país. A Petrobras vem desempenhando importante papel no apoio à produção audiovisual brasileira contemporânea. É também a maior patrocinadora das nossas artes e da nossa cultura. Sua motivação é clara: o compromisso central da maior empresa do Brasil é contribuir, de todas as formas, para o desenvolvimento do país. E um país que não apóia sua arte, que não se reconhece no trabalho de seus artistas, dificilmente será um país desenvolvido.

PETROBRAS


A atuação do Banco do Nordeste na área cultural está em sintonia com sua missão de proporcionar desenvolvimento à região e atende às diretrizes do Governo Federal. São inúmeras iniciativas que visam o fortalecimento da identidade do nordestino, reconhecendo o talento, preservando a história, incentivando boas práticas, por meio da valorização das expressões artísticas e culturais, a exemplo do Festival Guarnicê de Cinema. 2012 traz grandes comemorações. No ano que o Festival comemora seus 35 anos, a capital São Luís que sempre o acolheu de braços abertos festeja seu quarto centenário e, o Banco do Nordeste, parceiro do evento e da cidade, chega aos seus 60 anos de atuação. É com a responsabilidade de sempre que o Banco do Nordeste fortalece o seu compromisso social, com o estímulo à atuação na área cultural, de modo a garantir que a cultura seja percebida como um direito social básico e condição fundamental para o pleno exercício da democracia brasileira. O Banco do Nordeste sabe que uma das maiores riquezas de um país é a sua cultura e, por isso, faz questão de apoiar o setor cultural nordestino. Banco do Nordeste 2012. Há 60 anos, o desenvolvimento é o nosso forte.

BANCO DO NORDESTE


“Este tipo de evento é importante para o turismo da cidade, já que reúnem em São Luís, produtores e consumidores da Sétima Arte do Brasil e do exterior. É um público diferente. São eventos deste porte que estreitam as distâncias para quem deseja conhecer São Luís, num dos períodos mais festivos do ano, o mês de junho” Liviomar Macatrão, secretário municipal de Turismo de São Luís

SECRETÁRIA MUNICIPAL DE TURISMO


ANÚNCIO BNB


Tradição e Guarnicê A Vale patrocina o 35º Festival Guarnicê de Cinema, um dos mais antigos festivais do país, por acreditar na importância de incentivar a produção e a renovação da arte e da cultura.


CAPITAL AMERICANA DA CULTURA 2012


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Dia 10 /06

Dia 11 /06

Teatro da Cidade de São Luís

Teatro da Cidade de São Luís 08h30 - Mostra Guarnicezinho 10h00 - Mostra Maranhense de

Solenidade de Abertura 18h00 - Atração Folclórica: Tambor de Crioula Recepção Lúdica com o Grupo GAMAR 18h30 - Cerimônia de Abertura Banda “Infinity Jazz Band” e Wilson Zara

Curta Metragem 14h00 - Mostra Murilo Santos 15h00 - Mostra Maranhense de Curta Metragem

17h00 - Competitiva de Filmes

19h00 - Palavra dos Promotores,

Curta e Média Metragem 20h00 - Competitiva de Filmes Longa Metragem

Dia 14/06

Dia 15/06

Teatro da Cidade de São Luís 08h30 - Mostra Guarnicezinho 10h00 - Mostra Maranhense de

Teatro da Cidade de São Luís 08h30 - Mostra Guarnicezinho 10h00 - Mostra Maranhense de

14h00 - Mostra Murilo Santos 15h00 - Mostra Especial de Longa

14h00 - Mostra Murilo Santos 15h00 - Mostra Especial de Longa

Patrocinadores, Colaboradores Homenagens Oficiais aos Cineastas Maranhenses Euclides Moreira e Murilo Santos. 19h30 - Exibição do Filme Longa Metragem: “Raul O Inicio O Fim e o Meio”, do Diretor Walter Carvalho

Curta Metragem

Metragem: Sons da Esperança do Diretor Zelito Viana 17h00 - Competitiva de Filmes Curta e Média Metragem 20h00 - Competitiva de Fimes Longa Metragem

Curta Metragem

Metragem: Capitães de Areia da Diretora Cecília Amado 17h00 - Competitiva de Filmes Curta e Média Metragem 20h00 - Competitiva de Filmes Longa Metragem


Dia 12/06

Dia 13/06

Teatro da Cidade de São Luís 08h30 - Mostra Guarnicezinho 10h00 - Mostra Maranhense de

Teatro da Cidade de São Luís 08h30 - Mostra Guarnicezinho 10h00 - Mostra Maranhense de

17h00 - Competitiva de Filmes

17h00 - Competitiva de Filmes

Curta Metragem 14h00 - Mostra Murilo Santos 15h00 - Mostra Especial de Longa Metragem: “Flor de Abril” do Diretor Cícero Filho Curta e Média Metragem 20h00 - Competitiva de Filmes Longa Metragem

Dia 16/06 Teatro Arthur Azevedo

Solenidade de Encerramento 18h00 - Atração Folclórica: Tambor de Crioula e Recepção Lúdica com o Grupo GAMAR 18h30 - Palavra dos Promotores, Patrocinadores e Colaboradores 19h00 - Cerimônia de Encerramento: Premição Oficial Homenagem a Atriz Marília Pêra Espetáculo com o Grupo GAMAR

Curta Metragem 14h00 - Mostra Murilo Santos 15h00 - Mostra Especial de Longa Metragem: O Palhaço, do Diretor Selton Mello Curta e Média Metragem 20h00 - Competitiva de Filmes Longa Metragem


OFICINAS DIREÇÃO PARA CINEMA EMENTA DA OFICINA Discutir as funções de um diretor de cinema a partir da análise de filmes, ilustrar e analisar os diversos formatos, tais como ficção, docudrama e documentário. Orientar noções sobre roteiro, direção de ator, câmera, som, iluminação e montagem, sempre através de exemplos e exercícios práticos. Analisar o cinema nas novas mídias: Internet, WebTV, smartfones, etc. NÚMERO DE VAGAS 25 vagas CARGA HORÁRIA 16 horas (4 horas/dia em 4 dias)

JORGE BODANZKY

JORGE BODANZKY nasceu em São Paulo, Formado em cinema pela Escola de Design de Ulm, na Alemanha, iniciou sua carreira como fotógrafo, atuando em diversos órgãos da imprensa, entre

eles a revista Realidade e o Jornal da Tarde. Sua estréia como diretor de cinema e sua ligação com a Amazônia aconteceram na década de 70, com “Iracema - uma transa amazônica”, que denunciava a devastação da floresta e o modelo equivocado de ocupação. Este documentário ficcional, um dos filmes brasileiros mais premiados da década em festivais nacionais e internacionais, abriu caminho para uma sólida carreira, que inclui mais de 10 longa metragens e dezenas de documentários para as TVs brasileira, alemã, francesa e italiana, como diretor e produtor. Sua passagem para a Internet se deu a partir de um CDRom sobre a Amazônia, encomendado pelo Governo brasileiro para ser apresentado aos integrantes da reunião do G-7, na Alemanha, em 1997. Além disso, realizou vários outros trabalhos nesta área, como os CD-ROMs para a Rio Filme sobre o Cinema Brasileiro dos Anos 60 e para o Arquivo Nacional sobre o Rio 500 (O Rio de Janeiro no século XVI), além de sites para o IBAMA, UNESCO, Governo do Amapá e Parque Nacional do Itatiaia. Atualmente, é Coordenador da Tv Navegar e do portal Ecovox.


ROTEIRO PARA CINEMA EMENTA DA OFICINA Curso de iniciação ao roteiro, incluindo o ensino de formatação do roteiro, da elaboração de uma escaleta, exercícios de construção de diálogos e preparação de roteiro de documentário. NÚMERO DE VAGAS 25 vagas CARGA HORÁRIA 16 horas (4 horas/dia em 4 dias)

JOSÉ ROBERTO TORERO

José Roberto Torero Fernandes Júnior é graduado em Jornalismo pela Escola de Comunicação e Artes (USP) e em Letras pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (USP). Desde 1990, desenvolve trabalhos no Cinema, na área de roteiro e direção, onde conquistou cerca de cem premiações em diversos e importantes Festivais nacionais - como o de Melhor Filme Brasileiro no Festival de Gramado (1995) -, e internacionais – como o de Melhor Filme no Festival de Toronto (1994). Além de roteiros para vídeos, curtas e televisão, como o do quadro “Retrato Falado”, com Denise Fraga, exibido no Fatástico (2000-2007/ Rede Globo). Atua também como escritor, com vinte e quatro livros publicados, voltados prinicipalmente para a literatura infantil, e três peças teatrais. No Jornalismo, foi colunista do caderno de Esportes na Folha de São Paulo e do caderno de cultura do Jornal da Tarde.


O USO DO AUDIOVISUAL EM SALA DE AULA OBJETIVO Fornecer informações sobre a linguagem audiovisual (cinema, vídeo, televisão e outras mídias) que possibilitem ao professor utilizá-la no processo educativo e através de atividades práticas em sala de aula. Público alvo: Professores de Ensino Médio e Fundamental CONTEÚDO PROGRAMÁTICO t Introdução à Linguagem Audiovisual t Roteiro e Direção Cinematográfica t Fotografia e Edição t O Uso do Audiovisual em Sala de Aula t Educação e Audiovisual - Reflexões sobre as possibilidades de interação NÚMERO DE VAGAS 30 vagas CARGA HORÁRIA: 20 horas (4 horas/dia em 4 dias)

ALEXANDRE GUERREIRO

Alexandre Guerreiro é mestre em Comunicação pela UFF,e graduado em Cinema pela UFF e em História pela UERJ. Atua como professor na SEEDUC-RJ há 14 anos. Produtor cultural e curador de mostras como O Cinema de Eric Rohmer, Godard 80, O Cinema de Carlos Saura, O Rio de Janeiro Segundo o Cinema, é também o idealizador do Cineducando - Festival de Cinema e Educação. Dirigiu, entre outros, o curta Adro da Candelária (Troféu Jangada de Melhor Filme / prêmio OCIC, no Festival Guarnicê 2007) e Os Donos da Morte (Melhor Diretor Estreante na Mostra Curta Cinema 2002). Coordena a Mostra Competitiva Digital no Araribóia Cine – Festival de Niterói e integra a equipe do CINEDUC - CINEMA E EDUCAÇÃO, pelo qual ministra oficinas para professores.


DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA EMENTA DA OFICINA Oficina voltada para Estudantes e realizadores de Audiovisual com o propósito de discutir questões relacionadas ao cinema digital, com introdução ao 3D (estereo) e seus aspectos técnicos, além de sua inserção no mercado audiovisual. NÚMERO DE VAGAS 25 vagas CARGA HORÁRIA: 20 horas (4 horas/dia em 4 dias)

RALF TAMBKE

Ralf Cabral Tambke é nascido no Rio de Janeiro em 11 de novembro de 1966, formou-se em Cinema pela Universidade Federal Fluminense em 1993 e se especializou em 1998 na Hochschule Fuer Film und Fernsehen - Munique/Alemanha. Professor Universitario desde 1999, Ralf iniciou suas atividades no ensino audiovisual participando do projeto “cidadania através da imagem“, (NUTES/ UFRJ/CNPQ) ainda em 1993. Desde então, Ralf tem lecionado fotografia e iluminação em cursos, faculdades de cinema e seminários diversos. Já tendo trabalhado em longas, curtas, documentários e comerciais, Ralf Tambke é Diretor Cinematográfico e Diretor de Fotografia. Com conhecimento técnico, tornou-se Cinegrafista do canal especializado em vida animal da TV alemã Bayerischer Rundfunk e representante técnico exclusivo no Brasil das empresas P+S Technik, Silicon Imaging e IRIDAS, fabricantes de equipamentos e software de cinematografia digital.


TRILHA SONORA PARA FILMES OBJETIVO abordagem histórica, teórica e pratica sobre a musica do cinema e vídeo, dentro de uma visão abrangente dos processos de criação e representação de signos musicais em sintonia com a imagem em movimento de produtos audiovisuais. CARGA HORÁRIA: 20 horas (4 horas/dia em 4 dias) PÚBLICO ALVO Estudantes interessados no assunto com idade entre 17-25 Anos NÚMERO DE VAGAS 25 vagas

PETRÔNIO LORENA Petrônio Lorena é graduado em Comunicação Social, habilitação em Radialismo, pela Universidade Federal de Pernambuco. Graduado na habilitação inglês/português do curso de Letras(UFPE), foi vocalista, violonista e compositor de bandas como Usfídumaégua, Mão de Onze e Cotovelo de Aquiles. Produziu os documentários: O Gigantesco Imã, O Silêncio da Noite, é que tem sido testemunha das minhas amarguras, faço de mim o que quero e Calma Monga, calma, que recebeu o prêmio de melhor filme pela crítica, no Cine PE. Participou do seminário internacional de cinema oi futuro 2011, em Salvador\BA, do Festival de Cinema de Gramado 2011, do IV Festival de Cinema de Triunfo e do XXII Festival Internacional de Curta-Metragem de São Paulo 2011.


EXPOSIÇÃO EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA “VIVER REVIVER” A temática São Luis 400 anos nos despertou para a ideia de inovar o foco que nos liga ao patrimônio histórico. Esperam-se sempre fotografias ligadas aos casarões e as belezas arquitetônicas. Contudo, é necessário voltarmos os olhos para as mazelas sociais. Tínhamos em mente algo inovador. Entretanto, não sabíamos ao certo quais seriam os planos e nem tampouco quem seriam os personagens. A ideia nos encontrou. A partir de uma despretensiosa captura dos transeuntes do centro histórico de São Luis surge, então, a proposta do tema da exposição “Viver Reviver”. Pessoas no seu cotidiano, realizando suas atividades costumeiras, moradores de ruas, vendedores ambulantes, hippies, policiais. Uma mistura de simplicidade com necessidade. Sem fugir das clássicas figuras e artefatos que nos remetem de imediato à lembrança do centro histórico de São Luis, capturamos a imagem desde o clássico sorveteiro de coco até a famosa tiquira e o camarão seco degustado pelos boêmios da feirinha, cotidiano esse presenciado pela maioria da população e pelos turistas. A proposta é mostrar de uma maneira fidedigna essa captura. Expor as pessoas como protagonistas de sua vida. Revelar o dia a dia, as dificuldades e as mazelas que emergem nessa desigualdade social. .

A exposição é um projeto dos alunos de Artes Visuais da UFMA Hellen Lima - artista plástica e Saulo Simões - desenhista gráfico.

MOSTRA ESPECIAL


12/06 15h

FLOR DE ABRIL O filme faz referência a uma flor de beleza simples, de cor amarela, que nasce nas terras nordestinas em um curto período do ano e logo murcha. A beleza e a morte estão interligadas nessa nova produção, que explora as tragédias inevitáveis da vida. A história, dramática, acompanha a trajetória de Teresa, interpretada pela atriz maranhense Dayse Bernardo. Romântica e impulsiva, Teresa é arrastada pelas circunstâncias, ama, mata, foge até ser confrontada pelo destino.

13/06 15h

O PALHAÇO Benjamim (Selton Mello) e Valdemar (Paulo José) formam a fabulosa dupla de palhaços Pangaré e Puro Sangue. Benjamim é um palhaço sem identidade, CPF e comprovante de residência. Ele vive pelas estradas na companhia da divertida trupe do Circo Esperança. Mas Benjamim acha que perdeu a graça e parte em uma aventura atrás de um sonho.


14/06 15h

SONS DA ESPERANÇA O filme documenta, na riqueza dos detalhes, a preparação do concerto de comemoração do aniversário da Orquestra no Teatro D. Lindu. Desde a escolha do repertório, o acompanhamento dos ensaios até o grande dia da apresentação ao público. No contexto desse trabalho, serão realizadas ainda longas entrevistas com os membros que compõem o tripé gestor do projeto: o Desembargador Nildo, o Juiz Targino e o Maestro Cussy. Além disso, a comunidade do Coque aparecerá com destaque, sobretudo através das casas de alguns dos componentes da Orquestra, que serão os personagens condutores do espectador, todos escolhidos ao longo do próprio processo de realização do filme.

15/06 15h

CAPITÃES DE AREIA Os “Capitães da Areia”- Pedro Bala, Professor, Gato, Sem-Pernas, Boa Vida e Dora são personagens que Jorge Amado um dia criou para habitarem eternamente na memória de seus leitores. Abandonados por suas famílias, eles são obrigados a lutar para sobreviver pelas ruas de Salvador. Mais atual do que nunca, a história destes personagens imortais da literatura mundial nos emociona e inspira de forma profunda.

JÚRIS


Marília Pêra

Filha dos atores Dinorah Marzullo Pêra e Manoel Pêra, Marília nasceu no Rio de Janeiro. Aos quatro anos atuou na tragédia grega “Medéia”. Na juventude foi bailarina chegando a se apresentar no exterior e dançando na lendária montagem de “My fair lady” com Bibi Ferreira e Paulo Autran. Tragédias, comédias, dramas e musicais, por todos esses gêneros teatrais nossa homenageada deixou sua marca. Seria impossível destacar alguns poucos espetáculos dentre os quase sessenta protagonizados por Marília Pêra, mas “Brincando em cima daquilo” em 1984 foi considerando pela crítica teatral um marco na atuação de uma atriz para o teatro brasileiro. Mais recentemente, sua atuação em “Mademoiselle Chanel”, que fez temporada em Paris, rendeu vigorosa saudação por parte da imprensa especializada francesa. Nas telinhas da TV, já atuou em quase cinquenta programas, contando novelas, minisséries, humorísticos, especiais, seriados, etc. Sua primeira aparição foi em “Rosinha do sobrado” de 1965, na Rede Globo, onde fez a protagonista Rosinha. Dentre seus personagens mais marcantes podemos citar a perversa Juliana na adaptação de “O primo Basílio”, a doce Ana em “Quem ama não mata”, a brejeira Rafaela de “Brega e chique”, a imponente Sarah Kubitschek, na minissérie “JK” e a irresistível Maruschka na novela “Aquele beijo” ainda esse ano. Nossa Diva também brilha nas telonas de cinema e principalmente por isso é nossa grande homenageada nesse 35º Festival Guarnicê de Cinema do Maranhão. Com 24 atuações em filmes de longa-metragem, gostaríamos de lembrar que na prostituta Suely de “Pixote” e na beata Perpetua de “Tieta do agreste”, Marília ganhou relevantes prêmios nos mais importantes festivais do mundo, incluindo o prestigiadíssimo National Society Critics Awards de melhor atriz em 1982. Vale ressaltar ainda as personagens Ana Moreno em “Bar Esperança” e as impagáveis Magda e Magali, duas irmãs gêmeas no filme “Polaróides urbanas”, de Miguel Falabella. Sendo uma artista completa, além de coreógrafa, bailarina, cantora e atriz, Marília Pêra também é autora com dois livros publicados, diretora de teatro e de shows, dirigindo atores como Ney Latorraca e Marco Nanini em “O mistério de Irma Vap” e cantores como Wanessa Camargo e a dupla Christian e Ralph em espetáculos que correram todo o Brasil . E, reafirmando todo esse histórico de sucesso, Marília reúne mais de setenta premiações, homenagens e comendas recebidas; nos enchendo ainda mais de orgulho por tê-la como a Homenageada Nacional desta edição comemorativa do Festival Guarnicê de Cinema.


Foto: Priscila Prade


Euclides Moreira

Nascido em 13 de abril de 1957, ĂŠ Professor de Comunicação, da Universidade Federal do MaranhĂŁo, tendo sido nomeado em 1 de novembro de 1981.Formado pela Univerisdiade Federal do MaranhĂŁo, no Curso de Comunicação Social - Habilitação Jornalismo, em 1979. Atualmente, no meio acadĂŞmico, ĂŠ mestre pelo Curso de Mestrado Interinstitucional (MINTER), viabilizado atravĂŠs de convĂŞnio firmado entre a Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade Federal do MaranhĂŁo (UFMA) e a Universidade Virtual do MaranhĂŁo (UNIVIMA); alĂŠm disso, ĂŠ Conselheiro do Conselho Municipal de Cultura e exerce a função de Presidente da Fundação Municipal de Cultura da Prefeitura de SĂŁo LuĂ­s. Ă€ nĂ­vel administrativo, o professor Euclides Moreira foi coordenador do NĂşcleo de Atividades Visuais do Departamento de Assuntos Culturais da PrĂł-Reitoria de ExtensĂŁo e Assuntos Estudantis; e no perĂ­odo de 30 de outubro de 1996 a 31 de dezembro de 2008, exerceu a função de Diretor do Departamento de Assuntos Culturais/PREXAE Como diretor do DAC/PROEX/UFMA, desenvolveu extensa grade de atividades artĂ­sticoculturais, motivando sempre o envolvimento dos Departamentos AcadĂŞmicos nas açþes executadas, objetivando a participação de alunos e professores nos projetos propostos, alĂŠm de pessoas interessadas da comunidade.Entre as açþes desenvolvidas sob a coordenação do requerente pode-se citar: t .PTUSB#SBTJMFJSBEF)VNPSOP.BSBOIĂ?Po)6.03."3" FEJĂŽĂœFT

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Atualmente, no campo administrativo, exerce o cargo de Presidente da Fundação Municipal de Cultura – FUNC da Prefeitura Municipal de São Luís e Conselheiro Municipal de Cultura.


Murilo Santos

É graduado em licenciatura em Educação Artística pela UFMA e atualmente é professor desta entidade, lecionando principalmente as disciplinas Cinema, Fotografia. Interessou-se pela fotografia aos quinze anos de idade. A partir desse período, final da década de 1960, e nas décadas seguintes, participa de várias mostras coletivas e individuais de fotografia. Já na década de 1970, inicia suas experiências profissionais com cinema e fotografia, passando a trabalhar como cinegrafista da TV Educativa e de produtoras locais, além de repórter fotográfico do jornal “O Imparcial”. Paralelo ao seu trabalho profissional, participa do chamado movimento “superoitista” produzindo curtas independentes em película amadora super-oito, com as quais participa de festivais, mostras e debates em diferentes regiões do Brasil. Fotograma do filme super 8 “Os Pregoeiros de São Luís” de 1975. Nesse documentário Murilo Santos registra a última caixa de sorveteiro ambulante. Na tina de madeira, um cilindro de metal com gelo em volta mantinha a temperatura ideal para o sorvete. Este curta de 12 minutos trouxe para o Maranhão a primeira premiação de cinema em festivais de caráter nacional. O êxito do filme em festivais nacionais impulsionou a criação do Cine Clube Universitário, ponto de partida para a criação da Jornada Maranhense de Super Oito, hoje Festival Guarnicê de Cinema. Durante toda a década de 1970 Participou ativamente de movimentos políticos e artísticos em São Luís (teatro, cinema, fotografia, artes plásticas). Foi um dos fundadores do Laboratório de Expressões Artísticas – LABORARTE e participou do grupo no período Entre 1971 a 1975. No final da década de 1970 até 1985, Murilo Santos trabalhou na Comissão Pastoral da Terra documentando conflitos de agrários. Conflitos urbanos também estiveram no foco de suas lentes. Expropriação de famílias nas áreas de expansão da cidade, a greve da meia passagem e manifestações políticas de rua. Seus últimos trabalhos de maior destaque são: Terras de Quilombo – Uma Dívida Histórica, de 2003, produzido pela Associação Brasileira de Antropologia e Fundação Ford, vencedor de um concurso nacional de roteiro sobre o tema promovido pela ABA. O Massacre de Alto Alegre – Documentário, 55 minutos gravado no Brasil e na Itália, em 2005 cujo projeto de roteiro venceu o concurso DOCTV II em 2004. O documentário aborda os tradicionais conflitos interétnicos entre o povo Tenetehara/Guajajara e os “brancos” na região de Barra do Corda, no Maranhão e seus desdobramentos nos dias atuais. Os conflitos tiveram seu ápice em 13 de março de 1901 quando os índios atacaram a missão capuchinha instalada em suas terras matando cerca de 200 pessoas entre religiosos e não religiosos. O Crime da Ulen - Documentário, 52 minutos Vencedor do concurso DOCTV III em 2006. “O Crime da Ulen” reconstrói a imagem pública de José de Ribamar Mendonça, considerado um herói por ter assassinado em 1933, em São Luís do Maranhão, o norte-americano John Harold Kennedy, contador da Ulen Company e suposto tio do presidente John Fritzgerald Kennedy.


Afinado a Fogo:O Tambor de Crioula Revisitado – Documentário, 72 minutos – 2009. Produzido pela Superintendência Regional do IPHAN – Maranhão, sobre a manifestação popular Tambor de Crioula, Patrimônio Cultural Brasileiro. “Vai Querer, Vai Querer?!” Os Blocos Tradicionais de São Luís – Documentário, 45 minutos. Produzido pela Prefeitura de São Luís / IPHAN – Maranhão. O universo dessa manifestação da cultura popular e a busca pelo seu registro como Patrimônio Cultural do Brasil. ÚLTIMAS PREMIAÇÕES 2003 – Melhor roteiro no concurso nacional da ABA – Associação Brasileira de Antropologia, com “Terras de Quilombo – Uma Dívida Histórica”. 2004 – Prêmio BNB no 27. Festival Guarnicê de Cinema, com “Terras de Quilombo – Uma Dívida Histórica”. 2004 – Prêmio Nego Chico - no 27. Festival Guarnicê de Cinema, com “Terras de Quilombo – Uma Dívida Histórica”. 2004 – Melhor projeto de roteiro no concurso DOCTVII – TV Cultura / TVE. “O Massacre de Alto Alegre” 2005 – Melhor projeto de roteiro no concurso DOCTVII – TV Cultura / TVE. “O Crime da Ulen” 2008 – “Divino Artista: Antônio de Coló” - Projeto de DVD selecionado pelo programa EFBQPJPËQSPEVÎÍPBVEJPWJTVBMEB4FDSFUBSJBEF&TUBEPEB$VMUVSBEP Maranhão.


JÚRI OFICIAL CURADORIA

Carlos Benalves É graduado em Comunicação Social, habilitação em Rádio e TV, pela Universidade Federal do Maranhão. Cinegrafista e Secretário do Departamento de Comunicação Social da UFMA.

Luca Palmieri É Graduado em Letras, jornalista com especialização em Storia e Critica do Cinema, presidente e fundador da Associação Cultural Daunbailò, organizadora do Gênova Film Festival, em 1998.

Marcos Belfort É graduado em Comunicação Social Rádio e TV pela Universidade Federal do Maranhão, é Sonoplata e Editor de Áudio da Rádio UNIVIMA – Universidade virtual do Maranhão.


JÚRI CURTA E MÉDIA METRAGEM

Fernanda Areias é diretora teatral fomada pela UFRJ e professora efetiva do departamento de Artes da Universidade Federal do Maranhão/UFMA.Mestra em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. No cinema trabalhou com prepação de atores e roteiro em documentário. Como professora e pesquisadora sua atuação esta voltada para a área de direção cênica, dramaturgia e novas tecnologias na cena.Atuou como avaliadora do Núcleo de Dramaturgia Sesi SP/British Council, um dos maiores laboratórios de formação de dramaturgos da atualidade. Trabalha desde 2002 com direção de espetáculos e é membro do Núcleo de Pesquisas Teatrais Rascunho.

José Augusto Medeiros Designer, cenografo, diretor de arte, Produtor de TV e Cinema. Já trabalhou em produções como : Floreta das Esmeraldas (EUA), O Filho do Francês (Basil-França), Onde o Rio Fica Escuro (EUA), Belém Portal da Amazônia (Documentário ) (BR), Tainá 2.


Jurandir Costa Cineasta, Produtor de Vídeo e Cinema, Curador e Coordenador Geral do Cineamazônia - Festival Cinema e Vídeo Ambiental. Produtor Executivo de O Número com o ator Othon Bastos. Produtor da Tv Cultura de São Paulo EXPRESSO Brasil Rondônia. Diretor do Programa CULTURA EM CENA, TVE MADEIRA MAMORÉ, canal 2, no ano de 1994. Participou do FESTIVAL MUNDIAL DO MINUTO DE 1995 E 1996 com os vídeos: “NA FEIRA...” E “THE COWBOY”. Participou da mostra paralela do XVIII GUARNICÊ DE CINE E VÍDEO em 1995 com o vídeo “RAÍZES - RITA QUEIROZ”. Produziu e dirigiu “PATATIVA DO ASSARÉ” vídeo sobre o maior poeta popular do Brasil. Em 1996 foi premiado em SEGUNDO LUGAR, com THE COWBOY” categoria ficção - no FESTIVAL NACIONAL DE VÍDEO DE TERESINA - PI. Em agosto de 1997 obteve menção honrosa no Palm Springs International Short Film Festival, Califórnia, USA, foi selecionado para o 5º Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá em novembro de 1997. Concorreu no 5º Festival de Vídeo de Teresina com os vídeos PATATIVA DO ASSARÉ e MUI

AMIGO. Competiu no IV FENART - PB com MUI AMIGO, abril de 1998. Em maio de 1998 concorreu com PATATIVA DO ASSARÉ no Fest Cine Vídeo Curitiba. MARCAS DA AMAZÔNIA docudrama concorreu em junho de1998 no XXI Guarnicê de Cine e Vídeo em São Luiz - MA, obtendo prêmio especial do júri (narrativa) e melhor direção de arte. Festival ULAM de vídeos sobre educação ambiental, julho de 98 Brasília, concorreu com THE COWBOY e NA BEIRA DO RIO MADEIRA. Co-dirigiu o making-of do festival de cinema e vídeo de Curitiba anos de 97 e 98. Concorreu no V Festival Internacional do Chile 1998 com o vídeo “Marcas da Amazônia”. Concorreu com Marcas da Amazônia no Festival de Cinema e Vídeo de Curitiba em maio de 1999, em setembro de 99 concorreu no Festival Internacional de Making Of com o vídeo Festival de Cinema e Vídeo deCuritiba - making of. Participou de UM OLHAR SOBRE A AMAZONIA, em duas cidades na Austria: Graz (Instituto Latino Americano) e Leoben (Universidade de Leoben), em novembro de1999. Abril de 2000, exibicao de filmes amazônicos em Graz, Austria. Evento: 500 anos de Brasil Visões Amazônicas. Premiado com Quilombagem , projeto DOCTV 3. Criador e Coordenador Geral do Festcineamazonia – Festival Latino Americano de Cinema e Vídeo Ambiental.


JÚRI LONGA METRAGEM

Arthur Rodrigues Filho - Natural do Rio de Janeiro com formação em Direito e pósgraduação em Ciência Política, Arthur entrou no Universo do Cinema no meio da década de 80. Participou ativamente na produção, direção de inúmeros filmes publicitários e videos institucionais. Pela Plural Filmes produziu os filmes Morô ? E várias co-produções internacionais para Tvs Européias : “ Maracanã”, Macaco Muriqui, “ Saudade”, “ A lei na Floresta” “Onça Pintada”. Entre filmes de curtametragem destacamos seu trabalho na produção dos premiados filmes “Dama da Noite”, “Clandestinidade”, “ Carro forte” , “ Serra do Navio “ . Em produção a série para TV brasileira “Visceral” e a série para o mercado internacional “Cowboys do Brasil” Arthur tem uma longa experiência como professor de Cinema das Universidades Castelo Branco e Estacio de Sá e permanece como professor até hoje. Atualmente coordena o projeto de intercâmbio para estudantes de Cinema com a Universidade de Zagreb, Croácia.

FERNANDA KOPANAKIS – Produtora Cultural. Doutoranda em Planejamento Urbano e Regional IPPUR/UFRJ, Mestrado em Direito UFMG. Graduação em Direito – UNIR Como produtora cultural coordena o FESTCINEAMAZONIA há dez (10) anos. Produz ainda o FESTCINEAMAZONIA ITINERANTE em 05 (cinco) países: Brasil, Bolívia, Peru, Portugal e Cabo Verde. Codirigiu Quilombagem, documentário vencedor do DOCTV em 2006, e ainda, os vídeos Horizontes e Fronteiras (2009), Uma Só América (2008), Nada é Longe (2010). Produtora do Livro de Fotografia Viagem de Cores e Sonhos (2011)


Petrônio Loreno é graduado em Comunicação Social, habilitação em Radialismo, pela Universidade Federal de Pernambuco. Graduado na habilitação inglês/ português do curso de Letras(UFPE), foi vocalista, violonista e compositor de bandas como Usfídumaégua, Mão de Onze e Cotovelo de Aquiles. Produziu os documentários: O Gigantesco Imã, O Silêncio da Noite, é que tem sido testemunha das minhas amarguras, faço de mim o que quero e Calma Monga, calma, que recebeu o prêmio de melhor filme pela crítica, no Cine PE. Participou do seminário internacional de cinema oi futuro 2011, em Salvador\BA, do Festival de Cinema de Gramado 2011, do IV Festival de Cinema de Triunfo e do XXII Festival Internacional de Curta-Metragem de São Paulo 2011.


PREMIAÇÕES/CATEGORIAS CONCURSO OFICIAL GUARNICÊ DE FILMES LONGA, MÉDIA E CURTA METRAGEM Melhor Roteiro Melhor Direção Melhor Fotografia Melhor Montagem Melhor Trilha Sonora Original Melhor Direção de Arte Melhor Ator Melhor Atriz Melhor Documentário Melhor Ficção Melhor Animação Melhor Filme Nacional – Júri Popular Melhor Filme Nacional – Júri Técnico

PRÊMIO BNB DE CINEMA:

Melhor Filme Média Metragem Nacional – Júri Técnico Melhor Filme Curta Metragem Nacional – Júri Técnico

PRÊMIO GUARNICÊ DE LONGA METRAGEM:

Melhor Filme Longa Metragem Nacional – Júri Técnico

TROFÉU ABD-MA

Melhor Filme Curta Metragem Nacional - Júri Específico Melhor Filme Média Metragem Nacional - Júri Específico

PRÊMIO OFICIAL


TROFÉU GUARNICÊ

Outorgado a todos os trabalhos premiados nos concursos oficiais, escolhidos pelos júris de premiação (Técnico e Popular). O troféu, idealizado pelo artista plástico Miguel Veiga, e redesenhado para a 35ª edição do Festival, de autoria da artista plástica Marlene Barros, oferece-nos uma visão estilizada de um boi, inspirado na manifestação folclórica do Bumba-meu-boi.

PRÊMIO GUARNICÊ DE LONGA METRAGEM (PATROCÍNIO VALE)

No valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais) será atribuído ao melhor Filme Longa Metragem Nacional - Júri Técnico

PRÊMIO BNB DE CINEMA

O Prêmio BNB de Cinema, nos valores de R$ 10.000,00 (dez mil reais), será outorgado respectivamente, ao Melhor Filme de Média Metragem Nacional e R$ 5.000,00 (cinco mil reais), ao Melhor Filme Curta Metragem Nacional, ambos escolhidos pelo Júri Técnico.

TROFÉU ABD

Será atribuído, através de votação de júri específico indicado pela ABD/MA aos melhores Filmes de Curta e Média Metragens.

PRÊMIO DO JÚRI POPULAR

O Júri Popular será constituído pelo público presente durante a realização das sessões, além de pessoas da comunidade e estudantes. A consulta ao Júri Popular será feita nas sessões competitivas oficiais dos filmes de Longa Média e Curta Metragem, mediante cédulas de votação.


11 / 06 17h CURTA E MÉDIA METRAGENS Cadê meu rango

Animação

SP

04’08”

Ficção DF

12’00”

O Gigante do Papelão Documentário RJ

18’00”

Bernard, preguiçoso e solitário, leva a vida tranquilamente em seu aconchegante lar. Certa manhã ai ir pegar sua comida, não a encontra. Alguém teria pego? Quem? Bernard, no seu \”ótimo\” humor, encara o roubo como um desafio e busca formas de pegar esse \”ladrão\”. george.design@hotmail.com

Sonhando Passarinhos

Era uma vez uma menininha que olhava para o céu e nele enxergava a felicidade. Uma felicidade feita de sonhos, passarinhos e pregadores de roupa. brunacarolli@gmail.com

“O Gigante do Papelão” é um curta documentário que conta a história da arte do artista plástico Sergio Cezar e seu poder de transformação. Sergio, também conhecido como o Arquiteto do Papelão, usa materiais descartados e lixo, para recriar casas, favelas e cidades inteiras. Seu trabalho propõe uma verdadeira reciclagem no olhar. barbara@bodhgayafilms.com

Qual Queijo Você Quer?

Ficção SC

11’15”

Margarete é uma senhora de idade que tem um súbito ataque de raiva quando seu marido, Afonso, pergunta se ela pode trazer um queijo da venda. O queijo torna-se a faísca para a discussão sobre como o casal conviveu por décadas, os planos que não realizaram e os sonhos que não viveram. carol@novelofilmes.com.br

Dez Bonequinhos Pedreiros de Dezenove e Noventa e Nove Experimental DF 03’00”

Tudo começou com apenas um pacote de dez bonequinhos pedreiros de dezenove e noventa e nove, que resolveram tomar conta da maquete. andrefcmiranda@gmail.com

Soterópolis de Ruy

Animação

BA

05’00”

Documentário ES

26’00”

Paisagens e monumentos pitorescos de Salvador da Bahia tomam forma e se movimentam diante do olhar de Ruy Barbosa. caocruzalves@gmail.com

Estranho Amor

Em Estranho Amor, mulheres reais contam como se entregaram de corpo e alma, fizeram loucuras, sofreram e sorriram por seu sentimento incontrolável. Um documentário que emociona pela eloquência das histórias e faz rir e chorar com a simplicidade do amor. guilherme.fontana@ibcavix.org.br


Irmãs Documentário PB

14’55”

Tem um adágio que diz: “Em tempo de guerra, mentira como terra”. paudeararafilmes@gmail.com

Raiz Forte

Ficção RJ

15’00”

Após a morte de sua esposa e a prisão do seu filho, Ciro se vê numa situação de solidão e tristeza. Escreve uma carta para seu filho, Cirinho reclamando da sua ausência e a falta que faz nos afazeres da casa. Cirinho recebe a carta, se comove e bola um plano para ajudar seu pai. Estrategicamente ele enrola os policiais e torna real o desejo de Ciro. albuquerque.lu@uol.com.br

Explicito

Ficção RJ

06’54”

Um grupo de quatro casais amigos, resolvem viver uma experiência inusitada em conjunto: a fantasia de irem a uma sessão de cinema de sexo explícito em uma obscura sala especializada em filmes pornô. Lá, encontram os mais diferentes tipos, além de duas amigas que não tinham aparentemente concordado com a aventura. albuquerque.lu@uol.com.br

A Raposa e o Peixe

Documentário MA

20’00”

O documentário mostra um pouco do cotidiano de uma das maiores colonias de pescadores do Maranhao, a Raposa, e as dificuldades enfrentadas por causa do descaso e abandono das sucetivas gestões administrativas. la_oficina@yahoo.com.br

11 / 06 20h LONGA METRAGEM As batidas do Samba Documentário RJ

73’00”

“As Batidas do Samba” mostra a evolução e as grandes revoluções rítmicas do ritmo na cidade do Rio de Janeiro, tomando como base os instrumentos de percussão. Essencialmente musical, o filme é conduzido pelo percussionista e sambista, que participa de rodas de samba com grandes nomes do samba carioca, como Monarco, Wilson das Neves, Moacyr Luz, Paulão Sete Cordas e a turma do Fundo de Quintal. pedroazevedoalves@hotmail.com


12 / 06 17h CURTA E MÉDIA METRAGENS O Cão Ficção RS

09’30”

Um cão late. Um casal se acorda, uma família se desentende, dois irmãos ensaiam, amigos jogam futebol. O insuportável exercício de conviver. . renata@avantefilmes.com

Jaçanã e o Adoniran Documentário SP

20’00”

Um bairro que moldou sua imagem em fatos nem sempre verdadeiros. rognunes@hotmail.com

Uma visita para Elizabeth Teixeira 13’00”

Documentário RJ

Depois de quase 30 anos da realização do documentário \”cabra marcado para morrer\”, de Eduardo Coutinho,a diretora Susanna Lira faz uma visita a Elizabeth Teixeira, a principal personagem do filme, hoje com 85 anos, para reviver suas memórias e saber como mantém viva sua luta pelos direitos do homem do campo. contato@modooperante.com.br

Os Sustentáveis

Animação

RS

01’00”

A utilização responsável dos recursos naturais e a preservação do meio ambiente preocupam cada vez mais a raça humana. Mesmo assim, o planeta Terra é constantemente atacado pelos inimigos do ecossistema. Para salvar a humanidade dessas terríveis ameaças, podemos contar sempre com a ONG de super-heróis conhecida como Os Sustentáveis. lisandro@cartunaria.com.br

Meta

Ficção SP

20’00”

Federico vive em um filme que ele mesmo dirige, mas isso será o bastante para conseguir a garota dos seus sonhos? meta@asadeltafilmes.com.br

Destimação

Animação

GO

13’00”

Um papagaio é seduzido pelas belas imagens de uma caixa de luz e atrapalha a convivência mórbida do recinto. producao@mandra.com.br

A Solidão de Dom Quixote

Ficção MA

15’00”

O mergulho de um homem no universo cavalheiresco dos cordéis, suas perdas e o encontro consigo mesmo dentro do estado da solidão humana. vg.vasconcelos@hotmail.com


César! Ficção SP

15’00”

Cegonha, um garoto nerd, elabora um mirabolante plano de vingança contra César, o colega playboy que o maltrata. Junto com seus amigos, ele parte para uma empreitada de vandalismo fadada ao fracasso. ola.rica@gmail.com

Depois da Queda

Ficção MT

17’00”

Um publicitário com uma grande chance. Uma garota de programa relutante. Um pai com a filha entre a vida e a morte. Um cara complicado. Depois da queda, as suas vidas colidem. bruno.bini@me.com

12 / 06 20h LONGA METRAGEM CRU

Ficção DF

73’00

Num açougue perdido no interior do Brasil, um forasteiro contrata os serviços de um matador de aluguel. O que parece ser um crime encomendado torna-se, então, um inevitável acerto de contas entre os personagens e seus passados. jimi123@gmail.com


13 / 06 17h CURTA E MÉDIA METRAGENS Quando morremos a noite

Ficção RJ

20’00”

Raúl conhece a mulher mais cheia de vida que já encontrou. A partir do conto “A Mulher Mais Linda da Cidade” de Charles Bukowski. pedroazevedoalves@hotmail.com

Tamaduabandeira

Animação

GO

08’00”

Um pacato tamanduá encontra a fêmea de sua vida. Só alguns passos o separam dela. Porém, são passos que devem ser dados no asfalto. producao@mandra.com.br

Quimera

Animação

DF

15’00”

Dois presos conversam sobre situações cotidianas de um modo estranho: através de uma privada. O filme trata de relações humanas, suas crenças, perversões, desilusões e como lidar com situações adversas. perombre@gmail.com

O Cadeado

Ficção BA

12’00”

Escola pública, zona rural. Um cadeado impede a entrada de alunos e professores. transefilmes@gmail.com

Realejo

Animação

SP

12’47”

A cada lua cheia, um realejo mágico decide o futuro de todos os habitantes de um misterioso planeta. Um desses seres, cansado desta rotina opressora, fará o impossível para mudar sua realidade.” contato@estudioteremim.com.br

À Sombra de um Delírio Verde

Ficção MS

29’30”

Na fronteira com Paraguai, 45 mil Guarani Kaiowá -- a maior população indígena no Brasil -- travam uma luta desigual contra as multinacionais dos biocombustíveis. Sem terra e sem alternativas de subsistência, adultos e adolescentes são explorados como escravos nos canaviais em exaustivas jornadas de trabalho. Em meio ao delírio da febre do \”ouro verde (como é chamada a cana-de-açúcar), as lideranças que enfrentam o poder muitas vezes encontram como destino a morte encomendadas por fazendeiros. companheironavarro@hotmail.com

A Ponte

Animação

MA

07’28”

Curta metragem de animação baseado em conto de Joaquim Haickel. É uma espécie de road movie que transcorre em dois momentos da vida do protagonista. Recheado de referências visuais e auditivas, culmina com desfecho insólito. jnhaickel@hotmail.com


Linear Animação

SP

06’00”

Ficção BA

13’35”

A linha é um ponto que saiu caminhando. amir@admoni.com.br

Premonição

Um botequim, ambientado na década de 1950 no Pelourinho em Salvador, é o cenário dessa narrativa que persegue, na angústia da preeminência da morte, as incertezas e medos presentes na alma. Seu Antero (Antonio Pitanga), dono do botequim, atende a um estranho freguês (Agnaldo Lopes) transformando a atmosfera do lugar, num clima de angústia de medo pedrabib@gmail.com

13 / 06 20h LONGA METRAGEM Dia de Preto

Ficção RJ

90’00”

Uma torção moderna sobre a lenda brasileira do primeiro escravo livre no Brasil, este conto segue um jovem negro correndo por sua vida de seu patrão e de um bando de capangas buscando o sino de ouro histórico que ele tomou. A história se torna uma perseguição fantástica com suspense e fantasia. mafelipe@gmail.com


14 / 06 17h CURTA E MÉDIA METRAGENS Tentáculos

Ficção RJ

05’20”

De debaixo da cama de um menino, surgem tentáculos que parecem querer pegar para si tudo o que encontram pelo quarto. Enfrentando o seu medo, Caio consegue desenvolver uma amizade improvável com o monstro. cultural@curtaocurta.com.br

Isso Não é o Fim

Ficção BA

15’30”

O filme narra o percurso do personagem Eron, um homem solitário, que trabalha alugando um banheiro na rua mais underground do país, a rua Augusta. Morador do subúrbio, vive no trânsito entre duas cidades e dois universos. Sua relação com as pessoas que passam por esse banheiro é marcada por uma mulher prestes a cometer um crime. A partir deste contato, observamos o mundo interior desse homem que nos traz um enigma . joaogabrieljobs@gmail.com

Fátima Animação

CE

05’00”

Documentário animado, abordando as experiencias de uma pessoa com a água por meio de suas lembranças. jeferson.hama@gmail.com

Bud’s Songs Time

Animação

SP

03’45”

Acompanhe a história do velho Roxx, caminhando mais uma vez pelo deserto de Gueramba.Ele chega até seu local preferido e como de costume, começa a tocar uma canção. A música atrai Bud, o monstro, um velho conhecido seu. helder009@gmail.com

O Nascimento do Poeta

Ficção MA

11’30”

Apesar de ter uma infância pobre e sem estudos, o Maranhense do Século XX - João do Vale, brincava e se divertia muito... Aos poucos, sua veia poética foi aflorando, momento em que decide ganhar o mundo e escrever sua história. montserratfilmes@yahoo.com.br

Os Lados da Rua

Ficção ES

15’00”

“Carrão” é um garoto que, apesar de seu comportamento excêntrico, vive livremente o ritmo de vida de uma típica cidade de interior. Ao ser surpreendido por um acontecimento que ameaça destruir seu mundo particular, precisará encontrar um caminho que o liberte novamente. diegozon@bol.com.br


Lindeiras

Documentário BA

21’41”

Uma viagem por trilhos esquecidos por onde permanece inscrita a memória das pessoas e cidades Lindeiras. bruno.saphira@gmail.com

Piove, il film di Pio

Documentário SP

14’26”

“Piove” não é um retrato de Pio Zamuner, cineasta esquecido que dirigiu os doze últimos filmes do comediante Amácio Mazzaropi. É o estabelecimento de uma relação entre dois diretores e a explicitação de suas regras. O retrato de uma paixão compartilhada por duas gerações em um botequim da Boca. Mas quem dirige quem? mendoncathi@gmail.com

L

Ficção SP

21’00”

Teté odeia seus pés. Quando conhece Héctor, um simpático descendente de chineses, ela decide mudar sua aparência. thaisfuji@gmail.com

14 / 06 20h LONGA METRAGEM País do desejo Ficção PE

86’00

Roberta é uma pianista clássica de renome que luta contra uma doença crônica nos rins. Um encontro inesperado vai mudar sua vida, conhece Padre José. Família, amor, medicina e religião se misturam num drama contemporâneo. bananeira@bananeirafilmes.com.br


15 / 06h 17h CURTA E MÉDIA METRAGENS O Guitarrista no Telhado

Ficção RS

11’00�

A Noite dos palhaços mudos Ficção SP

15’00�

Em 1969, os Beatles fizeram seu último concerto ao vivo no terraço da gravadora Apple em Londres. Mais de 40 anos depois, em Porto Alegre, o músico Clåudio AndrÊ tambÊm quer ser famoso e, aconselhado pela vizinha DÊbi, monta um show no telhado do prÊdio onde mora. lisandro@cartunaria.com.br

Adaptação para as telas de uma história de um dos maiores artistas de quadrinhos do #SBTJM-BFSUFEPJTQBMIBÎPTNVEPTQFSBNCVMBNËOPJUFDNBNJTT�PEFSFTHBUBSVN companheiro que fora sequestrado por uma organização que te o objetivo o extermínio da classe.\�A Noite dos Palhaços Mudos\� Ê uma Fåbula contemporânea recheada de humor contra a intolerância. contato@julianoluccas.com

Tempo de Criança

Ficção RJ

12’00�

Uma construção dramåtica e poÊtica sobre o cotidiano de uma menina, que tem que ser grande quando a mãe não estå em casa pedroazevedoalves@hotmail.com

Você jå cortou seu cabelo com maquininha? Ficção SP 23’00� Sangue na barbearia.

satrevisan@gmail.com

Julie, Agosto, Setembro

Ficção GO

08’00�

Julie Ê uma suiça que acabou de se mudar pra Goiânia. Pouco a pouco ela vai entendendo a cidade atÊ, por fim, se transformar em uma parte dela. panaceiafilmes@gmail.com

São Luís – Athenas Brasileira Documentårio MA

18’33�

O documentårio aborda a tradição literåria maranhense surgida no sÊculo XIX e rende homenagens aos grandes escritores oriundos daquele período. É abordado tambÊm o uso equivocado do mito da \�Athenas Brasileira\� e sua aplicação para mascarar a decadência patrimonial. jp22furtado@gmail.com


Di Melo - O Imorrível Documentário PE

24’00”

O documentário conta a vida e a trajetória de Di Melo, cultuado músico da soul musica brasileira. Tendo gravado um único disco em 1975 e sumido, Di Melo reaparece depois de mais de trinta anos para declarar-se “Imorrível”. dimelo.imorrivel@gmail.com

11 / 06 20h LONGA METRAGEM Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now! 76’15”

Documentário SP

UM FILME QUE DÁ UMA NOVA VISÃO SOBRE O TROPICALISMO. A visão da era digital para as ousadas propostas dos artistas que revolucionaram a arte e a cultura brasileira, influenciando gerações e provocando reações , no Brasil e no mundo – caso da Europa que descobriu o movimento com 30 anos de atraso. Pensadores analisam o olhar do século 21 para o passado, o chamado Tropicalismo 2.0. O próprio Gilberto Gil comanda um show chamado Futurível e organiza os debates sobre a Cultura Digital . Um show no histórico Teatro Oficina revisita e recoloca as música do movimento no contexto histórico e social. No comando, o multiartista André Abujamra e convidados especiais. Atores fazem a ligação entre os temas e interpretam o contexto político e social do período. A atriz Alice Braga dá uma novo retrato para a histórica Lindonéia, quadro síntese do tropicalismo. E as crianças deste milênio, aqui representadas pelo projeto Guri, mostram uma nova visão de duas músicas símbolos: Tropicália e Hino ao Senhor do Bonfim. Em resumo, um documentário-musical de primeira linha. lilibandeira7@yahoo.com.br


AGRADECIMENTOS MINISTÉRIO DA CULTURA Ana Paula Santana Henilton Parente de Menezes Denise Terra Nunes Ribas Jorge Edson Garcia GOVERNO DO ESTADO DO MARANHÃO Governadora Roseana Sarney Vice-Governador Whashington Luis PETROBRAS Patricia Albuquerque Romildo Martins do Nascimento Eliane Costa Tais Reis Rogério Ferreira da SIlva Elaine Cristina Corrêia Barbosa Dalva Luisa de Araújo Braga Fernando de Brito Costa Jorge Diego Silva Mendonça Marco Aurélio Castro Sérgio Henrique Pinho Dias Edmilson dos Santos Lima Manuel Soares José Kleber Belo Aragão Rodolfo Stonner Maurício La Martine César Arantes Sobral Luís Roberto de Sá Stênio Mendonça Cardoso Joel Alves de Sousa Gleidson Salgado Alessandro Amaro VALE Dorgival Pereira Luiz Fernando Sérgio Aranha Cláudio Augusto Mendes Elis Ramos Giselle Colins Vanessa Tavares Carlos Jorge Elizabete Moreira

BANCO DO NORDESTE Jurandir Vieira Santiago Francisco José de Morais Alves José Maurício de Lima da Silva Alcino Carvalho Brasil (Tibico) Bruno Gama Fortes Letícia Sanches Assunção Rosaline de Jesus Dourado Lima Gomes Rafaela Vieira Vidigal Marine Noronha Lopes SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA Olga Simão SECRETÁRIO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

João Bernardo Azevedo Bringel Secretária Adjunta da Educação Maria das Graças Magalhães Tajra Superintendente de Educação Básica Leuzinete Pereira da Silva Supervisora de currículo Rainilde Gomes Campos

FUNDAÇÃO SOUSANDRADE DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DA UFMA Maria do Rosário Guimarães Almeida Regina Celi Miranda Reis Luna Leanderson Marinho Rego de Souza FUNDAÇÃO MUNICIPAL DA CULTURA Euclides Barbosa Moreira Neto ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Ivan Sarney ALLTECH José Luís de Almeida Wilson Roberto de Almeida


FICHA TÉCNICA Prof. Dr. Alberto Dantas Pedrosa Filho Angélica Vieira da Silva Cleide Coelho Expedito João Costa Leite Goretti Vasconcelos Marlene Barros Ribeiro Marco Itapary Plautilha Maria Serra dos Santos Rosangela da Hora Maria Domingas Joel Jacintho Paulo Washington Beltrão dos Reis Jose de Jesus Carneiro Guterres Filho Maria do Carmo Sandra Pinheiro Saulo Simões Jeremias Santos Vanessa Diniz Celso Brandão Luís Carlos de Brito Renato Gimenez Lauro Vasconcelos Uimar Júnior UFMA REITOR Prof. Dr. Natalino Salgado Filho VICE REITOR Antonio José Silva Oliveira PRÓ REITOR DE GESTÃO E FINANÇAS José Américo da Costa Barroqueiro PRÓ REITOR DE RECURSOS HUMANOS Maria Elisa Cantanhede Lago Braga Borges PRÓ REITOR DE ENSINO Aldir Araújo Carvalho Filho PRÓ REITOR DE PESQUISA E PÓSGRADUAÇÃO Fernando Carvalho Silva PRÓ REITOR DE EXTENSÃO Antonio Luiz Amaral Pereira DIR. DEPTO. DE ASSUNTOS CULTURAIS Alberto Pedrosa Dantas Filho

IMPRESSÃO Gráfi ca Aquarela CoNtato Do feStival gUarNiCê De CiNeMa DAC/PROEX/UFMA Rua Grande, 782 – Centro 65020-250 – São Luís – MA 98-3231-2887 – Diretor 98-3232-3901 – Secretaria 98-3221-0756 – Informáti ca 98-3301-8943 – Fax Virtual www.cultura.ufma.br dac.audiovisual@ufma.br dac.adm@ufma.br


FĂ“RUM DOS FESTIVAIS CĂ“DIGO DE ÉTICA – FĂ“RUM DOS FESTIVAIS O FĂ“RUM NACIONAL DE ORGANIZADORES DE EVENTOS AUDIOVISUAIS BRASILEIROS – (FĂ“RUM DOS FESTIVAI), ESTABELECE O SEU CĂ“DIGO DE ÉTICA A SER SEGUIDO E RESPEITADO POR TODOS OS SEUS MEMBROS. 1. A finalidade em si de um festival ĂŠ promover o produto audiovisual, respeitando-o como manifestação artĂ­stica, formando e informando o pĂşblico. 2. O festival deve proporcionar a excelĂŞncia tĂŠcnica e a infra-estrutura necessĂĄrias para garantir a integridade fĂ­sica e a boa apresentação das obras em qualquer suporte material, bitola, formato ou duração. 3. O festival deve garantir aos autores e/ou detentores de seus direitos a contratação de seguro contra eventuais danos e sinistros que possam vir a ocorrer da chegada da obra atĂŠ o momento de sua devolução, ou garantir – por meios prĂłprios – a integridade das obras. 4. O festival deve definir o seu perfil especĂ­fico, estabelecer um regulamento escrito, tornĂĄ-lo pĂşblico e cumpri-lo, respeitando o calendĂĄrio de festivais existentes e os eventos jĂĄ estabelecidos. As informaçþes constantes em quaisquer documentos produzidos pela organização do festival serĂŁo consideradas oficiais e de SFTQPOTBCJMJEBEFEPTNFTNPT EFWFOEPTFSFODBNJOIBEBTĂ‹TFDSFUBSJBEPGĂ˜SVN 5. O festival deve priorizar a participação de artistas e tĂŠcnicos e outros profissionais diretamente envolvidos na produção e na promoção das obras apresentadas, alĂŠm de garantir tratamento igualitĂĄrio aos participantes da mesma categoria. 6. O festival deve assegurar a liberdade de expressĂŁo, nĂŁo aceitando qualquer tipo de censura. 7. O festival deve garantir a transparĂŞncia na sua seleção, notificando com antecedĂŞncia – ou seja, antes da divulgação da sua programação oficial – os representantes dos tĂ­tulos selecionados e nĂŁo selecionados. 8. O festival deve assegurar em suas publicaçþes dados corretos e completos sobre as obras selecionadas, bem como os contatos e endereços de seus representantes. 9. Os festivais devem envidar esforços para promover a mais ampla cooperação, garantindo a troca de informaçþes entre os eventos, a colaboração tĂŠcnica e logĂ­stica. 10. Os festivais membros devem promover e fortalecer as posiçþes assumidas pelo FĂłrum dos Festivais.


35º Festival Guarnicê de Cinema  

Catálogo do 35º Festival Guarnicê de Cinema. Acontece em São Luís, Maranhão. É o quarto festival de cinema mais antigo do Brasil.

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