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Gazeta DIVINÓPOLIS•MG | terça-feira, 30 de agosto de 2011 | ANO XIX | N.º 1.647 | R$ 2,50

Setor de venda direta bate recorde e contribui para a economia do país Página 04

Clínica de tratamento para jovens usuários de drogas pode fechar A chácara João Paulo II, única clínica especializada em tratamento para jovens usuários de drogas do município, corre o risco de fechar as portas por falta de verba. O tratamento é gratuito e a clínica só sobrevive através de doações. Página 05

Sem freio

Carreta bate em dois carros, um poste, uma casa e mata duas pessoas

Carro capota no centro Luciano Eurides

Letícia Menezes

DO OESTE

“Fora Anastasia” Alunos revoltados com a greve que dura quase três meses e que recomeçou em Divinópolis, fazem manifestação pela cidade contra o governo estadual. Os alunos invadiram uma conferência que estava acontecendo na Câmara dos Vereadores e foram aplaudidos. Página 04

Moradores lacram janelas de casa por causa de barulho de bar Flaviane Oliveira

Página 21

Eleições 2014

Tucanos convocam militantes, de olho no pleito presidencial Página 03

Dois carros provocaram um acidente na manhã de ontem na esquina das ruas Goiás e Mato Grosso. Com a batida, um dos veículos capotou. Testemunhas alegaram que um dos veículos estava em alta velocidade. Os motoristas tiveram apenas escoriações. Página 21

Morador da Avenida Divino Espírito Santo teve que lacrar as janelas de casa por causa do barulho vindo de um bar que fica na mesma rua. A secretaria de meio ambiente declara que tem monitorado o local. Página 05


02 OPINIÃO

:: GAZETA DO OESTE :: DIVINÓPOLIS - TERÇA-FEIRA, 30/08/11

editorial

O projeto desconexo

O

Brasil é especialista em parir inventores da roda. Mexe e vira aparece algum. Desta vez foi o Senado, tão zeloso em bisbilhotar as coisas alheias, mas comedido consigo mesmo. A Casa aprovou na quinta-feira, dia 25 último, Projeto de Lei que passa a considerar gravíssimo e punido com pontos na carteira de habilitação e multa de R$191,44 o transporte de bebidas alcoólicas em cabines de veículos. Os nobres representantes do povo consideram que a proibição irá inibir o uso do álcool ao volante. Isto quer dizer que se o cidadão vem do supeermercado portando as compras da família será punido se essas contiverem um litro de um bom Martini, ou do uisquezinho doméstico. O projeto faz deixar de existir diferença entre estoques familiares e adega de ocasião, quando os alcoólatras avançam sobre calçadas e transeuntes com seus bólidos à qualquer hora do dia, mas principalmente à noite. Esse Senado que foge como o diabo da cruz quando se trata de rever seus próprios salários de marajás e omite-se diante da Reforma Política, é o mesmo que cria leis inexequíveis, como essa da proibição do transporte de bebidas, como se não tivesse outra coisa a fazer. Damos o exemplo de Divinópolis, onde 90% dos frequenta“Damos o exemplo de dores de bares retornam tranquilamente pelas madrugadas seja Divinópolis, onde 90% dos em que altura for da manguaça. frequentadores de bares Não existe fiscalização alguma. E retornam tranquilamente se houvesse, claro que faltariam pelas madrugadas seja em bafômetros. Entendemos que nos termos que altura for da manguaça. Não existe fiscalização da conscientização a Lei Seca tem sido bastante proveitosa. Muita alguma. E se houvesse, claro gente deixou o hábito de dirigir que faltariam bafômetros.” automóveis depois da ingestão de bebidas alcoólicas. Mais avanços nesse sentido só mesmo através da divulgação das vantagens da sobriedade ao volante. Com relação à liberação do transporte do líquido no porta-malas dos carros e proibição no interior dos veículos, saberia o ilustre leitor que diferença pode fazer? Estando o líquido no porta-malas não seria um simples exercício de abrir a quinta porta e fazer uso do precioso? Como o projeto do Senado foi modificado pelo relator na CCJ, deputado Hugo Leal (PSC-RJ), o texto terá que retornar ao Senado para nova apreciação antes de seguir para a sanção presidencial. O relator retirou do texto do Senado o dispositivo que estabelecia, além da multa e dos pontos, a retenção veículo. Se o projeto virar lei, os motoristas só poderão transportar bebidas alcoólicas no porta-malas do veículo. Certa ocasião o então vereador Jair Miguel, fez aprovar na Câmara uma Lei (que se encontra vem vigor até hoje) definindo que os bares e restaurantes fast food deveriam disponibilizar para os clientes apenas copos descartáveis. Ideia carregada das melhores intenções, porque é certo que as bactérias e microorganismos voam no território dos bares. Mas a Lei morreu no nascedouro. Apesar dos perigos, os usuários ainda preferem o bom e velho copo americano. Do mesmo modo que a Lei Seca não admite penduricalhos, o novo projeto passará em branco no que se refere ao uso. Alguém que foi ao bar, ao supermercado, apenas para abastecer a geladeira e inadvertidamente transportou a cerveja no interior do veículo não merece pena alguma. Pelo contrário, merece congratulações pelo hábito elogiável de consumir o produto dentro da própria casa.

ÓRGÃO Do grupo Gazeta do Oeste de comunicação ltda

FUNDADOR: Antônio Eustáquio Rodrigues Cassimiro (1947 2004)

Diretor PRESIDENTE Fernando Marcos Rodrigues

Diretor DE MARKETING Leonardo Marcos Rodrigues

EDITORA CHEFE Liziane Ricardo

Assessores Jurídicos Dr. Márcio F. Vaz • Dr. Mauro M. Nogueira • Dr. Breno M. de Faria Administração, Redação E GRÁFICA: Rua Rio Branco, 948 - Porto Velho • Divinópolis (MG) • CEP 35.500-430 TELEFONE: (37) 3222-6322 • www.g37.com.br • gazeta@gazetaoeste.com.br O jornal não é solidário com conceitos emitidos em colunas e matérias assinadas.

Logosofia

Fundação Logosófica Em Prol da Superação Humana

Preparação da mente: indispensável para transformar a vida Sendo a mente o principal dispositivo da psicologia humana, só nela é possível firmar a esperança lógica de poder experimentar uma mudança favorável e positiva na condução da vida para um futuro melhor, já que isso implicaria tomar contato com o conhecimento que dá ao homem o domínio dos elementos ou das forças que operam no cenário da existência humana. Esse domínio deve ser alcançado mediante contínuos esforços para não frustrar as ânsias do espírito, que busca o caminho de sua liberação pelo conhecimento. É a liberação de todas aquelas limitações que oprimem o homem e o inabilitam para possibilidades maiores no transcurso de sua caminhada pela evolução consciente; liberação da ignorância que adormece sua inteligência e das sombras que obscurecem sua razão, impedindo que o entendimento possa desfrutar a sublime felicidade que implica a posse de tão precioso poder. Preparar a mente deve ser o alvo, o objetivo básico, e para isso terão de tender todos os empenhos da criatura humana, se quiser transformar sua vida limitada e exposta às contingências de uma luta extenuante, e predispor seu espírito a uma nova forma de vida que substitua seu destino incerto por um futuro pleno de ventura. Mas isso não se consegue pelo simples fato de ler um livro, ou dois, ou muitos, nem se aprofundando em teorias, ou seguindo métodos que não passam de belas palavras. A Logosofia mostra que, para evitar desvios e perda de tempo, é preciso partir de um princípio inquestionável Este princípio, que tem de ser sem dúvida alguma o que encaminhe os primeiros passos, está determinado pela lei que rege todos os processos. Isso quer dizer que, se buscamos uma solução X, não devemos obter por resultado uma solução Y. É a incapacidade, pela ausência de conhecimento, que faz os homens se perderem no labirinto de seus próprios pensamentos e idéias. Caso se queira edificar uma existência fértil em produções de elevado benefício, e que todas as ações estruturem um destino melhor e coloquem o homem num lugar privilegiado no conceito do mundo, deve-se começar, como indica a Logosofia, por efetuar um reconhecimento no mundo interno individual, a fim de estabelecer quais são os valores permanentes e com que capacidade de conhecimento se pode fazer uso deles. Se alguém pretende alcançar com êxito os fins do ideal concebido, será necessário munir-se daqueles elementos que propiciem a aquisição de novos valores e permitam dirigir a evolução para um campo de maiores possibilidades. Tais elementos viriam a ser a escolha do ambiente, dos semelhantes e de todas aquelas coisas que representem, para o cumprimento dos objetivos e aspirações, os verdadeiros meios de expressão com os quais se deve conviver e até identificar a própria vida. A Logosofia, ao oferecer os elementos básicos para a realização feliz de cada processo individual, permite que todos não apenas encontrem os meios adequados de que necessitem, mas também obtenham o estímulo necessário para tornar mais grata a tarefa que cada um se impôs. Trechos extraídos de artigo da Coletânea da Revista Logosofia, tomo 3, p. 15 Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol) Da Sabedoria Logosófica

Observatório de Mídia www.observatoriodemidia.blogspot.com | observatoriodemidia@pitagoras.com.br

Observatório de Mídia nas escolas A mídia é frequentemente apontada como o 4º poder, numa alusão à tripartição proposta por Montesquieu. Ignácio Ramonet, porém, opondo-se a essa idéia, sugere que observemos três poderes na sociedade contemporânea: o poder econômico, o poder político e o poder midiático. Fato é que toda transformação social que ocorre no mundo atual passa pelos meios de comunicação. Entretanto, a escola, na maioria dos casos, não proporciona ao aluno uma reflexão crítica adequada sobre a dimensão mediática do processo histórico. Foi com o objetivo de inserir os estudos e os debates que envolvem a Comunicação Social nas diversas camadas sociais, econômicas e culturais que vários profissionais e professores dos cursos de Jornalismo e de Publicidade & Propaganda da Faculdade Pitágoras de Divinópolis criaram, em maio de 2010, o Observatório de Mídia. Um núcleo de estudos e análises que tem como missão promover e desenvolver, numa perspectiva multidisciplinar, os estudos sobre as mídias em geral, favorecendo a interação do Jornalismo, da Publicidade e da Propaganda com o mercado de trabalho e com as relações sociais como um todo. O núcleo completa 15 meses de trabalho com excelentes resultados e um novo e ambicioso projeto sendo alinhado. O Observatório de Mídia nasceu pela carência de estudos e trabalhos desenvolvidos na região Centro-oeste sobre o assunto. A origem da formação deste grupo de trabalho se deve à necessidade de se fomentar o intenso debate e disseminação de produções intelectuais, em várias esferas sociais, em relação ao caráter cultural e simbólico da mídia e, obviamente, de suas principais ferramentas (jornais, rádio, televisão, peças publicitárias, cinema, teatro, literatura, edição, criação e Internet) e sua influência no cotidiano da sociedade moderna. A dedicação e o envolvimento dos professores já se reverteram em excelentes resultados em quase um ano de trabalho. Parceria acadêmica firmada com uma das maiores emissoras de rádio da cidade (rádio Divinópolis AM) deu origem ao Observatório de Mídia no rádio, um programa semanal de 30 minutos, exibido todas as quartas-feiras, às 8h15 da manhã. Além disso, parcerias firmadas com vários jornais da região já renderam mais de 150 artigos técnicos publicados pelos professores de Jornalismo e Publicidade, gerando conteúdo e democratizando as discussões sobre os papéis desenvolvidos pela Comunicação Social em toda a região. A parceria mais bem sucedida do núcleo é com o jornal Gazeta do Oeste, com mais de 70 artigos publicados todas as terças-feiras. Os resultados desta importante iniciativa acadêmica podem ser acompanhados de várias formas. Todos os artigos produzidos pelos professores estão disponíveis na web, no Blog do Observatório de Mídia (www.observatoriodemidia.blogspot.com), que é atualizado diariamente e já conta com um bom número de seguidores. Além disso, a inserção em comunidades sociais virtuais é uma das premissas do núcleo, extremamente engajado neste processo de convergência de mídias. O perfil do Observatório de Mídia no Twitter pode ser acessado e seguido através do www.twitter.com/obsmidia. Agora, a intenção é disseminar essas discussões nas escolas do Ensino Médio. O projeto pretende levar às escolas de Divinópolis e região palestras e debates sobre a influência da mídia em eventos relevantes no Brasil e no mundo. Observando-se os tópicos que fazem parte do programa da disciplina de História no Ensino Médio e Fundamental, serão preparados estudos sobre o modo como o jornalismo e a propaganda aparecem em cada acontecimento de maior destaque na história da civilização. O objetivo do projeto é esclarecer e fomentar o debate sobre a influência da mídia em nossa sociedade, a partir da evidência do poder de mobilização e transformação que têm o Jornalismo e a Propaganda, especialmente agora com a Internet e a convergência de mídias. Por outro lado, a ideia e levar aos alunos um debate que terá sua atenção por tratar de temas que serão cobrados em provas e no vestibular, além de serem assuntos instigantes e que, por si, já despertam o interesse dos estudantes. Uma forma interessante de promoção da inclusão e do conhecimento através de debates envolvendo conteúdos essenciais para sua formação como profissionais e cidadãos. Francisco Resende Costa Neto Coordenador dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda Faculdade Pitágoras Divinópolis-MG


POLÍTICA 03

:: GAZETA DO OESTE :: DIVINÓPOLIS - TERÇA-FEIRA, 30/08/11

Tucanos iniciam mobilização de olho nas eleições presidenciais de 2014 com Aécio Neves Programa “PSDB VIVO” convoca militantes para trabalhar base do partido nos municípios em 2012 flavia.brandao@gazetaoeste.com.br

O PSDB de Minas Gerais convocou, no último sábado (27), as lideranças e militância do partido para encontros regionais, que foram realizados simultaneamente em 45 cidades do estado. Os encontros titulados, “PSDB Vivo”, exibiram mensagens em vídeo de parlamentes e lideranças políticas tucanas para os representantes de diretórios das cidades de cada região. Além de agradecimentos aos militantes, o tom dos discursos foi de convocação no intuito de trabalhar a base tucana em 2012 elegendo o maior número de prefeitos e vereadores, já de olho nas eleições 2014 com Aécio Neves como candidato a presidente do Brasil. Em Divinópolis, a reunião aconteceu, na sede da AMVI, e contou com a presença do deputado federal, Domingos Sávio. Cerca de 30 representantes

de diretórios das cidades vizinhas como Conceição do Pará, Camacho, Nova Serrana, Carmo do Cajuru, Pains, São Sebastião do Oeste, São Gonçalo do Pará, Perdigão e Pedra do Indaiá estiveram presentes no encontro regional realizado em Divinópolis. O presidente do diretório da cidade, Luiz Militão, destacou a idéia do PSDB Vivo afirmando que o foco é o fortalecimento, a interiorização e a promoção do contato com as lideranças regionais. “O PSDB percebeu que precisa mudar a faceta de um partido muito concentrado nas grandes cidades com o propósito de fortalecer o interior até para aumentar o número de prefeitos e vereadores”, declarou. No vídeo, foram exibidas falas do governador Antônio Anastasia, do senador Aécio Neves, do presidente do PSDB-MG, Marcus Pestana, da presidente do PSDB Mulher, Lenita Noman, do PSDB Jovem Caio Rodrigues,

entre outros que somaram onze depoimentos. Todos os discursos convocam a militância tucana já para trabalhar as eleições municipais de 2012, construindo uma forte base para 2014, quando será lançado Aécio Neves para presidente da República.

Flávia Brandão

Flávia Brandão

Alternativa O deputado Domingos Sávio, que é vice-presidente do PSDB/ MG e um dos idealizadores do Programa PSDB Vivo, esteve presente no encontro regional de Divinópolis e destacou que o partido representa uma “alternativa de mudança” para o Brasil. Nesse contexto, ele avalia que é preciso: “combater a corrupção, que é hoje uma das vergonhas nacionais”; “implantar um verdadeiro pacto federativo”; “regulamentar a emenda 29”; e a “PEC 300 dando um salário digno para os policiais”. O tucano criticou ainda a atual “troca de favores”, na Câma-

Encontro do PSDB Vivo, em Divinópolis, reuniu cerca de 30 participantes de diretórios regionais

ra Federal, que cria uma maioria de parlamentares subserviente ao governo, o que prejudica a democracia. “O governo construiu a maioria esmagadora na base da troca de favores. Essa maioria vira uma maioria subserviente, que não tem vontade própria e acaba não representando a vontade do povo, mas só do Governo.

E isso está comprometendo a democracia brasileira”, disse. Domingos destacou que nessa “missão” promover mudanças no Brasil, o PSDB já se organiza a partir de agora fortalecendo a base para posteriormente alcançar as eleições estaduais e federais de 2014. “O PSDB tem que estar organizado nos

municípios, participando das eleições municipais, elegendo vereadores e prefeitos para estar bem preparado, robusto e forte para enfrentar o grande desafio das eleições estaduais e federais em 2104”, declarou. Periodicidade Questionado se os encontros seriam frequentes, o deputado afirmou que ideia do PSDB Vivo é um estímulo da Executiva Estadual de modo que nos diretórios locais as reuniões dos militantes se tornem uma rotina. “Uma das sugestões é que cada diretório de acordo com a sua realidade faça sua agenda e que inclua se possíveis reuniões semanais para que tenhamos uma dinâmica naquele município bem forte, trazendo candidatos a vereadores e definindo uma candidatura a prefeito. Ou seja, uma boa aliança para ganharmos as eleições municipais no maior número de cidades possível”, disse.

STF poderá inviabilizar aplicabilidade da “Ficha Limpa”

Cinquenta nomes receberam a homenagem por fazerem parte da história de Divinópolis

A “Ficha Limpa”, como pré-requisito para os políticos brasileiros concorrem às eleições, corre o risco de não valer para a eleição municipal de 2012 e nem para os futuros pleitos no Brasil. De acordo com informações da imprensa paulista, os ministros do Supremo Tribunal Federal estão pessimistas e prevêem que a Corte poderá declarar a regra inconstitucional ao julgar três ações, que tramitam há alguns meses no Tribunal. A aplicação da lei nas eleições de 2010 foi rejeitada pelo STF, agora a Corte analisa a constitucionalidade e com a aposentadoria da ministra Ellen Gracie - que era a favor da norma - a Lei da Ficha Limpa poderá cair. Por seis votos a cinco, em março desse ano, o STF decidiu que a Ficha Limpa não teria validade pra a eleição de 2010, uma vez que foi aprovada com menos de um ano de antecedência do período eleitoral. Na ocasião, os ministros somente analisaram o aspecto temporal da lei agora eles deverão debater, nos futuros julgamentos, se a regra está ou não de acordo com a Constituição Federal ao, por exemplo, estabelecer uma punição (inelegibilidade do político), antes de uma condenação definitiva da Justiça. A ala contrária a esse tipo de punição alega que a Ficha Limpa desrespeita o princípio constitucional da presunção da inocência, ou seja, que ninguém será considerado culpado até uma decisão

Flávia Brandão

Emoções e memórias marcaram a noite de entrega da Medalha Centenário Flávia Brandão

flavia.brandao@gazetaoeste.com.br

O Jornal Pinga Fogo e a Real Casa Gravatá promoveram na última sexta-feira 26, na Câmara Municipal de Divinópolis, a entrega da Medalha Centenário a 50 cidadãos, como reconhecimento pelos trabalhos realizados em prol do município. A solenidade, que lotou o plenário do Legislativo Municipal resgatou memórias e trouxe lágrimas aos olhos de muitos homenageados. De acordo com o idealizador, jornalista Itamar de Oliveira, a entrega da homenagem, Medalha Centenário, “vem valorizar os costumes e tradições do município”; e no primeiro semestre de 2012 mais 50 pessoas serão agraciadas, completando os 100 homenageados do Centenário. Dentre os agraciados da noite, estiveram o nome de 40 homenageados vivos e dez in memoriam. De acordo com

Maria Rodrigues, esposa de Antônio Eustáquio Rodrigues, fundador da Gazeta do Oeste, recebeu emocionada a homenagem

Jornalista Itamar de Oliveira, idealizar da homenagem afirmou que em 2012 mais 50 pessoas serão agraciadas

Itamar de Oliveira, a escolha dos homenageados vem sendo feita há mais de dois anos e todos os nomes são ou foram figuras históricas, que vivenciaram, na sua maioria, os últimos 50 anos da cidade, acompanhando a sua evolução, participando dos seus eventos marcantes, e que se destacaram como cidadãos

conscientes de suas responsabilidades sociais. “Nós temos essa confraria, que se encontra com bastante frequência, que é a chamada Real Casa de Gravatá, um reino fictício, de mais de 100 pessoas, que junto com o jornal Pinga Fogo está promovendo a entrega da Medalha do Centenário. A escolha dos homenageados vem sendo feita há mais de dois anos, onde fizemos várias listas, acrescentando, tirando até chegar a esses agraciados ilustres, e digo ilustres no melhor sentido, porque não fizemos na escolha nenhum tipo de discriminação social ou política”, declarou. Entre os homenageados, esteve presente a esposa do fundador da Gazeta Oeste, Maria Marcus Rodrigues, que emocio-

nada agradeceu a escolha de seu nome como uma das agraciadas da noite. “Gostaria de agradecer ao Itamar e a sua equipe pela escolha do meu nome. Ofereço essa homenagem a minha família, aos meus filhos e em particular a meu esposo Antônio Eustáquio Rodrigues”, disse. O empresário Mayrink Aguiar, que recebeu a homenagem em nome de seu pai, elogiou a iniciativa . “É muito importante para as famílias dessas pessoas já falecidas receberem esse reconhecimento é como um alento e para os que recebem em vida é uma força a mais. O Itamar está de parabéns, homenagem igual a essa tem que ser valorizada”, destacou. Compuseram a mesa e realizaram a entrega das Medalhas aos homenageados: o ex- prefeito Galileu Machado; o presidente da Câmara Municipal, Pastor Paulo César (PRB); o dentista Eduardo Passos Coelho; o jornalista Itamar de Oliveira e seu colaborador João Ribeiro; os vereadores Roberto Bento (PTdoB), Heloísa Cerri (PV), Edson Sousa (sem partido), Adair Otaviano (PMDB) e Antônio Paduano (DEM). Confira no site da Gazeta do Oeste (www.g37.com.br), seção coberturas, as fotos de todos os homenageados ou de seus familiares.

Flávia Brandão

flavia.brandao@gazetaoeste.com.br

judicial definitiva e sem chances de recursos. O entendimento do Supremo será fixado durante o julgamento conjunto de três processos: duas ações declaratórias de constitucionalidade (ADCs) e uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI). Existem dois pontos mais polêmicos da lei e que devem consumir grande parte do futuro julgamento no Supremo: o que afasta da disputa eleitoral candidatos condenados, entretanto, que ainda têm chance de recorrer, e o que proíbe a candidatura de políticos condenados antes da entrada em vigor da norma Saída A saída da ministra Ellen Gracie do Tribunal, uma vez que a mesma se aposentou no início desse mês, é um dos fatos que mais preocupa os ministros favoráveis à lei, já que Gracie era uma das maiores defensoras da regra no julgamento. A presidente Dilma Rousseff ainda não escolheu o substituto e é provável que o assunto Ficha Limpa seja debatido entre integrantes do governo e candidatos à vaga antes da indicação do novo membro do STF. Eleições Ministros do STF defendem que as ações sobre a Ficha Limpa sejam julgadas antes do registro dos candidatos que disputarão a eleição de 2012, uma vez que isso evitará a confusão instalada no ano passado, onde o Supremo apenas em março, ou seja, cinco meses depois da eleição que a lei não valeria para 2010.


04 CIDADES

:: GAZETA DO OESTE :: DIVINÓPOLIS - TERÇA-FEIRA, 30/08/11

Estudantes se manifestam contra o governo estadual

Setor de vendas diretas teve melhor desempenho em 2010 Letícia Menezes

Os alunos apoiam os professores na luta contra o subsídio André Bernardes

André Bernardes

andre.bernardes@gazetaoeste.com.br

Os participantes da Conferência ficaram assustados com o barulho mas quando os alunos invadiram o plenário, foram aplaudidos por todos pela iniciativa

na Assembleia que irá acontecer em Belo Horizonte. A professora Lúcia Moura acompanhou a movimentação e ficou emocionada em ver os alunos organizando um movimento estudantil. “É importantíssimo ver o movimento estudantil sendo resgatado, pois temos que lutar juntos. Uma boa escola é interesse das duas partes. Tem muito interesse que fez a greve não ser forte em Divinópolis. Alguns professores colocam interesses particulares acima do coletivo e se não arriscar a luta não consegue nada” provocou. Os alunos passaram na porta de outras escolas estaduais para propagar o movimento. O ponto alto da manifestação foi quando os alunos invadiram a Câmara dos Vereadores, onde estava acontecendo uma Conferência Municipal. Os participantes da

Os estudantes de todas as turmas fizeram a concentração na porta da escola onde prepararam cartazes

Conferência ficaram assustados com o barulho, mas quando os alunos invadiram o plenário, foram aplaudidos por todos pela iniciativa. Gritos como “Fora Anastasia” ecoaram pelo corredor da Câmara. A coordenadora de departamento e políticas sociais do Sind-UTE, Maria Catarina, que lidera a greve em Divinópolis, estava na Conferência e ficou surpresa com a manifestação. “Ficamos emocionados, pois a dimensão da greve atingiu o aluno que sabe que o problema não é do professor” disse. Governo se posiciona sobre a greve O governador do estado, Antônio Anastasia, se pronunciou ontem sobre a greve dos professores. Ele disse que a remuneração do sistema da educação em Minas Gerais é um sistema muito antigo. “Esse sistema é um sistema pouco claro, é um sistema que não permite uma clareza total em relação à remuneração como um todo. Ele se compõe de um vencimento básico acrescido de diversas parcelas, diversas gratificações e adicionais, formando um verdadeiro emaranhado remuneratório, de difícil compreensão e que leva também a muitas dúvidas de natureza jurídica e de interpretação e até mesmo de difícil aplicação pelo sistema da Secretaria da Educação e do Planejamento” disse. Em seu pronunciamento, o governador disse que a subsídio é

a melhor opção para os professores e ainda agradeceu aos profissionais que não aderiram a greve. “Em síntese, gostaria que as pessoas observassem, em primeiro lugar, o governo está permanentemente aberto para negociação com o sindicato, aliás, foi assim e tem sido assim com os diversos sindicatos de todas as categorias de servidores públicos. Todavia, essa negociação deve ser feita de boa fé, com base na realidade da responsabilidade fiscal e com base na possibilidade de pagamento do Estado. Aliás, vivemos hoje, no Brasil e no mundo, um momento de atenção com a crise econômica que se avizinha. E, por fim, agradeço muito à grande maioria dos professores, 90% deles, que estão em salas de aula, mantendo a regularidade da nossa educação pública em Minas, que é de excelente qualidade. Muito obrigado” Maria Catarina, do Sindicato dos trabalhadores em educação SIND-UTE, diz que o governo está desesperado, pois o Superior Tribunal Federal publicou um acórdão explicando a legalidade do piso. “Já discutimos com mais seis escolas, duas irão aderir a greve, a escola Miguel Couto, São Vicente e outras cinco estão estudando a adesão ao movimento e a publicação do acórdão falando do piso, os professores começaram a manifestar . O governo não esperava, quando mais de 60% escolheu o sistema antigo” comemorou Catarina.

Autonomia da mulher é discutida em conferência André Bernardes

andre.bernardes@gazetaoeste.com.br

A segunda Conferência Municipal da Mulher foi realizada na tarde de ontem para discutir a realidade da mulher no município e foi realizada na Câmara dos Vereadores. A Conferência acontece a cada três anos e as propostas aprovadas ontem serão levadas para a conferência estadual. Mais de 150 pessoas estiveram no plenário da Câmara para participar da Conferência que teve como tema “Uma questão

de direitos humanos”. Doutora Gorete Rios, responsável pela delegacia de mulher e Eliana Piola fizeram uma palestra no início, abordando as conquistas das mulheres pela história. Após as palestras, os participantes discutiram propostas para serem votadas. Hélio Alves, gerente de apoio aos conselhos explicou que dez grupos criaram as propostas. “Dez grupos elegeram três propostas e duas tem que estar dentro do plano de políticas públicas para mulheres, que será levado para a conferência estadual” explicou.

Foram feitas análises da realidade brasileira, mineira e local abordando economia, política e cultural e os desafios para igualdade de gênero frisando a autonomia econômica, social, cultural e política das mulheres além da erradicação da pobreza extrema. Um dado levantado na conferência é que em Divinópolis existem mais de 30mil mulheres trabalhando em confecções e no encontro foram questionadas as condições de trabalho, saúde e lazer das mulheres no município.

Há sete anos Cássia Coimbra trabalha como revendedora

As propostas votadas servirão de referência para o governo nos próximos três anos onde acontecerá uma nova conferência além de serem levadas para os encontros estadual e nacional. A dona de casa Maria de Lourdes participou da conferência e disse que as discussões serão importantes para o futuro da mulher. “Ainda existe preconceito contra a mulher no trabalho e com esse encontro podemos discutir as necessidades da mulher no município em quesito de saúde, trabalho e lazer. É muito

Letícia Menezes Da Redação

R$ 26 bilhões, este foi o faturamento no setor de vendas diretas no último ano de 2010. Noventa e cinco por cento deste valor são referentes ao comércio de produtos de higiene pessoal e beleza. Como fonte principal de renda familiar ou complementar o setor de vendas diretas bateu recorde no último ano. Isto mostra o quanto este setor se torna importante para economia do país. A ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas) divulgou em seu site dados que mostram que no ano 2010 este setor de fechou 17,2% maior que o ano de 2009. O número de revendedores também aumentou junto com a produtividade. Durante o período de 2010, cerca de 2,74 milhões de famílias que tem a Natura como renda principal ou apenas complemento no orçamento tiveram alta em seu orçamento, ou seja, 12,2% maior que o ano anterior. A venda direta funciona de forma alternativa, pois o custo é baixo e não precisa de formação específica. Este é um setor composto por empresas de diversos segmentos como, por exemplo, cuidados pessoais, matérias para o lar, serviços e suplementos nutricionais. Não é necessário montar um comércio para revender estes produtos, a pessoa vai à procura

do cliente de casa em casa e assim começa a aumentar seu ciclo de venda e atingindo seu público alvo. Você é quem faz seu horário, é quem vende, entrega; enfim é seu próprio patrão. Cássia Coimbra é consultora revendedora e orientadora da Natura em Divinópolis. Começou a revender os produtos para ajudar a irmã e há sete anos e meio atua no setor de vendas diretas. Além de revender ela orienta cento e trinta e sete consultoras na cidade e faz disso sua fonte de renda. “Comecei no ramo como forma de complementar meu orçamento, mas resolvi me dedicar após uma das minhas filhas decidir estudar fora.Hoje ela faz Engenharia Elétrica em Belo Horizonte e com minha renda ajudo a sustentá-la” contou Cássia No seu trabalho como orientadora ela sempre usa uma frase para as revendedoras. “Se você faz da Natura um complemento de vendas você terá somente um complemento no final do mês, mas se você faz dele um negócio ele será seu negócio. Este é meu negócio este é meu trabalho!” reforçou Cássia. Deste de 2000 o setor de vendas diretas vem se desenvolvendo, mas foi 2010 que teve seu melhor desempenho. Neste setor as empresas oferecem suporte o que facilita o trabalho dos revendedores, pois é uma forma de levar às pessoas de todo canto do país os produtos e divulgá-los.

André Bernardes

Os alunos da Escola São Tomás de Aquino realizaram na tarde de ontem uma manifestação a favor dos professores que estão em greve reivindicando o fim do subsídio. A greve que já dura quase três meses, estava sem força em Divinópolis, mas esta semana a Escola São Tomás paralisou as aulas e mais três devem aderir ao movimento. Os estudantes de todas as turmas fizeram a concentração na porta da escola onde prepararam cartazes. A aluna Camila Jorge afirmou saber que a culpa não é dos professores, porém está preocupada com a sua educação. “A culpa nós sabemos que não é dos professores pela greve, mas nós queremos que o governo pague melhores salários para que eles possam dar aula, pois estamos há três meses parados e começou novamente, enquanto o governo não pagar, eles vão continuar de greve. Eu estou no terceiro ano acho que não vou formar. Vamos explicar para o povo o que está acontecendo. O professor quer dar aula mas o governo não paga o que ele merece. O aluno tem que ter voz e o aluno tem que brigar pela causa” manifestou. Camila disse que os alunos estarão presentes

Doutora Gorete Rios, responsável pela delegacia de mulher e Eliana Piola fizeram uma palestra no início, abordando as conquistas das mulheres pela história

importante que a população participe de conferências como esta” disse.

No último domingo, 28, foi realizada também a segunda Conferência Municipal da Juventude.


CIDADES 05

:: GAZETA DO OESTE :: DIVINÓPOLIS - TERÇA-FEIRA, 30/08/11

Som alto e muito barulho fazem com que moradores lacrem janelas de casa O problema que já dura dois anos parece estar longe de ser resolvido Flaviane Oliveira

flaviane.oliveira@gazetaoeste.com.br

Janelas lacradas, cômodos abafados, noites de insônia e provas de concurso perdidas. É assim que pode ser resumida a situação que vive Rodrigo Ferreira e outros vizinhos de um bar que fica na avenida Divino Espírito Santo. Há dois anos as reclamações contra o bar são constantes e após vários registros de boletins de ocorrência e várias reclamações junto à prefeitura, Rodrigo se sente desrespeitado e a espera de uma solução que não chega. Rodrigo fala da dificuldade e burocracia que ele e vizinhança enfrentam para chegar à solução do problema “Eu e um dos vizinhos de frente que enfrenta

o mesmo problema já fizemos que moram nas proximidades cerca de 25 boletins de ocorrên- do bar, porém acusam a prefeicia, uns dez protocolos feitos tura de não tomar medidas para solucionar o na prefeitura problema, “Filmunicipal no “A gente vai lá faz protocolo e setor de Meio é feito de palhaço? Eu acho que magem temos Ambiente, uma estamos sendo feitos. Eu acho várias e o fiscal diz que isso séries de idas que tem alguma proteção na não tem valor a secretaria de Meio Ambiente prefeitura, porque depois de uma para ele. Então série de protocolos. Eu tenho o que tem vasem protocolo, devemos ter ido um protocolo em que eu recebi lor para ele? Ele umas oito vezes não vai sair da a resposta no dia 8 de junho ou mais e não casa dele, igual de 2010 que seria tomada a adiantou nada” n ó s f i ze m o s providência dentro de 10 dias. A aqui um dia contabilizou. O morador tal da licença apareceu no dia 8 um boletim de contou que a de julho de 2011, um ano depois” ocorrência as vizinhança do duas de meia da (Rodrigo Ferreira) bar já organimanhã, numa zou inclusive um abaixo assina- noite de quinta para sexta por do com a assinatura de repre- causa de jogo de baralho no sentantes de mais de 15 famílias passeio” lamentou.

O bar fica aberto todas as noites

Entre as principais reclamações dos moradores estão os carros com som alto, música alta, televisores colocados no passeio, transmissão de jogo de futebol e o excesso de mesas no passeio. “Outra coisa que não é cumprida de forma nenhuma: Só pode ter um toldo por estabelecimento comercial e ele só pode ter 1/3 da largura do passeio que está no código de posturas e não é cumprido de forma nenhuma. Já reclamamos e a fiscalização não veio. Outro dia fui reclamar com o fiscal e ele disse que vai vir aqui no dia que ele quiser” revoltou-se Rodrigo. Ele mostrou à reportagem vários documentos que comprovam a inviabilidade de funcionamento do bar. De acordo com o exposto no Código de Posturas do município, nem mesmo o número de mesas no passeio do estabelecimento está dentro do considerado correto. “A quantidade de mesas continua, o horário de funcionamento continua do mesmo jeito. No sábado, por exemplo, mesa só pode ser colocada no passeio após as 16h, que está na lei 4242. Nunca foi respeitado. O fiscal esteve aqui no dia 18 de junho. Tinha que ter autuado o bar por causa do horário das mesas, tinha que ter autuado por causa dos tocos colocados na calçada e nada. O fiscal saiu e tudo ficou da mesma forma” revelou Ferreira. O morador declarou ainda que se caso a situação não for resolvida, irá entrar uma ação contra a prefeitura por prevaricação.

Rodrigo mostra a cama cheia de documentos

O OUTRO LADO A reportagem entrou em contato com o secretário de Meio Ambiente, Pedro Coelho para saber qual a situação do bar. De acordo com Pedro a lei permite o funcionamento do bar e toda a discussão se trata de um conflito de vizinhança, "A secretaria de Meio Ambiente tem acompanhado esse problema junto com a promotoria para resolver esse conflito. Nós estipulamos o número de mesas menor para o proprietário pôr no passeio. Também providenciamos uma reunião junto ao dono do bar para informar sobre o barulho que está sendo ocasionado e evitar que pessoas fiquem nas mesas no lado externo após certo

horário da noite para evitar que se incomode à vizinhança e tem sido feito um monitoramento e vistorias e emitimos relatórios quase semanais quanto ao funcionamento do estabelecimento" afirmou o secretário. O secretario afirmou ainda que está sendo realizado um monitoramento do local e desconhece qualquer informação do Ministério Público para que o bar seja fechado, "Temos novos relatórios e nesses novos relatórios a gente não conseguiu analisar que realmente está causando impacto na vizinhança, ou seja, que estava dentro da normalidade de funcionamento e a gente vai fazer esse acompanhamento semanalmente" finalizou.

Jovens dependentes químicos podem ficar sem espaço para tratamento André Bernardes

andre.bernardes@gazetaoeste.com.br

O projeto Missão Maria de Nazaré, única entidade em Divinópolis com atendimento especializado em jovens dependentes químicos, corre o risco de encerrar os tratamentos a partir de setembro por falta de recursos financeiros. A casa que comporta até 25 usuários, está atendendo apenas 8 pois depende de doação para manter o funcionamento. O projeto começou há dezesseis anos com o grupo de jovens Maria de Nazaré da igreja do Santuário. Em 2005, o fundador do grupo Eduardo Riveli regularizou o grupo com CNPJ e formalizando utilidade pública, tornando então comunidade católica missão Maria de Nazaré. De acordo com o coordenador da chácara, Matheus Henrique Dias, o centro de reabilitação

era um sonho antigo do grupo. “Sempre tivemos o sonho de ter um centro de reabilitação, pois trabalhamos com jovens. Em 2008, uma senhora que sabia deste sonho ligou para o Eduardo e falou que tinha uma chácara a venda que se a gente tivesse interesse ela ia comprar e passar pra nós. O Eduardo falou que tinha, mas não deu muito crédito. Passou alguns meses ela ligou e disse pra nós buscarmos a chave. Pegamos a chave, reformamos e em março de 2008 começamos a receber os dependentes químicos” lembrou Matheus. Nestes três anos, mais de 250 jovens já passaram pela chácara. Os internos desempenham diversas atividades. Eles cuidam da limpeza da chácara, da horta e animais. Eles são disciplinados com horários para dormir, acordar e se alimentar Limites que antes eles não respeitavam. “O tratamento é aproximadamente

nove meses, a gente divide em três etapas de três meses cada uma, no final de cada etapa o jovem pode ser aconselhado a ficar mais um pouco. Então o tratamento pode passar até um ano. Nós dividimos os doze passos dos narcóticos anônimos em quatro pra cada etapa. Trouxemos pra uma linguagem mais jovem, incrementamos passagens bíblicas, um filme, pra fixar melhor na cabeça deles” contou Matheus. O atendimento do jovem usuário de droga precisa ser diferenciado e com apoio psicológico. O interno mais novo da clínica tem doze anos. Como os profissionais da assistência social e psicólogos da clínica são voluntários, os adolescentes não têm o acompanhamento necessário. Atualmente, o gasto mensal da clínica gira em torno de R$10 mil. “Nós já estamos tentando ajuda junto a prefeitura,

secretaria de desenvolvimento social, há muito tempo e hoje vivemos através de doações da população, pelo fato de nossa casa ser nova, quando ligamos pedindo doação, as pessoas já ajudam outras instituições. Ganhamos muita cesta básica, sempre ganhamos comida, mas os custos de monitores, assistente social, psicólogos, energia, água telefone, reformas, melhorias não temos. Chegamos em um ponto de não conseguir manter a casa” Muito se falou da “Operação Candidés” que retirou os usuários de droga do Carrapateiro. Muitos estão de volta às ruas, pois algumas clínicas não têm verba para desenvolver o trabalho com eficácia. “Criaram a secretaria antidrogas, e eles disseram que não teriam como ajudar. Fomos até o gabinete do prefeito por quatro vezes tentamos marcar uma reunião com ele para

mostrar a importância da casa, a secretária anotava e nunca retornava. Diante de tudo isso, não adianta querer ficar com a casa se ela fica se endividando. Sou ex-dependente químico, sei da importância, é possível mudar estes jovens, mas a casa não vai viver exclusivamente de amor. Para trabalhar com adolescente, é preciso de psicólogo, eles precisam de um acompanhamento diário. Nós não cobramos o atendimento pois sabemos que geralmente são famílias sem condições” disse Matheus. Procuramos o secretário adjunto de Políticas Antidrogas Adriano Siqueira. O secretário não quis se pronunciar sobre o caso. Já o secretário de Desenvolvimento Social Paulo dos Prazeres alegou não conhecer a Chácara, porém entrou em contradição ao dizer que o problema da clínica é falta de documentação. “Acontece que hoje pela

Constituição e pelo Estatuto da Criança e Adolescente, todas as entidades precisam cumprir alguns requisitos para que sejam cadastradas é preciso uma série de documentação. Não é possível o financiamento público sem que elas cumpram alguns passos de regulamentação e de organização. Na conversa entre o Matheus e o secretário Adriano foi falado isso. Eu não conheço o Matheus mas se eu tivesse conhecimento de tão importante trabalho, eu já teria contactado esse rapaz, certamente a secretária já saberia do trabalho que ele faz” disse. Caso a clínica não consiga regularizar a situação, os trabalhos devem ser encerrados até o fim de setembro e os internos poderão ser mandados de volta para casa. Quem quiser ajudar o trabalho da Chácara João Paulo II pode entrar em contato pelo telefone 3212-0818.


06 GERAL

:: GAZETA DO OESTE :: DIVINÓPOLIS - TERÇA-FEIRA, 30/08/11

COOPERATIVA DE CRÉDITO DA REGIÃO DE DIVINÓPOLIS LTDA. - SICOOB CREDIVERDE BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E DE 2010 Relatório da Administração

O plano de negócios foi elaborado com projeções para os exercícios de 2008, 2009 e 2010.

Senhores Associados,

O SICOOB CREDIVERDE participa como as demais singulares do Sistema CREDIMINAS do Projeto Empresarial para o ciclo – 2011/2014.

Submetemos à apreciação de V.S.as as Demonstrações Contábeis do 1º semestre de 2011 da Cooperativa de Crédito da Região de Divinópolis Ltda. – SICOOB CREDIVERDE, na forma da legislação em vigor.

8. Governança Corporativa

1. Política Operacional

Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e externos, que permitem aos associados definir e assegurar a execução dos objetivos da cooperativa, garantindo a sua continuidade, os princípios cooperativistas ou, simplesmente, a adoção de boas práticas de gestão.

a aderência às normas vigentes e minimizar o risco operacional, por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº 3.380/2006. Conforme preceitua o art. 11, da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito da Região de Divinópolis Ltda. – SICOOB CREDIVERDE aderiu à estrutura única de gestão do risco operacional do SICOOB, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO, a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br.

Nesse sentido, a administração da Cooperativa tem na assembléia geral, que é a reunião de todos os associados, o poder maior de decisão.

O processo de gerenciamento do risco operacional está estruturado com base no preenchimento de Listas de Verificação de Conformidade (LVC), baseada na metodologia Controll Self Assessment (CSA), processo por meio do qual, sob a responsabilidade da Diretoria Executiva, coordenação do Departamento de Controles e Riscos e a atuação do Agente de Controle Interno e Risco, são identificadas situações de risco que são avaliadas quanto ao impacto e à probabilidade de ocorrência, de forma padronizada.

2. Avaliação de Resultados

A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara separação de funções. Cabem ao Conselho de Administração as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia.

Para as situações de risco identificadas são estabelecidos planos de ação, com a aprovação da Diretoria Executiva, que são registrados em sistema próprio para acompanhamento, pelo Agente de Controle Interno e Risco.

No 1º semestre de 2011, o SICOOB CREDIVERDE obteve um resultado de R$735.593,99 (setecentos e trinta e cinco mil, quinhentos e noventa e três reais e noventa e nove centavos) representando um retorno semestral sobre o Patrimônio Líquido de 9,43%.

A Cooperativa possui ainda um Agente de Controles Internos, supervisionado diretamente pelo SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, que, por sua vez, faz as auditorias internas.

Da mesma forma, perdas operacionais ocorridas têm as causas e as ações de mitigação identificadas, sendo as informações devidamente registradas em sistema informatizado, para acompanhamento pelo Agente de Controle Interno e Risco.

3. Ativos

Os balanços da Cooperativa são auditados por auditor externo, que emite relatórios, levados ao conhecimento dos Conselhos e da Diretoria. Todos esses processos são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe a competência de fiscalizar a Cooperativa.

Não obstante a centralização do gerenciamento do risco operacional, a Cooperativa de Crédito da Região de Divinópolis Ltda. – SICOOB CREDIVERDE possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco operacional. II - Risco de Mercado

A carteira de crédito encontrava-se assim distribuída:

Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa adota ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito, a Cooperativa adota o Manual de Crédito, aprovado, como muitos outros manuais, pela confederação SICOOB e homologado pela Central.

Carteira Rural R$2.880.797,21 16,33% Carteira Comercial R$14.755.464,45 83,67%

Além do Estatuto Social, são adotados regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o Regimento Interno, o Regimento do Conselho de Administração, o Regimento do Conselho Fiscal, o Regulamento Eleitoral.

Os Vinte Maiores Devedores representavam na data-base de 30/06/2011 o percentual de 31,20% da carteira, no montante de R$5.953.176,27 (cinco milhões, novecentos e cinqüenta e três mil, cento e setenta e seis reais e vinte e sete centavos).

A Cooperativa adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter uma política de remuneração de seus empregados e estagiários dentro de um plano de cargos e salários que contempla a remuneração adequada, a separação de funções e o gerenciamento do desempenho de todo o seu quadro funcional.

Em 20 de julho o SICOOB CREDIVERDE completará 23 anos mantendo sua vocação de instituição voltada para fomentar o crédito para seu público alvo, os cooperados. A atuação junto aos seus cooperados se dá principalmente através da concessão de empréstimos e captação de depósitos.

Os recursos depositados na Centralização Financeira somaram R$20.698.010,59 (vinte milhões, seiscentos e noventa e oito mil, dez reais e cinqüenta e nove centavos). Por sua vez a carteira de créditos representava R$17.636.261,66 (dezessete milhões, seiscentos e trinta e seis mil, duzentos e sessenta e um reais e sessenta e seis centavos).

4. Captação As captações, no total de R$30.665.778,14 (trinta milhões, seiscentos e sessenta e cinco mil, setecentos e setenta e oito reais e quatorze centavos), apresentaram uma evolução em relação ao semestre anterior de 31,57%. As captações encontravam-se assim distribuídas: Depósitos à Vista R$11.219.994,37 36,59% Depósitos a Prazo R$19.445.783,77 63,41% Os Vinte Maiores Depositantes representavam na data-base de 30/06/2011 o percentual de 23,08% da captação, no montante de R$7.012.963,42 (sete milhões, doze mil, novecentos e sessenta e três reais e quarenta e dois centavos). 5. Patrimônio de Referência O Patrimônio de Referência do SICOOB CREDIVERDE era de R$7.754.300,71 (sete milhões, setecentos e cinqüenta e quatro mil, trezentos reais e setenta e um centavos). O quadro de associados era composto por 4.872 Cooperados, havendo um acréscimo de 6,65% em relação ao semestre anterior. 6. Política de Crédito A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados e cumpridos, cercando ainda a Singular de todas as consultas cadastrais e com análise do Associado através do “RATING” (avaliação por pontos), buscando assim garantir ao máximo a liquidez das operações. A Singular passou a utilizar-se dos serviços prestados pela Cobrança Centralizada do SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, visando padronizar os procedimentos de cobrança de créditos de difícil recuperação. O SICOOB CREDIVERDE adota a política de classificação de crédito de sua carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas na Resolução CMN nº 2.682, havendo uma concentração de 93,29% nos níveis de “A” a “C”. 7. Plano de Negócios No exercício de 2007 a cooperativa elaborou o plano de negócios e estudo de viabilidade econômica com vistas à concessão de autorização para funcionamento ou alteração estatutária para cooperativa de livre admissão, em conformidade com o disposto no artigo 8º da Resolução CMN nº 3.321, com texto mantido no artigo 11º da Res. CMN nº 3.442.

Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para levar aos associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição. 9. Conselho Fiscal Eleito anualmente na AGO, com mandato até a AGO de 2012, o Conselho Fiscal tem função complementar à do Conselho de Administração. Sua responsabilidade é verificar de forma sistemática os atos da administração da Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial anual. Em 2010, os membros do Conselho Fiscal participaram de um curso de formação ministrado pela SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, com o objetivo de detalhar as responsabilidades dos conselheiros fiscais e as formas de exercê-las. 10. Código de Ética Todos os integrantes da equipe do SICOOB CREDIVERDE aderiram por meio de compromisso firmado, ao Código de Ética e de Conduta Profissional proposto pela Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO. A partir de então, todos os novos funcionários, ao ingressar na Cooperativa, assumem o mesmo compromisso. 11. Sistema de Ouvidoria A Ouvidoria, constituída em 2007 representou um importante avanço a serviço dos cooperados, dispõe de diretor responsável pela área e de um Ouvidor. Atende às manifestações recebidas por meio do Sistema de Ouvidoria do SICOOB, composto por sistema tecnológico específico, atendimento via DDG 0800 e sítio na internet integrado com o sistema informatizado de ouvidoria tendo a atribuição de assegurar o cumprimento das normas relacionadas aos direitos dos usuários de nossos produtos, além de atuar como canal de comunicação com os nossos associados e integrantes das comunidades onde estamos presentes. No 1º semestre de 2011, a Ouvidoria do SICOOB CREDIVERDE já registrou 02 (duas) manifestações de cooperados sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela Cooperativa. Dentre elas, havia reclamações, pedidos de esclarecimento de dúvidas e solicitações de providências relacionadas principalmente a atendimento, conta corrente, cartão de crédito e operações de crédito. Das 02 (duas) reclamações, 02 (duas) foram consideradas procedentes e resolvidas dentro dos prazos legais, de maneira satisfatória para as partes envolvidas, em perfeito acordo com o previsto na legislação vigente. 12. Gerenciamento de Risco I - Risco Operacional O gerenciamento do risco operacional da Cooperativa de Crédito da Região de Divinópolis Ltda. – SICOOB CREDIVERDE objetiva garantir

O gerenciamento do risco de mercado da Cooperativa de Crédito da Região de Divinópolis Ltda. – SICOOB CREDIVERDE objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de mercado, por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº 3.464/2007. Conforme preceitua o art. 11, da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito da Região de Divinópolis Ltda. – SICOOB CREDIVERDE aderiu à estrutura única de gestão do risco de mercado do SICOOB, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (BANCOOB), a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos padronizados de identificação de fatores de risco, de classificação da carteira em trading e banking, de mensuração do risco de mercado (Value at Risk – VaR), de estabelecimento de limites de risco, de testes de estresse e de aderência do modelo de mensuração de risco (backtesting do VaR). Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de mercado, a Cooperativa de Crédito da Região de Divinópolis Ltda. – SICOOB CREDIVERDE possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado da entidade. III - Risco de Crédito O gerenciamento de risco de crédito da Cooperativa de Crédito da Região de Divinópolis Ltda. – SICOOB CREDIVERDE objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e minimizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos. Conforme preceitua o art. 10 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito da Região de Divinópolis Ltda. – SICOOB CREDIVERDE aderiu à estrutura única de gestão do risco de crédito do SICOOB, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (BANCOOB), a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. Compete aos responsáveis pela estrutura centralizada de riscos a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o Sicoob, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas. Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, a Cooperativa de Crédito da Região de Divinópolis Ltda. – SICOOB CREDIVERDE possui estrutura compatível com a natureza das operações, com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade. Agradecimentos Agradecemos aos nossos Associados pela preferência e confiança, aos membros do Conselho de Administração e Fiscal, aos dirigentes e aos nossos colaboradores pela dedicação e comprometimento. Divinópolis (MG), 30 de junho de 2011. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO E DIRETORIA


GERAL 07

:: GAZETA DO OESTE :: DIVINÓPOLIS - TERÇA-FEIRA, 30/08/11

COOPERATIVA DE CRÉDITO DA REGIÃO DE DIVINÓPOLIS LTDA. - SICOOB CREDIVERDE BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E DE 2010 Cooperativa de Crédito da Região de Divinópolis Ltda. - SICOOB CREDIVERDE NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 2010 1. Contexto operacional A Cooperativa de Crédito da Região de Divinópolis Ltda. - SICOOB CREDIVERDE, é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 20 de julho de 1988, filiada à Cooperativa Central de Crédito de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL CREDIMINAS e componente da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO, em conjunto com outras cooperativas singulares e centrais. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentados pela Lei nº 4.595/64, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei nº 5.764/71, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar nº 130/09, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução CMN nº 3.859/10, do Conselho Monetário Nacional, que dispões sobre a constituição e funcionamento de cooperativas de crédito. O SICOOB CREDIVERDE possui cinco Postos de Atendimento Cooperativo (PACs), nas seguintes localidades: dois em Divinópolis, sendo: um no Bairro Bom Pastor e um no Niterói, um em São Sebastião do Oeste, um em Perdigão e um em Itapecerica - MG. O SICOOB CREDIVERDE tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade: (i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados; (ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e (iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias, prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e remunerar os recursos. Em 19 de junho de 2008 ocorreu a transformação do SICOOB CREDIVERDE para entidade de “Livre Admissão de Associados”; aprovada junto ao Banco Central do Brasil – BACEN em 08 de maio de 2008. 2. Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis são de responsabilidades da Administração da Cooperativa e foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, consideradas as alterações exigidas pelas Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09, adaptadas às peculiaridades da legislação cooperativista e às normas e instruções do Banco Central do Brasil – BACEN, bem como apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Consideram ainda, no que for julgado pertinente e relevante, os pronunciamentos, orientações e as interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC, tendo sido aprovadas pela administração em 29 de julho de 2011. Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de Contabilidade, algumas Normas e suas Interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicadas às instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Central do Brasil. Nesse sentido, os Pronunciamentos contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: CPC 01 – Redução ao Valor Recuperável de Ativos – Resolução CMN nº 3.566/08; CPC 03 – Demonstrações do Fluxo de Caixa – Resolução CMN nº 3.604/08; CPC 05 – Divulgação sobre Partes Relacionadas – Resolução CMN nº 3.750/09; CPC 10 – Pagamento Baseado em Ações – Resolução CMN nº 3.989/11; CPC 24 – Evento Subsequente – Resolução CMN nº 3.973/11; e CPC 25 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes – Resolução CMN nº 3.823/09. Atualmente, não é possível estimar quando o BACEN irá aprovar os demais Pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a sua utilização será de forma prospectiva ou retrospectiva. Com isso, ainda não é possível estimar os impactos contábeis da utilização desses Pronunciamentos nas demonstrações financeiras da Cooperativa de Crédito da Região de Divinópolis Ltda. – SICOOB CREDIVERDE. 3. Resumo das principais práticas contábeis a) Apuração do resultado Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de competência. As operações de crédito com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao período futuro são apresentados em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. Os ingressos e dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo critério “pro-rata temporis” e calculados com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados, que são calculadas com base no método linear. As operações de crédito com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço. As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em conformidade com o regime de competência. As receitas com prestação de serviços são reconhecidas na demonstração de sobras ou perdas quando da prestação de serviços a terceiros, substancialmente serviços bancários. Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não-cooperativo, quando não identificados com cada atividade. b) Estimativas contábeis Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, provisões necessárias para passivos contingentes, entre outros. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. A Cooperativa revisa as estimativas e premissas, no mínimo, semestralmente. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/08, incluem as rubricas caixa, depósitos bancários, relações interfinanceiras e relações interdependências, de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. O caixa e equivalentes de caixa compreendem: Descrição 30/06/2011 30/06/2010 Caixa e depósitos bancários 493.495,45 484.634,00 Relações interfinanceiras – centralização financeira e correspondente no país 20.698.010,59 15.854.792,62 Relações Interdependências – numerário em trânsito 362.000,00 TOTAL 21.553.506,04 16.339.426,62

São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos, até a data do balanço. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridos. m) Provisões São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. n) Passivos contingentes São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis e as ações com chance remota de perda não são divulgadas. o) Obrigações legais São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro instrumento fundamentado em lei, aos quais a Cooperativa tem por diretriz. p) Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não-cooperativos. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados é isento de tributação. q) Segregação em circulante e não circulante Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante). r) Valor de recuperação de ativos - impairment A redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (impairment) é reconhecida como perda, quando o valor de contabilização de um ativo, exceto outros valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou de realização. As perdas por impairment, quando aplicável, são registradas no resultado do período em que foram identificadas. A Cooperativa revisa o valor contábil dos ativos, com o objetivo de determinar a deterioração em bases periódicas ou sempre que eventos ou mudanças nas circunstâncias indicam que o valor contábil de um ativo ou grupo de ativos não poderá ser recuperado. São feitas análises para identificar as circunstâncias que possam exigir a avaliação da recuperabilidade dos ativos e medir a perda no valor recuperável. Em 30 de junho de 2011 não existem indícios de redução do valor recuperável dos ativos não financeiros. 4. Relações interfinanceiras

Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, veículos, benfeitorias em imóveis de terceiros e softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas divulgadas em nota específica abaixo, que levam em consideração a vida útil econômica dos bens. i) Diferido O ativo diferido foi constituído pelas benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos softwares adquiridos, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente, e classificados nessa conta conforme determinação do COSIF. Esses gastos estão sendo amortizados pelo método linear no período de até 10 anos. Conforme determinado pela Resolução CMN nº 3.617/08, devem ser registrados no ativo diferido, exclusivamente, os gastos que contribuirão para o aumento do resultado de mais de um exercício social. Os saldos existentes em setembro de 2008 são mantidos até a sua efetiva realização. j) Ativos contingentes

Descrição 30/06/2011 30/06/2010 Depósito à Vista 11.219.994,37 9.780.445,33 Depósito Sob Aviso 1.567.754,57 2.069.026,06 Depósito a Prazo 17.878.029,20 11.458.964,93 TOTAL 30.665.778,14 23.308.436,32 Os depósitos, até o limite de R$60.000,00 (Sessenta mil reais), por CPF/CNPJ, estão garantidos pelo Fundo Garantidor do SICOOB - FGS, o qual é um Fundo constituído pelas Cooperativas do Sistema SICOOB, regido por regulamento próprio.

Instituições Taxa Vencimento 30/06/2011 30/06/2010 Banco BANCOOB 1,50% a 7,25% a.a. 02/08/2011 a 1.608.300,65 1.667.335,29 20/05/2012 Banco SAFRA 6,75% a.a. 28/12/2012 34.426,56 84.316,21 Total 1.642.727,21 1.751.651,50 13. Obrigações sociais e estatutárias, fiscais e previdenciárias Descrição 30/06/2011 30/06/2010 Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados 48.102,89 66.664,26 FATES - Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social 851.973,00 676.215,15 Gratificações e Participações a Pagar 15.912,00 Cotas de Capital a Pagar 12.395,28 5.227,36 Fiscais e Previdenciárias 139.018,02 68.282,42 Total 1.067.401,19 816.389,19 O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo resultado dos atos não-cooperados e 10% das sobras líquidas, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em contas passivas segue determinação do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. 14. Outras obrigações - Diversas

Descrição Até 90 De 91 a 360 Acima de 360 Total Empréstimos 2.106.072,86 3.505.415,93 1.035.764,68 6.647.253,47 Títulos Descontados 4.799.534,02 209.721,79 - 5.009.255,81 Financiamentos 403.256,28 1.014.152,46 1.492.481,70 2.909.890,44 Financiamentos Rurais 1.048.703,32 1.421.177,22 410.916,67 2.880.797,21 Total 8.357.566,48 6.150.467,40 2.939.163,05 17.447.196,93 Obs.: Não inclui Adiantamento a Depositantes, Cheque Especial e Conta Garantida.

Descrição 30/06/2011 30/06/2010 Obrigações por Aquisição de Bens e Direitos - 2.361,00 Obrigações Por Prestação de Serviços de Pagamento 40.945,77 28.400,83 Despesas de Pessoal 298.121,29 274.436,98 Outras Despesas Administrativas (a) 99.405,17 106.987,77 Ordem de Pagamento – Encerramento de c/c - 6.393,57 Recursos Vinculados a Operações de Crédito 44.047,98 61.219,57 Credores Diversos – País (b) 385.147,32 40.083,21 Cheques Descontados (c) 222.669,61 218.588,55 Credores Diversos – Liquidação Cobrança 28.340,17 46.378,66 Total 1.118.677,31 784.850,14

c) Concentração dos Principais Devedores: Descrição Maior Devedor 10 Maiores Devedores 50 Maiores Devedores

30/06/2011 % Carteira Total 988.422,56 5,18% 4.137.267,86 21,68% 9.106.851,33 47,72%

30/06/2010 % Carteira Total 396.791,80 2,67% 2.593.686,43 17,46% 6.287.499,13 42,33%

d) Créditos Baixados Como Prejuízo, Renegociados e Recuperados:

Descrição 30/06/2011 30/06/2010 Avais e Fianças Honrados 226,33 Rendas a Receber (a) 32.905,71 147.754,93 Adiantamentos e Antecipações Salariais 38.081,38 31.084,90 Adiantamentos Para Pagamentos de Nossa Conta 2.235,64 3.700,27 Adiantamentos Por Conta de Imobilizações 26.384,36 24.193,96 Devedores Por Compra de Valores e Bens (b) 2.100,00 30.700,00 Devedores por Depósitos em Garantia (c) 842.133,91 831.253,56 Impostos e Contribuições a Compensar 76,15 22,78 Títulos e Créditos a Receber (d) 59.714,59 72.260,00 Devedores Diversos – País (e) 365.569,72 10.648,04 (-) Provisão Para Outros Créditos (236,83) (153,50) Total 1.369.190,96 1.151.464,94

(a) Refere-se a provisão para pagamento de despesas com água/energia/gás (R$1.658,88), aluguéis (R$5.277,30), auditoria externa (R$1.782,82), comunicações (R$12.384,16), processamento de dados (R$8.813,46), propaganda e publicidade (R$1.500,00), segurança e vigilância (R$16.696,33), transporte (R$6.261,00), seguro (R$698,62), viagens a serviço (R$822,80), serviços de compensação (R$31.743,14), contribuições a pagar (R$7.661,76) e outras (R$4.104,90); (b) Em credores diversos estão registrados: pendências a regularizar (R$2.685,87), diferença de caixa (R$5.625,50), pagamentos a processar (R$2.230,22), pendências a regularizar do BANCOOB (R$16.853,98), créditos de terceiros (R$4.500,07), rateio de despesas da Cooperativa Central (R$12.000,00), saldos credores – encerramento de c/c (R$3.816,77), seguro de terceiros a pagar (R$69,46), plano de saúde de terceiros a pagar (R$337.365,45); (c) Refere-se a cheques depositados, relativo a descontos enviados a compensação, porém não baixados até a data-base de 30/06/2011 (R$222.669,61). 15. Outras obrigações - Diversas - Provisões para riscos tributários Considerando a avaliação dos consultores jurídicos quanto às chances de êxito em determinados questionamentos fiscais em que a cooperativa é parte envolvida, foram constituídas as seguintes provisões: Descrição 30/06/2011 30/06/2010 PIS sobre Atos Cooperativos (a) 127.034,13 127.034,13 PIS sobre Folha de Pagamento dos Funcionários 59.632,20 48.751,85 COFINS sobre Atos Cooperativos (a) 468.217,14 468.217,14 CSLL sobre Atos Cooperativos 169.815,70 169.815,70 INSS Patronal s/ Cédulas de Presença dos Conselheiros 12.528,16 12.528,16 Contribuição Sindical dos Funcionários 4.906,58 4.906,58 Complemento de Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa - PCLD - 921,68 Total 842.133,91 832.175,24

(a) Em Rendas a Receber estão registrados: serviços prestados a receber (R$6.039,60), rendas de convênios a receber (R$2.505,49), rendas convênios a receber – INSS (R$6.972,57) e outras (R$17.388,05);

(a) PIS e COFINS - quando do advento da Lei nº 9.718/98, a cooperativa entrou com ação judicial questionando a legalidade da inclusão de seus ingressos decorrentes de atos cooperados na base de cálculo do PIS e COFINS. Conseqüentemente, registrou as correspondentes obrigações referentes ao período de março de 1999 a julho de 2004, sendo que os valores equivalentes foram depositados em juízo e estão contabilizados na rubrica Depósitos em Garantia.

(b) Refere-se a venda a prazo de bens não de uso, recebidos como dação em pagamento de dívidas (R$2.100,00);

16. Instrumentos financeiros

(c) Em Devedores por Depósitos em Garantia estão registrados: depósitos judiciais para PIS sobre Atos Cooperativos (R$127.034,13), PIS sobre folha de pagamento dos funcionários (R$59.632,20), COFINS sobre atos cooperativos (R$468.217,14), CSLL sobre atos cooperativos (R$169.815,70), INSS patronal sobre cédulas de presença dos conselheiros (R$12.528,16) e contribuição sindical dos funcionários (R$4.906,58);

O SICOOB CREDIVERDE opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, relações interfinanceiras, operações de crédito, depósitos a vista e a prazo, empréstimos e repasses.

(d) Em Títulos e Créditos a Receber estão registrados os valores a receber de tarifas (R$59.714,59); (e) Em devedores diversos estão registrados: diferença de caixa (R$687,73), pendência a regularizar (R$3.707,06), plano de saúde a receber (R$353.104,29) e pendências a regularizar do BANCOOB (R$8.070,64). 7. Outros valores e bens Em Bens Não de Uso Próprio está registrado o valor de R$148.000,00 (cento e quarenta e oito mil reais), referente a bens recebidos como dação em pagamento de dívidas, não estando sujeitos a depreciação ou correção. Registram-se ainda no grupo, as despesas antecipadas, no montante de R$34.461,72 (trinta e quatro mil, quatrocentos e sessenta e um reais e setenta e dois centavos), referentes a prêmios de seguros, contribuição cooperativista, IPTU, IPVA e processamento de dados.

k) Obrigações por empréstimos e repasses

O saldo é representado por aportes de capital e o recebimento de distribuição de sobras efetuadas pelo SICOOB CENTRAL CREDIMINAS e aquisição de ações do BANCOOB, conforme demonstrado:

l) Demais ativos e passivos

Os depósitos à vista não são remunerados. Os depósitos a prazo recebem encargos financeiros contratados.

b) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento – operações vincendas (dias):

Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários, caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis.

As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, líquidos dos custos de transação. Em seguida, os empréstimos tomados são apresentados pelo custo amortizado, isto é, acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido (“pro rata temporis”).

11. Depósitos

São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros e registram os recursos captados junto a outras instituições financeiras para repasse aos associados em diversas modalidades (art. 37, da Resolução CMN nº 3.859/2010) e Capital de Giro. As garantias oferecidas são a caução dos títulos de créditos dos associados beneficiados.

Total em Provisões 30/06/2010 30/06/2010 - 4.654.319,82 23.271,60 5.545.256,12 55.452,56 69.378,43 693,78 2.917.802,87 87.534,09 166.091,75 4.982,75 561.729,66 56.172,97 130.087,15 13.008,72 125.606,73 37.682,12 93.045,55 27.913,67 76.029,92 38.014,96 60.175,32 30.087,66 45.771,21 32.039,85 32.950,00 23.065,06 25.813,86 25.813,86 94.894,91 94.894,91 13.952.330,19 355.982,00 646.623,11 194.646,55 14.598.953,30 550.628,55 (550.628,55) 14.048.324,75

Valores referentes às importâncias devidas a Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no país, conforme demonstrado:

h) Imobilizado

Descrição Taxa de Amortização 30/06/2011 30/06/2010 Benfeitorias 10% - 43.055,78 Fundo de Comércio 10% 8.654,81 8.654,81 Programa de Computador - Software 20% 48.403,85 48.403,85 TOTAL 57.058,66 100.114,44 Amortização Acumulada (52.787,16) (92.012,97) TOTAL 4.271,50 8.101,47

Nível / Percentual Emprést. / Financiamentos Financ. Total em Provisões de Risco / Situação Tít. Desc. * Rurais 30/06/2011 30/06/2011 AA Normal - - - - A 0,5% Normal 2.693.406,11 1.361.161,64 1.029.189,20 5.083.756,95 25.418,78 B 1% Normal 4.362.181,50 835.814,11 1.070.082,41 6.268.078,02 62.680,78 B 1% Vencidas 39.488,49 67.133,57 2.267,82 108.889,88 1.088,96 C 3% Normal 4.134.334,02 420.384,78 617.193,24 5.171.912,04 155.157,46 C 3% Vencidas 392.389,75 59.767,08 5.852,52 458.009,35 13.740,38 D 10% Normal 356.878,98 103.861,86 106.289,68 567.030,52 56.703,05 D 10% Vencidas 42.323,16 - 42.323,16 4.232,32 E 30% Normal 180.212,02 17.852,09 12.252,85 210.316,96 63.095,09 E 30% Vencidas 16.735,76 - 16.735,76 5.020,83 F 50% Normal 57.214,15 38.346,28 11.184,72 106.745,15 53.372,58 F 50% Vencidas 33.428,15 - 33.428,15 16.714,08 G 70% Normal 21.291,47 - 26.484,77 47.776,24 33.443,47 G 70% Vencidas 39.757,51 - 39.757,51 27.830,26 H 100% Normal 81.065,66 - 81.065,66 81.065,66 H 100% Vencidas 79.184,43 5.569,03 84.753,46 84.753,46 Total Normal 11.886.583,91 2.777.420,76 2.872.676,87 17.536.681,54 530.936,87 Total Vencido 643.307,25 132.469,68 8.120,34 783.897,27 153.380,28 Total Geral 12.529.891,16 2.909.890,44 2.880.797,21 18.320.578,81 684.317,15 Provisões (540.595,92) (70.723,89) (72.997,34) (684.317,15) Total Líquido 11.989.295,24 2.839.166,55 2.807.799,87 17.636.261,66 * Em Empréstimos estão contidos os valores das Operações Renegociadas.

Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. A Resolução CMN nº 2.682/09 introduziu os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (rico mínimo) a H (risco máximo).

Representados substancialmente por quotas do SICOOB CENTRAL CREDIMINAS e BANCOOB, avaliadas pelo método de custo de aquisição.

Nesta rubrica registram-se as benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos softwares adquiridos, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente.

12. Relações interfinanceiras / Obrigações por empréstimos e repasses

6. Outros créditos

g) Investimentos

10. Diferido

a) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº 2.682 de 21/12/1999:

e) Provisão para operações de crédito

Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou ações movidas contra si. Por conta desses questionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração, os valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo.

Descrição Taxa de Depreciação 30/06/2011 30/06/2010 Imobilizações em Curso - 66.954,38 Terrenos - 256.973,00 256.973,00 Edificações 4% 432.593,40 432.593,40 Instalações, Móveis e Equipamentos 10% 469.316,51 428.761,56 Sistema de Processamento de Dados 20% 394.466,05 323.723,90 Sistema de Comunicação 10% 21.975,60 23.527,73 Sistema de Segurança 10% 59.207,27 28.264,91 Sistema de Transporte 20% 153.696,33 58.095,99 TOTAL 1.855.182,54 1.551.940,49 Depreciação Acumulada (652.056,88) (549.604,45) TOTAL 1.203.125,66 1.002.336,04

5. Operações de crédito

Descrição 30/06/2011 30/06/2010 Saldo início do Semestre 1.072.922,94 682.945,80 Valor das operações transferidas no período 232.699,18 624.258,57 Valor das operações recuperadas no período (174.391,07) (187.748,58) Total 1.131.231,05 1.119.455,79

f) Depósitos em garantia

Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo:

Além das garantias prestadas pelo FGS, o SICOOB SISTEMA CREDIMINAS possui o seu próprio Fundo Garantidor de Depósitos – FGD, que tem por finalidade efetuar o saneamento econômico-financeiro e/ou fortalecimento patrimonial, bem como prestar garantias de crédito nos termos e limites do Estatuto Social e Regulamento próprio, às operações de crédito realizadas entre as Cooperativas participantes e instituições como o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, BDMG, BANCOOB e outros bancos parceiros e nas hipóteses de descentralização, liquidação e/ou exclusão.

Referem-se a depósitos efetuados na centralização financeira do SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, conforme determinado no artigo 37º da Resolução CMN nº 3.859/2010. Os recursos são remunerados pelo resultado da aplicação destes em uma cesta de ativos que busca como benchmark a taxa do CDI (CETIP).

As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas “pro rata temporis”, com base na variação dos respectivos indexadores pactuados.

d) Operações de crédito

9. Imobilizado de uso

8. Investimentos

Descrição 30/06/2011 30/06/2010 Cooperativa Central de Crédito de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL CREDIMINAS 1.167.134,07 1.134.496,21 Banco Cooperativo do Brasil S.A. – BANCOOB 39.392,00 39.392,00 TOTAL 1.206.526,07 1.173.888,21

Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam dos valores justos, conforme critérios mencionados nas correspondentes notas explicativas. 17. Patrimônio líquido a) Capital Social O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00 cada e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito em um voto, independente do número de suas cotas-partes. b) Reserva Legal Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 40%, utilizada para reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades. c) Sobras Acumuladas As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco Central do Brasil e posterior deliberação da Assembléia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/06, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/71. Em Assembléia Geral Ordinária, realizada em 26 de março de 2011, os cooperados deliberaram pelo aumento do Capital social


08 GERAL

:: GAZETA DO OESTE :: DIVINÓPOLIS - TERÇA-FEIRA, 30/08/11

COOPERATIVA DE CRÉDITO DA REGIÃO DE DIVINÓPOLIS LTDA. - SICOOB CREDIVERDE BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E DE 2010 com as sobras do exercício findo em 31 de dezembro de 2010, no valor de R$620.939,29 (seiscentos e vinte mil, novecentos e trinta e nove reais e vinte e nove centavos). 18. Partes Relacionadas As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas. As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica. As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito. As garantias oferecidas em razão das operações de crédito são: avais, garantias hipotecárias, caução e alienação fiduciária. Montante das operações ativas e passivas no 1º Semestre de 2011: MONTANTE DAS OPERAÇÕES ATIVAS % em relação à carteira total 263.513,01 1,49% MONTANTE DAS OPERAÇÕES PASSIVAS % em relação à carteira total - -

OPERAÇÕES ATIVAS NATUREZA DA OPERAÇÃO VALOR DA PCLD (PROVISÃO % DA OPERAÇÃO DE CRÉDITO OPERAÇÃO PARA CRÉDITO DE DE CRÉDITO EM RELAÇÃO DE CRÉDITO LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA) À CARTEIRA TOTAL Conta Corrente – Adiantamento a Depositantes, Cheque Especial 66.683,97 207,93 0,38% e Conta Garantida Crédito Rural 209.368,87 1.696,74 1,19% Empréstimo 74.793,84 887,45 0,42% Títulos Descontados 18.548,50 212,53 0,11% OPERAÇÕES PASSIVAS NATUREZA DA OPERAÇÃO VALOR DA OPERAÇÃO % EM RELAÇÃO À CARTEIRA TOTAL Aplicação Financeira 361.668,99 1,18% Depósito à Vista 38.070,23 0,12% Foram realizadas transações com partes relacionadas, na forma de: depósito a prazo, cheque especial, conta garantida, cheques descontados, crédito rural – repasses, empréstimos, dentre outras, à taxa/remuneração relacionada no quadro abaixo, por modalidade: TAXAS APLICADAS EM RELAÇÃO ÀS PARTES RELACIONADAS 6,95% a.m. 6,50% a.m. 2,57% a 2,95% a.m. 1,71% a 2,00% a.m. 6,75% a.a. 80% a 98% do CDI

TAXA APROVADA PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO / DIRETORIA EXECUTIVA 6,95% a.m. 6,50% a.m. 1,40% a 2,95% a.m. 1,40% a 4,50% a.m. 6,75% a.a. 80% a 98% do CDI

PERCENTUAL EM RELAÇÃO À CARTEIRA GERAL MOVIMENTAÇÃO NO 1º SEMESTRE DE 2011 Conta Corrente (adiantamento a depositantes, cheque especial e conta garantida) 0,38% Empréstimos e Financiamentos 0,33% Títulos Descontados e Cheques Descontados 0,58% Credito Rural 0,20% Aplicações Financeiras No semestre corrente, os benefícios monetários destinados às partes relacionadas foram representados por honorários, cédulas de presença e provisão para gratificação de final de ano, apresentando-se da seguinte forma: BENEFÍCIOS MONETÁRIOS 1º SEMESTRE DE 2011 (R$) Honorários, Cédulas de Presença e Provisão para Gratificação de Final de Ano

O SICOOB CREDIVERDE, em conjunto com outras cooperativas singulares, é filiado à Cooperativa Central de Crédito de Minas Gerais Ltda. - SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, que representa o grupo formado por suas afiliadas perante as autoridades monetárias, organismos governamentais e entidades privadas. O SICOOB CENTRAL CREDIMINAS é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo a organização em comum em maior escala dos serviços econômico-financeiros e assistenciais de suas filiadas (cooperativas singulares), integrando e orientando suas atividades, de forma autônoma e independente, através dos instrumentos previstos na legislação pertinente e normas exaradas pelo Banco Central do Brasil, bem como facilitando a utilização recíproca dos serviços, para consecução de seus objetivos. Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB CENTRAL CREDIMINAS a coordenação das atividades de suas filiadas, a difusão e fomento do cooperativismo de crédito, a orientação e aplicação dos recursos captados, a implantação e implementação de controles internos voltados para os sistemas que acompanhem informações econômico-financeiras, operacionais e gerenciais, entre outras.

O Conselho Fiscal da Cooperativa de Crédito da Região de Divinópolis Ltda. – SICOOB CREDIVERDE, reunido em 26/07/2011, em cumprimento do art. 40, alínea II, do Estatuto Social, declara para os devidos fins legais e estatutários, que procedeu a minuciosa análise em todos os documentos e peças contábeis, que compreendem o Balanço Geral, relativo ao semestre encerrado em 30 de junho de 2011, tendo encontrado tudo na mais perfeita ordem. Em nossa opinião, as Demonstrações Financeiras representam adequadamente em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa de Crédito da Região de Divinópolis Ltda. – SICOOB CREDIVERDE, em 30 de junho de 2011. Assim, somos unânimes e favoráveis à aprovação, das contas apresentadas pela Diretoria Executiva, referente ao período de 01 de janeiro a 30 de junho de 2011. Divinópolis, 26 de julho de 2011.

O SICOOB CREDIVERDE responde solidariamente pelas obrigações contraídas pelo SICOOB CENTRAL CREDIMINAS perante terceiros, até o limite do valor das cotas-partes do capital que subscrever, proporcionalmente à sua participação nessas operações.

CONSELHEIROS FISCAIS EFETIVOS

As demonstrações contábeis do SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, em 31 de dezembro de 2010, foram auditadas por outros auditores independentes que emitiram relatório de auditoria sobre as demonstrações contábeis, datado de 09 de março de 2011, com opinião sem modificação.

Mauro Lino de Araújo Filho Coordenador do Conselho Fiscal

20. Coobrigações e riscos em garantias prestadas

Operações ativas e passivas – saldo em 30/06/2011:

NATUREZA DAS OPERAÇÕES ATIVAS E PASSIVAS Cheque Especial Conta Garantida Desconto de Cheques Empréstimos Crédito Rural - Repasses Aplicação Financeira

Parecer do Conselho Fiscal

19. Cooperativa Central de Crédito de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL CREDIMINAS

166.416,95

Em 30 de junho de 2011, a cooperativa é responsável por coobrigações e riscos em garantias prestadas, no montante de R$494.267,48 (quatrocentos e noventa e quatro mil, duzentos e sessenta e sete reais e quarenta e oito centavos) e em 30 de junho de 2010 o valor de R$695.145,04 (seiscentos e noventa e cinco mil, cento e quarenta e cinco reais e quatro centavos), referentes a aval prestado em diversas operações de crédito de seus associados com instituições financeiras oficiais. 21. Cobertura de seguros

José Milton Brandão Secretário do Conselho Fiscal

César Tavares da Silva Conselheiro Fiscal

RELATÓRIO DE AUDITORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Ao Conselho de Administração, Administração e Cooperados da COOPERATIVA DE CRÉDITO DA REGIÃO DE DIVINÓPOLIS LTDA. SICOOB CREDIVERDE Divinópolis - MG Prezados Senhores:

A Cooperativa adota política de contratar seguros de diversas modalidades, cuja cobertura é considerada suficiente pela Administração e agentes seguradores para fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas de riscos adotados, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de auditoria das demonstrações contábeis, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes.

Examinamos as demonstrações contábeis da Cooperativa de Crédito da Região de Divinópolis Ltda. – SICOOB CREDIVERDE, que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2011 e as respectivas demonstrações de sobras ou perdas, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis

22. Índice de Basiléia O Patrimônio de Referência (PR) da Cooperativa encontra-se compatível com o grau de risco da estrutura dos ativos, apresentando margem para o limite de compatibilização de R$4.420.883,74 (quatro milhões, quatrocentos e vinte mil, oitocentos e oitenta e três reais e setenta e quatro centavos), em 30 de junho de 2011.

A administração da Cooperativa de Crédito da Região de Divinópolis Ltda. – SICOOB CREDIVERDE é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes

23. Contingências Passivas Segundo a assessoria jurídica do SICOOB CREDIVERDE, dos processos judiciais em que figura como pólo passivo, foram classificados como perdas possíveis 03 (três) processos, totalizando R$34.514,38 (trinta e quatro mil, quinhentos e quatorze reais e trinta e oito centavos).

Divinópolis (MG), 30 de junho de 2011.

Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Cooperativa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Cooperativa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião

________________________________ Osvaldo Henriques Guimarães Diretor - Presidente

________________________________ José Maria Mendes Henriques Diretor - Financeiro

________________________________ Leno Carlos Gontijo Diretor – Administrativo

________________________________ Sheila Carmen de Queiroz Contadora – CRC/MG 089.914

Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa de Crédito da Região de Divinópolis Ltda. – SICOOB CREDIVERDE em 30 de junho de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Belo Horizonte, 26 de agosto de 2011. Alexandre Marx Victor Rodrigues Contador CRC MG 068.570/O-1 CNAI 190


CIDADES 09

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Lenis Rino apresenta CD de estreia no Teatro Gravatá Divulgação

André Bernardes

andre.bernardes@gazetaoeste.com.br

Nascido em Minas Gerais, filho de pais nordestinos e criado em São Paulo. Esta é a vida do cantor, compositor e percussionista Lenis Rino que apresenta na próxima quarta feira, 31, no Teatro Municipal Usina Gravatá. O cantor irá apresentar seu primeiro trabalho solo, o CD “Cabeça de Pipa” onde coloca toda sua experiência cultural em uma mistura de ritmos. Lenis Rino é pesquisador da música tradicional do Brasil e da música eletrônica e já rodou alguns lugares do país e morou quinze anos em São Paulo onde tocando bateria, deu início ao seu aprendizado musical em escolas eruditas. Em seu trabalho, a mistura da percussão de raiz, samba de roda, pontos, canções bem brasileiras em bases eletrônicas, pesquisa de timbres, rap, dub e reggae. O show contará com apresentações de vários instrumentistas de renome nacional como; Felipe Fantoni (baixo), Marcelo Guerra (guitarra) e Lenis Rino (bateria, percussão e voz). Em entrevista ao portal UAI, Lenis Rino conta que no CD “Cabeça de Pipa” está um pouco de sua biografia artística. Como o convívio com pernambucanos e participação no movimento hip-hop, nos tempos em que morou em São Paulo e mixagens

Outro destaque do show será a participação da cantora Marina Machado

que soam antigas, praticadas por jamaicanos de Londres além das participação de cantoras e de instrumentistas, amigos em alguns casos de infância. Outro destaque do show será a participação da cantora Marina Machado. Grande revelação da música independente mineira cantando informalmente desde o fim da adolescência, Marina tornou-se profissional atuando em dois musicais, "Hollywood Bananas" e "Nas ondas do Rádio", peças encenadas em Belo Horizonte. Em 1999 lançou também seu primeiro disco solo, "Baile das Pulgas" além de grandes

parcerias como o cantor Milton Nascimento. Os dois grandes talentos dividirão o palco e prometem surpreender o público com música inovadora e uma mistura de ritmos. A apresentação faz parte do Projeto Agenda Gravatá 2011, que é viabilizado pela Lei Estadual de Incentivo a Cultura, por meio da Sociedade Amigos da Biblioteca (SAB), com a co-produção da Secretaria Municipal de Cultural (Semc), com gestão da Patmoss Gestão em Projetos Culturais. A programação completa pode ser conferida no www.teatrogravata. com.br.

Febrac movimenta polo calçadista de Minas Gerais Nova Serrana, conhecida como “a capital nacional do calçado”, já começou a movimentação para a Febrac 2011. A Feira de Máquinas e Componentes para Calçados, realizada pelo Sindicato Intermunicipal da Indústria do Calçado de Nova Serrana (Sindinova), trará para ao polo calçadista mineiro, hoje, amanhã (31) e 1º de setembro, as principais novidades tecnológicas do setor calçadista, com a apresentação de 120 expositores nacionais e internacionais. A expectativa do Sindinova é que nesta edição haja um crescimento de 12% no volume de negócio do evento, atingindo a marca de R$ 9 milhões. Intitulada a maior feira de máquinas e componentes para calçados no Estado, a Febrac segue uma linha ascendente de desenvolvimento e vem atraindo a atenção de importantes indústrias do segmento. “A Febrac tem

se consolidado como um dos grandes eventos da indústria calçadista brasileira e, por isso, firmamos novas parcerias para esta edição, que apresentará as principais novidades em maquinário e produtos do setor”, afirma Ramon Alves, presidente do Sindinova, que atraiu para a feira 40 novos expositores. Para Rodolfo Bogliacino, diretor da Phoenix, o evento será a porta de entrada da empresa no polo calçadista de Minas Gerais, “Acabamos de inaugurar, em parceria com a Las, uma filial da Phoenix na cidade de Divinópolis e acreditamos que nossa participação na Febrac será fundamental para apresentar a empresa e realizar grandes negócios com os produtores da região”. Nestes três dias de feira, os produtores da indústria do calçado poderão conferir de perto as tendências maquinárias do setor, que tem como carro chefe equipamentos de produção e

acabamentos a laser, além da grande novidade do mercado: as máquinas ultrassônicas. “Esta nova tecnologia, ultrassônica, veio para substituir o laser na confecção e acabamento dos componentes do calçado, como a palmilha e a sola. Desenvolvido com tecnologia de ponta, este maquinário traz ao cliente vantagens com relação ao custo benefício da produção, já que com o laser era possível operar por 1500 horas e o ultrassom permite uma alta performance a partir da troca da matriz utilizada”, explica Igor Ponath, responsável pelo desenvolvimento e manutenção de softwares da Garudan do Brasil. Segundo Ponath, o equipamento oferece outros importantes diferenciais, voltados, principalmente, para a criação dos calçados, o que tem conquistado a preferência dos estilistas, que ganham novas possibilidades a partir das variações.

Stand Up Comedy com muito humor na agenda do “Toda Terça Gravatá” Divulgação

Projeto “Toda Terça Gravatá” continua com o humor em alta. Hoje à noite, no Teatro Municipal Usina Gravatá, em Divinópolis, às 20 horas, tem mais uma exibição da peça “Dois é Demais”. Para a diversão de todo o público que gosta de uma boa comédia e agora tem a oportunidade de rolar de rir com as inusitadas situações contadas neste espetáculo de Stand Up Comedies. Quem for ao Teatro Municipal Usina Gravatá vai curtir uma divertida comédia recheada de causos e muitas histórias pra lá de engraçadas. “Dois é Demais” é um verdadeiro show de humor com dois atores, que se faz uma ótima pedida para quem quer fugir da rotina, se livrar dos problemas cotidianos e ter uma noite relaxante e desestressante. Com texto e direção de Hamilton Costa; sonoplastia de Christopher Costa; iluminação de Ito Costa; e elenco composto por Ricardo Silva e Hamilton Costa. Os ingressos antecipados podem ser comprados na sorveteria Slep da Praça do Santuário por R$ 10, ou pelo mesmo valor até uma hora antes da apresentação na bilheteria do Teatro. Para quem deixar para comprar na hora do espetáculo, pagará R$ 20 inteira e R$ 10 por meia entrada.


10 VARIEDADES

Horóscopo Bom dia para levantar as mãos para os céus e fazer as suas orações e seus pedidos.

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Novelas Cordel Encantado Globo - 18h tesouro em seu quarto. A disputa pelo papel de atriz para o filme fica empatada entre Téinha e Lilica. Timóteo flagra Úrsula, Baldini e Nicolau em seu quarto. Setembrino e Quiquiqui ficam chocados ao saberem que

As coisas podem não estar tão ruins como você avalia, lembre-se que a fé também ajuda.

Dê um basta no baixo astral, erga a cabeça e procure forças maiores em sua religião.

Jesuíno foi capturado e decidem entrar na luta para salvá-lo. Herculano chega à Vila da Cruz e promete libertar Jesuíno.

Morde e Assopra Globo - 19h Abner tenta confortar Naomi na cadeia. Ícaro desconfia que Julia esteja com o dossiê. Amanda vê Ícaro beijando Júlia. Minerva

Beyoncé anuncia gravidez no VMA Depois de anunciar a gravidez no tapete vermelho do VMA, Beyoncé não fez mais questão nenhuma de esconder a felicidade que sente por esperar seu primeiro filho com o marido Jay-Z. Durante a apresentação da premiação, a cantora, que vestiu um terninho de paetê justo por causa da barriguinha, acariciou o ventre, levando o público ao delírio. "Eu quero que vocês sintam o amor que está crescendo dentro de mim", disse ela no palco.

descobre que a renda do show de Áureo será revertida para a campanha eleitoral de

Sensibilidade aflorada e percepção extrassensorial ampliada. Acesso ao mundo espiritual.

Isaías. Áureo entra no palco. Isaías não gosta da apresentação do filho e Minerva aproveita a oportunidade para apoiar Áureo. Xavier procura Elaine/Élcio na fazenda de Abner e flagra

Ana Hickmann paga 6 mil reais em conta de luz

Ronaldo gasta R$ 3 milhões em reforma de prédio, no Rio

Parece que fazer um reality show dentro de casa não é uma ideia tão barata assim. Ana Hickmann levou dez meninas para sua mansão em Itu, interior de São Paulo, para escolher apenas uma como sua nova repórter e o que parecia bem divertido está pensando no bolso da apresentadora: a conta de luz chegou a R$ 6 mil. As informações são de um jornal paulista. Recentemente, o reality show A Casa da Ana Hickmann, que é um quadro do Tudo É Possível, da Record, perdeu uma concorrente, pois Wasthi, de Uberlândia, Minas Gerais, é Adventista do Sétimo Dia, ou seja, ela fica impossibilitada de realizar atividades na sexta a noite até o por do

Como diz o ditado, quem pode, pode! O ex-jogador Ronaldo não estava satisfeito com o estado de conservação do prédio, onde é proprietário de uma cobertura de 900 metros quadrados, no Leblon, na Zona Sul do Rio. De acordo com a revista Veja, o Fenômeno decidiu bancar sozinho a obra de melhoria do edifício, que vai mudar

o farsante colocando seu disfarce.

Possível instabilidade emocional e dificuldade nos relacionamentos. Agarre-se em sua fé.

Fina Estampa Globo - 21h Mirna promete a Antenor que não irá mais se embriagar. Tereza Cristina fica perturbada depois de receber uma ligação de sua tia Íris.

As pessoas podem estar olhando você meio torto, mande esse azar embora! Recorra à sua fé.

Paulo confidencia a Renê que não pode ter filhos. Crodoaldo recebe uma visita misteriosa em sua casa. Um curto-circuito deixa o Le Velmont às escuras e Renê resolve procurar Griselda. Paulo fala para Esther que a apoiará

Problemas com comunicações e certas fantasias podem deixar você afastada das pessoas.

Ótimas oportunidades de se destacar perante o público, use um pouco de criatividade.

em sua decisão de ter um filho. Antenor entra em pânico quando vê Renê em sua casa.

Amor e Revolução SBT - 22h15 Ana conta que Filinto foi baleado e está internado no hospital. Lobo Guerra questiona Telmo a respeito de seu sumiço. O general exige informações sobre os subversivos. Violeta afirma a Ana que quer fazer uma visita a

Jiham Souki

sol no sábado. A apresentadora, inclusive, chorou muito com a decisão da participante.

a fachada e melhorar a garagem e os sistemas elétricos e hidráulicos do imóvel, que fica de frente para o mar. A publicação destaca que o custo total da obra será de aproximadamente R$ 1 milhão, que somados aos R$ 2 milhões da reforma do apartamento de Ronaldo chega a R$ 3 milhões. A cobertura do ex-jogador tem oito suítes e piscina.

jisouki@hotmail.com

Filinto no hospital. Filinto recobra a consciência

Alto astral e criatividade para resolver as situações. Fortes intuições vindas do alto.

Quem manda no dia hoje são coisas que você não entende direito: criatividade e fé.

e revela a Dr. Ruy que Feliciana tentou matá-lo. Lobo Guerra pressiona Telmo. Borges afirma que Telmo está protegendo Nina. O general ameaça fazer mal à família de Telmo.

Vidas em Jogo Record - 22h15 Sem saída, Andrea cede à chantagem de Cleber. Regina liga para Francisco e diz que sua filha passou mal. Sem saída, Francisco decide ir e deixa Rita em sua casa. Maurício consegue

O dia não está para conversas furadas, profundidade e compromisso nos seus contatos.

entrar no flat de Cleber e instala uma escuta no local. Francisco conversa com Patrícia, que tenta fazer chantagem. Cleber afirma a Lucas que o matará junto com Andrea se tentarem alguma vingança. Lucas volta para casa e encontra Andrea encolhida, apontando uma

Dia de ser arrebatada pela sua espiritualidade. Sensibilidade e criatividade ampliadas.

arma para a própria cabeça. Os resumos dos capítulos de todas as novelas são de responsabilidade de cada emissora, estando sujeitos a eventuais alterações.

ENFRENTANDO O ORGULHO

Em rodas de conversas quando o assunto é sobre o orgulho, cada um tem posicionamento próprio na maneira de defini-lo. É comum a todos dizerem que não são orgulhosos. A confusão entre a palavra orgulho e simplicidade causa inúmeras distorções. Muitos falam que não são orgulhos, pois tem uma vida simples de recursos e são simples também na maneira de ser. Mas o que é orgulho afinal? Ele está interligado a varias questões dentre elas a pretensão de não ter que precisar de ninguém. Ele comanda a vida de todos nós quando sentimos que temos que dar a última palavra em uma discussão. Quando achamos que temos obrigação de corresponder expectativas dos outros. À medida que o orgulho dominaa vida de alguém, essa pessoa sofre muito. Outra complicação advinda do orgulho acontece com pessoas que fazem muito pelos outros, são solidárias o tempo todo, mas não conseguem pedir favor. Acham que tem por obrigação dar conta de tudo sozinha. Então carregam o mundo nas costas e não se permite enfraquecer em nenhum momento, mesmo quando sentem que não estão bem e necessitam de ajuda. E a vida é feita de trocas afetivas. Ajudando e se permitindo ser ajudado. Quem tem um grau elevado de orgulho não admite cometer erros. Assim como também não aceita se sentir indeciso.

Já ter simplicidade é assumir que não sabemos tudo, que precisamos uns dos outros. É saber que em muitos momentos na vida teremos que parar, refletir e redefinir a caminhada, reorganizando pensamentos e atitudes. Pois a vida é processo continuo de mudanças. Ser simples é compreender que não temos que estarmos endurecidos por dentro. O orgulho paralisa qualquer possibilidade de bom convívio com alguém. É lamentável ver quantos casais, famílias e relações de amizade estão se desfazendo, porque um ou alguns “não dão o braço a torcer”. A simplicidade contribui para viver com mais alegria e disposição a vida. Fomos criados para desenvolver mais o orgulho do que a simplicidade. Desde a mais tenra idade a educação repassada é que devemos ser os melhores, vencedores e competitivos. Meninos são ensinados a não levarem desaforo para casa. Meninas são ensinadas a terem que aguentar tudo com orgulho e resignação. Tudo isso são formas de orgulho de ter que ser forte a todo custo. Desta maneira o orgulho predomina e a vida torna-se uma batalha a ser vencida. Exercitamos a simplicidade de cada dia... Jiham Souki é psicóloga Blog:psicologianavidajihamsouki.blogspot.com


VARIEDADES 11

:: GAZETA DO OESTE :: DIVINÓPOLIS - TERÇA-FEIRA, 30/08/11

Dra. Karla Faria

Carol Corrêa

karlafaria@ortodontista.com.br

carolina@lacuisinecorrea.com.br

CONHECIMENTO NUNCA É DEMAIS... A busca constante de aperfeiçoamento profissional torna-se uma atividade incansável de especialistas que estão em sintonia com as novidades do mercado ortodôntico, seja em técnicas que diminuam o tempo de tratamento bem como materiais inovadores, feitos com material altamente tecnológico com os fios ortodônticos termoativados , aparelhos transparentes, quase invisíveis. Foi com esta proposta que optamos por realizar um curso na renomada NEW YORK UNIVERSITY – COLLEGE OF DENTISTRY, que será ministrado pelos professores do Departamento de Ortodontia da New York University, Harvard Dental College, Boston College of Dental Medicine, e é para lá que iremos quando Setembro

chegar ... É importante saber e mais válido conhecer o que se sabe... Dentre as novidades dos ultimos anos incluem aparelho em cerâmica transparente de alta resistencia, o invisalign ( placas transparentese removíveis e que são desenvolvidas utilizando de uma moderna tecnologia de computação tridimensional), e os braquetes autoligáveis, que dispensam a “borrachinha” e tornam o aparelho metálico mais discreto, para alinhar os dentes às suas posições ideais, são utilizados fios ortodônticos leves de titânio, que reduzem a pressão nos dentes e permitem a movimentação de forma mais confortável. Neste aparelho, o fio tem ‘memória’, quando fica à temperatura da boca, toma o formato que o ortodontista pré-determinar para alinhar os dentes. Isto permite um alinhamento mais controlado e também mais rápido. Complementando o sistema, a utilização de adesivos com flúor ajuda a

prevenir o aparecimento de manchas brancas ou cáries. Com este sistema, elimina-se em mais de 80% dos casos a necessidade de remoção de dentes, pois o aparelho passa a atuar movimentando o dente juntamente com o osso. E não para por ai, estes novos aparelhos são tão acessíveis economicamente como os convencionais. A Ortodontia Lingual também é uma técnica moderna, que foi desenvolvida nos Estados Unidos e introduzida no Brasil a pouco tempo . Trata-se de um aparelho fixo para correção dentária, que é colocado por trás dos dentes, ficando totalmente invisível e que acaba com aquele incômodo visual dos aparelhos convencionais. Já para a meninada, os fashion braquetes são uma alternativa para os aparelhos metálicos tradicionais, pois eles vem em formatos diversos, como flores, carinha do mickey e etc.

Dra. Karla Faria Especialista em Ortodontia Mestre em Ortodontia pela SLM – Campinas – SP Membro da Associação Brasileira de Ortodontia (37) 3222.7932

OS VINHOS E SUAS CÁPSULAS

Bom dia, leitores!!! Como vão?? Comentei na última coluna que havia tomado um vinho com o meu grande amigo e gênio Marcelo Mattar, e ele, ao abrir a garrafa de vinho, havia me questionado se o correto é retirar apenas a parte superior da CÁPSULA, aquele material que encobre o gargalo e o pescoço da garrafa, onde se localiza a rolha. Antes de aqui responder à pergunta dele, vamos à explicação sobre as CÁPSULAS. Primeira questão: por que existem cápsulas nos vinhos? A primeira justificativa para tal é a proteção da bebida contra o ataque de animais (como roedores), de pragas e mofo. Como o vinho respira, pois é uma bebida “viva”, e como antigamente a maior parte das rolhas era de cortiça (que

possui “buraquinhos” para que o ar penetre na bebida), havia também a necessidade de colocar um outro material sobre a rolha, já que antigamente não havia tanta exigência e cuidado com a armazenagem como há hoje. Daí criou-se a CÁPSULA. As boas cápsulas dos bons fabricantes possuem 4 buraquinhos, para que o ar possa sim penetrar e o vinho respirar e amadurecer. As cápsulas podem ser de chumbo (antigamente a mais usada), alumínio, estanho, PVC, plástico, alupoli e até de cera. Os bons vinhos possuem desenhos, logotipos e seus nomes impressos nas cápsulas, por isso, neste caso, não convém retira-la por inteiro, apenas a parte mais superior da mesma (que quase sempre é de alumínio, mesmo as cápsulas sendo de outro material). Para cada tipo de cápsula, uma maneira de retirá-la, e ai vem a resposta `a pergunta do meu amigo Marcelo. Por exemplo, chumbo é tóxico, portanto,

há a necessidade de retirar toda a cápsula, para que não contamine a bebida. As cápsulas de cera precisam ser antes derretidas com uma vela, isso normalmente feito na frente do cliente pelo sommelier, dando mais charme ao serviço. Um bom modo de analisar se o vinho é bom, alem de observar bem seu rótulo, é também analisar a cápsula. As empresas que desembolsam pouca verba para arcar com a cápsula, item fundamental ao bom vinho, com certeza também não embolsam muito bom a bebida, sendo esta inferior. O que ocorre com as cápsulas de plástico e PVC, mais baratas e por isso piores. Exemplificando, vinhos doces de mesa normalmente possuem cápsulas de plástico. Mais curiosidades e conhecimento no curso de vinhos que estou preparando com muito carinho! Um grande beijo e boa semana a todos!

Carol Corrêa Administradora, Chef de Cozinha Proprietária do La cuisine Corrêa - (37) 8838-8825


12 VARIEDADES

:: GAZETA DO OESTE :: DIVINÓPOLIS - TERÇA-FEIRA, 30/08/11

Marco Aurélio Braga braga.marco@gmail.com

Ibiza

O assunto de quem realmente interessa no meio sócio-cultural do circuito Londres-Ibiza é a festa de aniversario que Olivier Mourão está preparando para o próximo dia 10. A comemoração será no próximo dia 10, na sua mansão El Mosquetero, em Ibiza, na Espanha, para 250 convidados. Sua irmã, a também artista plástica Denise Mourão já está por lá auxiliando nos preparativos. Em tempo: Olivier foi convidado, e aceitou desenhar duas estampas para a coleção inverno 2012 europeu da estilista e amiga pessoal do divinopolitano, Daniela Issa, a mesma que fez o célebre vestido azul da princesa da Inglaterra.

UFC

Tamanho não é documento, diz o ditado popular. No último sábado, Rousimar “Toquinho” Palhares , mesmo mais baixo, ganhou do norte-americano Dan Miller na luta de UFC, no Rio de Janeiro. O divinopolitano Iran Brasileiro foi corner do campeão desta luta.

Boutique feminina

Regina Salomão

Coleção Verão 2012 Av. 21 de Abril, 700 • Centro • (37) 3221-4424

CD

Rodrigo Bessa

Armazém Brasil Store

Amanda Gontijo clicada por Mateus Dias

Revista

O divinopolitano Cesar Magalhães anda causando comentários na mídia nacional com os editoriais de moda que tem feito para a sua revista Styllus. Esta semana ele clicou a ex-namorada do cantor Felipe Dylon, a modelo Mariana Fusco, que sairá na edição de setembro. As fotos foram clicadas em uma boate da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Depois do sucesso que foi a inauguração da mega loja da Armazém Brasil Store, na rua Minas Gerais quase esquina com rua São Paulo, os empresários Miguel e Cristine Resende, proprietários da marca, foram esta semana para São Paulo, onde conferem as novidades da 43ª House and Gift Fair South América. Os itens garimpados pelo casal na feira já estarão nas lojas no próximo mês.

O músico, maestro e compositor Túlio Mouräo lançou o CD “ Em Oferta”, onde convidou grandes nomes do mercado para gravar ao seu lado. O novo trabalho está a venda na loja Garden Angels, na avenida 21 de abril, 1070, centro.

Bali

Sucesso absoluto a coleção verão 2012 da Bali Brasil. As bolsinhas de cristais Swarovski com o fecho em formato de “caveira” e uma variedade de pulseiras com nós “sumiram” da vitrine em pouquíssimas horas. Tudo feeling de Adriana Trindade que, com seu olhar antenado, consegue garimpar o que há de mais moderno nos grandes centros e trazer para a cidade.

Zuleica, Camila e Irani


:: GAZETA DO OESTE :: DIVINÓPOLIS - TERÇA-FEIRA, 30/08/11

VARIEDADES 13


14 GERAL

:: GAZETA DO OESTE :: DIVINÓPOLIS - TERÇA-FEIRA, 30/08/11

Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região Central e Oeste Mineiro Ltda. - Sicoob Divicred Balanço Patrimonial levantado em 30/06/2011


GERAL 15

:: GAZETA DO OESTE :: DIVINÓPOLIS - TERÇA-FEIRA, 30/08/11

Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região Central e Oeste Mineiro Ltda. - Sicoob Divicred Balanço Patrimonial levantado em 30/06/2011 Relatório da Administração

8. Governança Corporativa

Senhores Associados, Submetemos à apreciação de V.S.as as Demonstrações Contábeis do 1º semestre de 2011 da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região Central e Oeste Mineiro Ltda. – Sicoob Divicred, na forma da Legislação em vigor. 1. Política Operacional

Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e externos, que permitem aos associados definir e assegurar a execução dos objetivos da cooperativa, garantindo a sua continuidade, os princípios cooperativistas ou, simplesmente, a adoção de boas práticas de gestão. Nesse sentido, a administração da Cooperativa tem na assembléia geral, que é a reunião de todos os associados, o poder maior de decisão.

Em 2010, o Sicoob Divicred completou 14 anos mantendo sua vocação de instituição voltada para fomentar o crédito para seu público alvo, os cooperados. A atuação junto aos seus cooperados se dá principalmente através da concessão de empréstimos e captação de depósitos.

A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara separação de funções. Cabem ao Conselho de Administração as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia.

Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO, a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. O processo de gerenciamento do risco operacional está estruturado com base no preenchimento de Listas de Verificação de Conformidade (LVC), baseada na metodologia Controll Self Assessment (CSA), processo por meio do qual, sob a responsabilidade da Diretoria Executiva, coordenação do Departamento de Controles e Riscos e a atuação do Agente de Controle Interno e Risco, são identificadas situações de risco que são avaliadas quanto ao impacto e à probabilidade de ocorrência, de forma padronizada. Para as situações de risco identificadas são estabelecidos planos de ação, com a aprovação da Diretoria Executiva, que são registrados em sistema próprio para acompanhamento, pelo Agente de Controle Interno e Risco.

2. Avaliação de Resultados No 1º semestre de 2011, o Sicoob Divicred obteve um resultado de R$ 487.165,58 representando um retorno semestral sobre o Patrimônio Líquido de 2,4%. 3. Ativos Os recursos depositados na Centralização Financeira somaram R$ 18.791.114,14. Por sua vez a carteira de créditos representava R$ 54.058.575,13. A carteira de crédito encontrava-se assim distribuída: Empréstimos R$ 27.160.376,23 50,2% Financiamentos R$ 21.228.322,50 39,3% Títulos Descontados R$ 5.669.876,40 10,5% Os Vinte Maiores Devedores representavam na data-base de 30/06/2011 o percentual de 35,6% da carteira, no montante de R$ 19.267.830,51. 4. Captação As captações, no total de R$ 52.802.897,87, apresentaram uma evolução em relação ao exercício anterior de 41,1%.

A Cooperativa possui ainda um Agente de Controles Internos, supervisionado diretamente pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE, que, por sua vez, faz as auditorias internas. Os balanços da Cooperativa são auditados por auditor externo, que emite relatórios, levados ao conhecimento dos Conselhos e da Diretoria. Todos esses processos são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe a competência de fiscalizar a Cooperativa. Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa adota ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito, a Cooperativa adota o Manual de Crédito, aprovado, como muitos outros manuais, pela Confederação SICOOB e homologado pela Central. Além do Estatuto Social, são adotados regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o Regimento Interno, o Regimento do Conselho de Administração, o Regimento do Conselho Fiscal, o Regulamento Eleitoral. A Cooperativa adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter uma política de remuneração de seus empregados e estagiários dentro de um plano de cargos e salários que contempla a remuneração adequada, a separação de funções e o gerenciamento do desempenho de todo o seu quadro funcional.

As captações encontravam-se assim distribuídas: Depósitos à Vista Depósitos a Prazo

R$ 14.234.462,98 R$ 38.568.434,89

27,0% 73,0%

Os Vinte Maiores Depositantes representavam na data-base de 30/06/2011 o percentual de 34,4% da captação, no montante de R$ 18.151.173,57. 5. Patrimônio de Referência O Patrimônio Líquido do Sicoob Divicred era de R$ 20.427.100,79. O quadro de associados era composto por 3.177 cooperados, havendo um acréscimo de 5% em relação ao exercício anterior. 6. Política de Crédito A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados e cumpridos, cercando ainda a Singular de todas as consultas cadastrais e com análise do Associado através do “RATING” (avaliação por pontos), buscando assim garantir ao máximo a liquidez das operações. O Sicoob Divicred adota a política de classificação de crédito de sua carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas na Resolução CMN nº 2.682/99, havendo uma concentração de 94,8% nos níveis de “A” a “C”. 7. Plano de Negócios No exercício de 2010 a cooperativa elaborou o plano de negócio e estudo de viabilidade econômica com vistas à concessão de autorização para funcionamento ou alteração estatutária para cooperativa de livre admissão, em conformidade com o disposto no artigo 11º da Resolução CMN nº 3.859. O plano de negócio foi elaborado com projeções para os exercícios de 2011, 2012 e 2013 Atualmente o desempenho é satisfatório, estando amplamente atingidas todas as unidades projetadas, com exceção do patrimônio líquido e das sobras acumuladas. Acompanhamento Bacen Projeções para Livre admissão Descrição Projetado Realizado – 06/2011 Disponibilidades 22.893.976,79 21.393.024,85 Operações de Crédito 39.930.147,00 54.058.575,13 Outros Créditos 1.079.523,82 1.122.776,72 Outros Valores e Bens 33.663,88 746.672,99 Permanente 3.156.137,83 2.620.394,86 Ativo total 67.093.449,32 79.941.444,55 Depósitos 37.250.500,00 52.802.897,87 Relações Interfinanceiras 86.421,39 92,67 Empréstimos/Repasses 4.493.943,28 4.457.381,71 Outras obrigações 1.980.649,82 2.253.971,51 Patrimônio Liquido 23.211.934,83 19.939.935,21 Capital 17.620.261,12 17.756.726,08 Reservas 2.478.162,89 2.978.726,90 Sobras 3.113.510,81 487.165,58 Passivos totais 67.093.449,32 79.941.444,55

Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para levar aos associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição. 9. Conselho Fiscal Eleito a cada 02 (dois) anos na AGO, com mandato até a AGO de 2013, o Conselho Fiscal tem função complementar à do Conselho de Administração. Sua responsabilidade é verificar de forma sistemática os atos da administração da Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial anual. Em 2011, todos os membros efetivos e suplentes do Conselho Fiscal participaram de um curso de formação ministrado pela SICOOB CENTRAL CECREMGE, com o objetivo de detalhar as responsabilidades dos conselheiros fiscais e as formas de exercê-las.

Da mesma forma, perdas operacionais ocorridas têm as causas e as ações de mitigação identificadas, sendo as informações devidamente registradas em sistema informatizado, para acompanhamento pelo Agente de Controle Interno e Risco. Não obstante a centralização do gerenciamento do risco operacional, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região Central e Oeste Mineiro Ltda – Sicoob Divicred, possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco operacional. II - Risco de Mercado O gerenciamento do risco de mercado da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região Central e Oeste Mineiro Ltda – Sicoob Divicred, objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de mercado, por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº 3.464/2007. Conforme preceitua o art. 11, da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região Central e Oeste Mineiro Ltda – Sicoob Divicred aderiu à estrutura única de gestão do risco de mercado do SICOOB, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (BANCOOB), a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos padronizados de identificação de fatores de risco, de classificação da carteira em trading e banking, de mensuração do risco de mercado (Value at Risk – VaR), de estabelecimento de limites de risco, de testes de estresse e de aderência do modelo de mensuração de risco (backtesting do VaR). Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de mercado, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região Central e Oeste Mineiro Ltda – Sicoob Divicred possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado da entidade. III - Risco de Crédito

10. Código de Ética A cooperativa possui Código de Ética para nortear a conduta de seus conselheiros e profissionais, cuja apresentação do mesmo é realizada no momento do ingresso na Cooperativa.

O gerenciamento de risco de crédito da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região Central e Oeste Mineiro Ltda – Sicoob Divicred objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e minimizar os risco envolvidos nos negócios de crédito por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos.

11. Sistema de Ouvidoria A Ouvidoria, constituída em 2007 representou um importante avanço a serviço dos cooperados, dispõe de diretor responsável pela área e de um Ouvidor. Atende às manifestações recebidas por meio do Sistema de Ouvidoria do SICOOB, composto por sistema tecnológico específico, atendimento via DDG 0800 e sítio na internet integrado com o sistema informatizado de ouvidoria tendo a atribuição de assegurar o cumprimento das normas relacionadas aos direitos dos usuários de nossos produtos, além de atuar como canal de comunicação com os nossos associados e integrantes das comunidades onde estamos presentes. No 1º semestre de 2011, a Ouvidoria do Sicoob Divicred já uma manifestação de cooperados sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela Cooperativa. A reclamação foi considerada procedente e resolvida dentro dos prazos legais, de maneira satisfatória para as partes envolvidas, em perfeito acordo com o previsto na legislação vigente. 12. Gerenciamento de Risco

Conforme preceitua o art. 10 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região Central e Oeste Mineiro Ltda – Sicoob Divicred, aderiu à estrutura única de gestão do risco de crédito do SICOOB, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (BANCOOB), a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. Compete aos responsáveis pela estrutura centralizada de riscos a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o Sicoob, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas. Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região Central e Oeste Mineiro Ltda – Sicoob Divicred, possui estrutura compatível com a natureza das operações, com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade.

I - Risco Operacional Agradecimentos O gerenciamento do risco operacional da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região Central e Oeste Mineiro Ltda – Sicoob Divicred, objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco operacional, por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº 3.380/2006.

Agradecemos aos nossos Associados pela preferência e confiança e aos funcionários e colaboradores pela dedicação.

Divinópolis, 30 de junho de 2011. Conforme preceitua o art. 11, da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região Central e Oeste Mineiro Ltda – Sicoob Divicred, aderiu à estrutura única de gestão do risco operacional do SICOOB, centralizada na Confederação Nacional das

Conselho de Administração e Diretoria


16 GERAL

:: GAZETA DO OESTE :: DIVINÓPOLIS - TERÇA-FEIRA, 30/08/11

Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região Central e Oeste Mineiro Ltda. - Sicoob Divicred Balanço Patrimonial levantado em 30/06/2011 Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região Central e Oeste Mineiro Ltda. Sicoob Divicred

conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas

ao BDMG.

“pro rata temporis”, com base na variação dos respectivos indexadores pactuados. 5. Relações interfinanceiras

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS

e) Provisão para operações de crédito

SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 2010

Referem-se à centralização financeira das disponibilidades líquidas da Cooperativa, depositadas junto ao SICOOB

(Em R$)

Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos

CENTRAL CECREMGE, conforme determinado no art. 37, da Resolução CMN nº 3.859/10.

valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, 1. Contexto operacional

a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos

6. Operações de crédito

apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. A Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região Central e Oeste Mineiro Ltda - Sicoob Divicred, é uma

A Resolução CMN nº 2.682 introduziu os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras

a) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº

cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 22/07/1996, filiada a Central

para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA

2.682 de 21/12/1999:

das Cooperativas de Economia e Crédito de Minas Gerais Ltda – SICOOB CENTRAL CECREMGE e componente

(rico mínimo) a H (risco máximo).

da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentados pela Lei nº 4.595/64, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias,

f) Depósitos em garantia

Bancárias e Creditícias, pela Lei nº 5.764/71, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Com-

Nível / Percentual

Empréstimos e

de Risco / Situação

Títulos Descontados

A 0,5% Normal

12.175.154,64

2.833.615,53

15.008.770,17

75.043,85

5.963.306,93

29.816,53

B

1%

31.976.953,69

2.441.643,90

34.418.597,59

344.185,98

26.310.648,58

263.106,49

Normal

Financiamentos

Total em

Provisões

Total em

Provisões

2011

2011

30/06/2010

30/06/2010

plementar nº 130/09, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução CMN nº

Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou ações movidas

3.859/10, do Conselho Monetário Nacional, que dispões sobre a constituição e funcionamento de cooperativas

contra si. Por conta desses questionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração, os

B

1% Vencidas

623.230,56

276.943,27

900.173,83

9.001,74

1.784.014,15

17.840,14

de crédito. A Cooperativa integra o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil – SICOOB, em conjunto com

valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo.

C

3% Normal

3.598.015,67

55.908,79

3.653.924,46

109.617,73

4.028.862,45

120.865,87

C

3% Vencidas

108.218,02

29.504,96

137.722,98

4.131,69

1.330.288,21

39.908,65

g) Investimentos

D

10% Normal

87.735,09

-

87.735,09

8.773,51

225.025,10

22.502,51

D

10% Vencidas

26.299,06

-

26.299,06

2.629,91

220.098,35

22.009,84

Representados substancialmente por quotas do SICOOB CENTRAL CECREMGE, avaliadas pelo método de

E

30% Normal

94.221,09

-

94.221,09

28.266,33

82.662,32

24.798,70

custo de aquisição.

E

30% Vencidas

356.075,13

-

356.075,13

106.822,54

128.969,72

38.690,92

F

50% Normal

85.118,28

-

85.118,28

42.559,14

71.792,65

35.896,33

F

50% Vencidas

17.935,86

36.376,22

18.188,11

1.142.669,33

571.334,67 7.103,50

outras cooperativas singulares e centrais. O Sicoob Divicred possui Postos de Atendimento Cooperativo (PACs) nas seguintes localidades: Divinópolis e Carmo do Cajuru. O Sicoob Divicred tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade: h) Imobilizado (i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados;

18.440,36

G

70% Normal

9.272,24

-

9.272,24

6.490,57

10.147,85

Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, veículos,

G

70% Vencidas

0,30

-

0,30

0,22

6.727,63

4.709.34

(ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda

benfeitorias em imóveis de terceiros e softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da

H 100% Normal

344.023,40

-

344.023,40

344.023,40

30.321,55

30.321,55

mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e

depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo a seus

H 100% Vencidas

1.869.279,91

13.819,59

394.625,73

394.625,73

valores residuais de acordo com as taxas divulgadas em nota específica abaixo, que levam em consideração

Total Normal

48.370.494,10

5.331.168,22

a vida útil econômica dos bens.

Total Vencido

3.001.038,84

Total Geral Provisões Total Líquido

(iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias, prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem

i) Diferido

emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e remunerar os recursos. O ativo diferido foi constituído pelas benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos softwares Em 30/06/2010 ocorreu a transformação do Sicoob Divicred para entidade de “Livre Admissão de Associados”;

adquiridos, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente,

aprovada junto ao Banco Central do Brasil – BACEN em 23/09/2010.

e classificados nessa conta conforme determinação do COSIF. Esses gastos estão sendo amortizados pelo

1.883.099,50 1.883.099,50 53.701.662,32

958.960,50

36.722.767,43

534.411,47

338.708,18

3.339.747,02 2.023.873,70

5.007.393,12

1.089.119,26

51.371.532,94

5.669.876,40

57.041.409,34 2.982.834,21

41.730.160,55

1.623.530.74

(2.915.878,12)

(66.956,09)

(2.982.834,21)

1.623.530,74

48.455.654,82

5.602.920,31

54.058.575,13

40.106.629,81

* Em Empréstimos estão contidos os valores das Operações Renegociadas. b) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento – operações vincendas (dias):

método linear no período de 05 anos. Descrição

Até 90

Conforme determinado pela Resolução CMN nº 3.617/08, devem ser registrados no ativo diferido, exclusivamente,

Empréstimos

5.008.735,69 19.031.645,93

4.338.219,82 28.378.601,44

As demonstrações contábeis são de responsabilidades da Administração da Cooperativa e foram elaboradas de

os gastos que contribuirão para o aumento do resultado de mais de um exercício social. Os saldos existentes

Títulos Descontados

20.647.601,81 966.576,54

-

acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e aprovadas em 19/07/2011, consideradas as alterações

em setembro de 2008 são mantidos até a sua efetiva realização.

Financiamentos

761.622,47

2.909.424,23 5.669.876,40

Total

26.417.959,97 21.997.052,17

2. Apresentação das demonstrações contábeis

exigidas pelas Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09, adaptadas às peculiaridades da legislação cooperativista e às

De 91 a 360

Acima de 360 Total

1.998.829,70

7.247.644,05 55.662.656,19

j) Intangível

Obs.: Não inclui Adiantamento a Depositantes, Cheque Especial e Conta Garantida.

relevante, os pronunciamentos, orientações e as interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronuncia-

Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção

c) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito:

mentos Contábeis – CPC, tendo sido aprovadas pela administração em 19 de julho de 2011.

da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente

normas e instruções do Banco Central do Brasil – BACEN, bem como apresentadas conforme o Plano Contábil

21.614.178,35

das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Consideram ainda, no que for julgado pertinente e

Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de Contabilidade, algumas Normas e

amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico. Os ativos intangí-

Descrição 30/06/2011 30/06/2010

veis compreendem softwares adquiridos de terceiros e são amortizados ao longo de sua vida útil estimada.

Saldo Inicial (1.765.773,98) (1.871.233,61)

suas Interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicadas às instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Central do Brasil. Nesse sentido, os Pronunciamentos

k) Ativos contingentes

Constituições / Reversões no Semestre

(1.802.556,80)

(459.175,40)

Transferência / Reversões para Prejuízo no Semestre

585.496,57

706.878,27

Total (2.982.834,21) (1.623.530,74)

contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou CPC 01 – Redução ao Valor Recuperável de Ativos – Resolução CMN nº 3.566/08;

quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários,

d) Concentração dos Principais Devedores:

caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, CPC 03 – Demonstrações do Fluxo de Caixa – Resolução CMN nº 3.604/08;

quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis.

CPC 05 – Divulgação sobre Partes Relacionadas – Resolução CMN nº 3.750/09;

l) Obrigações por empréstimos e repasses

CPC 10 – Pagamento Baseado em Ações – Resolução CMN nº 3.989/11;

Descrição

30/06/2011

Maior Devedor

2.220.692,42 3,89

% Carteira Total

30/06/2010

1.725.095,05 4,13

%CarteiraTotal

10 Maiores Devedores

13.278.691,46 23,22

11.063.065,91 26,51

50 Maiores Devedores

29.496.517,36 51,59

23.036.932,0 55,20

As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, líquidos dos custos de transação. Em seguida, os empréstimos tomados são apresentados pelo custo amortizado, isto

CPC 24 – Evento Subsequente – Resolução CMN nº 3.973/11; e

é, acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido (“pro rata temporis”).

CPC 25 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes – Resolução CMN nº 3.823/09.

m) Demais ativos e passivos

e) Créditos Baixados Como Prejuízo, Renegociados e Recuperados: Descrição 30/06/2011 30/06/2010 Saldo início do exercício

3.659.357,59

3.212.465,67

Valor das operações transferidas no período

585.496,57

706.878,27

(308.144,79)

(277.952,28)

Atualmente, não é possível estimar quando o Bacen irá aprovar os demais Pronunciamentos contábeis do CPC e

São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando

Valor das operações recuperadas no período

tampouco se a sua utilização será de forma prospectiva ou retrospectiva. Com isso, ainda não é possível estimar

aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos, até a data do balanço. Os demais passivos são

Total 3.936.709,37 3.641.391,66

os impactos contábeis da utilização desses Pronunciamentos nas demonstrações financeiras da Cooperativa.

demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridos.

7. Outros créditos

n) Provisões

Valores referentes às importâncias devidas a Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no

3. Resumo das principais práticas contábeis a) Apuração do resultado

país, conforme demonstrado: São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos

Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de competência. As operações de crédito

passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As

Descrição 30/06/2011 30/06/2010

com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao

provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido.

Rendas a Receber (a)

202.144,25

164.701,18

Adiantamentos e Antecipações (b)

67.877,72

53.179,89

Devedores por Depósito e Garantia (c)

687.933,27

654.350,34

Títulos e Créditos a Receber (d)

141.099,65

112.754,30

período futuro são apresentados em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. Os ingressos e dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo critério “pro-rata temporis” e calculados com base no método

o) Passivos contingentes

exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados, que são calculadas com base no método linear. As operações de crédito com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço.

São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável

Devedores Diversos (e) 89.682,49 182.476,37

o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para

(-) Provisão p/ outros créditos (f)

As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em conformidade com o regime de

liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As

Total 1.122.776,72 1.134.065,93

(65.960,66)

(33.396,15)

competência. As receitas com prestação de serviços são reconhecidas na demonstração de sobras ou perdas

ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis

quando da prestação de serviços a terceiros, substancialmente serviços bancários. Os dispêndios e as despesas

e as ações com chance remota de perda não são divulgadas.

(a) Em Rendas a Receber estão registrados: receita sobre saldo mantido na Centralização Financeira do SICOOB CENTRAL CECREMGE no montante de R$ 162.504,06, e outras rendas de menor valor.

e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não-cooperativo, quando não identificados com cada atividade.

p) Obrigações legais

b) Estimativas contábeis

São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro

(b) Em adiantamentos encontra-se registrado adiantamento de 13.º salário, no montante de R$57.890,66, além de outros adiantamentos, tais como, despesas de viagem, despesas de cartórios, Unimed e fundo fixo.

instrumento fundamentado em lei, aos quais a Cooperativa tem por diretriz. Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, esti-

(c) Em Devedores por Depósito em Garantia estão registrados depósitos judiciais para: COFINS sobre Atos q) Imposto de renda e contribuição social

Cooperativos que vem sendo questionado judicialmente.

ativo imobilizado, provisões necessárias para passivos contingentes, entre outros. Os resultados reais podem

O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em

(d) Em Títulos e Créditos a Receber estão registrados: cheques descontados devolvidos a receber no valor de

apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. A Cooperativa revisa as estimativas e premissas, no

operações consideradas como atos não-cooperativos. O resultado apurado em operações realizadas com

R$ 136.348,63 e os valores a receber de tarifas;

mínimo, semestralmente.

cooperados é isento de tributação.

c) Caixa e equivalentes de caixa

r) Segregação em circulante e não circulante

Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/08, incluem as rubricas caixa, depósitos

Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos

bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de

superiores, no longo prazo (não circulante).

8. Outros valores e bens

4. Títulos e valores mobiliários

Em Bens Não de Uso Próprio está registrado o valor de R$ 700.000,00, referente a bens recebidos como dação

mativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do

(e) Refere-se a pendências de compensação e diferenças de caixa. (f) Refere-se a provisão de credito de liquidação duvidosa para recebimentos de cheques descontados devolvidos.

valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias.O caixa e equivalente de caixa compreendem: em pagamento de dívidas, não estando sujeitos a depreciação ou correção.

Descrição 30/06/2011 30/06/2010 Caixa e depósitos bancários

987.230,34

936.535,22

Em 30 de junho de 2011 e 2010, as aplicações em Títulos e Valores Mobiliários do Sicoob Divicred estavam

Relações Interfinanceiras (Centralização Financeira)

18.791.114,14

16.231.405,64

assim compostas:

Registram-se ainda no grupo, as despesas antecipadas, no montante de R$ 46.672,99, referentes a prêmios de seguros, contribuição cooperativista, IPTU, vale alimentação e vale transportes.

Total 19.778.344,48 17.167.940,86 Descrição 30/06/2011 30/06/2010 d) Operações de crédito

Títulos de Renda Fixa

As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por

Os recursos foram aplicados no Sicoob Central Cecremge com o objetivo garantir operações firmadas junto

1.614.080,37

2.026.040,89

9. Investimentos O saldo é representado por aportes de capital e o recebimento de distribuição de sobras efetuadas pelo SICOOB


GERAL 17

:: GAZETA DO OESTE :: DIVINÓPOLIS - TERÇA-FEIRA, 30/08/11

Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região Central e Oeste Mineiro Ltda. - Sicoob Divicred Balanço Patrimonial levantado em 30/06/2011 CENTRAL CECREMGE e outros investimentos, conforme demonstrado:

(f) Refere-se a pendências a regularizar no montante de R$145.181,01, diferenças de caixa e outros.

PERCENTUAL EM RELAÇÃO À CARTEIRA GERAL – MOVIMENTAÇÃO NO 1º SEMESTRE DE 2011 Conta Corrente (ad. a depositantes, cheque especial e CG)

1,32%

Descrição 30/06/2011 30/06/2010

(g) Refere-se a cheques depositados, relativo a descontos enviados a compensação, porém não baixados até

Empréstimos e Financiamentos 2,50%

SICOOB CENTRAL CECREMGE 1.377.700,09 1.290.396,93

a data-base de 30/06/2011.

Títulos Descontados e Cheques Descontados

ANNELLUS Administradora e Corretora de Seguros S/A.

100,00

-

2,69%

Aplicações Financeiras 3,92%

TOTAL 1.377.800,09 1.290.396,93

c. Outras Obrigações - Diversas - Provisões para riscos tributários e trabalhistas

10. Imobilizado de uso

Considerando a avaliação dos consultores jurídicos quanto às chances de êxito em determinados

No semestre corrente, os benefícios monetários destinados às partes relacionadas foram representados por honorários e custeio parcial de plano de saúde, apresentando-se da seguinte forma:

questionamentos fiscais e trabalhistas em que a cooperativa é parte envolvida, foram constituídas as Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo

seguintes provisões:

BENEFÍCIOS MONETÁRIOS – 1º SEMESTRE DE 2011

método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo:

Honorários R$ 250.402,83 Descrição 30/06/2011 30/06/2010

Descrição

Taxa de Depreciação

30/06/2011

30/06/2010

COFINS 687.933,27 654.350,34

Terrenos - 248.000,00 248.000,00

Outras 1.202,24

Edificações 4% 395.425,10 395.425,10

Total 689.135,51 654.350,34

19. Central das Cooperativas de Economia e Crédito de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL CECREMGE A Cooperativa de Credito de Livre Admissão da Região Central e Oeste Mineiro Ltda – Sicoob Divicred, em

Móveis e Equipamentos

10%

454.337,85

406.148,02

Sistema de Processamento de Dados

20%

513.818,11

338.660,36

COFINS - quando do advento da lei no. 9.718/98, a cooperativa entrou com ação judicial questionando a

Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL CECREMGE, que representa o grupo formado por suas filiadas perante

Sistemas de Comunicação

10%

23.061,08

19.401,54

legalidade da inclusão de seus ingressos decorrentes de atos cooperados na base de cálculo do COFINS.

as autoridades monetárias, organismos governamentais e entidades privadas.

Sistema de Segurança

10%

40.799,74

45.221,82

Conseqüentemente, registrou as correspondentes obrigações referentes ao período de março de 1999 a

Sistema de Transporte

20%

50.000,00

48.437,50

julho de 2004, sendo que os valores equivalentes foram depositados em juízo e estão contabilizados na

O SICOOB CENTRAL CECREMGE é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo a organização em comum

rubrica Depósitos em garantia.

em maior escala dos serviços econômico-financeiros e assistenciais de suas filiadas (cooperativas singulares),

TOTAL 1.725.441,88 1.501.294,34

conjunto com outras cooperativas singulares, é filiada à Central das Cooperativas de Economia e Crédito de

Depreciação acumulada (641.539,74) (586.498,20)

integrando e orientando suas atividades, de forma autônoma e independente, através dos instrumentos previstos

TOTAL 1.083.902,14 914.796,14

16. Instrumentos financeiros

11. Diferido

O Sicoob Divicred opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, títulos e

na legislação pertinente e normas exaradas pelo Banco Central do Brasil, bem como facilitando a utilização recíproca dos serviços, para consecução de seus objetivos.

Nesta rubrica registram-se as benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos softwares adquiridos,

valores mobiliários, relações interfinanceiras, operações de crédito, depósitos a vista e a prazo, empréstimos

Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB CENTRAL CECREMGE a coordenação das

e repasses.

atividades de suas filiadas, a difusão e fomento do cooperativismo de crédito, a orientação e aplicação dos

registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente.

recursos captados, a implantação e implementação de controles internos voltados para os sistemas que Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores contábeis, os

Descrição

Taxa de Amortização

30/06/2011

30/06/2010

Benfeitorias 105.211,46 105.211,46 Programa de Computador - Software

18.114,49

18.114,49

Instalação e Adaptação de Dependências

9.696,66

8.900,00

TOTAL 133.022,61 132.225,95 Amortização acumulada

10% ou 20%

As demonstrações contábeis do SICOOB CENTRAL CECREMGE, em 31 de dezembro de 2010, foram auditadas 17. Patrimônio líquido

por outros auditores independentes que emitiram relatório de auditoria sobre as demonstrações contábeis, datado 24 de fevereiro de 2011, com opinião sem modificação.

a) Capital Social

(111.522,20) (97.207,23)

TOTAL 21.500,41 35.018,72

acompanhem informações econômico-financeiras, operacionais e gerenciais, entre outras.

quais se aproximam dos valores justos, conforme critérios mencionados nas correspondentes notas explicativas.

20. Cobertura de seguros O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00 cada e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito em um voto, independente do

A Cooperativa adota política de contratar seguros de diversas modalidades, cuja cobertura é considerada

12. Intangível

número de suas cotas-partes.

suficiente pela Administração e agentes seguradores para fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas de

Nesta rubrica registram-se os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção

b) Reserva Legal

conseqüentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes.

Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 10%, utilizada para reparar perdas

21. Índice de Basiléia

riscos adotados, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de auditoria das demonstrações contábeis, da companhia, como as licenças de uso de softwares. Descrição

Taxa de Amortização

30/06/2011

30/06/2010

Sistema de Processamento de Dados

-

174.224,13

169.838,16

TOTAL 174.224,13 169.838,16

e atender ao desenvolvimento de suas Atividades. O Patrimônio de Referência (PR) da Cooperativa encontra-se compatível com o grau de risco da estrutura dos c) Reserva de expansão

ativos, apresentando margem para o limite de compatibilização de R$ 20.406.420,18, em 30 de junho de 2011.

TOTAL 137.192,22 151.087,11

Constituída pela destinação das sobras na AGO 2011, cujo objetivo é montar e estruturar PACs do Sicoob Divicred.

22. Contingências Passivas

13. Depósitos

d) Sobras Acumuladas

Segundo a assessoria jurídica do Sicoob Divicred, dos processos judiciais em que figura como pólo passivo,

Os depósitos à vista não são remunerados. Os depósitos a prazo recebem encargos financeiros contratados.

As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco Central do Brasil e posterior

Amortização acumulada 10,00% (37.031,91) (18.751,05)

foram classificadas como perdas possíveis 1 (um) processo totalizando R$ 3.000,00. deliberação da Assembléia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular Os depósitos, até o limite de R$60.000,00 (Sessenta mil reais), por CPF/CNPJ, estão garantidos pelo Fundo

nº 3.224/06, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES é registrado como exigibilidade, e

Garantidor do SICOOB - FGS, o qual é um Fundo constituído pelas Cooperativas do Sistema SICOOB regido

utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/71.

por regulamento próprio.

Divinópolis, 30 de junho de 2011.

___________________________

___________________________

Em Assembléia Geral Ordinária, realizada em 10/02/2011, os cooperados deliberaram pelo aumento do Capital

Urias Geraldo de Sousa

Nodge Carlos Teixeira

14. Relações interfinanceiras / Obrigações por empréstimos e repasses

social com as sobras do exercício findo em 31 de dezembro de 2010, no valor de R$1.313.106,01.

Diretor Presidente

Diretor Financeiro

São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros e registram os recursos captados

18. Partes Relacionadas

___________________________

___________________________

Aderi Antônio da Silva Filho

Fernanda Oliveira Faleiro Melo

Diretor Administrativo

Contador – CRC nº: 95.207

junto a outras instituições financeiras para repasse aos associados em diversas modalidades (art. 37, da Resolução CMN nº 3.859/2010) e Capital de Giro. As garantias oferecidas são a caução dos títulos de créditos

As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar,

dos associados beneficiados.

dirigir e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas.

Instituições Taxa Vencimento 30/06/2011 30/06/2010

As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições

Sicoob Central Cecremge

110% CDI

05/12/11

3.346.550,69 2.657.004,57

estabelecidas em regulamentação específica.

BDMG

TJLP + 1,5% a.a.

15/04/14

1.110.831,02 1.514.954,18

Total 4.457.381,71 4.171.958,75

RELATÓRIO DE AUDITORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância

15. Outras Obrigações

irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito.

Prezados Senhores:

As garantias oferecidas em razão das operações de crédito são: avais, garantias hipotecárias, caução e

Examinamos as demonstrações contábeis da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região Central e Oeste Mineiro Ltda., que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2011 e as respectivas demonstrações de sobras ou perdas, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.

a. Outras Obrigações - Sociais e estatutárias Descrição 30/06/2011 30/06/2010 FATES - Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social

64.131,60

164.042,58

Cotas de capital a pagar

-

19.256,45

alienação fiduciária. Montante das operações ativas e passivas no 1º Semestre de 2011:

Total 64.131,60 183.299,03

MONTANTE DAS OPERAÇÕES ATIVAS

% em relação à carteira total

O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus

R$ 2.827.555,62

5,25%

familiares e empregados da cooperativa, sendo constituídos pelo resultado dos atos não-cooperados

MONTANTE DAS OPERAÇÕES PASSIVAS

% em relação à carteira total

e 5% das sobras líquidas, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em

R$ 460.280,00 12,17%

Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região Central e Oeste Mineiro Ltda. é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.

contas passivas segue determinação do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF.

Operações ativas e passivas – saldo em 30/06/2011:

b. Outras Obrigações – Diversas

Responsabilidade dos auditores independentes

OPERAÇÕES ATIVAS – SALDO 30/06/11 NATUREZA DA

VALOR DA

PCLD (PROVISÃO

% DA OPERAÇÃO

Descrição 30/06/2011 30/06/2010

OPERAÇÃO

OPERAÇÃO

PARA CRÉDITO

DE CRÉDITO EM

Cheques administrativos (a) 204.785,40 150,52

DE CRÉDITO

DE CRÉDITO DE LIQUIDAÇÃO

RELAÇÃO À

Obrigações por aquisição de Bens e Direitos (b)

38.132,90

-

DUVIDOSA) CARTEIRA TOTAL

Obrigações por prestação de serviços de pagamentos (c)

73.688,37

50.595,92

Cheque Especial

16.883,41

168,83

0,99%

Despesas de Pessoal (d)

298.254,19

253.291,80

Conta Garantida

5.459,09

54,59

0,33%

Outras Despesas Administrativas (e)

93.116,86

108.223,15

Empréstimo 837.411,73 8.374,11 2,50%

Outros Pagamentos - 650.828,73 Credores Diversos – País (f)

204.669,95

200.733,08

Cheques Depositados Descontados (g)

353.070,65

331.278,85

Total 1.265.718,32 1.595.102,05

Títulos Descontados

580.680,62

5.806,80

2,69%

OPERAÇÕES PASSIVAS – SALDO EM 30/06/11 Aplicações Financeiras

% em relação à carteira total

Taxa Média - %

1.511.603,70 3,92% 100% cdi (a) Refere-se a cheques emitidos pela Cooperativa contra o próprio caixa da instituição, porém não compensados até a data-base de 30/06/2011.

Foram realizadas transações com partes relacionadas, na forma de: depósito a prazo, cheque especial, conta garantida, cheques descontados, empréstimos, dentre outras, à taxa / remuneração relacionada no quadro

(b) Referem-se à Capital a integralizar no Sicoob Central Cecremge, no montante de R$ 35.662,25, e paga-

abaixo, por modalidade:

mentos de fornecedores. NATUREZA DAS

TAXAS APLICADAS

TAXA APROVADA PELO

OPERAÇÕES

EM RELAÇÃO ÀS

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO /

ATIVAS E PASSIVAS

PARTES RELACIONADAS

DIRETORIA EXECUTIVA

(d) Refere-se ao saldo das provisões acumuladas de Férias, 13º Salários, encargos sociais e obrigação com

Cheque Especial

6,5%

6,5%

crédito consignado descontado em folha referente junho/2011.

Conta Garantida

6,5%

6,5%

Desconto de Cheques

1,468% à 3,09%

1,468% à 3,09%

(e) Refere-se a provisão para pagamento de despesas como água, energia, gás, processamento de dados,

Empréstimos

1% à 3,39%

1% à 3,39%

transporte, auditoria externa, serviços de compensação, comunicações, segurança e vigilância e outras.

Aplicação Financeira

93% à 110% cdi

93% à 110% cdi

(c) Refere-se a obrigações por prestação de serviços de conta salário, e outros de menor valor.

Ao Conselho de Administração, Administração e Cooperados da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região Central e Oeste Mineiro Ltda. - SICOOB DIVICRED Divinópolis - MG

Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Cooperativa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Cooperativa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região Central e Oeste Mineiro Ltda. em 30 de junho de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Belo Horizonte, 09 de agosto de 2011 Júlio César Toledo de Carvalho Contador – CRC MG 069.261/O CNAI 1953


18 GERAL

:: GAZETA DO OESTE :: DIVINÓPOLIS - TERÇA-FEIRA, 30/08/11

Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região do Circuito Campos das Vertentes Ltda. - SICOOB COPERMEC DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 30 DE JUNHO DE 2010 Nesse sentido, a administração da Cooperativa tem na assembléia geral, que é a reunião de todos os associados, o poder maior de decisão.

Para as situações de risco identificadas são estabelecidos planos de ação, com a aprovação da Diretoria Executiva, que são registrados em sistema próprio para acompanhamento, pelo Agente de Controle Interno e Risco.

A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara separação de funções. Cabem ao Conselho de Administração as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia.

Da mesma forma, perdas operacionais ocorridas têm as causas e as ações de mitigação identificadas, sendo as informações devidamente registradas em sistema informatizado, para acompanhamento pelo Agente de Controle Interno e Risco.

1. Política Operacional

A Cooperativa possui ainda um Agente de Controles Internos, supervisionado diretamente pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE, que, por sua vez, faz as auditorias internas.

Em 2010 o SICOOB COPERMEC completou 12 anos mantendo sua vocação de instituição voltada para fomentar o crédito para seu público alvo, os cooperados. A atuação junto aos seus cooperados se dá principalmente através da concessão de empréstimos e captação de depósitos.

Os balanços da Cooperativa são auditados por auditor externo, que emite relatórios, levados ao conhecimento dos Conselhos e da Diretoria. Todos esses processos são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe a competência de fiscalizar a Cooperativa.

Não obstante a centralização do gerenciamento do risco operacional, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região do Circuito Campos das Vertentes Ltda. possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco operacional.

2. Avaliação de Resultados

Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa adota ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito, a Cooperativa adota o Manual de Crédito, aprovado, como muitos outros manuais, pela confederação SICOOB BRASIL e homologado pela Central.

Relatório da Administração Senhores Associados, Submetemos à apreciação de V.S.as as Demonstrações Contábeis do 1º semestre de 2011 da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região do Circuito Campos das Vertentes Ltda. – SICOOB COPERMEC, na forma da Legislação em vigor.

No 1º semestre de 2011, o SICOOB COPERMEC obteve um resultado de R$ 1.794 (mil R$) representando um retorno semestral sobre o Patrimônio Líquido de 6,58%. 3. Ativos Os recursos depositados na Centralização Financeira somaram R$ 12.177 (mil R$). Por sua vez a carteira de créditos representava R$ 52.387 (mil R$). A carteira de crédito encontrava-se assim distribuída: Em mil R$ Empréstimos R$ 22.286 42,69% Financiamentos R$ 14.485 27,75% Títulos Descontados R$ 15.413 29,53% Carteira Rural R$ 18 0,03% Os Vinte Maiores Devedores representavam na data-base de 30/06/2011 o percentual de 18,06 % da carteira, no montante de R$ 52.387 (mil R$). 4. Captação As captações, no total de R$ 36.983 (mil R$) representaram uma evolução em relação ao exercício anterior de 22,66%. As captações encontravam-se assim distribuídas: Em mil R$ Depósitos à Vista Depósitos a Prazo

R$ 8.571 R$ 28.412

23,18 % 76,82 %

Os Vinte Maiores Depositantes representavam na data-base de 30/06/2011 o percentual de18,97% da captação, no montante de R$ 36.983 (mil R$). 5. Patrimônio de Referência O Patrimônio de Referência da SICOOB COPERMEC era de R$ 26.882 (mil R$) O quadro de associados era composto por 6.148 Cooperados, havendo um acréscimo de 29,68% em relação ao exercício anterior. 6. Política de Crédito A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados e cumpridos, cercando ainda a Singular de todas as consultas cadastrais e com análise do Associado através do “RATING” (avaliação por pontos), buscando assim garantir ao máximo a liquidez das operações. A SICOOB COPERMEC adota a política de classificação de crédito de sua carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas na Resolução CMN nº 2.682/99, havendo uma concentração de 91,62 % nos níveis de “A” a “C”. 7. Plano de Negócios No exercício de 2010 a cooperativa elaborou o plano de negócio e estudo de viabilidade econômica com vistas à concessão de autorização para funcionamento ou alteração estatutária para cooperativa de livre admissão, em conformidade com o disposto no artigo 11º da Resolução CMN nº 3.859. O plano de negócio, elaborado com projeções para os exercícios de 2011, 2012 e 2013. Atualmente o desempenho é satisfatório, estando atingidas todas as unidades projetadas. 8. Governança Corporativa Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e externos, que permitem aos associados definir e assegurar a execução dos objetivos da cooperativa, garantindo a sua continuidade, os princípios cooperativistas ou, simplesmente, a adoção de boas práticas de gestão.

Além do Estatuto Social, são adotados regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o Regimento Interno, o Regimento do Conselho de Administração, o Regimento do Conselho Fiscal, o Regulamento Eleitoral. A Cooperativa adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais e está atenta para a separação de funções e o gerenciamento do desempenho de todo o seu quadro funcional. Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para levar aos associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição. 9. Conselho Fiscal Eleito na AGO de 2011, com mandato até a AGO de 2013, o Conselho Fiscal tem função complementar à do Conselho de Administração. Sua responsabilidade é verificar de forma sistemática os atos da administração da Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial anual. Em 2011, todos os membros efetivos e suplentes do Conselho Fiscal participaram de um curso de formação ministrado pela SICOOB CENTRAL CECREMGE, com o objetivo de detalhar as responsabilidades dos conselheiros fiscais e as formas de exercê-las. 10. Código de Ética A cooperativa possui Código de Ética para nortear a conduta de seus conselheiros e profissionais, cuja apresentação do mesmo é realizada no momento do ingresso na Cooperativa. 11. Sistema de Ouvidoria A Ouvidoria, constituída em 2007 representou um importante avanço a serviço dos cooperados, dispõe de diretor responsável pela área e de um Ouvidor. Atende às manifestações recebidas por meio do Sistema de Ouvidoria do SICOOB, composto por sistema tecnológico específico, atendimento via DDG 0800 e sítio na internet integrado com o sistema informatizado de ouvidoria tendo a atribuição de assegurar o cumprimento das normas relacionadas aos direitos dos usuários de nossos produtos, além de atuar como canal de comunicação com os nossos associados e integrantes das comunidades onde estamos presentes. No 1º semestre de 2011, a Ouvidoria SICOOB COPERMEC já registrou 03 (três) manifestações de cooperados sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela Cooperativa. Dentre elas, havia 01 reclamação e 02 sugestões relacionadas ao atendimento. A reclamação, foi considerada procedente e resolvida dentro dos prazos legais, de maneira satisfatória para as partes envolvidas, em perfeito acordo com o previsto na legislação vigente. 12. Gerenciamento de Risco I - Risco Operacional O gerenciamento do risco operacional da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região do Circuito Campos das Vertentes Ltda. objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco operacional, por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº 3.380/2006. Conforme preceitua o art. 11, da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito ... aderiu à estrutura única de gestão do risco operacional do SICOOB, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO, a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sítio www. sicoob.com.br. O processo de gerenciamento do risco operacional está estruturado com base no preenchimento de Listas de Verificação de Conformidade (LVC), baseada na metodologia Controll Self Assessment (CSA), processo por meio do qual, sob a responsabilidade da Diretoria Executiva, coordenação do Departamento de Controles e Riscos e a atuação do Agente de Controle Interno e Risco, são identificadas situações de risco que são avaliadas quanto ao impacto e à probabilidade de ocorrência, de forma padronizada.

II - Risco de Mercado O gerenciamento do risco de mercado da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região do Circuito Campos das Vertentes Ltda. objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de mercado, por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº 3.464/2007. Conforme preceitua o art. 11, da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região do Circuito Campos das Vertentes Ltda. aderiu à estrutura única de gestão do risco de mercado do SICOOB, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (BANCOOB), a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos padronizados de identificação de fatores de risco, de classificação da carteira em trading e banking, de mensuração do risco de mercado (Value at Risk – VaR), de estabelecimento de limites de risco, de testes de estresse e de aderência do modelo de mensuração de risco (backtesting do VaR). Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de mercado, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região do Circuito Campos das Vertentes Ltda. possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado da entidade. III - Risco de Crédito O gerenciamento de risco de crédito da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região do Circuito Campos das Vertentes Ltda. objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e minimizar os risco envolvidos nos negócios de crédito por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos. Conforme preceitua o art. 10 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região do Circuito Campos das Vertentes Ltda. aderiu à estrutura única de gestão do risco de crédito do SICOOB, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (BANCOOB), a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. Compete aos responsáveis pela estrutura centralizada de riscos a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o Sicoob, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas. Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região do Circuito Campos das Vertentes Ltda. possui estrutura compatível com a natureza das operações, com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade. Agradecimentos Agradecemos aos nossos Associados pela preferência e confiança e aos funcionários e colaboradores pela dedicação.

Cláudio, 30 de junho de 2011.

Conselho de Administração e Diretoria

HÉLIO ALVES DE REZENDE TOMBERTO MITRE FILHO Diretor-Presidente Diretor-Administrativo MARCÍLIO DE OLIVEIRA Diretor-Financeiro

ARTUR APARECIDO DE FREITAS GONÇALVES Conselheiro Administrativo – Efetivo

DEMERSON BERNARDES DE SOUSA Conselheiro Administrativo – Efetivo

HERIBERTO FRANCISCO DA SILVA RABELO Conselheiro Administrativo – Efetivo


GERAL 19

:: GAZETA DO OESTE :: DIVINÓPOLIS - TERÇA-FEIRA, 30/08/11

Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região do Circuito Campos das Vertentes Ltda. - SICOOB COPERMEC DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 30 DE JUNHO DE 2010 Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região do Circuito Campos das Vertentes Ltda. – SICOOB COPERMEC NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 2010 (Em Mil R$) 1. Contexto operacional A Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região do Circuito Campos das Vertentes Ltda. – SICOOB COPERMEC é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 20/10/1997, filiada a Central das Cooperativas de Economia e Crédito de Minas Gerais Ltda.. – SICOOB CENTRAL CECREMGE e componente da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentados pela Lei nº 4.595/64, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei nº 5.764/71, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar nº 130/09, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução CMN nº 3.859/10, do Conselho Monetário Nacional, que dispões sobre a constituição e funcionamento de cooperativas de crédito. A Cooperativa integra o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil – SICOOB, em conjunto com outras cooperativas singulares e centrais.

rendimentos e as variações monetárias auferidos, até a data do balanço. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridos.

base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo:

São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis e as ações com chance remota de perda não são divulgadas.

Em Mil R$ Descrição Taxa de Depreciação 30/06/2011 30/06/2010 Terrenos - 202 202 Edificações 4% 1.353 1.353 Instalações 10% 2 3 Móveis e Equipamentos 10% 425 375 Sistema de Comunicação 10% 26 26 Sistema de Processamento de Dados 20% 475 410 Sistemas de Segurança 10% 44 28 Sistemas de Transporte 10% 44 2 TOTAL 2.571 2.399 Depreciação acumulada (746) (624) TOTAL 1.825 1.775

n) Provisões São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. o) Passivos contingentes

p) Obrigações legais

10. Diferido

A SICOOB COPERMEC possui Postos de Atendimento Cooperativo (PACs) nas seguintes localidades: Bairro Bela Vista e Distrito de Monsenhor João Alexandre, nesta cidade de Cláudio/ MG.

São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro instrumento fundamentado em lei, aos quais a Cooperativa tem por diretriz.

Nesta rubrica registram-se as benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos softwares adquiridos, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente.

A SICOOB COPERMEC tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade:

q) Imposto de renda e contribuição social

I. praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras, públicas e ou privadas bem como aplicações de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e rentabilizar os recursos. II. proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados em suas atividades específicas, com a finalidade de fomentar a produção e a produtividade dos associados; III. a formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua, da economia sistemática e do uso adequado do crédito, bem como da difusão de informações técnicas que visem o aprimoramento da produção e qualidade de vida;

O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não-cooperativos. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados é isento de tributação.

Em Mil R$ Descrição Taxa de Amortização 30/06/2011 30/06/2010 Benfeitorias 20% 73 73 Programas de Computador 20% 0 0 TOTAL 73 73 Amortização acumulada (41) (27) TOTAL 32 46

Em dezesseis de julho de 2010 ocorreu à transformação da SICOOB COPERMEC para entidade de “Livre Admissão de Associados”; aprovada junto ao Banco Central do Brasil - BACEN em vinte de setembro de 2010.

Referem-se à centralização financeira das disponibilidades líquidas da Cooperativa, depositadas junto ao SICOOB CENTRAL CECREMGE, conforme determinado no art. 37, da Resolução CMN nº 3.859/10.

2. Apresentação das demonstrações contábeis

5. Operações de crédito

As demonstrações contábeis são de responsabilidades da Administração da Cooperativa e foram elaborados de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, considerando as alterações exigidas pelas Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09, adaptadas às peculiaridades da legislação cooperativista e às normas e instruções do Banco Central do Brasil – BACEN, bem como apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Consideram ainda, no que for julgado pertinente e relevante, os pronunciamentos, orientações e as interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC, tendo sido aprovadas pela administração em 19/01/2011.

a) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº 2.682 de 21/12/1999:

3. Resumo das principais práticas contábeis a) Apuração do resultado Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de competência. As operações de crédito com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao período futuro são apresentados em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. Os ingressos e dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo critério “pro-rata temporis” e calculados com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados, que são calculadas com base no método linear. As operações de crédito com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço. As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em conformidade com o regime de competência. As receitas com prestação de serviços são reconhecidas na demonstração de sobras ou perdas quando da prestação de serviços a terceiros, substancialmente serviços bancários. Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não-cooperativo, quando não identificados com cada atividade. b) Estimativas contábeis Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, provisões necessárias para passivos contingentes, entre outros. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. A Cooperativa revisa as estimativas e premissas, no mínimo, semestralmente. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/08, incluem as rubricas caixa, depósitos bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. O caixa e equivalente de caixa compreendem: Em Mil R$ Descrição 30/06/2011 30/06/2010 Caixa e depósitos bancários 557 410 Relações Interfinanceiras (Centralização Financeira) 12.178 13.303 Total 12.735 13.713

r) Segregação em circulante e não circulante Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante). 4. Relações interfinanceiras

Nível / Percentual Emprést. / Financiamentos Financ. Total em de Risco / Situação Tít. Desc. * Rurais 30/06/2011 AA Normal 0 0 0 0 A 0,50% Normal 20.975 8.703 18 29.696 B 1% Normal 6.810 2.932 0 9.742 B 1% Vencidas 366 259 0 625 C 3% Normal 6.037 1.114 0 7.151 C 3% Vencidas 365 416 0 781 D 10% Normal 1.906 391 0 2.297 D 10% Vencidas 170 217 0 387 E 30% Normal 222 73 0 295 E 30% Vencidas 115 46 0 161 F 50% Normal 1 30 0 31 F 50% Vencidas 154 33 0 187 G 70% Normal 14 8 0 22 G 70% Vencidas 58 157 0 215 H 100% Normal 244 28 0 272 H 100% Vencidas 446 79 0 525 Total Normal 36.209 13.279 18 49.506 Total Vencido 1.674 1.207 0 2.881 Total Geral 37.883 14.486 18 52.387 Provisões 1.495 472 0 1.967 Total Líquido 36.388 14.014 18 50.420 * Em Empréstimos estão contidos os valores das Operações Renegociadas.

Provisões 30/06/2011 0 149 97 6 215 23 230 39 88 49 15 93 16 150 272 525 1.082 885 1.967

Em Mil R$ Total em Provisões 30/06/2010 30/06/2010 0 0 20.380 102 5.380 54 158 2 7.087 213 415 12 2.717 272 244 24 276 83 129 39 63 32 74 37 27 19 65 46 248 248 421 421 36.178 1.021 1.506 581 37.684 1.602 1.602 36.082

Em cumprimento às orientações do Banco Central do Brasil, no primeiro semestre de 2011 o Sistema Sicoob concluiu o cronograma de implantação da exigência contida no artigo 3º da Resolução CMN nº 2.682, que estabelece que a classificação das operações de crédito de um mesmo cliente ou grupo econômico deve ser definido considerando aquela que apresentar maior risco. b) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento – operações vincendas (dias):

Em Mil R$

Descrição Até 90 De 91 a 360 Acima de 360 Total Empréstimos 2.822 6.405 9.848 19.075 Títulos Descontados 14.837 576 0 15.413 Financiamentos 1.857 3.954 8.648 14.459 Financiamentos Rurais 0 4 15 19 Total 19.516 10.939 18.511 48.966 Obs.: Não inclui Adiantamento a Depositantes, Cheque Especial e Conta Garantida.

As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas “pro rata temporis”, com base na variação dos respectivos indexadores pactuados.

c) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito e outros créditos com características de concessão de crédito: Em Mil R$ Descrição 30/06/2011 30/06/2010 Saldo Inicial 1.602 2.081 Constituições/Reversões no Exercício 440 1.002 Transferência/Reversões para Prejuízo no Exercício (75) (1.481) Total 1.967 1.602

e) Provisão para operações de crédito

d) Concentração dos Principais Devedores:

Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. A Resolução CMN nº 2.682 introduziu os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (rico mínimo) a H (risco máximo).

Descrição Maior Devedor 10 Maiores Devedores 50 Maiores Devedores

f) Depósitos em garantia

Em Mil R$ Descrição 30/06/2011 30/06/2010 Saldo início do exercício 3.485 1.536 Valor das operações transferidas no período 75 1.482 Valor das operações recuperadas no período (15) (35) Total 3.545 2.983

d) Operações de crédito

Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou ações movidas contra si. Por conta desses questionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração, os valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo. g) Investimentos Representados substancialmente por quotas do SICOOB CENTRAL CECREMGE, avaliadas pelo método de custo de aquisição. h) Imobilizado Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, veículos, benfeitorias em imóveis de terceiros e softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas divulgadas em nota específica abaixo, que levam em consideração a vida útil econômica dos bens. i) Diferido O ativo diferido foi constituído pelas benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos softwares adquiridos, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente, e classificados nessa conta conforme determinação do COSIF. Esses gastos estão sendo amortizados pelo método linear no período de 05 anos. Conforme determinado pela Resolução CMN nº 3.617/08, devem ser registrados no ativo diferido, exclusivamente, os gastos que contribuirão para o aumento do resultado de mais de um exercício social. Os saldos existentes em setembro de 2008 são mantidos até a sua efetiva realização. j) Intangível Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico. Os ativos intangíveis compreendem softwares adquiridos de terceiros e são amortizados ao longo de sua vida útil estimada. k) Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários, caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis.

30/06/2011 % Carteira Total 1.224 2,26% 6.503 12,01% 15.988 29,53%

Em Mil R$ 30/06/2010 % Carteira Total 1.554 3,97% 5.507 14,09% 12.483 31,93%

e) Créditos Baixados Como Prejuízo, Renegociados e Recuperados:

6. Outros créditos Valores referentes às importâncias devidas a Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no país, conforme demonstrado: Em Mil R$ Descrição 30/06/2011 30/06/2010 Rendas a Receber (a) 121 111 Devedores por Depósito e Garantia (b) 144 136 Títulos e Créditos a Receber (c) 1 0 Devedores Diversos 16 5 Diversos 1 2 Total 283 254

Nesta rubrica registram-se os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da companhia, como as licenças de uso de softwares. Em Mil R$ Descrição Taxa de Amortização 30/06/2011 30/06/2010 Sistema de Processamento de Dados – Software 0 0 Direito de Uso 20% 193 161 Outros Ativos Intangíveis 0 0 TOTAL 193 161 Amortização acumulada (87) (72) TOTAL 106 89 12. Depósitos Os depósitos à vista não são remunerados. Os depósitos a prazo recebem encargos financeiros contratados. Em Mil R$ Descrição 30/06/2011 30/06/2010 Depósito à Vista 8.571 6.683 Depósito Sob Aviso 3.082 4.371 Depósito a Prazo 25.330 17.550 TOTAL 36.983 28.604 Os depósitos, até o limite de R$60.000,00 (Sessenta mil reais), por CPF/CNPJ, estão garantidos pelo Fundo Garantidor do SICOOB - FGS, o qual é um Fundo constituído pelas Cooperativas do Sistema SICOOB regido por regulamento próprio. 13. Relações interfinanceiras São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros e registram os recursos captados junto a outras instituições financeiras para repasse aos associados em diversas modalidades (art. 37, da Resolução CMN nº 3.859/2010) e Capital de Giro. As garantias oferecidas são a caução dos títulos de créditos dos associados beneficiados. Em Mil R$ Instituições Taxa Vencimento 30/06/2011 30/06/2010 BANCOOB Entre 9,93% a.a. e 12,01% a.a. 03/05/2016 18 0,00 Total 18 0,00 14. Outras Obrigações a) Outras Obrigações - Sociais e estatutárias

Em Mil R$ Descrição 30/06/2011 30/06/2010 FATES - Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social 199 248 Cotas de capital a pagar 46 31 Total 245 279 O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo resultado dos atos não-cooperados e 5% das sobras líquidas, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em contas passivas segue determinação do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. b) Outras Obrigações - Diversas

Em Mil R$ Descrição 30/06/2011 30/06/2010 Cheques administrativos (*) 0 59 Despesas de Pessoal 200 109 Outras Despesas Administrativas (**) 85 98 Credores Diversos – País 1.792 971 Cheques Descontados (***) 666 660 Total 2.743 1.897 (*) Refere-se a cheques emitidos pela Cooperativa contra o próprio caixa da instituição, porém não compensados até a data-base de 30/06/2011. (**) Refere-se a provisão para pagamento de despesas com água/energia/gás (R$ 4), processamento de dados (R$ 5), transporte (R$ 2), plano de saúde (R$ 1) e outras (R$ 73); (***) Refere-se a cheques depositados, relativo a descontos enviados a compensação, porém não baixados até a data-base de 30/06/2011. c) Outras Obrigações - Diversas - Provisões para riscos tributários e trabalhistas Considerando a avaliação dos consultores jurídicos quanto às chances de êxito em determinados questionamentos fiscais e trabalhistas em que a cooperativa é parte envolvida, foram constituídas as seguintes provisões: Em Mil R$ Descrição 30/06/2011 30/06/2010 PIS e COFINS 863 825 Total 863 825 PIS e COFINS - quando do advento da lei no. 9.718/98, a cooperativa entrou com ação judicial questionando a legalidade da inclusão de seus ingressos decorrentes de atos cooperados na base de cálculo do PIS e COFINS. Conseqüentemente, registrou as correspondentes obrigações referentes ao período de março de 1999 a julho de 2004, sendo que os valores equivalentes foram depositados em juízo e estão contabilizados na rubrica Depósitos em garantia. 15. Instrumentos financeiros

(a) Em Rendas a Receber estão registrados: receita sobre saldo mantido na Centralização Financeira do SICOOB CENTRAL CECREMGE (R$ 117), rendas a receber da previdência social – INSS (R$ 3) e outras (R$ 1);

O SICOOB COPERMEC opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, aplicações interfinanceiras de liquidez, relações interfinanceiras, operações de crédito, depósitos a vista e a prazo, empréstimos e repasses.

(b) Em Devedores por Depósito em Garantia está registrado depósito judicial para: PIS sobre Atos Cooperativos

s instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam dos valores justos, conforme critérios mencionados nas correspondentes notas explicativas.

(c) Em Títulos e Créditos a Receber estão registrados os valores a receber de tarifas. 7. Outros valores e bens Em Bens Não de Uso Próprio está registrado o valor de R$ 618, referente a bens recebidos como dação em pagamento de dívidas, não estando sujeitos a depreciação ou correção. Registram-se ainda no grupo, as despesas antecipadas, no montante de R$ 1, referentes a prêmios de seguros e assinaturas de periódicos. 8. Investimentos

São reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, líquidos dos custos de transação. Em seguida, os empréstimos tomados são apresentados pelo custo amortizado, isto é, acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido (“pro rata temporis”).

O saldo é representado por aportes de capital e o recebimento de distribuição de sobras efetuadas pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE e aquisição de ações do BANCOOB e outros investimentos, conforme demonstrado: Em Mil R$ Descrição 30/06/2011 30/06/2010 Central das Cooperativas de Economia e Crédito de Minas Gerais Ltda.. – SICOOB CENTRAL CECREMGE 1.945 1.756 Banco Cooperativo do Brasil S.A. – BANCOOB 359 359 TOTAL 2.304 2.115

m) Demais ativos e passivos

9. Imobilizado de uso

São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os

Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com

l) Relações Interfinanceiras

11. Intangível

16. Patrimônio líquido a) Capital Social O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00 cada e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito em um voto, independente do número de suas cotas-partes. b) Reserva Legal Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 10%, utilizada para reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades. c) Reserva de Expansão Representada pelas destinações das sobras à disposição da assembléia e aprovadas para custeio de investimentos de expansão da cooperativa. d) Sobras Acumuladas As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco Central do Brasil e posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/06, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/71.


20 GERAL

:: GAZETA DO OESTE :: DIVINÓPOLIS - TERÇA-FEIRA, 30/08/11

Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região do Circuito Campos das Vertentes Ltda. - SICOOB COPERMEC DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 30 DE JUNHO DE 2010 17. Provisão de Juros ao Capital A Cooperativa vem provisionando juros ao capital, com a expectativa de que ao final do exercício, remunere o capital do associado. Os critérios para a provisão obedeceram a Lei Complementar 130, artigo 7º, de 17 de abril de 2009. A remuneração será limitada ao valor da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia – SELIC. A referida provisão foi demonstrada na Demonstração de Sobras ou Perdas – DSP e na Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido – DMPL, conforme Carta Circular BACEN nº 2.739, artigo 3º. 18. Partes Relacionadas As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas. As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica. As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito. As garantias oferecidas em razão das operações de crédito são: avais, garantias hipotecárias, caução e alienação fiduciária. Montante das operações ativas e passivas no 1º Semestre de 2011: MONTANTE DAS OPERAÇÕES ATIVAS % em relação à carteira total R$ 1.785 3,65 % MONTANTE DAS OPERAÇÕES PASSIVAS % em relação à carteira total R$ 456 1,61 %

Em Mil R$

Operações ativas e passivas – saldo em 30/06/2011:

Em Mil R$ OPERAÇÕES ATIVAS – SALDO 30/06/11 NATUREZA DA VALOR DA PCLD (PROVISÃO PARA % DA OPERAÇÃO DE CRÉDITO OPERAÇÃO DE CRÉDITO OPERAÇÃO CRÉDITO DE LIQUIDAÇÃO EM RELAÇÃO À DE CRÉDITO DUVIDOSA) CARTEIRA TOTAL Cheque Especial 50 1 2,48% Conta Garantida 106 2 8,87% Empréstimos e Financiamentos 1.541 24 4,59% Títulos Descontados 353 10 2,29% Em Mil R$

OPERAÇÕES PASSIVAS – SALDO EM 30/06/11 Aplicações Financeiras % em relação à carteira total Taxa Média - % R$ 413 1,45% 0,95 %

Foram realizadas transações com partes relacionadas, na forma de: depósito a prazo, cheque especial, conta garantida, cheques descontados, crédito rural – RPL, crédito rural – repasses, empréstimos, dentre outras, à taxa/remuneração relacionada no quadro abaixo, por modalidade: NATUREZA DAS OPERAÇÕES TAXAS APLICADAS TAXA APROVADA PELO ATIVAS E PASSIVAS EM RELAÇÃO ÀS CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO / PARTES RELACIONADAS DIRETORIA EXECUTIVA Cheque Especial DE 1,0% + CDI ATÉ 4,9% DE 1,0% + CDI ATÉ 4,9% Limite até R$ 50.000,00 Conta Garantida DE 1,0% + CDI ATÉ 4,9% DE 1,0% + CDI ATÉ 4,9% Limite até R$ 100.000,00 Desconto de Cheques 1,5% 1,5% Limite até R$ 1.500.000,00 Empréstimos 1,29% ATÉ 2,49% 1,29% ATÉ 2,49% Limite até R$ 1.500.000,00 Aplicação Financeira(RDC pós fixada) 100% CDI 100% CDI Até R$ 9.999.999.999,99

DOAÇÕES – 1º SEMESTRE DE 2011 Pessoa Física R$ 0 Pessoa Jurídica R$ 0

RELATÓRIO DE AUDITORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

Em Mil R$

No semestre corrente, os benefícios monetários destinados às partes relacionadas foram representados por honorários, apresentando-se da seguinte forma: Em Mil R$ BENEFÍCIOS MONETÁRIOS – 1º SEMESTRE DE 2011 Honorários R$ 172 19. Central das Cooperativas de Economia e Crédito de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL CECREMGE A SICOOB COPERMEC, em conjunto com outras cooperativas singulares, é filiada à Central das Cooperativas de Economia e Crédito de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL CECREMGE, que representa o grupo formado por suas filiadas perante as autoridades monetárias, organismos governamentais e entidades privadas. O SICOOB CENTRAL CECREMGE é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo a organização em comum em maior escala dos serviços econômico-financeiros e assistenciais de suas filiadas (cooperativas singulares), integrando e orientando suas atividades, de forma autônoma e independente, através dos instrumentos previstos na legislação pertinente e normas exaradas pelo Banco Central do Brasil, bem como facilitando a utilização recíproca dos serviços, para consecução de seus objetivos. Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB CENTRAL CECREMGE a coordenação das atividades de suas filiadas, a difusão e fomento do cooperativismo de crédito, a orientação e aplicação dos recursos captados, a implantação e implementação de controles internos voltados para os sistemas que acompanhem informações econômico-financeiras, operacionais e gerenciais, entre outras. As demonstrações contábeis do SICOOB CENTRAL CECREMGE, em 31 de dezembro de 2010, foram auditadas por outros auditores independentes que emitiram relatório de auditoria sobre as demonstrações contábeis, datado 24 de fevereiro de 2011, com opinião sem modificação. A auditoria de suas demonstrações financeiras de 30 de junho de 2011 está em andamento. 20. Coobrigações e riscos em garantias prestadas Em 30 de junho de 2011, a cooperativa é responsável por coobrigações e riscos em garantias prestadas, no montante de R$ 3.077 (mil R$) (30/06/2010 - R$ 0,00), referentes a aval prestado em diver sas operações de crédito de seus associados com instituições financeiras oficiais.

Ao Conselho de Administração, Administração e Cooperados da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região do Circuito Campos das Vertentes Ltda. SICOOB COPERMEC Cláudio – MG Prezados Senhores: Examinamos as demonstrações contábeis da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região do Circuito Campos das Vertentes Ltda. – SICOOB COPERMEC, que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2011 e as respectivas demonstrações de sobras ou perdas, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região do Circuito Campos das Vertentes Ltda. – SICOOB COPERMEC é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Cooperativa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Cooperativa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.

21. Cobertura de seguros A Cooperativa adota política de contratar seguros de diversas modalidades, cuja cobertura é considerada suficiente pela Administração e agentes seguradores para fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas de riscos adotados, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de auditoria das demonstrações contábeis, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes. Cláudio, 30 de junho de 2011.

Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região do Circuito Campos das Vertentes Ltda. – SICOOB COPERMEC em 30 de junho de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Outros assuntos

HÉLIO ALVES DE REZENDE MARCÍLIO DE OLIVEIRA Diretor-Presidente Diretor-Financeiro

Os valores correspondentes relativos às demonstrações contábeis do semestre findo em 30 de junho de 2010, não foram auditados, pois à época não havia obrigatoriedade legal, por se tratar de cooperativa de crédito mútuo, sendo que sua transformação em cooperativa de livre admissão foi aprovada junto ao Banco Central do Brasil no segundo semestre de 2010, conforme nota explicativa nº 1. Belo Horizonte, 26 de Agosto de 2011

TOMBERTO MITRE FILHO Diretor-Administrativo

ALINE ALVES OLIVEIRA Contadora – CRC nº: 96.046

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POLÍCIA 21

:: GAZETA DO OESTE :: DIVINÓPOLIS - TERÇA-FEIRA, 30/08/11

Carro capota na Goiás em pleno horário de pico Luciano Eurides

Após colidir, veículo que subia a Goiás em alta velocidade segundo testemunhas, veio a capotar na via NATALIA SANTOS

natalia.santos@gazetaoeste.com.br

Um acidente entre dois carros na manhã desta segunda-feira (29) deixou o trânsito complicado no Centro de Divinópolis. O acidente foi na esquina das

ruas Goiás e Mato Grosso. Com a batida, um dos veículos capotou. Os motoristas tiveram apenas escoriações. O acidente ocorreu por volta das 07 horas da manhã. De acordo com testemunhas um dos veículos vinha pela Rua Mato

Grosso para cruzar a Rua Goiás, em direção à Rua Pernambuco, quando se deparou com o outro carro subindo. Quem presenciou o acontecimento alegaram que o veículo que subia a Goiás estava em alta velocidade. Com o impacto o carro que subia a Goiás

passou por cima do outro veiculo e capotou. Nenhum dos dois motoristas ficou ferido gravemente. Sobre as diversas ocorrências que já ocorreram no local, os funcionários do posto de gasolina localizado na esquina do cruzamento dizem temer pelo

pior, que a qualquer hora ocorra um acidente de grandes proporções naquele local, que um veículo perca a direção e vá para cima das bombas de gasolina, causando uma grande explosão, de dimensões incalculáveis. Os funcionários e o proprietário do

posto pedem providências. Afirmam que toda semana tem acidente no local. Há uma semana um senhor de aproximadamente 80 anos foi atropelado por uma motocicleta no local. O senhor atropelado morreu depois de alguns dias no hospital.

Duas pessoas morrem ao serem Seis pessoas morrem em atingidas por carreta desgovernada acidentes nas estradas da região

O veículo não suportou o peso de 27 mil quilos de ferro gusa

TV Integração

NATALIA SANTOS

natalia.santos@gazetaoeste.com.br

Uma carreta desgovernada matou duas pessoas em Carmo do Cajuru. A suspeita é que o veículo tenha perdido o freio e descido o morro atingindo as duas vítimas, dois carros, dois postes de iluminação vindo a parar ao bater em uma residência. O fato ocorreu na tarde desse domingo, 28 de agosto. De acordo com moradores que viram o acidente, a carreta estava estacionada no alto da Rua J, no bairro Nossa Senhora do Carmo. O veículo perdeu o freio e desceu três quarteirões, desgovernado. Durante o percurso atingiu Itamar Fabiano Ribeiro, de 48 anos, o qual morreu na hora. A outra vítima é a esposa de Itamar, Maria Aparecida Benfenatti Ribeiro, 50 anos, que foi socorrida mas não resistiu aos ferimentos, vindo a falecer no Pronto Socorro Regional. Segundo informações da assessoria de Comunicação do 10º Batalhão de Bombeiros Militar depois que o motorista estacionou a carreta, esta veio a descer a rua e no trajeto colheu dois veículos, sendo uma Hilux e um Fiat Uno. Junto destes veículos

A carreta só veio a parar depois de atingir uma residência

encontravam-se quatro pessoas duas eram Itamar e Maria Aparecida. As informações repassadas pelos Bombeiros apontam que a carreta passou por cima do tórax e da cabeça de Itamar, que faleceu na hora. Depois disto a carreta derrubou um poste com alta e baixa tensão. A carreta só parou quando destruiu a varanda da casa do Sr. Osmair Bernardo da Silva, que residia na mesma rua. Por sorte não havia ninguém dentro do imóvel na hora do acidente. Assim que o caminhão atingiu o poste, vários fios de alta tensão caíram e provocaram uma explosão. A polícia confirmou a versão dos moradores de que não havia ninguém dentro do veículo. O motorista da carreta per-

tencente a uma empresa da cidade de Itaúna, prestou depoimento na delegacia de Carmo do Cajuru ontem, 29 de agosto. De acordo com o delegado que investiga do caso, Domingos Sávio Calixto, o condutor da carreta foi bastante claro em seu depoimento, e não ocultou nenhuma informação a ser acrescentada no processo. “O motorista foi bastante claro, ele nos relatou que estacionou em frente a casa da sogra, durante uns 15 minutos para deixar uma encomenda e por ser rápida a parada, não teria nem retirado a chave da ignição. Porém devido o caminhão estar em uma rua de grande declive com uma carga de 27 mil quilos de ferro gusa, os freios não suportaram o peso e desceu cerca de 80 metros de distância” contou Calixto. Em relação a pena que o motorista deverá cumprir, o delegado foi bastante enfático ao analisar, “no Brasil ninguém é preso por homicídio culposo, e na maioria dos casos prestam serviços a comunidade”, frisou. O motorista será julgado e caso seja condenado poderá prestar serviços a comunidade no período de 4 a 6 anos.

Tina Barcelos

NATALIA SANTOS

natalia.santos@gazetaoeste.com.br

As estradas de Perdigão, Pará de Minas, Pitangui e Papagaios foram palcos de acidentes de trânsito e registraram seis mortes nesse final de semana. Próximo a Divinópolis, uma carreta tombou e um homem morreu na MG252, sentido Perdigão a BR-494. O tombamento ocorreu na tarde de sábado, 27 de agosto. O caminhão seguia de Perdigão sentido BR-494. A mercadoria, aproximadamente oito toneladas de frango, seria entregue em Betim. O condutor de outro veículo que fazia o mesmo trajeto acompanhou o acidente. A suspeita é que numa curva no km 26, da MG-252, a carga do caminhão tenha tombado e com isso o motorista teria perdido o controle do veículo e caído numa travessia de gado, às margens da rodovia. O motorista do caminhão morreu na hora. A carga ficou espalhada às margens da rodovia. A Polícia Militar fez a segurança no local e a perícia foi acionada. O motorista foi identificado como Tiago Geraldo de Freitas, de 23 anos, da cidade de Papagaios. Também em Perdigão, foi encontrado no fim da manhã desse domingo, 28 de agosto em um córrego próximo a Perdigão, o corpo de Eloísio Ferreira Amaral, de 28 anos, que estava desaparecido desde a noite de sábado (27) após um acidente. De acordo com informações dos bombeiros de Nova Serrana que atenderam a ocorrência, o motorista do veículo teria perdido o controle em uma curva e capotado cerca de quatro vezes, sendo que a vítima acabou sendo lançada no córrego. Outras duas pessoas que estavam no carro tiveram ferimentos, uma delas foi

Em Pitangui, o condutor da moto que ia ao sentido Pitangui-Brumado, estava em alta velocidade e, ao tentar fazer a curva, chocou-se de frente com uma caminhonete

transferida para Belo Horizonte. Pará de Minas Um grave acidente foi registrado na BR 262 próximo a Matinha, na tarde do último sábado. Ao chegar ao local, a guarnição do Corpo de Bombeiros se deparou com a caminhonete capotada no canteiro central da rodovia, com as rodas para cima. O condutor Renato Rodrigues Barbosa conhecido como “macarrão” perdeu o controle do veículo e durante o capotamento foi projetado para fora a uma distância aproximada de 20 metros, vindo a falecer no local. Já a passageira Maísa de Cássia Santos, 23 anos, encontrava-se presa às ferragens sendo necessário o uso do desencarcerador para sua retirada. A vítima foi imobilizada e conduzida ao Hospital Nossa Senhora da Conceição onde ficou aos cuidados da equipe médica de plantão. Pitangui Uma pessoa morreu e outra

ficou gravemente ferida em um acidente na BR-352, próximo a Pitangui. Dois motociclistas bateram de frente com uma caminhonete. O piloto de uma das motos morreu na hora e o passageiro que estava com ele ficou gravemente ferido. Papagaios Duas pessoas morreram e duas ficaram feridas em um acidente no fim da tarde desse domingo (28) na MG-260, quilômetro 152, próximo a Papagaios. De acordo com a polícia, o motorista do carro perdeu o controle do veículo e atingiu um grupo de ciclistas que chegava à cidade, depois capotou. Três ciclistas foram atingidos, um deles, Emanuel William da Silva, de 23 anos, morreu na hora. Leandro de Souza Melo teve ferimentos mais graves e foi atendido no Hospital de Pará de Minas, o outro teve ferimentos leves. O motorista do carro, Geraldo Divino Maciel Lopes, de 39 anos, também morreu no local.


22 ESPORTES

:: GAZETA DO OESTE :: DIVINÓPOLIS - TERÇA-FEIRA, 30/08/11

Chico Maia

chicomaiabd@gmail.com

Returno é para recomeçar

Cruzeiro vence o clássico e Galo vai ao fundo do poço Washington Alves/Vipcomm

Bruno Cantini

Impossível falar na coluna de hoje de um jogo que começa às 18 horas. Lamentavelmente, o nosso maior clássico foi “premiado” com este horário ontem, por determinação da Globo, que fatura alto com os direitos de transmissão e a venda d pacotes do Premiere, da Globosat. Quando eu terminava de escrever o Cruzeiro vencia por 1 x 0, depois de uma perda de bola do Pierre, e o gol de muita categoria do Montillo. De qualquer forma o Atlético terminou muito mal o primeiro turno, e o América, pior ainda, na lanterna do Campeonato. Estranho Cuca tem pouco tempo de comando, mas repete erros que Dorival Junior caiu por cometer: Triguinho chegou, nem treinou e foi titular na derrota para o Botafogo pela Sul-Americana. Depois de conhecer seus companheiros e realizar pelo menos um coletivo; no clássico, o titular foi Eron. O novo contratado, nem no banco! Deu para ver apenas o primeiro tempo e apesar do jogo nervoso, como todo clássico, o Cruzeiro mostrava o entrosamento de outros tempos, com Montillo fazendo o gol e a diferença. Interesses O primeiro turno terminou do jeito que interessa à Globo e aos seus principais patrocinadores, com paulistas e cariocas dominando as primeiras posições. Corinthians, Flamengo, São Paulo e Vasco, nas primeiras posições é a classificação dos sonhos globais, para maior faturamento nas TVs aberta e fechada. Botafogo e Palmeiras vêm em seguida; o Santos já está garantido na próxima Libertadores, e qualquer um, fora do eixo, que chegar depois, será bem vindo a esses interesses de mercado: Cruzeiro, Inter e até um Figueirense. Hora de reagir O returno é recomeço e mu-

danças radicais na classificação não são anormais desde a adoção do sistema de pontos corridos, em 2003. Os números das estatísticas mostram que transformações como essas não são muitas, porém, ocorrem em boa quantidade. Últimos colocados costumam reagir e primeiros, caem. Depende da qualidade do elenco e das mudanças feitas pelo comando de cada clube. Tem que acreditar A derrota de virada do América foi uma ducha fria geral, mexendo com o mais humilde torcedor ao mais importante dirigente, passando por jogadores e imprensa. Paralelamente ao trabalho do técnico Givanildo Oliveira com os jogadores, todos que querem ver o Coelho na Série A de 2012, precisam ajudar a levantar o astral e apostar na reação. Salvação O Atlético tem mais bala na agulha para sair dessa, e neste contexto, fez bem o Alexandre Kalil em se posicionar logo como candidato à reeleição. A sua gestão é de salvação do Atlético. Tem apanhado no futebol, mas vai acertar. Dedica 80% do seu tempo à salvação econômica, porque não há outra saída. Quando passar a se dedicar mais ao futebol, a situação vai mudar.

Ninguém segurou Montillo e ele fez dois gols no clássico LUCIANO EURIDES

luciano.eurides@gazetaoeste.com.br

O clássico Atlético x Cruzeiro, vencido pela raposa por 2x1, com dois gols de Montillo e o Galo descontando com Fillipe Soutto, encerra o turno do Campeonato Brasileiro de Futebol. O Cruzeiro evolui muito, vai para a sétima colocação. O Atlético, é o vice-lanterna da competição. O Cruzeiro começou melhor, mas caiu de rendimento, muito se deveu a substituição de Wellington Paulista por Charles. O Atlético errou muito. O gol cruzeirense nasceu de um erro de Richarlyson. O técnico Cuca ao utilizar Caio, em vez de Daniel Carvalho, foi duramente criticado. O Cruzeiro recuou depois do gol. Ainda perdeu Diego Renan, que saiu machucado e Roger terminou o primeiro tempo sentindo uma pancada. O elenco atleticano fez uma boa apresentação no segundo tempo, chegou ao gol com um belo chute de Fillipe Soutto. A estrela da festa era argentina. Montillo, no final da partida, quando tudo caminha para o empate, recebe

a bola e marca o gol de número 500 do campeonato Brasileiro. O meia Roger fez uma boa leitura do jogo. “Fomos felizes, o Montillo deu o resultado para a gente. Começamos bem, perdemos um atacante, o Joel priorizou a marcação. Em uma jogada individual, ele (Montillo) nos deu a vitória”, analisou. O dono da festa não quis saber de elogios e dividiu a atuação de gala com os companheiros. “Importante é ganhar o clássico. Vencemos, o time é quem vence, sem eles não tem vitória. O time jogou bem e ganhamos no final”, garantiu. O atacante Anselmo Ramon não descartou ter muita vontade de fazer o gol no clássico, mas se rendeu ao talento de Montillo. “Conseguimos uma boa vitória, e vamos pensar no Figueirense. Foi difícil, suada, sempre tive confiança que iríamos sair no contra-ataque e o grupo está de parabéns. Uma vitória dessa, no clássico, passamos a pensar na Libertadores. O Cruzeiro estar em sétimo não é interessante, tem de estar entre os primeiros”, declarou. O treinador Joel Santana

Jogadores do Atlético prometem lutar até o fim

elogiou o adversário e ressaltou as dificuldades por mudar o time duas vezes, ainda no primeiro tempo por contusão. O técnico garantiu ter no esquema tático esse momento de preparar o ataque, chamar o adversário para abrir espaços e disse ser a vitória fruto de detalhe. “Era a casa do Atlético e jogamos bem e a vitória foi de quem teve mais tranquilidade, não estávamos em desespero. Ganha quem sabe aproveitar as chances. Vencer o clássico é sempre bom e entra para a história” avaliou. Pelo lado atleticano o treinador Cuca não escondeu a insatisfação. “Não jogamos bem o primeiro tempo. No segundo o time dominou, criou as melhores oportunidades. O auxiliar foi muito infeliz, foram lances duvidosos e capitais. Pesou e fez a diferença”, criticou e ainda falou da má campanha. “O momento é delicado. A bola que vem entra”, desabafou. Cuca fez seis jogos sob o comando do Atlético Mineiro, quatro pelo Brasileirão e dois pela Sul-Americana, nenhuma vitória. Para sair dessa situação

o time tem de provocar uma recuperação incrível. Marcar 30 pontos em 19 jogos. Fábio suspenso O goleiro Rafael terá, com o goleiro Fábio suspenso por três cartões amarelos, a chance de atuar com a camisa celeste, quarta-feira, às 20h, em Ipatinga. “Na única oportunidade que eu tive nessa competição, infelizmente, saí de campo derrotado. Mas já ajudei o time, no ano passado, contra o Guarani, a sair com a vitória. Espero que, contra o Figueirense, essa história se repita”. Rafael é natural de Coronel Fabriciano, cidade vizinha a Ipatinga. Com isso, o goleiro terá uma torcida especial no Vale do Aço. “Com certeza, terão familiares lá. Espero fazer uma grande partida e ajudar ao Cruzeiro a conquistar mais três pontos. E, diante da família, será melhor ainda”. No Campeonato Mineiro, Rafael atuou contra América-TO e, após a partida, foi para o exame antidoping, que detectou a substância “Predisona”, contida em um colírio contra conjuntivite.


ESPORTES 23

:: GAZETA DO OESTE :: DIVINÓPOLIS - TERÇA-FEIRA, 30/08/11

Nadadores entram na reta final para índices Luciano Eurides

LUCIANO EURIDES

luciano.eurides@gazetaoeste.com.br

A natação reuniu no último sábado, os melhores nadadores da região, no Centro Esportivo Olímpico (CEO), em Carmo do Cajuru. Esta foi a penúltima oportunidade para índices do estadual de natação da Federação Aquática Mineira (FAM). A última será em outubro.

Os atletas tiveram de enfrentar algumas pequenas dificuldades. A primeira foi chegar a Cajuru, houve atrasos, o Lavras Tênis Clube (LTC) quase não teve tempo para se aquecer no início da manhã. O vento frio e a água quente dava um contraste interessante para avaliar as condições físicas, já que todas as delegações estão em pré-temporada.

Tiago é uma das promessas da natação regional

Dentro da água os atletas tentaram passar para os treinadores os conhecimentos adquiridos na parte técnica, o físico ainda em evolução acabou neutralizando a velocidade e o resultado foi uma excelente oportunidade para se trabalhar a partir das avaliações feitas. Os atletas do CEO, em uma parceria com o Divinópolis Tênis Clube (DTC) filmaram as apresentações para rever e corrigir, assim não repeti-los em outubro. Segundo Fernando Camargos, treinador da parceria Cajuru/Divinópolis o evento foi importante para ver e analisar o desenvolvimento físico e técnico dos atletas. “Temos muito a evoluir e esse é o ponto de partida. Em outubro os atletas estarão em situação de avaliação, inclusive nos tempos de prova e já buscando o campeonato nacional e estadual”, avaliou. O treinador do Estrela do Oeste Clube (EOC), Bruno Tavares também viu de forma positiva as apresentações e em especial o mirim. “Pelo treinamento pesado para as competições de final de semestre, está bom. Essa etapa nos dá base para sabermos o necessário a ser feito no por vir. Os mais novos, que vão para o mirim e petiz, um trabalho desenvolvido pelo professor Roberto, neles temos uma expectativa muito boa”, considerou. Francisco Nunes, treinador do Divinópolis Clube avaliou

Atletas de toda a região se reuniram no Centro Esportivo Olímpico de Carmo do Cajuru

estar dentro do esperado e sem resultado ruim. “Estão dentro do tempo, os piores mantiveram o tempo, e muitos melhoraram. Isso é absolutamente dentro do esperado nessa fase do treinamento. Na semana que vem inicia-se os treinos de velocidade e então avaliaremos os resultados”, disse. O atleta é sempre mais rigoroso com ele mesmo. Jardel, do CEO/DTC queria já as melhorias. “Nós treinamos pouco e pudemos nos esforçar muito com a orientação do Fernando. Cai um pouco o rendimento e quero treinar mais, melhorar ainda mais para outubro”, ressaltou.

COBRANÇA As condições de treino, exemplos positivos, motivação e todas as ações fora da água refletem dentro da piscina. As cidades de Divinópolis e Carmo do Cajuru são historicamente celeiros de bons nadadores e ainda não apareceu aquele ídolo da atualidade. Para Jair Miranda, nadador que representou a cidade de Divinópolis internacionalmente é um momento difícil por falta de infraestrutura. “Já tivemos melhores tempos, vejo com muitas dores no coração, pois podíamos estar disputando em situações muito melhores. Divinópolis está dei-

xando a desejar para cidades vizinhas, bem menores, com infraestrutura melhor. Temos de dar uma volta por cima na natação e outros esportes”, avaliou. REVELAÇÃO O professor Jair Miranda acompanhou Tiago Elói Gontijo, 10 anos, morador do bairro Interlagos e mereceu elogios do treinador. “Ele saiu do zero. Não sabia nadar e vem se destacando. Eu vejo com um bom futuro, essa é a segunda competição dele, e por insistência da família está inscrito, é um menino que vai dar o que falar”, garantiu.

Tarde de despedidas no Mendes Mourão Luciano Eurides

LUCIANO EURIDES

luciano.eurides@gazetaoeste.com.br

A cidade de Divinópolis é um centro de formação de atletas de excelente qualidade. Mesmo com pouca infraestrutura física, sempre encaminha jovens talentos ao início de uma caminhada rumo ao futebol profissional. Na tarde de sábado foi a despedida de dois desses garotos que passam a ser esperança de grandes clubes do Brasil. Felipe, da categoria infantil foi para o América Mineiro e Lucas, do mirim, para o Atlético Mineiro. Na festa, não faltou goleada rubro-negra, venceram as três categorias frente o Cruzeiro do bairro Esplanada, em jogos válidos pela Copinha Divinópolis de Futebol. Na partida da categoria infantil, Felipe atuou, quem sabe pela última vez, com a camisa do Flamengo. O atleta está no América Mineiro e fez a despedida dele no 3x2 frente o Cruzeiro do bairro Esplanada. Ele jogou apenas o segundo tempo, mas o Flamengo começou vencendo. Antônio Carlos recebeu a bola pela esquerda e na saída do goleiro abriu o placar com um toque de muita classe. Kaíque ampliou depois do cruzamento de Antônio Carlos, ele concluiu de cabeça, fazendo 2x0. No segundo tempo, já com

Felipe deixa o Flamengo para se dedicar ao futebol no América Mineiro

Lucas deixa o Flamengo para ir jogar no Clube Atlético Mineiro

Felipe em campo, o Cruzeiro diminuiu com Victor. Um minuto depois, Túlio voltou a ampliar a vantagem no marcador e comemorou muito, segundo ele precisa desse gol. “Não fazia gols há muito tempo e tive de agradecer a Deus”, disse e acrescentou ter faltado atenção e por isso o time do Esplanada teve boas chances. “Com mais seriedade tudo vai dar certo”, considerou.

o Gustavo zagueiro preparou um balde de água para ser jogado no atleta que se despedia, pena que ele acertou foi o Gabriel, mas a intenção era boa.

O Cruzeiro do Esplanada melhorou muito no jogo e conseguiu um pênalti, na primeira cobrança Matheus defendeu, mas a arbitragem alegou que ele se adiantou e na segunda oportunidade Yuri diminuiu, final 3x2. Felipe assim se despede dessa primeira etapa da carreira dele com vitória e segue para o Coelho com desejo de muitas felicidades dos companheiros. No vestiário,

LUCAS PARA VAI O GALO O meia Lucas, destaque do Flamengo na categoria mirim. Atleta que conquistou a torcida divinopolitana. O menino do bem, sério, educado, sorridente,

extremamente leal e companheiro. Adjetivos que garantiram uma emoção maior na volta do intervalo, um corredor de companheiros e os aplausos da torcida. A demonstração de carinho por tudo que fez pelo Flamengo e o desejo de muita felicidade junto ao Atlético Mineiro. O garoto Lucas, a inteligência a serviço da bola, falou da semana trabalhada junto ao Galo

e aproveitou para agradecer aos companheiros e diretoria. “Tenho de agradecer o Flamengo, se não fosse ele não estaria hoje jogando no Atlético, fechei com chave de ouro, marcando dois gols e uma assistência é bola para frente e torcer para tudo dar certo”, observou e falou estar feliz no Galo. “Depois que se chega é fácil fazer amizade, daqui para frente é trabalhar bem”, acrescentou. Ter Lucas no time é certeza de vitória e essa foi para perder as contas. O rubro negro goleou por 9x0 o Cruzeiro do Esplanada. Lucas com 10 minutos de jogo marcou o primeiro, com 15 acertou o travessão em um bom chute da intermediária. Lucas colocou a bola com carinho para Andinho na saída do goleiro fazer o segundo do Flamengo. Aos 22 minutos, só dava ele, Lucas, recebeu a bola na entrada da área, com talento, colocou a bola no cantinho e fez o terceiro. No segundo tempo Andinho fez mais dois, Bernardo dois e Vinícius deixou a marca dele, que também acertou a trave em uma cobrança de falta. PRÉ-MIRIM A copinha é uma competição realizada e organizada pela prefeitura municipal de Divinópolis, através da Secretaria de Esportes e Lazer.


24 GERAL

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edição 1647

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