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Ministério da Saúde

Departamento de Saúde Pública

CADERNO DE ACTIVIDADES PRESSE FORMAÇÃO DE ALUNOS DO 2º CICLO DO ENSINO BÁSICO

GRUPO DE TRABALHO PRESSE: M ARIA NETO Mª DA PAZ LUÍS LUÍS DELGADO MIRIAM GONZAGA CÁRMEN GUIMARÃES SUSANA SOUSA M ANUELA CARMONA


Ministério da Saúde

Departamento de Saúde Pública

FICHA TÉCNICA

Designação do Programa: PRESSE Programa Regional de Educação Sexual em Saúde Escolar

Entidade Promotora: Departamento de Saúde Pública ARS Norte, I.P.

Parceria: Direcção Regional de Educação do Norte (DREN)

Coordenação: Mª da Paz Luís

Grupo de Trabalho: Maria Neto Mª da Paz Luís Luís Delgado Miriam Gonzaga Cármen Guimarães Susana Sousa Manuela Carmona

Contactos: Rua Anselmo Braancamp, 144 4000 – 078 Porto Tel. 22 510 55 48 Fax. 22 510 16 18 Email: presse@arsnorte.min-saude.pt


Ministério da Saúde

Departamento de Saúde Pública

NOTA INTRODUTÓRIA

O presente caderno de actividades foi criado para ser um recurso, à disposição dos professores das Áreas Curriculares Não Disciplinares do 2º Ciclo do Ensino Básico, para a implementação da 3ª fase do PRESSE nas suas escolas. Desta forma, este caderno preconiza a abordagem de 8 áreas temáticas e apresenta propostas de actividades e referências a outros recursos úteis que permitem o desenvolvimento global de cada temática. Antes de iniciar as actividades com os alunos, é imperativo aplicar os questionários de pré-avaliação, não sendo possível desenvolver nenhum tipo de actividade sobre educação sexual antes deste procedimento. Salienta-se, ainda, que a maioria das actividades apresentadas neste documento é transcrita integralmente dos documentos referenciados, e que este Caderno de Actividades é uma sugestão, podendo ser usado livremente pelos Professores (que podem optar por utilizar outras actividades para trabalhar os temas propostas). As actividades estão descritas de forma sequencial, em função dos conceitos a abordar, sugerindo-se que sejam realizadas pela ordem apresentada, contudo, caberá ao Professor seleccionar a número de actividades e a sequência de apresentação destas aos alunos. Espera-se, então, que este material apoie os profissionais de educação na implementação de um programa que visa a aquisição de competências e a promoção de valores fundamentais à vivência da sexualidade de forma responsável. Grupo de Trabalho do PRESSE (gt-PRESSE)


PRESSE – Programa Regional de Educação Sexual em Saúde Escolar

ÍNDICE Afectividade

nº 5

Género

nº 3 2

Assertividade

nº 50

Auto-estima

nº 79

Sexualidade e Puberdade

nº 95

Reprodução Humana

nº 106

Higiene Corporal

nº 125

VIH – SIDA e outras IST

nº 135

Bibliografia geral

nº 166

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Afectividade

Introdução teórica: Formar para a afectividade ou formar para os afectos consiste, no essencial, em criar espaços para a discussão de emoções, sentimentos, experiências e memórias, visando a autonomia, a responsabilidade, o auto-conhecimento e a auto-realização.

Objectivos a atingir neste módulo: • Descriminação de sentimentos/emoções; • Importância dos afectos no relacionamento interpessoal; • Importância da família e dos amigos no crescimento afectivo do indivíduo.

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Afectividade

FICHA DE ACTIVIDADE: A “Imagens e Sentimentos” Objectivos: •

Identificar diferentes tipos de sentimentos;

Verbalizar acerca dos sentimentos. Recursos:

Duração:

Imagens

de

revistas

e

jornais

em

que

sejam

evidenciadas expressões de sentimentos.

Passo a passo: •

Dividir a turma em grupos;

Dispor em cima das mesas as imagens com expressões de sentimentos;

Cada grupo de trabalho selecciona uma delas e vai responder a algumas questões sobre a mesma. Por exemplo: - O que vemos? - Gostamos do que vemos? - As pessoas representadas estão felizes/tristes/preocupadas? … - Por que será que estão assim? - Já alguma vez observámos uma situação parecida?

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- Já vivemos alguma situação parecida? - O que se deve fazer numa situação destas? Fonte: Educação Sexual no 1º Ciclo. Um Guia para Professores e Formadores: pág. 86 (adaptado).

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Afectividade

FICHA DE ACTIVIDADE: B t

“O sorriso” Objectivos: •

Ser capaz de expressar emoções em linguagem não verbal e identificar as mesmas nos outros.

Duração:

Recursos: •

Cartões com emoções.

Saco.

Passo a passo: •

Colocam-se num saco cartões em que se descreve um sentimento ou uma emoção. Convirá que existam cartões com a mesma emoção ou sentimento.

Cada aluno retira do saco um cartão. De seguida, pedir que deambulem livremente pela sala, demonstrando a emoção referida no seu cartão, e procurando simultaneamente os outros alunos que também a possuem, agrupando-se.

Referir que não é permitida a utilização da linguagem verbal.

Fonte: Educação Sexual no 1º Ciclo. Um Guia para Professores e Formadores. pp.95.

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Afectividade

FICHA DE ACTIVIDADE: C t

“Sinto-me Envergonhado(a) quando…” Objectivos: •

Ser capaz de expressar sensações e emoções.

Duração:

Recursos: •

Quadro de parede;

Ficha de trabalho. (Anexo da ficha de actividade C)

Passo a passo: •

Divide-se o quadro de parede em duas partes iguais;

Numa das partes, coloca-se o título “Sinto-me envergonhado”, na outra, o título “O que posso fazer...”;

A seguir, realiza-se uma chuva de ideias em relação a situações que deixam os alunos embaraçados, identificando-se alternativas para ultrapassar essas situações;

Generaliza-se o debate acerca dos resultados obtidos;

No final, aplica-se uma ficha de trabalho onde, individualmente, cada criança regista o que mais a preocupa e qual a melhor forma de contornar as situações.

Fonte: Educação Sexual no 1º Ciclo. Um Guia para Professores e Formadores. pp.94 (adaptado).

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Afectividade

ANEXO DA ACTIVIDADE: C O que mais me preocupa é:

A melhor forma de contornar essas situações é:

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Afectividade

FICHA DE ACTIVIDADE: D t

“Cartas dos sentimentos” Objectivos: •

Ser capaz de expressar sensações e emoções.

Duração:

Recursos: •

Cartas dos sentimentos (Anexo da ficha de actividade D)

Passo a passo: •

Dividir os alunos em pequenos grupos e espalhar as cartas dos sentimentos pela mesa;

Cada aluno deve tirar uma carta e relatar uma situação em que se tenha sentido assim.

Os outros alunos devem descobrir que carta lhe saiu, ou seja, que sentimento está patente na situação.

Obs. O dinamizador pode também fazer um role-play do sentimento da carta que lhe saiu, convidando os outros a descobrirem que sentimento está ele a representar

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Fonte: Dossier “Prevenir a Brincar”. pp. 84 e 85 - actividade 5.

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Afectividade

ANEXO DA ACTIVIDADE: D Cartas dos sentimentos

CONTENTE

CIUMENTO

ZANGADO

ENVERGONHADO

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Afectividade

ANEXO DA ACTIVIDADE: D (Continuação) Cartas dos sentimentos

SOZINHO

EXCITADO

COM MEDO

TRISTE

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Afectividade

FICHA DE ACTIVIDADE: E t

“A aldeia feliz” Objectivos: • Valorizar a expressão dos afectos no relacionamento interpessoal; Duração:

Recursos: •

História “A aldeia feliz” (Anexo da ficha de actividade E)

Passo a passo: •

Comentar com as crianças a história, tendo em conta as seguintes questões: − O que são “carinhos” − O que sentimos quando damos “carinhos” − O que sentimos quando recebemos “carinhos” − O que sentimos quando não recebemos “carinhos”.

Fonte: Dossier “Prevenir a Brincar”: pág. 97-99, actividade 4.

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Afectividade

ANEXO DA ACTIVIDADE: E Mensagem para os alunos: “Era uma vez uma aldeia que ficava na encosta de uma montanha. Era um sítio lindo, maravilhoso, daqueles que pensamos que já não existem. Não havia restaurantes, T.V., carros, computadores mas também ninguém sentia falta. As pessoas eram felizes porque eram amigas, gostavam muito umas das outras e ajudavam-se sempre que necessário. Sentimentos como a desconfiança, suspeição, inveja, não existiam. As pessoas confiavam umas nas outras, e sempre que se cruzavam na rua sorriam como quem diz “Gosto de te ter perto de mim”. Estes sorrisos e pensamentos traduziam sentimentos nobres que podemos chamar “carinhosos”. Eram estes “carinhos” que faziam desta aldeia uma aldeia tão especial e feliz. As pessoas na rua trocavam “carinhos”, numa tentativa de dizerem que se preocupavam, e gostavam umas das outras. Um dia uma bruxa má sobrevoou a aldeia e não gostou do que viu. “O que se passa? Como é que eles são tão felizes? Tenho de acabar com isto.” Desceu até à aldeia fingindo-se doente e cansada, e logo surgiu de uma casa uma velha senhora para a ajudar com os seus “carinhos”. A bruxa má quando estava a ser confortada pela boa senhora disse-lhe: “Mas porque é que a senhora me está a dar carinhos? Eu não quero, eu não preciso. Não percebe que por dar tantos carinhos, sem razão, a senhora pode ficar sem nenhuns para si e até ficar doente, ou morrer?” A senhora que nunca tinha ouvido falar naquela doença ficou muito assustada e rapidamente contou a toda a gente da aldeia. No dia seguinte a aldeia não era a mesma. Todas as pessoas se fecharam em casa sem falar com ninguém, sem sorrir, sem alegria de viver. (Continua v.f.p.f)

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Afectividade

ANEXO DA ACTIVIDADE: E (Continuação)

Passaram-se dias, meses, anos, sem que se trocasse um carinho. Até que um dia, num Inverno muito frio, junto à lareira, uma avozinha estava a contar a história da aldeia aos seus netos. Contou-lhes como todos eram felizes, como a aldeia era linda e única. Como se divertiam e como trocavam carinhos a todas as horas. As crianças ficaram tão excitadas que saíram para a rua e começaram a dar “carinhos” a quem aparecesse para que os velhos tempos voltassem. Conseguiram trazer a felicidade de volta para o povo da aldeia, fazendo-os ver como tinham sido egoístas. E assim viveram felizes para sempre.”

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Afectividade

FICHA DE ACTIVIDADE: F t

“Expressar gestualmente sentimentos” Objectivos: •

Saber expressar gestualmente os sentimentos;

Saber interpretar os sentimentos manifestados pelos outros.

Duração:

Recursos: •

Mensagem para os alunos (Anexo da ficha de actividade H)

Passo a passo: •

Os alunos colocam-se de pé, em filas de sete a nove.

O último da fila expressa gestualmente um sentimento ao colega que está à sua frente, sendo que este deve transmitir ao colega seguinte o que acha que lhe foi transmitido, e assim sucessivamente até chegar ao primeiro da fila.

Cada aluno só pode ver como lhe expressam o sentimento a ele, recebendo uma única mensagem – do colega anterior para ele – e expressando uma vez o sentimento – ao colega a seguir a ele.

Quando chegar ao primeiro da fila, este diz de que sentimento se tratava. Se não acertar, tenta o segundo da fila, e assim sucessivamente para ver onde se quebrou a cadeia.

É necessário ter em conta que as falhas podem dever-se ao emissor, ao receptor ou a ambos. Não se trata de encontrar culpados, mas sim dar-se conta de que, muitas vezes, a mensagem se distorce.

Posteriormente muda-se a ordem da fila e recomeça-se com outro sentimento.

No final o dinamizador lê em voz alta a mensagem para os alunos e pede os alunos para comentarem.

Fonte: Educación Sexual de Adolescentes y Jóvenes. pp. 78-79. Actividade IV 3.1. Rua Anselmo Braancamp, 144

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Afectividade

ANEXO DA ACTIVIDADE: F Mensagem para os alunos: Expressar sentimentos é fundamental do ponto de vista afectivo e social. Estamos continuamente a fazê-lo. Às vezes fazemo-lo mal ou entendemo-lo mal. Por isso convém que aprendamos a expressar gestualmente as emoções e que as acompanhemos de palavras explícitas.

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FICHA DE ACTIVIDADE: G T

“O que é um amigo?” Objectivos: •

Reflectir sobre quais as competências sociais de integração e relacionamento positivo com os outros.

Duração:

Recursos: •

Quadro de parede.

Passo a passo: • Os alunos devem pensar durante uns breves instantes no melhor amigo que têm ou tiveram. • O professor coloca a seguinte questão: “Porque é que o/a (nome) é, ou foi, o meu melhor amigo/a? • Divide-se a turma em grupos que, em cinco minutos, devem formular uma lista com qualidades (no máximo 5) que todos considerem importantes e tenham em conta a escolha de um amigo. • O grande grupo volta a reunir-se para fazer um apanhado do trabalho feito por todos. • De seguida o professor escreve no quadro o título “Qualidade de um amigo” explicando que isto significa “coisas importantes que um amigo deve ter”. • Posteriormente cada grupo, através do seu porta-voz, transmite a sua lista final. • Depois de escrever no quadro as respostas dos diferentes grupos devem-se escolher as que são mais comuns a todos os grupos e elaborar a lista final da turma.

• Finalmente o professor procurar levar os alunos a pensar sobre algo, que gostariam de mudar em si, de forma a se tornarem mais amigos dos seus amigos.

• Pedir voluntários para partilharem as suas respostas.

Fonte: Dossier Prevenir a Brincar. pp. 53-54. Actividade 1.

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FICHA DE ACTIVIDADE: H t

“Vamos ser amigos?” Objectivos: •

Reflectir sobre quais as competências sociais de integração, relacionamento positivo com os outros e resolução de conflitos interpessoais.

Duração:

Recursos: •

Questionários (Anexo da ficha de actividade H)

Passo a passo: •

Solicita-se aos alunos o preenchimento dos questionários em anexo;

Posteriormente partilham-se as respostas.

Fonte: Dossier Prevenir a Brincar: pág. 54, actividades 3 e 4.

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Afectividade

ANEXO DA ACTIVIDADE: H Questionário 1 1. Lembra-te de uma vez que tenhas discutido com um amigo. O que aconteceu? ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ 2. Como te sentiste depois da discussão? O que fizeste? ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ ____________________________________________________________

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ANEXO DA ACTIVIDADE: H Questionário 2 1. Que qualidades tenho que me permitem fazer e manter amigos? ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ 2.

Quais os aspectos que considero mais importantes no “ser amigo”? ____________________________________________________________ ____________________________________________________________

3. Que características tenho que aborrecem os meus amigos? ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ 4. Coisas que gosto de fazer com os meus amigos: ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ 5. Coisas que gosto de fazer sozinho: ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ 6. O que penso e posso fazer para melhorar a minha amizade com os meus amigos? ____________________________________________________________ ____________________________________________________________

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FICHA DE ACTIVIDADE: I t

“Árvore Genealógica” Objectivos: •

Valorizar a família e as suas funções de suporte afectivo;

Perceber as ligações e relações entre os diferentes ramos familiares e a origem de cada um;

Averiguar a evolução da família desde a sua origem

Duração:

Recursos: •

Fotografias da família (tipo passe)

Árvore Genealógica (Anexo da ficha de actividade I)

Passo a passo: •

Cada aluno cola as fotografias da família na árvore genealógica.

Posteriormente todos apresentam ao grande grupo as ligações e relações entre os diferentes ramos familiares e a origem de cada um.

Explicam a evolução da família desde a sua origem.

Comentam os diferentes papéis de cada um e a evolução dos mesmos.

Obs. Os alunos devem acrescentar fotografias de elementos da família que não constem na árvore. Fonte: Dossier Prevenir a Brincar: pág. 55, actividade nº 6 (adaptado).

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ANEXO DA ACTIVIDADE: I A minha Árvore Genealógica

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FICHA DE ACTIVIDADE: J t

“Adolescer” Objectivos: •

Possibilitar aos jovens uma reflexão sobre como eles percebem o processo da adolescência.

Duração:

Recursos: •

Papel;

Lápis de cor.

Passo a passo: •

O professor solicitará ao grupo que faça um desenho representando o que é que eles acham que é a adolescência, ou ser adolescente.

Após a realização dos desenhos, solicitar aos jovens que escrevam algo sobre: Adolescência é...

Cada adolescente deverá falar sobre o seu desenho e texto sobre a adolescência.

Obs. Sugestões para reflexão: • Como é que o adolescente se percepciona?

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• Como é que o adolescente é visto pela sociedade? • Quais as diferenças mais significativas entre a forma como os adolescentes se vêem? Fonte: Manual “Dinâmicas de Sexualidade” (adaptado) in www.forma-te.com.

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FICHA DE ACTIVIDADE: K t

“História da Teresa” Objectivos: •

Distinguir pessoas conhecidas, desconhecidas, amigas e companheiras.

Desenvolver competências para ser capaz de dizer “sim” ou “não”, para pedir ajuda e para expressar afectos.

Duração:

Recursos: •

Texto e questionários (Anexo da ficha de actividade K)

Passo a passo: •

Distribuição de um texto a cada aluno para que o leia e comente.

Aplicação de um questionário previamente elaborado acerca da história já trabalhada.

Numa fase seguinte, em grandes grupos, podem partilhar e discutir as respostas.

Fonte: Educação Sexual no 1º Ciclo. Um Guia para Professores e Formadores: pág. 83, 1ª actividade.

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ANEXO DA ACTIVIDADE: K Hipótese de texto a trabalhar “Acabei de sair de uma aula onde o meu professor me falou de medo. O medo? Que horror! Deu para pensar porque a nossa vida é feita de medo. Logo por azar, ao sair da escola, um homem que não conhecia de lado nenhum e que tinha um olhar estranho, mas também aflito, chamou-me. Pediu-me para o acompanhar no carro dele e indicar o caminho para a farmácia. Entrei em pânico e, sem saber bem o que fazer, chamei uma pessoa adulta para o ajudar. Por um lado, eu queria ajudá-lo mas, por outro, recuei e lembrei-me do que o professor me tinha falado na aula. Disse-lhe que não sabia onde era a farmácia. Com medo, menti, mas estou desculpada, não estou? É que medo é o medo.”

Questionário: •

O que achas do comportamento das personagens do texto?

Que farias tu no lugar da protagonista?

Já te aconteceu alguma coisa parecida?

O que fizeste?

Como te sentiriam se tivesses mentido?

Em que momentos já sentiste medo?

Alguém te ajudou?

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FICHA DE ACTIVIDADE: L t

“Jogo dos medos” Objectivos: •

Ser capaz de identificar e de expressar medos pessoais;

Consciencializar de que todas as pessoas têm os seus medos;

Identificar e adoptar respostas assertivas adequadas à superação de alguns medos.

Duração:

Recursos: •

Cartões

Saco.

Passo a passo: •

Cada criança recebe um cartão e escreve nele uma situação que, em geral, lhe gera medo.

Dentro de um saco, colocam-se os cartões que contêm os medos expressos por cada criança.

Depois, um aluno retira um cartão e revela ao grupo o medo que lhe saiu na sorte e, em conjunto, todos procuram imaginar caminhos para ultrapassar aquele medo.

A seguir, outro aluno retira também um cartão, apresenta o medo nele contido e todos procuram encontrar saídas, e assim sucessivamente até se completar a leitura dos cartões.

Fonte: Educação Sexual no 1º Ciclo. Um Guia para Professores e Formadores: pág. 87, 5ª actividade.

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FICHA DE ACTIVIDADE: M t

“A Comunidade” Objectivos: •

Conhecer as respostas sociais e comunitárias em situações de injustiça, doença, perigo, abuso ou de qualquer outra necessidade;

Saber onde e a quem procurar apoio quando for preciso. Recursos:

Duração:

Quadro de parede.

Conjunto de questões (Anexo da ficha de actividade N)

Passo a passo: •

Escrever no quadro de parede o conjunto de questões “A comunidade”.

Tendo em conta estas questões organizar: − Conversas, − Debates, − Desenhos,

E outros: − Maquetas, − Exposições, − Fotografias,

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− Convidar pessoas da comunidade, − Conhecer pontos de interesse, − Fazer visitas de estudo. Fonte: Dossier Prevenir a Brincar. pp.67 – actividade 26. (adaptado)

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ANEXO DA ACTIVIDADE: M A Comunidade Sei onde moro? •

Sabem indicar as vossas moradas?

Sabem indicar o caminho até casa?

Conhecem o bairro/vila em que moram?

Sabem onde fica: − A praça/ supermercado? − A polícia? − O centro de saúde? − As escolas? − A igreja? − etc.

Conhecem os vizinhos? Sabem a quem podem/ devem pedir ajuda?

Fazem parte de algum grupo/ colectividade? Sabem os que existem?

Nos meus tempos livres! •

Conhecem as alternativas para os vossos tempos livres?

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OUTRAS ACTIVIDADES… Actividade

Pág.

Livro*

Autor

Editora

“Já gostei/Ainda gosto”

43

Educação Sexual na Escola: Guia para Professores, Formadores e Educadores

Frade et al

Texto Editora

“Que sinto quando não gostam de mim/ Que sinto quando gostam de mim”

43

Educação Sexual na Escola: Guia para Professores, Formadores e Educadores

Frade et al

Texto Editora

“Manifestar sentimentos”

45

Educação Sexual na Escola: Guia para Professores, Formadores e Educadores

Frade et al

Texto Editora

“As Nossas Fontes de Prazer”

46

Educação Sexual na Escola: Guia para Professores, Formadores e Educadores

Frade et al

Texto Editora

46 - 47

Educação Sexual na Escola: Guia para Professores, Formadores e Educadores

Frade et al

Texto Editora

“Eu e a família”

51

Educação Sexual na Escola: Guia para Professores, Formadores e Educadores

Frade et al

Texto Editora

“Eu e o grupo”

52

Educação Sexual na Escola: Guia para Professores, Formadores e Educadores

Frade et al

Texto Editora

47 - 55

A minha sexualidade dos 9 aos 13 anos

Robert, J.

Porto Editora.

“Do que eu gosto e do que eu não gosto”

“Corpo atraente e atraído”

* O(s) livro(s) indicado(s) foram disponibilizados pelo PRESSE.

30

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Afectividade

BIBLIOGRAFIA

Frade, A., Marques, A. M., Vilar, D. (2006). Educação Sexual na Escola – Guia para Professores, Formadores e Educadores. Lisboa: Texto Editores. Ló, A. C. (1998). Prevenir a Brincar. Projecto VIDA. López Sanchez, F. (1995). Educación sexual de adolescentes y jóvenes. Madrid: Siglo Veintiuno de España Editores, S.A.. Marques, A. M., Vilar, D., Forreta, F. (2002). Educação Sexual no 1º Ciclo – Um Guia para Professores e Formadores. Lisboa: Texto Editora. Robert, J. (2006). A minha sexualidade – dos 9 aos 13 anos. Porto: Porto Editora. Site www.forma-te.pt – acedido a 14 de Novembro de 2008.

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Género

Introdução teórica: “O conceito género refere-se à “construção social do “ser-se homem” ou “serse mulher” elaborada a partir das diferenças biológicas entre ambos os sexos. Numa

determinada

sociedade,

o

género

define

os

papéis

e

as

responsabilidades dos indivíduos enquanto elementos de um ou de outro grupo, induz experiências de vida, determina expectativas pessoais, condiciona oportunidades e modela a forma como homens e mulheres se relacionam mutuamente. Implica, portanto, não apenas diferenças socialmente construídas entre os mundos masculino e feminino, mas também uma hierarquia estabelecida entre ambos, em que o primeiro tem sido dominante ao longo dos tempos” (Prazeres, 2003).

Objectivos a atingir neste módulo: • Aumentar e consolidar os conhecimentos acerca das diferentes componentes anatómicas do corpo humano em cada sexo e da sua evolução com a idade. • Reconhecer e reflectir em torno dos fenómenos de discriminação social baseada nos papéis de género.

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Género

FICHA DE ACTIVIDADE: A “Rapaz/Rapariga – Homem/Mulher” Objectivos: •

Identificar as diferenças entre o corpo de um rapaz e de uma rapariga e o de um homem e de uma mulher.

Duração:

Recursos: •

Recortes de fotografias ou desenhos de rapazes, raparigas, homens e mulheres, vestidos e nus.

Cartolinas

Passo a passo: •

Divide-se a turma em pequenos grupos;

Todos os grupos analisam o material recolhido;

Posteriormente constroem cartazes (legendados) utilizando a cartolina, fotografias, desenhos e recortes de várias figuras humanas, com e sem roupa;

O resultado deste trabalho é depois exposto, constituindo assim objecto de estudo para todos os grupos;

Segue-se um momento de debate, visando a resolução de dúvidas.

Fonte: Educação Sexual no 1º Ciclo. Um Guia para Professores e Formadores: pág. 60, actividade 3.

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Género

FICHA DE ACTIVIDADE: B “Ser Homem e Ser Mulher” Objectivos: •

Evidenciar as diferenças entre os papéis de género dentro do nosso contexto cultural.

Duração:

Recursos: •

Papel

Lápis

Passo a passo: •

Pedir aos alunos para desenharem numa folha grande o pai e a mãe.

Desenhar à volta do pai alguns objectos que só o pai usa (gravatas, máquina de barbear, etc.).

Desenhar à volta da mãe coisas que só a mãe usa (batons, verniz, saias, etc).

Obs. Esta actividade pode ser complementada com a ajuda dos pais: •

Fazer com eles listas das profissões e ver quem as pode realizar, se só os homens, se só as mulheres ou se ambos.

Procurar, com a ajuda dos pais, imagens de vários desportos e indicar qual o sexo das pessoas que os praticam.

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Fonte: Os Afectos e a Sexualidade na Educação Pré-Escolar. Um Guia para Educadores e Formadores: pág. 88.

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Género

FICHA DE ACTIVIDADE: C “Masculino ou Feminino” Objectivos: •

Evidenciar as diferenças entre os papéis sexuais dentro do nosso contexto cultural.

Duração:

Recursos: •

Uma caixa;

Frases com os comportamentos (Anexo da ficha de actividade C)

Quadro branco.

Passo a passo: •

Peça ao grupo para, sem olhar, retirar da caixa um comportamento que deverá ler e classificar como masculino ou feminino. Esta classificação deverá ser registada no quadro.

No fim, analise os registos e discuta com o grupo a classificação dos comportamentos enquanto masculinos ou femininos.

Fonte: Manual Dinâmicas de Sexualidade. in www.forma-te.com (adaptado).

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Género

ANEXO DA ACTIVIDADE: C Comportamentos: FAZER UM CURSO DE INFORMÁTICA URINAR EM PÉ SAIR À NOITE COM OS AMIGOS PASSAR A ROUPA DA FAMÍLIA SER GERENTE DE UM HOTEL USAR ROUPAS ÍNTIMAS DELICADAS TOMAR A INICIATIVA PARA NAMORAR USAR MAQUILHAGEM CONDUZIR UM CAMIÃO SER SENSÍVEL CHORAR EM FILMES ROMÂNTICOS USAR BRINCOS TER FORÇA E CORAGEM TER DOCILIDADE E ROMANTISMO LAVAR A LOUÇA

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TER ESPÍRITO PRÁTICO FUMAR CHARUTO

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FICHA DE ACTIVIDADE: D “Tarefas e Responsabilidades da Família” Objectivos: •

Fomentar a reflexão acerca das estruturas familiares e o reconhecimento das tarefas domésticas como actividades colectivas.

Duração:

Recursos: •

Tarefas domésticas (Anexo da ficha de actividade D)

Passo a passo: •

Fomentar previamente um diálogo colectivo acerca das várias actividades desenvolvidas pelos elementos que compõem uma família e das formas como se dividem e partilham essas tarefas.

Aplicação das fichas de trabalho: Ex. Lista dos elementos que fazem parte da família com registo das tarefas inerentes a casa um. Ex. O João e a Joana ajudam os pais em casa e têm a seu cargo várias tarefas.

Fonte: Educação Sexual no 1º Ciclo. Um Guia para Professores e Formadores: pág. 99.

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Género

ANEXO DA ACTIVIDADE: D Imagina quem faz as seguintes tarefas: João

Joana

Pôr a mesa Lavar a Louça Fazer a comida Fazer a cama Passar a ferro Despejar o lixo Lavar a roupa Lavar o carro Aspirar Limpar o pó Fazer as compras Fazer reparações Pôr a mesa

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FICHA DE ACTIVIDADE: E “Mensagens dos Meios de Comunicação” Objectivos: •

Reconhecer algumas mensagens transmitidas pela televisão e outros meios de comunicação, sobre os papéis sexuais e as relações pessoais.

Duração:

Recursos: •

Ficha de Trabalho: "Mensagens dos Meios de Comunicação" (Anexo da ficha de actividade E)

Passo a passo: •

Sem muitas explicações, peça ao grupo que assista em casa a programas de televisão durante uma hora.

Informe que esta hora deve incluir pelos menos cinco anúncios e um programa sobre família ou uma novela sobre relações entre casais.

Distribua uma ficha de trabalho "Mensagens dos Meios de Comunicação" a cada participante e peça-lhe que a preencha quando terminar de assistir aos programas. Pode dar alguns exemplos.

Solicite aos alunos que tragam a ficha de trabalho na sessão seguinte, quando será feita reflexão sobre as questões que se seguem.

39 Obs. Ver anexo da ficha de actividade E (actividades opcionais) Fonte: “Educação Sexual no 1º Ciclo. Um Guia para Professores e Formadores” (adaptado), pág. 99.

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ANEXO DA ACTIVIDADE: E Questões para reflexão (sugestões) Parte I •

Em que tipos de actividades estiveram envolvidos os homens e as mulheres?

Os alunos perceberam padrões nos quais homens e mulheres estivessem representados?

Que tipo de produtos eram anunciados pelas mulheres? E pelos homens?

Os alunos acharam que os anúncios eram realistas?

Parte II •

Que papéis foram desempenhados por homens e mulheres em relação à família?

Quem exercia papel dominante nas famílias? Alguém representou algum papel não tradicional?

A família apresentada no programa parecia real?

Quem eram as personagens que estavam envolvidas em relações românticas no programa sobre casais?

Os casais apresentados eram casados?

As relações românticas mostradas pareciam realistas?

Os alunos acharam que a televisão reflecte os valores da sua família? Ou dos seus amigos?

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ANEXO DA ACTIVIDADE: E Parte I Exemplo Vê 5 anúncios de televisão e preenche as seguintes informações, conforme descrito no exemplo. Nome do Produto: Cera para chão Papel do Personagem: Dona-de-casa Sexo: Feminino Local: Cozinha

Anúncio 1 Nome do Produto: _______________________________________________________ Papel do Personagem: ____________________________________________________ Sexo: _________________________________________________________________ Local: _________________________________________________________________

Anúncio 2 Nome do Produto: _______________________________________________________ Papel do Personagem: ____________________________________________________ Sexo: _________________________________________________________________ Local: _________________________________________________________________

Anúncio 3 Nome do Produto: _______________________________________________________ Papel do Personagem: ___________________________________________________ Sexo: _________________________________________________________________ Local: _________________________________________________________________

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ANEXO DA ACTIVIDADE: E Parte I (Continuação) Anúncio 4 Nome do Produto: _______________________________________________________ Papel do Personagem: ____________________________________________________ Sexo: _________________________________________________________________ Local: _________________________________________________________________

Anúncio 5 Nome do Produto: _______________________________________________________ Papel do Personagem: ____________________________________________________ Sexo: _________________________________________________________________ Local: _________________________________________________________________

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Género

ANEXO DA ACTIVIDADE: E Parte II Exemplo Assiste a um programa de televisão sobre família ou uma novela sobre relações entre casais e descreve os principais personagens: Nome do Programa: ____________________________________________________ Personagens, Sexo, Características e atitudes:

1 ________________________________________________________________ ________________________________________________________________ ________________________________________________________________

2 ________________________________________________________________ ________________________________________________________________ ________________________________________________________________

3 ________________________________________________________________ ________________________________________________________________ ________________________________________________________________

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Género

ANEXO DA ACTIVIDADE: E Parte II (Continuação) 4 ________________________________________________________________ ________________________________________________________________ ________________________________________________________________

5 ________________________________________________________________ ________________________________________________________________ ________________________________________________________________

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ANEXO DA ACTIVIDADE: E Actividades opcionais Opção I Se deseja explorar outras fontes de mensagens, pode propor uma "pesquisa sobre mensagens dos meios de comunicação". Esta actividade assemelha-se à "pesquisa sobre estereótipos" e consiste em procurar exemplos de estereótipos e mensagens sexuais na comunidade, incluindo cartazes, filmes, pessoas e eventos. A seguir, estão alguns exemplos de imagens que os alunos podem apresentar: • Uma mulher como objecto sexual; • Um homem machista; • Uma mulher vítima de violência; • Uma imagem promovendo a paternidade responsável. A discussão deve focar o conteúdo da mensagem e o que podemos fazer para mudar as imagens estereotipadas ou irreais transmitidas pelos meios de comunicação.

Opção II Solicitar que cada aluno traga três dos seus anúncios preferidos. Peça que cada um apresente os anúncios ao grupo e que responda às seguintes perguntas: • Que imagem das mulheres é apresentada? • Que imagem dos homens é apresentada? • O que esses anúncios mostram como sendo o "correcto" a fazer? • O que é que os anunciantes dizem que mudará em nós se consumirmos esse produto?

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Género

FICHA DE ACTIVIDADE: F “Estou satisfeito como Sou” Objectivos: •

Conscientizar os participantes do grupo sobre seus sentimentos em relação ao sexo a que pertencem.

Duração:

Recursos: •

Papel;

Canetas;

Anexo da ficha de actividade F (actividade opcional)

Passo a passo: 1. Divida o grupo em pequenos subgrupos do mesmo sexo; 2. Peça que pensem em todos os finais possíveis para as frases que se seguem (anotando as respostas numa folha de papel, durante de 10 minutos): •

Grupos de raparigas: "Estou satisfeita por ser rapariga porque..."

Grupos de rapazes: "Estou satisfeito por ser rapaz porque..."

3. A seguir, peça aos grupos que façam o mesmo com outra frase: (anotando as respostas numa folha de papel, durante de 10 minutos) •

Grupos de raparigas: "Se fosse rapaz, eu...porque…"

Grupos de rapazes: "Se fosse rapariga, eu...porque…"

4. Peça a voluntários de cada subgrupo que copiem as frases do seu subgrupo no

46

quadro, na seguinte ordem: •

Respostas das raparigas: "Estou satisfeita por ser rapariga porque..." e "Se fosse rapaz, eu... porque..."

Respostas dos rapazes: Estou satisfeito ser rapaz porque... e "Se fosse rapariga, eu... porque..." Continua (v.p.p.f.)

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Género

FICHA DE ACTIVIDADE: F (Continuação) “Estou satisfeito como Sou” Passo a passo: 5. Promova uma discussão sobre os seguintes pontos: •

Algumas das respostas foram iguais para os dois grupos?

Foi difícil pensar em razões pelas quais estão satisfeitos com seu sexo?

Foi difícil pensar nas vantagens de pertencer ao outro sexo?

Quais das vantagens em ser rapaz ou rapariga são reais e quais são baseadas em estereótipos ou preconceitos?

É possível ser rapaz e ter ou fazer algumas das coisas “listadas em rapariga"? (e vice-versa?)

Podemos pensar em alguma mulher conhecida que apresente algumas das características listadas em "homem"? (e vice-versa?)

Que significa "masculino" e "feminino"?

Obs. Ver anexo da ficha de actividade F (actividade opcional) Fonte: Manual Dinâmicas de Sexualidade in www.forma-te.com (adaptado).

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Género

OUTRAS ACTIVIDADES… Actividade “É giro ser Rapariga ou Rapaz”

Pág.

Livro*

Autor

Editora

7-12

A minha sexualidade dos 9 aos 13 anos

Robert, J.

Porto Editora

“Quem faz o quê?”

49

Educação Sexual na Escola: Guia para Professores, Formadores e Educadores

Frade et al

Texto Editora

“Papéis Sexuais ao longo dos Tempos”

49

Educação Sexual na Escola: Guia para Professores, Formadores e Educadores

Frade et al

Texto Editora

“Papel do Homem e da Mulher na Relação Amorosa””

50

Educação Sexual na Escola: Guia para Professores, Formadores e Educadores

Frade et al

Texto Editora

* Os livros indicados foram disponibilizados pelo PRESSE.

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Género

BIBLIOGRAFIA

Prazeres, V. (2003). Adolescentes, Pais e tudo o mais. Lisboa: Texto Editora. Marques, A. M., Vilar, D., Forreta, F. (2002). Educação Sexual no 1º Ciclo – Um Guia para Professores e Formadores. Lisboa: Texto Editora. Robert, J. (2006). A minha sexualidade – dos 9 aos 13 anos. Porto: Porto Editora Marques, A., Vilar, D., & Forreta, F. (2002). Os Afectos e a Sexualidade na Educação Pré-Escolar – um Guia para Educadores e Formadores. Lisboa: Texto Editora Site www.forma-te.pt

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Afectividade Assertividade

Introdução teórica: Às vezes temos necessidade de dizer coisas aos outros que são conflituosas ou nos custam por diferentes motivos (pedir a alguém o dinheiro que não nos devolveu, dizer a alguém que algo que disse nos caiu mal, responder a alguma queixa, etc.) (López Sanchez, 1995).

Sob o ponto de vista, uma comunicação correcta deve cumprir pelo menos estas condições (ibidem):

1. Ser adequada na forma: usar gestos e palavras adequados. 2. Ter em conta os argumentos da outra pessoa. 3. Defender bem os próprios interesses. 4. Ter em conta os interesses dos outros. 5. Resolver os conflitos pacificamente.

Objectivos a atingir neste módulo: •

Definir assertividade de forma breve, clara e simples.

• Debater as duas formas principais de comunicação não-assertiva (passividade e agressividade).

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Afectividade Assertividade

FICHA DE ACTIVIDADE: A “Pedir” Objectivos:

Introduzir as primeiras noções de assertividade

Duração:

Recursos: •

Quadro de parede

Mensagens para os alunos (Anexo da ficha de actividade A)

Passo a passo: •

Comentar com os alunos as diferentes formas de pedir algo que desejamos: mentir, não ir directo ao assunto, chorar, implorar, etc.

Conversar com os alunos sobre outras formas de “pedir” e solicitar exemplos de cada uma.

Colocar as seguintes questões: −

Conheces alguém que use estes métodos?

Como é que te fazem sentir?

Qual é o método que costumas usar?

Já usaste algum dos métodos mencionados?

Algumas pessoas quando pedem algo gritam, atiram coisas, dão pontapés e até têm tremores. Conheces alguém que aja assim? Como é que te sentes perante esses comportamentos?

Explicar aos alunos que existe uma boa maneira de se pedir o que se quer: ser directo. Escrever no quadro a mensagem 1 para os alunos.

No final, ler a mensagem 2 para os alunos e comentar com eles.

Fonte: Dossier Prevenir a Brincar, pp. 40-41. Actividade 11.

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Afectividade Assertividade

ANEXO DA ACTIVIDADE: A Mensagem 1 (escrever no quadro): •

Existe uma boa maneira de se pedir o que se quer: Ser directo.

O que é isso e como se faz: 1. Fica quieto e direito (em pé ou sentado) 2. Olha de frente a outra pessoa. 3. Fala com uma voz normal. 4. Sê honesto e directo.

Mensagem 2 (ler em voz alta e comentar) Quando se usam métodos negativos para se conseguir o que se quer, ninguém fica satisfeito, todos se sentem mal e incomodados. Não faz mal pedir-se o que se deseja, mas não se deve esperar sempre consegui-lo. Nem sempre conseguimos o que queremos, mas sentir-nos-emos melhor se tivermos pedido de uma forma respeitadora. Quando tratamos respeitosamente os outros, estes também nos tratarão da mesma maneira.

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Afectividade Assertividade

FICHA DE ACTIVIDADE: B “Como lidar com o sentimento de estar zangado” Objectivos: •

introduzir as primeiras noções de assertividade

Promover a resolução assertiva de situações negativas

Duração:

Recursos: •

Quadro de parede

Passo a passo: •

Fazer duas colunas no quadro: −

Uma para as formas positivas de lidar com uma zanga,

Outra para as negativas e solicitar ideias às crianças

Sugestão: Depois de construídas as listas no quadro, pedir voluntários para criarem pequenos role-plays que exemplifiquem uma forma negativa de lidar com a zanga, seguida da sua solução positiva. Fonte: Dossier Prevenir a Brincar: pág. 91, actividade 23 (adaptado).

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FICHA DE ACTIVIDADE: C “As boas maneiras” Objectivos: •

Promover a resolução assertiva de situações do dia-a-dia.

Duração:

Recursos: •

Textos de apoio (Anexo da ficha de actividade C)

Passo a passo: •

Ler em voz alta o texto de introdução (em anexo);

Dois alunos ou um aluno e o professor realizam os role-plays: “Comunicação inadequada” e “Duas pessoas não discutem se uma delas não quiser” utilizando os textos de apoio em anexo;

Podem fazer-se outros role-plays, em que todos os alunos devem participar e, neste caso, só se devem representar formas supostamente correctas de comunicação (texto de apoio como exemplo em anexo);

Fonte: “Educación Sexual de adolescentes y jóvenes”. pp. 83-84 – IV. 5.2.

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ANEXO DA ACTIVIDADE: C Introdução ao role-play 1: Um ditado oriental lembra-nos que cada um é dono das suas palavras enquanto elas não saírem da sua boca. Em muitas ocasiões, pomos os outros mal ou, pior, criam-se grandes chatices por usar palavras ou gestos inadequados. Um dos exemplos mais claros pode ver-se quase todos os dias com os condutores de carros: insultos gestuais e verbais, apitadelas fortes e contínuas, etc., provocam discussões ou contestações que podem criar grandes discussões ou, pelo menos, nervosismo e cólera que carece de toda a utilidade. Algo parecido se passa com frequência nos bares, discotecas, etc., entre os jovens.

Role-play 1: “Comunicação inadequada” João: enquanto empurra um desconhecido, diz-lhe: “olha lá palerma, não vês que me pisaste?” O desconhecido: vira-se para o João e diz-lhe: “não sabia que eras de manteiga, oh idiota!” João: levanta o braço, empurra-o com mais força ao mesmo tempo que diz “o idiota és tu; vou-te encher de porrada!” O João e o desconhecido envolvem-se à pancada.

Conclusão do role-play 1:

55 Teria sido muito melhor que o João, o desconhecido ou ambos, tivessem enfrentado o assunto com boas maneiras: João: toca ligeiramente as costas do desconhecido e diz: “desculpa, acho que me pisaste”. O desconhecido: “desculpa, não tinha reparado”

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Afectividade Assertividade

ANEXO DA ACTIVIDADE: C (Continuação) Introdução ao role play 2: É possível que nem sempre sejam os dois correctos. Contudo, se alguém for incorrecto, o melhor que temos a fazer é não cair na asneira de começar uma discussão absurda. Como se costuma dizer, duas pessoas não discutem se uma delas não quiser. Por exemplo:

Role Play 2 “Duas pessoas não discutem se uma delas não quiser” João: toca ligeiramente as costas do desconhecido e diz: “desculpa, acho que me pisaste”. O desconhecido: “não sabia que eras de manteiga, oh idiota!” João: acho que tenho o direito de te dizer que me pisaste. Mas não me apetece discutir, nem chatear ninguém.

Outros exemplos: a) O Pedro emprestou dinheiro à Maria e esta parece ter-se esquecido de o devolver. b) A Joana não passa a bola quando joga basket. A Raquel quer queixar-se, para tentar mudar o comportamento da amiga. c) O Jorge tenta sempre fazer o que quer. Manuel, um dos seus colegas de grupo, quer

56

fazê-lo ver que tem de ter em conta os outros. d) A Joana nunca paga quando toma café com as suas amigas. A Rita acha que não há direito e que ela deve pagar como toda a gente. e) O Diogo insultou uma colega dizendo-lhe “és uma cusca, queres saber tudo”. f) etc.

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FICHA DE ACTIVIDADE: D “Os elogios como forma de dizer sim” Objectivos: •

Fazer elogios;

Compreender o elogio como uma forma de ser assertivo;

Promover a auto-estima dos alunos.

Duração:

Recursos: •

Textos de apoio (Anexo da ficha de actividade D)

Passo a passo: •

Ler em voz alta o texto de introdução (em anexo);

Representar as seguintes situações em grupo (todos os alunos devem participar pelo menos uma vez fazendo e recebendo elogios de pessoas do mesmo e do outro sexo): 1. Fazer três elogios diferentes referentes a diversas características físicas dos outros; 2. Aceitar três elogios referentes a características próprias; 3. Elogiar um rapaz ou rapariga por algo bem feito na sala de aula. O outro recebe bem o elogio; 4. Elogiar uma característica de personalidade (simpatia, bondade, etc.). O outro recebe bem o elogio.

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5. Elogiar alguém que acaba de nos ganhar num jogo. O outro recebe bem o elogio.

Continua v.f.p.f

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“Os elogios como forma de dizer sim” Passo a passo: 6. Dizer a alguém que simpatizamos com ele. O outro recebe bem o elogio dos outros; 7. Aceitar três elogios referentes a características próprias; 8. Elogiar um rapaz ou rapariga por algo bem feito na sala de aula. O outro recebe bem o elogio; 9. Elogiar uma característica de personalidade (simpatia, bondade, etc.). O outro recebe bem o elogio. 10. Elogiar alguém que acaba de nos ganhar num jogo. O outro recebe bem o elogio. 11. Dizer a alguém que simpatizamos com ele. O outro recebe bem o elogio. Obs. Podem introduzir-se novas situações que o professor ou os alunos proponham. Os “actores” comentam a sua forma de fazer e receber elogios. O professor completa estes comentários. Se não estiverem bem-feitos ou bem recebidos, devem repetir-se.

Fonte: Educación Sexual de adolescentes y jóvenes, pág. 89-90, IV. 6.1.

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ANEXO DA ACTIVIDADE: D Texto de Introdução Os elogios são uma forma de fazer as pessoas sentirem-se bem, demonstrar o nosso apreço, chamar a atenção do outro, demonstrar a nossa atenção por alguém ou reconhecer que os outros se sabem interessar por nós. Fazer elogios significa dizer algo agradável ou positivo a outra pessoa. Aceitar elogios significa manifestar a quem nos faz elogios que se gostou. Uma coisa e outra têm a vantagem de tornar a vida agradável às pessoas, e demonstrar o nosso apreço e são bons inícios de relações que podem ampliar-se e aprofundar-se; são, por isso, uma boa forma de dizer sim, pelo menos em certa medida, a uma relação ou à possibilidade de uma relação interpessoal satisfatória. Às vezes têm um significado mais superficial – mas também são adequados neste caso – e referem-se a reforços laborais e sociais de diversos tipos. A nós interessa-nos mais o seu uso nas relações interpessoais. Os elogios devem ser sinceros – porque se não forem podem induzir em erro – e feitos de forma a que o receptor os possa aceitar. Isto depende muito das situações e do nível de confiança entre os interlocutores. Por outro lado, é importante que tanto os homens como as mulheres façam e recebam elogios e que os façam aos dois sexos.

Um bom exemplo: A Teresa diz ao António: “Hoje estás giríssimo, estás com um cabelo fantástico e essa roupa fica-te mesmo bem!” O António responde-lhe: “Obrigado, tu sim é que estás sempre linda, dá-me um beijo”. E a Teresa dá-lhe um beijo.

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FICHA DE ACTIVIDADE: E “Aceitar e pedir um comportamento” Objectivos: •

Promover a auto-estima dos alunos.

Promover a assertividade dos alunos.

Duração:

Recursos: •

Textos de apoio (Anexo da ficha de actividade C)

Passo a passo: •

Ler em voz alta o texto de introdução, um bom exemplo e um mau exemplo (em anexo);

Por pares, formados por membros de sexos diferentes, fazer as seguintes representações: −

Pedir que alguém te empreste dinheiro e aceitar emprestá-lo;

Pedir que alguém te faça o favor de avisar os teus pais sobre alguma coisa e aceitar fazê-lo por alguém;

Sorrir a alguém e responder com um sorriso;

Pedir um beijo e aceitar um beijo;

Pedir um abraço e aceitar um abraço;

Pedir a alguém que te olhe nos olhos e aceitar o olhar de alguém.

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Fonte: Educación Sexual de adolescentes y jóvenes: pág. 93-94, IV. 6.3.

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ANEXO DA ACTIVIDADE: E Introdução: As relações implicam diversos comportamentos. Há sempre comportamentos que desejamos que o outro tenha e há pedidos que a outra pessoa gosta de nos fazer. É importante saber pedir de forma clara e simples os comportamentos que queremos que o outro tenha e saber aceitar os pedidos das outras pessoas, se nos parecerem adequados. Desta forma é mais fácil estarmos juntos e entendermo-nos com outra pessoa, porque sabemos de que gostamos e de que é que o outro gosta. De outra forma, andávamos às cegas. Sejamos abertos e expressemos as nossas preferências em relação aos comportamentos do outro. Quantas vezes temos de dizer: “porque é que não mo pediste, se gostavas tanto disso?”. Contudo, é importante dar à pessoa o direito de dizer não, para que tenha a liberdade de organizar a sua vida e os comportamentos que considere mais adequados. Seguidamente apresenta-se um bom e um mau exemplo: Bom exemplo: O João e a Ana saem juntos há alguns meses. Gostam de estar juntos mas já não sabem o que fazer na forma de se relacionarem, porque um não sabe como o outro quer estar. Por exemplo, a Ana gostaria de dar a mão ao João enquanto passeiam ao longo da rua, mas não se atreve a fazê-lo. O João nem faz ideia disso, embora também lhe apetecesse ter um contacto mais próximo com a Ana – mas é tímido, tem medo de a incomodar e não se atreve a iniciar nenhum tipo de aproximação. Por esta razão, vão os dois pela rua fora com os braços esticados e a meio metro de distância.

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ANEXO DA ACTIVIDADE: E (Continuação) Mau exemplo: O João e a Ana começaram a andar juntos há pouco tempo, e não fazem a mínima ideia de como o outro gosta de estar. A Ana tem imensa vontade de pegar na mão do João, mas não sabe muito bem de que forma é que interpretará essa conduta. Então, a Ana pega na mão do João enquanto lhe pergunta “Posso? Apetece-me dar-te a mão, gosto de a sentir enquanto passeamos.” O João faz um gesto de aproximação corporal enquanto lhe diz: “Eu também gosto. Que bom que é estar contigo!”.

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FICHA DE ACTIVIDADE: F “Estás a seguir as minhas instruções?” Objectivos: •

Introduzir o conceito de comunicação e ajudar os alunos a entender a importância de se comunicar claramente.

Duração:

Recursos: • Pão, • Manteiga/ margarina, • Compota marmelada, • Mesa,

• • • •

Faca, Papel Lápis Texto de apoio Anexo da ficha de actividade F

Passo a passo: •

Leia em voz alta o texto de introdução (em anexo) e peça a cada pessoa que pegue numa folha de papel e escreva as suas próprias instruções sobre “como fazer uma tosta com manteiga e compota ou margarina e compota”;

Ponha as instruções dobradas a um lado e peça dois voluntários.

Peça a um deles que escolha um grupo de instruções escritas;

Leia o segundo texto de apoio;

Se o voluntário encontrar instruções que não são claras, peça-lhe que escolha outro grupo;

Solicite a um dos voluntários que leia as instruções, e ao outro que as execute;

Mantenha esta a actividade enquanto o tempo permitir, procurando as que expliquem claramente “Como fazer uma tosta com manteiga e compota ou margarina e compota”;

Se nenhuma das instruções for clara, faça com que o grupo elabore instruções concisas e claras;

Como conclusão comentem os pontos de discussão (em anexo).

Fonte: Educación Sexual de adolescentes y jóvenes, pp. 100-102.

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ANEXO DA ACTIVIDADE: F Introdução Parte de uma boa comunicação é ser capaz de se comunicar claramente para que possa ser entendido. Isto é particularmente importante em situações que envolvam informação: dar instruções, realizar uma tarefa ou adquirir uma nova competência. No entanto, uma vez que a comunicação faz parte da rotina diária, muitas vezes tomamo-la como garantida. Torna-se difícil comunicarmos de forma a que nos entendam facilmente. Este exercício pega numa actividade simples e comum e demonstra o difícil que pode ser comunicarmos claramente.

2º Texto de apoio (ler ao segundo voluntário) “Imagina que nunca fizeste uma sandes ou uma tosta com manteiga e compota ou margarina e compota. Só podes fazer o que as instruções dizem para fazer. Por exemplo: se as instruções dizem «pôr manteiga no pão» mas esqueceram-se de pôr «pegar na faca», o que farias? Podes tirar a compota do frasco se nas instruções não te diz para abrir o frasco e retirar a tampa?”

Pontos de discussão: 1. A maioria das pessoas já tem, obviamente, uma ideia de como fazer uma sandes com manteiga e compota e não precisa de instruções precisas para o fazer. Mas, se alguém faz algo completamente diferente e complexo (como pilotar um avião ou trabalhar num computador), achas que já tinham o conhecimento suficiente? Como lhes explicarias a tarefa? O que pode acontecer se não comunicamos claramente o que queremos? 2. Porque é tão importante a comunicação clara numa família? E num trabalho? E com o teu companheiro?

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FICHA DE ACTIVIDADE: G “Treino de Assertividade I” Objectivos: •

Identificar as atitudes agressivas, manipuladoras, passivas e assertivas;

Reflectir sobre as vantagens/desvantagens de cada uma delas;

Cultivar a assertividade.

Duração:

Recursos: •

Acetatos ou diapositivos com apresentação dos textos de apoio. (Anexo da ficha de actividade G)

Retroprojector ou computador e projector multimédia.

Teste: “Como anda a tua assertividade?” (Anexo da ficha de actividade G)

Passo a passo: •

O professor apresenta o tema em estudo.

Leitura dos textos com descrição das diferentes situações:

A sopa está estragada;

Alguém tenta passar à tua frente numa fila;

Um cabelo na sanduíche.

Análise dos diferentes tipos de resposta. Características de cada tipo de pessoa.

Verificação das vantagens e das desvantagens de cada uma delas.

Aplicação do teste "Como anda a tua assertividade?"

Fonte: http://eb23aradas.prof2000.pt/NACs/fc_sug_competencias_sociais.htm

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ANEXO DA ACTIVIDADE: G A sopa está estragada: A. Que porcaria! Que nojo! Quem foi o imbecil que fez uma coisas destas?! B. Não consigo comer isto, vou pedir outra coisa. C. Vou comer isto! Só espero não ficar doente. D. A tua sopa também está estragada? Tu já viste isto! É preciso ter lata! Só querem ganhar dinheiro! Não queres ir reclamar, tu que tens tanto jeito para estas coisas?

Alguém tenta passar à tua frente numa fila: A. Espere um pouco e entre na sua vez. B. Estão-me sempre a passar à frente! C. Grande lata! Tem a mania que é esperto... vá para a fila!! D. E tu deixas que te passem à frente? Afinal és um cobardolas!!

Um cabelo na sanduíche: A. Um cabelo! Que nojo! Vou tirá-lo... espero que ninguém esteja a ver... B. Importa-se de trocar a minha sanduíche? Tem um cabelo. C. Isto é um nojo! Que espelunca é esta? Vou-me embora e não venho mais aqui...

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ANEXO DA ACTIVIDADE: G (Continuação) Teste: Como anda a tua assertividade? Vamos ver como anda a tua assertividade? Como te sentirias nestas situações? Coloca uma cruz (X) em cada uma delas. Situações Desconfortável 1. Pedir um favor a alguém... 2. Admitir que tem medo de pedir ajuda... 3. Dizer a alguém de quem se gosta que ele fez algo incómodo... 4. Admitir o seu desconhecimento sobre um assunto em discussão... 5. Perguntar a alguém se você o ofendeu... 6. Discutir com uma pessoa que criticou o seu comportamento... 7. Expressar opinião diferente da pessoa com quem conversa... 8. Criticar um amigo... 9. Criticar o namorado... 10. Expressar a sua opinião perante alguém que não conhece muito bem... 11. Contradizer alguém, mesmo sabendo que vai magoá-lo... 12. Cumprimentar alguém pela sua criatividade...

Confortável

Resultados Mais de seis respostas Desconfortável Menos de seis respostas Confortável

Estás com dificuldade em lidar com situações sociais e seria importante que verificasses de que maneira essas dificuldades estão a interferir na tua vida. Estás a lidar de forma tranquila e apropriada com as mais diversas situações sociais.

Características Agressivo

Passivo

Manipulador

Assertivo

• Perde a calma facilmente. • Não reconhece os seus erros e acusa os outros. • Agride, fala alto.

• Parece que não reage. • Dificuldade em dizer não, para não criar conflito.

• Leva os outros a fazer o que ele gostaria de ter coragem para fazer.

• Defende os seus direitos, mas respeita os outros e é honesto. • Sabe dizer não mesmo que os outros não gostem ou o critiquem.

• É tipo “Maria vai com as outras”.

• Evitam-no.

• Toda a gente gosta de estar junto dele.

Como os outros o vêem • Ninguém gosta de trabalhar com ele.

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FICHA DE ACTIVIDADE: H “Treino de Assertividade II” Objectivos: •

Realizar o treuino assertivo

Duração:

Recursos: •

Texto de apoio. (Anexo da ficha de actividade H)

Passo a passo: •

São apresentadas algumas situações de alguma forma controversas;

Solicita-se aos alunos que escrevam qual seria a sua atitude provável, em cada uma das situações.

Realiza-se um debate em torno destas situações.

Obs. O professor pode optar por realizar um role-play em que os alunos simulam as mesmas situações. Fonte: Educação para a saúde na escola para prevenção da Sida e de outras DST. Actividades para os alunos: unidade 1, actividade 1 (adaptado).

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ANEXO DA ACTIVIDADE: H

a) Vais ao bar da escola comprar um pacote de leite e, ao chegares à sala, reparas que no troco faltam 0.50€. ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ b) No bar da escola pedes um pão com queijo e trazem-te um com fiambre. ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ c) No final da aula de Educação Física, um(a) amigo(a) pede-te para esperares, para irem juntos para a próxima aula. Contudo, põe-se a fazer coisas sem importância e pára de 5 em 5 minutos para falar com toda a gente, e vocês chegam atrasados(as) à aula, ficando com falta. ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ d) Enquanto esperas que a Sra. da reprografia atenda um aluno, entra outro e a Sra. atende-o primeiro. ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________

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FICHA DE ACTIVIDADE: I “Quem é assertivo?” Objectivos: •

Identificar e distinguir os vários tipos de comportamento em histórias da vida real.

Duração:

Recursos: •

Histórias “Quem é assertivo” (Anexo da ficha de actividade I)

Passo a passo: •

Os alunos lêem as histórias apresentadas;

Identificam o tipo de comportamento (passivo, agressivo, assertivo) dos personagens de cada história;

Explicam como conseguiram identificar o tipo de comportamento através do que dizem, do que fazem e da expressão corporal.

Fonte: Educação para a Saúde na Escola para Prevenção da SIDA e de outras DST. Actividades para os alunos: unidade 2, actividade 9 (adaptado).

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ANEXO DA ACTIVIDADE: I 1

O comportamento do Paulo é_____________ Porquê? ______________________________ O que diz? ____________________________ Como diz? ____________________________ Posição do corpo? _____________________

O comportamento do Paulo é_____________ Porquê? ______________________________ O que diz? ____________________________ Como diz? ____________________________ Posição do corpo? _____________________

2

O comportamento da Mafalda é__________________________________________ Porquê? _____________________________________________________________ O que diz? ___________________________________________________________ Como diz? ___________________________________________________________ Posição do corpo? ____________________________________________________

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FICHA DE ACTIVIDADE: J “Mensagens assertivas” Objectivos: •

Consolidar o treino assertivo

Duração:

Recursos: •

Ficha: Etapas de uma mensagem assertiva (Anexo da ficha de actividade J)

Passo a passo: •

Divida a turma em grupos;

Distribua fotocópias do anexo da ficha de actividade J;

Peça aos grupos para comentarem entre eles as etapas de uma mensagem assertiva;

Explique que com a prática se torna mais fácil e natural;

Peça aos alunos que apresentem outros exemplos práticos.

Fonte: Educação para a Saúde na Escola para Prevenção da SIDA e de outras DST. Actividades para os alunos: unidade 2, actividade 10 (adaptado).

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ANEXO DA ACTIVIDADE: J Etapas de uma mensagem assertiva Etapas

1

Explica os teus sentimentos e o problema.

Descrição

O que poderás dizer

• Mostra como te sentes em relação ao comportamento/ problema. • Descreve o comportamento/ problema que viola os teus direitos ou te perturba. • Mostra claramente

2

Faz o teu pedido.

aquilo que gostarias que tivesse

• Preferia que… • Gostaria que tu… • Poderias… • Desejava que…

• Pede à outra

3

• Sinto-me frustrado quando… • Sinto-me infeliz quando… • Sinto-me …quando… • Magoa-me quando… • Não gosto quando...

• Por favor não…

acontecido.

Pergunta à outra pessoa o que é que ela acha do teu pedido.

Mensagens

• O que achas?

pessoa que expresse os seus sentimentos ou pensamentos em relação ao teu

• Estas de acordo? • O que é que pensas? • Qual é a tua opinião? • Tens algum problema com isso?

pedido. • A outra pessoa expressa os seus

Resposta

sentimentos ou pensamentos em

• A outra pessoa responde.

relação ao pedido.

73 • Se a outra pessoa

4

Aceita e agradece

• Obrigado.

concordar com o

• Óptimo, fico

teu pedido, dizer

agradecido;

“obrigado” é uma boa maneira de

concordas;

acabar a conversa.

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• Ainda bem que • Óptimo.

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FICHA DE ACTIVIDADE: K “A tua mensagem assertiva” (Turma) Objectivos: •

Consolidar o treino assertivo

Duração:

Recursos: •

Ficha: Lidar com os presentes. (Anexo da ficha de actividade K)

Passo a passo: •

A turma irá construir uma mensagem assertiva para a situação abaixo descrita.

O professor apoia todo o processo.

Obs. Explique que elaborar uma mensagem assertiva com a turma vai ajudar os alunos a compreender os passos necessários para construírem a própria mensagem na actividade seguinte. Fonte: Educação para a Saúde na Escola para Prevenção da SIDA e de outras DST. Actividades para os alunos: unidade 2, actividade 11 (adaptado).

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ANEXO DA ACTIVIDADE: K Lidar com os presentes Tens 14 anos e este é o teu segundo encontro com o André. Ele deu-te uma pequena prenda e quer levar-te a dançar. Tu não queres ter relações sexuais com o André mas pensas que ele vai querer, por causa do presente. Decides então dizer-lhe que não queres o presente e que não queres ir dançar com ele.

Etapas para uma mensagem assertiva Etapas

Explica os teus

1

sentimentos e o problema.

Faz o teu

2

pedido.

3

outra pessoa o

Pergunta à

que acha ela do teu pedido.

Resposta

75 Aceita e

4

agradece.

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FICHA DE ACTIVIDADE: L “A tua mensagem assertiva” (Pares) Objectivos: •

Consolidar o treino assertivo

Duração:

Recursos: •

Ficha: “Etapas de uma mensagem assertiva" (Anexo da ficha de actividade L)

Passo a passo: •

Fazer grupos de dois alunos;

Distribua fotocópias do anexo da ficha de actividade L;

Leia o texto de introdução;

Cada grupo irá construir uma mensagem assertiva para a situação abaixo descrita.

Fonte: Educação para a Saúde na Escola para Prevenção da SIDA e de outras DST. Actividades para os alunos: unidade 2, actividade 12 (adaptado).

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Afectividade Assertividade

ANEXO DA ACTIVIDADE: L Introdução Está na altura de tentares construir a tua própria mensagem assertiva. Lembra-te que inicialmente irás sentir-te desajeitado, mas depois torna-se mais fácil: 1. 2. 3.

4.

Tu e o teu colega irão escolher uma das situações da página a seguir. Usando os tópicos de mensagem mencionados abaixo, escreve uma mensagem assertiva para a situação que escolheste. Um de vós lê-a ao outro. Faz qualquer mudança que aches necessária. Pede ao teu colega que leia a mensagem de novo. O teu professor poderá pedir-te para ler a tua mensagem para a turma toda.

Etapas para uma mensagem assertiva Etapas

Situação 1

Situação 2

Situação 3

Situação 4

1 Explica os teus sentimentos e o problema.

2 Faz o teu pedido.

3 Pergunta à outra pessoa o que acha ela do teu pedido.

Resposta

77 4 Aceita e agradece.

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BIBLIOGRAFIA

Educação para a Saúde na Escola para Prevenção da SIDA e de outras DST .Documento para o desenvolvimento de programas escolares – Actividades para os Alunos. Comissão Nacional de Luta Contra a SIDA, 2002 – Lisboa; Ló, A. C. (1998). Prevenir a Brincar. Projecto VIDA. Lopez Sanchez, F. (1995). Educación sexual de adolescentes y jóvenes. Madrid: Siglo Veintiuno de España Editores, S.A.. Site: http://eb23aradas.prof2000.pt/NACs/fc_sug_competencias_sociais.htm

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Afectividade Auto-estima

Introdução teórica: “A Auto-estima é a ideia que a pessoa tem de si própria em termos de características, relações, capacidades e competências. É a avaliação que a pessoa faz de si própria no que se refere às suas capacidades, importância, sucesso e valor. Se as crianças, jovens, se sentirem bem com elas próprias, tomarão bem conta de si e quando tiverem grandes escolhas a fazer, saberão como fazê-las e aprenderão a dizer não ao que for prejudicial.” (Ló, 1998)

Objectivos a atingir neste módulo: 1. Definir auto-estima de forma breve, clara e simples e salientar a sua importância no estabelecimento de relações interpessoais saudáveis.

2. Debater algumas formas de promover e diminuir a auto-estima.

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Afectividade Auto-estima

FICHA DE ACTIVIDADE: A PRESSEPORTE Objectivos: •

Dar aos alunos a oportunidade de aprender quais as qualidades que os outros vêem neles.

Duração:

Recursos: •

Ficha: PRESSEPORTE (Anexo da ficha de actividade A) •

Alfinetes (dama)

Almofada de tinta de carimbo.

Passo a passo: •

Dar um presseporte a cada aluno.

Fazer grupos de dois alunos.

Pedir a cada aluno que preencha os dados pessoais no presseporte do seu colega.

O “dono” do presseporte assina e coloca a impressão digital.

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ANEXO DA ACTIVIDADE: A

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FICHA DE ACTIVIDADE: B “Sou especial porque...” Objectivos: •

Incentivar a análise das características próprias

Promover a auto-estima

Duração:

Recursos: •

Ficha: “Sou especial porque.” Anexo da actividade B

Passo a passo: •

As crianças devem escrever na ficha algo de especial, único ou diferente sobre si próprias.

Devem partilhar o que escreveram, em pequenos grupos ou em pares, e memorizar o que cada um disse.

Se optar por juntar as crianças em pares, devem descobrir no outro características especiais, únicas ou diferentes, e depois devem comunicálas ao grande grupo.

Fonte: Dossier Prevenir a Brincar: pág. 95, actividade 9.

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Afectividade Auto-estima

ANEXO DA ACTIVIDADE: B

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Afectividade Auto-estima

FICHA DE ACTIVIDADE: C “Auto-estima” Objectivos: •

Desdobrar o conceito de auto-estima

Duração:

Recursos: •

Quadro de parede

Passo a passo: •

Escrever no quadro a seguinte definição e analisar com as crianças o que cada frase quer dizer.

Auto-estima é: 1. Saber que se é especial, diferente e sentir-se feliz por isso. 2. Reconhecer os seus pontos fortes e fracos, sucessos e fracassos, e aceitá-los ou mudá-los, se assim se desejar. 3. Respeitar os outros. 4. Ser responsável pelas suas acções e sentimentos. 5.

Receber dos pares estímulos e mensagens positivas.

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Fonte: Dossier Prevenir a Brincar: pág. 101, actividade 8.

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FICHA DE ACTIVIDADE: D “O jogo da auto-estima” Objectivos: •

Ensinar aos jovens o que é a auto-estima e que coisas a afectam.

Duração:

Recursos: •

Folhas de papel (todas do mesmo tamanho), uma para cada aluno.

Ficha: Pontos de discussão Anexo da actividade D

Passo a passo: 1. Pergunte ao grupo se alguém sabe o que significa auto-estima. Se ninguém souber, explique-lhes que a auto-estima é a forma como uma pessoa se sente em relação a si mesma, e que a auto-estima está estreitamente relacionada com a nossa família e o nosso meio ambiente. Explique-lhes que todos os dias enfrentamos coisas e acontecimentos que afectam a forma como nos sentimos em relação a nós mesmos. Por exemplo, se nos zangamos com os nossos pais, ou se um amigo nos critica, isso pode afectar a nossa auto-estima. 2. Entregue uma folha de papel a cada participante, explicando-lhe que representa a sua auto-estima. Explique-lhes que vai ler uma lista de acontecimentos que podem ocorrer durante o dia e que afectam a nossa autoestima.

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3. Diga-lhes que de cada vez que ler uma frase, eles devem arrancar um pedaço da folha, e que o tamanho do pedaço que tirarem significa mais ou menos a proporção de auto-estima que o acontecimento afectaria. Dê-lhes um exemplo depois de ler a primeira frase, retirando um bocado da sua folha e dizendo “isto afecta-me muito” ou “isto não me afecta muito”. (Continua v.f.p.f) Rua Anselmo Braancamp, 144

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Afectividade Auto-estima

“O jogo da auto-estima” (continuação) Passo a passo: 4. Leia as frases que considere apropriadas da seguinte lista, ou faça as suas próprias frases. 5. Depois de ter lido todas as frases que afectam a auto-estima, explique aos alunos que agora vão recuperar a auto-estima. Diga-lhes para reconstruírem a autoestima por pedaços, da mesma maneira que a “tiraram”.

Fonte: Educación Sexual de Adolescentes y Jóvenes: pág. 62-64.

Nota importante: Certifique-se de ter pelo menos a mesma quantidade de frases para recuperar a autoestima e para “tirá-la”. Acrescente pormenores às frases ou invente novas frases, que reflictam o mais fielmente possível as situações que acontecem aos jovens da sua comunidade. (Continua v.f.p.f.)

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ANEXO DA ACTIVIDADE: D Diminuir a auto-estima Imagina que, na última semana, te aconteceu o seguinte: 1. Uma zanga com um amigo(a) que ainda não tenha terminado. 2. Um professor zangou-se contigo porque não fizeste os trabalhos de casa. 3. Um grupo de amigos chegados não te convidou para uma festa. 4. Um dos teus pais zangou-se contigo ou chamou-te “malcriado/a”. 5. Um amigo/a revelou a outra pessoa um segredo que lhe disseste em confidência. 4. Um grupo de amigos gozou com o teu penteado ou com a tua roupa. 5. Tiveste má nota num teste ou num trabalho. 6. A tua equipa de futebol favorita perdeu um jogo importante. 7. Um/a rapaz/rapariga de quem gostas rejeitou um convite para sair contigo. 8. Foste dos últimos alunos a ser escolhidos para as equipas na aula de Educação Física.

Aumentar a auto-estima Imagina que, na última semana, te aconteceu o seguinte: 1. Algum colega de escola pediu-te conselhos sobre um assunto delicado. 2. Um/a rapaz/rapariga de quem gostas convidou-te para sair. 3. A tua mãe ou o teu pai disseram-te que gostam muito de ti. 4. Tiveste boa nota num teste ou num trabalho. 5. Um/a rapaz/rapariga aceitou o teu convite para sair. 6. A tua equipa de futebol favorita ganhou um jogo importante.

87

7. Os teus colegas de turma elegeram-te como delegado. 8. Ganhaste um prémio atribuído pela tua escola. 9. O/a rapaz/rapariga de quem gostas mandou-te uma carta/bilhete de amor. Todos os teus amigos disseram que adoram a tua roupa ou penteado. NB: os professores podem acrescentar livremente mais frases, com atenção ao facto de que devem ser em mesmo número (as de “diminuir” e as de “recuperar”).

(Continua v.f.p.f) Rua Anselmo Braancamp, 144

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ANEXO DA ACTIVIDADE: D (Continuação) Pontos de discussão 1. Todos recuperaram a auto-estima? 2. Qual foi o acontecimento que mais afectou a auto-estima? Porquê? 3. Qual foi o acontecimento que menos afectou a auto-estima? 4. Qual foi o acontecimento mais importante para recuperar a auto-estima? 5. O que podemos fazer para defender a nossa auto-estima quando nos sentimos atacados? 6. O que podemos fazer para ajudar os nossos amigos e familiares quando a sua autoestima está em baixo? Acrescente alguns pontos de discussão para as perguntas que incluir.

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FICHA DE ACTIVIDADE: E “Uma entrevista sobre mim” Objectivos: •

Dar aos alunos a oportunidade de aprender quais as qualidades que os outros vêem neles.

Duração:

Recursos:

Entrevista:: 2-3 dias Discussão em grupo:

Ficha: Entrevista sobre mim Anexo da actividade E

Passo a passo: 1. Introduza esta actividade dizendo ao grupo que algumas vezes as outras pessoas reconhecem as nossas qualidades muito melhor do que nós mesmos. 2. Distribua a folha de trabalho e peça aos alunos que escrevam o seu nome no centro da folha e preencham o espaço que diz “Eu mesmo”, escrevendo três coisas que gostem de si mesmos. 3. Depois, diga-lhes que a sua tarefa é escolher quatro espaços da ficha e “entrevistar” a pessoa descrita em cada espaço. Durante a entrevista, os alunos devem formular a pergunta “Quais são as três coisas de que gostas em mim?” e

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registar as respostas no espaço apropriado. 4. Certifique-se que determina uma data e um tempo limite para a realização da entrevista e determine tempo para discutir esta actividade na sua próxima sessão, usando os seguintes tópicos de discussão.

5. Comentem os pontos de discussão na próxima sessão. Continua v.f.p.f

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Pontos de discussão 1. O que sentes ao saber o que é que as pessoas gostam em ti? 2. Descobriste ou apercebeste-te de algumas qualidades que não sabias que tinhas? 1. Ficaste zangado/a se ninguém mencionou uma qualidade que consideravas importante? Como podes consciencializar as pessoas sobre essa qualidade? 2. Mais de uma pessoa mencionou a mesma qualidade sobre ti? 3. Dizes às pessoas que te rodeiam o que gostas delas? Fonte: Educación Sexual de Adolescentes y Jóvenes: pág. 67-68.

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Afectividade Auto-estima

ANEXO DA ACTIVIDADE: E No espaço que “Eu mesmo”, menciona três coisas de que gostes em ti mesmo. Depois, entrevista 4 das restantes pessoas da ficha e pede-lhes que te digam três coisas de que gostem em ti como pessoa. Escreve essas respostas nos espaços apropriados. Depois, entrevista 4 das restantes pessoas da ficha e pede-lhes que te digam três coisas de que gostem em ti como pessoa. Escreve essas respostas nos espaços apropriados.

Eu mesmo 1. ________________ 2. ________________ 3. ________________

Um dos teus pais ou tutores 1. ________________ 2. ________________ 3. ________________

Um irmão ou irmã 1. ________________ 2. ________________ 3. ________________

Um(a) adulto(a) 1. ________________ 2. ________________ 3. ________________

___________________ (nome)

Um(a) professor(a) 1. ________________ 2. ________________ 3. ________________

Um(a) vizinho(a) 1. ________________ 2. ________________ 3. ________________

Um amigo 1. ________________ 2. ________________ 3. ________________

Uma amiga 1. ________________ 2. ________________ 3. ________________

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Afectividade Auto-estima

FICHA DE ACTIVIDADE: F “A árvore da minha auto-estima” Objectivos: •

Reflectir sobre as próprias qualidades e os seus frutos.

Duração:

Recursos: •

Ficha: “A árvore da minha auto-estima” Anexo da actividade F

Passo a passo: •

Atribuir uma ficha: “A árvore da minha auto-estima” a cada a aluno.

Pedir aos alunos que escrevam nos rectângulos (raízes) da árvore as suas qualidades e nos círculos (frutos) os resultados favoráveis que as suas qualidades os fizeram alcançar.

Cada aluno apresenta a sua árvore à turma.

Fonte: “Educação Sexual em Meio Escolar” (2003). Material de apoio à Formação. Sub-Região do Saúde do Porto.

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Afectividade Auto-estima

ANEXO DA ACTIVIDADE: F

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Afectividade Auto-estima

BIBLIOGRAFIA

Ló, A. C. (1998). Prevenir a Brincar. Projecto VIDA. Lopez Sanchez, F. (1995). Educación sexual de adolescentes y jóvenes. Madrid: Siglo Veintiuno de España Editores, S.A.

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Afectividade Sexualidade e Puberdade

Introdução teórica: O conceito de sexualidade é um conceito bastante amplo que não se resume ao sexo ou à reprodução mas tem que ver com sentimentos, prazer, comunicação interpessoal, amor, atracção e todo um misto de emoções que se vão aprendendo e fazem parte integrante da vida de cada um de nós. “A puberdade é uma fase de transformações físicas, psicológicas e psicoafectivas que o jovem poderá ter alguma dificuldade em entender e aceitar. O medo de ser diferente dos outros é algo que começa a estar presente e que deve ser levado em conta no tratamento deste tema, salientando-se o facto de cada indivíduo ter o seu próprio ritmo de crescimento” (Frade, Marques, Alverca & Vilar, 2006).

Objectivos a atingir neste módulo: •

Definir o conceito de sexualidade;

Compreender/entender a sexualidade no seu sentido mais amplo;

Adquirir conhecimentos fidedignos sobre o funcionamento e as transformações do corpo feminino e masculino na puberdade.

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Afectividade Sexualidade e Puberdade

FICHA DE ACTIVIDADE: A “Sexualidade é….” Objectivos: • Definir o conceito de sexualidade humana; • Promover o conceito de sexualidade humana nas várias dimensões. Duração:

Recursos: • Esferográficas (1 por aluno) • Fita-cola • Quadro • Rectângulos de papel (3 por aluno)

Passo a passo: •

Entregar a cada participante 3 rectângulos de papel e uma caneta;

Pedir para que escrevam de imediato uma palavra (em letras grandes) em cada rectângulo de papel, após ouvirem a palavra que lhes é proposta;

A palavra proposta é SEXUALIDADE;

Recolher todos os rectângulos de papel preenchidos;

Agrupar de uma forma aleatória todos os rectângulos escritos na parede ou no quadro;

Reorganizar as diferentes palavras de acordo com a sua ligação, interligação, construindo de forma lógica e coerente o conceito de sexualidade.

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Afectividade Sexualidade e Puberdade

FICHA DE ACTIVIDADE: B “Microfone mágico” Objectivos: • Definir e interiorizar o conceito de sexualidade humana nas várias dimensões. Duração:

Recursos: • Microfone mágico (um objecto que simule o microfone)

Passo a passo: •

Dispor o grupo de participantes em “U”;

Faz-se passar por todos os participantes, de forma aleatória, o microfone. Quem tiver o microfone na mão terá que responder. A) A sexualidade é… B) A sexualidade serve para… C) As pessoas têm sexualidade para… D) A sexualidade aparece… e acaba quando… E) Pode existir sexualidade entre… F) O que mais gostaria de saber sobre sexualidade é…

O dinamizador moderando as intervenções e aproveitando todos os contributos para uma definição abrangente de sexualidade humana.

Fonte: Programa HARIMAGUADA. Dirección General de Promoción Educativa. Consejería de Educación, Cultura y Deportes del Gobierno Canario.

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Afectividade Sexualidade e Puberdade

FICHA DE ACTIVIDADE: C “Linguagem do corpo” Objectivos: •

Identificar os vários nomes possíveis para a mesma parte do corpo;

Analisar e desmistificar os termos vulgares associados às diferentes partes do corpo;

Diminuir o desconforto associado à linguagem popular relacionada com a sexualidade.

Uniformizar e adoptar a terminologia sexual adequada.

Duração:

Recursos: •

Várias mesas com: −

Vários recipientes (sacos ou caixas de papelão), cada um deles etiquetado com uma parte do corpo;

Folhas de papel.

Passo a passo: •

Dispor as mesas da sala de aula em forma de circuito, para que os participantes possam percorrer todas as mesas; colocar em cima de cada mesa os recipientes;

Solicitar a cada participante que escreva nas folhas de papel soltas outra palavra (em linguagem de rua ou de calão) para denominar a parte do

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corpo escrita em cada recipiente; •

Amachucar o papel e introduzi-lo no recipiente;

O circuito termina quando todos os participantes passarem por todos os recipientes/partes do corpo.

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Afectividade Sexualidade e Puberdade

FICHA DE ACTIVIDADE: D “Eva

e Adão”

Objectivos: •

Demonstrar que o valor de cada parte do corpo humano na sexualidade varia entre as pessoas.

Duração:

Recursos: •

Cartolinas ou Papel de Cenário

Ficha: Adão e Eva (Legendas) Anexo da Actividade D

Passo a passo: •

Formar vários grupos de participantes de forma aleatória;

Se dispuser de papel de cenário: − Pedir a um aluno e a uma aluno que se deitem em cima do papel e os colegas fazem o contorno do seu corpo com marcador fazendo assim uma silhueta feminina e uma silhueta masculina (Eva e Adão). Pedir aos grupos de trabalho que relacionem os dois corpos com dois mapas de duas cidades;

Se dispuser de cartolinas: − Pedir aos alunos que desenhem em grupo o corpo de uma mulher e o corpo de um homem;

Solicitar que atribuam uma função na “cidade” a cada parte do corpo, usando os

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símbolos contidos nas legendas e outros escolhidos por eles; •

Tentar relacionar com o tema “Somos seres sexuados”;

Expor o trabalho de cada grupo à totalidade dos participantes e reflectir sobre o tema.

Fonte: “Educação Sexual em Meio Escolar” (2003). Material de apoio à Formação. Sub-Região do Saúde do Porto.

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Afectividade Sexualidade e Puberdade

ANEXO DA ACTIVIDADE: D

Outros: (Acrescentar pelos alunos)

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FICHA DE ACTIVIDADE: E “Álbum fotográfico” Objectivos: •

Explorar ad diferenças existentes no desenvolvimento corporal dos rapazes e raparigas

Duração:

Recursos: •

Álbum ou dossier.

Fotografias dos alunos em várias idades.

Passo a passo: • Na sessão anterior, solicitar aos alunos que tragam de casa fotografias de quando eram bebés, de quando tinham dois anos, cinco anos, … até à actualidade. Também poderão trazer as fotografias dos pais nas várias idades. • Comentar, entre todos, as alterações que se notam de umas fotografias para outras, as semelhanças, … • Trabalhar conceitos como: “maior”, “mais pequeno que “...

101

• Criar o álbum da turma, recolhendo as diferenças entre sexos e entre idades. Fonte: Programa HARIMAGUADA. Educación Afectivo-Sexual en la Educación Primaria: actividad 12.

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Afectividade Sexualidade e Puberdade

FICHA DE ACTIVIDADE: F “Carrossel de perguntas” Objectivos: • Esclarecer dúvidas comuns inerentes à sexualidade humana; Duração:

Recursos: • •

1 Saco; Folhas de papel.

Passo a passo: 1. Os participantes escrevem numa pequena folha de papel (em letra de imprensa), uma pergunta a que se sentissem embaraçados a responder. 2. O dinamizador recolhe as questões devidamente dobradas e coloca-as dentro do saco; 3. Formam-se duas filas: ficando os participantes frente a frente sentados em cadeiras; Nota: As cadeiras também podem ser dispostas em dois círculos: um interior com os assentos virados para fora e outro exterior com os assentos virados para dentro.

4. Define-se que uma fila será a “equipa das perguntas” e outra a “equipa das respostas”; 5. O dinamizador dá instruções para que a equipa das perguntas retire uma pergunta do saco e leia sem mostrar a ninguém;

102 Continua v.f.p.f.

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Afectividade Sexualidade e Puberdade

Carrossel de perguntas” Passo a passo: 6. Em seguida cada elemento da equipa das perguntas faz a pergunta ao elemento da outra equipa que está sentado à sua frente em voz baixa a que este responde da mesma forma; 7. O dinamizador dá pouco tempo para o diálogo. Passado esse tempo faz um sinal (ex. bate as palmas, emite um som, …) e os participantes que dão as respostas levantam-se e sentam-se na cadeira à sua direita, levantando-se todos em simultâneo; 8. A seguir os elementos da equipa das perguntas (que se mantém sentados) repetem a mesma pergunta a um novo participante. O dinamizador volta a fazer sinal para trocarem de posição; 9. Este processo repete-se sucessivamente até que todos os elementos da equipa das respostas respondam a todas as perguntas; 10. Trocam-se posições nos dois grupos. Os participantes que estiveram a responder passam a fazer perguntas, e vice-versa. 11. Forma-se um círculo o dinamizador convida cada participante a falar sobre a pergunta que lhe “tocou” e as várias respostas que recebeu. 12. Em seguida todos falam das dificuldades que sentidas ao ter que responder às perguntas.

103

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Afectividade Sexualidade e Puberdade

OUTRAS ACTIVIDADES… Actividade Corpo Masculino/Corpo Feminino

Pág.

Livro/cd*

Autor

Editora

37

Educação Sexual na Escola: Guia para Professores, Formadores e Educadores

Frade et al

Texto Editora

37-38

Educação Sexual na Escola: Guia para Professores, Formadores e Educadores

Frade et al

Texto Editora

40

Educação Sexual na Escola: Guia para Professores, Formadores e Educadores

Frade et al

Texto Editora

A puberdade

40-41

Educação Sexual na Escola: Guia para Professores, Formadores e Educadores

Frade et al

Texto Editora

Esta nova imagem de ti próprio nem sempre te alegra e buscas o teu visual

30-32

A minha sexualidade dos 9 aos 13 anos

Robert, J.

Porto Editora.

Que outro nome tem…?

O que eu era/ O que sou agora

--

CD “Saúde na Escola”.

Quero conhecer-me

Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida.

* O(s) materiai(s) indicado(s) foram disponibilizados pelo PRESSE.

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Afectividade Sexualidade e Puberdade

BIBLIOGRAFIA

CD Saúde na Escola. Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida. Frade, A., Marques, A. M., Vilar, D. (2006). Educação Sexual na Escola – Guia para Professores, Formadores e Educadores. Lisboa: Texto Editores. Robert, J. (2006). A minha sexualidade – dos 9 aos 13 anos. Porto: Porto Editora.

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Afectividade Reprodução Humana

Introdução teórica: A riqueza de significados da sexualidade humana engloba naturalmente o conceito de reprodução, mas não se limita a este aspecto, embora seja fundamental o seu conhecimento (Dias, Ramalhete, Marques, Seabra, & Antunes, 2002). Para que haja reprodução humana é necessário que se processe a fecundação do óvulo com o espermatozóide, ou seja, a união das células sexuais feminina e masculina. O conhecimento dos aparelhos reprodutores, feminino e masculino, e em particular das diversas fases do ciclo menstrual na mulher, permite compreender o processo de fecundidade.

Objectivos a atingir neste módulo: • Conhecer o aparelho reprodutor masculino; • Conhecer o aparelho reprodutor feminino; • Compreender a fisiologia do ciclo menstrual.

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Afectividade Reprodução Humana

FICHA DE ACTIVIDADE: A “Jogo das Aventuras do Óvulo, do Espermatozóide e do Futuro Bebé” Objectivos: •

Compreender o processo da fecundação na espécie humana;

Compreender o funcionamento dos aparelhos reprodutores masculino e feminino nomeadamente os conceitos de ovulação, ciclo ovulatório, menstruação, ejaculação, fecundação, gravidez e parto.

Duração: • Depende do tempo que o professor desejar dedicar à aquisição de conhecimentos e à realização do jogo.

• É possível jogar só a primeira parte (até abrir a Porta do Caminho para Nascer) e prosseguir com a segunda parte noutro dia.

Recursos: •

Ficha: “Jogo das Aventuras do Óvulo, do Espermatozóide e do Futuro Bebé” (Reprodução em cartolina) Anexo da ficha de actividade A

Ficha Regras e provas: Anexo da ficha de actividade A (Continuação)

Um dado apenas com os algarismos 1, 2 e 3 (duas faces com cada um destes três algarismos);

Seis peças representando espermatozóides, seis peças representando óvulos, duas peças representando um futuro bebé do sexo masculino e duas peças representando um futuro bebé do sexo feminino*.

Cartões com registo das provas referentes a cada casa do percurso;

Uma ou duas bolas, duas mantas, duas vendas para os olhos, uma dezena de sacos grandes de serapilheira e uma caixa grande de cartão ou uma arca (onde caibam uma ou duas crianças);

Objectos facultativos: uma baliza, um cesto de basquetebol, dois pequenos sinos ou campainhas, roupas para teatro.

Continua v.p.p.f.

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Afectividade Reprodução Humana

Passo a passo: •

Trata-se de um jogo para duas equipas e com duas partes distintas.

Cada equipa tem a dimensão que se quiser, mas o número de membros não deve ser inferior a quatro.

Na primeira parte do jogo, uma das equipas é responsável pelo movimento do óvulo ao longo do percurso A (ver figura – anexo XI) e a outra equipa é responsável pelo movimento do espermatozóide ao longo do percurso B.

Ambos os percursos têm nove casas e terminam no Ponto de Encontro (casa 10), o qual tem duas portas: a Porta da Menstruação e a Porta do Caminho para Nascer.

Quando o óvulo atinge o Ponto de Encontro (casa 10), mas não se encontra com o espermatozóide, sai pela porta da menstruação e a respectiva equipa poderá reiniciar o percurso A, usando outro óvulo. O mesmo acontece com o espermatozóide quando não se encontra com o óvulo no Ponto de Encontro (casa 10). Sairá, portanto, pela Porta da Menstruação, será substituído por outro espermatozóide e reiniciará o percurso B.

Quando o óvulo e o espermatozóide se encontram no Ponto de Encontro, abrem juntos a Porta do Caminho para Nascer e começa a segunda parte do jogo. Então, deixa de haver duas equipas e passa a haver apenas uma equipa, formada pelos membros das duas anteriores. Esta equipa única é a responsável pelo movimento do Futuro Bebé (ou, porque não, de dois futuros bebés gémeos) ao longo do Caminho para Nascer, que tem também 9 casas. Os movimentos do óvulo, do espermatozóide e do futuro bebé vão ser determinados pelo lançamento do dado (duas faces com o algarismo 1, duas com o 2 e duas com o 3) e pelos resultados das provas que as equipas vão fazendo.

* Estas peças só são necessárias se o jogo for construído em tamanho pequeno e não possam, portanto, ser as próprias crianças a representar o espermatozóide, óvulo e o futuro bebé.

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1ª Parte Cada uma das equipas poderá ter de prestar determinadas provas, conforme se refere mais à frente (ver regras e provas). O objectivo desta primeira parte é que o espermatozóide e o óvulo cheguem ao Ponto de Encontro (casa 10) e se encontrem, pois só dessa forma poderão abrir a Porta do Caminho para Nascer. No entanto, este encontro pode não acontecer por duas razões: a) Uma das equipas pode estar na casa 8 e o dado marcar o algarismo 3 ou estar na casa 9 e o dado marcar o algarismo 2 ou 3 (na casa 9, a equipa tem o direito de fazer duas tentativas para tentar que saia o nº 1). Quando acontecer que o espermatozóide ou o óvulo não acertem na casa 10, então saem pela Porta da Menstruação e as respectivas equipas poderão retomar o jogo desde o início, à procura de atingir o Ponto de Encontro (casa 10). b) Uma equipa pode ter chegado ao Ponto de Encontro mas a outra equipa não chegar lá na jogada seguinte. Então, ainda tem o direito de ficar ali e esperar por mais uma jogada da outra equipa. Mas, se esta continuar a não atingir a casa 10 nessa jogada, o óvulo ou o espermatozóide que ali estava terá de sair pela Porta da Menstruação e a equipa deverá voltar ao início do jogo, retornando a fase inicial de progressão, com o objectivo de se realizar o encontro do óvulo e do espermatozóide no Ponto de Encontro. Nota: Cada vez que o óvulo ou o espermatozóide saem pela Porta da Menstruação e a equipa retoma o jogo do início, deve recorrer a um óvulo ou espermatozóide diferente, para simbolizar que o jogo foi retomado noutro momento com um novo ciclo ovulatório e uma nova entrada de espermatozóides no aparelho reprodutor feminino.

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2ª Parte Quando o óvulo e o espermatozóide se encontram na casa 10 e após realizada com êxito a Porta do Encontro (ver regras e provas), deixa de haver duas equipas separadas e passa a haver apenas uma equipa onde todos cooperam para chegarem ao fim do caminho. O objectivo final do jogo é, portanto, o nascimento do bebé.

Fonte: Educação Sexual no 1º Ciclo. Um Guia para Professores e Formadores: pág. 73-82, actividade 8.

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ANEXO DA ACTIVIDADE: A

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ANEXO DA ACTIVIDADE: A (Continuação) Regras e Provas Nota Introdutória: Uma das vertentes importantes deste jogo é a criatividade, o que também se aplica às próprias regras e provas nele incluídas. Consoante as características do grupo que participa no jogo, e à medida que os seus conhecimentos evoluem e que certas provas começam a correr o risco de se tornarem desinteressantes pela sua repetição e pelo grau de conhecimentos já adquiridos, poderão ser introduzidas novas provas mais adequadas a cada situação e ao sabor da própria criatividade do animador. Assim, o que a seguir apresentamos é assumido, sobretudo, como ponto de partida, aberto a reformulações. É por esta razão que propomos que as provas sejam redigidas em cartões – um cartão para cada casa – podendo assim fazer-se sucessivas substituições dos cartões iniciais, conforme se for considerando mais adequado. Em relação às casas que não têm provas com jogos especiais, a tarefa proposta nos cartões é apenas a de identificar e descrever a localização do óvulo, do espermatozóide ou do futuro bebé, com apoio dos quadros respectivos. Quando se verificar que os conhecimentos necessários a estas localizações já estão adquiridos, poderão ser criados cartões alternativos com perguntas para avaliação de outros conhecimentos, que podem ser colocadas a todo o grupo, ou a um dos elementos, por forma sorteada ou rotativa. Por fim, chama-se a atenção para o facto de se ter procurado escolher provas acessíveis sem materiais muito complexos, mas que têm algo a ver com a localização da casa onde estão o óvulo, o espermatozóide ou o futuro bebé. Outras provas podem ser concebidas com a mesma perspectiva consoante a imaginação dos autores e os recursos que disponham.

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Regras: 1. Na primeira parte do jogo, cada equipa lança o dado alternadamente. Sorteia-se a equipa que faz o primeiro lançamento. Na segunda parte do jogo, as duas equipas iniciais formam uma única equipa. 2. Após o lançamento do dado, a equipa vai ver o conteúdo do cartão correspondente à marca onde ficou e realiza a respectiva prova. 3. Se após a realização da prova, saltar ou recuar para outra casa, não realiza a prova que corresponde a essa casa. CARTÕES PARA O PERCURSO A Nº 1 – Jogo da roda cada vez mais larga Num dos ovários, há um óvulo que começa a amadurecer e fica cada vez maior. Para representar esse fenómeno, a equipa deve fazer uma roda que começa só com duas pessoas e onde vai entrando mais uma pessoa de cada vez, ao ritmo de uma cantiga, ficando a roda cada vez maior. Objectivo realizado: Salta para a casa nº 3 Objectivo não realizado: Fica na casa nº 1 Nº 4 – Jogo de penalty O óvulo vai ser atirado do ovário para a trompa. É preciso pontaria como para marcar um golo. Para representar este fenómeno, a equipa escolhe um dos seus membros para marcar um penalty – dar um pontapé numa bola, atirando-a para dentro de uma baliza (ou de um espaço que “faça de conta” que é a baliza). Consoante o grau de dificuldade, pode haver entre uma e três tentativas.

113 Objectivo realizado: Salta para a casa nº 6. Objectivo não realizado: Fica na casa nº 4.

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CARTÕES PARA O PERCURSO A (continuação) Nº 7 – Jogo do Dão Badalão O óvulo não tem mobilidade própria. Vai avançando lentamente pela trompa, empurrado pelas contracções ondulantes das paredes da própria trompa. Para representar isto, uma das crianças deita-se no chão, em cima de uma manta. As outras crianças e o professor pegam na manta, levantam-na um pouco e afastam a manta de forma suave, ondulante, fazendo a criança nela deitada rebolar um pouco, mas sem movimentos bruscos que lhe provoquem susto. A criança deve fechar os olhos e sentir-se bem, embalada pelos movimentos.

Objectivo realizado: Salta para a casa nº 9. Objectivo não realizado: Fica na casa nº 7.

Nº 2, nº 3, nº 5, nº 6, nº 8, nº 9 A equipa tem de identificar qual é a sua posição, apontando-a no respectivo quadro e explicar o que está a acontecer.

CARTÕES PARA O PERCURSO B Nº 1 – Jogo do espermatozóide gigante A partir da puberdade, começa a produzir-se nos testículos milhões de espermatozóides, que parecem girinos com “cabeça e cauda”.Para os representar, a equipa é desafiada a encenar uma figura feita em conjunto por todos os seus membros, formando alguns a cabeça e os outros a cauda usando duas mantas (estilo de representação do “Dragão” na cultura oriental), e devendo o espermatozóide gigante ser capaz de se deslocar de maneira

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bem articulada, com movimentos ondulantes da cauda. Objectivo realizado: Salta para a casa nº 3. Objectivo não realizado: Fica na casa nº 1.

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CARTÕES PARA O PERCURSO B (continuação) Nº 4 – Jogo de andar às escuras Os espermatozóides avançam com a ajuda das suas caudas por um canal (canal deferente) que desemboca depois numa via normal (a uretra), que atravessa o pénis. Podemos imaginar que este percurso é um longo caminho feito às escuras. Para representar isto, um dos membros da equipa faz de conta que é um espermatozóide e coloca uma venda nos olhos, sendo conduzido através da voz por alguém da equipa ao longo do percurso (pode ser um corredor, por exemplo) sem chocar com obstáculos.

Objectivo realizado: Salta para a casa nº 6. Objectivo não realizado: Fica na casa nº 4. Nº 7 – Corrida de sacos Depois de percorrerem o caminho ao longo do canal deferente e da uretra, os espermatozóides saem do corpo masculino e entram na vagina, por onde seguem até à descoberta da entrada do útero e, depois, dentro do útero, terão de descobrir as entradas para as duas trompas, seguindo uma por outra à procura de encontrar o óvulo, que pode nem sequer estar lá. Para complexificar mais as coisas, há milhões de espermatozóides, mas só o primeiro a encontrar o óvulo é que tem sorte de fecundá-lo, entrando dentro dele. Para representar isto, a equipa é desafiada a fazer uma corrida de sacos (ou ao “pé coxinho”). Se for possível, o percurso da corrida poderá bifurcar-se e só num dos dois caminhos finais é que estará o óvulo (para além da rapidez, será preciso alguma sorte para acertar no caminho que leva ao óvulo).

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Objectivo realizado: Salta para a casa nº 9. Objectivo não realizado: Fica na casa nº 7.

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CARTÕES PARA O PERCURSO B (continuação) Nº 2, nº 3, nº 5, nº 6, nº 8, nº 9 A equipa tem de identificar qual é a sua posição, apontando-a no respectivo quadro, e explicar o que está a acontecer. Objectivo realizado: Fica na casa onde estava. Objectivo não realizado: Recua uma casa.

CARTÃO SOBRE O ACESSO AO PONTO DE ENCONTRO Pode-se chegar ao Ponto de Encontro (casa 10) a partir das casas nº 7, 8, 9 dos percursos A e B. No entanto, se estiver na casa 8 e o dado marcar 3, ou se estiver na casa 9 e o dado marcar 2 ou 3, é-se obrigado a sair pela Porta da Menstruação, voltando a respectiva equipa ao princípio do jogo, com um novo óvulo ou um novo espermatozóide. Chama-se ainda a atenção para a possibilidade de, a partir da casa 9, se usar o direito de recorrer a uma segunda tentativa para o lançamento do dado, caso na primeira o resultado tenha sido diferente de 1.

CARTÃO SOBRE O ACESSO AO PONTO DE ENCONTRO (casa 10) Quando uma equipa chega ao Ponto de Encontro, não realiza nenhuma prova e pode decidir se prefere esperar que a outra equipa lá chegue, aguardando que esta realize, no máximo, duas jogadas, ou pode sair de imediato pela Porta da Menstruação, para retomar o jogo, outra vez, do início. O professor poderá explicar que os espermatozóides e os óvulos conseguem manter-se vivos nas trompas entre um e três dias, à espera que possa ocorrer a fecundação. No caso de a equipa ter decidido esperar e quando se esgotam sem êxito as duas jogadas da outra equipa, terá então de sair pela Porta da Menstruação e voltar ao início do jogo. No caso de as duas equipas conseguirem juntar-se no Ponto de Encontro (casa 10) então realiza-se a:

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PROVA DO ENCONTRO Às vezes um óvulo é cercado por muitos espermatozóides, mas só há um para quem ele abre a porta da membrana que o envolve. Parece que se reconhecem um ao outro. Para representar o momento da fecundação (união do óvulo e do espermatozóide), há uma criança que representa o óvulo (membro da equipa que fez parte do percurso A) e outra que representa o espermatozóide (membro da equipa que fez o percurso B). Ambas as crianças ficam longe uma da outra com os olhos vendados. Se o número de crianças das duas equipas for grande, poderão fazer entre todas uma roda, delimitando o espaço onde o óvulo e o espermatozóide vão procurar-se um ao outro. Se houver duas pequenas campainhas, o óvulo e o espermatozóide poderão usá-las para se orientarem na procura. Também poderão usar a própria voz. A prova acaba quando se tocarem e reconhecerem. A seguir, lançam ambos um dado, que corresponde a ter-se aberto a Porta do Caminho para Nascer e ao início desse caminho. CARTÕES PARA O PERCURSO C Nº 1 – Jogo da bola ao cesto Logo que o óvulo e o espermatozóide se juntam, a célula resultante da união entre os dois começa a dividir-se em 2, 4, 8, 16 e por aí adiante, enquanto continua a viagem pela trompa. Assim, quando chega ao útero, o futuro bebé já tem tamanho que se veja e precisa agora de fazer ninho, onde vai ter o alimento de que necessita para crescer cada vez mais. Para representar a nidação, faz-se a prova da bola ao cesto. O conjunto de crianças, que agora forma uma única equipa, responsável pelo movimento do futuro bebé, escolhe 5 de entre elas. Cada uma faz um lançamento de bola ao cesto (pode ser uma bola de ténis para um cesto de papeis ou uma de basquetebol para um cesto próprio). Para que o objectivo seja realizado, é preciso que haja, pelo menos, três tentativas conseguidas. Objectivo realizado: Salta para a casa nº 3. Objectivo não realizado: Fica na casa nº 1.

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CARTÕES PARA O PERCURSO C (continuação) Nº 4 – Jogo dos sons Durante cerca de nove meses, o futuro bebé vai-se desenvolvendo dentro do útero. Aos poucos, começa a mexer as mãos, a dar pontapés e a virar-se para um lado ou para outro. Também gosta de sentir, de vez em quando, as paredes do útero a fazer-lhe festinhas em todo o corpo, e percebe quando a mãe está quietinha ou quando vai a andar ou está a comer. Abre os olhos mas não vê nada, porque está tudo muito escuro, mas consegue ouvir a voz da mãe e do pai, quando fala perto, e muitos sons à sua volta. Assim vai aprendendo a reconhecer aqueles que são mais habituais. Para dramatizar esta cena, uma criança que representa o futuro bebé fica de olhos vendados, dentro de uma grande caixa de cartão (ou de uma arca) e o resto da equipa vai produzir 5 sons ou ruídos diferentes, estando realizado o objectivo se a criança identificar pelo menos 3. Um dos sons deve ser o de uma voz de outra das crianças, outro deve ser o de um instrumento musical e os outros serão criados livremente pela equipa. Pode aproveitar-se este momento para outras experiências relacionadas com a vivência do futuro bebé no útero: fazer uma festinha na cabeça, andar com a caixa de um lado para o outro, etc. Objectivo realizado: Salta para a casa nº 6. Objectivo não realizado: Fica na casa nº 4. Nº 2 e 3 O futuro bebé chegou ao seu ninho. A equipa deve identificar o percurso que o futuro bebé realizou desde o ponto de encontro (fecundação) até ao ninho (nidação), apontando-o no quadro esquemático do aparelho reprodutor feminino, e dizer o que sucedeu ao futuro bebé ao longo deste caminho. Objectivo realizado: Fica na mesma posição. Objectivo não realizado: Recua uma casa.

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CARTÕES PARA O PERCURSO C (continuação) Nº 5 e 6 O futuro bebé está a desenvolver-se dentro do útero da mãe. A equipa deve identificar no quadro do aparelho reprodutor feminino onde é que isto acontece e falar das capacidades que o futuro bebé vai adquirindo.

Objectivo realizado: Fica na mesma posição. Objectivo não realizado: Recua uma casa.

Nº 7, 8 e 9 – Jogo do nascer Agora chegou o momento de o bebé nascer. O útero abre-se em baixo, a vagina alarga-se, a mãe faz força e o bebé percorre um corredor estreito até sair do corpo da mãe. Para representar o parto, um dos membros da equipa que faz de “futuro bebé”, atravessa rastejando e de olhos fechados um corredor formado pelas pernas abertas dos outros membros da equipa. Só deve abrir os olhos quando chega ao fundo deste “túnel”.

Mas como o Jogo das Aventuras do Óvulo, do Espermatozóide e do Futuro Bebé acaba com esta prova, todas as crianças podem também fazer o percurso do bebé a nascer. Assim, quando o primeiro faz o percurso e chega ao fim, levanta-se e coloca-se à frente da fila do grupo, de pernas abertas, enquanto o última da fila começa por sua vez a rastejar de olhos fechados e assim sucessivamente até todos terem “nascido”.

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FICHA DE ACTIVIDADE: B “Aparelhos reprodutores” Objectivos: •

Conhecer os aparelhos reprodutores masculino e feminino.

Duração:

Recursos: •

Ficha: Aparelhos reprodutores Anexo da actividade B

Passo a passo: •

Distribuir aos alunos um diagrama dos órgãos genitais externos e internos do homem e da mulher para que façam a sua legenda.

Seguidamente, projectar um acetato legendado para que possam confrontar as suas respostas e eventualmente emendar ou completar alguma delas.

Fonte: Imagens: http://www.netexplica.com

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ANEXO DA ACTIVIDADE: B Aparelho reprodutor feminino

Legenda: 1. ________________________ 2. ________________________ 3. ________________________ 4. ________________________ 5. ________________________ 6. ________________________

7. ________________________ 8. ________________________ 9. ________________________ 10. ________________________ 11. ________________________ 12. ________________________ 13. ________________________ Continua v.p.p.f.

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ANEXO DA ACTIVIDADE: B (Continuação)

Aparelho reprodutor masculino

Legenda: 1. ________________________ 2. ________________________

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3. ________________________ 4. ________________________ 5. ________________________ 6. ________________________ 7. ________________________

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ANEXO DA ACTIVIDADE: B Soluções: Aparelho Reprodutor Feminino

Legenda: 1. Pavilhão da trompa

7. Orifício urinário 8. Orifício genital

2. Ovário

9. Lábios

3. Trompa

10. Coluna vertebral

4. Útero

11. Bexiga

5. Colo do útero

12. Intestino

6. Vagina

13. Ânus

Soluções: Aparelho Reprodutor Masculino

Legenda: 1. Canal deferente 2. Vesícula Seminal 3. Próstata 4. Pénis 5. Epidídimo 6. Glande 7. Prepúcio

8. Orifício Genital 9. Bexiga 10. Coluna Vertebral 11. Intestino 12. Ânus 13. Uretra

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14. Testículo 15. Escroto

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Afectividade Reprodução Humana

BIBLIOGRAFIA

Dias, A., Ramalheira, C., Marques, L., Seabra, M. & Antunes, M. (2002). Educação da sexualidade no dia-a-dia da prática educativa. Braga: Edições Casa do Professor. Marques, A. M., Vilar, D., Forreta, F. (2002). Educação Sexual no 1º Ciclo – Um Guia para Professores e Formadores. Lisboa: Texto Editora.

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Afectividade Higiene Corporal

Introdução teórica: A higiene corporal faz parte integrante da saúde do indivíduo. A importância dos seus procedimentos correctos e a sua periodicidade devem constituir hábitos individuais que devem ser treinados com os alunos, em particular lavagem das mãos e escovagem dos dentes. Além disso deve ser fomentado o banho diário e a lavagem mais cuidada dos órgãos genitais.

Objectivos a atingir neste módulo: •

Compreender a importância da higiene corporal para a saúde do indivíduo: −

Identificar a importância do banho;

Identificar a importância de lavar as mãos;

Identificar a importância da escovagem dos dentes;

Conhecer a importância e a especificidade da lavagem dos órgãos genitais.

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Afectividade Higiene Corporal

FICHA DE ACTIVIDADE: A “Os meus hábitos de higiene” Objectivos: •

Reflectir sobre a importância dos hábitos de higiene pessoal.

Duração:

Recursos: •

Questionário e pontuação: “Os meus hábitos de higiene” Anexo da Actividade A

Passo a passo: •

Aplicar o questionário “Os meus hábitos de higiene” individualmente.

Atribuir a pontuação a cada aluno;

Reflectir sobre os resultados e sobre a importância da higiene pessoal para a saúde do ser humano.

Fonte: www.forma-te.pt.

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Afectividade Higiene Corporal

ANEXO DA ACTIVIDADE: A Questionário sobre a higiene pessoal 1. Tomas banho: a) Todos os dias b) Duas vezes por semana c) Uma vez por semana 2. Lavas o cabelo: a) Quando está muito sujo b) Todos os dias c) Uma a duas vezes por semana 3. Mudas de roupa interior: a) Todos os dias b) Quando está suja c) No fim-de-semana

8. Cortas as unhas: a) Todos os dias b) Sempre que estão grandes c) Regularmente, para nunca crescerem muito 9. Lavas os dentes: a) Nunca lavo b) De manhã e à noite c) De manhã, depois de comer e à noite

4. Quando vais a sanitários públicos: a) Sento-me na sanita b) Não me sento na sanita c) Protejo o tampo com papel 5. Arejas o teu quarto: a) Ao fim-de-semana b) Quando está um dia de sol c) Todos os dias 6. Lavas as mãos: a) Sempre que como b) Sempre que se justifique c) De manhã e à noite

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7. Usas desodorizante: a) Todos os dias, depois do banho b) Sempre que transpiro c) Quando sinto que estou a cheirar mal Rua Anselmo Braancamp, 144

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ANEXO DA ACTIVIDADE: A (Continuação) Resultados Soma os pontos de acordo com a tabela: Questão 1 2 3 4 5 6 7 8 9

a 2 0 2 0 1 1 2 0 0

b 1 0 1 2 1 2 0 2 1

c 0 2 0 0 2 0 0 2 2

Se obtiveste de 15 a 18 pontos… Parabéns! Tens certamente bons hábitos de higiene. Continua a proceder assim. Se obtiveste de 11 a 14 pontos… Atenção! Tens de melhorar os teus cuidados de higiene diária. Se obtiveste de 5 a 10 pontos… Cuidado! Tens poucos hábitos de higiene pessoal. Se obtiveste de 0 a 6 pontos… muito cuidado! Não tens hábitos de higiene pessoal. Tens de alterar o teu comportamento porque a tua saúde está em risco.

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FICHA DA ACTIVIDADE: B “Procedimentos para o banho” Objectivos: •

Conhecer as etapas/procedimentos que compõem o banho.

Duração:

Recursos: •

Cartões.

Passo a passo: •

Elabore cartões com fases relativas ao banho (desenhos ou frases): −

Despir

Molhar

Ensaboar (sabão/sabonete); o cartão “ensaboar” poderá ser completado com sub-cartões relativos à lavagem das diferentes partes do corpo, em particular: cabeça, tronco, membros e genitais.

Lavar (evidenciar o não uso de esponja)

Enxaguar (retirar o sabão)

Secar/limpar

Coloque os alunos em pequenos grupos para que possam discutir o tema, e chegar a uma conclusão sobre as etapas/procedimentos que compõem o banho.

Fonte: www.forma-te.pt.

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FICHA DA ACTIVIDADE: C “Procedimentos para lavar as mãos” Objectivos: •

Conhecer o procedimento correcto da lavagem das mãos;

Adoptar este procedimento no quotidiano.

Duração:

Recursos: •

Cartões com imagens do procedimento da lavagem das mãos;

Fases do procedimento da lavagem das mãos Anexo da actividade C

Passo a passo: •

Recorte os cartões;

Divida a turma em grupos e entregue a cada grupo um conjunto de cartões com a ilustração da lavagem de mãos e um conjunto de frases que descrevem cada uma das imagens para que os alunos façam a devida correspondência;

Posteriormente os alunos devem fazer a simulação do procedimento correctamente;

Pode tornar esta actividade num jogo lúdico, introduzindo tempo ou prémios para as melhores respostas;

Depois de todos os alunos conhecerem o procedimento, devem praticá-lo e promovê-lo junto da família e amigos.

Fonte: www.forma-te.pt. Imagem: www.dgs.pt

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ANEXO DA ACTIVIDADE: C (Continuação)

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ANEXO DA ACTIVIDADE: C (Continuação - Soluções)

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ANEXO DA ACTIVIDADE: C (Continuação) Fases do procedimento da lavagem das mãos

1. Lavagem da palma sobre costas 2. Lavagem de palma contra palma, com os dedos ligeiramente entrelaçados 3. Lavagem entre os dedos 4. Lavagem das unhas da mão esquerda, na palma da mão direita 5. Lavagem das unhas da mão direita, na palma da mão esquerda 6. Lavagem do polegar esquerdo 7. Lavagem do polegar direito 8. Lavagem da palma esquerda com a mão direita 133

9. Lavagem da palma direita com a mão esquerda

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BIBLIOGRAFIA

Site www.forma-te.pt – acedido a 14 de Novembro de 2008.

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Afectividade


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Introdução teórica: O VIH é adquirido durante a vida e vai provocar uma falência do sistema imunitário produzindo assim a síndrome. A Sida é, então, a Síndrome de Imunodeficiência Humana Adquirida: S: Síndrome, que significa conjunto de sinais e sintomas de uma doença; I: Imunodeficiência, refere-se ao sistema imunitário que nos protege dos microrganismos patogénicos que são os causadores de doenças e infecções; D: Deficiência, ou falha, mau funcionamento; A: Adquirida, ou desenvolvida durante a vida.

O VIH pode transmitir-se através de relações sexuais desprotegidas, partilha de objectos cortantes ou através da via peri-natal (mãe-filho). As formas de prevenção do VIH são a utilização correcta e consistente do preservativo e a não partilha de objectos cortantes (Ministério da Saúde, 1997).

Objectivos a atingir neste módulo: • Conhecer os modos de Transmissão; • Conhecer os modos de Prevenção; • Conhecer os efeitos da discriminação.

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FICHA DE ACTIVIDADE: A “Jogo do Risco” Objectivos: •

Dinamizar a discussão sobre formas de transmissão de infecção VIH-SIDA.

Duração:

Recursos: •

Jogo do Risco da Coordenação Nacional da Infecção de VIH – Sida: − 37 Cartas de actividades − 3 Cartas de risco (alto risco, baixo risco e sem risco)

Passo a passo: •

Usa-se o baralho de cartas para se discutir qual o risco de transmissão da infecção pelo VIH/sida e quais os comportamentos que cada um pode adoptar para não vir a ser infectado.

As actividades que são apresentadas em cada uma das cartas são classificadas como situações que poderão transmitir o vírus (alto ou baixo risco) ou não transmitir (sem risco).

Este jogo mostra que as vias de transmissão da infecção pelo VIH/sida estão identificadas (as relações sexuais, o sangue e de mãe para filho) e que é possível prevenir a sua propagação.

Dinâmica do jogo:

Podem ser usadas todas as cartas do baralho, ou serem seleccionadas de

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acordo com o grupo de participantes e o tempo disponível para a realização do jogo. Continua v.f.p.f

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“Jogo do Risco” (continuação) −

Formar grupos de 4 a 8 participantes.

Distribuir a cada grupo um baralho de cartas.

Cada grupo deve colocar as 3 cartas do risco do seu baralho sobre uma mesa.

Pedir aos elementos de cada grupo que discutam qual é o nível de risco da actividade apresentada em cada carta e que em seguida as vão colocando em fila junto do cartão de risco correspondente.

Quando todos os grupos terminarem, discute-se a posição de cada carta de actividade.

Um participante de cada grupo justifica perante os outros grupos a razão que levou esse grupo a colocar uma das cartas de actividade em determinada posição correcta daquela carta

Assim se vai discutindo a colocação das cartas de actividades.

É permitido, durante a discussão, mudar a posição das cartas.

Fonte: Coordenação Nacional para a infecção VIH/ Sida.

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FICHA DE ACTIVIDADE: B “Jogo do Contágio” Objectivos: •

Discutir os conceitos: risco e comportamento de risco;

Tomar consciência da facilidade de propagação das IST;

Reflectir sobre a pressão dos pares.

Duração:

Recursos: •

Canetas (1 por aluno)

Cartões para todos os alunos. Anexo da actividade B

Passo a passo: •

Sentar os alunos em círculo, em redor da sala;

Entregar a cada um dos alunos um cartão com uma indicação especifica, solicitando que a mantenha em segredo e que a sigam;

Dar início ao jogo, pedindo aos participantes que se levantem e circulem pela sala.

À medida que vão circulando pela sala, solicitam aos outros alunos, 3 assinaturas no seu cartão;

Quando todos tiverem recolhido as 3 assinaturas, sentam-se novamente.

O dinamizador pede: − Ao elemento cuja ficha está marcada com um X que se levante; Continua v.f.p.f.

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“Jogo do Contágio” (continuação) − A todos os elementos que têm a assinatura do participante X, ou que assinaram o seu cartão, que se levantem; − A todos os elementos que têm assinaturas dos que já estão em pé, ou que assinaram os seus cartões, que se levantem também. − Apenas ficaram sentados os 3 elementos com as fichas “Não siga as minhas instruções”: O P significa a utilização de preservativo. O X significa infectado por VIH/sida.

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ANEXO DA ACTIVIDADE: B

X SEGUE AS MINHAS

SEGUE AS MINHAS

INSTRUÇÕES

INSTRUÇÕES

P Não SEGUE AS MINHAS INSTRUÇÕES

SIGAS AS MINHAS INSTRUÇÕES

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FICHA DE ACTIVIDADE: C “VIH/ SIDA/IST perguntas e respostas” Objectivos: •

Adquirir conhecimentos básicos sobre o VIH/SIDA/IST

Duração:

Recursos: •

Ficha: “VIH/ SIDA/IST perguntas e respostas” Anexo da Actividade C

• Ficha: “VIH/ SIDA/IST perguntas e respostas”. • Solicitar aos alunos que leiam a banda desenhada. • Discutir com os alunos as informações/perguntas e respostas que se encontram na banda desenhada. • Esclarecer quaisquer dúvidas que ainda persistam. Fonte: Educação para a saúde na escola para prevenção da Sida e de outras DST. Actividades para os alunos: unidade 1, actividade 1. (adaptado)

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ANEXO DA ACTIVIDADE: C “VIH/ SIDA/IST perguntas e respostas”

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FICHA DE ACTIVIDADE: D “Falando de SIDA” Objectivos: •

Avaliar os conhecimentos sobre VIH/SIDA/IST

Duração:

Recursos: •

Questionário: “Falando sobre SIDA” Anexo da actividade D

Passo a passo: •

Distribuir pelos alunos um questionário: Falando de SIDA

Pedir aos alunos que preencham o questionário com Verdadeiro ou falso.

Atribuir a pontuação final aos alunos e comentar com eles o “significado desse resultado”.

Fonte: Educação para a saúde na escola para prevenção da Sida e de outras DST. Actividades para os alunos: unidade 1, actividade 2. (adaptado)

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ANEXO DA ACTIVIDADE: D 1. Responde verdadeiro ou falso colocando um círculo à volta de F ou V; 2. Quando o teu professor der as respostas correctas, coloca um (1) no quadrado que se encontra no lado esquerdo de cada afirmação no caso de teres acertado, ou um (0) no caso de teres falhado; 3. Soma a tua pontuação e coloca o resultado no quadrado apresentado no final do teste; 4. Compara o teu resultado com “O que significa o teu resultado” para verificares o teu nível de conhecimentos”.

O que sabes sobre SIDA? 1

FV

O VIH é causado pela SIDA.

2

FV

A SIDA destrói o sistema de defesa do organismo.

3

FV

Não existe cura para a SIDA.

4

FV

As pessoas com SIDA morrem geralmente de doenças graves.

5

FV

DST significa Departamento de Saúde e Tratamento

6

FV

Uma pessoa pode estar infectada pelo VIH ou ter uma

7

FV

Não existe forma de te protegeres contra a SIDA ou DST.

8

FV

Gonorreia é um exemplo de DST.

9

FV

É improvável que as mulheres contraiam SIDA.

10 F V

Se fores forte e saudável não terás hipóteses de contrair VIH/SIDA/DST.

Total

Continua v.f.p.f

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ANEXO DA ACTIVIDADE: D (Continuação)

O que significa o teu resultado? 10

És um génio, és um perito! Podes ensinar a tua turma.

8-9

Bom! Estás no caminho para te tornares um perito em SIDA!

5-7

Nada mau, mas é melhor reveres de novo a informação!

3-4 1-2

Revê a informação. Certamente não queres apanhar SIDA ou uma DST! Tens Sorte por isto ser apenas um teste. Farás melhor na próxima vez.

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FICHA DE ACTIVIDADE: E “VIH/SIDA/IST o que significam?” Objectivos: •

Avaliar os conhecimentos sobre VIH/SIDA/IST.

Duração:

Recursos: •

Ficha: “VIH/SIDA/IST o que significam?” Anexo da actividade E

Passo a passo: • Distribua um anexo da actividade E por cada aluno; • Solicite aos alunos que: −

Leiam a história A;

Façam corresponder cada definição contida no quadro B ao respectivo local no quadro C (esclareça mais os alunos acerca destes conceitos);

Completem as frases de “O professor pergunta”.

Fonte: Educação para a saúde na escola para prevenção da Sida e de outras DST. Actividades para os alunos: unidade 1, actividade 3. (adaptado)

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ANEXO DA ACTIVIDADE: E História

A

A Maria quis saber o significado de todas aquelas palavras qual a sua gravidade. Podes ajudá-la?

B

C

Um vírus que enfraquece o sistema de defesa, permitindo que outras doenças aquém organismo.

Doenças que ocorrem quando o sistema de defesa do organismo está enfraquecido.

Um tipo de IST que poderá danificar os órgão reprodutores.

Doenças que são transmissíveis por contacto sexual.

SIDA

VIH

IST

GONORREIA

O professor pergunta: Completa as frases, exprimindo o que pensas e/ou sentes:

a. Quando eu penso em SIDA penso …. b. VIH/SIDA é grave porque … c. As IST são graves porque … d.

147

As pessoas infectam com VIH porque …

Recorta e coloca na caixa de “perguntas do teu professor”:

Uma pergunta que eu gostaria de saber sobre o VIH/SIDA ou IST é:

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FICHA DE ACTIVIDADE: F “Não se contrai SIDA por… Objectivos: •

Adquirir ou aumentar os conhecimentos sobre VIH.

Duração:

Recursos: •

Ficha: “Não se contrai SIDA por…” Anexo da actividade F

Passo a passo: • Distribua um anexo da actividade G por cada aluno; • Em cada figura o aluno descreve o que as pessoas estão a fazer. • O professor informa que o VIH não se transmite através de qualquer destas actividades e que se pode e deve dar apoio e conforto a alguém que tenha SIDA, sem qualquer preocupação. Fonte: Educação para a saúde na escola para prevenção da Sida e de outras DST. Actividades para os alunos: unidade 1, actividade 5. (adaptado)

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ANEXO DA ACTIVIDADE: F 1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

149

O VIH não se transmite através do contacto social diário com pessoas infectadas. Assim, não precisamos de nos preocupar com as actividades do nosso dia-a-dia.

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FICHA DE ACTIVIDADE: G “Qual é a tua opinião?” Objectivos: •

Diagnosticar os conhecimentos sobre VIH.

Duração:

Recursos: •

Questionário: “Qual é a tua opinião?” Anexo da actividade G

Passo a passo: • Distribua um questionário por cada aluno. • Solicite o preenchimento individual. • Transmita as respostas correctas. • Esclareça quaisquer dúvidas que possam persistir. Fonte: Educação para a saúde na escola para prevenção da Sida e de outras DST. Actividades para os alunos: unidade 1, actividade 6. (adaptado)

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ANEXO DA ACTIVIDADE: G

Qual é a tua opinião? Um questionário de Verdadeiro e falso sobre VIH/Sida/IST.

V

F

1. O VIH, vírus da SIDA, pode ser transmitido através de um aperto de mão. 2. O VIH, vírus da SIDA, pode ser transmitido durante a relação sexual. 3. As mulheres grávidas podem transmitir o vírus da SIDA ao feto. 4. Uma pessoa ao doar sangue pode contrair o VIH. 5. É possível contrair o VIH através do assento de uma sanita. 6. O VIH é transmissível pelo beijo. 7. O VIH, vírus da SIDA, está presente no sangue de uma pessoa infectada. 8. Os consumidores de drogas, podem transmitir o VIH a outros consumidores se partilharem seringas ou agulhas. 9. Apenas os homens podem ser infectados pelo VIH, vírus da SIDA. 10. Deve evitar-se tocar numa pessoa com SIDA. 11. É arriscado utilizar o mesmo bebedouro que uma pessoa com SIDA utilizou. 12. Se fores forte e saudável não contrairás o vírus da SIDA. 13. É possível ver, através da sua aparência, se uma pessoa está infectada pelo vírus da SIDA. 14. Não há risco de contraíres o vírus da SIDA se te cortares com uma faca com que outra pessoa também se cortou. 15. Não há problema se usares o mesmo preservativo várias vezes. 16. Se tiveres vários parceiros sexuais aumenta o risco de contraíres o VIH/IST. 17. Não há problema de partilhar roupa de cama ou loiça usadas com uma pessoa com SIDA. 18. Não há problema em partilhar uma lâmina da barbear usada com uma pessoa com SIDA. 19. Os jovens não estão expostos ao VIH, vírus da SIDA. 20. Durante a menstruação é maior o risco de contrair o vírus VIH através de relações sexuais não protegidas.

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FICHA DE ACTIVIDADE: H “O que farias?” Objectivos: •

Saber que certas situações/actividades são de alto risco, baixo risco ou não contém risco de contrair o VIH.

Duração:

Recursos: •

Ficha: “O que farias?” Anexo da actividade H

Passo a passo: • Distribua um questionário por cada aluno; • Leia as seguintes instruções: −

Lê cada história.

Responde às perguntas colocadas no fim de cada história.

Coloca um “X” na coluna respectiva de acordo com o risco de o João, o Pedro e a Maria contraírem o VIH.

Fonte: Educação para a saúde na escola para prevenção da Sida e de outras DST. Actividades para os alunos: unidade 1, actividade 7. (adaptado)

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ANEXO DA ACTIVIDADE: I Agora já sabes como se transmite ou não se transmite o VIH, vírus da SIDA. E também importante saberes que certas situações/actividades são de alto risco, baixo risco ou não contém risco.

1

O que farias?

2

3 Alto

História 1

Risco

História 2

Baixo Risco

História 3

153 Nenhum Risco

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FICHA DE ACTIVIDADE: J “Quem discrimina?” Objectivos: •

Reflectir sobre como a discriminação pode afectar as pessoas com SIDA.

Duração:

Recursos: •

Ficha: “Quem discrimina?” Anexo da actividade J

Passo a passo: • Distribua uma ficha por cada aluno; • Leia as seguintes instruções: 1. Lê a definição e os exemplos de discriminação. 2. Lê cada acção discriminatória contra pessoas com VIH/SIDA. 3. Completa as afirmações incompletas. 4. Responde às afirmações de “O professor pergunta”. Fonte: Educação para a saúde na escola para prevenção da Sida e de outras DST. Actividades para os alunos: unidade 4, actividade 1. (adaptado)

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ANEXO DA ACTIVIDADE: J Porquê? Quando negamos a certas pessoas os direitos e privilégios que damos a outras, estamos a discriminálas. Nesta actividade vamos falar da discriminação de que são alvo as pessoas com SIDA.

Quem discrimina?

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FICHA DE ACTIVIDADE: L “História das duas comunidades” Objectivos: •

Reflectir sobre como a discriminação pode afectar as pessoas com SIDA.

Duração:

Recursos: •

Fichas: “História das duas comunidades” Anexos da actividade L

Passo a passo: • Distribua uma ficha por cada aluno; • Leia a introdução • Leia as seguintes instruções: 1. Lê as situações descritas pelo Paulo sobre a comunidade A e sobre a comunidade B (depois de ter saído da Comunidade A): 2. Responde: −

Quais os três procedimentos que mais magoaram o Paulo na comunidade A?

Quais os três procedimentos que mais ajudaram o Paulo na comunidade B?

Como é que te sentes em relação às pessoas da comunidade A e da comunidade b?

156

Por que haverá tanta diferença entre as duas comunidade?

Fonte: Educação para a saúde na escola para prevenção da Sida e de outras DST. Actividades para os alunos: unidade 4, actividade 2. (adaptado)

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ANEXO DA ACTIVIDADE: L Se nunca foste discriminado é difícil compreenderes como se sente alguém que já foi. Nestas duas comunidades tenta imaginar o que o Paulo e como isso o pode ter afectado. Esta é uma história verdadeira de uma pessoa com VIH.

“História das duas comunidades”

Procedimentos da comunidade A Os que mais magoaram

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157

Porquê?

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ANEXO DA ACTIVIDADE: L (Continuação) “História das duas comunidades”

Procedimentos da comunidade B Os que mais ajudaram

Porquê?

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FICHA DE ACTIVIDADE: M “Porquê ser solidário?” Objectivos: •

Reflectir sobre as razões para ser solidário com as pessoas que têm SIDA.

Duração:

Recursos: •

Ficha: “Porquê ser solidário?” Anexo da actividade M

Passo a passo: • Distribua uma ficha por cada aluno; • Leia as seguintes instruções: 1. Lê as “Razões para ser solidário com as pessoas que têm SIDA”. 2. Pensa noutras 5 razões. 3. Escolhe duas razões que consideres importantes para ti e coloca um “X” na coluna “As minhas duas razões”. 4. Responde à pergunta de “O professor pergunta”. Fonte: Educação para a saúde na escola para prevenção da Sida e de outras DST. Actividades para os alunos: unidade 4, actividade 3. (adaptado)

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ANEXO DA ACTIVIDADE: M Porquê: O nosso mundo necessita que as pessoas sejam solidárias. Solidariedade é compreender os problemas dos outros e querer ajudar.

Porquê ser solidário?

As minhas duas razões:

Razões: 1. Todas as pessoas devem ser tratadas com compreensão. 2. Têm uma doença que não tem cura. 3. É bom pensar em alguém para além de nós próprios. 4. Outra: 5. Outra: 6. Outra: 7. Outra: 8. Outra: 9. Outra: 10. Outra: O professor pergunta: Porque será fácil para algumas pessoas demonstrar solidariedade enquanto o mesmo é difícil para outras?

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FICHA DE ACTIVIDADE: N “Entrevista familiar sobre SIDA” Objectivos: •

Incentivar os alunos a falar com os seus familiares acerca da SIDA.

Duração:

Recursos: •

Folha de trabalho: “Entrevista familiar sobre SIDA”

Pontos de discussão. Anexo da actividade N

(em sala de aula)

Passo a passo: •

Solicite aos alunos que façam uma entrevista sobre SIDA aos seus familiares (adultos): pai, mãe, tia, tio, avô, avó ou irmã(o).

Forneça a Folha de trabalho: “Entrevista familiar sobre SIDA” assegurando-se que todos compreendem as perguntas e sabem aplicá-las.

Peça ao grupo que preencha o formulário sobre SIDA enquanto fala com o familiar.

Sugira aos alunos que depois de aplicar a entrevista falem com os familiares e lhes forneçam as respostas correctas.

Na aula seguinte peça aos alunos que façam o intercâmbio das respostas recebidas e debatam em torno dos pontos de discussão.

161 Obs. Deverá ter em conta a situação familiar do aluno antes de promover esta actividade. Fonte: Educación sexual de adolescentes y jóvenes: actividade 7. pág. 215 (adaptado).

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ANEXO DA ACTIVIDADE: N Entrevista familiar sobre SIDA Lê ao teu familiar: “Na escola, estamos a estudar o problema da SIDA. Como trabalho de casa tenho que fazer uma entrevista sobre SIDA a um adulto. Gostava de saber a tua opinião sobre estas questões”

1. Já ouviste falar sobre a SIDA? (Se responder “sim” passa à pergunta 2, se responder “não”, termina a entrevista e apresentar-lhe informação sobre SIDA)

2. Onde ouviste falar mais sobre SIDA? 3. Sabes o que é a SIDA? Explica pelas tuas próprias palavras o que é. 4. Qual a diferença entre SIDA e infecção por VIH? 5. Parece-te que o problema da SIDA no nosso país é muito importante 6. Como pensas que as pessoas contraem a SIDA? 7. Beberias da mesma garrafa de uma pessoa com SIDA? 8. Como achas que as pessoas se devem proteger contra a propagação da SIDA? 9. Qual a informação sobre SIDA que te parece mais importante? 10. Onde podemos obter mais informações sobre SIDA?

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ANEXO DA ACTIVIDADE: N (Continuação) Pontos de discussão •

O que sentiram ao fazer a entrevista?

Algumas perguntas foram mais difíceis?

Alguns familiares tinham informações erradas?

Esta entrevista gerou uma conversa mais alargada, acerca deste tema, com os familiares?

Sentem-se mais confortáveis agora a falar com estes familiares acerca deste tema?

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OUTRAS ACTIVIDADES… Actividade Vamos falar sobre SIDA e outras DST

Pág.

Livro/cd*

Unidade 4

CD Saúde na Escola. Desenvolvimento de Competências Preventivas: Crianças dos 11 aos 13 anos.

Autor

Editora

Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida.

* O(s) livro(s) indicado(s) foram disponibilizados pelo PRESSE.

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BIBLIOGRAFIA

CD Saúde na Escola. Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida. Nacional de Luta Contra a SIDA (2002). Educação para a Saúde na Escola para Prevenção da SIDA e de outras DST. Documento para o desenvolvimento de programas escolares. Actividades para os Alunos. Comissão – Lisboa. Ministério da Saúde (1997) “O VIH/sida na Comunidade Escolar - Aprender a prevenir. Informação para os alunos” Programa de Promoção e Educação para a Saúde do Ministério da Educação e Comissão Nacional de Luta Contra a Sida.

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Afectividade Bibliografia geral

Este documento é o resultado do contributo directo e indirecto de vários autores de trabalhos na área da Educação Sexual.

CD Saúde na Escola. Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida. Dias, A., Ramalheira, C., Marques, L., Seabra, M. & Antunes, M. (2002). Educação da sexualidade no dia-a-dia da prática educativa. Braga: Edições Casa do Professor. Educação para a Saúde na Escola para Prevenção da SIDA e de outras DST Documento para o desenvolvimento de programas escolares – Actividades para os Alunos. Comissão Nacional de Luta Contra a SIDA, 2002 – Lisboa; Frade, A., Marques, A. M., Vilar, D. (2006). Educação Sexual na Escola – Guia para Professores, Formadores e Educadores. Lisboa: Texto Editores. Ló, A. C. (1998). Prevenir a Brincar. Projecto VIDA. López Sanchez, F. (1995). Educación sexual de adolescentes y jóvenes. Madrid: Siglo Veintiuno de España Editores, S.A.. Marques, A. M., Vilar, D., Forreta, F. (2002). Educação Sexual no 1º Ciclo – Um Guia para Professores e Formadores. Lisboa: Texto Editora. Marques, A., Vilar, D., & Forreta, F. (2002). Os Afectos e a Sexualidade na Educação Pré-Escolar – um Guia para Educadores e Formadores. Lisboa: Texto Editora Prazeres, V. (2003). Adolescentes, Pais e tudo o mais. Lisboa: Texto Editora. Robert, J. (2006). A minha sexualidade – dos 9 aos 13 anos. Porto: Porto Editora. Sites: www.forma-te.pt [on line] disponível a 14 de Novembro de 2008. http://eb23aradas.prof2000.pt/NACs/fc_sug_competencias_sociais.htm [on line] disponível a 11 de Dezembro de 2009.

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Caderno de Actividades para 2º Ciclo - PRESSE  

Caderno de actividades para todos os professores, no âmbito do programa Regional para Educação Sexual, em Saúde Escolar.

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