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Elio Silva

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"Aprendendo a ser Rei" é a história de uma escola especial na qual os alunos aprendem a pensar e agir como reis. Mas há um grupo de súditos rebeldes que querem ser coroados reis da história de qualquer jeito. Estes rebeldes invadiram a escola e estão fazendo tudo para apagar as lições que estão na cabeça dos alunos. Entre na história e aprenda junto com essa turma como sair coroado dessa guerra de ideias e valores radicais. "Aprendendo a ser Rei" vai desafiá-lo a fazer escolhas que o levem a um final feliz e contribuir para sua formação como líder do seu mundo.

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Elio Silva

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Editor/Autor: Elio Silva Contato: formalider@yahoo.com.br Revisão: Gerson da Silva Capa: Fábio Gonçalves da Silva

Imagens - créditos © Norma Cornes | Dreamstime.com © Connie Larsen | Dreamstime.com © Annete Linnea Rasmussen | Dreamstime.com © Radli | Dreamstime.com © Fallenangel | Dreamstime.com © Eti Swinford | Dreamstime.com © Kts | Dreamstime.com © Dmitry Ezepov | Dreamstime.com

A licença deste ebook “Aprendendo a ser Rei” é apenas para uso pessoal. Este livro digital não pode ser comercializado ou distribuído para outras pessoas. Se você deseja oferece-lo como presente para alguém pedimos que efetue a compra de uma cópia adicional. Se você está lendo este ebook sem comprá-lo, por favor adquira a sua cópia no site www.livrodepresente.com.br. Agradecemos por respeitar o trabalho árduo deste autor. © 2012 Elio Souza da Silva ISBN 978-85-902155-7-8

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I Reinado Rei da Poesia 5


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onge, mas não muito longe daqui, Rei vive feliz com seus súditos num castelo de luz onde não há sombras, noite, e onde ninguém precisa dormir, acordar cedo e ir para a escola. O professor, que é o próprio Rei, já ensinou a seus súditos tudo o que se pode conhecer e, por isso, não há mais aulas na escola. A escola funcionou durante muito tempo atrás sobre uma esfera girante e suspensa no ar. Os alunos passeavam em volta dela e não caíam, mesmo quando corriam do lado de baixo. Isso mesmo, corriam e nem percebiam quando terminava o chão e começava o "teto". Tudo parecia plano; nada era estranho. Será que nessa escola os alunos precisaram ficar de ponta cabeça para aprender a ter uma outra visão de mundo? Agora os alunos não precisam mais de escola, por isso os prédios foram derrubados e os súditos brincam tentando

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adivinhar o que Rei irá construir neste lugar. O grande segredo só vai ser revelado quando a placa de inauguração for descoberta: Casa das Surpresas! É uma casa misteriosa na qual os súditos vão se surpreender com a descoberta de coisas novas toda vez que forem passear lá. Não haverá nada de novo, mas a cada visita tudo vai estar diferente, renovado, surpreendente. Essa história também é misteriosa: a cada leitura, você vai descobrir e pensar pensamentos de Rei... O rei do castelo de luz não era rei só porque tinha um castelo com trono e súditos que o serviam. Rei era o seu próprio nome; isso mesmo, o nome do rei era Rei. Mas não era só o nome que o tornava especial; Rei tinha poderes mágicos! Tudo o que ele ordenava acontecia num piscar de olhos. Já pensou? Criar tudo o que se pode desejar? Não é o máximo imaginar e as coisas acontecerem tal como você pensou? Você pensou em voar? Pronto! Você já está voando e nem precisou de asas. Mas, atenção: se você pensar que parou de voar, pode acabar caindo... Os súditos eram muito criativos, e foram eles que fizeram os primeiros traços do castelo de luz, deram a ideia do riacho que solta bolhas de água coloridas no ar, construíram a flauta mágica tocada por correntes de ar e muitas outras coisas que é difícil contar. Alguns gostavam de imaginar e desenhar novas ideias; outros procuravam novas maneiras de utilizar os objetos já construídos. Quando os desenhos ou as imagens dos objetos estavam prontos, Rei era convidado para assinar o desenho com sua caneta de ouro, aprovando a criação.

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— Que queres que seja feito? Cada um explicava as ideias contidas nos desenhos e, com seu poder mágico, Rei fazia surgir objetos de onde só se viam linhas, letras e cores. — O teu querer é o meu querer! — Rei dizia com alegria. Eram momentos de festa. Muita festa. Festas belas e contagiantes preparadas por súditos criativos e dedicados. Rei ficava muito, mas muito feliz quando seus súditos apresentavam desenhos que ele já tinha imaginado. Era muito bom saber que Rei e seus súditos tinham as mesmas ideias. Mas as ideias de Rei não ficavam só na imaginação; ele também colocava suas próprias ideias em desenhos. Algumas figuras podiam ser vistas de mil maneiras diferentes. Depois que estavam prontas, muitas ideias eram utilizadas e milhares de outras eram guardadas nas gavetas de um armário gigante que ficou conhecido como "banco de ideias". O banco de ideias era dividido em três partes. Na parte superior ficavam os desenhos de coisas chamadas concretas, como coroa, armário, papel ou caneta; eram coisas que a gente podia pegar ou tocar. Na parte do meio ficavam as "coisas virtuais", como as cores, imagens no espelho, a luz; não era possível tocar nessas coisas; apenas vê-las ou senti-las. Na parte de baixo ficava tudo aquilo que não eram coisas concretas nem virtuais. Lá estavam escritos os conceitos, isto é, ideias puras que não estavam relacionadas diretamente a coisas ou figuras, mas existem apenas no pensamento, como, por exemplo, a sabedoria, o tempo, o nada e, dentre muitos outros, a própria ideia de ideia. As ideias não são desenhadas,

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apenas descritas através de palavras. De vez em quando, Rei pegava um objeto que ele havia construído, transformava-o em linhas, letras e cores numa folha de papel, guardava no armário e colocava outro objeto no lugar. Mas quando se tratava dos desejos realizados dos súditos, não tinha conversa: Rei nunca desfazia ou anulava o que havia construído. Rei de verdade não toma de volta aquilo que ele dá. Por isso, os súditos viviam elogiando Rei por todos os lugares e, mesmo assim, achavam que não elogiavam o suficiente. Rei era bom! Um súdito chamado Fred Rico não sabia desenhar coisas, mas sabia escrever e lidar muito bem com as palavras. Um dia ele escreveu uma bela poesia que falava da grandeza de Rei, e o reino todo se emocionou e aplaudiu o Rei da poesia. A poesia revelou que a grandeza de Rei era muito maior do que se poderia imaginar. Rico percebeu que os súditos ficaram tão encantados com a magia daquelas palavras que eles cantavam e depois batiam palmas de contentamento. Rico, quase sem querer, musicou a sua poesia, combinando letra e som. Rico é o verdadeiro rei da poesia; Rico é que é o bom! — pensou. Rico gostou tanto de poder imaginar, que queria mais. Muito mais. Rico só não gostou muito quando percebeu que suas

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palavras eram cheias de elogios dirigidos a Rei. E que ele, Rico, fez exatamente o que Rei queria que ele fizesse. Aliás, pensando bem, Rico sempre fez o que Rei quis. Ora, se alguém sempre concorda com o que quero, será que eu tenho vontade própria? Para tirar a dúvida, Rico elaborou um pensamento estranho. Ele fez o seguinte raciocínio lógico: Rei sempre faz a vontade dos súditos. Os súditos sempre fazem a vontade de Rei. Logo, a vontade dos súditos é a vontade de Rei! O poeta deu um pulo de alegria. Ele tinha feito uma grande descoberta, muito maior do que aquela combinação de letra e som. Ele pensou direitinho para ver se não tinha se enganado. Rei faz tudo o que quero, certo? Então, se eu mesmo fizer o que quero estarei fazendo o que Rei quer para mim. Puxa! Como ninguém pensou nisso antes? Rico imaginou-se, então, dono do poder mágico de Rei. Assim, Rico teria poder, poder para criar qualquer coisa que quisesse sem precisar passar por aprovações. Isso sim seria muito bom, muito bom — pensou. Depressa, muito depressa, Rico encaminhou um convite para que Rei realizasse o seu desejo. E no tempo marcado para a reunião, todos vieram preparados, como de costume, para celebrar a criação. Rico não estava acreditando, mas Rei estava prestes a conceder o seu desejo. — Que queres que seja feito? — Quero o poder mágico de Rei!

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Fez-se um silêncio profundo por todo o reino. Era difícil acreditar. Ora, ninguém tinha a necessidade de possuir o poder mágico, pois Rei fazia tudo, tudo o que eles podiam imaginar. Como alguém poderia pedir tal coisa? Como Rei poderia dizer "o teu querer é o meu querer" a um pedido desses? Será que Rei vai atender ao pedido de Rico? Alguma coisa muito estranha estava acontecendo. Rei se retira e entra na sala do silêncio pela primeira vez. Ao ver que ninguém havia gostado do seu pedido, Rico achou que precisava convencê-los. Subiu em um degrau e gritou: — Por que concentrar o poder mágico na mão de uma única pessoa? Antes que todos virassem as costas para ir embora, Rico tentou segurá-los com uma pergunta que exigia uma resposta: — Alguém já experimentou o poder mágico de Rei? Alguém? Claro, todo mundo havia experimentado e tinha alegria em falar dessa experiência. Cada um deles era a prova viva do poder mágico em ação. Perguntar se "alguém" já experimentou era um insulto. Todos levantaram a mão. Então, ele fez uma segunda pergunta: — Alguém conhece o poder mágico de Rei? Ninguém se mexeu tentando entender a diferença entre experimentar e conhecer. Antes que eles tivessem tempo de pensar e responder, Rico foi dando suas conclusões: — Conhecemos muita coisa porque o "professor" falou. Mas, apenas ouvir o que alguém disse é conhecer? Queremos sentar no trono e experimentar o que é ser um rei de verdade! A gente só conhece aquilo que experimenta!

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Começou uma barulhenta discussão, pois nem todos concordaram com as ideias de Rico. Um terço dos súditos ficaram fascinados com a ideia de conhecer tudo o que o poder mágico podia realizar e se tornarem reis de verdade, e aplaudiram em sinal de aprovação. Na sala do silêncio, Rei chorou. Rico não precisava fazer o que fez. Todo o reino de Rei também é dele. Mas, não! Quer ser o maior, dizer que venceu, que é mais inteligente que todo mundo. Quer estar acima de tudo e de todos. É muito triste ver alguém que a gente ama se afundando e não poder fazer nada. É triste vê-lo se perdendo, certo de que está certo. A certeza, tirada da própria cabeça, cega e deixa surdo. Rico nunca vai ter a certeza de que está errado. Então, Rico quer independência para não precisar de "aprovações" para suas ideias? Rei retornou e disse com autoridade: — Seja feito o que você quer!

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Rico fechou os olhos imaginando a grande surpresa que estaria à sua frente, enquanto as palavras de Rei ressoavam em seus ouvidos. Ao abrir os olhos, Rico e seus aliados não enxergaram nada. Estava tudo escuro. Quem apagou a luz? Demoraram para acreditar que estavam do lado de fora do castelo de luz. Alguns começaram a gritar, a bater numa muralha escura, muito alta e sem portão, mas não se ouvia qualquer barulho das batidas. Eles só se acalmaram quando começaram a se acostumar com o escuro. Alguém teve uma ideia brilhante: vamos brincar de esconde-esconde? Rico virou uma fera. Nem queria chamar Rei pelo nome para não parecer que estava reconhecendo sua soberania. Bem, não tinha outro jeito; Rei era o nome dele. Mas, afinal de contas, Rico não podia desejar o que quisesse? Então, Rico começou a acusar Rei, aos gritos, dizendo que este não era capaz de conviver com outro rei. E que não voltar atrás não era uma virtude, mas uma fraqueza, uma limitação. "Fora é o lado de dentro" Rico esculpiu com cara de inteligente. Seus aliados não sabiam se estavam do lado de fora ou do lado de dentro, mas ninguém perguntou nada, com medo de parecer idiota. Rico se achava do lado de cima. Quem seria capaz de compreendê-lo? Não se deixando compreender, Rico construiu uma imagem de ser superior. Rei fez o que eu queria, mas não como eu queria — raciocinou. Não vou descansar enquanto as coisas não se realizarem como eu quero. Bem, agora Rico podia tudo: proclamou-se anti-Rei, exigiu 14


total obediência de todos e proibiu a música, para não se lembrar do reino anterior. Mas os seus aliados não gostaram nem um pouco, e logo tudo se transformou numa grande confusão. Começaram as acusações, partiram para as agressões, criando um verdadeiro inferno. Cada um queria destruir, com o poder mágico, o primeiro que encontrasse pela frente, mas descobriram que o poder mágico não faz o efeito desejado quando é usado para fazer mal. Então, começaram a imaginar armaduras de proteção da cabeça aos pés, e depois começaram a se chocar uns contra os outros. Rico começou a rir tão alto quando viu um monte de armaduras se chocando entre si, que todo mundo parou e tirou a proteção da cabeça para ver de onde vinha aquela risada. — O que é que faço com vocês? Ensino ou encho todo mundo de bolachas? — Rico berrou. Ninguém entendeu nada. Rico estava falando sério ou estava brincando? Escolher entre aprender ou levar bolachas? O que uma coisa tem a ver com a outra? Todo mundo ficou mudo. — Pois vou ensiná-los! Então, Rico saiu dando bordoadas na cara de todo mundo. Furioso como estava, não foi fácil segurá-lo. — Que é isso? Ficou louco? Então é assim que se ensina? — Estou louco com vocês, que não aprendem nunca! Nem levando bordoadas. — Quem é você para querer ensinar? — alguém gritou tirando a proteção da cabeça. — Olha só aonde a gente veio parar... Num lugar que não tem chão! Mas, "a gente só

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conhece aquilo que experimenta!", não é mesmo? — desafiou imitando Rico, pois não tinham conseguido nada ao seguir suas ideias. — Vocês não sabem que é exatamente isso que Rei quer? Que a gente diga que não somos capazes de andar sozinhos? Que a gente se ajoelhe dizendo ter cometido um terrível engano? Queríamos aprender e veja o que ele nos fez. Rei nos expulsou porque sabia que, se nos ensinasse, seríamos mais poderosos do que ele. A ideia de serem mais fortes do que Rei soou como poesia aos seus ouvidos. Rico, que um dia combinou letra e melodia, agora estava combinando ideia e força. Será que Rico estaria disposto a ensiná-los tudo o que sabia? De qualquer maneira, foi por causa dessa ideia de "poder" que Rico começou a ser aceito como líder. Nenhum outro seria louco o bastante para pensar uma coisa dessas. — Nós? Mais poderosos do que Rei? Você está brincando... — Nunca falei tão sério... Quando você usa as palavras de Rei contra ele, o que ele pode fazer contra você? Nada! Ora, se ele não pode fazer nada contra você, logo você é mais forte do que ele! — Puxa! Usar as palavras de Rei contra ele? Isso não é perigoso? — Vocês têm medo só de pensar? Bem-vindos à guerra de ideias! — Guerra de ideias? — perguntaram em coro. Todos ficaram com o desejo de saber mais. Guerra de ideias era uma proposta assustadora. Todo mundo conhecia o poder 16


de Rei e, por isso, ninguém tinha coragem de desafiá-lo. Mas ninguém quer mostrar fraqueza diante do outro, por isso começaram a fazer cara de bravos. Além disso, uma guerra de ideias não machucaria ninguém, pensaram. Rico ficou feliz porque o medo era o sinal de que a guerra de ideias já havia começado e seus aliados nem tinham percebido seus efeitos. A guerra de ideias não era apenas contra Rei, mas também contra cada um deles. Rico sentiu que precisava mostrar que era o mais sábio de todos. Era um risco revelar estratégias de guerra, mas a ignorância dos aliados o obrigava a isso. — É no campo das ideias que a batalha começa, e é lá que ela deve ser vencida. Sabem como eu consegui reunir vocês aqui, um terço do antigo reino? Ninguém respondeu. Todos queriam saber o segredo de Rico. Todos queriam conhecer a causa de suas fraquezas. Que forças havia por detrás daquelas palavras de Rico? — De modo muito simples — continuou. — Primeiro, eu fiz vocês pensarem que não conheciam tudo. — Então, a gente conhecia tudo? — Depois, eu poderia falar a verdade ou mentir. Qual a diferença? Vocês não conhecem tudo mesmo. — Então, a gente conhecia ou não conhecia tudo? — Vocês sabiam que não conheciam tudo, mas não tinham coragem de dizer. Foi por isso que eu agi contra a vontade de vocês. A guerra de ideias tem como objetivo levar o outro a fazer o que não quer. É uma guerra contra a vontade do outro, e é por isso que essa guerra começa no campo das ideias. 17


Palavras formam ideias, e ideias afetam os pensamentos, que produzem ações! O que vocês acham que acontece se lançarmos palavras e ideias confusas? — Vão resultar em mal-entendidos e conflitos — responderam. — Isso mesmo, as palavras são armas carregadas de ideias. Sem confusão não há esclarecimento. — Quando vamos disparar a primeira palavra? — perguntaram curiosos imaginando o efeito de um combate com palavras agudas e cortantes. — Hei, esperem. É uma guerra contra a vontade do outro. Não quero que ninguém me acompanhe... — disse Rico com falsidade. — Não é uma guerra contra a vontade do outro? Nós vamos segui-lo sim, mesmo contra a sua vontade! — contra-atacaram. Fizeram exatamente o que Rico queria, e ele se sentiu rei. Os seguidores tinham interesse em aprender a manipular as palavras como armas. Começaram a reproduzir as palavras de Rico, pois acreditavam que elas estavam carregadas de ideias poderosas daquelas capazes de dividir a mente. — O nosso maior inimigo é Rei — Rico gritou. — O nosso inimigo é Rei — gritaram repetindo. Movidos pelo desejo de poder, declararam a guerra de ideias contra a vontade de Rei e de seu reino. Assim, começou a guerra do mal contra o bem. — Independência ou morte! — bradou Rico. — É isso aí! — repetiram em coro.

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II Reinado Rico de Mentira 19


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Caro leitor(a), Fiquei muito feliz por você ter lido o primeiro capítulo de “Aprendendo a ser Rei”. Você percebeu que esta não é uma história qualquer, mas o enredo é um pano de fundo para apresentar e discutir questões relevantes para o público juvenil. Em virtude da riqueza de seu conteúdo "Aprendendo a ser Rei" é considerado um verdadeiro bem. Para os nossos filhos queremos oferecer mais do que um valioso presente. Queremos oferecer o melhor de nós. Expresse seus valores e ideais embalados como um presente com este livro!

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Elio Silva é pós-graduado em Educação em Valores pela Universidade de Barcelona e desenvolve atividades educacionais sobre valores, liderança e empreendedorismo.

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ISBN 978-85-902155-7-8

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Aprendendo a ser Rei