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Francisco Carlos Cosentino

atividade e dinâmica governativa da conquista americana de Portugal durante uma parte do Antigo Regime. Muito diferente do exercício do poder e da ação dos governos contemporâneos, a governação era uma atividade que, como se refere Maurizio Fioravanti era “[...] um conjunto social onde marcava presença uma pluralidade de sujeitos titulares de imperium, e onde encontramos, também, uma diversidade de vínculos e de obrigações [...]” (apud CARDIM, 2005, p. 54). Nesse contexto, buscava o governador geral viabilizar a defesa, dinamizar a Fazenda, resguardar direitos, demarcar jurisdições, gerir os conflitos, promover os provimentos necessários, ou seja, resgatando significados do Antigo Regime português, realizar a governação – “[...] atividade governativa, entendida como a acção da Coroa no sentido de gerir alguns aspectos do funcionamento do reino [...]” (idem, ibidem) – como representante do monarca, na conquista ultramarina, no Estado do Brasil.

Referências Bibliográficas Fontes primárias manuscritas Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT), Chancelaria de D. João III, Livro 55. Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT), Chancelaria de D. João IV, Livro 10. Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT), Chancelaria de D. João IV, Livro 26. Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT), Chancelaria Felipe II, Livro 29. Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT), Chancelaria Felipe III, Livro 2. Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT), Chancelaria Felipe III, Livro 28. 42

Revista Postais 02 - 2014  

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