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História do uso de códigos de barras para triagem de correspondências nos Correios do Brasil

Anos 1999-2016 Na década de 1990 os Correios iniciaram um programa de modernização e expansão do seu parque de equipamentos automatizados de triagem de cartas e encomendas. Havia ocorrido um expressivo crescimento do volume de objetos postais circulando no país, notadamente no segmento de encomendas e pequenos pacotes, o que demandou o ajuste da capacidade produtiva da empresa, bem como a sua modernização. Foram previstos três tipos de equipamentos automatizados para a triagem, envolvendo o processamento de cartas de formato normal, de objetos semiembaraçosos (por exemplo, grandes envelopes e revistas) e de objetos embaraçosos (encomendas, pequenos pacotes e malotes). Dentro do mesmo programa, foram desenvolvidos sistemas para a movimentação interna de cargas unitizadas (ou seja, agregadas em caixetas ou contêineres), bem como o Diretório Nacional de Endereços (DNE), o qual viria a ser o repositório central de informações relativas a dados de endereçamento e de CEP para uso nos equipamentos de triagem, sistemas corporativos e demais clientes internos e externos. Na mesma época, especificamente em maio de 1992, os Correios implantaram o novo Código de Endereçamento Postal (CEP), com o uso de oito dígitos numéricos para a identificação de localidades e logradouros, em substituição ao então utilizado, que fazia uso de apenas cinco dígitos numéricos.

Figura C - Exemplos de esquema de codificação de CEP em forma de código de barras com dado originado das mesas de codificação 5 (CEP=90123) e 2 (CEP=80123).

Tabela 3 – Principais características do código de barras NEC1978.

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